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DIVERSIDADE

O documento aborda a diversidade dos modos de transporte, suas características e impactos no desenvolvimento econômico e social. Destaca a importância da intermodalidade e das infraestruturas para otimizar a mobilidade e acessibilidade, além de discutir as vantagens e desvantagens de cada modo de transporte. Também menciona a evolução da rede de transportes em Portugal e os objetivos estratégicos para o setor até 2020.

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DIVERSIDADE

O documento aborda a diversidade dos modos de transporte, suas características e impactos no desenvolvimento econômico e social. Destaca a importância da intermodalidade e das infraestruturas para otimizar a mobilidade e acessibilidade, além de discutir as vantagens e desvantagens de cada modo de transporte. Também menciona a evolução da rede de transportes em Portugal e os objetivos estratégicos para o setor até 2020.

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DIVERSIDADE DOS MODOS DE TRANSPORTE

NOÇÕES BÁSICAS

MODO DE TRANSPORTE

Meio em que ocorre a deslocação:terrestre,aquático,aéreo ou por condutas.

MEIO DE TRANSPORTE

Os diferentes veículos utilizados no transporte.

DESENVOLVIMENTO DOS TRANSPORTES

O desenvolvimento das redes,dos meios e dos modos de transporte tem sido vital para o encurtamento das:

DISTÂNCIAS RELATIVAS

O que são?Processos de medição de distâncias que utilizam fatores suscetíveis de variação,como: Tempo e
Custo

Tipos de Distâncias Relativas

Distância Tempo- Tempo necessário para efetuar uma deslocação com determinado
modo/meio de [Link] por ISÓCRONAS(linhas que unem pontos de
igual distância-tempo).

Distância Custo -Despesa efetuada numa deslocação com determinado modo/meio de


[Link] por ISÓTIMAS(linhas que unem pontos de igual distância-custo).

CONSEQUÊNCIAS DA DIMINUIÇÃO DAS DISTÂNCIAS RELATIVAS

Aumento da acessibilidade

Aumento da mobilidade da população

Dinamização da economia

BENEFÍCIOS DO DESENVOLVIMENTO DOS TRANSPORTES

Diminuir tempos de percurso e custos das viagens

Diminuir o isolamento dasáreas rurais

Estruturar o espaço urbano

Intensificar trocas comerciais

Flexibilizar localização das atividades económicas

Criar emprego
Desenvolver o turismo

Promover intercâmbio cultural

VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS MODOS/MEIOS DE TRANSPORTE

Transporte Rodoviário

Vantagens:

Grande flexibilidade de itinerários

Especialização dos veículos e serviços

Desvantagens:

Forte impacte ambiental(GEE)

Congestionamentos de trânsito

Elevada sinistralidade

Transporte Ferroviário

Vantagens:

Grande capacidade de carga,maior rapidez e menor custo

Via própria(mais rápido e seguro no tráfego suburbano)

Uso de energia elétrica

TGV vantajoso face ao avião(médias distâncias)

Especialização do material circulante

Desvantagens:

Rigidez de itinerários

Menor velocidade que o avião

Mais caro que o navio(mercadorias a longas distâncias)

Transporte Marítimo

Vantagens:

Muito elevada capacidade de carga

Boa relação energia gasta [Link] transportada

Custo inferior a longas distâncias


Desvantagens:

Menor velocidade e necessidade de transbordo

Dependência dos transportes terrestres

Riscos de poluição marítimo

Transporte Aéreo

Vantagens:

Grande rapidez

Maior comodidade

Elevados níveis de segurança

Rapidez para mercadorias perecíveis,urgentes ou valiosas

Elevado grau de modernização

Desvantagens:

Custos elevados

Processo de embarque/desembarque demorado

Muito poluente

Fraca capacidade de carga

UTILIZAÇÃO DOS MODOS DE TRANSPORTE E ESTRUTURA MODAL

As características e vantagens levamàsua utilização diferenciada nos contextos:

Nacional

Europeu

Mundial

Estrutura Modal

Contribuição de cada modo de transporte para o tráfego de


passageiros ou mercadorias.

COMPETITIVIDADE E COMPLEMENTARIDADE DOS DIFERENTES MODOS DE TRANSPORTE

Importância dos Transportes


Os transportes são um fator essencial na organização do espaço.

PORQUÊ?

Contribuem para a mobilidade das pessoas.

Assumem um papel estruturante no território.

Promovem a interação e o dinamismo económico entre diferentes espaços.

Facilitam o desenvolvimento do comércio e das atividades produtivas.

Geram emprego.

Quebram o isolamento das regiões mais desfavorecidas.

Dinamizam o desenvolvimento das regiões.

Atenuam as assimetrias regionais.

Fatores que Influenciam a Escolha do Modo de Transporte

Custos de deslocação

Natureza do trajeto a percorrer

Distância a percorrer

Tipo e volume de mercadorias

Volume de passageiros

Despesas com a energia

Fiabilidade

A conjugação destes fatores permite determinar,para cada


caso,qual o modo de transporte que oferece mais vantagens em
termos comparativos.

Competitividade dos Modos de Transporte de Mercadorias

Para curtas distâncias(atéD1),o transporte rodoviárioéo mais eficiente.

Para médias distâncias(D1–D2),o transporte ferroviário oferece mais vantagens.

Para longas distâncias(a partir de D2),o transporte marítimoémais competitivo.


O transporte aéreo apenasécompetitivo para mercadorias específicas.

Desigualdade na Distribuição dos Modos de Transporte em Portugal

Em Portugal,o modo de transporte rodoviárioéo mais utilizado no


transporte interno de passageiros e mercadorias.

Razões para o Domínio do Transporte Rodoviário

Grande flexibilidade de itinerários

Diversidade de veículos em dimensão e especialização

Problemas Associados ao Transporte Rodoviário

Emissão de gases com efeito de estufa

Congestionamento dos principais eixos de circulação

Objetivos da Política de Transportes

Maior equilíbrio entre os diversos modos de transporte

Redução do consumo de combustíveis fósseis

Estratégia de Mobilidade:Combinação de Modos

A combinaçãoótima de diferentes modos de transporte constitui a


principal estratégia relativaàmobilidade de pessoas e mercadorias.

Condições Necessárias:

Interconectividade:Existência de soluções de continuidade nos transbordos dentro do


mesmo modo de transporte.

Intermodalidade e Multimodalidade:Conjugação de vários modos e meios de


transporte num mesmo espaço.

O transporte intermodal ou multimodal associa as vantagens e


ajuda a ultrapassar as desvantagens de cada modo de transporte.

Infraestruturas Relacionadas com o Transporte de Mercadorias

Plataforma Intermodal:Infraestruturas(portos,aeroportos,terminais ferroviários e


rodoviários)onde se faz o transbordo de um modo de transporte para outro.

Plataforma Logística:Área com operadores e empresas ligadasàs cadeias de


transporte,abastecimento e distribuição.
Transporte de Passageiros:Relevância da Conjugação dos Modos

O investimento em interfaces aumenta a satisfação dos utentes e promove o uso de


transportes públicos.

Interface:Plataforma de cruzamento de várias redes de transporte,ondeépossível o


transbordo de um modo para outro.São fundamentais para a intermodalidade

Integração Entre Modos de Transporte Requer:

Espaço físico comum

Articulação entre chegadas e partidas dos modos

Integração de títulos de transporte

Informação ao passageiro de forma articulada e integrada

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DAS REDES DE TRANSPORTES

O SISTEMA DE TRANSPORTES ESTÁ ASSOCIADO ÀS REDES DE TRANSPORTE.

O QUE É UM SISTEMA DE TRANSPORTES?


É o conjunto de infraestruturas e de condições da sua utilização pelos diferentes meios de transporte.

O QUE É UMA REDE DE TRANSPORTES?


É o conjunto de VIAS DE COMUNICAÇÃO (arcos ou ligações), interligados entre si (nós).

EXEMPLO DE UMA REDE DE TRANSPORTES?


NÓ (local de origem/destino)
ARCO (vias de comunicação)
AS CARATERISTICAS DA REDE RODOVIÁRIA NACIONAL...
...ESTÃO DEFINIDAS NO PLANO RODOVIÁRIO NACIONAL.

REDE NACIONAL FUNDAMENTAL

REDE NACIONAL DE AUTOESTRADAS

REDE NACIONAL COMPLEMENTAR

ESTRADAS REGIONAIS

ESTRADAS MUNICIPAIS

ITINERÁRIOS PRINCIPAIS (IP)

ITINERÁRIOS COMPLEMENTARES (IC)

ESTRADAS NACIONAIS

A REDE NACIONAL FUNDAMENTAL É CONSTITUÍDA POR 9 ITINERÁRIOS PRINCIPAIS:


IP1 – Valença (fronteira) – Vila Real de Santo António (fronteira)

IP2 – Portelo (Bragança) – Castro Verde

IP3 – Chaves (fronteira) – Figueira da Foz

IP4 – Matosinhos – Quintanilha (fronteira)

IP5 – Aveiro – Vilar Formoso (fronteira)

IP6 – Peniche – Mouriscas (Portalegre)

IP7 – Lisboa – Caia (fronteira)

IP8 – Sines – Vila Verde de Ficalho (fronteira)

IP9 – Viana do Castelo – Castelões

A REDE NACIONAL COMPLEMENTAR É CONSTITUÍDA POR 37 ITINERÁRIOS


COMPLEMENTARES.
Os itinerários complementares estabelecem as ligações de maior interesse regional.

APESAR DA EVOLUÇÃO, PORTUGAL APRESENTA CONTRASTES NA DISTRIBUIÇÃO


ESPACIAL DA REDE DE ESTRADAS QUE ESTÃO ASSOCIADOS AOS CONTRASTES
DEMOGRÁFICOS, ECONÓMICOS E SOCIAIS.

É MAIS DENSA E LONGA NO LITORAL

É MENOS DENSA E MENOS EXTENSA NO INTERIOR

O ANO 1856 MARCOU O ARRANQUE DO CAMINHO DE FERRO EM PORTUGAL.

A REDE FERROVIÁRIA NACIONAL APRESENTA AS SEGUINTES CARATERÍSTICAS:

Privilegia as ligações entre as áreas urbanas do litoral (especialmente entre Lisboa e Porto)

É uma rede de penetração, ligando alguns pontos do interior às cidades do litoral

Evidencia um baixo grau de conectividade, verificando-se reduzidas ligações entre os vários


nós da rede

Regista, em torno de Lisboa e do Porto, uma maior densidade de ligações

OS PROGRESSOS VERIFICADOS EM RESULTADO DOS INVESTIMENTOS


PASSARAM POR:

Renovação integral da via nos principais itinerários

Novas composições nos serviços suburbanos

Serviço “Alfa-Pendular” na ligação Lisboa-Porto

Adaptação da ponte 25 de Abril ao comboio

Implementação de novos sistemas de sinalização, telecomunicação e controlo de velocidade


Eliminação de passagens de nível

Eletrificação de novos troços

Modernização de estações

NO ENTANTO, A QUALIDADE AINDA ESTÁ AFASTADA DOS PADRÕES COMUNITÁRIOS


DEVIDO A:

Existência de condicionamentos naturais como o relevo

Reduzida percentagem de vias duplas

Elevado número de passagens de nível e de estações

Eletrificação ainda insuficiente

Material circulante envelhecido e insuficiente

Velocidades de circulação reduzidas na maioria dos itinerários

Sistema de controlo ser, em alguns casos, antiquado e manual

O transbordo

NO TRÁFEGO DE PASSAGEIROS NAS ÁREAS URBANAS DESTACAM-SE:

A REDE DE METROPOLITANO DE LISBOA NA AML E A REDE DE METROPOLITANO NA AMP

EXISTE AINDA EM FUNCIONAMENTO UMA REDE DE METROPOLITANO LIGEIRO NA


MARGEM SUL DO TEJO.
OS PORTOS MARÍTIMOS CONSTITUEM LOCAIS PRIVILEGIADOS DE ENTRADA E SAÍDA DE
MERCADORIAS, ASSIM COMO IMPORTANTES INTERFACES NA MUDANÇA DOS MODOS DE
TRANSPORTE RODOVIÁRIO E FERROVIÁRIO PARA O MODO MARÍTIMO.

O TRANSPORTE DE PASSAGEIROS TEM VINDO A GANHAR PROTAGONISMO CRESCENTE.


PORTUGAL DISPÕE DE PORTOS DE ÁGUAS PROFUNDAS CAPAZES DE RECEBER OS MAIORES
NAVIOS DE TRANSPORTE DE MERCADORIAS E DE CRUZEIRO A NÍVEL MUNDIAL.

OS PORTOS NACIONAIS SUBDIVIDEM-SE EM:

PORTOS PRINCIPAIS: Leixões, Ponta Delgada, Lisboa, Setúbal, Sines, Caniçal, Aveiro, Figueira da
Foz

PORTOS SECUNDÁRIOS: Viana do Castelo, Peniche, Praia da Vitória, Funchal, Lagos, Portimão,
Faro

A ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS ÀS PLATAFORMAS LOGÍSTICAS PERMITE UMA MAIOR


PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NAS CADEIAS INTERNACIONAIS DE TRANSPORTE
INTERMODAL, VALORIZANDO O SEU PAPEL COMO ELO DE LIGAÇÃO ENTRE EUROPA E O
MUNDO.

O TRÁFEGO DE PASSAGEIROS NAS VIAS NAVEGÁVEIS INTERIORES TEM POUCO


SIGNIFICADO EM PORTUGAL CONTINENTAL COM EXCEÇÃO DAS TRAVESSIAS DO RIO
TEJO, AS RESTANTES SÃO MARCADAS POR UMA FORTE SAZONALIDADE.
EM 2019 EXISTIAM 40 INFRAESTRUTURAS AEROPORTUÁRIAS: 29 CONTINENTAIS, 11 INSULARES.

REDE NACIONAL DE AEROPORTOS E AERÓDROMOS


AEROPORTOS: Porto/Maia, Lisboa, Beja, Faro, Funchal, Ponta Delgada
AERÓDROMOS: Vilar de Luz, Braga, Espinho, Chaves, Bragança, Mirandela, Mogadouro, Viseu,
Aveiro, Vila Real, Sines, Seia, Covilhã, Coimbra, Lousã, Monfortinho, Proença-a-Nova, Leiria, Ponte
de Sôr, Santarém, Santa Cruz, Cascais, Grândola, Évora, Amareleja, Portimão

O MODO DE TRANSPORTE AÉREO É ESPECIALMENTE IMPORTANTE NO


TRANSPORTE DE PASSAGEIROS A LONGAS DISTÂNCIAS.

DESTACAM-SE OS AEROPORTOS DE LISBOA, PORTO, FARO NO CONTINENTE


FUNCHAL E PONTA DELGADA NAS REGIÕES AUTÓNOMAS

A ATIVIDADE AEROPORTUÁRIA É TAMBÉM GERADORA DE RIQUEZA

PLANO ESTRATÉGICO DOS TRANSPORTES 2008–2020

OBJETIVOS:

Melhorar as acessibilidades às infraestruturas

Modernizar infraestruturas, potenciando capacidade

Desenvolver soluções multimodais para tráfego de mercadorias

EM PORTUGAL É TRANSPORTADO POR CONDUTA O GÁS NATURAL E O PETRÓLEO

O GÁS NATURAL CHEGA PELO TERMINAL DE GÁS LIQUEFEITO DE SINES E PELO GASODUTO
QUE LIGA CAMPO MAIOR AO GASODUTO DO MAGREBE

O PETRÓLEO CHEGA POR VIA MARÍTIMA É DISTRIBUÍDO POR OLEODUTOS PARA AS


REFINARIAS E POR MODO RODOVIÁRIO PARA EMPRESAS DISTRIBUIDORAS,
PORTOS E AEROPORTOS

 REDE DO OLEODUTO NACIONAL: Sines e Aveiras de Cima

A PRODUÇÃO DE REFINADOS É ARMAZENADA EM PARQUES DE COMBUSTÍVEIS

AS REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA DEPENDEM DOS LOCAIS DE CONSUMO E DO TIPO


DE ENERGIA TRANSPORTADA. A ELETRICIDADE É PRODUZIDA EM PORTUGAL EM
CENTRAIS DE PRODUÇÃO, É DISTRIBUÍDA ATRAVÉS DA REDE ELÉTRICA NACIONAL.

Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas

OBJETIVOS ESTRATÉGICOS
O PETI3+ estabelece 3 objetivos estratégicos para o sector dos transportes e infraestruturas no horizonte 2014-
2020:

• Alavancar a competitividade, o desenvolvimento da economia nacional e a criação de emprego.

• Assegurar um setor dos transportes financeiramente equilibrado e sustentável para os contribuintes portugueses.

• Assegurar a mobilidade e a acessibilidade a pessoas e bens e a coesão social e


territorial.
Plano Estratégico dos Transportes e Infraestruturas

EIXOS DE DESENVOLVIMENTO PRIORITÁRIO

• Corredor interior
• Corredor internacional NORTE
• Corredor da fachada atlântica
• Corredor internacional SUL
• Corredor do Algarve
• Transportes públicos de passageiros
• Articulação com os corredores do Plano Nacional de Políticas de Ordenamento do Território - PNPOT
• Articulação com os corredores da Rede Transeuropeia de Transportes – RTE-T

CORREDOR FACHADA ATLÂNTICA


Liga a Galiza, o arco metropolitano do Porto, o sistema metropolitano do centro litoral, o arco
metropolitano de Lisboa ao arco metropolitano do Algarve, incluindo os principais portos, aeroportos
e plataformas logísticas do continente.

• Desenvolvimento dos portos integrantes da RTE-T principal de Leixões, Lisboa e Sines e Via
Navegável do Douro.
• Desenvolvimento dos portos integrantes da RTE-T global de Aveiro e Setúbal e porto da Figueira da
Foz.
• Consolidação do corredor ferroviário da RTE-T principal e global Vigo – Porto – Lisboa – Setúbal –
Sines e Caldas da Rainha – Lisboa.
• Desenvolvimento dos aeroportos do Porto e Lisboa.

CORREDOR INTERNACIONAL NORTE

Liga o arco metropolitano do Porto e o sistema metropolitano do centro litoral, respetivos portos, aeroportos e
plataformas logísticas a Salamanca e ao resto da Europa.

• Consolidação do corredor ferroviário da RTE-T principal Porto / Aveiro – Vilar Formoso e fecho da malha
ferroviária RTE-T Covilhã – Guarda.
• Fecho da malha rodoviária integrante da RTE-T constituída pelo eixo do IP3 (Coimbra – Viseu), IP4 – Túnel do
Marão e IP5 (Vilar Formoso – Fronteiro).

CORREDOR INTERNACIONAL SUL


Liga o arco metropolitano de Lisboa, incluindo os portos de Sines, Setúbal e Lisboa, aeroporto de
Lisboa e plataformas logísticas a Madrid e ao resto da Europa.

• Ligação ferroviária entre os portos de Sines, Lisboa e Setúbal e plataformas logísticas ao centro da Península
Ibérica e resto da Europa.
• Reabilitação do IC33 entre Relvas Verdes e Grândola.

CORREDOR DO ALGARVE

Corredor estratégico para o sector do turismo nacional, une toda a região do Algarve ao aeroporto de Faro, portos e
plataforma logística da região.

• Desenvolvimento do aeroporto de Faro enquanto infraestrutura estratégica para o turismo do Algarve e aumento
da sua área de influência através da construção de uma ligação ferroviária direta à linha do Algarve.
• Desenvolvimento da linha do Algarve e construção de nova ligação direta ao aeroporto de Faro.
• Desenvolvimento dos portos de Portimão e Faro.

CORREDOR DO INTERIOR
Desenvolvimento de toda a região interior do país através da potenciação dos corredores internacionais,
bem como execução de projetos estruturais para o desenvolvimento do interior do país.

• Investimento na Via Navegável do Douro (RTE-T).


• Consolidação do corredor ferroviário da RTE-T principal Lisboa / Sines / Setúbal – Caia.
• Fecho da malha rodoviária integrante da RTE-T constituída pelo Túnel do Marão, eixo do IP3
(Coimbra–Viseu) e IP5 (Vilar Formoso–Fronteira).
• Projetos estruturais para o desenvolvimento do interior do país.
• Consolidação do corredor ferroviário da RTE-T principal Porto / Aveiro – Vilar Formoso, fecho da
malha ferroviária RTE-T Covilhã – Guarda, Linha do Douro e do Vouga.

RESUMO

• Implementação dos grandes corredores estabelecidos no Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do


Território.
• Desenvolvimento harmonioso do território nacional.
• Mais de 6.000 milhões de euros de investimento até 2020/22.
• Potenciação das ligações internacionais e interligação com a Rede Transeuropeia de Transportes.

O que são telecomunicações?


São meios e formas de comunicação à distância.

TIC
Os progressos das TIC e a rápida difusão espacial das suas REDES permitiram:

DESAPARECIMENTO DISTÂNCIA-TEMPO

REDUÇÃO DISTÂNCIA-CUSTO

CONCEITO DE “CIBERESPAÇO”

AUMENTAR ACESSO INTERNET

O que são tecnologias da informação e comunicação (TIC)?


São meios técnicos e sistemas que permitem a transmissão, o acesso e o uso da informação, em diferentes espaços.

O que é o “ciberespaço”?
É o espaço virtual de troca de informação e interação.

TELECOMUNICAÇÕES
Assim, as telecomunicações são hoje um setor muito importante porque:

GERAM RIQUEZA

GERAM TRABALHO

AUMENTAM A PRODUTIVIDADE

SÃO FATOR DE DESENVOLVIMENTO DE OUTROS SETORES

Outras razões da dificuldade de preenchimento de vagas de especialistas TIC pelas empresas:

Expetativas de remuneração dos candidatos muito elevadas: 82,0%

Falta de candidaturas: 66,8%

Falta de experiência profissional relevante: 69,1%


Falta de qualificações relevantes relacionadas com as TIC: 60,3%

As TELECOMUNICAÇÕES têm hoje um papel fundamental na dinamização das atividades económicas e das
relações interterritoriais

A influência das TIC faz-se sentir em inúmeros aspetos da nossa vida quotidiana

Na vida pessoal e social permitem:

Uma maior inclusão social, reduzindo o isolamento de muitas pessoas


O contacto com familiares e amigos, que podem estar em qualquer parte do mundo
O acesso a serviços públicos e privados
O acesso a informação de todo o tipo e de todo o mundo
Reserva e pagamento de viagens e alojamento
Compra e venda de bens e serviços sem sair de casa
Conhecer e cartografar o território utilizando os Sistemas de Informação Geográfica
Utilização da orientação por GPS em deslocações de lazer e de trabalho
Divulgação de conhecimentos, saberes, ideias, experiências
Uma maior inclusão no mercado de trabalho de cidadãos com necessidades especiais
Etc

Na economia permitem

Efetuar contactos e negócios


Efetuar operações de “marketing”
Agilizar o funcionamento das atividades económicas
Contribuir para o emprego e a riqueza
Aceder e contratar serviços de logística e de transportes
Efetuar e receber pagamentos por via eletrónica
Etc

No ambiente permitem

A redução da emissão de GEE


Uma maior fluidez de trânsito
Gestão mais eficiente das rotas através de sistemas de gestão inteligente de tráfego
Redução dos gastos de papel e tinta
Mais solidariedade nacional e internacional em casos de catástrofes
Divulgação e promoção da educação ambiental
Etc

Mas as TIC também têm efeitos negativos e muitas vezes globais

Fraudes eletrónicas
Difusão de vírus informáticos
Comportamentos e ideias atentatórias dos direitos humanos
Produção de lixo eletrónico
O “cyberbullying”
Os perigos associados ao convívio com desconhecidos nas redes sociais
A divulgação de notícias falsas (fake news)
O vício

Nomofobia
Medo causado pela possibilidade de ficar sem contacto através do telemóvel (no-mobile-phone phobia)

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