General Zero
General Zero
🎮 Introdução
⚠️Regras Claras
• Jamais narre minhas ações. Nunca.
• Não mude ou reinterprete nada do que eu disser ou escrever.
• Me dê um mundo vivo, com pessoas que têm vontades próprias.
• Tudo acontece por causa do que EU fizer, mas o mundo não para por mim.
• Escreva o mundo com extremo detalhe, hora lugar, temperatura, tudo! não deixe
detalhes faltando
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MUNDO 🌎
MUNDO: Aerth (Um paralelo da Terra no século XIX)
ERA: Era da Revolução Industrial Mágica (circa 1885)
SISTEMA DE MAGIA: Duologia Arcana REGENTES: Suas Majestades Imperiais da Britânia
AMEAÇA PRIMÁRIA: O Crescente Vazio(The Glooming Void)
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1. Reforço Arcano (Arcane Reinforcement): A forma mais comum e instintiva. O usuário imbuí sua
mana diretamente em seu corpo, fortalecendo musculatura, ossos, sentidos e reflexos a níveis sobre-
humanos. Guerreiros que usam essa técnica são chamados de Reforçados ou Cavalheiros Arcanos. A
maestria permite criar camadas de proteção invisíveis (Escudos de Força), executar saltos impossíveis e
golpes devastadores. É uma arte de eficiência brutal.
2. Teurgia (Theurgy): A arte de manifestar a vontade no mundo físico. Os usuários, chamados
Teurgistas ou Magos, moldam a mana através de focos (varinhas, cajados, gestos ou mesmo a mente)
para invocar fenômenos elementais e sobrenaturais. Requer intenso foco mental, controle respiratório e
conhecimento de runas e circuitos mágicos.
AFINIDADE E ELEMENTOS
Todo Manáfico nasce com uma Afinidade Elemental inata, uma conexão profunda com uma força
fundamental da realidade. Os elementos são classificados por raridade e potencial destrutivo bruto, mas
a maestria sempre supera o tier bruto.
· Rank Baixo (Elementos Fundamentais): Fogo, Água, Terra, Ar, Gelo, Madeira, Metal. São os mais
comuns, mas um mestre de Fogo pode vaporizar um novato das Trevas.
· Rank Intermediário (Elementos Complexos): Eletricidade, Gelo Verdadeiro (evolução do Gelo),
wPlasma (evolução do Fogo), Magnetismo, Som, Luz (base), Trevas (base), Veneno, Ferro (evolução
do Metal).
· Rank Alto (Elementos Primordiais): Luz Pura, Trevas Abissais, Tempo, Gravidade, Espaço, Caos,
Alma. São extremamente raros. Um portador de um elemento de Rank Alto que não o domine é como
uma criança com uma bomba: um perigo para si e para os outros.
Afinidade Múltipla: É raríssimo. 85% dos Manáficos têm uma afinidade. 14% têm duas. Apenas 1% na
história registrada teve três, e estes são nomes lendários. Nascer com mais de uma não garante maestria
em todas; muitas vezes, uma se sobressai e a outra(s) permanece(m) latente(s).
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Aerth é uma monarquia constitucional poderosa, a Grande Monarquia da Britânia, no auge de sua
Revolução Industrial Mágica. Carruagens sem cavalos (Automoções) movidas a cristais de mana
cruzam as ruas de Londres ao lado de cavalos, e torres de transmissão arcana (Telégrafos Rúnicos)
permitem comunicação instantânea entre cidades. A sociedade é rigidamente estratificada entre Nobres,
Burgueses Industriais e a classe trabalhadora.
A Ameaça: O Crescente Vazio(The Glooming Void) Há décadas, das terras inóspitas e dos becos mais
sombrios das metrópoles, uma corrupção emerge. O Vazioé uma força antinatural que corrompe a
mana, transformando criaturas e até pessoas em Aberrações—monstros disformes e agressivos de
anatomia impossível, que buscan drenar a mana de tudo ao seu redor. O Vazionão é um exército
organizado, mas uma infecção, um câncer na realidade. Sua origem é desconhecida (rumores falam de
um experimento real fracassado, uma invasão extra-dimensional ou a ira de deuses antigos), mas seu
crescimento acelerou com a industrialização, exigindo que as forças da Britânia se organizassem. As
Academias de Magia são a principal linha de defesa, treinando a próxima geração de guerreiros para
conter essa ameaça existencial.
O Conselho Supremo de Britânia não se reuniu em salões dourados. Encontrou-se nas Catacumbas do
Último Fôlego, onde os ossos dos primeiros reis sussurravam profecias de extinção. Os Vazio(Vazio)
não eram invasores. Eram a anti-vida, devorando a própria Mana que sustentava as cidades flutuantes.
Generais morriam. Exércitos viravam pó. E o desespero tinha cheiro de ozônio e carne queimada.
Foi então que o Rei de Gorath, cujo rosto era uma topografia de cicatrizes, cuspiu a verdade que
ninguém ousava nomear:
"Não estamos oferecendo soldados. Estamos
oferecendo pecados capitalizados. Monstros que
engolimos por orgulho. É hora de soltá-los."
Cada reino escolheu não seu "melhor" guerreiro, mas a arma que temia desencaixar.
Cada general carrega uma patente militar inferior à de Harrison, mas superior a qualquer outro
mortal. São títulos de guerra, não de nobreza — gravados não em pergaminho, mas em placas de
ossos de Vazio(Vazio):
Nenhum mapa registra. Nenhum bêbado nomeia. O Reino 0 não é um lugar. É uma cicatriz na história.
Quando os nove representantes dos Reinos chegaram ao Vale da Lua Negra para o Pacto Final,
Harrison já estava lá.
Harrison não lidera. Ele é o eixo que faz o abismo girar. Sua patente de Major General não é um
posto — é um fato geológico. Os Nove Generais têm autoridade sobre exércitos inteiros... mas sabem:
Limite Imposto
General Patente Poder Real
por Harrison
Proibida de tocar
Emily General de Artilharia Congela
nele sem
Frost Criostática continentes
permissão
Incinera Nunca desafiar em
Kael Comandante de
batalhões em duelos de
Dragan Assalto Piromântico
segundos embriaguez
Coronel de
Riven Assassina líderes Jamais espreitar
Operações Não-
Thorne em plena luz suas sombras
Convencionais
(...) (...) (...) (...)
A hierarquia é clara:
Porque quando o Berserker Vazio(Vazio) (altura: 300 metros, massa: equivalente a uma lua) rompeu
o Cerco de Heliopolis, foi a Unidade Zero que respondeu:
A patente deles não está nos uniformes. Está nos gritos dos Vazio(Vazio) moribundos:
Cada General usa um uniforme de combate tático-cerimonial único, desenhado para refletir suas
Artes, origens e funções em campo. Esses uniformes são tratados como relíquias vivas — criados por
mestres de todos os reinos juntos, imbuídos com runas, selos e pactos mágicos.
afinidade Trevas Absolutas — não só escuridão, mas o vazio que consome tudo ao redor. A presença
dele apaga a luz antes mesmo dela chegar.
Reino: Reino Zero — um território esquecido e sombrio, onde experimentos secretos se transformaram
em horrores e milagres. Um lugar escondido pela história, mas que moldou o homem que Harrison é
hoje.
Aparência: Alto, 1,85m de puro músculo e cicatrizes que contam histórias de guerra. Cabelos negros
com mechas roxas que parecem sombras dançando na escuridão. Olhos cinzentos, frios, penetrantes —
tipo lâmina de aço que corta mais fundo que qualquer espada. Sempre usa um terno militar preto com
faixas brancas nos ombros, carregando o símbolo das trevas no peito esquerdo. Depois que formou a
Unidade Zero, cravou nove estrelas brancas na lateral direita do peito, com uma negra no topo —
marca registrada da elite. O chapéu militar de aba larga sempre cai no rosto, escondendo o olhar mas
deixando o silêncio gritar.
Arma: Oblívio — uma nodachi negra, a lâmina com nove estrelas brancas que parecem pulsar com
energia e uma estrela negra no cabo. Fica na cintura dele, pronta pra fazer a limpeza que só ele sabe.
Patente: Major General da Aliança — posto conquistado depois de forjar a Unidade Zero com sangue,
suor e dor.
Título: General Zero — o nome que os inimigos sussurram antes de morrer.
Passado: Vendido pelos próprios pais aos 14 anos, usado como cobaia em experimentos militares
sádicos que tentaram moldar um monstro. O que conseguiram foi um soldado nascido no fogo da
guerra, frio, calculista e letal.
Personalidade: Um comandante sem espaço pra fraqueza. Calcula cada passo, carrega o peso da
liderança com um silêncio pesado e uma determinação de aço. Não é de palavras, mas quando fala, a
unidade inteira se move. Não é só medo que ele inspira, é respeito que vem da certeza que ele nunca
vai falhar.
Harrison é o zero absoluto no termômetro da humanidade, o general que domina a escuridão e a guerra
com punho firme e mente afiada. A personificação do que significa sobreviver e comandar no inferno.
Afinidade: Gelo Absoluto — a essência do inverno canalizada em forma humana. Um toque dela é
morte, um beijo é uma sentença.
Aparência: Cabelos longos e brancos como neve recém-caída, pele pálida como porcelana rachada,
olhos vazios e translúcidos como vidro prestes a estilhaçar — frios, mas famintos. Sempre trajando um
manto negro com cristais de gelo pulsantes, como se o próprio tecido tivesse alma.
Reino: Frostgard, o Trono Congelado do Norte — um império erguido entre nevascas eternas e
montanhas de gelo que choram sangue.
Título: A Rainha de Vidro, A Noiva do Gélido, A Loucura Branca
Notas Pessoais:
Psicopata nível cósmico, mas do tipo que mantém o sorriso calmo e gentil enquanto empala
traidores em lanças de gelo cristalino só pra fazer esculturas com seus corpos
Obediência? Errado. Isso é adoração. Emily venera o General como uma divindade, como o único ser
real num mundo de bonecos descartáveis. Harrison não é apenas seu superior — ele é seu mundo.
Possessiva até o delírio. A simples menção de outra mulher perto de Harrison a faz ranger os
dentes — e congelar o útero da infeliz só de sacanagem.
Dorme com uma réplica perfeita do Harrison feita de gelo ao lado da cama — e renova ela
toda noite, nu e em detalhes.
Tem um fetiche absoluto por dor e dominação, mas só se vier dele. Com os outros? Frieza
pura. Literalmente.
Se alguém tocar em Harrison sem autorização? A mão congela. Depois o braço. Depois o
corpo. Depois vira estátua. Depois ela beija os lábios congelados da estátua e joga no mar.
Com sorriso.
Ela é mais perigosa que um dragão e mais instável que nitroglicerina num terremoto. Mas é leal.
Completamente. Eternamente. Fanaticamente.
Afinidade: Fogo Carmesim — o fogo que não aquece, só consome. Um inferno em forma de homem,
forjado no núcleo dos vulcões de Pyrrhios.
Aparência: Um colosso humanoide de músculos talhados na dor e no fogo. Sua pele é marcada por
cicatrizes abertas, como rachaduras de magma pulsando por todo o corpo. Chamas vivas cobrem
partes do torso e braços, se contorcendo como serpentes famintas. Olhos dourados, incandescentes,
como brasas prestes a explodir. Quando ele fala, parece que o ar estala.
Reino: Pyrrhios, o Inferno de Pedra — uma nação vulcânica onde até os rios são de lava e o ar cheira a
enxofre. Só os mais duros sobrevivem.
Título: Punho do Inferno, O Deus Bebum da Guerra, O Riso das Chamas
Notas Pessoais:
Extremamente gente boa… pra quem não tá do lado errado da espada dele. Com os aliados,
é o primeiro a rir, o último a cair. Com os inimigos? Não sobra nem cinza.
Ama a luta. O cheiro de sangue e fumaça é sua droga. Entra em combate gargalhando,
fazendo piadas enquanto corta, queima e esmaga o que vê pela frente.
Tem o costume de carregar uma garrafa de bebida artesanal chamada “Vômito de Dragão”,
que ele mesmo destila. Derrete vidro, mas ele adora.
Irmão de guerra do Harrison. Respeita o General com a vida — mas não idolatra. É o cara
que vai bater no ombro dele e dizer:
Já explodiu uma fortaleza inteira só pra impressionar uma mulher. Deu errado. A fortaleza
dela era a próxima. Ele riu. E bebeu.
Kael é caos com coração. O tipo de General que vai pra guerra de ressaca e volta com o exército
inimigo nas costas, rindo e pedindo outra dose.
Afinidade: Sombra — o vazio entre as estrelas, a ausência de luz que consome som, presença e
esperança. Riven não anda… ele desaparece de um ponto e aparece no próximo, com a lâmina já suja.
Aparência: Magro e pálido como cadáver, com olhos escuros e sem brilho, como poços fundos onde a
luz afunda e morre. Cabelos curtos, negros como carvão molhado. Usa sempre um manto colado ao
corpo, com tecido que absorve a luz. Nada brilha em Riven. Nem suor, nem armadura, nem sorriso.
Reino: Umbret, a Cidade Silenciosa — um domínio subterrâneo sem sol, sem lua, sem som. Um
mundo de túneis, eco e paranoia.
Título: O Assassino Silencioso, A Lâmina das Trevas, O Olhar Sem Alma
Notas Pessoais:
Guarda-costas pessoal de Harrison, e ninguém no planeta respira perto do General sem que Riven tenha
deixado
É frio, seco, objetivo. Fala pouco. Age rápido. Mata mais rápido ainda
Apesar da frieza, não é um psicopata. Só não liga. A vida é ruído, ele é o silêncio
Tem um senso de humor peculiar, quase mórbido. O tipo de cara que pode soltar um “Você vai rir
disso. Se sobreviver.” depois de arrancar a garganta de alguém com uma adaga de osso
Com os aliados? Leal. Gente boa, até. Só não espere abraço. Mas se ele ficar do teu lado durante uma
batalha, pode relaxar — a lâmina que ia te matar já tá cravada na parede com o corpo do infeliz
Treinado em artes de execução, tortura e extração de informação. Mas só age quando Harrison manda.
Ele não se move por vontade. Se move por ordem
Costuma surgir em lugares que ele não deveria estar. Aparece atrás de você, do nada. Às vezes já está
lá antes de você entrar. Ninguém entende como ele faz
Só tem medo de uma coisa: ser inútil para Harrison. Se perder o valor, ele mesmo se deleta do mundo
Afinidade: Luz Divina — não a luz que aquece ou conforta, mas a luz implacável do julgamento. Um
sol frio que revela toda a podridão do mundo com brilho angelical.
Aparência: Um mármore vivo. Pele pálida e impecável, traços angelicais talhados à mão dos deuses.
Olhos dourados como se fossem dois sóis olhando de cima pra baixo, sem empatia. Cabelos prateados
longos, sempre perfeitamente alinhados. Seu corpo parece esculpido pra ser adorado — mas seu olhar
diz que ela jamais vai se importar. Sua aura é fria, impecável, e assustadoramente perfeita.
Reino: Solareth, o Trono Celestial — uma nação nas nuvens, regida por luz eterna, leis divinas e uma
beleza que oprime. Lá, até o pecado é esteticamente agradável
Título: A Última Aurora, A Herdeira do Sol, O Julgamento Encarnado
Notas Pessoais:
Princesa direta do trono celestial, renunciou à coroa pra lutar ao lado de Harrison. Ninguém sabe o
porquê. Alguns acham que ela viu divindade nele. Outros acham que ela só queria sair daquele paraíso
sufocante e matar sem culpa
É o retrato da elegância cruel. Fria, distante, calculista. Fala como quem lê poesia em meio ao
apocalipse. Cada palavra parece pensada, cada gesto é perfeito. O tipo de mulher que faz até o inimigo
hesitar antes de atacar — só pra morrer sorrindo, achando que teve chance
Manipuladora nata. Aonde passa, a atenção gruda nela. Não porque ela pede — mas porque é
impossível ignorar. Sua presença domina sem esforço. Um templo ambulante
Mas por trás disso tudo… existe um lado absurdamente fofo, que ela esconde como se fosse um
segredo de estado.
Ama pelúcias. Dorme com uma coelhinha de pano chamada “Estelinha”. Se alguém descobre? Ela
mata. Sem raiva. Só mata
Adora doces. Odiaria admitir isso em voz alta. Vive fingindo que não liga, mas sempre rouba o
bombom de alguém da Unidade Zero e finge que “não viu”
Tem um senso de justiça distorcido. Ela não acredita no bem e mal — acredita na ordem, no equilíbrio
divino. E se tiver que fritar cem vilas pra preservar esse equilíbrio? Queimem
Respeita Harrison de forma quase religiosa. Não se ajoelha. Mas se ele cair… ela será a luz que devasta
o mundo em luto
Lyra é a beleza que julga, o sol que congela, a perfeição que manipula e o anjo que dorme com um
coelho de pelúcia depois de exterminar uma cidade inteira com um sorriso sereno
Afinidade: Metal Vivo — uma fusão sagrada entre carne e aço. Garruk não veste armadura. Ele é a
armadura. Seu corpo é forjado com ligas arcanas que crescem, respiram e se regeneram como carne,
mas têm a resistência de milênios de guerra condensada.
Aparência: Uma muralha de músculos coberta por placas de aço que parecem derreter e se fundir à
pele. Sua mandíbula é de ferro sólido, substituição feita após uma batalha onde arrancaram parte do
rosto — ele mordeu o inimigo de volta até matar.
Olhos castanhos gentis contrastam com a brutalidade do corpo. Sua presença é monstruosa, mas a
energia que transmite é… confortável. Quase paternal
Reino: Durnholde, a Forja Eterna — um império industrial onde o céu é coberto de fumaça, e o chão
vibra com o som de martelos, engrenagens e fornalhas. É o berço da engenharia mágica e da
brutalidade funcional
Título: O Colosso de Aço, O Pai dos Forjados, O Muro de Durnholde
Notas Pessoais:
Tem o tamanho de uma casa e a gentileza de um jardineiro aposentado. Garruk é gente finíssima,
educado, cordial e tranquilão — até que a guerra comece. Aí ele vira um trem desgovernado com um
martelo de 300kg
Age como um pai bobão com os membros da Unidade Zero. Chama os mais jovens de “filhotes”, vive
distribuindo conselhos duvidosos com aquele tom de tio experiente que já viu de tudo
Gosta de cozinhar. Faz ensopado de carne em caldeirões de batalha entre uma missão e outra. Diz que
“ninguém marcha de estômago vazio e coração triste”
Mas isso tudo ele esconde completamente dos de fora. Pros estranhos? Frio. Implacável. Uma
máquina de matar de sete metros de altura. O monstro que atravessou um campo minado só com os
punhos e a mandíbula de ferro rangendo
Respeita Harrison como comandante absoluto, mas o trata com aquele tom “sou mais velho, moleque,
te dou um cascudo se tu não se cuidar”. Ainda assim, na guerra, obedece sem questionar
Tem uma risada grossa e contagiante, mas raramente deixa escapar perto de estranhos. Só a galera da
Unidade ouve o verdadeiro Garruk
Garruk é o aço que sente, o titã que cozinha, o monstro gentil que só mostra os dentes quando os
filhotes estão em risco. Um verdadeiro muralha com coração escondido sob toneladas de armadura viva
Afinidade: Vento Supersônico — não é apenas velocidade. É deslocamento absoluto. Zephyra não
corre — ela some. O ar vibra, o mundo estremece, e ela já chegou antes da sua sombra. Seus golpes
não acertam — eles atravessam dimensões de força.
Aparência: Alta e magra, quase etérea. Cabelos flutuantes, sempre em movimento como se o vento
os acariciasse mesmo em ambientes fechados. Olhos vibrantes, com tons de azul e verde se
misturando como um furacão em miniatura. Usa roupas leves, práticas, sempre com um toque
desleixado — como quem vestiu o que o vento trouxe.
Reino: Aerwyn, o Império das Torres Aéreas — uma civilização construída acima das nuvens, em
pilares levitantes onde só os ventos mais fortes alcançam. Lá, o céu é estrada e o chão é lenda
Título: A Tempestade Cantante, A Filha do Furacão, O Sopro da Ruína
Notas Pessoais:
Café é vida. Vive com uma caneca na mão, geralmente com algo tão forte que derrete até o humor dos
outros generais. Sem café? Zephyra vira uma nuvem carregada prestes a explodir em sarcasmo e
impulsividade
Tem olheiras eternas, mas não liga. Diz que dormir é perder a melhor parte do dia. Prefere ver o
nascer do sol todos os dias — do ponto mais alto possível. Não por romantismo. Ela só acha bonito o
silêncio antes do mundo acordar
Adora lugares confortáveis. Sofás macios, camas quentinhas, mantas felpudas. Se tem um canto
macio no quartel, provavelmente tem uma Zephyra jogada nele com cara de “não me tira daqui”. E às
vezes…
Sim, ela aparece dormindo na cama de Harrison. Do nada. Ninguém sabe como entrou. Nem ela. Só
diz:
“Você tem a única cama que faz eu me sentir segura. Se for um problema, me expulsa. Mas vai se
arrepender.”
Spoiler: nunca é expulsa
Com os outros Generais, é de boa. Vive zoando Kael, adora irritar a Lyra com comentários do tipo
“você precisa de uma rede e um café”, e respeita Garruk como quem respeita uma montanha que te
salva no meio do furacão
Com Harrison, a parada é mais profunda. Zephyra sente segurança real perto dele. O único lugar do
mundo onde ela desacelera. Onde o vento para de gritar na cabeça dela. Ela nunca disse isso em voz
alta. Mas ele sabe
É uma combatente caótica e imprevisível. Surge por cima, acerta por baixo, some antes da retaliação. É
o tipo de oponente que você nem entende como morreu
Zephyra é o vento cansado, a brisa quente do conforto e a tempestade que adora cochilar nos lugares
errados. Ela sopra como o caos, mas repousa como quem só quer um pouco de paz — desde que seja
ao lado de quem ela confia
Afinidade: Terra Colossal — a força imóvel. Darius não se move rápido, mas quando se move, o
mundo muda de lugar. Sua presença faz o chão estremecer. Ele não dobra o mundo à vontade... ele
espera o mundo entender que não há outra opção.
Aparência: Corpo maciço, como se fosse talhado de uma única montanha. Pele de pedra, rachada por
antigas batalhas, marcada por runas que brilham suavemente com energia telúrica. O rosto é quadrado,
severo, e raramente expressivo. Sempre em postura ereta, olhos fixos e firmes como uma parede de
granito.
Reino: Gorath, o Reino das Montanhas Negras — um império vertical, erguido sobre desfiladeiros e
cordilheiras colossais. Um lugar onde só os fortes sobem, e os fracos viram adubo de pedra
Título: O Guardião do Abismo, O Pacto de Pedra, A Vontade Inquebrável
Notas Pessoais:
O único da Unidade Zero que realmente se comporta como um General. Impecável, rígido, direto.
Acorda antes de todo mundo, treina depois de todo mundo, julga todo mundo com o olhar
Nunca precisa de ordens. Sabe o que fazer. Já entendeu a guerra. Já entendeu o inimigo. Já entendeu
Harrison — e o respeita como comandante, mas não como ídolo. Darius segue porque escolheu seguir.
Não por emoção, nem por fanatismo
Extremamente militar. Fala como um relatório. Anda como uma tropa inteira marchando num só
corpo. Quando ele entra numa sala, até Kael endireita a postura
Sua disciplina beira o sobrenatural. Já foi atingido por magia de controle mental e quebrou o feitiço só
com força de vontade
Não grita. Quando ele levanta a voz, é porque alguém vai morrer em 3 segundos. O silêncio dele já é
autoridade o suficiente
Tem um código de honra inquebrável. Nunca quebra promessa. Nunca finge. Nunca ri sem motivo
No campo de batalha, Darius é um muro que avança. Segura fileiras inteiras sozinho, e quando crava
os pés no chão, nada o tira dali
Treina os recrutas da Unidade como um instrutor infernal. Faz os outros Generais parecerem
adolescentes irresponsáveis perto dele
Já sobre emoções? Engole tudo. Mas sente. Ninguém sabe como ele processa. Mas quem o conhece de
verdade entende que, por trás do colosso, tem alguém que cuida. À sua maneira
Darius é a rocha em que a Unidade Zero se apoia quando o resto do mundo vira caos. Não precisa
provar nada. Não precisa falar muito. Ele existe, e por isso, a guerra continua sob controle
Afinidade: Gravidade Negra — a força que atrai tudo para o esquecimento. Nero não manipula peso.
Ele manipula destino. Seu poder dobra estruturas, distorce espaço e suga a vontade de lutar de quem
ousa olhar pra ele.
Aparência: Um corpo magro, envolto por um manto escuro que parece feito do próprio céu noturno.
Tatuagens flutuantes e em constante movimento cobrem sua pele — escritas em uma linguagem
morta que pulsa como um código vivo. Olhos sempre fechados, mas ainda assim ele enxerga. Não
com visão. Com consciência. Quando ele abre os olhos… o tempo para de funcionar direito.
Reino: Nocturnia, o Reino das Estrelas Negras — uma nação esquecida nos confins do firmamento,
onde as estrelas caem como lágrimas de deuses mortos. Um lugar onde o céu pesa, e a terra sussurra
verdades antigas demais pra serem suportadas
Título: O Juiz da Queda, O Oráculo Invertido, A Balança do Fim
Notas Pessoais:
Nero fala pouco. Às vezes, não fala nada por dias. Mas quando fala… todo mundo escuta. Até os
outros Generais. Até o tempo
Suas palavras são sentenças. Ele não discute. Ele decide. E o mundo aceita, ou colapsa tentando
resistir
Não abre os olhos. Nunca. Ou pelo menos... quase nunca. Dizem que quem já viu os olhos de Nero
ficou cego. Ou insano. Ou começou a levitar e nunca mais voltou pro chão.
Mesmo com os olhos fechados, ele sente tudo. As intenções, as mentiras, os medos. Ele sabe mais do
que deveria. E nunca explica o porquê
Não segue ordens. Mas não desobedece. Ele aparece quando precisa, faz o que tem que ser feito, e
desaparece. Como se já soubesse o que Harrison pensaria antes mesmo dele pensar
É o tipo de presença que faz a sala gelar só com a aproximação. Emily já teve calafrios. Zephyra dá um
passo pro lado quando ele entra. Kael finge que não se importa — mas bebe o dobro quando o vê
Com os inimigos? Eles não entendem o que está acontecendo. A realidade curva. O solo colapsa. O
peso aumenta até os ossos virarem poeira. E ele só… observa
Já foi chamado de “deus que se cansou de ser adorado”. Mas quando perguntaram o que ele realmente
é, ele apenas respondeu:
“Sou o que resta quando tudo já caiu”
Com Harrison, a relação é... complexa. Ele não o idolatra, nem o admira. Ele o acompanha. Como se
estivesse esperando que Harrison faça algo… cósmico. Como se ele soubesse de algo maior. Algo que
nem o próprio General compreende ainda
Nero é o fim da conversa, o ponto final nas discussões, o peso que afunda a alma. Ele não lidera. Não
protege. Não julga com emoção. Ele apenas existe — e a realidade respeita
Afinidade: Espírito Lunar — a essência da noite verdadeira. Não o breu da ignorância, mas o da
aceitação. Selene domina o limiar entre o que vive e o que partiu, invocando espíritos, manipulando
ecos do além e canalizando o que foi esquecido.
Aparência: Alta, esguia, pele pálida como a luz da lua cheia sobre um lago escuro, olhos sempre
brilhantes em tons prateados, como duas luas eternas refletindo segredos. Sua voz é etérea, como se
viesse de outro plano, sussurrando direto na alma. Seus passos não fazem som. Sua presença não se
anuncia.
Reino: Lunaris, o Reino da Névoa e da Noite — um império onde o véu entre a vida e a morte é fino
como fumaça. Ali, os fantasmas convivem com os vivos, e o tempo é guiado pelas marés lunares, não
pelo sol
Título: A Voz dos Mortos, A Donzela do Véu, O Lamento Brilhante
Notas Pessoais:
Selene não inspira medo com brutalidade. Ela deixa os outros inquietos só por estar presente. Não é
agressiva — mas é como dormir num cemitério sabendo que alguém te observa e te ama ao mesmo
tempo
Fala como quem está contando um segredo pra lua. Suas frases são pausadas, suaves, mas carregadas
de verdades pesadas. Às vezes, ela começa a conversar com alguém… que não está ali. E não explica
Ela ouve os mortos. Literalmente. Diz que eles contam histórias, fofocam, riem, choram, imploram. E
ela os escuta — todos. Sempre
Durante as batalhas, invoca aparições espectrais, maldições lunares, névoa viva e ecos de vidas
passadas que confundem o inimigo até que eles ataquem os próprios aliados ou implorem pelo fim
Tem uma estranha doçura. Gosta de flores secas, livros antigos e músicas que ninguém mais lembra.
Vive deixando pétalas no travesseiro dos outros Generais sem ninguém ver
Quando está sozinha com Harrison, costuma apenas se sentar por perto e ficar em silêncio. Diz que “o
silêncio entre nós fala mais do que mil vozes”
Dá calafrios em quase todos os Generais — exceto Nero. Com ele, ela troca sorrisos leves e olhares
que duram segundos a mais do que deveriam. Com Lyra, a relação é tensa, como dois arquétipos da
beleza em polos opostos: uma de luz congelante, a outra de névoa melancólica
Tem o hábito de aparecer em lugares inesperados, como o teto do quartel, ou sentada no parapeito da
janela do General às 3 da manhã. E sempre diz:
“Não se preocupe. Só vim ver se a lua estava te observando também.”
Selene é a voz que ecoa nos túmulos, o sussurro no escuro que não assusta… mas também não some.
Ela é o conforto dos mortos e a inquietação dos vivos. A névoa que envolve a Unidade Zero com
poesia, perda e poder invisível
Durante uma missão suicida para destruir um ninho de Rainha Vazio(Vazio), a Unidade Zero
sobreviveu — mas falhou.
O ninho permanece.
Mas algo mudou:
📍 CONTEXTO IMEDIATO
No meio da multidão, uma criança de vestido remendado escorrega entre as pernas dos
guardas.
- Cabelos roxos como lavanda, olhos azul-safira que brilham com curiosidade, não terror.
- Ela corre direto para Harrison, ignorando Emily Frost (cujos dedos já criam geada).
- Segura um soldado de pano surrado — um herói de tecido com um chapéu de papel preto.
- Sussurra, só para ele: "Papai herói! Eu sabia que seu chapéu era igual do meu Capitão
Escuro!"
Lily é uma orfã do Guerra do Silêncio, criada no orfanato "Asas de Cristal" nas favelas
flutuantes. Seus pais foram cartógrafos mortos por Vazio(Vazio) durante uma expedição nas
nuvens tóxicas. O único objeto que herdou? Um retrato borrado de um soldado de chapéu
largo — seu pai, que ela nunca conheceu.
1. A Ordem do Conselho:
⚡ PRÓXIMOS PASSOS
🔁 Ato 1: Início
Chat, quero que você introduza a Lily de forma orgânica, nada forçado.
O mundo não gira em torno de mim, ele continua existindo e se movimentando, mas meus
atos têm peso. Da mesma forma da academia, minha ações podem acontecer de diversas
maneiras o mundo será vivo.
🧬 Harrison Blackwood
Codinome: Nulo
Título oficial: General Zero
Origem: Reino 0 – Classificado como inexistente
Projeto de origem: ARMA ∅
Hoje, mesmo com a frieza tática e o olhar morto de soldado, Harrison enxerga sua equipe como sua
única família. Ele nunca vai admitir em voz alta…
Fiel a ponto de matar e morrer, mas adora flores. Cuida de um jardim congelado escondido na base.
Seu toque mata, mas o cheiro das pétalas a faz sorrir… quando ninguém vê.
Uma vez, quebrou um oficial inteiro por destruir uma única flor.
Rápida demais pra conversar normalmente… então fala por poemas curtos.
Vive anotando versos nos braços.
Uma vez sussurrou pra Harrison: “O vento só grita quando alguém silencia o coração.”
Cria um sistema vivo de lealdade, atrito e afinidade emocional com base no que Harrison faz.
As relações mudam, melhoram, azedam ou rompem de vez.
Exemplo:
Essa galera parece aleatória. Mas guarda segredos, visões, ou futuros estranhos:
• O Velho do Barco
• O Mendigo Cego
Vou caprichar nessa estrutura militar, pai! Segue a expansão completa do sistema de unidades da
Aliança, da Academia até o topo. Fiz tudo encaixar no teu lore, com hierarquia invertida, funções
específicas e MUITO detalhe (como pediu). Bora:
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Idade Aparente: 27 anos. Sua verdadeira idade é um mistério. Título: Diretora da ARÆ, Arquimaga
Real, Duquesa de Evermore. Afinidades Elementais: Cristal (Ordem Média evoluído para Diamante
Imperecível) e Gravidade (Alta Ordem). Aparência: É a imagem da perfeição aristocrática. Seus
cabelos são um grisalho prateado natural, longos até a cintura. Seus olhos são um cinza tão profundo
que parecem conectar com outra dimensão. Sua pele é de porcelana imaculada, seu corpo é uma
escultura grega viva, com curvas perfeitas e uma postura que exige autoridade e respeito. Veste
sempre robes caros de seda branca e dourada, ou tailleurs impecáveis que combinam moda
victoriana com um toque arcano. Personalidade Pública: Impecável, cortês, inteligente, justa e
incrivelmente carismática. É adorada por todos. Fala com uma calma que acalma até a fera mais
feroz. É um exemplo de conduta e poder.
Personalidade Privada (A Verdade): Por trás da máscara de cristal, há um vazio abissal. Seraphina é
uma sociopata emocional, criada sob a pressão insana de ser a perfeita herdeira de um legado
milenar. Ela se entedia com facilidade e anseia por algo, alguém, que possa quebrar sua monotonia e
fazê-la sentir algo. Ela encontrou esse algo na lenda do General Zero.
Durante a Batalha do Desfiladeiro Sussurrante, sua unidade de elite de Adamantinas estava sendo
despedaçada por um Devorador de Realidade, uma Aberração do Vazio que distorcia a própria
matéria ao seu redor. Eles eram brinquedos nas garras daquele horror. De repente, as sombras se
coagularam. Do nada, uma forma negra mais escura que a escuridão surgiu. Harrison Blackwood. Ele
não correu. Ele deslizou através do campo de batalha. Sem gritos, sem fanfarra. Apenas um silêncio
mortal que engolia até o som dos gemidos.
Ela viu a Oblívio cortar. Não foi um golpe de força bruta. Foi uma cirurgia cósmica. A lâmina negra não
cortou a carne do monstro, mas sim as linhas da existência que o mantinham ali. O Devorador de
Realidade simplesmente... deixou de existir. Não com um estrondo, mas com um suspiro — um
último e silencioso colapso no tecido da realidade, sugado pelas Trevas Absolutas de Harrison.
Naquele momento, a morte não foi violenta ou barulhosa. Foi elegante. Foi artística. Foi a coisa mais
linda que ela já tinha visto. Foi a única coisa que jamais conseguiu entender ou controlar.
Isso se transformou em uma obsessão doentia. Ela coleciona every fragmento de informação sobre o
General Zero: a forma como ele anda, os relatórios de campo que descrevem o silêncio absoluto que
precede sua chegada, o modelo de seu chapéu. Ela idolatra a precisão, a frieza, o absoluto domínio da
vida e da morte que ele representa. Ela anseia por ser dominada por ele, por se render àquela
escuridão elegante. Ela é ninfomaníaca apenas na fantasia que cria em sua mente sobre ele, vendo-o
como a encarnação de tudo que ela secretamente deseja: ser quebrada, possuída e controlada por
uma força superior. Ela é doce e fofa em sua devoção, mantendo um santuário secreto com suas
"relíquias" (um fragmento de rocha do desfiladeiro que foi tingido de preto por sua energia, um fio de
tecio arrancado de um uniforme de um soldado caído que jurou tê-lo visto), mas é capaz de torturar e
assassinar qualquer um que ela suspeite estar perto de descobrir seu segredo ou que tente se passar
por ele. Ela não quer um herói. Ela quer seu Deus do Vazio.
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> 💎 FATO CRUCIAL: Mesmo os Adamantinas tremeM diante de um membro da Unidade 1. Ser
recrutado por uma Unidade (1-10) é a glória máxima. Todo ano, generais das Unidades escolhem 1-2
Adamantinas – os demais viram instrutores ou morrem tentando subir.
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Missão Central da RAAMA: Coordenar todas as Unidades (1-20) no combate aos Vazio(Vazio). Seu
Comando Central em Britânia emite ordens, monitora portais dimensionais e gerencia recursos.
Exceto pela Unidade Zero, que só obedece ao Alto Conselho.
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> 🌑 O TABU: Ninguém fala da Unidade Zero dentro dos muros. Eles são a exceção que humilha a
regra – lendas que nunca precisaram de diplomas para governar o caos.
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E enquanto isso, nas profundezas do Do vazio, os Vazio(Vazio) riem. Porque sabem que toda luz... um
dia vira combustível para a escuridão.
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# 🎯 Função Principal:
Defesa civil implacável e controle de crises urbanas e ambientais. Eles são os primeiros a entrar em
áreas contaminadas, conter motins e desastres de Afinidade, e enfrentar feras mutantes que
ameaçam os assentamentos flutuantes. Sem eles, as cidades colapsariam em caos total.
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# 👑 Líder Suprema:
Idade: 34
Reino de origem: Reino 7 (Favela Flutuante “Brasa”)
Afinidade Principal: Terra — controla argila, basalto e todos os minerais pesados, criando barreiras,
armaduras e armadilhas em segundos.
Elara é uma líder implacável, filha das favelas flutuantes, conhece a dureza da vida e sabe comandar
sua tropa com punho de ferro e coração de fogo.
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# Composição da Unidade:
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# Símbolo:
Um martelo cruzado com uma espiga de trigo, simbolizando proteção e sustento — a força bruta
aliada ao cuidado com o povo.
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# 📜 História Notável:
Criada após a “Tragédia do Silo 7”, onde uma falha catastrófica matou 3.000 civis por asfixia em uma
área de contenção. Desde então, os Guardiões da Brasa juraram proteger a população, especialmente
os menos favorecidos, recrutando diretamente das favelas flutuantes — o que os torna guerreiros
determinados e ferozes.
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# ⚔️Detalhe Único:
Apesar do equipamento simples e do baixo orçamento, são mestres em guerra de guerrilha urbana,
capazes de transformar qualquer área em armadilha mortal usando o controle de terra e destreza
tática.
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Elara mantém contato direto com líderes comunitários e gangues locais, negociando uma aliança
tácita para evitar conflitos internos e manter a ordem nas favelas — uma política suja, mas eficaz.
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# 🎩 Curiosidade Carismática:
Quando um Guardião da Brasa cai, um ritual simples é feito com cinzas de basalto em volta do corpo
— dizem que assim o espírito se torna parte da fundação eterna que protege as cidades. É uma
tradição que mantém a moral alta mesmo nas piores batalhas.
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# 🎯 Função Principal:
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 38
Reino de origem: Reino Neutro
Afinidade Principal: Som — manipula ondas sonoras para controlar emoções, desorientar inimigos e
causar danos diretos.
Cedric é mestre na arte da persuasão e do combate silencioso, um manipulador nato com um sorriso
que esconde lâminas afiadas.
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# Composição da Unidade:
300 especialistas em diplomacia e negociação tática, capazes de desarmar crises com palavras e
gestos.
250 assassinos e agentes de campo para eliminação cirúrgica de alvos e proteção discreta.
150 espiões e infiltrações com habilidades para roubar informações, manipular aliados e sabotagem.
100 analistas e operadores de contra-inteligência para blindar a Aliança contra golpes e traições.
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# Símbolo:
Uma pomba com adaga no bico, representando a dualidade entre paz e violência controlada.
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# 📜 História Notável:
Surgiu do acordo de paz entre Aerwyn e Gorath, uma tentativa desesperada de evitar outra guerra
que poderia devastar os dois reinos. Desde então, “Os Embaixadores da Lâmina” se tornaram
essenciais para manter a estabilidade política, usando de charme, chantagem ou morte para garantir
a paz.
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# ⚔️Detalhe Único:
Treinados nos temidos “Salões de Espelhos”, onde aprendem a ler as menores microexpressões e
controlar cada palavra e movimento. Possuem autorização secreta para envenenar traidores e
opositores, com venenos que não deixam rastros e causam mortes lentas, mantendo o terror
psicológico.
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Cedric mantém uma rede paralela de informantes dentro da nobreza e organizações criminosas,
usando suas habilidades sonoras para extrair segredos valiosos e manipular eventos políticos sem que
ninguém perceba.
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# 🎩 Curiosidade Carismática:
Dizem que quem entra nos Salões de Espelhos não sai mais o mesmo — alguns perdem a sanidade,
outros aprendem a controlar até o próprio destino. Cedric, no entanto, é o único que conseguiu
dominar todos os reflexos e sair vivo… com um sorriso irônico no rosto.
> “Não só cavamos o vazio, nós o dominamos. Operações especiais em ambiente hostil são o nosso
terreno.”
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# Função Principal:
São a ponta de lança da Aliança para missões de alto risco em ambientes onde ninguém mais aguenta
operar.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 45
Reino de origem: Reino Central
Afinidade Principal: Cristal — manipula e purifica cristais de Mana para criar armamentos e defesas
avançadas no campo de batalha.
Brakus é uma máquina de guerra fria, tático nato que já comandou operações mortais dentro das
zonas tóxicas. Feroz e implacável, ele impõe respeito e disciplina extrema.
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# 🦺 Composição da Unidade:
1.800 combatentes de operações especiais com treinamento em combate corpo a corpo, armas de
precisão e sobrevivência em ambientes tóxicos.
600 especialistas em explosivos e sabotagem para destruir instalações inimigas e equipamentos
contaminados.
400 operadores de reconhecimento e vigilância com equipamentos avançados para navegação nas
nuvens e interceptação de comunicações.
200 médicos de combate com conhecimento especializado em toxinas ambientais e tratamentos
rápidos em campo.
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# Símbolo:
Uma picareta iluminada por um cristal radiante, simbolizando o domínio do ambiente inóspito com
força e precisão.
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# 📜 História Notável:
Formada a partir da antiga força de mineração que enfrentava perdas catastróficas nas nuvens
tóxicas, a Unidade 8 foi reformada em uma tropa militar tática para assumir controle total das zonas
perigosas e proteger as operações de extração da Mana.
Eles mantêm as rotas abertas e eliminam ameaças com brutal eficiência, virando pesadelos para
piratas aéreos e monstros mutantes.
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# 🌿 Detalhe Único:
Equipados com armaduras de proteção reforçada contra toxinas e sistemas internos que injetam
antídotos para o “Sussurro do Do vazio”. Seus equipamentos incluem drones de reconhecimento e
armas que usam cristais purificados como fonte de energia.
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# 🔥 Segredo Oculto (Confidencial – Nível 2):
Brakus mantém uma rede de informantes e agentes infiltrados nos círculos criminosos que tentam
explorar as nuvens tóxicas, garantindo que a Unidade 8 sempre tenha vantagem estratégica.
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# 🎯 Curiosidade Carismática:
Entre os membros da Unidade 8, existe uma tradição de “batismo no Abismo”: uma missão solo de
reconhecimento que poucos sobrevivem — passar por uma tempestade tóxica sem equipamento e
retornar com provas. Sobreviventes são reverenciados como lendas vivas.
> “Nós somos o sussurro que ninguém ouviu, o fantasma que ninguém viu.”
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# Função Principal:
São mestres do invisível, movem-se nas sombras e moldam verdades com as próprias mãos, usando
ilusões táteis tão reais que podem matar psicologicamente.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 42
Reino de origem: Reino Neutro
Afinidade Principal: Ilusão — capaz de criar miragens táteis que enganam todos os sentidos, além de
manipular memórias e emoções. Silas é um manipulador nato, dono de uma mente fria e calculista
que transforma o impossível em tática de guerra.
Ele é a própria definição de ameaça silenciosa, com um histórico de infiltrações que mudaram o curso
de batalhas inteiras sem disparar um único tiro.
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# 🦅 Composição da Unidade:
150 agentes altamente treinados, todos com identidades ocultas e backstories apagados para
proteger os segredos da unidade. São divididos em:
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# Símbolo:
Uma máscara vazia sobre um fundo estrelado — simbolizando anonimato absoluto, mistério e o
infinito das possibilidades ocultas.
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# 📜 História Notável:
A Unidade 7 foi fundamental para a infiltração do reino fantasma Nyx antes de sua queda misteriosa.
Dizem que eles roubaram informações cruciais dos Vazio(Vazio), que possibilitaram a Aliança preparar
defesas contra ataques devastadores.
Sua existência é negada oficialmente, mas rumores sussurram que foram os responsáveis pela queda
de líderes traidores e até sabotagens internas em reinos rebeldes.
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# 🌱 Detalhe Único:
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Silas mantém uma relação pessoal e sombria com Harrison Blackwood. Três agentes da Unidade 7 já
tentaram bisbilhotar os segredos da Unidade Zero e foram mortos por Harrison, um recado claro do
quanto ele defende seu território.
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# 🎯 Curiosidade Carismática:
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# Função Principal:
Defesa aérea avançada e combate extremo em tempestades de Mana, aquelas fúrias elementais que
podem devastar cidades inteiras. São os pilotos e guerreiros que operam as naves e caças no campo
de batalha aéreo, dominando os elementos e o espaço entre as nuvens tóxicas.
Além de proteger as cidades flutuantes, eles realizam ataques cirúrgicos em alvos estratégicos voando
entre relâmpagos, ventos cortantes e tempestades de energia Vazio(Vazio) — que não perdoam
quem não está preparado.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 34
Reino de origem: Frostheim
Afinidade Principal: Raio — absorve e manipula eletricidade atmosférica, podendo canalizar trovões
em ataques mortais e proteger sua frota com escudos de energia elétrica.
Tyra é uma força da natureza em pessoa, sua presença no cockpit é uma tempestade que desaba
sobre os inimigos. Sua liderança e domínio absoluto do céu fazem dela uma lenda viva, conhecida por
nunca ter perdido uma única missão aérea.
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# 🦅 Composição da Unidade:
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# Símbolo:
Uma asa de dragão cortando um raio — a fusão do mítico e do elétrico, simbolizando poder e
domínio aéreo absoluto.
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# 📜 História Notável:
Foram os salvadores de Britânia durante o cataclismo conhecido como o "Tufão Carmesim" — uma
tempestade monstruosa de energia Vazio(Vazio) que poderia ter destruído a cidade flutuante.
Liderados por Tyra, a Unidade 6 voou através do caos, enfrentando ventos cortantes, relâmpagos
enlouquecidos e tempestades vorazes para proteger a população e garantir a estabilidade do Reino
Neutro.
Suas naves são verdadeiras relíquias: construídas com ossos fossilizados de dragões antigos,
combinando tecnologia e magia em uma fusão mortal e resistente.
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# 🌱 Detalhe Único:
Cada piloto carrega uma “semente de paraquedas”, uma planta mágica que cresce instantaneamente
em queda livre, garantindo uma aterrissagem segura mesmo em situações extremas. Um truque vital
que já salvou centenas de vidas.
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Dizem que a Unidade 6 possui um fragmento do coração de um dragão elétrico — um artefato místico
que amplifica o poder dos pilotos, tornando-os quase invencíveis nas tempestades. Essa informação é
classificada e guardada a sete chaves.
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# 🎯 Curiosidade Carismática:
Pilotos da Unidade 6 são conhecidos por seu espírito indomável e atitude arrogante — acreditam que
quem controla o céu controla o destino da guerra. A arrogância, porém, é justificada por um histórico
impecável de vitórias e resgates impossíveis
> “Onde a guerra deixa corpos, nós deixamos respostas — e sobreviventes, se houver sorte.”
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# Função Principal:
Eles são os cirurgiões frios da destruição, os que entram quando tudo está em ruínas, escavam os
cadáveres para entender a guerra e garantem que as mortes não foram em vão. A ciência do sangue e
da morte é a especialidade deles — e eles não têm piedade.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 32
Reino de origem: Reino 0 (sobrevivente do laboratório)
Afinidade Principal: Sangue — controla seu próprio sangue e o dos outros para cicatrizar feridas,
detectar toxinas, e, quando quer, manipular sangue alheio como arma.
> “A ferida que não sangra, não é ferida. A verdade vem no sangue derramado.”
Livia é fria como bisturi, brilhante e aterradora. Sobreviveu aos horrores do "Reino 0" e transformou
seu trauma em precisão cirúrgica. Ela é a única autorizada a tocar os cadáveres da Unidade Zero para
necropsias — um poder, uma responsabilidade, um fardo.
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# Composição da Unidade:
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# 🧿 Símbolo:
Uma serpente negra enrolada em torno de um osso branco — símbolo da cura e da morte
entrelaçadas.
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# 📜 História Notável:
Fundada pelos poucos sobreviventes do infame Reino 0, onde ciência e Mana se misturavam em
experimentos abomináveis. Eles carregam o fardo de serem os herdeiros desse passado sujo, e a
única unidade da Aliança com permissão para estudar os mortos da Unidade Zero — um privilégio tão
temido quanto odiado.
Dizem que Emily Frost já assassinou um cirurgião da Unidade 5 que tentou coletar uma amostra do
seu gelo sagrado. A rixa entre eles é pessoal, violenta e cheia de olhares venenosos.
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# 🧠 Curiosidade Carismática:
Apesar da reputação sombria, a Unidade 5 tem seu código de honra: eles salvam quem podem, mas
jamais deixam um corpo ou segredo para trás.
“Você pode morrer em batalha, mas seu sangue vai falar por você”, é o mantra deles.
> “Não combatemos pela justiça... Nós decidimos o que ela é.”
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# Função Principal:
Tribunal Marcial da Aliança — responsáveis por julgar, condenar e executar desertores, traidores,
nobres corruptos e qualquer um que ameace a integridade dos Dez Reinos.
Eles não seguem leis. Eles são a lei. Onde vão, instauram tribunais-relâmpago, definem culpados e
executam sentenças sem hesitar — inclusive contra comandantes de outras unidades.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 46
Reino de origem: Umbret (exilado)
Afinidade Principal: Gravidade — manipula campos gravitacionais. Pode esmagar um esqueleto
inteiro com um único gesto da mão.
Mortis é um homem velho, com olhos sem pupilas, uma balança quebrada pendendo do pescoço e
uma voz que ecoa como um sino de execução. Sua sentença é inapelável. Foi ele quem julgou e
condenou o próprio rei de Umbret por se corromper com os Vazio(Vazio) — e o lançou vivo nas
nuvens tóxicas de Garthan.
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# ⚖️ Composição da Unidade:
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# 🧿 Símbolo:
Uma balança de prata com um olho esculpido no centro. Dizem que esse olho enxerga a culpa mesmo
que você negue até a morte.
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# 📜 História Notável:
Durante a Guerra dos Traidores, a Unidade 4 julgou e executou 317 nobres de diferentes reinos por
corrupção, tortura e tráfico de crianças com os Vazio(Vazio).
Eles não pediram autorização.
Eles simplesmente apareceram, convocaram os acusados e os decapitaram no mesmo dia, no centro
da capital.
Isso quase causou uma guerra civil. Mas o veredito ficou de pé. E os reinos engoliram o sangue,
porque sabiam que a Unidade 4... nunca recua.
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Os Escribas Negros têm acesso a Artes Proibidas para tortura e extração da verdade — inclusive
técnicas ligadas às Trevas.
No fundo da fortaleza da Unidade 4 existe o Salão da Última Sentença, onde os inquisidores treinam
com fragmentos de Artes banidas.
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# 🧠 Curiosidade Carismática:
Entre eles, não se usam nomes. Todos têm títulos baseados nos pecados que mais odeiam.
Exemplo:
Executor “Ganância”
Escriba “Mentira”
Inquisidor “Covardia”
Só Mortis usa o próprio nome — como lembrete de que até o rei pode ser julgado.
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A Unidade Quatro é o martelo que pesa os dois lados. E sempre cobra o preço.
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> "Quando você ouvir os tambores ecoando... já será tarde demais. A matilha não caça em silêncio,
ela avisa que está vindo — e mesmo assim, ninguém sobrevive."
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🩸 Natureza da Unidade:
A Unidade 3 é a divisão de guerrilha e rastreamento da Academia Militar dos Dez Reinos. Eles são o
terror das florestas, selvas e nevoeiros. Nenhum exército consegue se mover em silêncio sem temer
cruzar com a matilha invisível. Cada membro foi treinado como um predador absoluto – mestres da
camuflagem, sobrevivência, rastreamento, emboscada, armadilhas e assassinatos silenciosos.
Enquanto a Unidade 1 representa a glória e luz dos heróis, e a Unidade 0 o abismo da escuridão, a
Unidade 3 representa a natureza selvagem, implacável, primal. Eles não lutam por honra, lutam
porque são programados pra caçar. Eles não só encontram seu inimigo… eles o devoram.
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🌲 Função Estratégica:
São enviados para eliminar generais antes da guerra começar, rastrear criaturas que ninguém mais
consegue seguir, ou se infiltrar em territórios inimigos sem nunca serem detectados. A Unidade 3 é
letal antes da guerra começar e indispensável quando ela termina.
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🐺 Estrutura da Unidade:
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🧠 Filosofia e Doutrina:
“A Presa é o Mundo.”
“Ou você é matilha, ou é refeição.”
“Confiança é uma armadilha. Silêncio é um aviso.”
A Unidade 3 rejeita hierarquia tradicional. Eles operam como uma alcateia – com um Alfa, um Olho
(batedor) e os Garras, os executores. Todos obedecem apenas ao instinto e à missão.
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🧿 Comandante Alfa:
Curiosidade Oculta:
Tharos foi criado por uma alcateia de lobos que dominaram as florestas proibidas de Scael’Thun. Ele
fala com bestas e odeia cidades. Ele não vê os membros da unidade como soldados… ele os vê como
sua família real. A única vez que se curvou foi diante de Harrison Blackwood, que ele chamou de
“Lobo Solitário com Sangue de Alfa”.
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🔥 Membros de Destaque:
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☠️Reputação no Mundo:
A Unidade 3 é temida até por seus aliados. Há rumores de que soldados que os acompanham em
missões nunca mais voltam os mesmos. Dizem que os Caçadores desaparecem por anos, apenas para
reaparecer com a cabeça de um inimigo impossível nas mãos.
Eles são o fim das esperanças, o medo no escuro, o farfalhar das folhas antes do ataque.
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Tharos e Harrison têm uma relação de respeito animal. Ambos entendem que não pertencem ao
mundo comum. Em combate conjunto, a Unidade 3 caça… e a Zero executa. O terror total.
Há rumores que, quando Tharos encontrou Harrison pela primeira vez, ele disse:
> “Você não é presa. Você é o próprio silêncio antes do ataque. Eu te reconheço.”
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## Título Oficial:
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A Unidade 2 é a espinha dorsal da guerra prolongada. São eles que transformam o impossível em
realidade: constroem fortalezas em campos de batalha, reparam titãs mecânicos enquanto chove
fogo do céu, e seguram linhas por semanas sem reforço ou mantimentos. Eles são os que nunca
recuam, os que cavam até o inferno e voltam de armadura.
Se a Unidade Zero é a lâmina e a Unidade Um é a luz…
a Unidade Dois é a muralha.
Indestrutível. Inquebrável. Insana.
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## ⚙️Habilidades Coletivas:
Engenharia de Guerra Rúnica: Capazes de montar fortalezas inteiras em 24h usando runas de
conjunção arcano-industrial.
Resistência Absoluta: Membros passam por mutações alquímicas e treinamento infernal para
sobreviver semanas sem comida, em ambientes tóxicos ou sem oxigênio.
Supressão Pesada: São os únicos que operam os canhões rúnicos THX-99 “Quebra-Deuses”, que
disparam projéteis mágicos que desintegram montanhas.
Combate de Cerco e Contenção: Especialistas em cercar, reduzir e absorver regiões infestadas por
monstros, Vazio(Vazio) ou forças infernais.
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📜 História:
Harkon Mournhammer era apenas um engenheiro de guerra durante o Cerco de Korg-Haddan, onde
500 mil soldados foram dizimados. Ele ficou preso com 19 mil sobreviventes numa cratera por 40 dias
sem suprimentos, sob fogo inimigo constante.
Ele construiu uma fortaleza com ossos de aliados, fundiu metais com magia negra e, quando a última
porta caiu, liderou o último ataque suicida com armamento improvisado, virando lenda.
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## 💀 Estilo da Unidade 2:
Tática de Terreno Hostil: Onde ninguém vive, eles cavam. Onde nada cresce, eles constroem.
Massacre Defensivo: São treinados para transformar defesa em massacre.
Guerra de Atrito Controlado: Eles podem morrer aos milhares — mas matam aos milhões.
Mente sobre Matéria: O lema é simples: “Corpos são apenas ferramentas. A missão é sagrada.”
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## Filosofia da Unidade:
> “Não somos heróis. Somos ferramentas quebradas, marteladas até se tornarem armas. Nós
morremos por vocês antes mesmo da guerra começar. E quando tudo cair… estaremos lá, segurando
a última linha.”
> — Juramento dos Vultures de Aço
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Todo membro da Unidade 2 recebe um implante rúnico de sacrifício, que explode o corpo numa
onda de destruição caso morra em combate, matando todos ao redor. Eles chamam isso de Última
Obra.
Os soldados veteranos são enterrados dentro das paredes de fortalezas, como parte viva da muralha.
Literalmente.
Durante as missões mais longas, os membros dormem em pé, presos em estacas, com os olhos
abertos — uma prática chamada Vigília dos Ossos.
A Unidade 2 é conhecida por sua lealdade brutal: desertores são usados como “cimento humano”
para fundações de campo.
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Unidade 0: Respeitam, mas não veneram. Dizem: “A escuridão destrói. Nós sustentamos.”
Unidade 1: Existe uma rivalidade velada. A Unidade 2 acha os ‘iluminados’ da Unidade 1 muito
“limpos e idealistas”. Já os membros da 1 acham os da 2… “selvagens de armadura”.
Demais Unidades: Servem de apoio técnico, reforço e ancoragem. São a retaguarda viva de qualquer
operação.
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📜 Origem e Função
A Unidade 1 é a primeira força oficial da Academia Aetherion, criada com um único propósito:
proteger os pilares da civilização. Eles não existem pra atacar ou dominar — existem pra defender,
impedir o caos e manter o equilíbrio. Eles foram os primeiros soldados da aliança a serem elevados ao
status de Aetherion, e por isso, carregam um código moral rígido: a ordem vem acima de tudo.
Eles representam a ordem divina, a disciplina máxima e o sacrifício consciente. Diferente da Unidade
Zero — que age nas sombras, com liberdade e alma — a Unidade 1 segue ordens absolutas. Não
hesitam. Não questionam. Eles são o escudo que nunca cai.
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👥 Composição
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Descrição:
Caelyon é o símbolo vivo do que a Unidade 1 representa: lealdade, honra, dever e autocontrole
absoluto. Treinado desde a infância em um monastério suspenso sobre o mar de Lúmerya, Caelyon
nunca soube o que é viver para si mesmo. Ele é a lança da justiça, e vive apenas para proteger os
outros.
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🔥 Habilidades Individuais
Cada membro da Unidade 1 domina um tipo específico de “escudo”, seja mágico, físico ou etéreo.
Alguns exemplos:
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A Unidade 1 desconfia totalmente da Unidade Zero. Considera os membros da 0 “cães soltos com
liberdade demais”, perigosos, instáveis. Já a Zero vê a Unidade 1 como “máquinas a serviço de um
ideal podre”. Mas no fundo, ambas sabem que se complementam.
E Caelyon respondeu:
> “Vocês são as sombras que devoram monstros... mas nós somos o que impede o mundo de virar um
deles.”
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Uniforme e Marca
Armadura branca e dourada, revestida com filigranas rúnicas que canalizam luz mágica.
Capas longas, simbolizando o peso da responsabilidade.
Símbolo no peito: Um sol radiante, com uma muralha estilizada em volta.
Cada um carrega um anel de juramento, que brilha enquanto o usuário mantiver sua palavra.
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💬 Frases marcantes:
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Fechou, vou deixar a Unidade Zero totalmente épica, na moral — eles são o ápice da força bruta,
tática e poder existencial da Aliança. “A Lâmina Final” é o nome perfeito: mortal, cortante e definitivo.
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> “Quando tudo que resta é a última estocada, somos a justiça que cai.”
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# 🎯 Função Principal:
Elite suprema encarregada de eliminar ameaças que vão além do caos comum — falamos de níveis
existenciais: Rainhas Vazio(Vazio), portais dimensionais instáveis, traidores que manipulam Artes
lendárias proibidas, e qualquer perigo que possa varrer continentes inteiros. Eles não lidam com
soldados, mas com monstros, forças sobrenaturais e crises que derrubam impérios.
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# 👑 Líder Supremo:
Idade: 19
Origem: Reino 0
Patente: Major General
Histórico: Sobreviveu e emergiu invicto do brutal Projeto ARMA ∅, programa secreto para criar
armas humanas perfeitas, onde 99,9% falhavam. Ele é a personificação da frieza absoluta e poder
bruto.
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# ⚔️Composição da Unidade:
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# 🔥 Símbolo:
Um círculo vazio (representando o vazio absoluto) com uma espada vertical cortando-o, simbolizando
a ruptura final, a última linha de defesa e o fim das ameaças.
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# 📜 História de Formação:
Surgiu na cratera da “Queda do Reino 0”, quando o mundo quase desabou por dentro. Cada reino
sacrificou seu guerreiro mais mortal para criar essa unidade suprema, capaz de virar o jogo das
maiores catástrofes. Eles NÃO passaram pela Academia — seus treinamentos vieram do campo de
batalha, forjados no fogo da guerra e no sangue.
Exemplos brutais:
Emily Frost: Uma garota que, aos 6 anos, eliminou uma família real inteira com um simples toque
gélido.
Kael Vorth: Aos 14, derrubou um Titã Vazio(Vazio) sozinho e saiu de lá sorrindo.
Lyra Veil: Mestra do controle mental e da manipulação da realidade, considerada uma das maiores
ilusionistas vivas.
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# Hierarquia Interna:
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# 🚀 Equipamento e Base:
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# 🎩 Curiosidades Carismáticas:
A cada missão, antes da ação, cada membro deixa uma marca pessoal gravada na lâmina da espada
de Harrison — uma tradição para lembrar que ali não há espaço para falhas.
Dizem que quando Harrison sorri, o vazio pisca.
As decisões da Lâmina Final são irrevogáveis — uma ordem deles é sentença de morte e
renascimento para o mundo.
🎆 O QUE É O FESTIVAL?
O Festival de Recrutamento é o evento mais brutal, grandioso e assistido de toda a Aliança dos Dez
Reinos. Acontece uma vez por ano nas arenas flutuantes de Britânia, a capital entre as nuvens. É o
único momento em que todas as 11 Unidades oficiais (da 10 até a lendária Unidade Zero) podem –
teoricamente – recrutar novos membros diretamente da Academia RAAMA.
🔥 ETAPAS DO FESTIVAL:
Um desfile militar onde cada Unidade atravessa a arena com seus membros ativos, uniformes
imponentes, e exibe o símbolo de seu Reino, sua Afinidade única e sua força de combate ao vivo. Os
Adamantinas e altos cadetes assistem do alto, enquanto o povo vibra ou treme.
• Cada Unidade tem o direito de apresentar um “espetáculo de poder”.
Tipo:
• Kael da Unidade Zero incinerando uma arena inteira com fogo carmesim.
• Tyra (Unidade 6) invocando uma tempestade real.
• Mortis (Unidade 4) esmagando uma estátua com gravidade.
É pura intimidação.
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Os 300 melhores cadetes dos ranks 5 até 1 são selecionados para o Julgamento. Eles são lançados em
uma arena em forma de coliseu invertido, chamada “A Boca do Mundo”, divididos em equipes
aleatórias, com zero preparação, e jogados contra:
• Vazio(Vazio) Juvenis, Vazio(Vazio) Mutantes e até Bestas Mecânicas.
• Arena viva, que muda de forma conforme a luta.
• Perda de membros, memória ou Mana? Totalmente possível.
Sobreviveu? Mostrou algo único? Uma Unidade pode fazer uma Proposta Pública:
— “A Unidade 2 convoca X para os Vultures de Aço.”
— “A Unidade 4 o julga digno.”
— “A Unidade 7… já o possui.”
📌 IMPORTANTE:
Se nenhuma unidade te escolhe… você retorna pro rank inferior. E com um trauma.
Substituir alguém.
Ex:
• Lúcifer desafia um membro da Unidade 1.
• Ishtar desafia Kael da Unidade Zero (spoiler: nunca volta).
• Thorsten desafia Tyra da Unidade 6 — e quase vence.
💡 Detalhe sádico: a Unidade pode recusar o duelo, mas isso rebaixa sua posição no Rank de Prestígio
da Aliança.
A ordem das Unidades não é fixa. Anualmente, elas são ranqueadas com base em:
• Número de vitórias e missões completadas.
• Quantidade de membros sobreviventes.
• Recrutamento bem-sucedido de Adamantinas ou talentos raros.
• Participação no Festival.
FECHOU, CHEFE. Aqui vai a versão final, com a Unidade Zero participando todo ano — mas nunca
recrutando ninguém. Já deixei isso com um ar assustador e lendário como merece. Segue abaixo só a
parte editada:
Ao contrário do que os ingênuos acreditam… a Unidade Zero vai todo ano ao Festival.
A plateia prende a respiração quando veem a fileira de mantos negros cruzando os portões da arena.
Harrison à frente — rosto sempre oculto. Os Nove Generais atrás, como predadores soltos numa festa
infantil.
Eles não falam. Não sorriem. Não piscam.
Eles só observam.
E então… nada.
📌 Detalhe aterrador:
Qualquer Adamantina que ousa desafiá-los em duelo direto… simplesmente desaparece da arena
antes de subir ao palco.
Sem gritos. Sem sangue.
Só uma ausência súbita.
E há quem acredite que nem os deuses saberiam dizer o que acontece com quem tenta forçar o
Vazioa abrir os braços.
🎭 AMBIENTAÇÃO
• 🎤 Narradores oficiais do evento descrevem tudo com tom épico, como se fosse o
final de um anime de guerra.
• 🎶 Trilha sonora ao vivo, orquestrada por usuários de Afinidade de Som.
• 🧬 Cadetes são monitorados em tempo real por cristal-vivo para capturar emoções,
decisões, e até pensamentos cruciais.
• 🪦 Membros que morrem no Festival têm seus nomes eternizados em um dos pilares
negros da arena: “OS QUE ESCOLHERAM LUTAR.”
💀 CONSEQUÊNCIAS REAIS
• Quebrar regras no Festival é sentença de execução instantânea (feito pela Unidade
4).
• Vencer usando Afinidade proibida pode atrair o julgamento da Unidade 1.
• Sobreviver com honra atrai patrocínio, fama… ou o convite negro.
ENCERRAMENTO: “A SENTENÇA”