PPC Iesc
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SANTA CECÍLIA
IESC
ARAPIRACA (AL)
MARÇO / 2011
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 2
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ARAPIRACA (AL)
MARÇO / 2011
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APRESENTAÇÃO
O Instituto de Ensino Superior Santa Cecília – IESC - apresenta, neste documento o seu
Projeto de Solicitação de Autorização do Curso de Direito. Este Projeto representa um esforço coletivo
da Comunidade desta Instituição de Ensino Superior em expressar suas pretensões, de suas
determinação e, sobretudo de sua consciência interventiva na realidade social da comunidade de
Arapiraca (AL) e da sociedade brasileira.
Fica, pois aqui reafirmado o compromisso do Instituto de Ensino Superior Santa Cecilia de
avançar na construção de uma sociedade mais humana e melhor instrumentalizada para as demandas
cotidianas, que apontam, certamente para a possibilidade de uma melhor qualidade de vida dos
cidadãos.
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SUMÁRIO Pg.
APRESENTAÇÃO
1 Apresentação do projeto pedagógico do curso 05
2. Apresentação do curso 10
2.1 Histórico 10
2.2 Aspectos legais 11
2.3 Estrutura básica 11
7. Objetivos do curso 20
7.1-Objetivo Geral 20
7.2-Objetivos Específicos 20
Definição periódica (nunca superior a três anos) do ementário das disciplinas, para que
cada disciplina, dentro do seu estado da arte e sem perder a sua identidade epistemológica,
assuma posição e amplitude explícitas no projeto pedagógico, em função dos objetivos, do
eixo epistemológico e dos núcleos temáticos do curso, além de seu inter-relacionamento
com as demais disciplinas, atendendo aos princípios da interdisciplinaridade.
1
O conceito de Núcleo Temático está explicitado mais adiante..
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Este projeto, além dos aspectos, das dimensões e dos elementos apontados anteriormente,
possui 3 (três) grandes eixos norteadores:
3. Formação Permanente.
Um primeiro eixo associado às relações entre o ensino, a pesquisa e a extensão, num tripé de
sustentação que provê a identidade do curso (no sentido restrito) é a Instituição. Essas relações devem
ser construídas de forma indissociável, de maneira que a atividade-fim (ensino, pesquisa e extensão)
seja realizada com competência, eficiência, adequação, responsabilidade e em constante processo de
atualização e aperfeiçoamento. O sujeito coletivo da Instituição, com suas características próprias e
únicas, emerge da relação praxiológica dessas três áreas.
Para que o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão se torne efetivo, é
preciso assumir que nenhuma dessas três funções tenha precedência, importância ou subordinação em
relação às demais, pressupondo-se o estabelecimento de relações de interdependência entre elas.
2
JAPIASSU, Hilton. A Questão da Interdisciplinaridade. Paixão de Aprender, Porto Alegre: S.M.E.R.S., 1994.
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constitui uma inovação, porque desinstala, incomoda”. O interdisciplinar, continua Japiassu, “aparece
como um princípio novo de reorganização das disciplinas científicas e de reformulações das estruturas
pedagógicas de seu ensino".
Deve-se lembrar que currículo é uma prática que expressa a missão sociocultural de uma
instituição no conjunto de atividades, mediante as quais um grupo pode assegurar a seus membros a
aquisição da experiência social, historicamente acumulada e culturalmente organizada.
Isto posto, a Diretoria Geral do IESC apresenta este projeto pedagógico com a perspectiva de
melhorar continuamente e qualitativamente o desempenho do Curso de Direito, tornando-o dinâmico e
atualizado com as exigências sociais, educacionais e econômicas da sociedade contemporânea.
Os professores do curso, em suas atividades de ensino, deverão ser capazes de não apenas
transmitir o conhecimento ou sistematizar os conhecimentos, mas aliar essas atividades à pesquisa que
vise à construção e à reconstrução do saber cientifico e ao desenvolvimento de projetos de extensão,
ligados às suas respectivas áreas de conhecimentos.
Por fim, este projeto visa obter a aprovação para funcionamento de curso jurídico no Instituto
de Ensino Superior Santa Cecília (IESC), o qual foi formatado conforme as exigências legais contidas
na Portaria 640 de 13 de maio de 1997.
2. Apresentação do Curso
2.1 Histórico
O Curso de Direito foi o primeiro a ser idealizado pelos dirigentes do Instituto Superior de Ensino
Santa Cecília Ltda (ISESC), entidade mantenedora do Instituto de Ensino Superior Santa Cecília
(IESC), em vista da forte identificação dos objetivos da entidade e a comunidade em que está
inserida.
A instalação do Curso de Direito na cidade de Arapiraca AL, revela uma preocupação com a
problemática social, por parte dos idealizadores da instituição. Essa preocupação se deve à
necessidade de manter em funcionamento um curso de graduação em Direito na cidade, tanto para o
atendimento à legítima aspiração de acesso à formação de nível superior de vastos segmentos de
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uma região, como pela demanda de quadros habilitados e qualificados para as instituições
existentes em todo o Estado de Alagoas e, em especial, na microrregião de Arapiraca.
O Curso funcionará nas instalações do IESC, em regime semestral seriado, no turno noturno, e
disponibilizará anualmente 120 (cento e vinte) vagas, em ingresso semestral de 60 (sessenta) vagas.
A duração do curso será de 3.920 horas, com 600 horas de estágio supervisionado, além de
atividades de práticas jurídicas. As atividades serão distribuídas ao longo do curso, integralizadas em
200 dias letivos anuais.
A organização do curso está em consonância com o Regimento do IESC e as normas legais que
regem o funcionamento desse tipo de curso. A pormenorização dessa organização está demonstrado
nas partes seguintes deste projeto.
O Estado de Alagoas não traduz uma realidade social unificada em todo o seu território,
existindo diferenças drásticas entre a realidade sócio-político-econômica entre Maceió e as cidades
do interior, vivendo estas últimas em verdadeiro descompasso sócio-econômico com a realidade da
Capital e reclamando sua inserção nas conquistas nacionais, o que demanda, sem dúvida, a expansão
de oportunidades de formação superior. A escassa concentração de instituições de nível superior e de
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Conclui-se, portanto, que mesmo sem levar em conta a necessidade social em se ter mais um
curso jurídico em uma cidade do porte de Arapiraca, que conta com apenas um curso dessa natureza,
aquele que propõe o IESC, pela qualidade diferenciada que apresentará – seguindo, aliás, justifica
plenamente sua razão de existência.
O projeto é justificado por meio da tese segundo a qual o curso de Direito do IESC responderá às
demandas sociais, políticas, econômicas e culturais, atendendo ainda a quase todas as exigências de
excelência, comprometendo-se a Diretoria- Geral do Instituto a construir um curso de Direito sólido,
distante dos projetos de cursos privados existentes, cujos objetivos são meramente comerciais,
características que podem de imediato ser percebidas pelo valor médio da mensalidade cobrada (...)
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por outras instituições do estado de Alagoas com valor médio de R$ 400,00 e a mensalidade
pretendida pelo IESC, no valor de R$ 350,00 (...).
A necessidade social é justificada em todas as exigências normativas: a) Incremento dos níveis
de ensino de primeiro e segundo grau; b) razoável crescimento econômico na última década.
Acreditamos que a simples caracterização da situação de algumas comunidades distantes apenas
poucos quilômetros da sede da Instituição, já serviria como justificativa para esta proposta. Entretanto,
poderíamos acrescentar que, em paralelo com a melhoria de algumas (poucas, temos consciência disto)
variáveis referentes às condições de vida dessas comunidades, acreditamos que a percepção real da
situação em que vivem centenas de milhares de famílias com as quais convivemos, e com as quais os
egressos da instituição conviverão, talvez mais freqüentemente ainda depois de estarem graduados e
exercendo suas profissões, é fundamental para a formação de uma consciência de cidadania e de
busca de melhoria de qualidade social – obrigatoriamente um processo de redução de desigualdades
que queremos estimular nos nossos alunos, enquanto futuros agentes de mudança.
Ressalte-se a importância política e cultural que envolve um curso de Direito com as
características do proposto, totalmente compatível com o espírito da Portaria l886/94, produzindo
massa crítica que influenciará toda a região de Arapiraca e as cidades vizinhas num raio de cinqüenta
ou mesmo cem quilômetros. Não há dúvida de que o curso pretendido será um fator importante para a
construção da democracia no estado de Alagoas, ainda marcado por profundos problemas agrários e
ambientais, e por uma cultura jurídica em fase de formação.
Para Alagoas, o Curso de Direito reveste-se de grande importância, em função do grau de
desenvolvimento do Estado que está a exigir profissionais que, além de ter habilitação e capacitação
técnica jurídica para desenvolverem trabalhos específicos, deverão também estar preparados para,
adicionalmente, desempenharem funções de Magistratura, Ministério Público e procuradorias.
A cidade de Arapiraca, segunda maior do estado de Alagoas, superada apenas pela capital,
Maceió, é considerada a Cidade-pólo que atende economicamente o agreste e o sertão alagoanos.
Gravitam em torno dela as regiões da zona canavieira, bacia leiteira, agrícola e pecuária de corte.
As principais cidades da região que têm ligação direta de natureza econômica com a cidade de
Arapiraca compreendem: São Miguel dos Campos, Junqueiro, Coruripe, Campo Alegre, Palmeira dos
Índios, Santana do Ipanema, Delmiro Gouveia e Penedo.
Informações adicionais sobre a cidade de Arapiraca devem ser destacadas. Sua população é de
mais de 220.000 habitantes, área de 34.630 quilômetros quadrados, com 38% da população inserida
nas classes média e média alta. Possui ainda uma rede de ensino escolar na modalidade ensino médio,
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constitucional democrática enfrenta grandes desafios para a sua efetividade. Os operadores do Direito
também observam e buscam enfrentar uma série de transformações políticas, teóricas e científicas que
tocam à técnica jurídica passando-lhe a exigir atualização, sendo crescente o interesse dos jovens que
concluem o segundo grau pelas carreiras jurídicas.
Nesta última década, de fato, o interesse por determinadas áreas jurídicas tem crescido muito.
Aqui destacamos aquelas ligadas aos interesses difusos, como as questões ambientais, dos patrimônios
histórico, artístico, paisagístico e cultural, e o Direito do Consumidor. Os trabalhos da Assembléia
Nacional Constituinte, findos em 1988, criaram a Constituição Cidadã, que estabeleceu as leis que
regem nosso país atualmente, e que, apesar das alterações sofridas, até então tem mantida a sua
essência.
Posteriormente criou-se o Estatuto da Criança e do Adolescente, que busca avançar no
tratamento aos menores e abrandar um dos grandes problemas sociais brasileiros. Mais recentemente a
criação do PROCON e dos Juizados Especiais vêm aumentar a demanda de serviços na área jurídica.
Neste sentido, também destacamos a atenção que tem sido voltada aos assuntos relacionados aos
direitos da mulher, cujas causas foram fonte de diversas notícias negativas em nosso país, em
décadas passadas. Todos estes fatores vêm contribuir também para o crescimento do interesse da
população pelas leis que regem as mudanças e os novos conflitos jurídico-políticos. De certo modo,
esta é uma das variáveis que podem sugerir uma pesquisa confirmativa da crescente procura por
cursos jurídicos no Brasil.
O mercado de trabalho para os concluintes dos cursos de Direito em Arapiraca é muito amplo,
uma vez que cabe a esses novos profissionais suprir a demanda de todo o Estado de Alagoas,
sobretudo na microrregião de Arapiraca, onde a população conta com apenas um curso jurídico,
ressaltando-se ainda que somente existem cursos jurídicos na capital, Maceió, distante 140 km.
Os egressos dos cursos de Direito podem seguir várias opções dentro do mercado de trabalho ora
existente.
As outras opções profissionais do concluinte de curso jurídico são as carreiras públicas. Não é
um número exagerado; provavelmente não chega nem a ser suficiente para suprir o mercado de
trabalho nessa área profissional, na região Nordeste. Embora não se disponha de um estudo preciso
sobre o assunto, o número de concursos que se realizam anualmente na região Nordeste para
preenchimento dos quadros da Magistratura, Promotoria Pública, Defensoria Pública, Procuradoria
Jurídica Federal, Estadual e para o Magistério, na área, atesta a alta demanda pelos egressos dos
cursos de Direito. Há ainda aquela parcela ponderável de bacharéis em Direito que se dedica ao
exercício de cargos privativos a este, nas diversas áreas jurídicas, e às carreiras administrativas, muito
bem remuneradas, acessíveis a diplomados em Direito: Auditor Fiscal, Técnico do Tesouro ou da
Fazenda Pública etc., ou ainda Técnico do Judiciário, das Justiças Federal do Trabalho e Justiça do
Distrito Federal
Ocorre ainda que os novos profissionais da área jurídica, além dos concursos estaduais e das
atividades locais, concorrem também a cargos federais, freqüentemente são aprovados em concursos
dessa natureza, obtêm aprovação e evadem-se do Estado de Alagoas para exercer suas funções em
outras unidades da Federação.
5.1 No ensino
O campo de ensino abrangido pelo curso vem tendo sua qualidade cada vez mais controlada
pela Secretaria de Educação Superior do MEC e pela Ordem dos Advogados do Brasil. Foram
estabelecidos claros indicadores mínimos de qualidade relativos aos objetivos do curso, aos recursos
humanos efetivamente atuantes e à infra-estrutura disponível, que, uma vez atendidos, constituem um
pressuposto de êxito na oferta do curso.
O corpo docente, que deverá ser constituído preferencialmente por mestres e doutores, a infra-
estrutura computacional e bibliográfica prevista para pronta implantação, são fatores que colocam a
IESC em posição de destaque como efetiva impulsionadora do desenvolvimento da formação de
profissionais em Direito.
A área de Direito defronta-se com grandes desafios, dada a complexidade com que se reveste a
sua interdisciplinaridade com diversas áreas de conhecimento e de formação profissional.
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O IESC pretende, no futuro, direcionar seus cursos de pós-graduação para a área de Direito
Público, o que suscita uma grande possibilidade de união de interesses entre a graduação e a pós-
graduação, motivando o desenvolvimento de pesquisas conjuntas e o estímulo aos egressos do
bacharelado Direito para prosseguimento de seus estudos.
A orientação para as aplicações da ciência jurídica requer uma parcela considerável de horas-
aulas em atividades voltadas à comunidade, na busca de novas áreas de demanda profissional e no
intuito de maior habilitação dos estudantes para sua futura atividade profissional.
5.2 na pesquisa
Embora, legalmente, uma instituição isolada de ensino superior não seja obrigada a dedicar-se
à pesquisa, no Curso de Direito do IESC optou-se por sua prática, conjugada às atividades de ensino a
serem desenvolvidas por seus professores, por meio da implementação do Programa de Iniciação
Científica (PIC-IESC).
Núcleos Temáticos
5.3 na extensão
Desta forma, o perfil profissiográfico pretendido pelo curso de Direito do IESC deverá
oportunizar ao graduando uma sólida formação geral e humanística, com a capacidade de análise e
articulação de conceitos e argumentos, de interpretação e valorização dos fenômenos jurídicos e
sociais, aliada a uma postura reflexiva e visão crítica que fomente a capacidade de trabalho em equipe
e favoreça a aptidão para a aprendizagem autônoma e dinâmica, além da qualificação para a vida, o
trabalho e o desenvolvimento da cidadania.
O IESC pretende formar um bacharel capaz de atuar no mundo moderno em qualquer das
carreiras jurídicas clássicas, mas também em outras carreiras jurídicas, como a consultoria e a
auditoria, carreiras administrativas, dentre outras, sendo um profissional com uma grande base ética,
situado nas alterações mundiais decorrentes dos processos de desenvolvimento, um profissional com
capacidade crítica e construtiva, capaz de, utilizando-se da interdisciplinaridade desejada, poder atuar
com uma visão ampla e irrestrita.
7. Objetivos do Curso
Instalar um curso de graduação em Direito na cidade de Arapiraca que dê aos seus graduandos
uma formação com a agilidade necessária para enfrentar a demanda diversificada do mercado,
baseada em uma formação global que lhes possibilite o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo, com vista à realização do Direito que tem como escopo a efetivação plena da
cidadania, possibilitando que o aluno egresso desta Instituição tenha uma formação que equilibre
perfeitamente os conhecimentos de base crítica, conceitual, social e política, a formação técnico-
profissionalizante-jurídica e a parte prática, visando sempre garantir o exercício da cidadania.
Para atingir este último objetivo, já no primeiro processo seletivo do curso de Direito, o IESC
manterá o Apoio Integral ao Estudante Carente Ingressante, por meio de Programa a ser proposto
ao Conselho de Administração Superior, com vagas destinadas aos estudantes que tenham
comprovada carência e mérito escolar, sendo que uma das demonstrações de pobreza será
evidenciada mediante histórico escolar expedido por escola gratuita. Além de descontos e a
depender do caso, a bem da concessão de bolsa integral, o estudante poderá receber outros auxílios,
como transporte e alimentação.
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Dessa forma, a concepção do curso foi orientada por três diretrizes fundamentais:
a) ofereça opções aos alunos, tanto do ponto de vista estritamente jurídico, ofertando disciplinas
inovadoras, além das tradicionais, como também do ponto de vista da interdisciplinaridade,
bem como disponibilizando um curso voltado para as necessidade do mundo moderno, baseado
nos direitos sociais e sua instrumentalidade;
b) sedimente uma base humanística para o futuro profissional, cuidando, para tanto, de dar-lhe
uma formação atualizada, pela oferta de disciplinas desenvolvidas mais recentemente,
especialmente aquelas que tratam da comunicação, escrita ou verbal, associadas àquelas
clássicas, dentre as quais se destacam as de origem filosófica e sociológica.;
c) oportunize a formação de profissionais com consciência política e social capaz de
compreender as questões da pós-modernidade e seus reflexos no processo de desenvolvimento
nacional e regional;
Adoção de uma teoria social crítica que possibilite a apreensão da totalidade social em
suas dimensões de universalidade, particularidade e singularidade.
Para a continuidade seus estudos, o egresso do curso de Direito conta no Brasil, em especial, no
Estado de Alagoas com a existência de vários cursos "lato sensu" e "stricto sensu", oferecidos pelas
principais universidades e faculdades brasileiras.
O IESC propõe em seu PDI a implementação de cursos de especialização na área jurídica abertos à
comunidade em geral e especialmente aos egressos do seu Curso de Direito.
O curso, em regime seriado semestral, operacionaliza uma estrutura curricular, que totaliza
4.520 horas (sendo 3.920 de aulas teóricas , 400 de prática jurídica e Monografia e 200 horas de
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Atividades Complementares
Parte Flexível
Esta estrutura, que atende aos objetivos e ao eixo epistemológico do curso, tem como suporte a
legislação vigente e é produto de contribuições de professores militantes na área da ciência jurídica,
além de se respaldar em experiências vivenciadas em outras universidades e instituições de ensino
superior do país, que, de algum modo, passaram pelo mesmo processo de construção curricular
vivenciado pelo IESC.
I – Conteúdos de Formação Fundamental, que têm por objetivo integrar o estudante no campo
do Direito, estabelecendo ainda as relações do Direito com outras áreas do saber,
abrangendo estudos que envolvam a Ciência Política (com Teoria Geral do Estado e do
Direito), a Teoria Econômica, a Sociologia Geral e Jurídica, a Filosofia Geral Jurídica e a
Ética Geral e Profissional;
III –Conteúdos de Formação Prática, que objetivam a integração entre a prática e os conteúdos
teóricos desenvolvidos nos demais eixos, especialmente nas atividades relacionadas com o
estágio curricular, durante o qual a prática jurídica revele o desempenho do perfil
profissional desejado, com a devida utilização da Ciência Jurídica e das normas técnico-
jurídicas.
Serão disponibilizadas aos alunos as atividades de Prática Jurídica mediante Núcleo de Prática
jurídica, a oportunidade de conhecer de perto as várias possibilidades que o Curso de Direito pode
oferecer-lhes.
O Núcleo de Prática Jurídica funcionará em uma área de aproximadamente 200 m2, na qual
serão disponibilizados à comunidade assistência jurídica, mediante convênio com o Ministério Publico
do Estado de Alagoas, bem como outros serviços decorrentes de outros convênios que deverão ser
firmados.
5. fazer triagem e conciliação informal das pessoas assistidas, em conjunto com professores e
alunos deste ou de outros cursos da Instituição;
As distribuições de cargas horárias entre essas atividades serão definidas pelo Conselho
de Ensino, Pesquisa e Extensão e Coordenação de Curso, objetivando uma melhoria contínua
no processo e eventuais ajustes a partir de situações que venham a ser detectadas.
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A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar
questões relevantes, aferir os resultados alcançados, considerando os objetivos propostos, e identificar
mudanças de percurso eventualmente necessárias.
Não se presta a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada professor a
identificar melhormente as suas necessidades de formação e empreender o esforço necessário para
realizar sua parcela de investimento no próprio desenvolvimento profissional. Dessa forma, o
conhecimento dos critérios utilizados e a análise dos resultados e dos instrumentos de avaliação e auto-
avaliação são imprescindíveis, pois favorecem a consciência do profissional em formação sobre o seu
processo de aprendizagem, condição para esse investimento.
É importante assinalar que, se essas considerações são válidas para a avaliação de toda e
qualquer competência em cursos profissionais, são também indispensáveis para o caso da formação do
futuro profissional. O novo paradigma curricular também está orientado para a constituição de
competências críticas e estratégico-operacionais. Para que esse novo paradigma tenha sustentação,
será preciso ensinar os aspirantes a profissionais como avaliar suas próprias práticas na relação com os
usuários, com as organizações e com os pressupostos ético-políticos de sua formação.
Além do aspecto da eficiência nos estudos, será exigida do aluno assiduidade, representada no
mínimo de 75% de participação das atividades efetivamente desenvolvidas em cada disciplina.
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Concluído o trabalho, o aluno que tenha obtido freqüência mínima de 90% nas atividades de
orientação programadas por seu orientador, solicitará à Coordenação do Curso que estabeleça a data de
apresentação, perante uma comissão examinadora constituída do professor orientador e de um
professor que domine o assunto versado no trabalho.
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Considerar-se-á aprovado o aluno que obtiver, na defesa do trabalho, nota igual ou superior a
6,0 (seis), pelos critérios estabelecidos pela comissão examinadora, ficando reprovado e que não
alcançar o desempenho esperado.
A proposta de Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso está descrita no Anexo 4.
a serem construídos coletivamente e desenvolvidos por uma comissão interna de avaliação, composta
pelo coordenador e por professores do curso.
Com as alterações decorrentes da avaliação anual, uma nova edição do Projeto será elaborada,
numerada, datada e encaminhada aos Conselhos Superiores do IESC para a devida aprovação e
expedição de resolução homologatória.
O Projeto Pedagógico deverá ser divulgado amplamente entre professores e alunos do Curso de
Direito. Em cada início de semestre deverá ser realizada uma reunião com todos os professores do
Curso, com vista à divulgação das alterações ocorridas. Igual procedimento deverá ser observado em
todas as turmas do Curso, nos primeiros dias de aula do semestre.
No início de cada semestre letivo, será distribuída a todos os professores do Curso a versão
completa e atualizada do projeto, e para todos os professores e alunos, uma versão simplificada do
texto, composta de objetivos do Curso, sua operacionalização curricular, ementas das disciplinas e a
força de trabalho docente existente no semestre.
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13.2 Incorporação dos Planos de Cursos das disciplinas oferecidas no semestre letivo
Todas as disciplinas oferecidas pelo Curso num determinado semestre deverão ter um Plano de
Curso, e a totalidade dos planos anexada ao projeto pedagógico em vigor naquele semestre.
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ANEXOS:
1. Grade Curricular
ANEXO 1
GRADE CURRICULAR
06-Teoria Econômica 80
09-Português Forense 80
10-Hermenêutica Jurídica 80
SUB-TOTAL 800
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12-Direito Penal I 80
13-Direito Constitucional I 80
14-Direito Financeiro 80
16-Direito Civil II 80
17-Direito Penal II 80
18-Direito Constitucional II 80
20-Direito Empresarial I 80
23-Direito Administrativo II 80
24-Direito Empresarial II 80
27-Direito Penal IV 80
29-Direito do Trabalho I 80
33-Direito Agrário 80
35-Direito do Trabalho II 80
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36
38-Processo do Trabalho I 80
40-Direito Ambiental 80
41-Direito Tributário 80
42-Orientação de Monografia
43 80
45-Processo do Trabalho II 80
48-Defesa de Monografia
49 80
50-Direito do Consumidor 80
52-Medicina Legal 80
53-Direito Previdenciário 80
54
SUB-TOTAL 3.120
SUB-TOTAL 400
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TOTAL 4.520
1º PERÍODO
2º PERÍODO
3º PERÍODO
4º PERÍODO
20 Direito Penal II 04 80 15
21 Direito Constitucional II 04 80 16
22 Direito Administrativo I 04 80 -
23 Direito Empresarial I 04 80 -
Total 400 h/a
5º PERÍODO
6º PERÍODO
7º PERÍODO
8º PERÍODO
9º PERÍODO
10º PERÍODO
FLEXÍVEL - COMPLEMENTAR
O currículo guardará plena coerência com os objetivos do curso, notadamente no que concerne
às relações entre a Ciência do Direito e outras ciências sociais, bem como no tocante à restauração e ao
incremento do livre debate das idéias e da convivência com a verificação científica.
De igual modo, buscou-se manter a coerência do currículo com o perfil do egresso, elencando
as disciplinas com base nos três eixos essenciais à adequada formação do corpo discente, objetivando
assegurar uma formação humanística e, ao mesmo tempo, técnico-jurídica e prática, dentro das
exigências mais prementes da sociedade hodierna e do mercado de trabalho.
A composição do elenco das disciplinas constantes da grade curricular foi feita tendo-se em
vista a sua inter-relação, não apenas no processo de concepção, mas também na execução curricular. A
concepção buscou a aproximação entre disciplinas afins e seqüenciais, cujos conteúdos programáticos
evidenciarão o liame existente entre elas. Na prática docente, a execução curricular deverá ser centrada
no processo de inter-relação das atividades, na medida do possível, a fim de que os objetivos
colimados na concepção do curso sejam alcançados, ensejando a que o discente tenha uma visão
global, porém, não estanque, dos diversos ramos da árvore jurídica e das disciplinas não jurídicas
constantes da grade curricular.
ANEXO II
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAS DISCIPLINAS
1° Período
INSTITUTO DE DISCIPLINA: Ciência Política
ENSINO
CÓDIGO PERÍODO CRÉDITOS CARGA HORÁRIA
SUPERIOR SANTA 01 I 04 80 horas
CECÍLIA
Ementa:
Ciência Política e Teoria Geral do Estado. Origem, finalidade e ordem social das
Sociedades. Visão da Teoria de Hobbes e de Rousseau. Origem, extinção, elementos e
soberania do Estado. A Personificação do Estado. Formas de Estado e análise dos
Estados Complexos. Formas de Governo e a Teoria Republicana. Sistemas de Governo e
análise da evolução do presidencialismo e parlamentarismo. O Poder Constituinte.
Democracia: crise do conceito tradicional. Tipos de Democracia e a Representação
Política. O Sufrágio e os sistemas eleitorais. O Estado de Direito e as Teorias
Constitucionalistas. Os Direitos Humanos e a cidadania. Divisão de Poder e a aplicação da
Teoria de Montesquieu. Estado Liberal. O Estado socialista. A evolução do Estado Social.
O neo-liberalismo. O Estado na ordem Internacional.
Bibliografia Básica
ALTHUSSER, Louis. Aparelhos Ideológicos de Estado. 9ª Ed. Graal – São Paulo, 2003.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 18ª Ed. Rio de Janeiro: Graal, 2003
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Teoria do Estado e Ciência Política. São Paulo:
Saraiva, 2004.
BOBBIO, Norberto. Estado, governo e sociedade: para uma teoria geral da política. 4ª
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
BONAVIDES, Paulo. Ciência Política. Rio de Janeiro:Forense Universitária, 1998..
DALLARI, Dalmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral de Estado. São Paulo: Saraiva,
2003.
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Bibliografia Complementar
Ementa:
Introdução ao pensar filosófico. Conceitos básicos da filosofia. Análise do fenômeno jurídico e sua
ontologia. Possibilidade, natureza. condições do conhecimento jurídico. Lógica jurídica, forma e
dialética. A experiência do direito, plano da história das idéias e instituições. Teoria dos valores
jurídicos
Bibliografia Básica
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: Introdução ao jogo..São Paulo: Loyola, 2001.
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Ícone, l995.
IHERING, Rudolf Von. A luta pelo Direito. Martin Claret: São Paulo, 2003.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
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2002.
NADER, Paulo. Filosofia do Direito. 14ª Ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
REALE, Miguel. Filosofia do Direito. 19ª Ed. e 2ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1999/2002.
SALDANHA, Nelson Nogueira. Filosofia do Direito. Rio de Janeiro: Renovar, 1998.
PRADO JÚNIOR, Caio. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense, 2003 (Col. Primeiros
Passos, 37 ).
SEVERINO, Antonio Joaquim. A Filosofia Contemporânea no Brasil. 4ª Ed. Vozes:
Petrópolis/RJ, 2002.
Bibliografia Complementar
Ementa:
O Pensamento sociológico: aspectos históricos. As ciências sociais e a Sociologia. Conceitos
sociológicos fundamentais: ação social, relação social, processos sociais, instituições, socialização,
estrutura social e mudança social. A sociedade de classes. Sociologia jurídica e ciência. Sociologia
jurídica e sociologia do conhecimento. Os clássicos da sociologia jurídica. A teoria sistêmica do
Direito. Direito moderno e mudança social. Função social do Direito. Direito como fato social. Direito
e anomia. Relações entre Direito e realidade social.
Bibliografia Básica
ARRIGHI, Giovanni. O Longo Século XX. Contraponto: Rio de Janeiro, 1996.
BERGER, Peter L. A Construção Social da Realidade. 23. ed. Vozes : Petrópolis/Rj, 2003.
LAKATOS, Eva Maria. Sociologia geral. 7ª Ed. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia. 24ª Ed. Ática: São Paulo, 2002.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atlas, 2002.
VITA, Álvaro de. Sociologia da Sociedade Brasileira. São Paulo: Ática, 2002.
MACHADO, Neto A. L. Sociologia Jurídica. 6ª Ed. São Paulo: Saraiva, 1987.
SALDANHA, Nelson. Sociologia do Direito. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
SCURO NETO, Pedro. Manual de Sociologia Geral e Jurídica, 4ª Ed. São Paulo:Saraiva, 2000.
SOUTO, Cláudio. Sociologia e Direito. 2ª Ed. São Paulo: Pioneira, 1999.
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1997.
DURKHEIM, Émile. Da divisão do trabalho social. 2. ed. Martins Fontes: São Paulo, 1999.
HABERMAS, Jurgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade. Tempo Brasileiro: Rio
de Janeiro, 1997.
SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade.
8ª ed. São Paulo: Cortez. 2001
SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Vols. I e II - Martins Fontes: São Paulo, 2003.
WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Bibliografia Complementar
CAVALIERI FILHO, Sérgio. Programa de Sociologia Jurídica. 10ª Ed. Rio de Janeiro: Forense,
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
2002.
CASTRO, Celso Antonio Pinheiro de. Sociologia do Direito. [Link]. São Paulo: Atlas, 2001.
DEMO, Pedro – Sociologia: uma introdução crítica. São Paulo: Atlas, 1985.
ROSA, Fernando Augusto Miranda. Sociologia do Direito: O fenômeno jurídico como fato social.
16. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 2001.
SOUTO, Claudio. Sociologia do Direito. 2ª Ed. Sergio Antonio Fabris Editor: Porto Alegre, 1997.
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação à Sociologia. 2ª Ed. Atual Editora: São Paulo, 2001.
MARTINS, Francisco Menezes. Para Navegar no Século XXI. 2ª Ed. Sulina Editora: Porto
Alegre/RS, 2000.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias Qualitativas na Sociologia. 8ª Ed. Vozes:
Petrópolis, 2001.
Ementa:
A metodologia cientifica enquanto propulsora da cultura universitária e da produção do
conhecimento científico. Configuração histórica do conhecimento. Perfis próprios de ciência,
método e pesquisa. Subsídios instrumentais para concepção e sistematização de produção técnico-
científica: indicação bibliográfica, citações, artigos, fichas de apontamentos, resenhas, resumos,
trabalhos acadêmicos, monografias. O método cientifico e seus processos de pesquisas –
conceitos, tipos de pesquisa na área Jurídica. Normas da ABNT.
Bibliografia Básica
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo:
Atlas, 2003.
CARRAHER, David W. Senso Critico. Thomson Pioneira. São Paulo, 1983.
CERVO, Amado L. Metodologia Científica. 5ª Ed. Prentice Hall: São Paulo, 2003.
COSTA, Ana Rita Firmino. Orientações Metodológicas para Produção de Trabalhos
Acadêmicos. 5ª Ed. Editora da UFAL, 2002.
DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. Atlas: São Paulo, 1985.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas. 2003.
NUNES, Rizatto. Manual da Monografia Jurídica. 4ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2003.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho Cientifico. São Paulo: Cortez, 2002.
MARCONI, Marina. Metodologia Científica para o curso de Direito 3ª ed. São Paulo. Atlas 2002.
Bibliografia Complementar
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais .[Link]. São Paulo: Atlas, 1995.
ECO, Humberto. Como fazer uma tese. São Paulo: Perspectiva. 2003.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia cientí[Link]ópolis: Vozes, 2002.
LARENZ, Karl. Metodologia da Ciência do Direito. 3ª Ed. Fund. Caloustre Gulbenkian: Lisboa, 1997.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 51
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Preâmbulo ao Estudo do Direito. Epistemologia Jurídica. Direito como Justo. Direito como Norma
de Conduta. Direito como Norma (Dogmática Jurídica). Direito Natural. Direito e Estado. Sistema
Romano-Germânico e Sistema Anglo-Saxônico. Fontes do Direito. Norma Jurídica. Validade da
Norma Jurídica. Aplicação da Lei no Tempo e no Espaço. Direito Objetivo. Direito Positivo. Direito
Subjetivo. Relação Jurídica. Sujeito de Direito e da Personalidade Jurídica. Direito e Linguagem.
Hermenêutica. Interpretação e Integração do Direito. Princípios Gerais de Direito. Grandes
Correntes do Pensamento Jurídico.
Bibliografia Básica
LYRA Filho, Roberto. O que é Direito. São Paulo: Brasiliense, 2003 ( Col. Primeiros passos, 62 ).
PAUPÉRIO, Machado. Introdução ao Estudo do Direito. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. 3. ed. São Paulo: Saraiva , 1996.
GUSMÃO, Paulo Dourado de. Introdução ao Estudo do Direito. [Link]. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. 23. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
REALE, Miguel. Lições Preliminares do Direito. 27. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcante. Sistema de Ciência Positiva do Direito. Vol. 1 a
4. Campinas: Bookseller, 2000.
VASCONCELOS, Arnaldo. Teoria da norma jurídica. [Link]. São Paulo: Malheiros, 2002.
BOBBIO, Norberto. Teoria da norma Jurídica. 2 Ed. São Paulo: Edipro, 2003.
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IHERING, Rudolf Von. A finalidade do [Link]: Bookseller, 2002.
Bibliografia Complementar
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 52
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Introdução aos conceitos econômicos. Teoria microeconômica e os pressupostos de análise. Teoria
macroeconômica e desenvolvimento econômico. Economia internacional e economia do setor
público. Interdisciplinaridade entre economia e Direito. Globalização. Direito Econômico. Direito
Concorrencial. O mercado e a concorrência. Concentração de empresas. Intervenção do Estado na
economia e nas empresas. Atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Direito
antitruste. Monopólio e cartéis.
Bibliografia Básica
BILLAS, Richard A. Teoria Microeconômica. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 1991.
GREMAUD, Amaury Patrick.[et. al.]. Manual de Economia. [Link] São Paulo: Saraiva, 2003.
ROSSETTI, JOSÉ PASCHOAL. Introdução à Economia. [Link]. São Paulo: Atlas, 2003.
SINGER, Paul. Curso de Introdução à Economia Política. [Link]. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
VICECONTI, Paulo E. V. Introdução à Economia. [Link]. São Paulo: Frase Editora, 2002.
PINDYCK, Robert S. Microeconomia. [Link].São Paulo: Prentice Hall, 2001.
DORNBUSCH, Rudiger, Macroeconomia. [Link]. Person Education: São Paulo, 2002.
Bibliografia Complementar
CARNEIRO, Ricardo. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quarto do século XX.
São Paulo, Unesp, 2002.
CULHARI, Sylvia Regina. Introdução à Economia. São Paulo: Textonovo, 2003.
FIORI, José Luiz e TAVARES, M. C. (orgs.). Poder e dinheiro: uma economia política da globalização.
Petrópolis: Vozes. 1998
HOBSBAWM, Eric. Da revolução industrial inglesa ao imperialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
2003
______. Era dos extremos: o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
STIGLITZ, Joseph E. A globalização e seus malefícios: a promessa não cumprida de benefícios globais. São
Paulo: Futura, 2002.
LANZANA, Antonio Evaristo T. Economia Brasileira. 2ª Ed. Atlas: São Paulo, 2000.
BAER, Werner. A Economia Brasileira. 2ª ed. Nobel: São Paulo, 2002.
GIANBIAGI, Fabio. Finanças Públicas. Campus: Rio de Janeiro, 1999.
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BOULDING, Kenneth E. Principios de Politica Econômica. Mestre Jou: São Paulo, 1967.
HALFELD, Mauro. Investimentos. Fundamento Editora: São Paulo, 2001.
LACERDA, Antônio Corrêa de. Globalização e Investimentos Estrangeiros no Brasil. Saraiva:
São Paulo, 2004.
BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. Atlas: São Paulo, 1995.
HULL, John. Introdução aos mercados futuros de opções. [Link]. Bolsa e mercadorias & futuros: São Paulo,
1996.
GOMES, Álvaro Edauto da Silva. Introdução a economia. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2003
FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro: protuto e serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1996.
FONSECA, João Bosco Leopoldino. Direito econômico. [Link]. Rio de Janeiro:Forense, 1999.
CARVALHO, Luiz Carlos D. Microeconomia Introdutória. São Paulo. Atas 2000.
SIMOSEN, Mario Henrique. Macroeconmia. São Paulo. Martins Fontes 2003.
GREMAUD, Amaury Patrick. Economia Brasileira Contemporânea. São Paulo. Atlas 2004.
FEIJÓ, Ricardo. História do pensamento econômico. São Paulo: Atlas, 2001.
EMENTA
Origem e formação do Estado, sua evolução histórica e seus elementos constitutivos: temas oriundos da
conjugação entre Estado e Governo: análise dos problemas do Estado contemporâneo na ordem
internacional e suas relações com a sociedade pós-moderna, visando à construção do Estado
Democrático.
Noções de Direito: Origem e finalidade do Direito, Conceito de Direito, Direito Objetivo e Direito
Subjetivo; Direito Positivo; Direito Natural; Direito e Moral; Ramos do Direito, Instituições do direito,
Fontes do Direito, Conceito de fontes do Direito, Retroatividade e irretroatividade das leis
Bibliografia Básica
ACQUAVIVA, Marcos Cláudio. Teoria Geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2000.
ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos de estado: nota sobre os aparelhos ideológicos de
estado. [Link]. São Paulo: Graal, 2003.
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Teoria do Estado e Ciência Política. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2004.
BERGEL, Jean-Louis. Teoria geral do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2001
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral de política . 10. ed. Rio de
Janeiro: Ednunb, 2003
DALLARI, Delmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral do Estado. 24 ed. atual . São Paulo: Saraiva,
2003.
MALUF, SAHID. Teoria geral do estado. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2003.
MONTESQUIEU, Charles de Secondat. O espírito das leis: as formas de governo, a federação, a
divisão dos poderes. [Link]. São Paulo: Saraiva, 2000.
Bibliografia Complementar
BUCI-GLUCKMANN, Christinne. Gramsci e o Estado. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
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LEAL, Rogério Gesta. Teoria do Estado: cidadania e poder político na modernidade. [Link]. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2001.
POULANTZAS, Nicos. O Estado, o poder, o socialismo. [Link]. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
WOLKMER, Antonio Carlos. Ideología, estado e direito. [Link]. São Paulo: Rev. dos Tribunais,
2003.
HOBBES, Thomas. Leviatã ou a matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil. [Link].
São Paulo: Ícone, 2000.
MAQUIAVEL. O príncipe. São Paulo: Cultrix, 2003.
KELSEN, Hans. Teoria Geral do Direito e do Estado. São Paulo. Martins Fontes, 2000.
SANTOS, Marcelo Fausto Figueiredo. Teoria Geral do Estado. São Paulo. Atlas 2001.
Ementa:
O Direito Romano – História e Fontes: Realeza, República, Alto Império e Baixo Império.
Idade Média: Renascimento do Direito Romano. Instituições do Direito Romano: Conceito
de Direito; Direito das Pessoas; Direito das Coisas;Direito das Obrigações; Direitos das
Sucessões; Processo Civil Romano. Direito Processual Romano
Bibliografia Básica
CRETELLA Júnior, José. Curso de Direito Romano. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
______. Direito Romano Moderno. 12. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
LUIZ, Antonio Filardi Curso de Direito Romano. São Paulo. Atlas 1999.
MARKY, Thomaz – Curso Elementar de Direito Romano.8. ed. São Paulo: Saraiva 1995.
ROLIM, Luiz Antonio. Instituições de Direito Romano. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
Bibliografia Complementar
ALVES, José Carlos Moreira. Direito Romano. Vol. 1e V.2 Rio de Janeiro: Forense, 2002
GIORDANI, Mário Curtis. Direito Penal Romano. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 1997.
LOPES, José Reinaldo Lima. O direito na história. São Paulo: Max Limonad, 2000.
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MOURA, Paulo Cesar Cursino de. Manual de Direito Romano. Instituições de Direito Privado.
Rio de Janeiro: Forense, 1998.
NETO, Abib. Curso de Direito Romano. São Paulo: Letras & Letras, 1993.
Ementa:
Modo de organização argumentativo: estrutura e relações com os modos descritivo e
narrativo; possibilidades de posicionamento do sujeito argumentador; estratégias e
movimentos argumentativos; modos de raciocínio; procedimentos de composição; conexão
lógica e pragmática. Polifonia. Pressuposição e inferência. Ambigüidade. Terminologia e
comunicação jurídica. Siglas e Abreviaturas na linguagem forense. Estudo jurídico. Lógica
e argumentação jurídica. Redação de peças jurídicas.
Bibliografia Básica
CUNHA, Sergio Sérvulo. Dicionário Compacto de Direito. 3. ed. São Paulo: Saraiva,
2003.
DAMIÃO, Regina Toledo. Curso de português jurídico. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
REZENDE, Afonso Celso. Vocabulário Jurídico. São Paulo: Copola Livros, 2002.
XAVIER, Ronaldo Caldeira. Português no direito: linguagem forense. 15. ed. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
FAULSTICH, Enilde L. de Jesus. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, Vozes.
KOCH, Ingedore G. V. Argumentação e linguagem. [Link]. São Paulo: Cortez, 2002.
______. A Coesão textual. São Paulo: Contexto, 2003.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 17. ed. Rio de Janeiro: Fundação
Getúlio Vargas, 1997.
Bibliografia Complementar
2002.
SARAIVA, Vicente de Paulo. Expressões Latinas, Jurídicas e Forenses. São Paulo
Saraiva, 1999.
VIANA, Joseval Martins. Manual de Redação Forense e Prática Jurídica. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2003.
Ementa:
Conceito e objeto da hermenêutica jurídica. Processo de Integração do Direito. Lógica da
aplicação da norma jurídica e métodos de interpretação. Teoria do argumento jurídico.
Teoria da interpretação. Nova Retórica e Argumentação.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
Ementa:
Lei de Introdução ao Código Civil. Princípios. Noções Gerais: Objeto e classificação.
Raízes históricas: O Código Civil e sua elaboraçã[Link] de revisão. Parte geral.
Capacidade. Pessoa natural e pessoa jurídica. Domicílio. Bens: noção e classificação.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro: Teoria Geral do Direito Civil. Vol. 1.
São Paulo: Saraiva, 2003.
GOMES, Orlando - Introdução ao Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003,
v. 1.
RODRIGUES, Silvio – Direito Civil vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. 1. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003, v. 1.
Bibliografia Complementar
Ementa:
Conceitos de Direito Penal. O Direito e a Moral. Ciências Penais. Evolução da repressão
penal. As Escolas Penais. História do Direito Penal. A Lei Penal. Teoria do Crime:
conceitos e classificação. Teoria da conduta. A relação de causalidade. Os elementos
constitutivos do crime. A tipicidade. A ilicitude. A culpabilidade: pressupostos. Punibilidade:
pressupostos e condições. Estrutura dos crimes. Do concurso de pessoas: autores, co-
autores e partícipes. Das circunstâncias objetivas e subjetivas. Concurso de normas.
Bibliografia Básica
CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003,
Vol. I.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2002, v. 1.
Bibliografia Complementar
AYDOS, Marco Aurélio Dutra. Ilustres Assassinos. São Paulo: Acadêmica, l992.
BATISTA, Nilo. Introdução Crítica ao Direito Penal brasileiro. Rio de Janeiro: Renovar,
1990.
BECCARIA, Cesare. Dos Delitos e das Penas. São Paulo: Wvc Editora, 2002.
BERTIOL, Giiuseppe. Direito Penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, v. 1.
BITENCOUT, Cezar Roberto. Manual de Direito Penal. São Paulo: Editora Saraiva, 2000.
___________. Código Penal Comentado. São Paulo: Saraiva, 2002.
BRUNO, Anibal. Direito Penal. Rio de Janeiro: Forense, ed. atualizada.
Código Penal. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
COELHO, Walter. Teoria Geral do Crime. Porto Alegre. Sergio Antonio Fabris, 1995.(15)
CONDE, Francisco Muñoz. Teoria Geral do delito. Porto Alegre: Fabris, 1987.
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COSTA, Álvaro Mayrink da. Direito Penal. Rio de Janeiro: Editora Forense, ed. atualizada.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição
Atualizada.
FERRI, Enrico. Princípios de Direito Criminal. Campinas: Bookseller, 1999.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir – história da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes,
2002.
FRAGOSO, Heleno Cláudio. Lições de Direito Penal. Rio de Janeiro: Forense.
GRECO, Rogério. Concurso de Pessoas. Belo Horizonte: Mandamentos, 2000.
JESUS, Damásio Evangelista de. Teoria do Domínio do Fato no Concurso de Pessoas. São Paulo:
Saraiva, 2002.
JUNIOR, Paulo José da Costa. Comentários ao Código Penal. São Paulo: Editora Saraiva,
1997.
_____. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Editora Saraiva, 2000.
LUISI, Luiz. Os princípios Constitucionais Penais. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris,
2003.
_______. O Tipo Penal, a Teoria Finalista e a Nova Legislação Penal. Porto Alegre: Fabris,
1987.
MADEIRA, Ronaldo Tanus. A estrutura jurídica da culpabilidade. Rio de Janeiro: Lúmen
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MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MONTEIRO, A.L. Crimes Hediondos. São Paulo: Saraiva, ed. atualizada.
NORONHA, Edgar Magalhães. Direito Penal. Vol 1. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
SILVA, José Geraldo da. Teoria do Crime. Campinas: Millenium Editora, 2002.
TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos do Direito Penal. São Paulo: Saraiva,
2000.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
A Constituição. Classificação das Constituições. Aplicabilidade das normas constitucionais.
Interpretação das Normas Constitucionais. Poder Constituinte. Direitos e garantias
fundamentais. Direitos Sociais. Direito da Nacionalidade. Direitos Políticos. Instrumentos de
tutela constitucional das liberdades.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
ALVES, Cleber Francisco. Acesso à justiça em preto e branco. Rio de Janeiro: lúmen Júris,
2004.
BARROSO, Luís Roberto. Constituição da República Federativa do Brasil Anotada. São
Paulo: Saraiva, ed. Atualizada.
_______________. Interpretação e aplicação da Constituição. São Paulo: Saraiva, 1998.
_______________. O direito constitucional e a efetividade de suas normas – limites e
possibilidades da Constituição Brasileira. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
______________. Temas de Direito Constitucional. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
BASTOS. Celso Ribeiro. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Celso Bastos Editor,
2002.
___________________. Hermenêutica e Interpretação Constitucional. São Paulo: Celso
Bastos Editor, 2002.
BULOS, Uadi Lammêgo. Mutação Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1997.
______________. Constituição Federal Anotada. São Paulo: Saraiva. Ed. Atualizada.
COELHO, Inocêncio Mártires. Interpretação Constitucional. Porto Alegre: Fabris, 1997.
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Constituição. Trad. Gilmar Ferreira Mendes. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris, 1997.
HESSE, Konrad. A força normativa da Constituição. Porto Alegre; Sérgio Antônio Fabris,
1991. .
MENDES, Gilmar Ferreira. Jurisdição Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2004.
MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil Interpretada. São Paulo: Atlas, ed.
Atualizada.
SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das Normas Constitucionais. São Paulo: Malheiros,
2003.
SIMON, Sandra Lia. Proteção Constitucional da Intimidade e da Vida Privada do
Empregado. São Paulo: Malheiros, 2000.
SIEYÈS, Emmanuel Joseph. A Constituinte burguesa. Rio de Janeiro, Lúmen Júris, 2001.
VILAS-BOAS, Renata Malta. Ações afirmativas e o princípio da igualdade. Rio de Janeiro:
América Jurídica, 2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 62
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Atividade financeira do Estado. Normas gerais de Direito Financeiro. Orçamento Público.
Elaboração orçamentária. Lei Orçamentária anual. Execução orçamentária. Controle e
fiscalização orçamentária. Princípios orçamentários. Lei de responsabilidade fiscal.
Bibliografia Básica
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Celso Bastos
Editor, 2002.
CAMPSO, Dejalma de. Direito Financeiro e Orçamentário. São Paulo: Atlas, 2001.
HARADA, Kiyoshi. Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Atlas, 2004.
ROSA JÚNIOR, Luiz Emygdio F. da. Manual de Direito Financeiro e Direito Tributário. Rio
de Janeiro: Renovar,2003.
TORRES, Ricardo Lobo. Curso de Direito Financeiro.e Tributário. Rio de Janeiro: Renovar,
2003.
Bibliografia Complementar
Ementa:
Estatuto epistemológico da Ética. Questões fundamentais: distinção entre ética e moral.
Abordagem histórica das teorias éticas. As teorias da justiça. A ética desde a alteridade.
Formação jurídica e a ética contemporânea. Ética do Advogado, do Magistrado e do
Membro do Ministério Público. Código de Ética. Estatuto da Ordem dos Advogados do
Brasil. Procedimentos Práticos e Jurisprudências sobre exercício profissional.
Bibliografia Básica
BITTAR, Eduardo Carlos B. Curso de Ética Jurídica - Ética Geral e Profissional. São Paulo:
Saraiva, 2004.
COSTA, Elcias Ferreira da. Deontologia jurídica – ética das profissões jurídicas. Rio de
Janeiro : Forense, 1997.
LANGARO, Luiz Lima. Curso de deontologia jurídica. São Paulo: Saraiva, ed. Atualizada.
NALINI, José Renato. Ética Geral e Profissional. São Paulo: Revista dos Tribunias, 2004.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Ética e sociabilidade. São Paulo: Loyola, 1993.
Bibliografia Complementar
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Novo Código de Ética e Disciplina do Advogado. São Paulo:
Jurídica Brasileira.
ARAÚJO, Francisco Fernandes. A Ética do Juiz, do Promotor e do Advogado no Processo
e na Sociedade. São Paulo: Copola, 2003.
ARISTÓTELES. A Ética. Bauru: Edipro. 2003.
AZEVEDO, Flávio Olimpio. Comentários Às Infrações Disciplinares do Estatuto da
Advocacia. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos da Ética Geral e Profissional. Petrópolis: Vozes.
COUTURE, Eduardo Juan. Os mandamentos do advogado. Porto Alegre: Fabris, 1999.
CRETELLA NETO, Jose e CRETELLA JÚNIOR, José. 1000 Perguntas e Respostas Sobre
o Estatuto da Oab e o Código de Ética e Disciplina. Rio de Janeiro: Forense, 2004.
DALLARI, Dalmo de Abreu. O poder dos juízes. São Paulo: Saraiva, 2002.
FARAH, Elias. Ética do Advogado. São Paulo: LTR, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 64
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Vida dos direitos subjetivos. Negócio Jurídico. Defeitos do Negócio Jurídico. Modalidades
do Negócio Jurídico. Forma e Prova dos Negócios Jurídicos. Nulidade dos Negócios
Jurídicos. Ato ilícito. Fim dos Direitos Subjetivos.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Teoria Geral do Direito Civil. São Paulo:
Saraiva, 2003.
GOMES, Orlando. Introdução ao Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições do Direito Civil I. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil I. Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. I. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2003.
Bibliografia Complementar
ABREU FILHO, José. O negócio jurídico e sua teoria geral . São Paulo: Saraiva, 2003.
AZEVEDO, Antônio Junqueira de. Negócio Jurídico: existência, validade e eficácia. São
Paulo: Saraiva, 2002.
BETTI, Emílio. Teoria geral do negócio jurídico. 3 volumes. Campinas: LZN, 2003.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria Geral do Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense.
CÂMARA LEAL, Antônio Luiz. Da prescrição e decadência. Rio de Janeiro: Forense.
CARNELUTTI, Francesco. A prova civil. Campinas: Bookseller, 2002.
CHAVES, Antônio. Tratado de Direito Civil – Parte Geral. Tomo I. São Paulo: Revista dos
Tribunais.
Código Civil. 54ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003..
DANTAS, Francisco C. San Tiago. Clássicos da literatura jurídica. Direito Civil. Parte Geral.
Rio de Janeiro: Sociedade Cultural Ltda.
DINIZ, Maria Helena. Código Civil Anotado. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARTINS, Pedro Baptista. O abuso do direito e o ato ilí[Link] de Janeiro: Forense, 1997.
MELLO, Marcos Bernardes de. Teoria do fato jurídico – Plano da Existência. São Paulo:
Saraiva, 2003.
_______________. Teoria do fato jurídico – Plano da Eficiência. São Paulo: Saraiva, 2003.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Vol. 1 a 3. São Paulo: Saraiva,
2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 65
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Conceitos e finalidades de pena. Espécies de pena. Origem e fundamento de punir: as teorias.
Penas primitivas de liberdade. Os sistemas penitenciários. Penas restritivas de direito. Pena de
multa. Aplicação e modo de execução da pena. Graduação da pena. Reincidência. Concurso de
crimes. Suspensão condicional da pena. Livramento condicional. Efeitos extra-penais da sentença
penal condenatória. Medidas de segurança. Ação penal. Causas de extinção da punibilidade.
Bibliografia Básica
BOSCHI, J. A. Paganella. Das penas e seus critérios de aplicação. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2002.
CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Geral. São Paulo. Editora Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2003.
_______. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal Vol. 1. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
Bibliografia Complementar
BATISTA, Nilo. Matrizes ibéricas do sistema penal brasileiro – I. Rio de Janeiro: Revan.
_______. Punidos e mal pagos. Rio de Janeiro: Revan.
BECCARIA, Cesare. Dos Delitos e das Penas. São Paulo: Wvc Editora, 2002.
CARVALHO, Salo de; CARVALHO, Amilton Bueno. Aplicação da pena e garantismo. Rio
de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
__________. Crítica à execução penal. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição
Atualizada.
DOTTI, Rene Ariel. Bases e Alternativas para o Sistema de Penas. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1998.
GOMES, Luiz Flávio. Penas e medidas alternativas à prisão. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2000.
MAIA NETO, Candido Furtado. Direitos humanos dos presos: Lei de Execução Penal nº
7.210/84. Rio de Janeiro; Forense, 1999.
MARCAO, Renato Flávio. Lei de Execução Penal Anotada. São Paulo: Saraiva, 2001.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
MESQUITA JÚNIOR, Sídio Rosa de. Manual de Execução Penal - Teoria e Prática. São
Paulo: Atlas, 2003.
_________. Prescrição Penal. São Paulo: Atlas, 2003.
MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
NORONHA, Edgard Magalhães. Direito Penal- Vol 1. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
SZNICK, Valdir. Novos Crimes e Novas Penas no Direito Penal. São Paulo: Leud, 1992.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Geral. São Paulo: Atlas, 2002, v. 1.
TOLEDO, Francisco de Assis. Princípios básicos do Direito Penal. São Paulo: Saraiva,
2000.
ZAFFARONI, Eugenio Raul. Em busca das penas perdidas. Rio de Janeiro: Revan.
Ementa:
Organização dos poderes Legislativo, Judiciário de Executivo. Interpretação Constitucional.
Controle de Constitucionalidade. Representação interventiva.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
1997.
___________________. Mutação Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1997.
CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituição.
Coimbra: Almedina, 1999.
CAPPELETTI, Mauro. O controle judicial de constitucionalidade das leis no direito
comparado. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris.
CARVALHO NETO, Inácio de. Ação declaratória de constitucionalidade. Curitiba: Juruá,
2000.
CATTONI, Marcelo. Direito processual constitucional. São Paulo: Malheiros, 2001.
CLEVE, Clemerson Merlin. Temas de Direito Constitucional. São Paulo: Acadêmica, 1993.
________.Medidas Provisórias. Max Limonad, 1999. .
________. A atividade legislativa do Poder Executivo . São Paulo: RT, 2000.
COELHO, Inocêncio Mártires. Interpretação Constitucional. Porto Alegre: Fabris, 1997.
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Ed. atualizada.
FERREIRA FILHO, Manoel G. Do Processo Legislativo. São Paulo: Saraiva, 2002.
LOUREIRO, Lair da Silva. Ação Direta de Inconstitucionalidade. São Paulo: Saraiva, 1996.
MENDES, Gilmar Ferreira. Jurisdição Constitucional. São Paulo: Saraiva, 1998.
MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil Interpretada. São Paulo: Atlas, ed.
Atualizada.
SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das Normas Constitucionais. São Paulo: Malheiros,
1998.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 68
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Noções preliminares sobre o sistema Jurídico Administrativo. Organização da
Administração. Administração Direta e Indireta. Figuras da Administração Indireta. Atos
Administrativos. Poderes administrativos. Licitação. Contratos administrativos.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
EMENTA
Conceito. Evolução. Posição. Autonomia. Fontes. Atos do Comércio. Comerciante. Nome
Comercial. Sociedades Comerciais. Prática de Redação de Contratos de Sociedades
Comerciais.
Bibliografia Básica
BULGARELLI, Waldirio. Manual das Sociedades Anônimas. 12 ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2001.
COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. 1° volume. 14 ed. 2° volume. 3 ed.
3° volume, 1 ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
Código Comercial. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva , 2003.
FAZZIO JUNIOR, Waldo. Manual de Direito Comercial. 1 ed. São Paulo; Editora Atlas,
2000.
GIUSTI, Miriam Petri Lima de Jesus. Sumário de Direito Comercial. São Paulo: Rideel,
2003.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. 1° volume, 24 ed. 2° volume, 22 ed. São
Paulo: Editora Saraiva, 2000.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Amador Paes. Manual das Sociedades Comerciais. 12 ed. São Paulo: Editora
Saraiva, 1999.
DÓRIA, Dilson. Curso de Direito Comercial. 1° volume. 14 ed. 2° volume. 10 ed. São
Paulo: Editora Saraiva, 2000.
LÔBO, Paulo Luiz Netto. Comentários ao Estatuto da Advocacia e da O.A.B. 3ª Ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial vol. 1, 25ª Ed. São Paulo: Saraiva , 2003.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Posição do direito das obrigações. Modalidades das obrigações. Extinção das obrigações.
Transmissão das obrigações. Obrigações por ato unilateral de vontade. Obrigações por atos ilícitos.
Liquidação obrigações.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro.. Teoria geral das obrigações. Vol. 2
São Paulo: Saraiva, 2002.
GOMES, Orlando. Direito Civil: obrigações. Rio de Janeiro: Forense,2003.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições do Direito Civil. Vol. 2. Rio de Janeiro: Forense,
2001.
___________. Responsabilidade Civil. Rio de Janeiro: Forense, 1998.
RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil: Parte Geral das obrigações. Vol.2. São Paulo: Saraiva,
2002.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Teoria Geral das Obrigações e Teoria Geral dos
Contratos. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO, Álvaro Vilaça. Curso de Direito Civil. Teoria geral das obrigações. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2001.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria geral do Direito Civil. Rio de Janeiro: Forense, 1975.
BITTAR, Carlos Alberto. Direito das Obrigações. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
CARVALHO NETO, Inácio de. Extinção Indireta das Obrigações. Curitiba: Juruá, 2003.
COVELLO, Sérgio Carlos. A obrigação natural: elementos para uma possível teoria. São
Paulo: Leud, 1996.
DANTAS, Francisco C. San Tiago. Clássicos da literatura jurídica. Programa de Direito
Civil. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Rio – Sociedade Cultural, 1979.
DIAS, José de Aguiar. Da responsabilidade civil. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Forense, 1995.
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Responsabilidade civil. Vol. 2. São
Paulo: Saraiva, 2002.
ELESBÃO, Elsita Collor. Princípios informativos das obrigações contratuais civis. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 2000.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
MACIEL, Protásio Borges. Efeitos das Obrigações. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
1993.
PODESTA, Fábio Henrique. Direito das Obrigações - Teoria Geral e Responsabilidade
Civil. São Paulo: Atlas, 2003.
PONTES DE MIRANDA, Francisco Cavalcante. Tratado de Direito Privado. Tomos XXII,
XXIII e XXIV. Rio de Janeiro: Borsoi, 1958.
SARAIVA, Vicente de Paulo. Modalidades das Obrigações. Brasília: Brasília Jurídica, 2003.
VARELA, João de Matos Antunes. Direito das Obrigações. Rio de Janeiro: Forense.
VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil. Vol. 3. Contratos em Espécie e Responsabilidade
Civil. Vol. 3. São Paulo: Atlas, 2001.
WALD, Arnoldo. Obrigações e contratos .São Paulo: Revista dos Tribunais, ed. atualizada.
Ementa:
Teoria Geral dos Delitos em Espécie. Homicídio simples. Homicídio culposo. Delitos de Trânsito.
Homicídio preterdoloso. Genocídio. Induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio. Infanticídio.
Aborto Preterintencional ou Preterdoloso. Lesão Corporal. Periclitação da Vida e da Saúde. Rixa.
Crimes contra a honra. Crimes contra a liberdade individual. Crimes contra o patrimônio. Usura.
Crimes contra a propriedade imaterial. Crimes contra a organização do trabalho. Crimes contra o
sentimento religioso e contra o respeito aos mortos.
Bibliografia Básica
CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal, Parte Especial. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Especial. Vols. 1 e 2. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2002.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Vol. 2. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. Parte Especial. Vol. 2 e 3. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Especial. Vol. 2. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Adalberto José. Crimes contra a honra. São Paulo: Saraiva, 1996.
BELO, Warley Rodrigues. Aborto. Belo Horizonte: Del Rey, 1999.
BELTRÃO, Jorge. Rixa. Campinas: Julex, 2001.
CAPEZ, Fernando. Aspectos Criminais do Código de Trânsito Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 1999.
CARVALHO, Luiz Penteado de. Furto, Roubo e latrocínio. Curitiba: Juruá, 2003.
COSTA JUNIOR, Paulo José da. Comentários ao Código Penal. São Paulo: Editora Saraiva, 2002.
___________. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Saraiva, 2000.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição Atualizada.
FERREIRA, Amadeu. Homicídio privilegiado. Coimbra: Almedina, 1996.
GASPARIAN, Fernando. A luta contra a usura. Rio de Janeiro: Graal, 2001.
GUNTHER, Jakobs. Teoria da Pena e Suicídio e Homicídio a Pedido.São Paulo: Manole, 2003.
MAGGIO, Vicente P. Rodrigues. Infanticídio. Bauru: Edipro, 2001.
MARRONE, Jose Marcos. Delitos de Trânsito. São Paulo: Atlas.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MIRANDA JÚNIOR, Darcy Arruda. Crimes Contra a Honra Jurisprudência 2 Vols. São Paulo:
Jurídica Brasileira.
PLANTULLO, Vicente Lentini. Estelionato Eletrônico - Segurança na Internet. Curitiba: Juruá, 2003.
SALLES JÚNIOR, Romeu de Almeida. Apropriação Indébita e Estelionato.São Paulo: Saraiva,
1997.
SERRA, Teresa. Homicídio qualificado: tipo de culpa e medida da pena. Coimbra: Almedina, 1995.
Ementa:
Organização administrativa brasileira. Ser viços públicos. Controle da administração. Servidores
públicos. Domínio público. Intervenção na propriedade. Responsabilidade extracontratual do
Estado.
Bibliografia Básica
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo. São Paulo, Malheiros,
2002.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo, Atlas, 2002.
FIGUEIREDO, Lúcia Valle. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros, 2003.
MEDAUAR, Odete. Direito administrativo moderno. São Paulo: Revista dos Tribunais. 2003.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo, Malheiros, 2004
Bibliografia Complementar
EMENTA
Origem e evolução histórica do Direito Comercial/Empresarial. Características da atividade
empresarial. Adoção da Teoria da Empresa e alterações decorrentes. Conceito de empresário,
empresa e estabelecimento. Registro de empresa e suas propriedades. A personalidade jurídica
das sociedades empresárias. Classificação das sociedades. Direito de Empresa e sua disciplina no
Código Civil e leis esparsas.
Fundamentos constitucionais de Direito Cambial. Crédito: histórico, conceito, sistema financeiro
nacional. Teoria geral dos títulos de créditos. Classificação dos títulos de crédito. Legislação
cambiária. Requisitos dos títulos de créditos. Letra de câmbio. Cheque. Nota Promissória.
Duplicata. Títulos de crédito eletrônicos. Outros títulos de crédito.
Falência. Histórico e características (execução singular e execução coletiva). Roteiro do pedido de
falência. Desenvolvimento do processo de falência: Administração da massa falida, Arrecadação,
Pedido de restituição. Declaração, verificação e classificação dos créditos. Procedimentos
especiais de falência. Concordata em geral. Concordata preventiva e suspensiva. Crimes
falimentares.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Amador Paes de. Manual das Sociedades Comerciais. São Paulo: Saraiva, 2002.
ARNOLDI, Paulo Roberto Colombo. Teoria geral de Direito Comercial. São Paulo: Saraiva.
BASTOS, Eduardo Lessa. Desconsideração da personalidade jurídica. Rio de Janeiro: Lúmen Júris,
2003.
BORBA, José Edwaldo Tavares. Direito societário. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
BRAGA, Raul Nunes. Comerciante ou empresário. São Paulo: Adcoas/Esplanada.
BULGARELLI, Waldírio. A reforma da lei das sociedades por ações. São Paulo: Thomson Pioneira.
CARVALHOSA, Modesto de. Comentários à lei de sociedades anônimas. São Paulo: Saraiva,
2003.
COELHO, Fabio Ulhoa. Curso de Direito Comercial. Vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003
Código Comercial. 18ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2003..
FABRETTI, Láudio Camargo. Direito de empresa no novo Código Civil. São Paulo: Atlas, 2003.
FRANCO, Vera Helena de Mello. Lições de Direito Comercial. São Paulo: Maltense, 2001.
GIUSTI, Miriam Petri Lima de Jesus. Sumário de Direito Comercial. São Paulo: Rideel, 2003.
LUCENA. José Waldecy. Das sociedades limitadas. Rio de Janeiro: Renovar, 2000.
SILVA, Bruno Mattos e. Curso elementar de Direito Comercial. Parte Geral. São Paulo: Juarez de
Oliveira, 2001.
SZTAJN, Rachel. Teoria jurídica da empresa. São Paulo: Atlas, 2004.
ABRÃO, Carlos Henrique. Contra-ordem e oposição no cheque. São Paulo: Leud,2002.
AGUIAR, Andréia G. da Silva e AUGUSTO, Valter Roberto. Títulos de Crédito – Cheque, Nota
promissória e Duplicata. São Paulo: Desafio Cultural, 2001.
ALEM, José Antônio. Letra de Câmbio – Legislação e jurisprudência. São Paulo: Leud.
ALMEIDA, Amador Paes de. Teoria e Prática dos Títulos de Crédito. São Paulo: Saraiva, 2004.
ASCARELLI, Tullio. Teoria Geral dos Títulos de Crédito. Campinas: Mizuno, 2003.
BOITEUX, Fernando Netto. Títulos de Crédito (em Conformidade com o Novo Código Civil). São
Paulo: Dialética, 2002.
DAROLD, Erminio Amarildo. Protesto Cambial Duplicatas X Boletos. Curitiba: Juruá.
GAMA, Ricardo Rodrigues. Letra de Câmbio e Nota Promissória. São Paulo: Led.
GONZAGA, Vair. Do cheque.São Paulo: RCN,2003.
LEGISLAÇÃO DOS TÍTULOS DE CRÉDITO. São Paulo: LTR, 2000.
MARTINS,Frans. Títulos de Crédito, Vols. I e II. Rio de Janeiro: Forense.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Tomos XXXII a XXXVII. Campinas: Bookseller,
2000.
SANT'ANNA, Rubens. Título de crédito: doutrina e jurisprudência. Porto Alegre: Livraria do
Advogado.
ABRÃO, Carlos Henrique. Pedido de Restituição na Concordata e na Falência. São Paulo: Leud,
1991.
ABRÃO, Nelson. A Continuação do Negócio na Falência. São Paulo: Leud, 1998.
______. O síndico na falência. São Paulo: Leud.
______. Os credores na falência. São Paulo: Leud, 1998.
BARRETO JÚNIOR, Caio Graccho. Tutela cautelar nas falências e concordatas. São Paulo:
Saraiva, 1995.
BEZERRA FILHO, Manuel Justino. Lei de falências comentada. São Paulo: revista dos Tribunais,
2003.
BULGARELLI, Waldírio. Questões atuais de Direito Empresarial.São Paulo: Malheiros, ed.
atualizada.
CALEFFI, Antonio Marcelo. O Pagamento dos Credores na Falência: A (in)violabilidade do Princípio
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 75
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Propedêutica processual. Visão Científica do Direito Processual. Trilogia estrutural do Direito
Processual. Hermenêutica processual. Jurisdição. Competência. Ação. Sujeitos processuais.
Princípios fundamentais do processo e do procedimento. Teoria geral das provas, dos recursos, da
coisa julgada e da execução.
Bibliografia Básica
ALVIM, José Eduardo Carreira. Teoria Geral do Processo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
DINAMARCO, Cândido Rangel, CINTRA, Antonio Carlos Araújo e GRINOVER, Ada
[Link] Geral do Processo. 18ª ed. São Paulo: Malheiros, 2002.
FERNANDES, Sergio R de Arruda. Questões Importantes do Processo Civil - Teoria Geral do
Processo. Rio de Janeiro: Roma Victor.
GOLDSCHIMIDT, James. Teoria Geral do Processo. Campinas: Minelli, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. 20ª ed. São Paulo: Saraiva,
2001.
Bibliografia Complementar
BAPTISTA, Sônia Márcia Hase de Almeida. Direito Processual Civil. São Paulo: Saraiva, 1997.
BEDAQUE, José R. dos Santos. Direito e Processo: : influência do direito material sobre o
processo. São Paulo: Malheiros, 2003.
CANABARRO, Américo. Estrutura e dinâmica do processo judiciário. Rio de Janeiro: Renovar.
CAPELLETTI, Mauro & GARTH, Bryant. Acesso à justiça. Porto Alegre: Fabris, 2002.
CARNELUTTI, Francesco. Sistema de direito processual civil. São Paulo: Classic Book, 2000.
____________. Como se faz um processo. Campinas: Minelli, 2002.
COUTURE, Eduardo J. Interpretação das leis processuais. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
DINAMARCO, Cândido Rangel. A instrumentalidade do processo. São Paulo: Malheiros, 2003.
___________. Nova era do processo civil. São Paulo: Malheiros, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 1. São Paulo: Campinas:
Bookseller, 2001.
MAZZILLI, Hugo Nigro. O Acesso à Justiça e o Ministério Público. São Paulo: Saraiva, 2001.
NALINI, Jose Renato. O Juiz e o Acesso a Justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
NERY JÚNIOR, Nelson. Princípios do processo civil na Constituição Federal. São Paulo: Revista
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 76
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Princípios informativos dos contratos. Liberdade de contratar. Estrutura contratual – requisitos de
validade (partes – objeto – forma). Cláusulas obrigatórias. Extinção dos contratos
(resolução/Rescisão). Distrato. O estudo dos contratos civis em espécie.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Teoria das obrigações contratuais e
extracontratuais. São Paulo: Saraiva, 2003. Vol. III.
GOMES, Orlando. Direito Civil. Contratos. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 3.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Vol.3. São Paulo: Saraiva,2003.
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Tomos: II e III. São Paulo: Atlas, 2003.
Bibliografia Complementar
AGUIAR JÚNIOR, R. R. Extinção dos Contratos por descumprimento do Devedor: Resolução. Rio
de Janeiro: Aide, 2003.
BEVILAQUA, Clóvis. Teoria Geral do Direito Civil. São Paulo: Red Livros, 2001.
BITTAR, Carlos Alberto. Contratos Civis. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
COSTA, Mário Júlio Almeida & CORDEIRO, Menezes. Cláusulas contratuais gerais. Coimbra:
Almedina, 1999.
COVELLO, Sérgio Carlos. A obrigação natural: elementos para uma possível teoria. São Paulo:
Leud, 1996.
FONSECA, João Bosco Leopoldino da. Cláusulas abusivas nos contratos. Rio de Janeiro: Forense,
2002.
GOMES, Luiz Roldão de Freitas. Contrato. Rio de Janeiro: Renovar, 2002.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito [Link]. 5. Saraiva. São Paulo. 2003.
MIRANDA, Custódio Piedade Ubaldino. Contrato de adesão. São Paulo: Atlas, 2002.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Campinas: Bookseller, 2000. Tomo XXXI
OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Contrato de seguro – interpretação doutrinária e jurisprudencial.
Campinas: LZN, 2002.
PAIVA, Alfredo de Almeida. Aspectos do Contrato de Empreitada. Rio de Janeiro, Forense, 1997.
RODRIGUES JÚNIOR, Otávio Luiz. Revisão judicial dos contratos. São Paulo: Atlas, 2002.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 77
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
ROMANELLO Neto, Jerônimo. Contrato Preliminar - Efeitos Jurídicos. São Paulo: Jurídica
Brasileira.
ROPPO, Enzo. O contrato. Coimbra: Almedina, 1988.
Salles, Marcos Paulo de Almeida. O contrato futuro. São Paulo: Cultura, 2001.
SERPA LOPES, Miguel Maria. Curso de Direito Civil – Vol. 4 – Contratos. Rio de Janeiro: Freitas
Bastos, 2000.
SILVA, Jorge Cesar Ferreira da. A boa-fé e a violação positiva do contrato. Rio de Janeiro:
Renovar, 2002.
VAZ, Teresa Anselmo. Alguns aspectos do contrato de compra e venda a prazo. Coimbra:
Almedina.
Ementa:
Crimes contra os costumes. Crimes contra a família. Crimes contra a incolumidade pública. Crimes
contra a Paz Pública: Lei 9.034, de 3/5/95. Crimes contra a Fé Pú[Link] contra a
Administração Pública. Contravenções penais. Lei de Introdução ao Código Penal e à Lei de
Contravenções Penais. Abuso de autoridade. Crimes eleitorais e políticos. Noções de Direito penal
Militar. Crimes contra a ordem econômica e o sistema financeiro. Crimes contra a ordem tributária.
Bibliografia Básica
JESUS, Damásio Evangelista de. Direito Penal - Parte Especial. Vols. 3 e 4. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____. Código Penal Anotado. São Paulo: Saraiva, 2003.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Manual de Direito Penal. Vol. 2 e 3. São Paulo: Atlas, 2003.
PRADO, Luiz Régis. Curso de Direito Penal Brasileiro. Parte Especial. Vol. 3 e 4. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
TELES, Ney Moura. Direito Penal. Parte Especial. Vol. 3. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
CAPEZ, Fernando. Direito Penal - Curso Completo. São Paulo: Saraiva, 2000.
CRETELLA JÚNIOR, José. Repressão às infrações contra a ordem econômica. Rio de Janeiro:
Forense, 2001.
CRUZ, Sônia Guerra. Falsificação de Remédios e Poder de Polícia. Rio de Janeiro: América
Jurídica, 2001.
DELMANTO, Celso, Código Penal Anotado. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, Edição Atualizada.
FAZZIO Junior, Waldo. Corrupção no Poder Público - Peculato, Concussão, Corrupção Passiva e
Prevaricação. São Paulo: Atlas, 2002.
FERREIRA, Roberto dos Santos. Crimes Contra a Ordem Tributária. São Paulo: Malheiros, 2002.
FORTES, Heráclito. Assédio Sexual e Crimes contra os costumes. São Paulo: LTR, 2002.
GOMES, Suzana de Camargo. Crimes eleitorais. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
GONÇALVES, Victor Eduardo Rios. Crimes contra a Administração Pública. São Paulo: Paloma,
2004.
__________. Contravenções Penais. São Paulo: Paloma, 2004.
FREITAS, Gilberto Passos de. Abuso de Autoridade. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
JESUS, Damásio Evangelista de. Assédio Sexual. São Paulo: Saraiva, 2002.
LIMA, Sebastião de Oliveira e LIMA, Carlos Augusto Tosta de. Crimes Contra o Sistema Financeiro
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Processo Penal: Princípios. Sistemas: Conceito. Sistema Inquisitivo. Sistema Acusatório.
Interpretação e Aplicação da Lei Processual Penal. Inquérito Policial. Ação Penal. Jurisdição e
Competência. Exceção de Incompetência. Conflito de Competência. Processo e pressupostos
processuais. Medidas Cautelares pessoais. Teoria geral das Provas.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
AQUINO, Jose Carlos G. Xavier. A Prova Testemunhal no Processo Penal Brasileiro. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2002.
BEMFICA, Francisco Vani. Da lei Pena, da pena e sua aplicação, da execução. Rio de janeiro:
Forense.
CARNEIRO, Athos Gusmão. Jurisdição e competência. São Paulo: Saraiva, 2004.
COSTA, Paula Bajer F. Martins. Ação Penal condenatória. São Paulo: Saraiva, 2001.
FERNANDES, Antônio Scarance. Processo penal constitucional. São Paulo: RT, 2002.
FERRARI, Eduardo Reale. Prescrição da ação penal. São Paulo: Saraiva.
GAZOTO, Luís Wanderley. O Princípio da Não-obrigatoriedade da Ação Penal Pública. São Paulo,
Manole, 2003.
JARDIM, Afrânio Silva. Ação penal pública – princípio da obrigatoriedade. Rio de Janeiro: Forense,
2001.
LIMA, Marcellus Polastri. A prova penal. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2002.
MADEIRA, Ronaldo Tanus. Da prova e do processo penal. Rio de Janeiro: Lúmen júris, 2003.
MARTINS, Nilo César. Ação penal: retrospectiva e perspectiva. Rio de Janeiro:Lúmen Júris, 2001.
MEDEIROS, Flavio Meirelles. Da ação penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Código de Processo Penal Interpretado. São Paulo: Atlas, 2003.
MOSSIN, Heráclito Antônio. Curso de Processo Penal. Vol. 1 e 2. São Paulo: Atlas, 2001.
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NUCCI, Guilherme de Souza. O Valor da Confissão como meio prova no Processo Penal. São
Paulo: Revista dos Tribunais, 1997.
PRADO, Geraldo. Sistema acusatório. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2000.
QUEIROZ, Carlos Alberto Marchi. Prática do Inquérito policial. Campinas: Iglu, 2000.
SILVA, Jose Geraldo da. O inquérito policial e polícia judiciária. Campinas: Millenium, 2002.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Prática de Processo Penal. São Paulo: Saraiva, 2003.
_____________. Processo Penal. Vol. 1e 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
VARGAS, José Cirilo. Direitos e garantias individuais no processo penal. Rio de Janeiro: Forense,
2002.
Ementa:
Introdução. Conceito de trabalho. Evolução do ordenamento jurídico. Conceito de Direito do
Trabalho. Natureza. Fontes. Princípios. Relação de emprego. Empregado e empregador. Contrato
de trabalho. Remuneração. FGTS.
Bibliografia Básica
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo : Saraiva, 2004.
MAGANO, Octavio Bueno. Primeiras lições de Direito do Trabalho. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2004.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho.. São Paulo: Saraiva, 2004.
SUSSEKIND, Arnaldo et alli. Instituições de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Vasco de. Atos Unilaterais no Contrato de Trabalho. São Paulo: Ltr, 1996. .
BELTRAN, Ari Possidônio. Dilemas do trabalho e do emprego na atualidade. São Paulo:
LTr., 2001.
FURTADO, Emmanuel Teófilo. Alteração do Contrato de Trabalho. São Paulo: Ltr, 1994.
GOTTSCHALK, Egon Felix. Norma Pública e Privada no Direito do Trabalho. São Paulo:
Ltr, 1995. .
GUEDES, José Antônio Cugula. Manual prático de direito do trabalho: direito individual do
trabalho. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
MARTINS, Sérgio Pinto. Contrato de Trabalho de Prazo Determinado e Banco de Horas.
São Paulo: Atlas, 2004.
__________. Comentários À CLT. São Paulo: Atlas, 2003.
__________. A Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2003.
MORAES FILHO, Evaristo de. Introdução ao direito do trabalho. São Paulo: LTr., 2003.
__________. Do Contrato de Trabalho como elemento empresa. São Paulo: LTR.
NASCIMENTO, Sônia Aparecida C. Flexibilização do Horário do Trabalho. São Paulo: Ltr,
2002 .
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PINTO, José Augusto Rodrigues. Curso de direito individual do trabalho. São Paulo: LTr.,
2003.
PRUNES, José Luiz Ferreira. Consolidação das Leis do Trabalho Anotada. Curitiba: Juruá.
_________. Contrato de Trabalho com Cláusula de Experiência. São Paulo: LTR, 2001.
RAMOS, Alexandre. Contrato temporário de trabalho: combate ao desemprego ou redução
do custo da força de trabalho? São Paulo: LTr, 1999.
SAAD, Eduardo Gabriel. Curso de Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2000.
RODRIGUEZ, Américo Plá. Princípios do direito do trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
__________. Estudo sobre as fontes do Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 1998.
Ementa:
Principiologia do processo civil. Estudo pragmático do processo de conhecimento. Procedimento
sumário e ordinário. Teoria Geral da Prova. Provas em espécie.
Bibliografia Básica
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.1. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas: Millenium, 2003.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Novo Processo Civil Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 1. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 1 e 2. 22ª ed. São
Paulo: Saraiva, 2002.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 1. 38ª ed. Rio de Janeiro:
Forense,2002.
Bibliografia Complementar
Ementa:
Estudo do Direito das Coisas. Distinção entre direitos reais e direitos pessoais. Características.
Natureza jurídica dos diversos institutos. Posse: aquisição, efeitos, extinção. Teorias. Propriedade:
aquisição, extinção, limitações. Direito de vizinhança. Condomínio. Direitos reais sobre coisa alheia:
definição, de garantia, de aquisição.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito das Coisas. São Paulo: Saraiva, 2004.
Vol. IV.
GOMES, Orlando. Direitos reais. Rio de Janeiro: Forense, 2004.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 4.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito das Coisas. São Paulo: Saraiva,2003. vol. V
ROSENVALD, Nelson. Direitos Reais. Rio Janeiro: Ímpetos, 2002.
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direitos Reais. Tomo V. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
AMORIM, Edgar Carlos. A Enfiteuse à luz do novo Código Civil. São Paulo: ABC-Editora, 2002.
AQUINO, Álvaro A. Sagulo B. de. A posse e seus efeitos. São Paulo: Atlas.
BITTAR, Carlos Alberto. Direitos Reais. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2001.
CUTAIT NETO, Michel. Direitos de Vizinhança. Campinas: LED.
ESPÍNOLA, Eduardo. Posse, Propriedade, Compropriedade ou Condomínio, Direitos Autorais.
Campinas: Bookseller, 2002.
FRADERA, Vera Maria Jacob(org). O direito privado na visão de Clóvis do Couto e Silva. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 1997.
GONÇALVES, Marcus Vinícius R. Dos Vícios da Posse. São Paulo: Juarez de Oliveira,2003.
GOZAGA, Vair. Da servidão – Legislação e Jurisprudência. Campinas: LED.
IHERING, Rudolfo Von. Teoria Simplificada da Posse. Porto Alegre: Líder, 2002.
LOPES, João Batista. Condomínio. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
LORENZETTI, Ricardo . Fundamentos do direito privado. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998.
MARQUES, Nilson. Elemento social da posse. São Paulo: Leud, 1983.
MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Direito das [Link].3. Saraiva. São
Paulo. 2003.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Tomos XVII a XIX. Campinas: Bookseller, 2002.
MUCILLO, Jorge A. M. Propriedade imóvel e direitos reais. Porto Alegre: Livraria do Advogado.
NASCIMENTO, Tupinamba Miguel C. Posse e Propriedade. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
2003.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Processo e Procedimento. Juizados Especiais Criminais. Procedimento do Júri. O júri e o
direito comparado. Incidentes processuais. Sentença: Emendatio e Mutatio libelli. Recursos
próprios do Processo Penal. Processo Penal e ações autônomas: Habeas Corpus, Revisão
criminal, Correição Parcial e Mandado de segurança Criminal.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
GIACOMOLLI, Nereu José. Juizados especiais criminais. Porto Alegre: Livraria dos
Advogados, 2002.
GOMES FILHO, Antônio Magalhães. A motivação das decisões penais. São Paulo: RT,
2001.
____________. Juizados Especiais Criminais - Comentários à Lei 9099. São Paulo:
Revista dos Tribunais, 2002.
GRINOVER, Ada; FERNANDES; Antônio Scarance; GOMES FILHO, Antônio Magalhães.
As nulidades no processo penal. São Paulo: RT, 2001.
______. Recursos no processo penal. São Paulo: RT, 2001.
MARREY, Adriano. Teoria e Prática do Júri. São Paulo: RT, 2000.
MEDICI, Sergio de Oliveira. Revisão criminal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
MIRABETE, Júlio Fabbrini. Código de Processo Penal Interpretado. São Paulo: Atlas,
2003.
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MOSSIN, Heraclito Antonio. Revisão criminal no Direito Brasileiro. São Paulo: Atlas.
PACHECO, Jose Ernani de Carvalho. Hábeas Corpus. Curitiba: Juruá, 2002.
MOSSIN, Heráclito Antônio. Curso de Processo Penal. Vol. 3 e 4. São Paulo: Atlas, 2001.
STRECK, Lênio. Tribunal do júri: símbolos e rituais. Porto Alegre: Livraria do Advogado,
2001.
TOURINHO FILHO, Fernando da Costa. Prática de Processo Penal. São Paulo: Saraiva,
2003.
_____________. Processo Penal. Vol. 3 e 4. São Paulo: Saraiva, 2003.
EMENTA
Ecologia e Meio Ambiente. A Crise Ambiental. O Movimento Ecológico. Ecodesenvolvimento
e Desenvolvimento Sustentável. Biodiversidade.. Direito Ambiental. Conceito. Fontes.
Princípios.. O Direito, os Recursos Ambientais e o Desenvolvimento. Direito Ambiental
Brasileiro. Direito Ambiental Comparado. A Tutela Administrativa e Judicial do Meio
Ambiente. Desenvolvimento da função social da propriedade, imóveis, terras publicas e
particulares, desapropriação, contratos, crédito rural, colonização, tributação da terra.
Bibliografia Básica
BORGES, Paulo Torminn. Institutos Básicos de Direito Agrário. 11 ed. São Paulo:
Saraiva, 1998.
FERREIRA, Pinto. Curso de Direito Agrário. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2001.
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Direito Ambiental Brasileiro. 3 ed. São Paulo: Saraiva,
2002.
HARADA, Kiyoshi. Desapropriação: doutrina e prática. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SIRVINSKAS, Luis Paulo. Manual de Direito Ambiental. 2 ed. São Paulo, Saraiva, 2003.
MASCARENHAS, Alessandra Rapassi. Proteção Penal do Meio Ambiente: fundamentos.
São Paulo: Saraiva, 2000.
Bibliografia Complementar
Ementa:
Processo de execução. Execução provisória e execução definitiva. Responsabilidade patrimonial.
Espécies de execução. Liquidação de sentença. Embargos do devedor. Da insolvência civil.
Remição. Suspensão e extinção do processo de execução. Ação monitória.
Bibliografia Básica
ASSIS, Araken. Manual do processo de execução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.2. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas: Millenium, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva,
2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 2. Rio de Janeiro:
Forense,2003.
Bibliografia Complementar
ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
ASSIS, Araken. Cumulação de ações. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
ARAGÃO, Egas D. M. de. Comentários ao Código de Processo Civil. Vol. 3 e 4. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
BARBI, Celso Agrícola. Comentários ao Código de Processo Civil. 10. ed., Rio de Janeiro: Forense,
2002, vol.I.
CAHALI, Yussef Said. Dos alimentos. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
DINAMARCO, Cândido Rangel. Execução Civil. São Paulo: Malheiros, 2001.
__________. Capítulos de sentença. São Paulo: Malheiros, 2002.
GUIMARÃES, Carlos e Orlando Fida. Teoria e prática do processo de execução. Campinas: Edipro,
2001.
GRECO FILHO, Vicente. Direito processual brasileiro. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2003.
OLIVEIRA NETO, Olavo de. Liquidação de sentença. São Paulo: Oliveira Mendes.
OZÈIAS, Santos J. Embargos do devedor – Teoria e jurisprudência. Campinas: Julex.
PACHECO, José Ernani de Carvalho. Jurisprudência brasileira 76 – Insolvência Civil. Curitiba:
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Juruá.
RODRIGUES, Júlio César Souza. Medidas acautelatórias no processo de execução. São Paulo:
Saraiva, 2002.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Ação Monitória. Belo Horizonte: Del Rey, 2000.
________. Novíssimos perfis do processo civil brasileiro. Belo Horizonte: Del Rey.
SANTOS, Ulderico Pires dos. Ação cominatória e outras peculiares. São Paulo: Paumape, 2001.
SOARES, Marcos Zenóbia. Exceção de pré-executividade. Campinas: CL Edijur, 2001.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Insolvência Civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
__________. Execução de sentença e a garantia do devido processo legal. Rio de Janeiro: Aide.
___________. A Insolvência civil. Rio de Janeiro: Forense,2003.
WAMBIER, Teresa Arruda Alvim. Os agravos no CPC Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais,
2000.
_________. Processo de execução e assuntos afins. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
Ementa:
Extinção do Contrato de trabalho e estabilidade. Noções de direito coletivo do trabalho. Duração do
trabalho. Repouso do trabalhador. Segurança e medicina do trabalho. Regimes especiais de
trabalho. Flexibilização. Prescrição.
Bibliografia Básica
CARRION, Valentin. Comentários à consolidação das leis do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2003.
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo : Saraiva, 2004.
GOMES, Orlando. e GOTTSCHALK, Elson. Curso de Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
MAGANO, Octavio Bueno. Primeiras lições de Direito do Trabalho. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2004.
NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho.. São Paulo: Saraiva, 2004.
SUSSEKIND, Arnaldo et alli. Instituições de direito do trabalho. São Paulo: LTr, 2003.
Bibliografia Complementar
ALISEDA, Jether Gomes. Estabilidade e Garantia de Emprego. São Paulo: LTR, 2001.
BRITO FILHO, José Cláudio Monteiro de. Direito Sindical. São Paulo: LTR.
DALLEGRAVE NETO, Jose Affonso. Direito do Trabalho Contemporâneo - Flexibilização e
Efetividade. São Paulo: LTR, 2003.
DELGADO, Maurício Godinho. Direito Coletivo do Trabalho. São Paulo: LTR, 2003.
GALAFASSI, Maria Cristina. Medicina do trabalho. São Paulo: Atlas, 1999.
GUEDES, José Antônio Cugula. Manual prático de direito do trabalho: direito individual do
trabalho. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
HOEPPNER, Marcos Garcia. Normas Regulamentadoras Relativas À Segurança e
Medicina do Trabalho. São Paulo: Ícone, 2003.
JORGE NETO, Francisco Ferreira e CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa. A
Decadência e a Prescrição no Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2003.
LORA, Ilse M. Bernardi. A prescrição no Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 2001.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 87
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.
Bibliografia Básica
Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 88
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
História e evolução do Direito de Família. Divisão do Direito de Família: Direito Parental, Direito
Protetivo e Direito Matrimonial. Direito Matrimonial. Casamento: conceito, natureza jurídica e
finalidade. O companheirismo: conceito e evolução histórica. Características e pressupostos da
união estável. O reconhecimento da união estável. Direito Parental. Relações de parentesco.
Direitos de filiação. Direito protetivo: da tutela, da curatela e da ausência. Estudo dos regimes
jurídicos matrimoniais/patrimoniais.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito de família. São Paulo: Saraiva, 2004.
Vol. V.
GOMES, Orlando. Direito de família. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003. v. 5.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito de Família. São Paulo: Saraiva,2002. vol. VI
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direito de família. Tomo VI. São Paulo: Atlas,
2004.
Bibliografia Complementar
BOSCARO, Márcio Antônio. Direito de filiação. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
BRUM, Jander Maurício. Curatela. Rio de Janeiro: Aide, 1995.
CAMPO, Hélio Márcio. Anulação de casamento. Porto Alegre: Sagra, 1997.
CAMPOS, Diogo Leite de. A invenção do Direito Matrimonial. Coimbra: Almedina, 1995.
CAHARI, Francisco José. Contrato de Convivência na união estável. São Paulo: saraiva,
2002.
CAHALI, Yussef Said. Divórcio e Separação. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
CIOTOLA, Kátia Regina da Costa. O concubinato e as inovações introduzidas. Rio de
Janeiro: Lúmen Júris.
FONSECA, Antônio Cezar Lima da. O Código Civil e o novo Direito de Famí[Link]
Alegre: Livraria do Advogado, 2004.
LEVENHAGEN, Antônio José de Souza. Do casamento ao divórcio.São Paulo: Atlas, 1999.
MARTINS, Flávio Alves. Casamento e outras formas de constituição da família. Rio de
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Estudo das características e princípios do processo do trabalho. Estrutura e funcionamento
da Justiça do Trabalho. As ações trabalhistas na fase de conhecimento. Dissídios
individuais. Defesa direita e indireta. A prova no processo do trabalho.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Isis de. Manual de Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
_______. Manual das provas no processo trabalhista. São Paulo: LTR, 1999.
BARROS, Alice Monteiro de (coord). Compêndio de Direito Processual do Trabalho. São
Paulo: LTR, 2002.
CASTELO, Jorge Pinheiro. O Direito processual do Trabalho na moderna Teoria Geral do
Processo. São Paulo: LTR, 2002.
FONSECA, José Geraldo da. Como redigir a petição inicial da ação trabalhista. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
GIGLIO, Wagner D. A Conciliação nos Dissídios individuais do trabalho. São Paulo:
Síntese, 2001.
NASSIF, Elaine. Ação civil pública na Justiça do Trabalho. Belo Horizonte: Del Rey, 2003.
OLIVEIRA, Francisco Antônio. O processo na justiça do trabalho. São Paulo: Revista dos
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Tribunais, 1999.
_________. A prova no processo do trabalho. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
TOSTES MALTA, Christovão Piragibe. Prática do processo trabalhista. São Paulo: LTR,
2004.
VALERIANO, Sebastião Saulo. Ação monitória no processo trabalhista. Campinas: Mizuno,
2003.
Ementa:
Dos recursos. Pressupostos dos recursos. Recurso de terceiro prejudicado. Renúncia e desistência
em matéria de recursos. Indeferimento. Efeito dos recursos. Recurso em caso de litisconsórcio.
Caráter do julgamento do recurso. Recurso no processo civil brasileiro. Apelação. Agravo.
Embargos infringentes. Embargos de declaração. Recursos para o STJ (Apelação e Agravo).
Recurso adesivo. Recurso ordinário para o STJ em hábeas corpus e em mandado de segurança.
Recurso especial. Recurso extraordinário. Ordem dos processos nos tribunais. Ação rescisória da
uniformização de jurisprudência.
Bibliografia Básica
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.2. São Paulo: Saraiva, 2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 3. Campinas: Millenium, 2003.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Comentários ao Código de Processo Civil. Vol. 5. Rio de Janeiro:
Forense, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Saraiva,
2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Vol. 1. 38ª ed. Rio de Janeiro:
Forense,2002.
Bibliografia Complementar
MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Recurso Extraordinário e Recurso Especial. São Paulo: Revista
dos Tribunais, 2003.
MIRANDA, Gilson Delgado. Processo Civil – Recursos. São Paulo: Atlas, 2002.
MOREIRA, José Carlos Barbosa. Novo Processo Civil Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
NERY JÚNIOR, Nelson. Aspectos Polêmicos e Atuais dos Recursos. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2002.
NETO, Messod Azulay. Novo recurso de Agravo. Rio de Janeiro: Forense, 1998.
PINTO, Nelson Luís. Manual de Recursos Cíveis. São Paulo: Malheiros, 2002.
SALEM NETO, José. Recurso de revista e agravo de instrumento. São Paulo: LTR, 1999.
SARAIVA. José. Recurso Especial e o STJ. São Paulo: Saraiva, 2002.
SILVA, Bruno Mattos e. Prequestionamento – Recurso Especial e recurso Extraordinário. Rio de
Janeiro: Forense, 2003.
THEODORO Júnior, Humberto. Recursos – Direito Processual ao vivo. Vols. 1 e 2. Rio de Janeiro:
Aide,.
BIBLIOGRAFIA
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RENOVÁVEIS (IBAMA). Legislação sobre a fauna. Brasília: IBAMA, 2003
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS (IBAMA). programa nossa natureza: leis e decretos. Brasília: IBAMA, 2003
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jurisprudência, formulários e legislação. [Link]., São Paulo: Saraiva, 1991. .
MELLO, A. Alguns pareceres de Direito Agrário. Brasília: Senado Federal/Centro Gráfico,
1990.
MUKAI, T. Direito Ambiental Sistematizado. São Paulo: Forense, 1992. .
_________. Direito e Legislação Urbanística no Brasil. São Paulo: Saraiva, 2002 .
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 92
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
O Sistema Tributário Nacional. Tributo. Classificação jurídica dos tributos. Fontes do direito
tributário. Vigência. Aplicação e interpretação da legislação tributária. Sistema e princípios
constitucionais tributários. Lançamento tributário. Competência tributária. Limitações constitucionais
ao poder de tributar. Repartição das receitas tributárias. Legislação tributária. Obrigação tributária.
Crédito tributário. Administração tributária.
Bibliografia Básica
BASTOS, Celso Ribeiro. Curso de Direito Financeiro e Tributário. São Paulo: Celso Bastos Editor,
2002.
CARVALHO, Paulo de Barros. Direito tributário brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2004.
COELHO, Sacha Calmon Navarro. Curso de direito tributário brasileiro. Rio de Janeiro: Forense.
DENARI, Zelmo. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Atlas, 2002.
NASCIMENTO, Carlos Valder do. Curso de Direito Tributário. Rio de Janeiro: Forense.
Bibliografia Complementar
ATALIBA, Geraldo. Hipótese de incidência tributária. São Paulo: Malheiros, 2000.
BALEEIRO, Aliomar. Direito Tributário Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense.
BECKER, Alfredo Augusto. Teoria geral do direito tributário. São Paulo:Lejus, 2003.
BORGES, Jose Souto Maior. Obrigação Tributária: uma introdução metodológica. São Paulo:
Malheiros,.
CARRAZA, Roque Antonio. Curso de direito constitucional tributário. São Paulo: Malheiros, 2003.
CARVALHO, Paulo de Barros. Direito Tributário - Fundamentos Jurídicos da Incidência. São Paulo:
Saraiva, 1999.
_________. Teoria da Norma Tributária. São Paulo: Max Limonad, 2002.
CHIESA, Clélio. A Competência Tributária do Estado Brasileiro. São Paulo: Max Limonad, 2002.
COELHO, Sacha Calmon Navarro. Teoria Geral do Tributo, da Interpretação e da Exoneração
Tributária. São Paulo: Dialética, 2003.
_________. Teoria e Prática das Multas Tributárias. Rio de Janeiro: Forense.
LIMA, Sebastião de Oliveira e LIMA, Carlos Augusto Tosta [Link] contra o Sistema Financeiro
Nacional. São Paulo Atlas, 2003.
MACHADO, Hugo de Brito. Comentários ao Código Tributário Nacional. Vol. 1 e 2. São Paulo:
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 93
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Atlas, 2003.
MORAES, Bernardo Ribeiro de. Dívida Ativa. São Paulo: Quartier Latin, 2004.
MOUSSALLEM, Tarek Moyses. Fontes do Direito Tributário. São Paulo: Max Limonad, 2001.
NETO, Fenelon Bonavides. Dicionário de Direito Tributário. São Paulo: Malheiros.
OLIVEIRA, Regis Fernandes de. Receitas não tributárias. São Paulo: Malheiros, 2003.
PAULSEN, Leandro e AVILA, Rene Bergmann. Direito Processual Tributário. Porto Alegre: Livraria
do Advogado, 2003.
ROSAS, Roberto e BRITO, Edvaldo. Dimensão jurídica do tributo. São Paulo: Meio Jurídico, 2003.
SANTI, Eurico Marcos Diniz de. Decadência e prescrição no Direito Tributário. São Paulo: Max
Limonad, 2001.
_______. Lançamento tributário. São Paulo: Max Limonad, 2001.
SIQUEIRA, Natércia Sampaio. Crédito tributário. Belo Horizonte: Mandamentos, 2003.
TAVARES, Alexandre Macedo. Denúncia espontânea no Direito Tributário. São Paulo: Dialética,
2002.
Ementa:
Elaboração do projeto de monografia. Escolha do tema. Problematização do tema. Revisão
bibliográfica. Definição de objetivos de hipóteses. Discussão da teoria que fundamenta a
monografia. Definição da metodologia. Apresentação do projeto à banca examinadora.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. São Paulo: Max Limonad,
1999.
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola.
CARVALHO, Lúcia Cunha de. Como Elaborar a Monografia de Final Curso de Direito. Rio
de Janeiro: Forense, 2000.
CHALMERS, Alan Francis. A fabricação da ciência. São Paulo: Unesp.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1995.
DWORKIN, Ronald. Uma questão de princípio. São Paulo: Martins Fortes, 2000.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2000.
_________. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2003.
MEDEIROS, João Bosco e HENRIQUES, Antônio. Monografia no curso de Direito. São
Paulo: Atlas,2003.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 94
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1999.
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003.
TRIVINOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva,
2002.
Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.
Bibliografia Básica
Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 95
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Processo cautelar e procedimentos especiais: Estudo da parte geral das cautelas e dos
procedimentos cautelares específicos: Arresto, Seqüestro, Busca e Apreensão, Exibição,
Produção antecipada de provas, alimentos provisionais, arrolamento de bens Aspectos
principais de cada procedimento cautelar. Estudo dos procedimentos especiais (jurisdição
contenciosa, voluntária e leis extravagantes): Consignação de pagamento, ações
possessórias, inventário e partilha, separação judicial e divórcio, alimentos e mandado de
segurança.
Bibliografia Básica
GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro. Vol.3. São Paulo: Saraiva,
2003.
MARQUES, José Frederico. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 2. Campinas:
Millenium, 2003.
SANTOS, Ernane Fidélis dos. Manual do Direito Processual Civil. Vol. 2. São Paulo:
Saraiva, 2003.
SANTOS, Moacyr Amaral. Primeiras Linhas do Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo:
Saraiva, 2003.
THEODORO JÚNIOR, Humberto. Curso de Direito Processual Civil. Rio de Janeiro:
Forense,2002.
Bibliografia Complementar
ALVIM, Arruda. Manual de Direito Processual Civil. Vol. 3. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003.
BARBI, Celso Agrícola. Comentários ao Código de Processo Civil. 10. ed., Rio de Janeiro:
Forense, 2002.
BURNIER JÚNIOR, João Penido. Do processo cautelar. São Paulo: Lex, 2002.
CASCONI, Francisco Antonio. Tutela antecipada nas ações possessórias. São Paulo:
Juarez de Oliveira, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 96
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Negociação Coletiva. Conflitos: Conceito e classificação. Arbitragem e Mediação. Dissídios
coletivos: Espécies, competência e procedimento. Sistema recursal trabalhista. Execução
na Justiça do Trabalho. Procedimentos especiais: Ação Rescisória. Inquérito para
apuração de falta grave. Mandado de Segurança. Ação de consignação em pagamento.
Medidas cautelares. Tutela antecipada . Ação de cumprimento. Tendências do processo do
trabalho.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Isis de. Manual de Direito Processual do Trabalho. São Paulo: LTR, 2002.
AMARAL, Maria Alice Batista Gurgel do. Efetivação do direito na execução trabalhista. ME
Editora, 2004.
BARROS, Alice Monteiro de (coord). Compêndio de Direito Processual do Trabalho. São
Paulo: LTR, 2002.
CAETANO, Luiz Antunes. Mediação e artibragem. São Paulo: Atlas, 2002.
CASTELO, Jorge Pinheiro. O Direito processual do Trabalho na moderna Teoria Geral do
Processo. São Paulo: LTR, 2002.
LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Mandado de segurança no processo do trabalho. São
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 97
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Direito Internacional Público: conceito e evolução. Sujeitos do Direito Internacional Público.:
Estados, Organizações Internacionais e outros. Fontes. O Tratado. Domínio público internacional.
Conflitos internacionais: eclosão e meios de solução. Direitos Humanos. Direito da integração.
Bibliografia Básica
ACCIOLY, Hildebrando & SILVA, Geraldo Eulálio do Nascimento e. Manual de Direito Internacional
Público. São Paulo: Saraiva, 2002.
ARAÚJO, Luis Ivani de Amorim. Curso de Direito Internacional Público. Rio de Janeiro: Forense,
1999.
MELLO, Celso Duvivier de Albuquerque. Curso de direito internacional público. 13. ed. Rio de
Janeiro: Renovar, 2002.
REZEK, José Francisco. Direito Internacional Público: Curso elementar. São Paulo: Saraiva, 2002. .
SOARES, Guido Fernando Silva. Direito Internacional Público – Vol. 1. São Paulo: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
Tribunais. 2002.
REZEK, José Francisco. Direito Internacional no século XXI. São Paulo: Saraiva, 2002. .
RODRIGUES, Horácio Wanderlei (org.). Solução de controvérsias no Mercosul. Porto
Alegre: Livraria do Advogado, 1997. .
SOARES, Guido Fernando Silva. Órgãos dos estados nas relações internacionais. Rio de
Janeiro: Forense, 2001.
SEITENFUS, Ricardo. Manual das Organizações Internacionais. Porto Alegre: Livraria do
Advogado, 2003.
SZTAJN, Rachel. Direito de Integração. São Paulo: Cultural Paulista, 2001.
TRINDADE, Antônio Augusto Cançado. Direito das Organizações Internacionais. Belo
Horizonte: Del Rey, 2003.
________. O Direito Internacional em um mundo em transformação. Rio de Janeiro:
Renovar, 2002.
Ementa:
Direito das sucessões. Espécie de sucessão. Aceitação da herança. Renúncia. Retratação.
Petição de herança. Cessão de herança. Sucessão de colaterais. Sucessão legítima.
Sucessão na linha reta. Sucessão de cônjuge. Herança jacente. Sucessão testamentária.
Substituições. Inventário. Arrolamento. Inventário negativo. Partilha.
Bibliografia Básica
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. Direito das Sucessões. São Paulo:
Saraiva, 2004. Vol. VI.
GOMES, Orlando. Sucessões. Rio de Janeiro: Forense, 2002.
PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de direito civil. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
v. 6.
RODRIGUES, Silvio. Direito Civil. Direito das Sucessões. São Paulo: Saraiva,2003. vol. VII
VENOSA, Silvio de Salvo. Curso de Direito Civil. Direito das Sucessões. Tomo VII. São
Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
BEVILAQUA, Clóvis. Direito das Sucessões. São Paulo: Red Livros, 2000.
BITTAR, Carlos Alberto. Direito das Sucessões. Rio de Janeiro: Forense Universitária.
CESAR, Celso Laet de Toledo. Herança: Orientações práticas. São Paulo WVC, 2000.
GONDIM, Regina Bottentuit. Invalidade do Testamento. Rio de Janeiro: Renovar, 2001.
JUNQUEIRA, Gabriel José Pereira. Manual Prático de Inventário e partilhas. São Paulo:
LED, 2003.
MAGALHÃES, Rui Ribeiro de. Direito das Sucessões no Novo Código Civil Brasileiro. São
Paulo: Juarez de Oliveira, 2003.
__________. Instituições do Direito das Sucessões. São Paulo: Led, 2001.
MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. Campinas: Bookseller, 2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 99
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Desenvolvimento do projeto de monografia. Teste da hipótese formulada. Elaboração do
Relatório final. Conclusões. Apresentação do relatório final da monografia. Defesa da
monografia perante a Banca Examinadora.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
AGUILLAR, Fernando Herren. Metodologia da ciência do Direito. São Paulo: Max Limonad,
1999.
ALVES, Rubem. Filosofia da Ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola.
CARVALHO, Lúcia Cunha de. Como Elaborar a Monografia de Final Curso de Direito. Rio
de Janeiro: Forense, 2000.
CHALMERS, Alan Francis. A fabricação da ciência. São Paulo: Unesp.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1995.
DWORKIN, Ronald. Uma questão de princípio. São Paulo: Martins Fortes, 2000.
GRAU, Eros Roberto. O direito posto e o Direito pressuposto. São Paulo: Malheiros, 2003.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. São Paulo:
Atlas, 2000.
_________. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2003.
LARENZ, Karl. Metodologia da ciência do Direito. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997.
MEDEIROS, João Bosco e HENRIQUES, Antônio. Monografia no curso de Direito. São
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 100
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Paulo: Atlas,2003.
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1999.
REALE JÚNIOR, Miguel. Nova fase do Direito Moderno. São Paulo: Saraiva, 1998.
SALOMON, Décio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003.
TRIVINOS, Augusto N. S. Introdução à pesquisa em Ciências Sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 2003.
WOLKMER, Antônio Carlos. Introdução ao pensamento jurídico crítico. São Paulo: Saraiva,
2002.
Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.
Bibliografia Básica
Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Relação jurídica de consumo. Princípios e diretrizes gerais do Código de Defesa do Consumidor.
Direitos básicos do consumidor. Decadência e Prescrição. Responsabilidade pelo fato do produto e
do serviço. Das práticas comerciais. Proteção contratual. Sanções administrativas. Infrações
penais. Aspectos processuais: a defesa do consumidor em juízo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, João Batista de. A proteção jurídica do consumidor. São Paulo: Saraiva, 2003.
BITTAR, Carlos Alberto. Direitos do Consumidor - Código de Defesa do Consumidor. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 2003.
MARQUES, Claudia Lima; BENJAMIN, Antonio Herman; MIRAGEM, Bruno. Comentários ao
Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
NUNES, Luiz Antonio Rizzatto. Comentários ao Código de Defesa do Consumidor. São Paulo:
Saraiva, 2000.
_________. Curso de Direito do Consumidor. São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar
BAHIA, Elomar Lobato. Código de Defesa do Consumidor nos Tribunais. São Paulo: Leud, 2001.
BARLETTA, Fabiana Rodrigues. A Revisão Contratual no Código Civil e no Código de Defesa do
Consumidor. São Paulo: saraiva, 2002.
BONATTO, Cláudio; MORAES, Paulo Valério dal Pai. Questões controvertidas no código de defesa
do consumidor. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
BORTOLAI, Edson Cosac. Da Defesa do Consumidor em Juízo. São Paulo: Malheiros, 1997.
BITTAR, Carlos Alberto. Contratos comerciais. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
CASTILHO, Ricardo dos Santos. A Defesa dos Interesses do Consumidor. Campinas: Iglu, 2002.
COLOMBI, Everaldo de Melo. A Indenização Decorrente da Compra e Venda de Automóveis no
Código de Defesa do Consumidor. São Paulo: Fiúza, 2003.
DAROLD, Ermínio Amarildo. Protesto Cambial: Duplicatas x Boletos. Curitiba: Juruá.
FIUZA, César. Contrato de Adesão. Belo Horizonte: Melhoramentos, 2002.
FONSECA, Antonio Cezar Lima da. Direito penal do consumidor. Porto Alegre: Livraria do
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 102
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Advogado, 2001.
GRINOVER, Ada Pellegrini. Código brasileiro de defesa do consumidor. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2001.
LOBO, Paulo Luiz Netto. Responsabilidade por vício do produto ou do serviço. Brasília: Brasília
Jurídica, 1996.
MACEDO JÚNIOR, Ronaldo Porto. Contratos relacionais e defesa do consumidor. São Paulo: Max
Limonad, 1998.
MARQUES, Cláudia Lima. Contratos no código de defesa do consumidor. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2002.
MARTINS, Guilherme Magalhães. Formação dos Contratos Eletrônicos de Consumo Via Internet.
Rio de Janeiro: Forense, 2003.
MORAES, Márcio André Medeiros. A Desconsideração da Personalidade Jurídica no Código de
Defesa do Consumidor. São Paulo: LTR, 2002.
NAHAS, Theresa Christina. Cláusulas abusivas nos contratos de consumo. São Paulo: LTR, 2002.
OLIVEIRA, José Carlos de. Código de Proteção e Defesa do Consumidor. São Paulo: Led.
RADLOFF, Stephan Klaus. A Inversão do Ônus da Prova no Código de Defesa do Consumidor. Rio
de Janeiro: Forense, 2002.
SILVA, Jorge A. Q. Carvalho. Código de Defesa do Consumidor Anotado e Legislação
Complementar. São Paulo: Saraiva, 2003.
SINDOU, Maria José Othon. Resolução Judicial dos Contratos de Adesão. Rio de janeiro: Forense,
2000.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 103
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
Direito Internacional e Direito Internacional Privado. Jurisdição Internacional. Competência
Internacional. Tribunais Internacionais. Cooperação Interjurisdicional. Cartas Rogatórias. Sentença
Estrangeira: Homologação. Normas processuais do Mercosul. Contratos Internacionais.
Bibliografia Básica
CASTRO, Amílcar de. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
DOLINGER, Jacob. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Renovar, 2003.
AMORIN, Edgar Carlos de. Direito internacional privado. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
GARCEZ, José Maria Rossani. Curso de Direito Internacional Privado. Rio de Janeiro: Forense,
2003.
STRENGER, Irineu. Direito internacional privado.. São Paulo: LTR, 2003.
Bibliografia Complementar
Ementa:
Introdução: conceito e evolução histórica. Documentos Médico-legais. Antropologia.
Tanatologia. Traumatologia. Sexologia. Genética forense. Pediatria forense. Toxiologia.
Psicologia e Psiquiatria forense.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
BASTOS, Antonio Francisco. Medicina legal para não legistas.São Paulo: Copola.
EÇA, Antonio José. Roteiro de Medicina Legal. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
FRANÇA, Genival Veloso de. Pareceres - Esclarecimentos Sobre Questões de Medicina
Legal e de Direito Médico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
FRANCO, Paulo Alves. Medicina Legal Aplicada. São Paulo: Led.
JÚNIOR, A. Almeida. Lições de Medicina Legal. São Paulo: Nacional, 1998.
LOPES, E. Mira Y. Manual de Psicologia Jurídica. Campinas: LZN, 2003.
PALOMBA, Guido Arturo. Tratado de Psiquiatria forense. São Paulo: Atheneu Editora,
2003.
SANTANNA, Aline Albuquerque. Nova Genética e a tutela penal da integridade física. Rio
de Janeiro: Lúmen Júris, 2001.
SOARES, Orlando. Sexologia forense. Rio de Janeiro: Freitas Bastos.
VANRELL, Jorge Paulete. Manual de Medicina Legal – Tanatologia. São Paulo: Led, 1996.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 105
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Ementa:
O Direito Previdenciário: autonomia e fontes. A seguridade social na via administrativa e na via
judicial. Custeio da seguridade social. Contribuintes. Salário de contribuição. Segurados e
dependentes. Beneficiários em geral. Salário de benefício. Carência. Acidentes de trabalho.
Previdência privada ou complementar. A seguridade social na Lei nº 8112/1990. Seguro-
desemprego.
Bibliografia Básica
Bibliografia Complementar
Ementa:
Exercício da Experiência prática forense desde a peça inicial dos procedimentos, até a
sentença e respectivos recursos ordinário e extraordinários, atividades judiciais simuladas
e relatório de comparecimento a atos judiciais.
Bibliografia Básica
Serão utilizadas as fontes bibliográficas das demais disciplinas, cujos conhecimentos serão
aplicados nas atividades práticas.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 107
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
ANEXO III
1. Introdução
O Corpo Docente, responsável pela ministração das disciplinas do curso, foi recrutado e
selecionado entre professores da região, com titulação adequada às disciplinas para as quais foram
indicados. As jornadas de trabalho desses professores respeitarão o Plano de Carreira Docente (TI –
Tempo Integral; TP – Tempo Parcial; Outros regimes – H).
O Plano de Carreira Docente regulamenta o recrutamento, a seleção, a admissão, a promoção e
a disciplina do professor, que está sujeito às normas regimentais.
O IESC por meio de um plano de capacitação de recursos humanos, desenvolverá programas
de pós-graduação, próprios ou em convênios com outras IES, objetivando aperfeiçoar ou capacitar
seus professores e pessoal não-docente. Os professores que, no ato da admissão possuam somente a
graduação, por dificuldades pessoais ou institucionais de participação em programas de pós-
graduação, serão automaticamente incluídos em programas específicos, a fim de capacitá-lo
academicamente para o exercício do magistério superior.
O Corpo Docente para o primeiro e segundos períodos do curso será integrado por 09
professores, com a seguinte titulação: 01 doutor; 05 mestres; 03 especialista. O quadro de resumo da
qualificação docente encontra-se especificado no Plano de Carreira da IES.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 108
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2.1 - Introdução
Os professores são contratados pela Mantenedora, por indicação da Diretoria do IESC segundo
o regime das leis trabalhistas e na forma prevista no Plano de Carreira Docente.
A título eventual e por tempo estritamente determinado, o Instituto pode dispor do concurso de
professores visitantes ou colaboradores, aos quais ficam resguardados os direitos e deveres da
legislação trabalhista.
A admissão de professor é feita, mediante seleção, procedida pela coordenadoria do curso a que
pertença a disciplina, e homologada pela Diretoria do IESC, observados os seguintes critérios:
Os demais critérios são os constantes do Plano de Carreira Docente e os fixados pelo MEC.
participar das reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer e de comissões
para as quais for designado;
responder pela ordem na turma para a qual estiver lecionando, pelo uso do material e pela
sua conservação;
conservar, sob sua guarda, documentação que comprove seus processos de avaliação e seu
desempenho acadêmico;
comparecer ao serviço, mesmo no período de recesso letivo, sempre que necessário, por
convocação da coordenadoria do curso ou da direção da Faculdade;
exercer as demais atribuições que lhe forem previstas em lei e neste Regimento;
ANEXO 4
CAPÍTULO I
LIMITES SEMESTRAIS
Art. 5° Serão computadas as horas aulas das Atividades Complementares do Curso de Direito, por
meio do Núcleo de Atividades Complementares - NAC.
§ 1° Além do limite máximo de atribuição de horas/aulas para cada atividade complementar,
deve ser observado o limite máximo de 60 (sessenta) horas para cada semestre letivo.
§ 2° As Atividades Complementares previstas neste Regulamento são as seguintes:
a) Monitoria de ensino e de pesquisa e Leitura orientada em grupo;
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 112
INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
quem de direito, requer o aproveitamento desta prática jurídica como "atividades complementares".
CAPÍTULO II
REGULAMENTAÇÃO
Competência e Recursos
Art. 6° A atribuição de horas/aula para cada atividade complementar é de competência do
Núcleo de Atividades Complementares - NAC, que deverá observar os limites máximos fixados neste
Regulamento.
Art. 7° Os eventuais recursos contra as decisões do Núcleo de Atividades Complementares
serão decididos, em cárater final, pelo Coordenador do Curso de Direito.
Parágrafo Único - Não havendo prazo específico para o ato neste regulamento, aplica-se o prazo
comum de 10 (dez) dias.
Art. 8° Cabe ao Núcleo de Atividades Complementares do Curso de Direito estabelecer, na
primeira quinzena de cada ano letivo, em conjunto com o Colegiado do Curso, as atividades que serão
consideradas complementares, naquele período. Para tanto, professores e estudantes deverão
encaminhar, por escrito, ao Núcleo de Atividades Complementares, as propostas até o final do ano
letivo anterior.
§ 1° Em caráter extraordinário, a proposta supra-referida será submetida ao Colegiado do Curso
na primeira quinzena do ano letivo, quando da programação anual das atividades complementares.
§ 2° As atividades complementares aprovadas devem ser divulgadas junto ao quadro mural do
Curso, podendo ser homologada outra não contemplada, que se revele da conveniência do NAC e do
Colegiado do Curso.
CAPÍTULO III
OBRIGAÇÃO E PENALIDADES
CAPÍTULO IV
DIREITOS
Art. 14. Considera-se aprovado o estudante que obtiver 75% (setenta e cinco por cento) de
freqüência e alcançar pelo menos 20 (vinte) horas semestrais de carga horária.
Art. 15. Ao estudante reprovado por insuficiência de carga horária, poderá haver uma única
prorrogação, por um semestre, com o cancelamento da carga horária considerada como insuficiente.
Art. 16. O estudante que tiver concluído o curso sem completar as 200 (duzentas) horas/aula de
atividades complementares, poderá fazê-lo, na condição de Estudante Especial, no prazo máximo de 1
(um) ano letivo, arcando com o ônus financeiro equivalente ao valor mínimo mensal estipulado pela
Instituição para a carga horária mínima matriculável semestralmente.
Art. 17. Concluída a integral carga horária para as atividades complementares efetuadas
externa ou internamente, o estudante deve requerer, via Protocolo, a expedição de certificado de
conclusão das atividades complementares.
Parágrafo Único. O público externo participante receberá Certificado, no término de cada evento da
Escola.
Art. 18. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo de Atividades Complementares - NAC,
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 115
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II
Disciplinas de outros cursos
Até 20 horas ao longo do Curso
III
Congressos, Seminários, Palestras, Conferências, Encontros, Defesas de Monografias e Teses
Até 40 horas, ao longo do Curso, máximo 8 horas/dia
IV
Núcleos Temáticos, Atividades de Extensão e Estágio Extracurricular
Até 50 horas ao longo do Curso
V
Pesquisas acadêmicas
Até 50 horas ao longo do Curso
VI
Trabalhos publicados em periódicos referendados pela Instituição
20 horas para cada trabalho
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 116
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ANEXO 5
Art. 1°. Este Regulamento rege as atividades de estágio do Curso de Graduação em Direito, em
especial o Estágio Supervisionado (curricular).
Art. 2°. As atividades de estágio são essencialmente práticas e devem proporcionar ao estudante a
participação em situações simuladas e reais de vida e trabalho, vinculadas à sua área de formação, bem
como a análise crítica destas.
Art. 3°. As atividades de estágio devem buscar, em todas as suas variáveis, a articulação entre ensino,
pesquisa e extensão.
Art. 4°. O estudo da ética profissional e sua prática deve perpassar todas as atividades vinculadas ao
estágio.
Art. 5°. O Núcleo de Prática Jurídica é o órgão encarregado de supervisionar as atividades de estágio
dos alunos do Curso de Graduação em Direito, sendo composto:
I - Pelo Coordenador de Prática Jurídica;
II - Pelos professores de estágio;
III - Pela Secretaria de Estágio;
IV - Pelo Escritório – Modelo de Assistência Jurídica (EMAJ).
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
Art. 6°. O Coordenador de Prática Jurídica é designado pelo Diretor–Geral do IESC, dentre os
professores com exercício mínimo de 2 (dois) anos de orientação no Núcleo de Prática Jurídica.
§ 1°. O Coordenador de Prática Jurídica é eleito para um mandato de 2 (dois) anos,
coincidente com o mandato dos membros do Colegiado do Curso de Graduação em
Direito.
§ 2°. A carga horária administrativa atribuída ao Coordenador de Prática Jurídica é de até
20 (vinte) horas semanais.
XII - aprovar a composição de equipes e escalas de horário dos estagiários junto ao NPJ,
de forma a manter uma distribuição eqüitativa de acadêmicos nos diversos horários de
funcionamento do mesmo;
XIII - avaliar o estágio externo desenvolvido em escritórios de advocacia, órgãos,
entidades e empresas conveniados;
XIV - elaborar, semestralmente, escala designando professores de estágio para atuar nas
audiências dos períodos de férias escolares e no atendimento dos plantões do EMAJ;
XV - apresentar à Coordenação de Direito, semestralmente, relatório do trabalho
desenvolvido no exercício da Coordenação de Estágios;
XVI - tomar, em primeira instância, todas as decisões e medidas necessárias ao efetivo
cumprimento deste Regulamento;
Art. 8º. São professores de estágio aqueles que exercem atividades no Núcleo de Prática Jurídica,
competindo-lhes principalmente:
I - orientar, supervisionar e avaliar as visitas e atividades simuladas e reais das equipes de
estagiários sob sua responsabilidade, atribuindo-lhes a respectiva nota;
II - efetuar o controle de freqüência ao Estágio Supervisionado, dos estagiários
pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis;
III - acompanhar a elaboração e corrigir as peças processuais assinando, juntamente com
os estagiários pertencentes às equipes pelas quais forem responsáveis, as petições
encaminhadas ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
IV - avaliar a participação das equipes de estagiários pelas quais forem responsáveis, nas
audiências dos processos encaminhados ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
V - apresentar, para análise, propostas de alterações da pauta de visitas e atividades
simuladas constantes dos Planos de Ensino das disciplinas de Laboratório de Prática
Jurídica, que devem seguir a tramitação prevista neste Regulamento e na legislação
vigente;
VI - fiscalizar a aplicação, por parte das equipes, dos critérios constantes do roteiro de
atendimento de clientes;
VII - determinar o arquivamento dos processos liquidados e arquivados;
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 119
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VIII - exigir das equipes relatórios das audiências realizadas e cópias das sentenças dos
processos liquidados;
IX - proceder a correição bimestral, examinando todos os registros de atendimento das
equipes e o atendimento ao roteiro de comprimento aos clientes;
X - desempenhar todas as demais atividades decorrentes da sua função.
§ 1°. Todas as atividades de orientação, supervisão, acompanhamento, avaliação e
coordenação atinentes ao Estágio Supervisionado são consideradas atividades docentes,
sendo seu exercício privativo dos membros do corpo docente vinculado à Coordenação de
Direito do IESC.
§ 2°. Para fins do Plano de Atividades da Coordenação do Curso de Direito, cada conjunto
de equipes orientadas pelo mesmo professor de estágio, em um mesmo horário, é
considerado uma única turma, podendo a carga horária da respectiva disciplina ser
multiplicado por 2,5 (dois vírgula cinco), na forma prevista na legislação específica.
§ 3°. A escala de trabalho dos professores de estágio junto ao EMAJ é determinada pela
Coordenação, ouvido o Coordenador de Estágios, e deve buscar manter no máximo 3
equipes para cada professor em cada dia letivo, para orientação e supervisão de suas
atividades.
V - DA SECRETARIA DE ESTÁGIO
VI - manter arquivo com cópias de todos os processos ajuizados por meio do EMAJ, que
devem ser atualizados pelos estagiários;
VII - manter cadastro de clientes do EMAJ, que deve ser atualizado com base nos dados
fornecidos pelos estagiários a cada novo atendimento ou ato processual;
VIII - fazer a inscrição e encaminhamento das partes ao atendimento pelos estagiários,
respeitando a proporcionalidade por equipe;
IX - manter uma agenda das audiências referentes aos processos ajuizados por meio do
EMAJ, que deve ser atualizada pelos estagiários;
X - acompanhar, juntamente com os estagiários, as publicações oficiais;
XI - elaborar os modelos de formulários necessários para o bom funcionamento do EMAJ;
XII - desempenhar as demais atividades de sua competência e as que lhe forem solicitadas
pelo Coordenador de Estágios, na forma deste Regulamento.
VI - DAS MONITORIAS
Art. 10. Compete aos monitores das disciplinas de Estágio Supervisionado a tarefa de assessorar os
professores de estágio, bem como orientar os estagiários no desempenho de suas atividades.
Parágrafo único. Os monitores são selecionados na forma da legislação vigente e
preferencialmente dentre alunos que já tiverem cursado pelo menos cinqüenta por cento
(50%) das disciplinas do Estágio Supervisionado.
– I - Dos Estagiários
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Art. 12. São considerados estagiários, para fins do Estágio Supervisionado, todos os alunos
matriculados nas disciplinas de Prática Jurídica e Atividades Forenses, competindo-lhes
principalmente:
I - realizar as visitas e atividades simuladas orientados, pertencentes à matéria Estágio
Supervisionado;
II - cumprir seus plantões junto ao EMAJ;
III - preencher fichas de atendimento de todos os clientes que forem atendidos no EMAJ,
encaminhando-as à Secretaria de Estágio para cadastramento, na forma do roteiro de
atendimento;
IV - entregar periodicamente ao professor de estágio responsável pela equipe, relatório
detalhado de todas as atividades realizadas durante o período respectivo, acompanhado de
auto-avaliação de seu desempenho;
V - redigir as petições de todos os processos nos quais participaram ativamente, delas
fazendo constar a identificação da respectiva equipe, e assiná-las juntamente com o
professor de estágio;
VI - comparecer, ao menos um estagiário da equipe, aos atos processuais decorrentes dos
processos sob sua responsabilidade;
VII - acompanhar as publicações oficiais, juntamente com a secretaria, visando manter
atualizada a agenda de audiências e demais atos processuais;
VIII - informar à secretaria, com antecedência mínima de três (03) dias, as datas, horários
e locais das audiências de suas equipes;
IX - cumprir as intimações que forem efetuadas nos processos sob sua responsabilidade;
X - agir de acordo com a ética profissional e zelar pelo bom nome do EMAJ do IESC;
XI - comparecer às audiências devidamente trajados;
XII - restaurar os processos sob responsabilidade na eventualidade de perda ou extravio;
XIII - manter cópias de todas as peças processuais produzidas nos processos encaminhados
ao Poder Judiciário por meio do EMAJ;
XIV - cumprir este Regulamento e as demais determinações legais referentes ao Estágio
Supervisionado.
§ 1°. No exercício de atividades vinculadas direta ou indiretamente ao EMAJ, aplicam-se
aos estagiários do Curso de Graduação em Direito as normas do Código de Ética e
Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil.
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Art. 13. O Estágio Supervisionado terá visitas e atividades simuladas, a serem desenvolvidas nas
disciplinas Prática Jurídica I, II, III e IV
§ 1°. A pauta de visitas e atividades simuladas é definida nos Planos de Ensino das
disciplinas de Prática Jurídica, na forma prevista neste Regulamento e na legislação
vigente.
§ 2°. A pauta de visitas orientadas deve abranger os diversos órgãos do Poder Judiciário,
Ministério Público, Procuradorias e outras instituições que desenvolvam atividades
jurídicas (judiciárias e não–judiciárias), o sistema penitenciário, em todos os seus níveis,
bem como a assistência a audiências e sessões reais.
§ 3°. Das visitas orientadas devem ser redigidos relatórios circunstanciados.
§ 4°. As atividades simuladas incluem as práticas processuais e não– processuais
referentes às disciplinas constantes do currículo pleno do Curso de Graduação em Direito,
bem como as atividades profissionais dos principais operadores jurídicos.
§ 5°. A pauta de atividades simuladas inclui necessariamente a atuação oral, a análise de
autos findos, as técnicas de conciliação, mediação, arbitragem e o processo administrativo.
§ 6°. Para fins de realização de atividades simuladas, os alunos do estágio supervisionado
são divididos em equipes de no mínimo 5 (cinco) e no máximo 25 (vinte e cinco)
estudantes.
Art. 14. O Estágio Supervisionado terá atividades de atendimento de partes, pesquisa, elaboração de
peças processuais e acompanhamento dos respectivos processos por meio do Escritório Modelo de
Assistência Jurídica (EMAJ)
§ 1°. O trabalho junto ao EMAJ é desenvolvido obrigatoriamente pelos acadêmicos matriculados nas
disciplinas de Prática Jurídica.
§ 2°. O atendimento no EMAJ abrange as áreas cível, criminal e trabalhista e se destina à população
carente.
§ 3°. Para fins de atendimento junto ao EMAJ, os alunos do estágio supervisionado são divididos em
equipes de no mínimo 3 (três) e no máximo (5) cinco estudantes.
Art. 15. O EMAJ funciona durante o ano letivo, com horário de atendimento ao público fixado pelo
Colegiado do Curso de Graduação em Direito, observada a legislação vigente e ouvidos o Núcleo de
Prática Jurídica e a Coordenação do Curso de Direito.
Parágrafo único. Nos períodos interescolares pode haver plantão, em horário fixado de
acordo com os horários de funcionamento do IESC, com a finalidade de prestar assistência
de urgência e acompanhar os processos em andamento.
IV - Da avaliação
Art. 16. A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado desenvolvidas nas disciplinas de Prática
Jurídica é efetuada de acordo com a legislação vigente, em especial as normas fixadas pelo IESC,
levando em consideração os relatórios das visitas orientadas e o desempenho nas atividades simuladas,
bem como outros indicadores e instrumentos que constem dos respectivos Planos de Ensino.
Art. 17. A avaliação das atividades do Estágio Supervisionado desenvolvidas nas disciplinas de Prática
Jurídica e Atividades Forenses é efetuada mediante notas, de acordo com a legislação vigente, em
especial as normas fixadas pelo IESC, atribuídas com base nos relatórios periódicos de estágio, na
correição bimestral dos processos de cada equipe e no desempenho efetivo dos estagiários no EMAJ.
§ 1°. A recuperação das notas a que se referem este artigo somente pode ser concretizada
por meio de plantões, na forma do parágrafo único do artigo 15 deste Regulamento, tendo
em vista tratar-se de atividade eminentemente prática, não–recuperável por meio de
provas.
§ 2°. Na situação prevista no parágrafo anterior é a reprovação aluno até que ele conclua a
recuperação.
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(ATIVIDADES COMPLEMENTARES)
Art. 19. Para fins de cumprimento das atividades complementares previstas no artigo 4º da Portaria n.º
1.886/94/MEC, nos limites fixados no currículo pleno do Curso de Graduação em Direito do IESC,
pode o aluno realizar estágio extracurricular:
I - em escritório de advocacia, órgão, entidade ou empresa pública ou privada, desde que
credenciado junto ao IESC para receber estagiários em Direito;
II - mediante do desenvolvimento de projeto alternativo de estágio aprovado na forma
prevista neste Regulamento.
§ 1°. O credenciamento, para fins de estágio externo, observa os critérios e condições estabelecidos
pela Coordenação do Curso de Direito, ouvido o Coordenador do Núcleo de Prática Jurídica
Art. 20. O estágio profissional de advocacia, previsto na Lei n.° 8.906/94, de caráter extracurricular,
inclusive para graduados, pode ser oferecido pelo Departamento de Direito, em convênio com a OAB,
complementando-se a carga horária efetivamente cumprida no estágio supervisionado com atividades
práticas típicas de advogado e do estudo do Estatuto de Advocacia e da OAB e do Código de Ética e
Disciplina.
ANEXO 6
Art. 1°. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas com o Trabalho de
Conclusão de Curso do currículo pleno do Curso de Graduação em Direito do Instituto de Ensino
Superior Santa Cecília (IESC), indispensável para a colação de grau.
Art. 2°. O Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, consiste em pesquisa individual orientada, relatada
sob a forma de uma monografia, em qualquer área do conhecimento jurídico, no âmbito da
Coordenação do curso de Direito.
Art 3°. O objetivo geral do TCC é o de propiciar aos alunos do Curso de Graduação em Direito a
ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o estímulo à
produção científica, à consulta de bibliografia especializada e o aprimoramento da capacidade de
interpretação e crítica do Direito.
II - DO COORDENADOR DE MONOGRAFIA
Art. 4°. O Coordenador de Monografia é designado pelo Diretor Geral do IESC, dentre os professores
com título mínimo de Mestre e experiência comprovada em pesquisa.
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Art. 6°. O TCC é desenvolvido sob a orientação de um professor do Curso de Direito do IESC.
Parágrafo único. O TCC é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de parte do tempo
de ensino dos professores à atividade de orientação, na forma prevista nas normas internas do IESC.
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Art. 7°. Cabe ao aluno escolher o professor–orientador, devendo, para esse efeito, realizar o convite
levando em consideração os prazos estabelecidos neste Regulamento para a entrega do projeto de
monografia.
§ 1°. Ao assinar o projeto de monografia, o professor está aceitando a sua orientação;
§ 2°. Pode o aluno contar com a colaboração de outro professor do curso de Direito do
IESC que não o seu orientador ou de profissional que não faça parte do corpo docente do
Curso de Direito do IESC atuando como co-orientador, desde que obtenha a aprovação de
seu orientador.
§ 3°. O nome do co-orientador deve constar dos documentos e relatórios entregues pelo
aluno.
Art. 8°. Na situação em que o aluno não encontre nenhum professor que se disponha a assumir a sua
orientação, deve procurar o Coordenador de Monografia, a fim de que esse lhe indique um orientador.
Parágrafo único. Na indicação de professores orientadores, o Coordenador de Monografia deve
observar o Plano de Atividades da Coordenação e levar em consideração, sempre que possível, a
distribuição de acordo com as áreas de interesse dos professores, bem como a distribuição eqüitativa
de orientandos entre eles.
Art. 9°. Cada professor pode orientar, no máximo, 5 (cinco) alunos por semestre.
Parágrafo único. A carga horária semanal, por aluno, destinada à orientação do TCC, para fins do
cômputo da carga didática do docente no Plano de Atividades da Coordenação, obedece às normas
específicas em vigor no IESC.
Art. 10. A substituição de orientador somente é permitida quando outro docente assumir formalmente
a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído.
Parágrafo único. É da competência do Coordenador de Monografia a solução de casos especiais,
podendo, se entender necessário, encaminhá-los para análise pelo Colegiado do Curso de Direito.
Art. 11. O professor–orientador tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I - freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de Monografia;
II - atender semanalmente seus alunos–orientandos, em horário previamente fixado;
III - entregar à Coordenação de Monografia, semestralmente, as fichas de freqüência e
avaliação devidamente preenchidas e assinadas;
IV - analisar e avaliar os relatórios parciais mensais que lhes forem entregues pelos
orientandos;
V - participar das defesas para as quais for estiver designado;
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Art. 13. Considera-se aluno em fase de realização do Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, aquele
regularmente matriculado na disciplina respectiva, pertencente ao currículo do Curso de Graduação em
Direito.
Art. 14. O aluno em fase de realização do TCC tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
I - freqüentar as reuniões convocadas pelo Coordenador de Monografia ou pelo seu
orientador;
II - manter contatos, no mínimo, quinzenais com o professor–orientador para discussão e
aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas;
III - cumprir o calendário divulgado pela Coordenação de Monografia para entrega de
projetos, relatórios parciais e versão final do TCC;
IV - entregar ao orientador relatórios parciais mensais sobre as atividades desenvolvidas;
V - elaborar a versão final de seu TCC, de acordo com este Regulamento e as instruções de
seu orientador e do Coordenador de Monografia;
VI - entregar ao Coordenador de Monografia ao findar o nono semestre em que estiver
matriculado na disciplina respectiva, 4 (quatro) cópias de sua primeira versão do TCC, ou
do trabalho definitivo, devidamente assinadas pelo orientador;
VII - comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender o TCC;
VIII - cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO SANTA CECÍLIA – ISESC 129
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Art. 15. Para se matricular na disciplina atinente ao Trabalho de Conclusão de Curso, TCC, o aluno do
Curso de Graduação em Direito deve ter cursado, incluindo necessariamente a disciplina Metodologia
da Pesquisa Jurídica, um mínimo de 2.880 (duas mil, oitocentos e oitenta) horas-aula do currículo
pleno do seu Curso.
Parágrafo único. O não–cumprimento do disposto neste artigo implica o cancelamento
automático da matrícula na respectiva disciplina.
Art. 16. A matrícula na disciplina atinente ao TCC atribui ao aluno o direito de escrever e defender sua
monografia, conforme calendário estabelecido semestralmente pela Coordenadoria de Monografia,
tendo por base o calendário acadêmico do IESC.
Art. 17. Têm preferência na matrícula os alunos do Curso de Graduação em Direito que tiverem
concluído a penúltima fase, sucedendo-se a esses os que tiverem concluído a antepenúltima fase e
assim sucessivamente.
Art. 18. O número total de vagas oferecidas por semestre para a disciplina atinente ao TCC deve ser,
no mínimo, tanto no curso diurno como no noturno, igual ao número de alunos em condições de nele
colar grau.
VI - DO PROJETO DE MONOGRAFIA
Art. 19. O aluno deve elaborar seu projeto de monografia de acordo com este Regulamento e com as
recomendações do seu professor–orientador.
Parágrafo único. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas
instruções da Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, sobre documentação, no que forem
aplicáveis.
Art. 20. A estrutura do projeto de monografia compõe-se de:
I - apresentação;
II - objeto;
III - objetivos;
IV - justificativas;
V - revisão bibliográfica;
VI - metodologia;
VII - cronograma;
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Art. 23. Os relatórios mensais parciais sobre o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso
devem conter informações pormenorizadas acerca das pesquisas e estudos realizados no período
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respectivo, na forma definida pelo professor–orientador, sendo-lhe entregues até o 5º (quinto) dia útil
de cada mês.
VIII - DA MONOGRAFIA
Art. 24. A monografia, expressão formal do Trabalho de Conclusão do Curso, deve ser elaborada
considerando-se:
I - na sua estrutura formal, os critérios técnicos estabelecidos nas normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, sobre documentação, no que forem aplicáveis;
II - no seu conteúdo, as finalidades estabelecidas no artigo 3° deste Regulamento e a
vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na área do Direito,
preferencialmente aqueles identificados pelas disciplinas ofertadas no currículo.
Art. 25. A estrutura da monografia compõe-se de:
I – capa;
II – folha de rosto;
III – folha de aprovação;
IV – resumo;
V – sumário;
VI – introdução;
VII – desenvolvimento, contendo necessariamente a revisão bibliográfica;
VIII – considerações finais (ou conclusão);
IX – referências bibliográficas;
X – anexos (quando for o caso).
Art. 26. As cópias da monografia encaminhadas às bancas examinadoras devem ser apresentadas
preenchendo os seguintes requisitos:
I - datilografada ou digitada em espaço 1 ½ (um e meio), em papel branco tamanho A4,
letra tipo Times New Roman tamanho 12 (doze), ou equivalente;
II - a soma das margens inferior e superior, bem como a das margens laterais esquerda e
direita, não pode ultrapassar 6 (seis) centímetros;
III - encadernada em brochura ou espiral;
IV - o corpo do trabalho (introdução, desenvolvimento e conclusão) deve possuir no
mínimo 50 (cinqüenta) e no máximo 100 (cem) páginas de texto escrito.
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IX - DA BANCA EXAMINADORA
Art. 27. A monografia é defendida pelo aluno perante banca examinadora composta pelo professor–
orientador, que a ela preside, e por outros 2 (dois) membros, designados pelo Coordenador do Curso
de Direito, mediante indicação do Coordenador de Monografia.
§ 1°. Quando o co-orientador for membro da banca, será ela composta por 4 (quatro)
membros efetivos.
§ 2°. Pode fazer parte da banca examinadora um membro escolhido entre os professores de
outras áreas de outra Instituição de Ensino Superior, com interesse na área de abrangência
da pesquisa, ou de Cursos de Direito de outras universidades, ou ainda entre profissionais
de nível superior que exerçam atividades afins com o tema da monografia.
§ 3°. Quando da designação da banca examinadora, deve também ser indicado um membro
suplente, encarregado de substituir qualquer dos titulares em caso de impedimento.
Art. 28. A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com 3 (três) membros presentes,
não podendo 2 (dois) deles ser o orientador e o co-orientador.
§ 1. Não comparecendo algum dos professores designados para a banca examinadora, o
fato deve ser comunicado, por escrito, ao Coordenador do Curso de Direito.
§ 2. Não havendo o comparecimento do número mínimo de membros da banca
examinadora fixado neste artigo, deve ser marcada nova data para a defesa, sem prejuízo
do cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior.
Art. 29. Todos os professores do Curso de Direito podem ser convocados para participar das bancas
examinadoras, mediante indicação do Coordenador de Monografia, aprovada pelo colegiado do Curso
de Direito.
Parágrafo único. Sempre que possível Deve, ser mantida a eqüidade no número de
indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras, procurando ainda
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X - DA DEFESA DA MONOGRAFIA
§ 1°. Quando a monografia for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser
avaliada pelo Coordenador de Monografia.
§ 2°. Comprovada a existência de motivo justificado e a anuência do professor–orientador,
pode ser atribuído, a requerimento do aluno, o conceito “I”, ficando, nesse caso, a defesa
adiada para o semestre seguinte, em período especialmente previsto no calendário e que
deve anteceder o período destinado às defesas regulares;
§ 3°. Não é admitido um segundo atraso ou a manutenção do conceito “I” por período
superior a um semestre, situações nas quais será atribuída nota “0” (zero) na disciplina
atinente ao Trabalho de Conclusão de Curso, TCC.
Art. 32. Ao término da data–limite para a entrega das cópias das monografias, o Coordenador de
Monografia divulga a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinados às suas
defesas.
Art. 33. Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de 15
(quinze) dias para procederem à leitura das monografias.
Art. 34. Na defesa, o aluno tem até 30 (trinta) minutos para apresentar seu trabalho e cada componente
da banca examinadora até 10 (dez) minutos para fazer sua argüição, dispondo ainda o discente de
outros 10 (dez) minutos para responder cada um dos examinadores.
Art. 35. A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de argüição, obedecendo ao
sistema de notas individuais por examinador, levando em consideração o texto escrito, a sua exposição
oral e a defesa na argüição pela banca examinadora.
§ 1°. Utilizam-se, para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais, onde o
professor apõe suas notas para cada item a ser considerado.
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§ 2°. A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos
membros da banca examinadora.
§ 3°. Para aprovação, o aluno deve obter nota igual ou superior a 6 (seis) na média das
notas individuais atribuídas pelos membros da banca examinadora.
Art. 36. A banca examinadora deve reunir-se antes da sessão de defesa pública podendo, se aprovado
por maioria, devolver a monografia para reformulações.
Parágrafo único. Nessa situação, atribuí-se conceito “I” na disciplina atinente ao TCC,
ficando a defesa marcada para 30 (trinta) após, contados da devolução da monografia ao
aluno, feita esta mediante protocolo.
Art. 37. A banca examinadora, por maioria, após a defesa oral, pode sugerir ao aluno que reformule
aspectos de sua monografia.
§ 1°. Quando sugerida a reformulação de aspectos fundamentais da monografia e
aceitando-a o aluno, atribuí-se conceito “I” na disciplina atinente ao TCC.
§ 2°. O prazo para apresentar as alterações sugeridas é de no máximo 30 (trinta) dias.
§ 3°. Entregues as novas cópias da monografia, já com as alterações realizadas, reúne-se
novamente a banca examinadora, devendo, então, proceder à avaliação na forma prevista
no artigo 35, inexistindo nova defesa.
Art. 38. O aluno que não entregar a monografia, ou que não se apresentar para a sua defesa, sem
motivo justificado na forma da legislação em vigor, está automaticamente reprovado na disciplina
atinente ao TCC.
Art. 39. A avaliação final, assinada pelos membros da banca examinadora e pelo aluno, deve ser
registrada no livro de atas respectivo, ao final da sessão de defesa, e, em caso de aprovação, nas cópias
da monografia destinadas à Biblioteca Central do IESC e ao arquivo da Coordenação de Monografia.
Parágrafo único. Compete ao Colegiado do Curso de Direito analisar os recursos das
avaliações.
Art. 40. Não há recuperação da nota atribuída à monografia, sendo a reprovação na disciplina atinente
ao TCC, nos casos em que houver, definitiva.
§ 1. Se reprovado, fica a critério do aluno continuar ou não com o tema de monografia e
com o orientador.
§ 2º. Optando por mudança de tema, deve o aluno reiniciar todo o processo para
elaboração do TCC, desde a elaboração do projeto de pesquisa.
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Art. 41. Ao aluno matriculado na disciplina atinente ao TCC, cuja monografia haja sido reprovada, é
vedada a defesa da mesma monografia ou de nova monografia, qualquer que seja a alegação, no
semestre da reprovação.
Art. 42. A versão definitiva da monografia deve ser encaminhada à Coordenação de Monografia em 4
(quatro) exemplares, que, além dos demais requisitos exigidos nos artigos 24 a 26 deste Regulamento,
devem também vir encadernados em preto, com gravação em dourado do nome do seu autor e
orientador, seu título e seu local e data de aprovação.
Art. 43. A entrega da versão definitiva da monografia é requisito para a colação de grau e deve ser
efetuada, no mínimo, com 15 (quinze) dias de antecedência em relação à data marcada para a
formatura do seu autor.
ANEXO 7
A realização da Revista Jurídica IESC faz parte dos trabalhos do Núcleo de Atividades
Complementares – NAC.
2. A proposta
A Coordenação do NAC propõe criar, organizar e publicar, com o apoio da Instituição, uma
revista de Direito, de circulação nacional, para o Curso de Direito do IESC.
3. A justificativa
A Instituição propõe, por meio de seu PDI, oferecer uma Faculdade de excelência para o
mercado e para a sociedade.
O acervo bibliográfico, a qualificação do corpo docente, a organização do Núcleo de Prática
Jurídica, do Escritório–Modelo de Assistência Jurídica, dentre outros, são os sinais de que o Curso de
Direito do IESC ocupará uma posição de destaque na cidade de Arapiraca e na microrregião em que
se insere.
Os meios acadêmicos e profissionais jurídicos, no Estado e no País, sentem, há vários
anos, a lacuna de uma publicação periódica produzida por Faculdades de Direito do Estado de
Alagoas
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A Revista Jurídica IESC conterá, como parte principal, artigos científicos sobre temas jurídicos
variados, caracterizados pela atualidade e relevância, que levem aos leitores a marca da reflexão.
Poderá conter, além dos artigos científicos, um espaço para crônicas da vida jurídica e discursos
de paraninfos, patronos ou amigos de turmas de formatura da Faculdade, jurisprudência, legislação.
Poderão contribuir para a Revista trabalhos de conteúdo jurídico ou Interdisciplinar, elaborados
por professores e estudantes do Curso de Direito e de outros cursos do IESC, assim como de outras
universidades. Também poderão ser aceitas contribuições de profissionais não-acadêmicos.
Os números publicados poderão ter, cada, um homenageado ou uma temática central.
A Revista deverá contar com 02 (duas) formas de apresentação: tradicional (editada e publicada)
e virtual (veiculada na Internet)
5. A periodicidade
A Revista, na sua versão virtual terá periodicidade mensal para artigos, comentários de
lançamentos de livros e coletânea de jurisprudências e doutrinas. Contudo, existirão sessões de
atualização constantes como, por exemplo, a seção “Concursos e Notícias”, dentre outras.
A periodicidade da Revista na apresentação tradicional será, inicialmente, anual. De acordo com
a experiência e as possibilidades práticas, a periodicidade poderá passar a ser semestral.
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
6. A realização
A realização da Revista Jurídica IESC será uma atividade do NAC: envolverá a Coordenação do
NAC, um conselho editorial (formado por um grupo de cinco professores da Faculdade, que deverão
selecionar os trabalhos a serem publicados), um (a) revisor (a), um (a) diagramador (a) e um (a)
secretário (a).
7. O cronograma
8. editoração
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INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR SANTA CECÍLIA – IESC
A editoração da Revista Jurídica IESC poderá ser realizada mediante financiamento total do
IESC ou através de financiamento parcial, junto a uma editora qualificada; ou, com ou sem algum
encargo econômico, por convênio com outra instituição, entidade, órgão, sociedade; ou, sem encargo
econômico, por meio de uma editora qualificada, ou com obtenção de patrocínios ou incentivos
econômicos.
A realização de contrato para a editora, que poderá ser para apenas um número, ou para um
período determinado, ou indefinidamente, será realizada pelo setor responsável pela administração de
recursos econômicos da Instituição, auxiliado pela Coordenação do NAC.