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ResumoPRF Informatica

O documento aborda conceitos fundamentais de informática, incluindo sistemas operacionais, hardware, software e redes. Ele detalha a função dos sistemas operacionais, tipos de memória, periféricos e segurança da informação, além de discutir a transformação digital e computação em nuvem. Também inclui tópicos sobre malware e ferramentas de segurança, oferecendo uma visão abrangente sobre o tema.

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ResumoPRF Informatica

O documento aborda conceitos fundamentais de informática, incluindo sistemas operacionais, hardware, software e redes. Ele detalha a função dos sistemas operacionais, tipos de memória, periféricos e segurança da informação, além de discutir a transformação digital e computação em nuvem. Também inclui tópicos sobre malware e ferramentas de segurança, oferecendo uma visão abrangente sobre o tema.

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metodo4passos.

com/resumestre 1 / 51
[Link]/resumestre 2 / 51
Sumário
INFORMÁTICA..................................................................................................................................................................................... 6
1 – SISTEMA OPERACIONAL (SO)................................................................................................................................................. 6

*1.1 HARDWARE......................................................................................................................................................................... 6

1.1.1 PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA........................................................................................................................ 6


1.2 SOFTWARE........................................................................................................................................................................... 7

1.4.1 MEMÓRIAS.................................................................................................................................................................... 8
1. PRINCIPAL/ PRIMÁRIA “REAL”,.................................................................................................................................... 8
2. SECUNDÁRIA/ AUXILIAR/ DE MASSA..........................................................................................................................8
1.4.2 CLASSIFICAÇÃO DOS SOFTWARES........................................................................................................................... 9
SOFTWARE DE DOMÍNIO PÚBLICO................................................................................................................................. 9
MAQUINA VIRTUAL............................................................................................................................................................ 9
*1.3 LINUX.................................................................................................................................................................................. 10

1.3.1 LIBERDADES DE USO – PERMISSÕES..................................................................................................................... 11


1.3.2 ÁRVORE DE DIRETÓRIOS......................................................................................................................................... 11
COMANDOS BÁSICOS INTERNOS................................................................................................................................. 12
PRINCIPAIS COMANDOS................................................................................................................................................12
*1.4 WINDOWS.......................................................................................................................................................................... 13

1.4.1 SOFTWARES NATIVOS (acessórios padrão)..............................................................................................................13


*CALCULADORA.............................................................................................................................................................. 13
*ONEDRIVE...................................................................................................................................................................... 13
BLOCO DE NOTAS........................................................................................................................................................... 13
*WORDPAD...................................................................................................................................................................... 14
ÁREA DE TRABALHO REMOTA......................................................................................................................................14
FERRAMENTA DE CAPTURA.......................................................................................................................................... 14
*PAINT............................................................................................................................................................................... 14
GRAVADOR DE PASSOS................................................................................................................................................ 14
*OTIMIZAR/ DESFRAGMENTAR UNIDADES.................................................................................................................. 14
1.4.2 SISTEMA DO WINDOWS............................................................................................................................................. 15
*1.4.3 EXPLORADOR DE ARQUIVOS.................................................................................................................................. 15
MANIPULANDO ARQUIVOS............................................................................................................................................ 16
1.4.4 GERENCIADOR DE TAREFAS.................................................................................................................................... 17
1.4.5 PAINEL DE CONTROLE.............................................................................................................................................. 17
1.4.6 NOVIDADES W10........................................................................................................................................................ 17
BARRA DE TAREFAS....................................................................................................................................................... 18
JANELA DE CONFIGURAÇÕES...................................................................................................................................... 19
CAIXA DE PESQUISA...................................................................................................................................................... 19
VISÃO DE TAREFAS........................................................................................................................................................20
LINHA DO TEMPO............................................................................................................................................................ 20
CENTRAL DE AÇÕES...................................................................................................................................................... 20
ÁREA DE TRANSFERÊNCIA........................................................................................................................................... 20
HISTÓRICO DE ATIVIDADES.......................................................................................................................................... 21
1.4.7 FERRAMENTAS........................................................................................................................................................... 21
1.4.8 SEGURANÇA DO WINDOWS...................................................................................................................................... 21
WINDOWS DEFENDER.................................................................................................................................................... 21
GERENCIAMENTO DE PROCESSOS............................................................................................................................. 21
ARMAZENAMENTO.......................................................................................................................................................... 21

[Link]/resumestre 3 / 51
DIRETÓRIOS.................................................................................................................................................................... 23
1.4.9 ATALHOS..................................................................................................................................................................... 24
2 – NOÇÕES DE REDES............................................................................................................................................................... 24

*2.1 INTERNET, INTRANET e EXTRANET................................................................................................................................ 25


2.2 CLOUD COMPUTING – NUVEM......................................................................................................................................... 25
2.3 WORLD WIDE WEB (www).................................................................................................................................................. 26
2.4 ARQUITETURA, DOMÍNIO/ PROTOCOLOS, E-MAIL, NAVEGADORES........................................................................... 26

2.4.1 PROTOCOLO TCP/ IP................................................................................................................................................. 26


2.4.2 ENDERAÇAMENTO.....................................................................................................................................................27
IP....................................................................................................................................................................................... 27
2.4.3 DOMÍNIO...................................................................................................................................................................... 28
DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)......................................................................................................................................28
URL (UNIFORM RESOURCE LOCATOR).......................................................................................................................28
2.4.5 PROTOCOLOS CAMADA DE APLICAÇÃO.................................................................................................................29
2.4.6 ACESSO REMOTO...................................................................................................................................................... 29
2.4.7 PROTOCOLOS DE E-MAIL.......................................................................................................................................... 30
SMTP – SIMPLE MAIL TRANSFER PROTOCOL............................................................................................................ 30
POP3................................................................................................................................................................................. 30
IMAP.................................................................................................................................................................................. 30
SNMP................................................................................................................................................................................ 30
2.4.8 E-MAIL.......................................................................................................................................................................... 30
MS OUTLOOK 2016.......................................................................................................................................................... 31
OUTLOOK EXPRESS.......................................................................................................................................................32
2.5 NAVEGADORES “BROWSER”............................................................................................................................................ 32

CACHE.............................................................................................................................................................................. 32
COOKIES.......................................................................................................................................................................... 32
2.5.1 ATALHOS DOS NAVEGADORES................................................................................................................................ 33
2.5.2 NAVEGAÇÃO ANÔNIMA............................................................................................................................................. 34
2.5.3 GOOGLE CHROME..................................................................................................................................................... 34
2.5.4 MOZILLA FIREFOX......................................................................................................................................................34
2.5.5 INTERNET EXPLORER............................................................................................................................................... 35
2.5.6 EDGE............................................................................................................................................................................ 35
2.5.7 FERRAMENTAS DE BUSCA/ PEQUISA.....................................................................................................................36
2.5.8 REDES SOCIAIS..........................................................................................................................................................36
3. TRANSFORMAÇÃO DIGITAL.................................................................................................................................................... 37

3.1 INTERNET DAS COISAS (IOT)...........................................................................................................................................37


3.2 BIG DATA (BD)..................................................................................................................................................................... 37
3.3 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA).......................................................................................................................................... 37

4 – SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO............................................................................................................................................ 38

4.1 CRIPTOGRAFIA................................................................................................................................................................... 38

4.1.1 TIPOS DE CRIPTOGRAFIA......................................................................................................................................... 38


SIMÉTRICA....................................................................................................................................................................... 38
ASSIMÉTRICA.................................................................................................................................................................. 38
CERTIFICADO DE CHAVE PÚBLICA..............................................................................................................................39
ASSINATURA DIGITAL..................................................................................................................................................... 40
4.1.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS................................................................................................................................................ 40
4.2 MALWARES (PRAGA VIRTUAL).......................................................................................................................................... 40

[Link]/resumestre 4 / 51
*4.2.1 VÍRUS.......................................................................................................................................................................... 41
*4.2.2 WORM (verme)........................................................................................................................................................... 41
4.2.3 BOT (robô).................................................................................................................................................................... 42
4.2.4 BOTNET....................................................................................................................................................................... 42
4.2.5 SPAM............................................................................................................................................................................ 42
*4.2.6 SPYWARE................................................................................................................................................................... 42
4.2.7 BACKDOOR................................................................................................................................................................. 42
*4.2.8 CAVALO DE TROIA (Trojan)...................................................................................................................................... 43
*4.2.9 RANSOMWARE (regaste)........................................................................................................................................... 43
4.2.10 ROOTKIT.................................................................................................................................................................... 43
4.2.11 PHISHING (Pescaria – Spam).................................................................................................................................... 43
4.2.12 PHARMING................................................................................................................................................................. 44
4.2.13 NEGAÇÃO DE SERVIÇO (DoS/ DDoS)..................................................................................................................... 44
4.2.14 HIJACKERS................................................................................................................................................................ 44
4.3 ATAQUES NA INTERNET....................................................................................................................................................44
4.4 FERRAMENTAS DE SEGURANÇA..................................................................................................................................... 44

*1. FIREWALL........................................................................................................................................................................ 44
2. ANTIVÍRUS........................................................................................................................................................................ 45
3. ANTISPYWARES.............................................................................................................................................................. 46
4. ANTISPAM......................................................................................................................................................................... 46
5. ANTIPHISHING................................................................................................................................................................. 46
6. HONEY POT...................................................................................................................................................................... 46
5 – BACKUP................................................................................................................................................................................... 46
6 – COMPUTAÇÃO EM NUVEM (CLOUD COMPUTING)............................................................................................................. 47

6.1 RECURSOS DE COMPUTAÇÃO......................................................................................................................................... 48


6.2 MODELOS/ TIPOS DE SERVIÇO EM NUVEM................................................................................................................... 49

SaaS “consumir”................................................................................................................................................................ 49
PaaS “construir” “desenvolver”.......................................................................................................................................... 49
IaaS “hospedar”................................................................................................................................................................. 49
BdaaS................................................................................................................................................................................ 50
6.3 TIPOS DE NUVEM............................................................................................................................................................... 50

PÚBLICA........................................................................................................................................................................... 50
PRIVADA........................................................................................................................................................................... 50
COMUNITÁRIA................................................................................................................................................................. 50
HÍBRIDA............................................................................................................................................................................ 50
6.4 FERRAMENTAS COLABORATIVAS....................................................................................................................................50

QUESTÕES TEC CONCURSOS – BANCA CEBRASPE............................................................................................................... 51

[Link]/resumestre 5 / 51
INFORMÁTICA

1 – SISTEMA OPERACIONAL (SO)


Conjunto de programas:
Aplicativos: softwares de texto, planilhas, calculadora…
Utilitários: manutenção do sistema – desfragmentador, anti-vírus…
KERNEL: núcleo do SO

FUNÇÕES DO SO
Controla o funcionamento (parte física) do PC
Gerenciamento de hardware (Kernel);
Gerenciamento de software (Kernel);
Interface de comunicação entre o usuário e a máquina.

GUI SHELL
Interface gráfica Interface de comando

Software necessário (básico).


Modo Topdown: visão do usuário que permite a interação entre o hardware e os aplicativos.
Modo Bottom-up: gerenciador de recurso (tempo, espaço, memória, acessos).

Drivers: software que faz com que o SO reconheça o hardware (específico).


≠ Drive: hardware = dispositivo.

*1.1 HARDWARE
Parte física do PC (teclado, mouse, monitor…).

Unidade de Controle (UC): operações do processador. Busca instruções na memória RAM e realiza o controle interno e
externo.
Unidade Lógica e Aritmética (ULA): operações de processamento de dados. Cálculos.
Registradores: memória mais rápida. Localizados dentro do processador e armazenam dados.
Memória Cache: rápida. Serve para aumentar a performance do processador. Não é obrigatória.

Clock: localiza-se na placa-mãe e controla a frequência de funcionamento do núcleo do processador. Medido em GHz.
Sockets: responsável pela conexão do processador à placa-mãe.

1.1.1 PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA


Dispositivo que se comunica com a memória RAM.
ENTRADA SAÍDA HÍBRIDOS
Scanner Caixa de som Impressora multifuncional
Teclado Monitor Monitor Touch Sreen
Mouse Impressora Headset (fone com microfone)
Webcam Pendrive, CD, DVD…
Fones
Microfone Disco Rígido

SCANNER DE MESA
Funciona de forma parecida com uma máquina de cópias, ou seja, é necessário apenas posicionar a imagem a ser digitalizada
sobre a tampa de vidro e comandar o software para iniciar o procedimento.
– Se encarrega de realizar o movimento de varredura do documento ou imagem em sua superfície e digitalizá-lo.

SCANNER DE MÃO
dispositivo eletrônico que permite armazenar uma cópia de imagens ou documentos físicos em formato digital. Normalmente, se
trata de um equipamento pequeno e bem leve, que pode ser facilmente transportado para qualquer lugar.

[Link]/resumestre 6 / 51
Principal diferença entre os dois tipos mencionados de scanner encontra-se na portabilidade: enquanto o scanner de mesa é
concebido para ser utilizado em um local físico, o de mão pode ser facilmente transportado. Em geral, o scanner de mesa têm
mais recursos e podem oferecer maior qualidade nas imagens.

Gabinete: caixa metálica que abriga os componentes internos de um PC (placa-mãe, CPU, disco…).
USB: não é memória, mas um barramento utilizado para conectar a maioria dos dispositivos de entrada e saída.
Tipo A: mais comum (pendrives, teclados, mouses…)

OCR: Reconhecedor Óptico de Caracteres: software usado em conjunto com o scanner (digitalização de documentos de texto).

MOUSE

TECLADO

ATALHOS
ESC: interrompe um procedimento (não apaga qualquer caractere).
TAB: desloca o cursor uma quantidade de espaços.
CAPS LOCK: trava/destrava as letras do teclado em somente maiúscula.
SHIFT: função de fazer letras maiúsculas e acessar a segunda função de uma tecla (inserir os símbolos grafados).
DELETE: apaga o caractere à direita do cursor.

MOTHERBOARD – PLACA MÃE


Principais componentes:
Barramentos: vias de comunicação que atravessam a placa-mãe e interligam todos os componentes do PC.
Externos:
1. USB (até 127 equipamento);
2. Fireware;
3. PS2;
4. HDMI

SLOTS: locais de encaixe de outras placas.


Chipset: controla todo o funcionamento da placa-mãe.

1.2 SOFTWARE
Parte lógica do PC (windows, linux, word…)

[Link]/resumestre 7 / 51
TIPOS
Aplicativos: permitem que os usuários façam tarefas do dia a dia.
Programação: utilizados para criar outros programas.

1.4.1 MEMÓRIAS

1. PRINCIPAL/ PRIMÁRIA “REAL”,


Essenciais para o funcionamento.
Podem ser acessadas diretamente pelo PC.

RAM CACHE ROM


Acesso aleatório SRAM | memória temporária Só leitura. Não permite salvar arquivos
Volátil – perde o conteúdo Volátil – perde o conteúdo Não volátil
Memória do PC Aumenta o desempenho Usada para distribuição de firmware
CACHE L1
Rápida, aumenta a performance do
processador
Armazena dados e programas Armazenam o programa BIOS
Dados mais solicitados com intuito de
evitar a busca deles na memória
principal

CACHE L2
Aumenta a velocidade de acesso aos
Informações podem ser apagadas/ dados Software gravado na memória ROM.
regravadas Inicialização do sistema (BOOT)
Intermediação na comunicação entre
Processador e Memória RAM

Usuário não consegue salvar diretamente.

Memória buffer: utilizada para armazenar temporariamente dados em trânsito ou antes de serem processados.
– Integra a memória RAM

EPROM: ROM programável e apagável.

2. SECUNDÁRIA/ AUXILIAR/ DE MASSA


Não-voláteis: não perdem o conteúdo.
Ex.: HD (disco rígido), DVD, CD, Flash “Pendrives, cartões SSD”. Disquete “floppy disk”. Fita magnética “DAT”.

MAGNÉTICAS ÓPTICAS ELETRÔNICAS


SSD (memória flash, + rápida)
HD, FITA, DISQUETE CD, DVD, BLU-RAY
Cartão de memória, PENDRIVE

Usuário consegue salvar diretamente.

DRAM (RAM): memória de acesso aleatório e dinâmico.


Eletrônica – utiliza corrente elétrica para ler e gravar.
Acesso direto a qualquer célula de memória.
Muito rápida: latência de 30 a 100 nanosegundos.
Volátil: perde o conteúdo em caso de queda de energia.
Faz refresh “paradas”.
Menor consumo de energia.

Tipos: FPM, EDO, SDRAM, DDR.

[Link]/resumestre 8 / 51
1.4.2 CLASSIFICAÇÃO DOS SOFTWARES
Patente de registro.
PROPRIETÁRIO LIVRE
Não livre. Pode ser gratuito Gratuitos/ comercializados, condição do proprietário
Restrições (reprodução, distribuição e uso) Código-fonte aberto aos usuários
Direitos autorais regulados por licença de software livre –
Não disponibiliza o código-fonte
(gnu, fsf)
Ex.: word, excel, windows Ex.: linux, libreoffice, mozilla firefox.

SOFTWARE LIVRE ≠ SOFTWARE GRATUITO

LICENÇA DE SOFTWARE LIVRE/ PÚBLICA GERAL (GPL)


Liberdade de uso, cópia, distribuição e aperfeiçoamento do software.
Impede que um software livre seja transformado em proprietário.

0 > EXECUTAR o programa para qualquer finalidade (uso)


1 > ESTUDAR códigos fontes e adaptá-lo as suas necessidades
4 LIBERDADES DE SOFTWARE LIVRE 2 > REDISTRIBUIR cópias (pode cobrar ou não)
3 > MELHORAR, adaptar e compartilhar o software (acesso ao código-fonte é
um pré-requisito).

COPYLEFT
Característica que faz com que o software livre tenha uma livre distribuição.
Existem softwares livres que não têm essa cláusula, o que permite que versões modificadas possam ser redistribuídas de forma
não livre.

SOFTWARE DE DOMÍNIO PÚBLICO


Expira o tempo de exploração da licença.
Pode ser livre ou proprietário.
Portal do software público Brasileiro: ambiente de compartilhamento de softwares.
Publicação: software 100% livre e não depende de softwares proprietários.

FIRMWARE FREEWARE SHAREWARE


Software específico embutido no Software com tempo determinado
Não implica pagamento de licença
dispositivo (gratuito para testar)
Programa de computador e, como tal, Demo: demonstração do produto com
Software gratuito, mas não livre
pode ser normalmente editado limitações, sem prazo determinado
Está presente em periféricos como discos
rígidos e impressoras Código-fonte fechado + licenças
Beta: programa em desenvolvimento
restritivas
Nos PCS, o mais importante é o bios

MAQUINA VIRTUAL
“Software” – arquivo de imagem que se comporta como um PC.
“Computador dentro de um computador”.
Possibilidade de executar várias simultaneamente, porém, afetando o desempenho da máquina.

DIFERENÇAS
WINDOWS 10 LINUX
VÁRIAS interfaces gráficas (Gnome, KDE). Possibilidade de não utilizar.
1. Monousuário: não permite mais de um usuário simultaneamente.
Apenas UMA interface gráfica (Style). 2. Multiusuários: permite mais de um usuário simultaneamente.
3. Monotarefa: não executa mais de uma tarefa ao mesmo tempo.
Para uma tarefa para iniciar outra e o trabalho não finalizado é perdido.

[Link]/resumestre 9 / 51
4. Multitarefa: executa mais de uma tarefa ao mesmo tempo.

*1.3 LINUX
Sistema operacional GNU.

COMPONENTES
KERNEL: núcleo/ base do SO – gerenciamento de memória, processos, suporte ao sistema de arquivos e dispositivos.
SHELL: elo entre o usuário e o sistema.
Aplicações: implementação de serviços necessários ao sistema.

CARACTERÍSTICAS
Gratuito + código fonte aberto (copyleft).
Licença Pública Geral (GPL): executar, estudar, modificar e redistribuir o código-fonte.

Multitarefa: executa mais de uma tarefa ao mesmo tempo.


Multiusuários: permite mais de um usuário simultaneamente.
Multiplataforma: execução em diversos tipos de computadores.

Suporte a rede: compatível com OSI e TCP/IP.

DISTRIBUIÇÕES
DEBIAN, CentOS, UBUNTU, Manjaro, FEDORA, MINT, Red Hat, Open Suse, Deepin, Arch, Slackware.

Kernel + programas.
Conjunto de aplicativos + possibilidade de atualizar e instalar novos programas automaticamente.

OBSERVAÇÃO
≠ Ambientes gráficos: GNOME, KDE, Unity, Xfce, Lxde, Cinnamon, BLACKBOX.

AMBIENTE GRÁFICO: LIVRE


Software que facilita a utilização do computador através de representações visuais do SO.

LINUX: vários ambientes gráficos.


WINDOWS: ambiente gráfico é padrão, somente a Microsoft pode modificá-lo.

TIPOS DE ARQUIVOS
–- Arquivo
D Diretório
l Link
b, c, s Especiais (sistema)

CRIAÇÃO DE ARQUIVOS E PASTAS


Case sensitive: diferencia letras maiúsculas de minúsculas.

Quantidade máxima: 255 caracteres.


. : arquivos e diretórios ocultos.
/ : não pode ser utilizada como nome de arquivo.
Recomendado: letras, números, pontos e underline.

INICIALIZAÇÃO (BOOT)
Garantia, caso ocorra falha no sistema.
Dual Boot: (instalar o “Gerenciador de Boot” – GRUB ou LILO)

Particionar o HD;
Mais de um SO no mesmo PC.

Não é possível utilizar dois SO’s ao mesmo tempo.

[Link]/resumestre 10 / 51
SEGURANÇA
Mais seguro que o Windows.
Privilégios de usuários padrão do sistema.
Arquitetura modular: isola os programas uns dos outros.
Sistema de auditoriais: grava mudanças não autorizadas.
Código livre: qualquer pessoa pode analisar e encontrar falhas.
Antivírus: CLAMAV.

INTERFACE NÃO GRÁFICA (SHELL DE COMANDOS)


Bash, csh, sh.
Principal ligação entre o usuário.

Envio de Comandos:
Interativo: PC depende do usuário para executar uma tarefa/ comando.
Não-interativo: usa arquivos de comando (scripts) criados pelo usuário para o PC executá-los.

BASH: executa scripts em formato .sh e funciona como interface global de usuário (CLI).

1.3.1 LIBERDADES DE USO – PERMISSÕES


Protegem o sistema contra acesso indevido de pessoas/ programas não autorizados.

(u) usuário dono do arquivo (r) -rwx


(g) Grupo do dono (w) rw-
(o) Demais usuários (x) -w-

ESPECIFICAÇÕES
R ou 4 Leitura (read)
W ou 2 Escritra (writer)
X ou 1 Execução – mesmo sem direitos de administrador (root)

OBS.: pode ser letras RWX ou números de 1 à 7 conforme tabela:

TERMINAL
Interação com o computador por linha de comandos:
S: usuário comum.
#: usuário ROOT (superusuário).

1.3.2 ÁRVORE DE DIRETÓRIOS


Armazenamento: pasta no diretório/ home.

OBSERVAÇÃO
No LINUX os discos e partições fazem parte de um único diretório.
Diretório raiz: / dá acesso a todos os diretórios e dados instalados no Sistema.

/ home: arquivos pessoais (docs e fotografias) usuário comum.


/ root: diretório home do superusuário. BIZU: “a velha root pode tudo”

OBSERVAÇÃO
\ > “contra-barra” – vira um W = WINDOWS.

[Link]/resumestre 11 / 51
/ > “barra normal” – vira um L = LINUX

/ bin: (binário) comandos de funcionamento do sistema. Diretório público.


/ sbin: aplicativos para administração de sistema (root) com objetivo de realizar manutenções e tarefas semelhantes.
/ boot: arquivos de inicialização do sistema.
/ etc: arquivos de configuração do sistema.
/ lib: biblioteca partilhada e módulos Kernel do SO.
/ dev: arquivos de dispositivos (partição de HD, pendrive).
/ media: montagem de unidades removíveis.
/ mnt: pontos de montagem temporários. Diretório vazio.
/ opt: apps instalados (optional).
/ proc: informações do Kernel (processos do SO)
/ run: arquivos temporários de aplicativos (não mantém os arquivos no disco).
/ srv: dados de servidores e serviços em execução.
/ sys: arquivos de sistema (não mantém os arquivos no disco)
/ tmp: arquivos temporários de sistema.
/ usr: usuários, 2a maior hierarquia do Linux.

COMANDOS BÁSICOS INTERNOS


apt-get: instalar/ desinstalar aplicativos. man: manual online.
adduser | userdel | usermod: criar, excluir, alterar usuários. mkfs: formatar unidade de armazenamento.
cat: visualizar conteúdo. mv: mover/ renomear arquivos e diretórios.
cd: muda diretório. mkdir: cria diretórios
cp: copia rmdir: remove diretórios vazios.
cp-r: copia recursivamente (diretório + tudo).
pwd: exibe caminho do diretório atual.
df: consumo disco de partição | passwd: alterar senha do usuário.
du: consumo disco de diretório. rm: remover arquivos/ diretórios
diff: compara conteúdo de arquivos. rm-r: tudo + subdiretório
file: visualizar tipo de arquivo.
reboot: reiniciar imediatamente.
find: localizar arquivos
shutdown: desligar/ reinicializar o sistema.
fdisk: criar uma nova partição, modificar ou deletar.
string: identificar licença.
gzip: compactar arquivo.
sudo: mudar de usuário comum para root.
gedit: editor de texto.
sort: ordenar por crescente/ decrescente.
halt: desligar imediatamente.
tar: juntar arquivos em um só.
head: “cabeça” 10 primeiras linhas de um arquivo.
tail: “calda” últimas linhas de um arquivo de texto.
In: cria um link type: exibe o tipo de um comando.
In-s: cria link simbólico. touch: cria arquivos vazios.
uniq: exibe/ apaga linhas repetidas.
init: desligar/ reiniciar sistema. wc: contabiliza linhas, palavras, caracteres de um arquivo.
whatis: descrição de comando.
ipr: imprime um arquivo
whereis: localizar página de ajuda.
Ls: lista arquivos/ diretórios dentro do diretório atual.

PRINCIPAIS COMANDOS
chown: muda o dono ou o grupo de um arquivo
chgrp: altera o grupo.
chmod: alterar permissões de um arquivo.
chfn: altera informações do usuário.
ftp: transfere arquivos entre hosts.
finger: exibe informações do usuário.
grep: procura palavras em arquivo de texto.
history: últimos comandos usados.
ifconfig: IP da máquina.
jobs: processos e pids.
kill: encerrar um processo utilizando ID específico.
lastlog: último login
who: quem está logado.
lpq: lista status da impressora

[Link]/resumestre 12 / 51
lprm: remove solicitações de impressão.
netstat: estado da rede.
nmap: scaneia rede para obter informações de hosts ativos.
ping: testa conectividade com o Host.
ps: processos em execução.
ssh: acesso remoto seguro.
telnet: comunicação com outro Host.
top: exibe informações sobre o PC (processamento e memória).
whois: informações sobre domínios.

*1.4 WINDOWS
CARACTERÍSTICAS VERSÕES W10
Não livre 1. HOME (básico) – consumidor
Software proprietário (pago) 2. PRO (completo) – empresas
Não gratuito 3. MOBILE (celular, tablet)
Código-fonte fechado
4. ENTERPRISE – grandes empresas
Multiusuários; multiplataforma; multitarefa

Backup dos arquivos do usuário: C:\Users


Atualização W8 para o W8.1, se interrompida, pode ser retomada de onde parou.

SISTEMA DE TEMPO COMPARTILHADO


Utilização do processador por diversos programas em um determinado período de tempo.
Aplicativos: permite organizar em ordem alfabética, adicionados recentemente e “mais usados”.

CONTINUE DE ONDE PAROU


Permite troca entre diferentes aparelhos sem que o usuário tenha que salvar e enviar os arquivos.

1.4.1 SOFTWARES NATIVOS (acessórios padrão)


CALENDÁRIO CÂMERA CLIMA CONFIGURAÇÕES
DINHEIRO E-MAIL ESPORTES FILMES E TV
FOTOS GRAVADOR (voz) GROOVE MUSICA LOJA
MAPAS MICROSOFT EDGE INTERNET EXPLORER ALARMES E RELÓGIO

*CALCULADORA
Padrão | científica | representação gráfica | programador | cálculo de data (anos, meses, semanas e dias).
Conversor: moeda; volume; comprimento.

*ONEDRIVE
Armazenamento na nuvem da Microsoft.
Oferece espaço gratuitamente.
Disco virtual.

BLOCO DE NOTAS
Editor de texto.
Não aceita imagens, tabelas.
Salva em .txt, mas aceita outras formas.
Não apresenta opções avançadas para formatação.
Mudar a fonte, o estilo e o tamanho, mas não a cor, nem aplicar efeitos.
Pode ser utilizado para criar scripts (pequenos programas).

[Link]/resumestre 13 / 51
*WORDPAD
Editor de texto (padrão rtf, mas permite txt, docx, odt).

ÁREA DE TRABALHO REMOTA


Padrão: desabilitada.
É possível ter acesso a todos os programas, arquivos e recursos de rede do PC.
Feita pela internet (contas de e-mail da Microsoft) ou pela intranet.

FERRAMENTA DE CAPTURA
Captura de imagem da tela ou parte dela.
Salva como jpg.

*PAINT
Salva arquivos nos formatos bmp, jpg, png, gif e tif (extensões de imagem).

GRAVADOR DE PASSOS
Printa a tela em cada interação do usuário e realiza uma descrição das ações.

FACILIDADES DE ACESSO
Lupa
Narrador
Reconhecimento de fala
Teclado Virtual

FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS
Agendador de tarefas

*OTIMIZAR/ DESFRAGMENTAR UNIDADES


Não é responsável por consertar erros no HD.
Finalidade reorganizar blocos de um mesmo arquivo que estão fragmentados dentro do disco, tornando o PC mais rápido.
Melhora o desempenho do sistema.

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1.4.2 SISTEMA DO WINDOWS
Executar: permite, através de uma caixa de diálogo, que o usuário abra um arquivo, pasta ou programa.
ATALHO: WIN + R

*1.4.3 EXPLORADOR DE ARQUIVOS


Permite mover, remover, copiar e renomear arquivos ou pastas que estejam no disco rígido ou em discos removíveis.

ATALHO
WIN + E;
Botão direito sobre o símbolo do WIND (inciar) + selecionar explorador de arquivos

“↑”: um nível acima (volta para a pasta principal).


Guias do explorador são dinâmicas: mudam de acordo com o que estiver selecionado
(Arquivo, Início, Computador “este computador”, Compartilhar e Exibir).

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Acesso rápido: mostra as pastas frequentes, fixadas e os arquivos recentes.
Pode ser modificada.

Caixa de pesquisa: não é automática.

ATALHO
CTRL + F ou F3

Configurações: mostrar ou não os arquivos e pastas ou deixar apenas arquivos sendo exibidos ou somente pastas.
“Limpar”: permanecem somente as pastas fixadas.

MANIPULANDO ARQUIVOS
PASTAS DIFERENTES
– Copiar e colar.

NA MESMA PASTA
– Copiar e colar.
– Windows fará uma cópia do arquivo sem exibir nenhuma mensagem (modifica o nome).

ALTERAR LOCAL DE ARMAZENAMENTO DE ARQUIVOS

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1.4.4 GERENCIADOR DE TAREFAS
Mostra tarefas em execução no sistema (arquivos abertos; consumo de energia; uso da CPU, memória).
Possível fechar programas que pararam de responder.

ATALHO
CTRL + SHIFT + ESC: abre diretamente o gerenciador.
CTRL + ALT + DEL: abre indiretamente o gerenciador.

1.4.5 PAINEL DE CONTROLE


Ferramenta de configuração do sistema.

Visualização: ícone ou categoria, e ferramentas agrupadas de acordo com sua similaridade.


Programas e recursos: desinstalar programas.
Rede e Internet: excluir histórico e cookies do navegador.
Sistema: informações do hardware e do PC.

Permite gerenciar vídeos, notificações, energia…

Disco de restauração: cópia do essencial para o funcionamento do Windows.


Restauração de sistema: retorna o SO a um ponto anterior ao da instalação de um programa.

HISTÓRICO DE ARQUIVOS
Backup de cópias de arquivos das pastas “documentos, músicas, imagens, vídeos, área de trabalho” e onedrive disponíveis
offline no PC.
Permite que o usuário configure rotinas de Backup, podendo escolher em que mídia o backup será feito, inclusive a internet.

1.4.6 NOVIDADES W10


DESLIGAR/ REINICIAR Por comando de voz
CORTANA Assistente digital (aplicativos, documentos, web). ATALHO: WINDOWS + C
WINDOWS HELLO Desbloqueio por reconhecimento facial

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BARRA DE TAREFAS
MENU INICIAR Três colunas: Esquerda: ícones rápidos | Centro: Nomes | Direita: Atalhos

– Padrão” ou “tela inteira”. CTRL + ESC


– Iniciar > Configurações (WINDOWS + I) > Personalização > Iniciar > “usar tela inteira de iniciar”.
– Clique com o botão direito em item do menu Iniciar, abre a lista de saltos, onde é possível inclusive desinstalar o aplicativo.
– Possível redimensionar: pequeno, médio, largo e grande.

Expandir: ver ícones da primeira coluna do menu inciar.


Pasta pessoal: atalho para a pasta pessoal do usuário no disco rígido (subpastas: área de trabalho, contatos, documentos,
downloads…)

BOTÃO DE ENERGIA
DESLIGAR Fecha tudo e desliga
REINICIAR
Permanece ligado, baixo consumo de energia. Apps ficam abertos, voltando ao ponto que estava.
SUSPENDER
Desativa alguns componentes do computador (monitor, HD, coolers, conexões de rede e USB)
HIBERNAR Desliga, salva tudo no HD, apps permanecem abertos, voltando ao ponto em que estava

USUÁRIO
ALTERAR CONFIGURAÇÕES DA CONTA
BLOQUEAR Impede o acesso de outras pessoas à conta do usuário. WINDOWS + L
SAIR Não desliga. Fecha os programas, a conta e retorna para a tela de boas vindas
TROCA DIRETA DE USUÁRIO Sem fechar os programas. Retorna à tela de boas vindas sem encerrar a sessão

MULTIUSUÁRIO
Não há limitação de contas (criadas pelo Painel de Controle ou Janela de Configurações).

1. Usuário padrão: acesso limitado. Salvar arquivos, personalizar área de trabalho e alterar configurações que não afetem o
sistema.
2. Administrador (Root): acesso irrestrito, inclusive a documentos de outros usuários. Aceita mais de um.

LISTA DE APLICATIVOS

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– Por ordem ALFABÉTICA. (Topo): mais usados, sugeridos e adicionados recentemente.
– Bloco dinâmico: arrastar item da lista de apps para o bloco dinâmico (lado).

JANELA DE CONFIGURAÇÕES
ATALHO: WINDOWS + I

– Atualização e Segurança – Windows Update | Recuperação | Backup | Segurança | Localizar meu dispositivo…

PAINEL DE CONTROLE
– Backup e restauração
– Barra de tarefas e navegação
– Central de facilidade de acesso
– Central de rede e compartilhamento
– Central de Sincronização
– Conexões de RemoteApp
– Contas de usuário
– Criptografia de unidade bitlocker
*BITLOCKER
Criptografia forte do Windows (só é possível ativar em edições pro).
Permite criptografar uma unidade de disco.
Não disponível na versão Home.
Criptografa tudo.
– Difere-se do EFS: criptografa dados individualmente, detecta por usuário, não por senha.

– Espaços de armazenamento
– Firewall do Windows
– Gerenciador de dispositivos – instalar ou atualizar os drivers
– Histórico de arquivos…

CAIXA DE PESQUISA
Três colunas: Esquerda: ícones rápidos; Centro: Nomes; Direita: Atalhos.
– No PC ou na Web. WINDOWS + S ou Q
– Bloqueio da barra de tarefas: Configurações (barra de tarefas) ou Iniciar > configurações > personalização > barra de tarefas.

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VISÃO DE TAREFAS
Criar múltiplas áreas de trabalho virtuais (quantas quiser).
Visualizar miniaturas das janelas em execução.

– Criar: WINDOWS + CTRL + D


– Fechar: WINDOWS + CTRL + F4
– Alternar: WINDOWS + CRTL + SETAS

Ao desligar (+1 área de trabalho em funcionamento), os programas serão fechados, mas as áreas de trabalho não.

LINHA DO TEMPO
Retomar atividades antigas (salvas ou enviadas à Microsoft “nuvem” até 30 dias)
– Desabilitar coleta de dados pela Microsoft: Iniciar > Configurações > Privacidade > “Histórico de atividades”.

1a9

ATALHOS
WIN + D Minimiza as janelas e mostra a área de trabalho. Ao clicar novamente, as janelas voltam a aparecer
WIN + M Minimiza todas as janelas e mostra a área de trabalho. Mas não retorna ao estado anterior
WIN + TAB Task View (visão de tarefas)
AEROSHAKE Clicar na barra de título de uma janela e agitar o mouse. Todas as outras janelas serão minimizadas
ALT + TAB Alterna as janelas na ordem em que estão na barra
ALT + ESC Alterna as janelas na ordem em que foram abertas

CENTRAL DE AÇÕES
Notificações e ações rápidas
– Acesso a programas e informações de recursos em execução + verificação de itens de segurança + configurações do
Windows.
– Modo tablet: dispositivos que não possuem teclado e mouse. Iniciar > Configurações > sistema > notificações e ações.

ÁREA DE TRANSFERÊNCIA
Baseado em nuvem (OneDrive).
– Armazena temporariamente informações que o usuário copia/ move de um lugar e planeja usar em outro.

Histórico da área de transferência: permite armazenar mais de um item e sincronizar entre dispositivos.
– Colar: WINDOWS + V
– Até 25 itens de até 4 MB cada (texto, arquivo html (web), imagem).

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HISTÓRICO DE ATIVIDADES
Armazenado localmente no dispositivo.
– Apps, serviços, arquivos, sites – caso concedida permissão.
– Iniciar > Configurações > Privacidade > Histórico de atividades.

1.4.7 FERRAMENTAS
MICROSOFT EDGE READYBOOST ONEDRIVE

Possibilita a utilização de memória do Armazenamento na nuvem da Microsoft


Browser web (2015/2018) tipo flash USB com a finalidade de (parte do explorador de arquivos)
melhorar o desempenho do PC Nativo no W10 + 5GB gratuito

Opção família: usuário define dia, hora, tempo que pode utilizar o computador.
Continuum: permite que um tablet mude rapidamente para PC ou modo tablet sempre que necessário.

1.4.8 SEGURANÇA DO WINDOWS

WINDOWS DEFENDER
Antivírus + antispyware (antimalware) e firewall (protege de acessos não autorizados).
Integrado ao Windows 10.
Não avisa quando um programa ou usuário tenta alterar as configurações do computador.
Possui anti-hijacker para remover softwares que alteram configurações do sistema.

Realiza varreduras de arquivos sob demanda ou agendadas.


Pode ser usado para proteger contra ataques de Ransomware.
Não realiza backup!

– Windows update: serviço de atualização para SO.


– Windows smartscreen: proteção. Avisa antes que sejam executados aplicativos/ arquivos não reconhecidos baixados da
Web.
– Registro do Windows: banco de dado do sistema no qual são guardados todas as configurações dos apps instalados.

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS
Expõe para o usuário que o computador está executando várias tarefas simultaneamente.
Guias: BIZU: “P/ SURDA”: Processos, Serviços, Usuários, Rede, Desempenho, Aplicativos.

ARMAZENAMENTO
ARQUIVO Informações (texto, imagens + “câmera e salvas”, música, vídeos, programas)

Formato nome: [Link] (extensão indica o tipo de arquivo)


– avi | mp4 – vídeo
– mp3 | wma – áudio
– txt – texto
– docx – word
– pdf – layout fixo (adobe reader)
– xlxs – excel
– pptx – powerpoint
– jpg | png | gif – imagem

Possível alterar o programa padrão de cada tipo de arquivo (botão direito > Propriedades > Guia geral…).
Possível criar arquivos sem conteúdos, basta nomeá-los.
Extensão não é obrigatória.

CARACTERES PROIBIDOS

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Em nomes de arquivos/ pastas.

“:*<|>/\?
BIZU: BASIADO – Barras, Aspas, Setas, Interrogação, Asterisco, DOis pontos.

Nome do caminho não pode ultrapassar 260 caracteres (máx. 256 se considerar apenas o [Link]).
Não é possível 2 arquivos/ pastas com o mesmo nome na mesma localização (mesmo que ≠ letra maiúscula e minúscula)
Arquivos abertos não podem ser renomeados, movidos ou excluídos (F2 = renomear)
Pastas podem ser cortadas, copiadas ou excluídas.

É possível renomear arquivos em lote.


Automaticamente o Windows numerará os arquivos para que não fiquem com o mesmo nome e extensão dentro da mesma
pasta.
Ex.: (A1, A2, A3…)

Aquivos ZIP: compactar e descompactar.


Formato mais utilizado atualmente.
Utiliza algorítimo de média taxa de compactação, porém, muito rápido.

WinRar – programa compactador de arquivos (rar e zip).


WinZip – compactador de arquivos zip.

FileZilla – facilita a transferência de arquivos entre seu computador e um servidor remoto (FTP, SFTP, FTPS).
– Várias conexões simultâneas.

IZArc – compressor de arquivos.


LZMA – melhora o nível de compressão + baixo gasto de memória.

“Extrair Arquivos”: uma caixa de diálogo será exibida, fornecendo ao usuário a possibilidade de informar o caminho de destino,
além de diversas outras opções de extração.

PASTA (DIRETÓRIO) Arquivos ou subpastas. Não armazenam informações

Formato nome: nome


– Descobrir o tipo de uma pasta: (botão direito do mouse > Propriedades)
– Criar nova pasta: (guia “página inicial” > nova pasta)

Proibido duas pastas com o mesmo nome no mesmo local.


Permite pastas e subpastas com o mesmo nome.

– Menu de atalho > Novo > Pasta.


– CTRL + SHIFT + N.

BIBLIOTECA “Pedestal azul” - não armazena, apenas exibe o conteúdo de outras pastas (máx. 50 incluídas)

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Possível manipular os objetos.
Possível incluir pastas que estejam armazenadas em unidades diferentes, inclusive removíveis, exceto CD, DVD e Blu-ray.
Se excluir a biblioteca não perde os documentos inclusos, mas se acessar a pasta inclusa e excluir um documento, este será
apagado.
Individuais – padrão 6 para cada usuário (documentos, imagens, músicas e vídeos). Pode criar outra e incluir na biblioteca.

ATALHO Link – objeto que aponta para outro objeto

Limitado a apenas 1 objeto.


Apagando um, nada acontece com o outro.
Pode ter como referência uma página da web.
Não é cópia de um arquivo, mas uma forma rápida de abri-lo.
Possibilidade de criar vários atalhos para um mesmo arquivo.
Tamanho do atalho é 1KB.

– Arrastar o arquivo com a tecla ALT pressionada.


– Botão direito > novo > atalho > especificar para qual arquivo.
– Clique sobre o arquivo com o botão direito > enviar para > área de trabalho.

UNIDADE (drive/ partição ou volume) - dispositivo físico de armazenamento

DIRETÓRIOS
Raiz: C: ou C:\ única que o usuário não pode criar.
Em árvore: os usuários podem criar pastas e subpastas.

Quando um usuário é criado, automaticamente uma subpasta é criada em C:\ Users (não poderá ser renomeada).
Pode refletir no nome, caso o usuário seja modificado a partir do Painel de Controle.

C:\Windows: armazena os arquivos do SO.


C:\Arquivos de programas: armazena os arquivos dos programas instalados no PC.
C:\Usuários: armazena as configurações, arquivos e pastas de cada usuário do sistema.
Pasta pública: seu conteúdo é compartilhado automaticamente com os usuários conectados à rede.

SISTEMA DE ARQUIVOS
Permite ao SO controlar o acesso ao disco rígido.
NTFS: seguro, com criptografia, suporte para discos de maior capacidade e recursos de recuperação de erros.

Não há desperdício de espaço.


Mais avançado
Possui suporte journaling “tolerância à falhas”, cotas de disco, permissões de usuário, indexação de pesquisa…

FAT: rápido, arquivos até 4GB, partição até 8TB | (EXFAT)

SENSOR DE ARMAZENAMENTO
Liberar espaço ocupado.

Limpeza de disco: exclui arquivos desnecessários (temporários, duplicados, baixados, página web, lixeira, cache, histórico de
navegação).
Configurações > Sistema > Armazenamento.
Não remove arquivos da área de trabalho.

LIXEIRA
Local, não pasta.

ATALHOS
SHIFT + DEL Remove permanentemente, sem passar pela lixeira
CTRL + DEL ou D Envia para a lixeira

[Link]/resumestre 23 / 51
Não há prazo para que os arquivos fiquem na lixeira.
Arquivos na lixeira não podem ser abertos.
Podem ser restaurados a qualquer momento e serão movidos para o local de origem.
Cada Unidade de Disco terá uma lixeira (C:/ | D:/)
HD, SSD.

O USUÁRIO PODERÁ
Alterar o tamanho da lixeira: Ícone > Botão direito > Propriedades…
Desabilitar a lixeira ou ativar função de confirmação de exclusão (padrão desativado).

NÃO VÃO PARA A LIXEIRA ARQUIVOS


1. Maiores;
2. De rede;
3. De pastas compartilhadas;
4. De unidades removíveis;
5. Removidos permanentemente.

Até 40GB (10% vai para a lixeira) – Acima de 40GB (5%).

CONEXÃO VIA REDE (outro PC)


Ao deletar alguma pasta ou arquivo, ele não irá para a lixeira, será excluído permanentemente.

1.4.9 ATALHOS
Windows + TAB: acessa a visão de tarefas.
Windows + Ctrl + D: cria área de trabalho.
Windows + Ctrl + F4: fecha área de trabalho.
Windows + Ctrl + setas: alterna entre áreas de trabalho.
Windows + D: minimiza ou restaura as janelas da área de trabalho.
Windows + M: minimiza tudo.
Windows + Shift + M: restaura o que foi minimizado.

Windows + L: bloqueia a sessão de usuário.


Windows + E: abre o explorador de arquivos.
Windows + I: abre a central de configurações.
Windows + Pause Break: abre o Gerenciador de dispositivos.
Windows + A: abre a central de ações.

CTRL + ALT + TAB ou ALT + TAB: mostra os apps abertos e permite alterar entre eles.
CTRL + SHIFT + ESC: abre o gerenciador de tarefas.
ALT + F4: fecha o navegador.
CTRL + N: abre uma nova janela de navegação.
CTRL + T: abre uma nova aba
F1 (área de trabalho): ajuda do Windows
F2: renomear item selecionado.
SHIF + DELETE: excluir permanentemente o item selecionado.
ALT + ENTER: propriedades de um item.

DIFERENÇAS WINDOWS X LINUX


WINDOWS LINUX
Arquivo: única extensão “obrigatória” – ausência invalida seu Arquivo: pode conter 2 extensões ou nenhuma “facultativa”.
funcionamento. Caracteres nome de arquivo: 255
Caracteres nome de arquivo: 260 Gerenciador de arq.: Nautilus e Konqueror (esse como
Gerenciador de arq.: Windows Explorer “padrão” também como navegador)

2 – NOÇÕES DE REDES
Conjunto de dispositivos, interconectados, com o propósito de compartilhar recursos (informações e equipamentos).

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Informação transmitida pela internet é dividida em pacotes de dados menores, que se propagam do PC remetente para o
roteador de sua rede, em seguida para diversos roteadores que ao longo do caminho vão retransmitindo o pacote até que seja
entregue ao destinatário.

LAN MAN WAN


Rede local (privada) ethernet Rede metropolitana Rede mundial
Dentro de uma mesma sala, casa, prédio Dentro de uma mesma cidade Sem limitações geográficas

*2.1 INTERNET, INTRANET e EXTRANET


INTERNET INTRANET EXTRANET
Redes públicas interligadas. “mundial |
Interna, privada, (corporativa) Extensão da intranet
rede das redes”
Roteadores [estabelecem a rota] +
Usuários externos. privada. Clientes-
conexão física [fibra óptica] por Funcionários de empresas
fornecedores.
backbones
Conexão através de provedor (ISP) e Mesmos programas e protocolos de
Acesso controlado/ limitado
modem comunicação da internet

Acesso por rede privada ou pela Comunicação de duas intranets: desde


ISP – provedor de serviços de internet internet que filiais de uma mesma empresa

Rede de acesso amplo, por intermédio


de provedor que cobra pelo serviço
Surgiu de um projeto militar
americano (guerra fria): Arpanet –
VPN – REDE PRIVADA VIRTUAL
tolerante a falhas, continuava
transmitindo o tráfego mesmo no caso Pública + criptografia, processo de
de ataques nucleares autenticação e tunelamento

Funcionamento: protocolos TCP/ IP Envio de comunicações confidenciais


Não necessita conexão com a internet usando recursos de rede pública
Virtualiza acesso interno a uma rede
local, estando fora desta
Acesso remoto: via internet ou
intranet.

2.2 CLOUD COMPUTING – NUVEM


Serviço utilizado é oferecido por um servidor da Internet.
Processamento e Armazenamento.
Necessária conexão com a internet.
Responsabilidade pela segurança e disponibilidade do serviço é da empresa contratada e não do contratante.

Nuvem pode ser:


Pública: serviço utilizado por qualquer pessoa (mesmo que tenham que pagar).
Privada: apenas para empresas que contrataram o pacote.

VANTAGENS
S SEGURANÇA
A AUMENTO DE PERFORMANCE
F FLEXIBILIDADE
E ECONOMIA

[Link]/resumestre 25 / 51
SAAS PAAS IAAS
Software como serviço Plataforma como serviço Infraestrutura como serviço
Dropbox, Icloud, Google Drive, OneDrive,
Netflix, Office, Google Docs Microsoft Azure, SAP Cloud, Aws
Amazon Cloud

2.3 WORLD WIDE WEB (www)


“Teia de abrangência mundial”: serviço de navegação em páginas (hipertexto “página web”) que são interligadas por
hiperlinks e acessadas pelo navegador.
– Parte multimídia da Internet.
– Não é sinônimo de Internet.

SURFACE WEB Acesso através dos motores de busca.


Conteúdo acessível, mas invisível aos mecanismos de busca tradicionais. Anonimato. Conexão
DEEP WEB
criptografada e irrastreável.
Parte da Deep Web com conteúdo ilegal. usuários mal-intencionados. Acesso por aplicativo
DARK WEB
específico.

OBSERVAÇÃO
Host: “hospedeiro” (PC, roteador, modem, impressora…).
Todas as conexões com a internet exigem um modem.
Provedor de Host: empresa que aluga servidores para que usuários hospedem seus sites.

Backbone: “espinha dorsal” estrutura física que possibilita a conexão das redes (provedor dos provedores).
Conjunto de cabos de fibra óptica, que transmitem as informações da internet entre países e continentes, em altíssima
velocidade.

2.4 ARQUITETURA, DOMÍNIO/ PROTOCOLOS, E-MAIL, NAVEGADORES

Modelo (arquitetura) cliente/ servidor:

2.4.1 PROTOCOLO TCP/ IP


Protocolo padrão.
Garantem a entrega confiável de dados através da verificação e retransmissão de pacotes perdidos ou corrompidos, assegurando
que a comunicação seja precisa e completa.
4 ou 5 camadas. Todas as máquinas utilizam.

5 – Aplicação: “sessão e apresentação” incorporadas a de camada de aplicação “mensagem”


Ex.: HTTP, HTTPS, POP3, SMTP, IMAP4, FTP, TELNET, SSH, DNS, DHCP.

4 – Transporte: pacotes denominados “segmentos”.


1. TCP: (bom – Total Controle da Parada) “controle”.
Garantia da entrega. Conexão lógica. Reenvio de segmentos perdidos.
Não envia dados fora de ordem. (e-mail).

2. UDP: (ruim – Uma Doidera da Porra)


Datagramas não numerados, independentes (transmissão ao vivo).

[Link]/resumestre 26 / 51
3 – Rede/ internet: endereçamento e roteamento de pacotes “datagramas”, utilizando protocolo IP.
Ex.: IP (IPv4 e IPv6), ICMP.

2 – Enlace/ acesso a rede: enviar mensagens de tamanho definido entre PCs conectados.
Pacotes denominados “quadros” – Ethernet e Wifi.

1 – Física: transmissão de fluxo de bits (meio de transmissão) – sinais elétricos ou luminosos.

2.4.2 ENDERAÇAMENTO

IP
Gerenciamento (identificação) de endereços da internet, durante o tempo em que estiver conectado.
“Endereço lógico”
Interface de rede (troca de informações).
Dinâmico: a cada conexão é atribuído um IP diferente, fornecido pelo protocolo DHCP (dynamic host configuration protocol)

1. IPV4
Nº de 32 bits escrito em 4 grupos octetos (8 bits cada) na forma decimal (pode ter mais de um IP).
Separados por pontos e seus nº devem estar entre 0 e 255 para que o endereço seja válido.
Ex: [Link].

OBSERVAÇÃO
Endereço começado em 127 .__.___.__. Não pode ser utilizado na 1ª casa, pois é reservado para testes (loopback).
Para a primeira casa o sistema só aceita endereços de classe:
A – (1/ 126)
B – (128/ 191)
C – (192/ 223).

NAT – (NETWORK ADDRESS TRANSLATION)


Único endereço IP, vários hosts trafeguem na Internet.

OBSERVAÇÃO
Faixas de endereços IP privados que não podem trafegar na internet pública:
[Link] a [Link]
[Link] a [Link]
[Link] a [Link]

Nessas situações, para que consiga trafegar na Internet, o equipamento deve estar conectado a um roteador (conectado na
rede local (LAN) e na internet) e receberá dois endereços de rede (interna e de internet) atribuídos por um provedor ISP
(empresa).

2. IPV6
8 grupos de 16 bits (totalizando 128 bits), separados por “:”, escritos com dígitos hexadecimais (0 a 9 | A a F).
Ex.: 1079:0005:AB45:5F4C:0010:BA97:0043:34AB.
Permite que uma sequência longa de 0 seja ABREVIADA por “: :” uma única vez.
ABC::3

[Link]/resumestre 27 / 51
3. MAC
“Endereço físico”.
48 bits, nº de série gravado pelo fabricante de uma placa de rede e serve para identificar o dispositivo de rede Ethernet ou wifi
globalmente.
Ex.: E0-69-95-DA-67-EC (windows). | 5C:C9:D3:1E:F9:44 (linux)

2.4.3 DOMÍNIO
Conjunto de computadores em uma rede.
Utilizado por servidores.
Formado por nomes.

Hierárquico (direita para a esquerda) e distribuído.


Endereço simbólico que é convertido pelo DNS em endereço IP para que um site possa ser acessado.
Na Internet a entidade responsável pela manutenção (TLD) é a ICANN.

No BR os domínios de primeiro nível ([Link]) são gerenciados pelo [Link], mas não são hospedados somente no BR.
Tamanho: mín. 2 e máx. 26 caracteres (não incluindo a categoria .[Link]).
Caracteres válidos: “A” a “Z”, “0 a 9”, hífen, “à, á, â, ã, é, ê, í, ó, ô, õ, ú, ü, ç”.
[Link]ÍS

FINALIDADE LOCALIDADE
adv; com; gov; inf; med; net; org AR – Argentina
Utilizados por: advogados; sites comerciais/pessoa FR – França
física; órgãos do governo; sites informativos; médicos; IT – Itália
redes informáticas e serviços de dados; organizações PT – Portugal
não governamentais, sem fins lucrativos. UK – Reino Unido

WHOIS “QUEM”
Serviço (site) que permite descobrir o dono de um IP ou domínio.
Domínio de nível máximo: indica a finalidade e a localidade de um site.

DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)


Servidor de consulta que armazena endereços IP de hosts que hospedam sites na internet.
Endereço amigável/ simbólico, criado para facilitar o acesso aos recursos da Web.
Sistema/ Resolução de nomes de domínios.

Protocolo cliente-servidor que traduz uma URL em IP e vice-versa e permite que se chegue até uma página.
– UDP porta 53.

URL (UNIFORM RESOURCE LOCATOR)


Localizador padrão de recursos.
Endereço virtual utilizado na web, que pode estar associado a um sítio, PC ou arquivo.
Exclusivo de um recurso na rede.
Site ou informações dentro do site.
Não é necessário digitar o “[Link] para acessar um recurso, pois os navegadores completam automaticamente.

Abstrata: não precisa conter todos os campos abaixo:


[Link]
protocolo://domínio:porta/caminho?querystring#fragmento

ftp:// > protocolo inicial (http | https | file | mailto)


www > recurso ou serviço (não é obrigatório)
[Link] > domínio (host) computador.
Parte mais importante da URL.
O que vier depois da / é o “caminho” pasta/ diretório

[Link] > arquivo ou documento buscado (alvo) .extensão

[Link]/resumestre 28 / 51
? > separador
vacao=1 > parâmetro ou query string (consulta)

URL pode conter nome de usuário e senha:


[Link]
usuário:senha@domínio

2.4.5 PROTOCOLOS CAMADA DE APLICAÇÃO


http | https | ftp | pop3 | imtp | smtp | telnet | ssh | imap4 > utilizam TCP na camada de transporte
dns | dhcp > utilizam UDP na camada de transporte.

Transferência de hipertexto, dados na internet | hipermídia (imagens, sons e textos)


Visualização de páginas web (necessário que os arquivos sejam salvos no PC do cliente)
HTTP
Não utiliza criptografia de dados
TCP porta 80

Transferência de hipertexto (internet, intranet, extranet)


Criptografia + autenticidade por certificados digitais “cadeado”
HTTPS
(EV) validação estendida: cadeado + barra de navegação verde.
TCP porta 443

Atribui ao PC endereço IP de forma dinâmica (temporário)


Endereço da máscara de sub-rede, endereço do Gateway e demais dados.
DHCP
UDP portas 67 | 68

Transferência de arquivos (downloads/ uploads) (http também transfere)


Mecanismos de controle de erros
FTP 2 conexões TCP paralelas para transferir um arquivo
Dados > TCP porta 20 / Controle > TCP porta 21

Transferência de hipertexto (internet, intranet, extranet)


Criptografia + autenticidade por certificados digitais “cadeado”
TFTP
Diretórios de arquivos de acesso público
UDP porta 69

2.4.6 ACESSO REMOTO


Pode ser feito através de uma rede particular ou pública de internet.

Acesso remoto para qualquer máquina ou equipamento executado em modo servidor


Protocolo de transferência de dados. Não seguro – não criptografado
TELNET Características de uma aplicação cliente-servidor.
TCP porta 23

Acesso remoto criptografado


SSH Teamviewer, Anydesk, Windows (área de trabalho remota RDP)
TCP porta 22

[Link]/resumestre 29 / 51
2.4.7 PROTOCOLOS DE E-MAIL

SMTP – SIMPLE MAIL TRANSFER PROTOCOL


BIZU: “sua mensagem tá partindo”.
– Nível mais elevado da pilha TCP/IP.
– Protocolo de envio e recebimento de mensagens de e-mail pela internet.
– Não suportado pelos navegadores: Chrome, Firefox e Edge.

Cliente: envia com SMTP;


Servidor: recebe e envia com SMTP.

TCP porta 25 ou 587 (sem spam)

POP3
– Protocolo de recebimento (entrada) de e-mails (deve baixar).
– Mensagens transferidas para o usuário.
– Lidas a qualquer momento, mesmo offline, porém, só do PC que foi usado para transferir.
– Autorização: dois comandos “user” e “pass”.
– Transação: recupera mensagens.
– Atualização: encerra a sessão.

TCP porta 110 ou 995 (segura).

IMAP
– Protocolo de recebimento (entrada) de e-mails.
– Leitura sem transferência.
– Visualização no PC do usuário, mas permanecem no servidor POP.
– Mantém as mensagens no servidor, podendo ser acessadas em diferentes dispositivos.
– Necessário que esteja conectado à internet.

TCP porta 143 ou 993 (segura).

SNMP
– Gerenciamento de rede simples.
– Monitoramento do desempenho, detecção de problemas, acompanhamento da rede.

UDP porta 161.

2.4.8 E-MAIL
Não é comunicação em tempo real/ instantânea.
Usuário não precisa estar online para receber a mensagem.
Não é seguro nem criptografado.

ANEXOS
Qualquer arquivo pode ser enviado como anexo.
– Necessário que o usuário crie uma caixa postal junto a algum provedor.
– Endereços padrões: usuário@domínio ou usuário@subdomí[Link]ínio.

PASTAS NATIVAS NOS SOFTWARES CLIENTES


Não podem ser excluídas nem renomeadas.
Possibilidade de criar novas pastas.

1. Caixa de entrada: mensagens recebidas pelo software cliente, lidas e não lidas.

[Link]/resumestre 30 / 51
2. Caixa de saída: mensagens enviadas, mas ainda não despachadas.
OBS.: permite envio offline.

3. Itens enviados: enviadas e que já saíram do PC.


Ao sair da “caixa de saída” a mensagem é direcionada para cá.

4. Itens excluídos: conteúdo pode ser restaurado, lido e até mesmo respondido.
5. Rascunhos: escritas, mas ainda não enviadas. Pode retomar a edição a qualquer momento.
6. Lixo eletrônico: spam.

JANELA ENVIO DE MENSAGEM


ASSUNTO: não é obrigatório.
DE: mostra o endereço de e-mail do remetente.
PARA: destinatário principal
CC: recebe cópia da mensagem (destinatário secundário).
CCO: recebe cópia da mensagem, sem que os outros destinatários saibam “cópia oculta”.

RESPONDER: responde ao remetente (seta para a esquerda)


RESPONDER A TODOS: responde ao remetente e aos demais destinatários, exceto ocultos.
CCO: o remetente e demais destinatários receberão a resposta, exceto os ocultos.

Resposta à mensagem com anexos: anexos são excluídos da mensagem de resposta.


Encaminhar: para outros destinatários (seta para a direita).
Campos “PARA; CC; CCO” ficam em branco, exigindo que o remetente insira os endereços desejados.

WEBMAIL
Por meio de um navegador (browser).
Mensagens podem ser lidas de qualquer dispositivo conectado à internet, desde que possua um browser instalado.
– Não é necessário nenhum software.
– Não utiliza POP3, IMAP ou SMTP para enviar e-mails.
– Servidores trocam mensagens por meio do protocolo SMTP.

CLIENTE DE E-MAIL
Usuários acessem, gerenciem e armazenem os e-mails localmente.
– E-mails lidos e enviados offline.
– E-mails salvos localmente geram um arquivo com a extensão .pst.
– Filtro anti-spam, que avalia as mensagens recebidas e detecta se são ou não indesejadas.

EXEMPLOS
MOZILLA THUNDERBIRD
(SMTP). Software livre.
“Default” configuração padrão: armazenar mensagens recebidas da internet na pasta “entrada”.

Permite:
– pesquisa na web a partir de si.
– utilizar várias contas simultaneamente.
– Importar configurações de contas de outros clientes de e-mail.

Verifica se há mensagens novas no servidor toda vez que inicializado.


Acessa arquivos xml, feeds, bloqueia imagens, tem filtro anti-spam embutido e mecanismo que previne golpes por meio das
mensagens.

MS OUTLOOK 2016
(SMTP, POP3, IMAP)
Extensão .pst: armazena informações pessoais.

Faz parte do Office.


Tem a função “atrasar entrega”, que permite definir uma data e hora para o e-mail ser entregue.
Tem o recurso de definir regras sobre o recebimento de mensagens.
Acesso a mais de uma conta simultaneamente (separa os e-mails recebidos e enviados de cada uma).
Calendário (agendamento de tarefas).
Organizador de contatos.
Suporte a tecnologias de segurança (criptografia, filtro antispam/ antiphishing).

[Link]/resumestre 31 / 51
Não possui ferramenta de detecção de Malwares (antivírus).

2 janelas:
Principal (e-mail em si).
Mensagem (De; Para; Cc; Cco; Assunto).

Prioridades: “normal”, “alta prioridade”, “baixa prioridade”.

Guia Mensagem >

OUTLOOK EXPRESS
Permite várias contas cadastradas, mas ele acessará uma de cada vez (Windows até versão XP).

2.5 NAVEGADORES “BROWSER”


HTML – HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE
Linguagem utilizada para construir as páginas Web (extensão htm ou html).
JSP (java server page).

WEB
Páginas da internet, navegadores.
Interpretam os arquivos html a fim de exibir o conteúdo que vemos nos sites.

Suportam os seguintes protocolos:


Sempre: http | https
Possíveis: file | mailto | ftp | dns

Internet Explorer, Firefox e Chrome já vem com filtro antiphishing nativo.

Weblog: site no formato de diário virtual em que as postagens ficam dispostas em ordem cronológica.
Favoritos (bookmarks): links salvos para facilitar um acesso futuro sem precisar digitar o endereço (CTRL + D).
Trabalhar offline: o navegador salva o conteúdo da página localmente para que continue sua exibição ao desconectar da
Internet.

CACHE
Pasta local onde o navegador armazena cópias das páginas visitadas.
Acelera a reabertura.
Limpar dados de navegação: CTRL + SHIFT + DEL

COOKIES
Arquivos de extensão de texto com as preferências de navegação do usuário.

[Link]/resumestre 32 / 51
Armazenado no computador cliente.
Costumam ser seguros, mas as informações coletadas podem ser compartilhadas.
Registra os hábitos de navegação (nome, senha, login…). “continuar conectado”.
Possível impedir que sejam armazenados no computador.
Possível apagá-los / bloqueá-los através do navegador.

Filtro anti-phishing detecta sites falsos ou maliciosos (malwares).


Proteção contra rastreamento: tenta impedir a exibição de anúncios, propagandas enquanto navega.
Padrão: pop-ups bloqueados (previne o surgimento de janelas adicionais, sem que o usuário tenha requisitado).

Dados de formulários: armazena dados digitados, para complementar os campos futuramente.


PLUGINS: programas instalados que permitem utilizar recursos que não estão disponíveis nativamente por meio do html.
– Conteúdos com Java e Flash é necessário instalar plugins.

Extensões: possibilitam novos recursos através da sua instalação.

2.5.1 ATALHOS DOS NAVEGADORES

Alternar entre guias CTRL + SHIFT + TAB ou CTRL + TAB


Selecionar Tudo CTRL + A
Abrir Link em outra guia CTRL + Clique
Abrir Link em outra janela SHIFT + Clique
Ir para Guia Específica CTRL + nº 1 a 8
Ir para última guia CTRL + 9
Zoom 100% CTRL + 0
Gerenciador de Tarefas SHIFT + ESC
Duplicar aba (IE e Edge) CTRL + K
Abrir página inicial ALT + HOME

LIMITES DE ZOOM
Edge: 25% a 500%
Internet Explorer: 10% a 1000%
Chrome: 25% a 500%
Firefox: 30% a 500%

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2.5.2 NAVEGAÇÃO ANÔNIMA
Impede que outras pessoas vejam suas atividades.
Não oculta o endereço IP, nem utiliza obrigatoriamente o protocolo https.

Downloads e Favoritos serão salvos.

2.5.3 GOOGLE CHROME


Software livre.
Gerenciador de tarefas: SHIFT + ESC

Opção sincronizar ativada: informações (favoritos, históricos, senhas) serão salvas e poderão ser integradas em uma nova
máquina.

É possível fazer a impressão com um dispositivo não conectado à impressora através de um segundo dispositivo conectado à
impressora.

PERSONALIZAR E CONTROLAR
Histórico: exibe guias fechadas recentemente e sites abertos em outros dispositivos que utilizam a mesma conta Google.
Mais ferramentas > criar atalho: página atual na área de trabalho.
Limpeza: exclui endereços da Web, atalhos, previsões da barra de endereços, cookies, imagens e arquivos armazenados em
cache.
Avançado: histórico de download, senhas, preenchimento automático, configurações de conteúdo, dados de apps.

2.5.4 MOZILLA FIREFOX


Software livre de código aberto.
Permite: uso, cópia, distribuição + modificação do código-fonte.

Barra unificada de endereços e pesquisa:


– mostra sugestões com base nos favoritos, etiquetas, histórico, abas abertas e pesquisas populares.

Botão “esquecer”: limpa o histórico de navegação de período selecionado ou CTRL + SHIFT + DELETE.

Proteção contra rastreamento: reduz a capacidade de terceiros coletarem dados sobre comportamento de navegação.

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Padrão: bloqueia rastreadores de mídias sociais; cookies; criptomineradores; fingerprinters (rastreadores de ID digital); e
conteúdo em janelas privativas.

Permite verificar o histórico de atualização instalada, data que foi feita (mas não é possível verificar quem instalou).
Verifica a ortografia automaticamente em textos com mais de uma linha, porém, nem todos os idiomas estão presentes.

TIPOS
1. SYNC: sincronizar dados e preferências com todos os seus dispositivos (isoladamente).
– Dados ficam sincronizados somente para o navegador Firefox.

2. Monitor: consultar se um endereço de e-mail consta em listas de dados vazados.


3. Lockwise: sincroniza senhas do navegador para utilizá-las em aplicativos no Android e iOS.
4. Send: permite o envio de arquivos pela internet de modo criptografado.

2.5.5 INTERNET EXPLORER


Recurso de salvar senhas ativado por padrão.

2.5.6 EDGE
Navegador padrão do Windows 10. Software livre.

[Link]/resumestre 35 / 51
2.5.7 FERRAMENTAS DE BUSCA/ PEQUISA
Utilizam robôs chamados Crawler (Bot ou Spider) para varrer servidores e encontrar e indexar páginas.

OPERADORES BOOLEANOS
(and, or, not).
Comandos em letra maiúscula.
+ equivale a “E”.
Pesquisa com base no horário de funcionamento de um local.
Filtrar a pesquisa de imagens com base no tamanho, cor, tipo, tempo, direitos de uso…

CARACTERES
RESULTADO DA BUSCA
BOLEANOS
AND ou & Páginas que contenham as duas palavras > “usuário & / AND objeto”
OR ou | Páginas que contenham uma palavra ou outra > “usuário OR / | objeto”
NOT ou ! Páginas que contenham apenas a palavra usuário > “usuário NOT / ! objeto”
“” “Restringe” frase exata. Apenas páginas que apresentem os termos inseridos em ordem “termo 1 termo 2”
– Anula um termo
+ Obriga que a palavra conste dos resultados.
Derivações (expressão/ frase incompleta). Computador*: computador, computadores, computadorizado…
*
Entre termos: sites que contenham uma palavra qualquer entre os termos > “Termo 1 * termo 2”.
? Único carácter > “objeto?”: localiza docs que contenham “objeto” ou “objetos”
~ Busca a palavra e seus sinônimos.
$ Busca de preços
… Busca o intervalo entre datas > Vestibular 2020 … 2023
Operadores + – * / ^ ! Entre ( ) para realizar cálculos.
@ Procurar em redes sociais
Google LENS Pesquisar por imagens
COMANDOS RESULTADO DA BUSCA
FILETYPE:ext Filetype:pdf > busca arquivos de uma extensão específica “restringe”
Link: Paginas que apontam determinada URL
Site:DOMÍNIO Retorna opções específicas dentro do próprio site.
Páginas semelhantes.
1. “em cache”: possibilidade de visualizar uma versão de um site que não abre, mesmo que seja
RELATED:termo
desatualizada.
2. “semelhante”: abre uma página correlata.
Allintitle:PALAVRAS Pesquisa um ou mais termos dentro do título
Allintext:PALAVRAS Pesquisa um ou mais termos dentro da página
AllinURL:PALAVRAS Pesquisa palavras existentes no endereço da página
Define:PALAVRA Significado da palavra
Info:DOMÍNIO Informações sobre o site especificado
Cache:DOMÍNIO Procura a última versão de um site no cache do Google
# Por conteúdo rastreável > #políciafederal
In: Converter uma unidade em outra (moeda, peso, temperatura)
Location: Notícias cuja origem esteja em determinado lugar.
AFTER:00/00/0000 Mostra resultados de pesquisa em períodos definidos pelo usuário.

2.5.8 REDES SOCIAIS


LINKEDIN: rede social corporativa.
Google+: sucessor do Orkut.

[Link]/resumestre 36 / 51
3. TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

3.1 INTERNET DAS COISAS (IOT)


Interconexão digital de objetos físicos (veículos, sensores) com a rede.
Computação ubíqua ou pervasiva.
Permite monitorar operações ou processos por meio da comparação entre o que é executado e o que foi previamente
planejado.

Sensores: captam dados para envio a um controlador (campainhas smart, termostatos, semáforos…)
Controlador: coletam dados dos sensores e conectam com a internet ou rede.
Atuador: transformam a entrada elétrica em ação física (motor, lâmpada…)

A evolução do IPv4 para o IPv6 vai de encontro as necessidades da IoT.


Tecnologia RFID: utiliza frequência de rádio para identificar produtos.
Dinamizadora da internet das coisas.
Utilizada na medicina, em esportes (chip de rastreamento) etc.

3.2 BIG DATA (BD)


Capacidade de lidar com grande volume de dados, em alta velocidade, a fim de se atingir uma finalidade.
Os dados são gerados/ colhidos e processados.

Pode ser utilizada no EAD para entender as preferências e necessidades de aprendizagem dos alunos e, assim, contribuir para
soluções mais eficientes de educação mediada por tecnologia.
Informações extraídas podem ser de todos os tipos, como fotos, redes sociais, comportamentos, tráfego aéreo etc.

TIPOS DE DADOS
NÃO ESTRUTURADOS ESTRUTURADOS SEMIESTRUTURADOS
Sem organização definida Padrão definido de estruturação
Há uma estrutura em cada campo de
Dados de um mesmo registro possuem dados, porém sem formato específico
Maior parte dos dados gerados no mundo
relação entre eles > Banco de Dados

CINCO “V’s” DO BANCO DE DADOS


1. Volume: capacidade de lidar com uma infinidade de volume de informações/dados.
2. Velocidade: capacidade de analisar os dados criados em grande velocidade, objetivando que os dados sejam tratados em
tempo real.
3. Variedade: pode lidar com todo tipo de dado e toda forma de organização de dados ou relações entre uns e outros.
4. Veracidade: ao lidar com os dados, é necessário que se verifique quais são verdadeiros e quais são falsos.
5. Valor: está relacionado ao uso que a organização fará com a ferramenta > Uma infinidade de dados, por si só, não possui
valor, mas quando processados, com o objetivo de atingir uma determinada finalidade, o valor é alcançado.

PRINCIPAIS TAREFAS DE PROCESSAMENTO


– Limpeza;
– Integração;
– Transformação;
– Seleção;
– Redução;
– Discretização.

3.3 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)


Sistemas ou máquinas que mimetizam (se disfarçam) a inteligência humana para executar tarefas e podem se aprimorar
iterativamente com base nas informações que eles coletam.
Busca simular a capacidade humana de pensar, como acontece com os veículos autônomos.

[Link]/resumestre 37 / 51
Pode ser utilizada conjuntamente com a Big Data e com itens relacionados a ideia de Internet das coisas.
Aprende com experiências (machine learnig), performando de forma semelhante ao ser humano.
O mecanismo de aprendizagem das máquinas envolve o conceito de deeplearning, utilizando algoritmos complexos para imitar
a aprendizagem humana, tal como se fosse uma rede neural.

4 – SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

4.1 CRIPTOGRAFIA
Garantia de confidenciabilidade ou sigilo da informação.
O objetivo é ocultar o significado da mensagem.

≠ Esteganografia: oculta a existência da mensagem. “Escrita coberta”. Oculta conteúdos em fotos, arquivos, de modo que
possam ser transmitidos sem serem percebidos.

Criptografia se preocupa com as técnicas de criptoanálise e de ataque de força bruta.

Criptoanálise: explora as características do algoritmo para tentar deduzir determinado texto claro ou a chave em uso.
Mensagens passadas e futuras estarão comprometidas.

OBS.: criptografia simétrica ou assimétrica – uma não é mais resistente do que a outra em relação à descoberta do texto
original quando se trata de criptoanálise!

Força bruta: tentar todas as chaves possíveis em um trecho de texto codificado até se obter uma tradução inteligível para texto
claro. Em média, metade de todas as chaves possíveis precisa ser testada para obter sucesso.

A segurança de qualquer esquema de criptografia depende do:


Tamanho da chave.
Trabalho computacional envolvido na violação de uma cifra.

4.1.1 TIPOS DE CRIPTOGRAFIA

SIMÉTRICA ASSIMÉTRICA
CHAVE Duas chaves.
Única; Secreta; Compartilhada. Pública.
Uma chave para codificar e outra para decodificar.
Mesma chave para codificar e descodificar a informação.

Confidencialidade.
Confidencialidade.
Remetente precisa da chave pública do destinatário.
Cifragem em bloco: entrada do texto claro em blocos de
tamanho fixo e produz um bloco de texto codificado de mesmo
tamanho para cada bloco de texto claro. DSA
ECC
RSA – fatoração de números primos grandes para proteger as
DES – Data Encryotion Standard
informações.
3DES
AES – Advanced Encryption Standard

Geração de chaves feita a partir de dois números primos,


PROBLEMA!!!
que passam por uma série de cálculos até que se chegue às
– Distribuição de chave: os dois lados precisam ter a
chaves pública e privada.
mesma chave, protegida contra acesso de terceiros.
– Realizar mudanças frequentes de chave para limitar a
Computacionalmente mais pesada, porém, é adequada para
quantidade de dados comprometidos.
ser utilizada na troca de chaves.
– Rápida: execução em termos de processamento
computacional, porém, incorpora o desafio da troca de
– Texto claro: mensagem/dados originais inseridos como
chaves.
entrada do algoritmo.
– Texto claro: mensagem/dados originais inseridos como
– Algoritmo de criptografia: realiza várias substituições e
entrada do algoritmo.
transformações no texto.
– Algoritmo de criptografia: realiza várias substituições e
– Chave pública e privada: selecionadas de modo que, se
transformações no texto.

[Link]/resumestre 38 / 51
– Chave Secreta: entrada para o algoritmo. Substituições e uma for usada para a criptografia, a outra é usada para a
transformações realizadas dependem desta. descriptografia.
– Texto Codificado: mensagem em códigos produzida como – Texto Codificado: mensagem em códigos produzida como
saída. Depende do texto claro e da chave secreta. saída. Depende do texto claro e da chave secreta.
– Algoritmo de descriptografia: toma o texto codificado e a
chave secreta e produz o texto claro original. Algoritmo de descriptografia.

COMBINAÇÃO DE CHAVES SIMÉTRICA E ASSIMÉTRICA


1. Chave de sessão para criptografar a mensagem.
Criptografa-se a chave de sessão usando criptografia assimétrica com a chave pública do destinatário.
Anexa-se a chave de sessão criptografada à mensagem e a envia.

2. Destinatário: utilizará sua chave privada para descriptografar a chave de sessão e com essa, poderá descriptografar a
mensagem original.
SSL, PGP, S/MIME
Mensagem criptografada com chave pública do destinatário só poderá ser aberta por este , ou seja, quem gerou a
mensagem não conseguirá mais abri-la.

Scan: busca em rede e coleta de informações.


Logs: registro de atividade gerado por programas

CERTIFICADO DE CHAVE PÚBLICA


Identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos.

Documento gerado e assinado por terceira parte confiável (AC – autoridade certificadora) que associa uma entidade a um par
de chaves.
Versão + número de série
Id da AC emissora
Id do dono do Certificado (para quem foi emitido)
Chave pública do dono
Validade + Assinatura da AC

Garante:
Validade jurídica, autenticidade, confidencialidade, integridade e não repúdio às operações realizadas em ambiente virtual.

UTILIZAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL


Assinaturas e contratos: mesma validade que documentos assinados em papel.
Autenticação + atualização de informações em sistemas
Categorias profissionais: desburocratização de processos.

Certificado A1 – emitido e armazenado no PC ou o Celular. Validade de 1 ano.


Certificado A3 – emitido e armazenado em mídia criptográfica (Cartão, token, nuvem). Validade de 1 a 5 anos.

ICP – Brasil: é a AC raiz: primeira autoridade da cadeia de certificação.


Possui certificado autoassinado.
Emite certificados para autoridades de nível imediatamente subsequente ao seu.

Autoridade de Registro: responsável pela interface entre o usuário e a AC.


Vinculada a uma AC.
Recebimento, validação, encaminhamento de solicitações de emissão ou revogação de certificados e ID, de forma presencial,
de seus solicitantes.

Autenticação de mensagem: proteção contra ataques ativos (falsificação de dados e transações).


Verificar se o conteúdo não foi alterado + origem.
É possível realizar autenticação pelo uso da criptografia simétrica: envolvendo duas partes!
Emissor + receptor compartilham uma chave: apenas o emissor genuíno é capaz de criptografar.
Mensagem com código de detecção de erro + número sequencial: garantira de que nenhuma alteração foi feita (integridade).

MAC: código de autenticação de mensagem.


Uso de chave secreta para gerar um pequeno bloco de dados.

FUNÇÃO DE HASH UNIDIRECIONAL

[Link]/resumestre 39 / 51
Algoritmo que mapeia dados de comprimento variável para dados de comprimento fixo. Difícil (não é impossível) encontrar duas
mensagens produzindo o mesmo resultado hash.
Dois hashes iguais: sem alterações no arquivo.
Se utilizado sozinho garante apenas a integridade.

Usado para verificar integridade de arquivos:


Armazenados no PC
Obtidos pela Internet
Gerar assinaturas digitais

MD5 (128 bits)


SHA-1 (160 bits)
↑ atualmente considerados inseguros, mas ainda são utilizados.
SHA-256
SHA-384
SHA-512

ASSINATURA DIGITAL
Chave privada + hash.
Autenticidade + integridade = não repúdio (irretratabilidade) – evitar negativa de autoria de uma informação.
Não garante sigilo (confidencialidade).
Aplicação do hash sobre a mensagem > resumo > assinado digitalmente.

4.1.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS


D DISPONIBILIDADE Acesso às pessoas autorizadas.
I INTEGRIDADE Garantia de informação completa, sem alterações, confiável.
C CONFIDENCIALIDADE Proteção contra acesso não autorizado.
A AUTENTICIDADE Conhecer a identidade do usuário ou sistema de conexão.
NÃO NÃO-REPÚDIO Evitar negativa de autoria de uma informação.

AMEAÇAS AO SISTEMA DE INFORMAÇÃO


Hacker: quebra senhas, códigos e sistemas de segurança por prazer. Funcionamento íntimo do sistema.
Cracker: criminoso virtual. Extorsão. Captura senhas, números de conta e informações privilegiadas.

4.2 MALWARES (PRAGA VIRTUAL)


Definição da [Link]:

CÓDIGOS MALICIOSOS
Programa ou código de programação capaz de executar ações indesejáveis e maliciosas em equipamentos.

– Ataque: tentativa de destruir, expor, alterar, inutilizar, roubar informações ou obter acesso não autorizado a um ativo.
– Ativo: qualquer coisa de valor para a organização (instalações, informação, software, hardware, serviços impressos, pessoas,
reputação).
– Ameaça: causa potencial de um incidente indesejado, a qual pode resultar no dano a um sistema ou organização.
– Vulnerabilidade: fraqueza de um ativo/grupo que pode ser explorada por ameaça(s) (serviço, SO desatualizado, porta aberta
no Firewall, segurança fraca).

[Link]/resumestre 40 / 51
FORMAS DE CONTÁGIO
Mídia removível.
Acesso a páginas Web maliciosas.
E-mail (anexo ou link) – é preciso abrir o anexo ou link.
Conexões de rede.
E-mail malicioso “phishing” – CESPE considera malware.

*4.2.1 VÍRUS
Código malicioso.

Propagação: inclusão de cópias de si em outros programas ou arquivos. Pode se propagar por uma rede.
Único que depende de um hospedeiro + execução do programa ou arquivo infectado (usuário).
Exceto: vírus de boot (automático).

TIPOS
1. Script: infecta páginas web ou pdf/ e-mail (arquivo anexo, parte do e-mail escrito em html).
– Pode ser automaticamente executado.

2. Macro: infecta arquivos do MS Office e LibreOffice.


– Documentos de texto, planilha, apresentação.
– Arquivos que terminam em X (docx) não podem ser infectados por vírus de macro.

3. Boot: infecta a inicialização do SO.


4. Stealth: usa técnicas para tornar-se invisível ao antivírus (mutação de código, compressão e rootkit).

5. Polimórfico: “mutante” muda a cada infecção, impossibilitando detecção pela “assinatura” do vírus.
– Cria cópias durante a reprodução.
– Usa criptografia para remodelar o vírus.
– Pode inserir aleatoriamente instruções supérfluas ou permutar a ordem de instruções independentes.

6. Metamórfico: “mutante” muda a cada infecção, aumentando a dificuldade de detecção.


– Mudar o comportamento e a aparência (edita e reescreve o próprio código – versões diferentes).

7. Time bomb: “bomba relógio”, programados para se ativarem em determinados momentos.


8. Multipartite: (bimodal) combinação de técnicas para se espelhar (inicialização + vírus de arquivo).

*4.2.2 WORM (verme)


Não depende de hospedeiro.
Propagação automática pelas redes.

[Link]/resumestre 41 / 51
Execução direta de suas cópias ou exploração das vulnerabilidades dos programas (se replica).
Infecta grandes áreas em curto período e afeta o desempenho.
Causa lentidão e pode apagar informações.
“Motor SMTP” permite que envie, por conta própria, e-mails em massa (programa invasivo).

≠ Vírus: precisa de um hospedeiro.


Propagação: inclusão de cópias de si em programas ou arquivos.

4.2.3 BOT (robô)


Computador “zumbi”.
Deriva do Worm.
Controlado remotamente sem conhecimento do dono.
Processo de infecção e propagação automática, explorando vulnerabilidades (similar ao Worm).
A diferença é que dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor.
Via canais de: IRC, Web, rede P2P.

4.2.4 BOTNET
Rede de PC’s zumbis e que permite potencializar as ações danosas executadas pelos bots.
Atacante pode alugá-lo para outras pessoas que desejem que uma ação maliciosa específica seja executada.
Usadas em ataque destribuídos DdoS (negação de serviço).

4.2.5 SPAM
Mensagens não solicitadas enviadas em massa, que podem ou não conter malwares.

Hoaxes: “boatos”, mensagem que tenta convencer o leitor de sua veracidade e persuadi-lo a realizar uma determinada ação.
Chain letter: “correntes”, usadas para atingir um número de pessoas em curto período de tempo.
Advertising: “propagandas”.
Scam: “golpe”, oportunidades e ofertas com falsos resultados.
Phishing: “estelionato”, criados para obter informações pessoais e senhas para utilização em fraudes.

*4.2.6 SPYWARE
Programa “espião”: monitora, captura atividades e envia informações coletadas para terceiros.
Não se replica.
Autônomo.
Normalmente, imune à maioria dos Antivírus.

Legitimo: instalado pelo dono para verificar como outras pessoas estão utilizando o PC.
Malicioso: ações que comprometem a privacidade do usuário e a segurança do PC.

TIPOS
1. Keylogger: captura/ armazena teclas digitadas. Ativação por ação prévia do usuário.
2. Screenlogger: captura o cursor e a tela apresentada no PC, nos momentos em que o mouse é clicado e a região.
3. Adware: apresenta propagandas (legitima ou maliciosa).

4.2.7 BACKDOOR
“porta dos fundos”
Cria falhas de segurança para dar acesso ao SO para pessoas não autorizadas.
Permite o retorno do invasor ao PC infectado, por meio da inclusão de serviços criados ou modificados.
Não se replica.

[Link]/resumestre 42 / 51
Assegurar acesso futuro e permite acesso remoto, sem que haja necessidade de recorrer novamente ao meios utilizados.
Disponibilização/ substituição de um serviço por uma versão alterada.

*4.2.8 CAVALO DE TROIA (Trojan)


“CLICOU? PEGOU!”
Programa aparentemente útil e inofensivo, mas que executa atividade maliciosa de forma secundária.
“Disfarce”
(jogos, cartões virtuais, apps).

Pode instalar outros malwares no PC.


É o hospedeiro de outros malwares.

Precisa ser executado.


Envia informações confidenciais do sistema.
Limpeza dos arquivos: antivírus ou antimalware.

≠ do Vírus e Worm, o cavalo de troia não se propaga e não se autorreplica.

TIPOS
1. Downloader: instala códigos maliciosos obtidos de sites.
2. Dropper: instala códigos maliciosos embutidos no próprio trojan.
3. Backdoor (rat): possibilita o acesso remoto do atacante ao PC.
*4. DOS: instala ferramentas de ataques de negação de serviço. Sobrecarrega um dispositivo ou servidor com pedidos
simultâneos.
5. Destrutivo: altera/ apaga arquivos e diretórios, formata o disco rígido e pode deixar o PC fora de operação.
6. Proxy: possibilita que o PC seja utilizado para navegação anônima e envio de spam.
7. Clicker: redireciona a navegação do usuário para sites específicos (aumentar acessos ou apresentar propagandas).
8. Spy: instala spyware e utiliza para coletar informações e enviá-las ao atacante.
9. Banker: coleta dados bancários do usuário. ativado quando sites de internet banking são acessados.

*4.2.9 RANSOMWARE (regaste)


Sequestra o PC/ arquivos e exige pagamento de resgate “via bitcoins”.
O usuário precisa fazer a ação para haver contaminação (e-mail, link infectados, arquivos word/excel.).

TIPOS
Locker: impede acesso ao equipamento.
Crypto: impede acesso aos dados armazenados usando criptografia.

Formas de prevenção: antivírus, SO e apps atualizados, backups regulares/ atualizados.

4.2.10 ROOTKIT
Conjunto de softwares mal-intencionados, projetado para permitir o acesso privilegiado a um PC ou a uma área do sistema
que não é permitida.
Esconder e assegurar a presença de um invasor ou de outro malware em um PC comprometido.
Extremamente difíceis de detectar e eliminar (imune ao antivírus e antispyware).
Oculta processos e arquivos específicos em algumas partes do sistema.

4.2.11 PHISHING (Pescaria – Spam)


Fraude eletrônica “pescaria em massa”
Páginas ou e-mails falsos que se passam por legítimos para roubar dados do usuário.
Forma de Engenharia Social.

[Link]/resumestre 43 / 51
≠ Spear Phishing: golpe “pescaria” (web/e-mail) direcionado a um indivíduo/ organização/ empresa específicos.
≠ Scan: “varredura em redes”: busca minuciosa em rede, identificando PC ativo e coleta de informações, associando a
vulnerabilidades.

– Legitima: pessoas autorizadas para verificar a segurança e tomar medidas preventivas


– Maliciosa: atacantes para explorar vulnerabilidades.

4.2.12 PHARMING
“Envenenamento do DNS”.
Redireciona a navegação para sites falsos, por meio de alteração no serviço DNS.

4.2.13 NEGAÇÃO DE SERVIÇO (DoS/ DDoS)


Podem utilizar Boots ou Worms.

DdoS: “negação de serviço distribuído”: atacante utiliza um conjunto de PC’s para tirar de operação um serviço, PC ou rede.
DoS: “negação de serviço”: invasor se utiliza de um PC para tirar de operação um serviço/PC/rede.

Objetivo não é invadir, mas exaurir recursos e causar indisponibilidade ao alvo (impedidos de oferecer serviços durante o
período, mas ao final, voltam a operar normalmente).

4.2.14 HIJACKERS
“Sequestradores de browser”.
Alteram a página inicial e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barra de
ferramentas e podem impedir o acesso a determinados sites.

4.3 ATAQUES NA INTERNET


Spoofing – “camuflagem de lP”: mascarar endereço IP para obter acesso. “Forja” o endereço IP para evitar represálias dos
sistemas atacados.

Sniffing – “Interceptação de Tráfego”: inspeção de dados por meio de programas específicos “sniffers”.

– Legítima: adm. de rede para detectar problemas e corrigi-los.


– Maliciosa: atacantes para captura de informações de conexões inseguras (sem criptografia).

Brute Force – “Força Bruta”: adivinhar por tentativa e erro, usuário e senha.
Defacement – “Desconfiguração de página”: altera o conteúdo de página da Web ou site “pichação”.
Engenharia Social – (técnica persuasiva): convencer o usuário a entregar dados, por meio de enganação.
Ping of Death – “Ping da morte”: envio de pacote TCP/IP de tamanho menor que o permitido, fazendo com que o PC trave,
reinicie ou exiba erro.
Syn Flood – “Ataque Syn”: forma de ataque de negação de serviço. Envio de sequência de requisições SYN/ dados repetitivos
visando a sobrecarga da camada de transporte.

4.4 FERRAMENTAS DE SEGURANÇA


Antimalwares não impedem a exploração de vulnerabilidade do PC e nem evitam acesso não autorizado por Backdoor.
Além desses, é necessário a utilização de um Firewall pessoal.

*1. FIREWALL
“PORTEIRO” “Parede de Fogo”.
Software/ hardware que monitora a entrada e a saída de dados, permitindo ou negando o tráfego em rede.
– Impede acesso não autorizado e filtra informações (pacotes) enviadas e recebidas.

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– Não é antivírus, antispyware nem anti-spam.
– Não executa varredura no disco!

TIPOS DE FIREWALL
1. Pessoal: protege PC contra acessos não autorizados. Bloqueia envio de informações coletadas e tentativas de
invasão/exploração de vulnerabilidades.
2. Filtragem de pacotes “stateless firewall”: examina cada datagrama de forma isolada, baseado nas regras do
administrador da rede. Não lembra de requisições anteriores. Analisa pacote por pacote.

Baseado em:
IP origem/destino (rede)
TCP ou UDP origem/destino (transporte)

3. Filtro de Pacote com controle de estado “stateful inspection”: permite/ bloqueia tráfego de acordo com estado, porta,
protocolo.
Regras do administrador + informações de conexões anteriores pertencentes à mesma conexão.
Lembra das requisições feitas e permite o retorno.

4. Proxy: protege uma rede filtrando mensagem na camada de aplicação.


Intermediário entre rede local e a Internet, desempenhando a função de conexão do PC à rede externa.
Oferece armazenamento em cache e segurança de conteúdo ao enviar conexões diretas de fora da rede.

UTM – GERENCIAMENTO UNIFICADO DE AMEAÇAS


Termo de segurança de informações.
Único dispositivo que oferece várias funções de segurança: antivírus, antispyware, antispam, firewall, detecção e prevenção
de invasões…

IDS – Sistema de Detecção de intrusão: monitora o tráfego, detecta e alerta sobre possíveis ataques e tentativas de
acessos indevidos. Solução Passiva: envia alerta ao administrador mas não bloqueia a invasão.

IPS – Sistema de Prevenção de intrusão: monitora o tráfego, detecta possíveis ataques e tentativas de acessos indevidos.
Solução Ativa: envia alerta ao adm. Pode derrubar pacotes maliciosos, bloquear o tráfego “origem” e redefinir a conexão.

NGFW – PRÓXIMA GERAÇÃO DE FIREWALL


Inspeção mais aprofundada de pacotes.

Deve incluir, mas não é regra (IDS, IPS, Antivírus, VPN).


– Recursos padrão de firewall, como inspeção stateful.
– Reconhecimento e controle da aplicação para detectar/ bloquear aplicativos nocivos.
– Atualização de caminhos para incluir feeds futuros de informação.
– Técnicas para lidar com as ameaças à segurança em evolução.
– Prevenção de invasão integrada.

2. ANTIVÍRUS
Detectar e eliminar códigos maliciosos.
Verificação da integridade dos arquivos de sistema.
Executado no PC, no navegador ou na rede.
Detecção: coloca em quarentena ou leva a sandbox.
Recomenda-se manter sua atualização contínua.

MÉTODOS DE DETECÇÃO
1. Assinatura: características específicas no código malicioso que permitem que ele seja identificado. Detecta apenas
ataques conhecidos. Precisa ser constantemente atualizado.

2. Heurística: analisa estruturas/ características que o código malicioso possui. Permite ao antivírus identificar vírus que não
constem no BD, através da análise do comportamento de um arquivo ou programa, atualizado toda vez que se conectar à
Internet. Desvantagem: falso-positivo: entende que o código é malicioso, porém não é.

3. Comportamento: apresentado pelo código quando executado.

GERAÇÕES DE ANTIVÍRUS

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1a geração: detecção baseada em assinatura do código para identificar o malware. Depende de atualização constante e veloz
dos antivírus para serem capazes de capturarem os diversos códigos que surgem diariamente.

2a geração: detecção baseada em heurística. Permite identificar vírus que não constem do seu banco de dados, através da
análise do comportamento de um arquivo ou programa

3a geração: programas que identificam o malware por suas ações. Intercepção de atividade.
4a geração: proteção completa.

NGAV – PRÓXIMA GERAÇÃO ANTIVÍRUS


Combinação de inteligência, detecção comportamental e análise preditiva baseada em aprendizado para antecipar e
prevenir ameaças.

3. ANTISPYWARES
Elimina/ detecta/ inativa Spywares (espiões), enviando-os a quarentena.
Vigiam entradas no registro do Windows.
Base de dados deve ser atualizada constantemente.

4. ANTISPAM
Permite separar os e-mails desejados dos indesejados.

5. ANTIPHISHING
Já integra a maioria dos navegadores Web.
Alerta usuários quando uma página suspeita de ser falsa é acessada.

Bloqueador de Janelas Pop-up: controle da exibição de janelas (bloquear/ liberar totalmente ou apenas para sites específicos).
Filtro de Códigos móveis: “NoScript” controle da execução de códigos Java e JavaScript (permissão/ execução temporária ou
permanente).
Bloqueio de Propagandas: “Adblock” bloqueia sites conhecidos por apresentarem propagandas.
Teste de reputação de site: “wot” esquema de cores – indica a reputação (verde-escuro “excelente”, amarelo “insatisfatório”…).
Verificação de vulnerabilidades: “PSI” verifica os apps instalados e determina quais devem ser atualizados.
Anonymizer: intermedeiam o envio e recebimento de informações entre o navegador e o site.

6. HONEY POT
“pote de mel” – emboscada.
Mecanismo de segurança que detecta, desvia ou neutraliza tentativas de uso não autorizado.

5 – BACKUP
BIZU: “nunca deposite todos os ovos em uma única cesta”.

Cópias fisicamente distantes que podem ser usadas para restaurar as originais (original no PC e cópia na nuvem).
– É preferível utilizar múltiplos métodos de backup para garantir a redundância e a segurança dos dados.
– Backups devem ser feitos regularmente.
– Uso de programas integrados ao SO ou apps específicos de forma manual ou automática.

Exclusão dos dados originais do PC: não haverá mais backup destes, apenas uma única cópia novamente.

TIPOS DE BACKUP
1. Imagem: armazena todos os dados disponíveis do PC em um só arquivo.
2. Arquivo: somente dados comuns (cópia em segunda pasta). Arquivos não são excluídos da origem. Não inclui apps,
SO…

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ARQUIVAMENTO
Cópia dos dados.
Não é considerado backup.
Excluídos da pasta de origem.
Única mídia sem cópias secundárias.
≠ Backup: arquivos mantidos no disco original e no secundário.

ARMAZENAMENTO DOS BACKUPS


1. Local: mesmo local dos originais. Recuperação mais rápida. Não protege em caso de acidentes naturais (ambos podem
ser perdidos).

2. Remoto: local diverso do original (nuvem). Garante disponibilidade em caso de problemas no local dos arquivos
originais. Recuperação demorada. Pode comprometer a confidencialidade e integridade dos dados não criptografados.

VERIFICAÇÃO DE INTEGRIDADE
Detecção de alterações em arquivos armazenados, com o uso da função hash sobre o arquivo original e, se necessário, sobre
o arquivo que representa uma cópia do original.
– Se os dois hashes forem iguais: cópia fiel do original.

MD5 (128 bits), SHA-1 (160 bits), SHA-256 e SHA-512.

REGRA 3-2-1
Salvar dados em caso de desastres, erros ou ataques.
– 3 cópias dos dados (original e 2 backups).
– Armazenar as cópias em 2 tipos diferentes de mídias.
– 1 cópia fora do centro de dados primário ou do escritório, evitando assim desastres como incêndio, inundações ou
outras circunstâncias de força maior (nuvem).

Atributo arquivo (Flag Arquive): controla se o arquivo está com a cópia de segurança desatualizada.
Marcado: desatualizado.
Desmarcado: atualizado.
Desmarcado automaticamente ao final da execução de uma cópia (dependendo do tipo de backup).

TIPOS DE BACKUP DE ARQUIVO


1. Completo: copia todos os arquivos e marca (atualiza) cada um como backup feito.

2. Incremental: copia somente arquivos criados/ alterados desde o último backup (desatualizados) e desmarca
(atualiza). Mais rápido e ocupa menos espaço. Restauração: (lenta) último backup completo + todos os incrementais.

3. Diferencial: copia arquivos criados/ alterados desde o backup normal (desatualizados), mas não desmarca ao final.
Acumulativo: no próximo backup copia todos novamente, desde o completo, mesmo que já copiados. Restauração:
último backup completo + último diferencial. Mais rápido.

FORMAS DE BACKUP
1. Quente: online ou dinâmico. Realizado enquanto o BD está operacional e acessível aos usuários. Vantagem: continuar
trabalhando normalmente.

2. Frio: offline ou estático. Exige que o BD esteja desligado. Não permite nenhum acesso durante. Realizado no início ou no
final do dia.

6 – COMPUTAÇÃO EM NUVEM (CLOUD COMPUTING)


Entrega de recursos de TI (físicos/virtuais) sob demanda por meio da Internet, com pagamento conforme o uso.

Possibilidade de acessar serviços (capacidade, armazenamento, BD) conforme a necessidade, usando um provedor de nuvem
– escala global.
Ex.: AWS (amazon web services) e Microsoft Azure.

Possibilita que aplicações executadas em servidores isolados sejam também executadas na nuvem (internet) em um
ambiente de larga escala e com o uso “elástico” de recursos.

Informações disponíveis em qualquer lugar, a qualquer hora, desde que conectado a Internet.
Possibilidade de escalonar conforme as necessidades da empresa (aumentar/diminuir).

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Facilita e reduz os custos de Backup, recuperação de desastre e continuidade dos negócios, já que os dados podem ser
espelhados em diversos sites redundantes na rede do provedor.
Quem realiza as tarefas de armazenamento, atualização e backup é o servidor (Datacenter), não o usuário.
Mais segurança no armazenamento dos dados e economiza energia.
Acesso simultâneo.

A computação na nuvem envolve:


– Entrega sob demanda de poder computacional.
– Armazenamento de banco de dados.
– Aplicações e outros recursos de tecnologia da info por meio de uma plataforma de serviços na internet.

DEFINIÇÃO PELO NIST


“Permite acesso ubíquo, conveniente e sob demanda a um conjunto compartilhado de recursos de computação configuráveis
(redes, servidores, equipamentos de armazenamento, aplicações e serviços), que podem ser rapidamente alocados e
liberados com o mínimo de esforço de gerenciamento ou interação com o prestador de serviço.”

DEFINIÇÃO PELO GARTNER


“Estilo de computação no qual recursos de TI massivamente escaláveis são disponibilizados sobre a forma de prestação de
serviços, por meio da Internet, para múltiplos consumidores externos.”

CARACTERÍSTICAS ESSENCIAIS DA NUVEM


1. Serviços mensurados: controle/ monitoramento de recursos utilizados por serviço, de forma transparente.
2. Elasticidade rápida: ajustar recursos usados para menos ou para mais, conforme as demandas de uma empresa.
3. Amplo acesso à rede: mobilidade (acesso de qualquer lugar, basta ter internet). Escala global.

4. Agrupamento de recursos: uso de recursos (concomitante) por múltiplos usuários. Alocados/ realocados de forma dinâmica,
de acordo com a necessidade.
Provisão de recursos independentemente da localização: consumidor não controla/ conhece a localização exata dos recursos
fornecidos.

5. Autosserviço sob demanda: velocidade. Possibilidade de grandes quantidades de recursos serem provisionadas em
minutos. Flexibilidade.

6.1 RECURSOS DE COMPUTAÇÃO


MÁQUINA VIRTUAL (VM)
Computador virtual, definidos por software em servidores físicos, existindo apenas como código.

Hardware físico > gerenciado por SO do Host > Hipervisor que integra o hardware físico ao hardware virtual > SO convidado >
App.

CPU, memória e armazenamento “emprestadas” de um computador (host) físico, como um servidor no datacenter de um provedor
de nuvem.
Executa um SO completo, incluindo seu próprio Kernel.
Arquivo (imagem) que se comporta com um PC de verdade.
Independentes umas das outras e do computador (host) físico.

Cada VM terá seu próprio SO convidado.

Portáteis: possibilidade de mover uma VM de um hipervisor para outro em um computador diferente. Cobrado enquanto estiver
em execução (mesmo se os apps estiverem ociosos).

Software hipervisor: permite executar SO diferentes em máquinas virtuais diferentes ao mesmo tempo.
Diversas máquinas virtuais podem ser executadas simultaneamente no mesmo PC.
Garante que cada VM obtenha os recursos necessários do servidor físico de maneira ordenada e oportuna.

VM NA NUVEM
1. Economia de custos: aumenta os resultados, diminui quantidade de servidores e economiza (manutenção/eletricidade).
2. Agilidade/ velocidade.
3. Tempo de inatividade reduzido: VMs são portáteis e fáceis de passar de um hipervisor para outro em PC diferente (solução
para Backup).

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4. Escalabilidade: adiciona mais servidores (físicos/virtuais) para distribuir a carga de trabalho entre várias VMs.
Aumento de desempenho.
Necessidade imediata e irrevogável.
Quando o cliente/usuário precisar, o recurso poderá expandir automaticamente.
Ex.: espaço em disco.

5. Segurança: usadas para estudar vírus de maneira segura, executando-os e isolando-os para evitar riscos ao PC (host).

CONTÊINER
Hardware físico > gerenciado por SO do host > utiliza o SO do hardware físico. Cobrado enquanto estiver em execução (mesmo
se os apps estiverem ociosos).

COMPUTAÇÃO SEM SERVIDORES


Permite executar o código do aplicativo sem a criação, configuração ou manutenção de um servidor.
Paga apenas o tempo de processamento usado por função conforme for executada.
Ideal para tarefas automatizadas.
Ex.: e-mail de confirmação automático após uma compra.

6.2 MODELOS/ TIPOS DE SERVIÇO EM NUVEM

SaaS “consumir”
Software como serviço (oferecido ao usuário final) “produto completo”.
Ex.: OneDrive, GoogleDrive, Office 365, Netflix, Spotify…
Usuário não paga por licenças, mas pelo uso do serviço.

CARACTERÍSTICAS
– App (web) em formato de assinatura, com pagamentos mensais. Ex.: Webmail
– Usuário não precisa gerenciar, instalar ou atualizar o Software.
– Acesso a aplicativos e serviços de qualquer local – conectado à internet.
– Alto nível de abstração.
– Baixo nível de controle.

PaaS “construir” “desenvolver”


Plataforma como serviço. Para programadores desenvolverem seus aplicativos.
Consumidor não gerencia, nem controla a infraestrutura da nuvem (rede, servidor, SO, Banco de Dados), mas tem controle sobre
as aplicações.
Aluguel de máquina para programação.

CARACTERÍSTICAS
– Fornece uma plataforma com ferramentas para testar, desenvolver e hospedar aplicativos.
– Se concentra no desenvolvimento, sem preocupação com a infraestrutura subjacente.
– Provedor gerencia a segurança, SO, software e backups.
– Facilita o trabalho corporativo.
Ex.: AWS, Microsoft Azure

IaaS “hospedar”
Infraestrutura como serviço.
Oferece acesso a recursos de rede, PC e espaço de armazenamento.
Componentes básicos da TI: processador, memória, HD… com o mais alto nível de flexibilidade e controle de gerenciamento
sobre recursos.

Recursos oferecidos separadamente: só paga durante o tempo em que utilizar.


Útil para lidar com demandas imprevisíveis e necessidades de armazenamento em crescimento constante.
Simplifica o planejamento e gerenciamento de sistemas de Backup e recuperação.

Máquinas virtuais: aluguel de uma infraestrutura de Hardware completa.

CARACTERÍSTICAS
– Em vez de comprar o hardware, as empresas pagam por IaaS sob demanda.
– Infraestrutura escalável, dependendo das necessidades de processamento/armazenamento.

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– Economia de custos.

Consumidor consegue configurar o SO.


Baixo nível de abstração
Alto nível de controle
Ex.: DropBox, Google Drive, iCloud.

BdaaS
Permite que as empresas manuseiem e aproveitem um volume explosivo de dados.
Big data como serviço.

6.3 TIPOS DE NUVEM


MODELOS DE IMPLANTAÇÃO

PÚBLICA
Uso aberto pelo público em geral.
Pode ser de propriedade de Organização empresarial, acadêmica ou governamental.
Existe nas instalações do provedor de nuvem.
Recursos (servidor/armazenamento) pertencem a um provedor de serviço de nuvem terceirizado, operados por ele e entregues
pela Internet.
Acesso a serviços e gerenciamento utilizando um navegador Web.
Ex.: Youtube, Google Drive, Spotify, Netflix.

PRIVADA
Uso exclusivo de uma organização (empresa).
Pode pertencer, ser gerenciada e operada pela organização/ terceiro ou ambos.
Existe dentro ou fora das instalações.
Cliente terá controle sobre sua localização geográfica (atrativa para dados/sistemas com restrições de acesso).
Elasticidade reduzida, economia de custos menor, mas pode mitigar alguns riscos de segurança.

COMUNITÁRIA
Uso exclusivo por uma comunidade específica de consumidores (empresas) que têm interesses em comum.
Existe dentro ou fora das instalações.
Propriedade/ gerenciamento/ operação podem ser de uma ou mais organizações, de terceiros, ou de ambas.

HÍBRIDA
Combinação de nuvens distintas (privada, pública, comunitária).
Permanecem entidades únicas, mas são unidas por tecnologia padronizada ou proprietária que permite a portabilidade de
dados e apps.

UTILIZAÇÃO
– Como abordagem de migração para transição de aplicativos/serviços do datacenter privado à nuvem publica de forma mais
gradual.
– Para segmentar o trabalho: conectar dois ambientes com rede segura e privada para trocar dados.
– Para intermitência de nuvem (datacenter atingir o limite máximo de carga de trabalho).

6.4 FERRAMENTAS COLABORATIVAS


GOOGLE DOCS
Permite criar, editar e visualizar documentos de texto e compartilhá-los com amigos e contatos profissionais.
Possibilidade de trabalhar offline, salvar arquivos tanto no Google Drive (nuvem) quanto na memória do dispositivo.
Alterações e acessos simultâneos.
Ao compartilhar: usuários ficam vinculados ao documento.

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Se excluído: todos perderão o compartilhamento e acesso.

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