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Universos de Tormenta RPG

O documento descreve a evolução de três universos distintos, cada um enfrentando crises de poder e a luta contra forças sombrias. No primeiro universo, os Arcanjos repeliram uma invasão divina, mas sua ausência criou um vácuo de poder em Arton. Nos universos subsequentes, novos grupos de heróis surgem para enfrentar ameaças cósmicas e tiranias divinas, enquanto o equilíbrio do mundo é constantemente desafiado por forças malignas e instabilidades temporais.
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Universos de Tormenta RPG

O documento descreve a evolução de três universos distintos, cada um enfrentando crises de poder e a luta contra forças sombrias. No primeiro universo, os Arcanjos repeliram uma invasão divina, mas sua ausência criou um vácuo de poder em Arton. Nos universos subsequentes, novos grupos de heróis surgem para enfrentar ameaças cósmicas e tiranias divinas, enquanto o equilíbrio do mundo é constantemente desafiado por forças malignas e instabilidades temporais.
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UNIVERSO 1: O REINO DOS ARCANJOS

Sinopse: A Era de Arno Londor


Há seis eras, os céus se abriram para uma invasão cataclísmica: deuses estrangeiros,
unidos sob a mão sombria de Vecna, o deus traidor, marcharam sobre Arton, determinado a
moldar a realidade. Mas, no momento mais sombrio, ergueu-se um grupo lendário: os
Arcanjos.
Eles eram: Akashi, o Samurai implacável; Calanthe, a Paladina de Valkaria,
estrategista brilhante; Theos, o Lich benevolente, mestre de magias que rasgavam a criação;
Indio, o Bárbaro do Caos (que se tornaria o vampiro fundador de Fuzue); Kriv, o Clérigo
Draconato, seu parceiro; Taiang, o Monge, irmão de consideração de Calanthe; Guilean, o
Ranger Arqueiro, possuído pelo deus da trapaça; e Pantera, o Druida metamorfo.
Juntos, os Arcanjos não apenas repeliram a invasão divina — eles recuperaram uma
antiga fortaleza, transformando-a em Arnor Londor, o centro de suas operações e,
posteriormente, a capital de um novo império.
Akashi autoproclamou-se Imperador. Embora fosse um líder formidável em combate,
sua maestria em governar era falha, sendo visto por muitos como um tolo. Sua sorte residia no
apoio inabalável de seus amigos. Calanthe tornou-se sua Mão, governando o reino e
aliviando o "Imperador" dos problemas burocráticos. Apenas. Amara, aceita pelo grupo, não
usou sua influência para ambições secretas.
Enquanto a era prosperava, Índio fundou e fez prosperar a cidade de Fuzuê. Taiang,
em sua humildade, construiu um orfanato para doutrinar e treinar as crianças pobres.
O destino dos Arcanjos foi tão épico quanto seus feitos: eles se foram, mas sua
herança persistiu. A Clériga ambiciosa, Amara sacrificou sua vida para salvar a todos.
Pantera ascendeu a um estado quase divino e se dissolveu, e os demais encontraram seus fins
em diferentes lutas ou mistérios.

O Mundo Hoje: A Idade Dourada e o Vazio de Poder


Os feitos dos Arcanjos moldaram o mundo em uma nova era. Arton viveu a Idade
Dourada, mas a ausência de seus heróis originais criou um vazio de poder e ambição.
O poder político não seguiu a hierarquia militar. Amara ascendeu, por destino, ao
posto de Imperatriz de Deheon, mas sofreu um golpe político de Calanthe. Sem usurpar o
trono, Calanthe usou a fé como ferramenta para diminuir a autoridade da imperatriz Amara
frente ao povo e aos exércitos.
Divinamente, essa ambição resultou na ascensão de Valkaria ao trono máximo do
Panteão, agora como a Deusa da Ambição, e Calanthe, sua Suma Sacerdotisa, beneficiou-se
imensamente dessa história antes de também desaparecer.
 Arno Londor: O império, agora governado por descendentes de Akashi e
Calanthe, mantém-se sob o dogma da Igreja de Valkaria. Contudo, as disputas internas e a
corrupção corroem as alianças originais, herdando as falhas de Akashi sem a força de seus
amigos.
 Fuzuê: A cidade fundada por Índio, o vampiro, é um florescente império
subterrâneo do crime, onde os cassinos escondem segredos sangrentos, tráfico e poder.
 O Legado de Taiang: O orfanato construído pelo Monge nas Montanhas
Uivantes se mantém como um centro de disciplina e treinamento para os desfavorecidos.
Taiang é lembrado como um mito de humildade.
 O Reino da Trapaça: O plano ilusório de Guilean, o Ranger, persiste,
confundindo realidade e mentira, atraindo aventureiros ambiciosos que, em sua maioria,
jamais retornam.
 O Culto de Pantera: A ascensão de Pantera, o Druida, deu origem a cultos
que o veneram como um deus esquecido, distorcendo seus feitos e palavras originais.
 A Herança de Amara: Embora sua autoridade tenha sido diminuída antes de
seu desaparecimento, sua memória e lealdade ainda influenciam os exércitos que resistem à
doutrina de Arno Londor.
 Sombras Crescentes: O vácuo de poder deixado pela ausência física dos
Arcanjos atraiu novas forças extra planares. Portais instáveis se manifestam, e o medo de um
novo inimigo é palpável.
O mundo está em um equilíbrio frágil, sustentado por lendas de heróis que se foram,
deixando para trás apenas suas criações.

Prólogo: O Despertar do Mito


Sessenta anos após a queda dos deuses invasores e o desaparecimento dos Arcanjos, a
paz em Arton é apenas aparente. Nas sombras, algo desperta: fragmentos do poder de
Vecna, dispersos quando sua essência foi destruída, começaram a se reunir em planos
esquecidos, transformando-se em sementes de um novo horror.
Cultos secretos surgiram, venerando os Arcanjos como divindades, distorcendo seus
feitos em dogmas sombrios. Em Fuzuê, fala-se de um artefato capaz de abrir portais para o
Vazio, onde ecos do deus traidor sussurram promessas de poder absoluto. Nas Montanhas
Uivantes, sinais de corrupção mancham a neve, e caçadores reportam a aparição de criaturas
que não pertencem a nenhum plano conhecido.
O equilíbrio do mundo está à beira do colapso. Uma força extra planar, alimentada
pelo caos dos cultos e pelos fragmentos de Vecna, busca não apenas dominar Arton, mas
reescrever sua história — apagando lendas e moldando novas realidades, ameaçando a
própria Idade Dourada de Arno Londor.
Agora, heróis devem surgir. Sua missão não é lutar contra deuses, mas contra a própria
essência da existência. Porque quando as lendas se tornam mitos... os mitos podem se tornar
monstros.
UNIVERSO 2: GUARDIÕES DO FIM

Sinopse: A Ascensão da Tirania Divina


Quando Vecna caiu, a crença popular era de que a guerra havia terminado. A
realidade, contudo, era que sua morte abriu um vácuo cósmico, um chamado para horrores
ainda maiores. Dos confins da escuridão, uma entidade antiga despertou: Cthulhu, o
Devorador de Mundos, cuja fome não conhecia limites. E, com ele, os deuses de Arton,

corrompidos pelo medo, voltaram-se contra sua própria criação.

Nesse cenário de desespero cósmico, surgiu um novo grupo lendário: os Guardiões.


À frente, a Guerreira Comandante, sanguinária e adepta da guerra e da morte, cuja
lâmina só conhecia a vitória. Ao seu lado, o Samurai honrado, que via na disciplina a única
arma contra o caos. Eles lutaram com uma Ranger arqueira de olhos certeiros, uma Druida
curandeira mercenária que via a vida como uma simples moeda de troca, e um Anão Paladino,
cuja fé era tão dura quanto o aço.
O grupo incluía também uma Sereia encantadora, altamente sedutora e luxuriosa,
que usava seu poder para manipular e garantir vitórias.
Eles enfrentaram exércitos divinos, planos em colapso e, por fim, o próprio
Devorador. A batalha final foi travada não apenas contra carne e tentáculos, mas contra a
essência do medo universal — e os Guardiões venceram.
Mas a vitória teve um preço: para impedir que outros horrores extraplanares
surgissem, eles ascenderam como Novos Deuses, governando com ferro e fogo os planos que
ainda veneravam os antigos. Agora, os Guardiões são divindades absolutas, e sua vontade
molda realidades.
Quando mortais se tornam deuses, no entanto, surge uma pergunta inevitável: quem
vigia os Guardiões?

O Mundo Hoje: Planos Fragmentados e o Medo


Sessenta anos após a ascensão dos Guardiões, os planos estão perigosamente
fragmentados. Cada Guardião governa seu domínio com mão de ferro, e seus cultos se
espalharam como chamas. Mortais veneram as novas divindades, mas nem todos se curvam:
movimentos de resistência surgem, clamando pela liberdade dos planos e pela queda dos

tiranos celestiais.

A antiga ordem divina foi destruída, mas o equilíbrio nunca foi restaurado.
 Instabilidade Cósmica: Portais instáveis conectam realidades de forma
caótica, e o tecido da existência parece tensionado.
 Corrupção dos Domínios: Enquanto os novos deuses travam guerras
silenciosas de poder entre si, sinais de corrupção surgem nos planos sob seu domínio. Estrelas
desaparecem, mares fervem, e a própria natureza trai seus antigos juramentos.
 O Novo Horror: Rumores falam de uma força além do cosmos — algo tão
antigo e terrível que nem mesmo Cthulhu ousou enfrentar. Essa presença não busca adoração,
mas aniquilação total: um poder que deseja apagar toda a existência, começando pelos
próprios Guardiões.
A arrogância dos novos deuses gerou o medo de um fim ainda maior.

Prólogo: O Sussurro do Silêncio


O universo está à beira do colapso. Uma entidade conhecida apenas como “O
Silêncio” desperta nas profundezas do Vazio, alimentando-se da agonia dos mortais e da
arrogância divina. Seus arautos já caminham entre os planos, oferecendo pactos impossíveis,
distorcendo a realidade e espalhando a loucura.
Heróis mortais serão chamados novamente — não para desafiar Guardiões, pois isso é
uma tarefa suicida, mas para impedir que toda a criação seja devorada pelo nada. Eles devem
lutar contra uma ameaça que transcende o divino.
Porque quando os deuses se tornam tiranos, e o Vazio começa a sussurrar... até as
lendas podem morrer.
UNIVERSO 4: A DERROTA ETERNA

Sinopse: A Falha da Libertação


Quando o Império Rubro-Negro mergulhou o mundo em trevas eternas, uma única
esperança resistiu: a Libertação de Valkaria. As lendas prometiam que, se a Deusa da
Liberdade fosse liberta de suas correntes cósmicas, o poder para derrubar os imperadores
vampíricos seria concedido aos mortais. Assim nasceu um grupo ousado, disposto a desafiar
não apenas o espaço, mas o próprio tempo.
Eles caminharam por eras esquecidas, atravessaram planos distorcidos e enfrentaram
paradoxos capazes de rasgar a realidade. Cada passo os aproximava do objetivo impossível:
libertar Valkaria e restaurar a luz.
Mas o destino é cruel, e o mal é astuto. Amélia e Nazghul, os Imperadores do
Crepúsculo, não apenas observaram o avanço do grupo, eles se infiltraram em suas fileiras.
Com promessas sedutoras e manipulações sutis, os soberanos das trevas
desmantelaram o grupo por dentro. Traições floresceram, alianças ruíram, e a confiança foi
destruída. Quando o último portal se fechou, a esperança morreu no momento da derrota final.
Valkaria permaneceu acorrentada, e o Império Rubro-Negro riu diante da eternidade de
sua vitória.

O Mundo Hoje: O Sangue do Desespero


Sessenta anos depois do fracasso da Libertação, o mundo não apenas sangra — ele
desespera. O Império Rubro-Negro solidificou seu domínio, e a escuridão é a única lei. A
sociedade é rigidamente controlada pelos vampiros e seus vassalos mortais.
 A Noite Eterna: O Império mantém o mundo sob um crepúsculo perpétuo,
favorecendo as criaturas da noite. A luz do sol é uma memória distante.
 O Culto da Derrota: A fé na liberdade e na esperança foi substituída pelo
medo e pela veneração obrigatória aos Imperadores Amélia e Nazghul. A narrativa oficial
prega que a derrota da "Libertação" foi a prova da futilidade da esperança.
 Fragilidade Temporal: Devido às incursões fracassadas do grupo no tempo, a
própria realidade de Arton está ligeiramente instável. Rumores falam de ecos do passado e do
futuro que se manifestam brevemente, criando aberrações temporais e portais para eras
indesejada.
 Os Últimos Heróis: A maioria dos membros do grupo fracassado foi caçada,
capturada ou se perdeu nos planos. Alguns se tornaram vassalos amargurados do Império,
enquanto outros vivem na clandestinidade, assombrados pela sua traição.
Quando até o tempo falha, o que resta aos mortais é apenas a resistência silenciosa ou
a loucura.

Prólogo: A Semente da Esperança (no Caos)


O Império Rubro-Negro acredita ter vencido para sempre. No entanto, a instabilidade
temporal causada pela falha do grupo criou uma anomalia. Um artefato, uma pessoa, ou uma
ideia que não deveria existir nesta linha do tempo, começa a se manifestar.
Esta anomalia é a única esperança real de ressurgimento, um ponto de falha na
eternidade dos Imperadores. Heróis improváveis (sejam descendentes dos traidores ou
sobreviventes da derrota) devem encontrar esse foco de caos e aprender a usá-lo, seja para
tentar libertar Valkaria novamente, seja para destruir o Império de uma forma totalmente
nova.
O Império é forte, mas o tempo é traiçoeiro. A única chance dos mortais é abrir as
feridas da realidade que a tentativa de Libertação criou.
UNIVERSO 5: O CORAÇÃO DOS
PLANOS
Sinopse: O Eixo da Existência
Por eras, os deuses de outros mundos tentaram invadir Arton. Nórdicos, egípcios,
gregos, e até os horrores do Vazio — todos fracassaram. Mas ninguém sabia o verdadeiro
motivo... até agora.
Arton não é apenas um mundo; é o centro de todos os planos, o ponto onde as linhas
da existência se cruzam. Controlá-lo significa controlar tudo no multiverso.
Quando os deuses de D&D marcharam para a invasão final, um grupo de mortais
descobriu essa verdade fundamental e jurou impedir que o equilíbrio cósmico fosse destruído.
Entre eles, estavam:
 Uma Druida Curandeira, devota da deusa da natureza, cujo coração foi
marcado pela perda de um grande amor.
 Um Guerreiro Nobre, que ergueu sua espada até se tornar rei do lendário
Reino das Armas.
 Uma Maga Ardilosa, cujo intelecto forjou uma armadura épica de tecnologia
avançada — sem a qual, a vitória seria impossível.
 Uma Guerreira Dracônica, que libertou seu pai, um dragão épico aprisionado
por um deus. Ela lhe ofereceu um reino, tornando-se conselheira de guerra, mas sempre
preferindo a humildade e o anonimato.
 E Moreau Patolino, um mago transmutador tão poderoso que, ao retornar à
sua tribo, revelou sua verdadeira essência e assumiu o trono como rei.
Juntos, eles enfrentaram exércitos divinos, planos em colapso e segredos que
mudariam a realidade. No fim, não apenas salvaram Arton, mas revelaram sua natureza: o
Coração dos Planos, o eixo que sustenta toda a criação.
Essa revelação, no entanto, trouxe uma nova ameaça: todos os olhos do multiverso se
voltaram para Arton. Quando tudo converge para um único ponto... o caos é inevitável.

O Mundo Hoje: A Convergência e a Guerra Infinita


Sessenta anos após a revelação de que Arton é o centro de todos os planos, o mundo
tornou-se um campo de tensão multiversal.
Reinos mortais e divinos ergueram alianças épicas para proteger o Coração dos
Planos, mas cada pacto é frágil, corroído por ambição e medo. O Reino das Armas e o Reino
da Magia prosperam sob governantes lendários, enquanto dragões libertos e tribos arcanas
disputam por influência.
 Tecnologia Cobiçada: A armadura épica criada pela maga tornou-se um
símbolo de poder. Sua tecnologia avançada é cobiçada por planos inteiros, elevando Arton a

um patamar tecnológico nunca antes visto.

 Cultos do Apocalipse: Cultos surgem, pregando que Arton deve ser destruído
para restaurar o equilíbrio cósmico, ou que deve ser sacrificado para salvar o multiverso.
 A Instabilidade Planar: Portais instáveis se multiplicam, e exércitos extra
planares se reúnem nas sombras, preparando-se para a invasão final.
O multiverso está à beira de uma guerra definitiva, onde não haverá vencedores —
apenas sobreviventes. A Guerra Infinita começou.

Prólogo: Ecos do Passado


Deuses, dragões, mortais e horrores do Vazio convergem para Arton, cada um com sua
própria visão de ordem ou destruição.
Mas entre as linhas do destino, uma verdade sombria se revela: os universos anteriores
(os Arcanjos, os Guardiões e os Imperadores Rubro-Negros) não foram apenas histórias —
eles foram peças de um jogo maior, tentativas de reescrever ou proteger o eixo da existência.
Agora, fragmentos de poder dos Arcanjos, dos Guardiões e dos Imperadores Rubro-
Negros ressurgem. Esses ecos atraem heróis improváveis para uma batalha que decidirá não
apenas o futuro de Arton, mas de toda a existência.
Porque quando o Coração dos Planos pulsa, o multiverso sangra.
UNIVERSO 6: O DESPERTAR DA TORMENTA

Sinopse – O Despertar da Tormenta

O mundo não está apenas em guerra — ele está à beira da extinção. A Tormenta, a
força alienígena que devora realidades, não é mais uma ameaça distante: ela domina vastos
territórios, corrompe deuses e transforma mortais em horrores vivos. Arton sangra sob o peso
de batalhas desesperadas, enquanto impérios caem e heróis sucumbem à corrupção.
Mas a verdade é ainda mais sombria: a Tormenta não age por acaso. Seus arautos
sussurram sobre um coração oculto, um núcleo que pulsa no centro do multiverso — o
mesmo segredo que foi a base do Universo 5: O Coração dos Planos. Agora, forças extra
planares convergem para Arton, atraídas por esse poder que pode redefinir toda a existência.
Entre as ruínas, surgem novos campeões: guerreiros, magos, clérigos e até mesmo
monstros que não lutam apenas por sobrevivência, mas pelo direito de reescrever o destino.
Porque quando a Tormenta se ergue, não há neutralidade — há apenas a escolha entre
dominação e aniquilação.

O Mundo Hoje: A Convergência e o Último Horizonte

Arton está em colapso total.


 Maré Rubra: A Tormenta domina vastos territórios, transformando cidades
em pesadelos vivos e corrompendo tudo que toca. A invasão é generalizada.
 Deuses em Guerra: As divindades travam conflitos silenciosos; algumas
buscam deter a invasão, enquanto outras, desesperadas, tentam negociar ou usar o caos para
ampliar seu poder.
 O Reino Fragmentado: Reinos outrora prósperos estão em ruínas ou sob
cerco. Valkaria permanece aprisionada, e seus seguidores lutam para manter viva a Chama
da Liberdade em um mundo que perde a esperança.
 Tecnologia Cobiçada: Fragmentos da tecnologia avançada do Coração dos
Planos (Universo 5) tornaram-se alvos primários da Tormenta e de outros invasores,
buscando replicar ou destruir o que lhes dá vantagem.
 Cultos da Tormenta: A adoração à força invasora cresce, oferecendo poder
absoluto àqueles dispostos a abraçar a corrupção e acelerar o fim.
 Instabilidade planar: Portais instáveis se multiplicam, conectando Arton a
planos distantes e atraindo exércitos e horrores extra planares para a batalha final.
O mundo não luta apenas pela sobrevivência — luta para não ser apagado da
existência. O Último Horizonte se aproxima.

Prólogo: Ecos do Multiverso

Fragmentos de poder dos Arcanjos (U1), Guardiões (U2), Imperadores Rubro-


Negros (U3) e dos campeões do Coração dos Planos (U5) ressurgem, atraídos pelo caos da
Tormenta.
Mas uma verdade sombria se revela: a Tormenta não é apenas uma força alienígena —
é um eco do Vazio primordial, a mesma fome que ameaçou todos os universos passados.
Agora, heróis improváveis devem unir forças com lendas do passado para enfrentar
não apenas a Tormenta, mas a própria tentativa de anulação da Criação. Porque quando
todos os planos convergem para Arton, não haverá refúgio, não haverá neutralidade — apenas
Guerra Total pelo Eixo da Existência.

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