A palestra intitulada “O uso da IA no poder judiciário para
o recebimento e processamento dos recursos no STJ e
STF”, ministrada pela Dra. Jacqueline Clemente dos
Santos, abordou o impacto da inteligência arti cial na
moder nização do sistema judiciário brasileiro,
especialmente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no
Supremo Tribunal Federal (STF).
A palestrante, mestre em Direito Político e Econômico
p e l a U n i v e r s i d a d e P re s b i t e r i a n a M a c k e n z i e e
pesquisadora nas áreas de Direito Penal Econômico,
Justiça Penal Internacional e Tecnologia Jurídica, discutiu
como ferramentas de IA têm sido aplicadas para agilizar o
trâmite processual, otimizar a triagem de recursos e
reduzir a sobrecarga de processos, sem desconsiderar os
desa os éticos e jurídicos da automação.
Em síntese, o evento destacou a transformação
tecnológica no Judiciário, os benefícios da automação
para a e ciência judicial e a necessidade de conciliar
inovação com as garantias constitucionais e os princípios
do devido processo legal.
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A palestra, realizada no dia 25 de setembro às 20h,
contou com o relato da egressa Dra. Rochele Oliveira e
foi organizada pelo Núcleo de Prática Jurídica da Estácio.
Durante o encontro, a convidada compartilhou sua
trajetória acadêmica e pro ssional, destacando os
desa os enfrentados durante a graduação em Direito e a
transição para o exercício da advocacia.
A Dra. Rochele enfatizou a importância da dedicação aos
estudos, da participação em atividades práticas e da
atualização constante como fatores decisivos para a
inserção e consolidação no mercado jurídico.
O evento teve como objetivo motivar os estudantes de
Direito, apresentando exemplos reais de superação e
sucesso pro ssional após a formação.
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A palestra “Judicialização da Saúde no Brasil: desa os
para o SUS e o Judiciário”, ministrada por Clenio Schulze
no dia 6 de outubro, abordou o crescimento das ações
judiciais voltadas à garantia do direito à saúde, previsto
nos artigos 6º e 196 da Constituição Federal.
O palestrante destacou que a judicialização da saúde
re ete tanto a busca legítima por direitos quanto as falhas
estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS), que muitas
vezes não consegue atender às demandas da população.
Ressaltou, entretanto, que as decisões judiciais podem
impactar a gestão e o orçamento público, exigindo
equilíbrio entre a proteção individual e as políticas
coletivas.
Schulze defendeu o fortalecimento de instrumentos
técnicos, como os Núcleos de Apoio Técnico (NATs) e a
CONITEC, para subsidiar decisões mais fundamentadas,
além da cooperação entre o Judiciário, o Ministério
Público, a Defensoria Pública e os gestores de saúde.
Concluiu enfatizando que o enfrentamento da
judicialização requer diálogo institucional, planejamento e
racionalidade administrativa, de modo a garantir o direito
à saúde sem comprometer a equidade e a e ciência do
SUS.
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