VB-MAPP
(PROGRAMA DE AVALIAÇÃO E
ADEQUAÇÃO DE MARCADORES
DE COMPORTAMENTO VERBAL)
JÉSSICA DINIZ
PEDAGOGA
NEUROPSICOPEDAGOGA/ PSICOPEDAGOGA
ANALISTA DO COMPORTAMENTO
MESTRANDA EM EDUCAÇÃO
Operantes Verbais
• O Comportamento Verbal é um
tipo de comportamento operante
• É um comportamento
estabelecido e mantido por
reforçamento (depende de suas
consequências)
• Ver o comportamento verbal
como função
• Portanto, o comportamento
verbal, como qualquer
comportamento operante, tende
a ocorrer apenas no contexto em
que tem probabilidade de ser
reforçado
• Skinner (1957) definiu
comportamento verbal como
comportamento operante que
exige a presença de outra
pessoa para ser reforçado.
Falante e Ouvinte
O Comportamento Verbal requer um falante e um
ouvinte: episodio verbal.
- Ouvinte: pessoa que reforça o comportamento
verbal do falante.
- O reforçamento mediado requer que a pessoa tenha
sido especificamente treinada para reforçar o falante
(“entende-lo”; emitir respostas funcionalmente
relacionadas).
Precisamos ensinar as
crianças a reagir
apropriadamente aos
estímulos verbais trazidos
pelos falantes e a se
comportar verbalmente como
falantes
Operantes Verbais
Skinner analisou o
comportamento
verbal em unidades
de análises baseadas
nas relações
funcionais entre
antecedentes e
consequências.
1. MANUAL DO INSTRUTOR E GUIA DE
NIVELAMENTO (VB MANUAL AND
PLACEMENT GUIDE)
2. CADERNO DE REGIDTRO CHAMADO DE
PROTOCOLO (VB-MAPP INDIVIDUAL CHILD
PROTOCOL).
AMBIENTE DE TESTAGEM
QUEM PODE AVALIAR?
• Fazer uma avaliação da linguagem não é um processo fácil.
• Existem alguns pré-requisitos necessários para que possa realizar a avaliação.
1) Conhecimento básico da análise de comportamento verbal de Skinner;
2) Conhecimento de Análise do Comportamento. Por exemplo, conhecer as sutilezas
dos vários tipos de dicas e ajudas
possíveis e ser capaz de identificar se a resposta da criança está sendo controlada.
Esse conhecimento é essencial, por exemplo, para determinar quais habilidades a
criança realmente aprendeu;
QUEM PODE AVALIAR?
3) Familiaridade com a estruturas básica da linguagem;
4) Conhecimento do desenvolvimento típico da linguagem de crianças;
5) Ter adquirido um bom entendimento sobre o quadro do autismo e outros tipos de
atrasos do desenvolvimento.
***Finalmente, como em qualquer instrumento de avaliação de linguagem, é
fundamental a leitura e o estudo do manual, bem como, a prática em aplicá-lo.
IDADE DE DESENVOLVIMENTO
DIVIDIDOS EM TRÊS NÍVEIS:
• (0 -18 meses)
• (18-30 meses)
• (30- 48 meses)
DICAS PARA O AVALIADOR:
1. Antes de começar a avaliação a família da criança deve completar um questionário
sobre os reforçadores da criança;
2. Estabeleça vínculo com a criança;
3. Mantenha o controle dos itens testados e dos reforçadores;
4. Reforce respostas corretas;
DICAS PARA O AVALIADOR:
4. Reforce comportamentos desejados;
5. Utilize tanto itens preferidos quanto novos que possam interessar a criança;
6. Sorria no momento em que elogia a criança;
7. Escolha atividades reforçadores e itens típicos para a idade da criança;
8. Quando testar o repertório inicial de mando, siga a motivação (OM) da criança;
DICAS PARA O AVALIADOR:
9. Mostre um nível apropriado de entusiasmo;
10. Conceda tempo para pequenos intervalos;
11. No momento do intervalo não permita que a criança brinque com os itens mais
reforçadores;
12. Reconheça e responda apropriadamente as gestos e vocalizações espontâneos;
DICAS PARA O AVALIADOR:
13. Mantenha o processo interessante e pareie itens reforçadores com você ao entregá-los
de forma divertida e envolvente.
14. Intercale tarefas conhecidas com outras mais desafiadoras;
15. Evite dicas em excesso quando a avaliação é conduzida;
16. Dê à criança de 3 a 5 segundos para responder se necessário;
DICAS PARA O AVALIADOR:
17. Repita a explicação da tarefa ou a pergunta de 2 a 3 vezes se necessário;
18. Use os procedimentos de dicas da menos intrusiva para a mais (least – to
most) para avaliar o nível de habilidade da criança;
19. Sempre finalize um período de avaliação ou a sessão com uma resposta
correta e de forma positiva.
COMPONENTES:
1. AVALIAÇÃO DE MARCOS
2. AVALIAÇÃO DE BARREIRAS
3. AVALIAÇÃO DE TRANSIÇÃO
4. ANÁLISES DE TAREFAS E HABILIDADES DE SUPORTE
5. PEI – DIREÇÕES E METAS PARA O PROGRAMA DE ENSINO
INDIVIDUALIZADO
AVALIAÇÃO DE MARCOS
AVALIAÇÃO DE MARCOS
O componente Avaliação de Marcos foi delineado para
identificar as habilidades de linguagem existentes (e
relacionadas) em crianças autistas ou com outros atrasos do
desenvolvimento (embora possa ser útil para adolescentes e
adultos com habilidades limitadas de linguagem).
Apresenta os marcos que são avaliados em cada um dos 3 níveis.
A cores diferentes mostram as habilidades avaliadas em cada nível.
MANDO
• O mando refere-se à habilidade de pedir e requisitar.
Ex.: Pedir por reforçadores desejados. Pedir por sapatos, pois você quer seus sapatos para
sair de casa. Mandos podem também ser emitidos para remover itens ou atividades
indesejáveis (por exemplo, PARE !)
TATO
• Este é um tipo de linguagem onde a criança nomeia coisas, ações, atributos, entre outros
que estão a sua volta.
• Nomear ou identificar objetos, ações, eventos etc. Dizer “sapatos”, pois você vê seus
sapatos.
RESPONDER DE OUVINTE
• Esta habilidade envolve tanto prestar atenção, atender a outra pessoa, e responder ao
comportamento do falante. Assim, a criança demonstra uma compreensão do que é dito.
Tarefas nesta área começam de forma bastante simples e gradualmente evoluem em
complexidade. O objetivo de programação nesta área é identificar a capacidade da criança
entender as palavras dos outros.
PEFORMACE VISUAL E EMPARELHAMENTO
COM MODELO:
• Essa habilidade objetiva-se identificar se a criança possui capacidade de percepção visual
quando aplicadas a uma série de tarefas, sobretudo, as tarefas de emparelhamento com o
modelo. O objetivo desse programa é identificar a habilidade de percepção visual da
criança e com eles se relacionam com a correspondência de alguns modelos.
BRINCAR INDEPENDENTE
• Brincadeira independente tem o intuito de que a criança possa se engajar e brincar sozinho,
ou seja, permite a criança ter tempo livre produtivo e modela uma série de habilidades
importantes (coordenação entre olhos e as mãos, brincadeira de causa e efeito e
discriminação visual).
COMPORTAMENTO SOCIAL E BRINCAR
• Esta é uma avaliação do desenvolvimento social. Examina as habilidades sociais
e o comportamento social da crianças.
IMITAÇÃO MOTORA
• A imitação motora representa a capacidade da criança de
repetir um comportamento modelado por outra pessoa. As
habilidades de imitação motora são visuais na aprendizagem
da linguagem, comportamento social, atividades de grupo,
entre outros.
• Copiar os movimentos motores de alguém (como na
linguagem de sinais). Bater os punho juntos depois que
alguém bateu os punhos juntos (o sina para “sapatos”).
COMPORTAMENTO VERBAL
ESPONTÂNEO
• Brincadeiras vocais e balbucios são extremamente importantes para o desenvolvimento da
linguagem. Balbuciar fortalece os músculos vocais e torna possível o controle dos músculos para a
criança, além de fortalecer a emissão de sons específicos, que eventualmente, irão se transformar em
palavras.
• Vocalização de sons e pequenas palavras espontaneamente
ECÓICO
• Este é um tipo de linguagem em que a criança repete as palavras que lhe estão sendo
ditas. A capacidade ecóica é considerada essencial par o desenvolvimento da
linguagem.
• Repetir o que se ouve. Dizer “sapatos” após alguém dizer “sapatos”.
ECÓICO – TESTE
(FALTA INCLUIR O TESTE “ESSA” AQUI... )
RESPONDER DE OUVINTE POR FUNÇÃO,
CARACTERISTICA E CLASSE
• Este é um conjunto mais avançado de habilidades de resposta do ouvinte onde a
criança é capaz de compreender palavras mais complexas e abstratas, sentenças e
frases faladas por outros.
• CHUTAR
• LARANJA
• REDONDA
ROTINA DE CLASSE E HABILIDADES EM
GRUPO
• Esta área mede várias habilidades importantes, incluindo a capacidade de imitar
os amigos, seguir instruções em grupo, habilidades de auto ajuda, grau de
dependência de pistas (ajuda) e independência.
INTRAVERBAL
• Responder perguntas ou conversar quando as suas palavras são controladas por
outras palavras. Dizer, “sapatos”, pois alguém disse, “o que você usa nos seus
pés?”
ESTRUTURA LINGUÍSTICA
• Esta área mede a aquisição mais sofisticada de palavras, frases e estruturas de sentenças.
Especificamente, avalia a articulação, o tamanho do vocabulário, o comprimento médio
das expressões, a sintaxe apropriada e os modificadores de substantivos e verbos.
LEITURA
• Ler palavras escritas. Dizer “sapatos”, pois você vê a palavra escrita “sapatos”
ESCRITA
• Escrever traços, seu próprio nome letras do alfabeto
• Escrever a palavra “sapatos”, pois alguém a escreveu.
MATEMÁTICA
• Há um espectro abrangente de competências que compõem o que é normalmente
chamado de habilidades matemáticas. Por exemplo, as primeiras habilidades podem
envolver mensurar, contar, identificar números específicos, tatear números, combinar
quantidades dos itens com seus respectivos números, etc.
FORMAS DE MEDIR
• Teste Formal (T): Consiste em apresentar uma tarefa para a criança e registrar suas
repostas.
• Observação (O): Consiste em verificar se uma habilidade ocorre em situações ambientais
variadas sem a apresentação formal de alguma instrução por parte do avaliador.
• Teste formal ou observação (T/O): Nesse caso o avaliador pode obter os dados relevantes
através do teste formal ou da observação direta da criança.
• Observação cronometrada (OC): A resposta alvo deve ocorrer num período de tempo
determinado.
FORMAS DE PONTUAÇÃO
0 – Não atingiu o objetivo do marco
½ - Atingiu metade do marco
1 – Atingiu o marco em sua totalidade
AVALIAÇÃO DE
BARREIRAS
IDENTIFICAÇÃO DE BARREIRAS:
1. A avaliação de potenciais barreiras de aprendizagem deve ser conduzida
simultaneamente com a Avaliação de Marcos;
2. Alguns problemas podem ser bastante óbvios e são relatados facilmente pelos pais
ou outras pessoas que conhecem a criança;
3. Problemas mais sutis (mandos comprometidos, dependência de dicas, incapacidade
de generalizar) exigem um profissional treinado.
1. COMPORTAMENTOS PROBLEMA
Comportamentos auto lesivo e heterolesivos bater, chutar, morder, beliscar e
cuspir.
Comportamentos que podem colocar a criança em risco ou o outro, é importante
identificar a função e um plano de intervenção.
2. FALTA DE CONTROLE INSTRUCIONAL
É quando a criança se esquiva ou foge da demanda solicitada.
Ao ser feito um pedido por um adulto a criança pode olhar para o lado e não
responder, ou mesmo apresentar comportamentos disruptivos.
Acabam escapando da atividade indesejada e tendo seu comportamento reforçado.
3. MANDOS COMPROMETIDOS
Algumas habilidades crianças apresentam dificuldades em solicitar os itens,
pessoas, lugares do seu interesse ou de remover alguma situação indesejada.
4. TATO COMPROMETIDO
Mesmo para as crianças que vocalizam, muitos apresentam dificuldades de
nomear verbos, adjetivos, preposições, pronomes e estados emocionais, e
podem apresentar “tatos decorados”.
5. ECÓICO COMPROMETIDO
A dificuldade de repetir as palavras é uma barreira para o futuro desenvolvimento
da linguagem, sendo de suma importância a estimulação do ecoico.
6. IMITAÇÃO COMPROMETIDA
Essa habilidade é fundamental no processo de desenvolvimento das crianças
pois aprendemos por imitação, temos como pré-requisito o contato visual e
coordenação motora fina ou ampla.
7. EMPARELHAMENTO COM MODELO
COMPROMETIDO
Habilidades de atentar-se aos estímulos e saber diferencia-los. Exige atenção
visual, rastreamento, controle múltiplo de estímulos e resposta múltipla.
8. HABILIDADES DE OUVINTE
COMPROMETIDA
Habilidade de atentar-se ao falante e demonstrar discriminação e
seguimento de instruções. Exige pré-requisitos como contato visual e
permanecer próximo e a ausência desses comportamentos é uma barreira de
aprendizagem.
9. INTRAVERBAIS
COMPROMETIDOS
É a capacidade de responder a perguntas, completar músicas e a manutenção de um
diálogo. Mais difícil de ser ensinada e a mais provável de estar comprometida pois a
resposta deve ficar sob controle de diversos estímulos verbais que são constantemente
modificados.
10. HABILIDADES SOCIAIS
COMPROMETIDA
Nessa barreira, a criança tem dificuldade em aprender regras sociais por
serem vastas, complexas e inconstantes.
11. DEPENDENTE DE DICAS
A dica permite que a pessoa responsa corretamente, ela evita o erro e
permite o acesso ao reforçador.
12. RESPONDE POR ADVINHAÇÃO
(CHUTAR)
Comportamento de tentar adivinhar as respostas correta emitindo inúmeras
palavras ou indicações.
13. RASTREAMENTO
COMPROMETIDO
Rastreio significa olhar atentamente para um arranjo de estímulos.
14. DISCRIMINAÇÃO CONDICIONAL
FALHA
A discriminação condicional envolve ao menos 3 contingências combinadas de três
termos, em que um estimulo modifica o significado do outro.
As crianças que apresentam dificuldade na linguagem demonstram dificuldades
nesses comportamentos, especialmente se envolver múltiplos estímulos verbais e
não verbais, como no caso de ouvinte por função, característica e classe, intraverbal e
outros.
15 . FALHA EM GENERALIZAR
É ensinado mas muitos têm dificuldades em generalizar o que foi aprendido
sob novas condições ou falham em variar suas respostas.
Podem ocorrer para alguns comportamentos e outros não.
16. MOTIVADORES FRACO
A motivação é uma variável única para cada indivíduo, é aprendida e transforma-se
ao longo do desenvolvimento infantil. Contudo, muitas crianças com TEA e com
outros atrasos têm uma quantidade de motivadores e interesses muito restrito e/ou
atípicos.
17. CUSTO DA RESPOSTA X OMS
Outra barreira comum é a perda do interesse rápida da criança em um reforçador quando ela
deve se esforçar para obtê-lo. Então quando existe uma demanda em que a criança deve
realizar para depois ganhar o item, ela desiste.
18. DEPENDENTE DE REFORÇAMENTO
No início do ensino do comportamento, o contínuo é necessário para manter o
engajamento e aumentar a probabilidade de ocorrência da resposta no futuro. Mas com
o tempo é preciso que o reforço se torne intermitente, desenvolvendo “Persistência” .
Portanto não podemos manter um esquema de reforço contínuo para criança não ficar
dependente de reforçador, correndo o risco de perder o comportamento adquirido ou
não generalizar.
19. AUTO-ESTIMULAÇÃO
São os comportamentos estereotipados. São difíceis de serem reduzidos ou
eliminados, pois o reforço é o próprio comportamento, sendo automático.
20. DIFICULDADES ARTICULATÓRIAS
Pode gerar comportamentos disruptivos, dificuldade na interação social e na
linguagem.
Nesse caso intervenção fonoaudiológica e a implementação de uma
comunicação alternativa é importante.
21. COMPORTAMENTOS OBSESSIVOS
COMPUSSIVO
Comportamento muito restrito, ao ponto de ser obsessivo com relação a
alguns aspectos do ambiente, como por exemplo tipo de roupa, mesmo
caminho, tipos de alimento ou rotina rígida.
22. HIPERATIVIDADE
Algumas crianças apresentam transtorno no déficit de atenção ou hiperatividade, com
altas taxas de comportamento motor como correr, saltar, escalar, não conseguir brincar
em silêncio e com dificuldades em atentar aos estímulos e ás tarefas diárias.
Esses comportamentos interferem na aprendizagem , o desenvolvimento social e a
linguagem.
23. FALHA EM MANTER O CONTATO
VISUAL
O contato visual está relacionado à interação, ao desejo de ganhar atenção
do outro e de se comunicar.
24. DEFESA SENSORIAL
Algumas crianças apresentam hipersensibilidade a inúmeros tipos de estímulos sensoriais,
como sons, texturas, movimento e isso gera comportamentos que interrompam o estimulo
aversivo como tapar os ouvidos, retirar as roupas, os sapatos, esfregar ou limpar as mãos, não
gostar do movimento.
Nesses casos é importante uma avaliação funcional para determinar a função desses
comportamentos, já que existem outras variáveis envolvidas.
AVALIAÇÃO DE
TRANSIÇÃO
Contém 18 áreas que conjuntamente contribuem para avaliar se a criança está apresentando
progresso significativo que permita a continuidade do seu ensino em um ambiente menos
restritivo e mais convencional (regular) de aprendizado. Compreender um resumo das
pontuações de outras áreas do vb-mapp.
18 áreas na avaliação de transição
1 Desempenho geral na avaliação de marcos
2 Desempenho geral na avaliação de barreiras
3 Presença de comportamento negativo e falha no controle instrucional
4 Pontuação de rotina de classe e e habilidades de grupo
5 Pontuação de habilidades sociais e de brincar
6 Trabalho independente em atividades acadêmicas
7 Generalização das habilidades
8. Variedade dos itens e eventos que funcionam como reforçadores
9 Taxa de aquisição de novas habilidades
10 Retenção e manutenção de novas habilidades
11 Aprendizado em ambiente natural
12 Demonstra transferência entre os operantes verbais sem treino
13 Adaptação a mudança
14. Comportamento espontâneo
15 Brincadeira independente e habilidades de tempo livre
16 Habilidades de auto cuidado em geral
17 Habilidades de toalete
18 Habilidades de alimentação
Pontuação de transição
Escala de 01 a 05 – Desejável pontuação alta
Pontuação 1 e 2 – Criança precisa de suporte máximo e de ambientes com suporte constante
Pontuação 3 e 4 – Criança precisa de suporte moderado
Pontuação 5 – Suporte mínimo necessário
ANÁLISE DE TAREFAS E
HABILIDADES DE
SUPORTE
Divide a aquisição de uma determinada habilidade mais complexa (definida na avaliação de
marcos) em outras etapas, de forma que a criança consiga adquirir a habilidade em sua
totalidade.
A ANALISE CONTEM UMA AMPLA SÉRIE DE COMPONENTES AUXILIARES PARA ÁREA ALVO
IDENTIFICADAS DEPOIS QUE A AVALIAÇÃO DE MARCOS ELA É EFETUADA.
A SELEÇÃO DE ANÁLISE DE TAREFAS E HABILIDADES DE SUPORTE ESTÁ ORGANIZADA DE
ACORDO COM OS TRÊS NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO DA AVALIAÇÃO DE MARCOS,
INCLUSIVE RESPEITANDO O CÓDIGO DE CORES PARA FACILITAR O CASAMENTO ENTRE OS
COMPONENTES.
PEI -
DIREÇÃO E METAS PARA
PROGRAMAS DE ENSINO
INDIVIDUALIZADO
Apresenta sugestões para elaboração do Plano de Ensino Individualizado da criança