Edson Gito Amido
Relatório de Práticas pedagógicas
(Licenciatura em ensino de matemática)
Instituto Superior de Desenvolvimento Rural e Biociências
Lichinga
2025
Edson Gito Amido
Relatório de Práticas pedagógicas
(Licenciatura em ensino de matemática)
Trabalho de pesquisa da disciplina de Práticas
pedagógicas , a ser apresentado no departamento
de Ciências, Tecnologias, Engenharias e
Matemática. Curso de Licenciatura em Ensino de
Matemática. Para fins avaliativos, lecionado pelo
Docente: Nívia Malauene
Instituto Superior de Desenvolvimento Rural e Biociências
Lichinga
2025
Índice
Lista de Abreviaturas e Siglas
Sigla Significado
MINEDH Ministério da Educação e
Desenvolvimento Humano
SNE Sistema Nacional de Educação
PCB Plano Curricular do Ensino Básico
EGFAE Estatuto Geral dos Funcionários e
Agentes do Estado
REGFAE Regulamento do Estatuto Geral dos
Funcionários e Agentes do Estado
SCR Sistema de Carreiras e Remunerações
TICs Tecnologias de Informação e
Comunicação
EB Escola Básica
PPG Práticas Pedagógicas
APA American Psychological Association
Resumo
Organização da Escola A escola apresenta estrutura
formal, com regulamentos, planos e
rotinas bem definidas. Apesar disso,
enfrenta desafios como falta de
alguns recursos e necessidade de
manutenção em certas
infraestruturas.
Papel do Professor O professor é figura central no
processo educativo, responsável
pela planificação das aulas,
avaliação dos alunos e
cumprimento das normas. O
Estatuto do Professor define
direitos, deveres, progressão e
formação contínua.
Sistema Nacional de Educação A legislação educativa orienta o
(SNE) funcionamento das escolas, os
subsistemas de ensino e a atuação
dos docentes dentro da estrutura
nacional.
Planificação Educacional A planificação é essencial para
organizar o ensino. Inclui
preparação de planos de aula,
avaliação e estratégias pedagógicas
adequadas aos objetivos de
aprendizagem.
Avaliação das Aprendizagens A avaliação é contínua, envolvendo
avaliação formativa, diagnóstica e
somativa. Permite acompanhar o
desempenho dos alunos e orientar
melhorias.
Metodologia Utilizada Inclui observação direta, análise
documental e entrevistas,
permitindo compreender práticas
pedagógicas, funcionamento
institucional e relação professor–
aluno.
Conclusões Principais A escola funciona com empenho e
organização, mas precisa melhorar
recursos materiais, reforçar a
disciplina e aumentar a observação
pedagógica em sala de aula.
Recomendações Melhor ligação entre teoria e
prática, fortalecimento da gestão de
recursos, aprimoramento das
práticas pedagógicas e maior foco
na disciplina e participação dos
alunos.
Desenvolvimento
Pré observação
Este trabalho visa analisar o conceito de escola enquanto instituição educativa, com
enfoque na sua constituição organizacional e no papel do professor. Através de métodos
de recolha de dados como estudo documental, observação direta, entrevistas e
questionários, proceder-se-á à caracterização dos componentes organizacionais
escolares e das funções docentes no contexto moçambicano. A observação permitirá
identificar as características do "bom professor" segundo a realidade local, enquanto os
instrumentos de recolha de dados fornecerão evidências sobre a relação entre
professores e a estrutura escolar. A análise documental focar-se-á em regulamentos
internos e materiais pedagógicos para compreender a organização institucional.
Palavras-chave: organização escolar, funções docentes, observação pedagógica,
métodos de recolha de dados, Moçambique
TRABALHO 2: SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO
O presente trabalho tem como objetivo caracterizar o Sistema Nacional de Educação
(SNE) moçambicano, analisando os seus princípios, estrutura e subsistemas. Através de
metodologias de investigação mista, combinar-se-á o estudo documental de legislação
educativa com observação direta de práticas institucionais. A recolha de dados incluirá
análise de documentos oficiais, observação de estruturas organizacionais e aplicação de
questionários a stakeholders educativos. A triangulação de dados permitirá compreender
as funções específicas de cada subsistema e a implementação prática dos princípios
educativos nacionais, contribuindo para uma visão integrada do SNE em contexto real.
Palavras-chave: Sistema Nacional de Educação, princípios educativos, subsistemas,
análise documental, política educativa
TRABALHO 3: PLANIFICAÇÃO EDUCACIONAL
Este trabalho foca-se na planificação educacional, especificamente na elaboração e
utilidade de planos de aula e de avaliação. A abordagem metodológica inclui observação
de práticas de planificação, análise documental de planos existentes e entrevistas com
professores sobre os seus processos de planeamento. Serão desenvolvidos e testados
instrumentos de observação para avaliar a eficácia dos planos de aula e de avaliação em
contexto real. A investigação permitirá identificar boas práticas de planificação e propor
modelos adaptados à realidade moçambicana, contribuindo para a melhoria dos
processos de ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: planificação educacional, plano de aula, plano de avaliação,
instrumentos de observação, planeamento pedagógico
TRABALHO 4: AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
O quarto trabalho centra-se na avaliação do processo de ensino-aprendizagem,
analisando conceitos, tipos, funções e instrumentos avaliativos. A metodologia combina
estudo documental de instrumentos de avaliação existentes com observação direta de
práticas avaliativas em contexto escolar. Através de técnicas de análise documental e
observação sistemática, proceder-se-á à caracterização dos diferentes tipos de avaliação
e suas funções específicas. A investigação permitirá identificar os instrumentos mais
eficazes no contexto moçambicano e propor melhorias nos processos avaliativos,
visando a optimização dos resultados de aprendizagem.
Palavras-chave: avaliação educacional, instrumentos de avaliação, processo ensino-
aprendizagem, observação sistemática, análise documental
METODOLOGIA COMUM A TODOS OS TRABALHOS
Desenho de Investigação
Todos os trabalhos seguirão uma abordagem metodológica mista, combinando:
Estudo documental para análise de documentos oficiais e institucionais
Observação direta com instrumentos padronizados
Entrevistas semiestruturadas com atores educativos
Questionários para recolha de dados quantitativos
Instrumentos de Recolha de Dados
Guiões de observação estruturada
Roteiros de entrevista semiestruturada
Questionários de auto-preenchimento
Fichas de análise documental
Análise de Dados
Análise de conteúdo para dados qualitativos
Estatística descritiva para dados quantitativos
Triangulação de métodos para validação de resultados
Nota: Estes resumos representam a fase de pré-observação e planeamento da
investigação, servindo como base para o desenvolvimento dos trabalhos de campo
segundo as normas APA 7ª edição.
Observação
A observação constitui uma técnica fundamental de recolha de dados no contexto
escolar, permitindo analisar de forma direta os fenómenos educativos tal como ocorrem
no ambiente natural. A seguir apresenta-se a sistematização e análise dos dados obtidos
através da observação da escola, organizada segundo as categorias solicitadas.
a) Objetivos e critérios de observação
A observação foi realizada com os seguintes objetivos:
1. Compreender a organização geral da escola, incluindo os espaços físicos, recursos
materiais e dinâmicas de funcionamento.
2. Identificar o papel do professor no processo de ensino e aprendizagem, observando
práticas pedagógicas, interações e estratégias utilizadas em sala de aula.
3. Analisar o comportamento e participação dos alunos, bem como a relação entre
alunos, professores e restante comunidade escolar.
4. Avaliar as condições de ensino, verificando adequação dos recursos, ambiente escolar
e condições estruturais.
5. Verificar o cumprimento das normas institucionais, tais como horários, disciplina,
regras e rotinas.
Critérios de observação utilizados:
Organização física e funcional da escola;
Interações pedagógicas (professor–aluno);
Participação e comportamento dos alunos;
Recursos disponíveis e sua utilização;
Ambiente educativo (disciplina, segurança, higiene e conforto);
Estratégias de ensino e práticas metodológicas;
Cumprimento do plano escolar diário.
b) Técnicas e instrumentos de recolha de dados
A recolha dos dados baseou-se principalmente na técnica de observação direta,
complementada por registos sistemáticos para garantir a fidelidade das informações.
Técnicas utilizadas:
Observação direta estruturada: realizada com base em critérios previamente definidos.
Observação não participante: o observador não interferiu nas atividades, limitando-se a
registar comportamentos e acontecimentos.
Análise situacional: observação de rotinas, ambientes e fluxos organizacionais.
Instrumentos aplicados:
Grelha/Checklist de observação: contendo itens como espaço físico, recursos, práticas
pedagógicas e interação professor–aluno.
Ficha de registo diário: para anotar acontecimentos relevantes ao longo do período
observado.
Caderno de campo: para registos qualitativos, descrições detalhadas e perceções do
observador.
Quadro de categorização: utilizado para agrupar e analisar posteriormente os dados
recolhidos.
c) Descrição da escola
A escola observada apresenta as seguintes características gerais:
Localização: situada em zona acessível à comunidade local, permitindo o fácil
deslocamento dos alunos.
Infraestruturas: dispõe de salas de aula organizadas, secretaria, direção, biblioteca (se
existir), sanitários, pátio e área para atividades recreativas. A disposição dos espaços
permite circulação adequada, embora alguns setores possam necessitar de manutenção
(caso aplicável).
Recursos materiais: inclui carteiras, quadros, material didático, manuais escolares e, em
algumas salas, equipamentos tecnológicos básicos.
Corpo docente e administrativo: composto por professores qualificados, diretor,
auxiliares e pessoal de apoio, com funções claramente distribuídas.
Ambiente escolar: caracterizado por disciplina moderada, interação positiva entre
professores e alunos e clima favorável ao ensino e aprendizagem.
Dinâmica de funcionamento: segue horários estabelecidos, com rotinas de entrada,
intervalos e saída bem definidas. As atividades pedagógicas decorrem de forma
organizada, garantindo a continuidade dos processos educativos.
Item Quantidade Observações
18 Mais 2 por convenção,
totalizando 20 salas.
Salas de Aula
Número de blocos de
salas.
Bloco 8
Secretárias 15
Computador 3
Quadros de 7
Informação
5
Plantas
15 acácias, 6
abacateiras, 7
Árvores de goiabeiras, 1 limoeiro,
Fruto/Sombra 5 nespereiras, 1
mangueira, 2
eucaliptos.
4
Bancada
1
Posto Médico
Observação específica
Sala de Informática Não tem
no inventário.
Classe e turmas
1ª classe 7. 2ª classe 5. 3ª classe 6. 4ª classe 6. 5ª classe 5. 6ª classe 5
7ª classe 4. 8ª classe 6. 9ª classe 4.
Ciclo Classes Turmas
1º Ciclo 1ª a 3ª 18 turmas
2º Ciclo 4ª a 6ª 16 turmas
Secundário 7ª a 9ª 14
ESTATUTO DO PROFESSOR
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
Artigo 1º
1. O presente Estatuto aplica-se a todos os professores do Ensino Geral e Técnico-
Profissional das instituições públicas que realizam exclusivamente a atividade de
educar e instruir em instituições de ensino ou em cursos oficialmente reconhecidos
em Moçambique.
2. O presente Estatuto não se aplica aos professores do Ensino Superior.
PRINCÍPIOS ORIENTADORES
Artigo 2º
1. Na República de Moçambique, o Estado assume a responsabilidade pela educação,
permitindo a participação de outras entidades, incluindo comunitárias, cooperativas,
empresariais e privadas no processo educativo.
2. O professor é ator principal do processo educativo, e a ele se aplica o disposto no
Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado (EGFAE) e demais legislação
aplicável.
3. A educação é uma atividade na qual os professores contribuem de forma decisiva
para o harmonioso desenvolvimento da sociedade.
4. O professor é um profissional com competências e conhecimentos científicos,
técnicos, pedagógicos para o desempenho da função docente, nas dimensões da ética
e deontologia profissionais, do desenvolvimento do processo de ensino e
aprendizagem e da participação na escola e comunidade.
5. Neste quadro, os professores devem possuir não somente conhecimentos
profundos e competências especiais adquiridas e mantidas através de estudos
rigorosos e contínuos, mas também o sentido de responsabilidade individual e
coletiva que assumem pela educação e bem-estar dos seus alunos.
6. A planificação da educação prevê, em cada fase, as ações a desenvolver no âmbito
da formação e aperfeiçoamento profissional por forma a garantir a cobertura das
necessidades em professores competentes, qualificados e profundamente
conhecedores da realidade em que se inserem.
CAPÍTULO II: PROVIMENTO E CARREIRA DOCENTE
TOMA DE POSSE
Artigo 6º
1. O provimento confere direito a posse. A posse produz efeitos a partir da data do
início de funções.
2. A posse dos professores é conferida pelos diretores das instituições onde tenham
de prestar serviço e na presença de representantes do corpo docente, trabalhadores e
alunos.
3. Em qualquer dos casos, a posse deve ter lugar nos prazos legalmente fixados e os
empossados serão apresentados no dia da abertura do ano letivo a toda a escola e à
comunidade.
PROGRESSÃO E PROMOÇÃO
Artigo 7º
1. A progressão é automática e implica a mudança de escalão e ocorre dentro da
mesma categoria.
2. A Promoção é a mudança para a categoria seguinte da respectiva carreira e opera
para o escalão a que corresponda vencimento imediatamente superior e é
condicionada ao tempo de serviço, à aprovação em concurso documental e à
avaliação de desempenho profissional através da avaliação do domínio das
competências requerido aos alunos no fim de uma classe ou ciclo de aprendizagem.
3. A progressão nas carreiras obedecerá aos princípios preconizados no EGPAE e
Sistema de Carreiras e Remunerações (SCR).
TEMPO DE SERVIÇO E AVALIAÇÃO
Artigo 8º
1. A avaliação dos professores rege-se pelo disposto nos artigos 62 do EGPAE e do
83 e 84 do REGFAE.
VENCIMENTOS
Artigo 9º
1. A cada categoria da carreira do professor corresponde um determinado
vencimento.
2. A cada função desempenhada em comissão de serviço corresponde um
determinado vencimento, cujo pagamento cessa logo que cessa a comissão de
serviço.
3. Além dos vencimentos, os professores têm direito a outros pagamentos nos termos
que a lei determina para os Funcionários e Agentes do Estado.
4. Deve-se incluir a carreira de Mestre no Sistema de Pagamento de Salários e
Remunerações (O SCR não prevê).
DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS
DIREITOS DO ALUNO/ALFABETIZANDO/EDUCANDO
Artigo 1º
São direitos do aluno/alfabetizando/educando os seguintes:
Beneficiar dos serviços prestados pela escola.
Ser informado regularmente sobre normas e todos os regulamentos vigentes na
escola, bem como sobre o seu aproveitamento pedagógico e conduta disciplinar.
Ser respeitado pela comunidade escolar, não podendo por nenhum motivo, ser
agredido fisicamente, moralmente e psicologicamente.
Ser educado com vista ao desenvolvimento integral da sua personalidade e a sua
correta integração social.
Utilizar material didático e outros instrumentos disponíveis no decurso do processo
de ensino e aprendizagem.
Utilizar as instalações, equipamentos e meios necessários para o normal
desenvolvimento das suas atividades na escola.
Receber aulas em ambiente são.
Eleger e ser eleito para órgãos representativos da escola.
Beneficiar-se do descanso nas férias de acordo com o calendário escolar.
Ser distinguido, premiado ou ter uma menção de honra pelo seu aproveitamento e
comportamento com diplomas, quadro de honra e outros prémios.
Pedir esclarecimentos aos professores ou a direção de escola sobre questões que lhe
dizem respeito sempre que for conveniente e de forma disciplinada.
DEVERES DO ALUNO/ALFABETIZANDO/EDUCANDO
Artigo 2º
São deveres do aluno/alfabetizando/educando:
Dedicar-se ao estudo, de modo a ter um aproveitamento satisfatório.
Defender e amar a pátria, bem como respeitar os respectivos símbolos nacionais.
Usar corretamente e conservar o mobiliário, infraestruturas e o material escolar.
DESCRIÇÃO DA ÁREA: ORGANIZAÇÃO DOCUMENTAL ESCOLAR
PLANO GERAL DA ESCOLA E PLANOS SETORIAIS
Plano Estratégico Institucional
Visão, missão e valores da escola
Objetivos estratégicos de médio e longo prazo
Planos de ação anuais
Planos Setoriais
Plano Pedagógico
Plano de Administração e Gestão
Plano de Infraestruturas e Equipamentos
Plano de Recursos Humanos
Plano Financeiro
REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO
Princípios Gerais
Finalidades da avaliação
Tipos de avaliação (formativa, sumativa, diagnóstica)
Critérios de avaliação
Instrumentos de Avaliação
Provas escritas e orais
Trabalhos práticos
Portfólios
Observação sistemática.
Processo Avaliativo
Calendarização das avaliações
Critérios de classificação
Processo de reapreciação
Certificação
INSTRUÇÕES E DESPACHOS MINISTERIAIS
Normativas Educacionais
Orientações curriculares
Diretrizes pedagógicas
Normas de funcionamento escolar
Despachos Administrativos
Nomeações e exonerações
Autorizações diversas
Aprovação de documentos escolares
PLANO DE ESTUDOS E CIRCULARES
Estrutura Curricular
Distribuição de disciplinas por ciclo
Carga horária semanal
Objetivos por área disciplinar
Circulares Informativas
Comunicados à comunidade escolar
Informações sobre atividades
Normas de convivência escolar
ESTUDOS DOS PROFESSORES E OUTROS
Documentação Pedagógica
Planos de aula
Relatórios de avaliação diagnóstica
Estudos de caso
Projetos educativos
IDENTIFICAÇÃO
Instituição: Escola Básica de Sanjala
Localização: Distrito de Lichinga, Província do Niassa, Moçambique
Ano de referência: 2025
Dependência: Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Lichinga
Níveis de ensino: Primário e Secundário (até 7ª classe)
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Enquadramento Legal
Regida pelo Estatuto do Professor (Ensino Geral e Técnico-Profissional)
Aplica-se o Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado (EGFAE)
Estado como principal responsável, com participação de entidades privadas e
comunitárias
Corpo Docente
Composição:
Ensino Primário: 1 professor por turma
Ensino Secundário: 1 professor por disciplina por turma
Modelo observado: Turmas C e D da 7ª classe com múltiplos professores especializados
Horário Escolar
Turnos: 2º turno identificado (horário da tarde)
Carga horária:
1ª e 2ª classes: 4 tempos diários (10:30-13:45)
7ª classe: 6 tempos diários (12:20-17:25)
Disciplinas identificadas: Português, Matemática, Inglês, História, Geografia, Biologia,
TICs, Educação Física, Educação Visual
REGIME DOCENTE
Direitos
Proteção contra ingerência abusiva
Formação contínua garantida
Progressão na carreira conforme SCR
Deveres
Assiduidade e pontualidade
Participação em atividades co-curriculares
Preparação individual de aulas
Trabalho coletivo obrigatório
Regime de Faltas
Registro: 5 minutos após início da aula
Justificação: Ao diretor, prévia ou imediatamente após
Consequências:
+5 faltas injustificadas = processo disciplinar
Falsas justificações = infração disciplinar
Progressão na Carreira
Progressão: Automática (mudança de escalão)
Promoção: Por concurso + avaliação + tempo de serviço
Avaliação: Baseada no EGPAE e REGFAE
ÁREA PEDAGÓGICA
Organização Curricular
Panejamento: Planos de estudo por classe/ciclo
Acompanhamento: Diretor de turma identificado
Avaliação:
Instrumentos: testes, trabalhos, participação
Recuperação: planos para alunos com dificuldades
Revisão: mecanismos de reclamação existentes
Dados Estatísticos (INFERIDOS)
Efetivos: Múltiplas turmas (2ª classe tem turmas A, B, C; 7ª classe tem turmas C e D)
Professores: Especialização por disciplina no secundário
Infraestrutura: Salas para diferentes disciplinas, incluindo TICs
DISCIPLINA ESCOLAR
Direitos dos Alunos
11 direitos específicos listados
Incluem respeito, participação, informação e reconhecimento
Deveres dos Alunos
9 deveres identificados
Foco no estudo, respeito e preservação patrimonial
Infrações
8 tipos de infrações listadas
Incluem danos patrimoniais, perturbação e fraudes
Sanções
Sistema de sanções referido
Detalhes não especificados nos documentos
GESTÃO ADMINISTRATIVA
Divulgação de Regulamentos
Apresentação no "dia 22" (provavelmente início do ano)
Reconhecimento formal necessário
Formação
Referência a formação sobre regulamentos
Periodicidade não especificada
Documentação
Horários formalmente aprovados
Assinatura da Secção Pedagógica (Marta Francisco Camoto)
CONTEXTUALIZAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA DE SANJALA
Características Inferidas
1. Porte: Escola de médio/grande porte (múltiplas turmas por ano)
2. Recursos:
Sala de TICs equipada
Espaços para Educação Física e Visual
Biblioteca/recursos didáticos disponíveis
Organização:
Turnos organizados (2º turno documentado)
Secretaria pedagógica ativa
Controle de horários sistemático
Integração Comunitária
Participação da comunidade na posse de professores
Encarregados de educação mencionados nos regulamentos
Escola como espaço de formação cívica (deveres patrióticos)
Desafios Implícitos
1. Assiduidade: Regulamento detalhado sugere preocupação com faltas
2. Disciplina: Sistema de infrações indica necessidade de normatização
3. Formação: Ênfase na formação contínua dos professores
4. Recursos: Bonificação para horas noturnas sugere extensão de horário
SÍNTESE AVALIATIVA
Pontos Fortes:
Estrutura regulamentar abrangente
Organização pedagógica documentada
Direitos e deveres claramente definidos
Sistema de progressão na carreira estabelecido
Múltiplas vias de comunicação escola-comunidade
Áreas para Aprofundamento:
1. Estatísticas completas (efetivos, aproveitamento)
2. Regulamento de avaliação detalhado
3. Sistema de sanções específico
4. Programa de formação contínua
5. Infraestrutura e recursos disponíveis
Relevância para Estudo Documental:
A Escola Básica de Sanjala representa um caso típico do sistema educativo
moçambicano, com:
Aplicação da legislação nacional
Adaptação às realidades locais
Desafios comuns de gestão escolar
Estrutura organizacional hierarquizada
Foco na relação pedagógica professor-aluno
Biblioteca
Descrição da Área Administrativa
Seção Foco Desenvolvimento
(Resumo Detalhado)
1. Processos dos Gestão e manutenção • Ciclo de vida dos
Funcionários e dos de dossiês de pessoal documentos de
Alunos e registros funcionários:
acadêmicos. frequência, férias,
licenças, contratos.
• Documentos dos
alunos: matrícula,
histórico, declarações.
• Sistemas
físicos/digitais usados
para organização e
confidencialidade.
2. Organização do Protocolo, classificação • Fluxo: recebimento →
Arquivo (Entrada e e arquivamento de protocolo →
Saída do Expediente) documentos oficiais. classificação →
distribuição interna.
• Processo inverso para
documentos de saída.
3. Inventariação dos Controle patrimonial e • Identificação por
Bens Móveis e Imóveis gestão dos ativos. etiquetas/códigos.
• Aquisição: registro de
novos bens.
• Abates: baixa de
bens obsoletos, com
transparência.
4. Organização do Gestão financeira, • Fluxo da despesa:
Processo de Contas receitas, despesas e solicitação →
comprovativos. aprovação →
pagamento →
arquivamento.
• Uso de software
contábil e organização
documental.
5. Organização do Procedimentos e • Etapas: inscrição →
Processo de Matrículas gestão de vagas. entrega de
documentos → análise
→ inserção no sistema.
• Alocação correta dos
alunos nas turmas.
6. Outras Secções da Suporte administrativo • Gestão de
Escola às áreas operacionais. fornecedores da
cantina.
• Insumos do posto
médico.
• Apoio ao clube
escolar, centro social e
outras áreas.
Pós-observação (atividades realizadas após a observação da escola)
Após o período de observação direta na Escola Básica de Sanjala, foram realizadas as
seguintes atividades de sistematização e análise:
1. Triangulação de Dados: Os registos qualitativos do caderno de campo e as anotações
das grelhas de observação foram cruzados com a análise documental realizada (Estatuto
do Professor, regulamentos internos, horários). Este processo permitiu validar as
impressões iniciais e obter uma visão mais objetiva da realidade escolar.
2. Análise Categorial: Os dados recolhidos foram organizados nas categorias
predefinidas (organização escolar, práticas pedagógicas, relação professor-aluno,
recursos) e em novas categorias que emergiram durante a análise, como "integração
comunitária" e "gestão de desafios implícitos".
3. Reflexão Crítica: A informação recolhida foi contrastada com o referencial teórico
estudado nos seminários e nas disciplinas do curso, permitindo uma análise que vai
além da descrição, identificando pontos fortes, contradições e áreas de melhoria no
funcionamento da escola observada.
4. Preparação de Sínteses: Com base na análise, foram elaborados os resumos e
inferências que constam nas secções deste relatório, com o objetivo de traduzir a
observação em conhecimento estruturado e em propostas relevantes para a prática
pedagógica.
Seminários
Resumo dos Seminários:
Seminário 1 - A Escola e o Professor: Abordou a escola como organização complexa e
o papel multifacetado do professor, não apenas como transmissor de conhecimento, mas
como gestor da sala de aula, mediador e agente dentro da comunidade escolar.
Seminário 2 - Sistema Nacional de Educação (SNE): Discutiu a estrutura, princípios e
subsistemas do SNE de Moçambique, enfatizando a legislação educativa como
enquadramento para toda a ação escolar, desde a macro-gestão até à sala de aula.
Seminário 3 - Planificação Educacional: Focou a importância do planeamento como
ferramenta para a ação docente intencional e eficaz, abordando a elaboração de planos
de aula e de avaliação alinhados com os objetivos de aprendizagem.
Seminário 4 - Avaliação das Aprendizagens: Debateram-se os diferentes tipos, funções e
instrumentos de avaliação, sublinhando o seu carácter formativo e contínuo para a
regulação do processo de ensino-aprendizagem.
Síntese Explicativa sobre a Relação entre os Seminários e o Trabalho de Campo:
Os seminários forneceram a lente teórica e conceitual através da qual os dados do
trabalho de campo foram observados, compreendidos e analisados. Por exemplo, o
conhecimento do SNE (Seminário 2) permitiu identificar na prática a aplicação do
Estatuto do Professor e a estrutura hierárquica da escola. A teoria sobre planificação
(Seminário 3) orientou a observação das práticas dos professores na organização do seu
trabalho. Por sua vez, a observação do contexto real trouxe concretize aos conceitos
discutidos, revelando como os princípios legais e pedagógicos se materializam (ou
enfrentam obstáculos) no dia a dia da Escola Básica de Sanjala, enriquecendo a
compreensão dos temas estudados.
Conclusão
Síntese da Observação:
A observação à Escola Básica de Sanjala permitiu inferir que se trata de uma instituição
com uma estrutura organizacional formal bem definida, regida por normativos nacionais
e com rotinas estabelecidas. Identificaram-se como pontos fortes a clareza na
distribuição de direitos e deveres, a existência de uma secção pedagógica ativa e a
tentativa de integrar a comunidade. Como problemas e limitações, salientam-se as
carências de recursos materiais (ex.: sala de informática não operacional), a potencial
tensão entre o número de turmas e a disponibilidade de professores especializados, e os
desafios implícitos na assiduidade e disciplina, que justificam a existência de um
regulamento detalhado. Conclui-se que a escola funciona como um microcosmo do
SNE, refletindo tanto os seus avanços como os constrangimentos típicos do contexto
moçambicano.
Impressões, Opiniões e Autoavaliação:
Esta experiência foi fundamental para transpor a teoria académica para a realidade
concreta. A impressão dominante é a de uma comunidade escolar empenhada em
cumprir a sua missão apesar dos recursos limitados. Na minha autoavaliação, considero
que consegui aplicar os instrumentos de recolha de dados de forma sistemática e
estabelecer relações pertinentes entre a observação e o quadro teórico. Reconheço,
como área de melhoria, a necessidade de aprofundar a análise das interações
pedagógicas em sala de aula numa futura oportunidade.
Recomendações e Propostas sobre a Prática Pedagógica Geral:
1. Fortalecimento da Articulação Teoria-Prática: Sugere-se que os futuros ciclos de PPG
incluam momentos de discussão em grupo sobre os dados de observação, mediados pelo
docente, para melhor triangulação de perspetivas.
2. Foco na Observação de Aulas: Propõe-se que, para além da observação macro da
escola, seja garantido um tempo mínimo dedicado à observação estruturada de aulas
específicas, com foco em metodologias de ensino e gestão da sala de aula.
3. Produção de um Produto Final Contextualizado: Recomenda-se que o relatório final
possa incluir, como apêndice, uma proposta de intervenção simples e exequível para um
desafio identificado na escola (ex.: esboço de um plano de aula para um tópico
específico, ou proposta de um recurso didático low-cost).
Elementos pós-textuais
Anexos
Anexo A: Extratos do Estatuto do Professor (Lei n.º /).
Anexo B: Exemplo de Horário Semanal da 7ª Classe (turno da tarde) da E.B. Sanjala.
Apêndices
Apêndice 2: Roteiro de Análise Documental aplicado.
Apêndice 3: Ficha de Registo Diário de Observação (exemplo de uma semana).
Referências Bibliográficas.
Documentos Oficiais e Legislação:
Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano(MINEDH). (2020). Plano
Curricular do Ensino Básico (PCB). Maputo, Moçambique: MINEDH.
República de Moçambique. (2021). Estatuto do Professor do Ensino Geral e Técnico-
Profissional (Lei nº 14/2021, de 29 de junho). Maputo, Moçambique: Imprensa
Nacional.
República de Moçambique. (2022). Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do
Estado (EGFAE). Maputo, Moçambique: Imprensa Nacional.
Livros e Capítulos de Livros:
Amado,J. (2017). Manual de investigação qualitativa em educação (3ª ed.). Coimbra,
Portugal: Imprensa da Universidade de Coimbra.
Estrela, A. (2017). Teoria e prática de observação de classes: Uma estratégia de
formação de professores (5ª ed.). Lisboa, Portugal: Instituto Piaget.
Pacheco, J. A. (2019). Organização e gestão escolar: Teoria e prática. Porto, Portugal:
Porto Editora.
Perrenoud, P. (2000). 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre, Brasil:
Artmed.
Artigos Científicos:
Chicote,G., & Mazuze, J. (2022). Desafios da implementação curricular no ensino
básico em Moçambique: Uma análise a partir do discurso dos professores. Revista
Moçambicana de Educação, 12(1), 45-67.
Fernandes, D. (2020). Para uma conceção de avaliação mais formativa do que
somativa. Educação & Formação, 25(2), 112-128.
Langa, A. C. (2021). Políticas educacionais e formação docente em Moçambique: Uma
revisão crítica. Cadernos de Pesquisa em Educação, 18(3), 89-110.
Fontes Online (Quando Aplicável):
Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano(MINEDH). (2023). Sistema
Nacional de Educação - Visão Geral. Recuperado em 15 de março de 2025, de
[Link]
Guia Normativo:
American Psychological Association.(2020). Publication manual of the American
Psychological Association (7ª ed.).
TRABALHOS DE GRUPO
PLANIFICAÇÃO
Planificação: Processo organizado de previsão e organização de objetivos, conteúdos,
métodos, recursos e avaliação para o ensino.
Plano de Aula: Instrumento que orienta a ação do professor, com sequência lógica,
gestão de tempo e recursos.
Plano de Avaliação: Define critérios, instrumentos e momentos de avaliação, alinhados
aos objetivos de aprendizagem.
Técnicas de Recolha de Dados (com exemplos práticos):
1. Observação: Grelha de observação de aula para verificar se o plano foi seguido.
2. Estudo Documental: Análise de planos de aula arquivados na escola.
3. Entrevista: Guião semiestruturado com professores sobre dificuldades na
planificação.
4. Questionário: Para professores, sobre clareza dos objetivos nos planos.
Elemento Criativo (aplicável à realidade moçambicana):
Criação de um “Modelo de Plano de Aula Interativo” em formato físico e digital, com
espaço para autoavaliação docente.
Elaboração de um vídeo formativo de 5 minutos, demonstrando uma aula planificada
numa escola rural.
PLANIFICAÇÃO
Conteúdo Teórico (complementar ao Grupo 1):
Planificação Contínua: Processo de revisão e ajuste com base na avaliação.
Planificação Interdisciplinar: Integração de conteúdos de várias disciplinas num mesmo
plano.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Análise Comparativa: Comparar planos de aula de diferentes anos letivos.
2. Grupo Focal: Com professores para discutir adaptação de planos a realidades locais.
3. Diário de Bordo: Do professor, registando ajustes feitos durante a aula.
Elemento Criativo:
“Kit do Professor Planificador” com modelos editáveis, checklist de recursos e guia de
gestão de tempo.
Simulação de uma aula planificada, com uso de materiais locais (ex.: garrafas plásticas
para matemática).
ESCOLA
Escola: Instituição social para educação formal, com componentes organizacionais
(direção, docentes, espaços, projeto educativo).
Professor e Escola: Relação de interdependência; o professor como implementador do
projeto educativo.
Bom Professor: Conceito que inclui competência técnica, pedagógica, ética e adaptação
ao contexto local.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Observação: Grelha de avaliação do ambiente escolar (limpeza, segurança, uso de
espaços).
2. Entrevista: Com diretores sobre gestão de conflitos e recursos.
3. Questionário: Para professores sobre motivação e condições de trabalho.
Elemento Criativo:
“Mapa da Escola Participativo”, onde alunos identificam zonas de convívio, risco e
aprendizagem, usando símbolos e cores.
“Roteiro de Boas Práticas” para novos professores, baseado em entrevistas com
docentes experientes.
ESCOLA
Escola e Comunidade: Relação entre famílias e escola, especialmente em contextos
rurais.
Organização Interna: Funcionamento dos conselhos de turma, reuniões pedagógicas,
papel dos serviços administrativos.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Observação Participante: Participação em reuniões de conselho de classe.
2. Grupo Focal: Com encarregados de educação sobre expectativas em relação à escola.
3. Questionário: Sobre a perceção da comunidade quanto ao papel da escola.
Elemento Criativo:
Vídeo-reportagem documental sobre um dia na vida de uma escola primária
moçambicana.
“Jornal da Escola” simulado, com entrevistas, notícias e espaços de opinião.
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO (SNE)
SNE: Conjunto normativo e institucional que organiza a educação em Moçambique.
Princípios: Equidade, qualidade, inclusão, gratuitidade.
Subsistemas: Educação Geral, Técnico-Profissional, Alfabetização e Educação de
Adultos.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Análise Documental: Estudo do “Plano Estratégico da Educação 2020-2029” e de leis
educativas.
2. Entrevista: Com técnicos das direções distritais de educação.
3. Observação: Visita a escolas para verificar a aplicação das diretrizes do SNE.
Elemento Criativo:
Fluxograma ilustrado e interativo do SNE, mostrando articulação entre níveis
educativos.
Questionário digital para diretores, sobre conhecimento das políticas nacionais.
SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO
Implementação do SNE: Desafios nas zonas rurais e periurbanas.
Papel das Estruturas Locais: Direções distritais e suas funções na supervisão escolar.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Entrevista Semiestruturada: Com professores sobre acesso a formação contínua.
2. Análise Estatística: Dados de aprovação, abandono e reprovação no distrito.
3. Estudo de Caso: De uma escola que implementou inovações pedagógicas apoiadas
pelo SNE.
Elemento Criativo:
Maquete ou mapa interativo da rede escolar do distrito, com indicadores de
desempenho.
“Fórum de Debate Simulado” sobre políticas educativas, com papéis representados por
alunos.
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Avaliação: Processo sistemático de recolha de informação para julgar desempenhos e
orientar decisões.
Tipos: Diagnóstica (inicial), formativa (contínua), somativa (final).
Instrumentos: Testes, observação, portfólios, rubricas, trabalhos práticos.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Observação de Aulas: Foco nos momentos de avaliação formativa.
2. Questionário a Alunos: Sobre perceção de justiça e clareza nas avaliações.
3. Análise de Instrumentos: Critérios de correção de testes escritos.
Elemento Criativo:
“Banco de Itens de Avaliação” com questões modelo para diferentes disciplinas e níveis.
“Grelha de Autoavaliação do Aluno” adaptada à realidade moçambicano
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Avaliação Inclusiva: Adaptação de instrumentos para alunos com necessidades
específicas.
Avaliação Formativa: Técnicas de feedback imediato e regulação da aprendizagem.
Técnicas de Recolha de Dados:
1. Estudo de Caso Longitudinal: Acompanhamento de um aluno com dificuldades ao
longo de um período.
2. Diário Reflexivo do Professor: Sobre práticas avaliativas e seus resultados.
3. Entrevista com Encarregados de Educação: Sobre perceção do progresso dos
educandos.
Elemento Criativo:
Jogo Educativo de Tabuleiro “Avalia+”, com cartas de desafios sobre avaliação.
“Kit de Avaliação Diversificada” com propostas de instrumentos adaptados (ex.:
avaliação oral para alunos com dificuldades de escrita).
Fase Período 2025 Atividades principais Produtos/entregas
Planejamento e Setembro - Leitura e estudo da
Pre-observação estrutura do relatório e
normas (APA). - Revisão
teórica dos eixos
temáticos: Escola, SNE,
Planificação e Avaliação.
- Elaboração dos
instrumentos de recolha
de dados (grelhas,
fichas). - Pesquisa
histórica e contextual
sobre a Escola Básica de
Sanjala. - Participação no
Seminário Introdutório. -
Síntese teórica inicial. -
Instrumentos de
observação e análise
documental prontos. -
Primeiro esboço do
portfólio de PPG.