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DPOC

A DPOC é uma condição pulmonar crônica caracterizada por obstrução do fluxo aéreo, resultando em sintomas como dispneia e tosse. Os principais fatores de risco incluem tabagismo, poluição e predisposições genéticas, com diagnóstico baseado em espirometria que revela obstrução irreversível. O tratamento envolve cessação do tabagismo, vacinação e uso de broncodilatadores para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida.

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DPOC

A DPOC é uma condição pulmonar crônica caracterizada por obstrução do fluxo aéreo, resultando em sintomas como dispneia e tosse. Os principais fatores de risco incluem tabagismo, poluição e predisposições genéticas, com diagnóstico baseado em espirometria que revela obstrução irreversível. O tratamento envolve cessação do tabagismo, vacinação e uso de broncodilatadores para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida.

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DPOC

GOLD guia de bolso

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de_bolso_2025.pdf

Definição
Condição pulmonar heterogênea caracterizada por sintomas respiratórios
crônicos →dispneia, tosse produtiva (escarro) ou seca e exacerbações.
Acontece por anormalidades nas vias aéreas (brônquicas — bronquite,
bronquiolite), alvéolos (enfisema) →causam obstrução do ar persistente e
progressiva.
Essas anormalidades acontecem pela exposição às partículas nocivas
associadas aos fatores de risco do próprio paciente.
6ª principal causa de gastos no SUS com internação hospitalar. 3º maior
causa de morte no mundo.
Causas: interações gene e ambientais dependentes durante a vida →danifica
os pulmões e alteram seu desenvolvimento e envelhecimento normal.
Fisiopatologia
Inflamação crônica e disfunção mucociliar.
Inflamação crônica: exposição da mucosa a toxinas
Estresse oxidativo (pelas células inflamatórias — macrófagos e
neutrófilos).
Desbalanço protease-antiprotease →levam a fibrose e consequente
destruição do parênquima alveolar.
Remodelamento estrutural ⇒obstrução fixa irreversível
Perda da retração elástica

DPOC 1
Limitação do fluxo aéreo principalmente expiratório.
Alta complacência com baixa elastancia.
⬆️ Vol residual →aprisionamento aéreo e hiperinsuflação progressiva.
Com a progressão da doença há comprometimento da eliminação de
CO2 → RETENÇÃO/ACÚMULO DE CO2
Gasometria: PCO2 > 45, ⬆️ BIC e BE, acidemia.
Bronquite crônica obstrutiva (brônquio): inflamação da parede dos
brônquios →tosse crônica produtiva + expectoração + obstrução aérea.
Pequenas vias aéreas (bronquíolo): inflamação da parede dos
bronquíolos (bronquiolite) →dispneia + distúrbio da troca gasosa.
Enfisema pulmonar (parênquima): destruição progressiva dos septos
alveolares, paredes dos bronquíolos respiratórios →grandes espaços
aéreos com poder de troca gasosa reduzida.
Fatores de risco
Tabagismo (cigarro, tabaco, POD, cachimbo, maconha, etc).
Exposição passiva a fumaça do cigarro
Inalação de partículas tóxicas e gases (fabricas, poluição)
Poluição intra e extra-domiciliar.
Desenvolvimento anormal dos pulmões
Envelhecimento acelerado dos pulmões
Doenças de base (podem agravar os sintomas e exacerbações)
Idade > 60 anos
Sexo masculino
Antecedentes de asma
Baixo nível socioeconômico
Genético: deficiência de alfa-1-antitripsina.
Quadro Clínico: dispneia, limitação de atividades, tosse produtiva ou
seca. Eventos respiratórios com exacerbação.
Dispneia crônica persistente (>3 meses), desencadeada aos esforços
com piora progressiva.

DPOC 2
Escala mMRC para a classificação da dispneia
Escala CAAT para avaliação de dispneia (+ complexa)
Paciente sintomático: mMRC ≥ 2 ou CAAT ≥ 10.
Tosse (pode ser a primeira manifestação da doença)
Intermitente, produtiva ou seca →evolui com piora
+ frequênte pela manhã
Expectoração (presente por +3 meses em 2 anos consecutivos
→bronquite crônica).

Fadiga
Perda de peso, anorexia e sarcopenia
Importante para prognóstico (CA, TB)

DPOC 3
Exame Físico
Inspeção: ⬆️ Diâmetro anteroposterior do tórax (, ⬇️ expansibilidade
Palpação: ⬇️ FTV
Percussão: Hipertimpanismo
⬇️
Ausculta: MV, expiração prolongada, sibilos, ronco, estertores finos
durante a inspiração.

Critérios diagnósticos:
Presença de obstrução de via aérea irreversível mesurada por espirometria
→FEV1/FVC < 0.7 após dilatação brônquica.

Deve ser considerado DPOC para pacientes com dispneia, tosse crônica ou
produtiva, histórico de infecção do trato respiratório baixo ou exposição a
fatores de risco.
Espirometria (prova de função pulmonar) é mandatória para o
diagnóstico.
Indicadores clínicos para considerar o diagnóstico de DPOC (tabela)
Considere o diagnóstico de DPOC e realize espirometria se algum destes
indicadores clínicos estiver presente (indicadores não são diagnósticos por si
só; a presença aumenta a probabilidade; espirometria é necessária para
confirmar o diagnóstico de DPOC).
Indicador clínico Observações / descrição
• Progressiva ao longo do tempo
Dispneia
• Piora ao esforço/exercício
(características)
• Persistente
Sibilos recorrentes (sintoma recorrente de sibilância/roncos)

DPOC 4
Indicador clínico Observações / descrição
Tosse crônica Pode ser intermitente e pode ser não produtiva
Infecções
respiratórias (ex.: bronquites, pneumonias de repetição)
inferiores recorrentes
• Fumo tabágico (incluindo fumante passivo)
• Exposição à fumaça de combustíveis domésticos
• Poeiras ocupacionais, vapores, fumos, gases e outras
História de fatores de
substâncias químicas
risco
• Fatores do hospedeiro (ex., fatores genéticos, anomalias do
desenvolvimento, baixo peso ao nascer, prematuridade,
infecções respiratórias na infância, etc.)
Outras causas de tosse crônica:
Intratorácicas Extratorácicas
Asma Rinite alérgica crônica
CA de pulmão Síndrome do gotejamento pós-nasal
Síndrome da tosse das vias aéreas
Tuberculose
superiores
Bronquiectasias Refluxo gastroesofágico
Insuficiência cardíaca
Medicamentos (ex.: inibidores da ECA)
esquerda
Doença pulmonar intersticial
Fibrose cística
Tosse idiopática
Diagnóstico diferencial de DPOC:
Diagnóstico Características sugestivas
• Sintomas de progressão lenta;
DPOC
• História de tabagismo ou outros fatores de risco.
• Obstrução variável do fluxo aéreo;
• Sintomas muito variáveis;
• Piora à noite/cedo pela manhã;
Asma
• Presença de alergia/ rinite e/ou eczema;
• Frequente na infância;
• História familiar + asma.

DPOC 5
Diagnóstico Características sugestivas
• Radiografia de tórax: coração dilatado e edema pulmonar;
Insuficiência cardíaca
• Provas de função pulmonar: restrição volumétrica (não
congestiva
obstrução ao fluxo).
• Grandes volumes de escarro purulento;
Bronquiectasias • Frequentemente associada a infecções bacterianas;
• RX/TC de tórax: dilatação brônquica.
• Início em qualquer idade;
• RX de tórax: infiltrado pulmonar;
Tuberculose
• Confirmação microbiológica (baciloscopia/cultura/NAAT);
• Alta prevalência local de TB aumenta suspeita.
• Pode ocorrer em crianças;
• Após transplante pulmonar ou de medula óssea;
Bronquiolite obliterante
• HRCT (em expiração) mostra áreas hipodensas /
aprisionamento aéreo.
• Predomina em pacientes de ascendência asiática;
• Maioria homens e não fumantes;
Panbronquiolite difusa • Quase todos têm sinusite crônica;
• RX/HRCT: pequenas opacidades nodulares
centrilobulares difusas e hiperinsuflação.

Diagnóstico
Considerado em todo paciente com dispneia crônica, tosse produtiva crônica
ou exposição a fatores de risco + achados no EF.
Espirometria →exame complementar fundamental para dx.
Volume expirado no 1º segundo (VEF1) / Capacidade vital forçada (CVF) = <
70% (0,7) →após prova com broncodilatador. ⇒padrão obstrutivo típico de
DPOC. (índice de tiffenot).
VEF1 normal ≥ 80%
FEF normal ≥ 60%

DPOC 6
Primeiro parâmetro ao alterar no DPOC → FEF 25-75 (fluxo expiratório
forçado entre 25-75%)
Pré-DPOC: pac com sintomas respiratórios, alterações estruturais
pulmonares ou fisiológicas, espirometria sem evidência de obstrução
(VEF1/CVF >0,7) →não trata. observa (GOLD)+ MEV.
PRISm (Preserved Ratio Impaired Spirometry): pac sem sintomas (clínica),
com espirometria anormal, VEF1/CVF normal (VEF1/CVF ≥ 70%, VEF1 ≤
80%). →risco aumentado de desenvolver a doença.
Exames complementares
Úteis ara identificar complicações da doença e investigar diagnósticos
diferenciais.
Gasometria Arterial: solicitar sempre que SAT02 < 92% ou com sinais
de IR ou IC direita.
Avalia necessidade de oxigenoterapia domiciliar.
⬆️
DPOC longa data não agudizado: PaCO2 (acidose respiratória) +
⬆️HCO3 (tentativa compensatória).
RX TX: avalia dx diferencial →pode ser normal.
Sinais de hiperinsuflação (hipertransparência de campos
⬆️
pulmonares + espaço intercostal + retificação diafragmática)

DPOC 7
Silhueta cardíaca verticalizada (consequência modificações
torácicas)
Perfil: ⬆️ espaço retroesternal (pelo ⬆️ diâmetro anteroposterior).
TC TX: solicitar quando tiver exacerbações frequentes (tosse intensa,
escarro excessivo) — dx diferencial de bronquiectasia. Sintomas
desproporcionais aos achados da espirometria. VEF1 < 45%.
Candidatos a cirurgia de redução pulmonar. Rastreio de CA de pulmão.
Rastreio CA: TC tórax de baixa dose anualmente para pacientes
com 50 a 80 anos, carga tabágica > 20 maços-ano e que cessaram
há menos de 15 anos — USPSTF.
Dosagem de Alfa-1-antitripsina: solicitado para pac < 45 anos e
enfisema panlobular e basal. GOLD recomenda dosar 1x ao ano em todo
o paciente DPOC.
Resultado < 20% é sugestivo de deficiência e homozigose →fazer
rastreio familiar da doença.
Pletismografia
DLCO
Teste de caminhada de 6 minutos
Contagem de eosinófilos: Útil para decisão de iniciar ou descontinuar
o uso de corticoide inalatório
PCR e Pró-calcitonina (marcadores inflamatórios): utilizados na
limitação de antibioticoterapia durante as exacerbações.
ECG e ECO: solicitar na suspeita de hipertensão pulmonar

Classificação

DPOC 8
Risco de exacerbação
É definida por uma piora aguda dos sintomas respiratórios do paciente DPOC
que resulta na necessidade de otimização do tratamento.
Principal preditor de exacerbações frequentes: próprio antecedente de
exacerbação e IVAS.
Quanto pior a limitação ao fluxo aéreo (gravidade definida pelo VEF1 na
espirometria) maior a chance de desenvolvimento de exacerbação e
maior mortalidade.
Questionar o paciente sobre piora de seus sintomas nos últimos meses
(piora da dispneia, aumento da tosse, aumento da expectoração ou
mudança em seu aspecto).
Necessidade de aumento das doses de medicamentos inalatórios, procuras
a Pronto-Socorro, uso de antibioticoterapia e internação hospitalar.
+ critérios de ROMA

DPOC 9
Mesmo uma única exacerbação moderada ou grave antes de iniciar a terapia
farmacológica de manutenção aumenta o risco de eventos subsequentes.

Tratamento
Não farmacológico
Cessação do tabagismo: muda o curso de evolução da doença (reduz
progressão e mortalidade)

Avaliação do grau de motivação (tabela)


Grau de dependência a nicotina (fagerstrom): ≥5 alto grau de
dependência.
Vacinação

DPOC 10
Tem indicação prioritária. Reduz o risco de exacerbação, internação por
pneumonia e até mortalidade.
Encaminhar paciente ao CRIE →garantir vacina antipneumocócica.
Indicadas em adultos e idosos: COVID-19, dT, febre amarela, hepatite B.

Farmacológico
Reduzir sintomas, frequência e gravidade das exacerbações. Melhorar
intolerância ao exercício e QV.
Broncodilatadores
Base do tratamento do DPOC. Reduzem o tônus da musculatura lisa da via
⬆️
aérea →melhora fluxo na expiração → VEF1.
Melhora sintomas e a tolerância ao exercício.
Curta duração (4-6 horas): prescritos conforme necessidade para
alívio sintomático em caso de sintomas leves e intermitentes e não para
uso regular.
Longa duração (12 horas ou +): usados continuamente e melhoram o
VEF1, dispneia, taxa de exacerbações e de hospitalizações, sem efeito
sobre a mortalidade dos pacientes.
2 principais classes dessas medicações são: beta2-agonistas e os
antimuscarínicos (ou anticolinérgicos).

DPOC 11
Beta2-agonistas (SABA, LABA): agem relaxando a musculatura lisa da
⬆️
via aérea pelo estímulo de receptores beta2-adrenérgicos, AMP-
⬇️
cíclico e a broncoconstrição.
Efeitos: taquicardia sinusal em repouso com potencial de precipitar
arritmias em pacientes susceptíveis, tremores e hipocaliemia (se em
associação com outros medicamentos — tiazídicos).
Antimuscarínicos (SAMA, LAMA): bloqueiam receptores muscarínicos
M3 →impedem efeito broncoconstritor da acetilcolina na musculatura
lisa da via aérea.
Efeitos: boca seca e gosto metálico.
Tiotrópio (antimuscarínico de longa ação): benefícios listados acima +
⬇️
melhora na hiperinsuflação dinâmica e do declínio do VEF1.

Terapia broncodilatadora combinada


A combinação entre broncodilatadores de mecanismos de ação diferentes é
superior a cada medicação sozinha na melhora do VEF1.
Combinação LABA + LAMA = maior impacto na redução dos sintomas e
melhora da qualidade de vida →indicada para os pacientes GOLD B e E.
⬇️
Para risco de exacerbação: LAMA apresenta maior efeito que o LABA
quando comparados em monoterapia.

DPOC 12
Corticoides inalatórios (ICS)
Isoladamente não reduzem o declínio do VEF1 nem a mortalidade. Quando
associados com broncodilatadores de longa ação, são capazes de
⬇️
melhorar a função pulmonar, QV, exacerbações nos casos de doença
⬇️
grave ou muito grave e mortalidade.
Complicações do uso crônico: candidíase oral e ⬆️ incidência de
pneumonia em pacientes com doença avançada.
Eosinofilia (contagem de eosinófilos no hemograma) está associada com a
resposta do paciente aos corticoides inalatórios.
Valores < 100 cél/mcL →pacientes que não respondem a essa terapia.
Valores > 300 cél/mcL → melhor taxa de resposta.
LABA + LAMA que mantém exacerbações →indicado associação de
ICS se eosinófilos > 100 cél/mcL.

Terapia Tripla
Associação: beta-2-agonista de longa duração + antimuscarínico de longa
duração + corticoide inalatório. →melhora na função pulmonar, QV e ⬇️
exacerbações quando comparada com terapias duplas ou com as drogas
isoladamente.
A terapia tripla (LABA + LAMA + ICS) é indicada quando:
GOLD E com eosinófilos > 300/mm³
Paciente em uso de LABA + LAMA que mantém exacerbações com
eosinófilos > 100

DPOC 13
Questões
1. É CORRETO afirmar que a obstrução crônica ao fluxo de ar da doença
pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) resulta de:
a. Interações entre diferentes condições infecciosas.
b. alterações das pequenas vias aéreas e destruição do parênquima
pulmonar.
c. fibrose macroscopicamente evidente.
d. Alongamento anormal dos bronquíolos terminais.

DPOC 14
2. Cite, pelo menos, 3 vacinas indicadas para o paciente com DPOC?
R: DTPA, covid, influenza, VSR, herpes zoster, pneumocócica

3. Homem, 72 anos, tabagista (85 anos-maço). Refere dispneia aos esforços e


tosse seca há 5 anos. Há alívio parcial dos sintomas quando usa beta
agonista inalado. Exame físico: BEG, corado, hidratado. FR: 18 ipm.
Diâmetro ântero-posterior do tórax aumentado; som hipersonoro à
percussão do tórax, com murmúrio vesicular reduzido globalmente; sem
ruídos adventícios. Qual é a alteração fisiopatológica mais provável?
a. Baixa complacência pulmonar e alta da elastância.
b. Rigidez de caixa torácica.
c. Fibrose de septos alveolares.
d. Alta complacência pulmonar e baixa da elastância .

4. O que é a classificação Prism e como faz seu diagnóstico?


a. Paciente portador de DPOC, com clínica + VEF1/CVF≤70%, com outros
fatores (ex: VEF1 ≤80%; FEF ≤60%);
b. Paciente portador de DPOC, com clínica + VEF1/CVF≥70%, sem outros
fatores;
c. Paciente saudável, porém com espirometria anormal, com risco
aumentado de desenvolver a doença; sem clínica + VEF1/CVF≥70%,
com VEF1≤80%;
d. Paciente saudável, porém com espirometria anormal, sem risco
aumentado de desenvolver a doença, sem clínica + VEF1/CVF≤70%,
com VEF≤80%.

5. Paciente portador de DPOC, com episódios de exacerbação que precisou


de antibióticos no último ano, traz exames com contagem de 302
eosinófilos. Qual tratamento indicado?
a. LABA + LAMA + CI
b. LABA + LAMA + azitromicina
c. LABA + LAMA + antifosfodiesterase

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d. LABA + SABA + LAMA

6. Paciente, 66 anos, ex-tabagista (carga tabágica de 40 anos-maço),


apresenta dispneia aos esforços (mMRC 3), tosse pouco produtiva e sibilos
ocasionais de longa data. Há 5 meses paciente teve um quadro de piora
desses sintomas, sendo necessário o uso de antibiótico em regime
ambulatorial. Feita espirometria que mostrou VEF1/CVF < 70, com VEF de
55%. Com eosinófilos >100. Qual das alternativas traz a classificação e
tratamento para este paciente, de acordo com as diretrizes GOLD?
a. GOLD 1A e LABA isolado.
b. GOLD 2B e LABA + LAMA.
c. GOLD 2E e LABA + LAMA + corticoide inalatório.
d. GOLD 3B / LABA + LAMA.
e. GOLD 3E e LABA + LAMA + corticoide inalatório.

DPOC 16

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