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Resumos Raciocínio Lógico

O documento é uma apostila sobre raciocínio lógico, focada em conceitos fundamentais como proposições, conectivos lógicos, e a linguagem dos conjuntos. Ele aborda a lógica matemática, suas regras e a construção de tabelas verdade, além de discutir argumentos válidos e a relação entre conjuntos. O material é destinado a preparação para concursos e é protegido por direitos autorais.
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Resumos Raciocínio Lógico

O documento é uma apostila sobre raciocínio lógico, focada em conceitos fundamentais como proposições, conectivos lógicos, e a linguagem dos conjuntos. Ele aborda a lógica matemática, suas regras e a construção de tabelas verdade, além de discutir argumentos válidos e a relação entre conjuntos. O material é destinado a preparação para concursos e é protegido por direitos autorais.
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PREPARATÓRIO

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APOSTILA

RACIOCÍNIO LÓGICO
PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

FOCO NA
Compartilhar material digital sem
autorização ou fazer reprodução é
CRIME.

Material protegido pela lei n.9 610, de


19 de fevereiro de 1998
SUMÁRIO

1→ Noções básicas da lógica matemática: proposições, conectivos, equivalência e


implicação lógica, argumentos válidos, problemas com tabelas e argumentação.
2→ Linguagem dos
conjuntos: 2.1→ Notação e representação de conjuntos; 2.2→ Elementos de um conjunto e relação de
pertinência; 2.3→ Igualdade de conjuntos; 2.4→ Relação de inclusão; 2.5→ Subconjuntos; 2.6→ Conjunto
unitário; 2.7→ Conjunto vazio; 2.8→ Conjuntos das partes; 2.9→ Formas e representações de conjuntos;
2.10→ Conjunto finito e infinito; 2.11→ Conjunto universo; 2.12→ Operações com conjuntos; 2.13→ União.

FOCO NA

3
FOCO NA
Lógica Matemática Princípios que regem as Proposições:
1. Princípio da Identidade: Uma proposição Verdadeira
é Verdadeira, e uma proposição Falsa é Falsa
A lógica matemática é uma subárea que desdobra-se na
2. Princípio do Terceiro Excluído: Uma proposição ou é
análise das proposições, a fim de verificar se uma
verdadeira ou falsa não existindo uma terceira
afirmação é verdadeira ou falsa.
possibilidade.
3. Princípio da Não-Contradição: Uma proposição não
pode ser verdadeira e falsa simultaneamente.

Representação das proposições: As proposições são


representadas por letras minúsculas. Geralmente “p”, “q”,
“r” e “s”.
A princípio, a lógica era ligada à filosofia, tendo sido
Vejamos: “Brasília é a capital do Brasil”, pode ser
iniciada por Aristóteles (384-322 a.C.) que se baseava na
representada por “q”, e seu valor lógico por; Val(q)= V
teoria do silogismo, ou seja, em argumentações válidas.
A lógica só passou a ser uma área da Matemática a partir
CONECTIVOS
dos trabalhos de George Boole (1815-1864) e Augustus
de Morgan (1806-1871), quando eles apresentaram os
Os conectivos lógicos são palavras ou símbolos que
fundamentos da lógica algébrica.
conectam proposições simples para formar proposições
compostas.
Noções básicas da lógica matemática:
Na proposição "O céu é azul e as nuvens são brancas" o
elemento e é um conectivo que une duas proposições, já
PROPOSIÇÕES
na proposição "O céu não é azul" o conectivo não
modifica a proposição.
É uma sentença declarativa, seja ela expressa de forma
afirmativa ou negativa, na qual podemos atribuir um
Tabela verdade é um instrumento lógico que contém
valor lógico “V” (verdadeiro) ou “F”(falso). Uma proposição
todos os valores lógicos de uma proposição composta. A
também pode ser expressa por símbolos. Vejamos
construção de uma tabela verdade para uma proposição
alguns exemplos:
composta envolve os valores lógicos das proposições
simples que a compõem e as operações lógicas entre
Brasília é a capital do Brasil – É uma sentença declarativa
essas proposições.
expressa de forma afirmativa. Podemos atribuir um valor
lógico, como a sentença é verdadeira seu valor lógico é
Principais conectivos da tabela verdade:
“V”.
Os conectivos (ou operadores) lógicos são símbolos ou
A argentina não é um país pertencente ao continente
palavras associados a operações que conectam uma
Africano – É uma sentença declarativa expressa na forma
proposição simples com outra proposição simples para
negativa. Podemos atribuir um valor lógico, como a
produzir uma proposição composta.
sentença é verdadeira, seu valor lógico é “V”.
Todos os homens são mortais – É uma sentença
Há cinco principais conectivos, cujos operação, símbolo e
declarativa expressa na forma afirmativa. Podemos
significado estão indicados no quadro abaixo.
atribuir um valor lógico, como a sentença é verdadeira,
seu valor lógico é “V”
10 é um número par positivo – É uma sentença
declarativa expressa na forma afirmativa. Podemos
atribuir um valor lógico, como a sentença é verdadeira,
seu valor lógico é “V”
7+5 = 10 – É uma sentença declarativa expressa na
forma afirmativa .Podemos atribuir uma valor lógico,
como a sentença é falsa, seu valor lógico é “F”.
x -2=5 – Não é uma proposição, pois não sabemos o
Modo de ler:
valor da variável “x”, ou melhor, não podemos atribuir
um valor lógico “V” ou “F”. Porém para “torná-la”
~ p — “não p”
proposição bastaremos usar os chamados
quantificadores.
p ˄ q — “p e q”

p ˅ q — “p ou q”

p→q — “se p então q”

p↔q — “p se e somente se q”
Para todo x, x pertencente aos Z (números inteiros) , x-
Observação: A bicondicional é o resultado da operação
2=5. É uma proposição pois agora podemos atribuir-lhe
condicional nos dois sentidos, ou seja, p↔q significa p→q
um valor lógico, porém sabemos ser falsa uma vez que
e q→p.
apenas o número “7” torna a sentença verdadeira.
Agora que sabemos o que são proposições,
automaticamente as sentenças que não são proposições
são;
Sentenças Interrogativas: Ex; “Como você se chama”?
Sentenças Imperativas: Ex; ”Venha aqui rápido.”
Sentenças Exclamativas: Ex; “Opa!”
4
Poemas
Sentenças abertas: Como já fora dito; Ex ;” x <7”
Como funciona a tabela verdade? EQUIVALÊNCIA E IMPLICAÇÃO LÓGICA
Na primeira linha da tabela verdade são indicadas todas
as proposições cujos valores lógicos desejamos analisar, Dizemos que duas proposições “p” e “q” são equivalentes
além das respectivas operações entre elas. Cada linha da se os resultados de suas tabelas-verdade são idênticos
tabela verdade apresenta a relação entre os valores (ou seja, as colunas com os valores de p e q são iguais).
lógicos das proposições da primeira linha. Para dizer que “p” e “q” são equivalentes, escrevemos “p =
q”. Um exemplo simples está na dupla negação, ~(~p),
A fim de construir uma tabela verdade para qualquer equivalente a p. Observe a tabela seguinte:
proposição composta, é necessário conhecer as tabelas
verdades das operações fundamentais, oriundas dos
principais conectivos lógicos. Vejamos quais são essas
tabelas verdade, obtidas pelas regras do cálculo
proposicional.

Tabela verdade da negação


Equivalências lógicas básicas
Dada uma proposição simples p, o valor lógico da
O início da nossa lista contém equivalências diretas e
proposição ~ p é o contrário do valor lógico de p. Assim,
intuitivas quando associadas a propriedades e
se p é verdadeira, ~ p é falsa; e se p é falsa, ~ p é
equivalências usadas na própria álgebra. As duas
verdadeira.
primeiras, de certa forma, tratam de “redundâncias” no
emprego de construções lógicas:

FOCO NA
Suponha que P seja a proposição “Pedro é ótimo aluno”.
Assim, a proposição composta “Pedro é ótimo aluno e
Pedro é ótimo aluno” pode ser resumida em “P: Pedro é
Tabela verdade da conjunção
Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição ótimo aluno”.
p ˄ q é verdadeiro apenas quando ambas as proposições É um pouco (muito!) estranho pensar nesse tipo de
são verdadeiras. construção, mas a lógica matemática possui ferramentas
para tratá-las.

A ideia é a mesma que fora apresentada acima e agora a


redundância está no uso do conectivo “ou” para duas
proposições equivalentes. Assim, a proposição “Estudar
RLM é desafiador ou Estudar RLM é desafiador” é
equivalente a “Estudar RLM é desafiador”
Tabela verdade da disjunção Até o momento, nada de extraordinário. Nas duas
Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição equivalências a seguir, destacamos uma propriedade que
p ˅ q é verdadeiro quando, pelo menos, uma das diz que a ordem dos operandos (proposições) não altera
proposições é verdadeira. o resultado quando se tratar de “conjunção” ou
“disjunção”. Essa característica é chamada de
comutatividade.

Aqui podemos traçar um paralelo entre a disjunção e a


multiplicação de números reais. Assim como a ordem
dos fatores não altera o produto (resultado da
multiplicação), a ordem das proposições P e Q não altera
Tabela verdade da condicional
a tabela-verdade da proposição P e Q.
Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição
p→q é falso quando p é verdadeiro e q é falso e é
verdadeiro nos demais casos.

Tabela verdade da bicondicional Exemplo:


Dadas as proposições p e q, o valor lógico da proposição (VUNESP – 2017 – TJ SP) Uma afirmação equivalente para
p↔q é verdadeiro apenas quando ambas as proposições “Se estou feliz, então passei no concurso” é:
são verdadeiras ou ambas são falsas.
(A) Se passei no concurso, então estou feliz.
(B) Se não passei no concurso, então não estou feliz.
(C) Não passei no concurso e não estou feliz.
(D) Estou feliz e passei no concurso.
(E) Passei no concurso e não estou feliz.

Alternativa correta B

5
ARGUMENTOS VÁLIDOS
Conjuntos
É uma sequência de premissas que leva a uma
Conjunto é um conceito primitivo desenvolvido pelo
conclusão.
matemático George Cantor. A partir dele se desenvolveu
diversos outros estudos matemáticos.
Considere a seguinte afirmação: “A cidade de São Paulo
pertence ao Brasil”. Será que essa afirmação é
verdadeira? Vejamos algumas proposições importantes
para chegarmos a uma conclusão:
P1: A região Sudeste é uma região do território
brasileiro;
P2: O estado de São Paulo pertence à região Sudeste;
P3: A cidade de São Paulo está dentro do estado de
São Paulo.
Se a cidade de São Paulo está dentro do estado de São
Notação e representação de conjuntos
Paulo, então ela pertence à região Sudeste e, por
consequência, está no território brasileiro. Logo a cidade
Para representação de um conjunto, utilizamos sempre
de São Paulo pertence ao Brasil.
uma letra maiúscula do alfabeto, e os elementos estão
sempre entre chaves e são separados por vírgula. Para
Após analisarmos todas as afirmações, é possível
representar o conjunto dos números pares maiores que
confirmar que a cidade de São Paulo realmente pertence
1 e menores que 20, por exemplo, usamos a seguinte
ao Brasil. Mas só foi possível constatarmos a veracidade
notação: P ={2,4,6,8,10,12,14,16,18}.
dessa afirmação após a análise das proposições P1, P2 e
P3. No estudo da lógica matemática, essas proposições FOCO NA
Formas de representação dos conjuntos
são conhecidas como premissas. A partir dessas
premissas, chegamos a uma conclusão, que pode ser
Representação por enumeração: podemos enumerar
identificada como Q. Podemos agora definir
seus elementos, ou seja, fazer uma lista, sempre
“argumento”. Uma sequência de premissas que levam a
entre chaves. Veja um exemplo: A = {1,5,9,12,14,20}
uma conclusão é conhecida como argumento.
Descrevendo as características: podemos
Um argumento constituído por premissas P1, P2,..., Pn e
simplesmente descrever a característica do conjunto.
com uma conclusão Q
Por exemplo, seja X um conjunto, temos que X = {x é
um número positivo múltiplo de 5}; Y: é o conjunto
dos meses do ano.

Diagrama de Venn: os conjuntos também podem ser


representados na forma de um diagrama, conhecido
como diagrama de Venn, que é uma representação
mais eficiente para a realização das operações.
pode ser representado da seguinte forma:
P1, P2,..., Pn ? Q
Exemplo: Dado o conjunto A = {1,2,3,4,5}, podemos
representá-lo no diagrama de Venn a seguir:
Um argumento só será considerado válido se todas as
premissas tiverem o valor lógico V, o mesmo da
conclusão. Portanto, podemos afirmar que um
argumento será válido se todas as premissas forem
verdadeiras e levarem a uma conclusão também
verdadeira. Um argumento não válido é conhecido como
sofisma ou falácia.

Vejamos alguns exemplos:


Elementos de um conjunto e relação de pertinência
1. Toda leão é um felino;
2. Nenhum felino nasce do ovo;
Dado um elemento qualquer, podemos dizer que o
3. Nenhum leão nasce do ovo;
elemento pertence ao conjunto ou não pertente a esse
Temos então composto um argumento, em que as
conjunto. Para representar essa relação de pertinência
afirmações 1 e 2 são as premissas e a afirmativa 3 é a
de forma mais rápida, utilizamos os símbolos ​ (lê-se
conclusão. Podemos concluir que esse é um argumento
pertence) e ∉ (lê-se não pertente). Por exemplo, seja P o
válido.
conjunto dos números pares, podemos dizer que o 7 ∉ P
e que 12 P.

Igualdade de conjuntos

É inevitável a comparação entre os conjuntos, sendo


assim, podemos afirmar que dois conjuntos são iguais ou
não verificando cada um dos seus elementos. Seja A = {
0,1,3,4,8} e B = { 8,4,3,1,0}, ainda que os elementos
estejam em ordem diferente, podemos afirmar que os
conjuntos A e B são iguais: A = B.

6
Relação de inclusão Conjuntos das partes

Ao comparar dois conjuntos, podemos nos deparar com Conhecemos como conjuntos das partes todos os
diversas relações, e uma delas é a relação de inclusão. subconjuntos possíveis de um determinado conjunto.
Para essa relação, precisamos conhecer alguns símbolos: Seja A: {1,2,3,4}, podemos listar todos os subconjuntos
desse conjunto A começando com os conjuntos que
⊃ → contém ⊂ → está contido possuem nenhum elemento (vazios) e, depois, os que
possuem um, dois, três e quatro elementos,
⊅ → não contém ⊄ → não está contido respectivamente.

Dica: o lado da abertura do símbolo sempre ficará Conjunto vazio: { };


virado para o conjunto maior. Conjuntos unitários: {1}; {2};{3}; {4}.
Conjuntos com dois elementos: {1,2}; {1,3}; {1,4}; {2,3};
Quando todos os elementos de um conjunto A {2,4}; {3,4}.
pertencem também a um conjunto B, dizemos que A ⊂ B Conjuntos com três elementos: {1,2,3}; {1,3,4}; {1,2,4};
ou que A está contido em B. Por exemplo, A= {1,2,3} e B= {2,3,4}.
{1,2,3,4,5,6}. É possível também fazer a representação Conjunto com quatro elementos: {1,2,3,4}.
pelo diagrama de Venn, que ficaria assim:
Sendo assim, podemos descrever o conjunto das partes
A está contido em B: de A desta forma:
P: { { }, {1}, {2}, {3}, {4}, {1,2}, {1,3}, {1,4}, {2,3}, {2,4}, {3,4},
{1,2,3}, {1,3,4}, {1,2,4}, {2,3,4}, {1,2,3,4} }

FOCO NA
Para saber a quantidade de partes em que é possível
dividir um conjunto, usamos a fórmula:

A⊂B
O número de partes de A é calculado por uma potência
Subconjuntos de base 2 elevada a n, em que n é a quantidade de
elementos do conjunto.
Quando acontece uma relação de inclusão, ou seja, o
conjunto A está contido no conjunto B, podemos dizemos Considere o conjunto A: {1,2,3,4}, que possui quatro
que A é subconjunto de B. O subconjunto continua sendo elementos. O total de subconjuntos possíveis desse
um conjunto, e um conjunto pode ter vários conjunto é
subconjuntos, construídos a partir dos elementos
pertencentes a ele. Conjunto finito e infinito

Por exemplo: A: {1,2,3,4,5,6,7,8} tem como subconjuntos Ao trabalhar com conjuntos, encontramos conjuntos que
os conjuntos B: {1,2,3}; C: {1,3,5,7}; D: {1} e, até mesmo, o são limitados (finitos) e aqueles que são ilimitados
conjunto A {1,2,3,4,5,6,7,8}, ou seja, A é subconjunto dele (infinitos). O conjunto dos números pares ou ímpares,
mesmo. por exemplo, é infinito e, para representá-lo,
descrevemos alguns dos seus elementos em sequência,
Conjunto unitário de forma que seja possível prever quais serão os
próximos elementos, e colocamos reticências no final.
Como o nome já sugere, é aquele conjunto que possui
somente um elemento, como o conjunto D: {1} mostrado I: {1,3,5,7,9,11...}
anteriormente. Dado o conjunto B: {1,2,3}, temos os P: {2,4,6,8,10, ...}
subconjuntos {1}, {2} e {3}, que são todos conjuntos
unitários. Já em um conjunto finito, não colocamos as reticências
no final, pois ele possui começo e final definidos.
ATENÇÃO: O conjunto E: {0} também é um conjunto
unitário, pois ele possui um único elemento, o “0”, não se A: {1,2,3,4}.
tratando de um conjunto vazio.
Conjunto universo
Conjunto vazio
O conjunto universo, denotado por U, é definido como o
Com um nome mais sugestivo ainda, o conjunto vazio conjunto formado por todos os elementos que devem
não possui nenhum elemento e é subconjunto de ser considerados dentro de um problema. Todo
qualquer conjunto. Para representar o conjunto vazio, há elemento pertence ao conjunto universo e todo conjunto
duas representações possíveis, sendo elas V: { } ou o está contido no conjunto universo.
símbolo Ø.
Operações com conjuntos

As operações com conjuntos são: união, intersecção e


diferença.

Intersecção de conjuntos

7
O

Ocorre uma intersecção quando os elementos


pertencem simultaneamente a um ou mais conjuntos. Ao
escrever A∩B, estamos procurando os elementos que
pertencem tanto ao conjunto A quanto ao conjunto B.

Exemplo:
Considere A= {1,2,3,4,5,6} e B = {2,4,6,7,8}, os elementos
que pertencem tanto ao conjunto A quanto ao conjunto
B são: A∩B = {2,4,6}. A representação dessa operação é
feita da seguinte forma:

FOCO NA

Quando os conjuntos não possuem nenhum elemento


em comum, são conhecidos como conjuntos disjuntos.

A∩B = Ø

Diferença entre conjuntos

Calcular a diferença entre dois conjuntos é procurar os


elementos que pertencem a somente um dos dois
conjuntos. Por exemplo, A – B tem como resposta um
conjunto composto por elementos que pertencem ao
conjunto A e não pertencem ao conjunto B.

Exemplo: A: {1,2,3,4,5,6} e B: {2,4,6,7,8}. Note que A ∩ B =


{2,4,6}, então temos que:

a) A – B = { 1,3,5 }
b) B – A = { 7,8 }

União

A união de dois ou mais conjuntos é a junção dos seus


termos. Caso haja elementos que se repitam nos dois
conjuntos, eles são escritos uma única vez. Por exemplo:
A={1,2,3,4,5} e B={4,5,6,7,10,14}. Para representar a
união, usamos o símbolo (lê-se: A união com B).

A U B = {1,2,3,4,5,6,7,10,14}

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PREPARATÓRIO PARA CONCURSOS

FOCO NA
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19 de fevereiro de 1998

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