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O documento apresenta o Projeto do Curso de Direito do Instituto de Ensino Superior Santa Cecília, destacando seu compromisso com a qualidade do ensino e a formação de cidadãos críticos e conscientes. O projeto abrange diretrizes pedagógicas, objetivos, estrutura curricular e a importância da interdisciplinaridade, além de enfatizar a relação entre ensino, pesquisa e extensão. A proposta visa atender às demandas sociais e preparar os alunos para o mercado de trabalho, promovendo uma educação que respeita a pluralidade cultural e busca a melhoria contínua.

Enviado por

Isaac Neto
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O documento apresenta o Projeto do Curso de Direito do Instituto de Ensino Superior Santa Cecília, destacando seu compromisso com a qualidade do ensino e a formação de cidadãos críticos e conscientes. O projeto abrange diretrizes pedagógicas, objetivos, estrutura curricular e a importância da interdisciplinaridade, além de enfatizar a relação entre ensino, pesquisa e extensão. A proposta visa atender às demandas sociais e preparar os alunos para o mercado de trabalho, promovendo uma educação que respeita a pluralidade cultural e busca a melhoria contínua.

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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR

SANTA CECÍLIA
IESC

PROJETO DO CURSO DE DIREITO

ARAPIRACA (AL)
MARÇO / 2011
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 2
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR


SANTA CECÍLIA
IESC

PROJETO DO CURSO DE DIREITO

ARAPIRACA (AL)
MARÇO / 2011
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 3
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

APRESENTAÇÃO

"Creio na liberdade onipotente, credora das nações


robustas; creio na lei, emanação dela, o seu orgão capital,
a primeira das suas necessidades; creio que, neste
regime, não há outros poderes soberanos, e o soberano é
o Direito, interpretado pelos tribunais; creio que a
própria soberania popular necessita de limites, e que
estes limites vêm a ser as suas Constituições..." (Rui
Barbosa)

O Instituto de Ensino Superior Santa Cecília – IESC - apresenta, neste documento o seu
Projeto de Solicitação de Autorização do Curso de Direito. Este Projeto representa um esforço coletivo
da Comunidade desta Instituição de Ensino Superior em expressar suas pretensões, de suas
determinação e, sobretudo de sua consciência interventiva na realidade social da comunidade de
Arapiraca (AL) e da sociedade brasileira.

Registra-se também o empenho na consolidação de seus ideais de melhor qualidade de ensino,


de respeito à pluralidade cultural, de constante produção de conhecimentos e de difusão da cultura.

Fica, pois aqui reafirmado o compromisso do Instituto de Ensino Superior Santa Cecilia de
avançar na construção de uma sociedade mais humana e melhor instrumentalizada para as demandas
cotidianas, que apontam, certamente para a possibilidade de uma melhor qualidade de vida dos
cidadãos.
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SUMÁRIO Pg.
APRESENTAÇÃO
1 Apresentação do projeto pedagógico do curso 05

2. Apresentação do curso 10
2.1 Histórico 10
2.2 Aspectos legais 11
2.3 Estrutura básica 11

3. Justificativa social do curso de Direito 11


4. Análise do mercado de trabalho 15
5. Estado da arte na área 16
5.1-No Ensino 16
5.2-Na Pesquisa 17
5.3-Na Extensão 18

6. Levantamento do perfil profissiográfico e das habilidades e competências 18


desejáveis para o egresso do curso
6.1-Competências e habilidades genéricas a qualquer formação profissional superior atual. 18
6.2-Competências e habilidades específicas do Curso de Direito. 19

7. Objetivos do curso 20
7.1-Objetivo Geral 20
7.2-Objetivos Específicos 20

8. Direcionamento epistemológico do Curso 22


8.1-Princípios da formação profissional 23

9. Continuidade de estudos para os egressos do curso 24


10. Operacionalização do curso 24
10.1 Eixos curriculares 25
10.2 Grades curriculares 26
10.3 Funcionamento do Estágio 26
10.4 Corpo docente do curso 29
10.5 Administração acadêmica do curso 29
10.6 Processo de avaliação da aprendizagem 30
10.6.1 Concepção de avaliação 30
10.6.2 Trabalho final de curso 32
10.7 Ementa das disciplinas 33

11. Processo de avaliação permanente do curso e do próprio projeto pedagógico 33


11.1 Avaliação do curso 33
11.2 Avaliação do projeto 34

12. Divulgação do projeto pedagógico entre a comunidade do curso 34


13. Observações finais sobre o projeto pedagógico do curso 35
13.1-Numeração e datação das edições do Projeto Pedagógico 35
13.2-Incorporação dos planos de curso das disciplinas oferecidas no semestre letivo 35
ANEXOS 36/138
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO

1. Apresentação do Projeto Pedagógico do Curso

Um projeto pedagógico de curso caracteriza-se pelo conjunto de diretrizes e estratégias que


expressam e orientam a prática pedagógica de toda a envoltura com a dinâmica desse curso. Não se
restringe à mera organização de componentes curriculares, mas à adoção, por parte dos atores
envolvidos (Coordenadores, Professores e Discentes), de um efetivo posicionamento ético-político,
científico e tecnológico.

Esse posicionamento deverá estar centrado numa unidade epistemológica e no acompanhamento do


estado da arte das diversas áreas de conhecimento do curso, sempre compatíveis com seus
objetivos, com os princípios, com as condições da Faculdade e com a missão de sua entidade
mantenedora, levando-se em conta, ainda, as políticas públicas vigentes no país e seu arcabouço
legal. Exigirá desses atores um processo contínuo de reflexão sobre a identidade do curso e o
comprometimento com a qualidade e a eficácia de suas ações.

Dentro do enunciado acima, o projeto pedagógico do Curso de Direito do Instituto de Ensino


Superior Santa Cecília (IESC) apresenta as seguintes dimensões:

Dimensão articuladora, enquanto proposta capaz de integrar os diversos componentes


curriculares da sua habilitação com aqueles que vierem a se constituir em situações futuras. A
dimensão articuladora também se caracteriza quando docentes, discentes e gestão acadêmica
possam expressar-se e reordenar a prática pedagógica do curso, quando necessária, dentro dos
limites vigentes nos preceitos institucionais e legais.

Dimensão identificadora, enquanto possibilita a definição da identidade do curso, suas


particularidades, peculiaridades e interface com outros futuros cursos do IESC.

Dimensão de retroalimentação, que permite a avaliação permanente do próprio curso em seus


múltiplos aspectos, principalmente das atividades docentes, discentes e sua gestão acadêmica.
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Dimensão política, ao colocar a educação como fator de inovação, de crítica e de mudanças à


medida que possibilita a formação de profissionais que respondam às exigências da sociedade e
que acompanhem os avanços sociais, científicos e tecnológicos. A função política do projeto
pedagógico justifica-se, ainda, quando voltada para a formação da cidadania e para o
desenvolvimento de um processo de mudança material, ética e social, direcionada ao interesse
de toda a sociedade e ao desenvolvimento da cidadania.

Dimensão proativa, ou seja, uma proposta de melhoria e de revitalização contínua do curso,


derivada de um processo crítico de leitura contextual da realidade, de maneira que possibilite a
antecipação de mudanças e conflitos, com vista ao atendimento das demandas de todos os
segmentos da sociedade e das mais específicas para a área em foco.

São apresentados, a seguir, os elementos que caracterizam, basicamente, este projeto


pedagógico, os quais deverão fornecer, continuamente, os subsídios necessários às discussões, às
reuniões de trabalho e a outras atividades que venham a resultar no desenvolvimento e aprimoramento
constantes do próprio projeto:

 Definição de uma estrutura curricular, decorrente de um projeto ético-político, de objetivos


definidos, de um perfil profissional que se pretende formar, de uma identidade e do
direcionamento de um eixo epistemológico, orientado para o conceito de competência
desejada e socialmente requerida, expressa em núcleos temáticos1 com vista ao atendimento
dos princípios da interdisciplinaridade. Esses componentes deverão marcar os pontos de
referência para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento constante do projeto pedagógico do
curso.

 Definição periódica (nunca superior a três anos) do ementário das disciplinas, para que
cada disciplina, dentro do seu estado da arte e sem perder a sua identidade epistemológica,
assuma posição e amplitude explícitas no projeto pedagógico, em função dos objetivos, do
eixo epistemológico e dos núcleos temáticos do curso, além de seu inter-relacionamento
com as demais disciplinas, atendendo aos princípios da interdisciplinaridade.

1
O conceito de Núcleo Temático está explicitado mais adiante..
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 Definição das equipes de disciplinas e da qualificação docente com o comprometimento da


instituição e dos docentes com a sua qualidade, sendo responsabilidade de todos a formação
do futuro egresso desse curso. Nesse contexto, por um lado, cabe ao docente estar
comprometido com a constante inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento
e com a sua constante qualificação profissional; por outro lado, cabe à Instituição o
desenvolvimento de uma política permanente de estímulo e apoio a esses profissionais. Para
a eficácia dos resultados desejados, os docentes serão agrupados em equipes de disciplinas,
espaço de definição das necessidades de qualificação de seus componentes.

 Definição de uma metodologia de trabalho adequada ao desenvolvimento curricular, com


estabelecimento de formas de coordenação para o curso, para os núcleos temáticos e para as
áreas de disciplinas, que possibilitem a orientação das ações a serem desenvolvidas no
cotidiano do curso, sempre em busca da melhoria de qualidade do processo ensino-
aprendizagem.

 Definição de uma metodologia de trabalho envolvendo o processo ensino, pesquisa e


extensão, considerada como metodologia de ensino, com professores capazes de lidar com
concepções que desenvolvam tanto a perspectiva da reconstrução do conhecimento como a
de sua construção, com vista à produção de novos conhecimentos e ao avanço científico das
respectivas áreas de atuação, dentro do pluralismo de idéias e da liberdade de expressão do
pensamento.

 Definição do perfil desejável do aluno ingressante no curso. Na medida do possível, e de


acordo com as normas e critérios da instituição, deverá ser definido o perfil desejável do
aluno do curso, o que implicará definição das condições de ingresso, a permanência e o
término do curso dentro dos padrões idealizados de competência científica e tecnológica e
de formação cidadã.

Este projeto, além dos aspectos, das dimensões e dos elementos apontados anteriormente,
possui 3 (três) grandes eixos norteadores:

1. Relações entre o ensino, a pesquisa e a extensão,


2. Interdisciplinaridade,
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3. Formação Permanente.

Um primeiro eixo associado às relações entre o ensino, a pesquisa e a extensão, num tripé de
sustentação que provê a identidade do curso (no sentido restrito) é a Instituição. Essas relações devem
ser construídas de forma indissociável, de maneira que a atividade-fim (ensino, pesquisa e extensão)
seja realizada com competência, eficiência, adequação, responsabilidade e em constante processo de
atualização e aperfeiçoamento. O sujeito coletivo da Instituição, com suas características próprias e
únicas, emerge da relação praxiológica dessas três áreas.

Para que o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão se torne efetivo, é
preciso assumir que nenhuma dessas três funções tenha precedência, importância ou subordinação em
relação às demais, pressupondo-se o estabelecimento de relações de interdependência entre elas.

O processo de discussão e inovações propostas na elaboração deste projeto pedagógico permite


avançar na questão da interdisciplinaridade (segundo eixo), visto que os conhecimentos a serem
buscados ao longo do curso procuram refletir o atendimento das necessidades do aluno e o perfil
desejado para os egressos.

A interdisciplinaridade deverá consistir em um trabalho conjunto, tendo em vista a interação de


disciplinas, seus conceitos básicos, dados, metodologia, com base na organização cooperativa e
coordenada do ensino, e como ponto referencial o núcleo temático de cada bloco de disciplinas. Para
atingir esse objetivo, procurar-se-á, sempre, na medida do possível e com respeito à estrutura
epistemológica de cada disciplina, a operacionalização dos planos de ensino, de forma a possibilitar
que as diferentes áreas de conhecimento se interpenetrem e se relacionem dentro de um processo de
intensa cooperação.

As discussões em torno dessa possibilidade colocam em jogo categorias e conceitos filosóficos,


sociológicos, psicológicos, históricos etc. com tensões, comparações e cruzamentos importantíssimos
para as teorias educacionais e do conhecimento. O conhecimento interdisciplinar, segundo Japiassu2,
“ao destruir a cegueira do especialista vai recusar o caráter territorial do poder pelo saber Atualmente,
ensina-se um saber fragmentado que decreta a morte da vida que é dinâmica, multifacetada e sem
limites de horizontes. Por isso é que o interdisciplinar provoca atitudes de medo e de recusa - porque

2
JAPIASSU, Hilton. A Questão da Interdisciplinaridade. Paixão de Aprender, Porto Alegre: S.M.E.R.S., 1994.
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constitui uma inovação, porque desinstala, incomoda”. O interdisciplinar, continua Japiassu, “aparece
como um princípio novo de reorganização das disciplinas científicas e de reformulações das estruturas
pedagógicas de seu ensino".

O objetivo utópico da interdisciplinaridade é a unidade do saber. Unidade problemática, sem


dúvida, mas que parece construir o ideal de todo o saber, pretendendo corresponder às exigências
fundamentais e holísticas do ser humano.

Opta-se, portanto, pela interdisciplinaridade como segundo eixo norteador da prática


pedagógica, visto que o trabalho interdisciplinar supõe uma interação das disciplinas, dos
procedimentos, dos dados e da organização da pesquisa, a complementaridade dos métodos, dos
conceitos, das estruturas e dos axiomas sobre os quais se fundam as diversas áreas do conhecimento,
que formam o currículo de um curso.

O terceiro eixo é a formação permanente para enfrentar os desafios do processo de mudança e


transformação do mundo, hoje chamado de globalização, que compreende uma reestruturação das
formas de produção, do próprio Estado e das pessoas na rede de relações mundiais. Nesse contexto, os
saberes não se apresentam como definitivos e unifocais, mas se definem como processuais e
multiculturais.

Deve-se lembrar que currículo é uma prática que expressa a missão sociocultural de uma
instituição no conjunto de atividades, mediante as quais um grupo pode assegurar a seus membros a
aquisição da experiência social, historicamente acumulada e culturalmente organizada.

Ressalta-se ainda que, quando o projeto pedagógico define as características do profissional


que o curso pretende oferecer ao mercado, articula a atividade de ensino com o compromisso
profissional, voltado para as transformações sociais, ou seja, uma preparação do aluno que atenda a
demandas de mercado e às aspirações e perspectivas dos sujeitos com os quais vai atuar, enquanto
seres individuais, enquanto membros de uma sociedade e enquanto cidadãos. Portanto, uma pedagogia
participativa, fundamentada no paradigma do “aprender a aprender” e do “aprender a fazer”.
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Isto posto, a Diretoria Geral do IESC apresenta este projeto pedagógico com a perspectiva de
melhorar continuamente e qualitativamente o desempenho do Curso de Direito, tornando-o dinâmico e
atualizado com as exigências sociais, educacionais e econômicas da sociedade contemporânea.

Para a efetividade desta proposta, é imprescindível o engajamento de todos setores, agentes


educativos e comunidade acadêmica envolvidos com o Curso de Direito. É importante ressaltar que
esta é uma proposta de trabalho integrado, onde se espera a adesão por meio de ações conjuntas, de
interferências que possam acrescentar, sem perder o rumo da iniciativa.

Os professores do curso, em suas atividades de ensino, deverão ser capazes de não apenas
transmitir o conhecimento ou sistematizar os conhecimentos, mas aliar essas atividades à pesquisa que
vise à construção e à reconstrução do saber cientifico e ao desenvolvimento de projetos de extensão,
ligados às suas respectivas áreas de conhecimentos.

Por fim, este projeto visa obter a aprovação para funcionamento de curso jurídico no Instituto
de Ensino Superior Santa Cecília (IESC), o qual foi formatado conforme as exigências legais contidas
na Portaria 640 de 13 de maio de 1997.

2. Apresentação do Curso

2.1 Histórico

O Curso de Direito foi o primeiro a ser idealizado pelos dirigentes do Instituto Superior de Ensino
Santa Cecília Ltda (ISESC), entidade mantenedora do Instituto de Ensino Superior Santa Cecília
(IESC), em vista da forte identificação dos objetivos da entidade e a comunidade em que está
inserida.

A instalação do Curso de Direito na cidade de Arapiraca AL, revela uma preocupação com a
problemática social, por parte dos idealizadores da instituição. Essa preocupação se deve à
necessidade de manter em funcionamento um curso de graduação em Direito na cidade, tanto para o
atendimento à legítima aspiração de acesso à formação de nível superior de vastos segmentos de
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uma região, como pela demanda de quadros habilitados e qualificados para as instituições
existentes em todo o Estado de Alagoas e, em especial, na microrregião de Arapiraca.

2.2 Aspectos legais

As concepções curriculares e pedagógicas propostas baseiam-se nas recomendações legais


pertinentes, em especial a Portaria MEC 1.886/94, nas orientações emanadas da Comissão de Ensino
Jurídico da OAB e das discussões e recomendações que se originaram do Congresso para a discussão
do Ensino do Direito no Limiar do Terceiro Milênio, em Natal, bem como deram sustentáculo para os
Seminários de Ensino Jurídico promovidos posteriormente pela OAB, além de observar o Parecer nº
146/2002 – CNE/CES.

2.3 Estrutura básica

O Curso funcionará nas instalações do IESC, em regime semestral seriado, no turno noturno, e
disponibilizará anualmente 120 (cento e vinte) vagas, em ingresso semestral de 60 (sessenta) vagas.

A duração do curso será de 3.920 horas, com 600 horas de estágio supervisionado, além de
atividades de práticas jurídicas. As atividades serão distribuídas ao longo do curso, integralizadas em
200 dias letivos anuais.

A organização do curso está em consonância com o Regimento do IESC e as normas legais que
regem o funcionamento desse tipo de curso. A pormenorização dessa organização está demonstrado
nas partes seguintes deste projeto.

3. Justificativa social do Curso de Direito

O Estado de Alagoas não traduz uma realidade social unificada em todo o seu território,
existindo diferenças drásticas entre a realidade sócio-político-econômica entre Maceió e as cidades
do interior, vivendo estas últimas em verdadeiro descompasso sócio-econômico com a realidade da
Capital e reclamando sua inserção nas conquistas nacionais, o que demanda, sem dúvida, a expansão
de oportunidades de formação superior. A escassa concentração de instituições de nível superior e de
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cursos jurídicos, concebidos como instrumentos propiciadores da emancipação realimenta a defasagem


inter-regional, acentuando o desnível já existente, pois além dos cursos jurídicos existentes em
Arapiraca somente existe um outro único curso jurídico nesta cidade, oferecido pelo CENTRO DE
ENSINO SUPERIOR ARCANJO MICHAEL.
Por outro lado, é cada vez maior a demanda social por cursos jurídicos, mas também – e
principalmente – por ser corrente o entendimento, entre os estudiosos do tema do ensino jurídico, no
País, de que há uma grande deficiência, considerados os cursos já existentes, na transmissão de um
saber que atenda melhormente às novas exigências de uma sociedade com as características daquelas
em que se vive, nesse final de século.
Em apoio ao que se vem postular, tem-se a manifestação de um abalizado especialista em ensino
jurídico, o Prof. ÁLVARO MELLO FILHO, trazendo à colação o parecer coincidente de um outro
eminente estudioso da matéria:
“Ressalte-se que a missão dos cursos jurídicos não se exaure apenas em formar profissionais
destros no manuseio e domínio das normas vigorantes, das doutrinas consagradas e das
jurisprudências predominantes. Impõe-se aos cursos jurídicos amoldar-se às plúrimas,
diferenciadas e globalizadas demandas da sociedade moderna, pois, no dizer de PAULO LÔBO,
exige-se hoje do curso de Direito que „informe e forme; que capacite o jurista a conhecer bem o
sistema jurídico positivo, em ato e potência, sem deificá-lo; que estimule a produção do
conhecimento novo através da pesquisa; que habilite o profissional a transformar o direito em
benefício do interesse de toda a sociedade e da emancipação do homem‟” (ÁLVARO MELLO
FILHO, “Ensino Jurídico e a Nova Política Educacional do Governo Federal”, in: Novos Documentos
Universitários – Programa Editorial da Coordenação de Comunicação Social da UFC,  Série Estudos
da LDB, n. 2, Fortaleza, 1997, p. 23).

Conclui-se, portanto, que mesmo sem levar em conta a necessidade social em se ter mais um
curso jurídico em uma cidade do porte de Arapiraca, que conta com apenas um curso dessa natureza,
aquele que propõe o IESC, pela qualidade diferenciada que apresentará – seguindo, aliás, justifica
plenamente sua razão de existência.
O projeto é justificado por meio da tese segundo a qual o curso de Direito do IESC responderá às
demandas sociais, políticas, econômicas e culturais, atendendo ainda a quase todas as exigências de
excelência, comprometendo-se a Diretoria- Geral do Instituto a construir um curso de Direito sólido,
distante dos projetos de cursos privados existentes, cujos objetivos são meramente comerciais,
características que podem de imediato ser percebidas pelo valor médio da mensalidade cobrada (...)
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 13
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por outras instituições do estado de Alagoas com valor médio de R$ 400,00 e a mensalidade
pretendida pelo IESC, no valor de R$ 350,00 (...).
A necessidade social é justificada em todas as exigências normativas: a) Incremento dos níveis
de ensino de primeiro e segundo grau; b) razoável crescimento econômico na última década.
Acreditamos que a simples caracterização da situação de algumas comunidades distantes apenas
poucos quilômetros da sede da Instituição, já serviria como justificativa para esta proposta. Entretanto,
poderíamos acrescentar que, em paralelo com a melhoria de algumas (poucas, temos consciência disto)
variáveis referentes às condições de vida dessas comunidades, acreditamos que a percepção real da
situação em que vivem centenas de milhares de famílias com as quais convivemos, e com as quais os
egressos da instituição conviverão, talvez mais freqüentemente ainda depois de estarem graduados e
exercendo suas profissões, é fundamental para a formação de uma consciência de cidadania e de
busca de melhoria de qualidade social – obrigatoriamente um processo de redução de desigualdades
que queremos estimular nos nossos alunos, enquanto futuros agentes de mudança.
Ressalte-se a importância política e cultural que envolve um curso de Direito com as
características do proposto, totalmente compatível com o espírito da Portaria l886/94, produzindo
massa crítica que influenciará toda a região de Arapiraca e as cidades vizinhas num raio de cinqüenta
ou mesmo cem quilômetros. Não há dúvida de que o curso pretendido será um fator importante para a
construção da democracia no estado de Alagoas, ainda marcado por profundos problemas agrários e
ambientais, e por uma cultura jurídica em fase de formação.
Para Alagoas, o Curso de Direito reveste-se de grande importância, em função do grau de
desenvolvimento do Estado que está a exigir profissionais que, além de ter habilitação e capacitação
técnica jurídica para desenvolverem trabalhos específicos, deverão também estar preparados para,
adicionalmente, desempenharem funções de Magistratura, Ministério Público e procuradorias.
A cidade de Arapiraca, segunda maior do estado de Alagoas, superada apenas pela capital,
Maceió, é considerada a Cidade-pólo que atende economicamente o agreste e o sertão alagoanos.
Gravitam em torno dela as regiões da zona canavieira, bacia leiteira, agrícola e pecuária de corte.
As principais cidades da região que têm ligação direta de natureza econômica com a cidade de
Arapiraca compreendem: São Miguel dos Campos, Junqueiro, Coruripe, Campo Alegre, Palmeira dos
Índios, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia e Penedo.
Informações adicionais sobre a cidade de Arapiraca devem ser destacadas. Sua população é de
mais de 220.000 habitantes, área de 34.630 quilômetros quadrados, com 38% da população inserida
nas classes média e média alta. Possui ainda uma rede de ensino escolar na modalidade ensino médio,
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com 12 instituições, sendo 8 da rede pública e 4 da rede privada, atendendo a, aproximadamente,


4.772 alunos, regularmente matriculados.
Ressalta-se que existe apenas uma IES que oferece o curso de Direito no município, criada
recentemente, sendo que o número de vagas não atende à demanda pelo curso, o que acarreta um alto
custo para os alunos que se deslocam até Maceió para freqüentarem os cursos de Direito oferecidos na
capital, na duas principais instituições do estado: UFAL e CESMAC.
Afora o impacto de um curso de Direito no padrão do proposto para Arapiraca, há que se
observar que a situação do Estado de Alagoas insere-se no contexto das profundas modificações
advindas dos processos de globalização. Neste limiar do século XXI o planeta assiste ao crescimento
de padrões de miséria e exclusão. No plano do mundo do trabalho os excedentes constituem uma
realidade preocupante. No plano cultural e social o retardamento institucional da democracia na maior
parte dos países do mundo reforça uma série de problemas, a começar pela descrença na democracia.
O Direito é tomado como sinônimo de desordem, e não de uma ordem justa. Isso é grave.
A globalização neoliberal tem obstado a construção institucional da democracia, à medida que o
estado de Direito distancia-se de um estado social. Fica cada vez mais clara uma anacronia entre o
desenvolvimento econômico e o desenvolvimento social. Não obstante, a globalização não é somente
econômica, mas também cultural, podendo-se dela extrair possibilidades de uma cultura crítica, face à
dissolução da cultura erudita e da própria capacidade de pensar.
Este é o paradoxo a ser superado. O desenvolvimento mundial alcançado nas últimas três
décadas explicita uma acumulação sem precedentes e um distanciamento maior entre incluídos e
excluídos.
Tal processo social tem implicado a integração de amplos setores urbanos e a melhoria das
condições de vida para setores rurais integrados ao sistema industrial. Por outro lado, nas cidades são
crescentes os índices de marginalidade nas periferias, e no campo aumentam os conflitos pela posse da
terra.
Diante dessas mudanças sociais, felizmente tem ocorrido uma tomada de posição por parte de
um setor importante dos formadores de opinião, os educadores, conscientes dos seus deveres e dos
seus direitos como elo principal do processo de construção da democracia. Também os juristas têm
demonstrado sensibilidade com a questão da cidadania, envolvendo-se com os novos movimentos
sociais (a exemplo do Direito achado na rua, do Direito alternativo, dos juizes para a democracia, do
instituto de apoio jurídico popular etc.).
Dentro deste contexto os operadores do Direito vêm, cada vez mais sistematicamente,
repensando criticamente as bases jurídico-políticas que regem o país num momento em que a ordem
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constitucional democrática enfrenta grandes desafios para a sua efetividade. Os operadores do Direito
também observam e buscam enfrentar uma série de transformações políticas, teóricas e científicas que
tocam à técnica jurídica passando-lhe a exigir atualização, sendo crescente o interesse dos jovens que
concluem o segundo grau pelas carreiras jurídicas.
Nesta última década, de fato, o interesse por determinadas áreas jurídicas tem crescido muito.
Aqui destacamos aquelas ligadas aos interesses difusos, como as questões ambientais, dos patrimônios
histórico, artístico, paisagístico e cultural, e o Direito do Consumidor. Os trabalhos da Assembléia
Nacional Constituinte, findos em 1988, criaram a Constituição Cidadã, que estabeleceu as leis que
regem nosso país atualmente, e que, apesar das alterações sofridas, até então tem mantida a sua
essência.
Posteriormente criou-se o Estatuto da Criança e do Adolescente, que busca avançar no
tratamento aos menores e abrandar um dos grandes problemas sociais brasileiros. Mais recentemente a
criação do PROCON e dos Juizados Especiais vêm aumentar a demanda de serviços na área jurídica.
Neste sentido, também destacamos a atenção que tem sido voltada aos assuntos relacionados aos
direitos da mulher, cujas causas foram fonte de diversas notícias negativas em nosso país, em
décadas passadas. Todos estes fatores vêm contribuir também para o crescimento do interesse da
população pelas leis que regem as mudanças e os novos conflitos jurídico-políticos. De certo modo,
esta é uma das variáveis que podem sugerir uma pesquisa confirmativa da crescente procura por
cursos jurídicos no Brasil.

4. Análise do mercado de trabalho

O mercado de trabalho para os concluintes dos cursos de Direito em Arapiraca é muito amplo,
uma vez que cabe a esses novos profissionais suprir a demanda de todo o Estado de Alagoas,
sobretudo na microrregião de Arapiraca, onde a população conta com apenas um curso jurídico,
ressaltando-se ainda que somente existem cursos jurídicos na capital, Maceió, distante 140 km.
Os egressos dos cursos de Direito podem seguir várias opções dentro do mercado de trabalho ora
existente.

O caminho natural a ser seguido é o da advocacia, prestando preliminarmente o Exame de


Ordem. Atualmente, encontram-se regularmente inscritos nos quadros da OAB seccional Alagoas
8712 advogados e 1056 estagiários de Direito, cumulativamente.
O bacharel em direito ainda pode optar pela carreira de consultoria ou auditoria empresarial,
ingressando em uma das empresas desta área ou ainda como profissional autônomo.
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As outras opções profissionais do concluinte de curso jurídico são as carreiras públicas. Não é
um número exagerado; provavelmente não chega nem a ser suficiente para suprir o mercado de
trabalho nessa área profissional, na região Nordeste. Embora não se disponha de um estudo preciso
sobre o assunto, o número de concursos que se realizam anualmente na região Nordeste para
preenchimento dos quadros da Magistratura, Promotoria Pública, Defensoria Pública, Procuradoria
Jurídica Federal, Estadual e para o Magistério, na área, atesta a alta demanda pelos egressos dos
cursos de Direito. Há ainda aquela parcela ponderável de bacharéis em Direito que se dedica ao
exercício de cargos privativos a este, nas diversas áreas jurídicas, e às carreiras administrativas, muito
bem remuneradas, acessíveis a diplomados em Direito: Auditor Fiscal, Técnico do Tesouro ou da
Fazenda Pública etc., ou ainda Técnico do Judiciário, das Justiças Federal do Trabalho e Justiça do
Distrito Federal

Ocorre ainda que os novos profissionais da área jurídica, além dos concursos estaduais e das
atividades locais, concorrem também a cargos federais, freqüentemente são aprovados em concursos
dessa natureza, obtêm aprovação e evadem-se do Estado de Alagoas para exercer suas funções em
outras unidades da Federação.

5. Estado da arte na área

5.1 No ensino

O campo de ensino abrangido pelo curso vem tendo sua qualidade cada vez mais controlada
pela Secretaria de Educação Superior do MEC e pela Ordem dos Advogados do Brasil. Foram
estabelecidos claros indicadores mínimos de qualidade relativos aos objetivos do curso, aos recursos
humanos efetivamente atuantes e à infra-estrutura disponível, que, uma vez atendidos, constituem um
pressuposto de êxito na oferta do curso.

O corpo docente, que deverá ser constituído preferencialmente por mestres e doutores, a infra-
estrutura computacional e bibliográfica prevista para pronta implantação, são fatores que colocam a
IESC em posição de destaque como efetiva impulsionadora do desenvolvimento da formação de
profissionais em Direito.

A área de Direito defronta-se com grandes desafios, dada a complexidade com que se reveste a
sua interdisciplinaridade com diversas áreas de conhecimento e de formação profissional.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

O IESC pretende, no futuro, direcionar seus cursos de pós-graduação para a área de Direito
Público, o que suscita uma grande possibilidade de união de interesses entre a graduação e a pós-
graduação, motivando o desenvolvimento de pesquisas conjuntas e o estímulo aos egressos do
bacharelado Direito para prosseguimento de seus estudos.

A orientação para as aplicações da ciência jurídica requer uma parcela considerável de horas-
aulas em atividades voltadas à comunidade, na busca de novas áreas de demanda profissional e no
intuito de maior habilitação dos estudantes para sua futura atividade profissional.

A criação do bacharelado em Direito está em perfeita sintonia com o planejamento


estratégico da Instituição e tem previsão de implementação em seu Plano de Desenvolvimento
Institucional – PDI, sendo componente fundamental do processo de sua transformação em centro de
excelência:

5.2 na pesquisa

Embora, legalmente, uma instituição isolada de ensino superior não seja obrigada a dedicar-se
à pesquisa, no Curso de Direito do IESC optou-se por sua prática, conjugada às atividades de ensino a
serem desenvolvidas por seus professores, por meio da implementação do Programa de Iniciação
Científica (PIC-IESC).
Núcleos Temáticos

O IESC pretende desenvolver atividades de pesquisa por meio da implementação de Núcleos


Temáticos, de acordo com interesse de linhas de pesquisa dos professores em regime de 40horas ou
dedicação exclusiva.
As atividades de pesquisa serão incentivadas desde o início do curso a fim de que o aluno tenha
noção da importância da pesquisa e do que esta pode significar para o desenvolvimento do Direito
enquanto ciência.
Os núcleos temáticos desenvolverão trabalhos dentro das linhas de pesquisa de cada núcleo.
Cada núcleo temático estará sob a coordenação de um professor da instituição com carga horária de
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

40 horas ou dedicação exclusiva, além da participação de outros professores como orientadores de


pesquisas a serem desenvolvidas dentro do núcleo.
Deverão ser implementados os Núcleos Temáticos de acordo com a tendência determinada
pelas experiências nas disciplinas, bem como pelas linhas de pesquisa dos professores do curso.
As linhas de pesquisa de cada núcleo temático serão definidas quando da instalação de cada núcleo,
bem como a partir do interesse dos alunos e professores/pesquisadores responsáveis pelas linhas de
pesquisa;

5.3 na extensão

Como o processo de ensino-pesquisa-extensão é indissociável, prevê-se a obrigatoriedade de


adoção desse tripé em todas as atividades a serem desenvolvidas pelos docentes da instituição.

6. Levantamento do perfil profissiográfico e das habilidades e competências desejáveis para


o egresso do Curso

A obtenção ou definição de um perfil profissiográfico baseia-se na reunião de algumas


competências e habilidades desenvolvidas pelo alunado, com o auxílio da condução específica dada ao
curso, e que podem ser, assim resumidas:

6.1-Competências e habilidades genéricas a qualquer formação profissional superior atual.:

Intelectual – capacidade de reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar


estrategicamente, introduzir modificações nos processos, atuar preventivamente, transferir e
generalizar conhecimentos.
Organização – capacidade de auto-planejar-se, auto-organizar-se, estabelecer métodos próprios,
gerenciar seu tempo e espaço de trabalho.
Comunicação – capacidade de expressão e comunicação com seu grupo, superiores hierárquicos ou
subordinados, de cooperação, trabalho em equipe, diálogo, exercício da negociação e de comunicação
interpessoal.
Social – capacidade de utilizar todos os conhecimentos - obtidos mediante fontes, meios e recursos
diferenciados – nas diversas situações encontradas no mundo do trabalho, isto é, da capacidade de
transferir conhecimentos da vida cotidiana para o ambiente de trabalho, e vice-versa.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Comportamental – iniciativa, criatividade, vontade de aprender, abertura às mudanças, consciência da


qualidade e das implicações éticas do seu trabalho.
Política – refletir e atuar criticamente, compreendendo sua posição e função na estrutura , seus direitos
e deveres.
Humana – trabalhar eficientemente como integrante de um grupo e realizar um esforço conjunto com
os demais componentes da equipe.
Conceitual – compreende a habilidade de considerar um sistema como um todo; inclui o
reconhecimento de como as diversas funções dependem umas das outras e de que modo as mudanças
em qualquer uma das partes afeta as demais.
Técnica – subentende compreensão e proficiências num determinado tipo de atividade, especialmente
naquela que envolve métodos, processos e procedimentos ou técnicas.

6.2-Competências e habilidades específicas do Curso de Direito

O curso de graduação em Direito do IESC deve possibilitar a formação do profissional do Direito


que revele as seguintes habilidades:

– leitura, compreensão e elaboração de textos, atos e documentos jurídicos ou normativos,


com a devida utilização das normas técnico-jurídicas;

– interpretação e aplicação do Direito;

– pesquisa e utilização da legislação, da jurisprudência, da doutrina e de outras fontes do


Direito;

– adequada atuação técnico-jurídica, em diferentes instâncias, administrativas ou judiciais,


com a devida utilização de processos, atos e procedimentos;

– correta utilização da terminologia jurídica ou da Ciência do Direito;

– utilização de raciocínio jurídico, de argumentação, de persuasão e de reflexão crítica;


– julgamento e tomada de decisões; e
– domínio de tecnologias e métodos para permanente compreensão e aplicação do Direito.

– Interdisciplinaridade de formação/ atuação - visão e capacidade de análise/contextualização


local/global, a partir de bases epistemológicas diversificadas.
– Análise da Informação - a partir de qualquer das fontes ou formas em que esta se apresente.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Desta forma, o perfil profissiográfico pretendido pelo curso de Direito do IESC deverá
oportunizar ao graduando uma sólida formação geral e humanística, com a capacidade de análise e
articulação de conceitos e argumentos, de interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e
sociais, aliada a uma postura reflexiva e visão crítica que fomente a capacidade de trabalho em equipe
e favoreça a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, além da qualificação para a vida, o
trabalho e o desenvolvimento da cidadania.

O IESC pretende formar um bacharel capaz de atuar no mundo moderno em qualquer das
carreiras jurídicas clássicas, mas também em outras carreiras jurídicas, como a consultoria e a
auditoria, carreiras administrativas, dentre outras, sendo um profissional com uma grande base ética,
situado nas alterações mundiais decorrentes dos processos de desenvolvimento, um profissional com
capacidade crítica e construtiva, capaz de, utilizando-se da interdisciplinaridade desejada, poder atuar
com uma visão ampla e irrestrita.

7. Objetivos do Curso

7.1. Objetivo geral

Instalar um curso de graduação em Direito na cidade de Arapiraca que dê aos seus graduandos
uma formação com a agilidade necessária para enfrentar a demanda diversificada do mercado,
baseada em uma formação global que lhes possibilite o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo, com vista à realização do Direito que tem como escopo a efetivação plena da
cidadania, possibilitando que o aluno egresso desta Instituição tenha uma formação que equilibre
perfeitamente os conhecimentos de base crítica, conceitual, social e política, a formação técnico-
profissionalizante-jurídica e a parte prática, visando sempre garantir o exercício da cidadania.

7.2. Objetivos específicos

a) Desenvolver programas de pesquisa e extensão como mecanismo pedagógico que permita


ao aluno não apenas o exercício do fazer ou da descrição temática, mas também a
possibilidade de expansão do aprendizado e sua reinterpretação, assim como a inserção da
comunidade nas conquistas culturais da instituição.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

b) Formar profissionais do direito aptos para inserção no mercado de trabalho, nas


seguintes áreas: Advocacia, judicial e extrajudicial, patrocinando interesses de
terceiros, pessoas físicas ou jurídicas, podendo, conforme seja, optar por atuação
em áreas específicas do conhecimento jurídico, tais como: Direito Civil,
Comercial, do Trabalho, Previdenciário, Internacional (Público ou Privado),
Constitucional, Tributário, Administrativo e Criminal; Magistratura, Ministério
Público, Advocacia Pública (Advocacia da União, Procuradoria dos Estados,
Distrito Federal e Municípios); Defensoria Pública; Polícia Civil
(Federal/Estadual); Assessoria e Consultoria Jurídica; além de outras atividades
profissionais para as quais seja reclamada, tão somente, formação de nível superior,
a exemplo da atividade de Auditoria/Controle interno e externo em áreas como
Direito Tributário, Financeiro, Previdenciário e do Trabalho.
c) Integrar parcela da sociedade civil tradicionalmente excluída do acesso à formação
de ensino superior, no processo de conhecimento e construção do direito, como
forma de proporcionar uma ampla discussão e difusão do ordenamento jurídico
nacional. Reconhecendo que a plena realização do direito não ocorrerá sem a
necessária inserção das classes subintegradas, cuja vinculação com o sistema dá-se
apenas por meio de suas imposições, nos diversos momentos produção jurídica,
buscar-se-á absorver, no curso, jovens oriundos de famílias de baixa renda,
permitindo o fluxo de idéias e ampliação das possibilidades de efetivação da
cidadania.

Para atingir este último objetivo, já no primeiro processo seletivo do curso de Direito, o IESC
manterá o Apoio Integral ao Estudante Carente Ingressante, por meio de Programa a ser proposto
ao Conselho de Administração Superior, com vagas destinadas aos estudantes que tenham
comprovada carência e mérito escolar, sendo que uma das demonstrações de pobreza será
evidenciada mediante histórico escolar expedido por escola gratuita. Além de descontos e a
depender do caso, a bem da concessão de bolsa integral, o estudante poderá receber outros auxílios,
como transporte e alimentação.
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8. Direcionamento epistemológico do curso

Ancorado no tripé ensino-pesquisa-extensão, fundamentado na realidade brasileira e com


especial destaque na região Nordeste, o Curso de Direito direcionará sua prática pedagógica dentro de
um conjunto de conhecimentos voltados para a formação de um tipo de profissional atuante, com
competência crítica, científica e tecnológica, voltada ética e politicamente para a prática profissional
direcionada para a cidadania, onde o “aprender a aprender” seja o marco referencial de sua atuação
profissional.

Dessa forma, a concepção do curso foi orientada por três diretrizes fundamentais:

a) a COMPATIBILIZAÇÃO entre as exigências de um conhecimento diversificado para fazer face às


demandas de uma sociedade em processo de transformação acelerada, com a inserção de
disciplinas profissionalizantes e de natureza prática adequadas ao atendimento desse
desiderato, e aquele geral, de natureza mais propriamente científica, apto para questionar,
inclusive, o próprio conhecimento. Para atendimento a essa missão tradicional das instituições
de ensino superior, foram inseridas disciplinas de formação fundamental, incluindo as
chamadas “teorias gerais” e outras, de natureza filosófica, que proporcionem ampla formação
humanística, capacidade crítica e interesse pela investigação científica;
b) a INTERDISCIPLINARIDADE como meio para promover a interação entre diversas formas de
saber, prevendo um trabalho constante com as outras ciências, algo que se torna cada vez mais
apropriado às condições atuais do mercado de trabalho, pela própria natureza da sociedade pós-
industrial. O curso visa proporcionar uma formação voltada para uma compreensão mais
abrangente, com o estímulo da capacidade cognitiva do aluno a partir de diferentes abordagens
científicas, em seu sentido mais amplo, sem perder de vista, todavia, a integração superior e a
sintetização/unificação do conhecimento;
c) a FLEXIBILIDADE CURRRICULAR na composição da grade, evitando, todavia, que o currículo seja
transformado numa cadeia aleatória de disciplinas, mas antes, permitindo, à medida do
possível, que o aluno, conforme sua bagagem intelectual e vocações pessoais, trace seu próprio
percurso e, ainda, que incorpore outras atividades acadêmicas, especialmente aquelas
realizadas fora de sala de aula, a título de atividades complementares, com vista a favorecer o
aprendizado de possibilidades novas e diversas de conhecimento e formação.
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Em resumo, para se atingirem os padrões de qualidade necessários, ressaltando-se que, apesar do


fato de que este não será o primeiro curso de Direito da cidade de Arapiraca, o pensamento do IESC
reside em um desejo de diferenciação frente ao já existente no município, propõe-se um curso que:

a) ofereça opções aos alunos, tanto do ponto de vista estritamente jurídico, ofertando disciplinas
inovadoras, além das tradicionais, como também do ponto de vista da interdisciplinaridade,
bem como disponibilizando um curso voltado para as necessidade do mundo moderno, baseado
nos direitos sociais e sua instrumentalidade;
b) sedimente uma base humanística para o futuro profissional, cuidando, para tanto, de dar-lhe
uma formação atualizada, pela oferta de disciplinas desenvolvidas mais recentemente,
especialmente aquelas que tratam da comunicação, escrita ou verbal, associadas àquelas
clássicas, dentre as quais se destacam as de origem filosófica e sociológica.;
c) oportunize a formação de profissionais com consciência política e social capaz de
compreender as questões da pós-modernidade e seus reflexos no processo de desenvolvimento
nacional e regional;

A síntese enunciada acima, mediante os seus componentes curriculares e suas ementas,


direcionará a identidade teórica do eixo epistemológico do curso, que deverá ser redefinido
periodicamente, sempre que as exigências do contexto sócio-cultural-econômico-político do país ou da
região sede do IESC o exigirem.

8.1 Princípios da formação profissional

Dentro do direcionamento apontado no item anterior, serão observados os seguintes princípios


na formação profissional dos alunos do Curso de Direito do IESC:

 Flexibilidade e dinamismo dos currículos plenos, expressos na organização de disciplinas e


outros componentes curriculares, tais como: oficinas, seminários temáticos, estágio,
atividades complementares.

 Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e da ciência jurídica,


que possibilite a compreensão das questões e desafios com os quais o profissional se
defronta no universo da produção e reprodução da vida social.
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 Adoção de uma teoria social crítica que possibilite a apreensão da totalidade social em
suas dimensões de universalidade, particularidade e singularidade.

 Estabelecimento das dimensões investigativa e interpretativa como princípios formativos e


condição central da formação profissional, e da relação teoria e realidade.

 Presença da interdisciplinaridade no projeto de formação profissional.

 Indissociabilidade das dimensões de ensino, pesquisa e extensão.

 Exercício do pluralismo como elemento próprio da vida acadêmica e profissional,


impondo-se o necessário debate sobre as várias tendências teóricas que compõem a
produção das ciências humanas e sociais.

 Compreensão da ética como princípio que perpassa toda a formação profissional.

 Necessária indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e a profissional na atividade de


estágio.

9. Continuidade de estudos para os egressos do Curso

Para a continuidade seus estudos, o egresso do curso de Direito conta no Brasil, em especial, no
Estado de Alagoas com a existência de vários cursos "lato sensu" e "stricto sensu", oferecidos pelas
principais universidades e faculdades brasileiras.

O IESC propõe em seu PDI a implementação de cursos de especialização na área jurídica abertos à
comunidade em geral e especialmente aos egressos do seu Curso de Direito.

10. Operacionalização do Curso

O curso, em regime seriado semestral, operacionaliza uma estrutura curricular, que totaliza
4.520 horas (sendo 3.920 de aulas teóricas , 400 de prática jurídica e Monografia e 200 horas de
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Atividade Complementares), a serem integralizadas em 10 (dez) semestres letivos, conforme


distribuição indicada abaixo:

PARTE TEÓRICA Estágio, Monografia e


Atividades Complementares
Estágios curriculares
Aulas teóricas, seminários ao obrigatórios semestrais
longo de 10 semestres (04 semestres) e
Monografias
400 horas

Atividades Complementares
Parte Flexível

3.920 horas 200 horas


4.520 horas

Esta estrutura, que atende aos objetivos e ao eixo epistemológico do curso, tem como suporte a
legislação vigente e é produto de contribuições de professores militantes na área da ciência jurídica,
além de se respaldar em experiências vivenciadas em outras universidades e instituições de ensino
superior do país, que, de algum modo, passaram pelo mesmo processo de construção curricular
vivenciado pelo IESC.

10.1 Eixos curriculares

De acordo com as Diretrizes Curriculares para o Curso de Direito, a organização curricular


deve superar as fragmentações do processo de ensino e aprendizagem, abrindo novos caminhos para a
construção de conhecimentos como experiência concreta no decorrer da formação profissional,
sustentando-se nas seguintes áreas e respectivas disciplinas:
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I – Conteúdos de Formação Fundamental, que têm por objetivo integrar o estudante no campo
do Direito, estabelecendo ainda as relações do Direito com outras áreas do saber,
abrangendo estudos que envolvam a Ciência Política (com Teoria Geral do Estado e do
Direito), a Teoria Econômica, a Sociologia Geral e Jurídica, a Filosofia Geral Jurídica e a
Ética Geral e Profissional;

II – Conteúdos de Formação Profissional, abrangendo, além do enfoque dogmático, o


conhecimento e a aplicação do Direito, observadas as peculiaridades dos diversos ramos do
Direito, de qualquer natureza, estudados sistematicamente e contextualizados segundo a
evolução da Ciência Jurídica e sua aplicação às mudanças sociais, econômicas, políticas e
culturais do Brasil e suas harmônicas relações internacionais;

III –Conteúdos de Formação Prática, que objetivam a integração entre a prática e os conteúdos
teóricos desenvolvidos nos demais eixos, especialmente nas atividades relacionadas com o
estágio curricular, durante o qual a prática jurídica revele o desempenho do perfil
profissional desejado, com a devida utilização da Ciência Jurídica e das normas técnico-
jurídicas.

10.2 Grade e fluxo curricular

Na operacionalização deste projeto, o Curso de Direito utiliza a grade curricular exposta no


Anexo 1.

10.3 Funcionamento do Estágio Supervisionado

O Estágio Supervisionado faz parte obrigatória do currículo e implica um processo particular


de aprendizagem, que pressupõe uma estreita relação entre as instâncias acadêmicas e as organizações
de prática da ciência jurídica, com uma implicação mútua entre a aprendizagem teórica e a intervenção
concreta nas situações concretas. As disciplinas de Prática Forense integralizam 480 horas e são
obrigatórias para a conclusão do curso, devendo, portanto, o aluno estar matriculado e ter seu relatório
aprovado para obtenção dos créditos nessas disciplinas.

Realizado em 02 períodos consecutivos, no nono e décimo semestres, o estágio já conta com


pressupostos necessários em fundamentos, ética e pesquisa, e, ao mesmo tempo, integra-se com as
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matérias de operacionalização e prepara o estudante para a elaboração do trabalho de conclusão de


curso.

É um espaço de práxis, momento privilegiado da relação teoria-prática, de contato direto e


comprometido do aluno com o lócus da atuação profissional, devendo possibilitar uma sistematização
dessa relação teoria-prática. Todo estágio deve ser precedido de um projeto que seja o guia de
acompanhamento da prática e do próprio aluno.

A política de estágio curricular será normatizada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e


Extensão. É apresentada a proposta de Proposta de Regulamento de Estágio no Anexo 5.

PRÁTICA JURÍDICA E AS ATIVIDADES SIMULADAS

Serão disponibilizadas aos alunos as atividades de Prática Jurídica mediante Núcleo de Prática
jurídica, a oportunidade de conhecer de perto as várias possibilidades que o Curso de Direito pode
oferecer-lhes.
O Núcleo de Prática Jurídica funcionará em uma área de aproximadamente 200 m2, na qual
serão disponibilizados à comunidade assistência jurídica, mediante convênio com o Ministério Publico
do Estado de Alagoas, bem como outros serviços decorrentes de outros convênios que deverão ser
firmados.

O Núcleo de Prática Jurídica do IESC terá as seguintes atribuições:

1. supervisionar, controlar e orientar o estágio de prática jurídica;


2. avaliar as atividades práticas desenvolvidas pelos alunos, mantendo a Coordenação do Curso
informada quanto a essas avaliações.
3. prestar assistência jurídica e outros serviços correlatos, como campanhas de esclarecimento,
levantamentos in loco e outros trabalhos comunitários de extensão universitária às camadas sociais
menos favorecidas, diretamente por meio de convênio com órgãos públicos e privados dando apoio ao
Projeto Interdisciplinar de Ação Social;
4. dar apoio às unidades jurisdicionais que estejam instaladas no NPJ-IESC, para que estas,
juntamente com o Núcleo, possam atingir os objetivos previstos;
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5. fazer triagem e conciliação informal das pessoas assistidas, em conjunto com professores e
alunos deste ou de outros cursos da Instituição;

6. apoiar as disciplinas profissionalizantes do curso no desenvolvimento das práticas


específicas.

As atividades no NPJ serão distribuídas entre as seguintes práticas:

1. formação de processos simulados com redação de peças profissionais e atos


processuais, divididos entre processos civis, penais e trabalhistas, sendo obrigatória a
execução de ações em todas essas subáreas;

2. orientação prática da Organização Judiciária e dos Estatutos da Advocacia, da


Magistratura e do Ministério Público e respectivos códigos de ética profissional;
3. visitas orientadas e controladas aos Juizados, Foros, Tribunais, Delegacias de Polícia,
Escritórios de Advocacia, Departamentos Jurídicos, órgãos de Registro Público, Ministério Público e
demais entidades correlatas de interesse da área jurídica e acompanhamento de sessões judiciárias
reais;
4. participação efetiva em assistência jurídica real, incluindo plantões definidos pelo NPJ e,
quando houver convênio nesse sentido, prestação de serviços profissionais jurídicos reais em
entidades públicas, empresariais e comunitárias;
5. assessoria jurídica às comunidades carentes;
6. assessoria Jurídica às micro, pequenas e médias empresas e empresários, por meio da
Empresa Jr. e de Escritórios Modelo.

A Prática Jurídica também será desenvolvida conjuntamente com o Projeto de Extensão


denominado AJUP – Assessoria Jurídica Popular, o qual será prestado nas dependências do NPJ –
Núcleo de Prática Jurídica do IESC.

As distribuições de cargas horárias entre essas atividades serão definidas pelo Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão e Coordenação de Curso, objetivando uma melhoria contínua
no processo e eventuais ajustes a partir de situações que venham a ser detectadas.
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10.4 Corpo docente para o Curso de Direito

Na operacionalização deste projeto, o Curso de Direito utilizará o corpo docente descrito no


Anexo 2.

10.5 Administração acadêmica do Curso

RESPONSÁVEIS PELA CONDUÇÃO DO CURSO


COM RESPECTIVA QUALIFICAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL E REGIME DE TRABALHO
Diretor–Geral do IESC:
Deusdeth Barbosa da Silva
Coordenador do Curso de Direito:
Prof. Dr. Edson Mário de Alcântara

FORMA DE ADMINISTRAÇÃO DO CURSO

A organização administrativa e acadêmica do IESC está estruturada em modelo simples de


gerenciamento com fluxo ágil de deliberação, decisão e execução.
O curso será administrado por um Coordenador, designado pelo Diretor–Geral do IESC, com as
atribuições de gerenciamento de todas as atividades acadêmicas do Curso. O Coordenador pode
convocar professores para auxiliar na execução de suas atribuições. As atividades referentes ao
processo seletivo de ingresso são de responsabilidade do Diretor Geral do Instituto mas as de
matrícula, registro acadêmico, expedição de diplomas, certificados, declarações, manutenção dos
arquivos e fichários dos alunos do Curso são de responsabilidade do Secretário– Geral, subordinado
ao Diretor. Assim, o Coordenador do Curso dedica-se inteiramente e exclusivamente ao
gerenciamento das atividades acadêmicas do curso.
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10.6 Processo de avaliação da aprendizagem

10.6.1 Concepção de avaliação

A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar
questões relevantes, aferir os resultados alcançados, considerando os objetivos propostos, e identificar
mudanças de percurso eventualmente necessárias.

Quando a perspectiva é de que o processo de formação garanta o desenvolvimento de


competências profissionais, a avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos futuros profissionais,
de modo a favorecer seu percurso e regular as ações de sua formação, e tem, também, a finalidade de
certificar sua formação profissional.

Não se presta a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada professor a
identificar melhormente as suas necessidades de formação e empreender o esforço necessário para
realizar sua parcela de investimento no próprio desenvolvimento profissional. Dessa forma, o
conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos instrumentos de avaliação e auto-
avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência do profissional em formação sobre o seu
processo de aprendizagem, condição para esse investimento.

Assim, é possível promover o exercício da metacognição, que implica conhecer e reconhecer


seus próprios métodos de pensar, utilizados para aprender, desenvolvendo capacidade de se auto-
regular na aprendizagem, descobrindo e planejando estratégias para diferentes situações. O domínio
sobre os processos de apropriação de conhecimentos de cada um permite, ainda, quando partilhado no
âmbito do trabalho coletivo, que todo o grupo dos profissionais em formação possa ser beneficiado,
ampliando suas possibilidades de aprendizagem, por meio do intercâmbio entre diferentes formas de
aprender.

Tendo a atuação do futuro profissional natureza complexa, avaliar as competências


profissionais no processo de formação é, da mesma forma, uma tarefa complexa. As competências
para o trabalho coletivo têm importância igual à das competências mais propriamente individuais, uma
vez que é um princípio educativo dos mais relevantes e, portanto, avaliar também essa aprendizagem
é fundamental.
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Embora seja mais difícil avaliar as competências profissionais do que a assimilação de


conteúdos convencionais, há muitos instrumentos para isso. Algumas possibilidades: identificação e
análise de situações complexas e/ou problemas em uma dada realidade; elaboração de projetos para
resolver problemas identificados num contexto observado; elaboração de uma rotina de trabalho
semanal a partir de indicadores oferecidos pelo formador; definição de intervenções adequadas,
alternativas às que forem consideradas inadequadas; planejamento de situações didáticas consonantes
com um modelo teórico estudado; reflexão escrita sobre aspectos estudados, discutidos e/ou
observados em situação de estágio; participação em atividades de simulação; estabelecimento de
prioridades de investimento em relação à própria formação.

Em qualquer um desses casos, o que se pretende avaliar não é a quantidade de conhecimento


adquirido, mas a capacidade de acioná-los e de buscar outros para realizar o que é proposto. Portanto,
os instrumentos de avaliação somente cumprirão com sua finalidade se puderem diagnosticar o uso
funcional e contextualizado dos conhecimentos.

É importante assinalar que, se essas considerações são válidas para a avaliação de toda e
qualquer competência em cursos profissionais, são também indispensáveis para o caso da formação do
futuro profissional. O novo paradigma curricular também está orientado para a constituição de
competências críticas e estratégico-operacionais. Para que esse novo paradigma tenha sustentação,
será preciso ensinar os aspirantes a profissionais como avaliar suas próprias práticas na relação com os
usuários, com as organizações e com os pressupostos ético-políticos de sua formação.

Sob o ponto de vista regimental, o processo de avaliação desenvolvido no cotidiano do curso


será formalizado em duas notas numéricas, na escala de 0 a 10, devendo o aluno obter a média mínima
6,0 (seis) para ser aprovado no final do período regular de aulas. Não alcançando essa média, será
submetido a terceira avaliação e será aprovado com média ponderada final 5,0 (cinco), onde terão
preponderância as notas obtidas no decorrer do semestre.

Além do aspecto da eficiência nos estudos, será exigida do aluno assiduidade, representada no
mínimo de 75% de participação das atividades efetivamente desenvolvidas em cada disciplina.
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10.6.2 Trabalho de Conclusão de Curso

O parecer nº 146/2002- CES/CNE faculta à IES a obrigatoriedade da Monografia/Trabalho de


Conclusão de Curso. No entanto, por entender a Monografia/Trabalho de Conclusão de Curso como
uma produção intelectual pessoal do aluno e se caracteriza como uma fase de consolidação dos
fundamentos científicos, técnicos e culturais e de sistematização da relação teoria/prática que envolve
o conhecimento de categorias teóricas e de processos e estratégias da ação, na busca de resolubilidade
das questões dentro de uma visão crítica, o IESC apresentará proposta de institucionalização desse
instrumento ao Conselho de Administração Superior.

Deverá ser considerado como um exercício de formulação e sistematização de idéias, de


aplicação dos métodos de investigação científica, podendo assumir a forma de uma revisão de
literatura publicada sobre um assunto, de uma discussão teórica e crítica sobre um tema ou questão ou
uma experiência desenvolvida, questionáveis no meio docente, sem exigência de originalidade ou
aprofundamento complexo. A área temática poderá configurar-se no âmbito de uma disciplina,
abranger um conjunto de disciplinas que caracterizem uma nítida unidade de conhecimentos do ponto
de vista científico, situar-se numa área de concentração da formação do professor ou versar sobre um
assunto conexo aos estudos teóricos, básicos ou profissionalizantes, desenvolvidos no contexto do
curso.

Ao final do curso os alunos do curso jurídico do IESC deverão cumprir a apresentação de


Monografia Jurídica para conclusão de curso, de acordo com as regras estabelecidas no
Regulamento de Monografia, baseado nas normas de elaboração e defesa seguintes.

A Coordenação do Curso e os orientadores indicarão as áreas temáticas em que poderão ser


realizados os Trabalhos Finais de Curso/Monografias. A coordenação designará um Professor
Orientador para acompanhar o trabalho a ser elaborado pelo aluno, que deverá escolher o tema de sua
preferência.

Concluído o trabalho, o aluno que tenha obtido freqüência mínima de 90% nas atividades de
orientação programadas por seu orientador, solicitará à Coordenação do Curso que estabeleça a data de
apresentação, perante uma comissão examinadora constituída do professor orientador e de um
professor que domine o assunto versado no trabalho.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 33
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Ao avaliar o trabalho, a comissão examinadora levará em conta o domínio do tema abordado


pelo autor, a sua capacidade de formulação e sistematização de idéias, a aplicação adequada da
metodologia científica, a discussão e a racionalidade dos resultados apresentados e a habilidade de
redigir e de se expressar corretamente.

Considerar-se-á aprovado o aluno que obtiver, na defesa do trabalho, nota igual ou superior a
6,0 (seis), pelos critérios estabelecidos pela comissão examinadora, ficando reprovado e que não
alcançar o desempenho esperado.
A proposta de Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso está descrita no Anexo 4.

10.7 Ementas das disciplinas

Na operacionalização deste projeto, o Curso de Direito utiliza as disciplinas posicionadas nas


grades curriculares apresentadas, as quais são descritas no Anexo 3, acompanhadas de suas respectivas
bibliografias.

11. Processo de avaliação permanente do Curso e do próprio Projeto Pedagógico

11.1 Avaliação do Curso

A avaliação do Curso se desenvolverá em consonância com o Plano de Avaliação Institucional da


entidade mantenedora, em um processo que se constitui de uma parceria entre a Diretoria–Geral do
IESC e a Coordenação do Curso.

As avaliações pertinentes ao Curso são: o Acompanhamento de Indicadores Institucionais, o


Diagnóstico Acadêmico Docente/Discente, a Avaliação de Curso e o Acompanhamento da Adequação
do Curso aos Padrões de Qualidade dos Cursos Superiores do MEC.

Essas atividades avaliativas se desenvolverão sob a iniciativa da coordenação do Curso e da


Diretoria–Geral do IESC, devendo ser complementadas e desdobradas em outros processos avaliativos
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 34
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

a serem construídos coletivamente e desenvolvidos por uma comissão interna de avaliação, composta
pelo coordenador e por professores do curso.

11.2 Avaliação do Projeto

O projeto pedagógico, como instrumento, deverá ser avaliado, obrigatoriamente, no final de


cada segundo semestre letivo de um ano civil, por uma comissão interna de avaliação, sob a
coordenação de um dos professores do curso, e segundo os critérios estabelecidos pelo Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão.

Com as alterações decorrentes da avaliação anual, uma nova edição do Projeto será elaborada,
numerada, datada e encaminhada aos Conselhos Superiores do IESC para a devida aprovação e
expedição de resolução homologatória.

12. Divulgação do Projeto Pedagógico entre a comunidade do Curso

O Projeto Pedagógico deverá ser divulgado amplamente entre professores e alunos do Curso de
Direito. Em cada início de semestre deverá ser realizada uma reunião com todos os professores do
Curso, com vista à divulgação das alterações ocorridas. Igual procedimento deverá ser observado em
todas as turmas do Curso, nos primeiros dias de aula do semestre.

No início de cada semestre letivo, será distribuída a todos os professores do Curso a versão
completa e atualizada do projeto, e para todos os professores e alunos, uma versão simplificada do
texto, composta de objetivos do Curso, sua operacionalização curricular, ementas das disciplinas e a
força de trabalho docente existente no semestre.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 35
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

13. Observações finais sobre o Projeto Pedagógico do Curso

13.1 Numeração e datação das edições do Projeto Pedagógico

A primeira edição do projeto pedagógico é numerada pelo número 1 (um) e datada em 10 de


outubro de 2003. As edições seguintes obedecerão à seqüência numérica e deverão ser devidamente
datadas.

13.2 Incorporação dos Planos de Cursos das disciplinas oferecidas no semestre letivo

Todas as disciplinas oferecidas pelo Curso num determinado semestre deverão ter um Plano de
Curso, e a totalidade dos planos anexada ao projeto pedagógico em vigor naquele semestre.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

ANEXOS:

1. Grade Curricular

2. Ementas das Disciplinas

3. Corpo Docente do Curso

4. Regulamento das Atividades Complementares

5. Proposta de Regulamento de Estágio

6. Proposta de Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso

7. Projeto de Criação da Revista Jurídica IESC


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ANEXO 1

GRADE CURRICULAR

DISTRIBUIÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES SEGUNDO OS EIXOS


ARTICULADORES

Eixos Curriculares Disciplinas Carga


Horária
01-Ciência Política 80

02-Filosofia Geral e Jurídica 80

03-Sociologia Geral e Jurídica 80

04-Metodologia do Trabalho Científico 80

I . Conteúdos de Formação Fundamental 05-Introdução ao Estudo do Direito 80

06-Teoria Econômica 80

07-Teoria Geral do Estado e do Direito 80

08-Direito Romano e História do Direito 80

09-Português Forense 80

10-Hermenêutica Jurídica 80
SUB-TOTAL 800
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 38
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

11-Direito Civil I ( Teoria Geral ) 80

12-Direito Penal I 80

13-Direito Constitucional I 80

14-Direito Financeiro 80

15-Ética Profissional e Jurídica 80

16-Direito Civil II 80

17-Direito Penal II 80

18-Direito Constitucional II 80

II – Conteúdos de Formação Profissional, 19-Direito Administrativo I 80

20-Direito Empresarial I 80

21-Direito Civil III ( Obrigações ) 80

22-Direito Penal III 80

23-Direito Administrativo II 80

24-Direito Empresarial II 80

25-Teoria Geral do Processo 80

26-Direito Civil IV ( Contratos ) 80

27-Direito Penal IV 80

28-Direito Processual Penal I 80

29-Direito do Trabalho I 80

30-Processo Civil I ( Conhecimento ) 80

31-Direito Civil V ( Coisas ) 80

32-Direito Processual Penal II 80

33-Direito Agrário 80

34-Processo Civil II ( Execução ) 80

35-Direito do Trabalho II 80
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 39
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 36

37-Direito Civil VI ( Família ) 80

38-Processo do Trabalho I 80

39-Processo Civil III ( Recursos ) 80

40-Direito Ambiental 80

41-Direito Tributário 80

42-Orientação de Monografia

 43 80

44-Processo Civil IV ( Caut. e Esp. ) 80

45-Processo do Trabalho II 80

46-Direito Internacional Público 80

47-Direito Civil VII ( Sucessões ) 80

48-Defesa de Monografia

 49 80

50-Direito do Consumidor 80

51-Direito Internacional Privado 80

52-Medicina Legal 80

53-Direito Previdenciário 80

 54

SUB-TOTAL 3.120

 36-Prática Jurídica I 100


 43-Prática Jurídica II 100
III – Conteúdos de Formação Prática
 49-Prática Jurídica III 100

 54-Prática Jurídica IV 100

SUB-TOTAL 400
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 40
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

IV - Atividades Complementares 200

TOTAL 4.520

I - CONTEÚDO DE FORMAÇÃO BÁSICA.......................................................................800 Horas


II - CONTEÚDO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL...................................................3.120 Horas
III - ATIVIDADES DE FORMAÇÃO PRÁTICA..............................................................400 Horas
IV - ATIVIDADES COMPLEMENTARES.......................................................................200 Horas

Total 4.520 Horas


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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PERIODIZAÇÃO, NÚMERO DE CRÉDITOS, DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA E


PRÉ-REQUISITOS DAS DISCIPLINAS

1º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


01 Ciência Política 04 80 -
02 Filosofia Geral 02 40 -
03 Sociologia Geral 02 40 -
04 Metodologia do Trabalho Cientifico 04 80 -
05 Português Forense 04 80 -
06 Introdução ao Estudo do Direito 04 80 -
Total 400 h/a

2º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


07 Filosofia Jurídica 02 40 -
08 Sociologia Jurídica 02 40 -
09 Direito Romano e História do Direito 04 80 -
10 Teoria Econômica 02 40 -
11 Hermenêutica Jurídica 02 40 -
12 Teoria da Constituição 04 80
13 Antropologia Geral e Jurídica 04 80
Total 400 h/a

3º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


14 Direito Civil I – Teoria Geral/Pessoa 04 80 -
15 Direito Penal I 04 80 -
16 Direito Constitucional I 04 80 12
17 Psicologia Geral e Jurídica 04 80 -
18 Ética Profissional e Jurídica 04 80 -
Total 400 h/a

4º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


19 Direito Civil II – Obrigações 04 80 14
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 42
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

20 Direito Penal II 04 80 15
21 Direito Constitucional II 04 80 16
22 Direito Administrativo I 04 80 -
23 Direito Empresarial I 04 80 -
Total 400 h/a

5º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


24 Direito Civil III - Contratos 04 80 19
25 Direito Penal III 04 80 20
26 Direito Administrativo II 04 80 22
27 Direito Empresarial II 04 80 23
28 Teoria Geral do Processo 04 80 -
Total 400 h/a

6º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


29 Direito Civil IV – Coisas 04 80 24
30 Direito Penal IV 04 80 25
31 Direito do Trabalho I 04 80 -
32 Direito Processual Penal I 04 80 28
33 Direito Processo Civil I - Conhecimento 04 80 28
Total 400 h/a

7º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


34 Direito Civil V – Família 04 80 29
35 Direito do Trabalho II 04 80 31
36 Direito Processual Penall II 04 80 32
37 Direito Processual Civil II - Execução 04 80 33
38 Direito Tributário I 04 80 -
39 Prática Jurídica I 05 100 -
Total 500 h/a

8º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CARGA PRÉ-REQUISITOS


CREDITOS HORÁRIA
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 43
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

40 Direito Civil VI - Sucessões 04 80 34


41 Direito Processual do Trabalho 04 80 35
42 Direito Processual Civil III - Recursos/Cautelares 04 80 34
43 Direito Tributário II 03 60 38
44 Legislação Extravagante 04 80 -
45 Direito Agrário/Urbanístico/Ambiental 04 80 -
46 Orientação de Monografia I 02 40 -
47 Prática Jurídica II 04 80
Total 500 h/a

9º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CRÉDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


44 Processo Civil IV – Proc. Especiais 02 40 42
45 Direito Internacional Público/Privado 04 80 38
46 Criminologia 02 40 -
47 Direitos Humanos 02 40 -
48 Direito Financeiro 04 80 -
49 Orientação de Monografia 02 40
49 Prática Jurídica III 05 100
Total 500 h/a

10º PERÍODO

Cód. DISCIPLINAS CREDITOS CARGA HORÁRIA PRÉ-REQUISITOS


50 Direito Eleitoral 02 40 -
51 Direito Previdenciário 02 40 -
52 Direito do Consumidor 02 40 -
53 Medicina Legal 04 80 -
54 Ética Profissional/Jurídica 03 60
55 Defesa da Monografia 03 60
56 Prática Jurídica IV 05 100
Total 420 h/a

FLEXÍVEL - COMPLEMENTAR

Cód. DISCIPLINAS - CARGA HORÁRIA -


Atividades Complementares Total 200 h/a
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 44
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Coerência do currículo com os objetivos do curso

O currículo guardará plena coerência com os objetivos do curso, notadamente no que concerne
às relações entre a Ciência do Direito e outras ciências sociais, bem como no tocante à restauração e ao
incremento do livre debate das idéias e da convivência com a verificação científica.

Coerência do currículo com o perfil desejado do egresso

De igual modo, buscou-se manter a coerência do currículo com o perfil do egresso, elencando
as disciplinas com base nos três eixos essenciais à adequada formação do corpo discente, objetivando
assegurar uma formação humanística e, ao mesmo tempo, técnico-jurídica e prática, dentro das
exigências mais prementes da sociedade hodierna e do mercado de trabalho.

Coerência do currículo em face das diretrizes curriculares nacionais

Do mesmo modo, o currículo mantém-se coerente com as diretrizes curriculares nacionais,


emanadas do MEC, atentando para o eixo essencial proposto por aquele órgão governamental, no que
diz respeito ao elenco de disciplinas fundamentais, profissionais e práticas, bem como no que concerne
às atividades complementares, que visam ao aprimoramento da formação do discente.

Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso


INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 45
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Os professores do Curso de Direito serão orientados a buscarem, constantemente, novos


conhecimentos pedagógicos, objetivando aperfeiçoar o processo ensino/aprendizagem, visando a levar
o alunado a uma reflexão crítica da realidade nacional, regional e local, no tocante à Ciência do Direito
e à prática jurídica. A interdisciplinaridade e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, na
medida em que se desenvolvem os conteúdos, permitirá que os alunos despertem dentro de si a
importância de cada disciplina na sua futura formação profissional. O liame lógico estabelecido entre
teoria e prática, constante das práticas pedagógicas para um bom desenvolvimento das disciplinas,
estará consubstanciado nos estágios supervisionados e extra-curriculares, funcionando como perfeito
instrumento de formação e de interação com a comunidade. Essas diretrizes metodológicas serão
alcançadas com o envolvimento e comprometimento do corpo docente em sintonia com os objetivos
do Curso, das demandas culturais e educacionais, voltadas para a formação de profissionais
qualificados, éticos e comprometidos com os problemas sociais.

Inter-relação das disciplinas na concepção e execução do currículo

A composição do elenco das disciplinas constantes da grade curricular foi feita tendo-se em
vista a sua inter-relação, não apenas no processo de concepção, mas também na execução curricular. A
concepção buscou a aproximação entre disciplinas afins e seqüenciais, cujos conteúdos programáticos
evidenciarão o liame existente entre elas. Na prática docente, a execução curricular deverá ser centrada
no processo de inter-relação das atividades, na medida do possível, a fim de que os objetivos
colimados na concepção do curso sejam alcançados, ensejando a que o discente tenha uma visão
global, porém, não estanque, dos diversos ramos da árvore jurídica e das disciplinas não jurídicas
constantes da grade curricular.

Dimensionamento da carga horária das disciplinas

A carga horária das disciplinas foi dimensionada de forma a atender a necessidade de


transmissão, apreensão e construção do conhecimento jurídico específico, alusivo a cada disciplina,
fixando-se em 80 horas letivas a carga horária da maioria das disciplinas que compõem a grade
curricular.

Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas


INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 46
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Indubitavelmente, as ementas e os programas das disciplinas terão merecida especial atenção,


de modo que, semestralmente, os docentes, em reuniões setorizadas e/ou plenárias, discutirão a
necessidade de sua adequação e atualização ao que preconiza o planejamento didático do Curso,
levando-se em consideração o inter-relacionamento das disciplinas e as exigências do processo
ensino/aprendizagem centrado na dogmática, na jurisprudência e na doutrina.

ANEXO II
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAS DISCIPLINAS
1° Período
INSTITUTO DE DISCIPLINA: Ciência Política
ENSINO
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SUPERIOR SANTA 01 I 04 80 horas
CECÍLIA

Ementa:
Ciência Política e Teoria Geral do Estado. Origem, finalidade e ordem social das
Sociedades. Visão da Teoria de Hobbes e de Rousseau. Origem, extinção, elementos e
soberania do Estado. A Personificação do Estado. Formas de Estado e análise dos
Estados Complexos. Formas de Governo e a Teoria Republicana. Sistemas de Governo e
análise da evolução do presidencialismo e parlamentarismo. O Poder Constituinte.
Democracia: crise do conceito tradicional. Tipos de Democracia e a Representação
Política. O Sufrágio e os sistemas eleitorais. O Estado de Direito e as Teorias
Constitucionalistas. Os Direitos Humanos e a cidadania. Divisão de Poder e a aplicação da
Teoria de Montesquieu. Estado Liberal. O Estado socialista. A evolução do Estado Social.
O neo-liberalismo. O Estado na ordem Internacional.

Bibliografia Básica

ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos de Estado. 9ª Ed. Graal – São Paulo, 2003.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 18ª Ed. Rio de Janeiro: Graal, 2003
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Teoria do Estado e Ciência Política. São Paulo:
Saraiva, 2004.
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. 4ª
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 1998..
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral de Estado. São Paulo: Saraiva,
2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 47
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MALUF, Sahid. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2002.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Paulo Roberto de. Velhos e Novos manifestos: o socialismo na era da


globalização. São Paulo: Juarez de Oliveira, 1998.
ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. Trad. Mauro Barbosa de Almeida. São Paulo:
Perspectiva, l988.
_________. Crises da República. São Paulo: Perspectiva, 1999.
_________. O que é política?. São Paulo: Bertrand Brasil, 2002.
ARISTÓTELES. A Política. Bauru: Edipro, 1995
BEAUVOIR, Simone de. O pensamento de direita hoje. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1991.
BOBBIO, Norberto. Teoria Geral da Política. São Paulo:Campus, 2000.
CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. 3a ed. São Paulo: Paz e
Terra.2000
CHEVALLIER, Jean Jacques. As grandes obras políticas: de Maquiavel a nossos dias. 8ª
ed. Rio de Janeiro: Agir, 2001.
HOBBES, Thomas. Leviata ou matéria, forma e poder de um Estado eclesiástico e civil.
São Paulo:Ícone, 2000.
LEAL, Rogério Gesta. Teoria do estado. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
LÖWY, Michael. Método dialético e teoria política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
MARX, Karl; ENGELS, Friendrich. Manifesto do partido comunista. São Paulo:Cortes,
1998.
POULANTZAS, Nicos (Org.). O Estado; O Poder; O Socialismo. Rio de Janeiro. Graal,
2000.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. O Contrato social :princípios de direito político. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
SADER, Emir.O Poder, cadê o poder? São Paulo: Editempo, l997.
SUNDFELD, Carlos Ari. Fundamentos de Direito Público. São Paulo:Malheiros, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Ideologia, Estado e Direito. São Paulo: Ed. Revista dos
Tribunais, 2003. .
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 48
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Filosofia Geral e Jurídica


ENSINO
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SUPERIOR SANTA 02 I 04 80 horas
CECÍLIA

Ementa:
Introdução ao pensar filosófico. Conceitos básicos da filosofia. Análise do fenômeno jurídico e sua
ontologia. Possibilidade, natureza. condições do conhecimento jurídico. Lógica jurídica, forma e
dialética. A experiência do direito, plano da história das idéias e instituições. Teoria dos valores
jurídicos

Bibliografia Básica
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: Introdução ao jogo..São Paulo: Loyola, 2001.
BOBBIO, Norberto. O Positivismo Jurídico: Lições de filosofia de Direito. São Paulo:
Ícone, l995.
IHERING, Rudolf Von. A luta pelo Direito. Martin Claret: São Paulo, 2003.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
_______. Introdução à História da Filosofia. 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras,
2002.
NADER, Paulo. Filosofia do Direito. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
REALE, Miguel. Filosofia do Direito. 19ª Ed. e 2ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1999/2002.
SALDANHA, Nelson Nogueira. Filosofia do Direito. Rio de Janeiro: Renovar, 1998.
PRADO JÚNIOR, Caio. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2003 (Col. Primeiros
Passos, 37 ).
SEVERINO, Antonio Joaquim. A Filosofia Contemporânea no Brasil. 4ª Ed. Vozes:
Petrópolis/RJ, 2002.

Bibliografia Complementar

ADEODATO, João Maurício. Filosofia do Direito: Uma Crítica a Verdade na Ética e na


Ciência. São Paulo: Saraiva, 2002.
KELSEN, Hans. Teoria pura do Direito. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
DINIZ, Maria Helena. A Ciência Jurídica. 6ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
FOUCAULT, Michel. A Verdade e Formas Jurídicas. 3ª Ed. Rio de Janeiro, 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 49
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PLATÃO. A República. Martin Claret: São Paulo, 2004.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando Introdução a Filosofia. 2ª Ed. Moderna: São Paulo, 2002.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Temas de Filosofia. Moderna: São Paulo, 1992.
PLATÃO. O Banquete. Difusão Européia do Livro. São Paulo, 1970.
LOCKE, John. Segundo Tratado Sobre Governo. Martin Claret: São Paulo, 2003.
PLATÃO. Diálogos. 26ª ed. Ediouro: Rio de Janeiro, 1970.
POLITZER, Georges. Princípios Fundamentais de Filosofia. Hemus: São Paulo, 1954.
ENGELS, Friedrich. Anti-Duhring. 2ª Ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1979.
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípio da filosofia do direito. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
VOLTAIRE. Cartas Inglesas. Tratado de Metafísica: Dicionário Filosófico. Victor Civita:
São Paulo, 1984.
ESPINOSA. Pensamentos Metafísicos. Victor Civita: São Paulo, 1983.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Sociologia Geral e Jurídica


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 03 I 04 80 horas

Ementa:
O Pensamento sociológico: aspectos históricos. As ciências sociais e a Sociologia. Conceitos
sociológicos fundamentais: ação social, relação social, processos sociais, instituições, socialização,
estrutura social e mudança social. A sociedade de classes. Sociologia jurídica e ciência. Sociologia
jurídica e sociologia do conhecimento. Os clássicos da sociologia jurídica. A teoria sistêmica do
Direito. Direito moderno e mudança social. Função social do Direito. Direito como fato social. Direito
e anomia. Relações entre Direito e realidade social.

Bibliografia Básica
ARRIGHI, Giovanni. O Longo Século XX. Contraponto: Rio de Janeiro, 1996.
BERGER, Peter L. A Construção Social da Realidade. 23. ed. Vozes : Petrópolis/Rj, 2003.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia. 24ª Ed. Ática: São Paulo, 2002.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atlas, 2002.
VITA, Álvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. São Paulo: Ática, 2002.
MACHADO, Neto A. L. Sociologia Jurídica. 6ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1987.
SALDANHA, Nelson. Sociologia do Direito. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
SCURO NETO, Pedro. Manual de Sociologia Geral e Jurídica, 4ª Ed. São Paulo:Saraiva, 2000.
SOUTO, Cláudio. Sociologia e Direito. 2ª Ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. [Link]. São Paulo: Moderna,
1997.
DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. Martins Fontes: São Paulo, 1999.
HABERMAS, Jurgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade. Tempo Brasileiro: Rio
de Janeiro, 1997.
SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade.
8ª ed. São Paulo: Cortez. 2001
SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Vols. I e II - Martins Fontes: São Paulo, 2003.
WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.

Bibliografia Complementar
CAVALIERI FILHO, Sérgio. Programa de Sociologia Jurídica. 10ª Ed. Rio de Janeiro: Forense,
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 50
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

2002.
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia do Direito. [Link]. São Paulo: Atlas, 2001.
DEMO, Pedro – Sociologia: uma introdução crítica. São Paulo: Atlas, 1985.

DURKHEIM, Emile..Sociologia e Filosofia. São Paulo: Ícone, 2004. .


______. O suicídio. São Paulo: Livraria Martins Fontes, 2003.

ROSA, Fernando Augusto Miranda. Sociologia do Direito: O fenômeno jurídico como fato social.
16. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2001.
SOUTO, Claudio. Sociologia do Direito. 2ª Ed. Sergio Antonio Fabris Editor: Porto Alegre, 1997.
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à Sociologia. 2ª Ed. Atual Editora: São Paulo, 2001.
MARTINS, Francisco Menezes. Para Navegar no Século XXI. 2ª Ed. Sulina Editora: Porto
Alegre/RS, 2000.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias Qualitativas na Sociologia. 8ª Ed. Vozes:
Petrópolis, 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Metodologia do Trabalho Cientifico


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 04 I 04 80 horas

Ementa:
A metodologia cientifica enquanto propulsora da cultura universitária e da produção do
conhecimento científico. Configuração histórica do conhecimento. Perfis próprios de ciência,
método e pesquisa. Subsídios instrumentais para concepção e sistematização de produção técnico-
científica: indicação bibliográfica, citações, artigos, fichas de apontamentos, resenhas, resumos,
trabalhos acadêmicos, monografias. O método cientifico e seus processos de pesquisas –
conceitos, tipos de pesquisa na área Jurídica. Normas da ABNT.

Bibliografia Básica

ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Atlas, 2003.
CARRAHER, David W. Senso Critico. Thomson Pioneira. São Paulo, 1983.
CERVO, Amado L. Metodologia Científica. 5ª Ed. Prentice Hall: São Paulo, 2003.
COSTA, Ana Rita Firmino. Orientações Metodológicas para Produção de Trabalhos
Acadêmicos. 5ª Ed. Editora da UFAL, 2002.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. Atlas: São Paulo, 1985.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas. 2003.
NUNES, Rizatto. Manual da Monografia Jurídica. 4ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho Cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.
MARCONI, Marina. Metodologia Científica para o curso de Direito 3ª ed. São Paulo. Atlas 2002.

Bibliografia Complementar

DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais .[Link]. São Paulo: Atlas, 1995.
ECO, Humberto. Como fazer uma tese. São Paulo: Perspectiva. 2003.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia cientí[Link]ópolis: Vozes, 2002.
LARENZ, Karl. Metodologia da Ciência do Direito. 3ª Ed. Fund. Caloustre Gulbenkian: Lisboa, 1997.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 51
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MATOS, Henrique Cristiano José. Aprenda a estudar: orientações metodológicas para o


estudo. [Link]. Petrópolis: Vozes, 2001.
MONTEIRO, Geraldo Tadeu M. Metodologia da pesquisa jurídica. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
OLIVEIRA, Claudionor dos Santos. Metodologia científica, planejamento e técnicas de pesquisa. São Paulo: LTr,
2000.
OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Metodologia científica aplicada ao Direito. São Paulo: Thomson, 2002.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. [Link]. Petrólis/RJ: Vozes,
2003.
DESCARTES, René. Discurso Sobre o Método. Editora Hemus: São Paulo, 1978.
ALCANTARA, Edson. Teoria e Prática da Redação Técnica. UFAL Editora: Maceió, 1994.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. Atlas: São Paulo, 1999
ANDER-EGG, Ezequiel. Como Elaborar um Projeto. Ed. Lúmen: Buenos Aires, 1997.
BARROS, Aidil Jesus da Silveira. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 2ª Ed. Makron Books:
São Paulo, 1986.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Introdução ao Estudo do Direito


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 05 I 04 80 horas

Ementa:
Preâmbulo ao Estudo do Direito. Epistemologia Jurídica. Direito como Justo. Direito como Norma
de Conduta. Direito como Norma (Dogmática Jurídica). Direito Natural. Direito e Estado. Sistema
Romano-Germânico e Sistema Anglo-Saxônico. Fontes do Direito. Norma Jurídica. Validade da
Norma Jurídica. Aplicação da Lei no Tempo e no Espaço. Direito Objetivo. Direito Positivo. Direito
Subjetivo. Relação Jurídica. Sujeito de Direito e da Personalidade Jurídica. Direito e Linguagem.
Hermenêutica. Interpretação e Integração do Direito. Princípios Gerais de Direito. Grandes
Correntes do Pensamento Jurídico.

Bibliografia Básica

CRISPIM,Luiz Augusto. Estudos Preliminares de Direito. Rio de Janeiro: Forense, 1997.


DINIZ, Maria Helena. Compêndio da Introdução à Ciência do Direito. São Paulo: Saraiva, 2003.
_________. Atualidades Jurídicas. São Paulo: Saraiva, 1999.

LYRA Filho, Roberto. O que é Direito. São Paulo: Brasiliense, 2003 ( Col. Primeiros passos, 62 ).
PAUPÉRIO, Machado. Introdução ao Estudo do Direito. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. 3. ed. São Paulo: Saraiva , 1996.
GUSMÃO, Paulo Dourado de. Introdução ao Estudo do Direito. [Link]. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. 23. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
REALE, Miguel. Lições Preliminares do Direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcante. Sistema de Ciência Positiva do Direito. Vol. 1 a
4. Campinas: Bookseller, 2000.
VASCONCELOS, Arnaldo. Teoria da norma jurídica. [Link]. São Paulo: Malheiros, 2002.
BOBBIO, Norberto. Teoria da norma Jurídica. 2 Ed. São Paulo: Edipro, 2003.
.________. O Positivismo Jurídico. São Paulo: Ícone, 1995.
IHERING, Rudolf Von. A finalidade do [Link]: Bookseller, 2002.

Bibliografia Complementar
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 52
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

ANDRADE, Vera Regina Pereira. Dogmática jurídica: esforços de sua configuração e


identidade. 2. ed. Porto Alegre: Livraria do advogado. 2003.
ASCENSÃO, José de Oliveira. O Direito. Introdução e Teoria Geral. [Link]. Coimbra: Almedina.
2001.
AZEVEDO, Plauto Faraco. Aplicação do Direito e Contexto Social. São Paulo: RT, 1996..
COELHO, Fábio Ulhoa. Para entender Kelsen. São Paulo: Saraiva, 1997. .
FOUCAULT, Michel. As palavras e as Coisas. São Paulo: Martins Fontes, 1987. .
HERKENHÖFF, João Batista. Para gostar do Direito. São Paulo: Acadêmica, l994. .
RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. Trad. Vamireh Chacon. Brasília. UnB. 2002
ARRUDA, R. T. Introdução à Ciência do Direito. Juriscredi – São Paulo, 1972.
BOBBIO, Norberto. A Era dos Direitos. São Paulo: Campus, 1992.
FERRAZ JUNIOR, Tércio Sampaio. Introdução ao Estudo do Direito. 4 Ed. SP: Atlas, 2003.
_______. A Ciência do Direito. 2 Ed. SãoPaulo: Atlas. 1980
KANT, Emmanuel. Doutrina do Direito. [Link]. São Paulo: Ícone, 1993.
SOARES, Orlando. Introdução ao Estudo do Direito . Rio de Janeiro: Forense, 1991.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Teoria Econômica


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 06 II 04 80 horas

Ementa:
Introdução aos conceitos econômicos. Teoria microeconômica e os pressupostos de análise. Teoria
macroeconômica e desenvolvimento econômico. Economia internacional e economia do setor
público. Interdisciplinaridade entre economia e Direito. Globalização. Direito Econômico. Direito
Concorrencial. O mercado e a concorrência. Concentração de empresas. Intervenção do Estado na
economia e nas empresas. Atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Direito
antitruste. Monopólio e cartéis.

Bibliografia Básica
BILLAS, Richard A. Teoria Microeconômica. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 1991.
GREMAUD, Amaury Patrick.[et. al.]. Manual de Economia. [Link] São Paulo: Saraiva, 2003.
ROSSETTI, JOSÉ PASCHOAL. Introdução à Economia. [Link]. São Paulo: Atlas, 2003.
SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia Política. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
VICECONTI, Paulo E. V. Introdução à Economia. [Link]. São Paulo: Frase Editora, 2002.
PINDYCK, Robert S. Microeconomia. [Link].São Paulo: Prentice Hall, 2001.
DORNBUSCH, Rudiger, Macroeconomia. [Link]. Person Education: São Paulo, 2002.

Bibliografia Complementar
CARNEIRO, Ricardo. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX.
São Paulo, Unesp, 2002.
CULHARI, Sylvia Regina. Introdução à Economia. São Paulo: Textonovo, 2003.
FIORI, José Luiz e TAVARES, M. C. (orgs.). Poder e dinheiro: uma economia política da globalização.
Petrópolis: Vozes. 1998
HOBSBAWM, Eric. Da revolução industrial inglesa ao imperialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
2003
______. Era dos extremos: o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
STIGLITZ, Joseph E. A globalização e seus malefícios: a promessa não cumprida de benefícios globais. São
Paulo: Futura, 2002.
LANZANA, Antonio Evaristo T. Economia Brasileira. 2ª Ed. Atlas: São Paulo, 2000.
BAER, Werner. A Economia Brasileira. 2ª ed. Nobel: São Paulo, 2002.
GIANBIAGI, Fabio. Finanças Públicas. Campus: Rio de Janeiro, 1999.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 53
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

BOULDING, Kenneth E. Principios de Politica Econômica. Mestre Jou: São Paulo, 1967.
HALFELD, Mauro. Investimentos. Fundamento Editora: São Paulo, 2001.
LACERDA, Antônio Corrêa de. Globalização e Investimentos Estrangeiros no Brasil. Saraiva:
São Paulo, 2004.
BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. Atlas: São Paulo, 1995.
HULL, John. Introdução aos mercados futuros de opções. [Link]. Bolsa e mercadorias & futuros: São Paulo,
1996.
GOMES, Álvaro Edauto da Silva. Introdução a economia. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2003
FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: protuto e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1996.
FONSECA, João Bosco Leopoldino. Direito econômico. [Link]. Rio de Janeiro:Forense, 1999.
CARVALHO, Luiz Carlos D. Microeconomia Introdutória. São Paulo. Atas 2000.
SIMOSEN, Mario Henrique. Macroeconmia. São Paulo. Martins Fontes 2003.
GREMAUD, Amaury Patrick. Economia Brasileira Contemporânea. São Paulo. Atlas 2004.
FEIJÓ, Ricardo. História do pensamento econômico. São Paulo: Atlas, 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Teoria Geral do Estado e do Direito


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 07 II 04 80 horas

EMENTA
Origem e formação do Estado, sua evolução histórica e seus elementos constitutivos: temas oriundos da
conjugação entre Estado e Governo: análise dos problemas do Estado contemporâneo na ordem
internacional e suas relações com a sociedade pós-moderna, visando à construção do Estado
Democrático.
Noções de Direito: Origem e finalidade do Direito, Conceito de Direito, Direito Objetivo e Direito
Subjetivo; Direito Positivo; Direito Natural; Direito e Moral; Ramos do Direito, Instituições do direito,
Fontes do Direito, Conceito de fontes do Direito, Retroatividade e irretroatividade das leis

Bibliografia Básica
ACQUAVIVA, Marcos Cláudio. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2000.
ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de estado: nota sobre os aparelhos ideológicos de
estado. [Link]. São Paulo: Graal, 2003.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Teoria do Estado e Ciência Política. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2004.
BERGEL, Jean-Louis. Teoria geral do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2001
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral de política . 10. ed. Rio de
Janeiro: Ednunb, 2003
DALLARI, Delmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral do Estado. 24 ed. atual . São Paulo: Saraiva,
2003.
MALUF, SAHID. Teoria geral do estado. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2003.
MONTESQUIEU, Charles de Secondat. O espírito das leis: as formas de governo, a federação, a
divisão dos poderes. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2000.

Bibliografia Complementar
BUCI-GLUCKMANN, Christinne. Gramsci e o Estado. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 54
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

LEAL, Rogério Gesta. Teoria do Estado: cidadania e poder político na modernidade. [Link]. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
POULANTZAS, Nicos. O Estado, o poder, o socialismo. [Link]. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
WOLKMER, Antonio Carlos. Ideología, estado e direito. [Link]. São Paulo: Rev. dos Tribunais,
2003.
HOBBES, Thomas. Leviatã ou a matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil. [Link].
São Paulo: Ícone, 2000.
MAQUIAVEL. O príncipe. São Paulo: Cultrix, 2003.
KELSEN, Hans. Teoria Geral do Direito e do Estado. São Paulo. Martins Fontes, 2000.
SANTOS, Marcelo Fausto Figueiredo. Teoria Geral do Estado. São Paulo. Atlas 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Romano e História do Direito


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 08 II 04 80 horas

Ementa:
O Direito Romano – História e Fontes: Realeza, República, Alto Império e Baixo Império.
Idade Média: Renascimento do Direito Romano. Instituições do Direito Romano: Conceito
de Direito; Direito das Pessoas; Direito das Coisas;Direito das Obrigações; Direitos das
Sucessões; Processo Civil Romano. Direito Processual Romano

Bibliografia Básica

CRETELLA Júnior, José. Curso de Direito Romano. Rio de Janeiro: Forense, 2003.

______. Direito Romano Moderno. 12. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.

LUIZ, Antonio Filardi Curso de Direito Romano. São Paulo. Atlas 1999.

MARKY, Thomaz – Curso Elementar de Direito Romano.8. ed. São Paulo: Saraiva 1995.

ROLIM, Luiz Antonio. Instituições de Direito Romano. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.

Bibliografia Complementar

ALVES, José Carlos Moreira. Direito Romano. Vol. 1e V.2 Rio de Janeiro: Forense, 2002

GIORDANI, Mário Curtis. Direito Penal Romano. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 1997.

JUSTINIANUS, Flavius Petrus Sabbatius. Institutas do Imperador Justiniano.São Paulo:


Revista dos Tribunais, 2000.

LOPES, José Reinaldo Lima. O direito na história. São Paulo: Max Limonad, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 55
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MARCHI, Eduardo C. Silveira. A Propriedade Horizontal no Direito Romano. São Paulo:


Quartier Latin, 2002.

MOURA, Paulo Cesar Cursino de. Manual de Direito Romano. Instituições de Direito Privado.
Rio de Janeiro: Forense, 1998.

NETO, Abib. Curso de Direito Romano. São Paulo: Letras & Letras, 1993.

PESSOA, Eduardo. História do Direito Romano. São Paulo: Madras, 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Português Forense


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 09 II 04 80 horas

Ementa:
Modo de organização argumentativo: estrutura e relações com os modos descritivo e
narrativo; possibilidades de posicionamento do sujeito argumentador; estratégias e
movimentos argumentativos; modos de raciocínio; procedimentos de composição; conexão
lógica e pragmática. Polifonia. Pressuposição e inferência. Ambigüidade. Terminologia e
comunicação jurídica. Siglas e Abreviaturas na linguagem forense. Estudo jurídico. Lógica
e argumentação jurídica. Redação de peças jurídicas.

Bibliografia Básica
CUNHA, Sergio Sérvulo. Dicionário Compacto de Direito. 3. ed. São Paulo: Saraiva,
2003.
DAMIÃO, Regina Toledo. Curso de português jurídico. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
REZENDE, Afonso Celso. Vocabulário Jurídico. São Paulo: Copola Livros, 2002.
XAVIER, Ronaldo Caldeira. Português no direito: linguagem forense. 15. ed. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
FAULSTICH, Enilde L. de Jesus. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, Vozes.
KOCH, Ingedore G. V. Argumentação e linguagem. [Link]. São Paulo: Cortez, 2002.
______. A Coesão textual. São Paulo: Contexto, 2003.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 17. ed. Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 1997.

Bibliografia Complementar

CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 2003.


FERRAZ JUNIOR, Tércio Sampaio. Direito, Retórica e Comunicação. 2ª Ed. São Paulo:
Saraiva, 1997.
KOCH, Ingedore G.V., TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. 9. ed. São Paulo:
Cortez, 2003.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. São Paulo: Atlas 2000.
NAUFEL, José. Novo Dicionário Jurídico Brasileiro. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense,
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 56
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

2002.
SARAIVA, Vicente de Paulo. Expressões Latinas, Jurídicas e Forenses. São Paulo
Saraiva, 1999.
VIANA, Joseval Martins. Manual de Redação Forense e Prática Jurídica. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Hermenêutica Jurídica


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 10 II 04 80 horas

Ementa:
Conceito e objeto da hermenêutica jurídica. Processo de Integração do Direito. Lógica da
aplicação da norma jurídica e métodos de interpretação. Teoria do argumento jurídico.
Teoria da interpretação. Nova Retórica e Argumentação.

Bibliografia Básica

BASTOS, Celso Ribeiro. Hermenêutica e Interpretação Constitucional. São Paulo:


Celso Bastos Editor, 2002.
BITTAR, Eduardo C. B. Curso de Ética Jurídica. Saraiva: São Paulo, 2002.
ADEODATO, João Mauricio. Ética e Retórica. Saraiva: São Paulo, 2002.
STRECK, Lênio Luiz. Hermenêutica jurídica e(m) crise: uma exploração hermenêutica
da construção do direito. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
FALCÃO, Raimundo Bezerra. Hermenêutica. Malheiros Editores: São Paulo, 1997.
MAXIMILIANO, Carlos. Hermenêutica e aplicação do direito. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
SALDANHA, Nelson. Ordem e hermenêutica. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
TELLES JUNIOR, Goffredo. Iniciação na Ciência do Direito. 2ª Ed. Saraiva: São Paulo,
2002.

Bibliografia Complementar

MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Hermenêutica e unidade axiológica da


constituição. [Link]. Belo Horizonte: Mandamentos, 2002.
SILVA FILHO, José Carlos Moreira da. Hermenêutica Filosófica e Direito. Rio de Janeiro:
Lúmen Júris, 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 57
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil I ( Teoria Geral )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 11 III 04 80 horas

Ementa:
Lei de Introdução ao Código Civil. Princípios. Noções Gerais: Objeto e classificação.
Raízes históricas: O Código Civil e sua elaboraçã[Link] de revisão. Parte geral.
Capacidade. Pessoa natural e pessoa jurídica. Domicílio. Bens: noção e classificação.

Bibliografia Básica

DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Teoria Geral do Direito Civil. Vol. 1.
São Paulo: Saraiva, 2003.
GOMES, Orlando - Introdução ao Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003,
v. 1.
RODRIGUES, Silvio – Direito Civil vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. 1. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003, v. 1.

Bibliografia Complementar

BEVILAQUA, Clóvis. Teoria Geral do Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense.


BITTAR, Carlos Alberto. Os direitos da personalidade. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2003.
BORGES, Nelson. Direito Adquirido, Ato Jurídico Perfeito e Coisa julgada. Curitiba: Juruá.
CHAVES, Antônio. Tratado de Direito Civil. Parte Geral. São Paulo: Revista dos Tribunais.
Tomo I.
CÓDIGO CIVIL. 54ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
DINIZ, Maria Helena. Lei de introdução ao Código Civil Brasileiro interpretado. São
Paulo,Saraiva, 2002.
______. Código Civil Anotado. São Paulo: Saraiva, 2003.
DOMINGUES DE ANDRADE, Manuel A. Teoria Geral da Relação Jurídica. Coimbra:
Almedina, 1995. .
ELESBÃO, Elsita Collor. Pessoa, Gênero e Família: Uma Visão Integrada do Direito. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2002.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 58
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

ESPÍNDOLA, Eduardo. A Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro. Atualização Sílvio


Pacheco. Rio de Janeiro: Renovar, 1995.
FACHIN, Luís Edson. Teoria crítica do direito civil. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Rio de Janeiro: Borsoi, ed. atualizada.
Tomo I a VI, ed. atualizada.
MORAIS, José Luis Bolzan de. Do direito social aos interesses transindividuais. Porto
Alegre: Livraria do Advogado. 1996.
NASCIMENTO, Walter Vieira. Lições de história do Direito. Rio de Janeiro: Forense.
NEGRÃO, Theotonio. Código Civil e Legislação em Vigor. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTA MARIA, José Serpa de. Curso de Direito Civil. Introdução, parte geral e teoria dos
negócios jurídicos. Rio de janeiro: Freitas Bastos, 2002, Vol. I.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Penal I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 12 III 04 80 horas

Ementa:
Conceitos de Direito Penal. O Direito e a Moral. Ciências Penais. Evolução da repressão
penal. As Escolas Penais. História do Direito Penal. A Lei Penal. Teoria do Crime:
conceitos e classificação. Teoria da conduta. A relação de causalidade. Os elementos
constitutivos do crime. A tipicidade. A ilicitude. A culpabilidade: pressupostos. Punibilidade:
pressupostos e condições. Estrutura dos crimes. Do concurso de pessoas: autores, co-
autores e partícipes. Das circunstâncias objetivas e subjetivas. Concurso de normas.

Bibliografia Básica

CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003,
Vol. I.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2002, v. 1.

Bibliografia Complementar

AYDOS, Marco Aurélio Dutra. Ilustres Assassinos. São Paulo: Acadêmica, l992.
BATISTA, Nilo. Introdução Crítica ao Direito Penal brasileiro. Rio de Janeiro: Renovar,
1990.
BECCARIA, Cesare. Dos Delitos e das Penas. São Paulo: Wvc Editora, 2002.
BERTIOL, Giiuseppe. Direito Penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, v. 1.
BITENCOUT, Cezar Roberto. Manual de Direito Penal. São Paulo: Editora Saraiva, 2000.
___________. Código Penal Comentado. São Paulo: Saraiva, 2002.
BRUNO, Anibal. Direito Penal. Rio de Janeiro: Forense, ed. atualizada.
Código Penal. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
COELHO, Walter. Teoria Geral do Crime. Porto Alegre. Sergio Antonio Fabris, 1995.(15)
CONDE, Francisco Muñoz. Teoria Geral do delito. Porto Alegre: Fabris, 1987.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 59
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

COSTA, Álvaro Mayrink da. Direito Penal. Rio de Janeiro: Editora Forense, ed. atualizada.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição
Atualizada.
FERRI, Enrico. Princípios de Direito Criminal. Campinas: Bookseller, 1999.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir – história da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes,
2002.
FRAGOSO, Heleno Cláudio. Lições de Direito Penal. Rio de Janeiro: Forense.
GRECO, Rogério. Concurso de Pessoas. Belo Horizonte: Mandamentos, 2000.
JESUS, Damásio Evangelista de. Teoria do Domínio do Fato no Concurso de Pessoas. São Paulo:
Saraiva, 2002.
JUNIOR, Paulo José da Costa. Comentários ao Código Penal. São Paulo: Editora Saraiva,
1997.
_____. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Editora Saraiva, 2000.
LUISI, Luiz. Os princípios Constitucionais Penais. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris,
2003.
_______. O Tipo Penal, a Teoria Finalista e a Nova Legislação Penal. Porto Alegre: Fabris,
1987.
MADEIRA, Ronaldo Tanus. A estrutura jurídica da culpabilidade. Rio de Janeiro: Lúmen
Júris, 1999.
MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MONTEIRO, A.L. Crimes Hediondos. São Paulo: Saraiva, ed. atualizada.
NORONHA, Edgar Magalhães. Direito Penal. Vol 1. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
SILVA, José Geraldo da. Teoria do Crime. Campinas: Millenium Editora, 2002.
TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos do Direito Penal. São Paulo: Saraiva,
2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 60
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Constitucional I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 13 III 04 80 horas

Ementa:
A Constituição. Classificação das Constituições. Aplicabilidade das normas constitucionais.
Interpretação das Normas Constitucionais. Poder Constituinte. Direitos e garantias
fundamentais. Direitos Sociais. Direito da Nacionalidade. Direitos Políticos. Instrumentos de
tutela constitucional das liberdades.

Bibliografia Básica

BONAVIDES, Paulo. Direito Constitucional. Rio de Janeiro: Malheiros.


MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, 2003.
MAGALHÃES, José Luiz Quadros de. Direito Constitucional. Tomos 1 e 2. Belo Horizonte:
Mandamentos, 2003.
ROSA, Antonio José Miguel Feu – Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1999.
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros,
2003.

Bibliografia Complementar

ALVES, Cleber Francisco. Acesso à justiça em preto e branco. Rio de Janeiro: lúmen Júris,
2004.
BARROSO, Luís Roberto. Constituição da República Federativa do Brasil Anotada. São
Paulo: Saraiva, ed. Atualizada.
_______________. Interpretação e aplicação da Constituição. São Paulo: Saraiva, 1998.
_______________. O direito constitucional e a efetividade de suas normas – limites e
possibilidades da Constituição Brasileira. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
______________. Temas de Direito Constitucional. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
BASTOS. Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Celso Bastos Editor,
2002.
___________________. Hermenêutica e Interpretação Constitucional. São Paulo: Celso
Bastos Editor, 2002.
BULOS, Uadi Lammêgo. Mutação Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1997.
______________. Constituição Federal Anotada. São Paulo: Saraiva. Ed. Atualizada.
COELHO, Inocêncio Mártires. Interpretação Constitucional. Porto Alegre: Fabris, 1997.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 61
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

CANOTILHO, José Joaquim Gomes e MOREIRA, Vital. Fundamentos da Constituição.


Coimbra: Almedina.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
CRETELLA JÚNIOR, José. Elementos de Direito Constitucional. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000.
FUHRER, Maximilianus Claudio Américo. Resumo de Direito Constitucional. São Paulo:
Malheiros, 2004.
HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia Entre Facticidade e Validade. Vol. 1e 2. Rio de
Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. .
HÄBERLE, PETER. Hermenêutica Constitucional. A sociedade Aberta dos Intérpretes da

Constituição. Trad. Gilmar Ferreira Mendes. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1997.

HESSE, Konrad. A força normativa da Constituição. Porto Alegre; Sérgio Antônio Fabris,
1991. .
MENDES, Gilmar Ferreira. Jurisdição Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2004.
MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil Interpretada. São Paulo: Atlas, ed.
Atualizada.
SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das Normas Constitucionais. São Paulo: Malheiros,
2003.
SIMON, Sandra Lia. Proteção Constitucional da Intimidade e da Vida Privada do
Empregado. São Paulo: Malheiros, 2000.
SIEYÈS, Emmanuel Joseph. A Constituinte burguesa. Rio de Janeiro, Lúmen Júris, 2001.
VILAS-BOAS, Renata Malta. Ações afirmativas e o princípio da igualdade. Rio de Janeiro:
América Jurídica, 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 62
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Financeiro


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 14 III 04 80 horas

Ementa:
Atividade financeira do Estado. Normas gerais de Direito Financeiro. Orçamento Público.
Elaboração orçamentária. Lei Orçamentária anual. Execução orçamentária. Controle e
fiscalização orçamentária. Princípios orçamentários. Lei de responsabilidade fiscal.

Bibliografia Básica

BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Celso Bastos
Editor, 2002.
CAMPSO, Dejalma de. Direito Financeiro e Orçamentário. São Paulo: Atlas, 2001.
HARADA, Kiyoshi. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Atlas, 2004.
ROSA JÚNIOR, Luiz Emygdio F. da. Manual de Direito Financeiro e Direito Tributário. Rio
de Janeiro: Renovar,2003.
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de Direito Financeiro.e Tributário. Rio de Janeiro: Renovar,
2003.

Bibliografia Complementar

AGUIAR, Afonso Gomes. Direito Financeiro - A Lei Nº 4.320 Comentada ao Alcance de


Todos. Belo Horizonte: Fórum, 2004.
BALEEIRO, Aliomar. Uma Introdução às Ciências das Finanças. Rio de Janeiro: Forense.
CRUZ, Flávio da. Comentários à Lei N° 4.320.São Paulo: Atlas, 2003.
GIACOMONI, James. Orçamento Público. São Paulo: Atlas, 2003.
JACINTHO, Jussara Maria Moreno. A participação popular e o processo orçamentário. São
Paulo: Led, 2000.
JARDIM, Eduardo Maciel Ferreira. Manual de Direito Financeiro e Tributário. São Paulo:
Saraiva, 2003.
MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Considerações sobre a Lei de Responsabilidade
Fiscal. Rio de Janeiro: Editora Renovar, 2001.
NASCIMENTO, Carlos Valder. Curso de Direito Tributário. Rio de Janeiro: Forense, 1999.
____________. Lei de Responsabilidade Fiscal. Rio de Janeiro: América Jurídica, 2002.
PEREIRA, José Matias. Finanças Públicas - A Política Orçamentária no Brasil. São Paulo:
Atlas, 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 63
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PAGLIARINI, Mauro Fernandes. Direito Financeiro e finanças aplicadas. Campinas: Julex,


1993.
SILVA, Edílson F. Vasconcelos e SILVA, Jair C. da. Manual de execução orçamentária e
Contabilidade Pública. Brasília: Brasília Jurídica, 1997.
TORRES, Ricardo Lobo. Tratado de Direito Constitucional Financeiro e Tributário. Rio de
Janeiro: Editora Renovar, 2000, Vols. I, II e III.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Ética Profissional e Jurídica


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 15 III 04 80 horas

Ementa:
Estatuto epistemológico da Ética. Questões fundamentais: distinção entre ética e moral.
Abordagem histórica das teorias éticas. As teorias da justiça. A ética desde a alteridade.
Formação jurídica e a ética contemporânea. Ética do Advogado, do Magistrado e do
Membro do Ministério Público. Código de Ética. Estatuto da Ordem dos Advogados do
Brasil. Procedimentos Práticos e Jurisprudências sobre exercício profissional.

Bibliografia Básica

BITTAR, Eduardo Carlos B. Curso de Ética Jurídica - Ética Geral e Profissional. São Paulo:
Saraiva, 2004.
COSTA, Elcias Ferreira da. Deontologia jurídica – ética das profissões jurídicas. Rio de
Janeiro : Forense, 1997.
LANGARO, Luiz Lima. Curso de deontologia jurídica. São Paulo: Saraiva, ed. Atualizada.
NALINI, José Renato. Ética Geral e Profissional. São Paulo: Revista dos Tribunias, 2004.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Ética e sociabilidade. São Paulo: Loyola, 1993.

Bibliografia Complementar

ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Novo Código de Ética e Disciplina do Advogado. São Paulo:
Jurídica Brasileira.
ARAÚJO, Francisco Fernandes. A Ética do Juiz, do Promotor e do Advogado no Processo
e na Sociedade. São Paulo: Copola, 2003.
ARISTÓTELES. A Ética. Bauru: Edipro. 2003.
AZEVEDO, Flávio Olimpio. Comentários Às Infrações Disciplinares do Estatuto da
Advocacia. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos da Ética Geral e Profissional. Petrópolis: Vozes.
COUTURE, Eduardo Juan. Os mandamentos do advogado. Porto Alegre: Fabris, 1999.
CRETELLA NETO, Jose e CRETELLA JÚNIOR, José. 1000 Perguntas e Respostas Sobre
o Estatuto da Oab e o Código de Ética e Disciplina. Rio de Janeiro: Forense, 2004.
DALLARI, Dalmo de Abreu. O poder dos juízes. São Paulo: Saraiva, 2002.
FARAH, Elias. Ética do Advogado. São Paulo: LTR, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 64
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

FERRAZ, Sérgio. Ética na Advocacia. Rio de Janeiro: Forense, 2000.


GALVÃO, Antonio Mesquita. A Crise da Ética: O Neoliberalismo Como Causa. Petrópolis:
Vozes, 2000.
LÔBO, Paulo Luiz Netto. Comentários ao Estatuto da Advocacia e da OAB. São Paulo:
Saraiva, 2002.
MAMEDE, Gladston. A Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil. São Paulo: Atlas,
2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil II


ENSINO SUPERIOR CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
16 IV 04 80 horas
SANTA CECÍLIA

Ementa:
Vida dos direitos subjetivos. Negócio Jurídico. Defeitos do Negócio Jurídico. Modalidades
do Negócio Jurídico. Forma e Prova dos Negócios Jurídicos. Nulidade dos Negócios
Jurídicos. Ato ilícito. Fim dos Direitos Subjetivos.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Teoria Geral do Direito Civil. São Paulo:
Saraiva, 2003.
GOMES, Orlando. Introdução ao Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições do Direito Civil I. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil I. Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. I. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografia Complementar

ABREU FILHO, José. O negócio jurídico e sua teoria geral . São Paulo: Saraiva, 2003.
AZEVEDO, Antônio Junqueira de. Negócio Jurídico: existência, validade e eficácia. São
Paulo: Saraiva, 2002.
BETTI, Emílio. Teoria geral do negócio jurídico. 3 volumes. Campinas: LZN, 2003.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria Geral do Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense.
CÂMARA LEAL, Antônio Luiz. Da prescrição e decadência. Rio de Janeiro: Forense.
CARNELUTTI, Francesco. A prova civil. Campinas: Bookseller, 2002.
CHAVES, Antônio. Tratado de Direito Civil – Parte Geral. Tomo I. São Paulo: Revista dos
Tribunais.
Código Civil. 54ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003..
DANTAS, Francisco C. San Tiago. Clássicos da literatura jurídica. Direito Civil. Parte Geral.
Rio de Janeiro: Sociedade Cultural Ltda.
DINIZ, Maria Helena. Código Civil Anotado. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARTINS, Pedro Baptista. O abuso do direito e o ato ilí[Link] de Janeiro: Forense, 1997.
MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do fato jurídico – Plano da Existência. São Paulo:
Saraiva, 2003.
_______________. Teoria do fato jurídico – Plano da Eficiência. São Paulo: Saraiva, 2003.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Vol. 1 a 3. São Paulo: Saraiva,
2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 65
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcante. Tratado de Direito Privado. Tomo I a VI.


Rio de Janeiro: Borsoi.
RÁO, Vicente. O direito e a vida dos direitos. São Paulo: Max Limonad.
___________. O ato jurídico. São Paulo: Saraiva.
RODRIGUES, Sílvio. Dos defeitos dos atos jurídicos. São Paulo: Saraiva.
SANTA MARIA, José Serpa de. Curso de Direito Civil. Vol. I: introdução, Parte Geral e
Teoria dos Negócios Jurídicos. Rio de Janeiro: Freitas Bastos.
TRIGINELLI, Wania do Carmo de Carvalho. Conversão de Negócio Jurídico. Belo
Horizonte: Del Rey, 2003.
VELOSO, Zeno. Invalidade do Negócio Jurídico Nulidade e Anulabilidade. De acordo com
o novo Código Civil Brasileiro. Belo Horizonte: Del Rey,2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Penal II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 17 IV 04 80 horas

Ementa:
Conceitos e finalidades de pena. Espécies de pena. Origem e fundamento de punir: as teorias.
Penas primitivas de liberdade. Os sistemas penitenciários. Penas restritivas de direito. Pena de
multa. Aplicação e modo de execução da pena. Graduação da pena. Reincidência. Concurso de
crimes. Suspensão condicional da pena. Livramento condicional. Efeitos extra-penais da sentença
penal condenatória. Medidas de segurança. Ação penal. Causas de extinção da punibilidade.

Bibliografia Básica

BOSCHI, J. A. Paganella. Das penas e seus critérios de aplicação. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2002.
CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Geral. São Paulo. Editora Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
_______. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal Vol. 1. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.

Bibliografia Complementar
BATISTA, Nilo. Matrizes ibéricas do sistema penal brasileiro – I. Rio de Janeiro: Revan.
_______. Punidos e mal pagos. Rio de Janeiro: Revan.
BECCARIA, Cesare. Dos Delitos e das Penas. São Paulo: Wvc Editora, 2002.
CARVALHO, Salo de; CARVALHO, Amilton Bueno. Aplicação da pena e garantismo. Rio
de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
__________. Crítica à execução penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição
Atualizada.
DOTTI, Rene Ariel. Bases e Alternativas para o Sistema de Penas. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1998.
GOMES, Luiz Flávio. Penas e medidas alternativas à prisão. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000.
MAIA NETO, Candido Furtado. Direitos humanos dos presos: Lei de Execução Penal nº
7.210/84. Rio de Janeiro; Forense, 1999.
MARCAO, Renato Flávio. Lei de Execução Penal Anotada. São Paulo: Saraiva, 2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 66
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MESQUITA JÚNIOR, Sídio Rosa de. Manual de Execução Penal - Teoria e Prática. São
Paulo: Atlas, 2003.
_________. Prescrição Penal. São Paulo: Atlas, 2003.
MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
NORONHA, Edgard Magalhães. Direito Penal- Vol 1. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
SZNICK, Valdir. Novos Crimes e Novas Penas no Direito Penal. São Paulo: Leud, 1992.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2002, v. 1.
TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos do Direito Penal. São Paulo: Saraiva,
2000.
ZAFFARONI, Eugenio Raul. Em busca das penas perdidas. Rio de Janeiro: Revan.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Constitucional II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 18 IV 04 80 horas

Ementa:
Organização dos poderes Legislativo, Judiciário de Executivo. Interpretação Constitucional.
Controle de Constitucionalidade. Representação interventiva.

Bibliografia Básica

BONAVIDES, Paulo. Direito Constitucional. Rio de Janeiro: Malheiros.


BULOS, Uadi Lammêgo. Constituição Federal Anotada. São Paulo: Saraiva. Ed.
Atualizada.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, 2003.
MAGALHÃES, José Luiz Quadros de. Direito Constitucional. Tomos 1 e 2. Belo Horizonte:
Mandamentos, 2003.
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Malheiros,
2003.

Bibliografia Complementar

ALEXANDRINO, Marcelo. Processo Legislativo. Niterói: Impetus, 2003.


BARROS, Suzana de Toledo. O princípio da proporcionalidade e o controle de
constitucionalidade das leis restritivas de direitos fundamentais. Brasília: Brasília Jurídica,
2003.
BARROSO, Luís Roberto. Constituição da República Federativa do Brasil Anotada. São
Paulo: Saraiva, ed. Atualizada.
_______________. Interpretação e aplicação da Constituição. São Paulo: Saraiva, 1998.
_______________. O direito constitucional e a efetividade de suas normas – limites e
possibilidades da Constituição Brasileira. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
BASTOS. Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, ed.
Atualizada.
___________________. Hermenêutica e Interpretação Constitucional. São Paulo: Instituto
Brasileiro de Direito Constitucional, 1999.
BULOS, Uadi Lammêgo. Manual de Interpretação Constitucional. São Paulo: Saraiva,
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 67
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

1997.
___________________. Mutação Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1997.
CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituição.
Coimbra: Almedina, 1999.
CAPPELETTI, Mauro. O controle judicial de constitucionalidade das leis no direito
comparado. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris.
CARVALHO NETO, Inácio de. Ação declaratória de constitucionalidade. Curitiba: Juruá,
2000.
CATTONI, Marcelo. Direito processual constitucional. São Paulo: Malheiros, 2001.
CLEVE, Clemerson Merlin. Temas de Direito Constitucional. São Paulo: Acadêmica, 1993.
________.Medidas Provisórias. Max Limonad, 1999. .
________. A atividade legislativa do Poder Executivo . São Paulo: RT, 2000.
COELHO, Inocêncio Mártires. Interpretação Constitucional. Porto Alegre: Fabris, 1997.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Ed. atualizada.
FERREIRA FILHO, Manoel G. Do Processo Legislativo. São Paulo: Saraiva, 2002.
LOUREIRO, Lair da Silva. Ação Direta de Inconstitucionalidade. São Paulo: Saraiva, 1996.
MENDES, Gilmar Ferreira. Jurisdição Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1998.
MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil Interpretada. São Paulo: Atlas, ed.
Atualizada.
SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das Normas Constitucionais. São Paulo: Malheiros,
1998.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 68
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Administrativo I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 19 IV 04 80 horas

Ementa:
Noções preliminares sobre o sistema Jurídico Administrativo. Organização da
Administração. Administração Direta e Indireta. Figuras da Administração Indireta. Atos
Administrativos. Poderes administrativos. Licitação. Contratos administrativos.

Bibliografia Básica

BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. São Paulo,


Malheiros, 2002.
BERTONCINI, Mateus Eduardo Siqueira N. Princípios de Direito Administrativo Brasileiro.
São Paulo: Malheiros, 2002.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo, Atlas, 2002.
MEDAUAR, Odete. Direito administrativo moderno. São Paulo: Revista dos Tribunais.
2003.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo, Malheiros, 2004

Bibliografia Complementar

ALCOFORADO, Luís Carlos. Licitação e Contrato Administrativo: Comentários à Lei


8.666/93Comentários à Lei 8.666/93. Brasília: Brasília Jurídica, 2000.
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Discricionariedade e controle jurisdicional. São
Paulo: Malheiros, 2003.
CRETELLA JÚNIOR, José. Filosofia do Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Forense,
2001.
____________. Tratado de Direito Administrativo - Teoria do Ato Administrativo - Vol. 2.
Rio de Janeiro: Forense, 2002.
CUELLAR, Leila. Agências reguladoras e seu poder normativo. São Paulo Dialética, 2001.
DALLARI, Adilson Abreu. Aspectos jurídicos da licitação. São Paulo: Saraiva, 2003.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Temas polêmicos sobre Licitações e Contratos. São
Paulo: Malheiros, 2001.
_________. Parcerias na Administração Pública. São Paulo: Atlas, 2002.
FIGUEIREDO, Lucia Valle. Ato Administrativo e Devido Processo Legal. São Paulo: Max
Limonad, 2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 69
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

GUIMARÃES, Fernando Vernalha. Alteração unilateral no contrato administrativo. São


Paulo: Malheiros, 2003.
MIRANDA, Sandra Julien. Do Ato Administrativo Complexo. São Paulo: Malheiros, 1998.
MORAES, Alexandre de. Agências Reguladoras. São Paulo: Atlas, 2002.
MOREIRA NETO, Diogo de Figueiredo. Curso de Direito Administrativo. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
____________. Sociedade; Estado e Administração Pública. Rio de Janeiro: Topbooks.
OHLWEILER, Leonel Pires. Direito Administrativo em Perspectiva: os termos
indeterminados à luz da hermenêutica. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2000.
SUNDFELD, Carlos Ari. Fundamentos de Direito Público. São Paulo: Malheiros, 2003.
__________. Direito Administrativo Ordenador. São Paulo: Malheiros, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Empresarial I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 20 IV 04 80 horas

EMENTA
Conceito. Evolução. Posição. Autonomia. Fontes. Atos do Comércio. Comerciante. Nome
Comercial. Sociedades Comerciais. Prática de Redação de Contratos de Sociedades
Comerciais.

Bibliografia Básica

BULGARELLI, Waldirio. Manual das Sociedades Anônimas. 12 ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2001.
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 1° volume. 14 ed. 2° volume. 3 ed.
3° volume, 1 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
Código Comercial. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva , 2003.
FAZZIO JUNIOR, Waldo. Manual de Direito Comercial. 1 ed. São Paulo; Editora Atlas,
2000.
GIUSTI, Miriam Petri Lima de Jesus. Sumário de Direito Comercial. São Paulo: Rideel,
2003.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 1° volume, 24 ed. 2° volume, 22 ed. São
Paulo: Editora Saraiva, 2000.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Amador Paes. Manual das Sociedades Comerciais. 12 ed. São Paulo: Editora
Saraiva, 1999.
DÓRIA, Dilson. Curso de Direito Comercial. 1° volume. 14 ed. 2° volume. 10 ed. São
Paulo: Editora Saraiva, 2000.
LÔBO, Paulo Luiz Netto. Comentários ao Estatuto da Advocacia e da O.A.B. 3ª Ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial vol. 1, 25ª Ed. São Paulo: Saraiva , 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 70
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil III ( Obrigações )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 21 V 04 80 horas

Ementa:
Posição do direito das obrigações. Modalidades das obrigações. Extinção das obrigações.
Transmissão das obrigações. Obrigações por ato unilateral de vontade. Obrigações por atos ilícitos.
Liquidação obrigações.

Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro.. Teoria geral das obrigações. Vol. 2
São Paulo: Saraiva, 2002.
GOMES, Orlando. Direito Civil: obrigações. Rio de Janeiro: Forense,2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições do Direito Civil. Vol. 2. Rio de Janeiro: Forense,
2001.
___________. Responsabilidade Civil. Rio de Janeiro: Forense, 1998.
RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil: Parte Geral das obrigações. Vol.2. São Paulo: Saraiva,
2002.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Teoria Geral das Obrigações e Teoria Geral dos
Contratos. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO, Álvaro Vilaça. Curso de Direito Civil. Teoria geral das obrigações. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2001.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria geral do Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 1975.
BITTAR, Carlos Alberto. Direito das Obrigações. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
CARVALHO NETO, Inácio de. Extinção Indireta das Obrigações. Curitiba: Juruá, 2003.
COVELLO, Sérgio Carlos. A obrigação natural: elementos para uma possível teoria. São
Paulo: Leud, 1996.
DANTAS, Francisco C. San Tiago. Clássicos da literatura jurídica. Programa de Direito
Civil. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Rio – Sociedade Cultural, 1979.
DIAS, José de Aguiar. Da responsabilidade civil. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Forense, 1995.
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Responsabilidade civil. Vol. 2. São
Paulo: Saraiva, 2002.
ELESBÃO, Elsita Collor. Princípios informativos das obrigações contratuais civis. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 71
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MACIEL, Protásio Borges. Efeitos das Obrigações. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
1993.
PODESTA, Fábio Henrique. Direito das Obrigações - Teoria Geral e Responsabilidade
Civil. São Paulo: Atlas, 2003.
PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcante. Tratado de Direito Privado. Tomos XXII,
XXIII e XXIV. Rio de Janeiro: Borsoi, 1958.
SARAIVA, Vicente de Paulo. Modalidades das Obrigações. Brasília: Brasília Jurídica, 2003.
VARELA, João de Matos Antunes. Direito das Obrigações. Rio de Janeiro: Forense.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. 3. Contratos em Espécie e Responsabilidade
Civil. Vol. 3. São Paulo: Atlas, 2001.
WALD, Arnoldo. Obrigações e contratos .São Paulo: Revista dos Tribunais, ed. atualizada.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Penal III


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 22 V 04 80 horas

Ementa:
Teoria Geral dos Delitos em Espécie. Homicídio simples. Homicídio culposo. Delitos de Trânsito.
Homicídio preterdoloso. Genocídio. Induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio. Infanticídio.
Aborto Preterintencional ou Preterdoloso. Lesão Corporal. Periclitação da Vida e da Saúde. Rixa.
Crimes contra a honra. Crimes contra a liberdade individual. Crimes contra o patrimônio. Usura.
Crimes contra a propriedade imaterial. Crimes contra a organização do trabalho. Crimes contra o
sentimento religioso e contra o respeito aos mortos.

Bibliografia Básica

CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Especial. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Especial. Vols. 1 e 2. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Vol. 2. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. Parte Especial. Vol. 2 e 3. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Especial. Vol. 2. São Paulo: Atlas, 2002.

Bibliografia Complementar

ARANHA, Adalberto José. Crimes contra a honra. São Paulo: Saraiva, 1996.
BELO, Warley Rodrigues. Aborto. Belo Horizonte: Del Rey, 1999.
BELTRÃO, Jorge. Rixa. Campinas: Julex, 2001.
CAPEZ, Fernando. Aspectos Criminais do Código de Trânsito Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 1999.
CARVALHO, Luiz Penteado de. Furto, Roubo e latrocínio. Curitiba: Juruá, 2003.
COSTA JUNIOR, Paulo José da. Comentários ao Código Penal. São Paulo: Editora Saraiva, 2002.
___________. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Saraiva, 2000.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição Atualizada.
FERREIRA, Amadeu. Homicídio privilegiado. Coimbra: Almedina, 1996.
GASPARIAN, Fernando. A luta contra a usura. Rio de Janeiro: Graal, 2001.
GUNTHER, Jakobs. Teoria da Pena e Suicídio e Homicídio a Pedido.São Paulo: Manole, 2003.
MAGGIO, Vicente P. Rodrigues. Infanticídio. Bauru: Edipro, 2001.
MARRONE, Jose Marcos. Delitos de Trânsito. São Paulo: Atlas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 72
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MIRANDA JÚNIOR, Darcy Arruda. Crimes Contra a Honra Jurisprudência 2 Vols. São Paulo:
Jurídica Brasileira.
PLANTULLO, Vicente Lentini. Estelionato Eletrônico - Segurança na Internet. Curitiba: Juruá, 2003.
SALLES JÚNIOR, Romeu de Almeida. Apropriação Indébita e Estelionato.São Paulo: Saraiva,
1997.
SERRA, Teresa. Homicídio qualificado: tipo de culpa e medida da pena. Coimbra: Almedina, 1995.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Administrativo II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 23 V 04 80 horas

Ementa:
Organização administrativa brasileira. Ser viços públicos. Controle da administração. Servidores
públicos. Domínio público. Intervenção na propriedade. Responsabilidade extracontratual do
Estado.

Bibliografia Básica

BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. São Paulo, Malheiros,
2002.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo, Atlas, 2002.
FIGUEIREDO, Lúcia Valle. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros, 2003.
MEDAUAR, Odete. Direito administrativo moderno. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2003.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo, Malheiros, 2004

Bibliografia Complementar

AZEVEDO, Eurico de Andrade. Concessão de Serviços Públicos. São Paulo: Malheiros.


CRETELLA JÚNIOR, José. Tratado de Direito Administrativo - Teoria do Ato
Administrativo - Vol. 2. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
DALLARI, Adilson de Abreu e FERRAZ, Sérgio. Processo Administrativo. São Paulo:
Malheiros, 2003.
DALLARI, Adilson de Abreu. O que é funcionário público. São Paulo: Brasiliense.
D’ANDREA, Ferreira. O controle da administração pública pelo judiciário. Rio de Janeiro:
Renovar, 1998.
FERRACINI, Luiz Alberto. Improbidade administrativa. Campinas: Aga Júris, 2001.
FIGUEIREDO, Lúcia Valle. Devido Processo Legal na Administração Pública. São Paulo:
Max Limonad, 2001.
MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Ação Popular. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
MARTINS JÚNIOR, Wallace Paiva. Controle da Administração Pública pelo Ministério
Público: Ministério Público Defensor do Povo. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002.
MUKAI, Toshio. Concessões, Permissões e Privatizações de Serviços Públicos. São Paulo:
Saraiva, 2002.
OLIVEIRA, José Carlos de. Concessões e permissões de serviços públicos. Bauru: Edipro.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 73
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PEREIRA JÚNIOR, Jessé Torres. Da reforma administrativa constitucional. Rio de Janeiro:


Renovar.
Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações
Públicas. São Paulo: Saraiva, 2002.
SUNDFELD, Carlos Ari; MUÑOZ, Guillermo Andrés (Coord.) As leis de processo
administrativo. São Paulo: Malheiros, 2000.
VASCONCELOS, Edson Aguiar. Controle administrativo e parlamentar. Rio de Janeiro:
Lúmen Júris, 2000.
VENDRAMEL, Aparecida. Responsabilidade extracontratual do estado. Mogi das Cruzes:
Themis.
VIEIRA, Jair Lot. Regime Jurídico do Servidores Públicos Civis da União. Bauru: Edipro,
2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Empresarial II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 24 V 04 80 horas

EMENTA
Origem e evolução histórica do Direito Comercial/Empresarial. Características da atividade
empresarial. Adoção da Teoria da Empresa e alterações decorrentes. Conceito de empresário,
empresa e estabelecimento. Registro de empresa e suas propriedades. A personalidade jurídica
das sociedades empresárias. Classificação das sociedades. Direito de Empresa e sua disciplina no
Código Civil e leis esparsas.
Fundamentos constitucionais de Direito Cambial. Crédito: histórico, conceito, sistema financeiro
nacional. Teoria geral dos títulos de créditos. Classificação dos títulos de crédito. Legislação
cambiária. Requisitos dos títulos de créditos. Letra de câmbio. Cheque. Nota Promissória.
Duplicata. Títulos de crédito eletrônicos. Outros títulos de crédito.
Falência. Histórico e características (execução singular e execução coletiva). Roteiro do pedido de
falência. Desenvolvimento do processo de falência: Administração da massa falida, Arrecadação,
Pedido de restituição. Declaração, verificação e classificação dos créditos. Procedimentos
especiais de falência. Concordata em geral. Concordata preventiva e suspensiva. Crimes
falimentares.

Bibliografia Básica

BULGARELLI, Waldírio. Tratado de Direito Empresarial. São Paulo: Atlas, 2000.


__________. O novo Direito Empresarial. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
ALMEIDA, Amador Paes de. Curso de falência e concordata. São Paulo: Saraiva, 2002.
CAMPINHO, Amaury. Manual de Falência e Concordata. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2002.
CAMPINHO, Amaury. Manual dos títulos de cré[Link] de Janeiro: Lúmen Juirs, 2003.
COELHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003
COELHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2003
COELHO, Fabio Ulhoa. Manual de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva, 2003;
MAMEDE, Gladston. Título de crédito. São Paulo: Atlas, 2003.
OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Direito Empresarial à luz do novo Código Civil. Campinas: LZN,
2003.
OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Direito Empresarial à luz do novo Código Civil. Campinas: LZN,
2003.
PACHECO, José da Silva. Processo de falência e concordata: comentários à Lei de falências. Rio
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 74
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

de Janeiro: Forense, 2001.


REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito [Link]. 1 e 2. São Paulo: Saraiva, ed. atualizada.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das Sociedades Comerciais. São Paulo: Saraiva, 2002.
ARNOLDI, Paulo Roberto Colombo. Teoria geral de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva.
BASTOS, Eduardo Lessa. Desconsideração da personalidade jurídica. Rio de Janeiro: Lúmen Júris,
2003.
BORBA, José Edwaldo Tavares. Direito societário. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
BRAGA, Raul Nunes. Comerciante ou empresário. São Paulo: Adcoas/Esplanada.
BULGARELLI, Waldírio. A reforma da lei das sociedades por ações. São Paulo: Thomson Pioneira.
CARVALHOSA, Modesto de. Comentários à lei de sociedades anônimas. São Paulo: Saraiva,
2003.
COELHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. Vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003
Código Comercial. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003..
FABRETTI, Láudio Camargo. Direito de empresa no novo Código Civil. São Paulo: Atlas, 2003.
FRANCO, Vera Helena de Mello. Lições de Direito Comercial. São Paulo: Maltense, 2001.
GIUSTI, Miriam Petri Lima de Jesus. Sumário de Direito Comercial. São Paulo: Rideel, 2003.
LUCENA. José Waldecy. Das sociedades limitadas. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
SILVA, Bruno Mattos e. Curso elementar de Direito Comercial. Parte Geral. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2001.
SZTAJN, Rachel. Teoria jurídica da empresa. São Paulo: Atlas, 2004.
ABRÃO, Carlos Henrique. Contra-ordem e oposição no cheque. São Paulo: Leud,2002.
AGUIAR, Andréia G. da Silva e AUGUSTO, Valter Roberto. Títulos de Crédito – Cheque, Nota
promissória e Duplicata. São Paulo: Desafio Cultural, 2001.
ALEM, José Antônio. Letra de Câmbio – Legislação e jurisprudência. São Paulo: Leud.
ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e Prática dos Títulos de Crédito. São Paulo: Saraiva, 2004.
ASCARELLI, Tullio. Teoria Geral dos Títulos de Crédito. Campinas: Mizuno, 2003.
BOITEUX, Fernando Netto. Títulos de Crédito (em Conformidade com o Novo Código Civil). São
Paulo: Dialética, 2002.
DAROLD, Erminio Amarildo. Protesto Cambial Duplicatas X Boletos. Curitiba: Juruá.
GAMA, Ricardo Rodrigues. Letra de Câmbio e Nota Promissória. São Paulo: Led.
GONZAGA, Vair. Do cheque.São Paulo: RCN,2003.
LEGISLAÇÃO DOS TÍTULOS DE CRÉDITO. São Paulo: LTR, 2000.
MARTINS,Frans. Títulos de Crédito, Vols. I e II. Rio de Janeiro: Forense.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Tomos XXXII a XXXVII. Campinas: Bookseller,
2000.
SANT'ANNA, Rubens. Título de crédito: doutrina e jurisprudência. Porto Alegre: Livraria do
Advogado.
ABRÃO, Carlos Henrique. Pedido de Restituição na Concordata e na Falência. São Paulo: Leud,
1991.
ABRÃO, Nelson. A Continuação do Negócio na Falência. São Paulo: Leud, 1998.
______. O síndico na falência. São Paulo: Leud.
______. Os credores na falência. São Paulo: Leud, 1998.
BARRETO JÚNIOR, Caio Graccho. Tutela cautelar nas falências e concordatas. São Paulo:
Saraiva, 1995.
BEZERRA FILHO, Manuel Justino. Lei de falências comentada. São Paulo: revista dos Tribunais,
2003.
BULGARELLI, Waldírio. Questões atuais de Direito Empresarial.São Paulo: Malheiros, ed.
atualizada.
CALEFFI, Antonio Marcelo. O Pagamento dos Credores na Falência: A (in)violabilidade do Princípio
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 75
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Constitucional da Igualdade. Rio de Janeiro: Lúmen Juirs, 2003.


MIGLIARI Júnior, Arthur. Crimes falimentares. São Paulo: Lex, 2002.
OLIVEIRA, Juarez. Lei de falências. São Paulo: Saraiva, 2000.
PAULO, José Ysnalso Alves. Os prazos na lei de falência. Rio de Janeiro: Forense, 1991.
SANTOS, J. A. Penalva. Obrigações e Contratos na Falência. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
SANTOS, Ulderico Pires dos. Concordata. São Paulo: Paumape, 2001.
VALLE, Anco Márcio. O encerramento da falência. São Paulo: Idéia Jurídica, 2000.
VALVERDE,Trajano. Comentários à Lei de Falências. Vol. 1 e 2. São Paulo: Revista Forense.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Teoria Geral do Processo


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 25 V 04 80 horas

Ementa:
Propedêutica processual. Visão Científica do Direito Processual. Trilogia estrutural do Direito
Processual. Hermenêutica processual. Jurisdição. Competência. Ação. Sujeitos processuais.
Princípios fundamentais do processo e do procedimento. Teoria geral das provas, dos recursos, da
coisa julgada e da execução.

Bibliografia Básica

ALVIM, José Eduardo Carreira. Teoria Geral do Processo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
DINAMARCO, Cândido Rangel, CINTRA, Antonio Carlos Araújo e GRINOVER, Ada
[Link] Geral do Processo. 18ª ed. São Paulo: Malheiros, 2002.
FERNANDES, Sergio R de Arruda. Questões Importantes do Processo Civil - Teoria Geral do
Processo. Rio de Janeiro: Roma Victor.
GOLDSCHIMIDT, James. Teoria Geral do Processo. Campinas: Minelli, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. 20ª ed. São Paulo: Saraiva,
2001.

Bibliografia Complementar

BAPTISTA, Sônia Márcia Hase de Almeida. Direito Processual Civil. São Paulo: Saraiva, 1997.
BEDAQUE, José R. dos Santos. Direito e Processo: : influência do direito material sobre o
processo. São Paulo: Malheiros, 2003.
CANABARRO, Américo. Estrutura e dinâmica do processo judiciário. Rio de Janeiro: Renovar.
CAPELLETTI, Mauro & GARTH, Bryant. Acesso à justiça. Porto Alegre: Fabris, 2002.
CARNELUTTI, Francesco. Sistema de direito processual civil. São Paulo: Classic Book, 2000.
____________. Como se faz um processo. Campinas: Minelli, 2002.
COUTURE, Eduardo J. Interpretação das leis processuais. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
DINAMARCO, Cândido Rangel. A instrumentalidade do processo. São Paulo: Malheiros, 2003.
___________. Nova era do processo civil. São Paulo: Malheiros, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 1. São Paulo: Campinas:
Bookseller, 2001.
MAZZILLI, Hugo Nigro. O Acesso à Justiça e o Ministério Público. São Paulo: Saraiva, 2001.
NALINI, Jose Renato. O Juiz e o Acesso a Justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
NERY JÚNIOR, Nelson. Princípios do processo civil na Constituição Federal. São Paulo: Revista
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 76
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

dos Tribunais, 2000.


PORTANOVA, Rui. Motivações ideológicas da sentença. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
___________. Princípios do Processo Civil. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
RIBEIRO, Paulo de Tarso Ramos. Direito e Processo : Razão Burocrática e Acesso à Justiça. São
Paulo: Max Limonad, 2002.
SILVA, Ovídio Araújo Baptista da. Curso de Processo Civil. Vol.1. 5ª ed. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2002.
_________. Jurisdição e execução na tradição romano canônica. São Paulo: Revistas dos
Tribunais, 1997.
SOUZA, Gelson Amaro. Processo e jurisprudência no estudo do Direito. Rio de Janeiro: Forense,
1989.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Processo Penal. Vol. 1. 24ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil IV ( Contratos )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 26 VI 04 80 horas

Ementa:
Princípios informativos dos contratos. Liberdade de contratar. Estrutura contratual – requisitos de
validade (partes – objeto – forma). Cláusulas obrigatórias. Extinção dos contratos
(resolução/Rescisão). Distrato. O estudo dos contratos civis em espécie.

Bibliografia Básica

DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Teoria das obrigações contratuais e
extracontratuais. São Paulo: Saraiva, 2003. Vol. III.
GOMES, Orlando. Direito Civil. Contratos. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 3.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Vol.3. São Paulo: Saraiva,2003.
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Tomos: II e III. São Paulo: Atlas, 2003.

Bibliografia Complementar

AGUIAR JÚNIOR, R. R. Extinção dos Contratos por descumprimento do Devedor: Resolução. Rio
de Janeiro: Aide, 2003.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria Geral do Direito Civil. São Paulo: Red Livros, 2001.
BITTAR, Carlos Alberto. Contratos Civis. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
COSTA, Mário Júlio Almeida & CORDEIRO, Menezes. Cláusulas contratuais gerais. Coimbra:
Almedina, 1999.
COVELLO, Sérgio Carlos. A obrigação natural: elementos para uma possível teoria. São Paulo:
Leud, 1996.
FONSECA, João Bosco Leopoldino da. Cláusulas abusivas nos contratos. Rio de Janeiro: Forense,
2002.
GOMES, Luiz Roldão de Freitas. Contrato. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito [Link]. 5. Saraiva. São Paulo. 2003.
MIRANDA, Custódio Piedade Ubaldino. Contrato de adesão. São Paulo: Atlas, 2002.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Campinas: Bookseller, 2000. Tomo XXXI
OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de seguro – interpretação doutrinária e jurisprudencial.
Campinas: LZN, 2002.
PAIVA, Alfredo de Almeida. Aspectos do Contrato de Empreitada. Rio de Janeiro, Forense, 1997.
RODRIGUES JÚNIOR, Otávio Luiz. Revisão judicial dos contratos. São Paulo: Atlas, 2002.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 77
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

ROMANELLO Neto, Jerônimo. Contrato Preliminar - Efeitos Jurídicos. São Paulo: Jurídica
Brasileira.
ROPPO, Enzo. O contrato. Coimbra: Almedina, 1988.
Salles, Marcos Paulo de Almeida. O contrato futuro. São Paulo: Cultura, 2001.
SERPA LOPES, Miguel Maria. Curso de Direito Civil – Vol. 4 – Contratos. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos, 2000.
SILVA, Jorge Cesar Ferreira da. A boa-fé e a violação positiva do contrato. Rio de Janeiro:
Renovar, 2002.
VAZ, Teresa Anselmo. Alguns aspectos do contrato de compra e venda a prazo. Coimbra:
Almedina.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Penal IV


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 27 VI 04 80 horas

Ementa:
Crimes contra os costumes. Crimes contra a família. Crimes contra a incolumidade pública. Crimes
contra a Paz Pública: Lei 9.034, de 3/5/95. Crimes contra a Fé Pú[Link] contra a
Administração Pública. Contravenções penais. Lei de Introdução ao Código Penal e à Lei de
Contravenções Penais. Abuso de autoridade. Crimes eleitorais e políticos. Noções de Direito penal
Militar. Crimes contra a ordem econômica e o sistema financeiro. Crimes contra a ordem tributária.

Bibliografia Básica
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Especial. Vols. 3 e 4. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2003.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Vol. 2 e 3. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. Parte Especial. Vol. 3 e 4. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Especial. Vol. 3. São Paulo: Atlas, 2002.

Bibliografia Complementar
CAPEZ, Fernando. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Saraiva, 2000.
CRETELLA JÚNIOR, José. Repressão às infrações contra a ordem econômica. Rio de Janeiro:
Forense, 2001.
CRUZ, Sônia Guerra. Falsificação de Remédios e Poder de Polícia. Rio de Janeiro: América
Jurídica, 2001.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição Atualizada.
FAZZIO Junior, Waldo. Corrupção no Poder Público - Peculato, Concussão, Corrupção Passiva e
Prevaricação. São Paulo: Atlas, 2002.
FERREIRA, Roberto dos Santos. Crimes Contra a Ordem Tributária. São Paulo: Malheiros, 2002.
FORTES, Heráclito. Assédio Sexual e Crimes contra os costumes. São Paulo: LTR, 2002.
GOMES, Suzana de Camargo. Crimes eleitorais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
GONÇALVES, Victor Eduardo Rios. Crimes contra a Administração Pública. São Paulo: Paloma,
2004.
__________. Contravenções Penais. São Paulo: Paloma, 2004.
FREITAS, Gilberto Passos de. Abuso de Autoridade. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
JESUS, Damásio Evangelista de. Assédio Sexual. São Paulo: Saraiva, 2002.
LIMA, Sebastião de Oliveira e LIMA, Carlos Augusto Tosta de. Crimes Contra o Sistema Financeiro
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 78
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Nacional. São Paulo: Atlas, 2003.


MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
NORONHA, Edgard Magalhães. Direito Penal- Vol 3 e 4. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
OLIVEIRA, Juarez Cordeiro de. Dos crimes contra os costumes. São Paulo: Efeta Editora, 2001.
PIMENTEL, Sílvia. Estupro: crime ou cortesia? Abordagem sociojurídica. Porto Alegre: Fabris,
1998.
SANTOS, Paulo Fernando dos. Crimes de Abuso de Autoridade - Aspectos Jurídicos da Lei Nº
4.898/65. São Paulo: Leud, 2003.
SARAIVA, Alexandre José de Barros Leal. Crimes contra a Administração Militar. Belo Horizonte:
Del Rey, 2000.
VIEIRA, Jair Lot. Crimes contra a economia popular. Bauru: Edipro.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Processual Penal I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 28 VI 04 80 horas

Ementa:
Processo Penal: Princípios. Sistemas: Conceito. Sistema Inquisitivo. Sistema Acusatório.
Interpretação e Aplicação da Lei Processual Penal. Inquérito Policial. Ação Penal. Jurisdição e
Competência. Exceção de Incompetência. Conflito de Competência. Processo e pressupostos
processuais. Medidas Cautelares pessoais. Teoria geral das Provas.

Bibliografia Básica

CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2003.


GRECO FILHO, Vicente. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2001.
JARDIM, Afrânio Silva. Direito processual penal. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Processo Penal. São Paulo: Atlas, 2003.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2003.

Bibliografia Complementar

AQUINO, Jose Carlos G. Xavier. A Prova Testemunhal no Processo Penal Brasileiro. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2002.
BEMFICA, Francisco Vani. Da lei Pena, da pena e sua aplicação, da execução. Rio de janeiro:
Forense.
CARNEIRO, Athos Gusmão. Jurisdição e competência. São Paulo: Saraiva, 2004.
COSTA, Paula Bajer F. Martins. Ação Penal condenatória. São Paulo: Saraiva, 2001.
FERNANDES, Antônio Scarance. Processo penal constitucional. São Paulo: RT, 2002.
FERRARI, Eduardo Reale. Prescrição da ação penal. São Paulo: Saraiva.
GAZOTO, Luís Wanderley. O Princípio da Não-obrigatoriedade da Ação Penal Pública. São Paulo,
Manole, 2003.
JARDIM, Afrânio Silva. Ação penal pública – princípio da obrigatoriedade. Rio de Janeiro: Forense,
2001.
LIMA, Marcellus Polastri. A prova penal. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2002.
MADEIRA, Ronaldo Tanus. Da prova e do processo penal. Rio de Janeiro: Lúmen júris, 2003.
MARTINS, Nilo César. Ação penal: retrospectiva e perspectiva. Rio de Janeiro:Lúmen Júris, 2001.
MEDEIROS, Flavio Meirelles. Da ação penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Código de Processo Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MOSSIN, Heráclito Antônio. Curso de Processo Penal. Vol. 1 e 2. São Paulo: Atlas, 2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 79
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

NUCCI, Guilherme de Souza. O Valor da Confissão como meio prova no Processo Penal. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 1997.
PRADO, Geraldo. Sistema acusatório. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2000.
QUEIROZ, Carlos Alberto Marchi. Prática do Inquérito policial. Campinas: Iglu, 2000.
SILVA, Jose Geraldo da. O inquérito policial e polícia judiciária. Campinas: Millenium, 2002.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Prática de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2003.
_____________. Processo Penal. Vol. 1e 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
VARGAS, José Cirilo. Direitos e garantias individuais no processo penal. Rio de Janeiro: Forense,
2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito do Trabalho I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 29 VI 04 80 horas

Ementa:
Introdução. Conceito de trabalho. Evolução do ordenamento jurídico. Conceito de Direito do
Trabalho. Natureza. Fontes. Princípios. Relação de emprego. Empregado e empregador. Contrato
de trabalho. Remuneração. FGTS.

Bibliografia Básica

CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo : Saraiva, 2004.
MAGANO, Octavio Bueno. Primeiras lições de Direito do Trabalho. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2004.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho.. São Paulo: Saraiva, 2004.
SUSSEKIND, Arnaldo et alli. Instituições de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003.

Bibliografia Complementar

ANDRADE, Vasco de. Atos Unilaterais no Contrato de Trabalho. São Paulo: Ltr, 1996. .
BELTRAN, Ari Possidônio. Dilemas do trabalho e do emprego na atualidade. São Paulo:
LTr., 2001.
FURTADO, Emmanuel Teófilo. Alteração do Contrato de Trabalho. São Paulo: Ltr, 1994.
GOTTSCHALK, Egon Felix. Norma Pública e Privada no Direito do Trabalho. São Paulo:
Ltr, 1995. .
GUEDES, José Antônio Cugula. Manual prático de direito do trabalho: direito individual do
trabalho. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
MARTINS, Sérgio Pinto. Contrato de Trabalho de Prazo Determinado e Banco de Horas.
São Paulo: Atlas, 2004.
__________. Comentários À CLT. São Paulo: Atlas, 2003.
__________. A Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2003.
MORAES FILHO, Evaristo de. Introdução ao direito do trabalho. São Paulo: LTr., 2003.
__________. Do Contrato de Trabalho como elemento empresa. São Paulo: LTR.
NASCIMENTO, Sônia Aparecida C. Flexibilização do Horário do Trabalho. São Paulo: Ltr,
2002 .
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 80
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PINTO, José Augusto Rodrigues. Curso de direito individual do trabalho. São Paulo: LTr.,
2003.
PRUNES, José Luiz Ferreira. Consolidação das Leis do Trabalho Anotada. Curitiba: Juruá.
_________. Contrato de Trabalho com Cláusula de Experiência. São Paulo: LTR, 2001.
RAMOS, Alexandre. Contrato temporário de trabalho: combate ao desemprego ou redução
do custo da força de trabalho? São Paulo: LTr, 1999.
SAAD, Eduardo Gabriel. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2000.
RODRIGUEZ, Américo Plá. Princípios do direito do trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
__________. Estudo sobre as fontes do Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 1998.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo Civil I ( Conhecimento )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 30 VI 04 80 horas

Ementa:
Principiologia do processo civil. Estudo pragmático do processo de conhecimento. Procedimento
sumário e ordinário. Teoria Geral da Prova. Provas em espécie.

Bibliografia Básica

GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.1. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas: Millenium, 2003.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Novo Processo Civil Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 1 e 2. 22ª ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 1. 38ª ed. Rio de Janeiro:
Forense,2002.

Bibliografia Complementar

AMORIM, Orlando Ferreira. Contestação na prática.


ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 1. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
ARAGÃO, Egas D. M. de. Comentários ao Código de Processo Civil. 9ª ed. Rio de Janeiro:
Forense, 1998.
BARBI, Celso Agrícola. Comentários ao Código de Processo Civil. 10. ed., Rio de Janeiro: Forense,
2002, vol.I.
BEDAQUE, José Roberto dos Santos. Direito e processo: influência do direito material sobre o
processo. São Paulo: Malheiros, 2003.
CARNEIRO, Athos Gusmão. Intervenção de terceiros. 9. ed., São Paulo: Saraiva, 2003.
_________. Audiência de Instrução e Julgamento e Audiências Preliminares. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
_______.Jurisdição e competência. São Paulo: Saraiva, 2004.
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL.
CRUZ E TUCCI, José Rogério. Tempo e processo. São Paulo: RT, 1998.
DINARMARCO, Cândido Rangel. Intervenção de terceiros. São Paulo:Malheiros, 2002.
_______.Litisconsórcio. 4. ed., São Paulo: Magalhães, 2002
FREIRE, Rodrigo da Cunha Lima. Condições da ação., São Paulo: RT, 2001.
GUIMARÃES, Acelino Pedro. Da formação da suspensão e da extinção do processo. São Paulo:
Lex.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 81
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

GRINOVER, Ada Pellegrini. O processo em evolução. Rio de Janeiro: Forense Universitária.


JORGE, Flávio Cheim. Chamamento ao processo. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Interesses difusos: conceito e legitimação para agir. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2000.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.1. Campinas:
Bookseller, 2001.
NEVES, Celso. Estrutura fundamental do processo civil. Tutela jurídica processual, ação, processo
e procedimento. Rio de Janeiro: Forense, 1997.
PEREIRA, Ézio Luiz. Da petição inicial. Campinas: CL Edijur, 2003.
OLIVEIRA, Carlos Alberto Álvaro de. Do formalismo no processo civil. São Paulo: Saraiva, 2003.
_____. (org.). Elementos para uma nova Teoria Geral do Processo. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 1997. .
PRATA, Edson. Petição inicial e seus requisitos. Rio de Janeiro: Liber Juris, 2001.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras linhas de direito processual civil, vols. I e II. São Paulo:
Saraiva, 2004.
SILVA, Ovídio A. Batista. Curso de Processo Civil. Vol.1. 5ª ed. São Paulo: Revista dos Tribnais,
2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 82
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil V ( Coisas )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 31 VII 04 80 horas

Ementa:
Estudo do Direito das Coisas. Distinção entre direitos reais e direitos pessoais. Características.
Natureza jurídica dos diversos institutos. Posse: aquisição, efeitos, extinção. Teorias. Propriedade:
aquisição, extinção, limitações. Direito de vizinhança. Condomínio. Direitos reais sobre coisa alheia:
definição, de garantia, de aquisição.

Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito das Coisas. São Paulo: Saraiva, 2004.
Vol. IV.
GOMES, Orlando. Direitos reais. Rio de Janeiro: Forense, 2004.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 4.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito das Coisas. São Paulo: Saraiva,2003. vol. V
ROSENVALD, Nelson. Direitos Reais. Rio Janeiro: Ímpetos, 2002.
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direitos Reais. Tomo V. São Paulo: Atlas, 2004.

Bibliografia Complementar
AMORIM, Edgar Carlos. A Enfiteuse à luz do novo Código Civil. São Paulo: ABC-Editora, 2002.
AQUINO, Álvaro A. Sagulo B. de. A posse e seus efeitos. São Paulo: Atlas.
BITTAR, Carlos Alberto. Direitos Reais. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.
CUTAIT NETO, Michel. Direitos de Vizinhança. Campinas: LED.
ESPÍNOLA, Eduardo. Posse, Propriedade, Compropriedade ou Condomínio, Direitos Autorais.
Campinas: Bookseller, 2002.
FRADERA, Vera Maria Jacob(org). O direito privado na visão de Clóvis do Couto e Silva. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 1997.
GONÇALVES, Marcus Vinícius R. Dos Vícios da Posse. São Paulo: Juarez de Oliveira,2003.
GOZAGA, Vair. Da servidão – Legislação e Jurisprudência. Campinas: LED.
IHERING, Rudolfo Von. Teoria Simplificada da Posse. Porto Alegre: Líder, 2002.
LOPES, João Batista. Condomínio. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
LORENZETTI, Ricardo . Fundamentos do direito privado. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998.
MARQUES, Nilson. Elemento social da posse. São Paulo: Leud, 1983.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Direito das [Link].3. Saraiva. São
Paulo. 2003.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Tomos XVII a XIX. Campinas: Bookseller, 2002.
MUCILLO, Jorge A. M. Propriedade imóvel e direitos reais. Porto Alegre: Livraria do Advogado.
NASCIMENTO, Tupinamba Miguel C. Posse e Propriedade. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 83
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

____________. Penhor e anticrese. Rio de Janeiro: Aide.


____________. Hipoteca. Rio de Janeiro: Aide.
____________. Direito real de servidão. Rio de Janeiro: Aide.
____________. Usufruto. Rio de Janeiro: Aide.
PEREIRA, Carlos Alberto de Campos Mendes. A disputa da posse. São Paulo: LTR, 2000.
PONTES, Tito Lívio. Da Posse: Prática, Doutrina, Jurisprudência e Legislação. São Paulo: Lex,
2002.
RIZZARDO, Arnaldo. Direito das Coisas. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
SANTA MARIA, José Serpa de. Curso de Direito Civil. Direitos Reais. Vol. 7. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos, 1998.
SERPA LOPES, Miguel Maria. Curso de Direito Civil – Vol. 5. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2001.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Posse e Usucapião – Direitos reais I. Rio de Janeiro: Aide, 1994.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Processual Penal II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 32 VII 04 80 horas

Ementa:
Processo e Procedimento. Juizados Especiais Criminais. Procedimento do Júri. O júri e o
direito comparado. Incidentes processuais. Sentença: Emendatio e Mutatio libelli. Recursos
próprios do Processo Penal. Processo Penal e ações autônomas: Habeas Corpus, Revisão
criminal, Correição Parcial e Mandado de segurança Criminal.

Bibliografia Básica

CAPEZ, Fernando. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2003.


GRECO FILHO, Vicente. Curso de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2001.
JARDIM, Afrânio Silva. Direito processual penal. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Processo Penal. São Paulo: Atlas, 2003.
__________. Juizados Especiais Criminais - Comentários, Jurisprudência Legislação. São
Paulo: Atlas, 2003.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Manual de Processo Penal. São Paulo: Saraiva,
2003.

Bibliografia Complementar

GIACOMOLLI, Nereu José. Juizados especiais criminais. Porto Alegre: Livraria dos
Advogados, 2002.
GOMES FILHO, Antônio Magalhães. A motivação das decisões penais. São Paulo: RT,
2001.
____________. Juizados Especiais Criminais - Comentários à Lei 9099. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
GRINOVER, Ada; FERNANDES; Antônio Scarance; GOMES FILHO, Antônio Magalhães.
As nulidades no processo penal. São Paulo: RT, 2001.
______. Recursos no processo penal. São Paulo: RT, 2001.
MARREY, Adriano. Teoria e Prática do Júri. São Paulo: RT, 2000.
MEDICI, Sergio de Oliveira. Revisão criminal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Código de Processo Penal Interpretado. São Paulo: Atlas,
2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 84
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MOSSIN, Heraclito Antonio. Revisão criminal no Direito Brasileiro. São Paulo: Atlas.
PACHECO, Jose Ernani de Carvalho. Hábeas Corpus. Curitiba: Juruá, 2002.
MOSSIN, Heráclito Antônio. Curso de Processo Penal. Vol. 3 e 4. São Paulo: Atlas, 2001.
STRECK, Lênio. Tribunal do júri: símbolos e rituais. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
2001.

TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Prática de Processo Penal. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____________. Processo Penal. Vol. 3 e 4. São Paulo: Saraiva, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Agrário


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 33 VIII 04 80 horas

EMENTA
Ecologia e Meio Ambiente. A Crise Ambiental. O Movimento Ecológico. Ecodesenvolvimento
e Desenvolvimento Sustentável. Biodiversidade.. Direito Ambiental. Conceito. Fontes.
Princípios.. O Direito, os Recursos Ambientais e o Desenvolvimento. Direito Ambiental
Brasileiro. Direito Ambiental Comparado. A Tutela Administrativa e Judicial do Meio
Ambiente. Desenvolvimento da função social da propriedade, imóveis, terras publicas e
particulares, desapropriação, contratos, crédito rural, colonização, tributação da terra.

Bibliografia Básica

BORGES, Paulo Torminn. Institutos Básicos de Direito Agrário. 11 ed. São Paulo:
Saraiva, 1998.
FERREIRA, Pinto. Curso de Direito Agrário. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Direito Ambiental Brasileiro. 3 ed. São Paulo: Saraiva,
2002.
HARADA, Kiyoshi. Desapropriação: doutrina e prática. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SIRVINSKAS, Luis Paulo. Manual de Direito Ambiental. 2 ed. São Paulo, Saraiva, 2003.
MASCARENHAS, Alessandra Rapassi. Proteção Penal do Meio Ambiente: fundamentos.
São Paulo: Saraiva, 2000.

Bibliografia Complementar

Direito e Legislação Urbanística no Brasil. São Paulo: Saraiva, 1988.


GASPARINI, D. Município e Parcelamento do Sol. São Paulo: Saraiva, 1988.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (IBAMA). Legislação sobre a fauna. Brasília: IBAMA, 1989.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (IBAMA). Programa nossa natureza: leis e decretos. Brasília: IBAMA,
1989.
LEME MACHADO, P.A. Direito Ambiental Brasileiro. [Link]., São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1991
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 85
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo Civil II ( Execução )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 34 VII 04 80 horas

Ementa:
Processo de execução. Execução provisória e execução definitiva. Responsabilidade patrimonial.
Espécies de execução. Liquidação de sentença. Embargos do devedor. Da insolvência civil.
Remição. Suspensão e extinção do processo de execução. Ação monitória.

Bibliografia Básica

ASSIS, Araken. Manual do processo de execução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.2. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas: Millenium, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva,
2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 2. Rio de Janeiro:
Forense,2003.

Bibliografia Complementar

ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
ASSIS, Araken. Cumulação de ações. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
ARAGÃO, Egas D. M. de. Comentários ao Código de Processo Civil. Vol. 3 e 4. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
BARBI, Celso Agrícola. Comentários ao Código de Processo Civil. 10. ed., Rio de Janeiro: Forense,
2002, vol.I.
CAHALI, Yussef Said. Dos alimentos. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
DINAMARCO, Cândido Rangel. Execução Civil. São Paulo: Malheiros, 2001.
__________. Capítulos de sentença. São Paulo: Malheiros, 2002.
GUIMARÃES, Carlos e Orlando Fida. Teoria e prática do processo de execução. Campinas: Edipro,
2001.
GRECO FILHO, Vicente. Direito processual brasileiro. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2003.
OLIVEIRA NETO, Olavo de. Liquidação de sentença. São Paulo: Oliveira Mendes.
OZÈIAS, Santos J. Embargos do devedor – Teoria e jurisprudência. Campinas: Julex.
PACHECO, José Ernani de Carvalho. Jurisprudência brasileira 76 – Insolvência Civil. Curitiba:
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 86
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Juruá.
RODRIGUES, Júlio César Souza. Medidas acautelatórias no processo de execução. São Paulo:
Saraiva, 2002.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Ação Monitória. Belo Horizonte: Del Rey, 2000.
________. Novíssimos perfis do processo civil brasileiro. Belo Horizonte: Del Rey.
SANTOS, Ulderico Pires dos. Ação cominatória e outras peculiares. São Paulo: Paumape, 2001.
SOARES, Marcos Zenóbia. Exceção de pré-executividade. Campinas: CL Edijur, 2001.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Insolvência Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
__________. Execução de sentença e a garantia do devido processo legal. Rio de Janeiro: Aide.
___________. A Insolvência civil. Rio de Janeiro: Forense,2003.
WAMBIER, Teresa Arruda Alvim. Os agravos no CPC Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2000.
_________. Processo de execução e assuntos afins. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito do Trabalho II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 35 VII 04 80 horas

Ementa:
Extinção do Contrato de trabalho e estabilidade. Noções de direito coletivo do trabalho. Duração do
trabalho. Repouso do trabalhador. Segurança e medicina do trabalho. Regimes especiais de
trabalho. Flexibilização. Prescrição.

Bibliografia Básica

CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo : Saraiva, 2004.
GOMES, Orlando. e GOTTSCHALK, Elson. Curso de Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
MAGANO, Octavio Bueno. Primeiras lições de Direito do Trabalho. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2004.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho.. São Paulo: Saraiva, 2004.
SUSSEKIND, Arnaldo et alli. Instituições de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003.

Bibliografia Complementar

ALISEDA, Jether Gomes. Estabilidade e Garantia de Emprego. São Paulo: LTR, 2001.
BRITO FILHO, José Cláudio Monteiro de. Direito Sindical. São Paulo: LTR.
DALLEGRAVE NETO, Jose Affonso. Direito do Trabalho Contemporâneo - Flexibilização e
Efetividade. São Paulo: LTR, 2003.
DELGADO, Maurício Godinho. Direito Coletivo do Trabalho. São Paulo: LTR, 2003.
GALAFASSI, Maria Cristina. Medicina do trabalho. São Paulo: Atlas, 1999.
GUEDES, José Antônio Cugula. Manual prático de direito do trabalho: direito individual do
trabalho. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
HOEPPNER, Marcos Garcia. Normas Regulamentadoras Relativas À Segurança e
Medicina do Trabalho. São Paulo: Ícone, 2003.
JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa. A
Decadência e a Prescrição no Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2003.
LORA, Ilse M. Bernardi. A prescrição no Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 87
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MARTINS, Sérgio Pinto. Comentários à CLT. São Paulo: Atlas, 2003.


________. Flexibilização das condições de trabalho. São Paulo: Atlas, 2002.
MORAES FILHO, Evaristo de. Introdução ao direito do trabalho. São Paulo: LTr., 2003.
PALMEIRA SOBRINHO, Zéu. Estabilidade. São Paulo: LTR, 2002.
PINTO, José Augusto Rodrigues. Curso de direito individual do trabalho. São Paulo: LTr.,
2003.
____________. Direito Sindical e Coletivo do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
PRADO. Ney. Reforma trabalhista. São Paulo:LTR, 2000.
PRUNES, José Luiz Ferreira. Consolidação das Leis do Trabalho Anotada. Curitiba: Juruá
SAAD, Eduardo Gabriel. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2000.
SALIBA, Tuffi M.; SALIBA, Sofia C. Reis. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e
Saúde do Trabalhador.São Paulo: LTR, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Prática Jurídica I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 36 VII 05 100 horas

Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.

Bibliografia Básica

Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 88
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil VI ( Família )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 37 VIII 04 80 horas

Ementa:
História e evolução do Direito de Família. Divisão do Direito de Família: Direito Parental, Direito
Protetivo e Direito Matrimonial. Direito Matrimonial. Casamento: conceito, natureza jurídica e
finalidade. O companheirismo: conceito e evolução histórica. Características e pressupostos da
união estável. O reconhecimento da união estável. Direito Parental. Relações de parentesco.
Direitos de filiação. Direito protetivo: da tutela, da curatela e da ausência. Estudo dos regimes
jurídicos matrimoniais/patrimoniais.

Bibliografia Básica

DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito de família. São Paulo: Saraiva, 2004.
Vol. V.
GOMES, Orlando. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 5.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito de Família. São Paulo: Saraiva,2002. vol. VI
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direito de família. Tomo VI. São Paulo: Atlas,
2004.

Bibliografia Complementar

BOSCARO, Márcio Antônio. Direito de filiação. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
BRUM, Jander Maurício. Curatela. Rio de Janeiro: Aide, 1995.
CAMPO, Hélio Márcio. Anulação de casamento. Porto Alegre: Sagra, 1997.
CAMPOS, Diogo Leite de. A invenção do Direito Matrimonial. Coimbra: Almedina, 1995.
CAHARI, Francisco José. Contrato de Convivência na união estável. São Paulo: saraiva,
2002.
CAHALI, Yussef Said. Divórcio e Separação. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
CIOTOLA, Kátia Regina da Costa. O concubinato e as inovações introduzidas. Rio de
Janeiro: Lúmen Júris.
FONSECA, Antônio Cezar Lima da. O Código Civil e o novo Direito de Famí[Link]
Alegre: Livraria do Advogado, 2004.
LEVENHAGEN, Antônio José de Souza. Do casamento ao divórcio.São Paulo: Atlas, 1999.
MARTINS, Flávio Alves. Casamento e outras formas de constituição da família. Rio de
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 89
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Janeiro: Lúmen Júris, 2001.


MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Direito de Famí[Link].2. São
Paulo: Saraiva, 2001.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Campinas: Bookseller, 2002.
NEUMANN, Juarez Rosales. Do casamento ao concubinato. Porto Alegre: Sagra, 1998.
OLIVEIRA, Valdeci Mendes de. Adoção, Guarda e Tutela. Bauru: Edipro, 2001.
PIZZOLANTE, Francisco E. O. Pires de Albuquerque. União estável no sistema jurídico
brasileiro. São Paulo: Atlas, 1999.
RIZZARDO, Arnaldo. Direito de Família. 3 Volumes. Rio de Janeiro: Aide.
SANTOS, Eduardo. Direito de família. Lisboa: Almedina, 1999.
SILVA, Marcos Alves da. Do pátrio poder à autoridade parental. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
WALD, Arnoldo. O novo Direito de Família. São Paulo: Saraiva, 2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo do Trabalho I


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 38 VIII 04 80 horas

Ementa:
Estudo das características e princípios do processo do trabalho. Estrutura e funcionamento
da Justiça do Trabalho. As ações trabalhistas na fase de conhecimento. Dissídios
individuais. Defesa direita e indireta. A prova no processo do trabalho.

Bibliografia Básica

CARRION, Valentim. Comentários à Consolidação das leis do trabalho. São Paulo:


Saraiva, 2003.
GIGLIO, Wagner. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2003.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito Processual do Trabalho. São Paulo:
Saraiva, 2002.
SAAD. Eduardo Gabriel. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Isis de. Manual de Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
_______. Manual das provas no processo trabalhista. São Paulo: LTR, 1999.
BARROS, Alice Monteiro de (coord). Compêndio de Direito Processual do Trabalho. São
Paulo: LTR, 2002.
CASTELO, Jorge Pinheiro. O Direito processual do Trabalho na moderna Teoria Geral do
Processo. São Paulo: LTR, 2002.
FONSECA, José Geraldo da. Como redigir a petição inicial da ação trabalhista. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
GIGLIO, Wagner D. A Conciliação nos Dissídios individuais do trabalho. São Paulo:
Síntese, 2001.
NASSIF, Elaine. Ação civil pública na Justiça do Trabalho. Belo Horizonte: Del Rey, 2003.
OLIVEIRA, Francisco Antônio. O processo na justiça do trabalho. São Paulo: Revista dos
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 90
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Tribunais, 1999.
_________. A prova no processo do trabalho. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
TOSTES MALTA, Christovão Piragibe. Prática do processo trabalhista. São Paulo: LTR,
2004.
VALERIANO, Sebastião Saulo. Ação monitória no processo trabalhista. Campinas: Mizuno,
2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo Civil III ( Recursos )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 39 VIII 04 80 horas

Ementa:
Dos recursos. Pressupostos dos recursos. Recurso de terceiro prejudicado. Renúncia e desistência
em matéria de recursos. Indeferimento. Efeito dos recursos. Recurso em caso de litisconsórcio.
Caráter do julgamento do recurso. Recurso no processo civil brasileiro. Apelação. Agravo.
Embargos infringentes. Embargos de declaração. Recursos para o STJ (Apelação e Agravo).
Recurso adesivo. Recurso ordinário para o STJ em hábeas corpus e em mandado de segurança.
Recurso especial. Recurso extraordinário. Ordem dos processos nos tribunais. Ação rescisória da
uniformização de jurisprudência.

Bibliografia Básica

GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.2. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 3. Campinas: Millenium, 2003.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Comentários ao Código de Processo Civil. Vol. 5. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva,
2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 1. 38ª ed. Rio de Janeiro:
Forense,2002.

Bibliografia Complementar

ALBUQUERQUE, Leônidas Cabral. Admissibilidade do recurso especial. Porto Alegre: Sérgio


Fabris, 1996.
CALDAS, Gilberto. Como interpor recursos cíveis. Ediprax, 2000.
CAVALCANTE, Mantovanni Colares. Recursos nos Juizados especiais. São Paulo: Dialética, 1997.
___________. Regime jurídico dos agravos. São Paulo: Dialética, 1998.
DIDIER JÚNIOR, Fredie. Recurso de terceiro. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
GUIMARÃES, Acelino Pedro. Dos embargos. São Paulo: Leud, 1999.
JORGE, Flávio Cheim. Teoria Geral dos Recursos Cíveis. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
LOPES, Aldo. O Recurso de apelação cível. Campinas: Copola, 2002.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 91
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Recurso Extraordinário e Recurso Especial. São Paulo: Revista
dos Tribunais, 2003.
MIRANDA, Gilson Delgado. Processo Civil – Recursos. São Paulo: Atlas, 2002.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Novo Processo Civil Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
NERY JÚNIOR, Nelson. Aspectos Polêmicos e Atuais dos Recursos. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2002.
NETO, Messod Azulay. Novo recurso de Agravo. Rio de Janeiro: Forense, 1998.
PINTO, Nelson Luís. Manual de Recursos Cíveis. São Paulo: Malheiros, 2002.
SALEM NETO, José. Recurso de revista e agravo de instrumento. São Paulo: LTR, 1999.
SARAIVA. José. Recurso Especial e o STJ. São Paulo: Saraiva, 2002.
SILVA, Bruno Mattos e. Prequestionamento – Recurso Especial e recurso Extraordinário. Rio de
Janeiro: Forense, 2003.
THEODORO Júnior, Humberto. Recursos – Direito Processual ao vivo. Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro:
Aide,.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Ambiental


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 40 VIII 04 80 horas
Ementa
ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE - A CRISE AMBIENTAL - O MOVIMENTO ECOLÓGICO -
ECODESENVOLVIMENTO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - DIREITO AMBIENTAL - CONCEITO -
FONTES - PRINCÍPIOS - CAMPOS DE AVALIAÇÃO - O DIREITO E OS RECURSOS AMBIENTAIS - DIREITO
AMBIENTAL BRASILEIRO - DIREITO AMBIENTAL COMPARADO - AS CONFERÊNCIA INTERNACIONAIS
SOBRE MEIO AMBIENTE E ECOLOGIA - O PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE -
PRINCÍPIOS LEGAIS SUPRANACIONAIS PARA A PROTEÇÃO AMBIENTAL E O DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL.

BIBLIOGRAFIA
COSTA JR., P. J. & GREGORI, G. Direito Penal Ecológico. São Paulo: Cetesb, 2003.
GASPARINI, D. Município e Parcelamento do Sol. São Paulo: Saraiva, 2002
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (IBAMA). Legislação sobre a fauna. Brasília: IBAMA, 2003
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (IBAMA). programa nossa natureza: leis e decretos. Brasília: IBAMA, 2003
MACHADO, P.A. Direito Ambiental Brasileiro. [Link]., São Paulo: Revista dos Tribunais, 1991. .
MACHADO, A.L.R. Manual prático dos contratos agrários e pecuários: doutrina,
jurisprudência, formulários e legislação. [Link]., São Paulo: Saraiva, 1991. .
MELLO, A. Alguns pareceres de Direito Agrário. Brasília: Senado Federal/Centro Gráfico,
1990.
MUKAI, T. Direito Ambiental Sistematizado. São Paulo: Forense, 1992. .
_________. Direito e Legislação Urbanística no Brasil. São Paulo: Saraiva, 2002 .
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 92
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Tributário


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 41 VIII 04 80 horas

Ementa:
O Sistema Tributário Nacional. Tributo. Classificação jurídica dos tributos. Fontes do direito
tributário. Vigência. Aplicação e interpretação da legislação tributária. Sistema e princípios
constitucionais tributários. Lançamento tributário. Competência tributária. Limitações constitucionais
ao poder de tributar. Repartição das receitas tributárias. Legislação tributária. Obrigação tributária.
Crédito tributário. Administração tributária.

Bibliografia Básica
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Celso Bastos Editor,
2002.
CARVALHO, Paulo de Barros. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2004.
COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso de direito tributário brasileiro. Rio de Janeiro: Forense.
DENARI, Zelmo. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Atlas, 2002.
NASCIMENTO, Carlos Valder do. Curso de Direito Tributário. Rio de Janeiro: Forense.

Bibliografia Complementar
ATALIBA, Geraldo. Hipótese de incidência tributária. São Paulo: Malheiros, 2000.
BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense.
BECKER, Alfredo Augusto. Teoria geral do direito tributário. São Paulo:Lejus, 2003.
BORGES, Jose Souto Maior. Obrigação Tributária: uma introdução metodológica. São Paulo:
Malheiros,.
CARRAZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo: Malheiros, 2003.
CARVALHO, Paulo de Barros. Direito Tributário - Fundamentos Jurídicos da Incidência. São Paulo:
Saraiva, 1999.
_________. Teoria da Norma Tributária. São Paulo: Max Limonad, 2002.
CHIESA, Clélio. A Competência Tributária do Estado Brasileiro. São Paulo: Max Limonad, 2002.
COELHO, Sacha Calmon Navarro. Teoria Geral do Tributo, da Interpretação e da Exoneração
Tributária. São Paulo: Dialética, 2003.
_________. Teoria e Prática das Multas Tributárias. Rio de Janeiro: Forense.
LIMA, Sebastião de Oliveira e LIMA, Carlos Augusto Tosta [Link] contra o Sistema Financeiro
Nacional. São Paulo Atlas, 2003.
MACHADO, Hugo de Brito. Comentários ao Código Tributário Nacional. Vol. 1 e 2. São Paulo:
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 93
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Atlas, 2003.
MORAES, Bernardo Ribeiro de. Dívida Ativa. São Paulo: Quartier Latin, 2004.
MOUSSALLEM, Tarek Moyses. Fontes do Direito Tributário. São Paulo: Max Limonad, 2001.
NETO, Fenelon Bonavides. Dicionário de Direito Tributário. São Paulo: Malheiros.
OLIVEIRA, Regis Fernandes de. Receitas não tributárias. São Paulo: Malheiros, 2003.
PAULSEN, Leandro e AVILA, Rene Bergmann. Direito Processual Tributário. Porto Alegre: Livraria
do Advogado, 2003.
ROSAS, Roberto e BRITO, Edvaldo. Dimensão jurídica do tributo. São Paulo: Meio Jurídico, 2003.
SANTI, Eurico Marcos Diniz de. Decadência e prescrição no Direito Tributário. São Paulo: Max
Limonad, 2001.
_______. Lançamento tributário. São Paulo: Max Limonad, 2001.
SIQUEIRA, Natércia Sampaio. Crédito tributário. Belo Horizonte: Mandamentos, 2003.
TAVARES, Alexandre Macedo. Denúncia espontânea no Direito Tributário. São Paulo: Dialética,
2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Orientação de Monografia


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 42 VIII 04 80 horas

Ementa:
Elaboração do projeto de monografia. Escolha do tema. Problematização do tema. Revisão
bibliográfica. Definição de objetivos de hipóteses. Discussão da teoria que fundamenta a
monografia. Definição da metodologia. Apresentação do projeto à banca examinadora.

Bibliografia Básica

BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica. São Paulo: Saraiva, 2002.


ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2003.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
NUNES, Rizzatto – Manual da Monografia Jurídica. São Paulo: Saraiva, 2002.
VENTURA, Deysi de Freitas Lima. Monografia jurídica: uma visão prática. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2002.

Bibliografia Complementar

AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. São Paulo: Max Limonad,
1999.
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola.
CARVALHO, Lúcia Cunha de. Como Elaborar a Monografia de Final Curso de Direito. Rio
de Janeiro: Forense, 2000.
CHALMERS, Alan Francis. A fabricação da ciência. São Paulo: Unesp.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1995.
DWORKIN, Ronald. Uma questão de princípio. São Paulo: Martins Fortes, 2000.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2000.
_________. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2003.
MEDEIROS, João Bosco e HENRIQUES, Antônio. Monografia no curso de Direito. São
Paulo: Atlas,2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 94
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1999.
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003.
TRIVINOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva,
2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Prática Jurídica II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 43 VIII 05 100 horas

Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.

Bibliografia Básica

Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 95
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo Civil IV ( Caut, e Esp. )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 44 IX 04 80 horas

Ementa:
Processo cautelar e procedimentos especiais: Estudo da parte geral das cautelas e dos
procedimentos cautelares específicos: Arresto, Seqüestro, Busca e Apreensão, Exibição,
Produção antecipada de provas, alimentos provisionais, arrolamento de bens Aspectos
principais de cada procedimento cautelar. Estudo dos procedimentos especiais (jurisdição
contenciosa, voluntária e leis extravagantes): Consignação de pagamento, ações
possessórias, inventário e partilha, separação judicial e divórcio, alimentos e mandado de
segurança.
Bibliografia Básica
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.3. São Paulo: Saraiva,
2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas:
Millenium, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo:
Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo:
Saraiva, 2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Rio de Janeiro:
Forense,2002.

Bibliografia Complementar

ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
BARBI, Celso Agrícola. Comentários ao Código de Processo Civil. 10. ed., Rio de Janeiro:
Forense, 2002.
BURNIER JÚNIOR, João Penido. Do processo cautelar. São Paulo: Lex, 2002.
CASCONI, Francisco Antonio. Tutela antecipada nas ações possessórias. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 96
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

CARVALHO, Claudia Lucia Nagib. Busca e Apreensão. São Paulo: Adcoas/Esplanada.


DIAS, Beatriz Catarina. A jurisdição na tutela antecipada. São Paulo: Saraiva.
MARMITT, Arnaldo. Consignação em Pagamento. Rio de Janeiro: Aide.
MIRANDA, Pontes de. História e prática do arresto ou embargo. Campinas: Bookseller.
NASCIMENTO, Jose Anderson. Ações de Separação Judicial, Divórcio, Nulidade e
Anulação de Casamento - Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
PACHECO, Iara Alves Cordeiro. Alimentos provisionais. São Paulo: Saraiva.
SEVA, José. Inventários e arrolamentos. Campinas: Julex, 2001.
SILVA, Ovídio A. Baptista. Curso de Processo Civil. Vol. 3. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000.
SOUZA, Gelson Amaro de. Teoria Geral do Processo Cautelar. Rio de Janeiro: América
Jurídica, 2002.
VAZ, Paulo Afonso Brum. Manual da Tutela Antecipada - Doutrina e Jurisprudência. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Processo do Trabalho II


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 45 IX 04 80 horas

Ementa:
Negociação Coletiva. Conflitos: Conceito e classificação. Arbitragem e Mediação. Dissídios
coletivos: Espécies, competência e procedimento. Sistema recursal trabalhista. Execução
na Justiça do Trabalho. Procedimentos especiais: Ação Rescisória. Inquérito para
apuração de falta grave. Mandado de Segurança. Ação de consignação em pagamento.
Medidas cautelares. Tutela antecipada . Ação de cumprimento. Tendências do processo do
trabalho.

Bibliografia Básica

CARRION, Valentim. Comentários à Consolidação das leis do trabalho. São Paulo:


Saraiva, 2003.
GIGLIO, Wagner. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2003.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito Processual do Trabalho. São Paulo:
Saraiva, 2002.
SAAD. Eduardo Gabriel. Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Isis de. Manual de Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
AMARAL, Maria Alice Batista Gurgel do. Efetivação do direito na execução trabalhista. ME
Editora, 2004.
BARROS, Alice Monteiro de (coord). Compêndio de Direito Processual do Trabalho. São
Paulo: LTR, 2002.
CAETANO, Luiz Antunes. Mediação e artibragem. São Paulo: Atlas, 2002.
CASTELO, Jorge Pinheiro. O Direito processual do Trabalho na moderna Teoria Geral do
Processo. São Paulo: LTR, 2002.
LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Mandado de segurança no processo do trabalho. São
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 97
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Paulo: LTR, 1999.


OLIVEIRA, Francisco Antônio. O processo na justiça do trabalho. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1999.
PINTO, José Augusto Rodrigues. Execução trabalhista. São Paulo: LTR, 2002.
TEIXEIRA FILHO, Manoel Antônio. O procedimento sumaríssimo no processo do trabalho.
São Paulo: LTR, 2000.
______________. Execução no processo do trabalho. São Paulo: LTR, 2001.
______________. Sistema dos recursos trabalhistas. São Paulo: LTR, 2003.
______________. Ação Rescisória – Curso de Processo do Trabalho. São Paulo: LTR,
2001.
TOSTES MALTA, Christovão Piragibe. Prática do processo trabalhista. São Paulo: LTR,
2004.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Internacional Público


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 46 IX 04 80 horas

Ementa:
Direito Internacional Público: conceito e evolução. Sujeitos do Direito Internacional Público.:
Estados, Organizações Internacionais e outros. Fontes. O Tratado. Domínio público internacional.
Conflitos internacionais: eclosão e meios de solução. Direitos Humanos. Direito da integração.

Bibliografia Básica

ACCIOLY, Hildebrando & SILVA, Geraldo Eulálio do Nascimento e. Manual de Direito Internacional
Público. São Paulo: Saraiva, 2002.
ARAÚJO, Luis Ivani de Amorim. Curso de Direito Internacional Público. Rio de Janeiro: Forense,
1999.
MELLO, Celso Duvivier de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 13. ed. Rio de
Janeiro: Renovar, 2002.
REZEK, José Francisco. Direito Internacional Público: Curso elementar. São Paulo: Saraiva, 2002. .
SOARES, Guido Fernando Silva. Direito Internacional Público – Vol. 1. São Paulo: Atlas, 2002.

Bibliografia Complementar

AKEHURST, Michael. Introdução ao Direito Internacional. Coimbra: Almedina, 1985.


FRAGA, Mirtô. O conflito entre tratado internacional e norma de direito interno. Rio de
Janeiro: Forense, 1998.
FLORÊNCIO, Sérgio Abreu e Lima & ARAÚJO, Ernesto Henrique Fraga. Mercosul hoje.
São Paulo: Alfa-Omega, 1996. .
HUSEK, Carlos Roberto. Curso de Direito Internacional Público. São Paulo: LTR, 2002. .
MELLO, Celso D. de Albuquerque. Direito Constitucional Internacional. 2 volumes Rio de
Janeiro: Renovar, 2002.. .
________. Alto mar. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
________. Direito Constitucional Internacional. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
________. Direito Internacional Americano. Rio de Janeiro: Renovar, 1995.
________. Direitos Humanos e Conflitos Armados. Rio de Janeiro: Renovar, 1997.
RANGEL, Vicente Marotta. Direito e relações internacionais. São Paulo: Revista dos
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 98
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Tribunais. 2002.
REZEK, José Francisco. Direito Internacional no século XXI. São Paulo: Saraiva, 2002. .
RODRIGUES, Horácio Wanderlei (org.). Solução de controvérsias no Mercosul. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 1997. .
SOARES, Guido Fernando Silva. Órgãos dos estados nas relações internacionais. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
SEITENFUS, Ricardo. Manual das Organizações Internacionais. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2003.
SZTAJN, Rachel. Direito de Integração. São Paulo: Cultural Paulista, 2001.
TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Direito das Organizações Internacionais. Belo
Horizonte: Del Rey, 2003.
________. O Direito Internacional em um mundo em transformação. Rio de Janeiro:
Renovar, 2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Civil VII ( Sucessões )


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 47 IX 04 80 horas

Ementa:
Direito das sucessões. Espécie de sucessão. Aceitação da herança. Renúncia. Retratação.
Petição de herança. Cessão de herança. Sucessão de colaterais. Sucessão legítima.
Sucessão na linha reta. Sucessão de cônjuge. Herança jacente. Sucessão testamentária.
Substituições. Inventário. Arrolamento. Inventário negativo. Partilha.

Bibliografia Básica

DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito das Sucessões. São Paulo:
Saraiva, 2004. Vol. VI.
GOMES, Orlando. Sucessões. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
v. 6.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito das Sucessões. São Paulo: Saraiva,2003. vol. VII
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direito das Sucessões. Tomo VII. São
Paulo: Atlas, 2004.

Bibliografia Complementar

BEVILAQUA, Clóvis. Direito das Sucessões. São Paulo: Red Livros, 2000.
BITTAR, Carlos Alberto. Direito das Sucessões. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
CESAR, Celso Laet de Toledo. Herança: Orientações práticas. São Paulo WVC, 2000.
GONDIM, Regina Bottentuit. Invalidade do Testamento. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
JUNQUEIRA, Gabriel José Pereira. Manual Prático de Inventário e partilhas. São Paulo:
LED, 2003.
MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito das Sucessões no Novo Código Civil Brasileiro. São
Paulo: Juarez de Oliveira, 2003.
__________. Instituições do Direito das Sucessões. São Paulo: Led, 2001.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Campinas: Bookseller, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 99
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Sucessõ[Link].6. São Paulo:


Saraiva, 2003.
OLIVEIRA, Milton. Testamento, Inventário e Partilha: Teoria e Prática. São Paulo: LTR,
2003.
SANTOS, Ulderico Pires dos. Sucessão Hereditária. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
SEVA, José. Inventários e Arrolamentos. Campinas: Julex, 2001.
SOARES, Leila Moreira. Testamento. São Paulo: WVC, 2001.
VALLE, Christino Almeida do. Teoria e Prática da ação de petição de herança. Rio de
Janeiro: Aide, 1988.
WALD, Arnoldo. Direito das Sucessões. Curso de Direito Civil Brasileiro. São Paulo:
Saraiva, 2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Defesa de Monografia


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 48 IX 04 80 horas

Ementa:
Desenvolvimento do projeto de monografia. Teste da hipótese formulada. Elaboração do
Relatório final. Conclusões. Apresentação do relatório final da monografia. Defesa da
monografia perante a Banca Examinadora.

Bibliografia Básica

BITTAR, Eduardo C. B. Metodologia da pesquisa jurídica. São Paulo: Saraiva, 2002.


ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2003.
NUNES, Rizzatto – Manual da Monografia Jurídica. São Paulo: Saraiva, 2002.
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
VENTURA, Deysi de Freitas Lima. Monografia jurídica: uma visão prática. Porto Alegre:
Livraria do Advogado, 2002.

Bibliografia Complementar

AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. São Paulo: Max Limonad,
1999.
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola.
CARVALHO, Lúcia Cunha de. Como Elaborar a Monografia de Final Curso de Direito. Rio
de Janeiro: Forense, 2000.
CHALMERS, Alan Francis. A fabricação da ciência. São Paulo: Unesp.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1995.
DWORKIN, Ronald. Uma questão de princípio. São Paulo: Martins Fortes, 2000.
GRAU, Eros Roberto. O direito posto e o Direito pressuposto. São Paulo: Malheiros, 2003.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2000.
_________. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2003.
LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do Direito. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997.
MEDEIROS, João Bosco e HENRIQUES, Antônio. Monografia no curso de Direito. São
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 100
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Paulo: Atlas,2003.
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1999.
REALE JÚNIOR, Miguel. Nova fase do Direito Moderno. São Paulo: Saraiva, 1998.
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003.
TRIVINOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva,
2002.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Prática Jurídica III


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 49 IX 05 100 horas

Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.

Bibliografia Básica

Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 101
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito do Consumidor


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 50 X 04 80 horas

Ementa:
Relação jurídica de consumo. Princípios e diretrizes gerais do Código de Defesa do Consumidor.
Direitos básicos do consumidor. Decadência e Prescrição. Responsabilidade pelo fato do produto e
do serviço. Das práticas comerciais. Proteção contratual. Sanções administrativas. Infrações
penais. Aspectos processuais: a defesa do consumidor em juízo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, João Batista de. A proteção jurídica do consumidor. São Paulo: Saraiva, 2003.
BITTAR, Carlos Alberto. Direitos do Consumidor - Código de Defesa do Consumidor. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 2003.
MARQUES, Claudia Lima; BENJAMIN, Antonio Herman; MIRAGEM, Bruno. Comentários ao
Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Comentários ao Código de Defesa do Consumidor. São Paulo:
Saraiva, 2000.
_________. Curso de Direito do Consumidor. São Paulo: Saraiva, 2004.

Bibliografia Complementar

BAHIA, Elomar Lobato. Código de Defesa do Consumidor nos Tribunais. São Paulo: Leud, 2001.
BARLETTA, Fabiana Rodrigues. A Revisão Contratual no Código Civil e no Código de Defesa do
Consumidor. São Paulo: saraiva, 2002.
BONATTO, Cláudio; MORAES, Paulo Valério dal Pai. Questões controvertidas no código de defesa
do consumidor. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
BORTOLAI, Edson Cosac. Da Defesa do Consumidor em Juízo. São Paulo: Malheiros, 1997.
BITTAR, Carlos Alberto. Contratos comerciais. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
CASTILHO, Ricardo dos Santos. A Defesa dos Interesses do Consumidor. Campinas: Iglu, 2002.
COLOMBI, Everaldo de Melo. A Indenização Decorrente da Compra e Venda de Automóveis no
Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: Fiúza, 2003.
DAROLD, Ermínio Amarildo. Protesto Cambial: Duplicatas x Boletos. Curitiba: Juruá.
FIUZA, César. Contrato de Adesão. Belo Horizonte: Melhoramentos, 2002.
FONSECA, Antonio Cezar Lima da. Direito penal do consumidor. Porto Alegre: Livraria do
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 102
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

Advogado, 2001.
GRINOVER, Ada Pellegrini. Código brasileiro de defesa do consumidor. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2001.
LOBO, Paulo Luiz Netto. Responsabilidade por vício do produto ou do serviço. Brasília: Brasília
Jurídica, 1996.
MACEDO JÚNIOR, Ronaldo Porto. Contratos relacionais e defesa do consumidor. São Paulo: Max
Limonad, 1998.
MARQUES, Cláudia Lima. Contratos no código de defesa do consumidor. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2002.
MARTINS, Guilherme Magalhães. Formação dos Contratos Eletrônicos de Consumo Via Internet.
Rio de Janeiro: Forense, 2003.
MORAES, Márcio André Medeiros. A Desconsideração da Personalidade Jurídica no Código de
Defesa do Consumidor. São Paulo: LTR, 2002.
NAHAS, Theresa Christina. Cláusulas abusivas nos contratos de consumo. São Paulo: LTR, 2002.
OLIVEIRA, José Carlos de. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. São Paulo: Led.
RADLOFF, Stephan Klaus. A Inversão do Ônus da Prova no Código de Defesa do Consumidor. Rio
de Janeiro: Forense, 2002.
SILVA, Jorge A. Q. Carvalho. Código de Defesa do Consumidor Anotado e Legislação
Complementar. São Paulo: Saraiva, 2003.
SINDOU, Maria José Othon. Resolução Judicial dos Contratos de Adesão. Rio de janeiro: Forense,
2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 103
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Internacional Privado


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 51 X 04 80 horas

Ementa:
Direito Internacional e Direito Internacional Privado. Jurisdição Internacional. Competência
Internacional. Tribunais Internacionais. Cooperação Interjurisdicional. Cartas Rogatórias. Sentença
Estrangeira: Homologação. Normas processuais do Mercosul. Contratos Internacionais.

Bibliografia Básica
CASTRO, Amílcar de. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
DOLINGER, Jacob. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
AMORIN, Edgar Carlos de. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
GARCEZ, José Maria Rossani. Curso de Direito Internacional Privado. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
STRENGER, Irineu. Direito internacional privado.. São Paulo: LTR, 2003.

Bibliografia Complementar

BASSO, Maristela. Contratos internacionais do comércio. Porto Alegre: Livraria do


Advogado, 2002.
BOUCAULT, Carlos Eduardo A. Homologação de sentença estrangeira e seus efeitos. São
Paulo: Juarez de Oliveira.
CASELLA, Paulo Borba e SANCHEZ, Rodrigo Elian. Cooperação judiciária internacional.
Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
DINIZ, Maria Helena. Lei de introdução ao Código Civil. São Paulo: Saraiva, 2004.
FLORES, César. Contratos Internacionais de Transferência de Tecnologia. Rio de
Janeiros: Lúmen Juris, 2003.
GARCIA JÚNIOR, Armando Álvares. Foro Competente e Lei Aplicável aos Contratos
Internacionais. São Paulo: LTR, 2002.
________. Cartas Rogatórias. São Paulo: Juarez de Oliveira, 1999.
JACYNTHO, Patrícia H. de Ávila. A Proteção Contratual ao Consumidor Mercosul. São
Paulo: Lex, 2001.
MORAES, Guilherme Pena de. Homologação de Sentença Estrangeira - À Luz da
Jurisprudência do STF. Rio de Janeiro: Lúmen Juris, 2002.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 104
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

PORTUGAL, Heloisa Helena de A.. Atividade Empresarial Liberdade de estabelecimento


Mercosul. Curitiba: Juruá.
RECHSTEINER, B.W. Direito Internacional Privado. Teoria e Prática. São Paulo: Saraiva,
2003.
____________. Arbitragem Privada Internacional no Brasil. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2001.
____________. Direito Falimentar Internacional e Mercosul. São Paulo: Juarez de Oliveira,
2000.
RODAS, João Grandino. Contratos internacionais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
STRENGER, Irineu. Responsabilidade Civil no Direito Interno e Internacional. São Paulo:
LTR, 2000.
_________. Direito do Comércio Internacional e Lex Mercatoria. São Paulo, LTr.
_________. Direito Processual Internacional. São Paulo: LTR, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Medicina Legal


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 52 X 04 80 horas

Ementa:
Introdução: conceito e evolução histórica. Documentos Médico-legais. Antropologia.
Tanatologia. Traumatologia. Sexologia. Genética forense. Pediatria forense. Toxiologia.
Psicologia e Psiquiatria forense.

Bibliografia Básica

CROCE, Delton. Manual de Medicina Legal. São Paulo: Saraiva, 2004.


EISELE, Rogério Luiz e CAMPOS, Maria de Lourdes B. Manual de Medicina Forense &
Odontologia Legal. Curitiba: Juruá, 2003.
FÁVERO, Flamínio. Medicina Legal. S.I.: Villa Ricca.
FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina Legal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GOMES, Hélio. Medicina Legal. Rio de Janeiro: Freitas Bastas, 2003.

Bibliografia Complementar

BASTOS, Antonio Francisco. Medicina legal para não legistas.São Paulo: Copola.
EÇA, Antonio José. Roteiro de Medicina Legal. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
FRANÇA, Genival Veloso de. Pareceres - Esclarecimentos Sobre Questões de Medicina
Legal e de Direito Médico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
FRANCO, Paulo Alves. Medicina Legal Aplicada. São Paulo: Led.
JÚNIOR, A. Almeida. Lições de Medicina Legal. São Paulo: Nacional, 1998.
LOPES, E. Mira Y. Manual de Psicologia Jurídica. Campinas: LZN, 2003.
PALOMBA, Guido Arturo. Tratado de Psiquiatria forense. São Paulo: Atheneu Editora,
2003.
SANTANNA, Aline Albuquerque. Nova Genética e a tutela penal da integridade física. Rio
de Janeiro: Lúmen Júris, 2001.
SOARES, Orlando. Sexologia forense. Rio de Janeiro: Freitas Bastos.
VANRELL, Jorge Paulete. Manual de Medicina Legal – Tanatologia. São Paulo: Led, 1996.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 105
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

________. Sexologia Forense. Montes Claros: Unimontes, 2001.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Direito Previdenciário


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 53 X 04 80 horas

Ementa:
O Direito Previdenciário: autonomia e fontes. A seguridade social na via administrativa e na via
judicial. Custeio da seguridade social. Contribuintes. Salário de contribuição. Segurados e
dependentes. Beneficiários em geral. Salário de benefício. Carência. Acidentes de trabalho.
Previdência privada ou complementar. A seguridade social na Lei nº 8112/1990. Seguro-
desemprego.

Bibliografia Básica

BALERA, Wagner. Curso de Direito Previdenciário. São Paulo: LTR, 2002.


CASTRO, Carlos A. Pereira de e LAZZARI, João Batista. Manual de Direito Previdenciário. São
Paulo: LTR, 2003.
JULIÃO, Pedro Augusto Musa. Curso Básico de Direito Previdenciário. Rio de Janeiro: Forense,
2002.
OLIVEIRA, Aristeu. Consolidação da Legislação Previdenciária. São Paulo: Atlas, 2003.
TAVARES, Marcelo Leonardo. Direito Previdenciário. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2003.

Bibliografia Complementar

BALERA, Wagner. Sistema de Seguridade Social. São Paulo: LTR, 2003.


COSTA, Eliane Romeiro. Previdência Complementar na Seguridade Social. São Paulo: LTR, 2003.
EDUARDO, Ítalo Romano; EDUARDO, Jeane Tavares Aragão e TEIXEIRA, Amauri Santos. Direito
Previdenciário: Benefícios. Niterói: Impetus, 2003.
LUDUVICE, Ricardo Verta. Seguro-desemprego – Legislação, Doutrina e Jurisprudência. São
Paulo: Atlas.
MARTINEZ, Wladimir Novaes. Princípios do Direito Previdenciário. São Paulo: LTR.
_________. Aposentadoria Especial. São Paulo: LTR, 2000.
_________. Comentários a Lei Básica da Previdência Social - Tomo I –Plano de Custeio. São
Paulo: LTR, 2003.
_________. Comentários a Lei Básica da Previdência Social - Tomo II - Plano de Benefícios. São
Paulo: LTR, 2003.
_________. Direito adquirido na Previdência Social. São Paulo: LTR, 2003.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

_________. Lei Básica da Previdência Social. São Paulo: LTR, 2000.


_________. Obrigações Previdenciárias do Contribuinte Individual. São Paulo: LTR, 2000.
_________. Os Crimes Previdenciários no Código Penal. São Paulo: LTR, 2001.
_________. Prova de Tempo de Serviço - Previdência Social. São Paulo: LTR, 2002.
_________. Comentários À Lei Básica da Previdência Complementar. São Paulo: LTR, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito da Seguridade Social. São Paulo: Atlas, 2004.
MENEZES, João Salvador Reis e PAULINO, Naray Jesimar Aparecida. Sobre Acidente do
Trabalho, Incapacidade e Invalidez. São Paulo: LTR, 2002.
OLIVEIRA, Aristeu de. Seguridade e Previdência Social. São Paulo: Atlas, 2003.
ROCHA, Daniel Machado da. Temas Atuais de Direito Previdenciário e Assistência Social. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
TEIXEIRA, Raul. Seguro, Previdência Privada e Capitalização - Uma Visão Institucional. Rio de
Janeiro: Forense, 2002.
VAZ, Paulo Afonso Brum. Tutela Antecipada na Seguridade Social. São Paulo: LTR, 2003.

INSTITUTO DE DISCIPLINA : Prática Jurídica IV


ENSINO SUPERIOR
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SANTA CECÍLIA 54 X 05 100 horas

Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.

Bibliografia Básica

Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
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ANEXO III

Corpo Docente do Curso

1. Introdução
O Corpo Docente, responsável pela ministração das disciplinas do curso, foi recrutado e
selecionado entre professores da região, com titulação adequada às disciplinas para as quais foram
indicados. As jornadas de trabalho desses professores respeitarão o Plano de Carreira Docente (TI –
Tempo Integral; TP – Tempo Parcial; Outros regimes – H).
O Plano de Carreira Docente regulamenta o recrutamento, a seleção, a admissão, a promoção e
a disciplina do professor, que está sujeito às normas regimentais.
O IESC por meio de um plano de capacitação de recursos humanos, desenvolverá programas
de pós-graduação, próprios ou em convênios com outras IES, objetivando aperfeiçoar ou capacitar
seus professores e pessoal não-docente. Os professores que, no ato da admissão possuam somente a
graduação, por dificuldades pessoais ou institucionais de participação em programas de pós-
graduação, serão automaticamente incluídos em programas específicos, a fim de capacitá-lo
academicamente para o exercício do magistério superior.
O Corpo Docente para o primeiro e segundos períodos do curso será integrado por 09
professores, com a seguinte titulação: 01 doutor; 05 mestres; 03 especialista. O quadro de resumo da
qualificação docente encontra-se especificado no Plano de Carreira da IES.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

LISTA NOMINAL DO CORPO DOCENTE

NOME GRADUAÇÃO TITULAÇÃO R.T. DISCIPLINAS PERÍODO


Giovanni Alfredo Direito Especialista Parcial Ciências Política 1º
Isaque Rodrigues Filosofia Especialista Integral Filosofia Geral e Juridica 1º
José Ronaldo B. Melo História Mestre Integral Sociologia Geral e Jurídica 1º
Edson M. de Alcântara Letras e Direito Doutor Integral Metodologia do T. Cientifico 1º
John Silas Direito Mestre Parcial Introdução ao E. do Direito 1º

NOME GRADUAÇÃO TITULAÇÃO R.T. DISCIPLINAS PERÍODO


Mestre em
José Luciano Barbosa Eng. Civil Integral Teoria Econômica 2º
Economia
Teoria Geral. Do E. e do
John Silas Direito Mestre Integral 2º
Direito
Direito Romano e H. do
Geraldo Magela Direito Especialista Parcial 2º
Direito
Ronaldo de O. Nobre Letras Mestre Integral Português Forense 2º
Jandir de Barros Direito Especialista Integral Hermenêutica Jurídica 2º

O Professor José Rogério de Carvalho, Especialista em Direito Público, será o coordenador da


Parte Flexível ( Atividades Complementares ).
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

2. Plano de carreira docente/plano de cargos e salários

2.1 - Introdução

O corpo docente é constituído por todos os professores permanentes do Instituto.

Os professores são contratados pela Mantenedora, por indicação da Diretoria do IESC segundo
o regime das leis trabalhistas e na forma prevista no Plano de Carreira Docente.
A título eventual e por tempo estritamente determinado, o Instituto pode dispor do concurso de
professores visitantes ou colaboradores, aos quais ficam resguardados os direitos e deveres da
legislação trabalhista.

A admissão de professor é feita, mediante seleção, procedida pela coordenadoria do curso a que
pertença a disciplina, e homologada pela Diretoria do IESC, observados os seguintes critérios:

 além da idoneidade moral do candidato, são considerados seus títulos acadêmicos,


científicos, didáticos e profissionais, relacionados com a disciplina a ser por ele lecionada;

 constitui requisito básico o diploma de graduação ou pós-graduação, correspondente a curso


que inclua, em nível não inferior de complexidade, matéria idêntica ou afim àquela a ser
lecionada.

Os demais critérios são os constantes do Plano de Carreira Docente e os fixados pelo MEC.

São atribuições do professor:

 elaborar o plano de ensino de sua disciplina ou atividade, submetendo-o à aprovação do


Conselho de Curso, por intermédio da coordenadoria respectiva;

 orientar, dirigir e ministrar o ensino de sua disciplina, cumprindo-lhe integralmente o


programa e a carga horária;
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

 registrar a matéria lecionada e controlar a freqüência dos alunos;

 organizar e aplicar os instrumentos de avaliação do aproveitamento e os resultados


apresentados pelos alunos;

 fornecer, ao setor competente, as notas correspondentes aos trabalhos, provas e exames,


bem como a freqüência dos alunos, dentro dos prazos fixados pela Diretoria;

 observar o regime disciplinar da Faculdade;

 participar das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer e de comissões
para as quais for designado;

 recorrer das decisões dos órgãos deliberativos ou executivos;

 comparecer a reuniões e solenidades programadas pela Direção da Faculdade e seus órgãos


colegiados;

 responder pela ordem na turma para a qual estiver lecionando, pelo uso do material e pela
sua conservação;

 orientar os trabalhos escolares e quaisquer atividades relacionadas com a disciplina;

 planejar e orientar pesquisas, estudos e publicações;

 conservar, sob sua guarda, documentação que comprove seus processos de avaliação e seu
desempenho acadêmico;

 não defender idéias ou princípios que conduzam a qualquer tipo de discriminação ou


preconceito ou que contrariem este Regimento e as leis;

 comparecer ao serviço, mesmo no período de recesso letivo, sempre que necessário, por
convocação da coordenadoria do curso ou da direção da Faculdade;

 elaborar, quando convocado, questões para os processos seletivos, aplicar as provas e


fiscalizar a sua realização;

 participar da elaboração do projeto pedagógico e institucional da Faculdade;

 exercer as demais atribuições que lhe forem previstas em lei e neste Regimento;

 É obrigatória a freqüência dos professores às aulas, atividades e programas aprovados pelos


órgãos colegiados e executivos do Instituto.

 O Plano de Carreira encontra-se detalhado anexo ao PDI.


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ANEXO 4

REGULAMENTO DA PARTE FLEXÍVEL (ATIVIDADES COMPLEMENTARES) DO


CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO IESC

Art. 1° As Atividades Complementares compreendidas no currículo pleno do Curso de Direito do


IESC, indispensáveis para a colação de grau, são estatuídas por este Regulamento das Atividades
Complementares - RAC.
Art. 2° As Atividades Complementares têm 200 (duzentas) horas, no mínimo, de atividades extra-
classe e, sempre que possível, devem estar consubstanciada ao perfil do Curso de Direito.
Art. 3° O Curso deve observar a perfeita sintonia entre o Ensino, Pesquisa e a Extensão, de forma
indissociável, conforme preceitua a Portaria Ministerial nº 1.886, de 30 de dezembro de 1994,
ensejando a realização de atividades extraclasse, teóricas ou práticas, complementares durante o
desenvolvimento do curso a formação do bacharelando.

CAPÍTULO I

LIMITES SEMESTRAIS

Art. 5° Serão computadas as horas aulas das Atividades Complementares do Curso de Direito, por
meio do Núcleo de Atividades Complementares - NAC.
§ 1° Além do limite máximo de atribuição de horas/aulas para cada atividade complementar,
deve ser observado o limite máximo de 60 (sessenta) horas para cada semestre letivo.
§ 2° As Atividades Complementares previstas neste Regulamento são as seguintes:
a) Monitoria de ensino e de pesquisa e Leitura orientada em grupo;
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

b) Bolsa de trabalho extracurricular;


c) Pesquisa de campo, Assistência à pesquisa e Iniciação científica;
d) Publicação individual de artigos jurídicos e afins;
e) Apresentação em eventos científicos da área jurídica e afins;
f) Participação em eventos jurídicos e afins;
g) Curso de disciplinas não – previstas no currículo pleno;
h) Atividade de extensão;
i) Atividade de prática jurídica suplementar, isto é, que não contabiliza para o Escritório de Prática
Jurídica.
§ 3° Os procedimentos das Atividades Complementares são:
I - a atividade de Monitoria de ensino e de pesquisa, desempenhada pelo estudante que aconselha e
recomenda na condição de estudante adiantado, ajudando o professor, mediante concurso aberto,
conforme dispuser o Edital;
II - a leitura orientada em grupos de estudo, desenvolvida mediante a participação de um professor
orientador, podendo participar um ou mais monitores; deve resultar de uma exposição de seminários;
III - o trabalho extracurricular remunerado, mediante projeto de desenvolvimento ou bolsa
institucional da Faculdade, sem gerar, com isto, o direito adquirido ou vínculo empregatício, ou por
meio de verbas obtidas de fontes externas;
IV - a em Iniciação científica de pesquisa de campo, desenvolvida fora do ambiente das aulas teóricas,
em proveito da Instituição, podendo implicar ou não assistência à pesquisa docente ou discente;
V - a publicação de artigos jurídicos ou afins, preferencialmente fundamentada em alguma atividade
desenvolvida pelo estudante, descrita nos incisos anteriores, bem como no desempenho de atividades
de extensão ou de disciplina cursada e não – constante do currículo pleno do Curso de Direito;
VI - o Curso de Direito poderá oferecer aos seus estudantes disciplinas não constantes do currículo
pleno, como atividades de extensão universitária com vista a que a formação teórica seja a mais ampla
possível, como cursos de atualização jurídica;
VII - a participação do estudante em eventos jurídicos e afins, promovidos pela Instituição ou não,
internamente ou não, observará o limite máximo de 60 (sessenta) horas por semestre letivo;
VIII - é considerada atividade complementar a participação do estudante em prática jurídica
suplementar, isto é, o Estágio e Prática Jurídica em órgãos públicos ou privados que não contabilizem
para o EPJ, e é também considerada atividade complementar a carga horária semestral que superar a
prevista em Prática Jurídica no Escritório de Prática Jurídica, observando o limite máximo de 60
(sessenta) horas durante o Curso. O estudante, mediante relatório circunstanciado e autenticado por
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC

quem de direito, requer o aproveitamento desta prática jurídica como "atividades complementares".

CAPÍTULO II
REGULAMENTAÇÃO

Competência e Recursos
Art. 6° A atribuição de horas/aula para cada atividade complementar é de competência do
Núcleo de Atividades Complementares - NAC, que deverá observar os limites máximos fixados neste
Regulamento.
Art. 7° Os eventuais recursos contra as decisões do Núcleo de Atividades Complementares
serão decididos, em cárater final, pelo Coordenador do Curso de Direito.
Parágrafo Único - Não havendo prazo específico para o ato neste regulamento, aplica-se o prazo
comum de 10 (dez) dias.
Art. 8° Cabe ao Núcleo de Atividades Complementares do Curso de Direito estabelecer, na
primeira quinzena de cada ano letivo, em conjunto com o Colegiado do Curso, as atividades que serão
consideradas complementares, naquele período. Para tanto, professores e estudantes deverão
encaminhar, por escrito, ao Núcleo de Atividades Complementares, as propostas até o final do ano
letivo anterior.
§ 1° Em caráter extraordinário, a proposta supra-referida será submetida ao Colegiado do Curso
na primeira quinzena do ano letivo, quando da programação anual das atividades complementares.
§ 2° As atividades complementares aprovadas devem ser divulgadas junto ao quadro mural do
Curso, podendo ser homologada outra não contemplada, que se revele da conveniência do NAC e do
Colegiado do Curso.

CAPÍTULO III
OBRIGAÇÃO E PENALIDADES

Art. 9° É obrigação do estudante, no desempenho das atividades complementares atuar


individual, social e profissionalmente com ética, moral, honestidade, observando o Regulamento–
Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB, (Lei n° 8.906, de 4 de julho de 1994 e o Código de Ética e
Disciplina da OAB), sob pena de aplicação das penalidades previstas naqueles documentos e nos
regulamentos internos da Instituição, sem prejuízo de outras medidas de natureza administrativa e
judicial.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 114
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Art. 10º. A infringência às normas regulamentares das Atividades Complementares ocasionará a


aplicação de sanções, que são as seguintes:
a) Advertência, para as faltas leves;
b) Suspensão, para as faltas médias;
c) Desligamento, para as faltas graves.
Art. 11. A aplicação das penalidades é de competência do Núcleo de Atividades Complementares,
podendo ser avocada pelo Colegiado do Curso de Direito.
Art. 12. O Núcleo de Atividades Complementares recomendará a aplicação das penalidades no
prazo de 10 (dez) dias do conhecimento do fato, recorrendo de ofício ao Colegiado do Curso ou por
provocação, também em 10 (dez) dias.
Art. 13. O Colegiado do Curso receberá o recurso no duplo efetivo e em 10 (dez) dias confirmará
ou modificará a penalidade aplicada, cabendo ao prejudicado, em 10 (dez) dias, recorrer em última
instância ao Coordenador do Curso de Direito, que a julgará em 30 (trinta) dias.

CAPÍTULO IV
DIREITOS

Aprovação e certificado de conclusão

Art. 14. Considera-se aprovado o estudante que obtiver 75% (setenta e cinco por cento) de
freqüência e alcançar pelo menos 20 (vinte) horas semestrais de carga horária.
Art. 15. Ao estudante reprovado por insuficiência de carga horária, poderá haver uma única
prorrogação, por um semestre, com o cancelamento da carga horária considerada como insuficiente.
Art. 16. O estudante que tiver concluído o curso sem completar as 200 (duzentas) horas/aula de
atividades complementares, poderá fazê-lo, na condição de Estudante Especial, no prazo máximo de 1
(um) ano letivo, arcando com o ônus financeiro equivalente ao valor mínimo mensal estipulado pela
Instituição para a carga horária mínima matriculável semestralmente.
Art. 17. Concluída a integral carga horária para as atividades complementares efetuadas
externa ou internamente, o estudante deve requerer, via Protocolo, a expedição de certificado de
conclusão das atividades complementares.
Parágrafo Único. O público externo participante receberá Certificado, no término de cada evento da
Escola.
Art. 18. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo de Atividades Complementares - NAC,
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 115
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podendo o Coordenador do Curso de Direito avocar essa atribuição.

TIPOS DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR


I
Monitoria
Até 20 horas ao longo do Curso

II
Disciplinas de outros cursos
Até 20 horas ao longo do Curso

III
Congressos, Seminários, Palestras, Conferências, Encontros, Defesas de Monografias e Teses
Até 40 horas, ao longo do Curso, máximo 8 horas/dia

IV
Núcleos Temáticos, Atividades de Extensão e Estágio Extracurricular
Até 50 horas ao longo do Curso

V
Pesquisas acadêmicas
Até 50 horas ao longo do Curso

VI
Trabalhos publicados em periódicos referendados pela Instituição
20 horas para cada trabalho
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OBSERVAÇÃO: O estudante interessado deverá requerer ao Coordenador de Atividades


Complementares o cômputo das respectivas horas, mediante apresentação em cópia dos certificados ou
em relatório circunstanciado das respectivas atividades acadêmicas.

ANEXO 5

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO DO IESC

I - DOS PRINCÍPIOS GERAIS

Art. 1°. Este Regulamento rege as atividades de estágio do Curso de Graduação em Direito, em
especial o Estágio Supervisionado (curricular).
Art. 2°. As atividades de estágio são essencialmente práticas e devem proporcionar ao estudante a
participação em situações simuladas e reais de vida e trabalho, vinculadas à sua área de formação, bem
como a análise crítica destas.
Art. 3°. As atividades de estágio devem buscar, em todas as suas variáveis, a articulação entre ensino,
pesquisa e extensão.
Art. 4°. O estudo da ética profissional e sua prática deve perpassar todas as atividades vinculadas ao
estágio.

II - DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

Art. 5°. O Núcleo de Prática Jurídica é o órgão encarregado de supervisionar as atividades de estágio
dos alunos do Curso de Graduação em Direito, sendo composto:
I - Pelo Coordenador de Prática Jurídica;
II - Pelos professores de estágio;
III - Pela Secretaria de Estágio;
IV - Pelo Escritório – Modelo de Assistência Jurídica (EMAJ).
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III - DO COORDENADOR DE ESTÁGIOS

Art. 6°. O Coordenador de Prática Jurídica é designado pelo Diretor–Geral do IESC, dentre os
professores com exercício mínimo de 2 (dois) anos de orientação no Núcleo de Prática Jurídica.
§ 1°. O Coordenador de Prática Jurídica é eleito para um mandato de 2 (dois) anos,
coincidente com o mandato dos membros do Colegiado do Curso de Graduação em
Direito.
§ 2°. A carga horária administrativa atribuída ao Coordenador de Prática Jurídica é de até
20 (vinte) horas semanais.

Art. 7°. Compete ao Coordenador de Prática Jurídica:


I - coordenar o Núcleo de Prática Jurídica;
II - implementar as decisões do Departamento de Direito e do Colegiado do Curso de
Graduação em Direito referentes a estágios;
III - assinar as correspondências, certidões e declarações referentes aos estágios;
IV - aprovar os modelos de formulários utilizados no EMAJ;
V - elaborar, semestralmente, proposta de distribuição entre os professores de estágio das
diversas atividades atinentes ao Estágio Supervisionado, encaminhando-a à Coordenação
de Direito;
VI - propor ao Coordenador do Curso de Direito projetos de trabalho interdisciplinar a
serem desenvolvidos conjuntamente com outros cursos a serem criados pelo IESC junto ao
EMAJ;
VII - dar parecer sobre a viabilidade didática e prática dos projetos alternativos de estágio
encaminhados à Coordenação de Direito pelos professores de estágio;
VIII - encaminhar à Coordenação de Direito propostas de modificações na pauta de visitas
e atividades simuladas constantes dos Planos de Ensino das disciplinas do Laboratório de
Prática Jurídica;
IX - encaminhar aos órgãos competentes do IESC, na forma da legislação vigente, as
propostas de convênios de estágio aprovados pela Coordenação de Direito;
X - autorizar atividade externa de estágio em escritório de advocacia ou órgão, entidade ou
empresa conveniado com o IESC;
XI - autorizar a participação em programa alternativo de estágio devidamente aprovado;
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XII - aprovar a composição de equipes e escalas de horário dos estagiários junto ao NPJ,
de forma a manter uma distribuição eqüitativa de acadêmicos nos diversos horários de
funcionamento do mesmo;
XIII - avaliar o estágio externo desenvolvido em escritórios de advocacia, órgãos,
entidades e empresas conveniados;
XIV - elaborar, semestralmente, escala designando professores de estágio para atuar nas
audiências dos períodos de férias escolares e no atendimento dos plantões do EMAJ;
XV - apresentar à Coordenação de Direito, semestralmente, relatório do trabalho
desenvolvido no exercício da Coordenação de Estágios;
XVI - tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias ao efetivo
cumprimento deste Regulamento;

IV - DOS PROFESSORES DE ESTÁGIO

Art. 8º. São professores de estágio aqueles que exercem atividades no Núcleo de Prática Jurídica,
competindo-lhes principalmente:
I - orientar, supervisionar e avaliar as visitas e atividades simuladas e reais das equipes de
estagiários sob sua responsabilidade, atribuindo-lhes a respectiva nota;
II - efetuar o controle de freqüência ao Estágio Supervisionado, dos estagiários
pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis;
III - acompanhar a elaboração e corrigir as peças processuais assinando, juntamente com
os estagiários pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis, as petições
encaminhadas ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
IV - avaliar a participação das equipes de estagiários pelas quais forem responsáveis, nas
audiências dos processos encaminhados ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
V - apresentar, para análise, propostas de alterações da pauta de visitas e atividades
simuladas constantes dos Planos de Ensino das disciplinas de Laboratório de Prática
Jurídica, que devem seguir a tramitação prevista neste Regulamento e na legislação
vigente;
VI - fiscalizar a aplicação, por parte das equipes, dos critérios constantes do roteiro de
atendimento de clientes;
VII - determinar o arquivamento dos processos liquidados e arquivados;
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VIII - exigir das equipes relatórios das audiências realizadas e cópias das sentenças dos
processos liquidados;
IX - proceder a correição bimestral, examinando todos os registros de atendimento das
equipes e o atendimento ao roteiro de comprimento aos clientes;
X - desempenhar todas as demais atividades decorrentes da sua função.
§ 1°. Todas as atividades de orientação, supervisão, acompanhamento, avaliação e
coordenação atinentes ao Estágio Supervisionado são consideradas atividades docentes,
sendo seu exercício privativo dos membros do corpo docente vinculado à Coordenação de
Direito do IESC.
§ 2°. Para fins do Plano de Atividades da Coordenação do Curso de Direito, cada conjunto
de equipes orientadas pelo mesmo professor de estágio, em um mesmo horário, é
considerado uma única turma, podendo a carga horária da respectiva disciplina ser
multiplicado por 2,5 (dois vírgula cinco), na forma prevista na legislação específica.
§ 3°. A escala de trabalho dos professores de estágio junto ao EMAJ é determinada pela
Coordenação, ouvido o Coordenador de Estágios, e deve buscar manter no máximo 3
equipes para cada professor em cada dia letivo, para orientação e supervisão de suas
atividades.

V - DA SECRETARIA DE ESTÁGIO

Art. 9º. Compete à Secretaria de Estágio:


I - manter arquivos de toda a correspondência recebida e expedida, bem como de toda a
documentação e legislação referentes ao estágio;
II - expedir todas as declarações e certidões pertinentes ao estágio, respeitadas as
competências específicas da Coordenação do curso de Direito e do Colegiado do Curso de
Graduação em Direito, previstas na legislação vigente;
III - manter arquivo de controle de todos os convênios que o IESC possui para estágios na
área do Direito, bem como cópias dos termos de compromisso de todos os alunos que
estiverem realizando seus estágios com base nesses convênios;
IV - divulgar as ofertas de estágio extracurricular;
V - distribuir as tarefas aos bolsistas de extensão e treinamento;
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VI - manter arquivo com cópias de todos os processos ajuizados por meio do EMAJ, que
devem ser atualizados pelos estagiários;
VII - manter cadastro de clientes do EMAJ, que deve ser atualizado com base nos dados
fornecidos pelos estagiários a cada novo atendimento ou ato processual;
VIII - fazer a inscrição e encaminhamento das partes ao atendimento pelos estagiários,
respeitando a proporcionalidade por equipe;
IX - manter uma agenda das audiências referentes aos processos ajuizados por meio do
EMAJ, que deve ser atualizada pelos estagiários;
X - acompanhar, juntamente com os estagiários, as publicações oficiais;
XI - elaborar os modelos de formulários necessários para o bom funcionamento do EMAJ;
XII - desempenhar as demais atividades de sua competência e as que lhe forem solicitadas
pelo Coordenador de Estágios, na forma deste Regulamento.

VI - DAS MONITORIAS

Art. 10. Compete aos monitores das disciplinas de Estágio Supervisionado a tarefa de assessorar os
professores de estágio, bem como orientar os estagiários no desempenho de suas atividades.
Parágrafo único. Os monitores são selecionados na forma da legislação vigente e
preferencialmente dentre alunos que já tiverem cursado pelo menos cinqüenta por cento
(50%) das disciplinas do Estágio Supervisionado.

VII - DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (CURRICULAR)

Art. 11. As atividades do Estágio Supervisionado do Curso de Graduação em Direito obedecem ao


estipulado na legislação em vigor sobre estágios e ao previsto neste Regulamento e incluem a prática
jurídica, nos seguintes níveis:
I - as visitas e atividades simuladas das práticas profissionais dos diversos operadores
jurídicos, abrangendo as várias áreas do Direito, desenvolvidas nas disciplinas de Prática
Jurídica;
II - as atividades reais desenvolvidas junto ao EMAJ .

– I - Dos Estagiários
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Art. 12. São considerados estagiários, para fins do Estágio Supervisionado, todos os alunos
matriculados nas disciplinas de Prática Jurídica e Atividades Forenses, competindo-lhes
principalmente:
I - realizar as visitas e atividades simuladas orientados, pertencentes à matéria Estágio
Supervisionado;
II - cumprir seus plantões junto ao EMAJ;
III - preencher fichas de atendimento de todos os clientes que forem atendidos no EMAJ,
encaminhando-as à Secretaria de Estágio para cadastramento, na forma do roteiro de
atendimento;
IV - entregar periodicamente ao professor de estágio responsável pela equipe, relatório
detalhado de todas as atividades realizadas durante o período respectivo, acompanhado de
auto-avaliação de seu desempenho;
V - redigir as petições de todos os processos nos quais participaram ativamente, delas
fazendo constar a identificação da respectiva equipe, e assiná-las juntamente com o
professor de estágio;
VI - comparecer, ao menos um estagiário da equipe, aos atos processuais decorrentes dos
processos sob sua responsabilidade;
VII - acompanhar as publicações oficiais, juntamente com a secretaria, visando manter
atualizada a agenda de audiências e demais atos processuais;
VIII - informar à secretaria, com antecedência mínima de três (03) dias, as datas, horários
e locais das audiências de suas equipes;
IX - cumprir as intimações que forem efetuadas nos processos sob sua responsabilidade;
X - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo bom nome do EMAJ do IESC;
XI - comparecer às audiências devidamente trajados;
XII - restaurar os processos sob responsabilidade na eventualidade de perda ou extravio;
XIII - manter cópias de todas as peças processuais produzidas nos processos encaminhados
ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
XIV - cumprir este Regulamento e as demais determinações legais referentes ao Estágio
Supervisionado.
§ 1°. No exercício de atividades vinculadas direta ou indiretamente ao EMAJ, aplicam-se
aos estagiários do Curso de Graduação em Direito as normas do Código de Ética e
Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil.
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§ 2°. Quando da infringência de qualquer norma do Código referido no parágrafo anterior,


segue-se o procedimento e aplicam-se as sanções previstas no Regimento do Curso de
Graduação em Direito do IESC, quando trata do regime disciplinar do corpo discente.

II - Das visitas e atividades simuladas

Art. 13. O Estágio Supervisionado terá visitas e atividades simuladas, a serem desenvolvidas nas
disciplinas Prática Jurídica I, II, III e IV
§ 1°. A pauta de visitas e atividades simuladas é definida nos Planos de Ensino das
disciplinas de Prática Jurídica, na forma prevista neste Regulamento e na legislação
vigente.
§ 2°. A pauta de visitas orientadas deve abranger os diversos órgãos do Poder Judiciário,
Ministério Público, Procuradorias e outras instituições que desenvolvam atividades
jurídicas (judiciárias e não–judiciárias), o sistema penitenciário, em todos os seus níveis,
bem como a assistência a audiências e sessões reais.
§ 3°. Das visitas orientadas devem ser redigidos relatórios circunstanciados.
§ 4°. As atividades simuladas incluem as práticas processuais e não– processuais
referentes às disciplinas constantes do currículo pleno do Curso de Graduação em Direito,
bem como as atividades profissionais dos principais operadores jurídicos.
§ 5°. A pauta de atividades simuladas inclui necessariamente a atuação oral, a análise de
autos findos, as técnicas de conciliação, mediação, arbitragem e o processo administrativo.
§ 6°. Para fins de realização de atividades simuladas, os alunos do estágio supervisionado
são divididos em equipes de no mínimo 5 (cinco) e no máximo 25 (vinte e cinco)
estudantes.

III - Do Escritório Modelo de Assistência Jurídica (EMAJ)


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Art. 14. O Estágio Supervisionado terá atividades de atendimento de partes, pesquisa, elaboração de
peças processuais e acompanhamento dos respectivos processos por meio do Escritório Modelo de
Assistência Jurídica (EMAJ)
§ 1°. O trabalho junto ao EMAJ é desenvolvido obrigatoriamente pelos acadêmicos matriculados nas
disciplinas de Prática Jurídica.
§ 2°. O atendimento no EMAJ abrange as áreas cível, criminal e trabalhista e se destina à população
carente.
§ 3°. Para fins de atendimento junto ao EMAJ, os alunos do estágio supervisionado são divididos em
equipes de no mínimo 3 (três) e no máximo (5) cinco estudantes.
Art. 15. O EMAJ funciona durante o ano letivo, com horário de atendimento ao público fixado pelo
Colegiado do Curso de Graduação em Direito, observada a legislação vigente e ouvidos o Núcleo de
Prática Jurídica e a Coordenação do Curso de Direito.
Parágrafo único. Nos períodos interescolares pode haver plantão, em horário fixado de
acordo com os horários de funcionamento do IESC, com a finalidade de prestar assistência
de urgência e acompanhar os processos em andamento.

IV - Da avaliação

Art. 16. A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado desenvolvidas nas disciplinas de Prática
Jurídica é efetuada de acordo com a legislação vigente, em especial as normas fixadas pelo IESC,
levando em consideração os relatórios das visitas orientadas e o desempenho nas atividades simuladas,
bem como outros indicadores e instrumentos que constem dos respectivos Planos de Ensino.
Art. 17. A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado desenvolvidas nas disciplinas de Prática
Jurídica e Atividades Forenses é efetuada mediante notas, de acordo com a legislação vigente, em
especial as normas fixadas pelo IESC, atribuídas com base nos relatórios periódicos de estágio, na
correição bimestral dos processos de cada equipe e no desempenho efetivo dos estagiários no EMAJ.
§ 1°. A recuperação das notas a que se referem este artigo somente pode ser concretizada
por meio de plantões, na forma do parágrafo único do artigo 15 deste Regulamento, tendo
em vista tratar-se de atividade eminentemente prática, não–recuperável por meio de
provas.
§ 2°. Na situação prevista no parágrafo anterior é a reprovação aluno até que ele conclua a
recuperação.
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§ 3°. Reprovado na recuperação, deve o aluno repetir o estágio no EMAJ, em período


letivo regular.
Art. 18. A presença mínima a todas as atividades de estágio, para aprovação, é de (setenta e cinco por
cento) 75 %, sendo ela, no que se refere ao EMAJ, computada mediante a presença em no mínimo
(setenta e cinco por cento) 75% dos plantões, audiências e demais atividades do EMAJ.

VIII - DOS ESTÁGIOS EXTRACURRICULARES

(ATIVIDADES COMPLEMENTARES)

Art. 19. Para fins de cumprimento das atividades complementares previstas no artigo 4º da Portaria n.º
1.886/94/MEC, nos limites fixados no currículo pleno do Curso de Graduação em Direito do IESC,
pode o aluno realizar estágio extracurricular:
I - em escritório de advocacia, órgão, entidade ou empresa pública ou privada, desde que
credenciado junto ao IESC para receber estagiários em Direito;
II - mediante do desenvolvimento de projeto alternativo de estágio aprovado na forma
prevista neste Regulamento.
§ 1°. O credenciamento, para fins de estágio externo, observa os critérios e condições estabelecidos
pela Coordenação do Curso de Direito, ouvido o Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica
Art. 20. O estágio profissional de advocacia, previsto na Lei n.° 8.906/94, de caráter extracurricular,
inclusive para graduados, pode ser oferecido pelo Departamento de Direito, em convênio com a OAB,
complementando-se a carga horária efetivamente cumprida no estágio supervisionado com atividades
práticas típicas de advogado e do estudo do Estatuto de Advocacia e da OAB e do Código de Ética e
Disciplina.

IX - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 21. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação


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ANEXO 6

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DO


IESC

I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1°. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas com o Trabalho de
Conclusão de Curso do currículo pleno do Curso de Graduação em Direito do Instituto de Ensino
Superior Santa Cecília (IESC), indispensável para a colação de grau.
Art. 2°. O Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, consiste em pesquisa individual orientada, relatada
sob a forma de uma monografia, em qualquer área do conhecimento jurídico, no âmbito da
Coordenação do curso de Direito.
Art 3°. O objetivo geral do TCC é o de propiciar aos alunos do Curso de Graduação em Direito a
ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à
produção científica, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de
interpretação e crítica do Direito.

II - DO COORDENADOR DE MONOGRAFIA

Art. 4°. O Coordenador de Monografia é designado pelo Diretor Geral do IESC, dentre os professores
com título mínimo de Mestre e experiência comprovada em pesquisa.
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§ 1°. O Coordenador de Monografia é eleito para um mandato de 2 (dois) anos,


coincidente com o mandato dos membros do Colegiado do Curso de Graduação em
Direito.
§ 2°. A carga horária administrativa atribuída ao Coordenador de Monografia é de até 20
(vinte) horas semanais.
Art. 5°. Ao Coordenador de Monografia compete:
I - elaborar, semestralmente, o calendário de todas as atividades relativas ao TCC, em
especial o cronograma das defesas;
II - atender aos alunos matriculados na disciplina atinente ao TCC, nos períodos diurno e
noturno;
III - proporcionar, com a ajuda dos professores da disciplina Metodologia da Pesquisa
Jurídica, orientação básica aos alunos em fase de iniciação do projeto do TCC;
IV - elaborar e encaminhar aos professores orientadores as fichas de freqüência e avaliação
das atividades da disciplina atinente ao TCC;
V - convocar, sempre que necessário, reuniões com os professores orientadores e alunos
matriculados na disciplina atinente ao TCC;
VI - indicar professores–orientadores para os alunos que não os tiverem;
VII - manter, na Coordenação de Monografia, arquivo atualizado com os projetos de
monografia em desenvolvimento;
VIII - manter atualizado o livro de atas das reuniões das bancas examinadoras;
IX - providenciar o encaminhamento à biblioteca central, de cópias das monografias
aprovadas;
X - tomar, no âmbito de sua competência, todas as demais medidas necessárias ao efetivo
cumprimento deste Regulamento;
XI - designar as bancas examinadoras dos TCC;
XII - apresentar semestralmente, à Coordenação do Curso de Direito, relatório do trabalho
desenvolvido no exercício da Coordenadoria de Monografia.

III - DOS PROFESSORES–ORIENTADORES

Art. 6°. O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor do Curso de Direito do IESC.
Parágrafo único. O TCC é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de parte do tempo
de ensino dos professores à atividade de orientação, na forma prevista nas normas internas do IESC.
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Art. 7°. Cabe ao aluno escolher o professor–orientador, devendo, para esse efeito, realizar o convite
levando em consideração os prazos estabelecidos neste Regulamento para a entrega do projeto de
monografia.
§ 1°. Ao assinar o projeto de monografia, o professor está aceitando a sua orientação;
§ 2°. Pode o aluno contar com a colaboração de outro professor do curso de Direito do
IESC que não o seu orientador ou de profissional que não faça parte do corpo docente do
Curso de Direito do IESC atuando como co-orientador, desde que obtenha a aprovação de
seu orientador.
§ 3°. O nome do co-orientador deve constar dos documentos e relatórios entregues pelo
aluno.
Art. 8°. Na situação em que o aluno não encontre nenhum professor que se disponha a assumir a sua
orientação, deve procurar o Coordenador de Monografia, a fim de que esse lhe indique um orientador.
Parágrafo único. Na indicação de professores orientadores, o Coordenador de Monografia deve
observar o Plano de Atividades da Coordenação e levar em consideração, sempre que possível, a
distribuição de acordo com as áreas de interesse dos professores, bem como a distribuição eqüitativa
de orientandos entre eles.
Art. 9°. Cada professor pode orientar, no máximo, 5 (cinco) alunos por semestre.
Parágrafo único. A carga horária semanal, por aluno, destinada à orientação do TCC, para fins do
cômputo da carga didática do docente no Plano de Atividades da Coordenação, obedece às normas
específicas em vigor no IESC.
Art. 10. A substituição de orientador somente é permitida quando outro docente assumir formalmente
a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído.
Parágrafo único. É da competência do Coordenador de Monografia a solução de casos especiais,
podendo, se entender necessário, encaminhá-los para análise pelo Colegiado do Curso de Direito.
Art. 11. O professor–orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I - freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de Monografia;
II - atender semanalmente seus alunos–orientandos, em horário previamente fixado;
III - entregar à Coordenação de Monografia, semestralmente, as fichas de freqüência e
avaliação devidamente preenchidas e assinadas;
IV - analisar e avaliar os relatórios parciais mensais que lhes forem entregues pelos
orientandos;
V - participar das defesas para as quais for estiver designado;
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VI - assinar, juntamente com os demais membros das bancas examinadoras, as fichas de


avaliação das monografias e as atas finais das sessões de defesa;
VII - requerer ao Coordenador de Monografia a inclusão dos TCC de seus orientandos na
pauta semestral de defesas;
VIII - cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
Art. 12. A responsabilidade pela elaboração da monografia é integralmente do aluno, o que não exime
o professor–orientador de desempenhar adequadamente, dentro das normas definidas neste
Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação.
Parágrafo único. O não–cumprimento do disposto nos artigos 14 e 23 deste Regulamento autoriza o
professor a desligar-se dos encargos de orientação, mediante comunicação oficial ao Coordenador de
Monografia.
IV - DOS ALUNOS EM FASE DE REALIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO

Art. 13. Considera-se aluno em fase de realização do Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, aquele
regularmente matriculado na disciplina respectiva, pertencente ao currículo do Curso de Graduação em
Direito.
Art. 14. O aluno em fase de realização do TCC tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I - freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de Monografia ou pelo seu
orientador;
II - manter contatos, no mínimo, quinzenais com o professor–orientador para discussão e
aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas;
III - cumprir o calendário divulgado pela Coordenação de Monografia para entrega de
projetos, relatórios parciais e versão final do TCC;
IV - entregar ao orientador relatórios parciais mensais sobre as atividades desenvolvidas;
V - elaborar a versão final de seu TCC, de acordo com este Regulamento e as instruções de
seu orientador e do Coordenador de Monografia;
VI - entregar ao Coordenador de Monografia ao findar o nono semestre em que estiver
matriculado na disciplina respectiva, 4 (quatro) cópias de sua primeira versão do TCC, ou
do trabalho definitivo, devidamente assinadas pelo orientador;
VII - comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender o TCC;
VIII - cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
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V - DOS PRÉ-REQUISITOS E DAS VAGAS

Art. 15. Para se matricular na disciplina atinente ao Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, o aluno do
Curso de Graduação em Direito deve ter cursado, incluindo necessariamente a disciplina Metodologia
da Pesquisa Jurídica, um mínimo de 2.880 (duas mil, oitocentos e oitenta) horas-aula do currículo
pleno do seu Curso.
Parágrafo único. O não–cumprimento do disposto neste artigo implica o cancelamento
automático da matrícula na respectiva disciplina.
Art. 16. A matrícula na disciplina atinente ao TCC atribui ao aluno o direito de escrever e defender sua
monografia, conforme calendário estabelecido semestralmente pela Coordenadoria de Monografia,
tendo por base o calendário acadêmico do IESC.
Art. 17. Têm preferência na matrícula os alunos do Curso de Graduação em Direito que tiverem
concluído a penúltima fase, sucedendo-se a esses os que tiverem concluído a antepenúltima fase e
assim sucessivamente.
Art. 18. O número total de vagas oferecidas por semestre para a disciplina atinente ao TCC deve ser,
no mínimo, tanto no curso diurno como no noturno, igual ao número de alunos em condições de nele
colar grau.

VI - DO PROJETO DE MONOGRAFIA

Art. 19. O aluno deve elaborar seu projeto de monografia de acordo com este Regulamento e com as
recomendações do seu professor–orientador.
Parágrafo único. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas
instruções da Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, sobre documentação, no que forem
aplicáveis.
Art. 20. A estrutura do projeto de monografia compõe-se de:
I - apresentação;
II - objeto;
III - objetivos;
IV - justificativas;
V - revisão bibliográfica;
VI - metodologia;
VII - cronograma;
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VIII - levantamento bibliográfico inicial;


IX - instrumentos de pesquisa (quando houver pesquisa de campo).
Art. 21. O projeto de monografia deve ser entregue ao Coordenador de Monografia, em duas vias
assinadas pelo orientador, com, no mínimo, 15 (quinze) dias de antecedência ao início do período
regular de matrícula.
§ 1°. Cabe ao Coordenador de Monografia a avaliação e aprovação dos projetos
apresentados pelos alunos, para que estes possam obter matrícula na disciplina atinente ao
TCC.
§ 2°. O projeto reprovado deve ser devolvido ao aluno no prazo de 5 (cinco) dias, para que
seja reformulado ou refeito e possa ser entregue novamente ao Coordenador de
Monografia antes do término do período regular de matrícula.
§ 3°. Sendo o projeto novamente reprovado, o aluno tem sua matrícula na disciplina
definitivamente negada no semestre respectivo.
§ 4°. Aprovado o projeto de monografia, um exemplar é arquivado na Coordenação de
Monografia, sendo o outro, devidamente assinado pelo Coordenador de Monografia,
enviado ao professor orientador.
Art. 22. Aprovado o projeto de monografia, a mudança de tema somente é permitida mediante a
elaboração de um novo projeto e preenchimento dos seguintes requisitos:
I - ocorrer a mudança dentro de um prazo não superior a 15 (quinze) dias, contados da data
de início do período letivo;
II - haver a aprovação do professor–orientador;
III - existir a concordância do professor–orientador em continuar com a orientação, ou a
concordância expressa de outro docente em substituí-lo;
IV - haver a aprovação do Coordenador de Monografia .
Parágrafo único. Pequenas mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto
são permitidas a qualquer tempo, desde que com autorização do orientador.

VII - DOS RELATÓRIOS PARCIAIS

Art. 23. Os relatórios mensais parciais sobre o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso
devem conter informações pormenorizadas acerca das pesquisas e estudos realizados no período
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respectivo, na forma definida pelo professor–orientador, sendo-lhe entregues até o 5º (quinto) dia útil
de cada mês.

VIII - DA MONOGRAFIA

Art. 24. A monografia, expressão formal do Trabalho de Conclusão do Curso, deve ser elaborada
considerando-se:
I - na sua estrutura formal, os critérios técnicos estabelecidos nas normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, sobre documentação, no que forem aplicáveis;
II - no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no artigo 3° deste Regulamento e a
vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na área do Direito,
preferencialmente aqueles identificados pelas disciplinas ofertadas no currículo.
Art. 25. A estrutura da monografia compõe-se de:
I – capa;
II – folha de rosto;
III – folha de aprovação;
IV – resumo;
V – sumário;
VI – introdução;
VII – desenvolvimento, contendo necessariamente a revisão bibliográfica;
VIII – considerações finais (ou conclusão);
IX – referências bibliográficas;
X – anexos (quando for o caso).
Art. 26. As cópias da monografia encaminhadas às bancas examinadoras devem ser apresentadas
preenchendo os seguintes requisitos:
I - datilografada ou digitada em espaço 1 ½ (um e meio), em papel branco tamanho A4,
letra tipo Times New Roman tamanho 12 (doze), ou equivalente;
II - a soma das margens inferior e superior, bem como a das margens laterais esquerda e
direita, não pode ultrapassar 6 (seis) centímetros;
III - encadernada em brochura ou espiral;
IV - o corpo do trabalho (introdução, desenvolvimento e conclusão) deve possuir no
mínimo 50 (cinqüenta) e no máximo 100 (cem) páginas de texto escrito.
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Parágrafo único. As monografias que extrapolem o limite máximo estabelecido no inciso


IV deste artigo devem, para apresentação, contar com a aprovação do Coordenador de
Monografia, ouvido o professor– orientador.

IX - DA BANCA EXAMINADORA

Art. 27. A monografia é defendida pelo aluno perante banca examinadora composta pelo professor–
orientador, que a ela preside, e por outros 2 (dois) membros, designados pelo Coordenador do Curso
de Direito, mediante indicação do Coordenador de Monografia.
§ 1°. Quando o co-orientador for membro da banca, será ela composta por 4 (quatro)
membros efetivos.
§ 2°. Pode fazer parte da banca examinadora um membro escolhido entre os professores de
outras áreas de outra Instituição de Ensino Superior, com interesse na área de abrangência
da pesquisa, ou de Cursos de Direito de outras universidades, ou ainda entre profissionais
de nível superior que exerçam atividades afins com o tema da monografia.
§ 3°. Quando da designação da banca examinadora, deve também ser indicado um membro
suplente, encarregado de substituir qualquer dos titulares em caso de impedimento.
Art. 28. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com 3 (três) membros presentes,
não podendo 2 (dois) deles ser o orientador e o co-orientador.
§ 1. Não comparecendo algum dos professores designados para a banca examinadora, o
fato deve ser comunicado, por escrito, ao Coordenador do Curso de Direito.
§ 2. Não havendo o comparecimento do número mínimo de membros da banca
examinadora fixado neste artigo, deve ser marcada nova data para a defesa, sem prejuízo
do cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior.
Art. 29. Todos os professores do Curso de Direito podem ser convocados para participar das bancas
examinadoras, mediante indicação do Coordenador de Monografia, aprovada pelo colegiado do Curso
de Direito.
Parágrafo único. Sempre que possível Deve, ser mantida a eqüidade no número de
indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, procurando ainda
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evitar-se a designação de qualquer docente para um número superior a 5 (cinco) comissões


examinadoras por semestre.

X - DA DEFESA DA MONOGRAFIA

Art. 30. As sessões de defesa das monografias são públicas.


Parágrafo único. Não é permitido aos membros das bancas examinadoras tornar públicos
os conteúdos das monografias antes de suas defesas.
Art. 31 - O Coordenador de Monografia deve elaborar calendário semestral fixando prazos para a
entrega das monografias, designação das bancas examinadoras e realização das defesas.

§ 1°. Quando a monografia for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser
avaliada pelo Coordenador de Monografia.
§ 2°. Comprovada a existência de motivo justificado e a anuência do professor–orientador,
pode ser atribuído, a requerimento do aluno, o conceito “I”, ficando, nesse caso, a defesa
adiada para o semestre seguinte, em período especialmente previsto no calendário e que
deve anteceder o período destinado às defesas regulares;
§ 3°. Não é admitido um segundo atraso ou a manutenção do conceito “I” por período
superior a um semestre, situações nas quais será atribuída nota “0” (zero) na disciplina
atinente ao Trabalho de Conclusão de Curso, TCC.
Art. 32. Ao término da data–limite para a entrega das cópias das monografias, o Coordenador de
Monografia divulga a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinados às suas
defesas.
Art. 33. Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de 15
(quinze) dias para procederem à leitura das monografias.
Art. 34. Na defesa, o aluno tem até 30 (trinta) minutos para apresentar seu trabalho e cada componente
da banca examinadora até 10 (dez) minutos para fazer sua argüição, dispondo ainda o discente de
outros 10 (dez) minutos para responder cada um dos examinadores.
Art. 35. A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de argüição, obedecendo ao
sistema de notas individuais por examinador, levando em consideração o texto escrito, a sua exposição
oral e a defesa na argüição pela banca examinadora.
§ 1°. Utilizam-se, para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais, onde o
professor apõe suas notas para cada item a ser considerado.
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§ 2°. A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos
membros da banca examinadora.
§ 3°. Para aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a 6 (seis) na média das
notas individuais atribuídas pelos membros da banca examinadora.
Art. 36. A banca examinadora deve reunir-se antes da sessão de defesa pública podendo, se aprovado
por maioria, devolver a monografia para reformulações.
Parágrafo único. Nessa situação, atribuí-se conceito “I” na disciplina atinente ao TCC,
ficando a defesa marcada para 30 (trinta) após, contados da devolução da monografia ao
aluno, feita esta mediante protocolo.
Art. 37. A banca examinadora, por maioria, após a defesa oral, pode sugerir ao aluno que reformule
aspectos de sua monografia.
§ 1°. Quando sugerida a reformulação de aspectos fundamentais da monografia e
aceitando-a o aluno, atribuí-se conceito “I” na disciplina atinente ao TCC.
§ 2°. O prazo para apresentar as alterações sugeridas é de no máximo 30 (trinta) dias.
§ 3°. Entregues as novas cópias da monografia, já com as alterações realizadas, reúne-se
novamente a banca examinadora, devendo, então, proceder à avaliação na forma prevista
no artigo 35, inexistindo nova defesa.
Art. 38. O aluno que não entregar a monografia, ou que não se apresentar para a sua defesa, sem
motivo justificado na forma da legislação em vigor, está automaticamente reprovado na disciplina
atinente ao TCC.
Art. 39. A avaliação final, assinada pelos membros da banca examinadora e pelo aluno, deve ser
registrada no livro de atas respectivo, ao final da sessão de defesa, e, em caso de aprovação, nas cópias
da monografia destinadas à Biblioteca Central do IESC e ao arquivo da Coordenação de Monografia.
Parágrafo único. Compete ao Colegiado do Curso de Direito analisar os recursos das
avaliações.
Art. 40. Não há recuperação da nota atribuída à monografia, sendo a reprovação na disciplina atinente
ao TCC, nos casos em que houver, definitiva.
§ 1. Se reprovado, fica a critério do aluno continuar ou não com o tema de monografia e
com o orientador.
§ 2º. Optando por mudança de tema, deve o aluno reiniciar todo o processo para
elaboração do TCC, desde a elaboração do projeto de pesquisa.
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Art. 41. Ao aluno matriculado na disciplina atinente ao TCC, cuja monografia haja sido reprovada, é
vedada a defesa da mesma monografia ou de nova monografia, qualquer que seja a alegação, no
semestre da reprovação.

XI - DA ENTREGA DA VERSÃO DEFINITIVA DA MONOGRAFIA

Art. 42. A versão definitiva da monografia deve ser encaminhada à Coordenação de Monografia em 4
(quatro) exemplares, que, além dos demais requisitos exigidos nos artigos 24 a 26 deste Regulamento,
devem também vir encadernados em preto, com gravação em dourado do nome do seu autor e
orientador, seu título e seu local e data de aprovação.
Art. 43. A entrega da versão definitiva da monografia é requisito para a colação de grau e deve ser
efetuada, no mínimo, com 15 (quinze) dias de antecedência em relação à data marcada para a
formatura do seu autor.

XII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 44. Este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação.


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ANEXO 7

PROJETO DE CRIAÇÃO DA REVISTA JURÍDICA IESC

A realização da Revista Jurídica IESC faz parte dos trabalhos do Núcleo de Atividades
Complementares – NAC.

2. A proposta

A Coordenação do NAC propõe criar, organizar e publicar, com o apoio da Instituição, uma
revista de Direito, de circulação nacional, para o Curso de Direito do IESC.

3. A justificativa

A Instituição propõe, por meio de seu PDI, oferecer uma Faculdade de excelência para o
mercado e para a sociedade.
O acervo bibliográfico, a qualificação do corpo docente, a organização do Núcleo de Prática
Jurídica, do Escritório–Modelo de Assistência Jurídica, dentre outros, são os sinais de que o Curso de
Direito do IESC ocupará uma posição de destaque na cidade de Arapiraca e na microrregião em que
se insere.
Os meios acadêmicos e profissionais jurídicos, no Estado e no País, sentem, há vários
anos, a lacuna de uma publicação periódica produzida por Faculdades de Direito do Estado de
Alagoas
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Com o funcionamento do NAC para o primeiro semestre de implantação do Curso de


Direito do IESC, haverá a oportunidade de completar essa lacuna nos meios jurídicos local e
regional, oferecendo uma publicação periódica especializada.

Diversas faculdades de Direito no País dispõem de uma publicação periódica especializada.


O IESC, no processo de implementação qualitativa de suas atividades, apresenta-se no momento de
realizar o primeiro número de sua Revista Jurídica IESC, que percorrerá as bibliotecas e escritórios de
todo o território nacional, apresentando a Faculdade e a produção científica e literária de seu corpo
docente e discente, podendo, ainda, acolher produções científicas de demais profissionais, de outros
Estados e até de outros países.
4. A Revista

A Revista Jurídica IESC conterá, como parte principal, artigos científicos sobre temas jurídicos
variados, caracterizados pela atualidade e relevância, que levem aos leitores a marca da reflexão.
Poderá conter, além dos artigos científicos, um espaço para crônicas da vida jurídica e discursos
de paraninfos, patronos ou amigos de turmas de formatura da Faculdade, jurisprudência, legislação.
Poderão contribuir para a Revista trabalhos de conteúdo jurídico ou Interdisciplinar, elaborados
por professores e estudantes do Curso de Direito e de outros cursos do IESC, assim como de outras
universidades. Também poderão ser aceitas contribuições de profissionais não-acadêmicos.
Os números publicados poderão ter, cada, um homenageado ou uma temática central.
A Revista deverá contar com 02 (duas) formas de apresentação: tradicional (editada e publicada)
e virtual (veiculada na Internet)

5. A periodicidade

A Revista, na sua versão virtual terá periodicidade mensal para artigos, comentários de
lançamentos de livros e coletânea de jurisprudências e doutrinas. Contudo, existirão sessões de
atualização constantes como, por exemplo, a seção “Concursos e Notícias”, dentre outras.
A periodicidade da Revista na apresentação tradicional será, inicialmente, anual. De acordo com
a experiência e as possibilidades práticas, a periodicidade poderá passar a ser semestral.
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6. A realização

A realização da Revista Jurídica IESC será uma atividade do NAC: envolverá a Coordenação do
NAC, um conselho editorial (formado por um grupo de cinco professores da Faculdade, que deverão
selecionar os trabalhos a serem publicados), um (a) revisor (a), um (a) diagramador (a) e um (a)
secretário (a).

7. O cronograma

Propõe-se, inicialmente, um número da Revista Jurídica IESC por ano.

Na primeira semana do primeiro semestre letivo de cada ano, serão amplamente


divulgadas as regras para a seleção de artigos a serem publicados na Revista.
Os artigos deverão ser recebidos até a primeira semana do segundo semestre letivo, para a seleção.
O Conselho Editorial terá 30 dias para a seleção dos artigos que comporão o número.
Da decisão do Conselho cabe pedido de revisão dentro de três dias, para o mesmo Conselho.
Selecionados definitivamente os artigos a serem publicados no número daquele ano, estes
deverão passar pela revisão. A revisão terá 30 dias para devolvê-los à Coordenação do NAC.
Os artigos revisados serão enviados ao diagramador, para a organização visual e a concepção
artística.
A editoração deve ocorrer dentro de 30 dias.
O lançamento da Revista Jurídica IESC deve ocorrer ao final do segundo semestre letivo.
À cerimônia de lançamento deverão estar presentes todos os autores que publicaram na Revista,
se residentes em Arapiraca na ou região.
Poderão ser realizados, na mesma oportunidade, outros eventos, como seminários.
Poderão ser convidadas personalidades do meio jurídico para participarem da cerimônia de
lançamento, ou para serem homenageadas.

8. editoração
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A editoração da Revista Jurídica IESC poderá ser realizada mediante financiamento total do
IESC ou através de financiamento parcial, junto a uma editora qualificada; ou, com ou sem algum
encargo econômico, por convênio com outra instituição, entidade, órgão, sociedade; ou, sem encargo
econômico, por meio de uma editora qualificada, ou com obtenção de patrocínios ou incentivos
econômicos.
A realização de contrato para a editora, que poderá ser para apenas um número, ou para um
período determinado, ou indefinidamente, será realizada pelo setor responsável pela administração de
recursos econômicos da Instituição, auxiliado pela Coordenação do NAC.

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