Módulo I - Regimentos Res.
591/92
RESOLUÇÃO Nº 591, DE 26 DE JUNHO DE 1992
Institui e aprova o Regimento Interno Padrão
(RIP) dos Conselhos Regionais de Medicina
Veterinária-CRMVs, dá outras providências
e revoga, expressamente, as Resoluções nºs
381 usque 398; 425; 426; 480; 508; 509; 558;
566; 569; 570; 578 e 581.
O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA - CFMV,
no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 16, alíneas “b” e “f”, da Lei
nº 5.517, de 23 de outubro de 1968, regulamentada pelo Decreto nº 64.704, de 17
de junho de 1969, tendo em vista a decisão do Plenário em sua XCIII (nonagésima
terceira) Sessão Plenária, realizada em 25 e 26 de junho de 1992,
considerando a real e efetiva necessidade de se observar e manter a “unidade
de ação” na Autarquia em seu conjunto,
R E S O L V E:
Instituir e aprovar o Regimento Interno Padrão (RIP) dos Conselhos
Regionais de Medicina Veterinária – CRMVs, instalados, cada um, nos termos das
respectivas Resoluções.
CAPÍTULO I
DA SEDE, FORO, JURISDIÇÃO E FINALIDADE
Art. 1º Os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária - CRMV's., designados pelas
siglas: CRMV-RS; CRMV-SC; CRMV-PR; CRMV-SP; CRMV-RJ; CRMV-MS; CRMV-MG;
CRMV-GO; CRMV-MT; CRMV-BA; CRMV-PE; CRMV-PB; CRMV-CE; CRMV-PA/AP;
CRMV-AL; CRMV-ES; CRMV-PI; CRMV-MA; CRMV-SE; CRMV-AM; CRMV-RN;
CRMV-RO; CRMV-RR; CRMV-AC e CRMV-TO (num total de 25 Regionais) - têm sede e
foro nas Capitais, e jurisdição nos respectivos Estados da Federação, à exceção do Conselho
Regional de Medicina Veterinária dos Estados do Pará e Amapá, com sede e foro em Belém, e
jurisdição nos Estados do Pará e Amapá.
Art. 1º Os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária - CRMVs,
designados pelas siglas: CRMV-RS; CRMV-SC; CRMV-PR; CRMV-SP; CRMV-
RJ; CRMV-MS; CRMV-MG; CRMV-GO; CRMV-MT; CRMV-BA; CRMV-PE;
CRMV-PB; CRMV-CE; CRMV-PA; CRMV-AL; CRMV-ES; CRMV-PI; CRMV-
MA; CRMV-SE; CRMV-AM; CRMV-RN; CRMV-RO; CRMV-RR; CRMV-AC;
CRMV-TO; CRMV-DF e CRMV-AP (num total de 27 Regionais), têm sede e foro nas
Capitais e jurisdição nos respectivos Estados da Federação.(1)
(1) O art. 1º está com a redação dada pelo art. 4º da Resolução nº 843, de 20-09-2006, publicada no DOU de 29-09-2006, Seção 1, pág. 198 .
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Art. 2º Os CRMVs têm, por finalidade, orientar e fiscalizar o exercício das
profissões de médico veterinário e zootecnista, bem como servir de órgãos de consulta dos
governos da União, dos Estados e dos Municípios, em assuntos referentes ao exercício
profissional, ao ensino, à pesquisa, à extensão, à produção animal, à defesa sanitária,
à saúde pública e ao meio ambiente, assim como em matéria direta ou indiretamente
relacionada com a indústria e o comércio de produtos veterinários, produtos de origem
animal e seus derivados, nas áreas sob suas respectivas jurisdições.
CAPÍTULO II
DOS PODERES CONSTITUÍDOS
Art. 3º Os poderes Legislativo/Deliberativo, e Executivo são exercidos,
respectivamente, pelo Plenário e pela Presidência (esta auxiliada pela Diretoria
Executiva - DE), observados os campos de atuação legal e regimental próprios.
Seção I
Do Plenário
Composição e Competência
Art. 4º Ao Plenário (PL) - órgão legislativo/deliberativo - integrado por
todos os membros efetivos de cada CRMV compete:
a) observar as Resoluções emanadas do CFMV e as do próprio CRMV, assim
como os demais diplomas legais vigentes;
b) deliberar quanto a necessidade de modificações neste Regimento, a serem
submetidas à consideração e aprovação do CFMV;
c) julgar infrações à legislação pertinentes ao exercício da Medicina
Veterinária e da Zootecnia, cometidas na jurisdição do Conselho, estabelecendo, em
cada caso, a sanção legal adequada;
d) examinar e adotar medidas consideradas necessárias ao melhor rendimento
das tarefas sob sua alçada;
e) sugerir ao CFMV as providências que julgar capazes de aperfeiçoar a
regulamentação e o exercício das profissões de médico veterinário e zootecnista;
f) examinar representações escritas e devidamente assinadas acerca dos
serviços ou dos registros de profissionais e de empresas, assim como as infrações as
normas atinentes a Medicina Veterinária e a Zootecnia;
g) funcionar como “Tribunal de Honra”, zelando pelo prestígio e bom nome
das profissões;
h) deliberar quanto ao sistema de fiscalização do exercício da Medicina
Veterinária e da Zootecnia;
i) deliberar quanto a forma e prestar, aos poderes públicos que atuam na
jurisdição, assessoramento em assuntos e matérias de interesse profissional;
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j) agir em colaboração recíproca com as entidades civis dos médicos
veterinários e dos zootecnistas da região, decidindo quanto à elaboração do plano
de ação integrada que contemple a realização de congressos, simpósios, estudos ou
outros tipos de eventos sobre matérias de competência das respectivas profissões,
inclusive as de natureza cultural-científica;
l) deliberar sobre a proposta orçamentária (e eventuais reformulações) elaborada(s)
pela Diretoria Executiva (DE) com vistas à aprovação pelo CFMV;
l) aprovar a proposta orçamentária (e eventuais reformulações) elaborada(s)
pela Diretoria Executiva (DE) com vistas à homologação pelo CFMV;(2)
m) julgar as prestações de contas da Diretoria Executiva, antes do seu encaminhamento ao CFMV;
m) aprovar as prestações de contas da Diretoria Executiva, antes do seu
encaminhamento ao CFMV (2)
n) apreciar e deliberar sobre o Relatório Anual da Diretoria Executiva,
apresentado pelo Presidente;
o) decidir sobre a aquisição ou alienação de bens patrimoniais do Conselho, ouvido o
CFMV em caso de alienação de bens imóveis;
o) decidir sobre a aquisição ou alienação de bens imóveis do Conselho,
ouvido o CFMV no caso de alienação;(3)
p) discutir e votar os requerimentos de inscrições de profissionais;
q) eleger, nos termos das disposições gerais deste RIP, a Comissão de Tomada
de Contas (CTC);
r) expedir as resoluções necessárias ao cumprimento das atribuições do Conselho.
Seção II
Dos Conselheiros
Art. 5º Aos Conselheiros compete, especificamente:
a) comparecer às Sessões;
b) discutir e votar a matéria em pauta;
c) estudar e relatar a matéria que lhe for distribuída pela Presidência;
d) indicar à Presidência, com vistas à discussão em Plenário, assuntos
considerados de interesse ao desenvolvimento das atividades previstas no art. 2º deste
Regimento;
e) participar de Comissões, Grupos de Trabalho ou funções outras para as
quais seja designado pelo Presidente.
(2) As alíneas “l” e “m” do art. 4º, foram alteradas pelo art. 16 da Resolução nº 1049, de 14/02/2014, publicada no DOU de
(3) A alínea “o” do art. 4º está com a redação dada pelo art. 2º da Resolução nº 1079, de 06/04/2015, publicada no DOU de
09/04/2015, Seção 1, págs. 160 e 161.
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Art. 6º Os conselheiros efetivos serão substituídos, nas suas faltas ou impedimentos
eventuais, por conselheiro suplente designado pela Presidência do CRMV.
Art. 6º Os Conselheiros Suplentes, por designação do Presidente, substituirão
os Efetivos nos casos de: (4)
I – licença;
II – suspeição ou impedimento;
III - justificada e objetiva necessidade institucional.
§ 1º- A O disposto no inciso III deste artigo será objeto de Portaria específica” (NR).
§ 1º O conselheiro efetivo que, eventualmente, não puder comparecer à
Sessão fica com o compromisso de avisar ao Presidente do CRMV, com antecedência
mínima de 48 (quarenta e oito) horas antes de sua realização; excetuados os casos de
real e efetiva impossibilidade - assim considerados pelo Plenário - após justificativa,
por escrito, apresentada pelo faltoso, decorridos até 10 (dez) dias da realização da
Sessão Plenária.
§ 2º Ao conselheiro suplente é facultado participar das Sessões e discutir as
matérias postas - sem direito a voto - salvo se estiver substituindo conselheiro efetivo.
Art. 7º O Conselheiro poderá, mediante requerimento dirigido à Presidência
e submetido ao Plenário, solicitar licença por período não superior a 12 (doze) meses;
observado, sempre, o prazo do mandato que, se ultrapassado, acarretará, de plano, a
declaração de vacância do cargo.
Parágrafo único. Excepcionalmente, o prazo máximo da licença poderá ser
dilatado, desde que, em requerimento do Conselheiro, fique justificada, mediante
prova, a persistência dos motivos que originaram o seu afastamento.
Art. 8º O conselheiro que faltar, no decorrer de um ano, a 6 (seis) Sessões
(consecutivas ou não) - sem motivo justificado - assim considerado pelo Plenário -
perderá automaticamente o mandato.
Seção III
Da Diretoria Executiva
Art. 9º A Diretoria Executiva (DE), integrada pelo Presidente; Vice-
Presidente; Secretário-Geral e Tesoureiro, é a responsável pela execução das
Resoluções do Plenário do CRMV - competindo-lhe, ainda, auxiliar a Presidência na
preservação das medidas de ordem administrativa, financeira e/ou social do Conselho,
decididas pelo Plenário ou pela Presidência, em seus respectivos campos de atuação
legal e regimental próprios.
Art. 10. A Diretoria Executiva reunir-se-á - sempre que necessário -
mediante convocação do Presidente.
(4) O caput do art. 6º, incisos I, II, III e § 1º-A do art. 6º estão de acordo com a redação dada pelo art. 1º da Resolução CFMV
nº 1540, de 8-8-2023, publicada no DOU de 11-8-2023, Seção 1, pág. 118.
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Art. 11. Ao Presidente compete:
a) cumprir e fazer cumprir, na área da jurisdição do Conselho, a legislação
vigente, assim como as Resoluções do CFMV, as do próprio Regional e emanações
outras dispostas pelo Plenário;
b) dirigir o Conselho e representá-lo em juízo ou fora dele;
c) dar posse aos membros, efetivos e suplentes, do Conselho;
d) designar Relator para as matérias a serem submetidas ao Plenário;
e) presidir as Sessões Plenárias, proclamando as decisões adotadas;
f) proferir voto de qualidade, em caso de empate em Plenário;
g) assinar, juntamente com o Secretário-Geral, as Resoluções do Conselho;
h) delegar a representação do Conselho, sempre que impossibilitados os
membros da Diretoria Executiva;
i) zelar pelo bom funcionamento do Conselho, expedindo os atos
administrativos adequados;
j) constituir comissões especiais com a finalidade de elaborar estudos e/ou
trabalhos de interesse do Conselho;
l) levar ao conhecimento do Plenário o “quadro de servidores” e respectiva
matéria salarial;
m) admitir e dispensar servidores, assim como conceder licenças e férias, ou
impor penas disciplinares;
n) coordenar os trabalhos de elaboração do orçamento (e eventuais
reformulações) do Conselho, a ser submetido à deliberação do Plenário;
o) autorizar o pagamento de despesas, requisitar passagens e movimentar,
com o Tesoureiro, as contas bancárias, assinando cheques, balanços e outros
documentos pertinentes à administração financeira do Conselho;
p) propor ao Plenário a abertura de crédito e a transferência de recursos
necessários à execução plena das atividades do Conselho, quanto aos demais assuntos
e matérias de sua competência, previstos em lei e neste Regimento;
q) ordenar - independentemente de autorização do Plenário - despesas cujo valor
prescinda de licitação, observadas suas respectivas modalidades, obrigando-se, contudo,
a efetuar levantamento prévio de preços, que permita a obtenção de, no mínimo, 3
(três) orçamentos distintos. Submetendo, outrossim, à autorização do Plenário, os
investimentos e/ou custeios cujos valores, por força de lei, dependam de licitação;
r) dispensar licitação, respeitadas as disposições legais vigentes;
s) apresentar ao Plenário, até 31 de janeiro, o Relatório Anual (administrativo;
contábil-financeiro e patrimonial) do CRMV, referente ao exercício anterior a ser,
posteriormente, submetido ao CFMV;
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t) decidir - “ad referendum” do Plenário - os casos de urgência; inclusive sobrestando - em
situações excepcionais - decisões do Colegiado deliberativo;
t) decidir os casos de urgência ‘ad referendum’ do Plenário, sobrestando,
inclusive e excepcionalmente, as respectivas decisões, devendo a decisão ser discutida
na primeira Sessão Plenária Ordinária seguinte;(5)
u) submeter à aprovação do Plenário os requerimentos de inscrições de
profissionais, após devidamente formalizados e instruídos;
v) levar, à apreciação do Plenário, até 30 (trinta) de dezembro, o “Plano de Trabalho”,
elaborado pela Diretoria, a ser executado no exercício seguinte.
v) levar, à apreciação do Plenário, até 30 (trinta) de outubro, o plano de
atividades a ser executado no exercício seguinte, identificando no plano estratégico os
projetos, iniciativas e resultados esperados.(6)
Parágrafo único. No cumprimento de suas atribuições legais e regimentais,
o Presidente poderá deslocar-se - sempre que julgar necessário - a expensas do
Conselho, cabendo-lhe relatar ao Plenário, em Sessão imediatamente seguinte, as
viagens efetuadas.
Art. 12. Ao Vice-Presidente compete:
a) substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos eventuais ou
definitivos;
b) colaborar com o Presidente no exercício das atribuições que lhe são afetas;
c) participar das Sessões Plenárias relatando, discutindo e votando a matéria
em pauta.
Art. 13. Ao Secretário-Geral compete:
a) substituir o Vice-Presidente e o Tesoureiro em suas faltas ou impedimentos eventuais;
b) coordenar e dirigir os serviços administrativos da Secretaria do Conselho;
c) examinar os requerimentos e processos de registros em geral, fazendo
expedir as respectivas carteiras ou documentos de registro de empresas, devidamente
assinados pelo Presidente;
d) zelar pelo controle do expediente;
e) fazer protocolizar o expediente, remetendo-o ao Presidente para
conhecimento, a quem compete proferir os despachos interlocutórios e as decisões
monocráticas cabíveis;
f) organizar, disciplinar e manter atualizado o registro de profissionais e de
empresas;
g) expedir certidões, após assinadas pelo Presidente;
h) propor ao Presidente as medidas necessárias à execução dos serviços
administrativos da Secretaria do Conselho em nível de “pessoal”, tais como: admissão,
dispensa, bem como recomendar penas disciplinares;
(5) A alíena “ t” do art 11 está de acordo com a redação dada pelo art 1º da Resolução nº 1208, de 12/04/2018, publicada no D.O.U de 17/04/2018
Seção 1, pág. 162
(6) A alíena “ v” do art 11 está de acordo com a redação dada pelo art 2º da Resolução nº 1.055 publicada no D.O.U de 28/05/2014 Seção 1, pág. 173.
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i) elaborar e submeter ao Presidente o quadro de servidores, a tabela de
férias, bem como os requerimentos e pedidos de licença, devidamente instruídos;
j) preparar, juntamente com o Presidente, a pauta dos trabalhos e a ordem do
dia das Sessões;
l) elaborar, juntamente com o Tesoureiro, sob a coordenação do Presidente, o
orçamento (e eventuais reformulações) do Conselho;
l) participar, juntamente com o Tesoureiro, na elaboração da proposta e eventuais
reformulações orçamentárias do Conselho, sob a coordenação do Presidente; (7)
m) elaborar, juntamente com o Presidente, o Relatório Anual do CRMV;
n) cumprir outras funções de direção administrativa que lhe forem
determinadas pelo Presidente;
o) zelar pela conservação dos bens móveis e imóveis do Conselho;
p) participar das decisões do Plenário relatando, discutindo e votando a
matéria em pauta;
q) elaborar, juntamente com o Tesoureiro, a matéria salarial dos servidores
do Conselho, submetendo-a ao Presidente;
r) participar ao Plenário o movimento da Secretaria compreendido entre as Sessões;
s) elaborar e manter atualizado, juntamente com o Tesoureiro, o Inventário
Físico-Financeiro do CRMV.
Art. 14. Ao Tesoureiro compete:
a) substituir o Secretário-Geral em suas faltas ou impedimentos eventuais;
b) dirigir o Setor de Administração Financeira do Conselho;
c) conservar, sob sua guarda, os papéis de crédito, documentos, bens e
valores da Tesouraria;
d) manter um rigoroso controle do numerário arrecadado ou atribuído ao
Conselho, e da movimentação de conta bancária, no Banco do Brasil S.A. ou em outro
estabelecimento bancário onde o CFMV mantenha convênio ou venha a autorizá-lo;
e) efetuar pagamentos, respeitada a previsão orçamentária, precedidos de
autorização do Presidente;
f) endossar cheques para depositar e assinar, juntamente com o Presidente, os
cheques, sempre nominais, emitidos para efetuar pagamentos autorizados;
g) fornecer ao Presidente, mensalmente, balancetes da receita realizada e da
despesa efetuada;
h) elaborar, juntamente com o Secretário-Geral, e sob a coordenação do Presidente, o
orçamento ( e eventuais reformulações) do Conselho;
h) participar, juntamente com o Secretário-Geral, na elaboração da proposta
e eventuais reformulações orçamentárias do Conselho, sob a coordenação do Presidente;(8)
i) propor ao Presidente as medidas necessárias a execução dos serviços de
administração financeira;
(7) A alíena “ l” do art 13 está de acordo com a redação do art 2º da Resolução nº 1055, de 09-05-2014, publicada no D.O.U de 28-05-2014 Seção 1, pág. 173.
(8) A alíena “ h” do art 14 está de acordo com a redação dada pelo art 2º da Resolução nº 1.055 publicada no D.O.U de 28-05-2014
Seção 1, pág. 173.
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j) preparar a prestação de contas anual do Conselho;
l) participar das decisões do Plenário relatando, discutindo e votando a
matéria em pauta;
m) comunicar à Presidência débitos não saldados, para que o Conselho,
como devedor, possa providenciar as medidas cabíveis;
n) elaborar, juntamente com o Presidente, o Relatório Anual;
o) elaborar e manter atualizado, juntamente com o Secretário-Geral, o
Inventário Físico-Financeiro do CRMV.
CAPÍTULO III
DO PROCESSO ELEITORAL
Art. 15. Participarão na escolha dos membros de cada CRMV os médicos veterinários e
zootecnistas, em pleno gozo de seus direitos profissionais, que tenham a sede de sua principal atividade
profissional na área sob a jurisdição dos respectivos Conselhos. REVOGADO.(9)
§ 1º Considera-se principal atividade a que for declarada pelo profissional no ato da inscrição.
§ 2º O profissional que não puder comparecer pessoalmente para votar, remeterá o seu voto
por correspondência, em dupla sobrecarta, opaca, fechada, endereçada ao Presidente da Assembléia-Geral
Eleitoral, utilizando exclusivamente material previamente fornecido pelo CRMV, sendo de sua inteira
responsabilidade o atraso da correspondência que não for, comprovadamente, remetida com mais de 10
(dez) dias de antecedência da eleição.
I - O voto é pessoal e obrigatório em toda eleição, salvo caso de doença ou de ausência plenamente
comprovada, - assim considerada pelo Plenário - mediante requerimento do profissional faltoso, apresentado
no prazo de até 30 (trinta) dias contados da data da eleição.
II - Por falta não justificada à eleição, incorrerá o faltoso em multa prevista na legislação
pertinente.
Art. 16. Poderão integrar a Diretoria Executiva e o corpo de Conselheiros os médicos
veterinários e zootecnistas, em pleno gozo de seus direitos profissionais, que tenham a sede de sua principal
atividade profissional na área sob a jurisdição dos respectivos Conselhos. REVOGADO.(10)
Art. 17. Os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária promoverão intensa campanha de
motivação dos médicos veterinários e dos zootecnistas em atividade nas respectivas áreas de influência, tendo
em vista a participação direta do maior número possível de profissionais na escolha dos membros dos CRMVs.
Art. 18. O Presidente de cada CRMV marcará a Assembléia-Geral Eleitoral com antecedência
mínima de 60 (sessenta) dias, promovendo ampla divulgação, publicação de edital em pelo menos um
jornal de grande circulação na respectiva Região, bem como fará expedir cartas-circulares aos profissionais
inscritos, utilizando também outros meios de comunicação, tais como, radiodifusão, televisão etc.
Art. 19. A eleição dos membros de cada CRMV processar-se-á por intermédio de chapas, onde
constará o nome dos candidatos e os respectivos cargos que postulam, encaminhadas mediante requerimento
de inscrição, em duas vias, assinado por médicos veterinários e/ou zootecnistas, entregue na Secretaria do
Conselho até 30 (trinta) dias antes da data da eleição.
§ 1º O requerimento de registro de chapa deve consignar o nome de cada candidato, o número
de inscrição no CRMV e a sua aquiescência em integrar a chapa, com sua assinatura ou através de outro
documento comprobatório.
§ 2º O Presidente do CRMV autenticará as duas vias do requerimento, encaminhando a primeira
ao Secretário-Geral, para registro, ficando, a segunda via, à disposição dos interessados na Secretaria do
Conselho.
§ 3º Nenhum signatário de pedido de registro de chapa eleitoral poderá figurar como candidato,
nem apresentar mais de uma chapa.
Art. 20. Só poderão requerer registro de chapas de candidatos à eleição, votar e ser votados os
profissionais que:
a) estejam registrados no Conselho;
(9) O art. 15, §§ 1º , 2º e incisos I e II foram revogados pelo art. 72 da Resolução nº 681, de 15-12-2000, publicada no DOU de
08-06-2001, Seção 1, págs. 264 a 267.
(10) Os arts. 16 ao 24, seus §§. alíneas e incisos foram revogados pelo art. 72 da Resolução nº 681, de 15-12-2000,
publicada no DOU de 08-06-2001, Seção 1, págs. 264 a 267.
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b) estejam em dia com suas obrigações para o Conselho;
c) não estejam cumprindo pena disciplinar, imposta pelo Conselho a que estão ou estiveram vinculados.
Art. 21. O Presidente do Conselho disporá de 5 (cinco) dias para deferir os pedidos de registro de chapas,
sendo que estes deverão ser numerados por ordem de entrada na Secretaria do Conselho.
Parágrafo único. Em caso de qualquer irregularidade sanável, o Presidente utilizará desse prazo
para determinar as diligências que entender necessárias.
Art. 22. Terminado o prazo para a inscrição das chapas concorrentes, o Secretário-Geral do
CRMV fará publicá-las, via Edital em, pelo menos, um jornal de grande circulação na respectiva região,
bem como as enviará aos profissionais inscritos, mediante circular, orientando-os, ainda, quanto as
normas gerais do pleito.
Parágrafo único. As chapas concorrentes, em o desejando, poderão, ainda, fazer constar dos
respectivos requerimentos de registros, nomenclatura própria, excetuando-se numeração ordinal, cardinal
e romana.
Art. 23. O Secretário-Geral do CRMV adotará as providências necessárias para que sejam
devidamente preparados os locais e materiais pertinentes, tais como: cabines indevassáveis; mesas
eleitorais; papel ou livro próprio para a lavratura de ata; folhas de votantes; sobrecartas de papel opaco,
sem inscrições ou gravura; chapas inscritas em número suficiente; urnas coletoras, e tudo o mais que for
necessário ao bom andamento dos trabalhos e escorreita realização do pleito.
Art. 24. A Assembléia-Geral Eleitoral (AGE) será presidida pelo Delegado do CFMV, ou pelo
Presidente do Conselho Regional ou, ainda, por pessoa por ele indicada; cabendo, ao Secretário-Geral do
Conselho, secretariar os trabalhos.
I - Em sendo o Presidente e/ou o Secretário-Geral do CRMV candidato(s) à reeleição para
membro(s) do CRMV, estará(ão) impedido(s) de exercer as respectivas atribuições enunciadas por este
artigo, observando-se que, neste caso, caberá ao Delegado do CFMV presidir a AGE e designar quem
secretariará os trabalhos.
§ 1º Em caso de mais de uma Mesa Eleitoral, o Presidente da AGE indicará os Presidentes e
demais componentes das respectivas Mesas.
§ 2º Havendo Mesas Eleitorais em endereços diversos, estes deverão constar do edital de convocação.
§ 3º O candidato a Presidente, de cada uma das chapas concorrentes, poderá indicar um Fiscal e
respectivo suplente, por Mesa Eleitoral, para acompanhar os trabalhos de votação.
Art. 25. A votação proceder-se-á da seguinte forma: REVOGADO.(11)
a) o Presidente da Mesa Eleitoral, no dia, hora e local determinados, dará início aos trabalhos.
A seguir, ler-se-á o edital de convocação, a relação nominal dos candidatos ao pleito e exibir-se-á a urna
destinada à coleta de votos, para verificação de que se encontra vazia;
b) cada votante dirigir-se-á à Mesa, entregará sua carteira de identidade profissional, assinará a
lista de votantes e receberá a sobrecarta rubricada pelo Presidente;
c) em seguida, penetrará na cabine indevassável e, neste recinto, encerrará, na sobrecarta, a
cédula correspondente aos candidatos nos quais vai votar;
d) voltando à Mesa Eleitoral, depositará a sobrecarta na urna e receberá de volta a sua carteira
de identidade profissional;
e) os votos serão recebidos durante, pelo menos, 6 h (seis horas) contínuas, sendo que os votos
por correspondência serão recebidos até o momento de encerrar-se a votação. O Presidente da AGE e os
demais membros da Mesa depositarão seus votos em primeiro lugar;
f) o Presidente da AGE fará a abertura das sobrecartas dos votos enviados por correspondências
e anotará o nome dos remetentes na folha de votantes, depositando os envelopes, com as cédulas eleitorais,
na urna;
g) as sobrecartas, com os votos enviados por correspondência, que chegarem após o encerramento
da votação, serão anotadas e incineradas por uma Comissão (designada pelo Presidente da AGE) - sem
quebrar o sigilo do voto.
Art. 26. Só serão considerados válidos os votos em cédulas padronizadas pelo CRMV.
(11) Os arts. 25 ao 32, suas alíneas e §§, foram revogados pelo art. 72 da Resolução nº 681, de 15-12-2000, publicada
no DOU de 08-06-2001, Seção 1, págs. 264 a 267.
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Art. 27. Terminada a votação, as urnas serão lacradas, dando-se início ao processo de apuração
ou, na impossibilidade, o Presidente da AGE marcará dia, hora e local para apuração, - a qual se processará
da seguinte forma:
a) o Presidente da AGE designará os escrutinadores que comporão a Mesa Apuradora;
b) o candidato a Presidente de cada chapa concorrente poderá indicar um Fiscal e respectivo
suplente para acompanhar os trabalhos de apuração;
c) a seguir, será procedida a contagem das sobrecartas, com o fim de verificar se o número
coincide com o de votantes. A incoincidência não implica na anulação do pleito, a menos que se trate
de fraude comprovada, que venha alterar, significativamente, o resultado das eleições. Neste caso, será
convocada nova AGE no prazo de 30 (trinta) dias (não se admitindo a inclusão de nova(s) chapa(s)
concorrente(s), e imediata comunicação do fato ao CFMV);
d) feita a verificação, serão abertas as sobrecartas, sendo anuladas as que contiverem cédulas
rasuradas ou diferentes das registradas e/ou fora do padrão.
Art. 28. Realizada a contagem dos votos atribuídos a cada uma das chapas registradas, em
primeiro escrutínio será declarada eleita a chapa concorrente que obtiver a maioria absoluta dos votos do
universo de profissionais veterinários e zootecnistas inscritos na respectiva Região e que estejam em pleno
gozo dos seus direitos, ou seja, aptos a votar.
Art. 29. Se nenhuma das chapas concorrentes obtiver, em primeiro escrutínio, o "quorum"
expressado no Artigo 28, o Conselho Regional fará promover, decorridos trinta dias, novo escrutínio,
oportunidade em que concorrerão apenas as duas chapas mais votadas.
Parágrafo único. Em ocorrendo novo escrutínio, será declarada eleita a chapa concorrente que
obtiver metade mais um dos votos válidos, excluindo-se os nulos e os em branco.
Art. 30. Em havendo apenas uma chapa concorrente, esta será declarada eleita, em primeiro escrutínio,
se obtiver 1/3 (um terço) do número de votos dos profissionais que, efetivamente, votaram.
Art. 31. As disposições contidas nos Artigos 28, 29 e seu parágrafo único, e 30 deverão,
necessariamente, de forma clara e inequívoca, constar do Edital a ser publicado, convocando e marcando as
datas para as eleições no CRMV.
Art. 32. Os CRMVs deverão, quando da renovação de seus respectivos Plenários, zelar para que o
processo eleitoral possa chegar a bom termo, antes de encerrados os mandatos em vigor.
Parágrafo único. A realização de eleições, muito próximas ao término dos mandatos vigentes
dependendo de eventuais desdobra-mentos no processo eleitoral, como a realização de novo(s) escrutínio(s),
até que uma das chapas obtenha o "quorum" previsto poderá ensejar fique o CRMV acéfalo, exigindo nomeie o
CFMV Junta Governativa Interina, até que a situação se defina.
Art. 33. Terminada a apuração, o Presidente da Assembléia-Geral Eleitoral proclamará o
resultado do pleito, fazendo-o registrar em ata, que assinará juntamente com os demais integrantes da Mesa
Apuradora. REVOGADO.(12)
I - A ata consignará, principalmente e inclusive:
a) o local, o dia e a hora do início e do término dos trabalhos;
b) o número de profissionais aptos a votar; o número de votantes; assinalando o número de
presentes e dos votos por correspondência;
c) a quantidade de sobrecartas, destacando-se a de cédulas apuradas, anuladas e em branco;
d) o número de votos atribuídos a cada chapa concorrente;
e) além das ocorrências relacionadas com o pleito, tais como: protestos (desde que requerida,
por escrito, sua consignação); impugnações e outras; e,
f) a relação nominal dos candidatos eleitos e respectivos cargos.
§ 1º As impugnações referentes ao pleito só serão aceitas para exame se formalizadas até o
momento da proclamação do resultado, observando-se:
I - São exclusivamente competentes para, por escrito, apresentar impugnações ao pleito,
qualquer candidato a chapa concorrente.
II - A impugnação será dirigida ao Presidente da AGE que, uma vez recebendo-a e ouvidas
sumariamente as partes interessadas e/ou envolvidas diretamente na questão, decidirá de plano, em
manifestação fundamentada (consignada em ata), considerando-se, desde então, as partes cientes e
intimadas.
a) Da decisão do Presidente da AGE caberá recurso - sem efeito suspensivo - dentro de cinco
dias, contados da decisão recorrida, ao Conselho Federal de Medicina Veterinária;
(12) O art. 33, seus incisos, alíneas e §§ foram revogados pelo art. 72 da Resolução nº 681, de 15-12-2000, publicada no
DOU de 08-06-2001, Seção 1, págs. 264 a 267.
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b) interposto tempestivamente o recurso, a parte contrária será intimada pelo CRMV para - querendo -
apresentar, dentro de cinco dias, contados da ciência da intimação - suas contra-razões;
c) o recurso contra a decisão do Presidente da (AGE) bem como as contra-razões (quando ofertadas)
serão, pelos respectivos interessados, protoco-lizados na Secretaria do CRMV que, após as atuações devidas,
remeterá o processo ao CFMV, dentro de cinco dias, para julgamento.
§ 2º O mandato dos membros efetivos vigora a partir do dia imediato ao término do mandato
dos membros eleitos anteriormente.
§ 3º Os membros eleitos para a Diretoria Executiva tomarão posse antes do início dos respectivos
mandatos. Os demais membros terão trinta dias para assumir os respectivos cargos.
Art. 34. Em caso de vacância dos cargos de Vice-Presidente, Secretário-Geral e Tesoureiro
preencherá a vaga, para completar o mandato, o conselheiro efetivo ou o conselheiro suplente que for eleito, em
escrutínio secreto, por maioria de votos dos membros do Plenário do CRMV.
Art. 34. A vacância de cargos na Diretoria Executiva será resolvida,
ordinariamente, pelos substitutos diretos.(13)
§ 1º Na hipótese de os substitutos diretos desejarem se manter nos cargos
para os quais foram eleitos, a vacância será resolvida, extraordinariamente, por eleição
dentre os conselheiros efetivos e suplentes, por maioria absoluta de votos do Plenário
em escrutínio secreto.
§ 2º A eleição de que trata o § 1º deste artigo deve ocorrer na primeira Sessão
Plenária imediata à vacância do cargo, devendo obrigatoriamente constar da pauta e
ser o primeiro tema a ser decidido.
§ 3º O desempate ocorrerá pela mais antiga inscrição no sistema CFMV/
CRMVs e, persistindo o empate, qualificar-se-á o mais idoso.
§ 4º Os Conselheiros Suplentes serão convocados para a Sessão Plenária de
que trata o § 2º deste artigo, com direito a voto.
§ 5º Encerrada a escolha do novo Diretor, passar-se-á à escolha do novo
Conselheiro Efetivo, quando for o caso, aplicando-se, no que couber, as regras
estabelecidas para o cargo da Diretoria.
Art. 35. O cargo de conselheiro efetivo, vago por falta de posse do eleito;
por renúncia solicitada pelo titular ou por determinação legal, será provido, em
caráter efetivo, por qualquer dos Conselheiros suplentes, mediante eleição secreta,
por maioria dos votos dos membros do Plenário do CRMV.
CAPÍTULO IV
DO FUNCIONAMENTO DO CONSELHO
Seção I
Dos Atos Administrativos e dos Processos
Art. 36. A correspondência, processos, proposições, defesas, recursos,
reclamações e demais documentos recebidos pelos CRMVs serão protocolizados pelas
respectivas Secretarias e encaminhados, devidamente instruídos, para o competente
despacho presidencial.
Art. 37. Quando a solução depender do Plenário, o Presidente fará a
distribuição do processo a um Conselheiro, cabendo-lhe, em parecer circunstanciado
e voto conclusivo, relatar a matéria, apresentando-a na Sessão seguinte.
(13) O art. 34 e seus §§ estão de acordo com o art. 2º da Resolução nº 989, de 21-10-2011, publicada no DOU de 26-10-2011,
Seção 1, pág. 236.
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§ 1º A distribuição dos processos entre os conselheiros deverá atender,
sempre que possível, a especialização de cada um, respeitada a distribuição eqüitativa.
§ 2º Quando o conselheiro se declarar impedido ou suspeito, ou vier assim a
ser considerado, o Presidente designará novo Relator.
I - na hipótese do parágrafo anterior, o conselheiro não poderá tomar parte na
discussão e votação do processo.
§ 3º Feita a designação, a Secretaria remeterá imediatamente o processo ao
relator, que deverá apresentar, por escrito, seu relatório circunstanciado e voto conclusivo,
na Sessão Plenária seguinte, salvo se lhe for concedido maior prazo pelo Presidente.
Seção II
Do Plenário: Funcionamento
Art. 38. O Plenário de cada CRMV reunir-se-á em Sessões Ordinárias mensais,
mediante calendário anual, sendo re-ratificada, em cada Sessão, a data da seguinte.
Art. 39. Haverá Sessões Plenárias Extraordinárias, tantas quantas
necessárias, sempre que convocadas pelo Presidente, ou por 2/3 (dois terços) dos
membros efetivos do Plenário, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. Em tais
Sessões deverá ser tratada, exclusivamente, a matéria que originou sua convocação.
Art. 40. O “quorum” mínimo para a realização das Sessões (Ordinárias ou
Extraordinárias) é de 2 (dois) membros da Diretoria Executiva e 4 (quatro) conselheiros.
Art. 40. O “quorum” mínimo para a realização das Sessões (Ordinárias ou
Extraordinárias e de Julgamento) é de 2 (dois) membros da Diretoria Executiva e 4
(quatro) conselheiros.(14)
Art. 41. A pauta da Sessão Plenária (Ordinária ou Extraordinária) será
organizada pelo Secretário-Geral, com a devida antecedência e previamente distribuída
aos conselheiros.
Art. 42. A chamada para discussão e votação da matéria submetida ao Plenário
obedecerá, sempre que possível, a ordem de antigüidade de entrada do feito na Secretaria.
Art. 43. A ordem dos trabalhos poderá ser alterada pelo Presidente do
Regional quando houver matéria de urgência a seu juízo ou a requerimento justificado
de Conselheiro inclusive estabelecendo-se, pelo mesmo modo, preferência e/ou
condições especiais para apreciação de determinado assunto.
Art. 44. Iniciada a Ordem do Dia, o Presidente submeterá ao Plenário a
matéria em pauta, concedendo a palavra, inicialmente, ao Relator para que este profira
seu parecer: por escrito, fundamentado e conclusivo.
§ 1º Durante a leitura do Relatório e voto do Conselheiro Relator, não serão
concedidos apartes.
§ 2º O Relator poderá usar da palavra uma segunda vez, antes do encerramento
da discussão, para sustentar seu voto.
Art. 45. Proferido o Parecer, a palavra será concedida ao Conselheiro que a solicitar.
§ 1º Sobre a matéria em debate, cada conselheiro poderá falar durante 5
(cinco) minutos, prorrogáveis por igual tempo, a critério do Presidente.
(14) O art. 40 está de acordo com a redação dada pelo art. 1º da Resolução nº 1108, de 20-05-2016, publicada no DOU de
06-06-2016, Seção 1, pág. 74.
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§ 2º O Conselheiro, com a palavra, poderá conceder apartes que, se possível,
serão descontados do tempo do aparteante.
Art. 46. É facultado a qualquer conselheiro pedir vistas de processo em
discussão no Plenário, obrigando-se a devolvê-lo na mesma Sessão ou na seguinte,
com voto fundamentado.
Art. 47. As decisões do Conselho serão tomadas por maioria simples dos
membros presentes à reunião exceto quando este RIP, expressamente, em contrário
determinar.
§ 1º Os conselheiros poderão apresentar, preferencialmente por escrito,
declaração de voto.
§ 2º Apurados os votos, o Presidente proclamará a decisão.
§ 3º Vencido o Relator, o Presidente designará quem o deva substituir na
redação do Acórdão.
Art. 48. De cada Sessão Plenária do Conselho lavrar-se-á uma ata que será
lida e discutida na mesma Sessão ou na seguinte. E, após aprovada, será assinada pelo
Presidente e demais membros do Plenário, presentes à Sessão em que foi aprovada.
§ 1º Qualquer conselheiro poderá pedir retificação da ata quando da sua
discussão.
§ 2º As retificações constarão da própria ata.
Art. 49. O Presidente poderá vetar, em caso extraordinário, decisão do Plenário.
§ 1º Quando o Presidente usar da prerrogativa concedida por este artigo, o
ato de suspensão vigorará até novo julgamento para o qual o Presidente convocará,
com antecedência de 5 (cinco) dias, segunda reunião, a qual se realizará dentro de 30
(trinta) dias, a contar do seu veto.
§ 2º No segundo julgamento, o veto presidencial somente será derrubado
pelo Plenário, por 2/3 (dois terços) dos votos dos Conselheiros presentes.
§ 3º Se, no segundo julgamento, não for atingido o “quorum” expressado no
parágrafo anterior, o veto presidencial será mantido, não se permitindo igualmente
seja rediscutida a matéria.
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 50. Em todo e qualquer contrato ou respectivas alterações ou rescisões,
que envolva a atuação profissional do médico veterinário ou do zootecnista, deverá
ser aposto o visto do Presidente do CRMV da jurisdição, sem ônus para as partes.
Art. 51. A cobrança das anuidades e multas - pessoas físicas e jurídicas -
quando levadas a Juízo - será promovida mediante processo de execução fiscal, na
forma da legislação em vigor.
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Art. 52. Cada CRMV poderá manter um serviço jurídico, ou realizar
consultas, quando necessário.
Art. 53. Cada CRMV contará, necessariamente, com uma Comissão de
Tomada de Contas (CTC), eleita pela maioria dos membros efetivos dos respectivos
Plenários.
Parágrafo único. O mandato dos membros da Comissão coincidirá com o
da Diretoria/Plenário.
Art. 54. A Comissão será composta de 5(cinco) membros, sendo: um
Presidente; dois membros titulares e dois suplentes.
Parágrafo único. Na falta ou impedimento de membro titular, o Presidente da
CTC convocará um dos suplentes.
Art. 55. Poderá compor a Comissão de Tomada de Contas qualquer
Conselheiro efetivo ou suplente do CRMV.
Parágrafo único. Estão impedidos de participar da Comissão os membros
da Diretoria Executiva dos respectivos CRMVs.
Art. 56. A Comissão de Tomada de Contas destina-se a examinar - emitindo relatório
e voto conclusivo - ao Plenário do CRMV - a prestação de contas da Diretoria Executiva do
Conselho, referente a cada exercício findo.
Art. 56. A Comissão de Tomada de Contas destina-se a emitir relatório e voto ao
Plenário do CRMV sobre balancetes, prestação de contas da Diretoria, proposta e reformulação
orçamentária e outras medidas que se entender necessárias ao desempenho de suas funções.(15)
Art. 56. A Comissão de Tomada de Contas destina-se a emitir relatório e
voto ao Plenário do CRMV sobre prestação de contas anual e outras medidas que se
entenderem necessárias ao desempenho de suas funções.(16)
Art. 57. Os servidores dos CRMVs deverão assumir, por escrito,
compromisso de manter sigilo absoluto a respeito das atividades da Autarquia, sentido
amplo e, em particular, a respeito dos processos ético-profissionais, sob pena de ser
considerada falta de natureza grave a infração a este compromisso.
Art. 58. Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na aplicação deste
Regimento Interno Padrão serão resolvidas pelo Plenário dos respectivos Regionais,
“ad referendum” do Conselho Federal.
Art. 59. Qualquer proposta de alteração a este RIP só poderá ser deliberada
em Sessão especialmente convocada e que conte com, no mínimo, o voto de 2/3 (dois
terços) dos membros do Plenário do Regional; sendo, a seguir, submetida ao CFMV,
para fins de apreciação e eventual aprovação.
(15) O art. 56 está com a redação dada pela Resolução nº 724, de 13-10-2002, publicada no DOU de 13-11-2002, Seção 1, págs. 100 e 101.
(16) O art. 56 está de acordo com a redação do art 2º da Resolução nº 1.055, de 09-05-2014, publicada no DOU, de 28-05-2014 Seção 1, pág. 173
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§ 1º As propostas de alterações deverão ser remetidas pelo CRMV a cada
um de seus Conselheiros, pelo menos com 30 (trinta) dias de antecedência da Sessão
especialmente convocada.
§ 2º A incorporação a este Regimento Interno Padrão - RIP, de alterações
recomendadas por CRMV, só será efetivada após aprovação pelo Conselho Federal de
Medicina Veterinária - CFMV.
Art. 60. A Presente Resolução (que institui e aprova o RIP dos CRMVs)
entrará em vigor na data de sua publicação no DOU, revogadas as Resoluções nºs
381/82 usque 398/82; 425/83; 426/83; 480/85; 508/87; 509/87; 558/90; 566/90;
569/90; 570/90; 578/91 e 581/91, e demais disposições em contrário.
Mé[Link]. Benedito Fortes de Arruda Mé[Link]. André Luiz de Carvalho
Presidente Secretário-Geral
CRMV/GO nº 0272 CFMV nº 0622
Publicada no DOU de 27-10-1992, Seção 1, págs. 15086 a 15089.
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