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5 Informatica

O documento é um e-book de informática gerado para Diogo João dos Santos, abordando conceitos fundamentais sobre Internet, Intranet, segurança da informação e utilização de ferramentas do Microsoft Office e LibreOffice. Ele inclui tópicos sobre proteção de dados, procedimentos de backup e ambientes operacionais, além de discutir a importância das VPNs na segurança das conexões. A obra é de autoria de Fernando Nishimura e foi publicada pela Nova Concursos em novembro de 2023.

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O documento é um e-book de informática gerado para Diogo João dos Santos, abordando conceitos fundamentais sobre Internet, Intranet, segurança da informação e utilização de ferramentas do Microsoft Office e LibreOffice. Ele inclui tópicos sobre proteção de dados, procedimentos de backup e ambientes operacionais, além de discutir a importância das VPNs na segurança das conexões. A obra é de autoria de Fernando Nishimura e foi publicada pela Nova Concursos em novembro de 2023.

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1817493 E-book gerado especialmente para DIOGO JOAO DOS SANTOS

PM-PE
Polícia Militar do Estado de Pernambuco

Soldado

Informática

1817493 E-book gerado especialmente para DIOGO JOAO DOS SANTOS


Obra

PM-PE – Polícia Militar do Estado de Pernambuco


Soldado

Autores

INFORMÁTICA • Fernando Nishimura

ISBN: 978-65-5451-251-0

Edição: Novembro/2023

Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos


pela Lei nº 9.610/1998. É proibida a reprodução parcial ou total,
por qualquer meio, sem autorização prévia expressa por escrito da
editora Nova Concursos.

Esta obra é vendida sem a garantia de atualização futura. No caso Dúvidas


de atualizações voluntárias e erratas, serão disponibilizadas no site
[Link]. Para acessar, clique em “Erratas e [Link]/contato
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SUMÁRIO

INFORMÁTICA .......................................................................................................................5
CONCEITO DE INTERNET E INTRANET .............................................................................................. 5

CONCEITOS BÁSICOS E MODOS DE UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS, FERRAMENTAS, APLICATIVOS E


PROCEDIMENTOS ASSOCIADOS A INTERNET/INTRANET .............................................................................5

CONCEITOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA ...................................................................................... 6

PROCEDIMENTOS, APLICATIVOS E DISPOSITIVOS PARA ARMAZENAMENTO DE DADOS


E PARA REALIZAÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA (BACKUP) ....................................................... 12

AMBIENTES OPERACIONAIS: UTILIZAÇÃO BÁSICA DO SISTEMA OPERACIONAL


WINDOWS ........................................................................................................................................... 24

CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS, PASTAS E PROGRAMAS ................26

INSTALAÇÃO DE PERIFÉRICOS ........................................................................................................ 45

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E APRESENTAÇÃO DO PACOTE


MICROSOFT OFFICE 2019................................................................................................................. 53

WORD .................................................................................................................................................................54

EXCEL ................................................................................................................................................................72

POWERPOINT....................................................................................................................................................98

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E APRESENTAÇÃO DO PACOTE DO


PACOTE LIBREOFFICE 7 .................................................................................................................. 115

WRITER ............................................................................................................................................................115

CALC ................................................................................................................................................................124

IMPRESS .........................................................................................................................................................130

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INFORMÁTICA

CONCEITO DE INTERNET E INTRANET

CONCEITOS BÁSICOS E MODOS DE UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS, FERRAMENTAS,


APLICATIVOS E PROCEDIMENTOS ASSOCIADOS A INTERNET/INTRANET

A Internet é a rede mundial de computadores que surgiu nos Estados Unidos com propó-
sitos militares, para proteger os sistemas de comunicação em caso de ataque nuclear durante
a Guerra Fria.
Na corrida atrás de tecnologias e inovações, Estados Unidos e União Soviética lançavam
projetos que procuravam proteger as informações secretas de ambos os países e seus blocos
de influência.
ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, era um modelo
de troca e compartilhamento de informações que permitia a descentralização das mesmas,
sem um “nó central”, garantindo a continuidade da rede mesmo que um nó fosse desligado.
A troca de mensagens começou antes da própria Internet. Logo, o e-mail surgiu primeiro,
e depois veio a Internet como a conhecemos e a usamos.
Ela passou a ser usada também pelo meio educacional (universidades) para fomentar a
pesquisa acadêmica. No início dos anos 90, ela se tornou aberta e comercial, permitindo o
acesso de todos.

Usuário Modem
Internet
Provedor de Acesso

Figura 1. Para acessar a Internet, o usuário utiliza um modem que se conecta a um provedor de acesso através de uma linha telefônica

A navegação na Internet é possível através da combinação de protocolos, linguagens e ser-


viços, operando nas camadas do modelo OSI (7 camadas) ou TCP (5 camadas ou 4 camadas).
A Internet conecta diversos países e grandes centros urbanos através de estruturas físicas
chamadas de backbones. São conexões de alta velocidade que permitem a troca de dados
entre as redes conectadas. O usuário não consegue se conectar diretamente no backbone. Ele
deve acessar um provedor de acesso ou uma operadora de telefonia através de um modem e
INFORMÁTICA

a empresa se conecta na “espinha dorsal”.


Após a conexão na rede mundial, o usuário deve utilizar programas específicos para rea-
lizar a navegação e o acesso ao conteúdo oferecido pelos servidores.

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CONCEITO USO COMENTÁRIOS
Conhecida como nuvem e também como
World Wide Web, ou WWW, a Internet é um
Internet Conexão entre computadores ambiente inseguro, que utiliza o protocolo
TCP para conexão em conjunto a outros
para aplicações específicas

Ambiente seguro que exige identificação, po-


dendo estar restrito a um local, que poderá
Intranet Conexão com autenticação acessar a Internet ou não. A Intranet utiliza o
mesmo protocolo da Internet, o TCP, podendo
usar o UDP também

Conexão remota segura, protegida com


criptografia, entre dois dispositivos, ou
Extranet Conexão entre dispositivos ou redes
duas redes. O acesso remoto é geralmente
suportado por uma VPN

Os editais costumam explicitar Internet e Intranet, mas também questionam Extranet. A


conexão remota segura que conecta Intranets através de um ambiente inseguro que é a Inter-
net é naturalmente um resultado das redes de computadores.

INTERNET, INTRANET E EXTRANET


Redes de
computadores

Internet Intranet Extranet

Rede mundial de Rede local de Acesso remoto


computadores acesso restrito seguro

Utiliza os mesmos
Protocolos TCP/IP protocolos da Protocolos seguros
Internet
Padrão de Criptografia em
Família TCP/IP
comunicação VPN

A Internet é transparente para o usuário. Qualquer usuário poderá acessá-la sem ter
conhecimento técnico dos equipamentos que existem para possibilitar a conexão.

CONCEITOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA

O que é Segurança da Informação?


Essa é uma pergunta curta, que exige conhecimentos diversos, para que possa ser respon-
dida. Neste tópico, você encontrará as informações necessárias para isso.
As redes de computadores tornaram-se cada vez mais interligadas e complexas. Elas inte-
gram, atualmente, muitos dispositivos, que, talvez, você não conheça, mas que estão ali,
promovendo a troca de dados entre o seu equipamento e o servidor remoto o qual está aces-
sando. No entanto, é sabido que os criminosos virtuais podem acessar redes de qualquer
lugar do mundo.
Neste sentido, os profissionais de Segurança da Informação procuram proteger os
dados armazenados e trafegados entre os dispositivos por meio de equipamentos, progra-
mas e técnicas direcionadas. Para isso, o treinamento dos usuários também é importante,

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considerando que eles compreendem o elo mais fraco e vulnerável no que se refere à Segu-
rança da Informação.

Usuário final Servidor remoto

Figura 1. A conexão entre o usuário cliente e o servidor é realizada por diferentes equipamentos, que são
transparentes para o usuário final.

Entre o servidor remoto e o usuário final, as informações solicitadas passarão por vários
dispositivos de conexão (roteadores, repetidores de sinal, switches, bridges, gateways) antes
de serem apresentadas no dispositivo do usuário.

Dica
Paradigma cliente-servidor: nós somos clientes e acessamos informações em servidores
remotos. As redes de computadores, em concursos públicos, são abordadas, seguindo esse
paradigma. Usamos cliente web (browser ou navegador) para acessar um servidor web. Usa-
mos cliente de e-mail para acessar um servidor de e-mail. Usamos um cliente FTP para aces-
sar um servidor FTP.

Ataques e ameaças à Segurança da Informação

Invasor Software
Vírus de
computador malicioso

Usuário final Servidor remoto

Figura 2. O tráfego de dados, em uma conexão, é um ativo interessante para invasores, vírus de computadores e
softwares maliciosos.

Invasores tentarão acessar a conexão e capturar os dados trafegados. Os vírus de compu-


tador procuram infectar os arquivos e causar danos aos sistemas. Esses softwares maliciosos
podem infectar dispositivos e sequestrar arquivos.

Protocolo seguro

Atualizações
INFORMÁTICA

Usuário final
Servidor remoto
Firewall Senha forte
Antivírus

Figura 3. Um protocolo seguro protege o tráfego de dados em uma conexão insegura, criptografando as
informações que são enviadas e recebidas.

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O usuário deverá utilizar um protocolo seguro para acessar os dados, manter o seu disposi-
tivo atualizado e protegido, utilizar uma senha forte de acordo com as políticas de segurança
e práticas recomendadas, entre outras ações. Além disso, deverá utilizar conexões seguras,
como as VPN’s – Virtual Private Network –, para acesso aos serviços remotos (Computação na
Nuvem); proteger-se das ameaças e ataques à Segurança da Informação, utilizando medidas de
proteção em seu dispositivo, como antivírus, firewall e anti-spyware).
Iniciaremos nossos estudos sobre Segurança da Informação com o tópico VPN. Elas são
muito importantes para a comunicação segura e tornaram-se destaque nos últimos anos,
por causa do trabalho remoto (home office). Empresas e usuários que não utilizavam uma
conexão remota segura precisaram adaptar-se aos novos tempos. Em concursos, a tendência
é que aumente a frequência de questões sobre esse tema, pois se tornou popular devido à
pandemia.
A seguir, conheceremos como é a Computação na Nuvem, suas características, os tipos de
nuvem, os serviços oferecidos e as vantagens e desvantagens. Vale ressaltar que esse tópico
já foi bastante abordado em alguns concursos, em provas de diversos cargos.
Vírus de computador e softwares maliciosos: quem nunca foi vítima, não é mesmo?
Esse será o terceiro tópico sobre Segurança da Informação, no qual abordaremos os ataques
e ameaças, com destaque para os principais e mais comuns em provas de concursos. Assim
como Computação na Nuvem, o tópico “Noções de Vírus, Worms e Pragas Virtuais” também é
muito questionado em concursos públicos.
Finalizando o conteúdo de Segurança da Informação, estudaremos os mecanismos de pro-
teção e defesa contra os ataques e ameaças. Existem equipamentos de proteção, no entanto,
em concursos públicos, geralmente, são questionados os aplicativos para segurança (antiví-
rus, firewall, anti-spyware etc.).
Apesar de existirem soluções integradas e avançadas para os problemas de Segurança da
Informação, que até usamos em nossos dispositivos, nos concursos públicos, são questiona-
das as definições oficiais e as configurações padrão dos programas.

NOÇÕES DE REDES PRIVADAS VIRTUAIS (VPN)

As redes privadas virtuais, popularmente identificadas pela sigla VPN (do inglês Virtual
Private Network), são criadas pelas empresas e usuários, para estabelecer uma conexão segu-
ra entre dois pontos.
Antes de iniciarmos nosso estudo sobre elas, vamos conhecer alguns dos conceitos básicos
das redes de computadores, de acordo com as suas características de uso e nível de segurança.

REDE CARACTERÍSTICAS BÁSICAS


Local Area Network é uma denominação relacionada ao alcance de uma rede, restri-
LAN
ta a um prédio ou pequena região
É uma rede local (pelo seu alcance, é uma LAN), interna de uma organização, segu-
Intranet
ra, com acesso restrito aos usuários cadastrados no servidor da rede
Extranet É o acesso remoto seguro, de um ambiente inseguro, à intranet da organização
Rede mundial de computadores de acesso público e considerada insegura. A Inter-
Internet
net é comumente representada por uma nuvem

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Intranet
Intranet
Extranet
Conexão segura

Matriz Internet Filial

Figura 4. A Extranet é uma conexão segura através de um ambiente inseguro (Internet) para redes internas
protegidas (Intranet).

É importante destacar que, toda Intranet é uma LAN, mas nem toda LAN é uma Intranet.
Por que usar uma VPN?
Porque é importante e necessário. A Internet é a rede mundial de computadores, que
conecta diversos dispositivos entre si, utilizando uma estrutura pública e insegura oferecida
pelos governos e operadoras de telefonia. O acesso à Internet é oferecido para todos e, por
isso, usuários mal-intencionados conseguem interceptar a comunicação de outros usuários,
monitorando o tráfego de dados e roubando informações.
Com uma VPN estabelecida entre os dispositivos, o risco na transmissão é muito pequeno.
Lembrando que nada é 100% seguro em Informática, independentemente da quantidade de
sistemas e proteções implementadas.

Usuário mal-intencionado

Conexão Tráfego sendo


insegura monitorado
Conexão
Usuário remoto insegura
Empresa
Internet

Figura 5. Usuários mal-intencionados procuram “escutar” uma conexão insegura em busca de dados que possam
comprometer a privacidade do usuário ou empresa.

As empresas utilizam softwares de terceiros para estabelecer a conexão segura entre os dispo-
sitivos de seus colaboradores. Existem vários softwares que possibilitam a conexão segura, como a
Área de Trabalho Remota (Windows) e soluções de empresas de segurança digital (Forticlient VPN,
Citrix Metaframe, TeamViewer, LogMeIn etc.).
Os protocolos são padrões de comunicação. Para estabelecer uma conexão segura, protoco-
los seguros serão usados, criando um túnel seguro entre o emissor e o receptor, por meio de
um ambiente vulnerável. Eles procuram encapsular os dados transmitidos, para que, em caso
de monitoramento, a leitura do conteúdo torne-se impossível, uma vez que os dados se tornam
INFORMÁTICA

criptografados.

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Usuário mal-intencionado

Protocolo Tráfego não


seguro será monitorado

Conexão Conexão
segura segura
Usuário remot o Internet Empresa

Figura 6. Usuários mal-intencionados não conseguem monitorar o conteúdo de uma conexão que esteja protegida
com um protocolo seguro.

TIPO DE VPN CARACTERÍSTICA


� Um usuário pode conectar-se a uma rede, para acessar seus serviços e recur-
VPN de acesso
sos remotamente
remoto
� A conexão é segura e ocorrerá por meio de uma rede pública, como a Internet
(VPN client to
� Será uma conexão (cliente) para um servidor remoto que aceita várias
site)
conexões
� Dois roteadores estabelecem uma conexão segura para a troca de dados,
sendo que um deles opera como cliente VPN e o outro, como servidor VPN
� É o modelo mais usado no âmbito empresarial, para conectar com segurança
VPN site a site a rede interna de uma filial com a rede interna de uma matriz
� Serão várias conexões (filial), acessando um servidor remoto que aceita várias
conexões (matriz)
� Também conhecida como VPN LAN to LAN

Protocolos

Quando uma navegação na Internet é realizada, os protocolos transferem os dados de um


servidor para o cliente de acordo com o paradigma Cliente-Servidor. O servidor oferece os
dados e provê a conexão e, então, o cliente acessa as informações e solicita serviços.
Em uma conexão, para evitar que os dados sejam acessados por pessoas não autorizadas,
protocolos de segurança e proteção poderão ser implementados, utilizando-se de chaves e
certificados digitais para a garantia da transferência segura dos dados.
Muitas siglas de protocolos estão relacionadas com este tópico. Confira algumas delas:

SEGU-
PROTOCOLO SIGNIFICADO CARACTERÍSTICAS
RO?
Generic Routing Desenvolvido pela CISCO, prioriza a
GRE Não
Encapsulation velocidade
Camada adicional de segurança para a
SSL Secure Sockets Layer Sim
conexão
Transport Layer Camada de transporte seguro para a
TLS Sim
Security conexão
Orientar o servidor para criação de uma co-
SSH Secure Shell Sim
nexão segura com o cliente
Extensão do protocolo IP para suprir a falta
IPsec IP Security Protocol de segurança de informações que trafegam Sim
em uma rede pública
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Protocolo para facilitar a comunicação bi-
direcional, baseada em texto interativo (co-
Telnet - Não
mandos), usando uma conexão de terminal
virtual
Atualização dos protocolos L2F (Protocolo
Layer 2 Tunnelling
L2TP de Encaminhamento da Camada 2) e PPTP Não
Protocol
(Protocolo de Tunelamento Ponto-a-Ponto)
O PPTP adiciona um canal seguro ao TCP e
Point-to-Point Tunne- utiliza um túnel GRE
PPTP Sim
ling Protocol � Algumas questões o apresentam com a
sigla PPP
Criar conexões ponto a ponto (point to
point) e site a site (site to site), usando um
OpenVPN VPN de Código aberto Sim
protocolo personalizado baseado no TLS e
SSL

Lembre-se: protocolos seguros costumam mostrar a letra S na sua sigla, como em HTTPS.
Um protocolo seguro procura estabelecer uma conexão segura entre os dispositivos, possi-
bilitando a troca de informações. Antes do envio de dados, a conexão segura será negociada
entre os dispositivos e aprovada após a confirmação do certificado digital.

Usuário remoto Empresa


A conexão é segura?
Sim, ela é. Segue o certificado digital.
OK. Conexão segura estabelecida?
Criptografando o caminho, para envio de dados.

Figura 7. A criptografia é usada para garantir a autenticidade e a integridade das conexões.

A conexão remota poderá ser uma simples conexão direta entre os dispositivos (ponto a
ponto, túnel de conexão, sem criptografia dos dados trafegados) ou uma conexão entre os
dispositivos com segurança, utilizando protocolos seguros, para criptografar o conteúdo tra-
fegado no túnel de conexão.

Programas

Após conhecer as definições de uma VPN e os protocolos que podem ser utilizados, é comum
surgir uma dúvida: quais são os programas que usamos para transformar o nosso dispositivo
em um cliente VPN?
A resposta é: depende. Cada dispositivo possui um sistema operacional e, de acordo com a
INFORMÁTICA

origem (cliente) e o destino (servidor), existem programas mais adequados para cada cenário.

ORIGEM (CLIENTE) DESTINO (SERVIDOR) EXEMPLO DE PROGRAMA PARA VPN


Windows Windows Área de Trabalho Remota
Windows Linux PuTTy
Linux Windows OpenVPN
Linux Linux Network-Manager
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A utilização de um software de VPN, a fim de acessar a rede interna de uma organização (no modelo
VPN client to site), implementa segurança aos dados trafegados na forma de criptografia, para garantir
a autenticidade e a integridade das conexões. No entanto, onde a VPN será “iniciada”?
Nas redes de computadores, o firewall é um item especialmente importante em relação à seguran-
ça da informação. Ele é um filtro de portas TCP, que permite ou bloqueia o tráfego de dados. Logo, se
uma conexão deseja enviar e receber dados, precisa ter a porta correspondente liberada, em ambos os
lados, tanto no cliente como no servidor.
Se existe um firewall na rede, a VPN poderá ser instalada (e configurada) no firewall (mais comum),
em frente ao firewall (para autenticar o que está chegando), atrás do firewall (para autenticar o que
chegou), paralelamente ao firewall (para acompanhar o envio e recebimento dos pacotes) ou na inter-
face dedicada do firewall (na conexão VPN site to site, para atender a vários dispositivos da rede).
No Windows 10, a definição da VPN poderá ser realizada por meio da Central de Ações (atalho de
teclado Windows + A) ou em Configurações, Rede e Internet, VPN. O acesso Home Office é um tipo de
conexão externa que deverá utilizar uma VPN, para proteger os dados trafegados com o uso de cripto-
grafia implementada por protocolos seguros.

PROCEDIMENTOS, APLICATIVOS E DISPOSITIVOS PARA ARMAZENAMENTO DE DADOS E PARA


REALIZAÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA (BACKUP)

O Backup é a cópia de segurança dos dados do usuário.


Neste tópico estudaremos sobre as ferramentas do sistema operacional para proteção dos dados, a
fim de compreender que cada uma possui um objetivo específico.
As cópias de segurança ganharam destaque nos últimos anos, devido aos ataques de ransomware.
Como o código malicioso reage às tentativas de acessos aos arquivos criptografados, as cópias de segu-
rança, ao serem restauradas, recuperam os arquivos sem alertar o atacante, prejudicando ainda mais
o que já foi comprometido.
Ransomware é um ataque que criptografa os arquivos e as unidades do dispositivo do usuário,
solicitando o pagamento de um resgate para a liberação da chave de descriptografia. O usuário pode
receber um arquivo com o código malicioso por meio do correio eletrônico ou redes sociais e, após
a execução do arquivo, seus dados serão totalmente ou parcialmente criptografados. Alguns códigos
ransomware criptografam apenas o início dos arquivos, tornando-os inacessíveis. A técnica é usada
para que o sequestro dos dados seja realizado de forma extremamente rápida, evitando que alguma
ação ou reação do usuário interrompa o processo de criptografia em andamento.

RECUPERAÇÃO USO
Criado como disco de inicialização, permite
INICIALIZAÇÃO DO SISTEMA Arquivos da inicialização do Windows iniciar o Windows quando os arquivos
essenciais do boot forem danificados
Retorna o Windows para suas
Recupera arquivos alterados, danificados
REPARAÇÃO DO SISTEMA configurações originais, sem os programas
ou excluídos do sistema operacional
que foram instalados posteriormente
Retorna o sistema e programas para
A cada inicialização ou modificação, um
RESTAURAÇÃO DO SISTEMA o ponto de restauração escolhido,
ponto de restauração é criado
descartando alterações posteriores a ele
Recupera os arquivos do usuário que foram Restaurar os arquivos do usuário que
BACKUP
copiados para a cópia de segurança foram copiados anteriormente no backup

As cópias de segurança são criadas pelo sistema operacional a partir de comandos do


usuário, tanto programados pelo Agendador de Tarefas automaticamente, como, manual-
mente, pelo utilizador.

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O Agendador de Tarefas é um recurso do Windows que permite a programação de coman-
dos nos computadores. O Agendador poderá executar uma vez ou várias vezes de forma
recorrente (todos os dias, todas as segundas-feiras etc.).
Ao inserir os comandos de backup (cópia de segurança) no Agendador de Tarefas, quando
for o dia e horário programados, será executado, para que o usuário tome as providências
com relação à cópia de seus arquivos de dados.

TIPOS DE BACKUP

Atualmente, o usuário dispõe de recursos que realizam o backup na nuvem diretamente,


sem sua interferência no dia a dia. No smartphone Android, com a Conta Google, podemos
autorizar a sincronização das imagens e vídeos da câmera diretamente no Google Fotos. No
smartphone iOS, com a Conta iCloud, podemos autorizar a sincronização das imagens e vídeos
da câmera diretamente no Apple iCloud. E outras soluções, como o Google Drive, Microsoft One-
Drive e Dropbox poderão fazer a cópia de segurança na nuvem dos arquivos gravados na res-
pectiva pasta do dispositivo.
Entretanto, esta modalidade de backup na nuvem não é, exatamente, uma cópia de segu-
rança, mas apenas uma replicação (duplicação) de dados. Se os dados forem corrompidos ou
criptografados por um ransomware, corre-se o risco de ter as cópias “limpas” sobrepostas
pelas cópias infectadas com o malware.
Os sistemas de sincronização de dados, como o Dropbox, OneDrive e Drive permitem o
gerenciamento do histórico de versões, possibilitando a recuperação de arquivos anteriores à
última atualização de sincronização.
Em concursos públicos, são questionados os tipos de backup “clássicos”: completo, incre-
mental e diferencial.
Cada um deles possui suas vantagens e desvantagens, as quais veremos a seguir.
As empresas costumam operar diferentes tipos de backup, de acordo com suas necessida-
des de aplicações, disponibilidade, segurança e velocidade de acesso às informações copiadas.
A manutenção de cópias de segurança redundantes de arquivos importantes é recomen-
dável. Ou seja, para os arquivos mais importantes, ter duas ou mais cópias do mesmo backup
é uma atitude correta, criando redundâncias. Se uma das cópias falhar, ou for comprometi-
da, a outra cópia redundante poderá ser usada para recuperação dos dados.

Backup Completo (ou Full)

O Backup Completo ou Full é aquele no qual todos os arquivos são copiados para outro
local de armazenamento. A vantagem desse tipo de backup é a reprodução fiel e completa de
todas as informações do ambiente, possibilitando a restauração dos dados de forma contínua
e imediata.
INFORMÁTICA

Entretanto, sua desvantagem é a quantidade de espaço de armazenamento necessário


para os dados, além do tempo para conclusão do procedimento de cópia. Em sistemas críticos,
que operam com banco de dados e acesso 24 horas (como uma loja virtual de marketplace,
as lojas Americanas), o backup completo poderia copiar dados que estariam desatualizados
alguns minutos depois, por não poder paralisar o sistema para que a cópia de segurança seja
realizada.
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1 TB

DOM SEG TER QUA QUI SEX SÁB

Figura 1 – backup completo de 1 TB.

Todas as cópias de segurança ocupam 1 TB cada.

Se acontecer um problema no sábado, por exemplo, bastaria pegar o backup completo da


sexta-feira e pronto: arquivos restaurados!
Se o backup completo for realizado em mídias “convencionais”, provavelmente, será
necessário que o usuário troque as mídias quando elas estiverem totalmente ocupadas. Já se
o backup completo for realizado dentro da rede de dados da empresa, o tempo ocupado na
conexão poderá atrapalhar o uso de outros recursos pelos usuários. E se o backup completo
for realizado na nuvem (Internet), o tempo de uso da conexão de Internet poderá atrapalhar
o acesso à rede mundial pelos usuários.
Portanto, o backup completo deve ser realizado em horários de menos utilização dos recur-
sos da rede da empresa, para otimizar sua operação e não atrapalhar os demais sistemas.
O tempo de vida do backup completo dependerá da Política de Segurança da Informação
(PSI) definido pela empresa.

VANTAGENS DESVANTAGENS

COMPLE- �Reprodução fiel e completa �Maior espaço de armazenamento


TO �Recuperação rápida em caso de �Maior tempo ocupado com backup
desastres (restauração total)

Backup Incremental

Como o backup completo, realizado todos os dias demanda uma grande quantidade
de espaço para armazenamento ou conexão da rede/Internet, uma alternativa é o backup
Incremental.
Neste tipo de backup, serão copiados os dados que foram alterados desde o último backup
incremental. Como a quantidade de dados alterados pode variar de um período para outro, a
quantidade de espaço reservado para as cópias de segurança do tipo incremental será menor,
comparado ao backup completo.
Iniciando com um backup completo, as alterações que forem observadas nos dados, em
comparação com a cópia completa, serão adicionadas na cópia incremental.

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1 TB

Completo
DOM SEG TER QUA QUI SEX SÁB

Figura 2 – backup incremental.

Apenas os dados alterados em relação ao completo são copiados.

Se acontecer um problema no sábado, por exemplo, for preciso restaurar os arquivos, será
necessária a cópia do último backup completo realizado e de todos os backups incrementais
realizados até a data da ocorrência. A manutenção das cópias incrementais é trabalhosa, exi-
gindo verificação regular das mídias nas quais estão armazenados os arquivos.

VANTAGENS DESVANTAGENS
INCREMEN- �Rápido para copiar dados A manutenção das cópias é mais
TAL �Rápido para restaurar dados trabalhosa

Backup Diferencial

A cópia diferencial é um pouco parecida com a cópia incremental.


Os dados que são copiados incluem os novos arquivos e os arquivos alterados (diferentes)
em relação ao backup completo.
As cópias são acumulativas, registrando na mídia atual os dados que foram usados na
cópia anterior.
O backup diferencial tem facilidade para recuperação dos dados e segurança, pois, se uma
das cópias estiver com problema, as anteriores e posteriores poderão conter a informação
desejada.
Depois de um certo tempo, definido pela PSI, o backup completo será realizado novamente,
reiniciando a contagem.
INFORMÁTICA

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1 TB

Completo
DOM SEG TER QUA QUI SEX SÁB

Figura 3 – backup diferencial.

Os dados alterados de um dia acumulam com o anterior, mantendo a última cópia como a mais completa de
todas.

Se ocorrer um problema no sábado, por exemplo, basta usar o backup completo e o último
backup diferencial disponível. Entretanto, se o último backup diferencial disponível estiver
com problemas nos dados da segunda-feira, basta resgatar em uma das outras cópias (terça,
quarta ou quinta) a parte faltante.

VANTAGENS DESVANTAGENS

DIFERENCIAL � Boa velocidade para copiar dados


� Ocupa mais espaço que o backup incremental
� Maior segurança dos dados

Backup Completo, Incremental e Diferencial

As questões de concursos costumam questionar o backup dentro de algumas diretrizes:


tipos, vantagens, desvantagens, custo, desempenho e disponibilidade.

VANTAGENS DESVANTAGENS
�Reprodução fiel e completa
COMPLETO �Maior espaço de armazenamento
�Recuperação rápida em caso de
�Maior tempo ocupado com backup
desastres (restauração total)

INCREMENTAL �Rápido para copiar dados �Manutenção das cópias é mais


�Rápido para restaurar dados trabalhosa

DIFERENCIAL �Boa velocidade para copiar dados �Ocupa mais espaço que o backup
�Maior segurança dos dados incremental

CUSTO DESEMPENHO DISPONIBILIDADE


Demorado para fazer, rápido para
COMPLETO Alto Imediata
restaurar
Imediata, desde que tenham
INCREMEN- Rápido para fazer e rápido para
Médio sido tomadas as medidas de
TAL restaurar
manutenção
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Rápido para fazer e demorado para
DIFERENCIAL Médio Imediata
restaurar

Outros Tipos de Backup

A escolha pelo modelo de backup ideal costuma considerar o custo, o desempenho e a dis-
ponibilidade. Portanto, além dos modelos básicos que caem em todas as provas de concursos,
outras soluções são desenvolvidas pelas empresas de tecnologia.
Existem soluções, no mercado, que combinam os modelos de backup “básicos”, oferecendo
produtos personalizados.

� Backup incremental contínuo: combina a ideia de um backup completo com atualiza-


ções semelhantes ao backup diferencial, permitindo a recuperação com a última cópia
incremental contínua;
� Backup completo sintético: combina um backup completo com cópias incrementais sub-
sequentes, focando nas alterações para reduzir a carga de trabalho dos servidores e a
ocupação da banda da conexão de rede;
� Backup de espelhamento (o modelo de cópia do Dropbox, Microsoft OneDrive, Goo-
gle Drive e Apple iCloud é assim): tudo o que for realizado no original (aparelho) será
repetido na cópia na nuvem. Se uma foto é apagada, ela poderá ser apagada da cópia na
nuvem simultaneamente;
� Backup local: tanto o dispositivo com o original como o dispositivo com a cópia estão no
mesmo local físico;
� Backup externo: comum em pequenas empresas, compreende a situação na qual a cópia
dos dados armazenada em um HD externo é levada para a casa do técnico por exemplo;
� Backup FTP: um servidor FTP armazena os arquivos enviados pelo cliente FTP instalado
no servidor local. Opera de forma semelhante a um backup na nuvem.

BACKUP NA REDE DE DADOS OU INTERNET

A cópia de segurança deve ser armazenada em uma mídia protegida contra alterações,
preferencialmente, em um local físico diferente de onde se encontram os arquivos originais.
O armazenamento de dados na nuvem é uma realidade e muitas empresas possuem todas
as suas informações na nuvem ou estão migrando-as para a Internet. A alta disponibilidade e
segurança dos serviços contratados com as provedoras de nuvem torna o investimento mais
interessante que a manutenção de sua estrutura local dedicada.
O gerenciamento de mídias, como fitas, discos rígidos, discos flexíveis e discos ópticos
exige um controle preciso sobre o que está armazenado em cada mídia. Esse controle pode-
rá exigir funcionários e softwares especializados e, de acordo com o tamanho da empresa,
INFORMÁTICA

podem aumentar os custos da área de TI de forma significativa.


Portanto, uma das soluções está relacionada com o local onde o armazenamento será rea-
lizado, transferindo das mídias removíveis para computadores remotos e sistemas de arma-
zenamento de dados dedicados. Confira alguns exemplos figurativos:

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� originais armazenados no servidor A da matriz e backup no servidor B da filial, conecta-
dos pela rede interna e separados fisicamente;
� originais armazenados no servidor A da matriz e backup no sistema NAS (Network Area
Storage) da empresa, separados fisicamente;
� originais armazenados no servidor A da matriz e backup na nuvem privada, instalada em
uma infraestrutura contratada como um serviço em algum lugar do mundo literalmente.

MÍDIAS DE BACKUP

Fita

A fita de armazenamento de dados (ou, atualmente, Fita DAT – Digital Audio Tape) é uma
forma de armazenamento magnético sequencial, que grava os dados em uma mídia inserida
em um leitor/gravador.
Muito usada no passado, em servidores de dados, devido a sua alta capacidade de armaze-
namento de dados e velocidade de leitura/gravação, atualmente está obsoleta. Os servidores
com discos rígidos oferecem maior proteção às mídias de armazenamento se comparados
com as fitas magnéticas removíveis.
As fitas de armazenamento de dados, assim como as fitas cassetes de áudio, populares
nos anos 70 e 80, demandam manutenção constante das mídias e de seus leitores. Por serem
cobertas por um composto magnético, as cabeças de leitura e gravação tendem a “sujar”
com resíduos deste composto, prejudicando as novas leituras/gravações se os cabeçotes não
forem regularmente limpos.
Devido às demandas de segurança e manutenção, elas começaram a desaparecer no início
dos anos 2000. Atualmente, algumas empresas ainda mantém fitas DAT, mas por outros moti-
vos, especialmente, para a operação de servidores legados (sistemas abandonados que não
são mais atualizados e só oferecem o recurso de cópias de segurança via fita DAT).

Figura 4 – fita D2 e DAT comparadas a um smartphone.

Disco Rígido

O disco rígido é uma mídia de armazenamento de dados magnética, que se popularizou


nos anos 90 por sua capacidade e velocidade de acesso aos dados. Os primeiros modelos
populares não ofereciam controle de erros e, caso ocorressem problemas na mídia, alguns
softwares específicos seriam executados para o isolamento dos problemas.
O disco rígido “clássico” possui um ou mais discos metálicos com superfície magnetizável,
que giram em velocidades de 5.400 rpm (rotações por minuto) em torno de um eixo central.
18
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Os braços de leitura e gravação são posicionados acima da superfície do disco, efetuando a
coleta dos bits registrados ou gravando novas informações a cada giro do disco.
Os braços de leitura e gravação possuem atuadores que identificam a posição na qual a
informação está ou deverá ser gravada, girando os respectivos discos (ou pratos) para o cor-
reto posicionamento. Quando posicionado no local correto, a cabeça de gravação transfere
as informações que precisam ser armazenadas, as quais permanecerão disponíveis por um
bom tempo, mesmo sem o fornecimento de energia, tornando o disco rígido uma forma de
armazenamento de dados permanente por não ser volátil, como a memória RAM.

Figura 5 – Disco Rígido (sem a proteção externa).

Os primeiros modelos trabalhavam com softwares exclusivos para cada fabricante, que
efetuavam a gravação dos dados, manutenção dos discos e até o “estacionamento” das cabe-
ças de leitura/gravação para transporte do equipamento desligado.
Os discos são divididos, logicamente, em setores, trilhas e clusters. Um cluster é uma uni-
dade de armazenamento de dados, localizado em determinado setor do disco, em determi-
nada trilha.
A divisão lógica de um disco rígido segue o padrão que foi definido para os primeiros dis-
cos flexíveis, com definição no momento da formatação ou particionamento. A formatação
consiste em definir o sistema de arquivos, divisões e endereçamentos para o armazenamento
de dados. O particionamento consiste em dividir o disco em divisões lógicas distintas, que
possibilitam reduzir o espaço físico para endereçamento e redução do tempo de latência das
cabeças de leitura e gravação (tempo que o sistema permanece parado).

A
C
B
INFORMÁTICA

Figura 6 – Disco Rígido – Representação da divisão lógica.

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Discos:

Trilhas (A)
Setores (B)
Cluster (C e D)

Os discos rígidos externos são usados para cópia de segurança de dados, especialmente,
pelos usuários domésticos e pequenas empresas, dada a facilidade de compra e praticidade
de uso ao conectar em uma porta USB, disponível em, praticamente, todos os dispositivos
computacionais da atualidade.

Componente de armazenamento:

� Disco rígido: memória secundária de armazenamento magnético1.

„ permanente, não volátil, “unidade C:”, hard disk (HD).

� Disco rígido: memória secundária de armazenamento memória flash2.

„ SATA II, USB: permanente, não volátil, “unidade C:”, SSD (Solid State Disk).

Os discos SSD operam como discos rígidos, porém com velocidade superior para leitura
e gravação de dados, por serem construídos com chips de memória. Para os programas de
backup, não muda nada.
Os discos rígidos e SSDs podem ter mais de uma partição, como letra C: e D:. Entretanto,
copiar dados da partição C: para a partição D: não é considerado como um backup.
O primeiro motivo é que a origem e o destino estão no mesmo local, portanto, em caso de
sinistro no disco de origem, perde-se a cópia de segurança na partição de destino, que está
no mesmo disco de origem. E o segundo motivo é que as partições podem ser desfeitas com a
mesma rapidez com que são criadas, através do Gerenciamento de Discos do Windows.
Os Discos Rígidos possuem capacidades elevadas, de 240 GB (gigabytes, bilhões de bytes),
320 GB, 500 GB, 1 TB (terabyte, trilhão de bytes), 2 TB etc. Possuem um baixo custo de aquisição
por megabyte se comparados as outras mídias de armazenamento de dados da atualidade.

Disco Flexível

Com baixa capacidade e facilidade de manuseio, os discos flexíveis ou disquetes foram muito
populares até meados dos anos 2000. Com novos meios de armazenamento disponíveis, como
os discos ópticos e os pendrives, conectados em portas USB, eles caíram em desuso.
A capacidade de armazenamento dos discos flexíveis era de 180KB (modelo 5 ¼ de face
simples) até 2.88 MB (modelo 3 ½ de última geração).
Os discos ZIP (ZIP Drive) foram oferecidos no começo dos anos 2000, com capacidade de 100
MB, operando de forma semelhante às fitas DAT, com cartuchos próprios para uso em leitoras
1 Existem modelos de disco rígido sem disco, como os SSD (Solid State Drive), que é uma memória flash, armazenamento eletrônico.
2 A memória flash permite que a troca de informação seja mais rápida e, quando o dispositivo é desligado, poderá
20 voltar, rapidamente, para onde estava antes.
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dedicadas. Apesar de sua capacidade aumentada em relação ao disquete, outras mídias de
armazenamento já ofereciam maior espaço para dados se comparadas aos “disquetes ZIP”.
O armazenamento de dados em discos flexíveis tornou-se impossível atualmente, pois
as mídias deixaram de ser fabricadas e o tamanho dos arquivos supera vários megabytes
(milhões de bytes) facilmente nos dias de hoje.

Figura 7 – Disco flexível 3 ½ desmontado.

Disco Óptico

Com a popularização das mídias ópticas, especialmente, por substituírem as fitas cassetes,
os discos de vinil e as fitas de vídeo, com qualidade de imagem superior, os usuários enxer-
garam a possibilidade de reutilizá-los como cópias de segurança.
No início dos anos 2000, CDs, DVDs e o Blu-Ray eram os queridinhos para o armazenamen-
to de dados. Suas durabilidade, rapidez para leitura e gravação e grande capacidade (para os
padrões da época) fizeram das mídias ópticas as preferidas para a cópia de segurança.
O HD-DVD usava luz azul-violeta e acabou sendo superado pelo Blu-Ray devido às restri-
ções de gravações e baixa capacidade, sendo fabricado por cerca de cinco anos pela Toshiba,
sem adesão de muitos outros fabricantes.

CAPACIDADE USO
CD — COMPACT DISC 700 MB Usado para música
DVD — DIGITAL
4.7 GB Usado para vídeo
VIDEO DISC

HD-DVD — HIGH DENSITY DIGITAL


15 GB Usado para vídeo de alta definição
VERSATILE DISC

BLU-RAY 25 GB Usado para vídeo de alta definição


INFORMÁTICA

O CD veio para substituir as fitas cassetes de áudio e os discos de vinil, com a gravação digi-
tal do áudio em uma mídia durável de alta qualidade. Com capacidade de 700 MB e algumas
características de construção específicas, rapidamente se tornaram o padrão para distribui-
ção de instaladores de softwares, substituindo inúmeros disquetes.
Os drives leitores de CD do final dos anos 90 eram substituídos por drives gravadores de
CD, permitindo a gravação de áudio digital e arquivos em computadores domésticos equipa-
dos com o “kit multimídia”.
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Unidades 12x, 24x, 48x e 52x se popularizaram, indicando, com os números, a velocidade
de rotação do disco e, consequentemente, maior velocidade de leitura/gravação em relação
aos outros modelos semelhantes.

TIPO USO

Gravado pelo distribuidor de


CD ROM Somente leitura
software ou música

Poderia gravar uma vez,


CD R Gravável ou várias vezes de forma
incremental
Poderia gravar várias vezes,
CD RW Regravável
como um disquete

O DVD foi desenvolvido para substituir as fitas de vídeo, com maior qualidade de imagem
e som, permitindo a inclusão de vários conteúdos extras. Assim como os CDs, também existi-
ram modelos ROM, R e RW de mídia DVD.
Na época dos DVDs, as mídias removíveis do tipo USB começaram a aparecer no mercado,
oferecendo capacidade semelhante ou superior aos DVDs. Pendrives com 512 MB (megabyte –
milhão de bytes), 1 GB, 2 GB, 4 GB, 8 GB, 16 GB, etc., rapidamente, se tornaram os preferidos dos
usuários para o armazenamento portátil de dados em detrimento das mídias ópticas do tipo DVD.
O padrão HD-DVD oferecia gravação de dados em mídias ópticas com densidade superior
ao DVD e próximo do Blu-Ray, mas nem chegou a “emplacar” no mercado.
O Blu-Ray foi desenvolvido para substituir o DVD, com maior capacidade de armazena-
mento de dados e a possibilidade de gravações de vídeos em alta resolução (HD – High Defini-
tion), que ocupavam mais espaço que um CD poderia armazenar.
Ainda foram propostos outros novos padrões de mídias ópticas, como o HVD (Holographic
Versatile Disc), mas a era dos discos refletivos já estava acabando.
Eles chegaram tarde, pois armazenavam 25 GB e os pendrives já estavam em 128 GB. Pou-
cos usuários utilizaram Blu-Ray em seus computadores, sendo mais usados em aparelhos
leitores para a reprodução de filmes em alta resolução.
O armazenamento de dados em discos ópticos foi a opção ideal no momento errado. A demo-
ra na popularização das mídias com o público e o surgimento de outras formas de armazena-
mento de maior praticidade ou capacidade tornaram as mídias ópticas as preferidas para o
armazenamento de cópias de segurança por quase uma década nas pequenas e médias empre-
sas, porém sem tanta utilização pelos usuários domésticos.

BACKUP NO WINDOWS

O Windows é o sistema operacional da Microsoft muito popular nos computadores pes-


soais. Desde a versão Windows XP, existe uma ferramenta nativa para a realização de backup
(cópia de segurança dos dados do usuário).
A seguir, veremos os procedimentos para a realização da cópia de segurança em diferen-
tes versões do sistema operacional. Os procedimentos básicos são os mesmos, mudando um
detalhe ou outro.
Confira:
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Windows XP

� Executar a ferramenta Utilitário de Backup (nt [Link]);


� Escolher o Assistente de Backup (para criação da cópia de segurança);
� Para recuperação dos arquivos, use a opção Assistente de Restore;
� Definir o que será copiado: tudo, arquivos selecionados, ou estado do sistema de backup
(informações sobre o gerenciamento das cópias de segurança);
� Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
� Escolher o nome para o arquivo (extensão BKF – Backup File);
� Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar quan-
do solicitado.

A extensão BAK (Backup) é usada por programas instalados no computador para cópia de
segurança, geralmente temporária, de arquivos que estão em edição.

Windows Vista

� Executar a ferramenta Backup e Restauração;


� Escolher entre “Fazer backup de arquivos” ou “do computador inteiro”;
� Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
� Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar
quando solicitado.

Windows 7

� Executar a ferramenta Backup e Restauração;


� Escolher Configurar backup;
� Escolher o destino (unidade de disco externa, removível ou remota);
� Escolher entre “Deixar o Windows escolher” ou “Deixar que eu escolha”;
� Faça as seleções desejadas e clique em “Salvar configurações”, para executar o backup;
� Iniciar o procedimento e, no caso das mídias removíveis, acompanhar a cópia e trocar quando
solicitado.

Windows 8

� Executar a ferramenta “Salvar cópias de backup”;


� Habilitar a opção “Ativar Histórico de Arquivos”;
� Excluir as pastas que não deseja que sejam copiadas para o backup;
� A cópia de segurança será realizada localmente e o usuário poderá recuperar os arquivos
INFORMÁTICA

em “Histórico de Arquivos”;
� Para cópia externa, usar backup de cópia (manualmente) ou outra ferramenta de terceiros.

O Windows 8 oferece a ferramenta Imagem de Sistema para criação de uma cópia de todos
os dados do computador. É como um backup completo, mas; no momento da recuperação dos

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dados, não é possível escolher quais arquivos serão recuperados. A imagem do sistema é uma
cópia estática de todo o disco e será restaurada em sua totalidade.

Windows 10

� Acionar o menu Iniciar, item Configurações (ou atalho de teclado Windows + I);
� Abrir a opção “Atualização e Segurança”;
� Executar a ferramenta “Backup”;
� Habilitar a opção “Ligar backup automático”;
� Excluir as pastas que não deseja que sejam copiadas para o backup;
� Definir qual a periodicidade da cópia de segurança em “Fazer backup dos meus arquivos”;
� Definir qual o prazo de validade da cópia de segurança em “Manter meus backups”;
� Para cópia externa, usar backup de cópia (manualmente) ou outra ferramenta de terceiros.

O Windows 10 oferece a ferramenta Imagem de Sistema, como no Windows 8. Para recu-


peração dos dados, escolha “Restaurar versões anteriores”.
As ferramentas do Windows para a realização de backup não trabalham com os conceitos
de tipos de backup (completo, diferencial e incremental). Elas copiam os dados que o usuário
escolher ou todo o disco. Portanto, elas são ferramentas de backup completo ou personaliza-
do, sem detalhes que poderiam distinguir uma cópia incremental ou diferencial.

BACKUP NA INTERNET

Ao instalar alguma ferramenta de armazenamento de dados na nuvem, como o Microsoft


OneDrive, ou o Google Drive, ou Dropbox, é possível associar pastas para serem copiadas para
a Internet.
Conforme estudado no tópico sobre as definições de outros tipos de backups, este será um
backup do tipo espelhamento, no qual os dados apagados da cópia na nuvem a partir de um
dispositivo serão refletidos nos outros dispositivos conectados na mesma conta.
As ferramentas oferecem espaço gratuito básico, com capacidade entre 2 GB e 15 GB,
podendo contratar mais espaço de armazenamento com 1 TB ou 2 TB de capacidade. O paga-
mento será por licença de assinatura mensal ou anual, semelhante ao modelo de licencia-
mento do Office 365.

AMBIENTES OPERACIONAIS: UTILIZAÇÃO BÁSICA DO SISTEMA


OPERACIONAL WINDOWS

O sistema operacional Windows foi desenvolvido pela Microsoft para computadores pes-
soais (PC) em meados dos anos 1980, oferecendo uma interface gráfica baseada em janelas,
com suporte para apontadores como mouses, touchpad (área de toque nos portáteis), canetas
e mesas digitalizadoras.
Atualmente, o Windows é oferecido na versão 10, que possui suporte para os dispositivos
apontadores tradicionais, além de tela touch screen e câmera (para acompanhar o movimen-
to do usuário, como no sistema Kinect do videogame Xbox).
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Em concursos públicos, as novas tecnologias e suportes avançados são raramente questiona-
dos. As questões aplicadas nas provas envolvem os conceitos básicos e o modo de operação do
sistema operacional em um dispositivo computacional padrão (ou tradicional).
O sistema operacional Windows é um software proprietário, ou seja, não tem o núcleo
(kernel) disponível e o usuário precisa adquirir uma licença de uso da Microsoft.
O Windows 10 apresenta algumas novidades em relação às versões anteriores, como assis-
tente virtual, navegador de internet, locais que centralizam informações etc.

� Botão Iniciar: permite acesso aos aplicativos instalados no computador, com os itens
recentes no início da lista e os demais itens classificados em ordem alfabética. Combina os
blocos dinâmicos e estáticos do Windows 8 com a lista de programas do Windows 7;
� Pesquisar: com novo atalho de teclado, a opção pesquisar permite localizar, a partir da
digitação de termos, itens no dispositivo, na rede local e na internet. Para facilitar a ação,
tem-se o seguinte atalho de teclado: Windows+S (Search);
� Cortana: assistente virtual que auxilia em pesquisas de informações no dispositivo, na
rede local e na internet. A assistente virtual Cortana é uma novidade do Windows 10 que
está aparecendo em provas de concursos com regularidade. Semelhante ao Google Assis-
tente (Android), Siri (Apple) e Alexa (Amazon), ela integra recursos de acessibilidade por
voz para os usuários do sistema operacional;
� Visão de Tarefas: permite alternar entre os programas em execução e abre novas áreas
de trabalho. Seu atalho de teclado é: Windows+Tab;
� Microsoft Edge: navegador de internet padrão do Windows 10. Ele está configurado com
o buscador padrão Microsoft Bing, mas pode ser alterado;
� Microsoft Loja: loja de apps para o usuário baixar novos aplicativos para Windows;
� Windows Mail: aplicativo para correio eletrônico que carrega as mensagens da conta
Microsoft e pode tornar-se um hub de e-mails com adição de outras contas;
� Barra de Acesso Rápido: ícones fixados de programas para acessar rapidamente;
� Fixar itens: em cada ícone, ao clicar com o botão direito (secundário) do mouse, será mos-
trado o menu rápido, que permite fixar arquivos abertos recentemente e fixar o ícone do
programa na barra de acesso rápido;
� Central de Ações: centraliza as mensagens de segurança e manutenção do Windows,
como as atualizações do sistema operacional. Atalho de teclado: Windows+A (Action). A
Central de Ações não precisa ser carregada pelo usuário, ela é carregada automaticamente
quando o Windows é inicializado;
� Mostrar Área de Trabalho: visualizar rapidamente a Área de Trabalho, ocultando as
janelas que estejam em primeiro plano. Atalho de teclado: Windows+D (Desktop);
� Bloquear o computador: com o atalho de teclado Windows+L (Lock), o usuário pode blo-
quear o computador. Poderá bloquear pelo menu de controle de sessão, acionado pelo
atalho de teclado Ctrl+Alt+Del;
INFORMÁTICA

� Gerenciador de Tarefas: para controlar os aplicativos, processos e serviços em execução.


Atalho de teclado: Ctrl+Shift+Esc;
� Minimizar todas as janelas: com o atalho de teclado Windows+M (Minimize), o usuário
pode minimizar todas as janelas abertas, visualizando a Área de Trabalho;
� Criptografia com BitLocker: o Windows oferece o sistema de proteção BitLocker, que
criptografa os dados de uma unidade de disco, protegendo-os contra acessos indevidos.
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Para uso no computador, uma chave será gravada em um pen drive; para acessar o Win-
dows, ele deverá estar conectado;
� Windows Hello: sistema de reconhecimento facial ou biometria, para acesso ao computa-
dor sem a necessidade de uso de senha;
� Windows Defender: aplicação que integra recursos de segurança digital, como o firewall,
antivírus e antispyware.

Dica

O botão direito do mouse aciona o menu de contexto, sempre.

CONCEITOS DE ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DE ARQUIVOS, PASTAS E PROGRAMAS

No Windows 10, os diretórios são chamados de pastas e algumas pastas são especiais, con-
tendo coleções de arquivos que são chamadas de Bibliotecas. Ao todo são quatro Bibliotecas:
Documentos, Imagens, Músicas e Vídeos. O usuário poderá criar Bibliotecas, para sua orga-
nização pessoal, uma vez que elas otimizam a organização dos arquivos e pastas, inserindo
apenas ligações para os itens em seus locais originais.

Pasta com Pasta sem Pasta vazia


subpasta subpasta

O sistema de arquivos NTFS (New Technology File System) armazena os dados dos arqui-
vos em localizações dos discos de armazenamento. Por sua vez, os arquivos possuem nome
e podem ter extensões.
O sistema de arquivos NFTS suporta unidades de armazenamento de até 256 TB (terabytes,
trilhões de bytes).
O FAT32 suporta unidades de até 2 TB.
Antes de prosseguir, vamos conhecer estes conceitos:

TERMO SIGNIFICADO OU APLICAÇÃO


Disco de armazenamento Unidade de disco de armazenamento perma-
nente que possui um sistema de arquivos e
mantém os dados gravados

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TERMO SIGNIFICADO OU APLICAÇÃO
Sistema de Arquivos Estruturas lógicas que endereçam as partes
físicas do disco de armazenamento. NTFS,
FAT32, FAT são alguns exemplos de sistemas
de arquivos do Windows
Trilhas Circunferência do disco físico (como um hard
disk — HD — ou unidades removíveis ópticas)
Setores São “fatias” do disco que dividem as trilhas
Clusters Unidades de armazenamento no disco identifi-
cadas pela trilha e setor onde se encontram
Pastas ou diretórios Estrutura lógica do sistema de arquivos para
organização dos dados na unidade de disco
Arquivos Dados. Podem ter extensões
Extensão Pode identificar o tipo de arquivo, associando
com um software que permita visualização
e/ou edição. As pastas podem ter extensões
como parte do nome
Atalhos Arquivos especiais, que apontam para outros
itens computacionais, como unidades, pastas,
arquivos, dispositivos, sites na internet, locais
na rede etc. Os ícones possuem uma seta para
diferenciá-los dos itens originais

O disco de armazenamento de dados tem o seu tamanho identificado em bytes. São milhões,
bilhões e até trilhões de bytes de capacidade. Os nomes usados são do Sistema Internacional
de Medidas (SI) e estão listados na escala a seguir.

Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
Megabyte (GB) trilhão
Kilobyte (MB) bilhão
(KB) mil milhão
Byte
(B)

Ainda não temos discos com capacidade na ordem de petabytes (PB — quatrilhão de bytes)
vendidos comercialmente, mas quem sabe um dia. Hoje essas medidas muito altas são usa-
das para identificar grandes volumes de dados na nuvem, em servidores de redes, em empre-
sas de dados etc.
Vamos falar um pouco sobre bytes.
1 byte representa uma letra, ou número, ou símbolo. Ele é formado por 8 bits, que são
INFORMÁTICA

sinais elétricos (que valem 0 ou 1). Os dispositivos eletrônicos utilizam o sistema binário para
representação de informações.
A palavra “Nova”, quando armazenada no dispositivo, ocupará 4 bytes. São 32 bits de
informação gravada na memória.
A palavra “Concursos” ocupará 9 bytes, que são 72 bits de informação.
Os bits e bytes estão presentes em diversos momentos do cotidiano. Exemplos: um plano
de dados de celular oferece um pacote de 5 GB, ou seja, poderá transferir até 5 bilhões de 27
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bytes no período contratado; a conexão wi-fi de sua residência está operando em 150 mbps,
ou 150 megabits por segundo, que são 18,75 MB por segundo, e um arquivo com 75 MB de
tamanho levará 4 segundos para ser transferido do seu dispositivo para o roteador wireless.

Importante!
O tamanho dos arquivos no Windows 10 é exibido em modo de visualização de Detalhes,
nas Propriedades (botão direito do mouse, menu de contexto) e na barra de status do
Explorador de Arquivos. Poderão ter as unidades KB, MB, GB, TB, indicando quanto espaço
ocupam no disco de armazenamento.

Quando os computadores pessoais foram apresentados para o público, uma árvore foi
usada como analogia para explicar o armazenamento de dados, criando o termo “árvore de
diretórios”.

Documentos
Imagens
Folhas
Músicas
Flores
Vídeos
Frutos

Pastas e subpastas Tronco e galhos

Diretório Raiz Raiz

No Windows 10, a organização segue a seguinte definição:

Pastas

� Estruturas do sistema operacional: Arquivos de Programas (Program Files), Usuários


(Users), Windows. A primeira pasta da unidade é chamada raiz (da árvore de diretórios),
representada pela barra invertida: Documentos (Meus Documentos), Imagens (Minhas
Imagens), Vídeos (Meus Vídeos), Músicas (Minhas Músicas) — bibliotecas;
� Estruturas do usuário: Documentos (Meus Documentos), Imagens (Minhas Imagens),
Vídeos (Meus Vídeos), Músicas (Minhas Músicas) — bibliotecas;
� Área de Trabalho: desktop, que permite acesso à Lixeira, Barra de Tarefas, pastas, arqui-
vos, programas e atalhos;
� Lixeira do Windows: armazena os arquivos de discos rígidos que foram excluídos, permi-
tindo a recuperação dos dados.

Atalhos
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� Arquivos que indicam outro local: extensão LNK; podem ser criados arrastando o item
com Alt ou Ctrl+Shift pressionados.

Drivers

� Arquivos de configuração: extensão DLL e outras; são usados para comunicação do soft-
ware com o hardware.

O Windows 10 usa o Explorador de Arquivos (que antes era Windows Explorer) para o
gerenciamento de pastas e arquivos. Ele é usado para as operações de manipulação de infor-
mações no computador, desde o básico (formatar discos de armazenamento) até o avançado
(organizar coleções de arquivos em Bibliotecas).
O atalho de teclado Windows+E pode ser acionado para executar o Explorador de Arquivos.
Como o Windows 10 está associado a uma conta Microsoft (e-mail Live, Hotmail, MSN
ou Outlook), o usuário tem disponível um espaço de armazenamento de dados na nuvem
Microsoft OneDrive. No Explorador de Arquivos, no painel do lado direito, o ícone OneDri-
ve sincroniza os itens com a nuvem. Ao inserir arquivos ou pastas no OneDrive, eles serão
enviados para a nuvem e sincronizados com outros dispositivos que estejam conectados na
mesma conta de usuário.
Os atalhos são representados por ícones com uma seta no canto inferior esquerdo e podem
apontar para um arquivo, pasta ou unidade de disco. Os atalhos são independentes dos obje-
tos que os referenciam, portanto, se forem excluídos, não afetam o arquivo, pasta ou unidade
de disco para o qual estão apontando.
Podemos criar um atalho de várias formas diferentes:

� arrastar um item segurando a tecla Alt no teclado; ao soltar, o atalho é criado;


� no menu de contexto (botão direito), escolher “Enviar para... Área de Trabalho (criar
atalho)”;
� um atalho para uma pasta cujo conteúdo está sendo exibido no Explorador de Arquivos
pode ser criado na Área de Trabalho arrastando o ícone da pasta mostrado na barra de
endereços e soltando-o na Área de Trabalho.

Arquivos ocultos, arquivos de sistema, arquivos somente leitura... os atributos dos itens
podem ser definidos pelo item Propriedades no menu de contexto. O Explorador de Arqui-
vos pode exibir itens que tenham o atributo oculto, desde que se ajuste a configuração
correspondente.

ÁREA DE TRABALHO
INFORMÁTICA

A interface gráfica do Windows é caracterizada pela Área de Trabalho, ou Desktop. A


tela inicial do Windows exibe ícones de pastas, arquivos, programas, atalhos, barra de tare-
fas (com programas que podem ser executados e programas que estão sendo executados) e
outros componentes do Windows.
A Área de Trabalho do Windows 10, também conhecida como Desktop, é reconhecida pela
presença do papel de parede ilustrando o fundo da tela. É uma imagem que pode ser um
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bitmap (extensão BMP), uma foto (extensão JPG), além de outros formatos gráficos. Ao ver o
papel de parede em exibição, sabemos que o computador está pronto para executar tarefas.

Lixeira Microsoft Google Mozilla Kaspersky Firefox


Edge Chrome Thunderbird Secure Co..

Provas Lista de Extra - dicas


Downloads [Link]
Anteriores e-mails par.. Ebook-Curs. [Link]

Na Área de Trabalho podemos encontrar ícones e estes podem ser ocultados se o usuário
escolher “Ocultar ícones da Área de Trabalho” no menu de contexto (botão direito do mouse,
“Exibir”). Os ícones representam atalhos, arquivos, pastas, unidades de discos e componen-
tes do Windows (como Lixeira e Computador).
No canto inferior esquerdo encontraremos o botão Iniciar, que pode ser acionado pela
tecla Windows ou pela combinação de teclas Ctrl+Esc. Ao ser acionado, o menu Iniciar será
apresentado na interface de blocos que surgiu com o Windows 8, interface Metro.
A ideia do menu Iniciar é organizar todas as opções instaladas no Windows 10, como aces-
sar Configurações (antigo Painel de Controle), programas instalados no computador, apps
instalados no computador a partir da Windows Store (loja de aplicativos da Microsoft) etc. Ao
lado do botão Iniciar, encontramos a caixa de pesquisas (Cortana). Com ela, poderemos digi-
tar ou ditar o nome do recurso que queremos executar e o Windows 10 apresentará a lista
de opções semelhantes na Área de Trabalho e a possibilidade de buscar na internet. Além da
digitação, podemos falar o que estamos querendo procurar, clicando no microfone no canto
direito da caixa de pesquisa.
A seguir, temos o item Visão de Tarefas, uma novidade do Windows 10. Ele permite visua-
lizar os diferentes aplicativos abertos (como o atalho de teclado Alt+Tab clássico) e alternar
para outra Área de Trabalho. O atalho de teclado para Visão de Tarefas é Windows+Tab.
Enquanto no Windows 7 só temos uma Área de Trabalho, o Windows 10 permite traba-
lhar com várias áreas de trabalho independentes, em que os programas abertos em uma não
interferem nos programas abertos em outra.
A seguir, temos a tradicional Barra de Acesso Rápido, que organiza os aplicativos mais
utilizados pelo usuário, permitindo o acesso rápido tanto por clique no mouse como por
atalhos (Windows+1 para o primeiro, Windows+2 para o segundo programa etc.) e também
pelas funcionalidades do Aero (como o Aero Peek, que mostrará miniaturas do que está em
execução, e consequente transparência das janelas).
A Área de Notificação mostrará a data, hora, mensagens da Central de Ações (de segurança
e manutenção), processos em execução (aplicativos de segundo plano) etc. Atalho de teclado:
Windows+B.
Por sua vez, em “Mostrar Área de Trabalho”, o atalho de teclado Windows+D mostrará
a Área de Trabalho ao primeiro clique e mostrará o programa que estava em execução ao
segundo clique. Se a opção “Usar Espiar para visualizar a Área de Trabalho ao posicionar o
ponteiro do mouse no botão Mostrar Área de Trabalho na extremidade da barra de tarefas”
estiver ativada nas Configurações da Barra de Tarefas, não será necessário clicar. Bastará
apontar para visualizar a Área de Trabalho.
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Uma novidade do Windows 10 foi a incorporação dos Blocos Dinâmicos (que antes esta-
vam na interface Metro do Windows 8 e 8.1) no menu Iniciar. Os blocos são os aplicativos
fixados no menu Iniciar. Se quiser ativar ou desativar, pressione e segure o aplicativo (ou
clique com o botão direito do mouse) que mostra o bloco dinâmico e selecione “Ativar bloco
dinâmico” ou “Desativar bloco dinâmico”.

Navegador padrão do Win-


Atalhos
dows 10
Itens excluídos

Lixeira Microsoft Google Mozilla Kaspersky Arquivos


Pastas de Firefox
Edge Chrome Thunderbird Secure Co.
arquivos

Provas Extra — Dicas


Downloads [Link] Lista de Central de
anteriores Ebook-Curs. [Link]
e-mails par. Ações

Botão Iniciar Barra de Área de


Visão de Tarefas
Cortana Acesso rápido Notificação

Barra de Tarefas

Mostrar Área de Trabalho agora está no canto inferior direito, ao lado do relógio, na área
de notificação da Barra de Tarefas. O atalho continua o mesmo: Win+D (Desktop).

Aplicativos fixados na Barra de Tarefas são ícones que permanecem em exibição todo o
tempo.

O aplicativo que está em execução uma vez apresentará, no Windows, um pequeno traço
azul abaixo do ícone.

Já o aplicativo que está em execução mais de uma vez apresentará um pequeno traço seg-
mentado azul no ícone.
INFORMÁTICA

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1 +1 Não está em
execução execução execução

ÁREA DE TRANSFERÊNCIA

Um dos itens mais importantes do Windows não é visível como um ícone ou programa. A
Área de Transferência é um espaço da memória RAM que armazena uma informação de cada
vez. A informação armazenada poderá ser inserida em outro local e acaba trabalhando em
praticamente todas as operações de manipulação de pastas e arquivos.
No Windows 10, se quiser visualizar o conteúdo da Área de Transferência, acione o atalho
de teclado Windows+V (View).
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl+C (Copiar), estamos copiando o item para a memória
RAM, para ser inserido em outro local, mantendo o original e criando uma cópia.
Ao acionar o atalho de teclado PrintScreen, estamos copiando uma “foto da tela inteira”
para a Área de Transferência, para ser inserida em outro local, como em um documento do
Microsoft Word ou em edição pelo acessório Microsoft Paint.
Ao acionar o atalho de teclado Alt+PrintScreen, estamos copiando uma “foto da janela
atual” para a Área de Transferência, desconsiderando outros elementos da tela do Windows.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl+V (Colar), o conteúdo que está armazenado na Área de
Transferência será inserido no local atual.
Lembre-se: as três teclas de atalhos mais questionadas em questões do Windows são Ctr-
l+X, Ctrl+C e Ctrl+V, que acionam os recursos da Área de Transferência.
As ações realizadas no Windows, em sua quase totalidade, podem ser desfeitas ao acionar
o atalho de teclado Ctrl+Z imediatamente após a sua realização. Por exemplo, ao excluir um
item por engano, ao pressionar Del ou Delete, o usuário pode acionar Ctrl+Z (Desfazer) para
restaurá-lo novamente, sem necessidade de acessar a Lixeira do Windows.
Outras ações podem ser repetidas, acionando o atalho de teclado Ctrl+Y (Refazer), quando
possível.
Para obter uma imagem de alguma janela em exibição, além dos atalhos de teclado PrintS-
creen e Alt+PrintScreen, o usuário pode usar o recurso Instantâneo, disponível nos aplica-
tivos do Microsoft Office. Outra forma de realizar essa atividade é usar a Ferramenta de
Captura (Captura e Esboço), disponível no Windows.
Mas se o usuário quer apenas gravar a imagem capturada, poderá fazê-lo com o atalho de
teclado Windows+PrintScreen, que salva a imagem em um arquivo na pasta “Capturas de
Tela”, na Biblioteca de Imagens.
A área de transferência é um dos principais recursos do Windows; ela permite o uso de
comandos, a realização de ações e o controle das ações que serão desfeitas.

MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS E PASTAS

Ao nomear arquivos e pastas, algumas regras precisam ser conhecidas para que a opera-
ção seja realizada com sucesso.
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O Windows não é case sensitive, ou seja, ele não faz distinção entre letras minúsculas e
letras maiúsculas. Um arquivo chamado [Link] será considerado igual ao nome
[Link].
O Windows não permite que dois itens tenham o mesmo nome e a mesma extensão quan-
do estiverem armazenados no mesmo local.
O Windows não aceita determinados caracteres nos nomes e extensões. São caracteres
reservados para outras operações que são proibidos na hora de nomear arquivos e pastas.
Os nomes de arquivos e pastas podem ser compostos por qualquer caractere disponível no
teclado, exceto os caracteres:

� * (asterisco, usado em buscas);


� ? (interrogação, usado em buscas);
� / (barra normal, significa opção);
� | (barra vertical, significa concatenador de comandos);
� \ (barra invertida, indica um caminho);
� “ (aspas, abrange textos literais);
� : (dois-pontos, significa unidade de disco);
� < (sinal de menor, significa direcionador de entrada);
� > (sinal de maior, significa direcionador de saída).

Existem termos que não podem ser usados, como CON (console, significa teclado), PRN
(printer, significa impressora) e AUX (indica um auxiliar), por referenciarem itens de hard-
ware nos comandos digitados no Prompt de Comandos — por exemplo, para enviar para a
impressora um texto por meio da linha de comandos, usamos TYPE [Link] > PRN.
Entre os caracteres proibidos, o asterisco é o mais conhecido. Ele pode ser usado para
substituir de zero à N caracteres em uma pesquisa, tanto no Windows como nos sites de bus-
ca na internet.
As ações realizadas pelos usuários em relação à manipulação de arquivos e pastas pode
estar condicionada ao local onde elas são efetuadas, ou ao local de origem e destino das
ações. Portanto, é importante verificar no enunciado da questão, geralmente no texto asso-
ciado, esses detalhes que determinarão o resultado da operação.
As operações podem ser realizadas com atalhos de teclado, com o mouse ou com a combi-
nação de ambos. As bancas organizadoras costumam questionar ações práticas nas provas e,
na maioria das vezes, utilizam imagens nas questões.

OPERAÇÕES COM TECLADO


Atalhos de teclado Resultado da operação
Ctrl+X e Ctrl+V na mesma Não é possível recortar e colar na mesma pasta. Será exibida
pasta uma mensagem de erro
INFORMÁTICA

Ctrl+X e Ctrl+V em locais


Recortar (da origem) e colar (no destino). O item será movido
diferentes
Ctrl+C e Ctrl+V na mesma Copiar e colar. O item será duplicado. A cópia receberá um sufi-
pasta xo (Copia) para diferenciar do original
Ctrl+C e Ctrl+V em locais Copiar (da origem) e colar (no destino). O item será duplicado,
diferentes mantendo o nome e extensão
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OPERAÇÕES COM TECLADO
Deletar, apagar, enviar para a Lixeira do Windows, podendo-se
Tecla Delete em um item do
recuperar depois se o item estiver em um disco rígido local in-
disco rígido
terno ou externo conectado na CPU
Será excluído definitivamente. A Lixeira do Windows não arma-
Tecla Delete em um item do
zena itens de unidades removíveis (pen drive), ópticas ou unida-
disco removível
des remotas
Independentemente do local onde estiver o item, ele será excluí-
Shift+Delete
do definitivamente
Renomear. Trocar o nome e a extensão do item. Se houver
outro item com o mesmo nome no mesmo local, um sufixo
F2 numérico será adicionado para diferenciar os itens. Não é per-
mitido renomear um item que esteja aberto na memória do
computador

É importante saber que a manipulação de arquivos e pastas é o tema mais questionado


em provas de algumas bancas, com destaque para as teclas de atalhos dos recursos (como F2
para Renomear) e ações envolvendo a Lixeira.

Lixeira

Um dos itens mais questionados em concursos públicos é a Lixeira do Windows. Ela arma-
zena os itens que foram excluídos de discos rígidos locais, internos ou externos conectados
na CPU.
Ao pressionar o atalho de teclado Ctrl+D, ou a tecla Delete (Del), o item é removido do
local original e armazenado na Lixeira.
Quando o item está na Lixeira, o usuário pode escolher a opção Restaurar, para retorná-lo
ao local original. Se o local original não existe mais, pois suas pastas e subpastas foram remo-
vidas, a Lixeira recupera o caminho e restaura o item.
Os itens armazenados na Lixeira poderão ser excluídos definitivamente, escolhendo a
opção “Esvaziar Lixeira” no menu de contexto ou faixa de opções da Lixeira.
Quando acionamos o atalho de teclado Shift+Delete, o item será excluído definitivamen-
te. Pelo Windows, itens excluídos definitivamente ou apagados após esvaziar a Lixeira não
poderão ser recuperados. É possível recuperar com programas de terceiros, mas isto não é
considerado em concursos, que seguem a configuração padrão.
Os itens que estão na Lixeira podem ser arrastados com o mouse para fora dela, restauran-
do o item para o local onde o usuário liberar o botão do mouse.
A Lixeira do Windows tem o seu tamanho definido em 10% do disco rígido ou 50 GB. O usuá-
rio poderá alterar o tamanho máximo reservado para a Lixeira, poderá desativá-la excluindo os
itens diretamente e configurar Lixeiras individuais para cada disco conectado.

OPERAÇÕES COM MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
Clique simples no botão principal Selecionar o item
Clique simples no botão secundário Exibir o menu de contexto do item
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OPERAÇÕES COM MOUSE
Ação do usuário Resultado da operação
Executar o item, se for executável
Abrir o item, se for editável, com o programa
Duplo clique padrão que está associado
Nos programas do computador, poderá abrir
um item por meio da opção correspondente
Renomear o item. Se o nome já existir em ou-
Duplo clique pausado tro item, será sugerido numerar o item reno-
meado com um sufixo
Arrastar com botão principal pressionado e sol-
O item será movido
tar na mesma unidade de disco
Arrastar com botão principal pressionado e sol-
O item será copiado
tar em outra unidade de disco
Arrastar com botão secundário do mouse pres- Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
sionado e soltar na mesma unidade aqui” (no local onde soltar)
Arrastar com botão secundário do mouse pres- Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
sionado e soltar em outra unidade de disco aqui” (no local onde soltar) ou “Mover aqui”

Dica: ao arrastar um item na mesma unidade, ele será movido. Se arrastar entre unidades
diferentes, será copiado.

OPERAÇÕES COM TECLADO E MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
O item será copiado quando a tecla Ctrl for
Arrastar com o botão principal pressionado
liberada, independentemente da origem ou do
um item com a tecla Ctrl pressionada
destino da ação
O item será movido quando a tecla Shift for
Arrastar com o botão principal pressionado
liberada, independentemente da origem ou do
um item com a tecla Shift pressionada
destino da ação
Arrastar com o botão principal pressionado
Será criado um atalho para o item, independen-
um item com a tecla Alt pressionada (ou
temente da origem ou do destino da ação
Ctrl+Shift)
Clicar em itens com o botão principal enquan-
Seleção individual de itens
to mantém a tecla Ctrl pressionada
Seleção de vários itens. O primeiro item clica-
Clicar em itens com o botão principal enquan-
do será o início, e o último item será o final, de
to mantém a tecla Shift pressionada
uma região contínua de seleção
INFORMÁTICA

Extensões de Arquivos

O Windows 10 apresenta ícones que representam arquivos, de acordo com a sua extensão. A
extensão caracteriza o tipo de informação que o arquivo armazena. Quando um arquivo é salvo,
uma extensão é atribuída para ele, de acordo com o programa que o criou.

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É possível alterar essa extensão; porém, corremos o risco de perder o acesso ao arquivo,
que não será mais reconhecido diretamente pelas configurações definidas em programas
padrão do Windows.
Existem arquivos sem extensão, como itens do sistema operacional. Ela é opcional e procu-
ra associar o arquivo com um programa para visualização ou edição. Se o arquivo não possui
extensão, o usuário não conseguirá executá-lo, por tratar-se de conteúdo de uso interno do
sistema operacional (que não deve ser manipulado).
Confira na tabela a seguir algumas das extensões e ícones mais comuns em provas de
concursos.

EXTENSÃO ÍCONE FORMATO


Adobe Acrobat. Pode ser criado e editado
pelos aplicativos Office. Formato de docu-
PDF mento portável (Portable Document For-
mat) que poderá ser visualizado em várias
plataformas

Documento de textos do Microsoft Word.


DOCX Textos com formatação que podem ser
editados pelo LibreOffice Writer

Pasta de trabalho do Microsoft Excel. Pla-


XLSX nilhas de cálculos que podem ser editadas
pelo LibreOffice Calc

Apresentação de slides do Microsoft


PPTX PowerPoint, que poderá ser editada pelo
LibreOffice Impress

Texto sem formatação. Formato padrão


do acessório Bloco de Notas. Poderá
TXT
ser aberto por vários programas do
computador

Rich Text Format — formato de texto rico.


Padrão do acessório WordPad, este docu-
RTF
mento de texto possui alguma formata-
ção, como estilos de fontes

Formato de vídeo. Quando o Windows


efetua a leitura do conteúdo, exibe no
MP4, AVI, MPG ícone a miniatura do primeiro quadro. No
Windows 10, Filmes e TV reproduzem os
arquivos de vídeo

Formato de áudio. O Gravador de Som


pode gravar o áudio. O Windows Media
MP3
Player e o Groove Music podem reproduzir
o som

Formato de imagem. Quando o Windows


efetua a leitura do conteúdo, exibe no íco-
BMP, GIF, JPG, PCX, PNG, TIF ne a miniatura da imagem. No Windows
10, o acessório Paint visualiza e edita os
arquivos de imagens

Formato ZIP, padrão do Windows para


arquivos compactados. Não necessita de
ZIP
programas adicionais, como o formato
RAR, que exige o WinRAR

Biblioteca de ligação dinâmica do Windo-


ws. Arquivo que contém informações que
DLL
podem ser usadas por vários programas,
como uma caixa de diálogo

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EXTENSÃO ÍCONE FORMATO

Arquivos executáveis, que não neces-


EXE, COM, BAT sitam de outros programas para serem
executados

Uma das extensões menos conhecidas e mais questionadas é a extensão RTF, Rich Text
Format, uma tentativa da Microsoft em criar um padrão de documento de texto com alguma
formatação para múltiplas plataformas. A extensão RTF pode ser aberta pelos programas
editores de textos, como o Microsoft Word e LibreOffice Writer, e é padrão do acessório do
Windows WordPad.
Se o usuário quiser, pode acessar Configurações (atalho de teclado Windows+I) e modifi-
car o programa padrão. Alterando essa configuração, o arquivo será visualizado e editado
por outro programa de escolha do usuário.
As Configurações do Windows e dos programas instalados estão armazenadas no Registro
do Windows. O arquivo do registro do Windows pode ser editado pelo comando [Link],
acionado na caixa de diálogo “Executar”. Entretanto, não devemos alterar suas hives (chaves
de registro) sem o devido conhecimento, pois isso poderá inutilizar o sistema operacional.
No Windows 10, Configurações é o Painel de Controle. A troca do nome alterou a organi-
zação dos itens de ajustes do Windows, tornando-se mais simples e intuitivo. Por meio desse
item, o usuário poderá instalar e desinstalar programas e dispositivos, configurar o Windo-
ws, além de acessar outros recursos administrativos.
Utilizando o ícone Rede e Internet do Windows 10 (acessado pela opção Configurações,
localizada na lista exibida a partir do botão Iniciar), é possível configurar VPN, wi‐fi, modo
avião, entre outros. VPN / Wi-Fi / Modo avião / Status da rede / Ethernet / Conexão discada /
Hotspot móvel / Uso de dados / Proxy.
Modo Avião é uma configuração comum em smartphones e tablets que permite desativar,
de maneira rápida, a comunicação sem fio do aparelho — que inclui wi-fi, bluetooth, banda
larga móvel, GPS, GNSS, NFC e todos os demais tipos de uso da rede sem fio.
No Explorador de Arquivos do Windows 10, ao exibir os detalhes dos arquivos, é possí-
vel visualizar informações, como, por exemplo, a data de modificação e o tamanho de cada
arquivo.

Modos de Exibição do Windows 10


INFORMÁTICA

� ícones extragrandes com nome (e extensão);


� ícones grandes com nome (e extensão);

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� ícones médios com nome (e extensão) organizados da esquerda para a
direita;
� ícones pequenos com nome (e extensão) organizados da esquerda para a
direita;
� ícones pequenos com nome (e extensão) organizados de cima para baixo;
� ícones pequenos com nome, data de modificação, tipo e tamanho;
� ícones médios com nome, tipo e tamanho, organizados da esquerda para a
direita;
� ícones médios com nome, autores, data de modificação, marcas e tamanho.

Importante! Os modos de exibição do Windows são muito questionados em concursos.


Se você tem um computador com Windows 10, procure visualizar os modos de exibição no
seu Explorador de Arquivos. Praticar a disciplina no computador ajuda na memorização dos
recursos.

2. Barra ou linha de título


3. Minimizar 4. Maximizar 5. Fechar

Área de trabalho do aplicativo

1. Barra de menus
6. Barra de rolagem

� 1. Barra de menus: são apresentados os menus com os respectivos serviços que podem
ser executados no aplicativo.
� 2. Barra ou linha de título: mostra o nome do arquivo e o nome do aplicativo que está
sendo executado na janela. Por meio dessa barra, conseguimos mover a janela quando ela
não está maximizada. Para isso, clique na barra de título, mantenha o clique e arraste e
solte o mouse. Assim, você moverá a janela para a posição desejada. Depois é só soltar o
clique.
� 3. Botão minimizar: reduz uma janela de documento ou aplicativo para um ícone. Para
restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou clique
duas vezes na barra de títulos.
� 4. Botão maximizar: aumenta uma janela de documento ou aplicativo para preencher a
tela. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou
clique duas vezes na barra de títulos.
� 5. Botão fechar: fecha o aplicativo ou o documento. Solicita que você salve quaisquer alte-
rações não salvas antes de fechar. Alguns aplicativos, como os navegadores de internet,
trabalham com guias ou abas, e possuem seus próprios controles para fechar a guia ou
aba. Atalho de teclado Alt+F4.
� 6. Barras de rolagem: as barras sombreadas ao longo do lado direito (e inferior de uma
janela de documento). Para deslocar-se para outra parte do documento, arraste a caixa ou
clique nas setas da barra de rolagem.

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USO DOS MENUS

No Windows 10, tanto pelo Explorador de Arquivos como pelo menu Iniciar, encontramos
as opções para gerenciamento de arquivos, pastas e configurações.
O Windows 10 disponibiliza listas de atalho como recurso que permite o acesso direto a
sítios, músicas, documentos ou fotos. O conteúdo dessas listas está diretamente relacionado
com o programa ao qual elas estão associadas.

O recurso de Lista de Atalhos, novidade do Windows 7 que foi mantida nas versões seguin-
tes, possibilita organizar os arquivos abertos por um aplicativo ao ícone do aplicativo, com a
possibilidade, ainda, de fixar o item na lista.
No Explorador de Arquivos do Windows 10, os menus foram trocados por guias, seme-
lhantemente ao Microsoft Office. Ao pressionar Alt, nenhum menu escondido será mostrado
(como no Windows 7), mas os atalhos de teclado para as guias Arquivo, Início, Compartilhar
e Exibir.

O botão direito do mouse exibe a janela pop-up chamada “Menu de Contexto”. Em cada
local que for clicado, uma janela diferente será mostrada.
As opções exibidas no menu de contexto contêm as ações permitidas para o item clicado
naquele local.
Por meio do menu de contexto da Área de Trabalho, podemos criar pasta (Ctrl+Shift+N),
atalho ou novos arquivos, como, por exemplo:

� imagem de bitmap (BMP Paint);


� documento do Microsoft Word (DOCX Microsoft Word);
� formato Rich Text (RTF WordPad);
� documento de texto (TXT Bloco de Notas);
� planilha do Microsoft Excel (XLSX Microsoft Excel);
� pasta compactada (extensão ZIP).

Dica
Arquivos de imagens são editados pelo acessório do Windows Microsoft Paint, que, no
Windows 10, oferece a versão Paint 3D.
INFORMÁTICA

Cada item (pasta ou arquivo) armazena uma série de informações relacionadas a si pró-
prio. Essas informações podem ser consultadas em “Propriedades”, acessado no menu de
contexto que é exibido ao clicar com o botão direito do mouse sobre o item.
Ao clicar com o botão direito sobre o ícone da Lixeira, será mostrado o menu de contexto.
Escolhendo “Esvaziar Lixeira”, os itens serão removidos definitivamente; utilizando o Win-
dows, não haverá meio de recuperá-los.
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PROGRAMAS E APLICATIVOS

Os programas associados ao Windows 10 podem ser classificados em:

� componentes do sistema operacional;


� aplicativos e acessórios;
� ferramentas de manutenção e segurança;
� apps — aplicativos disponíveis na Loja (Windows Store) para instalação no computador
do usuário.

Dica: os acessórios do Windows são aplicativos nativos do sistema operacional, que estão
disponíveis para utilização mesmo que não existam outros programas instalados no compu-
tador. Os acessórios oferecem recursos básicos para anotações, edição de imagens e edição
de textos.
Na primeira categoria, encontramos Configurações (antigo Painel de Controle). Usado para
realizar as configurações de software (programas) e hardware (dispositivos), permite alterar
o comportamento do sistema operacional, personalizando a experiência no Windows 7. No
Windows 10, o Painel de Controle chama-se Configurações, e pode ser acessado pelo atalho de
teclado Windows+X no menu de contexto, ou diretamente pelo atalho de teclado Windows+I.
Na segunda categoria, temos programas que realizam atividades e outros que produzem
mais arquivos. Por exemplo, a calculadora; é um acessório do Windows 10 que inclui novas
funcionalidades em relação às versões anteriores, como o cálculo de datas e conversão de
medidas. Temos também Notas Autoadesivas, que são como pequenos post its na tela do
computador.
Outros acessórios são o WordPad (para edição de documentos com alguma formatação),
Bloco de Notas (para edição de arquivos de textos), MSPaint (para edição de imagens) e Visua-
lizador de Imagens (que permite ver uma imagem e chamar o editor correspondente).
Finalmente, tem-se as ferramentas do sistema. Desfragmentar e Otimizar Unidades3 (anti-
go Desfragmentador de Discos, para organizar clusters4), Verificação de Erros (para procurar
por erros de alocação), Backup do Windows (para cópia de segurança dos dados do usuário)
e Limpeza de Disco (para liberar espaço livre no disco).

Desfragmentar e Otimizar Unidades


Aplicativo da área de trabalho

Otimizar e desfragmentar unidade


A otimização das unidades do computador pode
ajudá-lo a funcionar com mais eficiência

Otimizar

No menu Iniciar, em Ferramentas Administrativas do Windows, encontraremos os outros


programas, como, por exemplo: Agendador de Tarefas, Gerenciamento do Computador,
3 Em cada local do Windows, o item poderá ter um nome diferente. “Desfragmentar e Otimizar Unidades” é o nome do recurso. “Otimizar e des-
fragmentar unidade” é o nome da opção.
40 4 Unidades de alocação. Quando uma informação é gravada no disco, ela é armazenada em um espaço chamado cluster.

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Limpeza de Disco etc. Na parte de segurança, encontramos o Firewall do Windows, um filtro
das portas TCP do computador que autoriza ou bloqueia o acesso para a rede de computado-
res, e acesso externo ao computador.

Firewall do Windows
Painel de controle

A tabela a seguir procura resumir os recursos e novidades do Windows 10. Confira.

WINDOWS 10 O QUÊ?
Explorador de Arquivos Gerenciamento de arquivos e pastas do computador
Referência ao local no gerenciador de arquivos e pastas para
Este Computador
unidades de discos e pastas favoritas
Desfragmentar e Otimizar Ferramenta de sistema para organizar os arquivos e pastas do
Unidades computador, melhorando o tempo de leitura dos dados
Win+S Pesquisar
Envia imediatamente Pressionar Del em um item selecionado
Configurações Permite configurar software e hardware do computador
Home, Pro, Enterprise,
Edições do Windows
Education
xBox (games, músicas = Integração com XBox, modo multiplayer gratuito, streaming de
Groove) jogos do XBox One
Com blocos dinâmicos (live
Menu Iniciar
tiles)
Hyperboot & InstantGo Inicialização rápida
Menu Iniciar, Barra de Tare-
Fixar aplicativos
fas e Blocos Dinâmicos
Autenticação biométrica que permite logar no sistema sem pre-
Windows Hello
cisar de senhas
Acessar os documentos do OneDrive diretamente do Windows
OneDrive integrado
Explorer e Explorador de Arquivos
Permite alternar de maneira fácil entre os modos de desktop e
Continuum
tablet, sendo ideal para dispositivos conversíveis
O novo navegador da Microsoft está disponível somente no Win-
Microsoft Edge
dows 10
Com funcionamento análogo ao da Google Play Store e da
Windows Store Apple Store, o ambiente permite comprar jogos, apps, filmes,
INFORMÁTICA

músicas e programas de TV
O recurso permite visualizar dados de vários computadores em
Desktops virtuais
uma única tela

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WINDOWS 10 O QUÊ?
Windows Update, Windows
Fornecimento do Windows como um serviço, para manter o
Update for Business, Current
Windows atualizado
Branch for Business e Long
Windows as a Service — WaaS
Term Servicing Branch
Integração com Windows
Aplicativos Fotos aprimorado
Phone
O modo tablet deixa o Windows mais fácil e intuitivo de usar
Modo tablet
com touch em dispositivos tipo conversíveis
Email, Calendário, Notícias,
entre outros — também fo- Executar aplicativos Metro (Windows 8 e 8.1) em janelas
ram melhorados
Compartilhar Wi-Fi Compartilhar sua rede wi-fi com os amigos sem revelar a senha
Sincronizar dados entre seu PC e smartphone ou tablet, seja iOs
Complemento para Telefone
ou Android
Configurações > Sistema >
Analisar o espaço de armazenamento em seu PC
Armazenamento
Prompt de Comandos Usar o comando Ctrl+V no prompt de comando
Assistente pessoal semelhante à Siri da Apple, que já está dis-
Cortana
ponível em português
Na área de notificações do Windows 10, a Central de Notifica-
Central de Notificações ções reúne as mensagens do e-mail, do computador, de segu-
rança e manutenção, entre outras

Quando você clica duas vezes em um arquivo, como, por exemplo, uma imagem ou docu-
mento, o arquivo é aberto no programa que está definido como o “programa padrão” para
esse tipo de arquivo no Windows 10. Porém, se você gosta de usar outro programa para abrir
o arquivo, você pode defini-lo como padrão. Isso está disponível em Configurações, Sistema,
Aplicativos Padrão.

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O Bloco de Notas ([Link]) é um acessório do Windows para edição de arquivos
de texto sem formatação, com extensão TXT.

O WordPad ([Link]) é um acessório do Windows para edição de arquivos de


texto com alguma formatação, com extensão RTF e DOCX. Ele se assemelha ao Microsoft
Word, com recursos simplificados.

O Paint ([Link]) é o acessório do Windows para edição de imagens BMP, GIF,


JPG, PNG e TIF.

INFORMÁTICA

A Ferramenta de Captura é um aplicativo da área de trabalho do Windows 10 que


permite copiar parte de alguma tela em exibição.

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Notas Autoadesivas (que agora se chama Stick Notes ) é um aplicativo do Windows 10
que permite a inserção de pequenas notas de texto na área de trabalho do Windows, como
recados do tipo post it. As Anotações podem ser vinculadas ao Microsoft Bing e assistente
virtual Cortana. Assim, ao anotar um endereço, o mapa é exibido. Ao anotar um número de
voo, as informações serão mostradas sobre a partida.
O aplicativo “Filmes e TV” pode ser usado para visualização de vídeos, assim como o
“Windows Media Player” .
O Prompt de Comandos ([Link]) é usado para digitar comandos em um terminal de
comandos.
O Microsoft Edge é o navegador de internet padrão do Windows 10. Podemos usar outros
navegadores, como o Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari,
Opera Browser etc.
O Windows Update (verificar se há atualizações) é o recurso do Windows para mantê-
-lo sempre atualizado. Está em Configurações (atalho de teclado Windows+I), “Atualização e
segurança”.

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INSTALAÇÃO DE PERIFÉRICOS

Os periféricos são equipamentos conectados ao dispositivo computacional que fornecem


recursos para a entrada e/ou saída de dados.
Vejamos alguns dos periféricos de entrada de dados:

COMPONEN-
DESCRIÇÃO CONEXÃO
TE
ABNT2 via DIN, PS/2, USB,
Teclado Principal periférico de entrada de dados
Bluetooth
Dispositivo apontador, também de entrada Conexão serial via DIN, PS/2,
Mouse
de dados COM, USB, Bluetooth
Para digitalização de imagens Periférico de
Scanner SCSI, COM (serial), USB ou RJ-45
entrada de dados
Câmera de Conexão serial COM, USB, Blue-
vídeo e Para capturar imagens do “mundo real” tooth ou Wi-Fi. As webcams po-
webcam dem ter microfone embutido
Conexão serial COM, USB, ape-
Microfone Para capturar áudio do “mundo real” nas P2 ou P10, Bluetooth ou
Wi-Fi

Vejamos alguns dos periféricos de saída de dados:

COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO


Responsável por exibir as imagens
Monitor de vídeo É um periférico de saída de dados VGA, DVI, HDMI
CRT (tubo), LCD, LED, OLED, Plasma
LPT (paralela), COM
Jato de tinta, laser (toner), cera (térmica)
Impressora (serial), USB, RJ-45, wire-
Periférico de saída de dados
less5 (Wi-Fi6)
Caixas de som, alto
falantes e fones de Para a saída de áudio P2, P10, Bluetooth
ouvidos

ESCÂNER (E DIGITALIZAÇÃO)

Entre os equipamentos computacionais, um dos mais utilizados no meio corporativo é o


scanner (escâner). Este, periférico de entrada de dados, permite a digitalização de informa-
ções que estão em um meio físico (como papel, livros e fotos), armazenando-as em formato
INFORMÁTICA

digital. As informações são convertidas em bits e armazenadas em arquivos, permitindo eco-


nomia de espaço físico de armazenamento, indexação com metadados (dados que explicam
os dados armazenados) e a rápida recuperação para consultas.

5 Wireless — toda conexão sem fio é uma conexão wireless, incluindo o Wi-Fi, Infravermelho, rádio, satélite, etc.
6 Wi-Fi — Wireless Fidelity — conexão confiável sem fios. 45
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As informações poderão ser armazenadas em arquivos locais ou remotos, na nuvem. O
grande volume de informações digitalizadas, combinado com o grande volume de informa-
ções produzidas, recebe o nome de BigData.
O escâner é um dispositivo que captura a realidade, possibilitando, posteriormente, a
organização da informação em planilhas e banco de dados e a análise e interpretação de
dados estruturados para a tomada de decisão. Sabe-se, nesse sentido, que processos físicos
em tribunais de justiça e inquéritos policiais nas delegacias estão sendo digitalizados para
facilitar o manuseio e agilizar a troca de informações entre as comarcas e setores policiais.
O aparelho escâner evoluiu muito desde o seu surgimento. Nos anos 90, os scanners eram
de mão e digitalizavam apenas uma pequena área a cada leitura. As imagens de duas ou mais
leituras, por sua vez, eram unidas, a partir de softwares, para formar uma imagem completa.
Nos anos 2000, o modelo de mesa com tampa refletora era o mais popular. Este permitia a
digitalização de uma página de papel avulsa e até de alguns livros e brochuras.
Ademais, os scanners foram integrados às impressoras nos equipamentos multifuncionais
e, atualmente, encontramos modelos que digitalizam páginas, fotografam a informação física
por câmera, escaneiam um objeto em 3D para gerar um arquivo de impressão (para impres-
soras 3D) e, além disso, efetuam a leitura de código de barras e a leitura da impressão digital
do usuário.
Segue, abaixo, uma tabela na qual encontram-se os principais tipos de scanner:

MODELO QUANDO CARACTERÍSTICA


Digitalizam partes da informação e combinar em
Scanner de mão Anos 90
uma imagem
Scanner de mesa Anos 2000 Digitalizam páginas inteiras de livros e brochuras
Semelhante ao scanner de mão, mas com maior lar-
Scanner de linha Anos 2000
gura para leitura da informação
Leitor de códigos de Anos 2000 e
Leitura de códigos de barras em pontos de venda
barras atual
Leitora de cartões Anos 2000 e Usado em escolas e concursos públicos, para leitura
resposta atual dos cartões de respostas dos alunos
Digitalização de objetos em 3D para produção de ar-
Scanner 3D Anos 2010
quivos para impressão 3D
Anos 2010 e Leitura da impressão digital para acesso a sistemas
Leitor de digitais
atual com proteção por biometria
Apps instalados em smartphones que usam a câme-
Softwares scanners Atualmente
ra para escanear, ler códigos de barras e QR Codes

Uma das funcionalidades mais utilizadas no mercado corporativo é o reconhecimento OCR


(Optical Character Recognition), aplicado para digitalizar textos em documentos editáveis.
Vejamos alguns dos periféricos de entrada e saída de dados, também conhecidos como
mistos ou híbridos:

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COMPONENTE DESCRIÇÃO CONEXÃO
Responsável por exibir as imagens e receber a entrada de
Monitor
dados Tela capacitiva7
de vídeo
Periférico misto, de entrada e saída de dados ou resistiva8
touchscreen
LCD, LED, OLED, Plasma
Permite o envio de imagens na linha telefônica
Fax RJ-11
Encontra-se em desuso por causa do e-mail
Impressora, copiadora, scanner e opcionalmente fax USB, RJ-45, wire-
Multifuncional
Periférico misto, de entrada e saída de dados less (Wi-Fi)

A seguir, observemos os conectores usados para conexão de periféricos:

CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Pendrive, HD externo, impressoras, tecla-


Dispositivos do, mouse, e periféricos em geral
USB
em geral Possui diferentes velocidades e formatos
de conector

Transmissão Placas de vídeo simples, monitor de vídeo


VGA (DB15)
de vídeo simples, projetores (datashow) multimídia

Placas de vídeo modernas, aceleradoras


Transmissão
DVI de vídeo, aparelhos de DVD, BluRay, TV
de vídeo
LCD, LED, Plasma, datashow

Placas de vídeo modernas, aceleradoras


Transmissão
de vídeo, aparelhos de DVD, BluRay, TV
HDMI de vídeo e
LCD, LED, Plasma, datashow
áudio digital
Semelhante visualmente ao USB

Transmissão Placas de vídeo modernas e aparelhos de


S-Vídeo de vídeo imagem. Formato muito parecido com o
digital OS/2

Transmissão
de vídeo Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RCA
INFORMÁTICA

e áudio relhos de imagem


analógico

7 Na tela capacitiva, utilizada no iPhone e iPad, por exemplo, uma película é alimentada por uma tensão, e reage com a energia presente no corpo
humano, e a troca de elétrons produz um distúrbio de capacitância no local, sendo rápida e corretamente identificado. Tecnologia mais cara e difí-
cil de ser construída, presente em modelos top de linha.
8 A tela resistiva, presente em modelos de baixo custo de celulares, smartphones e tablets, com precisão em torno de 85%, resiste melhor a quedas e
variações de temperatura; necessita de contato físico para determinar a posição do toque, ao coincidir os pontos de diferentes camadas sobrepostas. 47
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CONECTOR IMAGEM USO QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Transmissão
Placas de captura/edição de vídeo e apa-
RGB de vídeo
relhos de imagem
analógico

São as saídas de áudio do computador


As configurações mais comuns são as com três conecto-
Jack de
res e as com seis
Áudio (três
As cores de cada conector têm funções diferentes: ver-
conectores
de (caixas frontais/fone), azul (entrada de linha), rosa
e 5.1)
(microfone), laranja (subwoofer e central) e cinza (caixas
laterais)

Encontra-se em desuso por causa do novo


DIN Teclados
conector PS/2 (mini-DIN)

Mouses e Está caindo em desuso, por causa do USB


PS/2
teclados Conhecido como mini-DIN

Porta serial Scanners Está caindo em desuso, por causa do USB

Portal se-
Está caindo em desuso, por causa do USB
rial (DB15) Joystick
e joystick sem fio
Game port

Conexão Produtos da Apple, e alguns produtos Ca-


Firewire de alta non, JVC, Sony (especialmente câmeras)
velocidade Parecido com o conector USB

Transferên-
Paralela cia de dados Impressoras e scanner mais antigos
paralelos

Tipos de conectores USB (Universal Serial Bus):

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Conexões para rede de telefonia e rede de dados:

CONECTOR IMAGEM QUAIS DISPOSITIVOS UTILIZAM?

Placa de rede, modem ADSL, roteador, hub, swit-


RJ-45
ch, bridge, e demais itens de redes

Placa de fax/modem, aparelho de fax, multifun-


RJ-11
cional com fax, telefone

As fibras ópticas são utilizadas em sistemas sen-


sores ou de instrumentação seja em aplicações
industriais, médicas, automóveis e até militares
Fibra óptica
A ideia de utilizar a fibra óptica em tais ambientes
vale-se de suas pequenas dimensões e da sua
resistência à ambientes hostis

Cabo Usado por conexões de TV a cabo e Internet por


coaxial cabo coaxial
INFORMÁTICA

IMPRESSORAS

As impressoras são periféricos de saída conectados na CPU.


49
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Os dispositivos computacionais são construídos com componentes internos, instalados no
gabinete, e dispositivos conectados em portas de conexão, denominados periféricos.
No gabinete, além da fonte de alimentação, encontraremos a placa motherboard (placa
mãe), processador, memória RAM e placas ou chips de expansão. As placas possuem conecto-
res, que permitem a conexão de dispositivos denominados periféricos.
Os periféricos são classificados como entrada, saída ou mistos/híbridos:

� a impressora, os projetores, os monitores de vídeo simples e as caixas de som são


exemplos de periféricos de saída de dados;
� o teclado, o mouse, o escâner (scanner), a webcam e o microfone são exemplos de peri-
féricos de entrada de dados;
� alguns periféricos, como os dispositivos de impressão multifuncionais e o monitor tou-
chscreen, são denominados mistos ou híbridos, uma vez que realizam tarefas relaciona-
das à entrada e à saída de dados processados.

As impressoras poderão ser conectadas através de uma porta de conexão (como USB —
Universal Serial Bus) ou conexão wireless (Wi-Fi e Bluetooth).

Modelos de Impressoras

É comum classificarmos as impressoras de acordo com a sua tecnologia de impressão.


Confira na tabela a seguir:

IMPRESSO- TECNOLO-
CARACTERÍSTICA
RA GIA
Um disco giratório posiciona o caractere e pressiona uma fita de
Disco e impressão
Margarida fita de Um dos modelos mais antigos, usado em máquinas de escre-
impressão ver elétrica Oferecia uma opção de cor por fita de impressão
(monocromática)
Uma cabeça de impressão formada por agulhas pressiona uma
fita de impressão
Impacto
Caracteres e gráficos são desenhados ponto a ponto no papel
Matricial e fita de
Aceita impressão em várias vias e é lembrada pelo barulho en-
impressão
quanto está operando
Existiram modelos com fitas coloridas, porém eram raras
Cabeças de impressão alimentadas com tinta líquida dispersam
Jato de tinta pequenas gotículas de tinta na superfície de impressão
Cartuchos Atualmente, os modelos com tanque de tinta são os mais
InkJet
ou tanque populares
de tinta As cores das tintas nos cartuchos são Preto (Black), Amarelo (Yel-
low), Magenta e Ciano (Cyan)
O toner é disperso na superfície de impressão e, através de rea-
Tinta em pó
Laser ções elétricas, registra o que deve ser impresso
(toner)
Impressão monocromática ou colorida
Aqueci- Com a utilização de papel térmico reativo, a impressora térmica
Térmica mento da emprega o calor para registrar as informações na superfície de
superfície impressão
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IMPRESSO- TECNOLO-
CARACTERÍSTICA
RA GIA
Polímeros Através da impressão em camadas, pequenas fatias de polímeros
3D e outros de impressão são depositadas até a construção da impressão em
materiais 3D (três dimensões)
Através da sublimação (passagem do estado físico sólido direta-
mente para o estado físico gasoso), a cera ou tinta sólida é deposi-
Cera ou tin- tada na superfície de impressão
Sublimação
ta sólida Como as partículas gasosas são menores que as partículas líqui-
das ou sólidas, a qualidade da impressão é altíssima
Usada em impressões fotográficas

As impressoras permitem a utilização de superfícies de impressão de diferentes medidas,


de acordo com a sua construção. Impressoras térmicas utilizam desde bobinas de papel, que
podem ter alguns centímetros de largura, (como nas “maquininhas de cartão’”), até papéis
tamanho A4.
A medida do papel é outro elemento importante para classificar a impressora. Confira, a
seguir, algumas medidas (Largura x Altura) de tamanho de papel:

TAMANHO MEDIDA (LXA) UTILIZAÇÃO


Maioria das impressoras
A4 21 cm x 29,7 cm
Tamanho mais popular
Dobro das medidas do papel A4 Impressoras laser podem ter
A3 29,7 cm x 42 cm
bandejas para este tamanho
O tamanho Carta tem quase as mesmas dimensões do tama-
21,59 cm x 27,94
Carta nho A4 e é aceito pela maioria das impressoras existentes no
cm
mercado
Usado em documentos oficiais do poder judiciário, poderá ser
Ofício ou 21,59 cm x 35,56
impresso em impressoras comuns que aceitem papel tama-
Legal cm
nho A4 com alimentação contínua (sem bandeja de entrada)

Outra forma de classificação das impressoras relaciona-se à tecnologia de conexão e trans-


missão dos dados, determinada pelos conectores utilizados. Vejamos alguns exemplos de
conectores de alguns modelos de impressoras:

CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por conectores LPT, usados nas primeiras impressoras matri-
Paralela ciais e jato de tinta
Velocidade baixa
Transmissão de dados por conectores COM, usados em impressoras e escâneres
INFORMÁTICA

Serial
Velocidade média
Transmissão de dados por conectores USB, que permitem troca de dados em alta
velocidade e foram padrão para muitos modelos de impressoras jato de tinta, la-
USB
ser, térmicas e 3D
Altas velocidades de transmissão

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CONEXÃO CARACTERÍSTICAS
Transmissão de dados por wireless, responsável por permitir a instalação do dis-
Wi-Fi positivo de impressão distante do dispositivo computacional
Altas velocidades de transmissão
Algumas impressoras oferecem conexão por Bluetooth, responsável por dispen-
Bluetooth sar configurações de rede, como nome e endereço IP, bastando “emparelhar” o
dispositivo para imprimir o que desejar
Transmissão por cabos de rede
Muitas impressoras permitem a instalação em uma rede de dados, para que seja
RJ-45
acessada por vários dispositivos Impressoras corporativas e impressão laser ofe-
recem este tipo de conector

Existem questões de concursos que abordam a classificação das impressoras de acordo


com o nível de compartilhamento entre usuários. Confira alguns destes termos:

IMPRESSO-
CONEXÃO UTILIZAÇÃO
RA
Instalada em um dispositivo computacional, a impressora local po-
Direta,
Local derá atender apenas 1 usuário ou ser compartilhada
local
Para impressão, o dispositivo também deverá estar ligado
Instalada em um dispositivo computacional ou na rede de dados,
a impressora compartilhada poderá ser usada por vários usuários
Direta,
Comparti- que estejam na mesma rede de dados e tenham autorização para
local ou
lhada impressão
remota
Ao instalar a impressora, ela receberá um nome para ser informado
aos demais usuários da rede
O computador poderá ter várias impressoras instaladas, e uma de-
Local ou las será definida como padrão ou preferencial
Padrão
remota Nas telas de impressão, ela será o nome marcado
“automaticamente”
Conectada diretamente na rede, atende vários usuários com autori-
zação para imprimir
Rede Remota
A impressora receberá um número de IP para ser acessada por ou-
tros dispositivos na mesma rede

Finalmente, as impressoras podem ser classificadas em relação à sua velocidade de impres-


são. São consideradas impressoras rápidas aquelas que imprimem a maior quantidade de
páginas por minuto (ppm). Impressoras modernas podem imprimir até 60 páginas por minu-
tos em alta resolução.
Além disso, a resolução é uma medida de qualidade da impressão. A primeira, definida
pela sigla DPI ou PPP (dot per inch — pontos por polegada), informa qual é a quantidade de
pontos de impressão que serão realizados em 1 polegada linear na superfície de impressão.
Impressoras jato de tinta operam com resolução entre 150 e 300 dpi, e as impressoras laser,
com resoluções acima de 600 dpi.
As impressoras 3D, por sua vez, usam a definição de densidade de impressão para definir
a qualidade da resolução da impressão da peça 3D. Quanto maior a densidade de impressão,
melhor será a construção e acabamento da peça produzida pela impressora 3D.
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A instalação de periféricos depende do tipo e do modelo do dispositivo que está sendo
instalado, mas na maioria das vezes, ao conectar um periférico ao computador e ligá-lo, o
computador reconhece o dispositivo automaticamente. Caso isso não aconteça é possível adi-
cionar o dispositivo manualmente, seguindo as orientações que devem vir acompanhadas do
periférico.
Pode ser necessário que, nessa instalação manual, seja necessária a instalação de algum
software, que pode ser encontrado no site do fabricante. Por outrolado, pode ser que um CD
para instalação desse software venha acompanhando o periférico.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E APRESENTAÇÃO


DO PACOTE MICROSOFT OFFICE 2019

O pacote de aplicativos para escritório é, sem dúvida, um dos mais úteis aplicativos que
um computador pode ter instalado. Independente do perfil de utilização do usuário, alguns
dos aplicativos disponíveis em um pacote como o Microsoft Office atende a diferentes tarefas
cotidianas, indo desde as mais simples, até as mais complexas.
O Microsoft Office possui alguns aplicativos que trocaram de nomes ao longo do tempo.
Atualmente está na versão Microsoft 365, que disponibiliza recursos via Internet (computa-
ção nas nuvens), com armazenamento de arquivos no Microsoft OneDrive.
Por sua vez, serviços adicionais de comunicação como o Microsoft Outlook e Microsoft
Teams fazem parte do pacote Microsoft Office 365.
As extensões dos arquivos editáveis produzidos pelos pacotes de produtividade são apre-
sentadas na tabela a seguir.

EXTENSÕES DE ARQUIVOS MICROSOFT OFFICE


Editor de Textos DOCX
Planilhas de Cálculos XLSX
Apresentações de Slides PPTX

As extensões do Microsoft Office, para arquivos editáveis, terminam em X, em referência


ao conteúdo formatado com XML, que foi introduzido na versão 2007.

Microsoft Office

Office 2003 Office 2007 Office 365


INFORMÁTICA

Até a versão 2003, os arquivos produzidos pelo Microsoft Office eram identificados com
extensões de 3 letras, como DOC, XLS e PPT. Algumas questões de concursos ainda apresen-
tam essas extensões nas alternativas das questões.
Na versão 2007, o padrão XML (eXtensible Markup Language) foi implementado para ofe-
recer portabilidade aos documentos produzidos. As extensões dos arquivos passaram a ser
identificadas com 4 letras, como DOCX, XLSX e PPTX.
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Com o avanço dos recursos de computação na nuvem, o Office foi disponibilizado na versão
on-line, que posteriormente se chamou 365, e é a versão atual do pacote. Com um novo formato
de licenciamento, com assinaturas mensais e anuais, ao invés da venda de licenças de uso, a
instalação do Office 365 no computador disponibiliza a última versão do pacote para escritórios.
Antes, o usuário comprava uma cópia e poderia instalar ela “para sempre”: era uma licen-
ça de uso vitalícia e uma mídia (disquetes, CD ou DVD) era entregue. A seguir, a instalação
passou a ser oferecida por download via Internet quando se comprava uma licença vitalícia.
Atualmente, tem-se o formato de assinatura em que a instalação é realizada a partir de down-
load da internet e, enquanto forem realizados os pagamentos da assinatura, o usuário terá
acesso ao pacote Microsoft 365.

WORD

Estrutura Básica dos Documentos

Os documentos produzidos com o editor de textos Microsoft Word possuem a seguinte


estrutura básica:

� Documentos: arquivos DOCX criados pelo Microsoft Word 2007 e superiores. Os documentos
são arquivos editáveis pelo usuário, que podem ser compartilhados com outros usuários para
edição colaborativa;
� Os Modelos (Template): com extensão DOTX, contêm formatações que serão aplicadas
aos novos documentos criados a partir deles. O modelo é usado para a padronização de
documentos;
� O modelo padrão do Word é [Link] (Document Template Macros — mode-
lo de documento com macros): as macros são códigos desenvolvidos em Visual Basic for
Applications (VBA) para a automatização de tarefas;
� Páginas: unidades de organização do texto, segundo a orientação, o tamanho do papel e
margens. As principais definições estão na guia Layout, mas também encontrará algumas
definições na guia Design;
� Seção: divisão de formatação do documento, onde cada parte tem a sua configuração.
Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho
da página, orientação, cabeçalhos, numeração de páginas, entre outras, as seções serão
usadas;
� Parágrafos: formado por palavras e marcas de formatação. Finalizado com Enter, contém
formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
� Linhas: sequência de palavras que pode ser um parágrafo, ocupando uma linha de texto.
Se for finalizado com Quebra de Linha, a configuração atual permanece na próxima linha;
� Palavras: formado por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc.

Os arquivos produzidos nas versões anteriores do Word são abertos e editados nas versões
atuais. Arquivos de formato DOC são abertos em Modo de Compatibilidade, todavia alguns
recursos são suspensos. Para usar todos os recursos da versão atual, é necessário “Salvar
como” (tecla de atalho F12) no formato DOCX.

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Os arquivos produzidos no formato DOCX poderão ser editados pelas versões antigas do
Office, desde que instale um pacote de compatibilidade, disponível para download no site da
Microsoft.
Os arquivos produzidos pelo Microsoft Office podem ser gravados no formato PDF. O Micro-
soft Word, desde a versão 2013, possui o recurso “Refuse PDF”, que permite editar um arquivo
PDF como se fosse um documento do Word.
Durante a edição de um documento, o Microsoft Word:

� faz a gravação automática dos dados editados enquanto o arquivo não tem um nome ou local
de armazenamento definidos. Depois, se necessário, o usuário poderá “Recuperar documen-
tos não salvos”;
� faz a gravação automática de auto recuperação dos arquivos em edição que tenham nome
e local definidos, permitindo recuperar as alterações que não tenham sido salvas;
� as versões do Office 365 oferecem o recurso de “Salvamento automático”, associado à con-
ta Microsoft, para armazenamento na nuvem Microsoft OneDrive. Como na versão on-line,
a cada alteração, o salvamento será realizado;
� o formato de documento RTF (Rich Text Format) é padrão do acessório do Windows chama-
do WordPad, e por ser portável, também poderá ser editado pelo Microsoft Word.

Em questões de informática, as extensões dos arquivos produzidos pelo usuário costu-


mam ser questionadas com regularidade.
Acompanhe ainda os pontos a seguir:

� ao iniciar a edição de um documento, o modo de exibição selecionado na guia Exibir é


“Layout de Impressão”. O documento será mostrado na tela da mesma forma que será
impresso no papel;
� o Modo de Leitura permite visualizar o documento sem outras distrações, como, por exemplo,
a Faixa de Opções com os ícones. Neste modo, parecido com Tela Inteira, a barra de título con-
tinua sendo exibida;
� o modo de exibição “Layout da Web” é usado para visualizar o documento como ele seria
exibido se estivesse publicado na Internet como página web;
� em “Estrutura de Tópicos” apenas os estilos de Títulos serão mostrados, auxiliando na
organização dos blocos de conteúdo;
� o modo “Rascunho”, que antes era modo “Normal”, exibe o conteúdo de texto do documen-
to sem os elementos gráficos (imagens, cabeçalho, rodapé) existentes nele;
� os modos de exibição estão na guia “Exibir”, que faz parte da Faixa de Opções. Ela é o prin-
cipal elemento da interface do Microsoft Office;

Acesso Rápido Guia Atual Item com Listagem Guias ou Abas


INFORMÁTICA

Caixa de Diálogo do Grupo Grupo Ícone com Opções

55
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� para mostrar ou ocultar a Faixa de Opções, o atalho de teclado Ctrl+F1 poderá ser acionado;
� a Faixa de Opções contém guias, que organizam os ícones em grupos, como será mostrado na
tabela a seguir:

GUIA GRUPO ITEM ÍCONE

Recortar

Copiar
Área de Transferência
Colar

Página Inicial Pincel de Formatação

Nome da fonte Calibri (Corp

Tamanho da fonte
Fonte
Aumentar fonte

Diminuir fonte

Folha de Rosto

Páginas Página em Branco

Quebra de Página

Inserir Tabelas Tabela

Imagem

Imagens Online
Ilustrações

Formas

Importante!
As bancas priorizam o conhecimento do candidato acerca do uso dos recursos para a
produção de arquivos (parte prática dos programas). Nas questões de editores de textos, a
produção de documentos formatados com imagens ilustrativas no formato antes/depois
são os assuntos mais abordados.

As guias possuem uma organização lógica sequencial das tarefas que serão realizadas no
documento, desde o início até a visualização do resultado final, como veremos na tabela a
seguir:

BOTÃO/GUIA DICA
Comandos para o documento atual: salvar, salvar como, impri-
Arquivo
mir, salvar e enviar
Tarefas iniciais: o início do documento, acesso à área de trans-
Página Inicial ferência, formatação de fontes, parágrafos e formatação do con-
teúdo da página
Tarefas secundárias: adicionar um objeto que ainda não existe no
Inserir
documento, tabela, ilustrações e instantâneos
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BOTÃO/GUIA DICA
Configuração da página: formatação global do documento e
Layout da Página
formatação da página
Design Reúne formatação da página e plano de fundo
Índices e acessórios: notas de rodapé, notas de fim, índices, su-
Referências
mários etc.
Mala direta: cartas, envelopes, etiquetas, e-mails e diretório de
Correspondências
contatos
Correção do documento: ele está ficando pronto... Ortografia e
Revisão gramática, idioma, controle de alterações, comentários, com-
parar, proteger etc.

Visualização: podemos ver o resultado de nosso trabalho. Será


Exibir
que ficou bom?

Edição e Formatação de Textos

A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas, tanto nas fon-
tes, como nos parágrafos e nas páginas.
Os estilos fornecem configurações padronizadas para serem aplicadas aos parágrafos.
Estas formatações envolvem as definições de fontes e parágrafos, sendo úteis para a criação
dos índices ao final da edição do documento. Os índices são gerenciados por meio das opções
da guia referências, que estão disponíveis, na Microsoft Word, na guia Página Inicial.
Com a ferramenta Pincel de Formatação, o usuário poderá copiar a formatação de um
local e aplicar em outro local no mesmo documento, ou em outro arquivo aberto. Para usar a
ferramenta, selecione o “modelo de formatação no texto”, clique no ícone da guia Página Ini-
cial e clique no local onde deseja aplicar a formatação. O conteúdo não será copiado, somente
a formatação. Se efetuar duplo clique no ícone, poderá aplicar a formatação em vários locais
até pressionar a tecla Esc ou iniciar uma digitação.

Seleção

Utilizando-se do teclado e do mouse, como no sistema operacional, podemos selecionar


palavras, linhas, parágrafos e até o documento inteiro.
Lembre-se: assim como no Windows, as operações com mouse e teclado também são ques-
tionadas nos programas do Microsoft Office. Entretanto, por terem conteúdos distintos (tex-
tos, planilhas e apresentações de slides), a seleção poderá ser diferente para algumas ações.

MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO


Seleciona o
- Ctrl+T Selecionar tudo
documento
Botão principal - 1 clique na palavra Posiciona o cursor
INFORMÁTICA

Botão principal - 2 cliques na palavra Seleciona a palavra


Botão principal - 3 cliques na palavra Seleciona o parágrafo
Botão principal - 1 clique na margem Selecionar a linha
Botão principal - 2 cliques na margem Seleciona o parágrafo
Seleciona o
Botão principal - 3 cliques na margem
documento
57
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MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO
Seleciona até o início
- Shift+Home Selecionar até o início
da linha
Seleciona até o final
- Shift+End Selecionar até o final
da linha
Seleciona até o início
- Ctrl+Shift+Home Selecionar até o início
do documento
Seleciona até o final
- Ctrl+Shift+End Selecionar até o final
do documento
Botão principal Ctrl Seleção individual Palavra por palavra
Seleção de um ponto
Botão principal Shift Seleção bloco
até outro local
Botão principal
Ctrl+Alt Seleção bloco Seleção vertical
pressionado
Seleção vertical,
Botão principal
Alt Seleção bloco iniciando no local do
pressionado
cursor

Dica
Teclas de atalhos e seleção com mouse são importantes, tanto nos concursos como no dia
a dia. Experimente praticar no computador. No Microsoft Word, se você digitar =rand(10,30)
no início de um documento em branco e apertar Enter, ele criará um texto “aleatório” com
10 parágrafos de 30 frases em cada um. Agora você pode praticar à vontade.

Cabeçalhos

Localizado na margem superior da página, poderá ser configurado em Inserir, grupo Cabe-
çalho e Rodapé9. Poderá ser igual em toda a extensão do documento, diferente nas páginas
pares e ímpares (para frente e verso), mesmo que a seção anterior, diferente para cada seção
do documento, não aparecer na primeira página, entre várias opções de personalização.
Os cabeçalhos aceitam elementos gráficos, como tabelas e ilustrações.
A formatação de cabeçalho e rodapé, é diferente entre os programas do Microsoft Office.
No Microsoft Word o cabeçalho tem 1 coluna. No Excel, são 3 colunas. No Microsoft Power-
Point... depende, podendo ter 2 ou 3 colunas.
A numeração de páginas poderá ser inserida no cabeçalho e/ou rodapé.

9 O grupo Cabeçalho e Rodapé permite a inserção de um Cabeçalho (na margem superior), Rodapé (na margem
inferior) e Número de Página (no local do cursor, na margem superior, na margem inferior, na margem direita/
58 esquerda)
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(Digite aqui)

(Digite aqui) (Digite aqui) (Digite aqui)

PARÁGRAFOS

Edição e Formatação de Parágrafos

Os parágrafos são estruturas do texto que são finalizadas com Enter. Um parágrafo poderá
ter diferentes formatações. Confira:

� Marcadores: símbolos no início dos parágrafos;


� Numeração: números ou algarismos romanos ou letras, no início dos parágrafos;
� Aumentar recuo: aumentar a distância do texto em relação à margem;
� Diminuir recuo: diminuir a distância do texto em relação à margem;
� Alinhamento: posicionamento em relação às margens esquerda e direita. São 4 alinha-
mentos disponíveis: Esquerda, Centralizado, Direita e Justificado;
� Espaçamento entre linhas: distância entre as linhas dentro do parágrafo;
� Espaçamento antes: distância do parágrafo em relação ao anterior;
� Espaçamento depois: distância do parágrafo em relação ao seguinte;
� Sombreamento: preenchimento atrás do parágrafo;
� Bordas: linhas ao redor do parágrafo.

Recuo especial de primeira linha - apenas a primeira linha será deslocada em rela-
ção à margem esquerda
Margem esquerda Margem direita

2 2 4 6 8 10 12 14 16

Recuo deslocamento - as linhas serão des-


Recuo esquerda - todas as linhas serão locadas em relação à margem esquerda,
deslocadas em relação à margem exceto a primeira linha Recuo direito - todas as linhas serão des-
esquerda locadas em relação à margem direita
INFORMÁTICA

Os editores de textos, recursos que conhecemos no dia a dia possuem nomes específicos.
Confira alguns exemplos:

� Recuo: distância do texto em relação à margem;


� Realce: marca-texto, preenchimento do fundo das palavras; 59
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� Sombreamento: preenchimento do fundo dos parágrafos;
� Folha de Rosto: primeira página do documento, capa;
� SmartArt: diagramas, representação visual de dados textuais;
� Orientação: posição da página, que poderá ser Retrato ou Paisagem;
� Quebras: são divisões, de linha, parágrafo, colunas ou páginas;
� Sumário: índice principal do documento.

Muitos recursos de formatação não são impressos no papel, mas estão no documento.
Para visualizar os caracteres não imprimíveis e controlar melhor o documento, você pode
acionar o atalho de teclado Ctrl+* (Mostrar tudo).

CARACTERES NÃO IMPRIMÍVEIS NO EDITOR MICROSOFT WORD


Tecla(s) Ícone Ação Visualização
Quebra de Parágrafo: muda de parágrafo
Enter -
e pode mudar a formatação
Quebra de Linha: muda de linha e mantém
Shift+Enter -
a formatação atual
Quebra de página: muda de página, no
local atual do cursor. Disponível na guia Quebra de
Ctrl+Enter ou
Inserir, grupo Páginas, ícone Quebra de página
Ctrl+Return
Página, e na guia Layout, grupo Configurar
Página, ícone Quebras
Quebra de coluna: indica que o texto
continua na próxima coluna. Disponível Quebra de
Ctrl+Shift+ Enter
na guia Layout, grupo Configurar Página, coluna
ícone Quebras
Separador de Estilo: usado para modificar
Ctrl+Alt+ Enter -
o estilo no documento
Insere uma marca de tabulação (1,25cm).
TAB - Se estiver no início de um texto, aumenta
o recuo
- - Fim de célula, linha ou tabela
Espaço - Espaço em branco
Ctrl+Shift+ Espaço - Espaço em branco não separável
Texto oculto (definido na caixa Fonte, abc
- -
Ctrl+D)
- - Hifens opcionais
- - Âncoras de objetos

- - Selecionar toda a tabela

- - Campos atualizáveis pelo Word

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Fontes: Edição e Formatação de Fontes

As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows, e apa-
recem para todos os programas do computador.
As formatações de fontes estão disponíveis no grupo Fonte, da guia Página Inicial.

PÁGINA INICIAL

Nomes de fontes como Calibri (fonte padrão do Word), Arial, Times New Roman, Courier
New, Verdana, são os mais comuns. Para facilitar o acesso a essas fontes, o atalho de teclado
é: Ctrl+Shift+F.
A caixa de diálogo Formatar Fonte poderá ser acionada com o atalho Ctrl+D.
Ao lado, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e assim sucessivamente.
Se quiser, digite o valor específico para o tamanho da letra.
Vejamos, agora, alguns atalhos de teclado:

� Pressione Ctrl+Shift+P para mudar o tamanho da fonte pelo atalho. E diretamente pelo
teclado com Ctrl+Shift+< para diminuir fonte e Ctrl+Shift+> para aumentar o tamanho da
fonte;
� Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho Ctrl+N),
itálico (atalho Ctrl+I) e sublinhado (atalho Ctrl+S). Já os efeitos modificam a fonte em si,
como texto tachado (riscado simples sobre as palavras), subscrito (como na fórmula H2O —
atalho Ctrl + igual), e sobrescrito (como em km2 — atalho Ctrl+Shift+mais)

A diferença entre estilos e efeitos é que, os estilos podem ser combinados, como negrito-
-itálico, itálico-sublinhado, negrito-sublinhado, negrito-itálico-sublinhado, enquanto os
efeitos são concorrentes entre si.
Concorrentes entre si, significa que você escolhe o efeito tachado ou tachado duplo, nunca
os dois simultaneamente. O mesmo para o efeito TODAS MAIÚSCULAS e Versalete. Sobrescrito e
subscrito
.
Por sua vez, Sombra é um efeito independente, que pode ser combinado com outros. Já as
opções de efeitos Contorno, Relevo e Baixo Relevo não, devendo ser individuais.
Para finalizar esse assunto, temos o sublinhado. Ele é um estilo simples, mas comporta-se
como efeito dentro de si mesmo. Temos, então, Sublinhado simples, Sublinhado duplo, Trace-
jado, Pontilhado, Somente palavras (sem considerar os espaços entre as palavras) etc. São os
INFORMÁTICA

estilos de sublinhados, que se comportam como efeitos.


Lembre-se: as questões sobre Fontes são práticas. Portanto, se puder praticar no seu com-
putador, será melhor para a memorização do tema. As questões são independentes da ver-
são, portanto poderá usar o Word 2007 ou Word 365, para testar as questões de Word 2016.

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Colunas

O documento inicia com uma única coluna. Em Layout da Página podemos escolher outra
configuração, além de definir opções de personalização.
As colunas poderão ser definidas para a seção atual (divisão de formatação dentro do
documento) ou para o documento inteiro. Assim como os cadernos de provas de concursos,
que possuem duas colunas, é possível inserir uma “Linha entre colunas”, separando-as ao
longo da página.

Marcadores Simbólicos e Numéricos

• Usados por parágrafos, apresentam símbolos no início de cada, do lado esquerdo;


o Podem ser círculos preenchidos (linha acima), ou círculos vazios, como esta;
 Outra forma de apresentação são os quadrados, ou então...
O desenho do Office;
 Um símbolo neutro;
 Setas;
 Check ou qualquer símbolo que o usuário deseja personalizar.

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Biblioteca de Marcadores

Nenhum

Marcadores de Documento

Alterar Nível de Lista

Definir Novo Marcador...

Ao pressionar duas vezes “Enter”, sairá da formatação dos marcadores simbólicos, retor-
nando ao Normal.
Os marcadores numéricos são semelhantes aos marcadores simbólicos, mas com núme-
ros, letras ou algarismos romanos. Podem ser combinados com os Recuos de parágrafos, sur-
gindo o formato Múltiplos Níveis.

NÚMEROS LETRAS
1. Exemplo a. Exemplo
2. Exemplo b. Exemplo
3. Exemplo c. Exemplo
4. Exemplo d. Exemplo
ROMANOS MÚLTIPLOS NÍVEIS
i. Exemplo 1) Exemplo
ii. Exemplo a) Exemplo
iii. Exemplo 2) Exemplo
iv. Exemplo a) Exemplo

Para trabalhar com a formatação de marcadores Múltiplos níveis, o digitador poderá usar
a tecla “TAB” para aumentar o recuo, passando os itens do primeiro nível para o segundo
nível. E também pelo ícone “Aumentar recuo”, presente na guia Página Inicial, grupo Pará-
grafo. Usando a régua, pode-se aumentar o recuo também.
Ao teclar “Enter” em uma linha com marcador ou numeração, mas sem conteúdo, você sai
INFORMÁTICA

do recurso, voltando à configuração normal do parágrafo. Se forem listas numeradas, itens


excluídos dela provocam a renumeração dos demais itens.

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Tabelas

As tabelas são estruturas de organização muito utilizadas para um layout adequado do


texto, semelhante a colunas, com a vantagem que estas não criam seções exclusivas de
formatação.
As tabelas seguem as mesmas definições de uma planilha de Excel, ou seja, têm linhas, colu-
nas, é formada por células, podendo conter, também, fórmulas simples.
Ao inserir uma tabela, seja ela vazia, a partir de um desenho livre, ou convertendo a partir
de um texto, uma planilha de Excel, ou um dos modelos disponíveis, será apresentada a barra
de ferramentas adicional na Faixa de Opções.
Um texto poderá ser convertido em Tabela, e voltar a ser um texto, se possuir os seguintes
marcadores de formatação: ponto e vírgula, tabulação, enter (parágrafo) ou outro específico.
Algumas operações são exclusivas das Tabelas, como Mesclar Células (para unir células adja-
centes em uma única), Dividir células (para dividir uma ou mais células em várias outras), ali-
nhamento do texto combinando elementos horizontais tradicionais (esquerda, centro e direita)
com verticais (topo, meio e base).
O editor de textos Microsoft Word oferece ferramentas para manipulação dos textos organiza-
dos em tabelas.
O usuário poderá organizar as células nas linhas e colunas da tabela, mesclar (juntar), divi-
dir (separar), visualizar as linhas de grade, ocultar as linhas de grade, entre outras opções.
E caso a tabela avance em várias páginas, temos a opção Repetir Linhas de Cabeçalho,
atribuindo no início da tabela da próxima página, a mesma linha de cabeçalho que foi usada
na tabela da página anterior.
As tabelas do Word possuem algumas características que são diferentes das tabelas do
Excel. Geralmente esses itens são aqueles questionados em provas de concursos.
Por exemplo, no Word, quando o usuário está digitando em uma célula, ocorrerá mudan-
ça automática de linha, posicionando o cursor embaixo. No Excel, o conteúdo “extrapola”
os limites da célula, e precisará alterar as configurações na planilha ou a largura da coluna
manualmente.

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Confira, na tabela a seguir, algumas das diferenças do Word para o Excel.

WORD EXCEL

Somente o conteúdo da primeira


Tabela, Mesclar Todos os conteúdos são mantidos
célula será mantido

Em inglês, com referências Em português, com referências


Tabela, Fórmulas
direcionais =SUM(ABOVe) posicionais =SOMA(A1:A5)

Recalcula automaticamente e
Tabelas, Fórmulas Não recalcula automaticamente
manualmente (F9)

Tachado Texto Não tem atalho de teclado Atalho: Ctrl+5

Quebra de linha
Shift+Enter Alt+Enter
manual

Pincel de Copia apenas a primeira Copia várias formatações


Formatação formatação da origem diferentes

Duplica a informação da célula


Ctrl+D Caixa de diálogo Fonte
acima

Ctrl+E Centralizar Preenchimento Relâmpago

Ctrl+G Alinhar à Direita (parágrafo) Ir para...

Duplica a informação da célula à


Ctrl+R Repetir o último comando
esquerda

Atualizar os campos de uma mala


F9 Atualizar o resultado das fórmulas
direta

F11 - Inserir gráfico

Finaliza a entrada na célula e


Ctrl+Enter Quebra de página manual
mantém o cursor na célula atual

Alt+Enter Repetir digitação Quebra de linha manual

Finaliza a entrada na célula e


Shift+Enter Quebra de linha manual posiciona o cursor na célula acima
da atual, se houver

Alternar entre maiúsculas e


Shift+F3 Inserir função
minúsculas
INFORMÁTICA

Impressão

Disponível no menu Arquivo e pelo atalho Ctrl+P (e também pelo Ctrl+Alt+I, Visualizar
Impressão), a impressão permite o envio do arquivo em edição para a impressora. A impres-
sora listada vem do Windows, do Painel de Controle.

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Podemos escolher a impressora, definir como será a impressão (Imprimir Todas as Pági-
nas, ou Imprimir Seleção, Imprimir Página Atual, imprimir as Propriedades), quais serão as
páginas (números separados com ponto e vírgula/vírgula indicam páginas individuais, sepa-
radas por traço uma sequência de páginas, com a letra s uma seção específica, e com a letra
p uma página específica).
Havendo a possibilidade, serão impressas de um lado da página, ou frente e verso automá-
tico, ou manual. O agrupamento das páginas permite que várias cópias sejam impressas uma
a uma, enquanto Desagrupado, as páginas são impressas em blocos.
As configurações de Orientação (Retrato ou Paisagem), Tamanho do Papel e Margens,
podem ser escolhidas no momento da impressão, ou antes, na guia Layout da Página. A últi-
ma opção em Imprimir possibilita a impressão de miniaturas de páginas (várias páginas por
folha) em uma única folha de papel.

Imprimir

EPSON8D025B(L5190 SERIES)
Pronto

Imprimir Todas as Páginas


Tudo
Imprimir

Imprimir em Um Lado
Apenas imprimir um lado d..

Agrupado
1;2;3 1;2;3; 1;2;3;

Orientação Retrato

A4
21cm x 29,7 cm

Margens Personalizadas

1 Página por Folha

Configurar Página

Controle de Quebras e Numeração de Páginas

As quebras são divisões e podem ser do tipo Página ou de Seção.


Além disso, elas podem ser automáticas, como quando formatamos um texto em colunas,
todavia, elas também podem ser manuais, como Ctrl+Enter para quebra de página, Shift+En-
ter para quebra de linha, Ctrl+Shift+Enter para quebra de coluna, e outras.

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Quebras

Dica
Se envolve configurações diferentes, temos Quebras.
Cabeçalhos diferentes... quebras inseridas. Colunas diferentes... quebras inseridas. Tama-
nho de página diferente... quebra inserida.

Numeração de Páginas

Disponível na guia Inserir permite que um número seja apresentado na página, informan-
do a sua numeração em relação ao documento.
Combinado com o uso das seções, a numeração de página pode ser diferente em formata-
ção a cada seção do documento, como no caso de um TCC.
INFORMÁTICA

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Conforme observado na imagem acima, o número de página poderá ser inserido no Início
da Página (cabeçalho), ou no Fim da página (rodapé), ou nas margens da página, e na posição
atual do cursor.

Legendas

Uma legenda é uma linha de texto exibida abaixo de um objeto para descrevê-lo. Podem
ser usadas em Figuras (que inclui Ilustrações) ou Tabelas.
Disponível na guia Referências (índices), as legendas podem ser inseridas na configuração
padrão ou personalizadas. Depois, podemos criar um índice específico para elas, que será o
Índice de Ilustrações.
No final do grupo Legendas, da guia Referências, no Word, encontramos o ícone “Refe-
rência Cruzada”. Em alguns textos, é preciso citar o conteúdo de outro local do documento.
Assim, ao criar uma referência cruzada, o usuário poderá ir para o local desejado pelo autor
e a seguir retornar ao ponto em que estava antes.

Inserir
Legenda

Legenda

Legenda
Figura 1
Opção
Rótulo: Figura
Posição: Abaixo do item selecionado

Excluir rótulo da legenda

Novo rótulo Excluir Rótulo Numeração...

Auto Legenda... OK Cancelar

Índices

Basicamente, é todo o conjunto disponível na guia Referências.


Os índices podem ser construídos a partir dos Estilos usados na formatação do texto, ou
posteriormente por meio da adição de itens manualmente.
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� Sumário: principal índice do documento;
� Notas de Rodapé: inseridas no final de cada página, não formam um índice, mas ajudam
na identificação de citações e expressões;
� Notas de Fim: inseridas no final do documento, semelhante a Notas de Rodapé;
� Citações e Bibliografia: permite a criação de índices com as citações encontradas no tex-
to, além das Referências Bibliográficas segundo os estilos padronizados;
� Legendas: inseridas após os objetos gráficos (ilustrações e tabelas), podem ser usadas para
criação de um Índice de Ilustrações;
� Índice: para marcação manual das entradas do índice;
� Índice de Autoridades: formato próprio de citação, disponível na guia Referências.

Os índices serão criados a partir dos Estilos utilizados durante o texto, como Título 1, Títu-
lo 2, e assim por diante. Se não forem usados, posteriormente o usuário poderá “Adicionar
Texto” no índice principal (Sumário), Marcar Entrada (para inserir um índice) e até remover
depois de inserido.
Os índices suportam Referências Cruzadas, que permitem o usuário navegar entre os links
do documento de forma semelhante ao documento na web. Ao clicar em um link, o usuário
vai para o local escolhido. Ao clicar no local, retorna para o local de origem.
Lembre-se: a guia Referências é uma das opções mais questionadas em concursos públi-
cos por dois motivos: envolvem conceitos de formatação do documento exclusivos do Micro-
soft Word e é utilizado pelos estudantes na formatação de um TCC (Trabalho de Conclusão de
Curso).

Inserção de Objetos

Disponíveis na guia Inserir, os objetos que poderiam ser inseridos no documento estão
organizados em categorias:

� Páginas: objetos em forma de página, como a capa (Folha de Rosto), uma Página em Branco
ou uma Quebra de Página (divisão forçada, quebra de página manual, atalho Ctrl+Enter);
� Tabela: conforme comentado anteriormente, organizam os textos em células, linhas e
colunas;
� Ilustrações: Imagem (arquivos do computador), ClipArt (imagens simples do Office), For-
mas (geométricas), SmartArt (diagramas), Gráfico e Instantâneo (cópia de tela ou parte da
janela).
INFORMÁTICA

Na sequência dos objetos para serem inseridos em um documento, encontramos:

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� Links: indicado para acessar a Internet via navegador ou acionar o programa de e-mail ou
criação de referência cruzada;
� Cabeçalho e Rodapé;
� Texto: elementos gráficos como Caixa de Texto, Partes Rápidas (com organizador de ele-
mentos do documento), WordArt (que são palavras com efeitos), Letra Capitular (a primei-
ra letra de um parágrafo com destaque), Linha de Assinatura (que não é uma assinatura
digital válida, dependendo de compra via Office Marketplace), Data e Hora, ou qualquer
outro Objeto, desde que instalado no computador;
� Símbolos: inserção de Equações ou Símbolos especiais.

Campos Predefinidos

Estes campos são objetos disponíveis na guia Inserir que são predefinidos. Após a configu-
ração inicial, são inseridos no documento.
Além da configuração da Linha de Assinatura, existem outras opções, como Data e Hora,
Objeto e dentro do item Partes Rápidas, no grupo Texto, da guia Inserir, a opção Campo.
Entre as categorias disponíveis, encontramos campos para automação de documento, data
e hora, equações e fórmulas, índices, informação sobre o documento, informações sobre o
usuário, mala direta, numeração, vínculos e referências.

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Caixas de Texto

Possibilita a inserção de caixas de textos pré-formatadas, ou desenhar no documento, acei-


tando configurações de direção de texto (semelhante a uma tabela) e também configurações
de bordas e sombreamento, semelhante a uma Forma.
Qualquer forma geométrica composta poderá ser caixa de texto.
Uma nova guia de opções será apresentada após a última, denominada Ferramentas de
Caixa de Texto, permitindo Formatar os elementos de Texto e do conteúdo da Caixa de Texto.
Nas opções disponibilizadas, será possível controlar o texto (direção do texto), definir esti-
los de caixa de texto (preenchimento da forma, contorno da forma, alterar forma, estilos
predefinidos), efeitos de sombra e efeitos 3D.

Atalhos de Teclado — Word 2016 ou Superior

ATALHO AÇÃO
Ctrl+A Abrir: carrega um arquivo da memória permanente para a memória RAM
Salvar: grava o documento com o nome atual, substituindo o anterior. Caso não
Ctrl+B
tenha nome, será mostrado “Salvar como”
Ctrl+C Copiar: o texto selecionado será copiado para a Área de Transferência
Ctrl+D Formatar Fonte
Ctrl+E Centralizar: alinhamento de texto entre as margens
Ctrl+F Limpar formatação do parágrafo
Ctrl+G Alinhar à direita: alinhamento de texto na margem direita
Ctrl+I Estilo Itálico
Justificar: alinhamento do texto distribuído uniformemente entre as margens es-
Ctrl+J
querda e direita.
Ctrl+L Localizar: procurar uma ocorrência no documento
Ctrl+M Aumentar recuo
Ctrl+N Estilo Negrito
INFORMÁTICA

Ctrl+O Novo documento


Ctrl+P Impressão rápida (imprimir na impressora padrão)
Ctrl+Q Alinhar à esquerda: alinhamento de texto na margem esquerda
Ctrl+R Refazer
Ctrl+S Estilo Sublinhado simples
Ctrl+Shift+ > Aumentar o tamanho da fonte
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ATALHO AÇÃO
Ctrl+Shift+ < Reduzir o tamanho da fonte
Pincel de Formatação: para copiar a formatação de um local e aplicá-la a outro,
Ctrl+Shift+C seja no mesmo documento ou outro aberto. Para colar a formatação copiada,
use Ctrl+Shift+V
Ctrl e = Formatação de Fonte = Subscrito
Ctrl e Shift
Formatação de Fonte = Sobrescrito
e+
Ctrl+T Selecionar tudo: seleciona todos os itens
Ctrl+U Substituir: procurar uma ocorrência e trocar por outra
Ctrl+V Colar: o conteúdo da Área de Transferência é inserido no local do cursor
Ctrl+X Recortar: o selecionado será movido para a Área de Transferência
Ctrl+Z Desfazer
F1 Ajuda
F5 Ir para (navegador de páginas, seção etc.)
Verificar ortografia e gramática: procurar por erros ou excesso de digitação no
F7
texto
Shift+F1 Revelar formatação
Shift+F3 Alternar entre maiúsculas e minúsculas

EXCEL

As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas. Desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e folha de pagamento, ao controle de estoque de produtos e base de clientes.
Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
O Microsoft Excel apresenta grande semelhança de ícones com o Microsoft Word. O Excel
“antigo” usava os formatos XLS e XLT em seus arquivos, atualizado para XLSX e XLTX, além
do novo XLSM contendo macros. A atualização das extensões dos arquivos ocorreu com o
Office 2007, e permanece até hoje.
O Microsoft 365 é o pacote de aplicações para escritório que possui a versão online acessada
pelo navegador de Internet e a versão de instalação no dispositivo. O Microsoft 365, ou Office
365 como era nomeado até pouco tempo atrás, é uma modalidade de aquisição da licença de
uso mediante pagamentos recorrentes. O usuário assina o serviço, disponibilizado na nuvem
da Microsoft, e enquanto perdurarem os pagamentos, poderá utilizar o software.

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Importante!

As planilhas de cálculos não são bancos de dados. Muitos usuários armazenam informa-
ções (dados) em uma planilha de cálculos como se fosse um banco de dados, porém o
Microsoft Access é o software do pacote Microsoft Office desenvolvido para esta tarefa.
Um banco de dados tem informações armazenadas em registros, separados em tabelas,
conectados por relacionamentos, para a realização de consultas.

Guias — Excel

BOTÃO/GUIA LEMBRETE
Comandos para o documento atual: salvar, salvar como, imprimir, salvar e
Arquivo
enviar
Tarefas iniciais: o início do trabalho, acesso à Área de Transferência (Colar
Página Inicial
Especial), formatação de fontes, células, estilos etc.
Tarefas secundárias: adicionar um objeto que ainda não existe. Tabela, Ilus-
Inserir
trações, Instantâneos, Gráficos, Minigráficos, Símbolos etc.
Configuração da página: formatação global da planilha, formatação da
Layout da Página
página
Funções: permite acesso à biblioteca de funções, gerenciamento de nomes,
Fórmulas
auditoria de fórmulas e controle dos cálculos
Informações na planilha: possibilitam obter dados externos, classificar e
Dados
filtrar, além de outras ferramentas de dados
Correção do documento: ele está ficando pronto... Ortografia e gramática,
Revisão
idioma, controle de alterações, comentários, proteger etc.
Visualização: podemos ver o resultado de nosso trabalho. Será que ficou
Exibição
bom?

Atalhos de Teclado — Excel

Os atalhos de formatação (Ctrl+N para negrito, Ctrl+I para itálico, entre outros) são os mes-
mos do Word.

INFORMÁTICA

73
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ATALHO AÇÃO ÍCONE
Ctrl+1 Formatar células
CTR-
Alternar entre guias da planilha, da direita para a esquerda
L+PgDn
CTRL+P-
Alternar entre guias da planilha, da esquerda para a direita
gUp
Ctrl+R Repetir o conteúdo da célula que está à esquerda
Ctrl+G “Ir para”, o mesmo que F5, tanto no Word quanto no Excel

Ctrl+J Mostrar fórmulas (guia Fórmulas, grupo Auditoria)

F2 Editar o conteúdo da célula atual

F4 Refazer

F9 Calcular planilha manualmente

Ms-Excel — Estrutura Básica das Planilhas

A planilha em Excel, ou folha de dados, poderá ser impressa em sua totalidade, ou apenas
áreas definidas pela Área de Impressão, ou a seleção de uma área de dados, ou uma seleção de
planilhas do arquivo, ou toda a pasta de trabalho.
Ao contrário do Microsoft Word, o Excel trabalha com duas informações em cada célula: dados
reais e dados formatados.
Por exemplo, se uma célula mostra o valor 5, poderá ser o número 5 ou uma função/fór-
mula que calculou e resultou em 5 (como =10/2)

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Conceitos de Células, Linhas, Colunas, Pastas e Gráficos

� Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla CTRL e a seleção de áreas é com a tecla SHIFT (assim como no
sistema operacional);
� Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
� Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;

Barra de Acesso Rápido Coluna

Barra de Fórmulas
Faixa
de Opções

Célula

Linha

� Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados.


Na versão Microsoft Office 365 (2022) são 16.384 colunas (nomea-
das de A até XFD) e 1.048.576 linhas (numeradas de 1 a 1.048.576).
A quantidade de linhas e colunas podem variar, de acordo com o software e a versão. Exis-
tem planilhas com 256, 1.024, 16.384 ou 65.536 colunas. Existem planilhas com 65.536 ou
1.048.576 linhas;
� Pasta de Trabalho: arquivo do Excel (extensão XLSX) contendo as planilhas, de 1 a N (de
acordo com quantidade de memória RAM disponível, nomeadas como Planilha1, Plani-
lha2, Planilha3);
� Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver 1 número, ele é copiado. Se
houver 2 números, uma sequência será criada. Se for um texto, é copiado, mas texto com
números é incrementado. Dias da semana, nome de mês e datas são sempre criadas as
continuações (sequências);
� Mesclar: significa simplesmente “Juntar”. Havendo diversos valores para serem mescla-
INFORMÁTICA

dos, o Excel manterá somente o primeiro destes valores, e centralizará horizontalmente


na célula resultante.

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E após a inserção dos dados, caso o usuário deseje, poderá juntar as informações das
células.
Existem 4 opções no ícone Mesclar e Centralizar, disponível na guia Página Inicial:

� Mesclar e Centralizar: une as células selecionadas a uma célula maior e centraliza o con-
teúdo da nova célula; Este recurso é usado para criar rótulos (títulos) que ocupam várias
colunas;
� Mesclar através: mesclar cada linha das células selecionadas em uma célula maior;
� Mesclar células: mesclar (unir) as células selecionadas em uma única célula, sem
centralizar;
� Desfazer Mesclagem de Células: desfaz o procedimento realizado para a união de células.

Elaboração de Tabelas e Gráficos

A tabela de dados, ou folha de dados, ou planilha de dados, é o conjunto de valores arma-


zenados nas células. Estes dados poderão ser organizados (classificação), separados (filtro),
manipulados (fórmulas e funções), além de apresentar em forma de gráfico (uma imagem
que representa os valores informados).
Para a elaboração, poderemos:

� digitar o conteúdo diretamente na célula. Basta iniciar a digitação, e o que for digitado é
inserido na célula;
� digitar o conteúdo na barra de fórmulas. Disponível na área superior do aplicativo, a linha
de fórmulas é o conteúdo da célula. Se a célula possui um valor constante, além de mostrar
na célula, este aparecerá na barra de fórmulas. Se a célula possui um cálculo, seja fórmula
ou função, esta será mostrada na barra de fórmulas;
� o preenchimento dos dados poderá ser agilizado através da Alça de Preenchimento ou
pelas opções automáticas do Excel;
� os dados inseridos nas células poderão ser formatados, ou seja, continuam com o valor
original (na linha de fórmulas) mas são apresentados com uma formatação específica;
� todas as formatações estão disponíveis no atalho de teclado Ctrl+1 (Formatar Células);
� também na caixa de diálogo Formatar Células, encontraremos o item Personalizado, para
criação de máscaras de entrada de valores na célula.

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Formatos de Números, Disponível na Guia Página Inicial

Geral
123 Sem formato específico

Número
12 4,00

Moeda
R$4,00

Contábil
R$4,00

Data Abreviada
04/01/1900

Data Completa
quarta-feira, 4 de janeiro de 1900

Hora
00:00:00

Porcentagem
400,00%

1 Fração
2 4

102 Científico
4,00E+00

Texto
ab 4

Lembre-se: as informações existentes nas células poderão ser exibidas com formatos dife-
rentes. Uma data, por exemplo, na verdade é um número formatado como data. Por isto con-
seguimos calcular a diferença entre datas.
Os formatos Moeda e Contábil são parecidos entre si, mas possuem exibição diferenciada.
No formato de Moeda, o alinhamento da célula é respeitado e o símbolo R$ acompanha o
valor. No formato Contábil, o alinhamento é ‘justificado’ e o símbolo de R$ fica posicionado
na esquerda, alinhando os valores pela vírgula decimal.

Moeda Contábil
R$4,00 R$4,00

Moeda CONTÁBIL
INFORMÁTICA

R$ 150,00 R$ 150,00

R$ 170,00 R$ 170,00

R$ 200,00 R$ 200,00

R$ 1.000,00 R$ 1.000,00

R$ 10,54 R$ 10,54

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O ícone é para mostrar um valor com o formato de porcentagem. Ou seja, o número é
multiplicado por 100. Exibe o valor da célula como percentual (Ctrl+Shift+%)

VALOR FORMATO PORCENTAGEM % PORCENTAGEM E 2 CASAS % ß,0


,0 0

1 100% 100,00%
0,5 50% 50,00%
2 200% 200,00%
100 10000% 10000,00%
0,004 0% 0,40%

O ícone 000 é o Separador de Milhares. Exibir o valor da célula com um separador de milhar.
Este comando alterará o formato da célula para Contábil sem um símbolo de moeda.

VALOR FORMATO CONTÁBIL SEPARADOR DE MILHARES 000


1500 R$1.500,00 1.500,00
16777418 R$16.777.418,00 16.777.418,00
1 R$1,00 1,00
400 R$400,00 400,00
27568 R$27.568,00 27.568,00

,00
Os ícones ß,0
,00 à,0 são usados para Aumentar casas decimais (Mostrar valores mais precisos
exibindo mais casas decimais) ou Diminuir casas decimais (Mostrar valores menos precisos
exibindo menos casas decimais).
Quando um número na casa decimal possui valor absoluto diferente de zero, ele é mostra-
do ao aumentar casas decimais. Se não possuir, então será acrescentado zero.
Quando um número na casa decimal possui valor absoluto diferente de zero, ele poderá
ser arredondado para cima ou para baixo, de ao diminuir as casas decimais. É o mesmo que
aconteceria com o uso da função ARRED, para arredondar.

Simbologia Específica

Cada símbolo tem um significado, e nas tabelas a seguir, além de conhecer o símbolo,
conheça o significado e alguns exemplos de aplicação.

OPERADORES ARITMÉTICOS OU MATEMÁTICOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
+ (mais) Adição = 18 + 2 Faz a soma de 18 e 2
- (menos) Subtração = 20 – 5 Subtrai 5 do valor 20
* Multiplica 5 (multiplicando) por 4
Multiplicação =5*4
(asterisco) (multiplicador)
Divide 25 por 10, resultando em
/ (barra) Divisão = 25 / 10
2,5
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OPERADORES ARITMÉTICOS OU MATEMÁTICOS
% Faz 20 por cento, ou seja, 20 divi-
Percentual = 20%
(percentual) dido por 100
Faz 3 elevado a 2, 3 ao quadrado
^(circunfle- Exponenciação Cálculo de =3^2=8^(1 =9
xo) raízes /3) Faz 8 elevado a 1/3, ou seja, raiz
cúbica de 8

Ordem das Operações Matemáticas

� ( ) – parênteses;
� ^ – exponenciação (potência, um número elevado a outro número);
� * ou / – multiplicação (função MULT) ou divisão;
� + ou - – adição (função SOMA) ou subtração.

Importante!
Como resolver as questões de planilhas de cálculos?
Leitura atenta do enunciado (português e interpretação de textos);
Identificar a simbologia básica do Excel (informática);
Respeitar as regras matemáticas básicas (matemática);Realizar o teste, e fazer o verda-
deiro ou falso (raciocínio lógico).

OPERADORES RELACIONAIS, USADOS EM TESTES


Símbolo Significado Exemplo Comentários
= SE (A1 > 5 ; 15 ; Se o valor de A1 for maior que 5, então
> (maior) Maior que
17 ) mostre 15, senão mostre 17
= SE (A1 < 3 ; 20 ; Se o valor de A1 for menor que 3, então
< (menor) Menor que
40 ) mostre 20, senão mostre 40
>= (maior ou Maior ou = SE (A1 >= 7 ; 5 ; Se o valor de A1 for maior ou igual a 7,
igual) igual a 1) então mostre 5, senão mostre 1
<= (menor ou Menor ou = SE (A1 <= 5 ; 11 Se o valor de A1 for menor ou igual a 5,
igual) igual a ; 23 ) então mostre 11, senão mostre 23
<> (menor e = SE (A1 <> 1 ; 100 Se o valor de A1 for diferente de 1, então
Diferente
maior) ;8) mostre 100, senão mostre 8
= SE (A1 = 2 ; 10 ; Se o valor de A1 for igual a 2, então
= (igual) Igual a
50 ) mostre 10, senão mostre 50
INFORMÁTICA

Princípios dos Operadores Relacionais

� Um valor jamais poderá ser menor e maior que outro valor ao mesmo tempo;
� Uma célula vazia é um conjunto vazio, ou seja, não é igual a zero, é vazio;
� O símbolo matemático ≠ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <>;
� O símbolo matemático ≥ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use >=;
� O símbolo matemático ≤ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <=; 79
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OPERADORES DE REFERÊNCIA
Símbolo Significado Exemplo Comentários
=$A1 Trava a célula na coluna A
Travar uma
$ (cifrão) =A$1 Trava a célula na linha 1
célula
=$A$1 Trava a célula A1, ela não mudará
! Obtém o valor de A3 que está na
Planilha = Planilha2!A3
(exclamação) planilha Planilha2
Pasta de =[Pasta2] Informa o nome de outro arquivo do
[ ] (colchetes)
Trabalho Planilha1!$A$2 Excel, onde deverá buscar o valor
=’C:\novaconcursos\ Informa o caminho de outro arquivo
‘ (apóstrofe) Caminho [[Link]] do Excel, onde deverá encontrar o
Planilha1’!$A$2 arquivo para buscar o valor
; (ponto e
Significa E = SOMA (15 ; 4 ; 6 ) Soma 15 e 4 e 6, resultando em 25
vírgula)
: (dois Soma de A1 até B4, ou seja, A1, A2,
Significa ATÉ = SOMA (A1:B4)
pontos) A3, A4, B1, B2, B3, B4
Intersecção Executa uma operação sobre as
Espaço =SOMA(F4:H8 H6:K10)
($) células em comum nos intervalos

Princípios dos Operadores de Referência

� O símbolo de cifrão transforma uma referência relativa ( A1 ) em uma referência mista (


A$1 ou $A1 ) ou em referência absoluta ( $A$1 );
� O símbolo de exclamação busca o valor em outra planilha, na mesma pasta de trabalho ou
em outro arquivo. Ex.: =[Pasta2]Planilha1!$A$2.

Atenção! O símbolo de cifrão é um dos mais importantes na manipulação de fórmulas de


planilhas de cálculos. Todas as bancas organizadoras questionam fórmulas com e sem eles
nas referências das células.

SÍMBOLOS USADOS NAS FÓRMULAS E FUNÇÕES


Símbolo Significado Exemplo Comentários
Início de = 15 + 3 Faz a soma de 15 e 3
fórmula, = SOMA ( 15 ; 3 ) Compara o valor de A1 com 5, e caso
= (igual)
função ou =SE ( A1 = 5 ; 10 ; seja verdadeiro, mostra 10, caso seja
comparação 11 ) falso, mostra 11
Identifica uma
Retorna a data atual do computador.
função ou os = HOJE ( )
Faz a soma de A1 e B1.
( )parênteses valores de = SOMA (A1;B1)
Faz a soma de 3 e 5 antes de dividir por
uma operação = (3+5) / 2
2
prioritária
; (ponto e Separador de =SE ( A1 = 5 ; 10 ; A função SE tem 3 partes, e estas estão
vírgula) argumentos 11 ) separadas por ponto e vírgula
=SOMA(F4:H8 Executa uma operação sobre as células
Espaço Intersecção
H6:K10) em comum nos intervalos
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As fórmulas e funções começam com o sinal de igual. Outros símbolos podem ser usados,
mas o Excel substituirá pelo sinal de igual.

SÍMBOLOS PARA TEXTOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
“ (aspas Apresenta o texto Nova
Texto exato = “Nova”
duplas) Se usado em testes, é “igual a”
Número como Exibe os zeros não significativos, 0001
‘ (apóstrofe) ‘0001
texto como texto (ex: placa de carro)
Exibe “Nova Concursos” (sem as as-
& (“E” = “Nova”&”
Concatenar pas), o resultado da junção dos textos
comercial) Concursos”
individuais

O símbolo & é usado para concatenar dois conteúdos, como por exemplo: =”15”&”A45”
resulta em 15A45. Poderemos usar a função CONCATENAR, ou a função CONCAT, para obter
o mesmo resultado do símbolo &.

CORRESPONDÊNCIA DE SÍMBOLOS E FUNÇÕES NO EXCEL


Símbolo Função Operação Exemplos
+ (sinal de
SOMA Adição =15+7 é o mesmo que =SOMA(15;7)
mais)
* (asterisco) MULT Multiplicação =12*3 é o mesmo que =MULT(12;3)
^ (circunflexo) POTÊNCIA Exponenciação =2^3 é o mesmo que =POTÊNCIA(2;3)
RAIZ Raiz quadrada =4^(1/2) é o mesmo que =RAIZ(4)
=A1&A2&A3 é igual a
& (E comercial) CONCATENAR Juntar textos
=CONCATENAR(A1;A2;A3)
Converte em =”150144” é o mesmo que
“ (aspas) TEXTO
texto =TEXTO(150144)

Erros

Quando trabalhamos com planilhas de cálculos, especialmente no início dos estudos, é


comum aparecerem mensagens de erros nas células, decorrente da falta de argumentos nas
fórmulas, referências incorretas, erros de digitação, entre outros. Vamos ver algumas das
mensagens de erro mais comuns que ocorrem nas planilhas de cálculos.
As planilhas de cálculos oferecem o recurso “Rastrear precedentes”, dentro do conceito de
Auditoria de Fórmulas. Com este recurso, muito questionado em concursos, o usuário poderá
ver setas na planilha indicando a relação entre as células, e identificar a origem das mensa-
INFORMÁTICA

gens de erros.
A seguir, os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha de cálculos no Micro-
soft Excel:

� #DIV/0! indica que a fórmula está tentando dividir um valor por 0;


� #NOME? indica que a fórmula possui um texto que o Excel 2007 não reconhece;
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� #NULO! a fórmula contém uma interseção de duas áreas que não se interceptam;
� #NUM! a fórmula apresenta um valor numérico inválido;
� #REF! indica que na fórmula existe a referência para uma célula que não existe;
� #VALOR! indica que a fórmula possui um tipo errado de argumento;
� ##### indica que o tamanho da coluna não é suficiente para exibir seu valor.

USO DE FÓRMULAS, FUNÇÕES E MACROS

Funções Básicas

� SOMA(valores): realiza a operação de soma nas células selecionadas.

No Microsoft Excel, a função SOMA efetua a adição dos valores numéricos informados em
seus argumentos. Se existirem células com textos, elas serão ignoradas. Células vazias não
são somadas.

=SOMA(A1;A2;A3) Efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
=SOMA(A1:A5) Efetua a soma dos 5 valores existentes nas células A1 até A5;
=SOMA(A1;34;B3) Efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
=SOMA(A1:B4) Efetua a soma dos 8 valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz ‘trian-
gulação’, operando apenas áreas quadrangulares;
=SOMA(A1;B1;C1:C3) Efetua a soma dos valores A1 com B1 e C1 até C3;
=SOMA(1;2;3;A1;A1) Efetua a soma de 1 com 2 com 3 e o valor A1 duas vezes.

� SOMASE(valores;condição): realiza a operação de soma nas células selecionadas, se uma


condição for atendida.

A sintaxe é =SOMASE(onde;qual o critério para que seja somado):

=SOMASE(A1:A5;”>15”) Efetuará a soma dos valores de A1 até A5 que sejam maiores que
15;

=SOMASE(A1:A10;”10”) Efetuará a soma dos valores de A1 até A10 que forem iguais a 10.

� MÉDIA(valores): realiza a operação de média nas células selecionadas e exibe o valor


médio encontrado.

=MEDIA(A1:A5) Efetua a média aritmética simples dos valores existentes entre A1 e A5. Se
forem 5 valores, serão somados e divididos por 5. Se existir uma célula vazia, serão somados
e divididos por 4. Células vazias não entram no cálculo da média.

� MED(valores): informa a mediana de uma série de valores.

Mediana é o ‘valor no meio’. Se temos uma sequência de valores com quantidade ím-
par, eles serão ordenados e o valor no meio é a sua mediana. Por exemplo, para os valores
(5,6,9,3,4), ordenados são (3,4,5,6,9) e a mediana é 5.

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Se temos uma sequência de valores com quantidade par, a mediana será a média dos
valores que estão no meio. Por exemplo, para os valores (2,13,4,10,8,1), ordenados são
(1,2,4,8,10,13), e no meio temos 4 e 8. A média de 4 e 8 é 6 ((4+8)/2).

� MÁXIMO(valores): exibe o maior valor das células selecionadas.

=MAXIMO(A1:D6) Exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois valores
iguais, apenas um será mostrado.

� MAIOR(valores;posição): exibe o maior valor de uma série, segundo o argumento


apresentado.

Valores iguais ocupam posições diferentes.

=MAIOR(A1:D6;3) Exibe o 3º maior valor nas células A1 até D6.

� MÍNIMO(valores): exibe o menor valor das células selecionadas.

=MINIMO(A1:D6) Exibe qual é o menor valor na área de A1 até D6.

� MENOR(valores;posição): exibe o menor valor de uma série, segundo o argumento


apresentado.

Valores iguais ocupam posições diferentes.

=MENOR(A1:D6;3) Exibe o 3º menor valor nas células A1 até D6.

� SE(teste;verdadeiro;falso): avalia um teste e retorna um valor caso o teste seja verdadei-


ro ou outro caso seja falso.

Esta função é muito solicitada em todas as bancas. A sua estrutura não muda, sendo sem-
pre o teste na primeira parte, o que fazer caso seja verdadeiro na segunda parte, e o que fazer
caso seja falso na última parte. Verdadeiro ou falso. Uma ou outra. Jamais serão realizadas as
duas operações, somente uma delas, segundo o resultado do teste.

A função SE usa operadores relacionais (maior, menor, maior ou igual, menor ou igual,
igual, diferente) para construção do teste. As aspas são usadas para textos literais.

„ =SE(A1=10;”O valor da célula A1 é 10”;”O valor da célula A1 não é 10”)


„ =SE(A1<0;”O valor da célula A1 é negativo”;”O valor não é negativo”)
„ =SE(A1>0;”O valor da célula A1 é positivo”;”O valor não é positivo”)
INFORMÁTICA

É possível encadear funções, ampliando as áreas de atuação. Por exemplo, um número


pode ser negativo, positivo ou igual a zero. São 3 resultados possíveis.

„ =SE(A1=0;”Valor é igual a zero”;SE(A1<0;”Valor é negativo”;”Valor é positivo”))

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Neste exemplo, se for igual a zero (primeiro teste), exibe a mensagem e finaliza a função,
mas se não for igual a zero, poderá ser menor do que zero (segundo teste), e exibe a mensa-
gem “Valor é negativo”, encerrando a função. Por fim, se não é igual a zero, e não é menor que
zero, só poderia ser maior do que zero, e a mensagem final “Valor é positivo” será mostrada.
Obs.: o sinal de igual, para iniciar uma função, é usado somente no início da digitação da
célula.
As funções CONT são usadas para informar a quantidade de células, que atendem às condi-
ções especificadas.

� CONT.NÚM: para contar quantas células possuem números;


� [Link]: quantidade de células que estão preenchidas;
� [Link]: quantidade de células que não estão preenchidas;
� [Link]: quantidade de células que atendem à uma condição específica;
� [Link]: quantidade de células que atendem a várias condições simultaneamente.

„ [Link](células): esta função conta todas as células em um intervalo, exceto


as células vazias.

=[Link](A1:A10) Informa o resultado da contagem, informando quantas células


estão preenchidas com valores, quaisquer valores.

„ CONT.NÚM (células): conta todas as células em um intervalo, exceto células vazias e


células com texto.

=CONT.NÚM(A1:A8) Informa quantas células no intervalo A1 até A8 possuem valores nu-


méricos.

„ [Link](células;condição): esta função conta quantas vezes aparece um determina-


do valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuário tem que indicar qual
é o critério a ser contado).

=[Link](A1:A10;”5”) Efetua a contagem de quantas células existem no intervalo de A1


até A10 contendo o valor 5.

„ [Link](células1;condição1;células2;condição2): esta função conta quantas vezes


aparece um determinado valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuá-
rio tem que indicar qual é o critério a ser contado), atendendo a todas as condições
especificadas.

=[Link](A1:A10;”5”;B1:B10;”7”) Efetua a contagem de quantas células existem no inter-


valo de A1 até A10 contendo o valor 5 e ao mesmo tempo, quantas células existem no inter-
valo de B1 até B10 contendo o valor 7.

„ [Link] (células): conta as células vazias de um intervalo.

=[Link](A1:A8) Informa quantas células vazias existem no intervalo A1 até A8.

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„ SOMASE(células para testar;teste;células para somar)

Efetua um teste nas células especificadas, e soma as correspondentes nas células para
somar.
Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

=SOMASE(A1:A10;”>6”;A1:A10) somará os valores de A1 até A10 que sejam maiores que 6.

=SOMASE(A1:A10;”<3”;B1:B10) somará os valores de B1 até B10 quando os valores de A1


até A10 forem menores que 3.

„ SOMASES (células para somar; células1; teste1;células2;teste2)

Verifica as células que atendem aos testes e soma as células correspondentes.


Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

„ MÉDIASE(células para testar; teste; células para calcular a média)

Efetua um teste nas células especificadas, e calcula a média das células correspondentes.
Os intervalos de teste e de média podem ser os mesmos.

„ PROCV(valor_procurado; matriz_tabela; núm_índice_coluna;


[intervalo_pesquisa])

A função PROCV é utilizada para localizar o valor_procurado dentro da matriz_tabela, e


quando encontrar, retornar a enésima coluna informada em núm_índice_coluna. A última
opção, que será VERDADEIRO ou FALSO, é usada para identificar se precisa ser o valor exato
(F) ou pode ser valor aproximado (V).

Por exemplo: =PROCV(105;A2:C7;2;VERDADEIRO) e =PROCV(“Monte”;B2:E7;2;FALSO)

A função PROCV é um membro das funções de pesquisa e Referência, que incluem a fun-
ção PROCH.

Use a função TIRAR ou a função ARRUMAR para remover os espaços à esquerda nos valo-
res da tabela.

„ ESQUERDA(texto;quantidade)

Extrai de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados, a partir do


INFORMÁTICA

início (esquerda).

=ESQUERDA(“Nova Concursos”;8) exibe “Nova”

„ DIREITA(texto;quantidade)

85
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Extrai de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados, a partir do
final.

=DIREITA(“Nova Concursos”;7) exibe “Concursos”.

„ CONCATENAR(texto1;texto2; ... )

Junta os textos especificados em uma nova sequência.

Esta função foi mantida por compatibilidade com as versões anteriores. Ela concatena
apenas células individuais.

=CONCATENAR(“Apostila “;”Nova “;”Concursos”) exibe “Apostila Nova Concursos”.

86
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„ CONCAT(intervalo)

Junta os textos especificados em um intervalo de células para uma nova sequência.

=CONCAT(A1:A5) junta o conteúdo das células A1 até A5 em uma nova célula. Esta função
não funciona nas versões antigas do Office.

„ NÚ[Link](célula)

Informa a quantidade de caracteres existentes em uma célula.


Datas contém 5 caracteres, pois o Microsoft Excel armazena datas como números.

=NÚ[Link](“Nova Concursos”) resultado 14

=NÚ[Link](HOJE()) resultado 5 (a função HOJE retorna a data de hoje registrada no


computador)

=NÚ[Link](AGORA()) resultado 15 (a função AGORA retorna a data de hoje registrada


no computador e a hora atual, como 01/08/2021 09:51)

„ INT(valor)

Extrai a parte inteira de um número.

=INT(PI()) parte inteira do valor de PI – valor 3,14159 exibe 3.

„ TRUNCAR(valor;casas decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, sem arredondar.

=TRUNCAR(PI();3) exibir o valor de PI com 3 casas decimais – valor 3,14159 exibe 3,141.

„ ARRED(valor;casas decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, arredondando para cima ou para
baixo.

=ARRED(PI();3) exibir o valor de PI com 3 casas decimais – valor 3,14159 exibe 3,142.

„ HOJE(): exibe a data atual do computador;


INFORMÁTICA

„ AGORA(): exibe a data e hora atuais do computador;


„ DIA(data): extrai o número do dia de uma data;
„ MÊS(data): extrai o número do mês de uma data;
„ ANO(data): extrai o número do ano de uma data;
„ DIAS(data1;data2): informa a diferença em dias entre duas datas;
„ DIAS360(data1;data2): informa a diferença em dias entre duas datas (ano contábil, de
360 dias);
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„ POTÊNCIA(base;expoente).

Eleva um número (base) ao expoente informado.

=POTÊNCIA(2;4) 2 elevado à 4, 24, 2·2·2·2 = 16;

MULT(número;número;número; ... ) Multiplica os números informados nos argumentos.

FUNÇÕES LÓGICAS
Retorna VERDADEIRO se todos os seus argumentos forem
E (Função E)
VERDADEIROS
Retorna VERDADEIRO se um dos argumentos for
OU (Função OU)
VERDADEIRO
NÃO (Função NÃO) Inverte o valor lógico do argumento
FALSO (Função FALSO) Retorna o valor lógico FALSO
VERDADEIRO (Função
Retorna o valor lógico VERDADEIRO
VERDADEIRO)
Retornará um valor que você especifica se uma fórmula for
SEERRO (Função SEERRO) avaliada para um erro; do contrário, retornará o resultado da
fórmula

Importante!
Foram apresentadas muitas funções neste material, não é verdade? Existem milhares de
funções no Microsoft Excel e LibreOffice Calc. Em concursos públicos, estas são as mais
questionadas.

Impressão

A impressão no Excel é semelhante ao Word. Difere ao oferecer o item Área de Impressão,


que permite ao usuário escolher uma área de uma planilha para ser impressa.
Outro item que o Excel oferece que é exclusiva, a possibilidade de imprimir os títulos das
colunas e linhas, fazendo com que a impressão seja muito parecida com a tela que está sendo
visualizada.
Ambos estão na guia Layout da Página.
E na caixa de diálogo de impressão (Ctrl+P) temos o ajuste da impressão (zoom), permitindo
ajustar para caber em uma página, ajustar apenas as linhas, apenas as colunas, e mudar as que-
bras de páginas arrastando a divisão na tela.

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Inserção de Objetos

A inserção de objetos contém os mesmos itens do Microsoft Word, mas o destaque são os
Gráficos.

A tabela e o gráfico dinâmico possibilitam resumir os dados rapidamente, a partir de cri-


térios padronizados no Excel.
INFORMÁTICA

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Os gráficos são representações visuais de dados da planilha. De acordo com a opção esco-
lhida, teremos uma forma de apresentação. Alguns gráficos são indicados para situações
específicas. Outros gráficos são generalistas.

Gráficos

Além da produção de planilhas de cálculos, o Microsoft Excel (e o LibreOffice Calc) produz


gráficos com os dados existentes nas células.
Gráficos são a representação visual de dados numéricos, e poderão ser inseridos na plani-
lha como gráficos ‘comuns’ ou gráficos dinâmicos.
Os gráficos dinâmicos, assim como as tabelas dinâmicas, são construídos com dados exis-
tentes em uma ou várias pastas de trabalho, associando e agrupando informações para a
produção de relatórios completos.

� Os gráficos de Colunas representam valores em colunas 2D ou 3D. São opções do gráfico de


Colunas: Agrupada, Empilhada, 100% Empilhada, 3D Agrupada, 3D Empilhada, 3D 100%
Empilhada, e 3D.

� Os gráficos de Linhas representam valores com linhas, pontos ou ambos. São opções do
gráfico de Linhas: Linha, Linha Empilhada, 100% Empilhada, com Marcadores, Empilhada
com Marcadores, 100% Empilhada com Marcadores, e 3D.

� Os gráficos de Pizza representam valores proporcionalmente. São opções do gráfico de


Pizza: Pizza, Pizza 3D, Pizza de Pizza, Barra de Pizza, e Rosca.

� Os gráficos de Barras representam dados de forma semelhante ao gráfico de Colunas, mas


na horizontal. São opções dos gráficos de Barras: Agrupadas, Empilhadas, 100% Empilha-
das, 3D Agrupadas, 3D Empilhadas, e 3D 100% Empilhadas.

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� Os gráficos de Área representam dados de forma semelhante ao gráfico de Linhas, mas
com preenchimento até a base (eixo X). São opções dos gráficos de Área: Área, Área Empi-
lhada, Área 100% Empilhada, Área 3D, Área 3D Empilhada, e Área 3D 100% Empilhada.

� Os gráficos de Dispersão representam duas séries de valores em seus eixos. São opções dos
gráficos de Dispersão: Dispersão, com Linhas Suaves e Marcadores, com Linhas Suaves,
com Linhas Retas e Marcadores, com Linhas Retas, Bolhas e Bolhas 3D.

� O gráfico do tipo Mapa exibe a informação de acordo com cada região. Sua única opção é
o Mapa Coroplético.

� Os gráficos de Ações necessitam que os dados estejam organizados em preço na alta, preço
na baixa e preço no fechamento. Datas ou nomes das ações serão usados como rótulos. São
exemplos de gráficos de Ações: Alta-Baixa-Fechamento, Abertura-Alta-Baixa-Fechamento,
Volume-Alta-Baixa-Fechamento, e Volume-Abertura-Alta-Baixa-Fechamento.

INFORMÁTICA

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� Os gráficos de Superfície parecem com os gráficos de Linhas, e preenchem a superfície
com cores. São exemplos de gráficos de Superfície: 3D, 3D Delineada, Contorno e Contorno
Delineado.

� Os gráficos de Radar são usados para mostrar a evolução de itens. São exemplos de gráficos
de Radar: Radar, Radar com Marcadores, e Radar Preenchido.

� O gráfico do tipo Mapa de Árvore é usado para mostrar proporcionalmente a hierarquia


dos valores.

� O gráfico do tipo Explosão Solar se assemelha ao gráfico de Rosca, mas o maior valor será
o primeiro da série de dados.

� Os gráficos do tipo Histograma são usados para séries de valores com evolução, como
idades da população. São exemplos de gráficos do tipo Histograma: Histograma e Pareto.

� O gráfico do tipo Caixa Estreita é usado para projeção de valores.

� O gráfico do tipo Cascata exibe e destaca as variações dos valores ao longo do tempo.

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� O gráfico do tipo Funil alinha os valores em ordem decrescente.

� Os gráficos do tipo Combinação permitem combinar dois tipos de gráficos para a exibição
de séries de dados. São exemplos de gráficos do tipo Combinação: Coluna Clusterizada-Li-
nha, Coluna Clusterizada-Linha no Eixo Secundário, Área Empilhada-Coluna Clusterizada,
e a possibilidade de criação de uma Combinação Personalizada.

Campos Predefinidos

Semelhante ao Word, o Excel poderá operar com os mesmos campos. Campos são variáveis
inseridas na planilha de dados, que serão atualizadas segundo a necessidade.
Data e Hora, Linha de Assinatura, Cabeçalho e Rodapé, entre muitos.
Uma das principais diferenças entre o editor de textos e o editor de planilhas, é o Cabe-
çalho e Rodapé. Enquanto no editor de textos eles são únicos, no Excel estão dividido em 3
partes.

INFORMÁTICA

93
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Controle de Quebras e Numeração de Páginas

O Excel é mais simples em relação ao Word, quando o assunto são as Quebras.

E para habilitar esta visualização, basta ativar o item na guia Exibição.

A numeração de páginas está associada ao Cabeçalho e Rodapé.

Obtenção de Dados Externos

O Excel poderá trabalhar com as informações inseridas pelo usuário na planilha, e com
dados provenientes de outros locais. Disponível na guia Dados, o grupo ‘Obter Dados Exter-
nos’, apesar de figurar no edital de alguns concursos, nunca foi questionado em provas de
Noções de Informática, tanto nível médio como nível superior.

94
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De Arquivo

De banco de
dados

Do Azure
INFORMÁTICA

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De Serviços
Online

De Outras Fontes

Classificação de Dados

A classificação de dados é uma parte importante da análise de dados.


Você pode classificar dados por texto (A a Z ou Z a A), números (dos menores para os
maiores ou dos maiores para os menores) e datas e horas (da mais antiga para a mais nova e
da mais nova para a mais antiga) em uma ou mais colunas. Você também poderá classificar
por uma lista de clientes (como Grande, Médio e Pequeno) ou por formato, incluindo a cor
da célula, a cor da fonte ou o conjunto de ícones. A maioria das operações de classificação é
identificada por coluna, mas você também poderá identificar por linhas.
Disponível na guia Dados, e na guia Página Inicial, a classificação poderá ser de texto,
números, datas ou horas, por cor da célula, cor da fonte ou ícones, por uma lista personaliza-
da, linhas, por mais de uma coluna ou linha, ou por uma coluna sem afetar as demais.

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CLASSIFICAÇÃO COMENTÁRIOS
A classificação de dados alfanuméricos poderá se ‘Classificar de
A a Z’ em ordem crescente, ou ‘Classificar de Z a A’ em
Classificar texto
ordem decrescente. É possível diferenciar letras maiúsculas e
minúsculas
Quando a coluna possui números, podemos ‘Classificar do menor
Classificar números
para o maior’ ou ‘Classificar do maior para o menor’
Se houver datas ou horas, podemos ‘Classificar da mais antiga para
Classificar datas ou horas
a mais nova’ ou ‘Classificar da mais nova para a mais antiga’
Se você tiver formatado manual ou condicionalmente um interva-
lo de células ou uma coluna de tabela, por cor de célula ou cor de
Classificar por cor de célula,
fonte, poderá classificar por essas cores. Também será possível
cor de fonte ou ícones
classificar por um conjunto de ícones criados ao aplicar uma for-
matação condicional
Você pode usar uma lista personalizada para classificar em uma
Classificar por uma lista ordem definida pelo usuário. Por exemplo, uma coluna pode con-
personalizada ter valores pelos quais você deseja classificar, como Alta, Média
e Baixa
Na caixa de diálogo Opções de Classificação, em Orientação, cli-
Classificar linhas que em Classificar da esquerda para a direita e, em seguida, cli-
que em OK
Classificar por mais de uma Na caixa de diálogo Classificar, adicione mais de um critério para
coluna ou linha ordenação
INFORMÁTICA

Classificar uma coluna em


Basta selecionar a coluna desejada, e na janela de diálogo, manter
um intervalo de células sem
o item “Continuar com a seleção atual”
afetar as demais

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POWERPOINT

O Microsoft PowerPoint é um programa que dispõe de recursos para a criação de apresen-


tações em slides, compostas de textos, imagens, vídeos e artes de modo geral.
As apresentações de slides criadas pelo Microsoft PowerPoint são arquivos de extensão
.PPTX. Caso contenham macros (comandos para automatização de tarefas) será atribuída a
extensão .PPTM. E ainda podemos trabalhar com os modelos (extensão .POTX) e modelos com
macros (extensão .POTM).
As macros são códigos desenvolvidos em Visual Basic for Applications (VBA) em documen-
tos, planilhas e apresentações do Microsoft Office para a automatização de tarefas.
Os modelos são arquivos desenvolvidos no editor de textos, no editor de planilhas de cál-
culos e no editor de apresentações para a padronização dos recursos visuais dos novos arqui-
vos desenvolvidos pelo usuário.
O Microsoft PowerPoint, apesar de ser um aplicativo com finalidade diferente do editor de
textos, possui muitas semelhanças nos recursos e conceitos, facilitando o aprendizado e os
estudos sobre o tópico.

EXTENSÃO TIPO DE ARQUIVO CARACTERÍSTICAS


PPT Apresentação editável Versão 2003 ou anterior
PPS Apresentação executável Versão 2003 ou anterior
POT Modelo de apresentação Versão 2003 ou anterior
PPTX Apresentação editável Versão 2007 ou superior
Versão 2007 ou superior, que não necessita
PPSX Apresentação executável
de programas para ser visualizada
Recursos para padronização de novas
POTX Modelo de apresentação
apresentações
Modelo de apresentação com Recursos para padronização e automatiza-
POTM
macros ção de novas apresentações
Formato do LibreOffice Impress, que
ODP Open Document Presentation pode ser editado e salvo pelo Microsoft
PowerPoint
Formato de documento portável, sem al-
PDF/XPS Portable Document Format guns recursos multimídia inseridos na apre-
sentação de slide

Guias

BOTÃO/GUIA LEMBRETE...
Arquivo Comandos para a apresentação atual: salvar, salvar como, imprimir e enviar
Tarefas iniciais: o início do trabalho, acesso à Área de Transferência, formata-
Página Inicial
ção de slides, fontes, parágrafos, desenho e edição
Tarefas secundárias: adicionar um objeto que ainda não existe. Tabelas, Ima-
Inserir
gens, Ilustrações, Links, Textos, Símbolos e Mídia (Vídeo e/ou Áudio)

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BOTÃO/GUIA LEMBRETE...
Configuração da página: temas para toda a apresentação, ou apenas slides sele-
Design
cionados, e Plano de Fundo
Animação entre os slides: permitem visualizar, atribuir e configurar intervalo
Transições
para a mudança de slides
Efeitos de animação para os objetos: permitem visualizar, atribuir, configurar
Animação
animação avançada e definir seus intervalos
Apresen-
Iniciar apresentação de slides, configurar, definir resolução e escolha de
tações de
monitores
Slides
Correção da apresentação: ela está ficando pronta... Revisão de Texto, Idioma,
Revisão
Comentários, Comparar e Compartilhar
Visualização: Modos de Exibição de Apresentação, Modos de Exibição Mes-
Exibição tres, Mostrar (na janela do PowerPoint), Zoom, Cor/Escala de Cinza, Janela e
Macros

Lembre-se: as guias de opções do Microsoft PowerPoint são semelhantes às guias dos


demais programas do Microsoft Office. As guias Apresentações de Slides, Transições e Ani-
mações são as mais questionadas em provas de concursos, por apresentarem recursos exclu-
sivos do aplicativo.

Atalhos de Teclado

Os atalhos de formatação (Ctrl+N para negrito, Ctrl+I para itálico, entre outros) são iguais
aos do Word 2016.

ATALHO AÇÃO
Ctrl+M Inserir novo slide
Iniciar apresentação de slides a partir do início (pri-
F5
meiro slide)
Iniciar apresentação de slides a partir do slide
Shift+F5
atual
Durante a apresentação, esconde a apresenta-
E ou ponto
ção, mostrando um fundo preto (escuro)
Durante a apresentação, esconde a apresenta-
C ou vírgula
ção, mostrando um fundo branco (claro)
R ou mais (+) Para e reinicia uma apresentação automática
Durante a apresentação, mostra uma caneta
INFORMÁTICA

Ctrl+C (Caneta) para anotações, e o usuário poderá salvar es-


tas anotações na apresentação ao final
Durante a apresentação, alterar o ponteiro
Ctrl+T (Target)
para seta
Durante a apresentação, alterar o ponteiro
Ctrl+L (Laser)
para laser

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ATALHO AÇÃO
Durante a apresentação, alterar o ponteiro
Ctrl+E (Erase)
para borracha
Durante a apresentação é para Mostrar ou
Ctrl+M (Mostrar)
Ocultar as marcações da caneta
Durante a apresentação, apaga o desenho da
D tela (mantendo o slide intacto, sem as altera-
ções feitas durante o modo de apresentação)
Sair do modo de Apresentação de Slides e vol-
ESC, Ctrl+Break ou hífen (traço)
tar à edição
P, clicar com o botão esquerdo, enter, page
Executar a próxima animação ou avançar para
down, seta para a direita, seta para baixo ou
o próximo slide
barra de espaços
A, clicar com o botão direito, page up, seta Executar a animação anterior ou voltar ao sli-
para a esquerda, seta para cima ou backspace de anterior
Menu de contexto (pop-up) ou slide anterior
Clicar com o botão direito
(durante a apresentação)
Shift+F9 Mostrar ou ocultar a grade
Alt+F9 Mostrar ou ocultar as guias
Número + Enter Ir para o slide número
V Vai para o próximo slide, se oculto
Manter os botões Direito e Esquerdo do mou- Durante a apresentação, retorna ao primeiro
se pressionados por dois segundos slide
Ctrl+H ou Ctrl+U Ocultar/Mostrar seta ao mover o mouse

Estrutura Básica das Apresentações

As apresentações de slides podem ser gravadas em formato de imagens (JPG, PNG), slide
por slide, e até transformadas em vídeo (extensão MP4). Os recursos do PowerPoint, tais
como animações, transições e narrações, serão inseridos no vídeo, que poderá ser reproduzi-
do em outros dispositivos, como Smart TV em totens de propagandas.
Para produzir um vídeo da apresentação, acessar o botão Arquivo, menu Exportar, item
Criar Vídeo.
Vamos conhecer alguns termos usados no aplicativo de edição de apresentações de slides.

� Slide: unidade de edição, como uma página da apresentação;


� Slide mestre: slide com o modelo de formatação que será usado pelos slides da apresen-
tação atual;
� Design: aparência do slide ou de toda a apresentação. O design combina cores, estilos e
padrões para que a aparência tenha um visual harmonizado. O PowerPoint oferece “ideias
de design” a cada objeto inserido no slide;
� Layout: disposição dos elementos dentro do slide. Quando a apresentação é iniciada, o slide
de slide de título é apresentado. O usuário poderá alterar para outro layout. Cada slide da
apresentação poderá ter um layout diferente;
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Layout de slide

� Seção: divisão de formatação dentro da apresentação (usadas para Apresentações Perso-


nalizadas). Poderá ter “duas apresentações” dentro de uma, e no início, escolher qual delas
será exibida para o público;
� Transições: animação entre os slides. Ao selecionar algum efeito de animação entre os
slides (guia Transições, grupo Transição para este slide), será disponibilizada a opção para
configuração do Intervalo;
� Animação: animação dentro do slide, em um objeto do slide. Um objeto poderá ter diversas
animações simultaneamente, enquanto a transição do slide é única. Poderão ser de Entrada,
Ênfase, Saída ou Trajetórias de Animação.

Conceitos de Slides

Conforme observado no item anterior, os slides são as unidades de trabalho do Power-


Point. Assim como as páginas de um documento do Microsoft Word, os slides possuem con-
figurações como margens, orientações, números de páginas (slides, no caso), cabeçalhos e
rodapés etc.
O PowerPoint trabalha com quatro conceitos principais de slides:

� Slide (modo de exibição Normal): cada slide é mostrado para edição de seu conteúdo;
� Slide Mestre: para alterar o design e o layout dos slides mestres, alterando toda a apresen-
tação de uma vez;
� Folhetos Mestre: para alterar o design e layout dos folhetos que serão impressos;
� Anotações Mestras: para alterar o design e layout das folhas de anotações. INFORMÁTICA

Atente-se: o slide mestre é o item mais questionado entre os modos de slides, seguido de
Anotações (modo de apresentação do Narrador).

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Modo de exibição Normal, para edição da apresentação de slides

Nos modos de exibição, na guia Exibição, ocorreu uma pequena mudança em relação às
versões anteriores, com a inclusão do item Modo de Exibição de Estrutura de Tópicos:

� Normal: no modo de exibição Normal, miniaturas dos slides ou os tópicos aparecerão no


lado esquerdo, o slide atual aparecerá no centro (sendo possível sua edição) e na área infe-
rior da tela aparecerá a área de anotações. Ajustar à janela encaixa o slide na área;
� Modo de Exibição de Estrutura de Tópicos: para editar e alternar entre slides no painel
de estrutura de tópicos. Útil para a criação de uma apresentação a partir dos tópicos de um
documento do Microsoft Word;
� Classificação dos Slides: no modo de exibição Classificação de Slides, apenas miniaturas
dos slides serão mostradas. Essas miniaturas poderão ser organizadas, arrastando-as. As
operações de slides estão disponíveis, como Excluir slide, Ocultar slide etc. Mas não é pos-
sível editar o conteúdo. Somente após duplo clique será possível a edição do conteúdo;
� Anotações: exibir a página de anotações para editar as anotações do orador da forma
como ficarão quando forem impressas;
� Modo de Exibição de Leitura: exibir a apresentação como uma apresentação de slides
que cabe na janela. A barra de título do PowerPoint continuará sendo exibida.

Anotações

Durante uma apresentação de slides em um projetor, o narrador poderá acessar as suas


102
anotações enquanto a imagem do slide aparece para o público.
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Anotações do orador poderão ser inseridas no slide enquanto estiver em modo de edição
Normal. Estarão disponíveis na parte inferior da janela de edição.

O modo de exibição Anotações serve para visualizar como serão impressos os slides e as
anotações. É possível editar o conteúdo das anotações no modo de exibição Anotações.
Para modificar o layout ou design, é preciso acessar Anotações Mestras (na guia Exibição),
e as configurações aplicadas serão válidas para toda a apresentação.

Modo de Exibição Anotações Anotações Mestras

Dica
Anotações poderão ser adicionadas nos slides, que serão exibidos em tela somente para
o apresentador ou impressos. Todavia, os elementos de uma anotação não aparecem no
slide exibido para o público.

Cabeçalhos e Rodapés

O PowerPoint é diferente dos demais aplicativos com relação ao cabeçalho e rodapé, por
INFORMÁTICA

oferecer diferentes configurações de acordo com o tipo de exibição ou formato utilizado.

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O slide possui apenas Rodapé. Na área inferior do slide poderá ser apresentada a Data e
Hora (no lado esquerdo), um texto de Rodapé (na área central) e o número do slide (no lado
direito). Opcionalmente, poderá não ser mostrado no primeiro slide da apresentação (que
seria como uma folha de rosto, uma capa).

As Anotações e folhetos (que são impressos) possuem cabeçalho e rodapé. No cabeçalho


poderá ser mostrada a Data e Hora (lado direito) ou um texto (lado esquerdo). No rodapé pode-
rá ser mostrado o número da página impressa (no lado direito) ou um texto (lado esquerdo).
A Data e Hora é uma informação que pode ser adicionada pelo ícone Data e Hora, do gru-
po Texto, da guia Inserir, e também pelo ícone Cabeçalho e Rodapé, pertencente ao mesmo
grupo.

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Noções de Edição e Formatação de Apresentações

A preparação de uma apresentação de slides segue uma série de recomendações, quanto


à quantidade de texto, quantidade de slides, ao tempo da apresentação etc. Entretanto, para
concursos públicos, o foco é outro. O questionamento é sobre como fazer, onde configurar,
como apresentar etc.
Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5. Pode-
mos escolher o ícone “Do Começo” na guia Apresentações de Slides, grupo Iniciar Apresen-
tação de Slides, e ainda clicar no ícone correspondente na barra de status, ao lado do zoom.
A apresentação iniciará, e ao contrário do modo de exibição Leitura em Tela Inteira, a barra
de títulos não será mostrada.

A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift+F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides.

INFORMÁTICA

Durante a apresentação de slides, as setas de direção permitem mudar o slide em exibição.


O Enter passa para o próximo slide. O ESC sai da apresentação de slides. Segurar a tecla CTRL
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e pressionar o botão principal (esquerdo) do mouse exibirá um “laser pointer” na apresen-
tação. Pressionar a letra C ou vírgula deixará a tela em branco (clara). Pressionar E ou ponto
final deixará a tela preta (escura).
A edição dos elementos textuais e parágrafos segue os princípios do editor de textos Word.
Nesse viés, os comandos também são os mesmos, como por exemplo, o Salvar em formato
PDF.
De acordo com o formato escolhido, alguns recursos poderão ser desabilitados.

FORMATO ANIMAÇÕES TRANSIÇÕES ÁUDIO VÍDEO HIPERLINKS


PPTX X X X X X
PPSX X X X X X
PDF – – – – X
MP4 X X X X X
JPG/PNG – – – – –

Tabela. Recursos disponíveis (X), recursos indisponíveis (–)

Importante!

O formato PDF é portável, e poderá ser usado em qualquer plataforma. Praticamente todos
os programas disponíveis no mercado reconhecem o formato PDF.

Confira a seguir os ícones do aplicativo, que costumam ser questionados em provas.

� Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5;

� A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pres-
sionando Shift+F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides;

� Apresentar on-line: transmitir a apresentação de slides para visualizadores remo-


tos que possam assisti-la em um navegador da Web;

� Apresentação de Slides Personalizada: criar ou executar uma apresentação de


slides personalizada. Uma apresentação de slides personalizada exibirá somente os slides
selecionados. Este recurso permite que você tenha vários conjuntos de slides diferentes
(por exemplo, uma sucessão de slides de 30 minutos e outra de 60 minutos) na mesma
apresentação;

� Configurar Apresentação de Slides: configurar opções avançadas para a apresen-


tação de slides, como o modo de quiosque (em que a apresentação reinicia após o último
slide, e continua em loop até pressionar ESC), apresentação sem narração, vários monito-
res, avançar slides etc.;

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� Ocultar Slide: ocultar o slide atual da apresentação. Ele não será mostrado durante
a apresentação de slides de tela inteira;

� Testar Intervalos: iniciar uma apresentação de slides em tela inteira na qual você
possa testar sua apresentação. A quantidade de tempo utilizada em cada slide é registrada
e você pode salvar esses intervalos para executar a apresentação automaticamente no
futuro;

� Gravar Apresentação de Slides: gravar narrações de áudio, gestos do apontador


laser ou intervalos de slide e animação para reprodução durante a apresentação de slides;

� Álbum de Fotografias: criar ou editar uma apresentação com base em uma série de
imagens. Cada imagem será colocada em um slide individual;

� Ação: adicionar uma ação ao objeto selecionado para especificar o que deve aconte-
cer quando você clicar nele ou passar o mouse sobre ele;

� Inserir número do slide: o número do slide reflete sua posição na apresentação;

� Inserir vídeo no slide: permite inserir um videoclipe no slide;

� Inserir áudio no slide: permite inserir um clipe de áudio no slide;

� Gravação de tela: gravar o que está sendo exibido na tela e inserir no slide;

� Formas: linhas, retângulos, formas básicas, setas largas, formas de equação, fluxogra-
ma, estrelas e faixas, textos explicativos e botões de ação.

Dica: o slide oculto existe na apresentação, aparece na edição, mas não é mostrado em
modo de apresentação de slides para o público.

Inserção de Objetos

Os objetos poderão ser inseridos no PowerPoint de diferentes maneiras. A mais simples


e óbvia é através da guia Inserir. Mas podemos adicionar também no slide, na guia Revisão
(Comentários) e até converter o que já existe na apresentação.
INFORMÁTICA

Lembre-se: objetos comuns, presentes em todos os programas do Microsoft Office, as Ilus-


trações (Imagem, SmartArt, Caixa de Texto) são itens pouco questionados em provas. Quando
aparecem em uma questão de PowerPoint, basta lembrar do ícone no Word, pois são iguais.
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Álbum de Fotografias

Novo Álbum de Fotografias permite criar ou editar uma apresentação com base em uma
série de imagens. Cada imagem será colocada em um slide individual.
Será possível selecionar fotografias de pastas, discos, inserir caixa de texto, mudar todas as
fotografias para preto e branco, acrescentar legendas abaixo das fotografias, ajustar ao slide,
ajustar a imagem (brilho, contraste, rotação) e associar um tema para a apresentação.

Ação

Adiciona-se uma ação ao objeto selecionado para especificar o que deve acontecer quando
você clicar nele ou passar o mouse sobre ele.
Destarte, faz-se possível associar um hiperlink para o próximo slide, slide anterior, primei-
ro slide, último slide, último slide exibido e finalizar a apresentação, tanto ao clicar como ao
passar o mouse sobre o objeto.
É factível relacionar um programa para ser aberto, uma macro (pequeno programa) para
ser executado ou outra ação do objeto. Dessa forma, associa-se um som para ser tocado (ou
interromper o som que estiver em execução) ao clicar no objeto ou passar o mouse sobre o
objeto.
As ações estão disponíveis na guia Inserir, grupo Links, ícone Ação.

Ademais, pode-se inserir uma ação no ícone Formas, tanto em Página Inicial, grupo Dese-
nho como em Inserir, Ilustrações, de maneira que apenas os ícones serão apresentados. Veja
a descrição de cada um a seguir.

108
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� Botões de Ação: Voltar ou Anterior; Avançar ou Próximo; Início; Final;

Página Inicial; Informações; Retornar; Filme; Documento; Som;

Ajuda; Personalizar.

Inserir Número do Slide

Disponível na guia Inserir, grupo Texto, esse comando permite Inserir o número do slide.
O número do slide reflete sua posição na apresentação.

Inserir Vídeo no Slide

Disponível na guia Inserir, grupo Mídia, permite inserir um videoclipe no slide. Poderá ser
um vídeo do arquivo (armazenado no computador), vídeo do site ou vídeo de Clipart. INFORMÁTICA

Inserir Áudio no Slide


109
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Disponível na guia Inserir, grupo Mídia, permite inserir um clipe de áudio no slide. Nesse
caso poderá ser um áudio do arquivo (armazenado no computador), áudio de Clipart ou Gra-
var áudio.

Inserir Formas

Disponível em Página Inicial, grupo Desenho, assim como em Inserir, Ilustrações, em For-
mas poderemos inserir Linhas, Retângulos, Formas Básicas, Setas largas, Formas de Equação,
Fluxograma, Estrelas e faixas, Textos explicativos e Botões de Ação.

Além do mais, todas as formas/objetos do slide poderão ser organizados, pode-se aplicar
estilos rápidos, definir a cor de preenchimento, contorno da forma e efeitos da forma (som-
bra, reflexo, brilho, bordas suaves, bisel, rotação 3D).

Organizar
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� Trazer para a Frente: trazer o objeto selecionado para frente de todos os outros objetos,
a fim de que nenhuma parte dele seja ocultada por outro objeto;
� Enviar para Trás: enviar o objeto selecionado para trás de todos os outros objetos;
� Avançar: trazer o objeto selecionado para a frente para que menos objetos fiquem à frente
dele;
� Recuar: enviar o objeto selecionado para trás para que ele fique oculto atrás dos objetos
à frente dele;
� Agrupar: unir dois ou mais objetos selecionados para que sejam tratados como um único
objeto;
� Desagrupar: separar um conjunto de objetos agrupados para que se tornem novamente
objetos individuais;
� Reagrupar: se executarmos o Desagrupar, o item Reagrupar se torna disponível, voltando
o Agrupamento;
� Alinhar: posiciona o objeto em relação às margens ou à grade do slide;

� Girar: permite alterar a posição do objeto, rotacionando em torno de seu próprio eixo;
� Painel de Seleção...: mostrar o Painel de Seleção para ajudar a selecionar objetos indivi-
duais e para alterar a ordem e a visibilidade desses objetos.

Lembre-se: os gráficos são representações visuais de dados numéricos. Todos os progra-


mas do Microsoft Office permitem a inserção de gráficos. Assim, é possível vincular uma
planilha de cálculos do Excel para exibição em uma apresentação de slides.

Animação e Transição de Slides

As animações são aplicadas aos objetos do slide. Possuem uma guia própria, mas no Painel
de Animação é que encontramos as opções de como eles estão configurados.
INFORMÁTICA

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Em Animações, grupo Visualização, ícone Visualizar, podemos visualizar as animações
neste slide, ou desativar a AutoVisualização das animações.
Já em Animações, grupo Animação, encontramos as opções de efeitos de entrada, saída e
ênfase, além das trajetórias de animação. As opções de Efeito permitem escolher a direção
que o efeito usará.
Por outro lado, em Animações, grupo Animação Avançada, encontramos Adicionar Ani-
mação, em que podemos escolher um efeito de animação para adicionar aos objetos selecio-
nados. A nova animação será aplicada após qualquer animação já existente no slide.
O Painel de Animação permite visualizar e organizar as animações no slide, possibilitando
definir animações personalizadas.
Em Disparar podemos definir uma condição inicial especial para uma animação. Você
pode definir uma animação para iniciar depois de clicar em uma forma ou quando a repro-
dução da mídia alcançar um indicador.
No Word temos o Pincel de Formatação (assim como no PowerPoint, guia Página Inicial)
com o objetivo de copiar a formatação de um local e aplicar em outro. No PowerPoint temos
o Pincel de Animação (Alt+Shift+C), que pode Copiar a animação de um objeto e aplicá-la a
outro objeto.
Todos os itens comentados neste tópico estão no Painel de Animação (que apresenta a Linha
do tempo avançada).

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� Como vimos, no PowerPoint temos o Pincel de Animação (Alt+Shift+C), que pode Copiar a
animação de um objeto e aplicá-la a outro objeto;
� Ícone do mouse no Painel de Animação: a animação será executada ao clicar;
� Ícone de relógio no Painel de Animação: a animação será executada após a anterior;
� Ausência de ícones no Painel de Animação: a animação será executada com a anterior.

Sequência de
animação

Início da animação: ao clicar (mouse),


com o anterior (sem ícone) ou após o
anterior (cronômetro)

Dica
INFORMÁTICA

O Painel de Animações é um dos itens mais questionados em questões de PowerPoint.


Através dele você poderá controlar cada um dos efeitos de animação de cada um dos
objetos existentes no slide.

Em Animações, grupo Intervalo, tem-se o ícone Iniciar “ao clicar”; nele, pode ser defini-
do o Intervalo de Tempo da Animação, que pode escolher quando uma animação iniciará a

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execução. As animações podem começar após um clique do mouse, ao mesmo tempo em que
a animação anterior, ou após a conclusão da animação anterior.
Além disso, ainda em Animações, grupo Intervalo, existe o ícone Duração da Animação,
para especificar a duração de uma animação.
Já em Animações, grupo Intervalo, temos o ícone Atraso da Animação, para executar a
animação após um determinado número de segundos. E finalmente, em Reordenar anima-
ção, pode-se “Mover Antes” — mover a animação atual para executá-la mais cedo ou “Mover
Depois” — mover a animação atual para executá-la mais tarde.
Em Opções do Efeito, o usuário pode associar um som para a animação, configurar para
que um áudio seja executado durante toda a apresentação, entre outros.
Se existir uma animação, ela aparecerá no Painel de Animação. O número na frente indica a
ordem da animação. No exemplo acima, encontram-se 7 objetos com animação de entrada, em
4 momentos de animação “ao clicar”.
Observe que na animação, antes e depois da animação, 4 dos objetos possuem um “reló-
gio”, e isso quer dizer que elas acontecem “após o anterior”. A quinta animação na lista está
alinhada com o término da quarta animação, este é o padrão. Enquanto isso, a última anima-
ção na lista está “distante” do término da penúltima animação, o que significa que ela tem
Atraso.
A animação depois da animação 3 não possui ícone. Isso significa que ela acontecerá ‘com
o anterior’, simultaneamente à animação 3. O traço vertical nas duas últimas animações mos-
tra que elas estão associadas entre si.
Um traço vertical durante o comando Visualizar mostra em que momento está a sequência
das animações.

TRANSIÇÕES ENTRE SLIDES

De forma semelhante ao item Animações, as Transições também possuem uma guia espe-
cífica. As transições são efeitos de animação aplicados na mudança dos slides, quando avan-
çamos a apresentação.
A principal diferença para a guia Animações é a possibilidade de criar apresentações com
passagem automática de slides, após um determinado tempo. Para fazer isso, basta atribuir
um valor em Após, no item Avançar Slide, grupo Intervalo, da guia Transições.

A seguir, uma imagem com todas as opções de Transição para este slide, disponível no
PowerPoint.

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� Transições: grupo Sutil = Recortar, Esmaecer, Empurrão, Revelar, Dividir, Revelar, Bar-
ras Aleatórias, Forma, Descobrir, Cobrir, Piscar;
� Transições = grupo Empolgante: Dissolver, Xadrez, Persianas, Relógio, Ondulação, Col-
meia, Brilho, Vórtex, Rasgar, Alternar, Inverter, Galeria, Cubo, Portas, Caixa, Zoom;
� Transições: grupo Conteúdo Dinâmico = Panorâmica, Roda Gigante, Transportadora,
Girar, Janela, órbita, Voar Através.

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E APRESENTAÇÃO


DO PACOTE DO PACOTE LIBREOFFICE 7

WRITER

Controle de Quebras e Numeração de Páginas

As quebras são divisões no documento. Poderão ser simples, como as quebras de linhas –
mudança de linha sem “abandonar” a formatação do parágrafo atual –, ou complexas, como
as quebras de seção.
INFORMÁTICA

A quebra de coluna, por exemplo, permite mudar de coluna sem a necessidade de teclar
Enter (para adição de linhas em branco) na coluna atual. A quebra de página, por sua vez,
inicia uma nova página, sem a necessidade de teclar Enter até finalizar a página atual. Ao
mudar de página, é possível reiniciar a numeração de páginas, com uma nova seção.
No LibreOffice Writer e no OpenOffice Writer, elas estão disponíveis. No entanto, com uma
sutil diferença.
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O LibreOffice Writer faz o mesmo que o Apache OpenOffice Writer. Entretanto, o LibreOffice
está na versão 7 e o OpenOffice, na versão 4. Portanto, há algumas diferenças específicas entre
eles.
No LibreOffice Writer, estão em Inserir, Inserir quebra de página e Mais quebras. Quebra
de linha manual e quebra de coluna.

LibreOffice Writer – menu Inserir, opção “Mais quebras”, item “Quebra manual”

No Apache OpenOffice Writer, estão em Inserir, Quebra manual..., com as opções Quebra
de linha, Quebra de coluna e Quebra de página.

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Apache OpenOffice Writer, menu Inserir, opção “Quebra manual”

A numeração de páginas permite associar números, letras ou algarismos romanos, para


numerar as páginas do documento. Com o uso de seções, é possível reiniciar ou alterar o for-
mato ao longo do documento.
Ao contrário do Microsoft Word, o editor de textos mais conhecido dos candidatos, no qual
se insere o número de página em uma região predeterminada, como o cabeçalho ou rodapé,
sendo necessário alterar o local caso deseje inserir o número em outra posição da página, no
aplicativo Writer, o número da página será inserido no local do cursor.
Em outras palavras, no Microsoft Word, o número da página é inserido no local “espera-
do”. No Writer, o número da página é inserido no local atual. Portanto, basta posicionar o
cursor antes de inserir o número de página.
No LibreOffice, “Número da página” é uma opção do menu Inserir.

INFORMÁTICA

117
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LibreOffice Writer, menu Inserir, opção “Número da página”

No Apache OpenOffice, “Número de página” é uma opção de “Campos”, disponível no menu


Inserir.

Apache OpenOffice Writer, menu Inserir, item Campos

LEGENDAS

A legenda, disponível no menu Inserir, opção Legenda, permite inserir um texto que acom-
panhará outro elemento do documento, como um Desenho, Ilustração, Tabela ou Texto. No
entanto, as legendas não são apenas textos que acompanham objetos, mas textos numerados
e atualizados automaticamente ao longo do documento.
São utilizadas para a criação de um índice de ilustrações, numerando os objetos com as
respectivas páginas onde estão inseridos.
118
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Por exemplo, ao utilizar tabelas em um documento, a primeira delas terá a legenda “Tabe-
la 1”, a segunda terá, como legenda, “Tabela 2” e, assim, por diante. É possível manter a legen-
da Automática ou AutoLegenda, possibilitando a numeração automática de novos objetos
que forem inseridos no documento.

Caixa de diálogo do menu Inserir, Legenda.

ÍNDICES

Ao contrário do Word, que tem a guia Referências exclusiva para trabalhar com índices, o
Writer possui as opções de indexação dos estilos do documento em Inserir.
No menu Editar, temos as opções para a edição dos elementos que já foram inseridos no
documento, como as notas e referências bibliográficas.
Os estilos estão disponíveis no exclusivo menu Estilos, do LibreOffice, para a personaliza-
ção do formato de texto das referências bibliográficas, que não está disponível no Apache
OpenOffice Writer.

Importante!
Existem diferentes tipos de índices que poderão ser escolhidos na opção “Índice”. No
entanto, o mais questionado em provas é o índice principal do documento, o “Sumário”.
INFORMÁTICA

Os índices podem ser construídos a partir dos Estilos usados na formatação do texto ou
posteriormente, através da adição manual de itens.

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LibreOffice Writer – menu Inserir, “Sumário e índices”

Apache OpenOffice Writer – menu Inserir, opção “Índices e sumários”

Inserção de Objetos

O menu Inserir contém os elementos que poderão ser adicionados ao documento do Wri-
ter. Alguns elementos são conhecidos do público com um determinado nome (do Word), toda-
via, no Writer, possui outra denominação.
É importante ter em mente que aplicativos que são semelhantes na finalidade, como o
Word e o Writer, oferecem os mesmos recursos, podendo apresentar nomes diferentes.
A tabela a seguir procura enumerar os itens que estão no menu Inserir e o correspondente
ao Microsoft Word, para facilitar a compreensão.

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MICROSOFT
LIBREOFFICE WRITER APACHE OPENOFFICE
WORD
Ilustrações,
Arquivo de imagem Figura... Figura
Imagem

Representação de Gráfico.. Objeto, Ilustrações,


Gráfico...
dados Gráfico Gráficos

Texto, Caixa de
Caixa de texto Caixa de texto Texto (barra de Desenho)
Texto

Texto Artístico Fontwork... Fontwork Texto, WordArt

Comentários Anotação Anotação Comentários

Hiperlink Hiperlink... Hyperlink Inserir, Links

Caractere
Símbolos Caractere especial... Inserir, Símbolos
especial...

Campos Predefinidos

Os campos são informações adicionadas ao documento que poderão ser atualizadas. A


cada vez que o documento é aberto, os campos atualizáveis (como data e hora) serão atuali-
zados. Essa opção é indicada para manter o controle de impressão do documento, pois cada
nova impressão contará com a atualização dessas informações.
O LibreOffice Writer faz o mesmo que o Apache OpenOffice Writer. Entretanto, o LibreOffice
está na versão 7 e o OpenOffice na versão 4. Os elementos disponíveis são os mesmos, mas
podem mudar de nome ou de posicionamento nos menus de cada editor de textos.

� São exemplos de informações:

„ dados do documento;
„ autor;
„ total de páginas;
„ referências cruzadas;
„ banco de dados para mala direta;
„ funções;
„ variáveis.

A lista completa de opções é exibida na caixa de diálogo acionada com Ctrl+F2.


INFORMÁTICA

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LibreOffice Writer – menu Inserir, Campo

Apache OpenOffice Writer – menu Inserir, Campos

Caixas de Texto

O LibreOffice Writer permite a inserção de formas que contém textos por meio de duas
opções:

� caixa de texto (no menu Inserir);


� textos explicativos (opção do item Formas, no menu Inserir).

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LibreOffice Writer, menu Inserir, opção “Caixa de texto”

A primeira opção possibilita desenhar o objeto que terá o conteúdo no formato textual e a
segunda opção é usada para inserir “balões explicativos” no documento.
Um dos recursos que apresenta maior utilidade no editor de textos é a Caixa de Texto.
Ele possibilita a inserção de conteúdos que serão visualizados e impressos. Para adicionar
elementos textuais que não são impressos na configuração padrão, poderão ser usados Ano-
tações (comentários) e Controle de Alterações (notas do editor).
No Apache OpenOffice Writer, a caixa de texto é uma opção da barra de desenho. Portanto,
deve-se ativar a sua exibição (menu Exibir, Barra de Ferramentas, Desenho) e, em seguida,
escolhe-se o ícone Texto. Depois basta desenhar a caixa de texto no documento.

Apache OpenOffice Writer, barra de ferramentas Desenho, ícone “Texto”

Após inserir uma caixa de texto, os controles de alinhamento e conteúdo estarão dispo-
INFORMÁTICA

níveis na barra de ferramentas de formatação, como “Propriedades do objeto de desenho”.


Para a formatação do Writer, a caixa de texto é um objeto gráfico do tipo desenho, com pro-
priedades especiais, como o alinhamento e o posicionamento no documento.

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Nova Concursos

Caixa de Texto inserida e selecionada no LibreOffice Writer

Nova Concursos

Caixa de Texto inserida e selecionada no Apache OpenOffice Writer

CALC

Impressão

O Apache OpenOffice Calc e o LibreOffice Calc possuem a opção Formatar/Intervalos de


Impressão, que é exclusiva do aplicativo editor de planilhas de cálculos. Com essa opção,
o usuário poderá definir um trecho de células adjacentes de um intervalo para que sejam
impressas, ignorando as demais.
O intervalo definido poderá ter novas células adicionadas, poderá ser removido (voltando
124 a imprimir toda a planilha) ou editado.
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Figura: Apache OpenOffice Calc, menu Formatar, opção “Intervalos de impressão”

O item Impressão, em planilhas de cálculos, não está relacionado apenas ao atalho de


teclado Ctrl+P, que permite o envio da planilha para a impressora. Nas planilhas de cálculos,
o item Impressão define os elementos e intervalos que serão impressos, como o conteúdo do
Cabeçalho e Rodapé.
Ao editar o intervalo de impressão, é possível escolher as linhas que serão repetidas em
todas as páginas impressas e as colunas que serão repetidas na impressão. Essas opções
são especialmente úteis em planilhas com muito conteúdo, por permitirem a identificação
das informações impressas nas diversas páginas. Na planilha em edição, isso não mudará a
visualização, somente na impressão.

Figura: Caixa de diálogo “Editar intervalos de impressão”, para escolha dos elementos que serão impressos
(células, linhas de título, colunas de título)
INFORMÁTICA

Inserção de Objetos

Assim como no Microsoft Excel, os intervalos e as células poderão ser nomeados. Portanto,
ao invés de usar o endereço ou referência da célula, será possível usar um nome. Essa opção
não é muito comum em concursos públicos, sendo mais utilizada no dia a dia de um colabo-
rador em uma empresa ou repartição. 125
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Outro elemento que é diferente do editor de textos é a opção Tabela Dinâmica. Uma tabela
dinâmica é uma tabela construída com elementos dinâmicos, como linhas, colunas e células,
que poderão ser adicionados para a elaboração de um novo cenário.

Figura: Caixa de diálogo para escolha da origem dos dados da Tabela Dinâmica

Para a criação de uma tabela dinâmica, o usuário poderá usar uma seleção da planilha
atual, um intervalo nomeado (pela opção do menu Inserir, Intervalo nomeado) ou uma fonte
de dados externa registrada no LibreOffice/OpenOffice.
Com a atualização das informações nos locais de origem, a tabela dinâmica será atualiza-
da “em tempo real”.
As demais opções do menu Inserir, para a adição de objetos no documento (planilha) em
edição, são semelhantes ao Writer.

Figura: Com “Intervalo nomeado ou expressão”, nomes são associados ao conteúdo

Campos Predefinidos

No Writer, editor de textos do pacote de aplicativos, as opções de campos incluem ele-


mentos do documento como informações exclusivas da edição. Nas planilhas de cálculos, os
campos são restritos a Título, Nome da planilha e Data.
Como o Calc não considera algumas informações como campos, elas poderão ser adicio-
nadas na planilha em edição por atalhos de teclado ou comandos do menu Inserir. A hora do
computador é um exemplo. Ela poderá ser adicionada com o atalho de teclado Ctrl + Shift +
vírgula e se torna um campo atualizável.

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Figura: Menu Inserir, opção “Campo”

Controle de Quebras e Numeração de Páginas

Com menos opções, o controle de quebras no Calc envolve apenas a “Quebra manual de
linha” para inserir várias linhas de textos em uma célula e a “Quebra manual de coluna”.
A numeração de páginas é muito diferente do Writer. Enquanto no editor de textos temos
várias opções para controle da numeração de páginas, inserindo no local desejado, no Calc
(planilha de cálculos), ela é um elemento dentro da Formatação de Página.
Após acessar o menu Formatar, opção Página, o usuário deve escolher a guia na qual dese-
ja inserir o conteúdo (Cabeçalho ou Rodapé), clicar no botão Editar e escolher o local para
inserção do número da página.
O usuário poderá escolher a exibição do texto “Página x” ou “Página X de Y” com o total
de páginas existentes, ou ainda combinar a numeração de páginas com outro identificador
(como o nome da planilha).

INFORMÁTICA

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Figura: Caixa de diálogo Rodapé, para inserir número de página na planilha impressa

Obtenção de Dados Externos

Disponível no menu Exibir, Fonte de Dados (atalho de teclado F4, no OpenOffice) e no menu
Exibir, Fontes de Dados (atalho de teclado Ctrl + Shift + F4, no LibreOffice), permite a escolha
de um banco de dados externo para fornecer informações para a planilha em edição.
Atenção! Caso o edital do concurso solicitar Banco de Dados, Computação na Nuvem ou
BigData (Transformação Digital), o item “Obter dados externos” é questionado com exemplos
práticos. Em outros editais, serão apenas conceitos nas questões da prova.
Uma área de trabalho será exibida na parte superior da planilha, permitindo a escolha de
banco de dados, campos, tabelas e consultas que serão reutilizados na planilha atual. Antes
da inserção dos registros, o usuário poderá trabalhar com os dados, ordenando, filtrando,
incluindo ou excluindo informações.

Figura: Painel de dados exibido abaixo da barra de ferramentas e antes da planilha

Observe a tabela a seguir, que mostra recursos semelhantes com nome ou localização
diferenciados:

APACHE OPENOFFICE MICROSOFT


LIBREOFFICE CALC
CALC EXCEL
Página Inicial,
Totalização Dados, Subtotais Dados, Subtotais
Subtotal
Página Inicial,
Formatação Formatar, Formatação
Formatar, Condicional Formatação
Condicional Condicional
Condicional
Filtro de valores Dados, Mais filtros Dados, Filtro Dados, Filtro
Dados, Esquema,
Agrupar valores Dados, Esquema, Agrupar Dados, Agrupar
Agrupar
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Classificação Dados, Ordenar Dados, Classificar Dados, Classificar

Classificação de Dados

Conforme observado na tabela comparativa, enquanto o LibreOffice chama de Ordenar,


o OpenOffice chama de Classificar. Entretanto, é a mesma opção, com os mesmos comandos.
Ao classificar, é possível escolher três chaves de ordenação. A chave de ordenação é a
coluna, que poderá ser ordenada de forma crescente (ou ascendente) e decrescente (ou
descendente).
Nas opções, é possível diferenciar maiúsculas de minúsculas.
Na opção “O intervalo contém rótulos de coluna”, a primeira linha não entrará na ordena-
ção, por ser considerado o título de cada coluna.
A Direção define se ela será vertical (de cima para baixo por linhas) ou horizontal (da
esquerda para a direita por colunas).

INFORMÁTICA

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Figura: Caixa de diálogo Ordenar, no Calc, para classificação dos dados

Um pouco diferente do Microsoft Excel, a classificação de dados no Calc ordenará primeiro


os valores lógicos (Falso, Verdadeiro), depois os valores numéricos, as datas e, por último, os
textos existentes nas células.

IMPRESS

Anotações

Disponível no menu Inserir, com atalho de teclado Ctrl+Alt+C, as Anotações são comentá-
rios que poderão ser adicionados na apresentação de slides. Nas versões antigas, o atalho era
diferente e foi atualizado.
Elas aparecem como quadros flutuantes no slide e podem ser editadas e excluídas. Ao
optar pela exclusão, é possível excluir apenas a anotação atual, todas as anotações sem autor
e todas as anotações da apresentação de slides.

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Menu Inserir, item Anotação. A diferença está no ícone.

Régua

Disponível no menu Exibir, a opção Régua (OpenOffice) e Réguas (LibreOffice) exibirá,


na área de trabalho do slide, tanto na parte superior como na lateral esquerda, uma régua
numerada com centímetros.
O objetivo da régua é auxiliar no posicionamento dos objetos dentro do slide, facilitando o
alinhamento quando o usuário realizar a movimentação com o mouse. Para movimentar os
objetos, o usuário mantém pressionado o botão principal do mouse no objeto, arrastando-o
para a nova posição.

Menu Exibir, item “Réguas” no LibreOffice e “Régua” no OpenOffice


INFORMÁTICA

Dica
Elementos que possuem nomes muito semelhantes, não costumam ser questionados em
provas. Por apresentarem semelhança nos nomes dos comandos, mas não serem exa-
tamente iguais, por causa das diferentes versões. Quando são questionados em provas,
recebem recursos contra o gabarito preliminar.
� Essa dica vale tanto para o item “Réguas”, quanto para o próximo item “Guias”.
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Guias

Disponível no menu Exibir, a opção Guias é diferente entre os aplicativos.


No LibreOffice Writer, encontramos “Grade e linhas guias”, para exibição de um quadricu-
lado de orientação para o posicionamento dos objetos e “Guias de alinhamento” que permi-
tem o posicionamento dos objetos de forma quase automática.

Menu Exibir, no LibreOffice, opções de guias e grades

No Apache OpenOffice, temos a opção “Grade” e a opção “Guias”. Na prática, elas produzi-
rão os mesmos resultados visuais e práticos, apresentando, apenas, denominações diferentes
entre os programas.

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Menu Exibir, no Apache OpenOffice, opções de grades e guias.

Cabeçalhos e Rodapé

Disponível no menu Inserir, a opção “Cabeçalho e rodapé” permite a configuração dos


elementos que serão exibidos nos slides.

Menu Inserir, item Cabeçalho e Rodapé. Caixa de diálogo em exibição.

No slide, podemos incluir a data e hora (rodapé, lado esquerdo), texto do rodapé (área cen-
tral) e número do slide (rodapé, lado direito). É interessante observar que o slide não possui
cabeçalho.

Data e Hora Rodapé Número do slide

Elementos impressos no rodapé de um slide. Slide não tem cabeçalho.


INFORMÁTICA

Em Notas e Folhetos, temos Cabeçalho e Rodapé.


As Notas são os slides exibidos para o narrador da apresentação, com o slide “em cima”
e as anotações “embaixo”. Os Folhetos representam o layout da impressão de slides. Para
ambos, o texto do cabeçalho é posicionado em cima e à esquerda; a data e hora é posicionada
no lado direito; o texto do rodapé é posicionado embaixo e à esquerda e, por fim, o número
do slide é posicionado no lado direito.

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Cabeçalho Data e Hora

Rodapé Número do slide

Elementos impressos no cabeçalho e rodapé de uma Nota ou Folheto

Botões de Ação

Esta denominação é reservada ao Microsoft PowerPoint. No LibreOffice/OpenOffice é cha-


mado de Interação e está disponível no menu Formatar (LibreOffice) e no menu Apresenta-
ção de slides (Apache OpenOffice).
Com o recurso “Interação”, o usuário pode associar uma ação ao objeto, que será executa-
da quando o usuário clicar nele.

Menu Formatar, item Interação, no LibreOffice Impress

Menu Apresentação de slides, item Interação, no Apache OpenOffice

� Ações disponíveis no recurso Interação:

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„ sem ação (nenhum evento ocorrerá ao clicar no objeto);
„ ir para o slide anterior (em relação ao slide atual);
„ ir para o próximo slide (em relação ao slide atual);
„ ir para o primeiro slide;
„ ir para o último slide;
„ ir para página ou objeto (escolher o destino);
„ ir para o documento (escolher o destino);
„ reproduzir áudio (escolher o arquivo de mídia);
„ executar programa (escolher o programa);
„ executar macro (escolher o código programado);
„ sair da apresentação (finalizar a exibição da apresentação).

As ações disponíveis no recurso Interação serão executadas quando a apresentação de


slides estiver em modo de exibição para o público. Enquanto a apresentação está sendo ela-
borada, as interações não são executadas.

Animação

A Animação é um efeito visual que é associado a um objeto do slide. Está disponível no


LibreOffice Impress no menu Exibir, opção Animação.
Uma Animação poderá ser de Entrada (para apresentação do objeto), de Ênfase (destaque),
Saída (para retirada do objeto), Caminhos de movimento (por onde o objeto irá “passar”
durante a animação) e Efeitos diversos.

INFORMÁTICA

Menu Exibir, item Animação, no LibreOffice Impress

No Apache OpenOffice Impress, as Animações poderão ser adicionadas pelo menu Apre-
sentação de slides, opção “Animação personalizada”.

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Menu Apresentação de slides, item Animação personalizada, no Apache Impress

Para cada animação, é possível definir a velocidade (Muito rápida, Rápida, Média, Lenta
ou Muito lenta) e se haverá visualização automática do efeito enquanto o slide está sendo
elaborado.
Após escolhida a Animação, ela será inserida na lista do “Painel de Animação”, que permi-
te reordenar e alterar os efeitos visuais aplicados aos objetos.
Apenas o LibreOffice Impress exibe um indicador de animação no slide, na miniatura apre-
sentada no Painel de Slides. Uma seta de mouse com uma estrela, indica que aquele slide
possui, pelo menos, um objeto com animação personalizada.

Slide com animação (apenas LibreOffice)

Transição de Slides

A Transição de Slides é um efeito visual que é associado ao slide.


No LibreOffice Impress, está no menu Exibir (e no menu Slide exclusivo do LibreOffice). No
Apache OpenOffice Impress, está no menu Apresentação de Slides.

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Menu Exibir, item “Transição de slides”, no LibreOffice Impress

Menu “Apresentação de slides”, item “Transição de slides”, no Apache Impress

Para cada transição, é possível definir o tempo (item “Duração”, o qual informa o tempo
que demora para passar de um slide para outro), um áudio (Som) e como será a passagem dos
slides (manualmente, “ao clicar no mouse” ou, automaticamente, “após N segundos”).
No LibreOffice, uma estrela será exibida ao lado do slide para informar que, ali, existe uma
Transição de slides. No Apache OpenOffice, uma forma geométrica será exibida ao lado do
slide.
INFORMÁTICA

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LibreOffice slide com transição. Ícones sinalizadores.

Apache OpenOffice slide com transição. Ícones sinalizadores.

HORA DE PRATICAR!
1. (Instituto AOCP — 2022) Acerca dos conceitos básicos sobre informática, é correto afirmar que

a) 01 Megabyte é uma unidade de medida computacional que equivale a 2000 Bytes.


b) um mouse com conexão do tipo PS2 é classificado como um periférico de entrada.
c) o dispositivo de armazenamento do tipo Pendrive tem capacidade máxima de 01 Gigabyte ou
1024 arquivos.
d) ABNT e ABNT2 representam portas de conexão que podem ser utilizadas por impressoras ou
scanners.
e) crossover é o termo utilizado quando um cabo do tipo fibra óptica sofre uma ruptura parcial
cruzada.

2. (Instituto AOCP — 2019) O mouse é um periférico que permite alterar dados no computador atra-
vés de movimentações e cliques do ponteiro. Assinale a alternativa que apresenta duas cone-
xões válidas para esse tipo de periférico.

a) HDMI e PCI.
b) USB e DB9.
c) AGP e PCIe.
d) USB e RJ45.

3. (Instituto AOCP — 2022) A versão mais recente do Microsoft Windows 10, além do tradicional
Microsoft Paint – um software utilizado para a criação de desenhos simples e também para a
edição de imagens – possui outra versão mais elaborada conhecida como

a) Paint Ultra.
b) Paint Professional.
c) Paint 3D.
d) Paint Alfa.
e) Paint PRO.

4. (Instituto AOCP — 2022) No Sistema Operacional Microsoft Windows 10, versão em português
em sua instalação padrão, para fechar uma janela ativa, ou seja, a que está sendo utilizada, basta
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utilizar qual combinação de teclas? Obs.: O caractere “+” foi utilizado apenas para interpretação
da questão.

a) Ctrl + Q
b) Alt + F4
c) Ctrl + F1
d) Alt + F
e) Ctrl + H

5. (Instituto AOCP — 2021) Por segurança, na SANESUL, os usuários das estações de trabalho são
orientados a deixarem seus computadores bloqueados quando houver necessidade de se ausen-
tarem temporariamente de suas mesas.

A tecla de atalho para bloqueio do computador que esses usuários podem utilizar é (Obs.: o
caractere + foi utilizado apenas para interpretação)

a) Ctrl + C
b) Shift + Insert
c) Logo Windows + L
d) Home + @
e) Alt + H

6. (Instituto AOCP — 2022) Assinale a alternativa que apresenta um tipo de gráfico válido no progra-
ma Word do Microsoft 365, versão em português do Brasil.

a) Arranjos.
b) Financeiro.
c) Ações.
d) Ascendente.
e) Aritmético.

7. (Instituto AOCP — 2021) O recurso classificar do MS-Word permite

a) organizar o texto selecionado em ordem alfabética ou numérica.


b) classificar o texto selecionado em letras maiúsculas e minúsculas.
c) realizar a contagem de palavras e caracteres do texto selecionado.
d) criar uma cópia do texto selecionado em ordem alfabética ou numérica.
e) comparar dois trechos de texto selecionados para ver diferenças entre eles.
INFORMÁTICA

8. (Instituto AOCP — 2022) No Excel do Microsoft 365, versão em português do Brasil, qual das
funções retorna o número de combinações de um determinado número de objetos?

a) COMBINA
b) COMPLEXO
c) CONCAT
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d) COMBIN
e) CONFIDENCE

9. (Instituto AOCP — 2021) Um colega de trabalho necessita utilizar uma fórmula do MS-Excel que
conta o número de células que não estão vazias em um intervalo determinado. Para tanto, ele lhe
pediu ajuda.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a fórmula básica que você indicou a esse
colega.

a) =[Link]ÃO()
b) =NÚ[Link]()
c) =[Link]()
d) =CONTA()
e) =SOMASE()

10. (Instituto AOCP — 2021) Você necessita fazer uma apresentação no MS-Powerpoint. Para tanto,
precisa conhecer alguns recursos dessa ferramenta. Diante desse cenário, assinale a alternativa
que apresenta corretamente um recurso disponível no MS-Powerpoint e que lhe pode ser útil no
uso.

a) O MS-Powerpoint possibilita o reaproveitamento, ou reuso, seletivo de slides pertencentes a


outras apresentações.
b) O MS-Powerpoint permite diferentes tipos de transição de slides, embora, uma vez salvo o arqui-
vo, não seja mais possível modificar as transições já estabelecidas.
c) O MS-Powerpoint, quando instalado em um computador ou notebook com o Windows em
Língua Portuguesa, instala automaticamente o suporte a diferentes linguagens e as utiliza
simultaneamente.
d) É possível realizar a comparação de um arquivo do MS-Powerpoint com arquivos além do próprio
“.pptx”, como do “.docx” do MS-Word.
e) O MS-Powerpoint permite a edição automática de arquivos do tipo PDF.

11. (Instituto AOCP — 2021) Um indivíduo fez uma apresentação que pode ser usada para formatar
futuras apresentações, também conhecidas como modelos de design. Sabendo disso, assinale
a alternativa que apresenta a extensão do arquivo salvo por esse indivíduo.

a) .pptx
b) .pptm
c) .pdf
d) .ppt
e) .potx

12. (Instituto AOCP — 2022) Acerca dos conhecimentos básicos de internet, os termos DOWNLOAD,
UPDATE e WIRELESS representam, respectivamente:

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a) enviar, baixar e internet.
b) enviar, backup e rede sem fio.
c) sincronizar, rede sem fio e backup.
d) baixar, formatar e sincronizar.
e) baixar, atualizar e rede sem fio.

13. (Instituto AOCP — 2021) No cenário tecnológico atual, existem dispositivos que incorporam
hardware e software com o objetivo de conectar e promover a troca de dados com outros dispo-
sitivos e sistemas pela internet. Tais dispositivos variam de objetos domésticos a ferramentas
industriais bastante sofisticadas.

Assinale a alternativa que apresenta o nome dessa tecnologia.

a) Internet das coisas.


b) Tecnolgia 5G.
c) Banco de dados.
d) Data center.
e) Nuvem.

14. (Instituto AOCP — 2019) A INTRANET é uma rede com acesso restrito, por exemplo, aos fun-
cionários de uma instituição e que utiliza recursos dentro dos limites da rede. Sobre INTRANET,
assinale a alternativa correta.

a) Intranets funcionam de forma similar à Internet, porém de forma privada.


b) Todos os recursos da Intranet podem ser acessados, por padrão, externamente, através de
senhas de acesso pré-configuradas.
c) Cada máquina em uma intranet deve ter um IP universal.
d) Uma impressora de rede para ser acessada pelas máquinas de uma intranet deve possuir um IP
universal.
e) [Link] e [Link] são IPs válidos dentro de uma mesma intranet.

15. (Instituto AOCP — 2020) Assinale a alternativa que apresenta os parâmetros da Infraestru-
tura de Chaves Públicas Brasileira que devem ser atendidos para que o correio eletrônico seja
aceito como documento original e tenha valor documental.

a) Estrutura, visibilidade e suficiência judicial.


b) Conformidade, legibilidade e transparência.
c) Uniformidade, dimensionamento e atestado.
d) Integridade, autenticidade e validade jurídica.
INFORMÁTICA

e) Totalidade, profissionalismo e utilidade jurídica.

16. (Instituto AOCP — 2021) Existe uma forma de vírus usada por cibercriminosos com o objetivo de
se replicar e usar as redes de computadores para se espalhar, podendo roubar ou excluir dados.

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Assinale a alternativa que apresenta o nome desse tipo de vírus.

a) Backdoor.
b) Rootkit.
c) Cavalo de troia.
d) Worm.
e) Trojan.

17. (Instituto AOCP — 2021) Código malicioso, semelhante ao Worm e que é composto por meca-
nismos de comunicação com o invasor permitindo que o dispositivo infectado possa ser remo-
tamente controlado.

Essas são características de

a) Bot.
b) Espião.
c) Screenlogger.
d) Adware.
e) Bomba lógica.

18. (Instituto AOCP — 2021) Como é chamado o dispositivo responsável por interceptar e gerenciar
o tráfego de dados em uma ou mais redes?

a) Firewall.
b) Hub.
c) Conversor Óptico.
d) Adaptador Ethernet.
e) Servidor MAPI.

19. (Instituto AOCP — 2019) Qual das seguintes alternativas está relacionada com a segurança da
informação?

a) Scrum.
b) Firmware.
c) Firewall.
d) MySQL.

20. (Instituto AOCP — 2020) O uso de técnicas de backup e restauração é fundamental para garantir
a segurança dos registros armazenados no banco de dados. Sobre backup, assinale a alternati-
va correta.

a) A técnica de backup incremental registra apenas as mudanças ocorridas após o backup anterior.
b) A técnica de backup baseada em replicação de dados em diversos locais é a mais eficiente, ten-
do em vista que seu uso dispensa a utilização de qualquer outra forma de backup.

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c) O backup completo é uma técnica legada de fazer backup e não deve ser utilizado em banco de
dados modernos.

d) A técnica de backup lógico consiste em gerar cópias dos arquivos físicos do banco de dados
presente no diretório de dados, fato que aumenta sua velocidade de gravação.

e) A única forma de backup que substitui todas as outras técnicas é o log binário, pois ele faz o
registro de todas as operações SELECT, INSERT, DELETE e UPDATE ocorridas no banco de dados.

 GABARITO

1 B

2 B

3 C

4 B

5 C

6 C

7 A

8 D

9 C

10 A

11 E

12 E

13 A

14 A

15 D

16 D

17 A

18 A

19 C

20 A

ANOTAÇÕES
INFORMÁTICA

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