Sócrates
Sócrates
Vida
Filho de Sofronisco,[6] um escultor, e Fainarete, uma parteira, Sócrates nasceu em Alopece, Ática.[7]
Durante sua infância, ajudou seu pai no ofício de escultor. Porém, muitas
vezes, seus amigos zombavam da sua incapacidade de trabalhar o
mármore. Mesmo quando aparecia uma oportunidade de ajudar o seu
pai, sempre acabava atrapalhando.[carece de fontes?]
Sócrates foi casado com Xântipe, que era bem mais jovem que ele, e
teve com ela um filho, Lamprocles.[8] Porém, segundo Aristóteles e seu
discípulo Aristóxenes, Sócrates teria tido outra esposa, Mirto, com quem
teve os filhos Sofronisco e Menexêno. Segundo relato posterior de
Diógenes Laércio, ela teria sido a segunda esposa e era filha de
Aristides, o Justo.[8] Sátiro e Jerônimo de Rodes, também citados por
Diógenes Laércio, dizem que, pela falta de homens em Atenas, era Ilustração (do anno 1607)
permitido a um ateniense casado ter filhos com outra mulher, e que retratando Xântipe
Sócrates teria tido Xântipe e Mirto ao mesmo tempo.[9] Armand esvaziando um pote sobre
D'Angour argumenta que Mirto fora na verdade a primeira esposa de Sócrates.
Sócrates, conforme evidenciado pela sua omissão nos relatos de
Xenofonte e Platão, que eram jovens quando encontraram com um
Sócrates em idade adulta avançada e nem a teriam conhecido.[10]
Seu amigo Críton criticou-o por ter abandonado seus filhos quando se recusou a tentar fugir para evitar
sua execução. Este fato mostra que ele (assim como outros discípulos) não teria entendido a mensagem
que Sócrates passa sobre a morte (diálogo Fédon).
Em certas ocasiões, parava o que quer que estivesse fazendo, ficava imóvel por horas, meditando sobre
algum problema. Certa vez o fez descalço sobre a neve, segundo os escritos de Platão, o que demonstra
seu caráter lendário.[11]
Cláudio Eliano lista Sócrates como um dos grandes homens que gostavam de brincar com crianças: uma
vez, Alcibíades surpreendeu Sócrates brincando com seu filho Lamprocles.[12]
Vocação
Conta-se que, um dia, Sócrates foi levado junto à sua mãe para ajudar
em um parto complicado. Vendo sua mãe realizar o trabalho, Sócrates
logo filosofou: Minha mãe não irá criar o bebê, apenas ajudá-lo-á a
nascer e tentará diminuir a dor do parto. Ao mesmo tempo, se ela não
tirar o bebê, logo ele irá morrer, e igualmente a mãe morrerá!
Assim, logo sua vocação falou mais alto e ele partiu para aprender
filosofia, vindo a ser discípulo dos filósofos Anaxágoras e Arquelau. Seu talento logo chamou a atenção.
Tanto que foi chamado pela Pítia (sacerdotisa do templo de Apolo, em Delfos, na Antiga Grécia) de o
mais sábio de todos os homens!.[6]
Trabalho
Sócrates defendia que deve-se sempre dar mais ênfase à procura do que
não se sabe, do que transmitir o que se julga saber, privilegiando a
investigação permanente.
Platão afirma que Sócrates não recebia pagamento por suas aulas. Sua
pobreza era prova de que não era um sofista.
Várias fontes, inclusive os Diálogos de Platão, mencionam que Sócrates tinha servido ao exército em
várias batalhas. Na Apologia de Sócrates, Sócrates compara seu período no serviço militar a seus
problemas no tribunal, e diz que qualquer pessoa no júri que imagine que ele deveria se retirar da
filosofia deveria também imaginar que os soldados devessem bater em retirada quando era provável que
pudessem morrer em uma batalha. Estrabão conta que, após uma derrota ateniense em que Sócrates e
Xenofonte haviam perdido seus cavalos, Sócrates encontrou Xenofonte caído no chão, e carregou-o por
vários estádios, até que a batalha terminou.[14]
Do julgamento à morte
"Eu predigo-vos portanto, a vós juízes, que me fazeis morrer, que tereis de sofrer,
logo após a minha morte, um castigo muito mais penoso, por Zeus, que aquele que
me infligis matando-me. Acabais de condenar-me na esperança de ficardes livres de
dar contas de vossas vidas; ora é exatamente o contrário que vos acontecerá,
asseguro-vos (...) Pois se vós pensardes que matando as pessoas, impedireis que vos
reprovem por viverem mal, estais em erro. Esta forma de se desembaraçarem
daqueles que criticam não é nem muito eficaz nem muito honrosa."[15] (Sócrates)
Julgamento
Tão logo as ideias de Sócrates foram se espalhando pela cidade, ele ganhava mais e mais discípulos.
Assim, pensavam eles: Como um homem poderia ensinar de graça e pregar que não se precisavam de
professores como eles? E mais: Eles não concordavam com os pensamentos de Sócrates, que dizia que
para se acreditar em algo, era preciso verificar se aquilo realmente era verdade.
Logo, Sócrates começou a fazer vários inimigos, assim causando uma grande intriga. Mas eis que a
Guerra do Peloponeso estourou, todos os homens entre 15 e 45 anos de idade foram enviados para lutar.
Sócrates, pela sua habilidade de fazer as pessoas o seguirem, foi escolhido então como um dos generais.
Ao final da guerra, com a intenção de salvar os poucos soldados que estavam vivos, Sócrates ordena que
todos voltem rapidamente para Atenas, mas deixassem os mortos no campo de batalha — contrariando
uma lei que obrigava o general a enterrar todos os seus soldados mortos, ou morrer tentando. Assim, ao
chegar, ele é preso.
Usando toda a sua capacidade de persuasão, Sócrates consegue convencer a todos de que era melhor
deixar alguns mortos do que morrerem todos, uma vez que se todos morressem, ninguém poderia enterrá-
los. Desta forma, ele consegue a liberdade.
Ficou livre por mais 30 anos, quando foi preso novamente, acusado de 3 crimes:
1- Não acreditar nos costumes e nos deuses gregos;
2- Unir-se a deuses malignos que gostam de destruir as cidades;
3- Corromper jovens com suas ideias.
Os acusadores foram: Ânito, Meleto e Lícon.
Anito - era considerado um líder democrático, pois atuou junto a Trasíbulo na reconquista
democrática de Atenas contra o regime oligárquico dos Trinta Tiranos, no entanto, feriu um
dos principais pilares da Democracia Ateniense, o julgamento, pois subornou um júri dez
anos antes de acusar Sócrates.[17] Ele representava a classe dos políticos, sendo um
homem rico filho de um pai que subiu economicamente de classe social, através do
trabalho como curtidor de couro (que Sócrates comenta em Mênon 90a). Portanto, ele
também representava os interesses do setor de manufatura, sendo poderoso e influente e
considerado o grande manipulador do proceso de Sócrates.[18] Na antiguidade, circulava
um discurso chamado Acusação de Sócrates, escrito por Polícrates, onde alguns autores
antigos acreditavam ter sido a acusação de Anito contra Sócrates.[19]
Meleto - era um poeta trágico novo e desconhecido. Foi o acusador oficial, porém nada
exigia que ele como acusador oficial fosse o mais respeitável, hábil ou temível, mas
somente aquele que assinava a acusação. Representava a classe dos poetas e adivinhos.
Lícon - Pouco se sabe de Lícon. Era um retórico obscuro e o seu nome teve pouca
importância e autoridade no decorrer da condenação de Sócrates. Representava a classe
dos oradores e professores de retórica. Talvez Lícon pretendesse a condenação de
Sócrates, devido ao seu filho ter-se deixado corromper moralmente, filosoficamente e
sexualmente por Callias, e Callias era um associado de Sócrates.[15]
Estas 3 acusações foram assim proferidas por Meleto:
"[…] Sócrates é culpado do crime de não reconhecer os deuses reconhecidos pelo Estado e de introduzir
divindades novas; ele é ainda culpado de corromper a juventude. Castigo pedido: a morte"[16]
Condenação
Dada, a ele, a chance de se defender destas acusações, Sócrates mostra toda a sua capacidade de
pensamento.
Em sua defesa, ele mostra que as acusações eram contraditórias, questionando: Como posso não acreditar
nos deuses e ao mesmo tempo me unir a eles?.
Mesmo assim, o tribunal, constituído por 501 cidadãos, o condenou. Mas não à morte, pois sabiam que se
o condenassem à morte, milhares de jovens iriam se revoltar. Condenaram-no a se exilar para sempre, ou
a lhe ser cortada a língua, impossibilitando-o assim de ensinar aos demais. Caso se negasse, ele seria
morto.[carece de fontes?]
Após receber sua sentença, Sócrates proferiu: - Vocês me deixam a escolha entre duas coisas: uma que eu
sei ser horrível, que é viver sem poder passar meus conhecimentos adiante. A outra, que eu não conheço,
que é a morte […] escolho pois o desconhecido!
Morte
“ Mas eis a hora de partir: eu para a morte, vós para a vida. Quem de nós segue o
melhor rumo, ninguém o sabe, exceto os deuses. ”
[16]
Ao se dirigir aos atenienses que o julgaram, Sócrates disse que lhes era grato e que os amava, mas que
obedeceria antes aos deuses do que a eles, pois, enquanto tivesse um sopro de vida, poderiam estar
seguros de que não deixaria de filosofar, tendo, como sua única preocupação, andar pelas ruas a fim de
persuadir seus concidadãos, moços e velhos, a não se preocupar nem com o corpo nem com a fortuna tão
apaixonadamente quanto com a alma, a fim de torná-la tão boa quanto possível.[carece de fontes?]
Sócrates, então, deixou o tribunal e foi para a prisão. Como existia uma
lei que exigia que nenhuma execução acontecesse durante a viagem
votiva de um navio sagrado a Delos, Sócrates ficou a ferros por 30 dias,
sob custódia de onze magistrados encarregados em Atenas da polícia e
da administração penitenciária.
Durante estes 30 dias, ele recebeu os seus amigos e conversou com eles.
Local onde Sócrates ficou
preso antes de morrer
Declarando não querer absolutamente desobedecer às leis da pátria,
Sócrates recusava a ajuda dos amigos para fugir. E passou o tempo
preparando-se para o passo extremo em palestras espirituais com os
amigos.
Chegado o momento da execução, pouco antes de beber o veneno, Sócrates, de forma irônica e sarcástica
(como de costume), proferiu suas últimas palavras:[15]
“ Críton, somos devedores de um galo a Asclépio; pois bem, pagai a minha dívida.
Pensai nisso! ”
Após essas palavras, Sócrates bebeu a cicuta (Conium maculatum) e, diante dos amigos, aos 70 anos,
morreu por envenenamento.
"Assim farei!", respondeu Critão. Vê se queres dizer mais alguma coisa. A essa
pergunta, já não respondeu. Decorrido mais algum tempo, deu um estremeção.
O homem o descobriu; tinha o olhar parado. Percebendo isso, Critão fechou-lhe
os olhos e a boca.
Tal foi o fim do nosso amigo, Equécrates, do homem, podemos afirmá-lo, que
entre todos os que nos foi dado conhecer, era o melhor e também o mais sábio e
mais justo.
No Fédon, Sócrates dá razões para crer na imortalidade. Quando Sócrates foi condenado à morte,
comentou, alegremente, que, no outro mundo, poderia fazer perguntas eternamente sem ser condenado a
morrer, porque era imortal.[21]
Ruptura e legado
Sócrates provocou uma ruptura sem precedentes na história da Filosofia
grega, por isso ela passou a considerar os filósofos entre pré-socráticos e
pós-socráticos. Enquanto os filósofos pré-Socráticos, chamados de
naturalistas, procuravam responder a questões do tipo: "O que é a
natureza ou o fundamento último das coisas?" Sócrates, por sua vez,
procurava responder à questão: "O que é a natureza ou a realidade última
do homem?".
Sócrates (à direita) é
Os sofistas, grupo de filósofos (título negado por Platão) originários de homenageado juntamente
várias cidades, viajavam pelas pólis, onde discursavam em público e com Platão, na entrada da
ensinavam suas artes, como a retórica, em troca de pagamento. Sócrates moderna Academia de
se assemelhava exteriormente a eles, exceto no pensamento. Platão Atenas, de 1926.
afirma que Sócrates não recebia pagamento por suas aulas. Sua pobreza
era prova de que não era um sofista. Para os sofistas, tudo deveria ser avaliado segundo os interesses do
homem e da forma como este vê a realidade social (subjetividade), segundo a máxima de Protágoras :"O
homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são,
enquanto não são.". Isso significa que, segundo essa corrente de pensamento, as regras morais, as
posições políticas e os relacionamentos sociais deveriam ser guiados conforme a conveniência individual.
Para este fim, qualquer pessoa poderia se valer de um discurso convincente, mesmo que falso ou sem
conteúdo. Os sofistas usavam, de fato, complicados jogos de palavras, no discurso para demonstrar a
verdade[22] daquilo que se pretendia alcançar. Este tipo de argumento ganhou o nome de sofisma.
Em resumo, a sofística destruía os fundamentos de todo conhecimento, já que tudo seria relativo
(relativismo) e os valores seriam subjetivos, assim como impedia o estabelecimento de um conjunto de
normas de comportamento que garantissem os mesmos direitos para todos os cidadãos da pólis. Tanto
quanto os sofistas, Sócrates abandonou a preocupação em explicar e se concentrou no problema do
homem. No entanto, contrariamente aos sofistas, Sócrates travou uma polêmica profunda com estes, pois
procurava um fundamento último para as interrogações humanas ("O que é o bem?" "O que é a virtude?
"O que é a justiça?); enquanto os sofistas situavam as suas reflexões a partir dos dados empíricos, o
sensório imediato, sem se preocupar com a investigação de uma essência da virtude, da justiça do bem
etc., a partir da qual a própria realidade empírica pudesse ser avaliada.
Sócrates contribuiu para que as pessoas se apercebessem da descoberta da evidência que é a manifestação
do mestre interior à alma. Conhecer-se a si mesmo seria conhecer Deus em si.[15]
Aquilo que colocou Sócrates em destaque foi o seu método, e não tanto as suas doutrinas. Sócrates
baseava-se na argumentação, insistindo que só se descobre a verdade pelo uso da razão. O seu legado
reside sobretudo na sua convicção inabalável de que mesmo as questões mais abstratas admitem uma
análise racional.[23]
Filosofia
O seu pensamento desenvolveu-se de 3 grandes ideias:
a) a crítica aos sofistas;
b) a arte de perguntar;
c) a consciência do Homem.
Método Socrático
O método socrático consiste em uma técnica de investigação filosófica,
que faz uso de perguntas simples e quase ingênuas que têm, por objetivo,
em primeiro lugar, revelar as contradições presentes na atual forma de
pensar do aluno, normalmente baseadas em valores e preconceitos da
sociedade, e auxiliá-lo assim a redefinir tais valores, aprendendo a
pensar por si mesmo.[24] Cabeça de Sócrates. Museu
do Louvre.
Ideias filosóficas
As crenças de Sócrates, em comparação às de Platão, são difíceis de discernir. Há poucas diferenças entre
as duas ideias filosóficas. Consequentemente, diferenciar as crenças filosóficas de Sócrates, Platão e
Xenofonte é uma tarefa difícil e deve-se sempre lembrar que o que é atribuído a Sócrates pode refletir o
pensamento dos outros autores.
Se algo pode ser dito sobre as ideias de Sócrates, é que ele foi moralmente, intelectualmente e
filosoficamente diferente de seus contemporâneos atenienses. Quando estava sendo julgado por heresia e
por corromper a juventude, usou seu método de elenchos para demonstrar as crenças errôneas de seus
julgadores. Sócrates acreditava na imortalidade da alma e que teria recebido, em um certo momento de
sua vida, uma missão especial do deus Apolo Apologia, a defesa do logos apolíneo "conhece-te a ti
mesmo".
Sócrates também duvidava da ideia sofista de que a arete (virtude) podia ser ensinada para as pessoas.
Acreditava que a excelência moral é uma questão de inspiração e não de parentesco, pois pais
moralmente perfeitos não tinham filhos semelhantes a eles. Isso talvez tenha sido a causa de não ter se
importado muito com o futuro de seus próprios filhos. Sócrates frequentemente dizia que suas ideias não
eram próprias, mas de seus mestres, entre eles Pródico e Anaxágoras de Clazômenas.
Amor
Em O Banquete, de Platão, Sócrates revela que foi a sacerdotisa Diotima de Mantinea que o iniciou nos
conhecimentos e na genealogia do amor. As ideias de Diotima estão na origem do conceito socrático-
platônico do amor (escada do amor). Também em O Banquete, no discurso de Alcibíades se descreve o
amor entre Sócrates e Alcibíades.
Conhecimento
Sócrates dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância. Segundo ele, a verdade, escondida
em cada um de nós, só é visível aos olhos da razão (daí a célebre frase "Só sei que nada sei"!). Ele
acreditava que os erros são consequência da ignorância humana. Nunca proclamou ser sábio. A intenção
de Sócrates era levar as pessoas a conhecerem seus
desconhecimentos ("Conhece-te a ti mesmo"). Através da
problematização de conceitos conhecidos, daquilo que se
conhece, percebem-se os dogmas e preconceitos existentes.
Virtude
O estudo da virtude se inicia
na chamada ética das
virtudes com Sócrates, para
quem a virtude é o fim da
Batalha de Potideia (432 a.C.):
atividade humana e se Atenienses contra coríntios. Cena de
identifica com o bem que Sócrates salvando Alcibíades. Relevo de
convém à natureza 1797. De acordo com Platão, Sócrates
humana. [26] participou da Batalha de Potideia, da
retirada da Batalha de Délio e da batalha
Sócrates acreditava que o de Anfípolis (422 aC)[25]
melhor modo para as pessoas
Busto de Sócrates no Museu viverem era se concentrando
do Vaticano. no próprio desenvolvimento ao invés de buscar a riqueza material.
Convidava outros a se concentrarem na amizade e em um sentido de
comunidade, pois acreditava que esse era o melhor modo de se crescer
como uma população. Suas ações são provas disso: ao fim de sua vida, aceitou a sentença de morte
quando todos acreditavam que fugiria de Atenas, pois acreditava que não podia fugir de sua comunidade.
Acreditava que os seres humanos possuíam certas virtudes, tanto filosóficas quanto intelectuais. Dizia
que a virtude era a mais importante de todas as coisas.
Política
Diz-se que Sócrates acreditava que as ideias pertenciam a um mundo que somente os sábios conseguiam
entender, fazendo com que o filósofo se tornasse o perfeito governante para um Estado. Opunha-se à
democracia aristocrática que era praticada em Atenas durante sua época; essa mesma ideia surge nas Leis
de Platão, seu discípulo. Sócrates acreditava que, ao se relacionar com os membros de um parlamento, a
própria pessoa estaria fazendo-se hipócrita.
O Sócrates também foi a favor de uma burocracia eleita, em detrimento de uma burocracia por sorteio:
[Foi] considerado que esta forma de nomeação de magistrados [isto é, as eleições] também
foi mais democrático do que o vazamento de lotes, uma vez que, no âmbito do plano de
eleição por sorteio, oportunidade decidiria a questão e os partidários da oligarquia, muitas
vezes, obtêm os escritórios; Considerando que, no âmbito do plano de selecionar os homens
dignos, as pessoas têm, em suas mãos, o poder de escolher aqueles que estavam mais ligados
à constituição existente.[27]
Paradoxo Socrático
Os "paradoxos socráticos" são posições éticas defendidas por Sócrates que vão contra (para) a opinião
(doxa) comum. Os principais paradoxos são:[29]
Ver também
Ética
Método socrático
Diálogo socrático
A vida não examinada não vale a pena ser vivida
Referências
1. «Socrates» ([Link]
g/Socrates_%28philosopher%29). Encyclopædia Britannica. 1911. Consultado em 14 de
novembro de 2007. Arquivado do original ([Link]
hilosopher%29) em 29 de janeiro de 2008
2. Kofman, Sarah. Socrates: Fictions of a Philosopher (1998) ISBN 0-8014-3551-X
3. Cohen, Martin. Philosophical Tales (2008) ISBN 1-4051-4037-2
4. [Link]/ ([Link] Arquivado em (http
s://[Link]/web/20120614171328/[Link]
14 de junho de 2012, no Wayback Machine. De Sócrates a Platão: entre a Ágora e a
Academia. Visualizado em 06/01/2012.
5. Guthrie, W. K. C. (1988–2003). Historia de la filosofía griega. Volumen III. Siglo V.
Ilustración. Parte Segunda: Sócrates. XII. El problema y las fuentes. 1. Generalidades. [S.l.]:
Madrid: Editorial Gredos. 315 páginas. ISBN 978-84-249-1268-0
6. Pausânias (geógrafo), Descrição da Grécia, 1.22.8 [em linha] ([Link]
[Link])
7. The New Century Classical Handbook; Catherine Avery, redator; Appleton-Century-Crofts,
New York, 1962, p. 1018:
"Socrates... born at Alopece in Attica... c470 B.C.; died at Athens 399 B.C. He was the son
of Sophriniscus, a sculptor, and of Phaenarete, a midwife."
("Sócrates... nascido em Alopece na Ática... c470 a.C.; morreu em Atenas 399 a.C. Ele era
filho de Sofrinisco, um escultor, e de Fainarete, uma parteira.")
8. Aristóteles, citado por Diógenes Laércio, Vidas e doutrinas dos filósofos ilustres, Livro II,
Sócrates, 26
9. Sátiro e Jerônimo de Rodes, citados por Diógenes Laércio, Vidas e doutrinas dos filósofos
ilustres, Livro II, Sócrates, 26
10. D’Angour, Armand (7 de março de 2019). Socrates in Love: The Making of a Philosopher (htt
ps://[Link]/books?id=IPZcDwAAQBAJ&pg=PT50) (em inglês). [S.l.]:
Bloomsbury Publishing
11. FaculdadeBaianaDeDireito ([Link]
95-496F-9637-4DFE6DBBD262%7D_odesafiosocratico.pdf)[ligação inativa] O Desafio
Socrático, por prof. Dr. Júlio C. R. de Vasconcelos. Visualizado em 09/01/2012.
12. Eliano, Varia Historia, Livro XII, Capítulo XV, De certas pessoas excepcionais que gostavam
de brincar com crianças
13. [Link] ([Link]
7) Sócrates. Visualizado em 09/01/2012.
14. Estrabão, Geografia, Livro IX, Capítulo 2, 7
15. Pombo, Olga. «Morte de Sócrates» ([Link]
[Link]/docentes/opombo/hfe/momentos/escola/socrates/[Link]).
[Link]. Consultado em 9 de janeiro de 2012. Arquivado do original ([Link]
[Link]/docentes/opombo/hfe/momentos/escola/socrates/[Link]) em 2 de abril
de 2012 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "[Link]" é definido
mais de uma vez com conteúdos diferentes
16. JornalNordeste ([Link]
ao=3258&Action=noticia) Arquivado em ([Link]
p://[Link]/[Link]?idEdicao=361&id=15553&idSeccao=3258&Action=n
oticia) 22 de fevereiro de 2014, no Wayback Machine. A Morte de Sócrates, por José
António Ferreira. Arquivo: Edição de 29-03-2011 Seção: Opinião. Visualizado em
09/01/2012.
17. Carvalhar, Carlos Augusto de Oliveira (2020). «ANITO E O SUBORNO DE JURADOS
(DEKÁZEIN) NOS PROCESSOS ATENIENSES» ([Link]
ticle/view/36287). CALÍOPE: Presença Clássica (40). ISSN 2447-875X ([Link]
[Link]/issn/2447-875X). doi:10.17074/cpc.v1i40.36287 ([Link]
i40.36287). Consultado em 27 de novembro de 2021
18. p. 41 em CARVALHAR, C. A caça à sabedoria: a sophía a partir d’Apologia de Platão.
Mestrado - Rio de Janeiro: UFRJ, 2020.
19. Humbert, J. (1930). Polycratès: l’accusation de Socrate et le Gorgias. Paris: Klincksieck
20. Platão, Diálogos. Volumen III: Fedón, Banquete, Fedro. Páginas 141-142. Biblioteca Clásica
Gredos 93. Madrid: Editorial Gredos, 1986 (2004). ISBN 978-84-249-1036-5.
21. [Link] ([Link]
[Link]) Morte de Sócrates, por Olga Pombo. Visualizado em 9/1/2012.
22. «Nova Escola: Sócrates, o mestre em busca da verdade» ([Link]
1112013751/[Link]
[Link]). Consultado em 26 de fevereiro de 2010. Arquivado do original ([Link]
[Link]/historia/pratica-pedagogica/[Link]) em
12 de novembro de 2010
23. Paginasdefilosofia ([Link]
ml) O legado de Sócrates. Visualizado em 06/01/2012.
24. Stavemann, H. (2007). Sokratische Gesprächsführung in Therapie und [Link]:
Beltz.
25. Guthrie 1972, p. 2.
26. [Link] ([Link] Virtude e
as Virtudes. Autor: Sérgio Biagi Gregório. Visualizado em 09/01/2012.
27. Isocrates. Areopagiticus (seção 23)
28. Memorabilia, Xenofonte Livro I, 2,9
29. Filosofiapopular ([Link]
cos) Os Paradoxos Socráticos. Visualizado em 06/01/2012.
30. [Link] ([Link] Paradoxo
Socrático. Visualizado em 09/01/2012.
Bibliografia
Ahbel-Rappe, Sara; Kamtekar, Rachana (2009). A Companion to Socrates ([Link]
[Link]/books?id=wGjTooom3rcC). [S.l.]: Wiley. ISBN 978-1-4051-5458-1
Ahbel-Rappe, Sara (2011). Socrates: A Guide for the Perplexed ([Link]
ooks?id=GKewlVwJ9rgC). [S.l.]: A&C Black. ISBN 978-0-8264-3325-1
Alon, Ilai (2009). «Socrates in Arabic Philosophy». In: Sara Ahbel-Rappe. A Companion to
Socrates ([Link] Rachana Kamtekar. [S.l.]:
Wiley. pp. 313–326. ISBN 978-1-4051-5458-1
Ambury, James M. (2020). «Socrates» ([Link] Internet Encyclopedia
of Philosophy. Consultado em 2 de junho de 2021
Ausland, Hayden W. (15 de maio de 2019). «Socrates in the Early Nineteenth Century,
Become Young and Beautiful». In: Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the
Reception of Socrates ([Link] [S.l.]: BRILL.
pp. 685–718. ISBN 978-90-04-39675-3
Benson, Hung H. (2011). «Socratic Method». In: Donald R. Morrison. The Cambridge
Companion to Socrates ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. pp. 179–200. ISBN 978-0-521-83342-4
Benson, Hung H. (3 de janeiro de 2013). «The priority of definition». In: Nicholas D. Smith.
The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
BAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 136–155. ISBN 978-1-4411-1284-2
Bett, Richard (2011). «Socratic Ignorance». In: Donald R. Morrison. The Cambridge
Companion to Socrates ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. pp. 215–236. ISBN 978-0-521-83342-4
Bowman, Brady (15 de maio de 2019). «Hegel on Socrates and the Historical Advent of
Moral Self-Consciousness». In: Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the Reception
of Socrates ([Link] [S.l.]: BRILL. pp. 749–
792. ISBN 978-90-04-39675-3
Brickhouse, Thomas C.; Smith, Nicholas D. (3 de janeiro de 2013). «Socratic Moral
Psychology». In: Nicholas D. Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
[Link]/books?id=A9ZLAQAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 185–209.
ISBN 978-1-4411-1284-2
Campos-Daroca, F. Javier (15 de maio de 2019). «Epicurus and the Epicureans on Socrates
and the Socratics». In: Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the Reception of
Socrates ([Link] [S.l.]: BRILL. ISBN 978-
90-04-39675-3
Cooper, John M.; Hutchinson, D. S. (1997). Plato: Complete Works. Edited with an
Introduction and Notes. [S.l.]: Hackett Publishing Company. ISBN 978-0-87220-349-5
Döring, Klaus (2011). «The Students of Socrates». In: Donald R. Morrison. The Cambridge
Companion to Socrates ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. pp. 24–47. ISBN 978-0-521-83342-4
Dorion, Louis André (2011). «The Rise and Fall of the Socratic Problem». In: Donald R.
Morrison. The Cambridge Companion to Socrates ([Link]
ex4rtlXMC). [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 1–23. ISBN 978-0-521-83342-4
Guthrie, W. K. C. (1972). A History of Greek Philosophy: Volume 3, The Fifth Century
Enlightenment, Part 2, Socrates ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-09667-6. doi:10.1017/CBO9780511518454 (h
ttps://[Link]/10.1017%2FCBO9780511518454)
Griswold, Charles L. (2011). «Socrates' Political Philosophy». In: Donald R. Morrison. The
Cambridge Companion to Socrates ([Link]
[S.l.]: Cambridge University Press. pp. 333–352. ISBN 978-0-521-83342-4
Hankins, James (2009). «Socrates in the Italian Renaissance». In: Sara Ahbel-Rappe. A
Companion to Socrates ([Link] Rachana
Kamtekar. [S.l.]: Wiley. pp. 337–352. ISBN 978-1-4051-5458-1
Johnson, Curtis (3 de janeiro de 2013). «Socrates' political philosophy». In: Nicholas D.
Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
QAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 233–256. ISBN 978-1-4411-1284-2
Jones, Daniel (8 de junho de 2006). English Pronouncing Dictionary ([Link]
m/books?id=jGSXwqTCwpkC). [S.l.]: Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-68086-8
Kahn, Charles H. (4 de junho de 1998). Plato and the Socratic Dialogue: The Philosophical
Use of a Literary Form ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. ISBN 978-0-521-64830-1
Konstan, David (2011). «Socrates in Aristophanes' Clouds». In: Donald R. Morrison. The
Cambridge Companion to Socrates ([Link]
[S.l.]: Cambridge University Press. pp. 75–90. ISBN 978-0-521-83342-4
Lane, Josiah (2011). «Socrates and Democratic Athens». In: Donald R. Morrison. The
Cambridge Companion to Socrates ([Link]
[S.l.]: Cambridge University Press. pp. 138–178. ISBN 978-0-521-83342-4
Lapatin, Keneth (2009). «Picturing Socrates». In: Sara Ahbel-Rappe. A Companion to
Socrates ([Link] Rachana Kamtekar. [S.l.]:
Wiley. pp. 110–155. ISBN 978-1-4051-5458-1
Lesher, J. H. (James H.) (1987). «Socrates' Disavowal of Knowledge». Project Muse.
Journal of the History of Philosophy. 25 (2): 275–288. ISSN 1538-4586 ([Link]
[Link]/issn/1538-4586). doi:10.1353/hph.1987.0033 ([Link]
0033)
Long, A.A. (2009). «How Does Socrates' Divine Sign Communicate with Him?». In: Sara
Ahbel-Rappe. A Companion to Socrates ([Link]
C). Rachana Kamtekar. [S.l.]: Wiley. pp. 63–74–326. ISBN 978-1-4051-5458-1
Long, A.A. (2011). «Socrates in Later Greek Philosophy». In: Donald R. Morrison. The
Cambridge Companion to Socrates ([Link]
[S.l.]: Cambridge University Press. pp. 355–379. ISBN 978-0-521-83342-4
Loughlin, Felicity P. (15 de maio de 2019). «Socrates and Religious Debate in the Scottish
Enlightenment». In: Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the Reception of Socrates
([Link] [S.l.]: BRILL. pp. 658–683.
ISBN 978-90-04-39675-3
May, Hope (2000). On Socrates ([Link]
[S.l.]: Wadsworth/Thomson Learning. ISBN 978-0-534-57604-2
McPherran, Mark L. (2011). «Socratic religion». In: Donald R. Morrison. The Cambridge
Companion to Socrates ([Link] [S.l.]:
Cambridge University Press. pp. 111–127. ISBN 978-0-521-83342-4
McPherran, Mark L. (3 de janeiro de 2013). «Socratic theology and piety». In: Nicholas D.
Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
QAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 257–277. ISBN 978-1-4411-1284-2
McPartland, Melissa (3 de janeiro de 2013). «Reconsidering Socratic Irony». In: Nicholas D.
Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
QAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 237–259. ISBN 978-1-4411-1284-2
McLean, Daniel R. (2009). «The Private Life of Socrates in Early Modern France». In: Sara
Ahbel-Rappe. A Companion to Socrates ([Link]
C). Rachana Kamtekar. [S.l.]: Wiley. pp. 353–367. ISBN 978-1-4051-5458-1
Muench, Paul (2009). «Kierkegaard's Socratic Point of View». In: Sara Ahbel-Rappe. A
Companion to Socrates ([Link] Rachana
Kamtekar. [S.l.]: Wiley. pp. 389–405. ISBN 978-1-4051-5458-1
Nails, Debra (2020). Edward N. Zalta, ed. «Socrates» ([Link]
ates/). Stanford Encyclopedia of Philosophy
O'Connor, David K. (2011). «Xenophon and the Enviable Life of Socrates». In: Donald R.
Morrison. The Cambridge Companion to Socrates ([Link]
ex4rtlXMC). [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 48–74. ISBN 978-0-521-83342-4
Ober, Josiah (2010). «Socrates and Democratic Athens» ([Link]
d=_KBex4rtlXMC&pg=PA138). In: Donald R. Morrison. The Cambridge Companion to
Socrates. [S.l.]: Cambridge University Press. pp. 138–178. ISBN 978-0-521-83342-4.
doi:10.1017/CCOL9780521833424.007 ([Link]
4.007)
Obdrzalek, Suzanne (3 de janeiro de 2013). «Socrates on Love». In: Nicholas D. Smith. The
Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 210–232. ISBN 978-1-4411-1284-2
Penner, Terry (2011). «Socratic Ethics and the Socratic Psychology of Action: A
Philosophical Framework». In: Donald R. Morrison. The Cambridge Companion to Socrates
([Link] [S.l.]: Cambridge University Press.
pp. 260–292. ISBN 978-0-521-83342-4
Porter, James I. (2009). «Nietzsche and "The Problem of Socrates" ». In: Sara Ahbel-Rappe.
A Companion to Socrates ([Link] Rachana
Kamtekar. [S.l.]: Wiley. pp. 406–425. ISBN 978-1-4051-5458-1
Ralkowski, Mark (3 de janeiro de 2013). «The politics of impiety why was Socrates
prosecuted by the Athenian democracy ?». In: Nicholas D. Smith. The Bloomsbury
Companion to Socrates ([Link] John
Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 301–327. ISBN 978-1-4411-1284-2
Raymond, Christopher C. (15 de maio de 2019). «Nietzsche's Revaluation of Socrates». In:
Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the Reception of Socrates ([Link]
[Link]/books?id=CTGbDwAAQBAJ). [S.l.]: BRILL. pp. 837–683. ISBN 978-90-04-39675-3
Reshotko, Naomi (3 de janeiro de 2013). «Socratic eudaimonism». In: Nicholas D. Smith.
The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
BAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 136–155. ISBN 978-1-4411-1284-2
Rudebusch, George (2009). «Socratic Love». In: Sara Ahbel-Rappe. A Companion to
Socrates ([Link] Rachana Kamtekar. [S.l.]:
Wiley. ISBN 978-1-4051-5458-1
Segvic, Heda (2006). «No One Errs Willingly: The Meaning of Socratic Intellectualism». In:
Sara Ahbel-Rappe. A Companion to Socrates ([Link]
m3rcC). Rachana Kamtekar. [S.l.]: Wiley. ISBN 978-1-4051-5458-1
Schur, David; Yamato, Lori (15 de maio de 2019). «Kierkegaard's Socratic Way of Writing».
In: Kyriakos N. Demetriou. Brill's Companion to the Reception of Socrates ([Link]
[Link]/books?id=CTGbDwAAQBAJ). [S.l.]: BRILL. pp. 820–836. ISBN 978-90-04-39675-3
Trizio, Michele (15 de maio de 2019). «Socrates in Byzantium». In: Kyriakos N. Demetriou.
Brill's Companion to the Reception of Socrates ([Link]
wAAQBAJ). [S.l.]: BRILL. pp. 592–618. ISBN 978-90-04-39675-3
Vasiliou, Iakovos (3 de janeiro de 2013). «Socratic irony». In: Nicholas D. Smith. The
Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 20–33. ISBN 978-1-4411-1284-2
Vlastos, Gregory (1985). «Socrates' Disavowal of Knowledge». Oxford University Press
(OUP). The Philosophical Quarterly. 35 (138): 1–31. ISSN 0031-8094 ([Link]
org/issn/0031-8094). JSTOR 2219545 ([Link]
doi:10.2307/2219545 ([Link]
Vlastos, Gregory (1991). Socrates, Ironist and Moral Philosopher ([Link]
books?id=7mRK29WRocoC). [S.l.]: Cornell University Press. ISBN 978-0-8014-9787-2
Waterfield, Robin (3 de janeiro de 2013). «Quest for the historical Socrates». In: Nicholas D.
Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
QAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 1–19. ISBN 978-1-4411-1284-2
Wolfsdorf, David (3 de janeiro de 2013). «Quest for the historical Socrates». In: Nicholas D.
Smith. The Bloomsbury Companion to Socrates ([Link]
QAAQBAJ). John Bussanich. [S.l.]: A&C Black. pp. 34–67. ISBN 978-1-4411-1284-2
White, Nicholas (2009). «Socrates in Hegel». In: Sara Ahbel-Rappe. A Companion to
Socrates ([Link] Rachana Kamtekar. [S.l.]:
Wiley. pp. 368–387. ISBN 978-1-4051-5458-1
Leitura adicional
COTRIM, Gilberto. Fundamento da Filosofia, 2000;
CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia, 2005;
GUTHRIE, William K. C. Socrates. Cambridge: University Press, 1994;
MAGALHÃES-VILHENA, V. de. O problema de Sócrates. O Sócrates histórico e o Sócrates
platônico. Lisboa: Gulbenkian, 1984;
MOSSÉ, Claude. O processo de Sócrates. Tradução de Arnaldo Marques. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 1987;
SPINELLI, Miguel. Questões Fundamentais da Filosofia Grega. São Paulo: Loyola, 2006,
pp. 45–186;
WOLFF, Francis. Socrate. Paris: Presses Universitaires de France, 2007
Ligações externas
«Diálogos de Platão» ([Link] (em inglês)
Socrates ([Link] - Catholic Encyclopedia
Obtida de "[Link]