DRGE
DRGE
Um homem de 33 anos, tabagista de longa data, procura atendimento por queimação n o peito que ocorre,
principalmente, após refeições e ao se deitar. Ele não apresenta dor ao engolir, perda de peso ou vômitos.
Com base nesse quadro, qual é a melhor abordagem inicial?
Questão 2 Tratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico Sintomas Típicos
Homem, 22 anos de idade, apresenta regurgitação e pirose como queixas recorrentes nos últimos dois anos.
Após endoscopia digestiva alta normal, realizou tratamento com IBP nos últimos 6 meses com resolução dos
sintomas, porém recidiva quando suspende medicação, mesmo com todas as medidas dietéticas e
comportamentais orientadas, além de perda ponderal (IMC de 26 kg/m²). Procura atendimento para
orientação quanto aos próximos passos no seu tratamento. Assinale a alternativa que apresenta a conduta
adequada para essa orientação.
C Deve suspender IBP, pois usos superiores a 6 meses estão associados à maior incidência de
demência.
D Nova endoscopia é necessária nesse momento, dada a alta incidência de Barrett nos pacientes com
a doença.
E A mudança de IBP para PCAB por 8 semanas está indicada, pois aumenta as chances de
descontinuar o tratamento.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000244178
Uma mulher jovem, de 28 anos, sem comorbidades relevantes, procura atendimento médico com queixa de
pirose ocasional e regurgitação ácida. Ela já realizou uma endoscopia digestiva alta há 6 meses, que
evidenciou esofagite de re uxo leve. Não apresenta sintomas de alarme, como perda de peso não
intencional. Ao exame físico, não são observados achados signi cativos. Qual é a conduta mais apropriada
para o manejo dessa paciente?
A Prescrição de antagonistas dos receptores H2.
E Prescrição de inibidores de bomba de prótons (IBP) e orientações sobre mudança do estilo de vida.
4000243216
Um paciente do sexo masculino, 63 anos, chega com dor torácica aguda e hipotensão após endoscopia
digestiva alta que relatou esôfago de Barrett extenso. A radiogra a de tórax demonstra pneumomediastino.
Qual a principal suspeita e conduta?
B Perfuração esofágica; indicação de intervenção cirúrgica de urgência após avaliação detalhada (TC
e/ou esofagografia hidrossolúvel).
Questão 5 Sintomas Típicos Endoscopia Digestiva Alta EDA Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Uma mulher com 45 anos de idade, apresenta azia após refeições pesadas e, no se deitar, melhorando com
uso de antiácidos. Realizou endoscopia digestiva que revelou esofagite grau A de Los Angeles, Nesse caso, o
tratamento MAIS indicado é:
A Procinético isolado.
D Fundoplicatura cirúrgica.
4000240944
Homem de 58 anos procura atendimento devido a queixa de disfagia progressiva para alimentos sólidos
iniciada há 6 meses, associada a perda de peso não intencional. Além disso, apresenta episódios frequentes
de pirose e regurgitação, há vários anos, sem tratamento adequado. Endoscopia digestiva alta recente revela
estenose esofágica no terço distal e sinais de esofagite crônica, com biópsias que não evidenciam
malignidade. Nesse caso, a conduta inicial mais apropriada é indicar
A esofagectomia subtotal por via videolaparoscópica.
A Solicitar exames de sangue, incluindo hemograma completo e provas de função hepática, para
investigar possíveis causas sistêmicas.
B Prescrever um curso empírico de inibidores da bomba de prótons (IBPs) por 8 semanas e reavaliar
os sintomas do paciente após o tratamento.
C Realizar manometria esofágica para avaliar a motilidade do esôfago e identificar possíveis disfunções
motoras.
D Realizar endoscopia digestiva alta com biópsia das lesões esofágicas para con rmar presença de
esofagite e identificar a etiologia.
E Solicitar uma série esofagogastroduodenal (SER) com contraste para visualizar o esôfago e
identificar possíveis anormalidades estruturais.
4000238634
Paciente masculino, 73 anos de idade, etilismo e tabagista, comparece em consulta ambulatorial com queixa
de tosse seca e dor epigástrica em queimação há 5 meses, associado a perda ponderal de 10 kg (antes
pesava 90 kg, peso atual de 80 kg). Foi levantada a suspeita de doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) e
solicitada endoscopia digestiva alta (EDA). Em relação ao caso, assinale a alternativa correta:
A A EDA foi inapropriadamente solicitada, já que a mesma não permite o diagnóstico de DRGE e o
paciente não possui sinais de alarme.
C O etilismo e o tabagismo estão entre os principais fatores de risco para carcinoma espinocelular do
esôfago, assim como a tilose palmoplantar.
D A DRGE possui como siopatologia a contração simultânea e intensa do corpo esofagiano, o que
pode cursar com dor retroesternal.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000237737
Um homem de 28 anos, sem comorbidades e com histórico de tabagismo leve (5 maços-ano) procura
atendimento com queixa de pirose e regurgitação ácida, especialmente após refeições grandes ou ao se
deitar. Ele relata que os sintomas começaram há cerca de seis meses e ocorrem aproximadamente três vezes
por semana. Não apresenta sintomas de alarme, como perda de peso, disfagia, odinofagia, hematêmese ou
anemia. Ele usa antiácidos eventualmente, com alívio temporário dos sintomas. Exames complementares:
Endoscopia digestiva alta: mucosa esofágica sem sinais de esofagite, erosões ou outras alterações
significativas.
Considerando o quadro clínico e os resultados dos exames, qual é o manejo inicial mais adequado para
esse paciente?
E Iniciar inibidor da bomba de prótons (IBP) uma vez ao dia, associado a orientações sobre mudanças
no estilo de vida.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000235719
A Esôfago de Barrett
B Estenose esofágica
C Esofagite erosiva
D Perfuração esofágica
Essa questão possui comentário do professor no site 4000234642
Um homem, 55 anos, obesidade Grau I, hipertenso, em uso de losartana, queixa-se de azia e regurgitação. Ele
tem diagnóstico de esteatose hepática, e o USG de abdômen descarta colelitíase. A endoscopia mostra uma
hérnia hiatal pequena, por deslizamento, e esofagite erosiva leve. Assinale a alternativa que apresenta a
melhor conduta para esse paciente.
C Receitar inibidor de bomba de prótons, orientar sobre a perda de peso e realizar a orientação
dietética.
IV. Classificação de Los Angeles consiste no sistema de classificação para fístulas perianais.
Considere uma senhora de 49 anos de idade, com queixa de azia crônica, regurgitação e tosse noturna. A
endoscopia digestiva realizada revela esofagite erosiva moderada.
Nesse caso, o tratamento inicial mais adequado é realizado por meio de
A antiácidos.
C procinéticos.
D cirurgia de fundoplicatura.
4000232839
Questão 14 Tratamento Clínico da DRGE Endoscopia Digestiva Alta EDA Manifestações Clínicas
Paciente do sexo masculino, 32 anos, obeso e fumante, refere história de pirose e sensação de regurgitação
ácida há muitos anos, evoluindo com episódios de dor torácica ocasional, fazendo uso intermitente de anti-
ácidos por conta própria. Refere, ainda, episódios de rouquidão. Nega disfagia e hematêmese. Traz consigo à
consulta, uma endoscopia digestiva alta solicitada pelo médico do posto de saúde que evidenciou presença
da transição esôfago gástrica 3cm acima da impressão diafragmática além de 2 erosões em mucosa
esofagiana que ocupam cerca de 75% da sua circunferência. Sobre o caso, assinale a alternativa CORRETA:
B A evolução crônica com dor torácica e os achados endoscópicos sugerem evolução para carcinoma
escamocelular de esôfago, estando indicada a esofagectomia.
C Os achados endoscópicos sugerem que a fundoplicatura laparoscópica será mais efetiva que o
tratamento medicamentoso e comportamental para este paciente.
Mulher de 57 anos, queixa-se de pirose e epigastralgia há 2 anos, nega disfagia e perda ponderal. Refere uso
de omeprazol por mais de 6 meses sem melhora do quadro. AP: HAS e DM2 em tratamento. Exame físico:
IMC de 29 kg/m². EDA (3 exames): gastrite enantematosa leve de antro gás trico.
A hipótese e próximo exame para complementação diagnós tica são, respectivamente,
Mulher, 52 anos de idade, queixa-se de dor retroesternal diurna em queimação há 3 anos. Nega relação direta
com alimentação e piora noturna dos sintomas. Realizou endoscopia com achado de hérnia hiatal de 2 cm e
esofagite erosiva grau A de Los Angeles, além de pangastrite enantematosa leve e teste de urease positivo.
Na época, fez tratamento de H. pylori, com alívio parcial, porém interrompeu a medicação. Há 1 ano, a dor
passou a ser mais frequente e iniciou omeprazol 20 mg duas vezes ao dia. Teve melhora parcial da dor, mas
mantendo sintoma. Mantém o uso de omeprazol na mesma dose. Repetiu endoscopia, que evidenciou hérnia
hiatal de 2 cm e esofagite erosiva distal grau A de Los Angeles. Qual é a melhor conduta a ser tomada no
momento?
No tratamento das hérnias de hiato, é comumente realizada a fundoplicatura de Nissen, que consiste na
confecção de uma válvula antirrefluxo de:
A 360º
B 320º
C 270º
D 180º
Essa questão possui comentário do professor no site 4000232022
Sobre esôfago de Barrett, qual das alternativas abaixo descreve CORRETAMENTE a principal causa do
desenvolvimento do esôfago de Barrett?
A Infecção por Helicobacter pylori.
A As estruturas mais frequentemente herniadas por meio do hiato esofágico são a cárdia e a pequena
curvatura gástricas.
C Os dois eventos centrais que facilitam a formação de uma HPE são o alargamento da crura
diafragmática no hiato esofágico e o estiramento da membrana frenoesofágica.
E O volvo gástrico é uma consequência frequente da HPE (75%-80% dos casos) e tem indicação de
cirurgia de emergência assim que seu diagnóstico for estabelecido.
4000230836
Questão 21 Tratamento Clínico da DRGE pHmetria de 24 horas e Impedância Endoscopia Digestiva Alta EDA
B O Inibidor de Bomba de Prótons (IBP) age ligando-se de forma reversível às células parietais
do estômago.
Questão 22 Tratamento
Questão 23 pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco Endoscopia Digestiva Alta EDA
D Uma das indicações da realização da pHmetria de 24 horas é avaliar pacientes com sintomas típicos
de refluxo refratários à terapia medicamentosa, com endoscopia normal ou duvidosa (DRGE não
erosiva).
Essa questão possui comentário do professor no site 4000230195
A Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é uma condição comum caracterizada pelo retorno do
conteúdo gástrico ao esôfago, causando uma variedade de sintomas que podem ser classi cados como
típicos ou atípicos. O sintoma considerado típico da DRGE é:
A Rouquidão.
B Tosse crônica.
C Hêmese.
D Pirose.
4000229926
Questão 26 Fatores de Fisco Tratamento Definição
Quanto ao esôfago de Barret, como complicação da DRGE (doença do re uxo gastroesofágico), analise as
afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.
I. Os pacientes com tal condição têm cerca de quarenta vezes mais chances de apresentar adenocarcinoma,
em comparação com a população normal.
II. Quando detectado com imagem característica na endoscopia digestiva alta, não é necessário biopsiar para
comprovação do diagnóstico.
III. Após a cirurgia para correção do re uxo, não é mais necessário o acompanhamento com endoscopia,
devido aos excelentes resultados obtidos com esta terapia.
Paciente do sexo feminino, 54 anos, multípara, sobrepeso, vem em consulta ambulatorial com queixa de
pirose, regurgitação, ̈gosto amargo na garganta ̈ de início há aproximadamente um ano. Refere ter ido ao
gastroenterologista que prescreveu pantoprazol. Fez uso adequado da medicação sem melhora signi cativa
do quadro. Nega outras queixas. Traz exames realizados nos últimos 6 meses: EDA com presença de hérnia
hiatal de 2cm, sem sinais de esofagite. Ecogra a de abdome total com esteatose moderada, sem outras
anormalidades. A paciente deseja ser operada de ̈hérnia do estomago ̈(sic). Neste caso qual seria a sua
conduta?
B Indicaria a cirurgia de acordo com a vontade da paciente, mas optaria por válvula parcial anterior
para evitar disfagia pós-operatória.
Paciente com história de queimação retroesternal e regurgitação ácida, algumas vezes com “dor na garganta”
e tosse, especialmente depois de refeições copiosas ou tarde na noite. Nega disfagia, sangra mentos e perda
de peso. Além das recomendações de reduzir o volume das refeições, evitar se deitar após as refeições,
perder peso, evitar álcool, café, alimentos condimentados, qual o medicamento melhor indi cado para tratar
esse paciente?
A Hidróxido de alumínio.
B Trisilicato de Magnésio.
C Omeprazol.
D Cimetidina.
4000228065
Paciente do sexo masculino, 65 anos de idade, tabagista e obeso, comparece ao ambulatório com queixa de
pirose e regurgitação. Foi solicitada endoscopia digestiva alta. Com relação ao quadro clínico descrito acima,
assinale a alternativa que indica a alteração endoscópica que é sugestiva de esófago de Barrett.
A É útil trocar um tipo específico oral por outro em casos de efeitos colaterais.
C Não há diferença entre eles quanto à melhora dos sintomas e taxa de cicatrização da esofagite.
Na avaliação cirúrgica de um paciente com doença do re uxo, qual dos sintomas abaixo NÃO se con gura
um sinal de alerta?
A Vômito
B Perda de peso
C Melena
D Rouquidão
E Disfagia
4000246495
Questão 32 Manometria Esofágica Indicações para o Tratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
A Diante de um paciente com sintomas típicos, o tratamento com inibidores da bomba de prótons
(IBP) por 08 semanas pode ser considerado como um teste terapêutico e diagnóstico naqueles
casos com melhora significativa do quadro.
B A medição do pH esofágico por 24h horas é o padrão ouro para diagnosticar a DRGE e é
especialmente útil em paciente em pré-operatório para tratamento cirúrgico dessa condição.
C A manometria esofágica é útil para identificar acalásia e outros distúrbios motores do esôfago.
D Nos casos de esofagite erosiva classe C ou D de Los Angeles, uma medição de pH deve ser feita
para confirmar a DRGE.
E Um paciente que não tem melhora com o tratamento clínico com inibidores da bomba de prótons,
não será um bom candidato para tratamento cirúrgico.
4000244056
A doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) é uma patologia com prevalência em torno de 20% da
população brasileira, observada em estudo populacional. Por ser uma doença crônica, compromete a
qualidade de vida dos indivíduos acometidos, pois, em algumas situações, compromete a ingestão alimentar,
o sono, as atividades sociais e recursos nanceiros. Analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta
as informações CORRETAS:
A O defeito anatômico encontrado na hérnia hiatal representa o principal mecanismo para o
desenvolvimento da DRGE.
B Pirose, regurgitação, tosse, pigarro e sensação de globus faríngeo representam os sintomas típicos
de DRGE e, portanto, estabelecem seu diagnóstico.
C O teste terapêutico empírico com inibidor de bomba de prótons – IBP, em dose padrão, com boa
resposta, tem alta especi cidade e tem sido indicado em consensos como con rmação diagnóstica
de DRGE.
Leia o caso abaixo: Paciente de 50 anos, sexo masculino, procura atendimento médico com queixa de azia e
dor retroesternal, especialmente após refeições, além de regurgitação ácida. O paciente relata que esses
sintomas ocorrem há vários meses e que ele não obteve alívio signi cativo com antiácidos de venda livre. O
histórico médico inclui hipertensão arterial e uso crônico de anti-in amatórios não esteroides (AINEs). Na
anamnese, não há relato de perda de peso signi cativa ou disfagia. Com base nesse quadro clínico, assinale a
alternativa CORRETA que indica os procedimentos para con rmar o diagnóstico de esofagite e avaliar sua
etiologia.
A Solicitar exames de sangue, incluindo hemograma completo e provas de função hepática, para
investigar possíveis causas sistêmicas.
B Prescrever um curso empírico de inibidores da bomba de prótons (IBPs) por 8 semanas e reavaliar
os sintomas do paciente após o tratamento.
C Realizar manometria esofágica para avaliar a motilidade do esôfago e identificar possíveis disfunções
motoras.
D Realizar endoscopia digestiva alta com biópsia das lesões esofágicas para con rmar a presença de
esofagite e identificar a etiología.
E Solicitar uma série esofagogastroduodenal (SER) com contraste para visualizar o esôfago e
identificar possíveis anormalidades estruturais.
4000241602
Várias cirurgias denominadas como procedimentos "antirre uxo" foram desenvolvidas ao longo dos anos à
medida que os cirurgiões as adaptaram aos sintomas dos pacientes. Independentemente do procedimento
escolhido, os princípios básicos da cirurgia antirrefluxo são constantes. São eles:
A Preservar os planos e revestimentos teciduais naturais; identificar e preservar ambos os nervos
vagos; identificar a verdadeira junção esofagogástrica para posicionamento e ter comprimento
suficiente de esôfago intra-abdominal e restabelecer o ângulo de His.
C Evitar utilizar os planos e revestimentos teciduais naturais, preferindo-se telas artificiais; identificar e
preservar o nervo vago anterior esquerdo; identificar a verdadeira junção esofagogástrica para
posicionamento e ter comprimento suficiente de esôfago intra-abdominal e confeccionar válvula
270°.
Paciente de 45 anos, com obesidade grau 2, vem apresentando pirose diária sem alívio com antiácidos.
A Emagrecer.
B Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e a avaliação com endoscopia digestiva alta deve ser
solicitada para confirmação da doença em todos os casos suspeitos.
C Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e deve ser iniciado inibidor de bomba de prótons ou
um antagonista de receptor de histamina, não sendo necessário solicitar nenhum exame, dado que
DRGE é muito prevalente e costuma ter boa resposta com o tratamento em poucas semanas.
D Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e deve ser iniciada terapia com procinéticos como
Domperidona ou Metoclopramida como primeira linha de tratamento. Apenas após a confirmação
do diagnóstico por meio de exames complementares poderá ser introduzido o tratamento com
inibidor de bomba de prótons.
Questão 38 Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE pHmetria de 24 horas e Impedância
Um homem de 41 anos foi atendido em consulta ambulatorial com histórico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE). O paciente relata uma longa história de sintomas (pelo menos oito anos) de
epigastralgia e faz uso regular diário de 20 mg de omeprazol. A medicação alivia os sintomas de forma e caz,
porém, se falhar uma dose, tem retorno dos sintomas. Ele nega disfagia, náusea, vômitos, sangue nas fezes ou
perda de peso involuntária. Ele não tem outras condições médicas crônicas e não toma outros
medicamentos. Ele é não fumante, ingere á[Link] moderação e não tem histórico familiar de câncer
gastrointestinal. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite grau I e a phmetria esofágica de 24 horas
comprovou refluxo gastroesofágico anormal. Acerca da situação clínica exposta, pode-se afirmar que:
C dormindo sentado
Qual é a indicação correta para cirurgia antirre uxo laparoscópica (LARS) em pacientes com doença do
refluxo gastroesofágico (DRGE)?
A Todos os pacientes com DRGE devem ser submetidos a LARS como primeira linha de tratamento.
B LARS é indicada para pacientes com DRGE e hérnia de hiato tipo I, independente da presença de
sintomas.
C LARS é reservada apenas para pacientes com DRGE que desenvolvem complicações tardias, como
disfagia.
D LARS deve ser realizada em todos os pacientes com hérnias de hiato, para prevenir o
desenvolvimento de DRGE.
E Pacientes com DRGE que apresentam sintomas limitantes apesar da terapia medicamentosa
máxima são candidatos para LARS.
4000215067
Mulher de 28 anos de idade apresenta-se em consulta ambulatorial com queixas de queimação retroesternal,
pirose e regurgitação há 6 meses de intensidade leve a moderada, principalmente à noite, cerca de 4 vezes
por semana. Há 2 meses iniciou quadro de tosse seca e rouquidão. Nega perda de peso. Nega tabagismo e
etilismo. Ao exame clínico apresenta-se em bom estado geral, IMC de 41 kg/m2 , sem alterações clínicas.
Traz resultado de uma endoscopia digestiva alta, realizada há 1 semana, sem alterações. Em relação às
condutas diagnósticas e terapêuticas indicadas para este caso, assinale a alternativa correta.
A Antes de introduzir medidas terapêuticas, deve-se realizar pHmetria esofágica para definição
diagnóstica.
B Deve-se introduzir medidas terapêuticas e realizar uma broncoscopia para definição diagnóstica.
D Não é necessário a realização de novos exames neste momento e deve-se prescrever inibidor de
bomba de prótons, medidas dietéticas e comportamentais.
Um paciente, sexo masculino, 62 anos, com história de dor abdominal crônica, queimação retroesternal e
dispepsia realizou endoscopia digestiva alta (EDA). No exame, não foram visualizadas úlcera gástrica ou
duodenal, porém são observadas protusões semelhantes a línguas de mucosa avermelhada que se estendem
proximamente a partir da junção gastresofágica para dentro do esôfago. As biópsias dessas áreas
demonstram metaplasia coluna. A respeito do diagnóstico desse paciente, assinale a afirmativa correta.
C A crioablação por calor, para essa patologia, permite criar benefícios em relação à ablação
endoscópica.
E A esofagectomia, um dos principais tratamentos para essa patologia, tem uma taxa de mortalidade
que varia de 0,5 a 2%, além de causar uma baixa morbidade.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000214777
Uma paciente do sexo feminino, 33 anos de idade, 1,64 m, 55 kg, operada de re uxo há dois anos, refere
queixa de azia regular há um ano e meio. Relata que faz uso de antiácido, sem receita médica, com pouca
melhora. Faz uso também de anticoncepcional oral, cálcio e vitamina D. Realizou uma endoscopia recente
com esofagite não erosiva e fundoplicatura continente com boas pregas envolvendo o aparelho de
endoscopia. Foi prescrito inibidor de bomba de próton (IBP), com pouca melhora em duas semanas. Após
aumento da dose, a paciente se apresenta para avaliação do cirurgião, mas não refere melhora nos sintomas.
A conduta que deve ser adotada para essa paciente é
Um paciente de 23 anos, submetido a uma cirurgia para tratamento do re uxo gastroesofágico, iniciou queixa
de disfagia persistente e regurgitação após 30 dias do procedimento. Qual das seguintes complicações pós-
operatórias é mais provável estar associada a esse quadro clínico?
A Perfuração esofágica.
B Estenose esofágica.
D Gastroparesia.
4000214437
Homem de 45 anos de idade procura o pronto-socorro por episódio de melena há um dia. Refere episódios
de pirose e regurgitação ácida há seis meses, em uso irregular de antiácidos. Ao exame físico, encontra-se em
bom estado geral, descorado 1+/4+, índice de massa corpórea (IMC) de 32kg/m², estável
hemodinamicamente. Abdome globoso, ácido e indolor. Toque retal com melena, sem lesões tocáveis. Os
exames laboratoriais revelam hemoglobina de 10,2g/dL (VR: 13 - 18g/dL), sem outras alterações. Realizou
endoscopia digestiva alta, mostrada a seguir: Em relação ao caso clínico e ao exame endoscópico, o
diagnóstico apresentado pelo paciente é:
C Úlcera de Cameron
D Lesão de Dieulafoy
4000213488
Subjetivo: homem de 52 anos de idade busca atendimento médico por dor no estômago e re uxo há cerca
de 2 anos. A dor é pior após as refeições e melhora ao tomar um copo de água gelada. Não percebeu
mudanças no peso. Não tem febre ou outros sintomas associados. Faz tratamento para hipertensão arterial
sistêmica (HAS) há 15 anos, com bom controle com losartana. Trabalha como porteiro de um prédio e às
vezes toma medicação para aliviar a dor nas costas por passar longos períodos sentado, porém não sabe o
nome do medicamento. É casado há 30 anos. Mora com a esposa e um lho, de 25 anos de idade, que é
usuário de álcool e ""dá muito trabalho"". Quer fazer endoscopia, pois está preocupado com a dor. Acha que
não é grave, mas tem medo de câncer no estômago, pois um colega do trabalho recebeu esse diagnóstico
recentemente. Objetivo: bom estado geral, corado, hidratado, anictérico, eupneico, afebril. Pressão arterial de
138x75mmHg. Exame cardiopulmonar está normal. Exame abdominal com ruídos hidroaéreos presentes e
discretamente aumentados, timpânico à percussão, sem sinais de ascite, levemente doloroso à palpação de
epigástrio, sem massas ou visceromegalias palpáveis. Avaliação: dispepsia (D07); Medo de câncer no
aparelho digestivo (D26); HAS sem complicações (K86); Filho com dependência química - Problema por
doença familiar (222). Plano: Oriento evitar longos períodos em jejum, fazer dieta fracionada e evitar alimentos
que pioram os sintomas. Solicito trazer medicamento que usa para dor nas costas na próxima consulta.
Prescrevo teste terapêutico com inibidor de bomba de prótons por 30 dias. Tomar um comprimido em jejum,
trinta minutos antes da primeira refeição. Tranquilizo quanto à ausência de indicações para endoscopia
digestiva alta neste momento, por ausência de sinais de alarme. Solicitar se os sintomas persistirem após
investigação e terapêutica otimizadas. Mantenho Losartana. Abordar relação com o lho em consulta de
retorno. Qual dos dados clínicos que, se presente na história, indicaria a solicitação da endoscopia alta
digestiva para este paciente?
A Náuseas
B Tosse
C Regurgitação
D Disfagia
4000213464
Mulher de 52 anos retorna ao ambulatório onde faz seguimento devido a re uxo gastroesofágico ainda
sintomático. É hipertensa, obesa e tabagista, em uso crônico de amlodipina 10mg/dia e omeprazol 20mg/dia.
Traz endoscopia digestiva alta realizada há três semanas, que mostrou esofagite erosiva distal extensa, cuja
biopsia mostrou epitélio colunar metaplásico de padrão intestinal nas várias amostras coletadas, até a 5cm da
transição esôfago-gástrica, com grau de displasia indeterminado. A conduta adequada a tomar será:
A aumentar a dose de omeprazol para duas tomadas diárias e repetir a endoscopia a cada 6 a 12
meses para seguimento e novas biopsias.
B aumentar a dose de omeprazol para duas tomadas diárias e indicar seguimento endoscópico a cada
3 a 5 anos para biopsias seriadas.
C manter a dose atual de omeprazol e programar a realização de fundoplicatura gástrica para resolver
o refluxo e reverter o quadro.
D manter a dose atual de omeprazol e indicar mucosectomia endoscópica seguida por quimioterapia e
possivelmente radioterapia.
4000212931
Paciente do sexo feminino, 45 anos, obesa, vem ao consultório queixando história de pirose crônica que
tratava no domicílio com chás caseiros. Evolui há cerca de 2 meses com aumento da frequência da pirose,
associada a dor retroesternal, regurgitação e perda de peso. Traz consigo endoscopia digestiva que fez por
conta própria, que evidenciou duas erosões de 75mm em esôfago distal, não coalescentes. Sobre o caso,
assinale a alternativa CORRETA:
A Os sintomas típicos descritos pela paciente, associados aos seus achados endoscópicos, excluem a
necessidade de realização de Phmetria esofagiana para confirmação diagnóstica do caso.
B Já que os sintomas apresentados não são típicos e os achados endoscópicos são inespecíficos, o
próximo passo para diagnóstico é o início de terapia com bloqueadores de bomba de prótons e
realização de Phmetria sem fio por 96 horas.
D O diagnóstico de acalasia será confirmado caso a Phmetria sem fio observe tempo de exposição da
mucosa esofágica ao ácido gástrico menor que 4% em todos os dias do exame.
4000212694
Paciente homem de 48 anos vai à consulta ambulatorial devido a quadro de queimação epigástrica
diariamente, que piora após refeições e sem irradiação, vômitos ou sangramentos. Avaliado no pronto-
socorro, recebeu prescrição de omeprazol 40 mg uma vez ao dia, em jejum, a qual faz uso há 4 semanas,
com melhora parcial. Exames realizados no PS: Hb: 11,2 g/dl; VCM: 70 ; HCM: 30 g/dL; Leucócitos:
7.000/mm³; Ureia: 40 mg/dL; Creatinina: 0,8 mg/dL; glicemia: 90 mg/dL. Apresenta dieta rica em produtos
ultraprocessados. Pratica atividade física regular duas vezes por semana. Assinale a conduta mais adequada
neste momento.
B Manter prescrição de omeprazol 40 mg por mais 04 semanas e explicar que a melhora ocorre após
8 semanas de tratamento.
Questão 50 Tratamento Cirúrgico da DRGE pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco
Paciente do sexo feminino, 62 anos de idade, IMC de 29,9, hipertensa, com hipotireoidismo, operada há 11
anos de DRGE, apresenta sintomas semelhantes aos anteriores à cirurgia, de azia e dor retroesternal há
poucos meses. Com queixa de rouquidão, foi ao otorrino, o qual, pela naso broscopia, fez diagnóstico de
re uxo e introduziu IBP. A paciente não apresentou melhora clínica. Qual é a melhor estratégia inicial para a
paciente do caso clínico?
Em relação aos critérios clínicos para realização de cirurgia em caso de DRGE, analise as a rmativas a seguir
e marque V. (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Um dos principais preditores de sucesso cirúrgico da DRGE é a presença de sintomas típicos associados
ao refluxo gastro esofágico comprovado.
A sequência correta é:
A V – F – V – F.
B F – V – F – V.
C V – F – F – V.
D F – V – V – F.
4000211323
Paciente jovem, 20 anos, com episódios de pirose retroesternal acompanhada de regurgitação mais
frequente durante a noite e que melhora quando faz uso de antiácido pastilha. Houve aumento da frequência
dos sintomas nos últimos 2 meses que relaciona a ansiedade. Nega outros sintomas. O exame físico é normal
com índice de Massa Corporal (IMC) = 23.7. Neste caso está indicado:
A tratamento medicamentoso
B jejum intermitente
D phmetria 24 horas
4000210965
Mulher, 27 anos de idade, auxiliar de limpeza, com queixa de tosse seca intermitente há 3 anos. Tem
rinossinusite alérgica e faz uso regular de beclometasona nasal. Nega dispneia e sibilos. Tem regurgitação e
pirose. Nunca fumou. Exame físico sem alterações dignas de nota, exceto sobrepeso (IMC 28 kg/m²). Rx de
tórax e espirometria normais. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, qual é a conduta mais
adequada?
C Nasofibroscopia.
Questão 55 Clínica Médica Endoscopia Digestiva Alta EDA Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Homem negro de 48 anos possui queixas crônicas de pirose, regurgitação alimentar e tosse seca. Os
sintomas pioram após comer mortadela e frituras ou se tomar café. Nega perda de peso, disfagia e não
possui anemia em exames recentes. Não há histórico familiar de neoplasias. O paciente iniciou por conta
própria Pantoprazol 40mg uma vez ao dia e após 3 meses de uso não percebeu melhora signi cativa dos
sintomas. Procurou atendimento médico e realizou endoscopia digestiva alta. Esse exame mostrou em
esôfago distal mucosa de coloração salmão, digitiforme, sem irregularidades, com cerca de 2,8cm, a qual
ocupava 30% da circunferência e esofagite erosiva grau C de Los Angeles no restante da mucosa. Foi
coletado 1 fragmento de biópsia esofágica da mucosa de coloração salmão, a qual mostrou a presença de
metaplasia intestinal, com coloração alcian blue positiva e ausência de displasia. Frente a esse quadro, é
CORRETO afirmar:
I. Deve-se iniciar Vonoprazana 20mg, uma vez ao dia devido a sua superioridade frente ao Pantoprazol 40mg
no tratamento de pacientes com esôfago de Barrett.
II. Este paciente deve ser encaminhado para mucosectomia endoscópica devido à presença de coloração
alcian blue positiva.
III. Deve-se aumentar a dose de Pantoprazol para 40mg duas vezes ao dia.
IV. Deve-se tratar a esofagite erosiva antes de se considerar repetir a endoscopia digestiva alta com biópsias
seriadas do esôfago.
Um homem de 49 anos chega ao seu consultório com queixa de sensação de queimação retroesternal pós-
prandial que piora em posição supina. Ele tem algum alívio com antiácidos orais e um inibidor da bomba de
prótons em baixas doses, mas os sintomas recorrem rapidamente. Seu índice de massa corporal é 33 kg/m?2,
não fuma e consome bebida alcoólica eventualmente. Qual é o melhor passo no manejo inicial deste
paciente?
B Manometria esofágica
C Cirurgia antirrefluxo;
A indicação de tratamento cirúrgico para um paciente que apresenta doença do re uxo gastro-esofágico
deve ser feita quando
Paciente apresenta sintomas compatíveis com DRGE, como pirose, eructação e regurgitação. Para a
investigação dessa patologia, o exame que NÃO faz parte da rotina de solicitação é a
B Cintilografia Esofágica.
C Ecoendoscopia.
D Phmetria Esofágica.
E Impedanciometria Esofágica.
4000209666
Questão 59 Tratamento
Paciente, 52 anos, sexo masculino, com histórico de re uxo gastroesofágico, é diagnosticado com esôfago
de Barrett. Ele pergunta ao médico sobre as opções de tratamento e suas e cácias. Com base nos
conhecimentos atuais, dadas as seguintes a rmações, a que em relação ao tratamento do esôfago de Barrett
está CORRETA é:
A O tratamento com IBP em dose dobrada e cirurgia são eficazes na regressão do epitélio metaplásico
no esôfago de Barrett.
C Tanto a terapia clínica com IBP quanto a cirúrgica são eficazes apenas em controlar o refluxo,
diminuindo o processo inflamatório e a progressão da doença.
D O tratamento com IBP em dose dobrada e cirurgia são eficazes na regressão do epitélio metaplásico
no esôfago de Barrett.
4000209264
Homem de 45 anos, com índice de massa corpórea (IMC) progressivo de 35kg/m² na última medição, relata
história de queimação retroesternal há algumas semanas, que piora durante a noite e ao deitar. Paciente nega
outras queixas digestivas. Nesse caso, a melhor conduta é:
A asma
B pirose
C rouquidão
D tosse crônica
Essa questão possui comentário do professor no site 4000209060
Paciente de 50 anos, bom estado geral, bom desempenho físico, tabagista, fez endoscopia digestiva alta
revelando lesão plana no terço inferior do esôfago, compatível com esôfago de Barrett. Realizada biópsia da
lesão, demonstrou tratar-se de displasia de alto grau. Repetiu biópsia da lesão, con rmando o achado
histopatológico inicial. Qual a conduta mais adequada para o tratamento desse paciente?
A Esofagectomia subtotal.
C Terapia fotodinâmica.
C Acalasia.
Questão 64 Tratamento
D Fundoplicatura laparoscópica
Essa questão possui comentário do professor no site 4000208296
Paciente masculino, de 28 anos, procurou atendimento por pirose e regurgitação (2-3 vezes/semana),
especialmente após ingestão de alimentos gordurosos. Referiu melhora temporária com o uso de antiácidos.
Relatou ganho de 7 kg nos últimos 2 anos, atingindo 89 kg (IMC de 29,7 kg/m2 ). Negou disfagia, odinofagia,
hematêmese e melena. Não apresentava anemia. Com base no quadro, qual a conduta mais adequada?
A Orientação de medidas não farmacológicas e teste terapêutico com dose usual de inibidores da
bomba de prótons por 4-8 semanas
Paciente feminina, parda, 36 anos, obesa, apresenta pirose e regurgitação diariamente há cerca de 3 meses.
Nega disfagia, perda de peso, hiporexia, hemorragia digestiva ou outras queixas. Nega comorbidades. Ao
terminar de contar a sua história, a paciente fez uma pergunta: preciso fazer algum exame para saber o que
eu tenho? Marque a alternativa com a resposta correta a esse questionamento.
A Sim. Está indicada a realização de uma pHmetria de 24 horas, uma vez que é o exame padrão ouro
para o diagnóstico.
B Não. A paciente apresenta sintomas típicos de doença do refluxo gastroesofágico e, como não tem
sinais de alarme, não está indicada a realização de endoscopia digestiva alta ou qualquer outro
exame para confirmação diagnóstica.
C Sim. Deve ser realizada uma endoscopia digestiva alta em todos os pacientes com sintomas
sugestivos de doença do refluxo gastroesofágico.
D Sim. É necessário realizar uma endoscopia digestiva alta e um Raio-X contrastado do esôfago para o
diagnóstico diferencial com acalasia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000208196
A doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) é a condição médica benigna mais comum ocorrida no
estômago e esôfago e seus sintomas se apresentam frequentemente em pacientes ambulatoriais. Em relação
a esta doença, analise as assertivas abaixo.
I) Pirose e regurgitação são os sintomas típicos da DRGE, porém a dor epigástrica e a dispepsia são os
sintomas mais frequentes.
II) É frequente o achado de linfonodomegalia cervical nos pacientes com DRGE e seu achado demonstra
progressão da doença, associado a sintomas extra esofágicos.
III) Uma endoscopia digestiva alta normal para DRGE, ou seja, sem esofagite de re uxo, descarta este
diagnóstico.
IV) O diagnóstico da DRGE baseia-se na presença de sintomas típicos e na melhoria destes sintomas com
terapia com inibidor da bomba de prótons.
A apenas a IV.
B apenas a II e III.
C apenas as I e IV.
Mulher de 27 anos comparece ao consultório do cirurgião com queixa de di culdade de deglutição intensa.
Refere não conseguir ingerir sólidos há cerca de 1 semana. Desde então, vinha em dieta pastosa, porém refere
ainda sensação de entalo e dor retroesternal. Paciente refere ardência retroesternal desde a adolescência que
piorava após tomar refrigerantes e comidas condimentadas. A paciente realizou endoscopia com biopsia que
foi compatível com estenose péptica esofágica. Qual deve ser a conduta para essa paciente, nesse
momento?
A Cirurgia de Nissen antirrefluxo videolaparoscópica.
Questão 69 Tratamento
Mulher de 48 anos apresenta sintomas de pirose e regurgitação há 10 anos, fazendo uso irregular de
antiácidos. Em endoscopia digestiva alta, observado deslocamento da junção escamocolunar de 3 cm em
relação à junção gastroesofágica. Em biópsia, detectada presença de metaplasia intestinal com displasia de
alto grau. A conduta recomendada é
D cirurgia antirrefluxo.
E esofagectomia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000205659
Um paciente de 68 anos, do sexo masculino, refere dificuldade para engolir (disfagia) há 2 anos com piora nos
últimos 6 meses. Nega queixa de pirose anterior e alteração de hábito intestinal. Realizou uma endoscopia
digestiva alta que não evidenciou alterações. Com base no resultado da endoscopia foi solicitado raios X
contrastado de esôfago, hiato, estômago e duodeno (E.E.D.) que mostrou retardo do esvaziamento esofágico,
uma dilatação do órgão de 5 cm, sinal do bico de pássaro, presença de ondas peristálticas terciárias e
ausência de bolha gástrica.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a principal hipótese diagnóstica e a con duta
terapêutica para este paciente.
D Mucosectomia endoscópica.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000198845
Homem, 53 anos, tabagista e obeso, com diagnóstico de doença do re uxo há mais de 5 anos, em uso
irregular de omeprazol, queixando-se de pirose intermitente. Realiza endoscopia digestiva alta q u e revela
esofagite péptica moderada e área circunferencial de metaplasia intestinal sem displasia. Qual é a orientação
mais adequada para esse paciente?
C Orientar o uso contínuo de omeprazol, além de medidas não farmacológicas, como abandonar o
tabagismo e perder peso. O controle endoscópico não está indicado.
D Orientar o uso contínuo de omeprazol, além de medidas não farmacológicas, como abandonar o
tabagismo e perder peso. O controle endoscópico está indicado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000194658
Quanto à doença do refluxo gastroesofágico, muito comum na atenção primária à saúde, é correto afirmar:
E Deve-se indicar mudanças obrigatórias no estilo de vida como primeiro passo a ser seguido.
4000193532
Assinale a alternativa que apresenta um possível "sinal de alarme" que possa justi car a solicitação do exame
endoscópico.
B Disfagia.
Questão 75 Tratamento Clínico da DRGE Manifestações Clínicas Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Qual dos seguintes testes é MAIS APROPRIADO para uma mulher de 30 anos com índice de massa corpórea
de 22,5 que apresenta queimação retroesternal (azia) sem sinais de complicação, sem história familiar, sem
tabagismo, ou outros sintomas?
A Esofagoduodenoscopia.
E Manometria esofageana.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000189182
I - O esfíncter esofágico inferior tem o papel primário de impedir o refluxo conteúdo gástrico para o esôfago.
III - A presença de uma hérnia de hiato não é necessária nem suficiente para fechar diagnóstico de DRGE.
IV - A endoscopia digestiva alta com biópsia é o exame padrão ouro para o diagnóstico de DRGEX.
A I, III e IV estão corretas
Todas as alternativas abaixo são situações clínicas consideradas indicações formais para realização de EDA,
exceto:
A Disfagia.
B Odinofagia persistente.
C Halitose.
Questão 78 Métodos Complementares Tratamento Clínico da DRGE Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE
A O esfíncter esofagiano inferior localiza-se logo acima da junção esofagogástrica, é uma estrutura
anatômica que possui uma pressão mais elevada que os segmentos adjacentes, contribuindo para
evitar o refluxo gastroesofágico.
C Além de azia e regurgitação, alguns pacientes podem apresentar sintomas menos típicos
como tosse, rouquidão e pneumonias de repetição.
E Um paciente que não tem melhora com o tratamento clínico com inibidores da bomba de prótons,
não será um bom candidato para o tratamento cirúrgico.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000187054
Questão 79 Tratamento Clínico da DRGE Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Manifestações Clínicas
Homem, 28 anos, previamente hígido, vem à consulta na unidade básica de saúde com queixa de tosse
associada frequentemente à pirose e às vezes à regurgitação. O quadro iniciou há 4 semanas e o paciente
nega emagrecimento, febre, melena, hematêmese ou disfagia. Exame físico sem particularidades. Além de
educação do paciente e de medidas comportamentais, está indicado iniciar com _______________ e, caso
não haja melhora dos sintomas, deve-se realizar _______________.
A DRGE (doença do re uxo gastro esofágico) é uma patologia com complexos mecanismos siopatológicos.
Dentre eles, considera-se o mais importante:
Questão 81 Medidas Comportamentais Tratamento Clínico da DRGE Inibidores da Bomba de Prótons IBP
D Solicitar endoscopia digestiva alta e avaliar a indicação do inibidor de bomba de prótons após o
resultado
Essa questão possui comentário do professor no site 4000185485
A à esquerda do esôfago.
B no corpo gástrico.
C posteriormente ao esôfago.
D anteriormente ao esôfago.
E à direita do esôfago.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000184503
A doença do re uxo acomete 10 a 23% da população mundial do ocidente com uma morbidade de 10 a 15%.
No seu quadro clínico, é possível encontrar sintomas típicos, atípicos e diferentes fenótipos. Assim, um
sintoma atípico da DRGE é a
A rouquidão.
B regurgitação.
C pirose.
D sialorreia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000183887
A Estenose.
B Refluxo gastresofágico.
D Transplante de órgãos.
4000183748
Qual dos seguintes procedimentos cria um sistema de alta pressão que pode causar ou exacerbar a doença
do refluxo gastroesofágico?
C Balão gástrico;
D Gastrectomia vertical.
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Questão 87 Vigilância
Paciente com doença do re uxo gastroesofágico de longa data, assintómatico após 5 anos de uso
d e omeprazol. A endoscopia digestiva alta atual mostra permanência de lesão esofágica compatível
c o m esôfago de Barrett, com biópsias revelando ausência de displasia. Quando deve ser realizada a
próxima endoscopia?
A Entre 3 e 5 anos.
B Em 6 meses.
C Em 12 meses.
Associe os métodos diagnósticos (coluna da esquerda) às respectivas situações clínicas (coluna da direita).
1 - Manometria esofágica
2 - Ecoendoscopia
3 - pHmetria esofágica de 24 horas
4 - Endoscopia digestiva alta
( )Doença do refluxo gastroesofágico
( )Acalásia de esôfago
( )Gastrite por refluxo alcalino
( )Leiomioma de esôfago
A sequência numérica correta, de cima para baixo, da coluna da direita, é
A 1–4–3–2
B 2–4–3–1
C 3–1–2–4
D 3–1–4–2
Essa questão possui comentário do professor no site 4000182814
B Azia, regurgitação, disfagia e dor torácica estão entre os sintomas que podem ser atribuídos à
DRGE.
C A manometria esofágica é um exame diagnóstico de distúrbios motores do esôfago e, por isso, não
tem papel na avaliação do paciente com suspeita de DRGE.
D Endoscopia digestiva alta é o exame diagnóstico de escolha para DRGE e deve ser realizada em
todos os pacientes, mesmo naqueles com resposta completa ao uso de inibidor de bomba de
prótons no período entre 4 e 8 semanas.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000182759
A O esfíncter esofágico inferior (EEI) tem o papel primário de facilitar o refluxo de conteúdo gástrico
para o esôfago.
Mulher de 55 anos, IMC 27, é submetida a cirurgia para correção de hérnia hiatal associada a doença
antirre uxo. A indicação da cirurgia foi sintomas recorrentes após suspensão da terapia clínica por diversas
tentativas ao longo de 4 anos. Os exames pré-operatórios demonstravam: endoscopia com esofagite grau B
de Los Angeles, pHmetria re uxo ácido anormal com indice DeMeester elevado e manometria com es cter
esofageano com baixa pressão, sem alterações de motilidade do corpo esofágico. A cirurgia realizada há 10
dias foi uma válvula antirre exo do tipo Nissen, por videolaparoscopia. Atualmente, a paciente queixa-se de
di culdade para deglutir dieta espessa e sólidos. Tolera dieta líquida e semipastosa. A paciente está bastante
angustiada pois não consegue progredir a dieta devido a disfagia e sensação de "bolus" retroesternal durante
essas refeições. Qual deve ser a conduta para essa paciente nesse momento?
A Regredir à dieta para líquida, aguardar nova tentativa de evolução da dieta, após alguns dias.
B Realizar uma revisão cirúrgica por videolaparoscopia e retirar pontos do fechamento dos pilares.
C Indicar dilatação pneumática endoscópica para alívio da tonicidade do esfíncter esofágico inferior.
Paciente, 7 anos de idade, apresenta quadro de queimação retroesternal após alimentação e dor epigástrica
de repetição, há 2 meses. Refere sensação de náusea pela manhã. Nega sensação de impactação alimentar.
Já passou por atendimento, há 4 semanas, em que foram orientadas mudanças dietéticas e comportamentais,
porém sem melhora do quadro.
De acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria de 2021, assinale a alternativa que
apresenta, corretamente, a conduta a ser realizada nesse momento.
E Solicitar pHmetria.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000181175
C Esofagomanometria.
E Cintilografia.
4000193558
Questão 94 Tratamento Cirúrgico da DRGE
Na correta confecção de uma válvula tipo short floppy Nissen, o cirurgião deve usar
D a banda gástrica.
O esfíncter esofágico inferior (EEI) tem um papel primário de impedir o re uxo gástrico para o esôfago.
Marque a alternativa INCORRETA sobre os fatores que contribuem para a geração da zona de alta pressão
do EEI:
B A terapêutica cirúrgica tem melhor resultado em pacientes com bom controle clínico e sintomas
típicos.
D O esôfago de Barrett ocorre quando há a substituição do epitélio do esôfago distal de colunar com
células caliciformes para estratificado pavimentoso não queratinizado.
4000192316
A figura abaixo ilustra uma fundoplicatura esofágica. Essa técnica foi descrita por Nissen e é preconizada para
o tratamento de:
B Vagotomia seletiva.
Dentre as técnicas cirúrgicas listadas a seguir, assinale aquela em que há criação de fundoplicatura
envolvendo em 360 graus o esôfago distal.
A Técnica de Toupet.
B Técnica de Lind
C Técnica de Pinotti.
E Técnica de Nissen.
4000189938
II- Acredita-se que o emprego do tratamento endoscópico do EB seria ideal após a realização do tratamento
cirúrgico por promover uma taxa de recidiva baixa e uma elevada taxa de restauração do epitélio esofágico.
III- Com o seguimento a longo prazo, métodos como a crioterapia e a ablação por radiofrequência
mostraram recidivas do epitélio colunar em até 18% dos pacientes.
A I e II apenas.
B I e III apenas.
C II e III apenas.
D I, II e III.
4000189728
C A endoscopia digestiva alta é mandatória e deve ser realizada em todos os doentes sintomáticos.
Homem de 50 anos, obeso, queixando-se de tosse seca de início há 4 meses, associada a períodos de
rouquidão pela manhã realizou broncoscopia para investigação do quadro que evidenciou hiperemia das
pregas vocais e leve edema. Relata episódios esporádicos de pirose e regurgitação. Nega febre. Nega perda
ponderal. Nega tabagismo. Sem alterações importantes ao exame físico. Sobre o caso acima, assinale
a correta.
C São manifestações atípicas da doença do refluxo gastroesofágico e pode ser investigada com
impedanciopHmetria.
E Pacientes com sintomas extraesofágicos têm igual resposta aos IBPs, comparados aos pacientes
com sintomas típicos.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000180427
Paciente de 40 anos de idade, sexo masculino, com história de disfagia e tosse não produtiva,
predominantemente noturna, procurou atendimento em unidade básica de saúde. Referiu dor torácica, pirose
retroesternal e dispepsia. Negou etilismo ou tabagismo. Havia iniciado tratamento empírico com omeprazol
20 mg, 2 vezes ao dia, por 8 semanas, mas obteve pouca melhora.
A Esofagomanometria.
D Esofagogastroduodenografia contrastada.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000178578
Paciente de 46 anos, sexo masculino, IMC = 33 Kg/m², com queixa de pirose e regurgitação, procura um
clínico geral, que solicita uma endoscopia digestiva alta. O
referido exame tem como conclusão: “Esofagite erosiva Grau B de Los Angeles + hérnia hiatal de 2 cm”. Com
bases nesses achados, a melhor conduta inicial é
B indicar radiografia contrastada do esôfago para confirmar a hérnia hiatal, já que a endoscopia não
tem alta especificidade para esse diagnóstico.
D tratar o refluxo gastroesofágico com inibidores da bomba de prótons e tratar a hérnia hiatal com
hiatorrafia + fundoplicatura.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000177587
Questão 106 Sintomas Típicos Manifestações Clínicas
Qual o método ideal para se fazer o diagnóstico de doença do re uxo gastresofágico (DRGE) em crianças
maiores e adolescentes?
C Cintilografia gastroesofágica.
D Ultrassonografia esofagogástrica.
4000175583
Se considerarmos a Doença do Re uxo Gastroesofágico, em qual das seguintes condições clínicas está mais
bem estabelecida sua associação?
A Erosão dentária.
C Sinusite etmoidal.
D Fibrose pulmonar.
4000175561
D pacientes com esôfago de Barrett têm maior chance de desenvolver o carcinoma escamoso
do esôfago
4000175458
Homem de 42 anos refere ter doença do re uxo gastroesofágico há dez anos. Realizou vários tratamentos
com melhora e retorno dos sintomas após a suspensão. EDA realizada há um mês: esofagite erosiva leve
(classi cação grau A de Los Angeles e grau 1 de Savary Miller). Paciente gostaria de ser submetido
a tratamento cirúrgico na tentativa de evitar uso crônico de medicação.
B impedanciometria esofágica.
C eletromanometria esofágica.
C A acalásia do esôfago pode ser causada pela Tripanossomíase. É uma causa frequente de disfagia
e a imagem em “bico de pássaro” no esofagograma é um achado que contribui para o diagnóstico;
D A DRGE pode gerar o esôfago de Barrett, condição na qual o epitélio escamoso do esôfago distal
é substituído pelo epitélio colunar
E Os melhores candidatos para optarem por tratamento cirúrgico da DRGE são aqueles com lesões
esofágicas graves, pacientes jovens dependentes de medicação e aqueles que não responderam ao
inibidor de bomba de prótons no alívio dos seus sintomas;
4000175204
Questão 111 Tratamento Clínico da DRGE Sintomas Típicos Fisiopatologia e Fatores de Risco
Um homem de cinquenta anos de idade com índice de massa corporal de 32 kg/m², hipertenso, em uso de
losartana foi ao consultório queixando-se de azia e regurgitação. Sua ultrassonogra a de abdome aponta
esteatose hepática e não existe colelitíase. A endoscopia mostra uma hérnia hiatal de pequenas proporções,
por deslizamento, e esofagite erosiva leve. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que
apresenta a melhor conduta para o paciente.
A pHmetria esofágica.
B Manometria esofágica.
Questão 112 Medidas Comportamentais Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE
Um paciente foi atendido em pronto atendimento com queixa de pirose e regurgitação, relatando que, nas
últimas semanas, está com tosse, odinofagia e eructações. Diante disso, ele foi diagnosticado como doença
do refluxo gastroesofágico (DRG). Tendo em vista esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
A A elevação da cabeceira e a diminuição da ingesta de álcool e gorduras não têm impacto na DRG.
C A correção cirúrgica pode ser indicada quando o paciente, a despeito da aderência adequada ao
tratamento, segue com esofagite redicivante.
D O prognóstico dos pacientes com DRG não tratados é sem complicações e com alto índice de
resolução.
Questão 114 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Endoscopia Digestiva Alta EDA
Questão 115 Manometria Esofágica Cintilografia e Exames Radiológicos Endoscopia Digestiva Alta EDA
C A phmetria esofágica é o teste padrão-ouro para diagnóstico da DRGE, uma vez que identifica
episódios de refluxo ácido e não ácido.
II. A ausência de sintomas típicos, como pirose e regurgitação, não afasta o diagnóstico.
III. Sintomas clássicos de pirose retroesternal e regurgitação geralmente são su cientes para fundamentar o
diagnóstico.
Estão CORRETOS:
No re uxo gastro esofagiano patológico a metaplasia do esôfago terminal de epitélio escamoso para epitélio
colunar é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de:
Um homem de 29 anos queixa-se de queimação epigástrica, azia e re uxo. Os sintomas pioram após ingestão
de café, molhos e refrigerantes. Nos últimos 6 meses, são quase diários. É tabagista de 1 maço por dia, há 3
anos. Tem hipertensão arterial e diabetes, que trata de forma regular. IMC: 35 kg/m² . A endoscopia evidencia
esofagite grau B de Los Angeles e hérnia de hiato de 2 cm. Qual deve ser a abordagem?
A Cirurgia de Heller-Pinotti.
B Cirurgia de Nissen.
E Cirurgia de Serra-Dória.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000169050
Um homem de 35 anos vem à consulta queixando-se de pirose e regurgitação há seis meses. Relata que
ganhou muito peso na pandemia (15 kg em seis meses) e relaciona o ganho ponderal ao surgimento de
sintomas. Paciente nega disfagia, odinofagia ou história familiar de câncer gástrico. Além de orientar sobre a
importância de perda ponderal, a conduta subsequente seria:
A Solicitar esofagomanometria;
Um paciente procura seu ambulatório com queixas de pirose e regurgitação de líquido para boca, Informa
que esses sintomas estão piorando há semanas. Durante o exame físico, você evidencia erosão dentária e
mucosa orofaríngea hiperemiada e identi ca um quadro de Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE). O
exame complementar considerado como padrão ouro para o diagnóstico de DRGE é:
A endoscopia digestiva alta.
D manometria esofágica.
II. A presença da confirmação histológica de metaplasia intestinal não implica maior risco de câncer.
III. Quanto à sua extensão, o esôfago de Barrett pode ser caracterizado como curto (quando tem menos de 3
cm de extensão) ou longo (quando maior ou igual a 3 cm).
A I e II, apenas.
B I e III, apenas.
C II e III, apenas.
D I, II e III.
4000168165
B São fatores de risco para a DRGE ou pioram sua sintomatologia em relação aos hábitos:
alimentos salgados, chocolates, fastfoods, líquidos caseificados; tabagismo; atividade física
moderada de longa duração.
C O uso de procinéticos associados aos inibidores de bombas de prótons é indicado nos casos
de sintomatologia leve (LA grau C-D), devendo sempre ser usados na terapia empírica, no período
não inferior a duas semanas.
Questão 123 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco
Paciente com queixa de pirose, azia e regurgitações procura orientações sobre um possível diagnóstico de
Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) e tratamento. Assinale a alternativa que apresenta somente
informações corretas que poderão ser fornecidas a esse paciente.
A O exame padrão-ouro para o diagnóstico é a endoscopia digestiva alta. A DRGE pode ser causada
por hérnia hiatal do tipo I, chamada de hérnia de rolamento.
B O melhor exame para o diagnóstico é a manometria. A DRGE pode ser causada por hérnia hiatal do
tipo II, chamada de hérnia por deslizamento.
C O melhor exame para o diagnóstico é a pHmetria de 24h. A DRGE pode ser causada por hérnia
hiatal do tipo II, conhecida como hérnia de rolamento.
D O melhor exame para o diagnóstico é a esofagografia. A DRGE pode ser causada por hérnia hiatal
do tipo II, chamada de hérnia por rolamento.
E O exame padrão-ouro para diagnóstico é a pHmetria de 24h. A DRGE pode ser causada por hérnia
hiatal do tipo III, chamada de hérnia por deslizamento.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000167098
Paciente adulto, jovem, com sensação de queimadura no tórax, por trás do esterno, tosse noturna, rouquidão,
infecções pulmonares de repetição e episódios de dor torácica. Relata que já fez endoscopia digestiva alta.
Apresenta avaliação cardiológica normal. Considerando os relatos apresentados, o provável diagnóstico é:
A Hérnia diafragmática.
B Refluxo gastroesofágico.
C Neoplasia de pulmão.
D Neoplasia de laringe.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000166951
Paciente, sexo feminino, 38 anos, com dor torácica intensa e sensação de queimação. A dor se irradia para o
pescoço e é originada geralmente após as refeições e quando se deita, não sendo desencadeada por
esforços. O ECG seriado está normal, assim como os níveis de troponina. Nesse contexto, é INCORRETO
afirmar:
B Uma das causas mais comuns de ''dor torácica'', particularmente em pacientes jovens, é o refluxo
gastroesofágico ou o espasmo esofágico.
C Essa paciente tem sintomas clássicos de esofagite de refluxo e o melhor tratamento é com inibidor
de bomba de prótons.
D Considerando a origem da dor, como narrado, ela deve ser investigada com teste de esforço com
tálio.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000166910
Os casos clínicos abaixo são sugestivos de Doença de Refluxo Gastroesofágico (DRGE), EXCETO:
A Paciente do sexo masculino, obeso, com história de episódio de pirose ocasional associada a
alimentação copiosa rica em gordura e consumo de álcool, com endoscopia normal.
B Grávida de 32 semanas, queixando mais de 4 episódios de pirose após refeições por semana.
C Paciente do sexo masculino, 38 anos, com rouquidão crônica de difícil tratamento e volumosa
hérnia de hiato à endoscopia.
II - Sintomas típicos – pirose e regurgitação – podem ser tratados empiricamente sem a necessidade de
realização de endoscopia digestiva alta na ausência de sinais de alarme.
III - A manometria esofágica pode ser solicitada em pacientes candidatos a tratamento cirúrgico para DRGE,
visto que a pressão alta do esfíncter esofágico inferior é preditor de falha ao tratamento farmacológico.
Pacientes com DRGE podem ser submetidos a tratamento cirúrgico. A fundoplicatura videolaparoscópica é a
cirurgia de escolha para o tratamento do re uxo, procedimento no qual o fundo gástrico é suturado em torno
do esôfago distal elevando a pressão no esfíncter esofagiano inferior. A complicação intra operatória mais
comum é:
B Laceração hepática.
C Pneumotórax.
D Perfuração esofágica.
4000164823
Questão 129 Hérnia Hiatal por Rolamento Paraesofágica ou Tipo II Tratamento Cirúrgico da DRGE
Tratamento Clínico da DRGE
Uma paciente, feminina, 75 anos, IMC: 32, sem outras comorbidades, vem ao consultório médico com queixa
de azia e quadro dispéptico. A azia tem melhora com inibidor de bomba protônica em dose de manutenção.
Após anamnese e exame físico, foi solicitada uma endoscopia alta que evidenciou uma hérnia hiatal de
deslizamento, com a junção esofago-gástrica a 5 cm do pinçamento diafragmático.
B Apenas 10% de todas as hérnias hiatais são do tipo I, e poucas precisam de tratamento cirúrgico.
C A grande maioria das hérnias paraesofágicas são do tipo II, em torno de 90%. Apenas uma minoria
das hérnias paraesofágicas são do tipo III.
D Nesta paciente, como ele controla a sintomatologia do refluxo gastroesofâgico com inibidor da
bomba protônica, a cirurgia da hérnia hiatal não está indicada, sendo melhor manter o tratamento
conservador
E As hérnias hiatais do tipo II, assintomáticas, devem sempre ser operadas, independente da idade e
condições clínicas do paciente, devido ao risco de isquemia e perfuração.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000164679
Assinale a alternativa que indica corretamente o principal fator de risco para a disfagia permanente pós
fundoplicatura de Nissen.
Um paciente de 60 anos com sintomas recorrentes de re uxo gastroesofágico foi submetido à endoscopia
digestiva alta que mostrou esôfago de Barret de 3 cm de extensão, cuja biópsia descreveu metaplasia
intestinal com displasia de alto grau.
Assinale a alternativa que indica corretamente o tratamento mais apropriado para esse paciente.
A Realizar esofagectomia
D O teste terapêutico com inibidores da bomba protônica (IBP) está contraindicado pois a paciente
não apresenta sintomas extraesofágicos.
E As medidas comportamentais e a mudança no estilo de vida não têm papel no tratamento clínico da
DRGE nessa paciente.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000164649
Um homem de 47 anos faz seguimento ambulatorial por queixa de re uxo gastroesofágico. Em endoscopia
solicitada após exacerbação dos sintomas dispépticos, notou-se que a mucosa do esôfago distal, junto à
transição com o estômago, tem cor de salmão, numa extensão de 2 cm. A biópsia mostrou esôfago de
Barrett, sem displasia. A opção de tratamento mais indicada neste momento é
A Cirurgia de Nissen.
D Cirurgia de Heller-Pinotti.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000164397
D O esôfago distal é a sede das estenoses pépticas com, geralmente, mais de 3cm.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000163764
A Esofagite erosiva.
B Estreitamento do esôfago.
C Esôfago de Barrett.
D Sangramento.
4000173917
Homem, 57 anos de idade, no ambulatório de clínica médica com queixa, há 6 meses, de tosse seca,
rouquidão, pigarro e halitose, com piora progressiva. Durante este período, procurou o pronto atendimento
em duas ocasiões por dor torácica intensa, sendo descartada isquemia miocárdica nas duas ocasiões. Traz
consigo o resultado de uma endoscopia digestiva, que mostrou esofagite leve (A de Los Angeles). Na
investigação diagnóstica de doença do refluxo gastroesofágico, qual exame é considerado “padrão ouro” para
o diagnóstico?
B pHmetria prolongada
C Cintilografia esofágica
D Monometria esofágica
4000173729
I - O esfíncter esofágico inferior tem o papel primário de impedir o re uxo do conteúdo gástrico para o
esôfago.
IV - A endoscopia digestiva alta com biópsia é o exame padrão ouro para o diagnóstico de DRGE.
A I, II e IV estão corretas
O tratamento cirúrgico é considerado padrão-ouro para crianças com quadro de Re uxo Gástrico Esofágico.
A técnica recomendada é a funduplicatura de:
A Nissen;
B Lindt;
C 180°;
D Thal;
E Toupet.
4000172709
B Piloro
C Reto abdominal
Antônia 47 anos, com diabetes e hipertensão arterial. Apresenta re uxo gastresofágico e foi submetida a
endoscopia digestiva alta há 1 mês que revelou esofagite grau C de Los Angeles. Está em uso de omeprazol
40mg por dia há 6 meses, mas com persistência de pirose pós prandial, principalmente quando em decúbito
horizontal. Exame clínico: bom estado geral, IMC: 36 kg/m2, abdome indolor à palpação, sem outras
alterações. Qual é a melhor opção operatória para o tratamento do refluxo gastro-esofágico desta paciente?
E Gastrectomia parcial.
4000172186
Questão 141 Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE Sintomas Típicos
Paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, atendida ambulatorialmente com queixa de dispepsia há cerca
de cinco meses. Sem comorbidades ou antecedentes cirúrgicos. A respeito da condução do quadro descrito,
assinale a alternativa incorreta.
A sentença está:
E Totalmente correta.
4000171233
Questão 143 Tratamento Esôfago de Barrett Hérnias Hiatais
Mulher 57 anos, diabética, refere pirose e re uxo há 8 anos. EDA revela hérnia hiatal de 5 cm e Esôfago de
Barrett longo. O estudo anatomopatológico evidenciou epitélio colunar diferenciado - metaplasia intestinal e
displasia de alto grau. Assinale a alternativa CORRETA quanto à questão apresentada:
D Por ainda não se tratar de câncer, a mucosectomia endoscópica é a conduta mais eficaz.
4000170658
Igor, 26 anos, IMC: 25 kg/m², refere pirose, regurgitação e tosse crônica há mais de 3 anos, fazendo uso
regular de pantoprazol 40 mg/dia antes das refeições durante esse período, com alívio sintomático apenas
parcial. Endoscopia digestiva alta há 3 meses com esofagite grau C de Los Angeles, pHmetria de 24 horas
con rmando re uxo patológico e manometria esofágica com hipocontratilidade moderada do terço distal do
esôfago. Qual é a melhor conduta para alívio sintomático prolongado?
Mulher de 22 anos com queixa de pirose e regurgitação há 3 meses, que piora a noite e com ingestão
alcoólica, retorna em consulta após uso de Inibidor de Bomba de Prótons (IBP) por 2 meses, com melhora
importante dos sintomas.
Sobre a abordagem cirúrgica em pacientes com doença do re uxo e esôfago de Barrett, marque a alternativa
incorreta:
Assinale a alternativa que corresponde ao tipo de hérnia mais comum que gera sintomas de re uxo
gastroesofágico.
B Hérnia de Spiegel.
C Hérnia de Zenker.
D Hérnia epigástrica.
A O RGE é um processo normal, fisiológico, que ocorre, várias vezes ao dia, em lactentes, crianças,
adolescentes e [Link] episódios de RGE fisiológico em crianças saudáveis são, na maioria dos
casos, de curta duração, < 3 minutos,ocorrem no período pós prandial e ocasionam pouco ou
nenhum sintoma.
C Para uma resposta terapêutica mais rápida, a conduta atual é associar sempre um procinético a um
inibidor da secreção ácida, pois os benefícios destas medicações são muito maiores que os
potenciais efeitos colaterais.
D A eficácia dos bloqueadores H2na cicatrização das lesões erosivas é muito maior nos casos leves e
moderados. Nos casos mais graves, os inibidores da bomba de prótons são mais eficazes.
E Nas crianças maiores com DRGE é recomendado diminuir peso, se estiver com sobrepeso ou
obeso, procurar não comer chocolate, não tomar refrigerantes, não deitar, logo após comer, e evitar
fumantes em casa.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000146954
O re uxo gastroesofagiano pode ser tratado por diferentes técnicas cirúrgicas. As fundoplicaturas com
diversas variações tem sido utilizadas com sucesso. A fundoplicatura considerada como padrão no
tratamento desta afecção é denominada técnica de:
A Lind;
B Belsey;
C Nissen;
D Dor;
E Hill.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000146746
A complementação do exame endoscópico com biópsia na doença do re uxo gastroesofágico não deve ser
conduta de rotina, estando reservada para situações especiais, tais como:
Questão 153 Métodos Complementares Tratamento Cirúrgico da DRGE Fisiopatologia e Fatores de Risco
Em relação à doença do refluxo gastroesofageano nos pacientes adultos, assinale a alternativa CORRETA:
A A endoscopia digestiva alta é o exame complementar com maior acurácia para o diagnóstico da
doença do refluxo gastroesofageano, estratificação fenotípica e desempenha um papel importante
na escolha das estratégicas terapêuticas.
C O equilíbrio entre a exposição ao refluxo, resistência epitelial e sensibilidade visceral pode ser
alterado por modificações nos fatores anatômicos e funcionais que promovem ou impedem o
refluxo para o interior do esôfago, que contribuem para o surgimento da doença do refluxo
gastroesofágico.
D A hiatoplastia com fundoplicatura gástrica é a melhor opção cirúrgica para o tratamento da doença
do refluxo gastroesofageano nos pacientes com obesidade mórbida (grave que apresentam
insucesso no tratamento clínico com inibidores de bomba protônica.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000146163
A A esofagite erosiva Los Angeles B pode ser definida como a presença de erosões confluentes e
ocupando mais de 75% da circunferência esofágica.
B A Endoscopia Digestiva Alta (EDA deve ser solicitada em todos os casos, independentemente da
história clínica ou mesmo da idade do paciente.
C Nos casos de pacientes com sintomas típicos e com Esofagite Erosiva Los Angeles C ou D na EDA,
o diagnóstico de DRGE está confirmado, sem a necessidade de realizar pHmetria de 24 horas.
D Nos casos de indicação para tratamento cirúrgico, não há necessidade de realizar manometria
esofágica pré-operatória, dado que a EDA e a pHmetria de 24 horas já fornecem todas as
informações necessárias.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000145965
Homem, 27 anos, há dois meses queixase de pirose, regurgitação ácida e alimentar, pigarro e rouquidão.
Deve-se indicar a endoscopia caso também ocorra
A asma.
B disfagia.
C tosse.
D ganho de peso.
E dispneia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000145684
Homem de 52 anos, obeso, tabagista, apresenta quadro crônico de pirose, com mais de 5 anos de duração.
Já em uso de inibidor de bomba de prótons há longa data. Sem outros sintomas gastrointestinais, sem
alteração de hábito evacuatório ou do aspecto das fezes. Percebe ganho de peso não mensurado, no último
ano. Sem dados patológicos pregressos ou história familiar relevante. Exame físico sem alterações. Revisão
laboratorial com hemograma, funções renal e hepática e per l lipídico, normais. Marque a alternativa que
contém o exame complementar MAIS indicado neste momento, e o MOTIVO de sua indicação:
Mulher de 22 anos com queixa de pirose e regurgitação há 3 meses, que piora a noite e com ingestão
alcoólica, retorna em consulta após uso de Inibidor de Bomba de Prótons (IBP) por 2 meses, com melhora
importante dos sintomas. Assinale a alternativa correta em relação à melhor conduta nesse momento.
A Nissen
B Lindt
C Toupet
D Dor
E Pinotti.
4000144992
O esôfago de Barrett:
A Tem como únicos agentes causadores o ácido clorídrico e a pepsina do suco gástrica
Homem, 45 anos, obeso e tabagista, queixa-se de pirose pós prandial associada a regurgitações amargas há
3 meses. Atribui piora dos sintomas a ingestão de alimentos gordurosos, refrigerantes e bebidas alcóolicas.
Alívio parcial com uso de antiácidos. Qual o principal mecanismo siopatológico considerando a hipótese
diagnóstica mais provável?
B Hipersecreção gástrica.
Na doença do refluxo gastroesofágico, qual o exame complementar considerado como padrão ouro?
A Manometria.
B Endoscopia.
C Rx contrastado do esôfago.
D Phmetria.
E Impedanciometria.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000143497
Acredita-se que o esôfago de Barrett seja causado por uma exposição prolongada ao conteúdo ácido
proveniente do estômago na doença do refluxo gastroesofágico. O esôfago de Barrett caracteriza-se por
A hiperplasia e paraceratose do esôfago distal.
E metaplasia intestinal.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000143304
Uma mulher jovem (32 anos) chega ao consultório médico com história de várias idas a pneumologistas e
otorrinolaringologistas. Relata que há muitos meses, não sabendo precisar bem quantos, vem sentindo tosse,
pigarro e disfagia. Já chegou a procurar o serviço de urgência duas vezes por dor torácica. Passou em
consulta prévia com outro médico, de quem recebeu orientações sobre doença do re uxo gastroesofágico e
sintomas atípicos e que solicitou endoscopia digestiva alta. O exame foi realizado há uma semana e o
resultado veio normal. Com base nesses dados, a conduta mais adequada sobre o próximo passo a ser dado
neste caso é solicitar
C cintilografia.
D PHmetria de 24h.
E impedanciometria.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000143303
Paciente masculino, 57 anos de idade, apresenta queixas de queimação retroesterna, referindo por vezes
regurgitação. Com a suspeita de Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE), o exame considerado padrão-
ouro para confirmação diagnóstica é:
B pH métrica de 24 horas
C Esofagomanometria
B Pode ser encontrado em até 10 a 15% dos pacientes submetidos à endoscopia digestiva alta (EDA)
por queixas de doença do refluxo gastroesofágico.
Paciente do sexo feminino, 32 anos, refere história de laringite crônica refratária a tratamentos convencionais,
sendo diagnosticada com doença do re uxo gastroesofágico há cerca de 5 anos. Refere ter realizado
endoscopia, Phmetria e esofagomanometria à época. A paciente então iniciou tratamento com 40mg diários
de Omeprazol com melhora da pirose e do quadro de laringite, porém apresentava recorrências frequentes
devido a uso irregular da medicação e não se adaptar adequadamente à dieta. Você é o quarto médico que
esta paciente procura porque os médicos anteriores “não resolveram o problema”. O quadro vem piorando no
último ano com aumento da intensidade e frequência da pirose e aparecimento de tosse crônica. Realizou
recentemente e por conta própria uma endoscopia digestiva alta que revelou transição esofagogástrica 3cm
acima da prega diafragmática, além de esofagite em terços médio e distal do esôfago, sem sinais
macroscópicos de áreas sugestivas de metaplasia.
A Os dados fornecidos acima sugerem que a hiatoplastia com fundoplicatura laparoscópica parece ser
opção terapêutica adequada para esta paciente.
B Os dados fornecidos acima nos permitem afirmar que a conduta adequada só pode ser definida
após realização de nova Phmetria e esofagomanometria.
C Já que o diagnóstico de hérnia hiatal não foi adequadamente fechado, o próximo passo na
investigação desta paciente é o esofagograma baritado.
D A esofagite grave presente à endoscopia desta paciente nos leva a cogitar a indicação de
esofagectomia devido ao iminente risco de malignização.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000141998
B Moderação na ingestão dos seguintes alimentos, com observação à correlação com os sintomas:
alimentos gordurosos, cítricos, café, chocolate, bebidas alcoólicas, hortelã e tomate.
Homem de 42 anos refere ter doença do re uxo gastroesofágico há 10 anos. Realizou vários tratamentos com
melhora e retorno dos sintomas após a suspensão. EDA realizada há 1 mês: esofagite erosiva leve
(classi cação grau A de Los Angeles e grau 1 de Savary-Miller). Paciente gostaria de ser submetido a
tratamento cirúrgico na tentativa de evitar uso crônico de medicação.
B impedanciometria esofágica.
C eletromanometria esofágica.
Paciente de 28 anos, sexo masculino, tabagista, Índice de Massa Corporal (IMC) 36, apresentando, há 5
meses, pirose e epigastralgia com irradiação retroesternal relacionada a refeições copiosas e com piora ao
deitar.
B realizar um teste terapêutico pode firmar o diagnóstico de DRGE, devendo ser feito com Inibidor de
Bomba de Prótons (IBP) em dose dobrada associado a procinéticos.
C a taxa de recorrência após tratamento da DRGE nos pacientes jovens costuma ser muito baixa,
portanto o tratamento com IBP em dose plena por 30 dias já é suficiente para melhora duradoura
dos sintomas.
D a realização de uma endoscopia digestiva alta nesse paciente é fundamental, devido ao seu IMC.
E a obesidade é um dos fatores de risco do paciente descrito, portanto a perda de peso associada a
uma dieta com restrição de alimentos gordurosos, além de medidas de comportamento alimentar e
elevação de cabeceira da cama, é muito importante para o sucesso do tratamento em longo prazo.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000141521
Qual é a melhor opção operatória para o tratamento do refluxo gastro-esofágico desta paciente?
Um paciente do sexo masculino, de 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar
epigastralgia, tipo queimação, associada a pirose havia três meses, principalmente após refeições e durante o
sono. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, que sugeriu o diagnóstico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE).
Com relação ao caso clínico hipotético precedente e a aspectos relacionados à DRGE, julgue o item a seguir.
Nos casos de pacientes com DRGE de longa data, o uso contínuo de inibidor de bomba de prótons (IBP)
pode comprometer a absorção da vitamina B12.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000138976
Um paciente do sexo masculino, de 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar
epigastralgia, tipo queimação, associada a pirose havia três meses, principalmente após refeições e durante o
sono. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, que sugeriu o diagnóstico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE).
Com relação ao caso clínico hipotético precedente e a aspectos relacionados à DRGE, julgue o item a seguir.
No caso em apreço, a realização do teste terapêutico com inibidor de bomba de prótons (IBP) com resposta
clínica negativa excluiria o diagnóstico de DRGE.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000138975
Um paciente do sexo masculino, de 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar
epigastralgia, tipo queimação, associada a pirose havia três meses, principalmente após refeições e durante o
sono. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, que sugeriu o diagnóstico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE).
Com relação ao caso clínico hipotético precedente e a aspectos relacionados à DRGE, julgue o item a seguir.
Mudanças comportamentais, como dieta fracionada e elevação da cabeceira da cama, são essenciais para a
melhora clínica do paciente em tela.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000138971
Um paciente do sexo masculino, de 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar
epigastralgia, tipo queimação, associada a pirose havia três meses, principalmente após refeições e durante o
sono. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, que sugeriu o diagnóstico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE).
Com relação ao caso clínico hipotético precedente e a aspectos relacionados à DRGE, julgue o item a seguir.
Os sintomas de pirose e epigastralgia apresentados pelo paciente são manifestações atípicas da DRGE.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000138970
Um paciente do sexo masculino, de 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar
epigastralgia, tipo queimação, associada a pirose havia três meses, principalmente após refeições e durante o
sono. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, que sugeriu o diagnóstico de doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE).
Com relação ao caso clínico hipotético precedente e a aspectos relacionados à DRGE, julgue o item a seguir.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000138967
Mulher de 57 anos e com sobrepeso apresenta doença do re uxo gastroesofágico há 20 anos. Relata que nos
últimos seis meses houve piora dos sintomas paulatinamente e que está com di culdade de ingestão de
alimentos sólidos, necessitando da ajuda de líquido para deglutir. Também refere perda ponderal de mais de
10% e que faz uso regular de omeprazol há 10 anos. A endoscopia digestiva alta (EDA) evidenciou estenose
esbranquiçada e friável na transição do 1/3 distal, mas sem sinais de esofagite após a passagem desse trecho.
Nesse caso, é esperado que a biópsia realizada na região de estenose apresente o seguinte histopatológico:
A linfoma MALT.
B adenocarcinoma.
C metaplasia de Barret .
D tuberculose esofagiana.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000133724
Sobre dispepsia e a as doenças que acometem o sistema gastrointestinal é CORRETO afirmar que:
A Evitar alimentos gordurosos, frituras, condimentados, café e bebidas alcoólicas; evitar refeições
volumosas; cessar tabagismo são exemplos de mudanças de estilo de vida que podem melhorar os
sintomas dispépticos sem a necessidade de intervenção farmacológica.
B Ultrassonografia de abdome total e parasitológico de fezes deve ser solicitado anualmente para
todas as pessoas, com o objetivo de prevenir doenças do trato gastrointestinal, e realizar tratamento
precoce se identificadas.
E O diagnóstico da esofagite eosinofílica é exclusivamente clínico, não sendo necessária biópsia para
confirmar o diagnóstico.
4000133216
Questão 179 Tratamento Tratamento Clínico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico
Em relação à Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) assinale V para verdadeiro e F para falso e a seguir
assinale a sequência correta:
( ) A agressão é determinada pela ação de fatores que, somados ou isoladamente, têm efeito irritante e
deletério sobre a mucosa do esôfago. Seriam esses fatores agressivos: ácido clorídrico e pepsina, re uídos do
estômago e bile e suco duodenal, refluídos do duodeno.
( ) Os fatores defensivos são representados por: esfíncter esofagiano inferior (EEI) que, em condições
normais, tem tamanho médio de 3,5cm e pressão média de 15mmHg; clareamento esofágico; resistência da
mucosa do estômago à agressão.
( ) Nos pacientes com esôfago de Barrett curto, a indicação cirúrgica pode ser evitada ,mas naqueles com
esôfago de Barrett longo (epitélio comprometido maior do que 3cm), a necessidade de cirurgia deverá
sempre ser cogitada.
( ) A indicação cirúrgica deve ser especí ca para cada caso. O Consenso Brasileiro sobre DRGE sugere que
pacientes que não respondem satisfatoriamente ao tratamento clínico, inclusive aqueles com manifestações
atípicas da doença devam ser operados.
( ) Outra indicação cirúrgica seriam pacientes para os quais é exigido o tratamento de manutenção com
inibidores de bomba de prótons (IBP), principalmente aqueles com menos de quarenta anos de idade.
A V–V–V–V–V
B V–F–V–V–V
C V–V–F–F–V
D F–V–F–V–V
Essa questão possui comentário do professor no site 4000131014
Um homem de 40 anos vem à consulta com relato de pirose há dez meses, apesar do uso de omeprazol
40mg duas vezes ao dia. Realizou endoscopia digestiva alta em fevereiro deste ano que evidenciou esofagite
grau C na classi cação de Los Angeles. Devido à pandemia da COVID-19, o paciente não retornou para
reavaliação, mas continuou tomando a medicação prescrita. Além da pirose, agora tem rouquidão e tosse
seca. Foi encaminhado para consulta na gastroenterologia, que solicitou uma pHmetria cujo resultado
demonstrou um índice de DeMeester de 20 e uma esofagomanometria que evidenciou hipotonia acentuada
do esfíncter esofagiano inferior e dismotilidade grave do corpo esofágico. Qual deverá ser a conduta?
Homem de 35 anos vem à consulta por pirose e regurgitação com frequência. Nega tabagismo ou
emagrecimento. Qual a conduta inicial?
B Solicitar endoscopia.
Dalva tem 46 anos, obesidade e queixa-se de pirose, regurgitação e eructações frequentes, 3 a 4x por
semana, nos últimos 2 anos, sem qualquer tratamento prévio. Endoscopia digestiva alta revela a imagem a
seguir. Dalva tem hipotireoidismo e é alérgica a penicilina e iodo. Qual é a conduta para Dalva neste
momento?
A Pesquisar e tratar H. pylori com o esquema tríplice: IBP+Amoxicilina+Claritromicina, durante 14 dias.
Homem, 32a, procura a Unidade Básica de Saúde com queixa de queimação retroesternal há vários meses,
do estômago à base do pescoço, de intensidade moderada, principalmente à noite, de 2-3 vezes por semana.
Também refere tosse crônica e rouquidão. Endoscopia digestiva alta: sem alterações. A CONDUTA É:
B Realizar broncoscopia.
Um paciente de 38 anos medindo 1,70m e pesando 72 kg, estava em acompanhamento clínico em unidade
básica de saúde e foi referido a um serviço de cirurgia. O paciente relatou que há dois anos tem quadro de
pirose retroesternal, mesmo em ortostase, com piora após as refeições, associado à disfonia intermitente,
tosse seca e pigarro diário. Ao exame físico, apresentava somente leve desconforto à palpação profunda no
epigastro. Relatava etilismo social e negava tabagismo. Ao longo desse período, fez uso de pantoprazol 40
mg e a endoscopia digestiva alta compatível com esofagite grau III de Savary-Miller. Foi solicitada, na
atenção especializada, manometria esofágica que evidenciou hipotonia acentuada do esfíncter esofageano
inferior e dismotilidade moderada do corpo esofágico. A pHmetria esofágica evidenciou registro na sonda
proximal de 10 episódios de pH inferior a 4. Qual a conduta a ser proposta ao paciente?
A Sugerir a indicação de tratamento cirúrgico por meio de fundoplicatura vídeo-laparoscópica.
Qual das seguintes opções não é um dos cinco princípios de correção cirúrgica do refluxo gastroesofágico?
B A operação deve restaurar a pressão do EEI para 10 vezes a pressão gástrica em repouso.
D A fundoplicatura não deve aumentar a resistência além do que o peristaltismo do esôfago consegue
vencer (válvula de, aproximadamente, 2 cm).
E Deve-se evitar qualquer dano ao nervo vagal durante a dissecção do esôfago torácico pois prejudica
o relaxamento do esfíncter.
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Questão 186 Obstrução Total do Esôfago Carcinoma de Células Escamosas CEC Esofagite Péptica
Paciente de 37 anos, institucionalizado por transtorno psiquiátrico, foi trazido à Emergência por impactação
alimentar no esôfago. A cuidadora relatou que o paciente ""tinha comido um pedaço de costela sem osso e
que a carne tinha entalado"". Em seu histórico (com cerca de 18 anos), constavam queixa de pirose,
regurgitação e uso crônico de omeprazol de maneira irregular. Endoscopia digestiva alta realizada há 7 anos
evidenciara hérnia hiatal de médio porte e esofagite péptica grau D (Classi cação de Los Angeles).
Provavelmente o quadro foi decorrente de doença do re uxo gastroesofágico severa, de longa data e com
tratamento irregular. Considere as possíveis causas para a obstrução que provocou a impactação alimentar.
B Apenas II
C Apenas III
D Apenas I e II
E I, II e III
Essa questão possui comentário do professor no site 4000123445
As contrações peristálticas isoladas do esôfago não geram forças su cientes para ocasionar abertura do
esfíncter esofágico inferior (EEI). O relaxamento vagal mediado pelo esfíncter esofágico inferior ocorre
poucos segundos após a deglutição faríngea e dura de 4 a 6 segundos. Em relação ao mecanismo de re uxo
do esôfago, marque a alternativa correta:
A O refluxo esofagiano é uma condição patológica que acomete cerca de 30 % da população mundial.
D A assimetria radial não esta relacionada a competência do EEI e sua capacidade de estabelecer uma
barreira ao refluxo.
E O EEI competente apresenta pelo menos 5 cm de comprimento e implica em uma pressão entre 28
a 40 mmhg.
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Um senhor de 49 anos está no segundo dia pós-operatório de correção cirúrgica de re uxo gastroesofágico.
A cirurgia foi feita por videolaparoscopia, sem intercorrências. O paciente está em bom estado geral e sem
queixas, salvo por discreto incômodo nas incisões. Orientação médica nesse momento:
C Dieta líquida, trocar os curativos cirúrgicos, mesmo que limpos, repouso absoluto.
A Acalasia.
C Linfoma.
D Adenocarcinoma de esôfago.
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I - O esfíncter esofágico inferior tem o papel primário de impedir o re uxo do conteúdo gástrico para o
esôfago.
III - A presença de uma hérnia de hiato não é necessária nem suficiente para fechar diagnóstico de DRGE.
IV - A endoscopia digestiva alta com biópsia é o exame padrão- ouro para o diagnóstico de DRGE.
A A cirurgia piora os sintomas disfágicos em pacientes com estenoses secundárias à esofagite erosiva.
B O esôfago de Barrett apresenta regressão em 100% dos casos após o tratamento cirúrgico
associado ao uso permanente de inibidores da bomba de prótons.
Você atua como médico(a) de família e comunidade em uma Unidade de Saúde da Família e atende um
paciente do sexo masculino de 45 anos, que apresenta queixa de dor de garganta há 4 semanas. Relata que a
dor é mais intensa do lado esquerdo da garganta e tem caráter intermitente, sendo mais pronunciada no
período da noite e mais branda durante o dia. Relata também que, eventualmente, tem sofrido de rouquidão,
no mesmo período. Nega outras queixas. Refere o consumo de 3 latas de cerveja por dia e tabagismo de ½
maço dia há 25 anos. No exame físico, você identi ca um paciente em bom estado geral e obeso, com índice
de massa corporal de 32 kg/m². No exame da cavidade oral, você observa discreta hiperemia na orofaringe,
mais pronunciada à esquerda, sem outras alterações. Qual seria então a hipótese diagnóstica mais provável
nesse caso?
C Mononucleose infecciosa.
Questão 194 Tratamento Cirúrgico da DRGE Hérnia Hiatal por Deslizamento Tipo I Cirurgia
Mulher, 31 anos de idade, com queixa de pirose há cerca de 4 anos, com melhora após tratamento com
40mg de omeprazol ao dia. Mantém, no entanto, queixa importante de regurgitação e epigastralgia após se
alimentar. Endoscopia digestiva alta mostra esofagite leve e hérnia de hiato, por deslizamento, de 4cm.
Radiogra a contrastada do esôfago, estômago e duodeno revela hérnia de hiato, por deslizamento, de 4cm
de extensão. Antecedentes pessoais: nega comorbidades, não faz uso regular de medicações, IMC = 27
kg/m². Assinale a alternativa correta.
A Cirurgia não deve ser indicada nesse momento, por se tratar de paciente com hérnia hiatal maior
que 3cm.
C A conduta para o caso deve ser Hiatoplastia com fundoplicatura por meio da técnica de Nissen.
D Deve ser indicada correção cirúrgica pela técnica de bypass gástrico em Y de Roux, uma vez que
IMC > 25 kg/m², conforme evidências da literatura.
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José, 39 anos, trabalha como feirante e vem queixando-se de dor epigástrica em queimação com irradiação
superior até a região da faringe. Relata que apresenta os sintomas há vários anos, intercalando períodos de
aumento ou diminuição da queixa. Já fez uso de omeprazol, sendo o último ciclo realizado há cerca de 5
anos, em conjunto com terapia de erradicação de Helicobacter pylori. Refere que a dor abdominal melhora
com alimentação. Nega despertar noturno, perda de peso ou disfagia. Sobre o quadro de José, é correto
afirmar que:
A a presença de dor que melhora com alimentação fala a favor de úlcera duodenal, sendo, portanto,
uma indicação de endoscopia digestiva alta para diagnosticar tal condição
B no caso de José, os sinais de alerta têm valor preditivo positivo baixo. Mesmo quando presentes, a
probabilidade de malignidade no exame endoscópico é baixa
D a pesquisa sorológica para Helicobacter pylori pode ser útil, pois ele apresenta sintomas crônicos
recorrentes. Esse exame detecta anticorpos lgM e lgG e é útil na diferenciação entre infecção ativa
e infecção prévia
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Questão 196 Tratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico Esôfago de Barrett
Paciente de 57 anos, portador de esofagite de re uxo há vários anos, teve indicado o tratamento cirúrgico,
que foi recusado pelo mesmo e abandonou o tratamento recomendado. Agora retorna com recidiva dos
sintomas de pirose, epigastralgia e regurgitação. O médico decide iniciar alguns exames para avaliação da
doença do re uxo gastroesofágico. O paciente realizou endoscopia digestiva alta, que evidenciou esofagite
com epitélio colunar de 2,5 cm em esôfago cuja biópsia identi cou um epitélio de Barrett de baixo grau.
Pesquisa H. pylori foi positiva.
C A cirurgia antirrefluxo deve ser realizada para promover o desaparecimento do epitélio de Barrett.
E Deve ser mantido um tratamento clínico com inibidores de bomba de prótons até o
desaparecimento do epitélio de Barrett e depois reavaliar a possibilidade de cirurgia antirrefluxo.
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Paciente com queixas sugestivas de doença do re uxo gastroesofágico é tratado de forma empírica com
inibidor da bomba de prótons. Submetido à endoscopia digestiva alta, o resultado foi normal. Nessa
circunstância, a conduta a ser tomada é:
C fazer esofagografia.
C Esofagomanometria alterada.
D Dor torácica.
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Homem, 57 anos, realizou Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação de sintomas de epigastralgia e
refluxo gastroesofágico, cujo resultado evidenciou esôfago de Barrett.
Sobre essa condição, é correto afirmar que:
B Pacientes com esôfago de Barrett sem displasia devem ser submetidos a exames periódicos entre 3
a 5 anos ou se houver mudanças nos sintomas.
C Pacientes com esôfago de Barrett com displasia de alto grau confirmado pelo patologista devem ser
ressubmetidos a nova EDA em até 2 anos.
D As técnicas ablativas de mucosa do esôfago de Barret como a ablação por radiofrequência vêm
sendo fortemente desaconselhadas nos últimos anos.
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Questão 200 Tratamento Cirúrgico da DRGE Hérnia Hiatal por Deslizamento Tipo I Cirurgia
Mulher de 45 anos com IMC = 28 kg/m² refere queixa de pirose e melhora após tratamento com 40 mg de
omeprazol ao dia. No entanto, mantém queixa importante de regurgitação e crises de tosse frequente. A
endoscopia digestiva alta mostra esofagite leve e hérnia de hiato por deslizamento de 3 cm e a radiogra a
contrastada do esôfago, estômago e duodeno mostra hérnia de hiato por deslizamento de 4 cm de extensão.
Assinale a alternativa CORRETA.
B Como o paciente apresentou boa resposta ao omeprazol não deve ser aventado o tratamento
cirúrgico.
C Cirurgia não deve ser indicada nesse momento por se tratar de paciente com hérnia hiatal maior de
3 cm.
O tratamento cirúrgico do refluxo gastro-esofágico pode ser realizado por diferentes técnicas. Em relação aos
procedimentos de Nissen, Toupet e Dor é CORRETO afirmar:
C Dor é uma fundoplicatura parcial posterior e Toupeté uma fundoplicatura parcial anterior.
D Nissen é uma fundoplicatura completa 360º e Toupet é uma fundoplicatura parcial posterior.
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A Esofagografia.
C Manometria esofagiana.
D pHmetria de 24 horas.
E Ultrassonografia endoscópica.
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Paciente com queixa de pirose e regurgitação há longo prazo, realiza uma endoscopia digestiva alta que
mostra uma extensa área de epitelização colunar do esôfago distal, sendo retirados diversos fragmentos
deste tecido para análise anátomo patológica. Em relação a este caso clínico, analise as assertivas abaixo.
I) O principal fator de risco para esta patologia é a infecção pelo Helicobacter pylori e o uso crônico de
inibidor da bomba de próton.
II) Um resultado anátomo patológico mostrando displasia de alta grau indica a realização de operação
antirrefluxo.
III) Se o resultado mostrar um displasia de baixo grau para este paciente, uma nova endoscopia deve ser
realizada em 6 meses a um ano.
IV) A presença deste achado endoscópico e a identi cação de metaplasia intestinal no exame anátomo
patológico define este paciente como portador de esôfago de Barrett.
A I e II apenas.
B II e IV apenas.
C III e IV apenas.
D I, II e III apenas.
Paciente masculino, 57 anos de idade, apresenta queixas de queimação retroesternal, referindo por vezes
regurgitação. Com a suspeita de doença do re uxo gastroesofageano (DRGE), o exame considerado padrão-
ouro para a confirmação diagnóstica é:
B pH metria de 24 horas.
C esofagomanometria.
I. O Esôfago de Barrett corresponde ao seguimento de mucosa colunar entre a extremidade proximal das
pregas gástricas e o final da junção escamocolunar.
II. O achado de Esôfago de Barrett é encontrado em aproximadamente 2% dos pacientes submetidos à EDA e
em 15% dos pacientes com sintomas de DRGE.
III. Biópsias do esôfago distal com epitélio cárdico e fúndico diagnosticam de nitivamente o Esôfago de
Barrett e estão associadas à adenocarcinoma.
IV. Se o exame endoscópico sugerir fortemente o diagnóstico de Esôfago de Barrett, mas a biópsia não
demonstrar epitélio colunar especializado, sugere-se o diagnóstico e recomenda-se nova avaliação com
biópsias.
A Somente II, III e IV estão corretas.
Paciente do sexo masculino, 68 anos, procura atendimento médico devido queixas dispépticas, referindo
ainda pirose frequente com náuseas, com piora após as refeições mais copiosas. Ao ser questionado refere
que os sintomas vêm ocorrendo uma a duas vezes por semana nos últimos 4 meses, acrescentando ainda
que no último mês passou a evoluir com desconforto na deglutição. Não é etilista nem tabagista, nega febre,
perda ponderal, vômitos ou alterações do apetite; mantém suas atividades rotineiras sem di culdades.
Considerando um diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico, a conduta correta deve ser:
A uma vez que o paciente apresenta sintomas leves e com baixa frequência de ocorrência, deve-se
orientar modificações de estilo de vida (evitar deitar-se após alimentações, elevar a cabeceira da
cama, reduzir cafeína e alimentos gordurosos, perda de peso, entre outras) e reavaliar o quadro em
4 semanas.
B devido baixa frequência e intensidade das queixas deve-se iniciar antagonista do receptor H2 por 3
MESES, com reavaliação posterior ou em caso de piora clínica.
C a presença de fatores de risco sustenta a realização de endoscopia digestiva alta logo no início do
seguimento.
D considerando sintomas leves e de baixa periodicidade deve-se iniciar IBP em dose padrão e reavaliar
o caso em 4 semanas; caso não haja melhora, ou ocorra retorno dos sintomas após suspensão da
medicação deve-se realizar endoscopia digestiva.
Questão 208 Sintomas Atípicos Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico
Homem, 31 anos, IMC: 33Kg/m², refere sensação de regurgitação amarga, pirose e rouquidão há 2 meses.
Relata ainda salivação frequente, pigarro e dor de ouvido. Durante consulta cirúrgica para tratamento de
doença de re uxo, foi avaliada a presença de sintomas esofágicos típicos, atípicos e sinais de alarme. Em
relação a esse quadro, é CORRETO afirmar que
A existem sintomas clássicos de hérnia hiatal.
O esôfago de Barrett costuma ser diagnosticado em pessoas que sofrem com a doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE) por muito tempo, entretanto, persiste a dúvida sobre o tratamento cirúrgico. Sobre
esta patologia marque a alternativa ERRADA.
B A Cirurgia anti-refluxo deve ser considerada de forma obrigatória, pois é uma medida antineoplásica.
C Indicações são as mesmas que em pacientes com indicações cirúrgicas para DRGE.
E Os fatores de risco para o desenvolvimento de neoplasia são: idade avançada, obesidade tabagismo
e falha de tratamento.
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Questão 210 Indicações para o Tratamento Cirúrgico Inibidores da Bomba de Prótons IBP
B Deve-se considerar o diagnóstico de DRGE e, nesse caso, é possível iniciar tratamento com inibidor
de bomba de prótons e procinéticos e observar a evolução nas próximas semanas.
C Deve-se considerar o diagnóstico de DRGE e, nesse caso, o paciente tem indicação de tratamento
cirúrgico.
V.C.X., feminino, 39 anos, com diagnóstico prévio de doença do re uxo gastroesofágico há 10 anos,
inicialmente com sintomas 3-4x/semana, com melhora completa dos sintomas após tratamento com
inibidores de bomba de prótons (IBP). Durante endoscopia digestiva alta realizada de controle de esofagite
erosiva, foi evidenciado mucosa esofágica distal de cor rósea, de cerca de 02 cm de extensão e realizado
múltiplas biópsias que evidenciaram metaplasia intestinal sem sinais de displasia. No momento paciente com
controle adequado de sintomas com IBP. Diante do quadro, qual a recomendação para a paciente?
A Fundoplicatura a Nissen.
B Ressecção endoscópica.
C Ablação endoscópica.
B O aspecto histológico da metaplasia intestinal no esôfago distal mostra células caliciformes também
chamadas de células azuis quando coradas pelo corante “alcian blue”
D É consenso que o esôfago de Barrett deve ser tratado por meio de cirurgia anti- refluxo
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Paciente 23 anos, obesa, há 2 meses com pirose e regurgitação. Realizada endoscopia que evidenciou
esofagite erosiva grau B de Los Angeles. A melhor opção terapêutica para o caso é
C procinético.
D antiácido.
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A gura abaixo ilustra o tratamento clássico de uma das patologias mais comuns do trato gastrointestinal em
que se realiza uma válvula na transição esofagogástrica, posterior, de 360°, utilizando o fundo gástrico. Trata-
se da opção cirúrgica clássica para o tratamento de:
A Acalasia.
B Divertículo de Zenker.
O procedimento operatório de escolha para a maioria dos pacientes no tratamento cirúrgico de doença do
refluxo gastroesofágico é:
A Hiatoplastia.
B Piloroplastia.
C Esofagopexia.
E Abordagem pelo pilar esquerdo para confecção de uma válvula de 360 graus.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000030111
A síndrome de Plummer-Vinson.
B divertículo de Zenker.
C megaesôfago chagásico.
A respeito da doença de re uxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o
item seguinte.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000013226
A respeito da doença de re uxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o
item seguinte.
A DRGE resulta de falha de uma das defesas do esôfago, como a resistência intrínseca do epitélio.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000013221
A respeito da doença de re uxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o
item seguinte.
Para paciente com esofagite grave por DRGE, deve-se prescrever o uso de inibidor de bomba de prótons por
duas vezes ao dia, sem tempo determinado de tratamento.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000013216
Questão 221 Métodos Complementares
A respeito da doença de re uxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o
item seguinte.
O exame radiológico contrastado do esôfago não evidencia estenose péptica do esôfago distal.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000013210
A respeito da doença de re uxo gastroesofágico (DRGE) e da estenose péptica do esôfago distal, julgue o
item seguinte.
O esôfago de Barrett, condição clínica associada à complicação da DRGE, predispõe a pessoa a carcinoma
epidermoide do esôfago distal.
A Certo.
B Errado.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000013201
Mulher, 30 anos de idade, apresenta história de dor epigástrica e queimação retroesternal, que piora após
alimentação, e empachamento com determinados alimentos. Exame físico: sem alterações relevantes. Diante
da principal suspeita diagnóstica, qual é o tratamento medicamentoso inicial mais adequado?
D Omeprazol 20mg ao dia tomado 30 minutos antes da primeira refeição por 8 semanas
E Pantoprazol 40mg em duas tomadas diárias junto com as refeições por 8 semanas
Essa questão possui comentário do professor no site 4000011508
Originalmente descrito por Zenker e Von Ziemssen, o divertículo faringo-esofágico é o divertículo esofágico
mais comum. Encontra-se herniando em uma região denominada trígono de Killian. A complicação mais
mórbida do não tratamento desta doença em pacientes idosos é:
A Abscesso pulmonar e/ou pneumonias por aspiração.
B Perfuração esofágica.
C Esôfago de Barret
D Caquexia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000010439
A A biópsia esofágica está indicada em todos os pacientes pediátricos, encaminhados para a avaliação
endoscópica com suspeita de esofagite, pois ela pode ocorrer mesmo na ausência de alterações
macroscópicas.
B Os achados histológicos de hiperplasia da zona basal e dilatação dos espaços intercelulares são
suficientemente sensíveis e específicos para diagnosticar esofagite de refluxo.
C Uma das grandes preocupações da criança, menor de 2 anos com doença do refluxo
gastroesofágico, é o “esôfago de Barrett”, caracterizada por metaplasia gástrica, com epitélio
colunar e com prevalência mais alta nesta faixa etária.
E A esofagite eosinofílica apresenta melhor resposta terapêutica aos inibidores de bomba de prótons
do que aos inibidores de receptores histamínicos H2.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000008118
A dolicomegaesôfago.
B atresia duodenal.
C gastrite alcalina.
B atresia duodenal.
C gastrite alcalina.
A técnica cirúrgica para correção de doença do re uxo gastroesofágico que originalmente há abordagem
intra-torácica e abdominal é:
A Nissen
B Lindi
C Toupet
D Belsey-Mark IV
Essa questão possui comentário do professor no site 4000001073
Mulher, 38 anos, advogada, casada. Paciente chega ao seu consultório encaminhada pelo
otorrinolaringologista, o qual procurou por tosse seca persistente. Diz que os sintomas se iniciaram há alguns
meses e são mais intensos após as refeições e em decúbito dorsal. Sem comorbidades e sem medicações.
Nega atopias. Nega história familiar de neoplasias gastrointestinais. Traz consigo exames já realizados:
laringoscopia que mostra laringite posterior, e endoscopia digestiva alta normal. Qual a hipótese diagnóstica
mais provável e que exame deve ser solicitado para confirmação diagnóstica?
A Asma / Espirometria
D Pneumonia / RX de tórax PA
Qual das seguintes abordagens é a mais apropriada para uma mulher de 35 anos, com IMC = 30 Kg/m2, que
refere sensação de queimação retroesternal, piora com a ingesta de alimentos e com o decúbito dorsal, e que
não está respondendo ao uso de omeprazol 20 mg duas vezes ao dia, após as refeições?
Paciente do sexo feminino, 52 anos, procura ambulatório com queixa de azia e regurgitação há 10 meses.
Relata que já fez uso de inibidores de bomba de prótons (omeprazol e pantoprazol), sem melhora
signi cativa, Nega qualquer outro sintoma. Tem exames realizados; endoscopia (presença de hérnia hiatal de
2 cm, sem esofagite) e ultrassonogra a de abdome superior sem anormalidades. A paciente deseja ser
submetida à cirurgia, e, nesse caso, qual destas condutas seria a mais adequada?
Na obesidade, quando o índice de massa corporal (IMC) é maior que 29,9Kg/m², está bem estabelecida a
relação com doença do re uxo gastroesofágico (DRGE). As causas desta doença ser agravada em pacientes
obesos deve-se:
A À diminuição da pressão do esfíncter inferior do esôfago (EIE), aumento dos episódiosde
relaxamento transitório do EIE, diminuição do clareamento esofágico e diminuição da velocidade de
esvaziamento gástrico; presença de hérnia de hiato.
D O refluxo gastroesofágico (RGE) ocorre somente em pacientes com IMC maior que 40Kg/m². Em
pacientes com IMC entre 29,9 e 34,9 Kg/m², é rara a ocorrência do RGE.
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Em relação ao esôfago de Barrett sem displasia, podemos afirmar que o tratamento de escolha consiste em:
D Mucosectomia endoscópica.
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C Na presença de displasia de baixo grau associada ao diagnóstico de Barrett, o paciente deverá ser
submetido a controle endoscópico de 2/2 anos.
D A cirurgia para tratamento de refluxo tem efeito comprovadamente protetor contra aparecimento
de adenocarcinoma de cárdia.
E Nda.
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Qual exame se faz obrigatório na avaliação pré-operatória de cirurgia do re uxo e qual justi cativa do
mesmo?
A Manometria; avaliação da função peristáltica do esôfago.
D A endoscopia digestiva alta mostrando uma hérnia hiatal é essencial no diagnóstico da doença do
refluxo gastroesofagiano.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo. Um homem de 65 anos de idade,
em bom estado geral, apresenta queimor retroesternal persistente apesar de terapia medicamentosa
antirre uxo agressiva. A esofagoscopia revela a presença de epitélio colunar no esôfago distal de 6 cm de
extensão; a biópsia revelou displasia de alto grau em múltiplos fragmentos. Qual é a melhor opção de
conduta?
A Terapia medicamentosa continuada.
C Cirurgia antirrefluxo.
Mulher, 20 anos, queixa-se de tosse constante e tem certeza que tem problema respiratório. Fica surpresa
quando, em um programa de televisão, vê que a tosse pode ter causas na via digestiva. Foi à consulta com a
médica na unidade de saúde do seu bairro, que con rmou ser possível. Como inicia o mecanismo
fisiopatológico da tosse por causa digestiva?
A Por estímulo indireto do centro do vômito, que é também o da tosse localizada na glote.
C Por estímulo direto a receptores no estômago e esôfago, estimulando a resposta reflexa da árvore
respiratória.
A azia e a regurgitação são os sintomas mais comuns da doença do re uxo gastroesofágico, contudo, se a
regurgitação for de alimentos não digeridos deve-se pensar em:
A acalasia
B pancreatite
C divertículo gástrico
D doença de Menetrier
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Questão 242 Efeitos do Uso Crônico Manifestações Clínicas Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Vinicius, 45 anos, é empresário e viajará para Manaus a trabalho por 6 meses. Queixa- se de rouquidão pela
manhã e azia há 4 anos. Foram prescritos alguns medicamentos sintomáticos e inibidor de bomba de próton
(IBP), proposta a investigação diagnóstica e a pro laxia de doenças do viajante. O uso prolongado de IBP
aumenta a incidência de:
A tumor carcinoide
B anemia megaloblástica
C fraturas de quadril
D miocardiopatia
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O sintoma apresentado pela maioria dos pacientes com doença do refluxo gastroesofagiano é:
A Tosse
B Pirose.
C Eructações.
D Regurgitação.
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D Predisposição genética.
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B laceração hepatica.
C laceração esplênica.
E pneumotórax.
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Dentre os itens abaixo, qual deles NÃO é um sintoma de alarme de Doença do Re uxo Gastroesofágico
(DRGE)?
A Disfagia
C Vômitos recorrentes
E Icterícia
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Dentre os exames abaixo, aquele considerado padrão ouro para o diagnóstico e quanti cação do re uxo
ácido na doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é a
B ultrassonografia endoscópica.
C seriografia
D pHmetria de 24 horas.
E esofagomanometria.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000065414
A doença do re uxo gastro-esofágico (DRGE) é uma das doenças mais comuns no dia-a-dia do
gastroenterologista, do endoscopista e do cirurgião do aparelho digestivo, sendo necessário um
entendimento aprofundado de sua apresentação clínica, de sua investigação e de sua terapêutica. De acordo
com a apresentação da doença, são sintomas atípicos da DRGE exceto:
A Halitose.
B Dor torácica.
C Regurgitação.
D Disfagia.
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A Pirose.
B Regurgitação.
C Disfagia.
D Eructação.
E Tosse seca.
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Questão 252 Tratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico Esofagite Péptica
Dentre as afirmações:
II. - O câncer gástrico em relação ao câncer de próstata é pouco frequente entre os tumores que acometem
a população brasileira;
III. - A doença do re uxo gastresofágico causa muitas vezes sintomas extra esofágicos e são diagnosticados
pelo otorrino.
A Apenas I;
B Apenas I e II;
C Apenas II e III;
D Apenas I e III;
E I, II, III.
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Os Inibidores da Bomba de Próton (IBP) têm sido responsáveis pela revolução no tratamento farmacológico
da DRGE. O seu efeito máximo ocorre após aproximadamente, quantos dias de tratamento?
A 1 dia.
B 4 dias.
C 7 dias.
D 14 dias.
E 28 dias.
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Cerca de 30% dos pacientes com sintomas típicos de re uxo gastroesofágico terão algum tipo de sintoma
extra-esofágico (tosse, rouquidão, bronco aspiração, chiado). Entretanto, qual é o percentual dos pacientes
que apresentam apenas sintomas extra-esofágicos?
A 2%.
B 3%.
C 10%.
D 20%.
E 25%.
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Para o esfíncter esofágico inferior ser competente, quais medidas são necessárias?
Questão 257 Sintomas Atípicos Tratamento Farmacológico Endoscopia Digestiva Alta EDA
Senhora, de 45 anos é obesa e vem à consulta por tosse seca há 3 meses. Iniciaram os sintomas no inverno e
desde então não melhorou. Buscou o pronto atendimento onde lhe foi prescrito medicamento (que não
lembra o nome) para "alergia pelo inverno". Observou que, após iniciar esse tratamento, está muito sonolenta,
o que di culta os afazeres diários. Os sintomas pioram no período noturno após jantar e se deitar. A rma
fazer uso de, aproximadamente, 4 a 5 xícaras de café ao dia. Neste caso, é correto afirmar:
III) É provável que Maria esteja fazendo uso de um anti-histaminico e este é o motivo da sonolência, portanto
deve ser retirado pois não auxilia no tratamento.
IV) Deve ser iniciado bloqueador de H2 ou pró-cinético em dose plena como teste terapêutico.
Um paciente de 33 anos de idade apresenta pirose há três meses, principalmente após a ingestão de frituras e
ácidos. Faz uso de antiácidos esporadicamente, com alívio dos sintomas. Nega disfagia ou dor torácica. Ao
exame, encontra-se em bom estado geral, corado, hidratado, com abdome plano, flácido e indolor.
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no momento
Questão 260 Esôfago de Barrett pHmetria de 24 horas e Impedância Sintomas e Investigação Diagnóstica
Paciente com 60 anos se apresenta em consulta ambulatorial, com queixa de halitose, alterações da voz, dor
retroesternal há uma semana. Relata que duas semanas atrás apresentou quadro de tosse, salivação
excessiva, episódio de disfagia e regurgitação de alimento não digerido. No exame físico apresentava em
bom estado geral, eupneico, hidratado, orofaringe sem alterações abdômen plano, ácido, sem dor a
palpação, sem massas palpáveis. Assinale a alternativa que representa a principal hipótese diagnóstica e o
exame para confirmação diagnóstica a ser solicitado:
C O diagnóstico é de carcinoma esofágico estando indicado uma endoscopia digestiva alta com
biópsia.
A pHmetria.
C Esofagomanometria.
Com relação aos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), assinale a alternativa INCORRETA:
A A azia da DRGE não é restrita às áreas epigástricas e retroesternal e pode irradiar para as costas.
D A presença de alimentos não digeridos no conteúdo regurgitado em pacientes com DRGE são
indicativos de um outro processo patológico, como um divertículo esofágico ou acalasia.
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Com relação aos sintomas da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), assinale a alternativa INCORRETA:
A A azia da DRGE não é restrita às áreas epigástricas e retroesternal e pode irradiar para as costas.
D A presença de alimentos não digeridos no conteúdo regurgitado em pacientes com DRGE são
indicativos de um outro processo patológico, como um divertículo esofágico ou acalasia.
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Paciente procura atendimento médico com quadro de disfagia e regurgitação, de início há 6 meses,
primeiramente para sólidos passando para líquidos. Relata perda de 8 kg no período. Realizou endoscopia
digestiva alta, que mostrava apenas esofagite erosiva Los Angeles A no esôfago distal. Em relação ao caso,
assinale a afirmativa correta.
A Deve ser solicitada uma manometria esofágica devido a provável diagnóstico de doença do refluxo
gastroesofágico.
A técnica cirúrgica do re uxo gastroesofágico com acesso pelo pilar esquerdo para confecção de uma
válvula de 360 graus é denominada:
A Fundoplicatura à Toupet.
B Fundoplicatura à Dor.
C Fundoplicatura à Nissen.
D Fundoplicatura à Lind.
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O esôfago de Barret é uma condição pré-maligna associada à doença do re uxo gastroesofágico, que se
define como a presença de epitélio colunar no esôfago distal. Essa alteração é conhecida por:
A Metaplasia intestinal.
B metaplastia esofágica.
C Displasia esofágica.
D Displasia intestinal.
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Pirose e regurgitação são manifestações típicas da DRGE (Doença do Re uxo Gastro- esofágico), NÃO
corresponde à manifestação atípica da referida patologia:
B Globo faríngeo.
C Otalgia.
D Rinite.
E Aftas.
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O esôfago de Barrett tem sido foco de atenção em função do aumento da obesidade na população mundial.
Esta afecção :
Analise a gura a seguir. O procedimento realizado sobre o esôfago visto na gura é melhor indicado a um
paciente que realizou manometria com pressão basal do esfíncter esofagiano inferior de:
Questão 270 Esôfago de Barrett pHmetria de 24 horas e Impedância Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE
C O esôfago de Barrett é caracterizado por uma substituição do epitélio escamoso estratificado por
epitélio colunar.
Questão 271 Acalásia Primária Idiopática pHmetria de 24 horas e Impedância Divertículo de Zenker
Paciente, 72 anos, apresentando quadros repetidos de pneumonia. Refere ainda halitose e di culdade para
deglutir os alimentos, por vezes referindo sensação de “bolo na garganta”. Nega perda ponderal, odinofagia
ou rouquidão. A principal hipótese diagnóstica e o melhor exame complementar são:
B Acalasia; Esofagomanometria.
Paciente J.A.M.C., 42 anos, previamente hígido, foi encaminhado pelo gastroenterologista para avaliação de
tratamento cirúrgico de Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE). Paciente apresenta história de
regurgitação alimentar, principalmente após as refeições, com episódios quase diários, alegando melhoras
com uso de Inibidores de Bomba de Prótons (IBP). Paciente desejando realizar o procedimento cirúrgico para
evitar uso crônico de IBP e sintomas. Os exames essenciais para avaliação pré-operatórias da DRGE são,
exceto:
B Manometria esofágica.
B A Metaplasia Intestinal incompleta que ocorre no esôfago de Barrett inclui células gástricas
superficiais, células caliciformes intestinais e células absortivas intestinais.
C A ressecção esofágica é recomendada para pacientes com displasia de alto grau. A esofagectomia
subtotal transhiatal é recomendada para maioria dos pacientes.
D Pacientes com esôfago de Barrett tem risco 40 vezes maior de desenvolver carcinoma esofágico.
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Paciente do sexo feminino, 46 anos, vem à avaliação médica com história de pirose há muitos anos,
frequentemente associada a alimentação copiosa rica em gordura, refrigerantes e café. Controla a
sintomatologia com chás caseiros, hidróxido de alumínio e antiácidos efervescentes. Foi submetida a
endoscopia digestiva alta que evidenciou áreas de epitélio avermelhado em esôfago distal, medindo 5cm
acima da linha Z. A biópsia revelou tratar-se de metaplasia colunar e áreas de displasia de alto grau. Qual das
seguintes orientações a esta paciente é inadequada?
A A senhora apresenta um quadro de doença do refluxo gastroesofágico bastante complicada que se
não for tratado adequadamente pode evoluir para um câncer.
B As chances dessa metaplasia no esôfago que apareceu na sua endoscopia melhorar apenas com
remédios é muito baixa.
C Seu exame demostra que a cirurgia de fundoplicatura evitará que a sua lesão do esôfago se
transforme em câncer.
D A senhora tem indicação de tratamento cirúrgico, mas antes deveremos iniciar tratamento com
medicações em dose máxima por 3 meses e repetir a endoscopia para ver se a displasia melhorou.
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B As células metaplásicas são mais resistentes à lesão proveniente do refluxo, porém são mais
suscetíveis à malignização.
D a endoscopia digestiva alta que mostra uma hérnia hiatal é essencial no diagnóstico da doença do
refluxo gastroesofageano.
Questão 277 Mecanismo de Ação dos IBPs Esôfago de Barrett Adenocarcinoma de Esôfago
B Os inibidores da bomba de prótons podem estar associados a maior risco de fraturas, infecções, má
absorção de vitaminas e minerais e demência, sendo recomendado seu uso judicioso.
D Apesar do amplo uso dos inibidores da bomba de prótons e de sua alta eficiência em controlar
sintomas e cicatrizar a esofagite erosiva, adenocarcinoma de esôfago tem mostrado significativo
aumento de incidência nas últimas décadas em diversos países do Ocidente.
E Cerca de 10% dos pacientes com DRGE poderão desenvolver esôfago de Barrett ao longo de sua
evolução, mesmo sob tratamento clínico adequado.
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Questão 278 Tratamento cirúrgico da obesidade Tratamento Cirúrgico da DRGE Bypass Gástrico em YdeRoux
Um paciente de 29 anos de idade relata aumento de peso de 15 kg nos últimos três anos e episódios
recorrentes de pirose nesse período, que melhoram parcialmente com o uso de inibidor de bomba de
prótons. Realizou endoscopia digestiva alta, que mostrou esofagite erosiva Los Angeles B. Apresenta índice
de massa corpórea de 47. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a técnica
indicada para o tratamento da obesidade do paciente com resultado mais duradouro.
D Banda gástrica.
E Balão gástrico.
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Um paciente de cinquenta anos de idade, com IMC igual a 34, apresenta pirose, dor retroesternal e episódios
de palpitação há cinco anos, com períodos de melhora e de piora. Os quadros pioram após a ingestão de
gorduras, massas e doces e melhoram com o uso de omeprazol. Há dois meses, relata que teve piora da dor,
acompanhada de perda de 5 kg. Realizou uma endoscopia digestiva alta, que mostrou uma lesão
vegetoin ltrativa a 38 cm da arcada dentária superior. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa
que apresenta o tipo histológico mais provável:
A Carcinoma espinocelular.
B Leiomioma.
D Adenocarcinoma.
E Linfoma.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000120582
Qual das seguintes opções não é um dos cinco princípios de correção cirúrgica do refluxo gastroesofágico?
A A fundoplicatura não deve aumentar a resistência além do que o peristaltismo do esôfago consegue
vencer (válvula de aproximadamente 2cm).
B Uma extensão adequada de esôfago intra- abdominal deve ser obtida (aproximadamente 2cm).
C A operação deve restaurar a pressão do EEI para 10 vezes a pressão intragástrica em repouso.
D A doença do refluxo gastroesofágico pode ter manifestações extradigestivas como a tosse crônica
predominantemente noturna, rouquidão e broncoespasmo.
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B Um dos maiores problemas dos inibidores da bomba de próton é que, no Brasil, não existe
formulação líquida. As fórmulas manipuladas não são testadas, portanto não se sabe o quanto são
eficazes.
Paciente de 65 anos relata que começou a apresentar disfagia esofagiana a aproximadamente três meses, de
caráter contínuo e sem fatores de melhora. Tem histórico de tratamento de doença do re uxo
gastresofagiano (DRGE) de longa data e sem epidemiologia para doença de chagas.
B Quando presente, a disfagia, geralmente sugere a presença de bile no conteúdo refluído para o
esôfago.
C A disfagia não tem relação coma DRGE, devendo-se investigar outra causa.
D A disfagia na evolução da DRGE geralmente sugere uma complicação como estenose ou neoplasia.
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A Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é uma das mais importantes afecções digestivas, tendo em
vista as elevadas e crescentes incidências, a intensidade dos sintomas e a gravidade das complicações. O
tratamento cirúrgico está indicado para os pacientes que necessitam usar a medicação ininterruptamente,
para os intolerantes ao tratamento clínico prolongado e para as formas complicadas da doença. Relativo ao
tratamento cirúrgico da DRGE:
C Pacientes portadores de obesidade mórbida com DRGE devem ser encaminhados à avaliação para
cirurgia bariátrica.
Questão 285 Diarreia Aguda Infecciosa Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Esofagite Péptica
Jovem, 21 anos, há dois meses com disfagia ocasional para sólidos e dor epigástrica em queimação. Viagem
recente para o interior de Minas Gerais. História familiar de rinite alérgica. Em uso de ranitidina 300 mg/dia,
com discreta melhora. O exame físico é normal. EDA: erosões retilíneas e úlceras rasas em esôfago distal,
estimadas em 0,2-0,6 cm, por vezes con uentes, hiperemiadas e com brina densa esbranquiçada.
Estômago e duodeno normais. A hipótese diagnóstica mais provável é:
A Esofagite eosinofílica.
B Doença de refluxo.
C Acalasia.
D Verminose.
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A Esofagografia.
B Manometria esofagiana.
Uma senhora relata uma história longa de dor do tipo queimação retroesternal e uma história mais recente de
regurgitação de alimentos digeridos. Refere ainda a ocorrência de disfagia a alimentos sólidos. Qual é o mais
provável diagnóstico?
A Acalásia
B Refluxo gastroesofágico
C Neoplasia de esôfago
D Presbiesôfago
Essa questão possui comentário do professor no site 4000071981
Paciente do sexo masculino de 27 anos de idade é atendido em regime ambulatorial com queixa de pirose
após alimentação, acompanhada de regurgitação ácida, que pioram quando faz ingestão excessiva de
alimentos, episódios que se repetem por cerca de 3 a 4 vezes na semana nos últimos 6 meses, estando mais
acentuado a cerca de 2 meses. Ao exame físico apresenta-se em bom estado geral, obesidade leve, sem
outras anormalidades. O médico assistente levanta a hipótese de doença por re uxo gastroesofágico. Em
relação ao caso em questão assinale a alternativa correta.
B Está indicado com conduta inicial a monitorização ambulatorial do pH esofagiano por 24 horas.
B Trauma hepático
C Pneumotórax
D Lesão esofágica
E Lesão gástrica
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Com relação à doença do re uxo gastroesofágico, identi que como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as
seguintes afirmativas:
IV - ( ) Os sintomas típicos da doença são: pirose, regurgitação, tosse crônica, rouquidão e sibilos.
A V – V – F – V.
B F – F – V – V.
C V – F – F – V.
D F – V – V – F.
E V – F – V – F.
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Questão 293 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilografia e Exames Radiológicos
Sobre os exames complementares para avaliação da doença do re uxo esofágico (DRGE), assinale a
alternativa CORRETA: (SABISTON, [Link]. et al. - Tratado de cirurgia: As Bases Biológicas da Prática
Cirúrgica Moderna. 17a. e 18a. Edições. Rio de Janeiro.)
A Na endoscopia digestiva alta se utiliza somente a classificação de Los Angeles nos dias de hoje, não
sendo mais utilizada a classificação de Savary-Miller.
A seleção de pacientes para cirurgia antirre uxo tornou-se muito mais fácil com o grande aperfeiçoamento
do tratamento clínico. Diante disso, assinale a alternativa INCORRETA quanto às indicações desta cirurgia:
(HEITMILLER RF, YOU CJ. Doença do Re uxo Gastroesofágico em: Cameron 100 edição Terapêutica
Cirúrgica Elsevier 2013)
Em relação aos exames complementares que podem ser solicitados para o diagnóstico e o acompanhamento
da doença do refluxo gastroesofagiano (DRGE), assinale a alternativa correta.
B A manometria esofágica é o padrão ouro para o diagnóstico, pois avalia a hipotonia do esfíncter
inferior do esôfago, principal causa do refluxo gastroesofagiano.
C A pHmetria esofágica prolongada não é utilizada, porque tem pouca especifidade para o refluxo
gastroesofágico e correlação pobre com os sintomas.
Questão 296 Manometria Esofágica Indicações para o Tratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
Paciente de 35 anos, chega ao seu consultório com queixa de “azia, queimação e empachamento”, diz que
realiza endoscopia todo ano pois tem gastrite crônica e re uxo, assim como diz já ter tido H. pylori 2 vezes e
tratou. Ao coletar a história, ele refere uso de omeprazol há mais de 10 anos. A última endoscopia realizada há
15 dias demonstra Esofagite de Re uxo, pangastrite e o histopatológico da biópsia esofágica revela células
caliciformes com metaplasia intestinal com displasia de baixo grau , sem atipias, biópsia gástrica com gastrite
crônica ativa e H. pylori negativo. Sobre este caso, é correto afirmar que:
B o paciente deve manter o uso de inibidor de bomba de prótons e associar um procinético por 8
semanas.
D não se usa mais phmetria ou manometria para auxilio diagnóstico nesses casos.
E trata-se de refluxo ácido e o paciente deve evitar frituras, frutas ácidas, café, álcool e tabaco por um
ano e então repetir a endoscopia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000054859
Em pacientes com sintomas de pirose secundária, a esofagite erosiva que não responde ao uso de inibidor da
bomba de prótons (IBP) devemos avaliar, EXCETO
A a aderência ao tratamento.
B a esofagite eosinofilíca.
A Nissen
B Lindt
C Toupet
D Pinotti
Essa questão possui comentário do professor no site 4000052874
Questão 299 Sintomas Típicos
A Rouquidão e disfagia.
B Pirose e regurgitação.
.
C Pirose e rouquidão.
Durante um almoço de domingo, um parente pede orientações pois um amigo estaria com esôfago de
Barret. Analise as afirmações abaixo e assinale a única alternativa CORRETA
B A metaplasia gástrica esofágica caracteriza Barret se sua apresentação for circunferencial, se houver
projeções digitiformes dessa metaplasia, o diagnóstico não é realizado.
D A substituição da mucosa esofágica ocorre devido a uma alteração congênita, sendo ela mais
comum em caucasianos.
E A substituição do epitélio colunar com células caliciformes do esôfago pelo epitélio escamoso
(metaplasia) no Esôfago de Barret está associada ao adenocarcinoma.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000047928
A doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) é uma patologia que deve ser tratada inicialmente, com
medicamentos e medidas comportamentais, mas tem indicação cirúrgica em casos selecionados. Com
relação ao tratamento cirúrgico da DRGE, é correto afirmar que:
A a realização de válvula parcial está relacionada com a maior incidência de disfagia precoce
C a recidiva precoce dos sintomas, após suspensão do tratamento clínico, é um fator de mau
prognóstico que contraindica a cirurgia
D a reoperação deve ser considerada em pacientes que apresentam pirose ou disfagia após a cirurgia
A Hiatoplastia.
C Valvuloplastia + Vagotomia.
D Esofagectomia Distal.
E Valvuloplastia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000045064
A Esofagomanometria.
B REED.
D Cintilografia.
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Questão 304 Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Helicobacter Pylori Esofagite Infecciosa
Trata-se de um paciente com Imunode ciência Humana que apresenta úlcera esofágica profunda, linear em
um exame de endoscopia digestiva. Pode-se pensar em:
B Helicobacter pylori.
C Candidíase.
D Sarcoma de Kaposi.
E Citomegalovírus.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000037928
Paciente, 28 anos, sexo feminino, apresentando episódios frequentes de pirose, regurgitação e tosse há 4
anos, resistente ao tratamento com inibidor de bomba de prótons. Vem apresentando disfagia a sólidos e
exames mostraram intensa esofagite distal com motilidade esofágica normal. Após nova avaliação, recebeu
indicação de tratamento cirúrgico.
Qual das opções abaixo descreve a cirugia de escolha para a maioria dos pacientes com o quadro acima
descrito?
Questão 306 Sintomas Atípicos pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco
Questão 307 Acalásia Primária Idiopática Investigação Complementar Gastrite Aguda versus Crônica
Paciente do sexo masculino, com 35 anos foi submetido a fundoplicatura laparoscópica há 1 ano devido
disfagia, pirose e regurgitação de longa data. Realizou na época um exame de endoscopia digestiva alta e
recebeu o diagnóstico de doença do re uxo gastroesofágico. Refere que após a cirurgia teve pouca melhora
clínica e atualmente refere piora do quadro e somente consegue ingerir alimentos líquidos ou pastosos.
Perdeu 6 kg nos últimos 3 meses. Realizou um esofagograma com evidência de esvaziamento lento do
contraste, dilatação do esôfago distal e imagem em bico de pássaro na junção esofagogástrica. Qual o
provável diagnóstico, exame a ser realizado e tratamento mais indicado para esse caso:
A doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é uma das afecções mais frequentes na prática médica. Ocorre
como consequência da exposição da mucosa esofágica ou supraesofágica ao conteúdo gástrico, levando a
uma variedade de sintomas, causando impacto na qualidade de vida. Sobre a DRGE é CORRETO afirmar:
E Estenose pépticas do esôfago e dependência ao uso de IBP não caracterizam indicações cirúrgicas
no tratamento da DRGE.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000029419
A Mudanças no estilo de vida, isoladamente, são suficientes para o desaparecimento dos sintomas na
maioria dos pacientes.
B Estudos que mostraram forte correlação entre os inibidores de bomba de prótons e o aparecimento
de neoplasias malignas e mal de Alzheimer, fizeram com que essas drogas fossem retiradas do
arsenal terapêutico contra DRGE.
C Apesar das evidências da literatura não serem conclusivas, acredita-se que as operações antirrefluxo
possam ter algum papel na regressão da metaplasia intestinal (esôfago de Barrett).
D A cirurgia antirrefluxo é melhor indicada naqueles pacientes que tentaram a terapia medicamentosa,
mas não apresentaram nenhuma resposta aos inibidores de bomba de prótons.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000027785
A substituição do epitélio escamoso do esôfago distal por epitélio colunar, na presença ou não de metaplasia
intestinal, é conhecida como esôfago de Barrett. Sua ocorrência vem aumentado na população mundial nos
últimos anos, e está relacionada com a presença da doença do re uxo gastroesofageano. Quanto ao
seguimento e ao rastreamento do esôfago de Barrett e das displasias, é INCORRETO afirmar que:
A O risco de desenvolvimento do adenocarcinoma é baixo, portanto, não se caracteriza problema
relevante de saúde pública.
B O custo do rastreamento é relativamente barato, devendo ser feito o rastreamento para câncer de
esôfago na população em geral.
D Nos casos de displasia, deve ser realizado seguimento endoscópico a cada ano ou em período
eventualmente menor, nos casos de dúvidas ou displasia de alto grau.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000027698
O método diagnóstico considerado padrão ouro para o diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico é
B a manometria.
C a pHmetria de 24 horas.
D o esofagograma.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000023213
A Perfuração gástrica.
B Laceração esofagiana.
C Laceração hepática.
E Perfuração esofagiana.
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Questão 313 Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico Fisiopatologia e Fatores de Risco
Paciente com diagnóstico de longa data de Doença do Re uxo Gastroesofágico notou piora dos sintomas
nos últimos 3 meses e procurou atendimento com gastroenterologista. Foi solicitada Endoscopia Disgestiva
Alta e achado endoscópico de esôfago de Barret e irregularidades em mucosa que foram biopsiadas segundo
protocolo adequado para o caso. Anatomopatológico indefinido para displasia.
B aumentar o uso de inibidor de bomba de prótons (IBP) para 2x ao dia e repetir endoscopia com 2 a 6
meses.
D encaminhar ao oncologista.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000022500
Questão 314 Medidas Comportamentais Tratamento Cirúrgico da DRGE Inibidores da Bomba de Prótons IBP
Um paciente de 41 anos tem queixas de rouquidão crônica e queimação retroesternal há 8 anos. Faz uso de
bloqueador de bombas de prótons há pelo menos 4 anos, continuamente. Hábitos tabagistas desde 20 anos,
meio maço de cigarro nos nais de semana. Apresenta IMC de 26. Refere vida agitada sem horários
organizados ou refeições equilibradas. A última endoscopia demonstra esofagite grau A de Los Angeles com
área sugestiva de Barret curto. Qual dos tratamentos propostos apresenta maior chance de controlar a
doença do refluxo desse paciente e suas consequentes complicações?
O papel do tratamento cirúrgico para o re uxo gastroesofágico e hérnias de hiato mudou drasticamente
durante a década de 1990. A popularização da intervenção cirúrgica minimante invasiva foi a força motriz
responsável pelo aumento das indicações para o tratamento cirúrgico destas doenças. É INCORRETO a rmar
sobre as complicações relacionadas aos procedimentos antirrefluxo laparoscópicos:
A Pneumotórax é uma das complicações intraoperatórias mais comuns, que se resolvem na maior
parte das vezes com drenagem pleural fechada.
B Plenitude pode ocorrer em até 30% dos pacientes, no entanto a maioria tem melhora dos sintomas
após 2 meses.
D A taxa de mortalidade é muito baixa. Sendo maior em paciente com mais de 60 anos.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000007047
Questão 316 Tratamento Cirúrgico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico Cirurgia
A 360º.
B 270º.
C 180º anterior.
D 180º posterior.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000002618
Paciente 35 anos, feminino, com queixa de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. Refere
que os sintomas aparecem 3x por semana. Nega perda de peso ou disfagia. Exame físico sem alterações.
Com relação ao caso clinico, é correto afirmar:
A Essa paciente tem indicação de solicitação de endoscopia digestiva alta para definição diagnóstica.
B Não há necessidade de orientar a paciente sobre as mudanças do estilo de vida (como evitar
alimentações copiosas, perda de peso, evitar deitar após as refeições, elevar a cabeceira da cama).
C Não há necessidade de solicitar exames complementares nesse momento, e o tratamento deve ser
empírico com a utilização dos inibidores de bomba de prótons.
I. Tosse crônica, pigarro e desgaste no esmalte dentário são considerados manifestações atípicas da DRGE.;
III. A DRGE pode ser classi cada em duas formas de apresentação, sendo a erosiva a forma mais frequente
de apresentação.;
IV. Os inibidores da bomba de prótons (IBP) são considerados medicamentos de escolha no tratamento da
DRGE. Pacientes com manifestações atípicas têm indicação de iniciar tratamento com dose plena de IBP por
um período prolongado.
B I e III, apenas.
C II e IV, apenas.
Qual o melhor exame, dentre os citados, para o diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico?
C Phmetria.
D Manometria.
E Laringoscopia
Essa questão possui comentário do professor no site 4000125856
Das alternativas que seguem, qual não é uma complicação do refluxo gastroesofagiano?
A Obesidade
B Estenose.
C Esofagite
D Sangramento
E Aspiração
Essa questão possui comentário do professor no site 4000124907
A Trata-se de uma estenose péptica esofágica e o tratamento inicial consiste em dilatação esofágica,
além da manutenção da terapia com inibidor de bomba de prótons.
B Trata-se de uma estenose secundária a doença eosinofílica esofágica, sendo necessário dilatações
esofágicas seriadas, e o inibidor de bomba de prótons não é recomendado.
C Por se tratar de um caso de esofagite eosinofílica, deve-se iniciar dieta de eliminação de alimentos
(antígenos) ou dieta elementar (com fórmula de aminoácidos), pois ambas tem ação comprovada no
tratamento dessa patologia.
D Trata-se de uma doença alérgica alimentar IgE mediada e o prick test para diversos alimentos deve
ser realizado para guiar a exclusão alimentar.
E Trata-se de uma patologia conhecida há várias décadas, com etilogia bem definida e curso clínico
previsível.
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A Doença do Re uxo Gastresofágico (DRGE) é , provavelmente, uma das doenças mais prevalentes no
mundo que compromete signi cativamente a qualidade de vida. Tendo em vista as elevadas e crescentes
incidências, a intensidade dos sintomas e a gravidade das complicações. Sendo assim, qual a principal forma
do seu diagnóstico?
C Manometria esofágica.
D TC de tórax.
E História Clínica.
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Questão 324 Sintomas Atípicos Sintomas Típicos Fisiopatologia e Fatores de Risco
B A doença do refluxo gastro-esofágico pode ter manifestações extra-digestivas como a tosse crônica
predominantemente noturna, rouquidão e broncoespasmo.
C Sintomas de disfagia, odinofagia, perda de peso e sangramento digestivo alto são manifestações
comuns na doença do refluxo gastro-esofágico.
E Frente a um paciente com sangramento gastrointestinal o manejo inicial deve ser o tratamento
empírico.
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Homem de 48 anos com dor epigástrica e subesternal em queimação crônica (há 4 meses). Relata que os
sintomas pioram ao deitar-se e após refeições. Nega di culdade para engolir ou perda de peso. Usou inibidor
da bomba de prótons regularmente nas últimas 6 semanas com melhora parcial dos sintomas. Relata ainda
sibilância e rouquidão pela manhã. O resto da história e exame clínico é normal. Em se tratando de re uxo
gastroesofágico, dos mecanismos a seguir, sempre contribuem para esse processo patológico, analise:
C I, II e IV.
Homem, 65a, oligossintomático, com diagnóstico de hérnia de hiato por deslizamento e esôfago de Barrett
sem presença de displasia, em uso de omeprazol 40 mg/dia. Assinale a alternativa CORRETA:
O re uxo gastroesofágico pode ser siológico ou se caracterizar como doença. Algumas complicações da
doença do refluxo gastroesofágico são:
Com relação ao tratamento cirúrgico do esôfago de Barrett com fundoplicatura pela técnica de Nissen:
B A presença do carcinoma espinocelular é maior que na população em geral e não se altera com a
cirurgia.
Com relação ao tratamento da doença do re uxo gastroesofágico com inibidores de bomba protônica,
podemos dizer que:
C Dos pacientes que permanecem sintomáticosm, 80% não foram relacionados ao refluxo.
O câncer de esôfago é a sexta causa de neoplasia no mundo e a terceira do trato digestivo. Baseado nessas
informações, assinale a alternativa INCORRETA.
B Os sintomas mais comuns do câncer de esôfago são disfagia, perda de peso, dor, vômito e tosse.
C Fatores de risco relacionados à neoplasia de esôfago incluem esôfago de Barrett, acalásia, lesões
cáusticas, síndrome de Plummer-Vinson e tabagismo.
E O diagnóstico é frequentemente feito em fases iniciais da doença, como consequência dos sintomas
precoces da neoplasia.
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A Disfonia e tosse.
B Pirose e odinofagia.
B O refluxo gastroesofágico crônico é o fator que lesa o epitélio escamoso e promove reparo através
da metaplasia colunar.
C As células metaplásicas, embora mais resistentes às lesões pelo refluxo, maior propensão à
malignidade.
Um homem de 43 anos chega ao consultório com sintomas ocasionais de pirose por muitos anos e dor
abdominal intermitente. Para alívio dos sintomas, ele usa antiácido frequentemente. Devido à pirose, o
médico solicita uma Endoscopia Digestiva Alta (EDA), que é sugestiva de esôfago de Barrett, posteriormente
confirmada por histopatológico. A conduta mais adequada para esse caso é:
São técnicas cirúrgicas usadas para correção da Doença do Refluxo Gastroesofágico, EXCETO:
A Lind.
B Nissen.
C Warren.
D Belsey-Mark IV.
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Se um paciente com 35 anos consulta com história típica de re uxo gastroesofágico, ou seja, apresentando
pirose exarcebada após as refeições, há duas semanas, sem outros achados, sem comorbidades e com
exame físico normal, a conduta adequada é:
A Solicitar endoscopia digestiva alta.
C Prescrever Ranitidina.
Paciente de 55 anos, tabagista, comparece à unidade de saúde com sintomas de re uxo gastro-esofágico. A
conduta adequada é:
C Metaplasia intestinal.
II - Necessitar de medicação para controle dos sintomas mais de quatro vezes por semana.;
B apenas I e III
C apenas II e III
D I, II e III
E apenas I
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Dentre os testes a seguir, qual é imprescindivel para o tratamento cirúrgico em pacientes com DRGE (doença
do refluxo gastro-esofágico) não erosiva?
A esofagomanometria
B seriografia esofago-estomago-duodeno
D impedancio-pHmetria esofágica
E seriografia estomago-duodeno-intestinos
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Questão 341 Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico
Paciente de 35 anos de idade, sexo masculino, com peso corporal normal, apresenta pirose e regurgitação há
cinco anos, depende de IBP (Inibidor de Bomba de Prótons) em dose dobrada e fez reavaliação no serviço de
gastroenterologia com videoendoscopia digestiva alta, manometria e pHmetria, apresentando os seguintes
resultados: videoendoscopia digestiva alta — presença de hérnia hiatal Tipo I de 3,5 cm, esofagite erosiva
Los Angeles C; manometria — hipotonia acentuada de esfíncter inferior de esôfago, peristalse de 58% e
amplitude de 28 mmHg; pHmetria — re uxo ácido patológico con rmado em posição ortostática e supina; o
paciente segue medidas comportamentais e faz uso correto do IBP. O tratamento de escolha é:
A Manter o tratamento clínico indefinidamente, pois é a única opção em pacientes com menos de 40
anos.
C A endoscopia digestiva alta apresenta alta especificidade para a esofagite erosiva e alta sensibilidade
no diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico.
E A pHmetria de 24 horas deve ser sempre realizada antes da manometria para melhor posicionar o
cateter de manometria.
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Questão 343 Tratamento Hérnia Hiatal por Rolamento Paraesofágica ou Tipo II Hérnias Hiatais
Paciente masculino, 25 anos, vem à consulta eletiva com queixa de pirose e regurgitação há cerca de 2 anos
de evolução. Apresenta uso regular de inibidor de bomba de prótons com melhora parcial dos sintomas.
Sobrepeso e dieta irregular. Assinale a alternativa CORRETA em relação a este caso clínico:
A A presença dos sintomas pirose retroesternal e regurgitação eleva a certeza diagnóstica para cerca
de 40%. A realização do exame de endoscopia digestiva alta não altera a evolução clínica quando
comparada ao tratamento empírico.
B Em pacientes com sintoma de DRGE e EDA sem erosões esofágicas, a pHmetria esofágica anormal
define o diagnóstico de DRGE com certeza em 50% e, quando normal, afasta o diagnóstico com
certeza de cerca de 50%.
E Não há correlação direta entre a intensidade dos sintomas da DRGE e a apneia do sono. Entretanto
há correlação direta entre os eventos de refluxo ácido e os distúrbios de sono e apneia.
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Questão 346 Fatores de Fisco Esôfago de Barrett Carcinoma de Células Escamosas CEC
C A metaplasia gástrica no esôfago distal define o esôfago de Barrett, o qual é fator de risco para
adenocarcinoma.
Questão 347 Medidas Comportamentais Tratamento Farmacológico Endoscopia Digestiva Alta EDA
Em paciente com sintomas típicos de Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE), de início recente, sem
sintomas preocupantes (como emagrecimento, disfagia, sangramento gastrointestinal), que nunca foi
investigado ou tratado para essa condição, a endoscopia não é obrigatória para início de terapia. Nesses
casos de tratamento não precedido da endoscopia, recomenda-se:
A Modificar estilo de vida e não instituir tratamento medicamentoso para não mascarar uma condição
de base mais grave
B Iniciar tratamento padrão, inclusive medicamentoso e, havendo resolução dos sintomas, mantê-lo,
mas em doses progressivamente menores
C Obter a endoscopia ao final do tratamento, mesmo que os sintomas tenham desaparecido, para
documentar a resolução endoscópica da esofagite, diminuindo o risco de recidiva
D Utilizar o mesmo tratamento preconizado para pacientes que realizaram endoscopia e não revelaram
esofagite erosiva
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De acordo com a classi cação de Los Angeles, paciente que apresenta ao exame endoscópico uma solução
de continuidade maior que 5 mm, confinada à prega mucosa e não contígua, tem qual diagnóstico?
B Gastrite erosiva.
B Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos da vida como dieta regular, perda de peso e realizar
atividades físicas, apenas.
C Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos de vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas
regulares, prescrever antimicrobianos para combater a bactéria associado a inibidor da bomba de
prótons.
D Corrigir hábitos de vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas regulares, não prescrever
antimicrobianos para combater a bactéria e indicar anti-histamínico associado a inibidor da bomba
de próton.
E Incentivar a parar de fumar, corrigir hábitos da vida com dietoterapia e práticas de atividades físicas
regulares. Não é necessário prescrever antimicrobianos para combater a bactéria, pois se trata de
um agente comensal, e iniciar inibidor da bomba de prótons por 2 anos.
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Questão 350 Tratamento Tratamento Cirúrgico da DRGE Endoscopia Digestiva Alta EDA
Homem, 65 anos, oligossintomático, com diagnóstico de hérnia de hiato por deslizamento e esôfago de
Barrett sem presença de displasia, em uso de Omeprazol 40 mg/dia. Assinale a alternativa correta:
C Está associada a um esfíncter inferior do esôfago longo à avaliação manométrica ( > 2 cm).
Questão 352 pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilografia e Exames Radiológicos Endoscopia Digestiva Alta EDA
B A phmetria /impedanciometria esofágica deve ser indicada quando a endoscopia está alterada;
Um homem de 40 anos, executivo de uma multinacional, queixa-se de pirose retroesternal, que piora à noite,
e é acompanhada de tosse seca e rouquidão. No exame físico, o índice de massa corporal é de 39 kg/m². O
paciente realizou uma endoscopia digestiva alta, que mostrou "gastrite enantematosa leve e pesquisa de H.
pylori positiva". A conduta mais apropriada é:
Um homem de 60 anos, saudável, que apresenta sintomas de doença do re uxo, foi submetido à avaliação
endoscópica, revelando na biópsia do esôfago distal a presença de displasia de alto grau, associada a
esôfago de Barrett.
A Cirurgia antirrefluxo
B Esofagectomia
C Mucosectomia endoscópica
Questão 355 Tratamento Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Cirúrgico do Megaesôfago NãoAvançado
Em relação às doenças do esôfago, marque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) A maioria dos pacientes com doença do re uxo gastroesofágico não responde ao tratamento clínico,
portanto são candidatos à cirurgia de hiatoplastia e fundoplicatura gástrica parcial ou total;
( ) A miotomia esofagogástrica com fundoplicatura (cirurgia de Heller) é o procedimento de escolha para
tratamento cirúrgico dos pacientes com acalasia esofágica e megaesôfago grau I e II, pois é efetiva para o
alívio da disfagia e reduz a taxa de refluxo gastroesofágico após a cirurgia;
( ) O melhor tratamento para o manejo da disfagia persistente ou recorrente após a miotomia, em pacientes
com megaesôfago, é controverso, e as opções terapêuticas incluem cirurgia revisional da miotomia, dilatação
pneumática ou esofagectomia;
( ) A cirurgia antirre uxo, para os pacientes com doença do re uxo gastroesofágico associada ao esôfago de
Barrett, é a melhor opção terapêutica, pois leva à regressão completa do esôfago de Barrett em cerca de
80% dos pacientes, reduzindo o risco de adenocarcinoma esofágico.
A F - V - V - F.
B F - F - V - F.
C V - F - V - V.
D V - V - F - V.
E F - V - F - V.
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Paciente portadora de artrite reumatoide e que faz uso contínuo de inibidor de bomba de prótons
compareceu ao ambulatório de cirurgia-geral, relatando desconforto retroesternal tipo queimação,
regurgitação e episódios de disfagia a sólidos. Após ser submetida a videoendoscopia digestiva alta,
constatou-se que a paciente apresentava esofagite erosiva por re uxo tipo C de Los Angeles. Em seguida,
procedeu-se à avaliação funcional do esôfago por manometria esofágica e pHmetria esofágica de dois
canais, para se avaliar a possibilidade de tratamento cirúrgico.
É bastante provável que a avaliação manométrica do esôfago dessa paciente indique um es ncter inferior do
esôfago hipotônico e distúrbio hipocontrátil dos dois terços inferiores do esôfago distal.
A Certo.
B Errado.
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Paciente, 60 anos de idade, com disfagia progressiva há seis meses, com perda de peso acentuada, dor
torácica atípica, relata que, nos últimos meses, vem apresentando disfagia para sólidos e agora só consegue
engolir alimentos liquidi cados. Perdeu 30 kg em um mês. Paciente é tabagista desde os 15 anos de idade,
fumando oito palheiros por dia.
A Certo.
B Errado.
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Considere hipoteticamente que o paciente R. A. S., de 60 anos de idade, agenda consulta ambulatorial de
retorno para entregar resultados de uma endoscopia digestiva alta e de uma ultrassonogra a de rins e vias
urinárias. O paciente trouxe receita do vizinho que teve o mesmo problema de saúde, porém melhorou após o
uso de determinados medicamentos prescritos. R. A. S. apresenta antecedente pessoal de fratura exposta da
tíbia com dano extenso às partes moles e antecedente familiar de acalasia no pai. Estava ansioso porque,
após pesquisa na internet, assemelhou os respectivos sintomas aos de alguns tipos de câncer. Com base
nesse caso clínico, e considerando os conhecimentos médicos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Uma das grandes complicações referentes à doença do re uxo gastroesofágico é o esôfago de Barrett, em
que se infere uma substituição do epitélio pavimentoso estratificado por metaplasia, e não por displasia.
A Certo.
B Errado.
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Questão 359 Métodos Complementares Tratamento Clínico da DRGE Fisiopatologia e Fatores de Risco
A A maioria dos pacientes com sinais e/ou sintomas extraesofágicos também apresentam sintomas
típicos de DRGE concomitantes.
C A falta de resposta ao tratamento clínico com inibidor de bomba de próton é uma indicação ao
tratamento cirúrgico da DRGE.
D Pacientes que apresentam na endoscopia digestiva alta uma ou mais soluções de continuidade da
mucosa, com mais de 5 mm e que se estendam entre duas pregas longitudinais, são classificados
como Los Angeles B.
E Os antagonistas dos receptores H2, assim como os inibidores de bomba de prótons, são drogas
seguras e bem toleradas e resultam em inibição completa da secreção ácida.
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Questão 360 Medidas Comportamentais Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico
Homem de 24 anos procurou atendimento médico com queixa de há 01 ano ter iniciado quadro de pirose
retroesternal, associado à regurgitação de alimentos digeridos. Recentemente, apresenta certa disfagia a
alimentos sólidos. Faz uso de inibidores de bomba de prótons, os quais melhoram a pirose, mas após a
interrupção dos mesmos há recorrência dos sintomas em poucos dias. Exames: endoscopia digestiva alta —
esofagite de re uxo com ulcerações convergentes (grau 3 de Savary-Miller), gastrite enantematosa leve e
uma hérnia de hiato por deslizamento de 3 cm; manometria esofágica — hipocontratilidade do esfíncter
esofagiano inferior e aumento da duração das ondas em esôfago distal; pHmetria esofágica — re uxo
gastroesofágico patológico em decúbito dorsal e em ortostase. Hábitos: tabagista há 6 anos, de 1 maço de
cigarros/dia. IMC: 28 kg/m². Para o tratamento das queixas atuais desse paciente, qual a melhor conduta?
D Promover modificações dietéticas e nos hábitos de vida (cessar o tabagismo, fracionar dieta etc.).
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Questão 361 Manometria Esofágica Indicações para o Tratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
Paciente do sexo feminino, 45 anos, sobrepeso, vem ao consultório encaminhada pelo otorrinolaringologista,
queixando pirose e regurgitação ácida após alimentação rica em gordura e ácidos. Tais sintomas ocorrem
quase que diariamente há cerca de 2 anos e pioraram após gravidez e ganho de peso. Refere ainda dor
torácica esporádica, retroesternal em queimação, não relacionada a exercícios físicos, episódios ocasionais
de disfonia e sensação de globo faríngeo. Nega disfasia e hematêmese. Seu exame físico não tem alterações.
Traz consigo uma endoscopia digestiva alta que evidencia hérnia hiatal de 2 cm e ausência de lesões
esofagianas, tais como ulcerações ou esofagite. Assinale a alternativa INCORRETA:
B A esofagomanometria não fecha diagnóstico de DRGE, porém pode evidenciar situações, tais como
a hipotonia do esfíncter esofagiano inferior, que são sugestivas deste diagnóstico.
D Caso esta paciente não se adapte ao tratamento clínico com uso crônico de inibidores da bomba de
prótons, a indicação de fundoplicatura gástrica com hiatoplastia via laparoscópica deve ser
considerada.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000002947
B Epitélio cilíndrico.
C Células caliciformes.
D Células eosinofílicas.
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A Esofagomanometria.
Questão 364 pHmetria de 24 horas e Impedância Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Gastroenterologia
A Manometria.
B Endoscopia.
C Rx contrastado do esôfago.
D pHmetria.
E Cintilografia.
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A Puestow.
B Heller.
C Nissen.
D Bassini.
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B Esôfago eosinofílico.
C Esôfago de Barrett.
D Esôfago hipotônico.
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C melhorar os sintomas.
E evitar sangramento.
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Qual destas situações na doença de refluxo gastroesofágico requerem indicação de tratamento cirúrgico?
D Paciente que não obteve melhora da sintomatologia, apesar do uso de inibidor de bomba de prótons
em altas doses.
Homem de 50 anos, com hérnia de hiato esofágico grau 4, apresenta subitamente dor epigástrica intensa e
re exos de vômito sem eliminação do conteúdo gástrico. A endoscopia digestiva identi ca mucosa gástrica
isquêmica. A conduta correta diante desse quadro deve ser:
A SNG, oxigênio nasal, hidratação parenteral e suspensão da dieta oral.
Adulto, 30 anos, sexo masculino, com doença do re uxo gastroesofágico de longa duração, fazendo uso de
Inibidores da Bomba de Prótons (IBP).
Substituição do epitélio descamativo normal da parte distal do esôfago pelo epitélio colunar com metaplasia
intestinal, o que impõe risco de adenocarcinoma esofágico para o paciente.
A Refluxo gastroesofágico.
B Esôfago de Barret.
C Doença de Crown.
D Atresia do esôfago.
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Feminina, 56 anos, branca, procura atendimento médico devido disfagia esofagiana há 5 meses associada a
perda de peso. Relata que sempre teve boa saúde, nunca morou em zona rural, etilista social e tabagista de
1(um) maço de cigarro de papel ao dia. Refere que há 1 ano fez tratamento para “re uxo” com melhora parcial
da pirose usando Omeprazol, mas interrompeu tratamento por questões de trabalho não realizando
Endoscopia Digestiva Alta como sugerida pelo médico.
Baseado na descrição do quadro clínico acima , assinale a alternativa correta no raciocínio clínico:
A Inicialmente deverá ser solicitado um exame radiológico contrastado para descartar acalasia
B Solicitar Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação da mucosa esofagiana, para investigar as
formas mais graves da Doença do Refluxo Gastresofagiano
C A disfagia esofagiana não faz parte da sintomatologia da Doença do Refluxo Gastresofagiano, seja
nas formas leves , graves ou complicadas
D A possibilidade de Hérnia de Hiato por deslizamento deverá Sr investigada como causa da disfagia
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Para todas as condições abaixo, há indicação de tratamento cirúrgico da Doença do Re uxo Gastroesofágico
(DRGE), EXCETO para uma. Assinale-a:
A Presença de hérnia hiatal por deslizamento com endoscopia digestiva alta normal.
A Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é uma doença de extrema prevalência junto à população
ocidental. Seu tratamento é baseado em mudanças dos hábitos de vida e medicações, apresentando
indicações cirúrgicas bem específicas. Em relação ao tratamento desta patologia, analise as assertivas abaixo.
II - A terapia com inibidores de bomba de prótons é superior aos bloqueadores H2 e seu uso em longo prazo
parece ser seguro, apesar da predisposição a formação de pólipos gástricos;
III - Pacientes com evidência de lesão esofágica grave (úlcera, estenose ou Barrett), mesmo com melhora
completa dos sintomas com o tratamento clínico, são candidatos ao tratamento cirúrgico;
IV - A técnica cirúrgica mais utilizada para o tratamento da DRGE envolve a confecção de uma válvula 360
graus (Nissen). Se o fundo gástrico não puder ser utilizado devido aos vasos gástricos curtos, pode ser
utilizado o corpo para a confecção da válvula.
B I e III apenas.
C II e IV apenas.
D III e IV apenas.
Paciente do sexo feminino, 68 anos, branca, viúva, do lar, natural de Natividade e procedente de Porto
Nacional. Iniciou com disfagia para alimentos sólidos associado à sensação de plenitude pós-prandial e
eructações freqüentes há aproximadamente 1 ano. Procurou atendimento em Palmas do Tocantins, onde
realizou endoscopia digestiva alta na qual foi evidenciado epitélio tipo metaplasia intestinal na porção
esofágica inferior. Realizou-se biópsia da lesão com a identi cação de esôfago de Barret. Assinale a
alternativa CORRETA:
C A presença de hérnia de hiato exclui o diagnóstico de esôfago de Barret, logo não dificulta a
identificação da junção esofagogástrica e a caracterização do EB.
D O carcinoma epidermóide de esôfago é uma neoplasia esofágica comum no nosso meio, tendo
como principais fatores de risco o etilismo e o tabaco. Há um aumento na incidência de casos de
adenocarcinoma esofágico em países ocidentais, e a sua associação com o esôfago de Barret é bem
estabelecida.
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A Nissen.
B Lindt.
C Toupet.
D Dor.
E Pinotti.
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A Seriografia esôfago-estômago-duodeno.
B Ultrassom transhiatal.
C Teste da urease.
E Esofagomanometria.
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Joana, 47 anos, hipertensa, e diabética tem re uxo ácido que não respondeu à terapia com inibidores da
bomba de prótons. Seu índice de massa corporal é 43 Kg/m². A endoscopia revela esofagite grau 1. A
manometria esofágica mostra boa progressão do peristaltismo com es ncter esofágico inferior, tônus e
relaxamento normais. O procedimento cirúrgico mais propenso a melhorar o refluxo deste paciente seria:
A Fundoplicatura total.
B Fundoplicatura parcial.
C Cirurgia de Fobi-Capella.
Questão 380 Esôfago de Barrett Carcinoma de Células Escamosas CEC Adenocarcinoma de Esôfago
B Consumo de álcool.
C Doença do refluxo.
D Obesidade.
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Questão 381 Síndrome de ZollingerEllison Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Helicobacter Pylori
Um homem de 40 anos de idade procura seu médico com queixa de dor epigástrica. A endoscopia digestiva
alta revela erosões duodenais, e uma prova de função secretora gástrica revele níveis acentuadamente
elevados de secreção ácida basal, que aumentam apenas modestamente com a infusão intravenosa de um
análogo da gastrina. Qual é o diagnóstico mais provável?
A Síndrome de Zollinger-Ellison.
D Gastroparesia.
E Acalasia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000053826
O Refluxo Gastroesofágico após uma refeição volumosa pode ser justificado pelo
Paciente, 60 anos de idade, sexo masculino, com queixa de disfagia e pirose há vários anos, apresenta, ao
exame endoscópico, esofagite e, ao exame radiológico contrastado, retardo no esvaziamento esofágico.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o exame mais indicado para diagnóstico diferencial entre
doença do refluxo gastroesofágico e megaesôfago nesse paciente.
A Cintilografia esofágica.
C Manometria esofágica.
E Enema opaco.
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Questão 384 Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico Sintomas Típicos
Paciente do sexo masculino, 34 anos de idade, apresenta pirose e azia acompanhadas de regurgitação. À
endoscopia digestiva, não apresenta esofagite erosiva, a cárdia está localizada a 2 cm abaixo do pinçamento
diafragmático e o teste de urease apresentou coloração vermelha no dia seguinte ao exame. Em relação ao
diagnóstico ou ao tratamento desse paciente, assinale a alternativa correta.
E Instituir tratamento com inibidor da bomba protônica (IBP) em dose plena diária por 4 semanas.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000048427
Homem de 66 anos com pirose de longa data é submetido à endoscopia digestiva alta. A mucosa esofagiana
distal apresenta-se com coloração salmão e assume forma de projeções digitiformes, associada à presença
de hérnia de hiato. Acerca desse quadro, assinale a alternativa ERRADA:
A A confirmação diagnóstica é feita por biópsias da lesão, cujo exame histopatológico evidencia
estratificação do epitélio mucoso.
C São fatores de risco para o desenvolvimento desta afecção: raça branca, índice de massa corpórea
aumentado e obesidade visceral.
D A utilização de corantes como azul de metileno e índigo carmim pode ajudar no direcionamento das
biópsias.
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Questão 386 Acalásia Primária Idiopática Esôfago de Barrett Carcinoma de Células Escamosas CEC
C A metaplasia gástrica no esôfago distal define o esôfago de Barrett, o qual é fator de risco para
adenocarcinoma.
Questão 388 Sintomas Atípicos pHmetria de 24 horas e Impedância Fisiopatologia e Fatores de Risco
I. As manifestações atípicas incluem: asma, apneia do sono, pneumonia, otite, sinusite, desgaste do esmalte
dentário e retração gengival.
A III, IV
B I, II, III
C I, IV
D I
E I, II, III, IV
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Questão 389 Tratamento Clínico da DRGE Esôfago de Barrett Fisiopatologia e Fatores de Risco
Questão 390 Tratamento Cirúrgico da DRGE Fisiopatologia e Fatores de Risco Inibidores da Bomba de Prótons IBP
B Vários fatores patogênicos podem contribuir para o surgimento da DGRE, entre os quais se
destacam: incompetência do esfíncter inferior do esôfago, hérnia hiatal, obesidade, tabagismo e
retardo no esvaziamento gástrico.
D A melhora dos sintomas relacionados à DRGE com administração de inibidores de bomba protônica
é considerada um preditor de boa resposta à cirúrgia antirrefluxo.
E Nos pacientes com obesidade mórbida associada à DGRE, séria consideração deveria ser dada à
realização do Bypass gástrico com reconstrução em Y de Roux em vez da fundoplicatura,
especialmente nos pacientes que apresentam outras comorbidades importantes relacionadas à
obesidade.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000024754
Paciente de 40 anos, sexo masculino, é avaliado em consultório por queixa de pirose retroesternal
principalmente após refeições, piorando com ingesta de alguns alimentos condimentados. Refere que o
quadro iniciou-se há cerca de 5 anos e coincidiu com ganho de peso após abandonar atividades esportivas.
Não fuma e, raramente ingere bebidas alcoólicas. Nega patologias associadas. Exame físico evidencia
somente sobrepeso. Já traz endoscopia digestiva alta com esofagite leve, sem outras alterações. Relata ter
feito as modi cações de estilo de vida cabíveis (corrigindo refeições e hábitos) conforme orientações
médicas prévias. Está, ainda, em uso diário de pantoprazol 40 mg antes do café da manhã há 4 semanas, mas
nega melhora do quadro clínico apesar de tudo. Qual conduta deve ser tomada da condução desse caso, no
momento?
A A DRGE decorre do fluxo anterógrado de parte do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e(ou)
para os órgãos adjacentes a ele.
B São consideradas causas de DRGE: erosões; úlceras; estenose péptica; e esôfago de Barrett.
C O achado incidental e isolado de hérnia de hiato por exame endoscópico é diagnóstico de DRGE.
Paciente de 40 anos de idade relata di culdade persistente para deglutir alimentos sólidos há um ano e para
líquidos há dois meses, acompanhada de regurgitação, mas sem pirose. Refere, às vezes, desconforto
retroesternal e tosse após alimentação. Nega emagrecimento, contato com barbeiro, etilismo ou tabagismo.
O exame físico é normal. Qual é o provável diagnóstico e qual deve ser o primeiro exame para ns de
diagnóstico?
B Disfonia.
C Vômitos.
D Regurgitação.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000004723
Dentre as alternativas abaixo, apenas uma NÃO é causadora de hipotensão do esfíncter esofágico inferior,
aponte-a.
A Nicotina.
B Gorduras.
C Proteínas.
D Chocolate.
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A Tosse.
B Disfonia
C Vômitos.
D Regurgitação
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A Estenose e hemorragia.
B Hemorragia e úlcera.
C Divertículo e hemorragia.
D Estenose e úlcera.
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Paciente adulto jovem, refere sintomas respiratórios como tosse noturna, rouquidão, infecções pulmonares
de repetição e episódios de dor torácica. Já fez endoscopia digestiva alta e avaliação cardiológica normais.
Qual a suspeita diagnóstica mais provável?
A Refluxo gastroesofágico.
B Neoplasia de pulmão.
C Neoplasia de laringe.
D Hérnia diafragmática.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000124659
O adenocarcinoma e o carcinoma epidermoide são responsáveis por aproximadamente 95% dos casos de
neoplasia maligna do esôfago. Nas últimas décadas nos países desenvolvidos, observa-se uma predominância
do adenocarcinoma. Assinale a alternativa que apresenta as associações mais encontradas no
adenocarcinoma:
Qual das seguintes alternativas não é um dos cinco princípios de correção cirúrgica do re uxo
gastroesofágico?
B A operação deve restaurar a pressão do EEI pra 10 vezes a pressão gástrica em repouso
C Uma extensão adequada do esôfago intra-abdominal deve ser obtida (aproximadamente 2 cm)
D A fundoplicatura não deve aumentar a resistência além do que o peristaltismo do esôfago consegue
vencer (válvula de aproximadamente, 2 cm).
B Os medicamentos procinéticos, apesar de não serem eficazes para o alívio da pirose, aumentam o
índice de cicatrização da esofagite.
C Devido à alta efetividade do tratamento clínico, o tratamento cirúrgico só está indicado na presença
de hérnia hiatal.
A A tosse.
B A disfonia.
C O vômito.
D A regurgitação.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000115970
IV - A presença de displasia associada ao esôfago de Barrett deve ser con rmada por um segundo
patologista e indica seguimento endoscópico periódico a depender do grau dessa displasia.
A II e III.
B I e II.
C II e IV.
D I e IV.
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Questão 404 Tratamento Cirúrgico da DRGE Cirurgia
Uma mulher de 56 anos é atendida seis meses depois de ser submetida a fundoplicatura à Nissen por hérnia
paraesofágica tipo IV. Ela se queixa de disfagia persistente. Qual é a causa desses sintomas?
B Deiscência da fundoplicatura.
C Denervação gástrica.
D Estase gástrica.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000111687
Paciente, sexo feminino, 32 anos, pele negra, fumante, obesa, apresenta-se ao PS com relato de dor muito
forte no peito, sensação de queimação entre o peito e a barriga, que se irradia para o pescoço,
particularmente após as refeições e quando se deita. Diz que trabalha como empregada doméstica em uma
casa com muitas escadas e que durante seu trabalho não sente as dores. O chefe do Serviço de Pronto
Atendimento da Santa Casa de Araras recomendou a internação para observação. ECG seriado normal. CK-
MB menor que 10% que a CK total. Níveis de troponina normal. O diagnóstico mais provável da situação
clínica apresentada é:
A Esofaringite de refluxo;
C Insuficiência Cardíaca;
D Apendicite.
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Paciente sexo feminino, 32 anos, pele negra, fumante, obesa, apresenta-se ao PS com relato de dor muito
forte no peito, sensação de queimação entre o peito e a barriga, que se irradia para o pescoço,
particularmente após as refeições e quando se deita. Diz que trabalha como empregada doméstica em uma
casa com muitas escadas e que durante seu trabalho não sente as dores. O chefe do Serviço de Pronto
Atendimento da Santa Casa de Araras recomendou a internação para observação. ECG seriado normal. CK-
MB menor que 10% que a CK total. Níveis de troponina normais. Qual o seguinte passo é o mais indicado?
Homem, 48 anos, branco, refere pirose, regurgitações amargas, plenitude gástrica e distensão abdominal há
vários anos, com piora dos sintomas nos últimos dois meses. Antecedentes mórbidos: obesidade, hipertensão
e dislipidemia. Resultados de exames: Endoscopia Digestiva Alta: Hérnia hiatal (3,0 cm) por deslizamento,
projeções digitiformes de coloração salmão em esôfago distal medindo cerca de 4,0cm, Gastrite
enantematosa leve de antro. Biópsias: 1- esôfago: metaplasia intestinal completa com células caliciformes,
sem displasia. 2- estômago: gastrite crônica, presença de bactérias morfologicamente compatíveis com H.
pylori, ausência de sinais de malignidade na amostra estudada. Além da prescrição de omeprazol, qual é a
conduta mais adequada?
A Erradicação do H. pylori.
C Esofagectomia segmentar.
A classificação de Los Angeles para esofagite, feita através de endoscopia digestiva alta, diz:
A No grau A, as lesões são maiores que 5 mm.
D No grau D, as lesões não confluem, porém, envolvem mais de 75% da circunferência do órgão.
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Questão 410 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilografia e Exames Radiológicos
B Pirose e regurgitação ácida dão certeza de DRGE em mais de 90% dos casos;
Qual das manifestações clínicas relacionadas é um sinal de alarme e aponta para a indicação precoce de
endoscopia em um paciente com esofagite de refluxo?
A Pirose;
B Disfagia;
C Gengivite;
E Faringite.
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Questão 412 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilografia e Exames Radiológicos
Paciente do sexo masculino, 50 anos, apresentando dor retroesternal há 4 semanas com investigação
cardiológica normal. Nesse caso, qual exame solicitar e por quê?
A Endoscopia Digestiva Alta para investigação de esofagite.
E Iniciar tratamento clínico com bloqueador de canal de cálcio ou vasodilatador, pois estão indicados
tanto para isquemia miocárdica quanto para distúrbios de motilidade esofágica.
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Questão 413 Manometria Esofágica Tratamento Clínico da DRGE Cintilografia e Exames Radiológicos
I. A endoscopia digestiva alta é recomenda apenas no paciente com alto risco de complicação ou nos
pacientes com sintomas de complicações.
II. A manometria esofágica é recomendada no pré-operatório, mas não tem função no diagnóstico.
III. Em pacientes com sintomas típicos de pirose retroesternal e regurgitação, pode-se inferir o diagnóstico e
iniciar tratamento empírico com bloqueadores de bomba de prótons.
IV. Seriografias contrastadas de esôfago-estômago-duodeno (EED) devem ser realizadas para auxiliar no
diagnóstico.
Questão 414 Fisiopatologia e Fatores de Risco Endoscopia Digestiva Alta EDA Manifestações Clínicas
Homem de 35 anos, apresenta-se para consulta com queixa de queimação retroesternal ascendente há 6
meses, cerca de 3 vezes por semana, principalmente após alimentar-se, com piora após ingestão de café e
chocolate. Alívio parcial com uso de hidróxido de magnésio. Nega disfagia, odinofagia, hematêmese ou
melena. Ganho de peso no último ano (IMC-34). História familiar: pai com infarto agudo do miocárdio aos 60
anos.
C A endoscopia digestiva alta apresenta alta sensibilidade para diagnóstico de doença do refluxo
gastroesofágico.
D A melhora parcial dos sintomas com inibidor da bomba de próton por 4 semanas sugere fortemente
o diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico.
E A taxa de recorrência dos sintomas de refluxo gastroesofágico após um tratamento otimizado por 8
semanas é baixa.
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O problema mais sério a ser considerado quando o re uxo gastroesofageano produz a transformação do
epitélio escamoso do esôfago em epitélio cilíndrico glandular é:
Questão 416 Manometria Esofágica Sintomas Atípicos Hérnia Hiatal por Rolamento Paraesofágica ou Tipo II
B Halitose, otalgia, problemas dentários e alterações da voz não fazem parte dos sintomas da doença
do RGE.
C A manometria é o exame ideal para qualificar o RGE e correlacioná-lo com os sintomas do paciente.
D A presença de hérnia hiatal paraesofagiana (tipo II) é praticamente obrigatória nos casos de RGE
severo.
C Prega de Gubaroff.
E Ângulo de Hiss.
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Antônio Carlos, 43 anos, refere que apresenta, há muitos anos, "nem se lembra desde quando" (sic), azia. Há
um ano, notou que a comida parece que "volta até a boca" (sic). Ele iniciou o tratamento com dose plena de
IBP (inibidor de bomba de prótons) por seis semanas, mas relata que o remédio não alterou seus sintomas.
Sobre a investigação diagnóstica e avaliação de pacientes com queixa de refluxo gastroesofágico.
I. A endoscopia digestiva alta é um exame fundamental nesses doentes tanto para a avaliação da mucosa
esofágica como para excluir outras doenças, como tumores. Se a mucosa estiver toda normal, pode-se
excluir a doença do refluxo esofágico.
II. Um individuo saudável pode apresentar aberturas espontâneas do esfíncter esofágico inferior
ocasionalmente, sem isso indicar uma situação patológica.
III. O esôfago de Barret é reconhecido como a presença de epitélio do tipo escamoso no esôfago distal.
IV. Em um paciente com indicação de tratamento operatório para a Doença do Re uxo Gastroesofágico, o
resultado do exame de manometria esofágica pode modi car a técnica utilizada durante a cirurgia (tipo de
válvula antirrefluxo).
A I, II e III.
B III e IV.
C I, II e IV.
D I e III.
E II e IV.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000048958
O esôfago de Barrett:
A Tem como únicos agentes causadores o ácido clorídrico e a pepsina do suco gástrico.
D Apresenta risco de malignização em cerca de metade dos casos, após cinco anos.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000045248
I – Os sintomas atípicos da DRGE surgem por ação lesiva no esôfago ou por re exos induzidos por
estimulação de receptores especí cos, geralmente por via vagal. Entre eles, destacam-se tosse, dor torácica
tipo anginosa e rouquidão.
II – A endoscopia digestiva alta permite diagnosticar o re uxo gastroesofágico com especi cidade acima de
90% e está indicada nos casos em que há sinais de alarme, como perda de peso e disfagia progressiva.
IV – Entre as medidas não farmacológicas para o controle da DRGE, apenas a elevação da cabeceira e a
perda de peso tiveram significância em estudos controlados.
A I e III, somente.
B II e V, somente.
C I e II, somente.
D II e IV, somente.
E II e III, somente.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000044386
C Manometria esofágica.
E RX contrastado.
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Paciente do sexo masculino de 48 anos, sem comorbidades e com IMC de 26 kg/m², é portador da doença
do re uxo gastroesofágico há 20 anos. Não realiza tratamento regular. Neste mês, o paciente fez uma
endoscopia que evidenciou o esôfago de Barret. O histopatológico da biópsia realizada con rma a metaplasia
e descreve uma displasia de alto grau. O exame histopatológico foi assinado por dois patologistas. A conduta
mais adequada é:
A Indicar esofagectomia.
Questão 423 Manifestações Clínicas Tratamento Clínico da DRGE Aterosclerose e Doença Arterial Coronariana
Homem, 46 anos, tabagista e com história pregressa de úlcera gastroduodenal, chega ao PA com quadro de
dor intensa em região epigástrica e diarreia líquida, sem muco ou sangue, de início há 1 (uma) hora. Ao exame
físico, apresenta-se em boas condições hemodinâmicas e sem sinais de peritonismo.
B Deve ser submetido à sondagem nasogástrica com esvaziamento e instilação de solução antiácida.
D Deve ser medicado imediatamente somente com antiácido, de preferência um inibidor de bomba
protônica.
D Hérnia hiatal.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000034989
Homem de 28 anos comparece à consulta referindo pirose e dispepsia há 4 meses, que pioram após a
alimentação, com 2 a 3 episódios por semana. Nega disfagia ou alterações do hábito intestinal. Não possui
antecedentes patológicos. Nesse caso, a conduta mais adequada é:
B pHmetria esofágica.
C Manometria.
Senhor Paulo, 60 anos com queixas de re uxo gastro-esofágico, realizou endoscopia digestiva alta (EDA). A
EDA mostra, além da esofagite, presença de epitélio de Barret cuja biópsia revelou metaplasia intestinal. Após
tratamento clínico realizou nova endoscopia que apresentou o mesmo resultado. A conduta mais adequada
para este paciente é:
A classificação de Los Angeles para esofagite, feita através de endoscopia digestiva alta, diz:
A No grau A, as lesões são maiores que 5 mm.
D No grau D, as lesões não confluem, porém, envolvem mais de 75% da circunferência do órgão.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000017263
Mulher, 37 anos, IMC = 45,9, com queixa de pirose retroesternal intensa. A endoscopia digestiva alta revelou
esofagite erosiva distal grau C de Los Angeles; a pHmetria esofágica – DeMeester = 10; manometria
esofágica normal. Qual é a orientação terapêutica mais apropriada para a resolução da queixa desta
paciente?
D Gastroplastia vertical.
E Perda de peso.
4000009490
A a tosse.
B a disfonia.
C o vômito.
D a regurgitação.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000005668
Homem de 48 anos com dor epigástrica e subesternal em queimação crônica (há 4 meses). Relata que os
sintomas pioram ao deitar-se e após refeições. Nega di culdade para engolir ou perda de peso. Usou inibidor
da bomba de prótons regularmente nas últimas 6 semanas com melhora parcial dos sintomas. Relata ainda
sibilância e rouquidão pela manhã. O resto da história e exame clínico é normal. Em se tratando de re uxo
gastroesofágico, dos mecanismos a seguir, sempre contribuem para esse processo patológico, EXCETO:
A anormalidades do esfíncter esofágico inferior.
D hérnia hiatal.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000005537
Paciente do sexo feminino, 28 anos, obesa, vem ao ambulatório com queixa de pirose crônica, principalmente
após alimentação copiosa, rica em gordura e condimentados. Ela traz consigo endoscopia digestiva alta que
evidencia esôfago de elasticidade preservada, com transição esôfago-gástrica a nível do pinçamento
diafragmático, apresentando lesões avermelhadas semelhantes à mucosa gástrica em seu terço distal, cuja
biópsia evidenciou tratar-se de metaplasia colunar. O estômago encontrava-se hiperemiado (gastrite
enantematosa), sem outras lesões. Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA:
III. O esofagograma contrastado e a Phmetria esofagiana são exames dispensáveis na avaliação do caso
acima;
IV. Caso o tratamento não seja adequado, há possibilidade de evolução do caso para carcinoma
escamocelular de esôfago;
D A assertiva IV não é correta já que a neoplasia de evolução provável no caso é o linfoma esofagiano.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000004464
C Sintomas típicos de DRGE, esôfago endoscopicamente normal e resposta parcial ao uso do IBP.
Questão 433 Esôfago de Barrett Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Sintomas Típicos
I. Em pacientes jovens que apresentem sintomas típicos, os exames complementares não são necessários
inicialmente.
II. A presença de hérnia hiatal está associada ao esôfago de Barrett e a esofagites mais severas.
III. Na presença de sintomas típicos, uma endoscopia digestiva alta com ausência de esofagite torna
improvável o diagnóstico da doença.
B A doença do refluxo gastroesofágico pode ter manifestações extradigestivas como atosse crônica
predominantemente noturna, rouquidão e broncoespasmo.
B o uso de Inibidores da Bomba de Prótons (IBP) nos pacientes com esôfago de Barrett é
desnecessário e ineficaz em longo prazo.
C a esofagite eosinofílica e a doença arterial coronária fazem parte do diagnóstico diferencial do RGE.
D o IBP na dose padrão, por 8 semanas cicatriza a esofagite em 86% dos pacientes com esofagite
erosiva.
C Pacientes com DRGE inequívoca, mas com resistência à terapia com inibidor de bomba de próton.
Homem, 28 anos, policial, com sobrepeso, consulta por queimação retroesternal há dois anos, com irradiação
para a orofaringe, cinco vezes por semana, que piora com refeições gordurosas. Foi submetido à
esofagogastroduodenoscopia, que não evidenciou alterações. Qual a melhor conduta frente ao caso clínico?
C Concluir que os sintomas estão relacionados a distúrbio motor do corpo esofágico, que não é
identificável por endoscopia.
Homem, 44 anos, com tosse crônica, laringite e asma, procura atendimento médico por pirose frequente,
sem melhora com medidas antirre uxo e inibidores de bomba de prótons. Qual o exame inicial para de nição
diagnóstica?
A pHmetria de 24h.
C Manometria.
A doença por re uxo gastroesofágico é prevalente e admite tratamento empírico na ausência de sintomas
considerados como de alarme. A alternativa que NÃO exemplifica um sinal de alerta é:
A Vômitos recorrentes.
B Emagrecimento.
C Odinofagia.
D Pirose.
E Icterícia.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000080187
Questão 440 Estenose Péptica Carcinoma de Células Escamosas CEC Adenocarcinoma de Esôfago
FRT, 67 anos, sexo masculino, comerciante, relata tabagismo desde os 23 anos (um maço/dia) e uso de, pelo
menos, um copo de cachaça quatro vezes por semana desde a mesma época. Relata uso irregular de
omeprazol desde os 50 anos, para tratamento sintomático de azia. Nunca fez endoscopia digestiva alta. Há
um mês, iniciou disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e, atualmente, até para alimentos pastosos.
Compareceu à consulta encaminhado pelo posto de saúde, trazendo o esofagograma.
De acordo com o quadro clínico e com o exame apresentado, marque o diagnóstico MAIS PROVÁVEL:
A Adenocarcinoma do esôfago.
B Megaesôfago Chagásico.
Entre os métodos utilizados para diagnóstico da doença do re uxo, é correto a rmar que o papel da cápsula
endoscópica é:
A Imprescindível.
B Custo-efetivo.
C Promissor.
D Padrão-ouro.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000075901
Medicamentos utilizados na prática clínica podem interferir na pressão do esfíncter esofágico e possibilitar
refluxo. O medicamento que diminui a pressão do esfíncter esofagiano é:
A Diazepam.
B Antiácido.
C Baclofen.
D Domperidona.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000075893
Questão 443 Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE Indicações para o Tratamento Cirúrgico
A Pacientes jovens sem sinais de gravidade, com queixa de pirose e regurgitação ácida podem ser
tratados com inibidores de bomba de prótons sem realização prévia de EDA (Endoscopia Digestiva
Alta).
B Mais de 75% dos pacientes submetidos à Fundoplicatura de Nissen sofrem disfagia no pós-
operatório.
D A EDA é a melhor opção no dignóstico de DRGE, pois evidencia alterações inflamatórias em cerca
de 90% dos casos.
E Pacientes com sintomas extraesofágicos da DRGE devem ser sempre tratados cirurgicamente, pois
têm manifestações mais intensas e não respondem ao tratamento clínico.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000073507
Foi sugerido que pacientes com dispepsia funcional possam ser subdivididos em indivíduos com sintomas
típicos de úlcera, com dor epigástrica relacionada às refeições ou que desperta o paciente de seu sono, e
indivíduos com sintomas sugestivos de estase gástrica. Frequentemente, a dispepsia está associada a
sintomas clássicos de re uxo menores. Se houver predomínio dos sintomas de re uxo, o provável diagnóstico
será de:
A Gastrite.
B Refluxo gastroesofágico.
C Asma.
D Obesidade.
E Úlcera péptica.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000073396
Homem de 51 anos tem queixa de pirose intermitente, frequentemente de agrada por ingestão de alimentos
gordurosos e de álcool; por prática de exercícios físicos; e por deitar-se após a alimentação. Eventuais
espisódios de regurgitação. Nega vômitos, náuseas, disfalgia ou odinofagia. Não faz uso de medicamentos.
Ao exame: sobrepeso, hipocorado +/4, hidratado, anictérico e acianótico. Restante sem alterações. A
abordagem mais custoefetiva e benéfica para esse paciente é:
A Proceder a estudo manométrico de esôfago.
Paciente do sexo masculino, 23 anos, previamente hígido. Há cerca de 5 meses iniciou com sensação de
queimação e plenitude no estômago, quase diária, que piora ao consumir refrigerantes, café, alimentos ácidos
e salgados. Tem tentado utilizar hidróxido de alumínio por conta, o que lhe dá apenas um alívio temporário
dos sintomas. A rma que os sintomas coincidiram com o início de um estágio, o que, junto, com a faculdade
à noite, limitou bastante seus horários para refeições, obrigando-o a fazer lanches em horários irregulares.
Nega perda de peso, vômitos, sangramento digestivo, disfagia, pirose ou história prévia de uso de
medicações. Ao exame apresenta-se corado e sem particularidades ao exame do abdome, exceto por defesa
à palpação do epigástrio. IMC = 23 kg/m². Assinale a alternativa CORRETA que indica o manejo inicial mais
adequado para o caso apresentado:
A Encaminhar à gastroenterologia.
Paciente masculino, de 34 anos de idade, com sintomas de dispepsia acentuada, diarreia e dor abdominal,
realiza EDA que revela esofagite grave com estenose e múltiplas úlceras distais à 2ª porção do duodeno. A
pesquisa de [Link] é negativa e a avaliação laboratorial mostra hipercalcemia. O diagnóstico diferencial
deve incluir obrigatoriamente:
A Síndrome de Dumping
B Doença de Ménétrier
C Zollinger-Ellison
D Esôfago de Barrett
Essa questão possui comentário do professor no site 4000053037
Questão 448 Tratamento Cirúrgico da DRGE Esôfago de Barrett Hérnia Hiatal por Deslizamento Tipo I
Dentre do espectro da doença do re uxo gastresofágico (DRGE), existem várias condições que devem
receber atenção especial. Assim, sobre esta patologia, marque a afirmativa CORRETA:
A A Hérnia de hiato tipo I ocorre quando a junção gastresofágica encontra-se ancorada no abdome,
mas o defeito hiatal fornece espaço para as vísceras migrarem para dentro do tórax.
C A exposição ácida prolongada pode levar a uma mudança no epitélio colunar do esôfago para um
epitélio escamoso.
D Falência cirúrgica, definida como persistência dos sintomas e evidência da exposição contínua ao
ácido, ocorre em aproximadamente 5% dos casos.
E Geralmente os pacientes com DRGE apresentam endoscopia digestiva alta com esofagite erosiva.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000047899
A Paciente com 80 anos, apresentando quadro de dor abdominal súbita, associado a náuseas.
Abdômen tenso, RX de abdômen com presença de gás livre em cavidade abdominal.
B Paciente com 45 anos, portador de Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), Endoscopia Alta
(EDA), confirmado por biópsia demonstrou esôfago de Barrett e displasia de alto grau.
C Paciente com hematêmese e melena, PA 60 x 30 mmHg, realizou EDA com presença de úlcera
sangrando em pequena curvatura gástrica. EDA sem sucesso para coibir sangramento.
D Paciente com DRGE, faringite de repetição e com desaparecimento da sintomatologia com uso do
bloqueador da bomba de prótons.
A Febre alta.
B Diarreia.
C Vômitos em jato.
D Sangramento gengival.
E Laringite.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000012818
Ruptura esofágica intratorácica por aumento da pressão intraluminal, devido vômitos recorrentes,
corresponde a:
A Síndrome de Malory-Weiss
B Síndrome de Barrett
C Esôfago em quebra-nozes
D Síndrome de Boerhaave
E e de Bassler
Essa questão possui comentário do professor no site 4000010418
Questão 452 Acalásia Primária Idiopática Esôfago de Barrett Carcinoma de Células Escamosas CEC
Paciente com disfagia, regurgitação e perda ponderal. Esta tríade clássica corresponde à patologia esofágica
abaixo:
A Acalasia
C Neoplasia maligna
D Divertículo de Zenker
E Esôfago em quebra-nozes
Essa questão possui comentário do professor no site 4000010391
Homem com 35 anos de idade, obeso, com hérnia de hiato, é acompanhado clinicamente há cerca de dez
anos. Sua última endoscopia de controle mostrou esofagite com esôfago de Barrett em uma extensão de
cerca de 5 cm. Foram colhidas biópsias cujo resultado foi metaplasia de Barrett. A conduta inicial para o
seguimento deste paciente é:
Adolescente de 18 anos, com queixas de epigastralgia e pirose há 15 dias, que piora após as refeições e à
noite quando vai dormir. Refere que é comum ter a sensação de que os alimentos estão voltando para a boca
e quase chega a vomitar. A conduta inicial para esse caso é:
A solicitar uma endoscopia digestiva alta.
A Fumo, álcool e obesidade constituem fatores de risco para sua progressão para adenocarcinoma.
II. A lesão que invade a submucosa, mas não a ultrapassa, é considerada precoce.
A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E I, II e III.
Essa questão possui comentário do professor no site 4000092923
A Esôfago de Barrett.
B Adenocarcinoma de esôfago.
C Linfoma Malt.
D Esofagite.
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C No esôfago de Barrett longo com refluxo ácido alcalino, aumenta a incidência de neoplasia maligna.
E A incidência das neoplasias de junção esofagogástrica está aumentando nas últimas décadas.
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Questão 459 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Cintilografia e Exames Radiológicos
Paciente com tosse crônica e rouquidão. A visita ao OTL mostra edema de cordas vocais posteriores. EDA
normal, sem referencia à azia. O que fazer para confirmar sua hipótese de DRGE?
A esofagografia
B manometria esofagiana
D cintigrafia esofagiana
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Questão 460 Estenose Péptica Ingestão de Bases Fortes Esofagite Cáustica Sintomas e Investigação Diagnóstica
B Câncer esofagiano.
C Anel de Schatzki.
Paciente com rouquidão, edema de cordas vocais posteriores e diagnóstico de DRGE deve usar:
A adenocarcinoma do esôfago;
Questão 463 Métodos Complementares Tratamento Cirúrgico da DRGE Tratamento Clínico da DRGE
B Tanto o tratamento clínico como o cirúrgico têm demonstrado excelente resposta para a DRGE não
complicada e com sintomas típicos.
D Avaliando a eficiência de IBP, AH2, procinéticos, sucralfato e placebo em adultos com DRGE (com e
sem esofagite) conclui que os AH2 são mais eficientes que as demais drogas.
E Estudos recentes, em adultos e crianças, sugerem que a ImpedanciopHmetria tem potencial para
ser o novo padrão-ouro para o diagnóstico da DRGE.
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A eletrocardiograma;
C manometria esofágica;
D esofagograma baritado;
E avaliação cardiológica.
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Paciente de 55 anos, masculino, obeso, refere dor em queimação retroesternal após a alimentação, desde os
30 anos de idade. Fez endoscopia digestiva alta, que mostrou área de mucosa cor salmão nos 4 cm distais do
esôfago. A histologia dos 2 cm proximais desta área descreveu metaplasia intestinal, com área de displasia de
baixo grau. Qual a melhor recomendação de conduta para este paciente?
A Nova endoscopia com biópsia em 6 meses.
E Esofagectomia distal.
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Dentre os sintomas abaixo, qual o mais comum após uma fundoplicatura laparoscópica?
B Aumento da flatulência.
C Distensão abdominal.
Questão 467 Esôfago de Barrett Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Manifestações Clínicas
B O esôfago de Barrett é uma complicação pouco frequente da DRGE e se caracteriza pela presença
de metaplasia gástrica em qualquer extensão do esôfago.
C Os melhores resultados do tratamento cirúrgico da DRGE são observados nos pacientes que não
apresentam melhora com uso de inibidores de bomba de prótons.
Questão 468 Tratamento Clínico da DRGE Esofagite Péptica Endoscopia Digestiva Alta EDA
Um homem de 39 anos de idade vem, há três anos, em tratamento ambulatorial para doença do re uxo
gastroesofágico (DRGE), em uso contínuo de inibidores de bomba de prótons (IBP). Sempre que tenta fazer
desmame dos IBP, volta a apresentar graves sintomas da DRGE. Esofagogastroduodenoscopia com biópsia
realizada há dois anos evidenciou esofagite, pequena hérnia de hiato (< 3 cm) e estômago normal. O paciente
interrompeu o uso de IBP há quatro meses e, devido ao quadro de pirose e dor retroesternal, foi submetido a
nova endoscopia digestiva, que revelou processo in amatório grave e úlceras no terço distal do esôfago. O
estômago apresenta-se normal e o teste da urease é positivo. Não foi visualizada hérnia hiatal. Devido ao
intenso processo in amatório, não foi realizada biópsia. O paciente, que não apresenta outras queixas ou co-
morbidades, é etilista social, tabagista (média de 1,5 maços/dia há 22 anos) e apresenta obesidade leve. Não
há outras alterações ao exame físico.
O que deve ser feito para encaminhar corretamente o caso acima descrito?
A Reiniciar o tratamento com IBP, utilizando o dobro da dose. Após seis semanas de tratamento,
repetir endoscopia com biópsia.
B Manter o tratamento com IBP na dose habitual e encaminhar, de imediato, o paciente para
ambulatório especializado de Cirurgia Laparoscópica.
D Reiniciar o tratamento com IBP, utilizando o dobro da dose, associado ao tratamento do [Link].
Em seguida, tratamento de manutenção com IBP por tempo indefinido.
E Reiniciar tratamento com IBP, utilizando o dobro da dose por seis semanas. Após esse período,
tratamento de manutenção com IBP por tempo indefinido.
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Um paciente de 51 anos de idade, do sexo masculino, procura ambulatório de atenção secundária com queixa
de pirose intermitente, frequentemente de agrada por ingestão de alimentos gordurosos e álcool, por prática
de exercícios físicos e por deitar-se após alimentação. Relata ainda eventuais episódios de regurgitação.
Nega vômitos, náuseas, disfagia ou odinofagia. Não faz uso de medicamentos em sua rotina diária. Além de
sobrepeso, nada foi encontrado de anormal no exame físico.
Paciente, 36 anos de idade, sexo masculino, sem comorbidades maiores, nega etilismo e tabagismo, refere
tosse noturna, rouquidão e episódios de dor torácica tipo queimor retroesternal, principalmente após deitar-
se. Tem histórico prévio de internação hospitalar recente por pneumonia. Endoscopia digestiva alta e
ecocardiograma normais. O exame padrão-ouro para diagnóstico da afecção em questão é:
B pHmetria esofágica.
C manometria esofágica.
D faringoscopia direta.
Questão 471 Sintomas Atípicos Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Sintomas Típicos
Paciente, 36 anos de idade, sexo masculino, sem comorbidades maiores, nega etilismo e tabagismo, refere
tosse noturna, rouquidão e episódios de dor torácica tipo queimor retroesternal, principalmente após deitar-
se. Tem histórico prévio de internação hospitalar recente por pneumonia. Endoscopia digestiva alta e
ecocardiograma normais. A suspeita diagnóstica clínica mais provável é:
A carcinoma de orofaringe.
C câncer de pulmão.
E persistência da pneumonia.
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Questão 472 Tratamento Clínico da DRGE Indicações de Pesquisa e Tratamento Tratamento Farmacológico
Mulher, 45 anos de idade, com pirose e desconforto retroesternal, que ocorrem cerca de três vezes por
semana, com piora à noite, além de tosse e irritação em orofaringe, realizou endoscopia digestiva alta, que
não mostrou alterações, à exceção de teste de urease positivo. Essa paciente, considerando custo-e cácia,
deve realizar:
Mulher, 25 anos de idade, foi atendida na unidade básica de saúde com queixa de pirose e regurgitação há 6
meses. Negava disfagia, náuseas, vômitos, sangramento digestivo e perda ponderal. Ao exame físico: bom
estado geral, corada, hidratada, índice de massa corporal: 31 kg/m2, PA: 130/80 mmHg, frequência cardíaca:
84 bpm, abdome plano, ácido, indolor, sem sinais de defesa, sem visceromegalias ou massas palpáveis,
ruídos hidroaéreos normais. A melhor conduta na abordagem inicial deste caso é:
D prescrição de procinético.
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Questão 474 Manometria Esofágica pHmetria de 24 horas e Impedância Endoscopia Digestiva Alta EDA
Homem, 40 anos de idade, procura o médico com queixa de pirose há cerca de 3 meses, pós-prandial, que
piora após a ingestão de alimentos gordurosos ou ao se deitar, diariamente, cerca de duas a três vezes ao dia.
Refere ter ganhado 6 kg nos últimos 6 meses, pois parou de frequentar a academia de ginástica. Nega
comorbidades ou uso de medicamentos. Nega cirurgias prévias. Nega tabagismo e bebe cerca de 10 latas de
cerveja por semana. Ao exame físico, apresenta índice de massa corporal de 28, abdome globoso e fígado a
3 cm do rebordo costal direito, na linha hemiclavicular, à inspiração profunda. Sem outras alterações. Sobre o
caso clínico acima, de acordo com o Segundo Consenso Brasileiro sobre Doença do Re uxo Gastroesofágico
(DRGE) [Arq Gastroenterol 2010; 47(1):99-115], assinale a alternativa CORRETA.
A A endoscopia digestiva alta deve ser solicitada para pacientes com DR GE, pois o controle dos
sintomas após 4 semanas de tratamento empírico com 40 mg/dia de esomeprazol é inferior ao
tratamento precedido por endoscopia digestiva alta.
B Os sinais e sintomas não são suficientes para estabelecer um diagnóstico conclusivo da DRGE,
independentemente da sua frequência e intensidade. Portanto, a endoscopia digestiva alta deve ser
realizada mesmo em pacientes adultos jovens com história típica de DRGE.
C A ausência de esofagite erosiva na endoscopia digestiva alta não exclui o diagnóstico de DRGE.
Nesses casos, o exame a ser solicitado é a impedanciometria esofágica.
E A endoscopia digestiva alta não é obrigatória em pacientes adultos jovens com história típica de
DRGE, uma vez que não altera a evolução clínica quando comparada com o tratamento empírico.
Se realizada, a presença de esofagite erosiva confirma o diagnóstico de DRGE no caso acima.
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Questão 475 Doença do Refluxo Gastroesofágico DRGE Esofagite Eosinofílica Endoscopia Digestiva Alta EDA
Paciente de 18 anos de idade apresenta-se com queixa de vômitos progressivamente frequentes e dor
retroesternal após alimentar-se.
B Ressonância magnética.
C Tomografia computadorizada.
D Ultrassonografia de tórax.
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Questão 476 Manometria Esofágica Indicações para o Tratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E I, II e III.
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A Tosse crônica.
B Exacerbação de asma.
C Laringite.
D Dor torácica.
E Diarreia crônica.
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Questão 478 Tratamento Farmacológico Sintomas Típicos Endoscopia Digestiva Alta EDA
Mulher de 53 anos refere que há vários anos possui queimação retroesternal e regurgitação de material
amargo para a boca, principalmente quando ingere mortadela, frituras e chocolate. Nega emagrecimento,
disfagia ou engasgos. Seu exame físico era normal. Com base nesse caso clínico, leia as assertivas abaixo:
II - A endoscopia digestiva alta possui menor sensibilidade e especi cidade para avaliação de lesões de
mucosa esofágica quando comparada ao exame baritado de esôfago (seriografia esofágica);
III - Os inibidores da bomba de prótons possuem menor capacidade de inibição da secreção ácida gástrica
em relação aos bloqueadores H2.
A Apenas a assertiva I.
D Todas as assertivas.
O diagnóstico da Doença do Re uxo Gastroesofágico (DRGE) é clínico, baseado na maioria das vezes nos
sinais e sintomas que podem estar associados. No entanto, exames diagnósticos podem colaborar na
avaliação da DRGE. Quanto a esses exames, assinale a alternativa INCORRETA sobre sua indicação.
A A radiografia contrastada do esôfago, estômago e duodeno tem baixo custo e fácil execução; é útil
para avaliação anatômica do trato digestório alto.
D A pHmetria esofágica, embora tenha a grande vantagem de avaliar o paciente em condições mais
fisiológicas e por longos períodos, não é mais considerada para o diagnóstico do refluxo patológico.
E A manometria esofágica pode ser útil em pacientes que não responderam à supressão ácida e que
apresentam endoscopia normal na busca de um distúrbio de motilidade.
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Questão 480 Tratamento Clínico da DRGE Fisiopatologia e Fatores de Risco Manifestações Clínicas
B Os sintomas dessa doença podem ou não ser acompanhados por lesões teciduais esofágicas
diagnosticadas pelo exame endoscópico.
D São cabíveis dois tipos de abordagem inicial em pacientes com DR GE: tratamento empírico (teste
terapêutico) e tratamento baseado na confirmação diagnóstica da afecção por exames subsidiários.
E Na decisão sobre a abordagem a ser adotada, é importante considerar a idade e a presença ou não
de manifestações de alarme.
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Paciente do sexo masculino, 24 anos, atleta da natação, é atendido no consultório com um quadro clínico
característico da doença do re uxo gastroesofágico (DRGE) há dois anos. Relata ter tido vários episódios de
ativação da doença, sendo tratado com doses duplas de inibidores de bombas de prótons, algumas vezes
associadas a procinéticos; além de obedecer às orientações alimentares e comportamentais. Submetido a
várias endoscopias, o último resultado de um mês atrás revelou esofagite grau C da classi cação de Los
Angeles, e o histopatológico diagnosticou a presença de metaplasia intestinal de 4,5 cm. Qual a melhor
conduta terapêutica neste caso?
D Indicar a fundoplicatura.
Paciente do sexo feminino, com 34 anos de idade, sem antecedentes patológicos pregressos signi cativos,
procurou a Unidade Básica de Saúde com história de pirose e regurgitação há mais ou menos seis meses, e
piora do quadro no último mês. Relata ganho ponderal de 10 kg nos últimos três meses (Índice de massa
corpóreo atual = 36,8 kg/m2 ). Faz uso irregular de antiácido por conta própria. Trazia consigo um resultado
de endoscopia digestiva alta com o seguinte laudo: “erosões lineares de até 5 mm, não con uentes,
localizadas em esôfago distal”. Baseado no diagnóstico acima, você prescreve um inibidor de bomba de
prótons durante oito semanas e orienta a paciente a
A Atropina.
B Nicotina.
D Cisaprida.
Em um paciente obeso, com história prévia de dor epigástrica, náuseas, gosto amargo na boca, com
queimação retroesternal de longa data, que piora com a alimentação, sobretudo gordurosa, e após fumar,
sem disfagia, sem dor precordial, sem vômitos, com tosse noturna. Pode-se pensar, como um diagnóstico
mais provável:
A Gastrite aguda;
B Gastrite crônica;
C Esofagite aguda;
D Hérnia hiatal;
Considere as assertivas abaixo com relação aos portadores da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
II - Endoscopia digestiva alta deve ser realizada nos portadores de pirose para que se con rme o diagnóstico
da DRGE.
III - Em pacientes com endoscopia digestiva alta normal, a biópsia pode apresentar achados
anatomopatológicos sugestivos da DRGE.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E I, II e III.
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C pHmetria esofágica.
D Manometria esofágica.
A O exame padrão ouro para o diagnóstico dessa doença é a endoscopia digestiva alta.
Questão 489 Bloqueadores dos Receptores H2 Indicações para o Tratamento Cirúrgico Sintomas Típicos
LAV, feminino, 25 anos comparece ao ambulatório de triagem da cirurgia queixando - se de episódios de dor
tipo queimação nas regiões epigástrica e retroesternal há 3 anos. Inicialmente, fez uma endoscopia digestiva
alta que revelou hérnia de hiato com esofagite de re uxo. Fez tratamento clínico com inibidor de bomba de
prótons, tendo resolução completa dos sintomas. Após, apresentou outros episódios tratados irregularmente
com omeprazol 20 mg ao dia. Nos últimos 6 meses tem apresentado aumento dos episódios de dor,
surgimento de rouquidão e, eventualmente, acorda no
meio da noite com sensação de alimentos digeridos na boca. Com relação ao caso assinale a alternativa mais
correta:
B Diante da recorrência dos sintomas, o mais correto seria acrescentar um antiácido ao bloqueador de
bomba de prótons.
C O advento dos inibidores de bomba de prótons revolucionou o tratamento clínico dessa condição,
tornando desnecessária a endoscopia antes de se propor um tratamento cirúrgico.
D Pacientes com hérnias hiatais pequenas, esofagite leve e ausência de melhora dos sintomas com uso
de inibidores de bomba de prótons são melhores tratados com cirurgia.
E O fato de essa paciente ser jovem e ter sempre melhorado com o uso de inibidores de bomba de
prótons deixa a cirurgia como último recurso terapêutico.
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Homem de 41 anos, com pirose retroesternal e tosse seca há 3 anos, necessita de uso contínuo de inibidor de
bomba de prótons. Endoscopia mostra transição esofagogástrica 3 cm acima do pinçamento diafragmático,
pHmetria de 24 horas resultou em Índice de DeMeester normal, e a manometria esofágica evidenciou
pressão de 6 mmHg no esfíncter inferior do esôfago. Em relação ao tratamento do paciente, é correto a rmar
que:
A É contraindicada a operação de Nissen por se tratar de paciente com expectativa de vida longa.
B A cirurgia antirrefluxo não melhora a tosse seca, pois este sintoma decorre de estímulo vagal.
C A suspensão da medicação sete dias antes da pHmetria teria mostrado refluxo ácido patológico.
E Evitar fumo, cafeína e refeição copiosa melhora a hipotonia do esfíncter inferior do esôfago.
4000006099
Questão 491 Métodos Complementares Tratamento Clínico da DRGE pHmetria de 24 horas e Impedância
Em um paciente obeso, com história prévia de dor epigástrica, naúseas, gosto amargo na boca, com
queimação retroesternal de longa data, que piora com a alimentação, sobretudo gordurosa e após fumar, sem
disfagia, sem dor precordial, sem vômitos, com tosse noturna. Pode-se pensar, como um diagnóstico mais
provável:
A Gastrite aguda
B Gastrite crônica
C Esofagite aguda
D Hérnia hiatal
B Pacientes que não melhoram após 15 dias de tratamento devem ter o tratamento interrompido.
C O tratamento deve ser administrado com doses plenas de inibidores de prótons (IBD), no mínimo
durante 3 a 6 meses.
E A pHmetria deve ser realizada em todos os pacientes para avaliar a supressão ácida.
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B É um fator de risco para adenocarcinoma esofágico, sendo que o uso de inibidores de bomba de
prótons diminui este risco.
C Conforme o comprimento da área afetada menor ou maior que três cm, é classificado em Barrett de
segmento curto ou longo. O comprimento da área afetada tem importância prognóstica.
D Necessita vigilância endoscópica periódica, a cada 2 ou 3 anos, apesar desta medida não ter
comprovação quanto ao aumento de sobrevida.
E Está indicado o controle de peso, cessação de tabagismo e de ingesta de álcool, para diminuição do
risco de neoplasia.
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Questão 495 Fisiopatologia e Fatores de Risco
No refluxo gastroesofágico o que chamamos de incompetência pura do esfíncter interior do esôfago (EIE):
C Esôfago intra-abdominal
Em pacientes com suspeita de Doença do Re uxo Gastresofágico, são critérios para solicitar endoscopia
digestiva alta, EXCETO:
B Tosse crônica;
C Disfagia;
D Anemia.
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O esôfago de Barrett é uma complicação da doença por re uxo gastroesofágico e representa uma condição
na qual o epitélio escamoso do esôfago é substituído por epitélio colunar metaplásico.
A Certo.
B Errado.
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Questão 498 Métodos Complementares Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico
E a disfagia pós–operatória ocorre em mais de 80% dos pacientes submetidos a tratamento cirúrgico
para DRGE.
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Questão 499 Indicações para o Tratamento Cirúrgico Tratamento Farmacológico Endoscopia Digestiva Alta EDA
A A apresentação de pacientes com DRGE inclui uma clínica escassa sem sinais indicativos da doença,
além de uma ausência de sintomas de progressão
C O tratamento farmacológico da DRGE foi revolucionado pelos inibidores de bomba de prótons, que
se mostraram mais efetivos nas cicatrizações de úlceras esofágicas ácidas que os bloqueadores H2
D Pacientes com sintomas de longa duração ou aqueles nos quais os sintomas persistem numa idade
precoce não devem ser considerados para tratamento cirúrgico de princípio
E Pacientes que não possuem nenhuma resposta dos seus sintomas com o uso de inibidores de
bomba de prótons, devem ser encaminhados, em seguida, para um tratamento cirúrgico
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B estenose pilórica.
D antrectomia prévia.
E gastrite atrófica.
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Questão 501 Esôfago de Barrett
A megaesôfago congênito
A A maior parte dos portadores de DRGE apresenta erosões esofágicas ao exame endoscópico.
C A prova terapêutica com IBP, por quatro semanas, deve ser utilizada em todos os pacientes com
sintomas de DRGE.
Na doença do re uxo gastroesofágico, nós sabemos que o esfíncter esofagiano inferior (EEI) desempenha
papel fundamental no que diz respeito à siologia normal da junção esofagogástrica. Dentre as opções
abaixo, qual a que NÃO representa uma condição que altera o bom funcionamento deste esfíncter?
B Os pilares diafragmáticos
Homem de 40 anos com queixa de pirose traz uma endoscopia que revelou esôfago de Barrett longo. O
exame histopatológico confirma esôfago de Barrett sem displasia. A melhor conduta a seguir é:
A Observação.
C Válvula antirrefluxo.
D Ablação a Laser.
E Ressecção.
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O esfíncter esofágico inferior (EEI) é mais precisamente referido como o mecanismo EEI ou a zona de alta
pressão esofágica distal (ZAP). São fatores que diminuem o tônus da ZAP:
A gastrina, colecistocinina.
B histamina, neperidina.
D metoclopromida, ethanol.
Mulher, 25 anos de idade, residente em zona urbana, vem se queixando de dor epigástrica e pirose, que
ocorreram em dois episódios de moderada intensidade, durando 1 hora e meia, nos últimos quinze dias. Nega
episódios similares antes, bem como vômitos, febre, perda ponderal ou alteração do ritmo intestinal.
Menstruações regulares. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, IMC igual a 23, mucosas coradas e
anictéricas. Sem achado cardiorrespiratório. Abdome com fígado palpável sob RCD e a 4 cm do Ax,
hepatimetria de 12 cm. Baço impalpável. A melhor abordagem nesse caso é:
Questão 507 Indicações para o Tratamento Cirúrgico pHmetria de 24 horas e Impedância Tratamento Farmacológico
Paciente de 30 anos relata pirose, duas vezes por semana, há dois meses e que piora com alimentos
gordurosos e cafeinados. Correlacione à afirmação correta.
A O diagnóstico da patologia acima deve ser firmado com endoscopia digestiva.
C Iniciar o tratamento clínico com inibidor de bomba de prótons por quatro semanas.
D Deve avaliar o tratamento cirúrgico com fundoplicatura para diminuir as chances de complicações.
E Solicitar a Endoscopia para avaliar a presença de hérnia de hiato que é principal causa da doença do
refluxo gastro-esofágica.
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A Queloide
B Tecido de granulação
D Esôfago de Barret
E Cicatriz hipertrófica
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A esclerodermia.
C divertículo de Zenker.
D acalasia.
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C inibidores de bomba de prótons e medicação procinética podem ser usados no tratamento desse
distúrbio.
D tosse crônica, rouquidão e asma podem ser manifestações associadas a esse distúrbio.
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A Adenocarcinoma de esôfago.
C Disfagia.
D Angina pectoris.
E Fibrose pulmonar.
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Respostas:
1 B 2 B 3 E 4 B 5 B 6 D 7 D 8 C
9 E 10 A 11 C 12 A 13 B 14 D 15 B 16 C
17 B 18 A 19 C 20 C 21 C 22 A 23 D 24 C
25 D 26 A 27 D 28 C 29 C 30 D 31 D 32 D
33 E 34 D 35 A 36 C 37 A 38 A 39 A 40 E
41 D 42 B 43 D 44 B 45 C 46 D 47 A 48 A
49 C 50 B 51 A 52 A 53 A 54 D 55 C 56 D
57 C 58 C 59 C 60 B 61 B 62 A 63 E 64 D
65 A 66 B 67 A 68 C 69 E 70 E 71 C 72 D
73 E 74 B 75 D 76 B 77 C 78 A 79 C 80 A
81 A 82 C 83 D 84 A 85 B 86 D 87 A 88 D
89 B 90 B 91 A 92 A 93 B 94 A 95 C 96 E