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O documento é um guia de estudo sobre arquitetura, qualidade de serviço (QoS) e segurança em aplicações em nuvem, abordando conceitos fundamentais, modelos de arquitetura, métricas de QoS e mecanismos de segurança. Ele explora a importância da nuvem em diversos setores e apresenta casos práticos, além de discutir a gestão de riscos e as principais ameaças à segurança. O conteúdo é estruturado em aulas, cada uma focando em aspectos específicos e exercícios práticos para aplicação do conhecimento.

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Guia de Estudo: Arquitetura, QoS e Segurança em Aplicações em Nuvem

Visão Geral do Módulo

Este módulo abrange os fundamentos da arquitetura de aplicações em nuvem, a importância


da Qualidade de Serviço (QoS) e os aspectos críticos de segurança e privacidade em ambientes
de nuvem. Ele também explora casos de uso prático da computação em nuvem em diversos
setores e projetos, e como as decisões arquitetônicas impactam desempenho, confiabilidade e
segurança.

Aula 1: Modelos de Arquitetura em Nuvem

Conceitos Essenciais:

• Arquitetura em Nuvem: Definição e componentes (servidores, armazenamento, redes,


software). Sua importância para alinhar TI com objetivos de negócios, garantindo eficiência,
segurança e conformidade.

• Aplicações em Nuvem: Complexidade e divisão em módulos/componentes funcionais.


Desafios no projeto da arquitetura (desempenho, escalabilidade, segurança, tolerância a
falhas).

• Modelos Básicos de Arquiteturas Distribuídas:

◦ Centralizada (Cliente-Servidor): Um componente (cliente) requisitado serviço de outro


(servidor). Ex: navegador web e servidor web.

◦ Descentralizada (Peer-to-Peer - P2P): Não há distinção entre clientes e servidores; os


componentes são comunicados arbitrariamente. Desafios de complexidade.

◦ Híbrida: Combina elementos de arquiteturas centralizadas e descentralizadas.

• Microsserviços:

◦ Monolítico: Todas as funcionalidades de uma aplicação inovadoras em um único


componente. Problemas: ocupação de memória, dificuldade de correção, alto custo de
replicação.

◦ Microsserviços: Divisão de um serviço monolítico em serviços e menores especializados,


independentes. Vantagens: escalabilidade seletiva, facilidade de modificação e replicação,
menos recursos.

◦ Características: Alto grau de coesão e capacidade de responder a requisições.

◦ API Gateway: Componente que redireciona requisições de clientes para o microsserviço


apropriado.

• Arquitetura Multicamadas:

◦ Divisão da aplicação em camadas com funcionalidades específicas.

◦ Interação entre camadas vizinhas, executadas em servidores diferentes.

◦ Três Camadas Comuns: Interface do usuário, Processamento (lógica de negócios), Dados


(armazenamento persistente).
◦ Benefícios: melhor desempenho, confiabilidade, tolerância a falhas, balanceamento de
carga e replicação automatizada em nuvem.

• Edge Computing (Computação nas Bordas):

◦ Mover o processamento de dados para a borda da rede.

◦ Complementar a computação em nuvem, não substituí-la.

◦ Benefícios: baixa latência, respostas rápidas (análise de dados em tempo real).

◦ Casos de uso: redes de sensores, cache de dados, edifícios inteligentes, veículos


autônomos.

Exercício Prático (Situação-Problema):

• Software de controle para veículos autônomos: A necessidade de decisões em tempo real,


baixa latência e tempo de resposta rápida para um software de condução automática de
veículos leva à escolha da arquitetura Edge Computing.

Aula 2: Qualidade de Serviço em Nuvem

Conceitos Essenciais:

• Qualidade de Serviço (QoS): Conjunto de parâmetros para avaliar a eficácia e eficiência de


um serviço, garantindo que atenda ou exceda as expectativas do usuário. Crucial para serviços
de nuvem confiáveis e de alto desempenho em.

• Métricas de Desempenho de Rede (QoS):

◦ Atraso (Atraso): Tempo total de transmissão de um pacote.

◦ Jitter: Variação no atraso de envio de pacotes.

◦ Taxa de Transmissão (Throughput): Volume de dados efetivamente transmitidos (Mbps).

◦ Taxa de Perda: Porcentagem de pacotes não entregues.

• Acordo de Nível de Serviço (SLA): Documento que especifica objetivamente as garantias de


QoS, confiabilidade e desempenho de cada serviço.

◦ Disponibilidade: Porcentagem do tempo em que um serviço está apto a responder.

◦ Monitoramento de SLA: Mecanismo que monitora continuamente os indicadores de


desempenho para verificar a conformidade com o SLA.

• Outras Métricas de Qualidade de Serviço em Nuvem:

◦ Escalabilidade: Capacidade de ajustar recursos computacionais à demanda (sem


comprometer desempenho).

◦ Desempenho: Medida direta da capacidade de execução do serviço (ex: tempo de


resposta).

◦ Confiabilidade: Capacidade de operar continuamente sem falhas (tempo médio entre


falhas).
◦ Resiliência: Robustez de um serviço, grau de tolerância a falhas (tempo médio para
recuperação).

• Mecanismos para Aprimorar QoS:

◦ Dimensionamento Automático: Ajusta a capacidade do serviço em função das


demandas. * Vertical: Aumenta a configuração de um recurso (ex: RAM da
VM). * Horizontal: Cria réplicas de uma instância para distribuir a carga.

◦ Balanceamento de Carga: Distribui a demanda de trabalho entre réplicas de um serviço


para melhorar desempenho e disponibilidade. Pode ser baseado em localização.

◦ Recuperação de Desastres (Falhas): Identifica falhas e redireciona requisições para réplicas


ativas. * Ativo-Passivo: Réplica secundária inativa, ativada apenas em caso de falha do
principal. * Ativo-Ativo: Ambas as réplicas recebem requisições, e em caso de falha de uma, a
outra assume toda a carga.

◦ Importância da redundância (replicação) para esses mecanismos.

Exercício Prático (Situação-Problema):

• Abordagens de recuperação a falhas: Análise comparativa dos modelos ativo-ativo e ativo-


passivo em termos de custo e desempenho, destacando que ativo-ativo pode ter menor custo
por utilizar a réplica secundária, mas implica em risco de sobrecarga se a principal falha.

Aula 3: Segurança e Privacidade em Nuvem

Conceitos Essenciais:

• Segurança e Privacidade em Nuvem: Aspectos críticos para integridade, confidencialidade e


disponibilidade dos dados.

• Argumentos a favor da segurança em nuvem: Infraestrutura robusta de data centers,


profissionais especializados, custo limitado.

• Propriedades Básicas de um Sistema de Seguro:

◦ Confidencialidade: Sigilo do conteúdo dos dados.

◦ Integridade: Garantia de que os dados não foram alterados.

◦ Autenticidade: Confirmação da identidade das partes.

◦ Disponibilidade: Garantia de que o sistema está apto a operar.

• Mecanismos de Segurança:

◦ Criptografia: Técnicas para disfarçar dados. * Chaves Simétricas: Uma única chave para
criptografar e decodificar. * Chave Pública: Par de chaves (pública e privada) para criptografia
e descriptografia. * Uso em funções de hash para integridade e assinatura digital para
proteção. * Afeta o desempenho, mas lida com ataques de virtualização e privacidade.

◦ Gerenciamento de Acesso e Identidade (IAM): Implementa políticas de controle de


acesso, gerenciamento de usuários, autenticação e privilégios.

◦ Autenticação Unificada (SSO - Single Sign-On): Solução segura para autenticação em vários
provedores com as mesmas credenciais.
◦ Imagens Fortalecidas de Máquinas Virtuais (Hardened VM Images): Imagens de VM
ajustadas por especialistas com políticas de segurança específicas para eliminar
vulnerabilidades.

• Gerenciamento de Riscos para Serviços em Nuvem: Processo contínuo para lidar com
problemas de segurança.

◦ Avaliação: Análise de vulnerabilidades, ameaças, histórico de incidentes e impacto.

◦ Tratamento: Definição de estratégias, políticas de segurança e ações para mitigar riscos.

◦ Controle: Diagnóstico da eficácia das ações e aprimoramento contínuo.

◦ Aspectos a considerar: Classificação de dados, SLAs, conformidade regulatória, resiliência,


avaliação de provedores, monitoramento, atualização, treinamento, testes de penetração, etc.

• Principais Ameaças e Vulnerabilidades:

◦ Interceptação de Tráfego: Entidade não autorizada, obtém informações transmitidas (viola


confidencialidade). Ataque passivo e difícil de detectar.

◦ Negação de Serviço (DoS) e DoS Distribuído (DDoS): Sobrecarregar o serviço com


requisições para afetar a disponibilidade. DDoS usa múltiplos computadores para dificultar a
identificação.

◦ Ataques de Virtualização: Explore falhas em ferramentas de virtualização para obter


controle da infraestrutura ou violar a privacidade de dados compartilhados entre clientes.

◦ Ameaças de Governança e Conformidade: Baixo controle administrativo, dependência das


políticas do provedor, questões de auditoria e jurisdição.

Exercício Prático (Situação-Problema):

• Segurança no download de aplicativos: Um arquivo deverá ser alterado durante a


transmissão viola a integridade . Mecanismos de hashing podem ser usados para verificar se o
arquivo baixado é idêntico ao original.

Aula 4: Casos de Uso da Computação em Nuvem

Conceitos Essenciais:

• Versatilidade da Computação em Nuvem: Ampla adoção em diversos setores e aplicações


práticas.

• Estudos de Casos em Diferentes Setores:

◦ Saúde: Gerenciamento de registros médicos, sistemas de saúde eletrônicos.

◦ Financeiro: Processamento de transações, análise de dados em tempo real, segurança


avançada.

◦ Educação a Distância: Acesso remoto a recursos, escalabilidade para picos de demanda.

◦ Manufatura Inteligente: Monitoramento em tempo real (IoT), otimização de cadeias de


produção.

◦ Varejo Online: Gerenciamento de inventário, personalização da experiência do cliente.


◦ Agricultura Digital: Monitoramento de cultivos (IoT), previsão de safras.

◦ Telecomunicações: Gerenciamento de tráfego de rede, virtualização de funções.

◦ Setor Público: Entrega eficiente de serviços digitais, segurança de dados governamentais.

• Práticas da Nuvem em Projetos:

◦ Armazenamento de Dados: Escalável, acessível, redução de custos, backup e recuperação


de desastres.

◦ Hospedagem de Sites e Aplicações: Escalabilidade, facilidade de gerenciamento, redução


de custos.

◦ Desenvolvimento e Testes: Ambientes provisionados com rapidez, agilidade, recursos sob


demanda.

◦ Big Data e Análise de Dados: Processamento escalável, paralelo, ferramentas avançadas.

◦ Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina (IA/ML): Poder computacional escalável,


acesso a frameworks.

◦ Colaboração e Comunicação Empresarial: Acesso remoto, colaboração em tempo real.

◦ Internet das Coisas (IoT): Coleta e análise de dados, armazenamento eficiente.

◦ Aplicações de Negócios (ERP, CRM): Acesso remoto, atualizações automáticas, integração.

◦ Segurança e Conformidade: Monitoramento contínuo, detecção de ameaças,


conformidade simplificada.

◦ Desktops Virtuais (VDI): Mobilidade, fácil gerenciamento, escalabilidade.

• Práticas Aplicações da Nuvem em Negócios (foco empresarial):

◦ Reforça os mesmos pontos que em "Projetos", mas com ênfase nos benefícios para a
operação e estratégia empresarial.

Exercício Prático (Situação-Problema):

• Adoção de aplicações práticas da nuvem em projetos: Uma empresa de desenvolvimento


de software supera desafios de agilidade e colaboração remota implementando ambientes de
desenvolvimento escaláveis na nuvem, de colaboração em nuvem, CI/CD na nuvem e
gerenciamento de código na nuvem.

Encerramento da Unidade: Arquitetura de Aplicações em Nuvem (Síntese)

Pilares Fundamentais da Arquitetura em Nuvem:

• Desempenho:

◦ Elasticidade da infraestrutura (autoescalonamento).

◦ Arquitetura de microsserviços (escalabilidade seletiva).

◦ CDN (distribuição de conteúdo estático, redução de latência).

• Confiabilidade:
◦ Redundância e recuperação de desastres (zonas de disponibilidade, backups).

◦ Monitoramento em tempo real (detecção proativa de anomalias).

◦ Testes automatizados (validação contínua da estabilidade).

• Segurança:

◦ Políticas de controle de acesso (acesso autorizado).

◦ Criptografia de dados em segurança e trânsito.

◦ Gerenciamento de identidade e acesso (autenticação e autorização pretendida).

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Questionário de Verificação de Conhecimento

Responda às seguintes perguntas de forma concisa (2-3 sentenças cada):

1. Defina o conceito de "arquitetura em nuvem" e explique brevemente sua importância para


uma empresa.

2. Comparar os modelos de arquitetura centralizada (cliente-servidor) e descentralizada (Peer-


to-Peer), destacando uma vantagem da primeira e uma desvantagem da segunda.

3. Quais são as principais vantagens de uma arquitetura de microsserviços em comparação


com uma arquitetura monolítica?

4. Explique o conceito de "Edge Computing" e cite um tipo de aplicação que se beneficia


significativamente dessa abordagem.

5. Defina "Qualidade de Serviço (QoS)" em nuvem e mencione duas métricas quantitativas


usadas para avaliação.

6. Descreva a diferença entre escalonamento vertical e horizontal no contexto de


"dimensionamento automático" na nuvem.

7. No gerenciamento de falhas, qual a distinção principal entre o modelo ativo-ativo e o


modelo ativo-passivo?

8. Citar as quatro propriedades básicas de um sistema computacional seguro e definir uma


delas.

9. O que é um ataque de Negação de Serviço (DoS) e como ele afeta a propriedade de


“disponibilidade”?

10. Dê dois exemplos práticos de como a computação em nuvem é utilizada no setor de saúde.

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Gabarito do Questionário

1. A arquitetura em nuvem refere-se à estrutura organizacional dos componentes de nuvem,


incluindo servidores, armazenamento e software, para atender às necessidades de
computação de uma aplicação ou empresa. Sua importância reside em alinhar as estratégias
de TI com os objetivos de negócios, garantindo eficiência, segurança e conformidade.
2. A arquitetura centralizada (cliente-servidor) possui uma distinção clara entre quem requisita
(cliente) e quem responde (servidor), sendo amplamente utilizada e mais simples de
gerenciamento. A arquitetura descentralizada (P2P), onde os componentes se comunicam
arbitrariamente, é mais complexa de implementação devido à necessidade de mecanismos
descentralizados.

3. As principais vantagens dos microsserviços incluem a capacidade de replicar e escalar


componentes individualmente com base na demanda, além de facilitar a implementação de
modificações, pois apenas o microsserviço específico precisa ser reiniciado, não o sistema
como um todo. Isso resulta em menor uso de recursos e maior agilidade.

4. Edge Computing é um paradigma que move o processamento de dados para a borda da


rede, mais próximo da fonte de dados, em vez de um provedor de nuvem centralizado.
Aplicações de mobilidade urbana que precisam de respostas rápidas para análise de dados de
trânsito em tempo real são um exemplo que se beneficia dessa abordagem.

5. Qualidade de Serviço (QoS) em nuvem refere-se a um conjunto de parâmetros que avaliam


a eficácia e eficiência de um serviço, garantindo que ele atenda às expectativas do usuário.
Duas taxas quantitativas são Atraso (tempo de transmissão de um pacote) e Taxa de
Transmissão (volume de dados transmitidos).

6. No dimensionamento automático, o escalonamento vertical envolve aumentar a


configuração de um recurso existente, como adicionar mais memória a uma máquina virtual. O
escalonamento horizontal, por sua vez, consiste em criar réplicas de uma instância, como
diversos servidores web, para distribuir a carga de trabalho.

7. No modelo ativo-passivo, a réplica secundária não é utilizada regularmente, sendo acionada


apenas quando a réplica principal falha. Já no modelo ativo-ativo, ambas as réplicas recebem
requisições de forma contínua, contribuindo para o balanceamento de carga e recebendo a
totalidade das requisições caso uma falha.

8. As quatro propriedades básicas de um sistema computacional seguro são:


Confidencialidade, Integridade, Autenticidade e Disponibilidade. A Confidencialidade garante o
sigilo do conteúdo dos pacotes transmitidos, impedindo que pessoas não autorizadas
obtenham informações.

9. Um ataque de Negação de Serviço (DoS) tem como objetivo sobrecarregar um serviço com
um grande volume de requisições, impedindo-o de responder a clientes legítimos com
desempenho superior. Esse ataque afeta diretamente a propriedade de "disponibilidade",
tornando o serviço inacessível ou inutilizável.

10. No setor de saúde, a computação em nuvem é utilizada para o gerenciamento eficiente de


registros médicos, permitindo o armazenamento seguro e o compartilhamento instantâneo de
dados entre profissionais. Além disso, possibilita a implantação de sistemas de saúde
eletrônicos, melhorando a acessibilidade e a eficiência do atendimento.

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Perguntas para Ensaio

1. Discuta a importância do projeto de arquitetura para aplicações em nuvem, abordando


como as decisões arquitetônicas impactam o desempenho, a escalabilidade e a segurança.
Inclui exemplos de como diferentes modelos (monolítico vs. microsserviços) lidam com esses
aspectos.

2. Analisar os desafios de segurança e privacidade na computação em nuvem. Explique como a


adoção de mecanismos de criptografia, IAM e imagens fortalecidas de VMs pode mitigar
ameaças e qual o papel do gerenciamento de riscos nesse contexto.

3. Explique como os conceitos de Qualidade de Serviço (QoS) são essenciais para provedores
de computação em nuvem. Detalhar as principais considerações de QoS e como mecanismos
de dimensionamento automático, balanceamento de carga e recuperação de desastres
programados para a entrega de serviços confiáveis.

4. Compare e contraste a arquitetura de microsserviços com a computação nas bordas (Edge


Computing). Explique os cenários em que cada abordagem é mais adequada e como eles
podem ser complementares em uma arquitetura de aplicação em nuvem.

5. Selecione três diferentes setores de atividade econômica (por exemplo, varejo online,
produção inteligente, educação a distância) e descreva, para cada um, um caso de uso
específico da computação em nuvem. Explique os desafios que a nuvem resolve e os benefícios
práticos que ela proporciona em cada cenário.

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Glossário de Termos-Chave

• Acordo de Nível de Serviço (SLA): Documento formal entre um provedor de serviço e um


cliente que especifica as parâmetros de qualidade de serviço, responsabilidades e garantias.

• API Gateway: Componente que atua como um ponto de entrada exclusivo para uma
aplicação, redirecionando requisições de clientes para os microsserviços adequados.

• Arquitetura Centralizada (Cliente-Servidor): Modelo em que os clientes fazem requisições a


um servidor que as processa e responde.

• Arquitetura Descentralizada (Peer-to-Peer - P2P): Modelo em que não há distinção fixa


entre clientes e servidores, e os componentes de software podem interagir diretamente uns
com os outros.

• Arquitetura Híbrida: Modelo de arquitetura que combina elementos de abordagens


centralizadas e descentralizadas.

• Arquitetura Monolítica: Modelo de software em que todas as funcionalidades da aplicação


são construídas como um componente de software único e indivisível.

• Arquitetura Multicamadas: Modelo de design de software que divide uma aplicação em


camadas lógicas e/ou físicas específicas, cada uma com um conjunto específico de
funcionalidades (ex: interface, processamento, dados).

• Autenticação Unificada (SSO - Single Sign-On): Mecanismo de segurança que permite que
um usuário faça login uma única vez e acesse vários sistemas ou serviços sem precisar se
autenticar novamente em cada um.

• Autenticidade: Propriedade de segurança que garante a confirmação da identidade das


partes envolvidas na transmissão ou armazenamento de dados.
• Balanceamento de Carga: Mecanismo que distribui a demanda de trabalho entre múltiplas
réplicas de um serviço para melhorar o desempenho e a disponibilidade.

• CDN (Content Delivery Network): Rede de servidores distribuídos geograficamente que


armazena cópias de conteúdo estático (como imagens, vídeos, arquivos CSS) para entregá-lo
aos usuários a partir do servidor mais próximo, reduzindo a latência.

• Confidencialidade: Propriedade de segurança que garante o sigilo do conteúdo dos dados,


garantindo que apenas partes autorizadas possam acessá-los.

• Contêineres: Unidades padronizadas de software que embalam código e todas as suas


dependências, permitindo que as aplicações sejam realizadas de forma rápida e confiável em
diferentes ambientes.

• Criptografia: Técnicas para codificar dados de forma que apenas o destinatário legítimo
possa decifrá-los, garantindo confidencialidade e integridade.

• DDoS (Distributed Denial of Service): Ataque de Negação de Serviço Distribuído, onde vários
computadores comprometidos são usados para sobrecarregar um servidor ou serviço.

• Desempenho: Medida da capacidade de execução de um serviço, frequentemente avaliada


pelo tempo de resposta.

• Dimensionamento Automático: Mecanismo que ajusta dinamicamente a quantidade de


recursos computacionais alocados para um serviço com base na demanda.

• Disponibilidade: Propriedade de segurança e QoS que garante que um sistema ou serviço


estará apto para realizar suas operações e responder a requisições quando necessário.

• Edge Computing (Computação nas Bordas): Paradigma que move o processamento de dados
para a "borda" da rede, mais próximo da fonte dos dados, para reduzir latência e consumo de
banda.

• Escalabilidade: Capacidade de um sistema de ajustar a quantidade de recursos


computacionais de acordo com o aumento ou diminuição da demanda sem comprometer o
desempenho.

• Função como Serviço (FaaS - Function as a Service): Modelo de computação serverless onde
os desenvolvedores escrevem e implantam funções individuais que são executadas em
resposta a eventos, sem gerenciar a infraestrutura subjacente.

• Gerenciamento de Acesso e Identidade (IAM - Identity and Access Management): Recurso


que permite gerenciar e autenticar usuários, além de controlar seus privilégios e credenciais
de acesso aos serviços em nuvem.

• Imagens Fortalecidas de Máquinas Virtuais (Hardened VM Images): Imagens de máquinas


virtuais que foram ajustadas por especialistas com políticas de segurança específicas para
eliminar vulnerabilidades conhecidas.

• Integridade: Propriedade de segurança que garante que os dados não foram alterados de
forma não autorizada durante a transmissão ou armazenamento.

• Interceptação de Tráfego: Ameaça de segurança passiva onde uma entidade não autorizada
obtém as informações transmitidas, violando a confidencialidade dos dados.
• Jitter: Medida da variação no atraso de transmissão dos pacotes de dados, impactando níveis
de aplicações multimídia.

• Microsserviços: Abordagem arquitetônica que estrutura uma aplicação como uma coleção
de serviços pequenos, independentes, fracamente acoplados, que se comunicam por meio de
APIs.

• Monitorar de SLA: Mecanismo utilizado pelos provedores de nuvem para monitorar


continuamente os indicadores de desempenho dos serviços, verificando se estão em
conformidade com as métricas de qualidade pertinentes no SLA.

• Negação de Serviço (DoS - Denial of Service): Ataque que visa sobrecarregar um serviço com
requisições, tornando-o indisponível para usuários legítimos.

• Qualidade de Serviço (QoS): Conjunto de parâmetros usados para avaliar a eficácia e


eficiência de um serviço, garantindo que ele atenda ou exceda as expectativas do usuário.

• Recuperação de Desastres (Falhas): Mecanismos implementados para identificar a


ocorrência de falhas e redirecionar requisições para réplicas ativas, garantindo a continuidade
do serviço.

• Redundância: Duplicação de componentes ou sistemas para garantir que, em caso de falha


de um, outros possam assumir suas funções, aumentando a confiabilidade e a disponibilidade.

• Resiliência: Medida da robustez de um serviço, relacionada ao seu grau de tolerância a


falhas e sua capacidade de se recuperar rapidamente após um incidente.

• Computação sem Servidor: Modelo de execução em nuvem onde o provedor gerencia


dinamicamente a alocação e o provisionamento de servidores, permitindo que os
desenvolvedores se concentrem apenas no código da aplicação.

• Taxa de Perda: Porcentagem de pacotes de dados que não foram entregues com sucesso ao
destinatário.

• Taxa de Transmissão: Volume de dados efetivamente transmitido entre dois nós em uma
rede, geralmente medido em megabits por segundo (Mbps).

• Tempo de Resposta: Tempo total para um cliente receber uma resposta para uma requisição
enviada a um servidor.

• Virtualização: Tecnologia que permite a criação de múltiplas instâncias de sistemas


operacionais ou ambientes de hardware em um único recurso físico.

• Vulnerabilidades: Fraquezas em um sistema, software ou rede que podem ser exploradas


por atacantes para violar a segurança.

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