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EXERCÍCIOS

O documento aborda as classes gramaticais da língua portuguesa, incluindo substantivos, adjetivos, artigos e numerais, detalhando suas definições, tipos e funções. Além disso, discute a importância da inferência na interpretação textual e como deduzir informações implícitas em um texto. O conteúdo é direcionado a alunos da 2ª série do ensino médio, com foco na leitura e análise de diferentes gêneros textuais.

Enviado por

Flaviana Costa
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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EXERCÍCIOS

O documento aborda as classes gramaticais da língua portuguesa, incluindo substantivos, adjetivos, artigos e numerais, detalhando suas definições, tipos e funções. Além disso, discute a importância da inferência na interpretação textual e como deduzir informações implícitas em um texto. O conteúdo é direcionado a alunos da 2ª série do ensino médio, com foco na leitura e análise de diferentes gêneros textuais.

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Língua

2ª Série | Ensino Médio

Portuguesa
✓ Classes Gramaticais:
Substantivo, Adjetivo, Artigo,
Numeral;
✓ As diferenças entre inferência,

6ª SEMANA compreensão e interpretação


textual: leitura e análise de texto.

D017_P: Reconhecer o gênero de um texto.


D027_P: Distinguir ideias centrais de secundárias ou tópicos e subtópicos
DESCRITOR PAEBES em um dado gênero textual.
D028_P: Reconhecer o assunto de um texto lido.

EM13LP49a/ES Perceber as peculiaridades estruturais e estilísticas de


diferentes gêneros literários (a apreensão pessoal do cotidiano nas crônicas, a
manifestação livre e subjetiva do eu-lírico diante do mundo nos poemas, a
múltipla perspectiva da vida humana e social dos romances, a dimensão política
e social de textos da literatura marginal e da periferia, da literatura juvenil
brasileira, da literatura capixaba, da literatura de autoria feminina, da literatura
das diferenças etc.) para experimentar os diferentes ângulos de apreensão do
indivíduo e do mundo pela literatura.
HABILIDADE DO EM13LP02 Estabelecer relações entre as partes do texto, tanto na produção
como na leitura/escuta, considerando a construção composicional e o estilo do
CURRÍCULO
gênero, usando/reconhecendo adequadamente elementos e recursos coesivos
RELACIONADA diversos que contribuam para a coerência, a continuidade do texto e sua
AO DESCRITOR progressão temática, e organizando informações, tendo em vista as condições
de produção e as relações lógico-discursivas envolvidas (causa/efeito ou
consequência; tese/argumentos; problema/solução; definição/exemplos etc.)."
EF69LP03 Identificar, em notícias, o fato central, suas principais circunstâncias
e eventuais decorrências; em reportagens e fotorreportagens, o fato ou a
temática retratada e a perspectiva de abordagem; em entrevistas os principais
temas/subtemas abordados, explicações dadas ou teses defendidas em relação
a esses subtemas; em tirinhas, memes, charge, a crítica, ironia ou humor
presente.

Identificar as características próprias de gêneros textuais distintos: interlocutores, contexto,


função social, finalidade.
HABILIDADE OU Reconhecer que ideias secundárias (dados, explicações, causas e consequências) são
CONHECIMENTO PRÉVIO aquelas que apoiam a ideia central;
Interpretar o texto considerando a ideia global que cada um pode apresentar, acionando
conhecimentos linguísticos e textuais.
Professor(a), é importante destacar aqui
que a gramática está dividida em cinco
partes: fonética, morfologia, sintaxe,
semântica e estilística;
Evidencie apara os alunos, ainda,
brevemente, sobre a gramática
normativa, descritiva e internalizada ou
implícita.

Antes de tudo, é importante ter em vista que a conceituação e


separação das palavras em classes ocorrem desde a Antiguidade. Muitos
dos conceitos que utilizaremos se originaram na Grécia Antiga e foram
“atualizados” ao longo dos tempos, especialmente pelos Romanos.
Atualmente, algumas teorias revisoras dos conteúdos “clássicos” até
mesmo excluem, modificam e alteram a lista tradicional das classes
gramaticais. Tenhamos em vista que a gramática não é, a gramática está –
desfazendo-se e se refazendo a todo momento.
É preciso distinguir a morfologia e a sintaxe. A morfologia, que
estudaremos aqui, diz respeito ao estudo das palavras, de suas formas, de
sua configuração, aspectos que possibilitam que sejam dividas em classes.
A sintaxe dirá respeito à organização das palavras na comunicação,
tratando da função sintática.
A gramática organiza as palavras nos seguintes grupos: substantivo,
adjetivo, artigo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição,
conjunção e interjeição; contabilizando um conjunto de dez classes
gramaticais (classes de palavras). Esta classificação possui um critério de
composição denominado, para alguns gramáticos, de critério
morfossemântico. Um dos fundamentos da organização de palavras em
classes está relacionado ao significado extralinguístico que o vocábulo
apresenta.
As classes de palavras são divididas em dois grupos principais: palavras
variáveis e palavras invariáveis. Enquanto as variáveis alteraram a sua
forma, as invariáveis não alteram.

Palavras variáveis: substantivos, adjetivos, pronomes, verbos


artigos e numerais.

Palavras invariáveis: conjunções, preposições, advérbios e interjeições.

SUBSTANTIVO

Para conceituar e definir substantivo, temos em Cunha e Cintra o


conceito de "palavra que designamos ou nomeados os seres em geral"
(2007, p. 191). E temos ainda um conceito funcional, desse autor para
essa classe, como "palavra que serve, privativamente, de núcleo do
sujeito, do objeto direto, do indireto e do agente da passiva" (idem, p.
192).

SUBSTANTIVO PRIMITIVO E DERIVADO

Os substantivos primitivos não provêm de outra palavra da língua,


pelo contrário, eles originam outras palavras. Exemplos: flor, pedra, ferro,
Bruna.
Os substantivos derivados nascem a partir da palavra primitiva. O novo
vocábulo é formado pelo processo da derivação. Exemplos: floricultura,
pedreira, ferroviário.
SUBSTANTIVO COMUM E PRÓPRIO

Substantivo comum designa as coisas de uma mesma espécie de


maneira genérica. Ex.: estado, homem, país, gato.
Substantivo próprio designa coisas de uma mesma espécie de uma
forma particular. Ex.: Espírito Santo, Alexandre, Brasil.

SUBSTANTIVO CONCRETO E ABSTRATO

Os substantivos concretos representam seres de existência


independente, reais ou fictícios. Entram, então, nessa classificação os
substantivos espirituais e lendários: foto, Deus, saci-pererê.
Os abstratos nomeiam palavras cuja existência depende sempre de um
outro ser para manifestar-se, portanto, o sonho só ocorre porque é
necessário alguém sonhar. Esses substantivos designam os nomes de
ações, qualidades, estados, sensações e sentimentos.

Ações: beijo, pesca, estudo


Qualidades: paciência, feiura, rapidez
Estados: morte, vida, mocidade
Sensações: dor, frio, mal-estar
Sentimentos: saudade, amor, inveja

SUBSTANTIVO COLETIVO

Os coletivos, também considerados substantivos comuns, nomeiam um


conjunto de seres da mesma espécie ou natureza. Embora grafados no
singular, transmitem a ideia de plural: Galera = amigos, pessoas,
torcedores; panapaná = borboletas.
GÊNERO

Os substantivos masculinos são antecedidos pelo artigo "o". Como


exemplo, temos os substantivos o lança-perfume, o tapa, o champanha, o
dó, o diabetes. Já os substantivos femininos são antecedidos pelo artigo
"a". É o caso de a agravante, a bacanal, a fênix, a alface, a ênfase, a
poetisa.
A maioria dos substantivos têm duas formas: uma para o masculino,
e outra para o feminino. São os substantivos biformes.
Eles são uniformes quando se utiliza o mesmo substantivo, escrito
da mesma forma, para falar tanto do masculino quanto do feminino. Os
substantivos uniformes são divididos ainda em:

EPICENOS: quando nomeiam animais de ambos os gêneros com o mesmo


nome, como baleia, mosca, águia;

SOBRECOMUNS: quando se refere às pessoas usando a mesma palavra,


tanto no masculino como no feminino, como cônjuge, criança,
testemunha;

COMUM DE DOIS GÊNEROS: quando se refere tanto ao masculino como ao


feminino de pessoas, objetos, animais, mas usa um artigo para diferenciar o
gênero, como em o suplente e a suplente.
ATENÇÃO:
Mudança de gênero pode indicar mudança de sentido
Há alguns substantivos que alteram o seu significado conforme a
mudança de gênero. Observe, abaixo, alguns deles.

1. A guia: formulário, manual de instrução


2. O guia: pessoa que acompanha outras pessoas.

1. O capital: bens econômicos, dinheiro.


2. A capital: principal cidade de um país, estado.

NÚMERO

Os substantivos no singular indicam um único ser, ou uma ideia


coletiva. Como exemplos temos cão, coração, amor, pai, país, grupo. Os
substantivos no plural indicam mais de um ser (com exceção dos
coletivos). Como exemplo temos cães, corações, amores, pais, países.

GRAU

Os substantivos no grau aumentativo indicam grandeza, como nos


exemplos casarão, narigão, mulherão, boqueirão. Os substantivos no grau
diminutivo indicam pequenez, como nos exemplos casinha, narizinho,
mulherzinha, boquinha. São dois os graus do substantivo: o aumentativo
e o diminutivo. Os dois podem aparecer na forma sintética, ou seja,
numa só palavra, e na forma analítica, isto é, em duas palavras.
ADJETIVO
Interprete a tirinha abaixo e discuta oralmente com seus
colegas:
1. Quais são os adjetivos presentes no texto verbal?
2. Os adjetivos encontrados derivam de substantivo? Se sim, qual(is)?

Adjetivo é a classe gramatical cuja função é classificar e


qualificar o(s) substantivo(s) que o acompanha(m) na sentença.
Os adjetivos variam em gênero e número de acordo com o(s)
substantivo(s) que qualificam. Além disso, podem variar em grau.
TIPOS DE ADJETIVOS

1. Adjetivos simples: têm apenas um radical.


Exemplos: verde, social, econômico, violeta, feio, grande.

2. Adjetivos compostos: têm mais de um radical.


Exemplos: verde-água, socioeconômico, ultravioleta.

3. Adjetivos primitivos: não derivam de nenhuma outra palavra.


Exemplos: azul, bom, grande.

4. Adjetivos derivados: originaram-se de outras palavras.


Exemplos: azulado, bondoso, grandioso.

5. Adjetivos pátrios: indicam a origem de um ser ou coisa,


podendo tratar-se do continente, país, região, estado, cidade.
Exemplos: americano, paranaense, potiguar, paulistano.

GRAU DOS ADJETIVOS

Os graus dos adjetivos são comparativo e superlativo. Eles


são utilizados para fazer comparações ou elevar as características
atribuídas aos substantivos. Exemplos: Este filme é melhor do que
o que assistimos na semana passada. (grau comparativo) Este
filme é muito bom. (grau superlativo)
Há três tipos de grau comparativo:

comparativo de igualdade: A receita dela é tão saborosa quanto


a sua.
comparativo de superioridade: A receita dela é mais saborosa
do que a sua.
comparativo de inferioridade: A receita dela é menos saborosa
do que a sua.
ARTIGO
Artigos são palavras que acompanham os substantivos,
indicando o seu número e o seu gênero. Podem ser classificados
em artigos definidos e indefinidos.

Os artigos definidos são o, a, os, as. Determinam os


substantivos de forma particular, objetiva e precisa,
individualizando seres e objetos:
Exemplo: O vizinho ganhou a loteria.

Os indefinidos são um, uma, uns, umas. Indeterminam os


substantivos, caracterizando-os de forma vaga, imprecisa e
generalizada, sem particularizar e individualizar seres e objetos:
Exemplo 1: Um vizinho ganhou a loteria.
Exemplo 2: Uma criança caiu na praça.
Outras funções dos artigos

Além de definir e indefinir substantivos, indicando o gênero e


número destes, os artigos possuem outras funções muito
importantes, como a substantivação de palavras e a distinção
entre palavras homônimas.

Função de substantivação
No processo de substantivação, os artigos criam substantivos
a partir de outras classes gramáticas, transformando, por
exemplo, adjetivos e verbos em substantivos.
Aquela menina tem um andar gracioso. (substantivação de
um verbo)
O verde da água do lago é lindíssimo! (substantivação de um
adjetivo)

Função de distinção entre homônimos


Relativamente à distinção entre substantivos homônimos, é
através do artigo que se faz a distinção entre o feminino e o
masculino da palavra e a consequente distinção entre seus
significados.
Minha cabeça está doendo.
Tiago é o cabeça da turma.

NUMERAL
Numeral é a palavra que indica quantidade, posição que um
elemento ocupa numa determinada série, múltiplo ou fração. Pode
ser classificado em:

CARDINAL: indica quantidade determinada. Exemplos: um, dois,


três, quatro, cinco, seis, etc.
ORDINAL: indica a ordem ou a posição de um elemento em uma
determinada série. Exemplos: primeiro, segundo, terceiro,
quarto, etc.

MULTIPLICATIVO: indica multiplicação. Exemplos: dobro, triplo,


quádruplo, quíntuplo, etc.

FRACIONÁRIO: indica divisão, fração. Exemplos: meio, terço,


quarto, etc. Numerais coletivos: indicam o número exato de
seres ou objetos de um conjunto. Exemplos: dúzia, cento,
milheiro, dezena, centena, década...
Leia, a seguir, alguns trechos da peça de teatro “O túnel”, de Dias
Gomes.

Agora, observe as palavras em rosa no texto. Qual é a classe


gramatical dessas palavras? Para qual finalidade essas palavras são
usadas?
O que é Inferência Textual?

Inferência significa deduzir, chegar a uma conclusão por meio do


raciocínio; significa realizar um raciocínio com base em informações
já conhecidas, a fim de se chegar a informações novas, que não
estejam explicitamente marcadas no texto.

Na leitura de um texto, precisamos inferir (deduzir) por meio das


pistas que o próprio texto deixa.

Nem sempre as informações estão escritas de forma literal no


texto. O texto pode dizer mais do que está escrito na superfície, e
ter muita coisa nas entrelinhas. Para compreender essas ideias, é
preciso raciocinar a partir do contexto.

A inferência acontece quando o leitor baseia-se nas informações do


texto para deduzir algo permitido pelo texto, permitindo extrair do
texto elementos como pistas, dados e ideias que serão parte do
processo de interpretação do texto.

Exemplos de Inferências Textuais

Considere a seguinte situação: João passa em frente a minha casa


todos os dias para ir ao trabalho. Hoje ele não passou e então eu
digo: “João não foi trabalhar”.
Por que eu chego a essa conclusão? Porque fiz uma inferência. João
pode mesmo não ter ido trabalhar, mas também pode ter seguido
para o trabalho por outro caminho. Eu vi uma parte do todo e tirei
conclusões apressadas sobre o todo. Isso é inferência e ela poderá
levá-lo a conclusões erradas e a problemas de comunicação.

EXEMPLO DE INFERÊNCIAS DE UMA CHARGE

Primeiro, você deve observar as imagens: um homem e uma


mulher digitando em um computador. O homem está digitando
com um dedo só (o que mostra que ele não tem muita experiência
nisso). Ele usa óculos, tem bigode, e os dois usam roupas
comportadas. Você já deve ter inferido:

- O homem e a mulher são casados;


- Não são experts em uso de computadores;
- Os dois são adultos.

Até a leitura desta parte você inferiu:


O homem e a mulher possuem um filho;
- Esse filho está longe deles, por isso estão escrevendo um e-mail.

Porém, o autor quebrou com a inferência que você criou até aqui!
Veja: "Por favor, desligue seu computador e desça para comer
alguma coisa. Com amor, Papai."

Chegando a uma Conclusão sobre a Inferência da


Charge
Provavelmente você entendeu essa jogada do autor. Mas ainda
existe algo por trás dessa charge que lemos: uma crítica.

Pense nessas questões:

- Como é a relação entre pai, mãe e filho nessa família?


- Será que eles têm muito contato uns com os outros?
- Será que os pais passam tempo com o filho e vice-versa?
- É normal os pais escreverem um e-mail chamando o filho para o
jantar?
- Será que o filho é mais antenado à tecnologia que os pais?
- Já chegou a uma conclusão?

Concluindo sobre a Inferência da Charge


Com essa charge, por meio do humor, o autor está criticando a
forma como A TECNOLOGIA ESTÁ AFASTANDO AS PESSOAS,
inclusive nas relações familiares.

Para chegar a essa conclusão você precisou fazer inferências, ativar


o seu conhecimento de mundo e levantar hipóteses. Para
realmente interpretar um texto é preciso sempre fazer isso!

Agora, siga em frente na charge buscando inferências do texto verbal. Peça ajuda
aos colegas e professor(a), se precisar!
O que é compreensão de texto?

A compreensão faz uma análise objetiva do texto, buscando


decodificá-lo e verificar o que realmente está escrito, assimilando as
principais palavras e ideias presentes no conteúdo e coletando
dados e informações concretas.

De maneira geral, os enunciados de questões que pedem a


compreensão de um texto utilizam as seguintes expressões:
O autor afirma que…
O autor sugere…
Segundo o texto…
O autor/narrador do texto diz que…
O texto informa que…
No texto…
De acordo com o autor…
Na opinião do autor do texto…
Tendo em vista o texto…
O autor sugere ainda…
De acordo com o texto…

O que é interpretação de texto?

Já a interpretação de texto trata-se daquilo que podemos concluir


sobre ele, estabelecendo conexões entre o que está escrito e a
realidade. Essas conclusões são feitas analisando as ideias do autor,
sendo que essa análise é subjetiva.

A interpretação de um texto requer:


Existência de conhecimento prévio quanto ao assunto/conceito
abordado no texto;
Aquisição de conteúdos por parte do leitor que possibilitem uma
interpretação mais abrangente;
Apreciação pessoal e crítica por parte do leitor já que, de alguma
forma, a interpretação sempre depende das considerações feitas
por quem está lendo o texto.

De forma geral, os enunciados de questões que pedem a interpretação


de um texto utilizam as seguintes expressões:
Conclui-se do texto que…
O texto permite deduzir que…
Diante do que foi exposto, podemos concluir…
Qual a intenção do autor quando afirma que…
O texto possibilita o entendimento de que…
Infere-se do texto que…
Com o apoio do texto, infere-se que…
O texto encaminha o leitor para…

Para melhor fixar o aprendizado, apresentamos esta tabela simples


que demonstra a diferença de compreensão e interpretação.
ATIVIDADES
Leia atentamente a crônica abaixo:
Entendendo a crônica:

1 – Assinale a alternativa correta que indica inferência em


relação à crônica de Rubem Braga.
a) Somente pessoas tristes é que despertam com melodias
esquecidas dentro da alma de alguém.
b) As palavras têm, às vezes, o poder de nos irritar em
qualquer etapa da vida.
c) As nossas remotas esperanças precisam de um sorriso de
princesa que vive num reino muito distante.
d) À semelhança da narrativa do autor, determinada palavra
pode nos remeter ao passado e trazer momentos de alegria na
vida.
e) Pessoas que não sabem viver em voz alta são hostis e cheias
de mágoas, por isso uma frase espontânea não lhe faz bem
algum.

2 – O cronista qualifica seu ofício de “imprudente”. O ofício de


cronista é imprudente porque:
a) É obrigado a viver em voz alta.
b) Tem de escrever muito.
c) Pode ferir alguém.
d) Pode ajudar alguém.

3 - Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum


poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de
alguém. O cronista revela que sua fala ou escrita pode conter
algo escrito por “algum poeta antigo”. Ao fazer essa revelação, o
cronista se refere ao seguinte recurso:
a) Polissemia.
b) Pressuposição.
c) Exemplificação.
d) Intertextualidade.
4 – O episódio do canário traz uma contribuição importante para
o sentido do texto, ao estabelecer uma analogia entre a palavra
do escritor e a música assobiada pela amiga. A inserção desse
episódio no texto reforça a seguinte ideia:
a) A intolerância leva o artista ao isolamento.
b) A arte atinge as pessoas de modo inesperado.
c) A solidão é remediada com soluções artísticas.
d) A profissão envolve o artista com conflitos desnecessários.

5. Para o autor Rubem Braga, escrever crônicas é:


a) Ser conhecido por todo mundo.
b) Não conseguir esconder nada de ninguém.
c) Contar aos outros suas experiências pessoais.
d) Mentir sobre tudo o que pensa e sente.

Leia a tira de Mafalda a seguir:


6. Na tirinha, o elemento responsável pelo humor é
a) o indicador do desemprego que atinge muitas pessoal.
b) a indignação de Mafalda no final da tirinha, ao querer
desmembrar o dedo indicador de seu corpo.
c) a mudança no formato dos balões, especificamente no 3º.
d) a quebra de expectativa no texto causada pelo duplo
sentido do indicador.
e) a inquietude da personagem diante de sua reflexão.
Texto para responder as questões 7 e 8:

7. A charge acima satiriza o governo norte-americano (EUA)


em relação à guerra na Ucrânia, a partir de:
a) Os EUA se colocarem contra a invasão da Rússia na Ucrânia.
b) Do fato de os EUA condenar uma guerra e ao mesmo tempo
não citar as guerras em que já se envolveu contra outros
países.
c) A informação de que os EUA apoiam a Ucrânia na guerra.
d) O fato de os EUA serem vistos pelo resto do mundo como
um país solidário.
e) A questão de os EUA enviarem apoio militar à Rússia e à
Ucrânia na guerra.
8. A palavra “veementemente” na charge pode ser substituída
sem alterar o sentido do texto por:
a) impetuosamente
b) indolentemente
c) geralmente
d) inconstitucionalmente
e) moderadamente
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES

1. d
2. a
3. d
4. b
5. b
6. d
7. b
8. a
Material extra

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palavras.

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