Em consequência de tantos problemas relacionados a falta de TICs e do
letramento digital na educação publica brasileira, é desejado que haja uma
tecnologia capas de suprir as necessidades dos estudantes, mas que não traga
grandes prejuízos financeiros consigo. Com isto em mente a conclusão plausível é
a de ‘trazer a luz’ os mini PCs, pequenas maquinas que possuem um preço baixo
comparado com a media que se acha entre os notebooks e computadores de
mesa da atualidade, e tem um ótimo custo benefícios se for levado em
consideração suas capacidades. O primeiro e de maior fama é o Raspberry Pi e
suas futuras versões, com isso a pesquisa pelo menos em seu início tem um maior
embasamento neste mini computador em especifico.
É desejado para este estudo que vejamos não somente em leitura de textos e
listas de exercícios para as escolas, porem também que a tecnologia escolhida
posso abranger outras áreas em especial as competências necessária no mercado
de trabalho moderno, que como já explorado esta cada vez mais em busca de
novas tecnologias o que criou tudo um universo e cultura dentro do mundo
virtual, além destes fatores também se ressalta a questão financeira já que a
educação pública brasileira não possui um grande investimento por parte do
governo nela. Devido a todos é justificado a escolha dos mini PCs como
ferramenta principal e mais adequada para o projeto. Com isso o artigo “he
Raspberry Pi: A Technology Disrupter, and the Enabler of Dreams””feito por
Steven J Jonsthon e Simon J Cox e publicado em 2017, traz consigo algums
vantagens como a quantidade de áreas que o Raspberry Pi abrange e outras
desvantagens do produto, além de um contexto geral deste, o artigo auxiliou a
compreensão A FINAL TA NO BLOCO DE NOTAS
Como já mencionado, os conhecimentos tecnológicos são requiridos em
abundancia na atualidade e com isso o letramento digital vem sendo algo
necessário, no artigo ‘Inclusão digital como fator de acesso à informação:
perspectivas para o letramento digital’ o letramento digital consiste em: ’’o
letramento digital implica tanto na apropriação de uma tecnologia, quanto no
exercício efetivo das práticas de escrita que permeiam no meio digital’’ (Laiana F.
de Sousa e Izabel de Lima França, 2017, p. 26), ou seja adquirir o conhecimento e
poder praticá-lo, e com isso em algum momento ter as habilidades básicas para
qualquer área da vida que seguir futuramente.
Estas habilidades vindas a partir do letramento digital são extremamente
necessárias na atualidade, levando em consideração que estamos na ‘Sociedade
da Tecnologia’ tudo está se transformando sob estes moldes, em tempos
anteriores esta mudança não era visível com tanta clareza como agora,
entretanto desde a revolução industrial esta mudança vem aumentando cada vez
mais.
Com este contexto após uma considerável evolução nos computadores e outras
tecnologias focadas em uso comum é notável uma transformação em como todos
os fatores da vida estão constantemente mudando com uma velocidade
impressionante e atualmente ter o conhecimento sobre como usar as tecnologias
é indispensável, porém os jovens que estão em uma situação marginalizada na
melhor das hipóteses receberam acesso a um aparelho telefônico, o smartphone,
muitos desses nunca chegaram a encostar em um computador ou uma tecnologia
mais avançada algo extremamente prejudicial no tempo atual, em que desde os
empregos mais simples ate os mais avançados exigem um conhecimento técnico
das tecnologias presentes especificamente em computadores, que são maquinas
mais completas que outras de uso mais comum pela sociedade.
Em consequência disto seria necessário que durante a educação estudante do
ensino público tivessem acesso a computadores para estarem preparados para ir
não somente ao mercado de trabalho, mas também para as universidades local
onde é necessário utilizar um computador para executar pesquisas, no entanto, o
ensino de habilidades digitais ainda é insuficiente nas escolas brasileiras, o que
significa que muitos alunos não aprendem suficiente sobre tecnologia e como
usar a internet de forma ética. A inclusão digital ainda é um desafio no Brasil,
principalmente nas comunidades pobres e rurais. A maioria dos alunos ainda não
tem acesso adequado aos computadores, apesar dos avanços no acesso à
Internet e à tecnologia. Para que a inclusão digital e o letramento digital sejam
uma realidade para todos os brasileiros, é necessário um investimento substancial
em infraestrutura tecnológica e na capacitação dos professores para incorporar a
tecnologia no currículo escolar. Além disso, é fundamental apoiar iniciativas que
incentivem o uso ético e responsável da tecnologia, para preparar os alunos para
enfrentar os desafios que surgem no mundo digital. A partir de tudo isto que foi
mencionado este projeto deseja trazer esta tecnologia tão importante para o
ensino público a partir dos mini PCs pelos motivos que serão discutidos ao
decorrer do artigo.
A contratação e a descontratação são atreladas às necessidades das empresas e
negociadas com os trabalhadores, muitas vezes, individualmente
Pesquisa de mercado quantitativa
Pesquisa de mercado qualitativa
Relatórios de mercado
1) Encontrar melhores mini pcs para usa na educação publica
2) Escolas publicas e seus estudantes
3) Relatórios de mercado
4)
A educação nas escolas tem como um de seus principais objetivos ensinar os
alunos sobre diversos temas que serão relevantes em suas vidas acadêmicas e
futuramente então em seus respectivos empregos, e algo que vem sendo
extremamente necessário em empregos na atualidade é o conhecimento sobre
tecnologias, em específico computadores e os ‘swoftwares’ presentes nele, logo é
esperado e necessário que se tenha presente na educação os ensinamentos de
como utilizar de forma técnica está tecnologia. Na realidade brasileira
implementar tal inovação principalmente no ensino público vem sendo um
problema a considerável tempo como presente neste parágrafo:
Outro problema é a poluição marinha, que afeta o ambiente marinho há muitos anos,
prejudicando todo o ecossistema marinho, muitas vezes encontrado em um nível
irreversível. A decomposição do plástico é bastante lenta (cerca de 500 anos), e libera
pequenos pedaços chamados de micro-plásticos. Esses micro-plásticos são
encontrados na superfície e no fundo do mar e como são desconhecidos pelos animais
marinhos, eles acabam ingerindo o plástico como se fosse um alimento. Diversos
animais já foram encontrados com plásticos em seus estômagos, o que acaba
causando a morte deles. Em cetáceos, como as toninhas (Pontoporia blainvillei), os
detritos de origem antropogênica são ingeridos frequentemente em pequenas
quantidades, porém, podem ter efeitos a longo prazo, com bloqueio parcial ou total do
trato digestório (JACOBSEN et al., 2010). Além disso, no caso dos golfinhos, o plástico
pode enrolar no bico do animal, impossibilitando a respiração, causando asfixia
(CUNHA, 2018).
nele é trazido o desafio da educação brasileira de conseguir universalizar os TIC
para a população estudantil do país, mesmo já tendo feito diversas medidas na
tentativa de proporcionar aos estudantes o material necessário todas acabaram
sendo mal executadas ou não receberam o investimento necessário. Com o
contexto trazido pelo artigo, é confirmado que o maior problema para o brasil
está sendo primeiro possibilitar o uso dos TIC para toda a rede pública de ensino,
para depois adquirir profissionais competentes para trabalhar o ensino da área
nestas escolas.
pesquisa revisão bibliográfica e pesquisa de campo.
c
[Link]
educacao-brasileira
[Link]
[Link]
impacto-na-educacao
[Link]
O artigo "O empresariado industrial e a educação brasileira" examina as propostas educacionais
dos empresários industriais brasileiros durante a década de 1990. O foco é na interseção entre
competitividade industrial e educação, com críticas ao sistema educacional, especialmente à educação
básica e superior. O empresariado defende a redução do papel do Estado na educação, incentivando a
participação privada. Essas ideias influenciaram políticas educacionais durante o governo Fernando
Henrique Cardoso, priorizando a eficiência e competitividade econômica.
O artigo critica o sistema educacional brasileiro, particularmente a educação básica e superior,
apontando falhas em preparar alunos para o mercado de trabalho e a competitividade industrial. Os
empresários defendem uma maior participação do setor privado na educação e sugerem a redução do
papel do Estado. Essas ideias influenciaram políticas educacionais nas décadas seguintes, especialmente
durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
De acordo com o artigo, o sistema educacional deve preparar os alunos para o mercado de
trabalho devido às demandas de competitividade da economia globalizada. Os empresários industriais
brasileiros acreditam que a educação deve fornecer habilidades práticas e conhecimento técnico para
aumentar a eficiência produtiva e a capacidade de inovação das empresas. Essa visão enfatiza a
necessidade de uma educação alinhada às necessidades do setor produtivo, promovendo o
desenvolvimento econômico e a competitividade industrial.
A conclusão pode ser feita a partir das respostas das três perguntas principais que foram sintetizadas
desta forma:
1. Por que é necessária a integração tecnológica na educação?
Um estudo histórico sobre o sistema educacional informou que desde a Revolução Industrial a
educação passou a ser um meio de preparar a pessoa para o mercado de trabalho. Assim, a
integração de tecnologias é crucial para oferecer aos alunos conhecimentos tecnológicos que se
fazem necessários no mercado de trabalho atual.
2. A falta de computadores é um problema na educação pública brasileira?
Sim, a falta de acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) foi identificada como
um desafio significativo. A pesquisa "Tecnologia de Vigilância e Educação" de Maria Elizabeth B.
de Almeida (2008) informa que a carência de TIC impede o acesso adequado dos alunos ao
conhecimento tecnológico, também a pesquisa feita pela CETIC informa que 84% dos
professores não utilizam computadores por falta de disponibilidade.
3. Os miniPCs são uma opção viável para a integração tecnológica nas escolas públicas?
A pesquisa de mercado afirma que os miniPCs tem competência para ser mais baratos e em
alguns casos com mais potência que um laptop de baixa qualidade por exemplo.
A análise dos dados do TIC Educação de 2023 mostra que se vem tendo um impulso na adoção das
tecnologias da informação e comunicação nas escolas brasileiras. Mas ainda há problemas, como a falta
de acesso, especialmente em locais afastados ou vulneráveis.
A pesquisa enfatiza que os professores devem ser constantemente capacitados para usar as TIC em sala
de aula, e mesmo utilizando muitos ainda não são capacitados com as TIC, algo que restringe a
capacidade máxima dessas tecnologias.
Por último, a análise de mercado constatou que o mini PC Raspberry Pi 4 de 4 junto com uma casa
teclado e mouse sai mais barato que o laplaptop e o mini PC da Intel o que poderia classificá-lo como
melhor opção, porém o mini PC da Intel acaba sendo, por um preço um pouco maior, um computador
mais potente que ambos concorrentes.
As conclusões obtidas no decorrer deste projeto seriam a junção das respostas
destas três perguntas; Por que é necessário a integração tecnológica na educação? A
falta de computadores é um problema na educação pública brasileira? Os miniPCs são
uma opção viável para a integração tecnológica nas escolas públicas?
Para a primeira pergunta, a partir do conhecimento vindo de pesquisa
bibliográfica sobre a formação do nosso sistema educacional que se mantém até hoje é
possível contestar que desde de o sistema que foi criado na revolução industrial o
principal foco da educação passou de ser ensinar para o conhecimento e passou a ser
ensinar para formar um melhor trabalhador, e num mundo regido pela tecnologia é
impossível não haver um envolvimento desta em qualquer emprego, logo é necessário
que a educação forneça os conhecimentos tecnológicos para os futuros trabalhadores,
respondendo a questão.
Para a segunda pergunta, esta foi respondida em parte pela pesquisa
“Tecnologia de Vigilância e Educação: Mapeando o Uso do Reconhecimento Facial nas
Escolas Públicas” e a citação “O maior desafio ainda é universalizar o acesso às TIC
para atingir todo o contingente de alunos brasileiros” (Maria Elizabeth B. de Almeida,
2008, p. 124), ambos afirmam que a sim uma falta de acesso aos TIC que interfere os
alunos terem acesso ao conhecimento tecnológico.
Para a terceira pergunta, a resposta desta se deve em grande parte a pesquisa
de mercado, que afirmou os miniPCs como opção mais barata e podendo ser mais
potentes que um laptop de um preço maior, outro fator que auxiliou a descoberta da
resposta é a pesquisa sobre Raspberry Pi que informou que os miniPCs foram criados
com o objetivo de eventualmente serem utilizados na educação.
Em suma, foi concluído que é necessário computadores em escolas e que
estes estão em falta na educação pública brasileira também se concluiu que o
miniPCs são uma solução para o problema. Com isso é possível se determinar que
teoricamente é possível se ter uma integração digital nas escolas públicas a partir
dos minicomputadores.