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PPC Letras 2017

O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade do Estado do Amapá, detalhando sua estrutura organizacional, objetivos, proposta pedagógica e matriz curricular. Além disso, aborda a missão da universidade, a justificativa para o curso e informações sobre o corpo docente e infraestrutura. O projeto visa promover a formação de profissionais capacitados e comprometidos com a ética e o desenvolvimento sustentável.

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Amanda Guethi
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O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade do Estado do Amapá, detalhando sua estrutura organizacional, objetivos, proposta pedagógica e matriz curricular. Além disso, aborda a missão da universidade, a justificativa para o curso e informações sobre o corpo docente e infraestrutura. O projeto visa promover a formação de profissionais capacitados e comprometidos com a ética e o desenvolvimento sustentável.

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD


CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS
CAMPUS 2 - GRAZIELA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO


DE LICENCIATURA EM LETRAS

MACAPÁ
2017
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD
CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS
CAMPUS 2 - GRAZIELA

Prof. Dr. Perseu da Silva Aparício


Reitor

Prof. Dr. Breno Marques da Silva e Silva


Vice-Reitor

Profª.Dra. Kelly Cristina Nascimento Day


Pró-Reitora de Graduação

Profª. Dra. Edna dos Santos Oliveira


Pró-Reitora de Extensão

Prof. Welliam Chaves Monteiro da Silva


Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação

Profª. Esp. Leslie Jovana Silva Santos


Chefe da Divisão de Apoio ao Ensino

Profª. Ma. Martha Stella Melo da Silva


Coordenadora do Curso de Licenciatura em Letras

Prof. Esp. Edielson Souza Silva (Área de Inglês)


Profª. Dra. Edna dos Santos Oliveira (Área de Linguística)
Prof. Me. Francesco Marino (Área de Literatura)
Profª. Dra. Kelly Cristina Nascimento Day (Área de Francês)
Profª. Esp. Lilian Latties dos Santos (Área de Espanhol)
Profª. Ma. Martha Stella Melo da Silva (Presidente)
Profª Esp. Michelle Araújo de Oliveira (Área de Língua Portuguesa)
Membros do Núcleo Docentes Estruturante (NDE)

Profº. Esp. Aldo César Ferreira de Souza


Profª. Esp. Andrea Figueira Monteiro
Profª. Ma. Carla Patrícia Ribeiro Nobre
Prof. Esp. Edielson Souza Silva
Profª. Dra. Edna dos Santos Oliveira
Prof. Me. Francesco Marino
Profª. Ma. Helen Costa Coelho
Profª. Dra. Kelly Cristina Nascimento Day
Profª. Esp. Lilian Latties dos Santos
Profª. Ma. Martha Stella Melo da Silva
Profª Esp. Michelle Araújo de Oliveira
Profª. Ma. Mileny Távora de Mendonça
Profª. Esp. Narcisa Ardasse Monteiro
Prof. Me. Rodolfo Meireles de Sousa
Profª. Ma. Sonia Maria da Silva Sacramento
Prof. Me. Valdiney Valente Lobato de Castro
Profª. Esp. Wanne Karolinne Souza de Miranda
Corpo Docente do Curso

Prof. Esp. Annick Marie Belrose


Prof. Me. Bruno Sérvulo da Silva Matos
Prof. Dr. Eduardo Alves Vasconcelos
Prof. Me. Fabio Xavier Sousa de Araújo
Profª. Esp. Karine Campos
Profª. Esp. Mara Regina Santos de Mendonça
Profª. Esp. Maria Estela Gayoso Nunes
Prof. Ma. Miriam Maia de Araújo Pereira
Prof. Esp. Natali Fabiana da Costa e Silva
Prof. Esp. Raimundo da Silva Barros
Prof. Ma. Sâmela Ramos Silva
Prof. Ma. Sandra Patrícia Smith Romero
Prof. Esp. Silvio Nazareno de Sousa Gomes
Prof. Me. Vinícius Edilberto Prinstrop
Téc. Alex Nery de Morais
Téc. Paula Campos Marques
Colaboradores

MACAPÁ
2017
Sumário

1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ............................................................................ 8

1.1 NOME DA IES ................................................................................................................ 8


1.2 BASE LEGAL DA UEAP ............................................................................................... 8
1.3 PERFIL E MISSÃO DA UEAP ...................................................................................... 8
1.4 FINALIDADES ............................................................................................................... 8
1.5 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO ............................................................. 9
1.6 BREVE HISTÓRICO DA UEAP .................................................................................. 10
1.7 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ................................................................................. 12
1.8 METAS INSTITUCIONAIS ......................................................................................... 12
1.9 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ........................................................................... 13
1.10 POLÍTICAS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............................................ 14
1.11 POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL ........................................................................ 16
2. JUSTIFICATIVA INSTITUCIONAL ............................................................................. 18

3. JUSTIFICATIVA DO CURSO ........................................................................................ 19

4. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................................... 20

4.1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................... 20


4.2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ................................................................................. 21
4.3 PERFIL INSTITUCIONAL .......................................................................................... 21
4.4 DIRETRIZES GERAIS DA EDUCAÇÃO ................................................................... 22
4.5 FUNDAMENTOS DO CURSO DE LETRAS .............................................................. 23
4.6 EIXOS TEMÁTICOS DA GRANDE ÁREA ............................................................... 25
5. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................................ 26

5.1 OBJETIVOS DO CURSO: ............................................................................................ 26


5.1.1 Objetivo Geral ........................................................................................................ 26
5.1.2 Objetivos Específicos ............................................................................................. 26
5.2 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO DE LETRAS ............................................. 27
5.3 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ................................................................. 28
5.4 AS COMPETÊNCIAS GERAIS E AS HABILIDADES ESPECÍFICAS .................... 28
5.4.1 Competências Gerais.............................................................................................. 28
5.4.2 Habilidades Específicas ......................................................................................... 29
6. PROPOSTA PEDAGÓGICA ........................................................................................... 29

6.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................... 30


6.1.1 Natureza dos Componentes Curriculares ............................................................... 31
[Link] Núcleo Comum entre as habilitações ............................................................. 31
[Link] Disciplinas de Formação Pedagógica e profissionalizante............................. 31
[Link] Componentes de Formação Prática ................................................................ 32
6.2 DA VALIDAÇÃO DE DISCIPLINAS (Internas ou Externas a UEAP) NO CURSO DE
LETRAS .............................................................................................................................. 32
6.2.1 Das disciplinas obrigatórias ................................................................................... 32
6.2.2 Das disciplinas optativas ........................................................................................ 32
6.2.3 Das disciplinas Eletivas.......................................................................................... 33
6.3 DOS EXAMES DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA ....................... 33
6.3.1 Dos exames internacionais ..................................................................................... 33
6.3.2 Dos Testes internos de Proficiência ....................................................................... 34
[Link] Dos Testes das Competências Gerais ............................................................. 34
[Link] Dos Testes da Competência de Leitura .......................................................... 35
[Link] Das disposições gerais .................................................................................... 35
6.4 A SEGUNDA HABILITAÇÃO NO CURSO DE LETRAS DA UEAP ...................... 35
6.5 A MATRIZ CURRICULAR ......................................................................................... 37
6.5.1 Matriz curricular de Língua Portuguesa e respectivas literaturas .......................... 37
[Link] Atividades formativas..................................................................................... 37
[Link].1 Núcleo Geral [disciplinas comuns de todos os cursos] .......................... 37
[Link] Núcleo Comum............................................................................................... 37
[Link].1 Disciplinas Obrigatórias ......................................................................... 37
[Link] Núcleo Específico........................................................................................... 38
[Link].1 Disciplinas Obrigatórias ......................................................................... 38
[Link].2 Disciplinas Optativas .............................................................................. 39
6.5.2 Nota explicativa sobre a matriz curricular de Língua Portuguesa e respectivas
literaturas. ........................................................................................................................ 40
[Link] Atividades formativas..................................................................................... 40
[Link].1 Disciplinas de formação pedagógicas obrigatórias................................. 40
[Link].2 Disciplinas pedagógicas optativas .......................................................... 41
[Link].3 Disciplinas de formação profissional obrigatórias ................................. 41
[Link].4 Disciplinas de formação profissional optativas ...................................... 42
[Link].5 Componentes Curriculares: TCC............................................................ 44
[Link].6 Componentes de formação prática.......................................................... 45
[Link].7 Estágio Supervisionado .......................................................................... 46
[Link].8 Atividades curriculares complementares ................................................ 46
[Link].9 Quadro resumo do Curso ........................................................................ 47
[Link].10 Distribuição por semestre ..................................................................... 47
[Link].11 Grade Currícular de Língua Portuguesa e respectivas literaturas por
semestre. ................................................................................................................ 49
6.5.3 Matriz curricular de Línguas Estrangeiras e respectivas literaturas. ...................... 51
[Link] Núcleo Geral................................................................................................... 51
[Link].1 Obrigatório .............................................................................................. 51
[Link] Núcleo Comum............................................................................................... 51
[Link].1 Obrigatório .............................................................................................. 51
[Link] Núcleo Específico........................................................................................... 51
[Link].1 Obrigatório .............................................................................................. 51
[Link].2 Optativas ................................................................................................. 52
6.5.4 Nota explicativa sobre a matriz curricular de Línguas Estrangeiras e respectivas
literaturas. ........................................................................................................................ 54
[Link] Atividades formativas..................................................................................... 54
[Link].1 - Disciplinas de formação pedagógica obrigatórias ................................ 54
[Link].2 Disciplinas de formação profissional obrigatórias - núcleo comum ...... 54
[Link].3 - Disciplinas de formação profissional obrigatórias -específicas ........... 55
[Link].4 Disciplinas de formação profissionaloptativas -específicas ................... 56
[Link].5 Componentes curriculares: TCC............................................................. 57
[Link].6 Disciplinas de formação práticas obrigatórias ........................................ 57
[Link].7 Componente curricular de atividades práticas ........................................ 58
[Link].8 Estágio supervisionado ........................................................................... 58
[Link].9 Atividades curriculares complementares ................................................ 59
[Link].10 Quadro geral das disciplinas da grade de Língua estrangeira e respectivas
literaturas ............................................................................................................... 59
[Link].11 Distribuição por semestre ..................................................................... 59
7. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS ................................... 64

7.1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS .................................................................................................................. 64
7.1.1 Disciplinas pedagógicas obrigatórias ..................................................................... 64
7.1.2 Disciplinas pedagógicas ......................................................................................... 71
8. MATRIZ EQUIVALENTE ............................................................................................ 200

9. METODOLOGIA DE ENSINO ..................................................................................... 205


10. A AVALIAÇÃO ........................................................................................................ 206

10.1 SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM NO CURSO ................. 206


10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ..................................... 208
10.3 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO CURSO ....................................................... 208
10.4 AVALIAÇÃO DO DOCENTE ................................................................................. 208
11. INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE ................................. 210

12. ESTÁGIOS CURRICULARES ............................................................................... 211

13. PRÁTICA PEDAGÓGICA ...................................................................................... 214

14. ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................................... 214

15. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ....................................................... 215

16. INTEGRAÇÃO DO ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO .................................. 216

17. CORPO DOCENTE .................................................................................................. 218

17.1 CORPO DOCENTE EFETIVO ................................................................................. 218


17.1.1 QUADRO TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE EFETIVO ........................ 218
17.2 CORPO DOCENTE TEMPORÁRIO ....................................................................... 218
17.2.1 QUADRO TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE TEMPORÁRIO ............... 219
17.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ............................................................... 219
17.4 COORDENAÇÃO DO CURSO ................................................................................ 220
17.5 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO ............................................. 220
18. INFRAESTRUTURA ............................................................................................... 221

18.1 SALA DE PROFESSORES....................................................................................... 221


12.2 SALA DE AULA....................................................................................................... 221
18.3 SALA PARA GRUPO DE PESQUISAS .................................................................. 221
18.4 LABORATÓRIOS..................................................................................................... 221
18.5 COORDENAÇÕES ................................................................................................... 222
19. REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 223
Índice de Ilustrações

Figura 1. Áreas do conhecimento dos cursos de graduação presenciais da UEAP .................. 12


Figura 2. Quadro da Disposição da Estrutura Sistêmica da UEAP .......................................... 14

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 7


1 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

1.1 NOME DA IES

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAPÁ – UEAP


CNPJ: 08.186.277/0001-62

1.2 BASE LEGAL DA UEAP

A Universidade do Estado do Amapá teve sua criação autorizada pela lei nº 0969, de
31/03/2006, e instituída pela lei de autoria do executivo estadual nº 0996, de 31/05/2006.

1.3 PERFIL E MISSÃO DA UEAP

A Universidade do Estado do Amapá tem como missão promover o acesso ao


conhecimento, estimulando a produção, integração e divulgação dos saberes, com a
resonsabilidade de formar cidadãos comprometidos com a ética, desenvolvimento humano e
sustentável dos recursos naturais, que possam contribuir para a geração de uma sociedade justa
e democrática.

1.4 FINALIDADES

A UEAP deve estruturar-se como uma Instituição de Ensino Superior voltada para a
formação técnico-profissionalizante, com vista a contribuir para o desenvolvimento local,
regional e nacional, ampliando as oportunidades do mercado de trabalho, através da formação
especializada de profissionais, bem como através da indução a atividades empreendedoras de
técnicos qualificados. Neste sentido, a UEAP tem como fins:
I - Promover a educação superior, desenvolvendo o conhecimento universal, com
especial atenção para o Estado do Amapá e para a Amazônia, porintermédio de cursos de
graduação e de pós-graduação, assim como de ações especiais, de forma a expandir
oconhecimento e a cultura em todo o território do Estado do Amapá, concorrendo para a
implementação dasfinalidades gerais da educação superior, previstas no artigo 43 da Lei
Federalnº. 9394/1996, que fixa as diretrizes e bases da educação nacional;

II. Ministrar o ensino superior visando à formação de pessoas capacitadas ao


exercício da docência e da investigação científica, bem como à qualificação para
atividades profissionais;

III. Realizar pesquisas e estimular atividades, valorizando o indivíduo no


processo evolutivo, incentivando o conhecimento científico relacionado aohomem e ao
meio ambiente, isoladamente e/ou em cooperação com outras Universidades e
Instituiçõescientíficas, culturais e educacionais brasileiras ou estrangeiras;

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 8


IV. Participar na colaboração, execução e acompanhamento das políticas de
desenvolvimento governamentais, inclusive com a prestação de serviços;
V. Estender à sociedade os serviços indissociáveis das atividades de ensino,
pesquisa e extensão e prestar serviçosespecializados a Instituições públicaseprivadas,
inclusive a realização de concursos.

1.5 DADOS SOCIOECONÔMICOS DA REGIÃO

A economia do Amapá é fortemente concentrada nas atividades comerciais e no setor


de serviços, com uma participação significativa dos recursos públicos, principalmente através
dos investimentos governamentais e da renda do funcionalismo públicos. Por isso, urge a
necessidade de incentivar o crescimento econômico do estado, a partir da implantação de novos
empreendimentos, da qualificação avançada de mão-de-obra, do incentivo à difusão e
transferência de tecnologias e da indução às atividades empreendedoras, através das micro e
pequenas empresas, estimulando os negócios com base no potencial de recursos naturais do
estado.
Atualmente as principais áreas de desenvolvimento da economia do estado são: produtos
florestais (madeireiro e não madeireiro), minérios, agricultura, pesca, artesanato e turismo.
Alguns setores de produção começam a ser explorados e são promissores na economia estadual,
com base na agregação de valor aos produtos naturais locais, proporcionados pelo
desenvolvimento e transferência de tecnologias. Esses setores são: biotecnologia, fitoterápicos,
fitocosméticos e tecnologia de alimentos. O centro irradiador desse processo de pesquisa e
transferência de tecnologias para incubação de empresas e cooperativas é o Instituto de
Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA). Trata-se de uma instituição
do Governo do Estado que atua em pesquisas nas áreas de: botânica, zoologia, recursos hídricos,
geologia, produtos naturais (com destaque às pesquisas com óleos e essências vegetais),
meteorologia, arqueologia, ordenamento territorial, meio ambiente, tecnologia de alimentos e
museologia.
Nesse contexto, a Universidade do Estado do Amapá surge como instituição estratégica
no processo de desenvolvimento do estado. À UEAP caberá o papel de atuar na formação de
profissionais para suprir as necessidades de qualificação em áreas da educação superior até
então não atendidas – como a área tecnológica voltada à produção – ou pouco atendidas e que
ainda demandam profissionais qualificados, tais como as áreas de educação e saúde. Destarte,
a UEAP terá um perfil predominantemente voltado à profissionalização para o mercado de
trabalho, sem perder de vista a formação humana e universal, com preconização dos valores
éticos que qualificam a cultura do ser humano.
Diante do exposto, percebe-se que a Universidade do Estado do Amapá surge com papel
fundamental. Esta IES foi criada como alternativa necessária ao processo de formação de
profissionais de ensino superior, principalmente como instituição pública, na medida em que
até então o Amapá contava apenas com uma universidade dessa natureza, a Universidade
Federal do Amapá (UNIFAP), a qual não consegue atender a demanda de estudantes. A
UNIFAP recebe cerca de 13 mil inscrições para um total de 630 vagas/ano. Isto mostra os
limites da oferta de vagas no ensino superior público no estado.
Por outro lado, um levantamento recentemente realizado pela Secretarias de Ciência e
Tecnologia evidencia os vícios e as limitações do ensino superior no Amapá. Além da
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 9
universidade federal, há um mercado estabelecido de cursos de graduação, com a presença de
20 faculdades particulares, que oferecem um total de 84 cursos, concentrados, sobretudo, nas
áreas de humanidades e ciências sociais aplicadas.
A oferta de cursos da UEAP deve atender a necessidade de qualificação de profissionais
de nível superior para a realidade local, regional, nacional e internacional, sendo esta a partir
das relações de cooperação que o Amapá e o platô das guianas tem estabelecido principalmente
com os países situados na fronteira. Isto significa dizer que além da universidade desempenhar
um papel fundamental na educação estadual, poderá ser uma referência na região e na zona
fronteiriça.
Com base nas necessidades de profissionais qualificados para o desenvolvimento local,
situam-se os cursos tecnológicos e de engenharias. De outra ordem, não se trata de instituição
com perfil único e especializado, por isso a UEAP também ofertará cursos em todas as áreas
do conhecimento, destacando-se nesse aspecto a formação para os setores de educação e saúde
que ainda possuem carências. Os cursos serão implantados gradativamente, até que se alcance
um nível satisfatório de oferta de cursos de graduação, num prazo que pode variar de seis a dez
anos.

1.6 BREVE HISTÓRICO DA UEAP

A Universidade do Estado do Amapá é fruto de uma ampla discussão social, devido à


necessidade de criação de mais uma instituição pública voltada para as potencialidades do
Estado do Amapá.
Para Abrantes (2002, p.83):

“o aproveitamento da biodiversidade Amazônica, conforme apontam inúmeros


estudos, será o ponto de partida para a inserção da economia da região na matriz de
um novo modelo de desenvolvimento local, voltado para a sustentabilidade. Logo, a
agregação de valor a estes produtos naturais, via incorporação do fator tecnológico e
capacidade empreendedora, dinamizará alguns setores da economia, impulsionando o
desenvolvimento da região. (...) Assim, a geração de competitividade e a inovação
tecnológica estão, cada vez mais, baseadas no conhecimento e na organização do
aprendizado, daí o papel central desempenhado pela capacitação tecnológica (...)”.

Desta forma, percebe-se que a criação de uma instituição de ensino superior que busca
a capacitação de recursos humanos voltados para a exploração da biodiversidade da região, com
responsabilidade ambiental e social, é parte fundamental para se alcançar o desenvolvimento
sustentável defendido por Abrantes, e tem sido um apelo da sociedade Amapáense.
Desde 1997 algumas iniciativas de criação de uma instituição pública de ensino superior
vinham sendo efetivadas por parlamentares e por profissionais da educação, no entanto, não
obtiveram êxito.
Em 27 de dezembro de 2005, o então governador do Estado na época, Antônio Waldez
Góes da Silva, tomou a decisão de criar e implantar uma universidade, no âmbito da estrutura
administrativa estadual. Para tanto, nesse mesmo dia criou o Grupo de Trabalho Institucional
(GTI) encarregado de discutir e elaborar a proposta de implantação da instituição.
O GTI foi formado por José Maria da Silva (Secretário de Ciência e Tecnologia), José
Adauto dos Santos Bittencourt (Secretário de Educação), Ivanéia de Souza Alves
(Representante do Sindicato dos Profissionais em Educação), Conceição Corrêa Medeiros

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 10


(Representante do Conselho Estadual de Educação) e Rui Guilherme de Vasconcelos Souza
Filho (Representante da Sociedade Civil).
Durante o período de 04 a 07 de fevereiro foram realizadas vários ciclos de audiências
públicas, durante as quais instituições governamentais e não-governamentais, apresentaram
pareceres sobre a situação da formação em nível superior no Estado do Amapá, além da
apresentação de propostas para a implantação da Universidade do Estado do Amapá. O objetivo
da criação do ciclo de audiências era buscar, de uma maneira efetiva, a participação direta da
sociedade Amapáense organizada na elaboração do projeto de implantação da Universidade.
O GTI produziu um arquivo com as atas das reuniões, um CD contendo as palestras do
ciclo de audiências que contribuiu para a elaboração da lei que instituiu a universidade estadual
e definiu uma listagem de sugestões de cursos a serem implantados, bem como, o cronograma
de implementação.
A Universidade do Estado do Amapá – UEAP teve sua criação autorizada pela
lei nº 0969, de 31/03/2006, e instituída pela lei de autoria do executivo estadual nº 0996, de
31/05/2006. De acordo com esta última lei, em seu art. 2º, a UEAP tem como premissas
fundamentais: a) autonomia didático-científica e cultural e administrativa e de gestão financeira
e patrimonial; b) atuação em todas as áreas do conhecimento.
A oferta de cursos da UEAP, na ocasião procurou atender a necessidade de qualificação
de profissionais de nível superior para a realidade local, regional, nacional e internacional,
sendo esta a partir das relações de cooperação que o Amapá tem estabelecido principalmente
com os países situados na fronteira. Isto significa dizer que além da universidade desempenhar
um papel fundamental na educação estadual, poderá ser uma referência na região e na zona de
fronteira.
Desta forma, em janeiro de 2007 a Universidade do Estado do Amapá realizou seu
primeiro vestibular para 06 (seis) cursos, ofertando naquela ocasião 600 vagas, 300 acadêmicos
entraram no primeiro semestre e 300 no segundo semestre. Os primeiros cursos a serem
implantados, num total de 06, foram selecionados a partir das sugestões feitas nas audiências
públicas realizadas pelo GTI. Os cursos são: Engenharia Florestal, Engenharia de Pesca,
Engenharia de Produção, Licenciatura em Pedagogia, Licenciatura em Letras (com habilitações
em Francês e Espanhol) e Licenciatura em Química. O cenário de criação de novos cursos
incluia para os anos seguintes cursos: Agronomia, Tecnólogo em Design, Biblioteconomia,
Nutrição, Comércio Exterior, Enfermagem, Medicina Veterinária, Licenciaturas em Filosofia,
Física, Biologia e Matemática, Licenciatura e Bacharelado em Música, Engenharias Ambiental
e Química.
No interstício de 2009 a 2014 foram criados os bacharelados em Engenharia Ambiental
e Engenharia Química, as licenciaturas em Ciências Agrárias, Ciências Naturais, Licenciatura
em Filosofia, Licenciatura em Música e Tecnologia em Design, pertencentes as áreas de
Ciências Exatas e da Terra (CET), Ciências Sociais Aplicadas (CSA), Ciências Biológicas
(CB), Ciências Humanas (CH), da CAPES e MEC (Ministério da Educação e Cultura),
respectivamente (Figura 2).
Na figura 1 estão representadas as áreas do conhecimento dos cursos de graduação
presenciais da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Macapá - AP - Brasil. Legenda:
CET - Ciências Exatas e da Terra, CSA - Ciências Sociais Aplicadas, CB - Ciências Biológicas,
CH - Ciências Humanas, CA - Ciências Agrárias, LLA - Linguística, Letras e Artes e En -
Engenharias.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 11


CET
8%
En CSA
25% 8%

CB
8%

LLA CH
17% 17%

CA
17%

Figura 1. Áreas do conhecimento dos cursos de graduação presenciais da UEAP

1.7 OBJETIVOS INSTITUCIONAIS

A Lei nº 0996 (art. 1º) define os principais objetivos da Universidade do Estado


do Amapá, consoante ao sentido universal de uma instituição que atua na formação profissional
de nível superior, com a especificidade do contexto regional. Os objetivos são:
1. Promover a educação superior, desenvolvendo o conhecimento universal, com
especial atenção para o estado do Amapá e para a Amazônia;
2. Ministrar cursos de grau superior, nos níveis de graduação e pós-graduação, com
ações especiais que objetivem a expansão do ensino, do conhecimento científico
e da cultura em todo o estado do Amapá;
3. Realizar pesquisa e estimular atividades criadoras, valorizando o indivíduo em
seu processo evolutivo, incentivando o conhecimento científico relacionado ao
homem e ao meio ambiente;
4. Contribuir com as políticas de desenvolvimento do Estado do Amapá, através da
formação técnico-científico;
5. Formar profissionais qualificados, em nível de graduação e pós-graduuação, para
suprir demandas do mercado de trabalho;
6. Produzir e difundir novos conhecimentos científicos e tecnológicos, promovendo
o desenvolvimento econômico, cultural e social do estado.

1.8 METAS INSTITUCIONAIS

As metas a alcançar com a implantação da Universidade do Estado do Amapá – UEAP


são as seguintes:

I - Construir o Campus Tecnológico;

II - Modernizar a infra-estrutura física e os processos de gestão;

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 12


III - Equipar os laboratórios de acordos com as normas nacionais e internacionais
de qualificação de oferta de serviços;

IV - Equipar a Unidade de Educação Inclusiva com tecnologias assistivas;

V - Elevar o percentual de alunos egressos de 40% para 75% ao ano;

VI - Ofertar cursos de graduação e pós-graduação na modalidade à distância;

VII - Implantar, ao final dos cinco anos, quando da conclusão de construção do


campus tecnológico, os cursos de Engenharia Agronômica e Licenciatura em
Música, e outros por meio de consulta pública.

1.9 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

A partir da Lei Nº 114 de 31 de agosto de 2007, que instituiu a estrutura organizacional


da Universidade do Estado do Amapá, ela esta estruturada, inicialmente, com: Reitoria e suas
acessórias (jurídica e de comunicação), além da estrutura executiva da UEAP formada por
quatro pró-reitorias:

i) Pró-Reitoria de Graduação: unidade responsável pela política e execução das


atividades acadêmicas do ensino de graduação;
ii) Pró-Reitoria de Extensão: unidade responsável pela política e execução das
atividades de extensão;
iii) Pró-Reitoria de Planejamento e Administração: unidade responsável pela
coordenação, elaboração e execução do planejamento da instituição,
principalmente no que concerne ao planejamento orçamentário, bem como
pela administração de recursos humanos e patrimônio;
iv) Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: Unidade encarregada de definir a
política de pesquisa e pós-graduação da universidade.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 13


CONSU

Reitoria
Vice-Reitoria

Gabinete Auditoria CPL PROJUR

ASCOM Secretária Assessoria


Juridica

Secretária do
Motorista
CONSU

PROPLAD PROGRAD PROEXT PROPESP

Divisão de Divisão de
DAF DIPLAN DINFO DAE DIPS DRCA Biblioteca
Extensão Pesquisa

Desen. de Curriculos e Registro e Div. de Pós-


URH USG UF UC UOC Classificação Inf. e Tratamento
Redes Disciplinas Controle DACAE graduação
de Acervo Geral

Cadastro e Suporte e Apoio Diploma e


Material e Patrimônio Tesouraria UCC Educação
Benefício Segurança Logístico Arquivo Assistência ao
Inclusiva Atendimento e Estudante
Auxílio
Folha de
Pagamernto Com. Administrativas
Interiorização

Transporte

Figura 2. Quadro da Disposição da Estrutura Sistêmica da UEAP


Fonte: SILVA, 2007

1.10 POLÍTICAS DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

A UEAP estabelece como política de ensino premissas que extrapolem a intenção de


aumentar o número de vagas, vislumbrando como objetivo maior a formação de profissionais
preparados para tomar decisões democráticas e dominar novas tecnologias, lidando com a
produção de bens, serviços e conhecimentos.
As ações pertinentes à composição do ensino da UEAP são:
• Expandir e diversificar a oferta de cursos nos seus diversos níveis e modalidades,
considerando as demandas de mercado, sociais e a capacidade técnico-pedagógica da
Instituição;
• Assegurar a formação geral e cidadã dos acadêmicos;
• Formar profissionais com visão empreendedora e senso crítico;
• Formar profissionais na área tecnológica e de licenciatura com qualidade e
competência;
• Adotar mecanismos de planejamento e desenvolvimento que favoreçam uma
prática pedagógica compatível com o avanço científico-tecnológico e cultural;
• Ampliar e melhorar a capacidade de atendimento ao ensino, bem como aos atores
envolvidos;
• Reavaliar e manter atualizados os currículos dos cursos oferecidos pela UEAP;
• Promover avaliação do processo educativo visando otimizá-lo;
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 14
• Consolidar estratégias de capacitação para o corpo docente e administrativo
ligado ao ensino.

Naquilo que concerne à pesquisa e a produção de conhecimento científico no estado do


Amapá, as primeiras iniciativas tiveram início na década de 1970, quando foram criados o
Museu de História Natural Ângelo Moreira da Costa Lima e o Museu Histórico Joaquim
Caetano da Silva. Contudo passados 30 anos, o Estado do Amapá conta ainda com poucas
instituições de pesquisa, sendo uma estadual  o Instituto de Pesquisas Científicas e
Tecnológicas do Amapá  IEPA  e duas federais  a Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (EMBRAPA) e a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Acrescenta ainda
nesse espectro de instituições, a participação da Secretaria de Ciência e Tecnologia – SETEC
na condução da política de C&T, através da definição das diretrizes políticas, no fomento da
infraestrutura, de projetos e de bolsas de pesquisa.
A Universidade do Estado do Amapá – UEAP participa desse contexto de instituições
científicas, tanto no processo de qualificação de recursos humanos quanto na produção de
pesquisa, visando contribuir com as políticas públicas do Amapá. A UEAP contribui com o
crescimento científico do Estado através das seguintes iniciativas:
I. Criação de cursos de pós-graduação nos níveis lato sensu e stricto sensu;
II. Participação de projetos de pesquisa de âmbitos local, regional, nacional e
internacional, cujas pesquisas sejam de interesse do estado e da sociedade local;
III. Participação de cursos de pós-graduação integrados com outras instituições de
interesse local;
IV. Criação de cursos de pós-graduação direcionados à formação profissional para o
mercado de trabalho, tais como especialização e mestrado e doutorado
profissionalizantes;
V. Criação de um programa de iniciação científica com objetivo de engajar
estudantes na atividade de pesquisa;
VI. Definição de áreas programáticas para captação de recursos para a pesquisa nas
áreas de recursos naturais, sociedade e cultura e na área tecnológica visando a
inovação de processos e produtos;
VII. Criar mecanismos de difusão e transferência de conhecimentos e tecnologias de
interesse da população do Amapá;
VIII. Criar condições e apoiar as diversas formas de divulgação científica promovendo
a relação entre a instituição, os docentes pesquisadores, os estudantes e a
população em geral que deve ser, última instância, a beneficiária dos
conhecimentos gerados pela Universidade.

Dentre as iniciativas citadas a UEAP, já no ano de 2007, a universidade oferta 10 (dez)


bolsas de iniciação científica através de convênio firmado com programa de bolsas do
PIBIC/CNPq, posteriormente, em 2008 este programa é ampliado com a inclusão de mais 10
(dez) bolsas oriundas do Programa de Qualificação e Fixação de Recursos Humanos da SETEC.
Igualmente, no mesmo ano, é criado o Programa Institucional de Bolsas Trabalho – PIBIT, com
o objetivo do exercício de atividades administrativas no Campus por acadêmicos de baixa renda
visando criar um mecanismo de motivação e apoio ao estudante para continuar seus estudos.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 15


Em 2009, há uma nova expansão do Programa de Bolsas sendo ofertadas mais 5 bolsas
de iniciação científica do Programa PIBIC/CNPq totalizando 25 bolsas de iniciação científica,
além da 20 bolsas trabalho, ofertadas aos acadêmicos dos cursos da UEAP.
Além disso, iniciaram também esforços de comissões de professores da UEAP na
criação de cursos de pós-graduação lato sensu em parceria com a Pró-Reitoria de Pesquisa e
Pós-Graduação com previsão de início de 2 cursos de especialização já para o início do ano de
2010.
As atividades de Extensão por sua vez são articuladoras da pesquisa e do ensino nos
processos sociais. Coadunando com o pensamento de Aragão et al.(1999) concebe-se no âmbito
das definições deste projeto que o ensino é o ponto de partida para a apreensão do
conhecimento; na pesquisa, o desconhecido é definido ou redefinido em termos sociais,
partindo dos conhecimentos já existentes; e a extensão traduz–se pela importância do
conhecimento apreendido e ampliado, aumentando seu alcance, menos assistencialista e mais
caracterizada como intervenção no contexto social
As atividades de extensão assumem essa postura, sendo destinadas a articular o saber
científico e o saber popular, perdendo o caráter assistencialista e assumindo-se como trabalho
social, instrumento de democratização, autonomia universitária e de ação transformadora.
Nessa percepção, a população deixa de ser, pela primeira vez, receptora para assumir o papel
de redimensionadora do próprio conhecimento.
A realização das atividades de extensão é um caminhar coletivo e cooperativo, com
interlocução entre profissionais, alunos e parceiros externos à Universidade, em busca de uma
ação cidadã para superar as situações de desigualdade e de exclusão existentes no Brasil. Nesse
sentido, as ações de Extensão desenvolvidas pelos docentes e discentes do curso de Letras estão
voltadas para o desenvolvimento emelhoria da qualidade de vida da população, além de inserir
o estudante nas discussões sócio-político-culturais que são inerentes à formação do professor.
Os alunos do curso de Letras devem ser continuamente estimulados a participar de
trabalhos de extensão, desenvolvidos pelos professores do curso, como bolsistas ou
voluntários, a fim de melhorarem sua percepção da prática docente em ambientes diferentes
da sala de aula.
Enfim, executadas por meio de um processo educativo, cultural e científico, que articula
o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre a
universidade e a sociedade, as atividades de extensão são regidas e desenvolvidas por meio de
programas, projetos, cursos, eventos, ações complementares de extensão e outros. Visam à
socialização do conhecimento acadêmico e a interação com a sociedade. Os docentes do curso
de Letras vêm desenvolvendo e colaborando na execução de atividades de extensão, tais como:
Semana Acadêmica do Letras, Atividades Científico-culturais Complementares, Publicação
de artigos do curso na internet, entre outros.

1.11 POLÍTICA DE INCLUSÃO SOCIAL

A inclusão social marca a atuação da UEAP desde as inscrições gratuitas para


estudantesoriundos das escolas públicos. Apartir de sua política de acesso, a UEAP
disponibiliza aos candidatos ao processo seletivo os seguintes sistemas de cotas: cotas para
estudantes egressos da escola pública (proporcional ao número de inscritos), cotas para
indígenas e pessoas com deficiência (5%) e cotas para estudantes negros.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 16
Também como parte da política de inclusão, a universidade criou a Unidade de
Educação Inclusiva que visa acompanhar as políticas e as ações que garantam o acesso, a
permanência e a operacionalização do processo educativo de qualidade aos acadêmicos com
necessidades educacionais especiais, tais como o apoio didático-pedagógico, adaptações
arquitetônicas e tecnológicas assistidas. Além de fomentar a formação inicial e continuada dos
recursos humanos por meio de pesquisas, ensino e extensão, através do intercâmbio com as
instituições de ensino, ONG’s e setores públicos e privados.
Em paralelo a instituição organizou um Comitê Gestor de Educação Inclusiva
constituído por professores, técnicos e acadêmicos portadores de necessidades especificas.
As atividades relacionadas a UEI demandam do assessoramento que o mesmo presta
aos acadêmicos com necessidades educacionais especiais. Vale ressaltar que, tanto os
intérpretes em Linguagem Brasileira de Sinais - LIBRAS como os técnicos em Braile,
desenvolvem este assessoramento.
Dentre as atividades podemos citar a leitura e a interpretação de apostilas e trabalhos
acadêmicos, a descrição e o detalhamento de aulas e trabalhos apresentados com recursos
audiovisuais, o auxílio para a comunicação entre professor e acadêmico no que concerne aos
processos de ensino e avaliação da disciplina ministrada, o acompanhamento em pesquisas de
campo relativas ao processo de graduação, e os estágios curriculares desses acadêmicos. Tais
atividades são de fundamental importância para o desenvolvimento acadêmico destes
acadêmicos.
Compete à Unidade de Educação Inclusiva:
 Implantar e programar a criação de um espaço físico, com recursos
didático-pedagógicos que possibilitem o atendimento aos acadêmicos
com necessidades educacionais especiais nas diversas áreas existentes na
Instituição;
 Acompanhar e orientar os profissionais que atuam diretamente com os
acadêmicos inclusos;
 Articular cursos de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – para toda a
comunidade acadêmica, visando a aplicabilidade da real inclusão;
 Intermediar e orientar os docentes que atuam nos cursos frequentados por
acadêmicos com necessidades educacionais especiais;
 Viabilizar a contratação de profissionais que atendam a especificidade de
deficiência, para o acompanhamento adequado do acadêmico;
 Orientar para a adaptação dos equipamentos da Instituição, com
identificação em Braile;
 Atender permanentemente ao acadêmico com necessidades educacionais
especiais, viabilizando a aplicação e a implementação pedagógica
inclusiva;
 Planejar e apresentar dados que permitam a garantia de recursos de
acordo com as deficiências dos acadêmicos inclusivos;
 Coordenar e orientar a elaboração de material didático para atender os
acadêmicos com necessidades educacionais especiais.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 17


Diante do contexto atual de maior conscientização e adoção de políticas governamentais
de inclusão da pessoa com deficiência desde as escolas de Educação Básica até as instituições
de Ensino Superior, a Universidade do Estado do Amapá (UEAP) adota uma política clara no
sentido de garantir, por um lado, a acessibilidade desse público à universidade, assegurando-
lhes os direitos, mas também exigindo o cumprimento dos deveres, sem concessão de
privilégios aos acadêmicos com algum tipo de “deficiência”, e por outro, a formação de
profissionais capazes de lidar minimamente com as necessidades especiais em classe.
Para tanto, a universidade do Estado do Amapá instituiu, em seu organograma,
aUnidade de Educação Inclusiva (UEI), visando dar suporte aos acadêmicos e docentes que
necessitem de algum tipo de apoio, com equipamentos e profissionais qualificados e treinados
para auxiliá-los em suas atividades acadêmicas e de extensão.
O Curso de Licenciatura em Letras, sensível a esta demanda e à legislação,
especialmente a LDB 9394/96, a Lei 13.146/2015, a Resolução 01/2004, a Declaração de
Salamanca, além das Diretrizes Curriculares Nacionais,incorporou, desde a sua implantação,
componentes curriculares específicos – como as disciplinas de Fundamentos da Educação
Inclusiva, Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Sistema Braille e Língua Brasileira de
Sinais (Libras) – que visam a preparação, o treinamento, bem como a conscientização de todos
os seus acadêmicos, de modo a ampará-los nas suas futuras atividades pedagógicas, após a
integralização do Curso, tornando-os capazes de interferir adequadamente, quando se fizer
necessário, diante deste público em específico, e de adaptá-los ao público que já usufrui o
direito de cursar a Educação Básica.
Assim sendo, em consonância com o discurso e as ações da Universidade, o Curso de
Licenciatura em Letras destaca-se no cenário regional como um curso amplamente preocupado
com os anseios da sociedade contemporânea.
O Curso de Licenciatura em Letras, através de sua Coordenação, continuamente,
formará parceria com aUEI para a capacitação de parte do seu quadro docente, que não teve, na
sua graduação, disciplinas específicas de treinamento para atuar junto aos portadores de
necessidades especiais, por meio da realização de palestras, preferencialmente durante as
Semanas Pedagógicas que antecedem o início dos semestres letivos. Dessa forma, avança-se
ainda mais rumo à inclusão definitiva, garantindo não apenas o acesso, porém, principalmente,
a permanência deste público no Ensino Superior.
Visando a prática e o aperfeiçoamento profissional, as parcerias entre UEI e
Licenciatura em Letras não serão reduzidas às palestras oportunizadas aos professores lotados
no seu quadro, mas, sobretudo, através da realização de projetos conjuntos envolvendo
funcionários da referido Unidade e os acadêmicos do curso, seja em forma de cursos,
minicursos, exposições e/ou outras atividades integradas.

2 JUSTIFICATIVA INSTITUCIONAL

Tradicionalmente, a região norte é aquela que menos investimentos recebeu para a


formação superior, não admira portanto, que, em absoluta consonância com o numero de
instituições de ensino superior, o indice de profissionais que tiveram acesso a esse nivel de
ensino nos estados do norte seja significativamente menor que aqueles registrados no centro-
sul do pais. Tais dados se confirmam pelo indice de IES presentes no norte Brasileiro, 8%

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 18


segundo dados do INEP 2013, bem como pelo indices das 25 cidades com as melhores
oportunidades educacionais no Brasil que não inclui nenhuma cidade do norte.
Até 2006, o estado do Amapá possuia apenas uma universidade publica de ensino
superior e, portanto, uma capacidade extremamente limitada de dar conta da demanda de
formação profissional para o estado, seja nos cursos que subsidiam a demanda dos segmentos
da educação basica que é fundamentalmente o caso das licenciaturas, quanto para as áreas dos
setores produtivos que podem subsidiar a vocação econômica do estado.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual
de estudantes na faixa etária de 18 a 24 anos no ensino superior deu um salto entre 2004 e 2014.
Em 2004, a parcela representava 32,9%, passando para 58,5% em 2014 – o que representa
crescimento de 25 pontos percentuais, porém, ainda que seja possivel apontar melhoria nos
índices de acesso à educação superior no Brasil nas últimas decadas, ainda estamos longe de
alcancar patamares ideais de uma educação de qualidade e em condições minimamente
igualitarias em todo o território nacional.
Do inicio do século XXI ao final da primeira década, o Amapá sai do patamar de 1
(uma) para 19 instituições de ensino superior,ampliando consideravelmente o acesso ao ensino
superior, porém esse ensino centralizou-se substancialmente no setor privado.
Se por um lado, aumentou-se a entrada nas universidades e isso reflete, especialmente
no Amapá, no volume de professores com formação superior nas escolas, 73% dos professores
de língua portuguesa e 93,4% dos professores de língua estrangeira tem formação superior, o
mesmo não se pode dizer da melhoria do ensino nos segmentos da educação basica, posto que
o Amapá registra queda no IDEB no ultimo biênio.
Diante desse cenário, a Universidade do Estado do Amapá e o curso de Letras, em
especial, vêem-se frente ao desafio de vislumbrar uma sólida formação no ensino básico a partir
de uma consistente melhoria na qualidade do ensino superior, e, por conseguinte, no
investimento na formação profissional dos professores que atendem aos sistemas de ensino
estaduais e municipais no Amapá. Assume-se com essa postura não apenas um compromisso
com a qualidade do profissional que se disponibiliza para o mercado, com a formação
continuada dos egressos por meio de atividades de extensão e pós-graduação, mas também com
o nivel de escolaridade da população Amapaense e com a acessibilidade ao ensino superior no
Estado.

3 JUSTIFICATIVA DO CURSO

Nos últimos 10 (dez) anos, o Curso de Licenciatura em Letras da UEAP tem sido
responsável pela formação de parte significativa de professores de Língua Portuguesa,
Espanhola, Francesa e Inglesa do Estado do Amapá. Ao longo dos primeiros anos de atuação
foi possível constatar a necessidade de aplicar maior dinamicidade, flexibilidade e amplitude
ao curso, bem como de reavaliar a formação dos egressos do Curso de Letras-Línguas
Estrangeiras, de modo a dar-se respostas mais eficazes às demandas sociais em línguas, sejam
elas materna ou estrangeira.
Esse ideal vem ao encontro da necessária melhoria dos padrões de qualidade da
educação e de condições de oferta de ensino no Amapá. É urgente que a formação do
profissional de Letras promova a articulação teoria e prática, bem como entre os saberes
formalmente reconhecidos e aqueles do cotidiano das práticas sociais, de modo que se
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 19
ultrapasse a mera reprodução de conhecimentos informativos e normativos sobre as línguas e
literaturas.
A nova proposta pedagógica de Letras da UEAP propõe-se a conferir maior
organicidade e menos rigidez estrutural ao curso, possibilitando ao futuro profissional de letras,
diferentes opções de formação e de atuação no mercado,porém, criando oportunidades
concretas de desenvolvimento de habilidades necessárias para atingir a competência desejada
em um profissional de línguas e linguagens;
O acadêmico de Letras da UEAP terá, não apenas uma “centralidade” maior na
habilitação escolhida, através de componentes curriculares organizados em núcleos comuns, de
formação específica e pedagógica articulados, mas também uma maior autonomia na escolha
de seu percurso de formação, podendo definir áreas que estejam em consonância com suas
afinidades linguístico-literárias.
Além disso, o novo PPC de Letras da UEAP busca atender às novas diretrizes
curriculares para as licenciaturas estabelecidas pela Resolução 002 de 1º de julho de 2015 do
Conselho Nacional de Educação.

4 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

4.1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Denominação do Curso: Licenciatura Plena em Letras.

Forma de Ingresso:Com base no Exame Nacional do Ensino Médio conforme a


Resolução nº 007/2011 do CONSU/UEAP ou transferência de outras IES (Vestibulinho).

Vagas: 100
Língua Portuguesa e respectivas literaturas – 40
Língua Espanhola e respectivas literaturas – 20
Língua Francesa e respectivas literaturas – 20
Língua Inglesa e respectivas literaturas – 20
Grau: Licenciatura

Turnos de funcionamento: matutino e noturno, com entradas alternadas e atividades


no contraturno.

Modalidade de Ensino: Presencial.

Regime de Matrícula: Seriado e semestral.

Títulos Conferidos:
Licenciado em Letras, com habilitação em língua portuguesa e respectivas Literaturas;
Licenciado em Letras, com habilitação em língua espanhola e respectivas literaturas;
Licenciado em Letras, com habilitação em língua francesa e respectivas literaturas;
Licenciado em Letras, com habilitação em língua inglesa e respectivas literaturas;
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 20
Habilitações: Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas
Língua Espanhola e Respectivas Literaturas
Língua Francesa e Respectivas Literaturas
Língua Inglesa e Respectivas Literaturas

Prazo de Integralização para cada Licenciatura: Mínimo de 8 semestres.


Máximo de 12 semestres.

Carga-Horária Habilitação simples: 3.870 horas/aula (doravante h/a) = 3.225


horas/relógio (doravante h/r)

Carga-Horária com Segunda Habilitação:


Português e lingua estrangeira: 4.860
Lingua Estrangeira e Português: 4. 395
Lingua Estrangeira e Língua Estrangeira: 4.860
4.860 horas/aula (doravante h/a) = 4050 horas/relógio (doravante h/r)
4.395 horas aula = 3.662,5 horas relógio

Coordenador do Curso

O Coordenador do Curso, em consonância com o que estabelece o Regimento Geral da


UEAP, é professor do quadro efetivo de Letras da UEAP, com dedicação exclusiva ou 40 horas,
eleito pelo Colegiado de Curso, por maioria simples, e designado por Portaria do Reitor, para
cumprir mandato de dois anos, sendo permitida uma única recondução consecutiva.

4.2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS

O curso de Letras foi instituido pelo Parecer 22/2007-CEE/7, reconhecido na Resolução


nº 084/11-CEE-AP e confirmado pela criação do Curso de Letras na Resolução 167/2017
CONSU-UEAP.

4.3 PERFIL INSTITUCIONAL

Ponderando que em todos os segmentos da sociedade estão ocorrendo mudanças, a


Educação, como parte desse contexto, tem também sido repensada pelos órgãos oficiais, haja
vista a Nova proposta da Educação Superior elaborada pelos membros da Comissão Especial
da Avaliação da Educação Superior (CEA), designada pelas Portarias MEC/SESU nº 11, de
28/4/2003, e nº 19, de 27/05/2003, e instalada pelo Ministro da Educação em 29/04/2003 “com
a finalidade de analisar, oferecer subsídios, fazer recomendações, propor critérios e estratégias
para a reformulação dos processos e políticas de avaliação da Educação Superior e elaborar a
revisão crítica dos seus instrumentos, metodologias e critérios utilizados.”
Das diretrizes traçadas por essa Comissão do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação (SINAES), apoiadas em pressupostos acadêmicos e políticos, pode-se pensar na
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 21
importância do Curso de Letras para a concretização dessas metas na medida em que o
profissional/educador dessa área do conhecimento tem um efetivo compromisso com “a
transformação na (sic) Educação Superior Brasileira para corresponder mais diretamente aos
anseios da sociedade por um país democrático, cujos cidadãos participem ativamente na
definição dos projetos de seu desenvolvimento”, bem como com a “preservação dos valores
acadêmicos fundamentais, como a liberdade e pluralidade de idéias, que se manifestam no
cultivo da reflexão filosófica, das letras e artes e do conhecimento científico.”
O egresso da área de Letras, em face da formação humanística recebida no Curso, estará
capacitado a exercer atividades junto à comunidade externa, tendo em vista cumprir a missão
social do Curso de Letras, que é a de colocar no mercado de trabalho educadores conscientes
da importância de sua atuação como cidadãos éticos, críticos e formadores de leitores, também
críticos, capazes de ler/interpretar para produzir com clareza e objetividade seus próprios textos,
já que ler e escrever são faces da mesma moeda.

4.4 DIRETRIZES GERAIS DA EDUCAÇÃO

A elaboração deste projeto, almejando colocar-se em consonância com a realidade


nacional,pautou-se nos requisitos da legislação educacional e teve como embasamento legal os
seguintes documentos:
 A Constituição Federal de 1988;
 A Lei nº 9394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional–
LDB;
 Resolução Nº 2, de 1º de julho de 2015 que define as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura,
cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura)
e para a formação continuada Lei Federal nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017
 A Lei nº 9.795 de 1999 e o Decreto nº 4.281 de 2002, que institui a Política
Nacional daEducação Ambiental;
 A Resolução CNE/CP nº 1 de 2004 que institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana;
 ResoluçãoCNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui as Diretrizes
Nacionais para aEducação em Direitos Humanos, conforme o disposto no
Parecer CNE/CP nº 8, de 06 de março de 2012.
 Leinº10.861, de 14 de abril de 2004 que institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior –SINAES e dá outras providências;
 Parecer CNE/CES nº 492/2001;Parecer CNE/CES nº 1.363/2001;Parecer
CNE/CP nº 009/2001;Parecer CNE/28/2001;
 Resolução CNE/CP nº 18 de 13.03.2002 que estabelece as Diretrizes
Curriculares para os cursos de Letras.
 Decreto nº 5.626, de 22/12/2005, da Presidência da República, que regulamenta
a Lei nº 10.436, de 24/04/2002, sobre a inserção de Libras como disciplina
curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do
magistério, em nível médio e superior.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 22
 O Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que regulamenta o art. 80 da
Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional; (Para cursos EAD)
 O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436
que dispõe sobre Língua Brasileira de Sinais –Libras.
 Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007,que dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
 Resolução CNE/CES nº03, de 02 de julho de 2007, que dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá outras
providências;
 Portaria MEC nº40, de 12 de dezembro de 2007, reeditada em 29 de dezembro
de 2010, que institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e
gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-
MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre
indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições;
 Resolução CNE/CEB nº 4 de 13 de julho de 2010 que define as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica;
 A Resolução CONAES nº1 de 2010 que normatiza o Núcleo Docente
Estruturante e dá outras providências;
 Portaria nº4.059 de 10 de dezembro de 2004, que autoriza as IES a
desenvolverem 20% da carga horária dos cursos reconhecidos pelo MEC, em
aulas semipresenciais;
 Resolução CEE/ AP 049/2011 que institui o sistema de avaliação da Educação
superior – SAES/AP – no sistema estadual de ensino no Amapá.
 Resolução CEE/AP 050/2011 que aprova os Instrumentos de Avaliação de
Cursos de Graduação presencial e a distância, das instituições de Educação
superior, do sistema Estadual de Ensino do Amapá
 Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 que Dispõe sobre o estágio de
estudantes;
 Resolução n° 077/2014 - CONSU/UEAP que aprova as normas de Trabalho de
Conclusão de Curso de graduação da Universidade do Estado do Amapá-
UEAP
 Resolção 006/2009 que estabelece as “Normas Gerais para o Desenvolvimento
do Estágio Curricular Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da UEAP”.

4.5 FUNDAMENTOS DO CURSO DE LETRAS

A língua é um dos fatores que possibilitam a inclusão ou a exclusão dos sujeitos em uma
dada sociedade. O uso das línguas proporciona não apenas a socialização do conhecimento e
da cultura produzidos, alémdo compartilhamento de ideias, mas também a produção de novos
saberes sobre a própria língua, o homem e o mundo. A apropriação de uma língua e do
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 23
conhecimento produzido sobre ela significa ter acesso a um dos instrumentos que nos torna
“mais” ou “menos” cidadãos em uma sociedade letrada.
Fundamentada nessa compreensão sobre as línguas, a oferta do Curso de Graduação em
Letras com quatro habilitações diversas possibilitará uma formação baseada no
desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão que considerem o papel social
das línguas maternas e estrangeiras na sociedade contemporânea.
A Matriz Curricular do Curso de Licenciatura Plena em Letras, Língua Portuguesa ou
Espanhola ou Francesa ou Inglesa e respectivas Literaturas foi pensada no sentido de manter a
diversidade dentro da unidade da Grande Área – Letras.
Todo Curso de Letras, via de regra, é perpassado por subáreas que, em interação,
subordinadas e articuladas à área mestra, convergem para uma formação que contemple e
preconize os diversos saberes, gerais e específicos, que, ao longo do curso, formarão o cabedal
de conhecimentos teóricos e práticos, de que o futuro profissional de Letras disporá para intervir
no contexto em que vive ou viverá, profissionalmente ou não.
Nesse sentido, a proposta do Curso foi construída objetivando formar profissionais
capazes de atuar sobre o meio, como agentes reflexivos, questionadores e, consequentemente,
transformadores da realidade social, pautados na ética, valendo-se das diferentes linguagens e
saberes acumulados e lapidados no decorrer da graduação.
Ao aliar e intercalar teoria e prática caminha-se no sentido de promover e estimular a
discussão crítica do fazer pedagógico e das teorias que lhe dão embasamento. É, justamente, aí
que reside o político do Projeto, uma vez que subjacente a todo planejamento há a adoção de
uma determinada postura política.
Atuar, interferindo ética e criticamente sobre o meio, implica o trânsito e o uso
consciente e adequado das várias linguagens, sob a forma de gêneros heterogeneamente
constituídos por vários tipos de enunciados discursivos, nos distintos contextos comunicativos,
públicos ou privados, formais ou informais. Daí a importância, não apenas da reflexão teórica,
mas também, concomitante a ela, da prática, contemplada sob a forma de disciplinas e de
cursos, minicursos, seminários, fóruns, apresentações artístico-culturais, palestras, dentre
outras atividades acadêmicas, de pesquisa e de extensão.
Em virtude da posição geográfica privilegiada do Estado do Amapá, em zona fronteiriça
de intercâmbio socioeconômico e cultural com a Guiana Francesa; em face da carência de
profissionais habilitados em Língua Espanhola para atuarem na Educação Básica no quadro de
servidores do Estado e em virtude da abrangência global da língua inglesa, devido ao virtual
encurtamento das fronteiras linguístico-comunicativas e culturais, o Curso de Letras da
Universidade do Estado do Amapá – UEAP, atento a essas demandas, oferta em suas Matrizes
Curriculares as seguintes habilitações: Língua Portuguesa e respectivas literaturas, Língua
Espanhola e respectivas literaturas, Língua Francesa e respectivas literaturas, Língua Inglesa e
respectivas literaturas.
A peculiaridade de ofertar a formação em uma ou mais línguas e respectivas literaturas
implica na construção de uma matriz curricular particular para cada habilitação.
Assim, os acadêmicos que optarem por cursar Francês, por exemplo, irão cursar as
disciplinas do tronco comum juntamente com os acadêmicos que optarem por Inglês ou
Espanhol. As disciplinas de Língua e Literaturas Estrangeiras (e disciplinas afetas) são,
portanto, cursadas separadamente, embora suas matrizes tenham sido construídas no sentido de
preservar e privilegiar a sintonia entre si, no que se refere aos conteúdos e à progressão dos
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 24
mesmos, evitando grandes disparidades no ensino-aprendizagem dos acadêmicos de línguas
estrangeiras diferentes, apesar de cada língua e literaturas afins terem suas especificidades
sócio-linguístico-culturais.

4.6 EIXOS TEMÁTICOS DA GRANDE ÁREA

As 4 (quatro) diferentes habilitações do curso de Letras estão organizadas em eixos


temáticos. Os eixos temáticos ou as grandes áreas que integram o curso congregam disciplinas
que dialogam entre si e muitas delas constituem pré-requisito para a matrícula em outra(s).
Estas áreas, após estudo para a distribuição equilibrada das suas disciplinas, perpassam
todo o curso, numa visão sequencial e continuada. Elas estão denominadas abaixo e divididas
em 03 (três) grandes grupos:
Grupo 01:Estudos Literários: Literaturas de Língua materna e estrangeira
Grupo 02:Estudos Linguísticos e Culturais: Línguas, Estudos da Linguagem e Estudos
culturais.
Grupo 03:Formação Pedagógica e de Educação Inclusiva;
O Grupo 1 compreende disciplinas que tem como foco e objeto de estudo o texto
literário bem como as condições sociais, políticas e culturais que envolvem sua produção.
Através da leitura das obras mais relevantes dos períodos literários estudados, são analisadas
questões teóricas a respeito das obras em si e do contexto social em que elas estão inseridas,
possibilitando uma integração entre literatura, história e cultura dos países aos quais tais obras
pertencem. Além disso, essa discussão também resulta em um olhar comparativo entre o objeto
estrangeiro de estudo e nossa própria produção, uma vez que é extremamente relevante esse
duplo olhar a fim de desenvolver uma visão mais ampla e cosmopolita de nossa realidade
literária e cultural. Ademais de conhecer e estudar as obras referenciais da Teoria Literária e da
literatura ocidental, no tocante à Língua Materna e estrangeira, há disciplinas que se voltam
para o estudo e a discussão da Literatura Portuguesa, da Literatura Brasileira e das
Manifestações literárias, folclóricas e culturais africanas de expressão portuguesa,
afrodescendente e indígena no Brasil, bem como da Literatura Infanto-juvenil clássica
produzida no país.
O grupo 2 compreende as disciplinas da vertente Linguístico-Linguageira e cultural, as
quais objetivam, por um lado, proporcionar maior conhecimento e reflexão acerca da gênese e
da evolução das línguas, e por outro, o conhecimento pragmático de uma língua estrangeira.
Nele, estão inseridas as línguas estrangeiras ofertadas, estudos acerca da história da Linguística,
enquanto Ciência (desde Saussure até a atualidade), e das Línguas Portuguesa, Espanhola,
Francesa e Inglesa, além daquelas disciplinas que apresentam maior reflexão sobre o ensino na
sala de aula, tais como o Letramento – subsídio essencial para o professor de língua materna ou
estrangeira – e a Linguística Aplicada, a qual faz reflexões sobre teorias contemporâneas como
a transposição didática e os saberes intercalados. Convém salientar, também, nesse grupo, os
estudos da Pragmática, da Fonética e de Fonologia das Línguas, da Semântica, da Análise do
Discurso, da Psicolinguística e da Sociolinguística, as quais auxiliam no estudo mais
aprofundado da linguagem, assim como o Latim que objetiva correlacionar as línguas latinas à
língua mãe para, enfim, entender algumas complexidades relativas aos idiomas. Além disso, o
grupo congrega disciplinas que contemplam o estudo de aspectos estruturais e funcionais das

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 25


línguas Portuguesa, Espanhola, Francesa e Inglesa, fundamentais à formação de qualquer
profissional de Línguas, tanto para domínio próprio quanto para o ensino.
O grupo 3 congrega as disciplinas de perfil pedagógico, as quais contribuem para uma
formação docente íntegra e humanística, consciente e comprometida com a realidade
educacional Amapaense e brasileira, no que se refere ao ensino-aprendizagem das línguas
materna e estrangeiras e respectivas literaturas. Compreende desde disciplinas que enfocam
aspectos relacionados à estrutura do Sistema Educacional Brasileiro como um todo, passando
por aquelas que propiciam uma maior reflexão sobre as metodologias e a prática docente, até
aquelas de caráter técnico-formativo, como Braille e Libras.

5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

5.1 OBJETIVOS DO CURSO:

5.1.1 Objetivo Geral

Formar profissionais competentes e autônomos na área de língua portuguesa e literaturas


de expressão portuguesa, língua espanhola, francesa e inglesa e respectivas literaturas, capazes
de lidar com a linguagem nos contextos oral e escrito e suas manifestações literárias,
conscientes de sua inserção política na sociedade,aptos a usar suas capacidades intelectuais para
realizar atividades de forma competente na docência e na pesquisa nessas áreas.

5.1.2 Objetivos Específicos

 Formar professores competentes para desempenharem o papel de


multiplicadores, formando leitores críticos, intérpretes e produtores de
textos de diferentes gêneros e registros linguísticos, fomentando o
desenvolvimento de habilidades linguísticas, culturais e estéticas;
 Incitar atitudes investigativas que favoreçam um processo contínuo de
construção deconhecimentos na área, bem como a utilização de novas
tecnologias, garantindo um sólido embasamento teórico acerca das
diferentes abordagens que fundamentam as investigações de língua,
linguagem e literatura;
 Propiciar a vivência de valores humanos (partilha, cooperação, ética,
solidariedade) necessários à construção de uma sociedade mais justa;
 Promover reflexão constante sobre o movimento dinâmico existente
entre linguagem, pensamento e realidade, de modo que o acadêmico seja
capaz de utilizar, com competência os recursos da língua, bem como
refletir acerca de suas diferentes concepções;
 Desenvolver uma postura reflexiva em relação ao ensino da língua
materna, apontando problemas, sugestões e propostas metodológicas,
visando à formação de profissionais competentes;

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 26


 Propiciar ao acadêmico a percepção sobre uso e evolução da língua
portuguesa para que este consiga analisá-la, descrevê-la e explicá-la,
diacrônica e sincronicamente;
 Incitar no acadêmico a percepção literária como objeto de linguagem e
ampliar o horizonte de leituras através de acervos de literaturas e de
teorias literárias diversas para capacitá-lo a identificar relações
intertextuais, inclusive com obras de literatura universal;
 Formar profissionais, com uma visão ampla sobre a linguagem, com
domínio dos conteúdos, objeto de estudo, da metodologia de ensino e dos
aspectos necessários à formação nessa área;
 Desenvolver, nos acadêmicos, habilidades para identificar, analisar e
produzir materiais e recursos para utilização didática, diversificando as
possíveis atividades e potencializando seu uso em diferentes situações
que favoreçam a criatividade, a autonomia e a flexibilidade do processo
de ensino-aprendizagem visando a melhoria de ensino na área do curso.

5.2 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO DE LETRAS

Em consonância com as Diretrizes curriculares para os Cursos de Letras que compõem


os pareceres CNE/CES 492/2001 e 1.363/2001 concebemos que o profissional de Letras precisa
ser um agente sensível ao papel social da escola, preocupado com o bem comum e, sobretudo,
no que concerne ao exercício da cidadania. Deve ser capaz de lidar de forma crítica com as
linguagens, sobretudo verbal, nas modalidades oral e escrita, estando atento às variedades
linguísticas e culturais, sendo capaz de gerenciar seu desenvolvimento profissional e de resolver
problemas em contextos novos, de acordo com as demandas sociais. Necessita ainda ser dotado
de conhecimento pedagógico que o habilite a aperfeiçoar sua prática pedagógica e a participar
do projeto educativo de qualquer instituição de ensino.
Além disso, no que se refere ao profissional egresso do curso de Letras - Português da
UEAP, este deve estar apto, por um lado, a analisar, descrever e explicar a estrutura e o
funcionamento de uma língua; a compreender os fatos da língua; a relacionar diferentes teorias
da linguagem com o contexto de uso; a desempenhar seu papel de formador de leitores e
intérpretes de gêneros textuais diversos; de produzir e avaliar recursos didáticos de seu campo
de atuação, e por outro, a reunir vasto repertório representativo das literaturas de língua
portuguesa ou estrangeira, sendo capaz de refletir sobre a literatura à luz de conhecimento
históricos e teóricos; fazer crítica literária relacionando textos literários com outros discursos e
contextos, bem como pesquisar e relacionar dados com vistas à produção de conhecimento na
área de línguas e Literaturas.
Nessa mesma linha, o profissional egresso do curso de Letras-Língua Estrangeira da
UEAP deve ter uma visão pluralista e uma atitude crítica da sua área; ser capaz de ler, analisar,
criticar textos e expressar-se (na oralidade e na escrita) em diferentes registros da língua
estrangeira; entender as relações que a linguagem estabelece com os contextos sociais, culturais
e ideológicos; refletir sobre o caráter dinâmico das línguas em seu processo contínuo de
mudança e recriação; refletir sobre fatos linguísticos e literários; analisar textos literários,
considerando o momento histórico-cultural e as relações de intertextualidade; envolver-se
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 27
criticamente com o processo educativo; ter postura ética, autonomia intelectual,
responsabilidade social, espírito crítico e de liderança; reconhecer a importância da formação
continuada; trabalhar com a linguagem como um fenômeno histórico, ideológico e dinâmico;
atuar profissionalmente no universo da comunicação e ter como sua atividade principal
pesquisar e ensinar uma língua estrangeira.

5.3 CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

Tendo por base uma formação que articula ensino, pesquisa e extensão, relativamente
aos conhecimentos linguísticos e literários da língua portuguesa, espanhola, inglesa e francesa,
e, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Letras, os
espaços de atuação do licenciado em Letras estão mais diretamente voltados para a atuação,nos
domínios público e privado,como professor na educação básica, nos Centros de Línguas, bem
como, nos ambientes e instituições escolares e não-escolares que demandem as competências
desenvolvidas por um profissional da área de Letras.
Há, ainda, a possibilidade de atuação deste profissional na revisão de textos,
desenvolvimento e análise de material didático e de técnicas pedagógicas para o ensino de
língua e respectiva literatura;na elaboração de proposta curricular no seu campo de atuação;na
assessoria cultural e linguística, crítica linguística e literária, dentre outros que envolvam a
língua/linguagem/discurso, em termos de sua estrutura, funcionamento, manifestações culturais
e sócio-históricas.

5.4 AS COMPETÊNCIAS GERAIS E AS HABILIDADES ESPECÍFICAS

O Curso de Licenciatura em Letras da UEAP propõe-sea ser,


preponderantemente, formativo e não simplesmente informativo. Assume o compromisso de
formar sujeitos-leitores-reflexivos, comprometidos com a realidade social que os cerca, capazes
de ler no sentido mais abrangente do vocábulo, do ensino, da língua e dos seus usos, das
manifestações literárias, enfim, do mundo, englobando-se aí, a leitura de si próprio enquanto
ser sociável.
Em vista do acima exposto, dispõe-se abaixo inventário das competências gerais
e das habilidades específicas a serem desenvolvidas e estimuladas no/pelo estudante durante o
Curso.

5.4.1 Competências Gerais

a) eitura, escrita e oralidade, numa perspectiva da produção de sentidos e compreensão


de mundo;
b) Articulação entre as teorias e a prática dentro das disciplinas de cada subárea do
Curso, e entre disciplinas de outras áreas;
c) Leitura e produção proficiente dos diversos gêneros textuais da Língua Portuguesa
e da Língua Estrangeira em estudo;
d) Utilização de metodologias de investigação científica;

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 28


e) Observação, recorte, reflexão e análise dos fatos linguísticos e literários, à luz de
uma fundamentação teórica pertinente;
f) Diagnóstico e intervenção na/da realidade escolar, por meio de Estágio
Supervisionado e de atividades de pesquisa e/ou extensão;

5.4.2 Habilidades Específicas

a) Destreza nas quatro habilidades linguísticas (Produção e Compreensão Oral e


Escrita) imprescindívéis ao ensino-aprendizagem de línguas;
b) Criatividade, arrojo e responsabilidade pessoal, profissional e social;
c) Capacidade de planejamento e elaboração de aulas, projetos, pesquisa, trabalhos,
apresentações, considerando as novas tecnologias;
d) Capacidade de planejamento e elaboração de material didático para o ensino de
línguas e literaturas;
e) Descrição e explicação de características fonológicas, morfológicas, lexicais,
sintáticas, semânticas e pragmáticas de variedades das línguas em estudo;
f) Estabelecimento de relações entre os textos (literários ou não) e o contexto em que
se inscrevem com atenção às condições de produção dos mesmos;
g) Percepção da inter-relação entre os textos (literários ou não) produzidos em épocas
diferentes;
h) Análise de discursos;
i) Criatividade e Liberdade de expressão e pensamento;

Em vista do acima exposto e considerando-se o compromisso dos professores do Curso


e da Universidade, através da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), Pró-Reitoria de
Extensão (PROEXT), Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP) e da Divisão de
Apoio ao Ensino (DAE), na efetivação destes pressupostos, tem-se ciência de que o Egresso do
Curso de Licenciatura em Letras estará habilitado a atuar, com responsabilidade, autonomia,
envolvimento social e competência, em todos os segmentos da educação basica.

6 PROPOSTA PEDAGÓGICA

A proposta pedagógica do curso de Letras foi constituída de acordo com as novas


Diretrizes Curriculares Nacionais para as licenciaturas, instituídas pela Resolução
02/CNE de 01 de Julho de 2015 e fundamentada nos novos paradigmas de formação
pedagógica que visam atender ao padrão de qualidade e ao Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior. Busca-se com essa proposta centrar a formação do
profissional de Letras no desenvolvimento de capacidades múltiplas, aliando os
domínios da linguagem ao saber/ser, saber/ fazer e saber/agir. Não bastando, nos novos
contextos de ensino, aprender a ensinar, mas principalmente aprender a aprender e
ensinar a aprender.
Como princípios norteadores desta proposta elencamos: uma sólida formação teórica e
interdisciplinar, unidade na relação teoria e prática, desenvolvimento de trabalho coletivo e

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 29


interdisciplinar, compromisso social e valorização do profissional da educação, gestão
democrática da educação e constante avaliação e regulação do curso. Aliado aos princípios está
uma concepção de educação como direito de todos e elemento fundamental na construção da
cidadania, de docência percebida como ação educativa intencional e metódica, de Currículo
entendido como “conjunto de valores propício à produção e à socialização de significados no
espaço social” e de articulação permanente entre pesquisa ensino e extensão como processos
dinâmicos, sistemáticos e sustentáveis da formação profissional.
A partir dos princípios norteadores da formação almejada por esta proposta
vislumbra-se o desenvolvimento da capacidade de lidar com a diversidade e a
pluralidade humanas nos seus diversos âmbitos; de práticas de investigação científica
dentro e fora da sala de aula; da habilidade de elaboração e execução de projetos
baseados em uma prática profissional crítica e reflexiva; além da habilidade de usar as
tecnologias em favor do ensino-aprendizagem e de criar-se condições favoráveis ao
ensino no contexto das novas exigências da sociedade contemporânea.
Pretende-se, com a base curricular proposta, desde os semestres iniciais,
assegurar amplas possibilidades de escolha, afim de não somente propor uma
multiplicidade de percursos teórico-práticos, mas também o desenvolvimento da
autonomia do acadêmico.
Nesse cenário compreende-se uma contumaz necessidade de promover entre o
currículo, a ação docente e os projetos linguístico-pedagógicos uma profunda
articulação com as dimensões sociais, culturais, econômicas e tecnológicas do contexto
educacional; de um projeto de formação que assegure domínio dos conteúdos
específicos da área de atuação, vinculado a uma formação acadêmica plural que aponte
para uma formação humanística, crítica, consciente e responsável.
No âmbito da proposta pedagógica da licenciatura em Letras da UEAP, a Língua
é concebida como elemento dialógico, como espaço de múltiplos agenciamentos na
sociedade e, como tal, deverá ser abordada nos diversos componentes curriculares que
compõem a base epistemológica da formação em letras. Essa percepção deverá subsidiar
não apenas as ações de ensino, mas mostrar-se presente também nas interações da
extensão e da pesquisa através de cursos, minicursos, palestras, etc.. direcionados à
comunidade interna e externa à UEAP, visando a melhoria da qualidade da educação no
Estado do Amapá.

6.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

O curso de Graduação em Letras/Licenciatura - Português, Espanhol, Inglês e Francês


está organizado em 8 (oito) semestres letivos com o mesmo regime de funcionamento.
A organização curricular contempla as orientações das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Letras e para os cursos de Formação de professores
e atende aos dispositivos legais vigentes que determinam a carga horária mínima para a
integralização do curso.
O curso de Letras se divide em dois grupos macros de formação:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 30


GRUPO 1. Língua Portuguesa e respectivas Literaturas;
GRUPO 2. Línguas Estrangeiras e respectivas Literaturas (com três habilitações
separadas: Língua Espanhola e respectivas Literaturas, Língua Francesa e respectivas
Literaturas, Língua Inglesa e respectivas Literaturas).
Todas as Licenciaturas totalizam 3.870 hadistribuídas em:
 780ha de disciplinas pedagógicas;
 1.890ha de disciplinas de formação profissional específicas de língua e
literatura;
 480ha de disciplinas e componentes curriculares de caráter práticos1;
 480ha de Estágio Supervisionado;
 240ha de Atividades Curriculares Complementares

6.1.1 Natureza dos Componentes Curriculares

[Link] Núcleo Comum entre as habilitações

Ao longo do curso de Letras são propostas disciplinas que contemplam um conjunto de


componentes curriculares, comuns a todas as habilitações, denominadas de disciplinas do
Núcleo Comum que constituem conteúdos voltados para a formação profissional no campo da
linguagem. O Núcleo comum reúne os fundamentos histórico-epistemológicos para uma sólida
formação em Letras.
As disciplinas do núcleo comum na Licenciatura em Língua Portuguesa e respectivas
literaturas estão distribuídas nas diversas áreas e compõem igualmente as disciplinas de
formação específica. Nas licenciaturas de Língua estrangeira, o núcleo comum aparece reunido
em um bloco único.

[Link] Disciplinas de Formação Pedagógica e profissionalizante

As Disciplinas de Formação Pedagógica, cujos componentes curriculares estão na


interface da formação para a prática docente geral e para o ensino da língua materna e das
línguas estrangeiras, da literatura e outras linguagens são especialmente orientadas para a
formação de professores e são ministradas em todas as habilitações. Dentre as disciplinas
elencadas pelo curso, 7 (sete) compõem o núcleo pedagógico do curso de Letras.
O segundo conjunto corresponde às Disciplinas de formação profissional específicas
obrigatórias existentes nas diferentes habilitações do curso.
Um terceiro grupo equivale às Disciplinas de formação profissional optativas. Tais
componentes estão distribuídos ao longo do curso, abrangendo tanto disciplinas de língua,
linguística ou literatura nas diferentes habilitações do curso.
As disciplinas optativas e eletivas são aquelas que propõem conteúdos complementares
à formação profissional, visando atender às demandas surgidas no decorrer dos debates em sala
de aula e garantir flexibilidade e atualização à matriz curricular.

1
Conforme Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 31
Estes três conjuntos compõem o que a Resolução CNE nº 2, de 1º de julho de 2015,
denomina de Atividades Formativas.

[Link] Componentes de Formação Prática

Além dos componentes acima descritos, o curso propõe um Núcleo de Componentes


Práticos, cujas Disciplinas de Formação Prática - obrigatórias e optativas – visam a atender
a demanda de formação efetiva para a transposição teoria-prática, além da proposição de
conteúdos flexíveis e temas pertinentes à atualização curricular que se aliam às Atividades
Práticas, ao Estágio Supervisionado e às Atividades Complementares.
As disciplinas e atividades de caráter prático se apresentam na matriz curricular do curso
de Letras como espaço de atuação e reflexão da prática pedagógica com atividades de docência
e de pesquisa, sejam elas de cunho diagnóstico e/ou interventivas. Elas possibilitarão a
compreensão da realidade cotidiana da sala de aula, da escola, da comunidade e de seu entorno,
contribuindo para que o acadêmico situe o seu fazer pedagógico no contexto de formação.

6.2 DA VALIDAÇÃO DE DISCIPLINAS (Internas ou Externas a UEAP) NO CURSO DE


LETRAS

6.2.1 Das disciplinas obrigatórias

As disciplinas obrigatórias cursadas em outras universidades, conveniadas ou não aos


programas de mobilidade acadêmica, deverão ter, no mínimo, 75% de compatibilidade de carga
horária e conteúdo para validação e encontram-se regulamentadas no Regimento Acadêmico
da UEAP.

6.2.2 Das disciplinas optativas

As disciplinas OPTATIVAS são disciplinas facultativas que podem ser cursadas por
acadêmicos de uma determinada área do conhecimento, modalidade ou habilitação, cuja carga
horária computa para a integralização da matriz curricular.
Neste item apresentam-se as disciplinas facultativas que podem ser cursadas por
acadêmicos de um determinado curso, cuja carga horária computa para a integralização da
matriz.
Todas as disciplinas, tanto da Grade Curricular de Língua Portuguesa e respectivas
Literaturas quanto de Língua Estrangeira e respectivas Literaturas, podem ser cursadas pelos
acadêmicos inscritos no Curso de Letras, através de ajuste de matrícula no DRCA, sempre
respeitando o calendário acadêmico, o número máximo de acadêmicos em sala, o horário
previsto e, quando for o caso, os pré-requisitos.
Tendo disponibilidade de vagas, as inscrições podem ser abertas para os acadêmicos de
todos os cursos da UEAP que estiverem interessados, desde que respeitadas as condições
supracitadas, nesse caso as disciplinas serão consideradas disciplinas eletivas.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 32


As disciplinas optativas podem ser cursadas, também, em cursos de áreas afins ou em
programas de mobilidade acadêmica, resguardada a carga horária mínima. Estas disciplinas
terão seu prazo de validação definido no Regimento Acadêmico da Universidade.

6.2.3 Das disciplinas Eletivas.

As disciplinas ELETIVAS são disciplinas facultativas que podem ser cursadas por
acadêmicos de qualquer curso, cuja carga horária computa para a integralização da matriz
curricular, de forma interdisciplinar com os demais cursos.
Geralmente, são escolhidas entre as disciplinas dos demais cursos da UEAP e que não
estejam incluídas entre as disciplinas optativas do curso de Letras. Como a própria palavra
revela, o curso elencará a(s) disciplina(s) a ser(em) eleita(s) pelos acadêmicos e que entendam
que possa(m) enriquecer a formação acadêmica ou profissional do acadêmico.

6.3 DOS EXAMES DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

6.3.1 Dos exames internacionais

O acadêmico que apresentar certificado de proficiência na língua estrangeira da


habilitação escolhida (Espanhol, Francês ou Inglês) deverá apresentar certificado e
demandar solicitação de crédito, de acordo com os procedimentos previstos no
Regimento Acadêmico. Validados os créditos, o acadêmico poderá ser dispensado das
disciplinas específicas de Língua Estrangeira desde que apresente os certificados
internacionais abaixo relacionados e/ou respectivas notas:

 Língua espanhola : Certificado DELE2


Conceito DELE Equivalência com as disciplinas de Língua Espanhola
A1 Língua Espanhola I
A2 Língua Espanhola II
B1 Língua Espanhola III
B2 Língua Espanhola IV
C1 Língua Espanhola V
C2 Língua Espanhola VI

 Língua Francesa : Certificado DALF3


Conceito DALF Equivalência com as disciplinas de Língua Francesa
A1 Língua Francesa I
A2 Língua Francesa II
B1 Língua Francesa III
B2 Língua Francesa IV

2
Diplomas outorgados pelo Instituto Cervantes, em nome do Ministério de Educação, Cultura e Esporte
da Espanha;
3
Diploma concedido pelo Ministério de Educação da França, é o primeiro diploma de nível superior de
francês para estrangeiros;
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 33
C1 Língua Francesa V
C2 Língua Francesa VI

Para serem validados, os testes acima podem ter sido aplicados até 5 anos antes da data
de solicitação junto à coordenação do curso, para ser utilizado como dispensa de disciplina.

 Língua Inglesa : Certificado TOEFL – ITP 4

Nota Mínima Toefl ITP Equivalência com as disciplinas de Língua Inglesa


627 - 677 pontos Língua Inglesa VI
550 - 626 pontos Língua Inglesa V
500 - 549 pontos Língua Inglesa IV
480 - 499 pontos Língua Inglesa III
460 - 479 pontos Língua Inglesa II
400 - 459 pontos Língua Inglesa I

O teste precisa ter sido aplicado até 3 anos antes, da data de solicitação junto à
coordenação do curso, para ser utilizado como dispensa de disciplina.
Outros testes de Proficiência como o Toefl iBT, IELTS, Michigan Proficiency Exam ou
Cambridge Proficiency Test poderão ser utilizados para dispensa de disciplina, conforme nota
obtida e equivalência aprovada pelo colegiado.

6.3.2 Dos Testes internos de Proficiência

[Link] Dos Testes das Competências Gerais

Nos casos em que o acadêmico não possua os certificados acima relacionados, este
poderá fazer o Teste de Proficiência da Universidade do Estado do Amapá, que será oferecido
através de edital próprio, uma vez por ano.
O Teste de Proficiência irá exigir conhecimento básico dos conteúdos previstos no
programa das disciplinas específicas de Língua que serão ofertadas durante o semestre. Para ter
a disciplina creditada o acadêmico deverá obter nota mínima de 7,0 pontos na somatória das
provas referentes às 4 competências: Compreensão e produção oral e compreensão e produção
escrita.
As competências serão avaliadas de acordo com a pontuação abaixo:
Compreensão oral – 5,0 pts
Compreensão escrita – 5,0 pts
Produção oral – 10 pts
Produção escrita – 10 pts
A soma dos pontos deverá ser dividida por três para a definição da nota final do exame.

4
Com validade por dois anos, é aceito em grande parte das universidades Brasileiras, dos Estados Unidos
e muitas da Europa, mediante uma nota mínima estabelecida.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 34
[Link] Dos Testes da Competência de Leitura

Os Testes de Língua Estrangeira Instrumental poderão ser oferecidos semestralmente e


poderão ser realizados pelos acadêmicos provenientes do Curso de Letras ou outros Cursos de
Graduação para fins de concessão de crédito nas disciplinas de Língua Estrangeira Instrumental.
As regras de realização dos testes serão definidas em edital próprio.

[Link] Das disposições gerais

Os referidos Testes de Proficiência, tanto no que se refere ao domínio da língua


estrangeira ou de português para estrangeiro (das Competências Gerais), bem como os de
Competência de Leitura, poderão também ser oferecidos à comunidade externa à UEAP, para
fins de concessão de documentação necessária a diferentes demandas e junto aos programas de
pós-graduação.
Esses exames serão oferecidos, após regulamentação específica, pelo Colegiado de
Letras e, posteriormente, pelo Centro de Línguas da UEAP (CEL-UEAP), após implantação do
mesmo.

6.4 A SEGUNDA HABILITAÇÃO NO CURSO DE LETRAS DA UEAP

A segunda habilitação segue a Resolução nº 1 de 18 de março de 2011 e resulta de


autorização pelo Colegiado do Curso dada ao estudante regular da graduação para seguir mais
uma habilitação profissional de seu curso, além daquela a que está inicialmente vinculado.
Essa segunda habilitação em uma das licenciaturas ofertadas pelo curso de Letras da
UEAP constitui, por um lado, uma alternativa ao formato tradicional da dupla licenciatura,
porém, com uma maior consistência teórico-prática e por outro, uma possibilidade aos
licenciados egressos de Letras, de alçar uma nova alternativa no campo profissional.
O curso de Letras da Ueap opta por não manter o formato de duplas habilitações, como
outrora, em que o discente deveria fazer uma escolha a priori por duas habilitações, sendo uma
delas, obrigatoriamente, o Português (Português/Inglês, Português/francês,
Português/Espanhol). O caráter flexível das matrizes curriculares de cada uma das habilitações
agora oferecidas permite que o discente cumpra disciplinas de duas habilitações
simultaneamente, podendo, ao final da primeira habilitação, solicitar reingresso para a
integralização da segunda habilitação pretendida.
O conceito de “habilitação” para o curso de Letras, conforme justificamos, está de
acordo com os Pareceres Normativos CNE/CES 83/2007 e CNE/CP 5/2009, e com a Resolução
CNE/CP 1/2011 ;
Em conformidade com o Parecer CNE/CP 5/2009, que discorre sobre a segunda
habilitação em Letras, o Colegiado do Curso de Letras e o Núcleo Docente Estruturante
entendem que “o objetivo principal da segunda habilitação, como percurso formativo, é
contribuir para o desenvolvimento dos conhecimentos e habilidades inerentes ao domínio de
uso de uma segunda língua” (CNE/CP 5/2009), pressupondo do aluno já graduado em uma
habilitação o domínio completo das matrizes básicas dos eixos ligados às áreas de estudos
linguísticos e literários que norteiam a formação básica em Letras, devendo, portanto, se
acrescer à carga horária já concluída para a graduação em uma habilitação (que corresponde a
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 35
3200 horas, conforme Resolução CNE/CP 2/2015), um mínimo de 800 horas de atividades
curriculares adicionais, das quais, no mínimo, 300 horas adicionais de estágio supervisionado
específico da nova habilitação5
Os estudantes, de qualquer uma das habilitações do curso, poderão, a partir do 3º
semestre cursado, solicitar matrícula em disciplinas de uma segunda habilitação, que podem ser
cursadas no contraturno, desde que haja disponibilidade de vagas para as disciplinas em oferta
e que estas não coincidam com aquelas da 1ª habilitação em curso. Para o primeiro semestre
serão disponibilizadas, no máximo, 5 vagas por turma para os acadêmicos iniciantes de uma
segunda habilitação. Em caso de haver maior número de interessados em cursar uma segunda
habilitação do que o número de vagas existentes, terão acesso às vagas os estudantes com maior
média final a ser atribuída pela seguinte fórmula:

(7.X) + (3.Y)=MF
10
Onde:
X= Média geral de todas as disciplinas exceto a de língua estrangeira da habilitação
pretendida.
Y= Média anual da disciplina de língua estrangeira da habilitação pretendida.
MF=média final de classificação para acesso às vagas.

O estudante, cuja primeira habilitação seja Língua Portuguesa e respectivas literaturas,


para integralizar uma segunda habilitação (Espanhol, Francês ou Inglês), deverá cursar 1.635
horas de disciplinas específicas da segunda habilitação, assim distribuídas:

COMPONENTES CURRICULARES Nº Cred. CH CH


Novo (Prática fora da disciplina) Discip. Aula Relog.
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas de Formação Profissional: Língua 54
810
Estrangeira
Disciplinas de Formação Profissional: 12
180
Literatura Estrangeira
Disciplinas de Formação prática 15 225
Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira 24 360
TCC 2 4 60
TOTAL 109 1635

O estudante, cuja primeira habilitação seja uma Língua estrangeira e respectiva


literatura, para integralizar uma segunda habilitação em Língua Portuguesa, deverá cursar 1.170
horas de disciplinas específicas da segunda habilitação, assim distribuídas:

5
Detalharemos à frente, a organização das atividades curriculares que integralizam as
3200 horas da Licenciatura em Letras em cada uma de suas habilitações, com conformidade
com a Resolução correspondente (CNE/CP 2/2015), bem como dos acréscimos para a obtenção
de uma segunda habilitação (cf. Parecer CNE/CP 5/2009).
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 36
COMPONENTES CURRICULARES Nº Cred. CH CH
Novo (Prática fora da disciplina) Discip. Aula Relog.
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas de Formação Profissional: LP 8 120
Disciplinas de Formação Profissional: Lit 16 240
Disciplinas de Formação prática 6 90
Disciplinas Optativas 20 300
Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira 24 360
TCC 2 4 60
TOTAL 78 1170

O estudante, cuja primeira habilitação seja uma língua estrangeira e respectiva literatura,
para integralizar uma segunda habilitação em outra Língua estrangeira (Espanhol, Francês ou
Inglês), deverá cursar 1635 horas de disciplinas específicas da segunda habilitação, assim
distribuídas:

COMPONENTES CURRICULARES Nº Cred. CH CH


Novo (Prática fora da disciplina) Discip. Aula Relog.
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas de Formação Profissional: Língua 54
810
Estrangeira
Disciplinas de Formação Profissional: 12
180
Literatura Estrangeira
Disciplinas de Formação prática 15 225
Estágio Supervisionado em Língua Estrangeira 24 360
TCC 2 4 60
TOTAL 109 1.635

6.5 A MATRIZ CURRICULAR

6.5.1 Matriz curricular de Língua Portuguesa e respectivas literaturas

[Link] Atividades formativas

[Link].1 Núcleo Geral [disciplinas comuns de todos os cursos]

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH


Pré-Requisitos
Aula Relog.
Metodologia Científica 1º 3 45 37,5 Inexiste
Tecnologias de Informação e 2º 4 60 50 Inexiste
Comunicação Aplicadas à Educação
TCC I 6º 2 30 25 Inexiste
TCC II 8º 2 30 25 TCC I
ACC 16 240 200 Inexiste

[Link] Núcleo Comum

[Link].1 Disciplinas Obrigatórias

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH


Pré-Requisitos
Aula Relog.
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 37
Didática Geral 4º 4 60 50 Inexiste
Sociologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Psicologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Filosofia da Educação 2º 4 60 50 Inexiste
Fundamentos Teórico-Metodológicos da 4º 45 50 Inexiste
3
Língua Brasileira de Sinais
Educação Inclusiva 3º 4 60 50 Inexiste
Política e Legislação da Educação 7º 4 60 50 Inexiste
Brasileira
Tópicos em Educação I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos em Educação II 7º 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Educação III 8º 3 45 37,5 Inexiste
L I (Introdução aos Estudos da 1º 4 60 50 Inexiste
Linguagem)
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2º 2 30 25 Inexiste
L III (Teorias Linguísticas) 2º 4 60 50 Inexiste
L IV (Morfologia Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L V (Sintaxe Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L VI (Sociolinguística) 4º 4 60 50 Inexiste
L VII (Semântica e Pragmática) 5º 4 60 50 Inexiste
Língua Estrangeira Instrumental 7º 4 60 50 Inexiste

[Link] Núcleo Específico

[Link].1 Disciplinas Obrigatórias

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH Pré-Requisitos


Aula Relog.
1. L VIII (Análise do Discurso) 6º 3 45 37,5 Inexiste
2. L IX (Psicolinguística) 8º 4 60 50 Inexiste
3. LP I (Fonética e Fonologia da LP) 3º 2 30 25 LII
4. LP II (Morfossintaxe da LP I) 4º 2 30 25 LIV
5. LP III (Morfossintaxe da LP II) 5º 2 30 25 LV
6. LP IV (História da LP) 7º 4 60 50 Inexiste
7. Língua Latina 1º 4 60 50 Inexiste
8. Português Instrumental 1º 2 30 25 Inexiste
9. Literatura Brasileira I 3º 4 60 50 Inexiste
10. Literatura Brasileira II 4º 4 60 50 Inexiste
11. Literatura Brasileira III 5º 4 60 50 Inexiste
12. Literatura Brasileira IV 6º 4 60 50 Inexiste
13. Literatura da Amazônia 6º 3 45 37,5 Inexiste
14. Literatura Infanto-Juvenil 6º 3 45 37,5 Inexiste
15. Literatura Portuguesa I 3º 4 60 50 Inexiste
16. Literatura Portuguesa II 4º 4 60 50 Inexiste
17. Literatura Portuguesa III 5º 4 60 50 Inexiste
18. Literaturas Africanas de LP 7º 3 45 37,5 Inexiste
19. Teoria Literária I 1º 4 60 50 Inexiste
20. Teoria Literária II 2º 4 60 50 Inexiste
21. Tópicos da Literatura Ocidental 2º 4 60 50 Inexiste
1. Avaliação da Aprendizagem em LP 8º 4 60 50 Inexiste
2. Metodologia do Ensino de LLP I 5º 4 60 50 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 38


3. Metodologia do Ensino de LLP II 6º 4 60 50 Metodologia do
Ensino de LLP I
4. P I (Oficina de Compreensão e 3º 3 45 37,5 Inexiste
Produção Oral em LP)
5. P II (Oficina de Compreensão e 4º 3 45 37,5 Inexiste
Produção Escrita em LP)
6. PIII (Prática de Pesquisa Orientada em 7º 3 45 37,5 Inexiste
LP)
7. Estágio Supervisionado I: Língua 5º 8 120 100 Didática Geral
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas
para o Ensino Fundamental e/ou em
instituições não-escolares.
8. Estágio Supervisionado II: Língua 6º 8 120 100 Metodologia do
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas Ensino da LP
para Ensino Fundamental EJA e/ou em
instituições não-escolares.
9. Estágio Supervisionado III: Língua 7º 8 120 100 Metodologia do
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas Ensino da LP
para o Ensino Médio e/ou em
instituições não-escolares.
10. Estágio Supervisionado IV: Língua 8º 8 120 100 Metodologia do
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas Ensino da LP
para o Ensino Médio – EJA e/ou em
instituições não-escolares.

[Link].2 Disciplinas Optativas

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
Optativas
Avaliação Educacional 5º 4 60 50 Inexiste
Educação Ambiental 5º 4 60 50 Inexiste
Educação de Jovens e Adultos 5º 4 60 50 Inexiste
Educação do Campo 5º 4 60 50 Inexiste
Educação e Relações Etnorraciais 5º 4 60 50 Inexiste
História da Educação 5º 4 60 50 Inexiste
Organização da Educação 5º 4 60 50 Inexiste
Teorias do Currículo 5º 4 60 50 Inexiste
Crítica Literária 3 45 37,5 Inexiste
Estudos Culturais Literários 2 30 25 Inexiste
História do Teatro 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários I: Épica 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários II: 3 45 37,5 Inexiste
Narrativa
Introdução aos Estudos Literários III: 3 45 37,5 Inexiste
Lírica
Introdução aos Estudos Literários IV: 3 45 37,5 Inexiste
Drama
Leituras Orientadas I 2 30 25 Inexiste
Leituras Orientadas II 2 30 25 Inexiste
Leituras Orientadas III 2 30 25 Inexiste
Literatura Comparada 3 45 37,5 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 39


Literatura do Amapá 3 45 37,5 Inexiste
Literatura Dramática Brasileira 2 30 25 Inexiste
Literatura e Estética 2 30 25 Inexiste
Literatura e Música 3 45 37,5 Inexiste
Literatura e Psicanálise 3 45 37,5 Inexiste
Literatura e Sociedade 2 30 25 Inexiste
Narrativa no Brasil 3 45 37,5 Inexiste
Poesia no Brasil 3 45 37,5 Inexiste
Semiótica Literária 2 30 25 Inexiste
Tópicos Avançados de Literatura I 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos Avançados de Literatura II 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos de Literatura Italiana 2 30 25 Inexiste
Antropologia Cultural 3 45 37,5 Inexiste
Antropologia e Linguagem 2 30 25 Inexiste
Cultura Brasileira 2 30 25 Inexiste
Estudos Culturais e Linguísticos 2 30 25 Inexiste
Afrodescendentes
Estudos Culturais e Linguísticos 2 30 25 Inexiste
Indígenas no Brasil
Fundamentos Teórico-Metodológicos do 3 45 37,5 Inexiste
Sistema Braille
Análise e Correção de Textos Escolares 6º 3 45 37,5 Inexiste
Leitura e Produção de Texto 6º 3 45 37,5 Inexiste
Oficina de Leitura e Compreensão de 6º 3 45 37,5 Inexiste
Textos da Literatura
Oficina de Produção de Texto para a 7º 2 30 25 Inexiste
Educação Inclusiva (Braille e Libras)
Oficina de Produção e Compreensão de 7º 2 30 25 Inexiste
Textos Científicos Escritos em LP
Oficina de Produção e Compreensão de 7º 2 30 25 Inexiste
Textos Científicos Orais em LP
Oficina Monografica I 7º 2 30 25 Inexiste
Oficina Monografica II 7º 2 30 25 Inexiste
Produção de Materiais Didáticos 7º 2 30 25 Inexiste
Revisão de Texto 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras II 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras III 7º 2 30 25 Inexiste
Transversalidade e Produção de 7º 2 30 25 Inexiste
Sequências Didáticas em Aulas de LP

6.5.2 Nota explicativa sobre a matriz curricular de Língua Portuguesa e respectivas


literaturas.

[Link] Atividades formativas

[Link].1 Disciplinas de formação pedagógicas obrigatórias

As Disciplinas Pedagógicas são divididas em Obrigatórias e Optativas, perfazendo um


total de 780ha, e são ofertadas, ao longo do Curso. Os acadêmicos deverão cursar todas as
obrigatórias (720h/a) e 1 (uma) optativa (60h/a) escolhida entre as ofertadas pelo Colegiado de
Pedagogia ao Colegiado de Letras para consolidar o disposto na Resolução CNE/CP n. 2/2015,
a qual destina 1/5 da carga horária total às disciplinas de dimensões pedagógicas. Ao longo do
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 40
curso poderá haver modificações e novas propostas de disciplinas outorgadas pelo Colegiado
de Letras.
DISCIPLINA Sem Cre CH CH
Pré-Requisitos
N Aula Relog.
Obrigatórias
Avaliação da Aprendizagem em LP 8º 4 60 50 Inexiste
Didática Geral 4º 4 60 50 Inexiste
Educação Inclusiva 3º 4 60 50 Inexiste
Filosofia da Educação 2º 4 60 50 Inexiste
Metodologia do Ensino de LLP I 5º 4 60 50 Inexiste
6º 4 60 50 Metodologia
Metodologia do Ensino de LLP II do Ensino de
LLP I
Política e Legislação da Educação 7º 4 60 50 Inexiste
Brasileira
Psicologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Sociologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Tecnologias de Informação e 2º 4 60 50 Inexiste
Comunicação Aplicadas à Educação
Tópicos em Educação I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos em Educação II 7º 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Educação III 8º 3 45 37,5 Inexiste
Total 48 720 600

[Link].2 Disciplinas pedagógicas optativas

Sem. Cre CH CH
DISCIPLINA Pré-Requisitos
N Aula Relog.
Optativas
Avaliação Educacional 5º 4 60 50 Inexiste
Educação Ambiental 5º 4 60 50 Inexiste
Educação de Jovens e Adultos 5º 4 60 50 Inexiste
Educação do Campo 5º 4 60 50 Inexiste
Educação e Relações Etnorraciais 5º 4 60 50 Inexiste
História da Educação 5º 4 60 50 Inexiste
Organização da Educação 5º 4 60 50 Inexiste
Teorias do Currículo 5º 4 60 50 Inexiste
Total (só para 1 disciplinas) 4 60 50

[Link].3 Disciplinas de formação profissional obrigatórias

As disciplinas profissionais obrigatórias estão divididas em:


1. Linguística, Língua Portuguesa e Línguas, totalizando uma carga horária de 735ha;
2. Literatura, perfazendo uma carga horária de 735ha;
3. Disciplinas afins, compondo uma carga horária de 90ha.
Totalizando 1.560ha.

DISCIPLINAS Sem Cre CH CH


Pré-Requisitos
Aula Relog.
Linguística e Língua Portuguesa

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 41


L I (Introdução aos Estudos da 1º 60 50 Inexiste
4
Linguagem)
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2º 2 30 25 Inexiste
L III (Teorias Linguísticas) 2º 4 60 50 Inexiste
L IV (Morfologia Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L V (Sintaxe Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L VI (Sociolinguística) 4º 4 60 50 Inexiste
L VII (Semântica e Pragmática) 5º 4 60 50 Inexiste
L VIII (Análise do Discurso) 6º 3 45 37,5 Inexiste
L IX (Psicolinguística) 8º 4 60 50 Inexiste
LP I (Fonética e Fonologia da LP) 3º 2 30 25 LII
LP II (Morfossintaxe da LP I) 4º 2 30 25 LIV
LP III (Morfossintaxe da LP II) 5º 2 30 25 LV
LP IV (História da LP) 7º 4 60 50 Inexiste
Língua Estrangeira Instrumental 7º 4 60 50 Inexiste
Língua Latina 1º 4 60 50 Inexiste
Português Instrumental 1º 2 30 25 Inexiste
Total 49 735 612,5
Literatura
Literatura Brasileira I 3º 4 60 50 Inexiste
Literatura Brasileira II 4º 4 60 50 Inexiste
Literatura Brasileira III 5º 4 60 50 Inexiste
Literatura Brasileira IV 6º 4 60 50 Inexiste
Literatura da Amazônia 6º 3 45 37,5 Inexiste
Literatura Infanto-Juvenil 6º 3 45 37,5 Inexiste
Literatura Portuguesa I 3º 4 60 50 Inexiste
Literatura Portuguesa II 4º 4 60 50 Inexiste
Literatura Portuguesa III 5º 4 60 50 Inexiste
Literaturas Africanas de LP 7º 3 45 37,5 Inexiste
Teoria Literária I 1º 4 60 50 Inexiste
Teoria Literária II 2º 4 60 50 Inexiste
Tópicos da Literatura Ocidental 2º 4 60 50 Inexiste
Total 49 735 612,5
Áreas afins
Fundamentos Teórico-Metodológicos da 4º 45 50 Inexiste
3
Língua Brasileira de Sinais
Metodologia Científica 1º 3 45 37,5 Inexiste
Total 6 90 75
Total Geral 1.560

[Link].4 Disciplinas de formação profissional optativas

Tais disciplinas são ofertadas, ao longo do Curso, como optativas. Os acadêmicos


devem escolher, 04 disciplinas de 45h/a e 03 disciplinas de 30h/a perfazendo um total de
270h/a para completar a carga horária do curso. Para o cômputo da carga horária das disciplinas
optativas podem ser escolhidas também quaisquer disciplinas obrigatórias ou optativas de
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 42
Língua Estrangeira e respectivas Literaturas, desde que cumpra a carga horária mínima de
270h/a. Ao longo do curso poderão haver modificações e novas propostas de disciplinas pelo
Colegiado de Letras.
As disciplinas optativas ou eletivas são ofertadas ao longo do curso com o intuito de
permitir complemento e/ou aprofundamento do discente em uma área de interesse entre os
conhecimentos em desenvolvimento. Tais disciplinas podem ser cursadas no próprio turno ou
em outro, segundo a disponibilidade do acadêmico interessado. Cumprida a carga horária
mínima, o discente pode cursar outras disciplinas, aumentando a própria carga horária total.
O professor interessado em ofertar disciplinas optativas deverá apresentar a proposta e
solicitar a aprovação do colegiado no início do semestre anterior àquele em que será
ministrada a disciplina. Em seguida, as disciplinas optativas aprovadas no Colegiado serão
ofertadas aos acadêmicos para que se inscrevam na(s) disciplina(s) por eles escolhida(s).
Só serão ministradas aquelas disciplinas que tiverem, no mínimo, 10 (dez) acadêmicos
inscritos. Em casos especiais, o Colegiado poderá diminuir ou aumentar o número mínimo de
acadêmicos. Os inscritos em disciplinas que não atingirem o quórum mínimo, terão 15 (quinze)
dias, após a confirmação das disciplinas, para se inscrever em outra já confirmada.

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL Cre CH CH


Pré-Requisitos
OPTATIVAS Aula Relog.
Linguística e Língua Portuguesa
Análise do Discurso 2 (Teoria Bakhtiniana) 3 45 37,5 Inexiste
Comunicação Oral e Escrita em LP 3 45 37,5 Inexiste
Introdução à Estilística 3 45 37,5 Inexiste
Introdução à Linguística Românica 2 30 25 Inexiste
Leitura e Produção de Texto 2 30 25 Inexiste
Letramento 3 45 37,5 Inexiste
Letramento Literário 2 30 25 Inexiste
Língua Latina II 3 45 37,5 Língua Latina I
Linguagem e Argumentação 3 45 37,5 Inexiste
Linguagem e Tecnologias da Informação 3 45 37,5 Inexiste
Linguística Aplicada 3 45 37,5 Linguística I
Linguística Textual 3 45 37,5 Linguística I
Política Linguística 2 30 25 Inexiste
Português como segunda Língua, Língua Estrangeira 30 25 Inexiste
2
ou Adicional
Semiótica 2 30 25 Inexiste
Teorias Linguísticas II 2 30 25 Linguística I
Texto e Gramática 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos em Linguística 2 30 25 Linguística I
Tópicos sobre Gramática I 2 30 25 Inexiste
Tópicos sobre Gramática II 2 30 25 Inexiste
Tópicos sobre Gramática III 3 45 37,5 Inexiste
Transversalidade e Produção de Sequências 30 25 Inexiste
2
Didáticas em Aulas de LP
Literatura
Crítica Literária 3 45 37,5 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 43


Estudos Culturais Literários 2 30 25 Inexiste
História do Teatro 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários I: Épica 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários II: Narrativa 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários III: Lírica 3 45 37,5 Inexiste
Introdução aos Estudos Literários IV: Drama 3 45 37,5 Inexiste
Leituras Orientadas I 2 30 25 Inexiste
Leituras Orientadas II 2 30 25 Inexiste
Leituras Orientadas III 2 30 25 Inexiste
Literatura Comparada 3 45 37,5 Inexiste
Literatura do Amapá 3 45 37,5 Inexiste
Literatura Dramática Brasileira 2 30 25 Inexiste
Literatura e Estética 2 30 25 Inexiste
Literatura e Música 3 45 37,5 Inexiste
Literatura e Psicanálise 3 45 37,5 Inexiste
Literatura e Sociedade 2 30 25 Inexiste
Narrativa no Brasil 3 45 37,5 Inexiste
Poesia no Brasil 3 45 37,5 Inexiste
Semiótica Literária 2 30 25 Inexiste
Tópicos Avançados de Literatura I 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos Avançados de Literatura II 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos de Literatura Italiana 2 30 25 Inexiste
Áreas afins
Antropologia Cultural 3 45 37,5 Inexiste
Antropologia e Linguagem 2 30 25 Inexiste
Cultura Brasileira 2 30 25 Inexiste
Estudos Culturais e Linguísticos Afrodescendentes 2 30 25 Inexiste
Estudos Culturais e Linguísticos Indígenas no Brasil 2 30 25 Inexiste
Fundamentos Teórico-Metodológicos do Sistema 3 45 37,5 Inexiste
Braille
Total (computando 7 disciplinas) 18 270 225

[Link].5 Componentes Curriculares: TCC

O Trabalho de Conclusão de Curso é parte integrante da Matriz e se estrutura em duas


disciplinas obrigatórias: TCC I (30h/a) e TCC II (30h/a), perfazendo 60h/a para a
integralização do currículo pleno.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-Requisitos


Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
TCC I (Projeto) 6º 2 30 25 Inexiste
TCC II 8º 2 30 25 TCC I
TOTAL 4 60 50

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 44


[Link].6 Componentes de formação prática

a) DISCIPLINAS PRÁTICAS OBRIGATÓRIAS: São disciplinas de caráter prático


para composição da carga horária de prática do curso.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
PRÁTICAS OBRIGATÓRIAS
P I (Oficina de Compreensão e Produção Oral 3º 3 45 37,5 Inexiste
em LP)
P II (Oficina de Compreensão e Produção 4º 3 45 37,5 Inexiste
Escrita em LP)
PIII (Prática de Pesquisa Orientada em LP) 7º 3 45 37,5 Inexiste
Total 9 135 112,5

b) DISCIPLINAS PRÁTICAS OPTATIVAS: são ofertadas, respectivamente no


sexto e sétimo semestres. Os acadêmicos devem escolher 01 disciplina de 45h/a e 01 disciplina
de 30h/a perfazendo 75h/a para completar a carga horária prática do curso. Ao longo do curso
poderá haver modificações e novas propostas de disciplinas pelo Colegiado.

Sem. Cre CH CH Pré-


DISCIPLINAS
Aula Relog. Requisitos
PRÁTICAS OPTATIVAS
Análise e Correção de Textos Escolares 6º 3 45 37,5 Inexiste
Leitura e Produção de Texto 6º 3 45 37,5 Inexiste
Oficina de Leitura e Compreensão de Textos 45 37,5 Inexiste
6º 3
da Literatura
Oficina de Produção de Texto para a 30 25 Inexiste
7º 2
Educação Inclusiva (Braille e Libras)
Oficina de Produção e Compreensão de 30 25 Inexiste
7º 2
Textos Científicos Escritos em LP
Oficina de Produção e Compreensão de 30 25 Inexiste
7º 2
Textos Científicos Orais em LP
Oficina Monografica I 7º 2 30 25 Inexiste
Oficina Monografica II 7º 2 30 25 Inexiste
Produção de Materiais Didáticos 7º 2 30 25 Inexiste
Revisão de Texto 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras II 6º 3 45 37,5 Inexiste
Seminário de Letras III 7º 2 30 25 Inexiste
Transversalidade e Produção de Sequências 30 25 Inexiste
7º 2
Didáticas em Aulas de LP
Total 5 75 62,5

c) COMPONENTE CURRICULAR DE ATIVIDADE PRÁTICA:os acadêmicos


devem, sob orientação de um professor coordenador, propor, organizar e realizar, no mínimo,
3 atividades de extensão denominados de Atividades Práticas I, II e III respectivamente no 5°,
6º e 7° semestre. A atividade deverá ter uma carga horária total de planejamento e execução de
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 45
90h/a, de modo que ao final do curso o acadêmico perfaça um total de 270h/a de atividades
práticas. Estas atividades podem ser: oficinas, seminários, jornadas, palestras, minicursos,
intervenções escolares, etc., propostas e organizadas pelos acadêmicos, preferencialmente, em
conjunto com escolas da rede pública de ensino, a serem outorgadas pelo Colegiado. Para efeito
de crédito das atividades práticas deverá ser produzido um relatório a ser orientado pelo
Professor Coordenador da atividade prática. O Projeto e o Professor Coordenador deverão ser
definidos, pela turma, no semestre anterior. Para a carga horária do professor, essa atividade
será computada como extensão para o PAID. As competências do professor coordenador das
atividades práticas, bem como a definição de sugestões de eventos serão determinadas em
regulamento específico outorgado pelo colegiado. Para efeito de crédito, a atividade organizada
contabilizará carga horária de Atividade Prática para os estudantes organizadores, como
atividade de extensão para o professor coordenador e poderá contabilizar como AC para os
acadêmicos participantes ouvintes.

[Link].7 Estágio Supervisionado

O Estágio Supervisionado, regulamentado institucionalmente pela Resolução 066/2009


– CONSU/UEAP, compreende 480h/a divididas em quatro disciplinas, cada uma com 120ha,
sendo discriminadas conforme quadro abaixo:

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-Requisitos


Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado I: Língua Portuguesa 5º 8 120 100 Didática Geral
e/ou Respectivas Literaturas para o Ensino
Fundamental e/ou em instituições não-
escolares.
Estágio Supervisionado II: Língua Portuguesa 6º 8 120 100 Metodologia do
e/ou Respectivas Literaturas para Ensino Ensino da LP
Fundamental EJA e/ou em instituições não-
escolares.
Estágio Supervisionado III: Língua 7º 8 120 100 Metodologia do
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas para Ensino da LP
o Ensino Médio e/ou em instituições não-
escolares.
Estágio Supervisionado IV: Língua 8º 8 120 100 Metodologia do
Portuguesa e/ou Respectivas Literaturas para Ensino da LP
o Ensino Médio – EJA e/ou em instituições
não-escolares.
32 480 400
[Link].8 Atividades curriculares complementares

Serão computadas 240h/a de atividades complementares de natureza teórico-prática,


que serão frequentadas ao longo de todo o Curso e, paralelamente a ele, não podendo, sob
hipótese alguma, fazer parte deste cálculo, atividades inerentes à carga-horária das outras
disciplinas obrigatórias ou optativas do Curso.
A responsável pela aceitação e homologação dos comprovantes será a Coordenação do
Curso de Letras, não constando carga horária para o coordenador ou docente designado.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 46


DISCIPLINAS Cre CH CH Pré-Requisitos
Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
ACC 16 240 200 Inexiste

[Link].9 Quadro resumo do Curso

Carga horária teórica e prática 2.610


Estágio Supervisionado 480
TCC 60
ACC 240
Prática Pedagógica (Licenciatura) 480
Carga horária total em hora/aula 3.870
Carga horária total em hora/relógio 3.225

[Link].10 Distribuição por semestre

I SEMESTRE
DISCIPLINAS Cre CH PRÉ-REQUISITO
Aula
Língua Latina 4 60 Inexiste
L I (Introdução aos Estudos da Linguagem) 4 60 Inexiste
Teoria Literária I 4 60 Inexiste
Metodologia Científica 3 45 Inexiste
Português Instrumental 2 30 Inexiste
Psicologia da Educação 4 60 Inexiste
Sociologia da Educação 4 60 Inexiste
25 375

II SEMESTRE
DISCIPLINAS Cre CH PRÉ-REQUISITO
Aula
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2 30 Inexiste
L III (Teorias Linguísticas) 4 60 Inexiste
Teoria Literária II 4 60 Inexiste
Tópicos da Literatura Ocidental 4 60 Inexiste
Disciplina Optativa Específica I 2 30 Inexiste
Filosofia da Educação 4 60 Inexiste
Tecnologias de Informação e Comunicação 4 60 Inexiste
Aplicadas à Educação
24 360

III SEMESTRE
DISCIPLINAS Cre CH PRÉ-REQUISITO
Aula
LP I (Fonética e Fonologia da LP) 2 30 L II (Fonética e
Fonologia Geral)
L IV (Morfologia Geral) 2 30 Inexiste
L V (Sintaxe Geral) 2 30 Inexiste
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 47
Literatura Brasileira I 4 60 Inexiste
Literatura Portuguesa I 4 60 Inexiste
Disciplina Optativa Específica II 2 30 Inexiste
P I (Oficina de Compreensão e Produção Oral em 3 45 Inexiste
LP)
Educação Inclusiva 4 60 Inexiste
23 345

IV SEMESTRE
DISCIPLINAS Cre CH PRÉ-REQUISITO
Aula
LP II (Morfossintaxe da LP I) 2 30 L IV (Morfologia Geral)
L VI (Sociolinguística) 4 60 Inexiste
Literatura Brasileira II 4 60 Inexiste
Literatura Portuguesa II 4 60 Inexiste
Fundamentos Teórico-Metodológicos da Língua 3 45 Inexiste
Brasileira de Sinais
P II (Oficina de Compreensão e Produção Escrita em 3 45 Inexiste
LP)
Didática Geral 4 60 Inexiste
24 360

V SEMESTRE
Cre CH PRÉ-REQUISITO
DISCIPLINAS
Aula
LP III (Morfossintaxe da LP II) 2 30 L V (Sintaxe Geral)
L VII (Semântica e Pragmática) 4 60 Inexiste
Literatura Brasileira III 4 60 Inexiste
Literatura Portuguesa III 4 60 Inexiste
Disc. Optativa Específica III 3 45 Inexiste
Metodologia do Ensino de LLP I 4 60 Inexiste
Disc. Optativa Pedagógica 4 60 Inexiste
Estágio Supervisionado I: LP e Respectivas 8 120 Didática Geral
Literaturas – EF e/ou em instituições não-escolares.
33 495

VI SEMESTRE
Cre CH PRÉ-REQUISITO
DISCIPLINAS
Aula
TCC I (Projeto) 2 30 Inexiste
L VIII (Análise do Discurso) 3 45 Inexiste
Literatura Brasileira IV 4 60 Inexiste
Literatura Infanto-Juvenil 3 45 Inexiste
3 Inexiste
Literatura da Amazônia
45
Disc. Optativa Específica Prática I 3 45 Inexiste
4 60 Metodologia do Ensino
Metodologia do Ensino de LLP II
de LLP I
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 48
Tópicos em Educação I 3 45 Inexiste
Estágio Supervisionado II: LP e Respectivas 8 120 Metodologia do Ensino
Literaturas – EF –EJA e/ou em instituições não- da LLP I
escolares.
33 495

VII SEMESTRE
Cre CH PRÉ-REQUISITO
DISCIPLINAS
Aula
LP IV (História da LP) 4 60 Inexiste
Estágio Supervisionado III: LP e Respectivas 8 120 Metodologia do Ensino
Literaturas – EM e/ou em instituições não-escolares. da LP
Literaturas Africanas de Língua Portuguesa 3 45 Inexiste
Disc. Optativa Específica IV 3 45 Inexiste
Disc. Optativa Específica Prática II 2 30 Inexiste
Língua Estrangeira Instrumental 4 60 Inexiste
Política e Legislação Educacional 4 60 Inexiste
Tópicos em Educação II 2 30 Inexiste
P III (Prática de Pesquisa Orientada) 3 45 Inexiste
33 495

VIII SEMESTRE
Cre CH PRÉ-REQUISITO
DISCIPLINAS
Aula
Avaliação da Aprendizagem em LP 4 60 Inexiste
L IX (Psicolinguística) 4 60 Inexiste
Estágio Supervisionado IV: LP e Respectivas 8 120 Metodologia do Ensino
Literaturas – EM – EJA e/ou em instituições não- da LP
escolares.
Disc. Optativa Específica V 3 45 Inexiste
Disc. Optativa Específica VI 3 45 Inexiste
Disc. Optativa Específica VII 2 30 Inexiste
Tópicos em Educação III 3 45 Inexiste
TCC II 2 30 TCC I
29 435

[Link].11 Grade Currícular de Língua Portuguesa e respectivas literaturas por semestre.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 49


CURSO INTEG. CURRICULAR DISC. OBRIGATÓRIAS DISC. OPTATIVAS AC TOTAL
DE CARGA HORÁRIA
LETRAS CRÉDITOS

I II III IV V VI VII VIII

Avaliação da
L II (Fonética e LP I (Fonética e LP II (Morfossintaxe da LP III (Morfossintaxe LP IV (História da LP)
Língua Latina 60h TCC I (Projeto) 30h Aprendizagem em LP
[Link]) 30h [Link] LP) 30h LP I) 30h da LP II) 30h 60h
60h
L I (Intr. aos Est. da L III (Teorias L IV (Morfologia L VII (Semântica e L VIII (Análise do Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado
L VI (Socioling.) 60h
Ling.) 60h Linguísticas) 60h Geral) 30h Pragmática) 60h Discurso) 45h III LP 120h IV LP 120h
Teoria Literária I Teoria Literária II Literatura Brasileira I Literatura Brasileira II Literatura Brasileira Literatura Brasileira Literatura Africana de Disc. Optativa
60h 60h 60h 60h III 60h IV 60h LP 45h Específica V 45h
Metodologia Tópicos da Lit. Literatura Portuguesa I Literatura Portuguesa II Literatura Portuguesa Literatura Infanto- Disc. Optativa Disc. Optativa
Científica 45h Ocidental 60h 60h 60h III 60h Juvenil 45h Específica IV 45h Específica VI 45h
Disc. Optativa
Sociologia da TIC Aplicadas à Disc. Optativa Literatura da Disc. Optativa
Educação Inclusiva 60h Didática Geral 60h Específica Prática II
Educação 60h Educação 60h Pedagógica 60h Amazônia 45h Específica VII 30h
30h
Fundamentos teórico- Disc. Optativa
Psicologia da Filosofia da Educação Disc. Optativa Disc. Optativa Língua Estrangeira Tópicos em Educação
metodológicos da Específica Prática I
Educação 60h 60h Específica II 30h Específica III 45h Instrumental 60h LP III (45h)
LIBRAS 45h 45h
P II (Oficina de
Português Disc. Optativa L V (Sintaxe Geral) Compreensão e Metodologia do Metodologia do Política e Legislação L IX (Psicolinguística)
Instrumental 30h Específica I 30h 30h Produção Escrita em Ensino de LLP I 60h Ensino de LLP II 60h Educacional 60h 60h
LP) 45h
P I (Oficina de
Estágio
Compreensão e Tópicos em Educação Tópicos em Educação
Supervisionado I LP TCC II 30h
Produção Oral em LP) LP I (45h) LP II (30h)
120h
45h
Estágio P III (Prática de
Supervisionado II LP Pesquisa Orientada)
120h 45h
375 360 345 360 495 495 495 435

NOTAS RELEVANTES * Para integralização deste currículo exige-se: cursar uma disciplina optativa e o cumprimento mínimo de Atividades Complementares, as quais devem ser efetivadas
pelo acadêmico no decorrer do curso.
** Integra ainda este currículo o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), o qual, de acordo com o § 5º, do Art. 5º, da Lei 10.861, de 14/04/2004, é
componente curricular obrigatório dos cursos de Graduação.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 50


6.5.3 Matriz curricular de Línguas Estrangeiras e respectivas literaturas.

[Link] Núcleo Geral

[Link].1 Obrigatório

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH


Pré-Requisitos
Aula Relog.
Obrigatório
Metodologia Científica 1º 3 45 37,5 Inexiste
Tecnologias de Informação e 2º 4 60 50 Inexiste
Comunicação Aplicadas à Educação
TCC I (Projeto) 6º 2 30 25 Inexiste
TCC II 8º 2 30 25 TCC I
ACC 16 240 200 Inexiste

[Link] Núcleo Comum

[Link].1 Obrigatório

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
Comum
Didática Geral 4º 4 60 50 Inexiste
Sociologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Psicologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Filosofia da Educação 2º 4 60 50 Inexiste
Fundamentos Teórico-Metodológicos 4º 45 50 Inexiste
3
da Língua Brasileira de Sinais
Educação Inclusiva 3º 4 60 50 Inexiste
Política e Legislação da Educação 7º 4 60 50 Inexiste
Brasileira
Tópicos em Educação I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos em Educação II 7º 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Educação III 8º 3 45 37,5 Inexiste
L I (Introdução aos Estudos da 1º 4 60 50 Inexiste
Linguagem)
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2º 2 30 25 Inexiste
L III (Teorias Linguísticas) 2º 4 60 50 Inexiste
L IV (Morfologia Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L V (Sintaxe Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L VI (Sociolinguística) 4º 4 60 50 Inexiste
L VII (Semântica e Pragmática) 5º 4 60 50 Inexiste
Língua Estrangeira Instrumental 7º 4 60 50 Inexiste
[Link] Núcleo Específico

[Link].1 Obrigatório

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 51


N DISCIPLINA Sem Cre CH CH Pré-
Aula Relog. Requisitos
Culturas e civilização 8º 2 30 25 Inexiste
Compreensão e produção escrita em 6º 2 30 25 Inexiste
LE
Compreensão e produção oral em LE 7º 2 30 25 Inexiste
Fonética e fonologia da LE 3º 3 45 37,5 L II
Língua estrangeira I 1º 6 90 75 Inexiste
Língua estrangeira II 2º 6 90 75 LE I
Língua estrangeira III 3º 6 90 75 LE II
Língua estrangeira IV 4º 6 90 75 LE III
Língua estrangeira V 5º 6 90 75 LE IV
Língua estrangeira VI 6º 6 90 75 LE V
Tópicos em gramática de LE I – 7º 3 45 37,5 LIV
Morfologia
Tópicos em gramática de LE II – 8º 3 45 37,5 LVI
Sintaxe
Literatura estrangeira I 3º 4 60 50 Inexiste
Literatura estrangeira II 4º 4 60 50 Inexiste
Literatura estrangeira III 5º 4 60 50 Inexiste
Literaturas estrangeira IV 6º 4 60 50 Inexiste
P I (Laboratório de produção e 2º 3 45 37,5 Inexiste
compreensão oral I)
P II (Laboratório de produção e 3º 3 45 37,5 Inexiste
compreensão oral II)
P III (Laboratório de produção e 45 37,5 Inexiste
4º 3
compreensão escrita III)
P IV (Oficina de análise e elaboração 45 37,5 Inexiste
7º 3
de materiais didáticos)
P V (Práticas de pesquisa orientada em 45 37,5 Inexiste
7º 3
LE)
Estágio Supervisionado I: LE e/ou 5º 8 120 100 Didática das
Respectivas Literaturas para o EF e/ou Línguas
em instituições não-escolares.
Estágio Supervisionado II: LE e/ou 6º 8 120 100 Metodologia
Respectivas Literaturas para EF EJA do Ensino da
e/ou em instituições não-escolares. LE
Estágio Supervisionado III: LE e/ou 7º 8 120 100 Metodologia
Respectivas Literaturas para o EM do Ensino da
e/ou em instituições não-escolares. LE
Estágio Supervisionado IV: LE e/ou 8º 8 120 100 Metodologia
Respectivas Literaturas para o EM – do Ensino da
EJA e/ou em instituições não- LE
escolares.
[Link].2 Optativas

N DISCIPLINA Sem Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 52


Culturas de Línguas Espanhola 3 45 37,5 Inexiste
Intercompreensão entre línguas românicas 2 30 25 Linguística I
Oficina de correção fonética em Língua 2 30 25 Inexiste
Espanhola
Tópicos em Fonologia da Língua 2 30 25 Inexiste
Espanhola
Tópicos em Literatura 3 45 37,5 Linguística I
Espanhola/Hispano-Americana
Tradução em Língua Espanhola 3 45 37,5 Linguística I
Tradução literária 2 30 25 Líng. Francesa
IV
Conversação em Língua Francesa 3 45 37,5 Linguística I
Culturas Francófonas 2 30 25 Inexiste
Francês com Objetivos Específicos 3 45 37,5 Inexiste
Intercompreensão entre línguas românicas 2 30 25 Linguística I
Oficina de correção fonética em Língua 2 30 25 Semântica e
Francesa pragmática
Tópicos da Linguística Textual em Língua 2 30 25 Inexiste
Francesa
Tópicos de pronúncia da Língua Francesa 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Fonologia da Língua 2 30 25 Inexiste
Francesa
Tópicos em Literatura de Língua Francesa 3 45 37,5 Linguística I
Tradução em Língua Francesa 3 45 37,5 Linguística I
Tradução literária 2 30 25 Inexiste
A poesia em Língua Inglesa 3 45 37,5 Linguística I
Culturas Anglofonas 3 45 37,5 Metodologia
de Ensino de
LE
Ensino de Língua Inglesa na Educação 2 30 25 Inexiste
Infantil
Estratégias de Aprendizagem em Língua 2 30 25 Língua Inglesa
Inglesa IV
Interpretação e Dramatização na Aula de 3 45 37,5 Inexiste
Inglês
Leitura e Produção Textual Acadêmica 2 30 25 Língua Inglesa
III
Literatura de Língua Inglesa e Cinema 2 30 25 Inexiste
Oficina de música em Língua Inglesa 2 30 25 Inexiste
Oficinas de Correção Fonéticas 3 45 37,5 Fonética e
Fonologia da
L.E.
Tópicos de Pronúncia em Língua Inglesa 3 45 37,5 Didática
Tópicos em Avaliação em Língua Inglesa 2 30 25 Língua Inglesa
III
Tópicos em Inglês Coloquial e Gíria 2 30 25 Inexiste
Contemporânea
Tópicos Especiais em EaD e Língua 2 30 25 Língua Inglesa
Inglesa III
Tópicos Especiais em Língua Inglesa I 2 30 25 Língua Inglesa
III- Tópicos
Especiais em
Língua Inglesa
I
Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 53
Tópicos Especiais em Língua Inglesa II 3 45 37,5 Inexiste
Tradução 3 45 37,5 Inexiste
Tradução Literária 3 45 37,5 Inexiste
Total ( computando 8 disciplinas) 19 285 237,5

6.5.4 Nota explicativa sobre a matriz curricular de Línguas Estrangeiras e respectivas


literaturas.

[Link] Atividades formativas

[Link].1 Disciplinas de formação pedagógica obrigatórias

As Disciplinas Pedagógicas são Obrigatórias, perfazendo um total de 780ha, e são


ofertadas, ao longo do Curso.

N DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
Obrigatórias
Avaliação em Língua Estrangeira 8º 4 60 50 Inexiste
Didática das Línguas 4º 4 60 50 Inexiste
Didática Geral 3º 4 60 50 Inexiste
Educação Inclusiva 7º 4 60 50 Inexiste
Filosofia da Educação 2º 4 60 50 Inexiste
Metodologia de Ensino de Línguas 6º 4 60 50 Inexiste
Estrangeiras
Política e Legislação Educacional 8º 4 60 50 Inexiste
Psicologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Sociologia da Educação 1º 4 60 50 Inexiste
Tecnologias de Informação e 2º 4 60 50 Inexiste
Comunicação Aplicadas à Educação
Tecnologias no Ensino de Línguas 5º 4 60 50 Inexiste
Estrangeiras
Tópicos em Educação I 6º 3 45 37,5 Inexiste
Tópicos em Educação II 7º 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Educação III 8º 3 45 37,5 Inexiste
Total 52 780 650

[Link].2 Disciplinas de formação profissional obrigatórias - núcleo comum

Estas disciplinas são comuns ao quadro de Disciplinas Específicas de Língua Portuguesa


e respectivas Literaturas. Elas são igualmente obrigatórias e serão cursadas por todos os
acadêmicos do curso de Língua Estrangeira e respectivas Literaturas, perfazendo um total de
540ha.

N Sem. Cre CH CH Pré-


DISCIPLINA
Aula Relog. Requisitos
Núcleo Comum
L I (Introdução aos Estudos da Linguagem) 1º 4 60 50 Inexiste
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2º 2 30 25 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 54


L III (Teorias Linguísticas) 2º 4 60 50 Inexiste
L IV (Morfologia Geral) 3º 2 30 25 Inexiste
L V (Sintaxe Geral) 4º 2 30 25 Inexiste
L VI (Sociolinguística) 4º 4 60 50 Inexiste
L VII (semântica e pragmática) 5º 4 60 50 Inexiste
Metodologia Científica 1º 3 45 37,5 Inexiste
Teoria Literária I 1º 4 60 50 Inexiste
Língua Estrangeira Instrumental 7º 4 60 50 Inexiste
Fundamentos Teórico-Metodológicos da 45 37,5 Inexiste
4º 3
Língua Brasileira de Sinais
Total 36 540 450

[Link].3 Disciplinas de formação profissional obrigatórias-específicas

As disciplinas específicas são ofertadas, ao longo de oito semestres e são divididas em


1. Linguística e Língua Estrangeira com carga horária de 765ha; 2. Literatura Estrangeira,
totalizando uma carga horária de 240ha, perfazendo um total de 1.005ha.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
Linguística, Língua e cultura Estrangeira
Compreensão e produção escrita em Língua 6º 2 30 25 Inexiste
Estrangeira
Compreensão e produção oral em Língua 7º 2 30 25 Inexiste
Estrangeira
Culturas e civilização 8º 2 30 25 Inexiste
Fonética e fonologia da Língua Estrangeira 3º 3 45 37,5 LII
Língua estrangeira I 1º 6 90 75 Inexiste
Língua estrangeira II 2º 6 90 75 LE I
Língua estrangeira III 3º 6 90 75 LE II
Língua estrangeira IV 4º 6 90 75 LE III
Língua estrangeira V 5º 6 90 75 LE IV
Língua estrangeira VI 6º 6 90 75 LE V
Tópicos em gramática de Língua Estrangeira I 7º 3 45 37,5 LIV
– Morfologia
Tópicos em gramática de Língua Estrangeira 8º 3 45 37,5 LVI
II – Sintaxe
Total 51
765
637,5
Literatura Estrangeira
Literatura estrangeira I 3º 4 60 50 Inexiste
Literatura estrangeira II 4º 4 60 50 Inexiste
Literatura estrangeira III 5º 4 60 50 Inexiste
Literaturas estrangeira IV 6º 4 60 50 Inexiste
Total 16 240 200
Total geral 67 1.005 837,5

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 55


[Link].4 Disciplinas de formação profissionaloptativas -específicas

São ofertadas, ao longo do Curso, como optativas. Os acadêmicos devem escolher 03


disciplinas de 45h/a perfazendo 135h/a e 05 disciplinas de 30h/a perfazendo 150h/a por um
total de 285h/a para completar a carga horária do curso. Para complementar a Carga Horária
das disciplinas optativas podem ser escolhidas também quaisquer disciplina, obrigatória ou
optativa, de outra Língua Estrangeira e respectivas Literaturas e de Língua e Literatura
Portuguesa. Ao longo do curso poderá haver modificações e novas propostas de disciplinas pelo
Colegiado de Letras.
As disciplinas optativas ou eletivas são ofertadas ao longo do curso com o intuito de
permitir complemento e/ou aprofundamento do discente em uma área de interesse entre os
conhecimentos em desenvolvimento. Tais disciplinas podem ser cursadas no próprio turno ou
em outro, segundo a disponibilidade do acadêmico interessado. Cumprida a carga horária
mínima, o discente pode cursar outras disciplinas, aumentando a própria carga horária total.
O professor interessado apresentará a disciplina optativa, para a aprovação do colegiado,
no semestre anterior àquele em que será ministrada a disciplina. Logo em seguida os
acadêmicos se inscreverão na(s) disciplina(s) por eles escolhida(s).
Só serão ministradas aquelas disciplinas que tiverem, no mínimo, 10 (dez) acadêmicos
inscritos. Em casos especiais, o Colegiado poderá diminuir ou aumentar o número mínimo de
acadêmicos. Os inscritos em disciplinas que não atingirem o quórum mínimo, terão 15 (quinze)
dias, após a confirmação das disciplinas, para se inscrever em outra já confirmada.

Cre CH CH
DISCIPLINAS Pré-Requisitos
Aula Relog.
OPTATIVAS ESPECÍFICAS
Culturas de Línguas Espanhola 3 45 37,5 Inexiste
Intercompreensão entre línguas românicas 3 45 37,5 Inexiste
Oficina de correção fonética em Língua 2 30 25 Inexiste
Espanhola
Tópicos em Fonologia da Língua Espanhola 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Literatura Espanhola/Hispano- 2 30 25 Inexiste
Americana
Tradução em Língua Espanhola 3 45 37,5 Inexiste
Tradução literária 3 45 37,5 Inexiste
Conversação em Língua Francesa 2 30 25 Líng. Francesa IV
Culturas Francófonas 3 45 37,5 Inexiste
Francês com Objetivos Específicos 2 30 25 Inexiste
Intercompreensão entre línguas românicas 3 45 37,5 Inexiste
Oficina de correção fonética em Língua 2 30 25 Fonética e Fonologia
Francesa de Língua Francesa
Tópicos da Linguística Textual em Língua 2 30 25 Semântica e
Francesa pragmática
Tópicos de pronúncia da Língua Francesa 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Fonologia da Língua Francesa 2 30 25 Inexiste
Tópicos em Literatura de Língua Francesa 2 30 25 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 56


Tradução em Língua Francesa 3 45 37,5 Inexiste
Tradução literária 3 45 37,5 Inexiste
A poesia em Língua Inglesa 2 30 25 Inexiste
Culturas Anglofonas 3 45 37,5 Inexiste
Ensino de Língua Inglesa na Educação 3 45 37,5 Metodologia de
Infantil Ensino de LE
Estratégias de Aprendizagem em Língua 2 30 25 Inexiste
Inglesa
Interpretação e Dramatização na Aula de 2 30 25 Língua Inglesa IV
Inglês
Leitura e Produção Textual Acadêmica 3 45 37,5 Inexiste
Literatura de Língua Inglesa e Cinema 2 30 25 Língua Inglesa III
Oficina de música em Língua Inglesa 2 30 25 Inexiste
Oficinas de Correção Fonéticas 2 30 25 Inexiste
Tópicos de Pronúncia em Língua Inglesa 3 45 37,5 Fonética e Fonologia
da Língua Inglesa
Tópicos em Avaliação em Língua Inglesa 3 45 37,5 Didática das linguas
Tópicos em Inglês Coloquial e Gíria 2 30 25 Língua Inglesa III
Contemporânea
Tópicos Especiais em EaD e Língua Inglesa 2 30 25 Inexiste
Tópicos Especiais em Língua Inglesa I 2 30 25 Língua Inglesa III
Tópicos Especiais em Língua Inglesa II 2 30 25 Língua Inglesa III-
Tópicos Especiais em
Língua Inglesa I
Tradução 3 45 37,5 Inexiste
Tradução Literária 3 45 37,5 Inexiste
Total (computando 8 disciplinas) 19 285 237,5

[Link].5 Componentes curriculares: TCC

É o TCC referentes às disciplinas de TCC I (30h/a) e TCC II (30h/a),


perfazendo 60h/a para a integralização do currículo pleno.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
COMPONENTES CURRICULARES
TCC I 6º 2 30 25 Inexiste
TCC II 8º 2 30 25 TCC I
TOTAL 4 60 50

[Link].6 Disciplinas de formação práticas obrigatórias

São disciplinas de caráter prático para a carga horária de Prática do curso.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
P I(Laboratório de produção e compreensão 2º 3 45 37,5 Inexiste
oral I)

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 57


P II(Laboratório de produção e compreensão 3º 3 45 37,5 Inexiste
oral II)
P III(Laboratório de produção e compreensão 45 37,5 Inexiste
4º 3
escrita III)
P IV(Oficina de análise e elaboração de 45 37,5 Inexiste
7º 3
materiais didáticos)
P V (Práticas de pesquisa orientada em Língua 45 37,5 Inexiste
7º 3
Estrangeira)
Total 15 225 187,5

[Link].7 Componente curricular de atividades práticas

Os acadêmicos devem, sob orientação de um professor coordenador, propor, organizar


e realizar, no minimo, 3 eventos de extensão denominados de Atividades Práticas I, II e III
respectivamente no 5°, 6º e 7° semestre. A atividade deverá ter uma carga horária total de
planejamento e execução de 85h/a, de modo que ao final do curso o acadêmico perfaça um total
de 255h/a de atividades práticas. Estas atividades podem ser: oficinas, seminários, jornadas,
palestras, minicursos etc, propostas e organizadas pelos acadêmicos, preferencialmente em
conjunto com escolas da rede pública de ensino, a serem outorgadas pelo Colegiado. Para efeito
de crédito das atividades práticas deverá ser produzido um relatório a ser orientado do Professor
Coordenador da atividade prática. O Projeto e o Professor Coordenador deverão ser definidos,
pela turma, no semestre anterior. As competências do professor coordenador das atividades
práticas, bem como a definição de sugestões de eventos serão determinadas em regulamento
específico outorgado pelo colegiado.

[Link].8 Estágio supervisionado

São 480h/a de estágio supervisionado, divididas em quatro disciplinasde120h/a, sendo


discriminadas dessa forma: Estágio Supervisionado I: LE e Respectivas Literaturas – EFe/ou
em instituições não-escolares, Estágio Supervisionado II: LE e Respectivas Literaturas – EF –
EJAe/ou em instituições não-escolares, Estágio Supervisionado III: LE e Respectivas
Literaturas – EMe/ou em instituições não-escolares, Estágio Supervisionado IV: LE e
Respectivas Literaturas – EM – EJAe/ou em instituições não-escolares.

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-


Aula Relog. Requisitos
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado I: Língua Estrangeira 5º 8 120 100 Didática das
e/ou Respectivas Literaturas para o EF e/ou Línguas
em instituições não-escolares.
6º 8 120 100 Metodologia
Estágio Supervisionado II: Língua Estrangeira
do Ensino da
e/ou Respectivas Literaturas para EF EJA e/ou
Língua
em instituições não-escolares.
Estrangeira
7º 8 120 100 Metodologia
Estágio Supervisionado III: Língua
do Ensino da
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas para
Língua
o EM e/ou em instituições não-escolares.
Estrangeira

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 58


Estágio Supervisionado IV: Língua 8º 8 120 100 Metodologia
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas para do Ensino da
o EM – EJA e/ou em instituições não- Língua
escolares. Estrangeira
32 480 400

[Link].9 Atividades curriculares complementares

São computadas 240h/a de atividades complementares de natureza teórico-prática, que


são frequentadas ao longo de todo o Curso e paralelamente a ele, não podendo, sob hipótese
alguma, fazer parte deste cálculo, atividades inerentes à carga-horária das outras disciplinas
obrigatórias do Curso.
A responsável pela aceitação dos comprovantes e da sua homologação será a
Coordenação do Curso de Letras, não constando carga horária para o coordenador ou docente
designado.
DISCIPLINAS Cre CH CH Pré-Requisitos
Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
ACC 16 240 200 Inexiste

[Link].10 Quadro geral das disciplinas da grade de Língua estrangeira e respectivas


literaturas

Carga horária teórica e prática 2.610


Estágio Supervisionado 480
TCC 60
ACC 240
Prática Pedagógica (Licenciatura) 480
Carga horária total em hora/aula 3.870
Carga horária total em hora/relógio 3.225

[Link].11 Distribuição por semestre

I SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
Língua Estrangeira I 6 90 Inexiste
L I (Introdução aos Estudos da Linguagem) 4 60 Inexiste
Metodologia Científica 3 45 Inexiste
Teoria Literária I 4 60 Inexiste
Psicologia da Educação 4 60 Inexiste
Sociologia da Educação 4 60 Inexiste
25 375

II SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 59


Língua Estrangeira II 6 90 Língua Estrangeira I
L II (Fonética e Fonologia Geral) 2 30 Inexiste
L III (Teorias Linguísticas) 4 60 Inexiste
P I (Laboratório I) 3 45 Inexiste
Tecnologias de Informação e Comunicação Aplicadas 4 60 Inexiste
à Educação
Filosofia da Educação 4 60 Inexiste
23 345

III SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
6 90 Língua Estrangeira
Língua Estrangeira III
II
L IV (Morfologia Geral) 2 30 Inexiste
3 45 LII (Fonética e
Fonética e Fonologia de Língua Estrangeira
Fonologia Geral)
P II (Laboratório II) 3 45 Inexiste
Literatura Estrangeira I 4 60 Inexiste
Didática Geral 4 60 Inexiste
Disc. Optativa I - Língua Estrangeira 3 45 Inexiste
Disc. Optativa II - Língua Estrangeira 2 30 Inexiste
27 405

IV SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
Língua Estrangeira
Língua Estrangeira IV 6 90
III
L V (Sintaxe Geral) 2 30 Inexiste
L VI (Sociolinguística) 4 60 Inexiste
P III (Laboratório III) 3 45 Inexiste
Literatura Estrangeira II 4 60 Inexiste
Didática das Línguas 4 60 Inexiste
Língua Brasileira de Sinais 3 45 Inexiste
26 390

V SEMESTRE
Cre CH
DISCIPLINAS
Aula
6 90 Língua Estrangeira
Língua Estrangeira V
IV
Estágio Supervisionado I: Língua Estrangeira e 8 120
Didática das
Respectivas Literaturas – EF e/ou em instituições não-
Línguas
escolares.
L VII (Semântica e Pragmática) 4 60 Inexiste
Disc. Optativa III - Língua Estrangeira 3 45 Inexiste

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 60


Literatura Estrangeira III 4 60 Inexiste
Metodologia do Ensino Língua Estrangeira 4 60 Inexiste
29 435

VI SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
6 90 Língua Estrangeira
Língua Estrangeira VI
V
Estágio Supervisionado II: Língua Estrangeira e 8 120 Metodologia de
Respectivas Literaturas – EF – EJA e/ou em Ensino de Língua
instituições não-escolares. Estrangeira
TCC I (Projeto) 2 30 Inexiste
Compreensão e Produção Escrita em Língua 2 30 Inexiste
Estrangeira
Literatura Estrangeira IV 4 60 Inexiste
Tópicos em Educação I 3 45 Inexiste
Tecnologias no Ensino de Língua Estrangeira 4 60 Inexiste
Disc. Optativa IV - Língua Estrangeira 2 30 Inexiste
Disc. Optativa V - Língua Estrangeira 2 30 Inexiste
33 495

VII SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
Tópicos em gramática de Língua Estrangeira I – 3 45 LIV ( Morfologia
Morfologia Geral)
Estágio Supervisionado III: Língua Estrangeira e 8 120 Metodologia de
Respectivas Literaturas – EM e/ou em instituições Ensino de Língua
não-escolares. Estrangeira
Língua Estrangeira Instrumental 4 60 Inexiste
Compreensão e Produção Oral em Língua Estrangeira 2 30 Inexiste
P IV (Oficina de Análise e elaboração de Material 3 Inexiste
45
Didático)
Tópicos em Educação II 2 30 Inexiste
Educação Inclusiva 4 60 Inexiste
Disc. Optativa VI - Língua Estrangeira 3 45 Inexiste
Disc. Optativa VII - Língua Estrangeira 2 30 Inexiste
P V (Prática de Pesquisa Orientada em Língua 45 Inexiste
3
Estrangeira)
34 510

VIII SEMESTRE
Cre CH Pré-requisito
DISCIPLINAS
Aula
Tópicos em gramática de Língua Estrangeira II – 3 45 LVI ( Sintaxe Geral)
Sintaxe

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 61


Estágio Supervisionado IV: Língua Estrangeira e 8 120 Metodologia de
Respectivas Literaturas – EM – EJA e/ou em Ensino de Língua
instituições não-escolares. Estrangeira
Disc. Optativa VIII - Língua Estrangeira 3 45 Inexiste
Cultura e Civilização 2 30 Inexiste
Avaliação Em Língua Estrangeira 4 60 Inexiste
Tópicos em Educação III 3 45 Inexiste
Política e Legislação Educacional 4 60 Inexiste
TCC II 2 30 TCC I
29 435

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 62


CURSO INTEG. CURRICULAR DISC. OBRIGATÓRIAS DISC. OPTATIVAS AC TOTAL
DE CARGA HORÁRIA
LETRAS CRÉDITOS

I II III IV V VI VII VIII

Língua Língua Língua Língua Língua Língua Tópicos em Gramática Tópicos em Gramática
Estrangeira I 90h Estrangeira II 90h Estrangeira III 90h Estrangeira IV 90h Estrangeira V 90h Estrangeira VI 90h LE I 45h LE II 45h
Estágio
L I (Intr. aos Est. da L II (Fon. e Fon. L IV Morfologia Geral L V Sintaxe Geral Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado
[Link] I LE
Ling.) 60h Geral) 30h 30h 30h II LE 120h III LE 120h IV LE 120h
120h
Metodologia L III (Teorias Fonética e Fonologia de L VI (Socioling.) L VII (Semânt. e Língua Estrangeira Disc. Optativa VIII
TCC I (30)
Científica 45h Linguísticas) 60h LE 45h 60h Pragmát.) 60h Instrumental 60h LE 45h
Compreensão e Compreensão e
Teoria Literária I P I (Laboratório I) P II (Laboratório II) Disc. Optativa III LE Cultura e Civilização
P III (Laboratório Produção Escrita em Produção Oral em LE
60h 45h 45h 45h 30h
III) 45h LE 30h 30h
P IV (Oficina de
Sociologia da TIC Aplicadas à Literatura Estrangeira I Literatura Literatura Estrangeira Literatura Estrangeira
Análise e elaboração de Avaliação em LE 60h
Educação 60h Educação 60h 60h Estrangeira II 60h III 60h IV 60h
MD) 45h

Psicologia da Filosofia da Educação Didática das Tecnologias no Ensino Tópicos em Educação Tópicos em Educação Tópicos em Educação
Didática Geral 60h
Educação 60h 60h Línguas 60h de LE 60h LE I (45h) LE II (30h) LE III (45h)

Disc. Optativa I FTM da LIBRAS Metodologia do Ensino Política e Legislação


Educação Inclusiva 60h
LE 45h 45h de LE 60h Educacional 60h

Disc. Optativa II Disc. Optativa IV Disc. Optativa VI


TCC II (30)
LE 30h L LE 45h LE 45h
Disc. Optativa V Disc. Optativa VII
LE 30h LE 30h
P V (Prática de
Pesquisa Orientada em
LE) 45hs

375 345 405 390 435 495 510 435

NOTAS RELEVANTES * Para integralização deste currículo exige-se: cursar uma disciplina optativa e o cumprimento mínimo de Atividades Complementares, as quais devem ser
efetivadas pelo acadêmico no decorrer do curso.
** Integra ainda este currículo o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), o qual, de acordo com o § 5º, do Art. 5º, da Lei 10.861, de
14/04/2004, é componente curricular obrigatório dos cursos de Graduação.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 63


7 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS

7.1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS

7.1.1 Disciplinas pedagógicas obrigatórias

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM LÍNGUA PORTUGUESA


60ha

EMENTA

Apresentação e discussão das diferentes modalidades de avaliação da aprendizagem. Discussão a


respeito das diversas modalidades de avaliação em textos orais e escritos. Discussão a respeito dos
PCN’s de Língua Portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação e emancipação. São Paulo: Cortez,
2000.
BELTRAN, José Luís. O ensino de português: intenção ou realidade. São Paulo: Moraes, 1989.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998.
XAVIER, Maria Luísa; ZEN, Maria Isabel H. Dalla (org.). Ensino da língua materna: para além da
tradiçã[Link] Alegre:Mediação,1998.

Bibliografia Complementar

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
RUIZ, Eliana. Como se corrige redação na escola. São Paulo: Mercado de Letras, 2001.
TASCA, Maria (org.). Desenvolvendo a língua falada e escrita. Porto Alegre: Sagra, 1990.

DIDÁTICA GERAL
60ha

EMENTA

Evolução histórica da Didática e seus pressupostos epistemológicos. Conceito da Didática. Objeto


de Estudo. A Didática e a formação do profissional da educação. As tendências pedagógicas na
prática escolar: as abordagens no processo de ensino-aprendizagem e a interação professor-aluno.
Organização do trabalho docente na escola: Projeto pedagógico, currículo e planejamento de ensino.
O planejamento na ação didática: conteúdo, objetivos, metodologia, recursos e tecnologias para o
processo de ensino, avaliação no processo ensino-aprendizagem. Questões críticas da didática:
disciplina/indisciplina, ciclos escolares e avaliações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. 6. ed. São Paulo: Ática, 2003.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 64


LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Coord.). Repensando a didática. 29 ed. Campinas-SP: Papirus,
2012.
IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza.
5 ed. São Paulo: Cortez, 2005.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis (RJ): Vozes, 2002.

Bibliografia Complementar

COMÊNIO, João A. Didática magna. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1966


CANDAU, Vera Maria. A Didática em questão. 28. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
NÓVOA, António. Formação de professores e trabalho pedagógico. Lisboa: EDUCA, 2002.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA
60ha

EMENTA

Histórico da Educação Inclusiva, fundamentos e metodologias para sua efetivação. A política


nacional e a fundamentação legal da Educação Inclusiva. Direitos Humanos e Políticas Públicas para
a educação das diversidades étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa, de faixa geracional. Educação
Especial na perspectiva da Educação Inclusiva: aspectos históricos, teóricos, políticos e legais
pertinentes à constituição desta modalidade de educação. Educação Inclusiva e seus desafios junto
às famílias e à sociedade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1992.
BUTLER, Judith P. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Tradução Renato
Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
DUK, Cynthia. Educar na diversidade: material de formação docente. 3. ed. – Brasília: [MEC,
SEESP], 2006. 266 p.
FIGUEIRA, Emílio. O que é educação inclusiva. Coleção Primeiros Passos. São Paulo:
Brasiliense, 2013.
MANTOAN, Maria Tereza Eglér et al. A Integração das Pessoas com Deficiência: contribuições
para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnom, 2009.
VALENTE, Ana Lúcia E. F. Ser negro no Brasil hoje. São Paulo: Editora Moderna Ltda., 1987.
VASCONCELOS, Renata [Link] Cultural e Inclusão na Formação de Professoras e
Professores. São Paulo: Formato, 2004.

Bibliografia Complementar

DUARTE, Ana Cristina Santos; PÊPE, Alda Muniz. Educar e Aprender na Diversidade – um
caminho para a inclusão. Curitiba: Appris, 2015.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar – O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo:
Summus, 2015.
MORIN, Edgar. Os sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2011.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 65


FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
60ha

EMENTA

O filosofar e a filosofia da educação; educação: concepções, historicidade, finalidades e


problemáticas; filosofia da educação: especificidades na interrogação filosófica da educação;
tendências filosóficas de interpretação da educação desde os gregos até os contemporâneos;
paradigmas educativos nos sistemas filosóficos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Bauru: EDIPRO, 2009.


BRANDÃO, C. R. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1987.
JAEGER, W. Paidéia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
KANT, I. Lições sobre educação (Ou Sobre a Pedagogia).
PAGNI, Pedro; SILVA, José D. (orgs.). Introdução à filosofia da educação: temas contemporâneos
e história.
ROSSEAU, J. J. Emílio. São Paulo: Difel, 1968.

Bibliografia Complementar

CAMPOS, Pedro Ortega. Educar perguntando: ajuda filosófica na escola e na vida. São Paulo:
Paulinas, 2008.
CESCON, Everaldo. NODARI, Paulo César. Temas de Filosofia da Educação. Caxias do Sul,
EDUCS, 2009.
DALBOSCO, Cláudio Almir. Pedagogia filosófica: cercanias de um diálogo. São Paulo: Paulinas,
2009.
HOURDAKIS, Antoine. Aristóteles e a educação. São Paulo: Loyola, 2001.
LEÃO, Delfim Ferreira. FERREIRA, José Ribeiro. FIALHO, Maria do Céu. Cidadania e Paideia
na Grécia antiga. São Paulo: Annablume Clássica; Coimbra: CECH, 2011.
SCOLNICOV, Samuel. Platão e o problema educacional. São Paulo: Loyola, 2006

METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA E LITERATURA PORTUGUESA I


60ha

EMENTA

Discussão e análise de problemas do ensino tradicional de língua portuguesa. Objetivos do ensino


de língua materna. A literatura no ensino fundamental. O ensino de língua portuguesa no Ensino
Fundamental no 3º e 4º Ciclos. Recursos Didáticos para o ensino de Língua e Literatura de Língua
Portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRITO, E. PCNs de Língua Portuguesa: a prática em sala de aula. São Paulo: Arte & Ciência,
2003.
FRANCO, Â. Metodologia de ensino: Língua Portuguesa. Belo Horizonte: Lê, 1997.
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2002.
MAGNANI, Maria do Rosário M. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto. São

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 66


Paulo: Martins fontes, 2001
NASPOLINI, Ana Tereza. Tijolo por tijolo: prática de ensino de língua portuguesa. São Paulo:
FTD, 2009.

Bibliografia Complementar

ROJO, R. Org. A prática de linguagem em sala de aula: praticando os PCN’s. Campinas: Mercado
de Letras, 2006.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática São
Paulo: Cortez, 2008.
ZILBERMAN, Regina. A Literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 1985.

METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA E LITERATURA PORTUGUESA II


60ha

EMENTA

Novas abordagens para o ensino de Gramática no Ensino Médio. A literatura no ensino médio. O
ensino de língua portuguesa no Ensino Médio. Recursos Didáticos para o ensino de Língua e
Literatura de Língua Portuguesa. Critérios de análise de Material Didático.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
PEREIRA, Nilton Mullet et al (Orgs.). Ler e escrever: compromisso no ensino médio. Porto
Alegre: UFRGS, 2008.
RIOLFI, Claudia et al. Ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre: Artmed.
SOUZA, Ana Lucia Silva Souza; CORTI, Ana Paula; MEDONÇA, Márcia. Letramentos no
ensino médio. São Paulo: Parábola, 2012.

Bibliografia Complementar

NEVES, Maria Helena de M. Gramática na escola. São Paulo: Contexto, 1990.


PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática – ensaios sobre a linguagem. São Paulo: Ática, 1999.
TRAVAGLIA, Luiz C. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. São
Paulo: Cortez, 2008.

POLÍTICA E LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL


60ha

EMENTA

A estrutura sócio-histórica do sistema escolar brasileiro: fundamentos legais, políticos e culturais.


Resgate histórico dos principais documentos legais atinentes à educação, tais como a educação nas
constituições brasileiras, as principais reformas do ensino e os embates em volta das Leis de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O Sistema Escolar Brasileiro. As mudanças da sociedade
brasileira e as reformas de ensino. A LDB nº. 9394/96: Desafios e possibilidades. Função social da
escola e a Nova LDB. O Projeto político-pedagógico. Novas exigências da formação profissional
para o professor da educação básica. As novas diretrizes curriculares nacionais. O contexto sócio-

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 67


econômico-cultural e os processos educativos decorrentes das Políticas Públicas para a educação.
Gestão democrática da educação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRANDÃO, Carlos da Fonseca. LDB Passo a Passo. São Paulo: Avercamp, 2000.
DEMO, Pedro. Desafios Modernos da Educação. Petrópolis, Editora Vozes, 1993.
FÁVERO, Osmar (org.). A Educação nas Constituintes Brasileiras (1823-1988). Campinas:
Autores Associados, 1996. (Coleção Memória da Educação).
LIBÂNEO, José. Democratização da Escola Pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos.
São Paulo: Loyola, 1989.
SAVIANI, Demerval. A nova LDB: trajetórias, limites, perspectiva. Campinas: Autores
Associados, 1997.

Bibliografia Complementar

MENEZES. João Gualberto de carvalho et al. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica:


leitura. São Paulo: Pioneira, 1999.
SAVIANI, Demerval. Educação Brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Saraiva. 1979.
STREHL, Afonso; REQUIA, Ivony da Rocha. Estrutura e Funcionamento da Educação Básica.
Porto Alegre: Editora Sagra, 2000.

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
60ha

EMENTA

Conceito e propostas da Psicologia da Educação. Principais abordagens teóricas do


desenvolvimento/aprendizagem e suas influências no cenário educativo. Relações afetivas no
processo ensino-aprendizagem. Ações educativas que favorecem o relacionamento interpessoal
(família/docentes/alunos). Perspectivas e desafios das práticas pedagógicas na atualidade, levando
em consideração as etapas do ciclo vital do desenvolvimento. Subjetividade e adoecimento
profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOCK, Ana Bahia. Psicologias: uma introdução ao estudo da Psicologia. 13 ed. São Paulo:
Saraiva, 2002.
GALVÃO, Izabel. Henri Wallon: Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. 16 ed.
Petrópolis: Vozes, 2007.
GOULART, Iris. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações à prática pedagógica.
18 ed. Petrópolis: Vozes, 2012.
PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1980.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

Bibliografia Complementar

COLL, C., JESUS, P.; MARCHESI, A. (Orgs). Desenvolvimento psicológico e educação:


Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
SISTO, Fermino.; MARTINELLI, Selma. Afetividade e dificuldades de aprendizagem: uma

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 68


abordagem psicopedagógica. São Paulo: Vetor Editora, 2006.
VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989.

SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
60ha

EMENTAS

Abordagem sobre a contribuição dos pensadores clássicos no campo da educação. Compreensão da


relação indivíduo e sociedade. Educação e cultura. Reflexão sobre a contribuição dos pensadores
contemporâneos no campo da educação. Dominação, reprodução e ideologia. Processos educativos.
Cultura e construção de valores sociais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOURDIEU, P; PASSERON, J-C. A Reprodução. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1982.


FORACHI, Marialice Mencarini, MARTINS, José de Souza. Sociologia e Sociedade: leituras de
introdução à sociologia. São Paulo: LTC, 2008.
MANNHEIM, Karl. Introdução à Sociologia da Educação. 3ª Ed. São Paulo: Cultrix, 1974.
NOGUEIRA, Maria Alice; CATANI, Afrânio. Escritos de Educação. Petrópolis RJ: Vozes, 1998.
WEBER, Max. Economia e Sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. 4ª Ed.. Brasília:
UNB, 2004.

Bibliografia Complementar

FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. 29ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
LAHIRE, Bernard. Sucesso escolar nos meios populares. São Paulo: Ática, 1997.
QUITANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.; OLIVEIRA, M. G. M. (Orgs.). Um toque de clássicos:
Durkheim, Marx e Weber. 2. Ed. Belo Horizonte: UFMG, 2009.

TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO APLICADAS A EDUCAÇÃO


60ha

EMENTA

Conceitos Básicos em Tecnologias de Informação e Comunicação na sociedade e na educação


escolar. Mídias e suas variações como expressão simbólica das diferenças culturais. A tecnologia
como aparelho ideológico. Processos educativos mediados por tecnologias. Gestão da Comunicação
e das Mídias no Ambiente Escolar. Atividades de Integração nas diferentes tecnologias usadas na
Educação. Fundamentos de Educação a Distância e seus processos de ensino e aprendizagem.
Tecnologia, Comunicação, Multimídia e formação de professores: questões para estudos, pesquisas
e práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, Rêmulo Maia. Internet e Educação. Lavras: Faepe, 2002.


BARRETO, Raquel Goulart (org.). Tecnologias educacionais e educação a distância – avaliando
políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2001.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 69


BIANCHETTI, Lucídio. Da chave de fenda ao laptop – tecnologia digital e novas qualificações:
desafios à educação. Petrópolis: Vozes, Unitrabalho e UFSC. 2001.
GOMES, Apuena Vieira. Informática e educação: interdisciplinar. Natal, RN: EDUFRN Editora
da UFRN, 2005. (ebook)
MORAN, José Manuel; MASSETTO, Marcos T; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas
tecnologias e mediação pedagógica. 8. ed. Campinas, SP: Papirus, 2004.

Bibliografia Complementar

COX, Kenia Kodel. Informática na educação escolar. 2ª ed. Campinas, SP: Autores Associados,
2008.
SACCOL, Amarolinda; SCHLEMMER, Eliane; BARBOSA, Jorge. M-learning e U-learning:
novas perspectivas das aprendizagens móvel e ubíqua. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
SILVA, Eli Lopes da (Org). Mídia-educação: tecnologias digitais na prática do professor. 1. ed.
Curitiba, PR: CRV, 2012.

TÓPICOS EM EDUCAÇÃO I
45ha

EMENTAS

Disciplina de tema variado: O curso se propõe a desenvolver Tópicos Especiais da Educação, a partir
de textos clássicos pertinentes, de acordo com as pesquisas em andamento no curso de Letras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TÓPICOS EM EDUCAÇÃO II
30ha

EMENTAS

Disciplina de tema variado: O curso se propõe a desenvolver Tópicos Especiais da Educação, a


partir de textos clássicos pertinentes, de acordo com as pesquisas em andamento no curso de
Letras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 70


TÓPICOS EM EDUCAÇÃO III
45ha

EMENTAS

Disciplina de tema variado: O curso se propõe a desenvolver Tópicos Especiais da Educação, a partir
de textos clássicos pertinentes, de acordo com as pesquisas em andamento no curso de Letras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.1.2 Disciplinas pedagógicas

AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
60ha

EMENTAS

Avaliação e ideologia: pela democratização do Ensino; Avaliação e sua perspectiva social; Avaliação
como compromisso com a aprendizagem de todos: por uma nova intencionalidade; Avaliação:
Definições, funções, modalidades; Instrumentos avaliativos; Avaliação emancipatória, mediadora e
dialógica; Avaliação e suas algumas proposições; Avaliação dos sistemas: análises e críticas;
Avaliação e as diretrizes legais para o Ensino Fundamental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GANDIN. D. A Prática da Avaliação Participativa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.


HOFFMANN, Jussara. Avaliação, Mito e Desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre:
Educação e Realidade Revistas e Livros, 1993.
SANT’ANNA, Ilza Martins. Por que Avaliar? Como Avaliar?: critérios e instrumentos de
avaliação. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória:
desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 5. ed. São Paulo: Cortez,
2000.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa (Org.). Práticas
Avaliativas e Aprendizagens Significativas em Diferentes Áreas do Currículo. Porto Alegre:
Mediação, 2003.

Bibliografia Complementar

HOFFMAN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à


universidade. Porto Alegre; Educação e Realidade, 1993.
MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para Conhecer, Examinar para Excluir. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
ZABALA, Antonio. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 71


EDUCAÇÃO AMBIENTAL
60ha

EMENTAS

Educação Ambiental: conceito e princípios básicos desde o ponto de vista ético, conceitual e
metodológico e o processo de formação do sujeito ecológico. A educação Ambiental na escola:
currículo escolar; modelos de aprendizagem, conteúdos, estratégias de ensino, assim como os
saberes construídos em diferentes espaços e tempos das trajetórias de vida. Discute as práticas
educativas de Educação Ambiental expressas nos currículos escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Lei n. 9795 de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental. Política
Nacional de Educação Ambiental. Brasília, 1999.
CARVALHO, I.C.M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez,
2004.
GUIMARÃES, M. A formação de educadores ambientais. Campinas, São Paulo: papirus, 2011.
LOUREIRO, C. F. B. Trajetórias e fundamentos da Educação Ambiental. São Paulo: Cortez, 2006.
REIGOTA, M. O que é educação ambiental. São Paulo: brasiliense, 2012, (coleção: primeiros
passos).

Bibliografia Complementar

BRASIL. Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares


Nacionais para a Educação Ambiental. DOU nº 116.
CAPRA, F. Falando a linguagem da natureza: Princípios da sustentabilidade. In: STONE, M. K.;
BARLOW, Z. (Org.). Alfabetização ecológica: a educação das crianças para um mundo
sustentável. São Paulo: CULTRIX, 2006.
CAVALCANTI, Clóvis (Org.). Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas.
São Paulo: Cortez, 2001.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS


60ha

EMENTA

Retrospecto histórico da Educação de Jovens e Adultos. A EJA na legislação educacional vigente.


Políticas educacionais de EJA. Fundamentos teóricos da EJA. Especificidades metodológicas da
EJA. A EJA enquanto campo de estudo para as Licenciaturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FREIRE, Paulo; NOGUEIRA, Adriano. Que fazer: teoria e prática em Educação Popular. 11ª ed.
Petrópolis - RJ: Vozes, 2011.
GADOTTI, Moacir. Educação de Adultos como direito humano. São Paulo: Instituto Paulo
Freire, 2009.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 72


OLIVEIRA; Ivanilde Apoluceno de; MOTA NETO, João Colares da; SANTOS, Tânia Regina
Lobato dos Santos (Org.). Educação de Jovens e Adultos: pesquisas e memórias. Belém-PA:
EDUEPA, 2014.
ROMÃO, José Eustáquio; GADOTTI, Moacir (Orgs.) Educação de Jovens e Adultos: teoria,
prática e proposta. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2001.
SOARES, Leôncio (Org.) Educação de Jovens e Adultos: o que revelam as pesquisas. Belo
Horizonte: Autêntica, 2011.

Bibliografia Complementar

JARDILINO, José Rubens Lima; ARAÚJO, Regina Magna Bonifácio de. Educação de Jovens e
Adultos: sujeitos, saberes e práticas. São Paulo: Cortez, 2014.
OLIVEIRA, Ivanilde Apoluceno de (Org.). Formação pedagógica de educadores populares:
fundamentos teórico-metodológicos freireanos. Belém: UEPA/CCSE/NEP, 2011.
SOARES, Leôncio; GIOVANETTI, Maria Amélia; GOMES, Nilma Lino (Orgs.) Diálogos na
Educação e Jovens e Adultos. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.

EDUCAÇÃO DO CAMPO
60ha

EMENTA

Concepções e conceitos de Educação do Campo. Heterogeneidade e características sociais,


políticas, econômicas e culturais das populações do campo. Educação do campo: política pública e
projeto político pedagógico. O espaço organizacional do campo e da escola do campo. Práticas
pedagógicas em classes multisseriadas. Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas
Escolas do Campo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARROYO, Miguel. Por uma educação do campo. 1 ed. Vozes, 2004.


BENJAMIN, C.; CALDART, R. S. Projeto popular e escolas do campo. Brasília, DF:
Articulação Nacional Por uma Educação Básica do Campo, 2000.
HAGE, S. M. (Org.). Educação do campo na Amazônia: retratos de realidade das escolas
multisseriadas no Pará / - Belém: Grafica e Editora Gutemberg Ltda, 2005.
KOLLING, E. J.; CERIO-LI, P. R., OSFS; CALDART, R. S. (organizadores). Educação do
Campo: identidade e políticas públicas /. Brasília, DF: articulação nacional Por Uma Educação do
Campo, 2002.
MOLINA, M. C.; JESUS, S. M. S. A. (organizadoras). Contribuições para a construção de um
projeto de Educação do Campo. Brasília, DF: Articulação Nacional "Por Uma Educação do
Campo, 2004.

Bibliografia Complementar

MEIRIEU, Philippe. O cotidiano da escola e da sala de aula. 1 ed. Artmed, 2009.


PAIVA, Vanilda Pereira. Perspectivas e dilemas da educação popular. 2 ed. Graal editora, 1984.
SAVIANI, Demerval. Pedagogia histórico-crítica. 10 ed. Autores associados, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 73


EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ETNORRACIAIS
60ha

EMENTAS

Conceito de cultura e sociedade. Educação e cultura. Identidades e Interculturalidade. Diversidade,


espaço e relações étnico-raciais. A cultura e a diversidade sociocultural na Amazônia. Reflexos nas
condições materiais e simbólicas de existência do negro e do índio na atualidade e em sua inserção
nos contextos educativos. A educação indígena e em comunidades afrodescendentes na perspectiva
das Diretrizes Curriculares Nacionais e os Parâmetros Curriculares Nacionais. A formação de
professores para a diversidade étnica e de gênero na Educação Básica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADAMS, Cristina (org.). Sociedades Cablocas Amazônicas: modernidade e invisibilidade. São


Paulo: Annablume, 2006.
AQUINO, Julio Groppa (org.). Diferenças e Preconceitos na Escola: alternativas teóricas e
práticas. São Paulo: Summus, 1998.
LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero e Sexualidade: um debate contemporâneo na educação.
Rio de Janeiro: Vozes, 2003.
SANTOS, Renato Emerson Nascimento (org.) Diversidade, Espaço e Relações Étnico-raciais: o
negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. (Coleção Cultura Negra e
Identidades)
SILVA, Aracy L. A Temática Indígena na Escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º
graus. Brasília: MEC/MARI/Unesco/1995.

Bibliografia Complementar

BRAMOWICZ, Anete; SILVÉRIO, Valter Roberto (orgs.). Afirmando Diferenças: montando o


quebra-cabeça da diversidade na escola. Campinas: Papirus, 2005.
CUCHE, D. A Noção de Cultura nas Ciências Sociais. Bauru: EDUSC, 1999.
D'ANGELIS, Wilmar; VEIGA, Juracilda (orgs.). Leitura e Escrita em Escolas Indígenas.
Campinas, SP: Mercado de Letras. 1997.

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
60ha

EMENTA

Compreender a importância da História da Educação para cultura geral do educador. Estudo dos
conceitos de História e História da Educação, relacionando-os aos processos históricos da educação
desde os primórdios da educação (Sociedades Tribais), até os processos educacionais clássicos
(Grécia e Roma), medieval, renascimento e iluminismo. Educação Estatal na América Portuguesa.
Introdução a pesquisa em História da Educação na Amazônia Amapaense.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: Geral e Brasil. 3º ed.
rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 2006.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 74


ARAÚJO, Sônia Maria da Silva; FRANÇA, Maria. P. Socorro de Souza Avelino; ALVES, Laura
Maria da Silva Araújo. (Orgs.). Educação e Instrução Pública no Pará Imperial e Republicano.
Belém: EDUEPA, 2015.
ESTACIO, Marcos André Ferreira; NICIDA, Lucia Regina de Azevedo. História e Educação na
Amazônia. Manaus: Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2016.
FONSECA, Thais Nivia de Lima e. As Reformas Pombalinas no Brasil. Belo Horizonte, Mazza
Edições, 2011.
LOBATO, Sidney da Silva. Educação na Fronteira da Modernização: a política educacional no
Amapá (1944-1956). Belém: Paka-Tatu, 2009.

Bibliografia Complementar

ALBUQUERQUE, Maria Betânia B. Beberagens indígenas e educação não escolar no Brasil


colonial. Belém: FCPTN, 2012.
DAMASCENO, Alberto. Espadas, Terços e Letras: origens da educação estatal na América
Portuguesa. Editora Açaí, Belém, 2012.
MANACORDA, Mario Alighiero. História da Educação: da Antiguidade aos nossos dias. 13. ed.
São Paulo: Cortez, 2010.

ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO
60ha

EMENTAS

Sistema Educacional Brasileiro. Elementos histórico-filosóficos da Política Educacional Brasileira.


A educação brasileira na ordem constitucional. O processo educativo e as transformações da
sociedade contemporânea. Retrocessos e avanços trazidos pela nova Legislação Educacional
Brasileira. Elementos teóricos e metodológicos das políticas públicas presentes na Educação
Básica. Organização do Ensino no Estado do Amapá.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CURY, Carlos Roberto Jamil. Legislação Educacional Brasileira – Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
IRIA, Brzezinski. (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo. Cortez,
2002.
LIBÂNEO, José Carlos et al. Educação Escolar: Políticas, Estrutura e Organização. 5. ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
SAVIANI, Dermeval, A nova Lei da Educação. Campinas, autores Associados, 2008.
SAVIANI, Demerval. Educação brasileira: estrutura e sistema. 8. ed. Campinas: Cortez, 2000.

Bibliografia Complementar:

PLASENCIA, J. R. Cidadania em ação. Rio de Janeiro. Vozes, 2001.


SHIROMA, Eneida Oto e outros. Política educacional. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
SOUZA, Paulo N. Pereira e SILVA, Eurides Brito. Como entender e aplicar a nova LDB. São
Paulo: Pioneira, 1997.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 75


TEORIAS DO CURRICULO
60ha

EMENTA

Atividade humana e o currículo; a produção do conhecimento no ambiente educativo e o currículo:


ação docente e discente. O surgimento dos debates curriculares no Brasil: currículos e programas.
Currículo, Educação Cultura e Sociedade. Parâmetros Curriculares Nacionais: análise e crítica.
Propostas de organização Curricular: Ciclos e trabalho com projetos; as teorias curriculares
tradicionais críticas e pós-críticas e seus paradigmas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COSTA, M. V. (Org.). O Currículo nos Limiares do Contemporâneo. Rio de Janeiro: DP&A,


2001.
LOPES, Alice Ribeiro Casimiro; MACEDO, Elisabeth. Disciplinas e integração curricular:
histórias e políticas. Rio de Janeiro: DP& A, 2002.
SILVA, Tomaz Tadeu da Silva. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do
currículo. 2ed. Belo Horizonte: Autentica, 2005.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Currículo: a atividade humana como princípio educativo.
São Paulo: Libertad, 2009.
ZOTTI, Solange Aparecida. Sociedade, educação e currículo no Brasil. Dos jesuítas aos anos
[Link]: Ed. Plano, 2004.

Bibliografia Complementar

COSTA, Marisa Vorraber (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 4. ed. Rio de
Janeiro:DP&A, 2005.
ESTEBAN, Maria Teresa (Org.). Escola, currículo e avaliação. [Link]. São Paulo: Cortez, 2008.
FERRAÇO, Carlos Eduardo (Org.). Cotidiano escolar, formação de professores(as) e currículo.
Colaboração de Inês Barbosa de Oliveira. et al. São Paulo: Cortez, 2005.

7.1.3 Disciplinas de formação profissional obrigatórias de Linguistica e Língua


Portuguesa

L I - INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DA LINGUAGEM


60ha

EMENTA

A constituição e os princípios da ciência da linguagem. Saussure e a emergência da Linguística.


Principais correntes da Linguística Moderna: Estruturalismo, Gerativismo e Funcionalismo.
Conceitos de linguagem; língua; enunciação; interlocução; texto e discurso. Concepções de
Gramática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FIORIN, José. (Org.). Introdução à Linguística: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2003.
____. Linguística: o que é isso? São Paulo: Contexto, 2013.
MARTELOTTA, M. E. Manual de linguística. 2ed. São Paulo: Contexto, 2013.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 76


SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de Linguística Geral. São Paulo: Cultrix, 1971.
WEEDWOOD, Barbara. História concisa da linguística. 4 ed. São Paulo: Parábola, 2005.

Bibliografia Complementar

CHOMSKY, Noam. Linguagem e mente. São Paulo: Editora Unesp, 2009.


DASCAL, M. (Org.). Fundamentos metodológicos da linguística: volume 1-4. Campinas, SP:
IEL/Unicamp, 1981.
MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Orgs.). Introdução à Linguística: volume 1-2. São Paulo:
Cortez, 2004.

L II - FONÉTICA E FONOLOGIA GERAL


30ha

EMENTA

Princípios básicos da fonética. Aparelho fonador e sua relação com a fala. Relação fonética e
fonologia. Fonologia: conceitos básicos e princípios de análise. Principais abordagens fonológicas
no estudo de línguas naturais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLOU, D.; LEITE, Y. Iniciação à fonética e à fonologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2005.
CAVALIERE, R. Pontos essenciais em fonética e fonologia. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
FIORIN, José L. (Org.). Introdução à Linguística: Princípios de análise. São Paulo: Contexto,
2003.
SILVA, T. C. Fonética e fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 9 ed. São
Paulo: Contexto, 2009.
SCHWINDT, L. C. (Org.). Manual de Linguística: fonologia, morfologia e sintaxe. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2014.

Bibliografia Complementar

JAKOBSON, C. G. M. Fonema e Fonologia. Tradução de Mattoso Câmara Jr.. Rio de Janeiro:


Livraria Acadêmica, 1972.
LEPSCHY, G. C. A linguística estrutural. 2 ed. São Paulo: Perspectiva, 1975.
WEISS, H. E. Guia de fonética articulatória. Brasília: Instituto de Linguística de Verão, 1977.

L III - TEORIAS LINGUÍSTICAS


60ha

EMENTA

Principais abordagens nos estudos da linguagem: formalismo vs. funcionalismo. Funcionalismo


europeu: Escola Linguística de Praga. Funcionalismo norte-americano. A teoria da enunciação.
Emergência do discurso. Os princípios da Linguística Textual.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 77


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENVENISTE, Emile. Problemas de Linguística Geral. Vols. 1 e 2. São Paulo: Pontes, 2005.
FONTAINE, J. O círculo lingüístico de Praga. São Paulo: Cultrix; Edusp, 1978.
GIVON, T. A compreensão da Gramática. São Paulo: Cortez, 2012
MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Orgs.). Introdução à Linguística. São Paulo: Cortez, 2004.
(Vol. 3).
NEVES, M. H. de M. Gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

Bibliografia Complementar

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1970.


FÁVERO, L. L.; KOCH, I. G.V. Linguística Textual: introdução. 2ed. São Paulo: Cortez, 1988.
SARFATI, G.; PAVEAU, A.M. As grandes teorias da lingüística. Editora Claraluz, 2006.

L IV - MORFOLOGIA GERAL
30ha

EMENTA

Conceituação de morfologia e sua interdependência com a fonologia e a sintaxe. Morfema:


conceito, classificação e identificação. Morfemas lexicais e gramaticais. Princípios de análise
morfológica. Estrutura, formação, flexão e classificação de palavras nas línguas naturais Morfologia
flexional e morfologia derivacional. Classes de palavras em línguas naturais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂMARA, J. M. Estrutura da Língua Portuguesa. 36 ed. Petrópolis: Vozes, 2004.


HENRIQUES, Cláudio Cézar. Morfologia: Estudos lexicais em perspectiva sincrônica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
KOCH, Ingedore.; SOUZA e SILVA, C. P. Linguística aplicada ao português: Morfologia. São
Paulo: Cortez Editora, 1985.
ROSA, M. C. Introdução à Morfologia. São Paulo: Contexto, 2000.
SANDMANN, A. J. Morfologia geral. São Paulo: Contexto, 1991.

Bibliografia Complementar

BASÍLIO, M. Teoria Lexical. São Paulo: Ática, 2001.


CÂMARA, J. M. Problemas de Linguística Descritiva. 15 ed. Petrópolis: Vozes, 1971.
LYONS, J. Introdução à Lingüística Teórica. São Paulo: Ed. Nacional/Ed. da USP, 1979.

L V - SINTAXE GERAL
30ha

EMENTA

Noções e conceitos básicos. O sintagma: tipos, estrutura e relações. Argumentos e Adjuntos.


Análise de Constituintes. Frase, oração e período. Coordenação e subordinação. Regência e
Concordância. Papéis Temáticos.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 78


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AZEREDO, J. C. Iniciação à Sintaxe do português. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.
CARONE, F. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1998.
MIOTO, C.; SILVA, M. C. F.; LOPES, R. Novo Manual de Sintaxe. São Paulo, Contexto, 2013.
PERINI, Mário. A Gramática Gerativa: introdução ao estudo da sintaxe portuguesa. Belo
Horizonte: Vigília, 1976.
____. Princípios de Linguística Descritiva: introdução ao pensamento gramatical. São Paulo:
Parábola, 2006.

Bibliografia Complementar

BORBA, Francisco da Silva. Teoria Sintática. São Paulo: Edusp, 1979.


KOCH, Ingedore.; SOUZA e SILVA, C. P. Linguística aplicada ao português: Sintaxe. São
Paulo: Cortez Editora. 2011.
PERINI, Mário Alberto. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 2007.

L VI - SOCIOLINGUÍSTICA
60ha

EMENTA

A linguagem como fenômeno social. Os conceitos básicos da sociolinguística. Os procedimentos


e métodos da pesquisa sociolinguística. A variação e a mudança e os contatos linguísticos.
Princípios gerais de dialetologia. Sociolinguística e o ensino de língua materna.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALVET, Louis-Jean. Sociolinguística: uma introdução crítica. São Paulo: Parábola Editorial.
FERREIRA, Carlota. A dialetologia no Brasil. São Paulo: Contexto, 1994.
MOLLICA, M. C.; BRAGA, M. L. Introdução à Sociolinguística: o tratamento da variação.
Editora Contexto. 2013.
LABOV, William. Padrões sociolinguísticos. São Paulo: Parábola Editorial. 2008.
PRETI, D. Sociolinguística: os níveis de fala. 9 ed. São Paulo: EdUSP, 2003.

Bibliografia Complementar

BORTONI, S. M. Nós cheguemo na escola e agora? São Paulo: Parábola, 2004.


COUTO, H. H.. Introdução ao estudo das línguas crioulas e pidgins. Brasília: Editora da
Universidade de Brasília, 1996.
TARALLO, F. A pesquisa sociolinguística. São Paulo: Ática, 2003.

L VII - SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA


60ha

EMENTA

Constituição da Semântica e da Pragmática como Disciplina. Conceitos básicos em Semântica e


Pragmática: sentido e referência, expressões referenciais e predicados, dêixis, relações de sentido

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 79


e relações lógicas. A teoria dos atos de fala e implicaturas conversacionais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARMENGAUD, F. A Pragmática. São Paulo: Parábola, 2006.


CANÇADO, M. Manual de Semântica: noções básicas e exercícios. São Paulo: Contexto, 2013.
DUCROT, O. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987.
GUIMARÃES, E. História da semântica: sujeito, sentido e gramática no Brasil. Campinas:
Pontes, 2004.
MARQUES, M. H. D. Iniciação à semântica. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

Bibliografia Complementar

GUIMARÃES, E. Os limites do sentido: um estudo histórico e enunciativo da linguagem. 3 ed.


Campinas: Pontes, 2005.
PEUCHEUX, M. Semântica e Discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. 4 ed. Campinas,
SP: Editora Unicamp, 2004.
VOGT, C. O intervalo semântico: contribuições para uma semântica argumentativa. São Paulo:
Ática, 1977.

L VIII - ANÁLISE DO DISCURSO


45ha

EMENTA

A Análise do Discurso: seus pressupostos teóricos, procedimentos e correntes. Conceitos básicos


de Análise do Discurso: concepções de Língua, Discurso, Ideologia e Sujeito. Relações
língua/discurso, texto/discurso. Condições de produção do discurso. Formação ideológica e
formação discursiva. A heterogeneidade discursiva. Interdiscursividade e intertextualidade. A
memória discursiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRANDÃO, H. N. Introdução à análise do discurso. São Paulo: Editora da Unicamp, 2004.


FIORIN,José. L. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto, 1997.
MAINGUENEAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. Campinas:
Pontes/Editora da Unicamp, 1997.
ORLANDI, Eni P. Análise do discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes,
2005.
POSSENTI, Sírio. Os limites do discurso: Ensaios sobre discurso e sujeito. São Paulo: Parábola.
2009.

Bibliografia Complementar

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997.


GUARACIABA-MICHELETTI (org.). Enunciação e gêneros discursivos. São Paulo: Cortez,
2008.
MAINGUENEAU, Dominique. Gênese dos discursos. Trad. Sírio Possenti. Curitiba: Criar
edições, 2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 80


L IX - PSICOLINGUÍSTICA
60ha

EMENTA

Constituição e evolução da Psicolinguística. Principais posicionamentos da relação entre


linguagem e cognição. Modelos e teorias de aquisição, desenvolvimento e processamento da
linguagem. Psicopatologia da linguagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas,
1991.
MORATO, E. M. Linguagem e cognição: as reflexões de L.S. Vygotsky sobre a ação reguladora
da linguagem. São Paulo: Plexus, 1996.
PIAGET, Jean. A. A linguagem e o pensamento da criança. [Link]. São Paulo: Martins Fontes,
1989.
GODOY, Elena; SENNA, Luiz Antônio G. Psicolinguística e Letramento. Curitiba: Ibpex,
2011.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

Bibliografia Complementar

CHOMSKY, Noam. Linguagem e pensamento. Petrópolis: Vozes, 1971.


FIGUEIREDO, L. C. Matrizes do pensamento psicológico. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1991.
TITONE, R. Psicolinguística Aplicada: introdução psicológica à didática das línguas. São Paulo:
Summus, 1983.

LP I - FONÉTICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA


30ha

EMENTA

Sistema fonológico do português: consoantes, vogais e prosódia. Abordagens teóricas aplicadas às


análises do português. Estudos de variação fonético-fonológicos do português brasileiro.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BISOL, L. Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. 5ª ed. Porto Alegre:


EDPUCRS. 2010.
CAGLIARI, L. C. Análise Fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para
o modelo fonêmico. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002.
CAMARA JR, J. M. Estrutura da língua portuguesa. Petrópolis, 44ª ed. RJ: Vozes, 2011.
____. Para o estudo da fonêmica portuguesa. 2ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
MAIA, E. M. No reino da fala: a linguagem e seus sons. 3º ed. São Paulo: Ática, 1991.

Bibliografia Complementar

FONTAINE, J. O círculo lingüístico de Praga. São Paulo: Cultrix; Edusp, 1978.


JAKOBSON, C. G. M. Fonema e Fonologia. Tradução de Mattoso Câmara Jr.. Rio de Janeiro:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 81


Livraria Acadêmica, 1972.
WEISS, H. E. Guia de fonética articulatória. Brasília: Instituto de Lingüística de Verão, 1977.

LP II - MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA PORTUGUESA I


30ha

EMENTA

Definição de morfossintaxe. As unidades linguísticas e os níveis de análise. Análises morfológicas


do português: flexão verbal e nominal. Processos de formação de palavras na língua portuguesa.
Estrutura, classes e a formação de palavras em Português. Análise comparativa entre abordagem
teórica e gramatical.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASÍLIO, M. Formação e classes de palavras no português do Brasil. São Paulo: Contexto. 2004.
CARONE, F. B. Morfossintaxe. São Paulo: Ática. 9 ed. 2003.
KEHDI, V. Morfemas do português. São Paulo: Ática, 2001.
MACAMBIRA, José Rebouças. A Estrutura Morfo-Sintática do Português. São Paulo:
Pioneira, 1999.
SAUTCHUK, Inez. Prática de morfossintaxe: como e por que aprender análise (morfo)sintática.
2ª ed. Barueri: Manole, 2010.

Bibliografia Complementar

BECHARA, E. Moderna Gramática do Português. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.


CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro:
Lexikon, 2013.
INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 1995.

LP III - MORFOSSINTAXE DA LÍNGUA PORTUGUESA II


30ha

EMENTA

Estruturas sintáticas básicas do português contemporâneo: constituição e hierarquia de estruturas


oracionais simples e compostas. Sintaxe de colocação, de concordância e de regência. Identificação
e classificação das estruturas sintáticas. A transitividade verbal e a estrutura de argumentos do
predicado. Aspectos de variação e mudança no português brasileiro.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARONE, F. B. Subordinação e coordenação. São Paulo: Ática, 1988.


HENRIQUES, Claudio Cezar. Sintaxe. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
ILARI, R. Perspectiva funcional da frase portuguesa. Campinas, SP: UNICAMP, 1992.
LEMLE, M. Análise sintática: teoria geral e descrição do português. São Paulo: Ática, 1984.
NEVES, M. et alii. Gramáticas contemporâneas do português: com a palavra, os autores. São
Paulo: Parábola Editorial, 2014.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 82


Bibliografia Complementar

BECHARA, E. Moderna Gramática do Português. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.


LIMA, R. Gramática Normativa da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio, 2011.
NEVES, M. H. M. Gramática de usos do português. São Paulo: UNESP, 2000.

LP IV - HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA


60ha

EMENTA

História da língua portuguesa: origem, expansão e processos de mudança do Latim ao Português.


A posição do Português na família românica. A língua portuguesa no Brasil: características e
multilinguismo. A língua portuguesa na África e Ásia. O português na geopolítica do século XXI:
a Comunidade Países de Língua Portuguesa (CPLP).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASSO, R. M.; GONÇALVES, R. T. História Concisa da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:


Vozes, 2014.
FIORIN, José. L.; PETTER, M. África no Brasil: a formação da língua portuguesa. São Paulo:
Contexto, 2013.
FARACO, C. A. Linguística Histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São
Paulo: Parábola, 2005.
SILVA, R. V. M. O português arcaico: fonologia, morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto,
2006.
TEYSSIER, P. História da Língua Portuguesa. Lisboa: Sá da Costa, 1982.

Bibliografia Complementar

COUTINHO, I. L. Pontos de Gramática Histórica. 7. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,


1976.
FURLAN, O. A. Latim para o português: gramática, língua e literatura. Florianópolis: UFSC,
2006.
NEVES, M. H. M.. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo: Editora UNESP,
2002.

LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL


60ha

EMENTA

Desenvolvimento de habilidades de leitura utilizando gêneros textuais escritos, em língua


estrangeira, que circulam na área acadêmica, construção de vocabulário específico relacionado às
necessidades e habilidades da área de atuação profissional e acadêmica. Estratégias de referência
textual e lexical. Identificação de aspectos linguísticos que interferem na compreensão textual, tais
como grupos nominais, classes de palavras, grupos verbais, estrutura da sentença ativa e passiva e
elementos de coesão.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 83


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

LÍNGUA LATINA
60ha

EMENTA

Estudos sobre língua latina e sua relação com a cultura; modos de produção cultural latina e suas
implicações na atualização/ manifestação da língua latina; estudos da morfossintaxe nominal e
verbal referentes aos nomes de tema A, I, adjetivos e aos verbos nas formas finitas, INFECTVM e
PERFECTVM, modo indicativo e voz ativa; estudo de aspectos literários de obras em língua latina
da Antiguidade; sintaxe dos casos: nominativo, vocativo, genitivo, dativo, ablativo e acusativo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, N. M. Gramática Latina: curso único e completo. 29 ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
CARDOSO, Z. A. Iniciação ao Latim. 6 ed. São Paulo: Ática, 2006.
GARCIA, J. M. Introdução à teoria e prática do Latim. 3 ed, Brasília: Editora UnB, 2011.
RÓNAI, P. Curso Básico de Latim 1: gradus primus. 18 ed. São Paulo: Cultrix, 2006.
____. Curso Básico de Latim 1: gradus segundus. 18 ed. São Paulo: Cultrix, 2006.

Bibliografia Complementar

FURLAN, O. A. Latim para o português: gramática, língua e literatura. Florianópolis: UFSC,


2006.
SILVA NETO, S. História do latim vulgar. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,1977.
WILLIAMS, E. B. Do latim ao português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1991.

PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
30ha

EMENTA

Aprimoramento da leitura, compreensão e interpretação de textos, identificando as relações de


coerência textual, a produção de texto: releituras, paráfrases, resumos, sínteses, comentários em
diferentes gêneros textuais. Reconhecer os registros formais e informais da língua portuguesa.
Noção de Gêneros Textuais. Identificar as formas de ler e interpretar textos de diferentes gêneros
textuais. Conhecer e utilizar os mecanismos de coesão textual, de forma a produzir textos escritos
de diferentes gêneros textuais segundo a norma escrita padrão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 84


ANTUNES, Irandé. Lutar com Palavras: Coesão & Coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
BECHARA, E. Gramática escolar da língua portuguesa. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
2010.
FAULSTICH, E. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
FIORIN, José L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed., São Paulo,
Ática, 2003.
KOCH, I. V; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto,
2007.

Bibliografia Complementar

GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. 26 ed. Rio de Janeiro, FGV, 2006.


KOCH, Ingedore. V. O texto e a construção dos sentidos. 10 ed. São Paulo: Contexto, 2012.
PIMENTEL, C. Português descomplicado. São Paulo: Saraiva, 2004.

7.1.4 Disciplinas de formação profissional optativas praticas de Linguística e Língua


Portuguesa

ANÁLISE DO DISCURSO 2 (TEORIA BAKHTINIANA)


45ha

EMENTA

Conhecer os fundamentos da análise do discurso dentro da perspectiva de Bakhtin. Discutir os


princípios de Bakhtin sobre linguagem, dialogismo, polifonia, significado e sentido do discurso e
intertextualidade. Conhecer a formação do Eu discursivo. Analisar discursos a partir da teoria de
Bakhtin.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo, Hucitec, 1992.


________________. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BRAIT, Beth (org.). Bakhtin, Dialogismo e Constituição do Sentido. Campinas. São Paulo:
Editora da Unicamp, 1997.
BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Análise do Discurso. São Paulo; Editora da UNICAMP,
1995.
FIORIN, José Luiz. Introdução ao Pensamento de Bakhtin. São Paulo: Editora Ática, 2006.

Bibliografia Complementar

BAKHTIN, Mikhail. Questões de Literatura e de Estética: a teoria do romance. São Paulo:


Hucitec, 1993.
________________. Problemas da Poética de Dostoievski. Rio de Janeiro: Forense
Universitária. 1997.
BRAIT, Beth (org.). Bakhtin: conceitos-chave. São Paulo: Editora Vozes, 2007.

ANTROPOLOGIA E LINGUAGEM
30ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 85


EMENTA

A relação da antropologia com os estudos linguísticos. Conceito de Cultura. Cultura e ensino de


línguas. A etnografia como recurso de pesquisa nos estudos linguísticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA EM LÍNGUA PORTUGUESA


45ha

EMENTA

Estudos dos padrões estruturais da língua culta e seu funcionamento; Atualização gramatical;
leitura, análise e produção de textos técnicos e científicos; diferentes formas de linguagem;
Estratégias de leitura para abordar o texto; A produção de textos a partir de alguns gêneros textuais
na esfera acadêmica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Irandé. Lutar com Palavras: Coesão & Coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
BECHARA, E. Gramática escolar da língua portuguesa. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
2010.
FAULSTICH, E. Como ler, entender e redigir um texto. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010.
FIORIN, José L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed., São Paulo,
Ática, 2003.
KOCH, I. V; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto. São Paulo: Contexto,
2007.

Bibliografia Complementar

GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna. 26 ed. Rio de Janeiro, FGV, 2006.


KOCH, Ingedore. V. O texto e a construção dos sentidos. 10 ed. São Paulo: Contexto, 2012.
PIMENTEL, C. Português descomplicado. São Paulo: Saraiva, 2004.

INTRODUÇÃO À ESTILÍSTICA
45ha

EMENTA

Estilística: figuras e vícios de linguagem. Feição estilística. O parágrafo. Os processos de


construção.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 86


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARDOSO, W. & CUNHA, Celso. Estilística e Gramática Histórica. Rio de Janeiro:Tempo


Brasileiro. 1978.
LAPA, M. Rodrigues. Estilística da Língua Portuguesa. São Paulo: Martins Fontes,1991
MARTINS, N. S. Rodrigues. Introdução à Estilística. São Paulo: T. A. Queiroz, EDUSP,1989.
MATTOSO CÂMARA JR. J. Contribuição à Estilística Portuguesa. Rio de Janeiro: Ao
LivroTécnico, 1978.
PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de Época na Literatura. São Paulo: Ática, 1989.

Bibliografia Complementar

DUBOIS, Jean et al. Retórica geral. São Paulo: Cultrix, 1974.


GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: FGV, 1997.
LIMA, Renira Lisboa de Moura. O Ensino da Redação. Formas de Expressão Imperativa.
Curitiba: HD Livros, 1995.

INTRODUÇÃO À LINGUÍSTICA ROMÂNICA


30ha

EMENTA

Filologia e linguística. Surgimento da linguística românica. Latim vulgar e latim cristão.


Romanização. Influências de substrato e de superstrato. Fragmentação da românia. Formação e
classificação das línguas românicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COUTINHO, Ismael de Lima. Gramática histórica. Rio de Janeiro: Acadêmica, 1973


FARACO, Carlos Alberto. Linguística histórica. São Paulo: Ática, 1991.
ILARI, Rodolfo. Linguística românica. São Paulo: Ática, 1999.
TARALLO, Fernando. Tempos linguísticos: itinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo:
Ática, 1990.
SILVA NETO, Serafim da. História da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Presença, 1979.

Bibliografia Complementar

MATTOS E SILVA, Rosa Virginia. O português arcaico: fonologia. São Paulo: Contexto, 1991.
____. O português arcaico: morfologia e sintaxe. São Paulo: Contexto, 1994.
PAIVA, Dulce Faria. História da língua portuguesa: meados do século XV. São Paulo: Ática,
1994.

LETRAMENTO
45ha

EMENTA

Estudo das concepções de letramento, (ressaltando a existência de letramentos diversos tais como
o letramento digital e o letramento literário) e seus modelos em relação ao conceito de alfabetização,

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 87


e das implicações didáticas desses conceitos para o ensino de língua materna. Análise de filmes,
documentários, reportagens, etc. que focalizem as diferentes práticas de letramento na sociedade;
discussão das formas de abordagens da práxis do ato de “letrar” com vistas à construção/elaboração
de modelos didáticos para o ensino aprendizagem da língua materna.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KLEIMAN, Ângela B. (org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado das Letras,


1995.
MARCUSCHI, Luiz A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez,
2000.
ROJO, Roxane; MOURA, Eduardo. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial.
2012.
SOARES, Magda B. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica,
1998.
TFOUNI, leda V. Letramento e alfabetização. São Paulo: Cortez, 1995.

Bibliografia Complementar

BAGNO, M.; STUBBS, M.; GAGNÉ, G. Língua materna, letramento, variação e ensino. São
Paulo: Contexto, 2002.
ROJO, Roxane (org.). Alfabetização e letramento. Campinas: Mercado das Letras, 1998.
____.; BATISTA, A. D. G. O livro didático de língua portuguesa no ensino fundamental:
Letramento escolar e cultura da escrita. Campinas: Mercado das Letras, 2003.

LETRAMENTO LITERÁRIO
30ha

EMENTA

Concepção de letramento e literatura. Discussão sobre a relação entre letramento e literatura como
processo contínuo e seus desdobramentos para o Ensino. Processos de hibridização dos gêneros
literários. O livro e o leitor: prazer e conhecimento. Práticas pedagógicas direcionadas à formação
do leitor do texto literário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
BORDINI, Maria da Glória; AGUIAR, Vera Teixeira. Literatura: a formação do leitor
(alternativas metodológicas). 2. ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988.
COLOMER, T. A formação do leitor literário: narrativa infantil e juvenil atual. São Paulo; Global,
2003.
CORRÊA, M. L. G.; BOCH, F. Ensino de língua: representação e letramento. Campinas:
Mercado de Letras, 2006.
PAIVA, Aparecida et. al. (Org.). Literatura e letramento: espaços, suportes e interfaces – o
jogo do livro. Belo Horizonte: Autêntica/CEALE/FAE/UFMG, 2007.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 88


KLEIMAN, Ângela. Os significados do letramento: uma nova perspectiva sobre a prática social
da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995
LAJOLO, Mariza. Literatura: leitores e leitura. São Paulo: Moderna, 2001.
MARINHO, Marildes; CARVALHO, Gilcinei Teodoro (Org.). Cultura escrita e letramento.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.

LÍNGUA LATINA II
45ha

EMENTA

Estudo da morfossintaxe dos nomes de tema em E, O, U e consoantes, dos pronomes, numeral, as


formas nominais do verbo, advérbio e graus dos adjetivos, estudo do sistema verbal: as vozes
passiva e depoente, os modos subjuntivos e imperativo; pronome anafórico, indefinido e
demonstrativo; estudo da morfossintaxe nominal e verbal da 3ª, 4ª e 5ª declinações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Latina. 29ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao latim. São Paulo: Ática,1993.
FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino português. Rio de Janeiro: FAE, 1992.
FURLAN, Osvaldo A. A Gramática Básica do Latim. 3ª Edição. Florianópolis: Editora da
UFSC, 1997.
RÓNAI, Paulo. Curso de latim. Gradus segundus. São Paulo: Cultrix, 1993.

Bibliografia Complementar

GARCIA, Janete Melasso. Introdução à Teoria e Prática do Latim. 2ª Edição. Brasília: Editora
UNB, 1995.
RÓNAI, Paulo. Não Perca o Seu Latim. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1984.
SILVA NETO, Serafim da. História do latim vulgar. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1977.

LINGUAGEM E ARGUMENTAÇÃO (TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO)


45ha

EMENTA
Linguagem e Semiologia; história e elementos. Usos da linguagem - Principais correntes da
Semiologia; Teoria da argumentação; estratégias discursivas - Falácias não-formais e argumentos;
Técnicas de argumentação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKTHIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, 1979.


CITELLI, A. Linguagem e persuasão. São Paulo: Ática, 1986.
DUCROT, Oswald. Princípios de semântica linguística: dizer e não dizer. São Paulo: Cultrix,
1977.
GUIMARÃES, Eduardo. Texto e argumentação: um estudo de conjunções do português.
Campinas: Pontes, 2002.
KOCH, Ingedore Villaça. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Cortez, 2002.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 89


Bibliografia Complementar

BRETON, Philippe. A argumentação na comunicação. 2. ed. Bauru, SP: Edusc, 2003.


CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. São Paulo:Contexto,
2008.
SPINDOLA, Luciene. A entrevista: um olhar argumentativo. João Pessoa: EDUFPB, 2004.

LINGUAGEM E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO


45ha

EMENTA
Educação e linguagens multimídia. Tecnologia da Informação e da Comunicação e promoção da
aprendizagem autônoma e continuada. Educação a Distância. Comunidades virtuais de
aprendizagem. Ambientes virtuais de aprendizagem. As TIC e a formação. Ambientes Virtuais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CITELLI, A. O. ; COSTA, M. C. C. (ORGS.). Educomunicação: construindo uma nova área


do conhecimento. São Paulo: Paulinas, 2011.
KEARSLEY, G. ; MOORE, R. Educação a distância. Uma visão integrada. São Paulo:
Cengage Learning, 2010.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da educação. Campinas:Papirus,
2007.
SILVA, R. S. da. Moodle para autores e tutores. 3ª ed. São Paulo: Novatec, 2013.
TAZIANA, C. Criando aulas multimídia com Visual Class. Campinas: Giz Editorial, 2011.

Bibliografia Complementar

MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação


pedagógica. 6ª ed. Campinas: Papirus, 2003.
SANCHO, Juana M.(org.) Para uma Tecnologia Educacional. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. A leitura nos oceanos da internet. São Paulo: Cortez, 2003.

LINGUÍSTICA APLICADA
45ha

EMENTA

História e perspectivas da Linguística Aplicada no Brasil e no mundo; a importância da mesma na


formação do professor de línguas materna e estrangeira; novas perspectivas da Linguística
Aplicada; tendências da pesquisa em sala de aula de língua materna sob o prisma da Linguística
Aplicada. Os níveis de transposição didática; conceitos de didatização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIGONJAL-BRAGGIO, Sílvia Lúcia. Contribuições da linguística para o ensino de línguas.


Goiânia: UFG, 1999.
JAKOBSON, Roman et alii. Novas perspectivas lingüísticas. Petrópolis: Vozes. 1973
FREIRE, M. et alii (orgs.). Linguística Aplicada e contemporaneidade. São Paulo:
ALAB/Pontes editores, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 90


LOPES, Luiz Paulo da Moita. Oficina de lingüística aplicada. Campinas: Mercado de Letras,
1996.
LOPES, Edward. Fundamentos da lingüística contemporânea. São Paulo: Cultrix. 1995.

Bibliografia Complementar

ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. São Paulo: Martins Fontes,
1992.
JAKOBSON, Roman. Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix, 1985.
SIGNORINI, Inês; CAVALCANTE, M. Linguística Aplicada e transdisciplinaridade.
Campinas: Mercado de Letras, 1998.

LINGUÍSTICA TEXTUAL
45ha

EMENTA
As contribuições da Linguística Textual para o ensino-aprendizagem de língua portuguesa na
escola: a concepção sócio-interacional de linguagem. Conceitos fundamentais: texto, contexto
discurso e fatores de textualidade. Dispositivos de coesão e coerência textuais. Critérios
linguísticos, pragmáticos e interacionais. Estratégias de processamento do texto falado e escrito.
Intertextualidade e polifonia. Aplicação desses conceitos à produção e recepção textual.
Competência textual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTOS, I. K. Coesão e coerência em narrativas escolares. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
COSTA VAL, Maria das G. Redação e Textualidade. São Paulo: Martins fontes, 1991.
FÁVERO, Leonor L. Coesão e Coerência Textuais. São Paulo: Ática,1991.
_____; KOCH, Ingedore G.V. Lingüística Textual: introducão. 2a. ed.São Paulo: Cortez, 1988.
KOCH, I.G.V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto. 1997.

Bibliografia Complementar

ANTUNES, Irandé Costa. Aspectos da Coesão do Texto: uma análise em editoriais jornalísticos.
Recife: Editora Universitária/UFPE, 1996.
FÁVERO, L.L. & PASCHOAL, M.S.Z. (orgs.) . Linguística Textual: texto e leitura. São Paulo:
EDUC, 1986.
KOCH , Ingedore V. Argumentação e linguagem. São Paulo:Cortez, 2ª ed., 1987.

POLÍTICA LINGUÍSTICA
30ha

EMENTA

O campo de atuação da política linguística e sua interface com o ensino da língua portuguesa. As
políticas linguísticas; Política e planejamento linguístico; Os instrumentos do planejamento
linguístico; Corpus e Status linguístico; Política linguística e ensino de língua materna e estrangeira;
a política linguística brasileira e suas repercussões no ensino.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 91


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALVET, Louis-Jean. As políticas lingüísticas. São Paulo: Parábola Editorial: IPOL. 2007.
FARACO, C.A. Estrangeirismos: Guerra em torno da lingua. São Paulo: Parábola Editorial,
2001.
LAGARES, Xoán Carlos & BAGNO (Orgs.). Políticas da Norma e conflitos linguísticos. São
Paulo: Parábola, 2011.
HORA, Dermeval da; Rubens Marques de Lucena. (Org.). Política linguistica na America
Latina. João Pessoa: Editoa Universitária, 2008.
ROCHA, Cláudia H, BRAGA, Denise & CALDAS, Raquel (Orgs). Políticas Linguísticas, Ensino
de Línguas e Formação Docente: Desafios em tempos de globalização e internacionalização.
Campinas, SP: Pontes Editores, 2015.

Bibliografia Complementar

SAVEDRA, M. et HEYE, J. (org.) Revista Palavra, 11. Número Temático: Línguas em contato.
Rio de Janeiro: Editora Trarepa, 2003.
SPOLSKY, B. Language policy. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Política Lingüística na América Latina. Campinas, SP: Pontes.
1988.

PORTUGUÊS COMO SEGUNDA LÍNGUA, LÍNGUA ESTRANGEIRA OU ADICIONAL


30ha

EMENTA

O conceito de lingua materna, segunda lìngua e lìngua estrangeira; plurilinguismo e


multiculturalismo no Brasil; contextos de uso do português como segunda lingua no Brasil e no
mundo; o processo de aquisição, ensino e aprendizagem do português brasileiro como lingua 2.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA FILHO, J.P.C. & GUIMARAES, Lucia. Português Como Segunda Lingua. Rio de
Janeiro : Ao Livro Tecnico, 1990
KRASHEN, S. Second language acquisition and second language learning. Oxford: Pergamon,
1981.
MARCUSCHI, L. A. Cognição, linguagem e prática socionteracionais. Rio de Janeiro, lucerna,
2007.
RIVERS, W. M. Psicologia e ensino de línguas. (trad.) Álvaro Cabral São Paulo: Cultrix, 1974.
RODRIGUES, A.D. Línguas indígenas: 500 anos de descobertas e perdas. Delta, São Paulo, 9
(1): 83-103, 1993.

Bibliografia Complementar

LODI, Ana Claudia Balieiro; LACERDA, Cristina B. F. de (Org.). Uma escola, duas línguas:
letramento em língua portuguesa e língua de sinais nas etapas iniciais de escolarização. 2. ed.
Porto Alegre: Mediação, 2010.
SILVA, Aracy Lopes da & GRUPIONI, Luiz Donizete. A Tematica Indigena na Escola: Novos
Subsidios para Professores de 1o e 2o Graus. Brasilia: MEC/MARI/UNESCO, 1995.
TERBORG, R Languages en contact, passage d' une langue à une autre et inconvénients pour les

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 92


locuteurs. Quebec. Ed officiel du Québec 1999.

SEMIÓTICA
30ha

EMENTA

Um apanhado histórico das teorias do signo (semiótica e semiologia); conceitos básicos da


semiótica; o conceito semiótico de comunicação (signo, significação, interpretação, aspectos
pragmáticos da significação; signo, alegoria e metáfora); o signo e o processo de sua apreensão:
signos e textos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARROS, Diana Luz Pessoa. Teoria semiótica do texto. [Link]. São Paulo: Parma, 2005.
ECO, Umberto, Tratado Geral de Semiótica, São Paulo, Perspectiva, 2014.
FIDALGO, António, Semiótica: A Lógica da Comunicação, Beira Interior, 1998.
PEIRCE, Charles Sanders, Semiótica, São Paulo, Editora Perspectiva, 2015.
SANTAELLA, Lúcia, O que é a Semiótica, São Paulo, Editora Brasiliense, 2012.

Bibliografia Complementar

BARTHES, Roland, Elementos de Semiologia, São Paulo: Cultrix, 2010.


ECO, Umberto, As Formas e o Conteúdo, São Paulo: Editora Perspectiva, 2010.
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica Aplicada, São Paulo: Editora Thomson, 2005.

TEORIAS LINGUÍSTICAS II
30 ha

EMENTA

Os estudos pragmáticos; teoria da argumentação; teoria da enunciação; teorias discursivas; análise


da conversação; aquisição da linguagem; linguística aplicada.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AUSTIN, J. L. Quando dizer é fazer. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.


DASCAL. M. (org). Fundamentos metodológicos da lingüística: pragmática - problemas, críticas,
perspectivas da lingüística bibliográfica. v. IV. Campinas: 1982.
FIORIN, J. L. Introdução à Linguistica: objetos teoricos.v.1. São Paulo: Contexto, 2002.
MUSSALIN, F. & BENTES, A. C. (orgs.), Introdução à Lingüística vol. 3, São Paulo: Cortez.
2003.
ZANDWAIS, A. (org). Relações entre pragmática e enunciação. Porto Alegre: Sagra Luzzatto,
2002.

Bibliografia Complementar

FERNANDES, C.A.; SANTOS, J.B.C. (org). Teorias Linguisticas: problematicas


contemporãneas, Uberlândia: EDUFU, 2003.
KOCH, I. A interação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1992.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 93


MARCUSCHI, M.E. (org.). Analise da conversação; São Paulo: Atica, 1986.

TEXTO E GRAMÁTICA
45ha

EMENTA

Estilística: figuras de linguagem e vícios de linguagem. Feição estilística da frase: frase de arrastão,
frase entrecortada, frase de ladainha, frase labiríntica, frase fragmentária, frase caótica e fluxo de
consciência: monólogo e solilóquio. Discurso direto e indireto. O sentido das palavras: palavras e
ideias, vocabulário, polissemia e contexto, denotação e conotação, polarização e polissemia,
hipônimo e hiperônimo. O parágrafo como unidade de composição: Parágrafo-padrão, tópico frasal,
omissão de dados identificadores, tópico frasal implícito ou diluído no parágrafo. Tipologia textual.
Coesão e coerência textuais. Marcas no enunciado: a formação de enunciados complexos, a
articulação de orações e frases. Os processos de construção do enunciado: predicação,
referenciação, polarização e modalização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CUNHA, Celso. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova


Fronteira, 2001.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 1997.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Texto e Coerência. São Paulo: Cortez, 1995.
NEVES, Maria Helena de Moura. Texto e Gramática. São Paulo: Contexto, 2006.
PRESTES, Maria Luci de Mesquita. Leitura e (Re ) Escritura de Textos: subsídios teóricos
e práticos para o seu ensino. Catanduva, SP: Respel, 2001.

Bibliografia Complementar

TARDELLI, Marlete Carboni. O Ensino da Língua Materna: Interações em sala de aula. São
Paulo: Cortez, 2002.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática: ensino plural. São Paulo: Cortez, 2004.
TELLES, Vinícius. Redação e Gramática. Curitiba: Bolsa Nacional do Livro, 2009.

TÓPICOS EM LINGUÍSTICA
30ha

EMENTA

Disciplina de tema variado. O curso se propõe a desenvolver tópicos em linguística a partir de textos
pertinentes às pesquisas em andamento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 94


ministrará.

TÓPICOS SOBRE GRAMÁTICA I


30ha

EMENTA

Concepção de Gramática. Tipos de Gramática. O ensino de Gramática no Brasil. As gramáticas de


uso e reflexiva. Tópicos da morfologia: estrutura de palavras; formação de palavras. Classes de
Palavras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed., Rio de Janeiro: Editora


Lucerna, 1999.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2005.
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. A Nova Gramática do Português Contemporâneo. [Link].-
Rio de Janeiro: Lexikon Informática, 2007.
HENRIQUES, Cláudio Cézar. Morfologia: Estudos lexicais em perspectiva sincrônica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo:
UNESP, 2002.

Bibliografia Complementar

CAMARA JR., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. 7ª ed., Rio de Janeiro:
Editora Vozes, 1976.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: Aprendendo a Escrever, Aprendendo a
Pensar. SP: FGV, 1988. 14ª edição.
WILLIAMS, Edwin B. Do latim ao português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1991.

TÓPICOS SOBRE GRAMÁTICA II


30ha

EMENTA

Tópicos sobre Sintaxe: termos essenciais, integrantes e acessórios da oração.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed., Rio de Janeiro: Editora


Lucerna, 1999.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo:
Companhia Editora Nacional, 2005.
CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. A Nova Gramática do Português Contemporâneo. 3ª ed.,
Rio de Janeiro: Lexikon Informática, 2007.
LEDUR, Paulo Flávio; CADORI, Luis Agostinho. Análise sintática aplicada. Porto Alegre:
AGE, 2010
NEVES, Maria Helena de Moura. A gramática: história, teoria e análise, ensino. São Paulo:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 95


UNESP, 2002.

Bibliografia Complementar

CAMARA JR., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. 7 ed , Rio de Janeiro:


Editora Vozes, 1976.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna: Aprendendo a Escrever, Aprendendo a
Pensar. 14ª ed., SP: FGV, 1988.
WILLIAMS, Edwin B. Do latim ao português. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1991.

TÓPICOS SOBRE GRAMÁTICA III


45ha

EMENTA

Processos sintáticos: coordenação e subordinação. Período composto por coordenação: assindéticas,


sindéticas. Período composto por subordinação: orações subordinadas substantivas, adjetivas,
adverbiais. Sintaxe de concordância: concordância nominal, concordância verbal, concordância
com o verbo ser, concordância com os verbos haver e fazer, pronome apassivador (se), funções
sintáticas da palavra que, funções sintáticas da palavra se. Regência: Regência verbal e regência
nominal. Árvores sintagmáticas. Colocação pronominal: colocação dos termos na oração, ordem
direta, ordem inversa ou indireta. Colocação dos pronomes oblíquos átonos: próclise, ênclise,
mesóclise. Colocação dos pronomes oblíquos átonos em locuções verbais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CUNHA, Celso. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova


Fronteira, 2001.
ÉLSON, Benjamin & PICKETT, Velma. Introdução à morfologia e à sintaxe. Petrópolis:
Vozes, 1993.
LANGACKER, Ronald. A Linguagem e sua estrutura. Petrópolis: Vozes, 1975.
LUKIANCHUKI, Cláudia. Concordância verbal e nominal. São Paulo: Atual, 1988.
TELLES, Vinícius. Redação e Gramática. Curitiba: Bolsa Nacional, 2009.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, Nilson Teixeira de. Gramática Completa para concursos. São Paulo: Saraiva,
2007.
BECHARA, Evanildo. Lições de Português: pela análise sintática. Rio de Janeiro: Lucerna,
2006.
SILVA, Rosa Virgínia Mattos e. O Português são dois: novas fronteiras, velhos problemas. –
São Paulo: Parábola Editorial, 2004.

7.1.5 Disciplinas de formação profissional obrigatórias de Literatura

TEORIA LITERÁRIA 1
60ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 96


O objeto de estudo da Teoria da Literatura e da Literatura. A literariedade como elemento
diferenciador do texto literário. Conceitos de literatura. Funções da literatura. Conceito de ficção.
Conceito de discurso. A questão dos gêneros. Prática de análise, leitura crítica e estética de textos
diversos da literatura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES; LONGINO & HORÁCIO. A Poética Clássica. São Paulo: Cultrix, 2005.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria. Literatura e senso comum. Belo horizonte:
Editora UFMG, 2006.
MOISES, Massaud. A análise literária. [Link]. São Paulo: Cultrix, 2005.
RALLO, Elisabeth Ravoux. Métodos de crítica literária. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
WELLEK, René; Warren, Austin. Teoria da literatura e metodologia dos estudos literários. São
Paulo: Martins Fontes, 2003.

Bibliografia Complementar

CADEMARTORI, Ligia. Períodos Literários. São Paulo: Ática, 2002.


GANCHO. Cândida Vilares. Como analisar narrativas. São Paulo: Ática, 2011.
MAINGUENEAU, Dominique. O contexto da obra literária. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

TEORIA LITERÁRIA 2
60ha

EMENTA

As correntes críticas de literatura com ênfase na fenomenologia, hermenêutica, estética da recepção,


formalismo, estruturalismo, semiótica, desconstrucionismo, New Criticism e psicanálise, Estudos
Culturais, Pós-colonialistas e feministas com análise de textos literários à luz das correntes críticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários.: São Paulo: Cosac Naify, 2015.
CANDIDO, Antônio. Literatura e Sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2013.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura – uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
SAMUEL, Rogel. Novo manual de Teoria Literária. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 2014.
ZILBERMAN, Regina. Estética da recepção e História da Literatura, São Paulo: Ática, 2009.

Bibliografia Complementar:

BARTUCCI, Giovanna (org). Psicanálise, literatura e estéticas de subjetivação. Rio de Janeiro:


Imago, 2002.
ECO, Umberto. Seis Passeios pelo Bosque da Ficção. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
REIS, Carlos. O conhecimento da literatura: introdução aos estudos literários. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2003.

LITERATURA BRASILEIRA I
60ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 97


EMENTA

Estudo de temas, autores, obras da Literatura Brasileira colonial, correspondentes às escolas


Quinhentista, Barroca e Árcade. Características e funções das produções literárias desse período.
A inter-relação das produções dessa época com as outras artes e história, filosofia, sociologia,
antropologia e com a literatura produzida na atualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRANDÃO, Roberto de Oliveira. Poética e Poesia no Brasil Colônia. São Paulo: Editora
UNESP, 2001.
CASTELLO, José Aderaldo. A literatura Brasileira. Origens e Unidade. Volume I. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2004.
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil Vol. II – Era Barroca e Era Neoclássica. São
Paulo: Global, 2004.
MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira. V 1. São Paulo: Cultrix, 2007
RONCARI, Luiz. Literatura Brasileira. Dos Primeiros Cronistas aos Últimos Românticos.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2002.

Bibliografia Complementar

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 2006.
COUTINHO, Afrânio. O processo de descolonização literária. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1983.
PROENÇA FILHO, Domício. Roteiro da poesia brasileira. Arcadismo. São Paulo: Editora
Global, 2006.

LITERATURA BRASILEIRA II
60ha

EMENTA

Estudo de temas, autores e obras da Literatura Brasileira correspondentes às escolas Romântica,


Realista, Simbolista e Pré-Modernista. Características e funções das produções literárias desse
período. A inter-relação das produções dessa época com as outras artes e história, filosofia,
sociologia, antropologia e com a literatura produzida na atualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CÂNDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Momentos decisivos. Rio de Janeiro:


Ouro sobre Azul, 2006.
CASTELLO, José Aderaldo. A Literatura Brasileira. Origens e unidade. Vol. II. São Paulo:
Editora da Universidade de São Paulo, 2004.
MERQUIOR; José Guilherme. De Anchieta a Euclides: breve história da Literatura Brasileira.
São Paulo: É Realizações, 2014.
MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira. V 1-2. São Paulo: Cultrix, 2007.
ROMERO, Silvio. Compêndio de História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Imago Ed.;
Universidade Federal do Sergipe, 2001.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 98


BROCA, Brito. Naturalistas, parnasianos e decadentistas. Vida literária do Realismo ao Pré-
Modernismo. Campinas: EDUNICAMP, 1991.
COUTINHO, Afrânio. COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil Vol. II e III – Era
Romântica e Era Realista e de Transição. São Paulo: Global, 2004.
MOISÉS, Massaud. A literatura brasileira através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2007.

LITERATURA BRASILEIRA III


60ha

EMENTA

Estudo de temas, autores e obras da Literatura Brasileira correspondentes às escolas literárias das 3
fases históricas do Modernismo. Características e funções das produções literárias desse período. A
inter-relação das produções dessa época com as outras artes e história, filosofia, sociologia,
antropologia e com a literatura produzida na atualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 2006.
BESSA, Rogério. Vanguardas da poesia brasileira no século XX. Conceitos, distinções e análises.
Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2006.
MOISÉS, Massaud. História da Literatura Brasileira. Realismo, Simbolismo e
Contemporaneidade. V 3. São Paulo: Cultrix, 2007.
PROENÇA FILHO, Domício. Estilos de Época na Literatura. São Paulo: Ática, 2008.
TELLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Petrópolis:
Vozes, 2014.

Bibliografia Complementar

CÂNDIDO, Antônio; CASTELO, José Aderaldo. Presença da Literatura Brasileira.


Modernismo. História e Antologia. 10ª ed, Rio de Janeiro, Bertrand, 1997.
COUTINHO, Afrânio. A Literatura no Brasil Vol. V – Era Modernista. 4ª ed., São Paulo:
Global, 1997.
OLIVEIRA. Vera Lúcia de Oliveira. Poesia, mito e história no Modernismo brasileiro. São
Paulo: Editora UNESP; Blumenau, SC: FURB, 2002.

LITERATURA BRASILEIRA IV
60ha

EMENTA

Estudo de temas, autores e obras da Literatura brasileira correspondentes à produção da


contemporaneidade a partir da Geração de ’56. Características e funções das produções literárias
desse período. A inter-relação das produções dessa época com as outras artes e história, filosofia,
sociologia, antropologia e com a literatura produzida na atualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUILAR, Gonzalo. Poesia Concreta Brasileira - As Vanguardas na Encruzilhada Modernista.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 99


São Paulo: Edusp, 2005.
BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Cultrix, 2006.
FERRAZ, Eucanaã. Poesia Marginal - Palavra e Livro. São Paulo: IMS, 2013.
GOMES, Gimla Maria. Narrativas Contemporaneas - Recortes Criticos Sobre Literatura
Brasile. Porto Alegre: Libretos, 2012.
OLIVEIRA, Nelson de. Geração 90: os transgressores. os melhores contistas brasileiros
surgidos no final do século XX. São Paulo: Boitempo, 2001.

Bibliografia Complementar

CAMPOS, Augusto de. PIGNATARI, Décio. CAMPOS, Haroldo de. Teoria da Poesia Concreta.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2006.
MOISÉS, Carlos Felipe. Balaio: Alguns Poetas Da Geração 60 & Arredores. Florianópolis: Letras
Contemporâneas, 2012.
OLIVEIRA. Vera Lúcia de Oliveira. Poesia, mito e história no Modernismo brasileiro. São Paulo:
Editora UNESP; Blumenau, SC: FURB, 2002.

LITERATURA DA AMAZÔNIA
45ha

EMENTA

Arte e literatura da Amazônia. Representações, trocas culturais e os simbolismos dos mitos


amazônicos. Manifestações da literatura amazonense, paraense, amapaense, acreana, roraimense.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BATISTA, Djalma. Amazônia: cultura e sociedade. Manaus: Valer/Governo do Estado do


Amazonas/Edua, 2003.
CAMPBELL, Joseph. Mitologia na vida moderna. Rio de Janeiro: Record, Rosa dos Tempos,
2002.
CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura oral no Brasil. São Paulo: Global, 2006.
LOUREIRO, João de Jesus Paes. Obras Reunidas. São Paulo: Escrituras. 2000.
SOUZA, Márcio. A expressão amazonense. Do colonialismo ao Neocolonialismo. Manaus:
Valer, 2010.

Bibliografia Complementar

OLIVEIRA, Relivaldo Pinho de. Mito e modernidade na trilogia amazônica de João Jesus Paes
Loureiro. Belém: NAEA, 2003.
TELLES, Tenório e KRÜGER, Marcos Frederico (Org.). Poesia e poetas do Amazonas. Manaus:
Valer, 2006.
TELLES, Tenório e KRÜGER, Marcos Frederico (Org.). Antologia do conto do Amazonas. 3ª
ed., Manaus: Valer, 2010.

LITERATURA INFANTOJUVENIL
45ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 100


História da Literatura Infantil com ênfase em: Charles Perrault, irmãos Grimm, La Fontaine, Hans
Cristian Andersen. História da Literatura Infantil no Brasil com ênfase em Monteiro Lobato.
Gêneros: prosa, poesia, teatro, fábula, cantigas de roda, quadrinhos. Contação de história. Leitura e
análise de textos destinados à criança e ao adolescente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMOVICH, Fanny (org).O mito da infância feliz: antologia. [Link]. Summus, 1983.
BETTELHEIN, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009.
COELHO, Nely Novaes. Literatura Infantil. Teoria. Análise. Didática. São Paulo: Moderna, 2008.
LAJOLO, Marisa, ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil Brasileira. História & Histórias. São
Paulo, Ática, 1991.
TATAR, Maria. Contos de Fadas. Edição Comentada e Ilustrada. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2004.

Bibliografia Complementar

AGUIAR, Vera Teixeira de (Organizadora). Era Uma Vez na Escola... Formando Educadores
para Formar Leitores. Belo Horizonte: Formato Editorial, 2001.
CADEMARTORI, Lígia. O que é literatura infantil. São Paulo: Brasiliense, 2009.
WARNER, Marina. Da fera à loira. Sobre contos de fadas e seus narradores. São Paulo: Cia das
Letras, 1999.

LITERATURA PORTUGUESA I
60ha

EMENTA

Periodização da Literatura Portuguesa. Contexto sociocultural e histórico da Literatura Portuguesa


medieval, humanista, renascentista, barroca, árcade. Autores e obras mais relevantes e análise de
textos e das principais características estilísticas do período. Situação da produção literária
portuguesa no quadro mais amplo da literatura europeia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. São Paulo: Cultrix, 2008.


MONGELLI, Lênia Márcia et alli. Vozes do Trovadorismo Galego Português. São Paulo: Íbis,
1995.
SARAIVA, A. José. Iniciação da Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras,
2010.
SPINA, Segismundo. Presença da Literatura Portuguesa. Era Medieval. Vol. 1. São Paulo: DIFEL,
2006.
SILVEIRA, Francisco. Poesia Clássica: literatura portuguesa. São Paulo: Global, 1988.

Bibliografia Complementar

SPINA, Segismundo (org.). Obras-primas do teatro Vicentino. São Paulo: Difusão Européia do
Livro, 1970.
VIEIRA, Padre Antonio. Sermões escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 101


VIEIRA, Yara Frateschi. Poesia Medieval. São Paulo: Global, 1987.

LITERATURA PORTUGUESA II
60ha

EMENTA

Contexto sociocultural e histórico da literatura romântica, realista e simbolista em Portugal. Autores


e obras mais relevantes e análise das principais características estilísticas do período. Situação da
produção literária portuguesa no quadro mais amplo da literatura europeia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. São Paulo: Cultrix, 2008.


MOISÉS, Massaud. Presença da Literatura Portuguesa. Romantismo e Realismo. Vol. 3. São
Paulo: DIFEL, 2006.
SARAIVA, Antônio José. Iniciação à Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras,
1999.
SPINA, Segismundo. Presença da Literatura Portuguesa. São Paulo: Difel, 1980.
TUFANO, Douglas. De Camões a Pessoa. São Paulo, Moderna, 1996.

Bibliografia Complementar

CASTELO BRANCO, Camilo. Amor de perdição. [Link]. São Paulo: Martin Claret, 2007.
GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. São Paulo: FTD, 1992.
QUEIRÓS, Eça de. O crime do padre Amaro. [Link]. São Paulo: Ática, 2005.

LITERATURA PORTUGUESA III


60ha

EMENTA

Contexto sociocultural e histórico da literatura moderna e contemporânea em Portugal. Autores e


obras mais relevantes e análise das principais características estilísticas do período. Situação da
produção literária portuguesa no quadro mais amplo da literatura europeia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARNAULT, Ana Paula. Post-modernismo no romance português contemporâneo: fios de


Ariadne, máscaras de Proteu. Coimbra: Almedina, 2002.
MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. São Paulo: Cultrix, 2008.
MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa através dos textos. 30 ed. São Paulo: Cultrix,
2006.
PERRONE-MOISÉS, Leyla. Fernando Pessoa. Aquém do eu, além do outro. São Paulo:
Martins Fontes, 1982.
SARAIVA, Antônio José. Iniciação à Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras,
1999.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 102


MOISÉS, Massaud. Presença da Literatura Portuguesa. Modernismo. Vol. 5. São Paulo: Bertrand
do Brasil, 2002.
REMÉDIOS, Maria Luiza Ritzel de. Transversais da Memória: História e Identidade na Literatura
Portuguesa. Porto Alegre: Editora Ufsm, 2012.
SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

LITERATURAS AFRICANAS DE LÍNGUA PORTUGUESA


45ha

EMENTA

História das literaturas africanas de Língua Portuguesa. Literatura e colonialismo. Literatura e


engajamento. Literatura e negritude. A prosa de ficção. A poesia. Estudo de obras de autores
expoentes das literaturas africanas de expressão portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABDALA JUNIOR, Benjamin. Literatura, história e política: literaturas de língua portuguesa no


século XX. São Paulo: Ática, 1989.
DASKALOS Maria A.; APA Livia. Poesia Africana de Língua Portuguesa. Rio de Janeiro:
Lacerda. 2003.
FONSECA, Maria Nazareth Soares. Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. Belo
Horizonte: Veredas E Cenarios, 2009.
LEÃO, Ângela Vaz. Contatos e ressonâncias nas literaturas africanas de língua portuguesa. Belo
Horizonte: Ed. PUC Minas, 2004.
SEPÚLVEDA, Maria do Carmo; SALGADO, Maria Teresa. (orgs.) África e Brasil: letras em
laços. São Caetano do Sul: Yendis , 2006.

Bibliografia Complementar

CHAVES, Rita; MACEDO Tânia. Portanto ... Pepetela. São Paulo: Ateliê, 2010.
SECCO, Carmen Lucia Tindó. Afeto e Poesia. Ensaios e Entrevistas. Angola e Moçambique.
São Paulo: Oficina Raquel, 2004.
SEPÚLVEDA, Maria do Carmo; SALGADO, Maria Teresa. (orgs.) África e Brasil: letras em
laços. Vol. 2. São Caetano do Sul: Yendis , 2010.

TÓPICOS DE LITERATURA OCIDENTAL


60ha

EMENTA

Visão panorâmica da produção literária de autores ocidentais: teorias e textos. Estudos e leitura de
textos representativos da Literatura Ocidental. Ênfase para textos de fundamental importância na
construção da Literatura Portuguesa e Brasileira. Estratégias de leitura e análise.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 103


BLOOM, Harold. O Cânone Ocidental, Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
CALVINO, Italo. Por Que Ler Os Clássicos, São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
D’ONOFRIO, Salvatore. Literatura Ocidental. Autores e obras fundamentais. São Paulo: Ática,
2004.
ECO, Umberto. Sobre a Literatura. Ensaios. Rio de Janeiro: Record, 2003.
POUND, Ezra. ABC da Literatura, São Paulo: Cultrix, 2006.

Bibliografia Complementar

AUERBACH, Erich. Ensaio de Literatura Ocidental. São Paulo: Editora 34, 2012.
CAMPOS, Haroldo de. Pedra e Luz na Poesia de Dante, Rio de Janeiro: Ed. Imago, 1998.
ELLMANN, Richard. Ao Longo do Riocorrente, Ensaios Literário e Biográficos, São Paulo,
Companhia das Letras, 1999.

7.1.6 Disciplinas de Formação Profissional Optativas: Literatura

CRÍTICA LITERÁRIA
45ha

EMENTA

Estudo da evolução das teorias e métodos da crítica literária. Principais tendências da crítica literária
dos séculos XX e XXI; a função da crítica; relação entre a crítica e as obras literárias.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. Poética. Trad. Eudoro de Souza. São Paulo: Ars Poetica, 1993.
CULLER, Jonathan. Teoria da literatura: uma Introdução. Trad. Sandra G. T. Vasconcelos.
São Paulo: Beca, 1999.
CEVASCO, Maria Elisa. Dez lições sobre Estudos Culturais. São Paulo: Editora Boitempo,
2003.
GOLDMANN, Lucienne. Sociologia do romance. Rio: Paz e Terra, 1990.
LUKACS, Gyorgy. Marxismo e teoria da literatura. São Paulo: Expressão Popular, 2010.

Bibliografia Complementar

CHARTIER, Roger. Práticas de leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.


DERRIDA, Jacques. Escritura e diferença. São Paulo: Perspectiva, 2010.
JAUSS, H. R. A história da literatura como provocação à teoria literária. São Paulo: Ática, 1994.

ESTUDOS CULTURAIS LITERÁRIOS


30ha

EMENTA

Concepções e abordagens dos estudos culturais em sua relação com a literatura. Discussões em torno
de posições e estratégias literárias que ofereçam questionamentos à colonialidade de poder, de
pensamento e de concepção de literatura que ainda persiste nos dias atuais. Discussão de conceitos
fundamentais para os estudos da pós-colonialidade: diáspora, transculturação, hibridismos,

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 104


heterogeneidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BHABHA, Homi K.. O local da cultura. Trad. Myryam Ávila, Eliana Lourenço de Lima Reis e
Gláucia Renate Gonçalves. Belo Horizonte (MG) : UFMG, 1998.
HALL, Stuart. A identidade cultura na pós-modernidade. Trad. Tomaz Tadeu da Silva e
Guacira Lopes Louro. [Link]. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
MATTELART, Armand; NEVEU, Erik. Introdução aos Estudos Culturais. São Paulo: Parábola,
2004.
SAID, Edward. Orientalismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2001.
SANTIAGO, Silviano. Uma literatura dos trópicos. [Link]. Rio de Janeiro: Rocco, 2000.

Bibliografia Complementar

CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas híbridas. Estratégias para entrar e sair da modernidade. Trad.
Ana Regina Lessa e Heloísa Pezza Cintrão. São Paulo : EDUSP, 1997.
CEVASCO, Maria Elisa. Dez lições sobre estudos culturais. São Paulo : Boitempo, 2003.
MOREIRAS, Alberto. A exaustão da diferença: a política dos estudos culturais latino-americanos.
Belo Horizonte: [Link], 2001.

HISTÓRIA DO TEATRO
45ha

EMENTA

Estudos acerca do texto teatral – entendido aqui como texto cultural –, sua história, seus temas,
sua estrutura e, ainda, os desdobramentos provocados por sua transposição cênica. Leitura crítica
de textos da dramaturgia ocidental, proporcionando ao acadêmico a capacidade de ler criticamente
textos dramáticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GUINSBURG, Jaco. Semiologia do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2012.


MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. 4. ed. São Paulo: Ática, 2011.
PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Editora Perspectiva, 2016.
RYNGAERT, Jean-Pierre. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
ROSENFELD, Anatol. Prismas do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.

Bibliografia Complementar

CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro. São Paulo: Unesp, 2015.


MAGALDI, Sábato. O texto no Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2015.
PAVIS, Patrice. A análise dos Espetáculos. São Paulo: Perspectiva, 2016.

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS I: ÉPICA


45ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 105


Leitura crítica de textos escolhidos da épica ocidental, proporcionando ao acadêmico a capacidade
de ler criticamente textos dramáticos e compreender a formação da narrativa épica na Grécia antiga
e suas projeções, a partir da leitura dos poemas homéricos Ilíada e Odisseia, a Eneida de Virgílio e
Os Lusíadas de Camões, além de literatura teórica pertinente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

APEL, Myrna Bier e GOETTEMS, Miriam Barcellos (orgs.). As formas do épico: da


epopeia sânscrita à telenovela. Porto Alegre/RS: Movimento, 1992.
BURKERT, W. Mito e mitologia. Lisboa: Edições 70, 1991.
CALVINO, Italo. Por que ler os clássicos. Trad. Nilson Moulin. São Paulo: Companhia das
Letras, 1993.
CARDOSO, Zélia de Almeida. A literatura latina. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003.
SCHULER, Donaldo. A Construção Da Ilíada - Uma Análise de sua Elaboração. Porto Alegre:
L&PM, 2009.

Bibliografia Complementar

FUNARI, Pedro Paulo. Antigüidade clássica. São Paulo: Editora da Unicamp, 1995.
RODRIGUES, Antonio Medina. As utopias gregas. SP: Brasiliense, 1988.
VIRGÍLIO. Eneida. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS II: NARRATIVA


45ha

EMENTA

Estudo da narrativa enquanto gênero e de aspectos fundamentais do texto narrativo, tais como
narrador, focalização, personagem, tempo e espaço. Estudo específico de teorias do conto, da novela
e do romance. Análise de contos e romances.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. São Paulo: Hucitec,
2016.
CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 2015.
NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Loyola, 2013.
REIS, Carlos; LOPES, Ana C.M. Dicionário de Teoria da Narrativa. São Paulo: Ática, 1988.
SCHULER, Donaldo. Teoria do romance. São Paulo: Ática, 2006.

Bibliografia Complementar

BARTHES, Roland et alii. Análise estrutural da narrativa. Petrópolis: Vozes, 2013.


MORETTI, Franco. O Romance - Volume I, A Cultura do Romance. Rio de Janeiro: Cosac e
Naify, 2009.
LUKÁCS, Georgy. A teoria do romance. São Paulo: 34, 2016.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 106


INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS III: LÍRICA
45ha

EMENTA

Estudo dos aspectos estruturais e temáticos do gênero lírico dentro da diversidade literária, e
também suas relações com outros gêneros literários. O origem híbrida da poesia e sua proximidade
com outras artes, sobretudo música e artes visuais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ACHCAR, F. Lírica e lugar-comum. Alguns temas de Horácio e sua presença em


português. São Paulo: Edusp-Editora da Universidade de São Paulo, 1994.
BOSI, Alfredo. O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
CARA, Salete. A poesia lírica. São Paulo: Ática, 1985.
FRIEDRICH, H. A estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas Cidades, 1978.
HARVEY, Paul. Dicionário Oxford de literatura clássica. Trad. Mário da Gama Kury. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987.

Bibliografia Complementar

CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CARDOSO, Zélia de Almeida. A literatura latina. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003.
RAMOS, Péricles Eugênio da Silva. (Org.) Poesia grega e latina. São Paulo: Cultrix, 1964.

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS LITERÁRIOS IV: DRAMA


45ha

EMENTA

Leitura crítica de textos da dramaturgia ocidental, proporcionando ao acadêmico a capacidade de


ler criticamente textos dramáticos. Estudo dos aspectos estruturais e temáticos do gênero
dramático dentro da diversidade literária, e também suas relações com outros gêneros literários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBIN, Lesky. A Tragédia Grega. São Paulo: Perspectiva, 2006.


APEL, Myrna Bier e GOETTEMS, Miriam Barcellos (orgs.). As formas do épico: da epopeia
sânscrita à telenovela. Porto Alegre/RS: Movimento, 1992.
GASSET, José Ortega y. Ideia do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2014.
MAGALDI, Sábato. Iniciação ao teatro. 4. ed. São Paulo: Ática, 1991.
ROSENFELD, Anatol. Teatro Moderno. São Paulo: Perspectiva, 2005.

Bibliografia Complementar

CARLSON, M. Teorias do teatro. São Paulo: EDUNESP, 1999.


ROSENFELD, Anatol. Brecht e o Teatro Épico. São Paulo: Perspectiva, 2005.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac Naify, 2011.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 107


LEITURAS ORIENTADAS I
30ha

EMENTA

Leitura de um ou mais textos narrativos de autores fundamentais da Literatura Universal. A


experiência do leitor. A reflexão crítica. Estratégias de leitura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

LEITURAS ORIENTADAS II
30ha

EMENTA

Leitura de um ou mais textos poéticos de autores fundamentais da Literatura Universal. A


experiência do leitor. A reflexão crítica. Estratégias de leitura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

LEITURAS ORIENTADAS III


30ha

EMENTA

Leitura de um ou mais textos dramáticos de autores fundamentais da Literatura Universal. A


experiência do leitor. A reflexão crítica. Estratégias de leitura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 108


ministrará.

LITERATURA COMPARADA
45ha

EMENTA

O estudo da relação entre textos, literaturas e culturas, a fim de identificar o diálogo estabelecido
entre eles, procedendo a estudos literários comparativos, tanto em relação ao próprio sistema
literário como a outras formas culturais e artísticas de expressão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BITTENCOURT, Gilda Neves da Silva. Literatura Comparada teoria e prática São Paulo:
Sagra-Luzzatto, 1996.
CARVALHAL, Tânia Franco. Literatura comparada. 5. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NITRINI, Sandra. Literatura Comparada: história, teoria e crítica. 2. ed. São Paulo: EDUSP,
2000.
SILVA, Agnaldo Rodrigues da (org.). Diálogos literários: literatura, comparativismo e ensino.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2008.
SILVEIRA, Tasso de. Literatura comparada. Rio de Janeiro: GRD, 1964.

Bibliografia Complementar

CARVALHAL, Tânia Franco e COUTINHO, Eduardo F. (org.). Literatura comparada. Os


textos fundadores. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.
______. Literatura comparada no mundo: questões e método. Porto Alegre: LPM; VITAE; AILC,
1997.
HUTCHEON, Linda. Uma teoria da adaptação. Trad. André Cechinel. Florianópolis: [Link],
2011.

LITERATURA DO AMAPÁ
45ha

EMENTA

Manifestações da literatura amapaense. Leitura e análise de textos amapaenses. Representação do


regional e local e suas implicações no ensino de literatura.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AAVV. Poetas na linha imaginária. São Paulo: Scortecci, 2013.


CAMPBELL, Joseph. Mitologia na vida moderna. Rio de Janeiro: Record, Rosa dos Tempos,
2002.
CANTO, Fernando. O bálsamo e outros contos insanos. [autógrafo com dedicatória], Belém-
PA: UFPA, 1995
KRÜGER, Marcos Frederico (Org.). Amazônia. Mito e literatura. Manaus: Valer, 2011.
LOUREIRO, Paes. Cultura amazônica: uma poética do imaginário. Belém: Cejup, 1995.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 109


CARVALHO, Maria Ester Pena. As aventuras do professor Pierre na terra tucuju. Paraty-RJ:
Selo Off Flip, 2013.
NOBRE, Carla. Exageros e delicadezas. Belém: Cromos, 2013.
ROJANSKI, Luli. Abilash. Conto da Amazônia. São Paulo: Escrituras, 2010.

LITERATURA DRAMÁTICA BRASILEIRA


30ha

EMENTA

O teatro de catequese: Anchieta. O teatro de Martins Pena e Macedo. Artur Azevedo. Os novos
tempos: o teatro "modernista". Nelson Rodrigues e a desagregação da sociedade tradicional
carioca da década de 1960. O teatro político e os novos dramaturgos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FERGUSSON, Francis. Evolução e Sentido do Teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1964.


FERNANDES, Silva. Memória e invenção: Gerald Thomas em Cena. São Paulo: Perspectiva,
2015.
PRADO, Darci A. O drama romântico brasileiro. São Paulo: Perspectiva, 2014.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. Rio de Janeiro: Cosac & Naify, 2001.
WILLIANS, Raymond. Tragédia moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

Bibliografia Complementar

BERRETTINI, Célia. O teatro Ontem e Hoje. São Paulo: Perspectiva, 2000.


PRADO, Darci A., Teatro em progresso. São Paulo: Liv. Martins, 1964.
ROSENFELD, Anatol. O Mito e o Herói no Moderno Teatro Brasileiro. São Paulo: perspectiva,
2015.

LITERATURA E ESTÉTICA
30ha

EMENTA

Estudo das relações entre as teorias estéticas e a produção literária. Análise e interpretação de
obras filosóficas e literárias a partir do discurso estético. Importância do domínio estético para os
estudos literários.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo, Martins Fontes, 2014.
BERENSON, Bernard. Estética e história. São Paulo: Perspectiva, 2010.
EAGLETON, Terry. A ideologia da estética. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
ECO, Umberto. Obra aberta. São Paulo: Perspectiva, 2015.
TAGLIAFERRI, Aldo. A Estética Do Objetivo. São Paulo: Perspectiva, 2015.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 110


AUERBACH, Erich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo:
Perspectiva, 2007.
BARTUCCI, Giovanna (org). Psicanálise, literatura e estéticas de subjetivação. Rio de Janeiro:
Imago, 2002.
REIS, Carlos. O conhecimento da literatura: introdução aos estudos literários. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2003.

LITERATURA E MÚSICA
45ha

EMENTA

As possibilidades de relação entre a palavra literária e o som musical. Diferentes abordagens que
permitem analisar/interpretar o texto literário a partir de seus aspectos musicais (temática, ritmo,
forma). A canção brasileira como fenômeno poético e as convergências/divergências entre os
grandes movimentos literários e musicais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBIM, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.
OLIVEIRA, Solange Ribeiro de, et alii. Literatura e Música. São Paulo: Senac, 2003.
SANT’ANNA, Affonso Romano de. Música popular e moderna poesia brasileira. São Paulo:
Nova Alexandria, 2013.
TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo: Ed. 34,
2016.
WISNIK, José Miguel. O som e o sentido. São Paulo: Companhia das letras, 2015.

Bibliografia Complementar

CALADO, Carlos. Tropicália: a história de uma revolução musical. Rio de Janeiro: Ed.
34, 1997.
DUNN, C. Brutalidade no jardim: A tropicália e o surgimento da contracultura brasileira.
São Paulo: Editora da UNESP, 2008.
TATIT, Luiz; LOPES, Ivã Carlos. Elos de Melodia e Letra. Análise Semiótica de Seis Canções.
São Paulo: Ateliê, 2015.

LITERATURA E PSICANÁLISE
45ha

EMENTA

Estudo de conceitos psicanalíticos suscetíveis de serem retomados criticamente na leitura literária,


tendo como ponto de partida os processos de criação e motivação inconscientes na poesia e na
ficção. Relações entre psicanálise, teoria e crítica da literatura. Subjetividade e produção literária.
Análises literárias no discurso psicanalítico. Conexões entre a psicanálise e a literatura - as
formações do inconsciente e a criação artística. As abordagens freudiana, lacaniana e pós-
freudianas de textos literários.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 111


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FRAYZE-PEREIRA, J.A. Arte, dor: Inquietudes entre Estética e Psicanálise. São Paulo:
Ateliê Editorial, 2015.
FREUD, Sigmund. Escritos sobre a Literatura. São Paulo: Hedra, 2014.
LACAN, Jacques. O Seminário. Livro 23. O Sinthoma. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.
PASSOS, Cleusa Rios Pereira. As Armadilhas do Saber. São Paulo: Edusp, 2009.
SOUZA, Ricardo Timm de. Literatura E Psicanálise. Encontros Contemporâneos. Porto
Alegre: Dublinense, 2012.

Bibliografia Complementar

BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014.
MARZAGÃO, Lúcio Roberto; RIBEIRO, Paulo Carvalho; BELO, Fábio R. R. Psicanálise &
Literatura. Seis Contos da Era de Freud. Rio de Janeiro: KBR, 2013
MORAIS Marcia Marques de. A Travessia dos Fantasmas. Literatura e Psicanalise em
Grande Sertão. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.

LITERATURA E SOCIEDADE
30ha

EMENTA

Discussão dos conceitos de literatura e sociedade, visando compreender as implicações sociais no


delineamento da literatura brasileira. Representação da identidade nacional na literatura brasileira,
considerando-se a obra literária como um elemento cultural.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CANDIDO, Antônio. Literatura e sociedade. Rio de Janeiro: Ouro sobre azul, 2006.
COMPAGNON, Antoine. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Belo Horizonte:
UFMG, 2014.
COUTINHO, Carlos N. Cultura e sociedade no Brasil. 4 ed. São Paulo: Expressão Popular,
2011.
FACINA, Adriana. Literatura e sociedade. Rio de janeiro: Jorge Zahar, 2015.
LIMA, Lúcio Costa. Teoria da literatura em suas fontes. Vol.2. São Paulo: Civilização
brasileira, 2002.

Bibliografia Complementar

BUENO, André (org). Literatura e Sociedade. Narrativa, Poesia, Cinema, Teatro e Canção Pop.
Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006.
CANDIDO, Antônio. A educação pela noite e outros ensaios. [Link]. São Paulo: Ática, 2011.
PELLEGRINI, Tânia. Gavetas vazias: ficção e política nos anos 70. São Paulo:
Edufscar/mercado de Letras, 2015.

NARRATIVA NO BRASIL
45ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 112


Estudo dos elementos estruturais da narrativa (romance, conto e novela) a partir da leitura de
obras produzidas no Brasil. As relações entre a forma narrativa e a recepção do público. A
desintegração da estrutura narrativa em formas narrativas contemporâneas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DALCASTAGNÉ, Regina; THOMAZ, Paulo C.. Pelas Margens - Representações Na Narrativa


Brasileira Contemporânea. Vinhedo, SP: Horizonte, 2011
LUKÁCS, Gyorgy. A teoria do romance. São Paulo: Editora 34, 2000.
NUNES, Benedito. O tempo na narrativa. São Paulo: Loyola, 2013.
ROSSONI, Igor. Cenas Brasileiras: Ensaio sobre Literatura. Salvador: Vento Leste, 2012.
SCHULER, Donaldo. Teoria do romance. São Paulo: Ática, 2006.

Bibliografia Complementar

BARBIERI, Therezinha. Ficção Impura. Rio de Janeiro: Eduerj, 2003.


DEALTRY, Giovanna. Alguma prosa - ensaio sobre literatura brasileira contemporânea. Rio de
Janeiro: 7 Letras, 2007.
MAGALHAES, Celia. Os Monstros e a Questão Racial na Narrativa Modernista Brasileira.
Belo Horizonte: UFMG, 2003.

POESIA NO BRASIL
45ha

EMENTA

Estudo das diversas manifestações poéticas no Brasil, tendo como foco a relação entre as formas
poéticas e os impasses decorrentes das contradições da realidade nacional. Aproximações e
distanciamentos entre as poéticas individuais e os grandes movimentos poéticos, desde as produções
do período colonial até as do século XXI.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUILAR, G. Poesia Concreta Brasileira. São Paulo: Edusp, 2005.


BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira. São Paulo: Editora Cultrix, 2015.
BUENO, A. Uma história da poesia brasileira. Rio de Janeiro: G. Ermakoff, 2007.
CAMPOS, Haroldo de. Arco Íris Branco. Rio de Janeiro: Imago, 2007.
TELLES, Gilberto Mendonça. Vanguarda europeia e modernismo brasileiro. Petrópolis:
Vozes, 2009.

Bibliografia Complementar

BANDEIRA, Manuel. Apresentação da poesia Brasileira. Rio de Janeiro: Cosac Naify, 2013.
CAMARGO, M. L. de B.; PEDROSA, C. (Org.). Poesia e contemporaneidade: leituras do
presente. Chapecó, SC: Argos, 2006.
MORICONI, Ítalo. Como e por Que Ler a Poesia Brasileira do Século XX. Rio de Janeiro:
Ojetiva, 2016.

SEMIÓTICA LITERÁRIA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 113


30ha

EMENTA

Teorias, conceitos e tendências da Semiótica Literária. Estudos voltados para o discurso semiótico
de interpretação literária: uma análise de leitura do texto literário com discussões sobre a
interpretação e os seus limites, sobre a polissemia do texto e sobre a pluralidade das leituras. O
leitor como construtor, intérprete, analisador que aceita ou recusa as significações prepostas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARROS, Diana Luz Pessoa. Teoria semiótica do texto. [Link]. São Paulo: Parma, 2005.
BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. Bauru: EDUSC, 2003,
ECO, Umberto, Os Limites da Interpretação, São Paulo. Editora Perspectiva, 2015;
SANTAELLA, Lucia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 2012.
TATIT, Luiz. Análise semiótica através das letras. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.

Bibliografia Complementar

SILVA, José Fernandes da. A Semiótica do texto narrativo literário. Goiânia: UCG, 2006.
PIGNATARI, Decio. Semiótica & literatura. São Paulo: Ateliê, 2004.
TATIT, Luiz. Semiótica à Luz de Guimarães Rosa. São Paulo: Ateliê Editorial, 2015.

TÓPICOS AVANÇADOS DE LITERATURA I


45ha

EMENTA

Revisão de conteúdos de Teoria da Literatura e familiarização com as tendências contemporâneas,


com o objetivo de aprofundar conhecimentos sobre modelos teóricos e metodológicos, seus limites
e desafios, bem como de desenvolver reflexões em torno de sua função no âmbito dos estudos
literários e seus papéis na constituição de discursos críticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, Michael. Questões de literatura e estética. São Paulo: Hucitec, 2015.


CALVINO, Italo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras,
2015.
DERRIDA, Jacques. A escritura e a diferença. São Paulo: Perspectiva, 2015.
EAGLETON, Terry. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso. São Paulo: Edições Loyola, 2016.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA, José Maurício Gomes de. Machado, Rosa & Cia: Ensaios Sobre Literatura e
Cultura. Rio de Janeiro: Topbooks, 2008.
FANTINI, Marli e RAVETTI, Graciela (Org.). Olhares Críticos. Estudos de Literatura e
Cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2009.
HALL, Stuart. Da diáspora: identidade e mediações culturais. Belo Horizonte: Ed. UFMG,
2013.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 114


TÓPICOS AVANÇADOS DE LITERATURA II
45ha

EMENTA

A disciplina abordará problemas contemporâneos ao estudo da literatura que não tenham sido
observados nos conteúdos da grade. Sua ementa deve ser atualizada de acordo com as necessidades
e a pesquisa do docente responsável.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TÓPICOS DE LITERATURA ITALIANA


30ha

EMENTA

Estudo de autores e textos literários fundamentais da Literatura Italiana. O contexto histórico-


literário. A reflexão crítica. Análise de obras literárias italianas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.1.7 Outras disciplinas de áreas afins obrigatórias

FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE


SINAIS
60ha

EMENTAS:

A História da Educação de surdos. Surdez: conceitos e definições. Cultura e identidades: as


comunidades surdas brasileiras. Aspectos legais da educação de surdos: Decreto nº 5626/05. A
Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: Definição e aplicabilidade. O ensino de língua portuguesa
para o surdo. AEE. Avaliação educacional do aluno surdo: adaptações e realidades. A importância
da LIBRAS no desenvolvimento sociocultural do surdo e em seu processo de escolarização,

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 115


educação bilíngüe e bicultural. Recursos tecnológicos e estratégias de intervenção. Noções básicas
de LIBRAS para conversação e acessibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? 2ª ed. São
Paulo: Moderna, 2006.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Brasília: MEC,
2005.
MOURA, Maria Cecília de. O surdo: caminhos para Nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter,
2000.
SKLIAR, Carlos (Org.) A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3ª. ed. Porto Alegre: Mediação,
2005.
STROBEL, Karin Lilian. Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais. Secretaria de
Estado da educação Paraná. Curitiba: SEED (organizadora) /SUED/DEE, 1998.

Bibliografia Complementar:

ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi; DUARTE, Patrícia Moreira. Atividades Ilustradas em sinais da


LIBRAS. Rio de Janeiro: REVINTER, 2004.
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1995.
SKLIAR, Carlos (org.). Educação e exclusão: abordagens socioantropológicas em educação
[Link].-Porto Alegre:Mediação, 2013.

METODOLOGIA CIENTÍFICA
45hs

EMENTAS:

O conhecimento e suas formas. Ciência e Método. O discurso científico e sua construção. A


documentação. Regras de apresentação do trabalho científico. Apresentação para a elaboração de
trabalhos científicos como: Fichamento, resumo, resenha, relatório, artigo, ensaio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Manual de Produção de Textos Acadêmicos e Científicos.


Editora Atlas S.A, São Paulo, 2013.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1983.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São
Paulo: Atlas, 2007.
SEVERINO, A. Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2002.

Bibliografia Complementar:

KAUARK, F. et alii. Metodologia da pesquisa: um guia prático. Itabuna: Via Litterarum, 2010.
MACHADO, Anna Raquel et al (coord.). Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola,

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 116


2005.
SANTOS, Antônio Raimundo. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 4. ed.
Rio de Janeiro: 2001.

7.1.8 Disciplinas de áreas afins optativas

ANTROPOLOGIA CULTURAL
60ha

EMENTA

Introdução a Ciência Antropológica e suas teorias, a teoria da cultura, aculturação personalidade e


sociedade, a organização econômica, casamento, família, parentesco e associações. Antropologia
hoje; movimentos sociais e mudanças; natureza, cultura e superurbanização. Alteridade e a questão
profissional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BROWN, Radicliffe-: Antropologia (Organizador e selecionador dos textos: Júlio Cezar Melatti;
Tradução de Marcos A. L. de S. Coimbra e Orlando Pilati )..-São Paulo: Ática, 1978.
DAMATA, Roberto. Relativizando – Uma Introdução à Antropologia Social. Rio de Janeiro:
Editora Rocco, 1987;
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro : LTC Editora,1989.
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. (Tradução: Marie-Agnés Chauvel) .Ed.
Brasiliense.1996.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: Um Conceito Antropológico. 7ª ed. Rio de Janeiro:
Zahar,1993.
STRAUSS, Claude -Levi. Antropologia Estrutural Dois. 4ªed. Tempo Brasilieira. Rio de Janeiro,
1993.

Bibliografia Complementar

MACHADO, CRISTINA Gomes. Multiculturalismo: muito além da riqueza e da diferença. Rio de


Janeiro:DPEA, 2002.
MEDEIROS, Maria Alice de Aguiar. O Elogio da Dominação. Relendo Casa Grande e Senzala.
Rio de Janeiro: Achiamé, 1984.
ROCHA, Everardo. O que é etnocentrismo? São Paulo: Brasiliense, 2006.

CULTURA BRASILEIRA
30ha

EMENTA

Cultura e sociedade; Representações e praticas sociais que caracterizam a cultura brasileira;


Processos historicos de construção da identidade nacional; manifestações culturais; Influência de
outras culturas na cultura brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 117


ABDLA Junior, Benjamin ( org) Margens da cultura. Mestiçagem, hibridismo & outras
misturas. São Paulo, Boitempo editorial, 2004.
AMADO, J Ferreira M.M. ( Orgs) Usos e abusos da História Oral , Rio de Janeiro, FGV,1994.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
MATTA, Roberto da. O que faz do Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986.
ROQUE, Laraia. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004.

Bibliografia Complementar

CHARTIER, Roger. História Cultural: entre práticas e representações. Rio de Janeiro:


Bertrand Brasil, 1998.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1973.
ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1994.

ESTUDOS CULTURAIS E LINGUÍSTICOS AFRO-DESCENDENTES


30ha

EMENTA

Perspectiva histórica dos estudos culturais; cultura: construção conceitual; a cultura como
processo ativo de produção, circulação e recepção de significados. Introdução ao debate teórico no
campo dos estudos culturais; identidade, etnicidade e diversidade cultural.
Estudos sobre as manifestações artístico-literárias afrodescendentes (lendas, letras de canção,
ritos, etc.) e seus reflexos na cultura brasileira. Fundamentos básicos da literatura oral
Afrodescendente com ênfase na região Norte, e seus reflexos na cultura brasileira. Outros aspectos
culturais (ênfase na linguagem) e seus reflexos na cultura brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARBOSA, Rogério Andrade. Rio acima, Mar abaixo. São Paulo: Melhoramentos, 2002.
CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura oral no Brasil. São Paulo: Global, 2006.
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: A formação e o sentido de Brasil. 2ª ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
TUGNY, Rosângela Pereira de; QUEIROZ, Ruben Caixeta de. (org.) Músicas africanas e
indígenas no Brasil. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006.
VALENTE, Valdemar. Sincretismo religioso afro-brasileiro. São Paulo: Ed. Nacional, 1976.

Bibliografia Complementar

ABDLA Junior, Benjamin ( org) Margens da cultura. Mestiçagem, hibridismo & outras
misturas. São Paulo, Boitempo editorial, 2004.
FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1973.
LOPES, Nei. Enciclopédia brasileira da diáspora africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.

ESTUDOS CULTURAIS E LINGUÍSTICOS INDÍGENAS NO BRASIL


30ha

EMENTA

Estudos sobre as manifestações artístico-literárias indígenas (lendas, letras de canção, ritos, etc.) e

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 118


seus reflexos na cultura brasileira. Fundamentos básicos da literatura oral indígena (lendas e mitos),
com ênfase nas etnias da região Norte, e seus reflexos na cultura brasileira. Outros aspectos culturais
(ênfase na linguagem) e seus reflexos na cultura brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASCUDO, Luis da Câmara. Literatura oral no Brasil. São Paulo: Global, 2006.
CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das
Letras, 1998.
MELATTI, Júlio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: Editora Hucitec; Brasília; Editora da UnB,
1987.
RAMOS, Alcida Rita. Sociedades indígenas. São Paulo: Ática, 1986.
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. Línguas brasileiras: para o conhecimento das línguas indígenas.
São Paulo: Loyola, 1986.

Bibliografia Complementar

GOMES, Mércio Pereira. Os índios e o Brasil: Ensaio sobre um holocausto e sobre uma nova
possibilidade de convivência. Petrópolis: Vozes, 1988.
SILVA, Aracy Lopes & GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. (Org). A Temática indígena na
escola: novos subsídios para professores de 1º e 2º graus. Brasília: MEC / MARI / UNESCO,
1995.
TUGNY, Rosângela Pereira de; QUEIROZ, Ruben Caixeta de. (org.) Músicas africanas e
indígenas no Brasil. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2006.

FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SISTEMA BRAILLE


45ha

EMENTA

Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Sistema Braille: O Sistema Braille como meio de


comunicação e expressão da pessoa cega. Leitura, produção e transcrição da escrita em tinta para
o sistema Braille. Formação de conceitos e simbologias diversas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a


Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2002.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Normas Técnicas para a
Produção de Textos em Braille. Brasília: MEC/SEESP, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Novo Manual Internacional de Musicografia Braille.
KROLICK, Bettye (compilação). Coordenação geral Maria Glória Batista da Mota. União
Mundial de Cegos / Subcomitê de Musicografia Braille. Brasília: Ministério da Educação /
Secretaria de Educação Especial, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização,
Diversidade e Inclusão. Grafia Química Braille para Uso no Brasil / elaboração: RAPOSO,
Patrícia Neves... [et al.].Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e
Inclusão. 2ª ed., Brasília: SECADI, 2012.
CONSTANT, Instituto Benjamin. Divisão de Imprensa Braille. Código Matemático Unificado.
Rio de Janeiro: IBC, 1995.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 119


Bibliografia Complementar

ALMEIDA. Prontidão Para Alfabetização Através do Sistema Braille. Rio de Janeiro;


Instituto Benjamin Constant, 1995.
DUARTE, Newton. Vigotski e o “aprender a aprender”: crítica às apropriações neoliberais e
pós-modernas da teoria vigotskiana. 4. ed. - Campinas, SP: Autores Associados, 2006.
VIGOTSKI, L.S.; LURIA, A.R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2006.

7.1.9 Componentes curriculares: TCC

TCC I
30hs

EMENTA

Primeira parte: Explanação do Professor Sistematizador sobre as normas técnicas de TCC pré-
estabelecidas pela UEAP, das normas da ABNT para Projeto e TCC, dos Métodos e técnicas de
pesquisa e do Template.
Segunda parte: Preparação do Projeto que deve estar definido, adequado e enquadrado em uma
das Linhas (ou Grupo) de Pesquisa do Curso. Deve ser elaborado pelo acadêmico, sob a
responsabilidade do professor orientador.
Terceira parte: Apresentação pública do projeto perante banca avaliadora, mediante
apresentação oral.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI, Marina de Andrade e LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico.
7ª ed., São Paulo: Atlas, 2007.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa. Abordagem teórico-
prática. 12ª d., Campinas-São Paulo: Papirus, 2004.
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica. A construção do conhecimento. Rio
de Janeiro: DP&A, 1999.

Bibliografia Complementar

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21. ed. São Paulo: Perspectiva, 2007.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2008.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2004.

TCC II
30hs

EMENTA

Elaboração final da Monografia ou Produção diversa com o Professor Orientador.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 120


Entrega da versão final escrita do TCC, sob a responsabilidade do professor orientador, em prazo
estabelecido pelo Colegiado do Curso. Defesa pública perante banca avaliadora, mediante
apresentação oral dos resultados e conclusões da pesquisa, em data designada pelo supracitado
Colegiado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Referencial variável em função do tema, do tipo de pesquisa, do suporte teórico e do viés de


análise da pesquisa que resultará na Monografia de Conclusão de Curso.

Bibliografia Complementar

Referencial variável em função do tema, do tipo de pesquisa, do suporte teórico e do viés de


análise da pesquisa que resultará na Monografia de Conclusão de Curso.

7.1.10 Disciplinas práticas obrigatórias

P I: OFICINA DE COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM PORTUGUÊS


45hs

EMENTA

Os Gêneros textuais como objeto de ensino. Didatização de Gêneros Textuais Orais. Produção de
Gêneros Textuais Orais em forma de ficcionalização. Reflexão sobre desenvolvimento das
habilidades orais no ensino de língua portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTILHO, Ataliba de. A língua falada no ensino de português. São Paulo: Contexto, 1998.
DIONÍSIO, Angela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (org.)
Gêneros textuais e ensino. 2ª ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
DIONÍSIO, Angela Paiva e BEZERRA, Maria Auxiliadora. O livro didático de português. Rio
de Janeiro: Lucerna, 2001.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo:
Cortez, 2001.
NEVES, Maria Helena de Moura. Gramática de uso do português. São Paulo: Editora da
UNESP, 2000.

Bibliografia Complementar

KOCH, I. V. e TRAVAGLIA, L. C. A coerência textual. São Paulo: Contexto, 1990.


SCHNEUWLY, Bernard & DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, SP:
Mercado de Letras, 2004.
SIGNORINI, I. Investigando a relação oral/escrito. Campinas: Mercado de Letras, 2001.

P II: OFICINA DE COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ESCRITA EM PORTUGUÊS


45hs

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 121


Noção de Texto e Textualidade. O hipertexto. O processo textual numa perspectiva enunciativa.
Constituição e funcionamento do texto escrito. Didatização de Gêneros Textuais Escritos.
Produção de Gêneros Textuais Escritos em forma de ficcionalização.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRANDÃO, Helena M. Gêneros do discurso na escola. São Paulo: Cortez, 2000.


CHIAPPINI, Lígia (coord.) Aprender e ensinar com textos. V. 1. São Paulo: Cortez, 4ª ed.
2001.
CITELLI, Adilson. O texto argumentativo. São Paulo: Scipione, 1994.
DIONISIO, Ângela Paiva; MACHADO, Ana Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora (orgs.).
Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristovão. Prática de Texto. Petrópolis: Vozes, 1992.

Bibliografia Complementar

KOCH, I. V. e TRAVAGLIA, L. C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.


SCHNEUWLY, Bernard & DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, SP:
Mercado de Letras, 2004.
VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

P III: PRÁTICA DE PESQUISA ORIENTADA


45hs

EMENTA

O professor orientador elaborará uma estratégia com o orientando para coletar os dados propostos
no Projeto do TCC I. Planejamento e execução de atividades a serem desenvolvidas, com vista a
contribuir para a reflexão e solução dos problemas. Na pesquisa de campo a observação no local
para levantamento de dados, elaboração e aplicação de instrumentos de coleta de dados,
relevância e irrelevância de dados, seleção e dimensionamento de amostras, fontes primárias e
secundárias. Na pesquisa bibliográfica leitura, fichamentos, elaboração da monografia,
comparação de dados, entrevistas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Referencial variável em função do tema, do tipo de pesquisa, do suporte teórico e do viés de


análise da pesquisa que resultará na Monografia de Conclusão de Curso.

Bibliografia Complementar

Referencial variável em função do tema, do tipo de pesquisa, do suporte teórico e do viés de


análise da pesquisa que resultará na Monografia de Conclusão de Curso.

7.1.11 Disciplinas práticas optativas

ANÁLISE E CORREÇÃO DE TEXTOS ESCOLARES


45ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 122


Critérios para correções de redações escolares. Compreensão e Elaboração de grades de correção
em redações escolares. Análise de redações escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABAURRE, Maria Luiza M.; ABAURRE, Maria Bernadete. Um olhar objetivo para produções
escritas: analisar, avaliar, comentar. São Paulo: Moderna, 2012.
CITELLI, Adilson (org.). Aprender e ensinar com textos não escolares. São Paulo: Cortez,
2012.
COSTA VAL, Maria da Graças. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
GARCEZ, L. H. do C. Técnica de redação. O que é preciso saber para bem escrever. São
Paulo: Martins Fontes, 2002.
WACHOWICZ, Teresa Cristina. Análise linguística nos gêneros textuais. São Paulo: Saraiva,
2012.

Bibliografia Complementar

CHARTIER, Roger. Os desafios da escrita. Sâo Paulo: EDUNESP, 2002.


GERALDI, J. Wanderley; CITELLI, Beatriz (orgs.). Aprender e ensinar com textos de alunos.
São Paulo: Cortez, 2010.
MATENCIO, Maria de Lourdes M. Leitura, produção de textos e a escola. Campinas: Mercado
de Letras, 1994.

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO


45ha

EMENTA

Leitura e Produção de textos de diferentes esferas comunicativas. Estratégias de Leitura de textos.


A construção do parágrafo. A produção textual a partir da noção interacional e de adequação
vocabular. Noções fundamentais de coesão e coerência.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FÁVERO, Leonor; ANDRADE, Maria Lúcia e AQUINO, Zilda. Oralidade e escrita:


perspectivas para o ensino de língua materna. 2a edição. São Paulo: Cortez, 2000.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 23a edição. São Paulo: Cortez, 1989.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 3a edição. São Paulo: Marins Fontes, 1991.
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989.
KOCH, Ingedore . Texto e Coerência. São Paulo: Cortez, 1989.

Bibliografia Complementar

BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é e como se faz. São Paulo: Edições Loyola, 1999.
GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Ed. da FGV,
2010.
KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. São Paulo: Pontes, 1993.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 123


OFICINA DE LEITURA E COMPREENSÃO DE TEXTOS DA LITERATURA
45ha

EMENTAS

Estudos de temas, autores, obras da Literatura brasileira. Características e funções das produções
literárias desse período. A inter-relação das produções dessa época com a história, filosofia,
sociologia e antropologia e com a literatura produzida na atualidade. A oficina será elaborada pelos
acadêmicos com auxilio do Professor de Atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

OFICINA DE PRODUÇÃO DE TEXTO PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA (BRAILLE E


LIBRAS)
30ha

EMENTAS

Leitura e Produção de textos escritos de esfera acadêmica: resumo, resenha, fichamento, ensaio,
banner e artigo científico direcionados para Braille e Libras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

OFICINA DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO DE TEXTOS CIENTÍFICOS ESCRITOS


EM LÍNGUA PORTUGUESA
30ha

EMENTAS

Leitura e Produção de textos escritos de esfera acadêmica: resumo, resenha, fichamento, ensaio,
banner e artigo científico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 124


ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1998.
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 22a ed.São Paulo: Ática 2006.
MACHADO, Anna Rachel. Resumo: leitura e produção de textos científicos. São Paulo:
Parábola, 2004.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 9 ed.
São Paulo: Atlas, 2007.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. 8
ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.

Bibliografia Complementar:

GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever aprendendo a


pensar. 9 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1981.
MACHADO, Ana Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
MACHADO, Ana Rachel; LOUSADA, Eliane Gouvêa; ABREU-TARDELLI, Lília Santos.
Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2004.

OFICINA DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO DE TEXTOS CIENTÍFICOS ORAIS EM


LÍNGUA PORTUGUESA
30ha

EMENTAS

Leitura e produção de textos orais de esfera acadêmica: colóquio, seminário, simpósio, congresso,
comunicação e mesa redonda.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola, 2008.
SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. et alii. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de
Letras, 2004.
SIGNORINI, Inês (org.). Investigando a relação oral/escrito e as teorias do letramento. Campinas:
Mercado de Letras, 2001.
TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, 1980.
XAVIER, Antônio Carlos. Como fazer e apresentar trabalhos científicos em eventos acadêmicos.
Recife: Rêspel, 2010.

Bibliografia Complementar

BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
PINTO, Paulo Gabriel H. da Rocha. Práticas acadêmicos e o ensino universitário: uma etno-grafia
das formas de consagração do saber na universidade. Niteroi-RJ: EDUF, 1998.
VEIGA, Ilma P. A. (org.). Técnicas de ensino: por que não? Campinas: Papirus, 2002.

OFICINA MONOGRAFICA I
30ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 125


EMENTAS

Leitura do texto linguístico ou de língua portuguesa: análise e estrutura do texto, identificação da


tese, dos argumentos, dos problemas e dos posicionamentos do autor do texto; identificação e
produção de elementos para o estudo linguístico ou de língua portuguesa: fichamento de textos,
elaboração de paráfrases (oral e escrita), resumo de textos, resenha; análise de monografias, de
acordo com a ABNT, para o trabalho com textos linguístico ou de língua portuguesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

OFICINA MONOGRAFICA II
30ha

EMENTAS

Leitura de textos literários: análise e estrutura do texto, identificação da tese, dos argumentos, dos
problemas e dos posicionamentos do autor do texto; identificação e produção de elementos para o
estudo literário: fichamento de textos, elaboração de paráfrases (oral e escrita), resumo de textos,
resenha; análise de monografias, de acordo com a ABNT, para o trabalho com textos literário.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

PRODUÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS


30ha

EMENTAS

Conceito de material didático e suas características. Análise comparativa de materiais didáticos


utilizados em diferentes segmentos de ensino. O lúdico no fazer pedagógico. Produção e avaliação
de material didático.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar – Novas formas de aprender. Petrópolis: Vozes,

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 126


2002.
CITELLI, Adilson. (coord). Outras linguagens na escola. São Paulo: Cortez, 2000.
CORACINI, Maria José R. (Org.). Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. São
Paulo: Pontes. 1999.
FARIA, Ana Lúcia G. Ideologia no livro didático. São Paulo: Cortez, 1984.
PERRENOUD, Philippe. Formando professores profissionais – Quais estratégias? Quais
competências? Porto Alegre: Artmed, 2001.

Bibliografia Complementar:

HAYDAT, Regina Célia Cazauz. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2002.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus Professor, Adeus Professora?: Novas Exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2002.
PERRENOUD, Philippe. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: ArtMed,
2001.

REVISÃO DE TEXTO
45ha

EMENTA

Análise de estruturas linguísticas em textos técnicos e acadêmicos. Unidade, coesão e coerência


textual. Argumentação. Revisão Gramatical.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COELHO NETO, Aristides. Além da Revisão: critérios para revisão textual. Brasília: Editora
Senac-DF, 2008.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 6. ed.
rev. e ampl. Belo Horizonte : Ed. UFMG, 2003.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo:
Parábola Editorial, 2008.
SOARES, Magda. Técnicas de redação: as articulações linguísticas Como técnica de pensamento.
Rio de Janeiro: Ao Livro técnico, 2004.
SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. A arte de escrever bem: um guia para jornalistas e
profissionais do texto. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2007.

Bibliografia Complementar

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola
Editorial, 2008.
FIORIN, José Luiz. Para entender o texto - leitura e redação. [Link]. São Paulo: Ática, 2006.
MALTA, Roberta. Manual do revisor. São Paulo: WVC, 2000.

SEMINÁRIO DE LETRAS I
45ha

EMENTAS

Atividade de tema Literário variado: O curso se propõe a desenvolver Seminários Especiais de

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 127


Letras, para turmas reduzidas, a partir de temas e textos pertinentes, de acordo com as pesquisas
em andamento no curso de Letras. A atividade será elaborada pelos acadêmicos com auxilio do
Professor de Atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

SEMINÁRIO DE LETRAS II
45ha

EMENTAS

Atividade de tema Linguístico variado: O curso se propõe a desenvolver Seminários Especiais de


Letras, para turmas reduzidas, a partir de temas e textos pertinentes, de acordo com as pesquisas em
andamento no curso de Letras. A atividade será elaborada pelos acadêmicos com auxilio do Professor
de Atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

SEMINÁRIO DE LETRAS III


30ha

EMENTAS

Atividade de tema de Língua Portuguesa e/ou Estrangeira variado: O curso se propõe a desenvolver
Seminários Especiais de Letras, para turmas reduzidas, a partir de temas e textos pertinentes, de
acordo com as pesquisas em andamento no curso de Letras. A atividade será elaborada pelos
acadêmicos com auxilio do Professor de Atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 128


TRANSVERSALIDADE E PRODUÇÃO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS EM AULAS DE
LÍNGUA PPORTUGUESA
30ha

EMENTA

Temas transversais e o ensino de LP. Gêneros discursivos. Sequência didática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. 6 ed. SP: Editora WMF. Martins Fontes, 2011.
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo
sócio-discursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. São Paulo: EDUC, 2003.
DASCAL, M. Fundamentos metodológicos da lingüística – vol. IV: Pragmática. Campinas, 1982.
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. São Paulo:
Mercado de Letras, 2004.
YUS, Rafael. Temas transversais: em busca de uma nova escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.

Bibliografia Complementar

BARROS, Diana Luz Pessoa de; FIORIN, José Luiz. (Org.). Dialogismo, Polifonia,
Intertextualidade: em torno de Bakhtin. São Paulo: Edusp, 1999.
BUSQUETS, Maria Dolors. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral.
São Paulo: Ática, 2000.
MATENCIO, Maria de L. M. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o processo
de letramento. São Paulo: Mercado de Letras, 1994.

7.1.12 Atividades práticas complementares obrigatórias

ATIVIDADES PRÁTICAS
10-120 há

EMENTAS

Para complementar a Carga Horária destinada à Prática Pedagógica, o curso se propõe a desenvolver
Atividades Práticas de Letras, como palestras, conferências, congressos ou eventos similares, de
acordo com as pesquisas em andamento no curso de Letras. Dependendo do evento a Carga Horária
pode mudar de atividade por atividade. A atividade será elaborada pelos acadêmicos com auxilio do
Professor de Atividade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 129


ministrará.

7.1.13 Estágio Supervisionado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: LÍNGUA PORTUGUESA E/OU RESPECTIVAS


LITERATURAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES.
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental. Desenvolvimento de
atividades que levem o acadêmico a conhecer a prática escolar do ensino e aprendizagem da língua
Portuguesa nos âmbitos da modalidade oral e escrita, da análise linguística, da literatura e da leitura
no ensino Fundamental II, considerando as tecnologias de informação e comunicação para o ensino.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
BEZERRA, Maria Auxiliadora; DIONISIO, Angela Paiva. (Org.). O livro didático de português:
múltiplos olhares. 3. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental:
língua portuguesa. Brasília, SEF/MEC, 1998.
KLEIMAN, A. Os estudos de letramento e a formação do professor de língua materna. Linguagem
em (Dis)curso, v. 8, n. 3, p. 487-517, set./dez. 2008.
MOITA LOPES, L. P. (Org.). Linguística Aplicada na modernidade recente: Festschrift para
Antonieta Celani. São Paulo: Parábola, 2013.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: LÍNGUA PORTUGUESA E/OU RESPECTIVAS


LITERATURAS PARA ENSINO FUNDAMENTAL EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES.
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental de Jovens e Adultos –
EJA. Desenvolvimento de atividades que levem o acadêmico a conhecer a prática escolar do ensino
e aprendizagem da língua Portuguesa no EJA, considerando as tecnologias de informação e
comunicação para o ensino.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Ministério da Educação. Proposta Curricular para a educação de jovens e adultos:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 130


segundo segmento do ensino fundamental: 5ª a 8ª série : Secretaria de Educação Fundamental,
2002.
LEAL, T. Ferraz. ALBUQUERQUE, E. B. Correia de & MORAIS, A. Gomes de (Orgs).
Alfabetizar letrando na EJA: fundamentos teóricos e propostas didáticas. Belo Horizonte:
Autêntica, 2010.
SANT’ANNA, Sita Mara Lopes. O ensino de Língua Materna para Jovens e Adultos
trabalhadores: a busca de novos sentidos. Dissertação. (Programa de Pós-Graduação em
Educação) Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2000.
SANTOS, I. B. de A.. Projetos de letramento na educação de jovens e adultos: o ensino da
escrita em uma perspectiva emancipatória. Tese (Doutorado), Universidade Federal do Rio Grande
do Norte, 2012.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 3. Ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: LÍNGUA PORTUGUESA E/OU RESPECTIVAS


LITERATURAS PARA O ENSINO MÉDIO E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES.
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino médio. Desenvolvimento de
atividades que levem o acadêmico a conhecer a prática escolar do ensino e aprendizagem da língua
Portuguesa nos âmbitos da modalidade oral e escrita, da análise linguística, da literatura e da leitura
no ensino médio, considerando as tecnologias de informação e comunicação no ensino. Análise e
elaboração de materiais didáticos para o ensino médio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEC/Semtc, 2002.


_____. Secretaria de Educação Básica. Ministério da Educação. Orientações curriculares para o
ensino médio – Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília, 2006.
BUNZEN, C.; MENDONÇA, Márcia. (orgs.). Português no ensino médio e formação do
professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.
CEREJA, W. R. Ensino de literatura: uma proposta dialógica para o trabalho com literatura. São
Paulo: Atual, 2005.
ELIAS, Vanda Maria. (Org.). Ensino de Língua Portuguesa: oralidade, escrita e leitura. São
Paulo: Contexto: 2011.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 131


ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: LÍNGUA PORTUGUESA E/OU RESPECTIVAS
LITERATURAS PARA O ENSINO MÉDIO – EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES.
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico na Educação de Jovens e Adultos – EJA, ensino
médio. Desenvolvimento de atividades que levem o acadêmico a conhecer a prática escolar do ensino
e aprendizagem da língua Portuguesa no EJA, ensino médio, considerando as tecnologias de
informação e comunicação no ensino. Análise e elaboração de materiais didáticos para este nível de
ensino. O PROEJA.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LOPES, S. P.; SOUSA, L. S. EJA: uma educação possível ou mera utopia? Disponível em:
[Link]
PEREIRA, Maria Teresa Gonçalves. O ensino da Língua Portuguesa: a questão do saber
(fazer) e do sentir (prazer) numa experiência de vida. Tese apresentada para concurso público
de professor titular de Língua Portuguesa. Instituto de Letras UERJ, 2002.
SANTOS, Maria Francisca Oliveira. et ali. Gêneros Textuais: na educação de jovens e adultos
em Maceió. 2. ed. rev. Maceió: Fapeal, 2004.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.2 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS


E RESPECTIVAS LITERATURAS

7.2.1 Disciplinas de Núcleo Comum obrigatórias

Todas as ementas do Núcleo Comum Obrigatório, sejam das disciplinas pedagógicas,


seja do quadro de disciplinas Específicas Profissionalizantes, encontram-se no Ementário de
Língua e Literatura Portuguesa.

7.3 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS/ESPANHOL E


RESPECTIVAS LITERATURAS

7.3.1 Disciplinas pedagógicas específicas – Língua Espanhola

AVALIAÇÃO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 132


EMENTA

Apresentação e discussão das diferentes modalidades de avaliação da aprendizagem. Análise e


elaboração de atividades avaliativas das 4 habilidades em língua estrangeira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTÓN, Marta. Métodos de evaluación de ELE. Madrid: Arco, 2013.


BAZTÁN, Alfonso Martínez. La evaluación de las lenguas: Garantías y limitaciones. Barcelona:
Octadero.
FERNÁNDEZ, I. Gretel M. Eres; BAPTISTA, Lívia Márcia Tiba Rádis. La enseñanza de lenguas
extranjeras y la evaluación. Madrid: Arco, 2010.
MULIK, Katia Bruginski; RETORTA, Miriam Sester (Orgs). Avaliação no ensino-aprendizagem
de línguas estrangeiras: diálogos, pesquisas e reflexões. São Paulo: Pontes, 2014.
SILVA, Sílvio Ribeiro da; ALVES FILHO, Sebastião Carlúcio, (Orgs.). Sobre avaliação e ensino
de línguas: (re)discutindo conceitos e (re)elaborando ações. São Paulo: Pontes, 2016.

Bibliografia Complementar
BALZAN, Newton César; SOBRINHO, José Dias. Avaliação Institucional: teoria e experiências.
São Paulo, Cortez Editora, 2000.
BARTOLOMEIS, Francesco de. Avaliação e Orientação: objetivos, instrumentos e métodos.
Lisboa, Livros Horizontes, 1981.
SARMENTO, Diva Chaves (org.). Discurso e a Prática da Avaliação na Escola. São Paulo:
Pontes, 1997.

DIDÁTICA DAS LÍNGUAS: ESPANHOL


60ha

EMENTA

Objeto, campo e método da disciplina; Reflexão sobre os conceitos de língua estrangeira, segunda
língua, língua materna e suas implicações didático-metodológicas. Estudo das teorias de
aprendizagem de línguas estrangeiras, abordagens e metodologias, currículo de LE e o papel da
interação na classe de língua; estratégias de aprendizagem, autonomia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GARGALLO, Isabel Santos. Lingüística aplicada a la enseñanza aprendizaje del español como
lengua extranjera. 4ª ed. Madrid: Arco libros, 2015.
LOPES, Luiz Paulo da Moita. Linguística Aplicada na modernidade recente. São Paulo: Parábola,
2016.
MENDOZA FILLOLA, Antonio (org.). Conceptos clave en la didáctica de la lengua y la literatura.
Barcelona, Universidad de Barcelona, 1998.
SERRANI, Silvana. Discurso e cultura na aula de língua: currículo, leitura, escrita. Campinas:
Pontes, 2010.
SIMÕES, Darcilia Marindir Pinto; FIGUEIREDO, Francisco José Quaresma de (Org.).
Contribuições da Linguística Aplicada para o Professor de Línguas. Campinas: Pontes, 2015.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 133


Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, J.C.P. de. Linguística aplicada: ensino de línguas e comunicação. Campinas:
Pontes, 2009.
BARCELO, Ana Maria Ferreira; ABRAHAO, Maria Helena Vieira (Orgs.). Crenças e ensino de
línguas. Editora Pontes, 2008.
CAVALCANTI, M. C. SIGNORINI, I. (orgs.) Linguística Aplicada e transdisciplinaridade.
Campinas, São Paulo: Mercado de letras, 1998. .

METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA ESPANHOLA


60ha

EMENTA

Reflexão sobre o papel dos agentes envolvidos no ensino de LE (o aluno, o professor e a classe),
competências e habilidades em classe de LE: a compreensão oral, a compreensão escrita, a produção
oral, a produção escrita; o texto literário na classe de LE; o papel do jogo na aprendizagem de LE;
as novas tecnologias na classe de língua; articulação entre saber /saber-fazer / saber-ser e
saber/aprender.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DELGADO, Maria Pilar Nuñez. Aproximación didáctica a la lengua y la literatura. Madrid:


Sintesis, 2014.
MENDOZA, Antonio. Didáctica de la lengua y la literatura. Pearson Educación, 2015.
NADIN, Odair Luiz; LUGLI, Viviane Cristina Poletto. Espanhol como língua estrangeira:
reflexões teóricas e propostas didáticas. Campinas: Mercado de Letras, 2013.
ROJO, Roxane. Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013.
ROMERA CASTILLO, J. Enseñanza de la Lengua y la Literatura. Guía Didáctica. Madrid:
UNED, 2006.

Bibliografia Complementar

ALONSO, Encima. ¿Cómo ser profesor/a y querer seguir siéndolo?. Madrid: Edelsa, 2011
RODRÍGUEZ, Catalina Fuentes. La gramática de la cortesía en español/LE. Madrid: Arco,
2010.
VEGAS, Rosa Ana Martin. Manual de la didáctica de la lengua y la literatura. Madrid: Sintesis,
2009.

TECNOLOGIA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

EMENTA

Reconhecimento das ferramentas tecnológicas disponíveis ao ensino da língua estrangeira; como


usá-las no processo de ensino-aprendizagem em sala de aula e / ou fora dela. Abordagens
sistemáticas das novas tecnologias e sua aplicabilidade no ensino das línguas estrangeiras e
literaturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 134


ARRARTE, Gerardo; SÁNCHEZ, José Ignacio de Villapadierna. Internet y la enseñanza del
español. Madrid: Arco, 2001.
ÁVALOS, Mariano. ¿Cómo integrar las TIC en la escuela del siglo XXI? De Clementina a las
tablets. Buenos Aires: Editorial Biblos, 2013.
BARTON, David; LEE, Carmen. Linguagem online: textos e práticas digitais. São Paulo:
Parábola, 2015.
LEFFA, Vilson; ARAÚJO, Júlio. Redes sociais e ensino de línguas: o que temos de aprender?
São Paulo: Parábola, 2016.
RIBEIRO, Ana Elisa. Textos multimodais: leitura e produção. São Paulo: Parábola, 2016.

Bibliografia Complementar

COSCARELLI, Carla Viana; RIBEIRO, Ana Elisa (Org.). Letramento digital: aspectos sociais e
possibilidades pedagógicas. Coleção Linguagem e Educação. Belo Horizonte: Ceale/Autêntica,
2005.
MAYRINK, Mônica F.; ALBUQUERQUE-COSTA, Heloisa (org.). Ensino e aprendizagem de
línguas em ambientes virtuais. São Paulo: Humanitas, 2013.
RODRÍGUEZ, J. L. J. et al. Recursos para profesores y alumnos de español: de la pizarra al
mundo digital. Embajada de España en Brasil: Prol, 2008.

7.3.2 Disciplinas profissionalizantes específicas – Língua Espanhola

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA ESPANHOLA


30ha

EMENTA

Estudo dos processos de compreensão e produção de textos escritos em língua estrangeira. Estudo
das características dos gêneros textuais escritos, utilização de gêneros diversos como suporte para a
produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASSANY, Daniel. Describir el escribir: cómo se aprende a escribir. Barcelona: Ediciones Paidós,
1989.
_____. Expresión escrita en L2/ELE. Madrid: Arco, 2005.
CLEMENTE, Caridad; CUADRADO, Maria Eugenia. Comprensión Escrita. Madrid: CLE
International, 2005.

Bibliografia Complementar

BORDERÍA, Salvador Pons. La enseñanza de la pragmática en la clase de E/LE. Madrid: Arco,


2005.
RIBAS, Teresa; GONZALO, Carmen Rodríguez. La lengua escrita y los proyectos de trabajo:
propuestas para el aula. Valencia: Perifèric, 2008.

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA ESPANHOLA


30ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 135


Estudo dos processos de compreensão de textos orais. Estudo dos gêneros do discurso e as
situações sociais de uso da língua oral, aspectos da comunicação oral em LE; recepção e produção.
Pronúncia, fluência e inteligibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CESTERO, Ana Mª Mancera. Comunicación no verbal y enseñanza de lenguas extranjeras.


Madrid: Arco, 1999.
CESTERO, Ana Mª Mancera. Conversación y enseñanza de lenguas extranjeras. Madrid: Arco,
2005.
LÓPEZ, Ángel García. Comprensión oral del español. Madrid: Arco, 2002.
MORENO, Francisco Fernández. Producción, expresión e interacción oral. Madrid: Arco, 2002.

Bibliografia Complementar

FERNÁNDEZ, Mª José Colomer; ALBELDA, Marta Marco. La enseñanza de la conversación


coloquial. Madrid: Arco, 2008.
NAVARRO, Antonio Hidalgo; NEBOT, Adrián Cabedo. La enseñanza de la entonación en el
aula de E/LE. Madrid: Arco, 2012.

CULTURAS E CIVILIZAÇÃO
30ha

EMENTA

Reconhecimento dos conceitos de cultura e civilização; Reflexão sobre expressões artísticas e


culturais dos países de língua espanhola, francesa e inglesa. Interpretação de referências culturais
em diversas modalidades de textos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

FONETICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA ESPANHOLA


45ha

EMENTA

Descrição do sistema fonológico do Espanhol. Os fonemas da língua e seus critérios de


classificação. Os elementos suprassegmentais. Os agrupamentos de fonemas do espanhol, estrutura
das silabas, as representações letras x sons; As transcrições fonéticas e fonológicas dos sons
linguísticos.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 136


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVAR, Manuel. Dialectología hispánica. Barcelona: Ariel, 1996.


GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo; ROMERO DUEÑAS, Carlos. Fonética, entonación,
ortografía. Madrid: Edelsa, 2005.
MOLERO, Antonio. El español de España y el español de América: colección prácticos ELE.
SM: GRUPO EDITORIAL, 2003.
QUILIS, Antonio. Tratado de fonología y fonética españolas. Madrid: Gredos, 1999.
SERRA, Maria Lucia de Andrade; BERTELEGNI, Maria DEL Carmen; ABREU, Regina Maria
Mattos. Fonética aplicada a la enseñanza del español como lengua extranjera. Galpão: SM-
GRUPO EDITOR, 2007.

Bibliografia Complementar

DÍAZ, Rafael Fernández. Prácticas de fonética Española para hablantes de portugués: nivel inicial-
intermedio. Cuadernos de Prácticas de Español/LE. Madrid: Arco/Libros, 1999.
GONZÁLES HERMOSO, A. Curso práctico: gramática de español lengua extranjera. España:
Edelsa, 2004.
MARTÍNEZ, Mª. Ángeles Álvarez. (Coord.) Fonética. 2. Ed. Madrid: Anaya, 2008. Nivel
Elemental A2. (c/ CD).

LÍNGUA ESPANHOLA I
90ha

EMENTA

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível básico da língua espanhola;


Desenvolvimento das 4 habilidades de expressão oral e escrita (produção elementar de atos de fala,
recepção, produção e compreensão escrita) em Língua Espanhola, através de fundamentação teórico-
prática lexical, fonético-fonológica, sintática, semântica e pragmática da língua; Introdução a tópicos
socioculturais e interculturais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DIAZ, Miguel; TALAVERA, García. Diccionario Santillana. Madrid: Santillana, 2014.


GÓMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. São Paulo: Edições SM, 2005.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 3. ed. São Paulo: Saraiva,
2006.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel M. Eres. Gramática contrastiva del español para
brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa
Calpe, 2006.
SEGOVIANO, Carlos. A arte de conjugar verbos espanhóis. Trad. Monica Stahel. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 137


LÍNGUA ESPANHOLA II
90ha

EMENTA

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível pré-intermediário que permitam estabelecer


relações de sentido em diferentes contextos linguísticos e socioculturais; aprofundamento lexical,
semântico-sintático da língua estrangeira em textos orais e escritos de situações cotidianas formais
ou informais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DIAZ, Miguel; TALAVERA, García. Diccionario Santillana. Madrid: Santillana, 2014.


GÓMEZ TORREGO, Leonardo. Gramática didáctica del español. São Paulo: Edições SM, 2005.
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 3. ed. São Paulo: Saraiva,
2006.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel M. Eres. Gramática contrastiva del español para
brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa
Calpe, 2006.
SEGOVIANO, Carlos. A arte de conjugar verbos espanhóis. Trad. Monica Stahel. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.

LÍNGUA ESPANHOLA III


90ha

EMENTA

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível pré-intermediário que permitam estabelecer


relações de sentido em diferentes contextos linguísticos e socioculturais; aprofundamento lexical,
semântico-sintático da língua estrangeira em textos orais e escritos de situações cotidianas formais
ou informais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ORUBE, Elisabet Areizaga. Gramática para profesores de español como lengua extranjera
(E/LE). México: Diaz de Santos editorial, 2015.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: fonética y fonología.
España: Espasa Calpe, 2011.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: morfología y sintaxis
1. España: Espasa Calpe, 2010.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 138


Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

MORENO, Concha; FERNÁNDEZ, Gretel M. Eres. Gramática contrastiva del español para
brasileños. Madrid: SGEL, 2007.
REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa
Calpe, 2006.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: sintaxis 2. España:
Espasa Calpe, 2010.

LÍNGUA ESPANHOLA IV
90ha

EMENTA

Desenvolvimento de competências e habilidades de compreensão e expressão oral e escrita em nível


intermediário contextualizadas em ações do cotidiano e nas interações sociais e interculturais.
Introdução às estruturas linguístico-comunicativas que permitam o deslocamento temporal, intra e
intertextual a partir de diferentes gêneros textuais, tendo a semântica como elemento de base para a
produção de textos falados e escritos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ORUBE, Elisabet Areizaga. Gramática para profesores de español como lengua extranjera
(E/LE). México: Diaz de Santos editorial, 2015.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: fonética y fonología.
España: Espasa Calpe, 2011.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: morfología y sintaxis
1. España: Espasa Calpe, 2010.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa


Calpe, 2006.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: sintaxis 2. España:
Espasa Calpe, 2010.

LÍNGUA ESPANHOLA V
90ha

EMENTA

Aprofundamento do estudo de aspectos léxico-gramaticais da língua estrangeira. Práticas de


compreensão e produção de textos orais e escritos em língua espanhola de alta complexidade
baseados nos aspectos pragmáticos e discursivos da linguagem, visando à consolidação da

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 139


competência comunicativa em diferentes níveis, estilos e registros da língua.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ORUBE, Elisabet Areizaga. Gramática para profesores de español como lengua extranjera
(E/LE). México: Diaz de Santos editorial, 2015.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: fonética y fonología.
España: Espasa Calpe, 2011.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: sintaxis 2. España:
Espasa Calpe, 2010.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa


Calpe, 2006.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: morfología y sintaxis 1.
España: Espasa Calpe, 2010.

LÍNGUA ESPANHOLA VI
90ha

EMENTA

Consolidação da competência comunicativa através do aprimoramento das estruturas linguístico-


comunicativas de nível avançado em situações orais e escritas de comunicação. Elaboração e
construção do sentido; argumentação; correlação linguagem oral e linguagem falada; estilística.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ORUBE, Elisabet Areizaga. Gramática para profesores de español como lengua extranjera
(E/LE). México: Diaz de Santos editorial, 2015.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: fonética y fonología.
España: Espasa Calpe, 2011.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: morfología y sintaxis
2. España: Espasa Calpe, 2010.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la Real Academia Española. Madrid: Espasa


Calpe, 2006.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: sintaxis 1. España:
Espasa Calpe, 2010.

LITERATURA ESTRANGEIRA I (LITERATURA ESPANHOLA I)


60ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 140


EMENTA

Estudo dos movimentos literários na Espanha do século XVIII ao XXI. Contextualização histórica.
Principais autores e obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBORG, Juan Luis. Historia de la literatura española: realismo y naturalismo. Madrid: Gredos,
1996.
ALBORG, Juan Luis. Historia de la literatura española: romanticismo. Madrid: Gredos, 2001.
MAINER, José-Carlos. Historia de la literatura española: modernidad y nacionalismo, 1900-1939.
Barcelona: Crítica, 2010.
PEDRAZA JIMENEZ, Felipe B.; RODRIGUEZ CÁCERES, Milagros. Historia esencial de la
Literatura Española e Hispanoamericana. Madrid: EDAF, 2000.
PEDRAZA JIMENEZ, Felipe B.; RODRIGUEZ CÁCERES, Milagros. Las épocas de la
Literatura Española. Barcelona: Ariel, 2007.

Bibliografia Complementar

GARCÍA LORCA, Federico. Poema del cante jondo: Romancero gitano. 14. ed. Madrid: Cátedra,
1989.
MAINER, José-Carlos. Tramas, libros, nombres: para entender la literatura española, 1944-2000.
Barcelona: Anagrama, 2005.
PINO, Ana María González; HERMIDA, Mar Freire. Curso de Literatura: español lengua
extranjera. Madrid: Edelsa, 2009.

LITERATURA ESTRANGEIRA II (LITERATURA ESPANHOLA II)


60ha

EMENTA

Estudo dos movimentos literários na Espanha do período Medieval ao século XVII.


Contextualização histórica. Principais autores e obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBORG, Juan Luis. Historia de la literatura española: Edad Media y Renacimiento. 2. ed.
Madrid: Gredos, 1997.
ALBORG, Juan Luis. Historia de la literatura española: época barroca. 2. ed. Madrid: Gredos,
1997.
PEDRAZA JIMENEZ, Felipe B.; RODRIGUEZ CÁCERES, Milagros. Historia esencial de la
Literatura Española e Hispanoamericana. Madrid: EDAF, 2000.
PEDRAZA JIMENEZ, Felipe B.; RODRIGUEZ CÁCERES, Milagros. Las épocas de la
Literatura Española. Barcelona: Ariel, 2007.
RUIZ PÉREZ, Pedro. Manual de estudios literarios de los Siglos de Oro. Madrid: Castalia, 2003.

Bibliografia Complementar

CERVANTES, Miguel de. Don Quijote de la Mancha. Madrid: Cátedra, 2005, 2 v.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 141


GONZÁLEZ, Mario Miguel. Leitura de literatura espanhola – da Idade Média ao século 17.
Editora Letraviva, 2010.
PINO, Ana María González; HERMIDA, Mar Freire. Curso de Literatura: español lengua
extranjera. Madrid: Edelsa, 2009.

LITERATURA ESTRANGEIRA III (LITERATURA HISPANO-AMERICANA I)


60ha

EMENTA

Estudo das manifestações literárias na hispano-américa do período colonial ao século XVII.


Contextualização histórica. Principais autores e obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana: de los orígenes a la


emancipación. Madrid: Alianza, 2003.
OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana: del romanticismo al
modernismo. Madrid: Alianza, 2003.
RODRÍGUEZ, John Lionel O’Kuinghttons. Antología crítica de la Literatura
Hispanoamericana. São Paulo: Letraviva, 2004.
SOMMER, Doris. Ficciones fundacionales: las novelas nacionales de América Latina. México:
Fondo de Cultura Económica, 2009.
VILLANES, Carlos; CÓRDOVA, Isabel. Literaturas de la América precolombina. Madrid:
Istmo, 1990.

Bibliografia Complementar

CASAS, Bartolomé de las. Brevísima relación de la destrucción de las Indias. 7. ed. Madrid:
Cátedra, 1989.
CRUZ, Juana Inés de la. Poesía lírica. 6. ed. Madrid: Cátedra, 1992.
VEGA, Inca Garcilaso de la. Comentarios reales. Madrid: Cátedra, 1996.

LITERATURA ESTRANGEIRA IV (LITERATURA HISPANO-AMERICANA II)


60ha

EMENTA

Estudo das manifestações literárias na hispano-américa do século XVIII ao século XXI.


Contextualização histórica. Principais autores e obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BURGOS, Fernando. Los escritores y la creación en Hispanoamérica. Madrid: Castalia, 2004.


GALEANO, Eduardo. Las venas abiertas de América Latina. 15. ed. Madrid: Siglo XXI, 2003.
OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana: posmodernismo, vanguardia,
regionalismo. Madrid: Alianza, 2003.
OVIEDO, José Miguel. Historia de la literatura hispanoamericana: de Borges al presente. Madrid:
Alianza, 2003.
RAMA, Ángel. Literatura e cultura na América Latina. Organização de Flávio Aguiar e Sandra

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 142


Guardini T. Vasconcelos. Tradução de Rachel la Corte dos santos e Elza Gasparotto. São Paulo:
Edusp, 2001. (Col. Ensaios Latino-Americanos).

Bibliografia Complementar

CORNEJO POLAR, Antonio. O condor voa: literatura e cultura latino-americanas. Organização de


Mario J. Valdés. Tradução de Ilka Valle de Carvalho. Belo Horizonte: UFMG, 2000. (Col.
Humanitas).
GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel. Cien años de soledad. 4. ed. Madrid: Cátedra, 1987.
PAZ, Octavio. El laberinto de la soledad. Madrid: Cátedra, 1993.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA I – LÍNGUA ESPANHOLA – MORFOLOGIA


45ha

EMENTA

Conceito e classificação dos morfemas (lexicais, gramaticais); Estudo da estrutura interna dos
vocábulos da LE e os princípios de formação das palavras compostas (flexão, derivação,
composição).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIRRE, Carmen. Manual de morfología. Barcelona: Castalia editorial, 2013.


DOLADER, David Serrano. Morfología y español como lengua extranjera (E/LE).
Zaragoza/España: Editorial Prensas universitarias de Zaragoza, 2009.
GARCÍA-PAGE, M. Cuestiones de morfología española. Madrid: CEURA, 2008.
GIL, Irene Chova. Teoría morfológica y morfología del español. Madrid: Editorial Universidad
Autónoma de Madrid, 2011. .

Bibliografia Complementar

BAÑUELOS, Alfonso Ollero. Morfología del español. Madrid: Quiasmo editorial, 2009.
BUESO, Isabel; MORENO, Nina et al. Diferencias de usos gramaticales entre español peninsular y
español de américa. Madrid: Edinumen, 1999.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA II – LÍNGUA ESPANHOLA – SINTAXE


45ha

EMENTA

Estudo da estrutura sintática da Língua Espanhola. Os componentes sintáticos no nível da frase. Os


componentes textuais. As características discursivas da comunidade linguística Espanhola.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALVO PÉREZ, Julio. Introducción a la pragmática del español. Madrid: Cátedra, 1994.
NÚÑEZ, Rafael; TESO MARTÍN, Enrique. Semántica y pragmática del texto común. Madrid:
Cátedra, 1996.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 143


ORDOÑEZ, Salvador Gutierrez. Análisis Sintáctico 1. Madrid: Anaya editorial, 2002.
RAMALLE, Teresa María Rodríguez. Manual de Sintaxis del Español. Barcelona: Castalia
editorial, 2005.
SANTOS, Juan Felipe García. Sintaxis del Español: nivel de perfeccionamiento. Salamanca:
Editorial Santillana, 2007.

Bibliografia Complementar

ORUBE, Elisabet Areizaga. Gramática para profesores de español como lengua extranjera (E/LE).
México: Diaz de Santos editorial, 2015.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Nueva Gramática de Lengua Española: sintaxis 2. España:
Espasa Calpe, 2010.

7.3.3 Disciplinas práticas obrigatórias

P I – LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


ESPANHOLA I
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas básicas da língua. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P II - LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


ESPANHOLA II
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas da língua, em nível intermediário. Atividades, exercícios e


dinâmicas que visam desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral
em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 144


Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P III - LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ESCRITA EM LÍNGUA


ESPANHOLA
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas da língua escrita. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção escrita em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P IV - OFICINA DE ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS


45ha

EMENTA

Estudo panorâmico sobre a evolução do material didático. Reflexão sobre critérios e modelos de
avaliação. Análise de materiais didáticos utilizados no ensino/aprendizagem de línguas. Elaboração
de projetos. Seleção/elaboração de materiais que articulem a experiência acadêmica ao ambiente de
aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRANDÃO, H.; MICHELETTI, G. (org). Aprender e ensinar com textos didáticos e


paradidáticos. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
DIAS, Reinildes; CRISTOVÃO, Vera Lúcia Lopes. O Livro Didático de língua estrangeira.
Editora Mercado de Letras, 2009.
GELABERT, M. ª J. et al. Producción de materiales para la enseñanza de español. Editorial,
Arco Libros, 2002.
GUERRA, Luis; UEDA, Hiroto. Producción y evaluación de materiales didácticos
audiovisuales. Madrid: Arco, 2013.
LEFFA, Vilson J. (Org.). Produção de materiais de ensino: teoria e prática. Pelotas: EDUCAT,
2003.

Bibliografia Complementar

ABRAHÃO, Maria Helena Vieira. Prática de ensino de Língua Estrangeira: experiências e

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 145


reflexões. Editora Pontes, 2004.
GARGALLO, I. Santos; LOBATO, J. Sánchez. Vademécum para la formación de profesores.
Madrid: SGEL, 2004.
RICHARDS, J. C.; LOCKHART, C. Estrategias de reflexión sobre la enseñanza de idiomas.
Madrid: Cambridge University Press, 1998.

P V - PRÁTICAS DE PESQUISA ORIENTADA EM LE


45ha

EMENTA

A natureza e as áreas de pesquisas no campo da linguagem. Desenvolvimento e princípios da


pesquisa científica no ensino de línguas estrangeiras. Orientação de projeto de pesquisa no ensino
de língua estrangeira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.3.4 Estágio Supervisionado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO FUNDAMENTAL E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES
120 ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no Ensino Fundamental e/ou em instituições
não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO FUNDAMENTAL: EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 146


120 ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental de Jovens e Adultos –
EJA e/ou em instituições não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO MÉDIO E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120 ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no Ensino Médio e/ou em instituições não-
escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: LÍNGUA ESPANHOLA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO MÉDIO: EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120 ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino médio – EJA e/ou em instituições não-
escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 147


Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.3.3 Disciplinas Optativas – Língua Espanhola

CULTURAS DE LÍNGUA ESPANHOLA


45ha

EMENTA

Estudo de aspectos culturais, sociais, históricos e geográficos da Espanha e países da América


Latina, seus territórios ultramarinos e comunidades hispânicas.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

INTERCOMPREENSÃO ENTRE LÍNGUAS ROMÂNICAS


45ha

EMENTA

Iniciação a aprendizagem das línguas românicas através da leitura. Entender o conceito de


intercompreensão.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

OFICINA DE CORREÇÃO FONÉTICA EM LÍNGUA ESPANHIOLA


30ha

EMENTA

Estudo e prática dos diferentes métodos de correção fonética. O método articulatório, o método
comparatista ou contrastivo, o método das oposições fonológicas, o método verbo-tonal.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 148


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TÓPICOS EM FONOLOGIA DA LÍNGUA ESPANHOLA


30ha

EMENTA

A disciplina abordará problemas/estudos contemporâneos observados pela fonologia espanhola.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TÓPICOS EM LITERATURA ESPANHOLA/HISPANO-AMERICANA


30ha

EMENTA

A disciplina abordará estudos contemporâneos da literatura espanhola e/ou hispano-americana que


não tenham sido observados nos conteúdos das disciplinas presentes nesta matriz ou se comentados,
que a discussão não tenha sido aprofundada.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TRADUÇÃO EM LÍNGUA ESPANHOLA


45ha

EMENTA

Estudo da conceituação, da tipologia, dos modelos e dos procedimentos técnicos de tradução.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 149


Análise da viabilidade da tradução, de seu relacionamento com as demais disciplinas linguísticas e
das etapas do ato tradutório. O papel e a prática do tradutor. O contexto sociocultural no processo
de tradução.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TRADUÇÃO LITERÁRIA
45ha

EMENTA

Concepção de tradução literária. A prática de tradução de textos literários. O contexto cultural no


processo de tradução literária. A tradução como reescritura e manipulação. A tradução como
responsável pela formação de identidades culturais: da língua do original e da língua do texto
traduzido. Estratégias para a prática de tradução literária: tradução às cegas versus tradução crítica;
tradução anotada, tradução comentada; noção de projeto de tradução e de crítica de tradução literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

7.4 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS/FRANCÊS E


RESPECTIVAS LITERATURAS

7.4.1 Disciplinas pedagógicas específicas – Lingua Francesa

AVALIAÇÃO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

EMENTA

Apresentação e discussão das diferentes modalidades de avaliação da aprendizagem. Análise e


elaboração de atividades avaliativas das 4 habilidades em língua estrangeira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 150


RETORTA, Miriam; MULIK, Katia (orgs). Avaliação no ensino-aprendizagem de Línguas
Estrangeiras: Diálogos, Pesquisas e reflexões. Campinas, SP: Pontes Editores, 2014.
ROJO, R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens nas escolas. In
ROJO, R.; MOURA,E. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial,2012.
TAGLIANTE, C. L’évaluation. Coll. Techniques de classe. Clé International. Paris, 1994.
BERTOCCHINI, P; COSTANZO, E. Manuel de formation pratique pour le professeur de FLE.
Paris: CLE International, 2008.

Bibliografia Complementar

ROTTAVA, L; SANTOS,S.S.(Orgs). Ensino-aprendizagem de Línguas: Língua estrangeira. Ijuí:


Editora da UNIJUI, 2006. P. 49-64.
TAGLIANTE, C. L’évaluation et le cadre européen commun. Nouvelle édition. Paris: Clé
International. 2007.
VELTCHEFF, C; HILTON, Stanley. L’évaluation en FLE. 2ed. Paris: Hachette, 2005.

DIDÁTICA DAS LÍNGUAS: FRANCÊS


60ha

EMENTA

Objeto, campo e método da disciplina; Reflexão sobre os conceitos de língua estrangeira, segunda
língua, língua materna e suas implicações didático-metodológicas. Estudo das teorias de
aprendizagem de línguas estrangeiras, abordagens e metodologias, o papel da interação na classe de
língua; estratégias de aprendizagem, autonomia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERTOCCHINI, Paola, CONSTANZO, Edwige. Manuel d’autoformation. Paris: Hachette,


1989.
CUQ, Jean-Pierre & GRUCA, Isabelle. Cours de didactique du français langue étrangère et
seconde. Grenoble: PUG, 2003.
GUICHON, N. Vers l´intégration des TIC dans l´enseignement des langues. Paris : Ed. Didier ,
2012.
PORCHER, Louis. L’enseignement des langues étrangères. Paris : Hachette, 2004.
ROBERT, J.P.; ROSEN, E. & RIENHARDT, Faire classe en FLE – une approche actionnelle et
pragmatique. Paris: Hachette, 2011.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA FILHO, J. C. P. de. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas: Pontes,


1993.
CAVALCANTI, M. C. SIGNORINI, I. (orgs.) Linguística Aplicada e transdisciplinaridade.
Campinas, São Paulo: Mercado de letras, 1998.
PUREN, Christian, BERTOCCHINI, Paola, CONSTANZO, Edwige. Se former en didactique des
langues. Paris: Ellipses, 1998.

METODOLOGIA DO ENSINO DE LE

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 151


60ha

EMENTA

Reflexão sobre o papel dos agentes envolvidos no ensino de LE (o aluno, o professor e a classe),
competências e habilidades em classe de LE: a compreensão oral, a compreensão escrita, a
produção oral, a produção escrita; o texto literário na classe de Le; o papel do jogo na
aprendizagem de LE; as novas tecnologias na classe de língua; articulação entre saber /saber-fazer /
saber-ser e saber/aprender.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CONSEIL DE L’EUROPE. Cadre européen de références pour les langues: apprendre, enseigner
et évaluer. Strasbourg: Didier, 2000.
CUQ, J. P.; GRUCA, I. Cours de Didactique du Français Langue Étrangére et Seconde. Grenoble,
PUG, 2003.
CYR, Paul. Les stratégies d’apprentissage. Collection didactique des langues. Paris: CLE
International, 1996.
GALISSON, R. D’hier à aujourd’hui: la didactique des langues étrangères. Du structuralisme au
functionalisme. Paris: Clé International, 1980.
GERMAIN, C. L’approche communicative em didactique des langues. Anjou (Québec): CEC,
2000. (Col. Le point sur)

Bibliografia Complementar

BESSE, Henri. Méthodes et pratiques des manuels de langues. Paris: Didier/Crédif, 1985.
BERARD, Évelyne. L’approche communicative. Théorie et pratiques. Paris: Clé International,
1991. (Col. Didactiques des langues étrangères).
ORAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris: Hachette, 1982

TECNOLOGIA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

EMENTA

Reconhecimento das ferramentas tecnológicas disponíveis ao ensino da língua estrangeira; como


usá-las no processo de ensino-aprendizagem em sala de aula e / ou fora dela. Abordagens
sistemáticas das novas tecnologias e sua aplicabilidade no ensino das línguas estrangeiras e
literaturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAGA, Denise Bértoli. Ambientes digitais: reflexões teóricas e práticas. São Paulo: Cortez,
2013.
COSCARELLI, Carla Viana; RIBEIRO, Ana Elisa (Org.). Letramento digital: aspectos sociais e
possibilidades pedagógicas. Coleção Linguagem e Educação. Belo Horizonte: Ceale/Autêntica,
2005.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus,
2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 152


MAYRINK, Mônica F.; ALBUQUERQUE-COSTA, Heloisa (org.). Ensino e aprendizagem de
línguas em ambientes virtuais. São Paulo: Humanitas, 2013.
MAYRINK, Mônica F. ; SOTO, Ucy e GREGOLIN, Isadora V. (org.) Linguagem, Educação e
Virtualidade. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.

Bibliografia Complementar

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura.


V. 1, 10a edição. Tradução: Roneide Venancio Majer e Jussara Simões. São Paulo: Paz e Terra.
LÉVY, P. A Inteligência Coletiva: por uma Antropologia do Ciberespaço. São Paulo: Loyola,
1999.
WARSCHAUER, M. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. São Paulo:
Editora SENAC, 2006.

7.4.2 Disciplinas profissionalizantes específicas - Língua Francesa

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Estudo dos processos de compreensão e produção de textos escritos em língua estrangeira. Estudo
das características dos gêneros textuais escritos, utilização de gêneros diversos como suporte para a
produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERARD E. L’approche communicative: théorie et pratiques. Paris: Clé International, 1991.


BERTRAND, Denis. Parler pour convaincre. Paris: Gallimard, 1999. (Gallimard Éducation).
Maîtriser la lecture. Ouvrage collectif publié par l’Observatoire National de la lecture CNDP.
Paris: Odile Jacob, 2001. MOIRAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris:
Hachette, 1990.
HAGÈGE, Claude. Halte à la mort des langues. Paris: Ed. Odile Jacob, 2001.
POISSON-QUINTON, Sylvie. Compréhension ecrite. CLE International, 2004.

Bibliografia Complementar:

CORNAIRE, Claude, RAYMOND, Pierre. La production écrite. Collection Didactique de langue


étrangère. Paris: CLE International, 1999.
RIVENC, Paul. Pour aider à communiquer dans une langue étrangère. Paris: Didier Éruditions, et
Centre International de Phonétique appliquée. 2001.
VIGNER, Gerard. La grammaire en FLE. Paris: Hachette, 2004.

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 153


Estudo dos processos de compreensão de textos orais. Estudo dos gêneros do discurso e as
situações sociais de uso da língua oral, aspectos da comunicação oral em LE; recepção e produção.
Pronúncia, fluência e inteligibilidade;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOIN Patricia. Compréhénsion Orale. CLE International, 2004.


CORNAIRE, Claudette. La Compréhension orale. Collection Didactique des langues étrangère.
Paris: CLE International, 1998.]
BEACCO, J. C. L’Approche par Compétences dans l’Enseignement des Langues. Paris: Didier,
2008.
CUQ, J. P. ; GRUCA, I. Cours de didactique du français langue étrangère et seconde. Grenoble:
PUG, 2005.
LANCIEN, T. De la vidéo à l’internet: 80 activités thématiques. Paris: Hachette, 2004.

Bibliografia Complementar

LEBRE-PEYTARD, Monique. Situations de l’oral.


LHOTE, E. Enseigner l'oral en interaction. Percevoir, écouter, comprendre. Hachette
Autoformation, 1995.
TAILLEFER, Rejane et al. “Estratégias e técnicas de estudos para o projeto: Compreensão e
produção em linguagem oral: Espanhol, Francês e Inglês – Implementação de um Centro de Auto-
Acesso”. In Boletim 36. Londrina. EDUEL: 1999, p. 137-145.

CULTURA E CIVILIZAÇÃO FRANCESA


30ha

EMENTA

Reconhecimento dos conceitos de cultura e civilização; Reflexão sobre expressões artísticas e


culturais dos países de língua francesa, espanhola e inglesa. Interpretação de referências culturais em
diversas modalidades de textos; O comportamento não verbal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARON, J.-P. Qu'est-ce que la culture française ? Paris: Denoël, 1975


BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2005.
BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Tradução por Fernando Tomaz. 3. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2000.
DENIAU, X. La francophonie. Paris: PUF, 2001, 5ème édition.
MAUCHAMP, N. La France de toujours: Civilisation. Paris : CLE International, 2005.

Bibliografia Complementar

CLIFFORD, Geertz. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.


JOUBERT, J.-L. La francophonie. Paris: CLE International, 1997. (Lectures Clé en français facile)
MAUCHAMP, N. Le Français – mentalité et comportements. Paris: CLE International, 1991
STEELE, R. Civilisation progressive du français. Paris: CLE International, 2004.

FONETICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA FRANCESA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 154


45ha

EMENTA

Descrição do sistema fonológico do Francês. Os fonemas da língua e seus critérios de classificação.


Os elementos suprassegmentais. Os agrupamentos de fonemas do francês, estrutura das silabas, as
representações letras x sons; As transcrições fonéticas e fonológicas dos sons linguísticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLAMAND, Monique. L´intonation expressive. Paris: Hachette, 1976.


____________. Méthodologie de l’enseignement de la prononciation. Paris : CLE International,
1983.
CARTON, Francis. Introduction à la phonétique du français. Paris : Bordas, 1974.
DERIVERY, Nicole. La phonétique du français. Paris : Seuil, 1997 (coll. « Mémo »).
GARDES-TAMINE, Joëlle. La grammaire : phonologie, morphologie, lexicologie. Paris : Armand
Colin, 1990.
LEON, M. Exercices systématiques de prononciation française. Paris: Hachette, 1991.

Bibliografia Complementar

CRYSTAL, D. Dicionário de lingüística e fonética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
LEBEL, J.-G. Traité de correction phonétique poctuelle. Quebec: Ciral, 1990.

LÍNGUA FRANCESA I
90ha

EMENTA

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível básico da língua francesa; Desenvolvimento


das 4 habilidades de expressão oral e escrita (produção elementar de atos de fala, recepção, produção
e compreensão escrita) em Língua Francesa, através de fundamentação teórico-prática lexical,
fonético-fonológica, sintática, semântica e pragmática da língua; Introdução a tópicos socioculturais
e interculturais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
débutant. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire
expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 155


Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1 . (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.
Paris : CLE International, 2005.

LÍNGUA FRANCESA II
90ha

EMENTA

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível pré-intermediário que permitam estabelecer


relações de sentido em diferentes contextos linguísticos e socioculturais; aprofundamento lexical,
semântico-sintático da língua estrangeira em textos orais e escritos de situações cotidianas formais
ou informais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
débutant. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire
expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores.

Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1. (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.
Paris : CLE International, 2005.

LÍNGUA FRANCESA III


90ha

EMENTA

Desenvolvimento das 4 habilidades de língua estrangeira em nível intermediário. Aprofundamento


das habilidades de expressão e compreensão oral e escrita em desenvolvimento, a partir do estudo
de textos e estruturas gramaticais de media complexidade que contemplem funções pragmáticas
(estratégias comunicativas e contextualização), linguísticas (aspectos gramaticais e lexicais) e
socioculturais, com vistas a realizar uma reflexão sobre a influência destes na língua.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 156


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire
expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores.

Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1 . (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.
Paris : CLE International, 2005.

LÍNGUA FRANCESA IV
90ha

EMENTA

Desenvolvimento de competências e habilidades de compreensão e expressão oral e escrita em nível


intermediário contextualizadas em ações do cotidiano e nas interações sociais e interculturais.
Introdução às estruturas linguístico-comunicativas que permitam o deslocamento temporal, intra e
intertextual a partir de diferentes gêneros textuais, tendo a semântica como elemento de base para a
produção de textos falados e escritos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire
expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores.

Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1 . (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 157


Paris : CLE International, 2005.

LÍNGUA FRANCESA V
90ha

EMENTA

Aprofundamento do estudo de aspectos léxico-gramaticais da língua estrangeira. Práticas de


compreensão e produção de textos orais e escritos em língua francesa de alta complexidade baseados
nos aspectos pragmáticos e discursivos da linguagem, visando à consolidação da competência
comunicativa em diferentes níveis, estilos e registros da língua.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire
expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores

Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1 . (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.
Paris : CLE International, 2005.

LÍNGUA FRANCESA VI
90ha

EMENTA

Consolidação da competência comunicativa através do aprimoramento das estruturas linguístico-


comunicativas de nível avançado em situações orais e escritas de comunicação. Elaboração e
construção do sentido; argumentação; correlação linguagem oral e linguagem falada; estilística.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BÉRARD, Evelyne; LAVENNE, Christian. Modes d’emploi : grammaire utile du français. Paris,
Hatier/Didier,1991.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
LOMBARDINI, Amélie et all. Vocabulaire Progressif du Français. Niveau Débutant Complet.
Paris: CLE International, 2015. 112p.
POISSON-QUINTON, Sylvie; MINRAN, Reine; MAHEO-LE COADIC, Michèle. Grammaire

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 158


expliquée du francais. Paris, CLE International, 2002. (niveau débutant)
MANUAL de ensino definido pelos professores.

Bibliografia Complementar

BARFÉTY, Michèle; BEAUJOUIN, Patricia. Compréhension Orale niveau 1 . (Collection


Compétences). Paris. CLE International, 2004.
DUBOIS, J. Grammaire Structurale du Français. Paris, Larousse.
GRÉGORIE, Maïa; KOSTUCKI, Alina, Exercices Audio de Grammaire. Niveau Intermédiaire.
Paris : CLE International, 2005.

LITERATURA ESTRANGEIRA I (LITERATURA FRANCESA I)


60ha

EMENTA

Estudo dos movimentos literários na França do século XIX ao XXI. Contextualização histórica.
Principais autores, obras e características.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALLUIN, Bernard. Histoire de la littérature française du XXe siècle. Tome 1 et 2. Paris: Hatier,
2005.
BERTHIER, Patrick. Histoire de la France Littéraire. Modernités XIXe-XXe siècle. Presses
Universitaire de France, 2006.
FAUCHEREAU, Serge. Avant-gardes du XXe siècle et littératures 1905-1930. Paris: Flammarion,
2010.
GOLDENSTEIN, Jean-Pierre e BERNARD, Michel. Mesures et démesures dans les lettres
françaises du XXe siècle. Théâtre, surréalisme et avant-garde. Paris: Honoré Champion, 2007
TADIÉ, J.-Y. (Dir.) La littérature française : dynamique & histoire. Paris : Gallimard, 2vol., 2007.

Bibliografia Complementar

BLONDEAU, Nicole; ALLOUACHE, F.; NÉ, Marie-Françoise. Littérature progressive du


français (niveau Intermédiaire ). Paris: CLE international, 2004.
JULAUD, Jean-Joseph. La Littérature Française pour les Nuls. Paris: FIRST Editions, 2005.
ETERSTEIN, Claude (org.). La littérature Française de A à Z. Paris: Hatier, 1998

LITERATURA ESTRANGEIRA II (LITERATURA FRANCESA II)


60ha

EMENTA

Estudo dos movimentos literários na França do período Medieval ao século XVI. Contextualização
histórica. Principais autores, obras e características.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BLONDEAU, Nicole; ALLOUACHE, F.; NÉ, Marie-Françoise. Littérature progressive du

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 159


français (niveau Intermédiaire ). Paris: CLE international, 2004.
DESAINTGHISLAIN, Christoph. Français Littérature et méthodes. Paris : Bordas,1995.
LIGNY, Cécile; ROUSSELOT, Manuela. La littérature française du Moyen Age au XX e. Siècle
(repères pratiques). Paris: Nathan, 2002
NOUAILHAC, Irène ; NARTEAU, Carole. Mouvements littéraires français du Moyen Âge au XIX
e. siècle. France: Mémo Inédit, 2005.
TADIÉ, J.-Y. (Dir.) La littérature française : dynamique & histoire. Paris : Gallimard, 2vol., 2007.

Bibliografia Complementar

ETERSTEIN, Claude (org.). La littérature Française de A à Z. Paris: Hatier, 1998


JULAUD, Jean-Joseph. La Littérature Française pour les Nuls. Paris: FIRST Editions, 2005.
LAURIN, Michel, Anthologie littéraire du Moyen Âge au XIXe siècle, Laval, Beauchemin, 2000.

LITERATURA ESTRANGEIRA III L(ITERATURA FRANCESA III)


60ha

EMENTA

Estudo das manifestações literárias na França nos séculos XVII e XVIII. Contextualização
histórica. Principais autores e obras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BLONDEAU, Nicole; ALLOUACHE, F.; NÉ, Marie-Françoise. Littérature progressive du


français (niveau Intermédiaire ). Paris: CLE international, 2004.
DESAINTGHISLAIN, Christoph. Français Littérature et méthodes. Paris : Bordas,1995.
LIGNY, Cécile; ROUSSELOT, Manuela. La littérature française du Moyen Age au XX e. Siècle
(repères pratiques). Paris: Nathan, 2002.
MALAINDAIN, Pierre. Anthologie de la Littérature Française. Le XVIIIème siècle. Paris :
Larousse, 1994.
NOUAILHAC, Irène ; NARTEAU, Carole. Mouvements littéraires français du Moyen Âge au XIX
e. siècle. France: Mémo Inédit, 2005.

Bibliografia Complementar

ETERSTEIN, Claude (org.). La littérature Française de A à Z. Paris: Hatier, 1998


JULAUD, Jean-Joseph. La Littérature Française pour les Nuls. Paris: FIRST Editions, 2005.
LIGNY, Cécile; ROUSSELOT, Manuela. La littérature française du Moyen Age au XX e. Siècle
(repères pratiques). Paris: Nathan, 2002.

LITERATURA ESTRANGEIRA IV (LITERATURA FRANCOFONA)


60ha

EMENTA

Literaturas do mundo francófono. Numa visão estilística, textual e histórica, literária e cultural, far-
se-á o estudo literário de textos, autores e gêneros dessas diferentes zonas geográficas: Europa

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 160


francófona, Quebec, países crioulófonos, África, Departamentos e territórios franceses “d’ autre-
mer”. Bem como de regiões que apresentam uma relação com a língua francesa e consequentemente
uma literatura em língua francesa como: Líbano, Vietnam, Camboja, etc.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAHIMI, Denise. Langue et littératures francophones, Paris, Ellipses Marketing, 2001.


CHEVRIER, Jacques; JOUBERT, Jean-Louis ; GASQUY-RESCH, Yannick. Écrivains
francophones du XXème siècle: Universités francophones. Paris, Ellipses Marketing, 2001.
GORCEIX, Paul. Littérature francophone de Belgique et de Suisse. Paris, Ellipses Marketing,
2000.
JOUBERT, Jean-Louis, Abdou Diouf (Pref.). Petit guide des Littératures francophones, Paris,
Nathan, 2006.
DJEBAR, Assia. La Disparition de la langue française. Paris, Le Livre de Poche, 2006.

Bibliografia Complementar

BLONDEAU, Nicole . FERROUDJA, Allouache. Littérature Progressive de la Francophonie.


Paris : CLE International, 2008.
ETERSTEIN, Claude (org.). La littérature Française de A à Z. Paris: Hatier, 1998
JULAUD, Jean-Joseph. La Littérature Française pour les Nuls. Paris: FIRST Editions, 2005.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA I – LÍNGUA FRANCESA – MORFOLOGIA


45ha

EMENTA

Conceito e classificação dos morfemas ( lexicais, gramaticais); Estudo da estrutura interna dos
vocábulos da LE e os princípios de formação das palavras compostas (flexão, derivação,
composição ...).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AUDET, Charles-Henri. Morphologie et syntaxe du français : précis théorique de sémantique


grammaticale. Québec: Le Griffon d’argile, 1995. Bescherelle: La grammaire pour tous. Paris:
Hatier, 2006.
BEACCO, Jean-Claude et all. Grammaire Contrastive para brasileiros. Paris: CLE
international/SEJER, 2014. 193p.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
CHEVALIER, Jean-Claude; BLANCHE-BENEVENISTE, Claire; ARRIVÉ, Michel; PEYTARD,
Jean. Grammaire du français contemporain. Paris: Larousse, 1964.
LE GOFFIC, Pierre. Grammaire de la Phrase Française. Paris: Hachette, 1993. MONNERIE,
Anne. Le Français au présent. Paris: Didier, 1987.

Bibliografia Complementar

DUBOIS, J. Grammaire de base. Paris : Larousse, 1976.


CHALORON. M-L & ROESCH, R. La grammaire autrement sensibilisation et pratique.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 161


Grenoble:Presses Universitaires de Grenoble, 1984.
GREVISSE, M. Precis de grammaire française, J. DUCULOT, S.A: GEMBLOUX,1957. BOY, M.
Formes structurales du français. Paris : HACHETTE , 1957.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA II – LÍNGUA FRANCESA – SINTAXE


45ha

EMENTA

Estudo da estrutura sintática da Língua Francesa. Os componentes sintáticos no nível da frase. Os


componentes textuais. As características discursivas da comunidade linguística francófona.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AUDET, Charles-Henri. Morphologie et syntaxe du français : précis théorique de sémantique


grammaticale. Québec: Le Griffon d’argile, 1995. Bescherelle: La grammaire pour tous. Paris:
Hatier, 2006.
BEACCO, Jean-Claude et all. Grammaire Contrastive para brasileiros. Paris: CLE
international/SEJER, 2014. 193p.
BOULARÉS, Michele ; FRÉROT, Jean-Louis. Grammaire progressive du français niveau
intermédiaire. Paris . CLE International, 2004.
CHEVALIER, Jean-Claude; BLANCHE-BENEVENISTE, Claire; ARRIVÉ, Michel; PEYTARD,
Jean. Grammaire du français contemporain. Paris: Larousse, 1964.
LE GOFFIC, Pierre. Grammaire de la Phrase Française. Paris: Hachette, 1993. MONNERIE,
Anne. Le Français au présent. Paris: Didier, 1987.

Bibliografia Complementar

DUBOIS, J. Grammaire de base. Paris : Larousse, 1976.


CHALORON. M-L & ROESCH, R. La grammaire autrement sensibilisation et pratique.
Grenoble:Presses Universitaires de Grenoble, 1984.
GREVISSE, M. Precis de grammaire française, J. DUCULOT, S.A: GEMBLOUX,1957. BOY, M.
Formes structurales du français. Paris : HACHETTE , 1957.

7.4.3 Disciplinas práticas obrigatórias

P I - LABORATÓRIO I - PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


FRANCESA I
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas básicas da língua. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 162


Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P II - LABORATÓRIO II - PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


FRANCESA II
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas da língua, em nível intermediário. Atividades, exercícios e


dinâmicas que visam desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral
em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P III - LABORATÓRIO III - PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ESCRITA EM LÍNGUA


FRANCESA
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas da língua escrita. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção escrita em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

P IV - OFICINA DE ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS


45ha

EMENTA

Evolução dos manuais de FLE ao longo das metodologias de ensino; O papel dos manuais nas

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 163


classes de francês; O processo de análise de manuais de línguas estrangeiras; Critérios de avaliação
e parâmetros para elaboração de materiais didáticos de FLE. Os suportes didáticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BESSE, H. Méthodes et pratiques de manuels de langue. Paris : Crédif-Didier, 1992.


CUQ, J. P., GRUCA. I. Cours de Didactique du Français Langue Étrangère et Seconde, Grenoble :
PUG, 2002.
DIAS, R.; CRISTOVÃO, V..L. (org.) O livro didático de língua estrangeira: múltiplas
perspectivas. Campinas: Mercado das Letras, 2009.
FERRO, J.; BERGMANN, J.C. Produção e avaliação de materiais didáticos em língua materna e
estrangeira. Curitiba: IBPEX, 2008.
PUREN C (2011) : Analyse des didactisations du manuel de français langue étrangère, Paris,
Éditions Maison des Langues.

Bibliografia Complementar:

CORACINI, M.J. Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. Campinas: Pontes, 1999.
COURTILLON, J. , (2003) : Elaborer un cours de FLE, Paris, Hachette Livre, 159 p.
TARDIEU, C. La didactique des langues em 4 mots-clés: Communication, culture, méthodologie,
évaluation. Paris: Ellipses Édition Marketing S.A, 2008.

P V - PRÁTICAS DE PESQUISA ORIENTADA EM LE


45ha

EMENTA

A natureza e as áreas de pesquisas no campo da linguagem. Desenvolvimento e princípios da


pesquisa científica no ensino de línguas estrangeiras.
Orientação de projeto de pesquisa no ensino de língua [Link]álise de dados e pesquisa
sobre os projetos do ensino da literatura e língua da Língua Francesa e Língua Materna nas escolas
e como a sociedade brasileira destina mais tempo e recursos para o aprendizado da Língua
Francesa;Orientação e instrumentalização da pesquisa e da prática pedagógica, as possibilidades de
investigação e análise da situação-problema relacionada com o tema norteador

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LEFFA, Vilson (ORG). Pesquisa em linguística Aplicada: Temas e métodos. Pelotas: Educat,
2006.
MOITA LOPES, L. P. Oficina de Lingüística Aplicada. Campinas: Mercado de Letras, 1996.
PAYRATÓ, Lluís. De profesión, lingüista; panorama de la lingüística aplicada. Barcelona: Ariel,
1998
RICHARDSON, R. J. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3ª ed. São Paulo: Editora Atlas, 2008.
VANDRESEN, P. Tópicos em lingüística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras.
Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988.

Bibliografia Complementar:

BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Manual de Produção de Textos Acadêmicos e Científicos.


Editora Atlas S.A, São Paulo, 2013.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 164


CAVALCANTI, M. do C. ; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa em sala de aula de
língua estrangeira. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, n.17. p. 133- 144. jan./jun. 1991.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002.

7.4.4 Estágio Supervisionado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: LÍNGUA FRANCESA E/OU RESPECTIVAS


LITERATURAS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental e/ou em instituições
não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERARD E. L’approche communicative: théorie et pratiques. Paris: Clé International, 1991.


BERTOCCHINI, Paola & COSTANZO, Edvige. Manuel d´autoformation. A l´usage des
professeurs de langue. Paris: Hachette, 1989 (coll. " Autoformation").
BOYER, Henri et al. Nouvelle introduction à la didactique du Français Langue Etrangère. Paris:
Clé International, 1990 (coll. "Le Français sans Frontières").
CORNAIRE, Claudette. La compréhension orale. Paris; Clé International, 1998 (Coll. “Didactique
des langues étrangères”).
MOIRAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris: Hachette, 1990.

Bibliografia Complementar

COURTILLON, Janine. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.


CUQ, Jean-Pierre & GRUCA, Isabelle. Cours de didactique du français langue étrangère et
seconde. Grenoble: Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
PENDANX, Michèle. Les activités en classe de langue. Paris: Hachette 1998 (Coll. F).

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: LÍNGUA FRANCESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO FUNDAMENTAL – EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-
ESCOLARES
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental de Jovens e Adultos –
EJA e/ou em instituições não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 165


BERARD E. L’approche communicative: théorie et pratiques. Paris: Clé International, 1991.
BERTOCCHINI, Paola & COSTANZO, Edvige. Manuel d´autoformation. A l´usage des
professeurs de langue. Paris: Hachette, 1989 (coll. " Autoformation").
BOYER, Henri et al. Nouvelle introduction à la didactique du Français Langue Etrangère. Paris:
Clé International, 1990 (coll. "Le Français sans Frontières").
CORNAIRE, Claudette. La compréhension orale. Paris; Clé International, 1998 (Coll. “Didactique
des langues étrangères”).
MOIRAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris: Hachette, 1990.

Bibliografia Complementar

PENDANX, Michèle. Les activités en classe de langue. Paris: Hachette 1998 (Coll. F).
PERY-WOODLEY, Marie-Paule. Les écrits dans l'apprentissage: clés pour analyser les
productions des apprenants. Paris: Hachette, 1993 (coll. "F").
TAGLIANTE, Christine. la classe de langue. paris: clé international, 1994 (coll. "techniques de
classe").

ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: LÍNGUA FRANCESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO MÉDIO E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120ha

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no Ensino Médio e/ou em instituições não-
escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERARD E. L’approche communicative: théorie et pratiques. Paris: Clé International, 1991.


BERTOCCHINI, Paola & COSTANZO, Edvige. Manuel d´autoformation. A l´usage des
professeurs de langue. Paris: Hachette, 1989 (coll. " Autoformation").
BOYER, Henri et al. Nouvelle introduction à la didactique du Français Langue Etrangère.
Paris: Clé International, 1990 (coll. "Le Français sans Frontières").
CORNAIRE, Claudette. La compréhension orale. Paris; Clé International, 1998 (Coll.
“Didactique des langues étrangères”).
MOIRAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris: Hachette, 1990.

Bibliografia Complementar

COURTILLON, Janine. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.


PERY-WOODLEY, Marie-Paule. Les écrits dans l'apprentissage: clés pour analyser les
productions des apprenants. Paris: Hachette, 1993 (coll. "F").
TAGLIANTE, Christine. La classe de langue. paris: clé international, 1994 (coll. "techniques de
classe").

ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: LÍNGUA FRANCESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO MÉDIO – EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 166


EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ENSINO MÉDIO – EJA e/ou em
instituições não-escolares. Orientação e reflexão sobre a prática pedagógica, avaliando e
diagnosticando o processo ensino-aprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica
através da regência no Ensino Médio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERARD E. L’approche communicative: théorie et pratiques. Paris: Clé International, 1991.


BERTOCCHINI, Paola & COSTANZO, Edvige. Manuel d´autoformation. A l´usage des
professeurs de langue. Paris: Hachette, 1989 (coll. " Autoformation").
BOYER, Henri et al. Nouvelle introduction à la didactique du Français Langue Etrangère.
Paris: Clé International, 1990 (coll. "Le Français sans Frontières").
CORNAIRE, Claudette. La compréhension orale. Paris; Clé International, 1998 (Coll.
“Didactique des langues étrangères”).
MOIRAND, S. Enseigner à communiquer em langue étrangère. Paris: Hachette, 1990.

Bibliografia Complementar

COURTILLON, Janine. Elaborer un cours de FLE. Paris: Hachette, 2003.


CUQ, Jean-Pierre & GRUCA, Isabelle. Cours de didactique du français langue étrangère et
seconde. Grenoble: Presses Universitaires de Grenoble, 2003.
PENDANX, Michèle. Les activités en classe de langue. Paris: Hachette 1998 (Coll. F).

7.4.5 Disciplinas optativas – Língua Francesa

CONVERSAÇÃO EM LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Atividades diversas em classe visando aprimorar a competência oral/discursiva em língua


estrangeira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

CULTURAS FRANCÓFONAS
45ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 167


Estudo de aspectos culturais, sociais, históricos e geográficos da França, seus territórios
ultramarinos e comunidades francófonas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARON, J.-P. Qu'est-ce que la culture française ? Paris: Denoël, 1975


DENIAU, X. La francophonie. Paris: PUF, 2001, 5ème édition.
MAUCHAMP, N. Le Français – mentalité et comportements. Paris: CLE International, 1991
MAUCHAMP, N. La France de toujours: Civilisation. Paris : CLE International, 2005.
STEELE, R. Civilisation progressive du français. Paris: CLE International, 2004.

Bibliografia Complementar:

CUCHE, D. La notion de culture dans les sciences sociales. Paris: Editions la Découverte. 1996
HALL, S. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. Tradução: Tomaz Tadeu da
Silva e Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
ZARATE, G. Enseigner une culture étrangère. Paris: Hachette. 1996.

FRANCÊS COM OBJETIVOS ESPECÍFICOS


30ha

EMENTA

O ensino do francês de especialidade em contextos comunicativos. Concepção, características,


estratégias e objetivos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEACCO ,J.-C. ,LEHMANN,D. Publics spécifiques et communications spécialisées.


Paris :Hachette,1990.
CARRAS Catherine, TOLAS Jacqueline , KOHLER Patricia, et al. Le français sur objectifs
spécifiques et la classe de langue. CLE international/Paris, 2007.
LEHMANN,D. Objectifs spécifiques en langue étrangè[Link]:Hachette,1993.
MANGIANTE , J.-M. , PARPETTE, C. Le Français sur Objectif Spécifique :de l’analyse des
besoins à l’élaboration d’un cours. Paris : Hachette, 2004.
MANGIANTE , J.-M. , PARPETTE, C. Le Français sur objectif universitaire . Grenoble: PUG,
2011.

Bibliografia Complementar:

CASTELLOTTI,V.; CHALABI, H.(éds) Le français langue étrangère et seconde:des paysages


didactiques en [Link] :L’Harmattan,2006,p.275-282.
MOURLHON-DALLIES Florence. Enseigner une langue à des fins professionnelles. Paris: Didier
Erudition, 2008.
QOTB, H. Vers une didactique du français sur Objectifs Spécifiques médié par Internet. Paris :
Publibook, 2009.

INTERCOMPREENSÃO ENTRE LÍNGUAS ROMÂNICAS


45ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 168


EMENTA

Iniciação a aprendizagem das línguas românicas através da leitura. Entender o conceito de


intercompreensão praticando.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ÁLVAREZ, Dolores, CHARDENET, Patrick Chardenet, TOST, Manuel (org.).


L’intercompréhension et les nouveaux défis pour les langues romanes. Agence Universitaire de La
Francophonie; Union Latine : Paris, 2011.
AZEREDO, J. C. de; OLIVEIRA NETO, G.; BRITO, A. M.. Gramática Comparativa Houaiss:
Quatro Línguas Românicas. Publifolha, 2011.
ARAÚJO e SÁ, M. H. Et alli (org). Intercompreensão em Línguas Românicas: conceitos, práticas,
formação. Aveiro : Universidade de Aveiro - CIDTFF - LALE. 2009
CONTI V. & GRIN F. (Ed.), S'entendre entre langues voisines : vers l'intercompréhension.
Genève : Georg, 2008.
ESCUDE, P.; JANIN, P. Le point sur L’intercompréhension, clé du plurilinguisme. Paris: Clé
International, DLE, 2010.

Bibliografia Complementar:

ROBERT, J.M. Langues voisines, langues proches et langues lointaines: implications didactiques.
Disponível em: [Link]/LESCLaP/documents/textes_membres. php. Acesso em: 10 dez
06.
ESCUDE, Pierre; JANIN, Pierre. Le point sur l'intercompréhension, clé du plurilinguisme. Paris:
CLE international, 2010.
CADDEO Sandrine, JAMET Marie-Christine. L'Intercompréhension : une autre approche pour
l'enseignement des langues, Paris : Hachette, 2013.

OFICINA DE CORREÇÃO FONÉTICA EM LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Estudo e prática dos diferentes métodos de correção fonética. O método articulatório, o método
comparatista ou contrastivo, o método das oposições fonológicas, o método verbo-tonal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLAMAND, Monique. L´intonation expressive. Paris: Hachette, 1976.


_____________. Méthodologie de l’enseignement de la prononciation. Paris : CLE
International, 1983.
CARTON, Francis. Introduction à la phonétique du français. Paris : Bordas, 1974.
CHARLIAC, Lucile et all. Phonétique Progressive du Français. Niveau Débutant. Paris: CLE
International, 2012.
DERIVERY, Nicole. La phonétique du français. Paris : Seuil, 1997 (coll. « Mémo »).

Bibliografia Complementar:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 169


GARANT-VIAU, C. La portée des sons. Niveaux intermédiaire et avance. PUL: Québec, 2007.
MARTINS, C. & J.-J. MABILAT. Sons et Intonations. Exercices de prononciation. Paris: Didier,
2004.
PLANTE, C. Cahier d’exercices de phonétique corrective. Niveau débutant, PUL: Québec, 2007.

TÓPICOS DA LINGUÍSTICA TEXTUAL EM LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Abordagens dos conhecimentos sistemáticos de mundo e organização textual, do processo de


ensinar e aprender a Língua Francesa, com ênfase nos aspectos pragmáticos, semântico e
sociolinguístico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADAM, Jean-Michel. Analyse de La linguistique textuelle - Introduction à l'analyse textuelle des


discours, Paris : Armand Colin, collection "Cursus", 2005.
AUDET, Charles-Henri. Morphologie et syntaxe du français: précis théorique de sémantique
grammaticale. Québec: Le Griffon d’argile, 1995.
CAVALCANTE, Mônica M. et al. (Org.) Gêneros e sequências textuais. Recife: Edupe, 2009.
CHEVALIER, Jean-Claude; BLANCHE-BENEVENISTE, Claire; ARRIVÉ, Michel; PEYTARD,
Jean. Grammaire du français contemporain. Paris: Larousse, 1964.
LE GOFFIC, Pierre. Grammaire de la Phrase Française. Paris: Hachette, 1993.
MONNERIE, Anne. Le Français au présent. Paris: Didier, 1987.

Bibliografia Complementar:

CHALORON. M-L & ROESCH, R. La grammaire autrement sensibilisation et pratique.


Grenoble:Presses Universitaires de Grenoble, 1984.
DUBOIS, J. Grammaire de base. Paris : Larousse, 1976.
GREVISSE, M. Precis de grammaire française, J. DUCULOT, S.A: GEMBLOUX,1957. BOY, M.
Formes structurales du français. Paris : HACHETTE , 1957.

TÓPICOS DE PRONÚNCIA DA LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Aspectos da fonética e da fonologia da língua francesa a ser definidos pelo professor da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 170


TÓPICOS EM FONOLOGIA DA LÍNGUA FRANCESA
30ha

EMENTA

Aspectos da fonologia da língua francesa a ser definidos pelo professor da disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Básica será definida pelo professor que a ministrará.

Bibliografia Complementar

Vista a natureza da disciplina, a Bibliografia Complementar será definida pelo professor que a
ministrará.

TÓPICOS EM LITERATURA DE LÍNGUA FRANCESA


30ha

EMENTA

Estudos do Teatro, prosa e poesia francesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERSANI, J. et al. La littérature depuis 1945. Paris: Bordas, 1970.


CARLSON, M. Teorias do teatro: estudo histórico-crítico dos gregos à atualidade. São Paulo:
Editora UNESP, 1995.
IDT, G. Le roman, le récit non romanesque,le cinéma. Coll. Littérature et Langages. Paris:
Natan, 1975.
JOUBERT, J. L. La poésie. Paris: Armand Colin/Gallimard, 1965.
LEWERS, D. Introduction à la Poésie moderne et contemporaine. Paris: Bordas, 1990.
STALLONI, Y. Écoles et courants littéraires. Paris: Nathan, 2002.

Bibliografia Complementar

BRIOLET, D. Lire la poésie française du XXème siècle. Paris: Dunod, 1997.


FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. São Paulo: Duas cidades, 1978.
GRAMMONT, M. Petit traité de versification française. Paris: Armand Colin, 1965.

TRADUÇÃO EM LÍNGUA FRANCESA


45ha

EMENTA

Estudo da conceituação, da tipologia, dos modelos e dos procedimentos técnicos de tradução. Análise
da viabilidade da tradução, de seu relacionamento com as demais disciplinas linguísticas e das etapas
do ato tradutório. O papel e a prática do tradutor. O contexto sociocultural no processo de tradução.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 171


ALVES Fábio et allii (org.). Traduzir com autonomia – estratégias para o tradutor em formação.
São Paulo: Contexto, 2000.
BATH, Sérgio, BIATO, Oswaldo. Les Faux Amis e outras peculiaridades da língua francesa
para uso de brasileiros. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 1998.
MOUNIN, Georges. Les Problèmes théoriques de la traduction. Paris: Gallimard, coll.
“Bibliothèque des idées”, 1971.
RÓNAI, Paulo. As Armadilhas da Tradução, 1976a. In: Idem. A tradução vivida. Rio de Janeiro:
Educom, 1976.
RÓNAI, Paulo. Guia prático da tradução francesa. 2ª edição, revista e ampliada. Rio de Janeiro:
Educom, 1975.

Bibliografia Complementar

ARROJO, Rosemary. Oficina de Tradução – A Teoria na Prática. São Paulo: Ática, 1986.
PAZ, Octavio. Literatura e literalidade. Ensaio traduzido por Doralice Alves de Queiroz. Belo
Horizonte, FALE/UFMG, 2009.
XATARA, Cláudia Maria; OLIVEIRA, Wanda Aparecida Leonardo de. Dicionário de falsos
cognatos: francês-português, português-francês. São Paulo: Casa Editorial Schimidt, 1995.

TRADUÇÃO LITERÁRIA
45ha

EMENTA

Concepção de tradução literária. A prática de tradução de textos literários. O contexto cultural no


processo de tradução literária. A tradução como reescritura e manipulação. A tradução como
responsável pela formação de identidades culturais: da língua do original e da língua do texto
traduzido. Estratégias para a prática de tradução literária: tradução às cegas versus tradução crítica;
tradução anotada, tradução comentada; noção de projeto de tradução e de crítica de tradução literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARROJO, Rosemary. Tradução, Desconstrução e Psicanálise. Rio de Janeiro: Imago, 1993.


LEFEVERE, André. Tradução, reescrita e manipulação da fama literária. Bauru: EDUSC, 2007.
OSKI-DEPRÉ, Inès. Théorie et pratiques de la traduction littéraires. Paris: Armand Colin, 1999.
SIGNORINI, Inês (org.). Linguagem e Identidade. São Paulo: Mercado das Letras, 2002.
STAM, Robert. A literatura através do cinema – Realismo, Magia e a Arte da Adaptação.
Tradução de Marie-Anne Kremer. UFMG, 2008.

Bibliografia Complementar

ALVES Fábio et allii (org.). Traduzir com autonomia – estratégias para o tradutor em formação.
São Paulo: Contexto, 2000.
CAMPOS, Haroldo. “Da tradução como criação e como crítica”. Metalinguagem. São Paulo:
Cultrix, 1976, p. 21-38.
VIEIRA, Else Ribeiro. Teorizando e Contextualizando a Tradução. Belo Horizonte: UFMG, 1996.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 172


7.5 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE LETRAS/INGLÊS E
RESPECTIVAS LITERATURAS

7.5.1 Disciplinas Pedagógicas Específicas – Língua Inglesa

AVALIAÇÃO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

EMENTA

Apresentação e discussão das diferentes modalidades de avaliação da aprendizagem. Análise e


elaboração de atividades avaliativas das 4 habilidades em língua estrangeira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BACHMAN, Lyle F.; PALMER, Adrian S. Language testing in practice. Oxford: Oxford
University Press, 1997.
COHEN, Andrew D. Assessing language ability in the classroom. 2nd ed. Boston: Heinle &
Heinle, 1994.
HARMER, Jeremy. The practice of English language teaching. Third edition completely revised
and updated. Harlow: Longman, 2001.
HARRIS, Michael and Paul McCann. Assessment. Oxford: Heinemann, 1994.
HEATON, John Brian. Classroom testing. Essex: Longman, 1991.

Bibliografia Complementar

HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação,
2009.
LUCKESI. C.C. Avaliação de aprendizagem escolar. 9. ed. Cortez, São Paulo 1999.
MCNAMARA, T. Language testing. Oxford: Oxford University Press, 2000.

DIDÁTICA DAS LÍNGUAS: INGLÊS


60ha

EMENTA

Objeto, campo e método da disciplina; Reflexão sobre os conceitos de língua estrangeira, segunda
língua, língua materna e suas implicações didático-metodológicas. Estudo das teorias de
aprendizagem de línguas estrangeiras, abordagens e metodologias, o papel da interação na classe
de língua; estratégias de aprendizagem, autonomia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BROWN, H. D. Teaching by Principles: An Interactive Approach to Language Pedagogy. New


York: Pearson Education, 2nd ed., 2001.
CELANI, M. A. A. Ensino de segunda língua: redescobrindo as origens. São Paulo: EDUC,
1997.
O’MALLEY, J. M.; CHAMOT, A. V. Learning strategies in second language
acquisition. Cambridge: Cambridge University, 1990.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 173


OXFORD, R. L. Language learning strategies: what every teacher should know. New York:
Newbury, 1990.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Prática de Ensino e Aprendizagem de Inglês com
Foco na Autonomia. 2 ed. Campinas: Pontes. 2007.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA FILHO, J. C. P. de. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas:


Pontes, 1993.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio:
Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica,
1999.
RICHARDS, A. (1993) In: BROWN, D. H. Teaching by Principles an Interactive Approach to
Language Pedagogy. New Jersey: Prentice Regents, 1994

METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA


60ha

EMENTA

Reflexão sobre o papel dos agentes envolvidos no ensino de LE (o aluno, o professor e a classe),
competências e habilidades em classe de LE: a compreensão oral, a compreensão escrita, a
produção oral, a produção escrita; o texto literário na classe de Le; o papel do jogo na
aprendizagem de LE; as novas tecnologias na classe de língua; articulação entre saber /saber-fazer /
saber-ser e saber/aprender.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AEBERSOLD, Jo Ann; FIELD, Mary Lee. From Reader To Reading Teacher: issues and
strategies for second language classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
BROWN, D. H. Teaching by Principles - An Interactive Approach to Language Pedagogy. 3rd
edition. New Jersey: Prentice Hall Regents, 1994.
HARMER, Jeremy. How to teach english: an introduction to the practice of english language
teaching. 2nd edition. Longman ELT, 2007.
HAUGNES, N.; MAHER, B. Northstar 2: reading and writing. [Link]. New York: Pearson
Longman, 2009.
RICHARDS, J.C.; RODGERS, T.S. Approaches and methods in language teaching. Cambridge,
MA: Cambridge University Press, 2001.

Bibliografia Complementar

HOGUE, A. First Steps in Academic Writing. Essex: Longman, 2007.


SPRATT, Mary. English for the teacher. Cambridge: Cambridge University Press, 2002
WIDDOWSON, H.G. Aspects Of Language Teaching. 2nd impression. Oxford: Oxford University
Press. 1991.

TECNOLOGIA NO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA


60ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 174


Reconhecimento das ferramentas tecnológicas disponíveis ao ensino da língua estrangeira; como
usá-las no processo de ensino-aprendizagem em sala de aula e / ou fora dela. Abordagens
sistemáticas das novas tecnologias e sua aplicabilidade no ensino das línguas estrangeiras e
literaturas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAGA, Denise Bértoli. Ambientes digitais: reflexões teóricas e práticas. São Paulo: Cortez,
2013.
COSCARELLI, Carla Viana; RIBEIRO, Ana Elisa (Org.). Letramento digital: aspectos sociais e
possibilidades pedagógicas. Coleção Linguagem e Educação. Belo Horizonte: Ceale/Autêntica,
2005.
KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas:
Papirus, 2007.
MAYRINK, Mônica F. ; SOTO, Ucy e GREGOLIN, Isadora V. (org.) Linguagem, Educação e
Virtualidade. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.
WARSCHAUER, M. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. São Paulo:
Editora SENAC, 2006.

Bibliografia Complementar

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura.


V. 1, 10a edição. Tradução: Roneide Venancio Majer e Jussara Simões. São Paulo: Paz e Terra.
LÉVY, P. A Inteligência Coletiva: por uma Antropologia do Ciberespaço. São Paulo: Loyola,
1999.
MAYRINK, Mônica F.; ALBUQUERQUE-COSTA, Heloisa (org.). Ensino e aprendizagem de
línguas em ambientes virtuais. São Paulo: Humanitas, 2013.

7.5.2 Disciplinas profissionalizantes específicas - Língua Inglesa

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA


30ha

EMENTA

Estudo dos processos de compreensão e produção de textos escritos em língua estrangeira. Estudo
das características dos gêneros textuais escritos, utilização de gêneros diversos como suporte para a
produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

EVANS, V. Successful writing: proficiency. Newbury: Express Publishing, 2002.


FRANK, Marcela. Writing from experience. University of Michigan Press, 2004.
GRABE, W & KAPLAN, R.B. Theory & Practice of Writing. Longman, 1996.
SHOEMAKER, C. Write ideas: a beginning writing text. Boston: Heinle & Heinle Publishers,
1994.
WITHROW, J. Effective writing: writing skills for intermediate students of American English.
Cambridge: Cambridge University Press, 1987.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 175


Bibliografia Complementar

LAWS, Anne. Writing Skills. Summertown Publishing. 2002


MCCARTHY, M.; O´DELL, F.; SHAW, E. Vocabulary in use: upper intermediate: reference and
practice for students of North American English. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
RAIMES, A. Techniques in Teaching Writing. New York: Oxford University Press, 1983.

COMPREENSÃO E PRODUÇÃO ORAL EM LÍNGUA INGLESA


30ha

EMENTA

Estudo dos processos de compreensão de textos orais. Estudo dos gêneros do discurso e as situações
sociais de uso da língua oral, aspectos da comunicação oral em LE; recepção e produção. Pronúncia,
fluência e inteligibilidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FLETCHER, Clare. Pronunciation dictionary: study guide. Essex, UK: Longman, 1990
GIMSON, A. C. An introduction to the pronunciation of English. London: Edward Arnold, 1989.
LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A communicative grammar of English. London: Longman,
1975.
STAINBERG, Martha. Pronúncia do inglês norte americano. São Paulo: Ática, 1985.
WELLS, J. C. Pronunciation dictionary. Essex: Longman, 1991.

Bibliografia Complementar

EASTWOOD, John. Oxford Practice Grammar: Intermediate. Oxford: OUP, 2006.


GILBERT, Judy B. Clear Speech pronunciation and listening comprehension. Cambridge:
Cambridge University Press. 2005.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA. Cambridge:
Cambridge University, 1999.

CULTURA E CIVILIZAÇÃO
45ha

EMENTA

Reconhecimento dos conceitos de cultura e civilização; Reflexão sobre expressões artísticas e


culturais dos países de língua inglesa. Interpretação de referências culturais em diversas modalidades
de textos; O comportamento não verbal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASCUDO, Luis da câmara. Civilização e cultura. São Paulo. Global editora, 2004.
GAUNT, W. English Painting. A Concise History. (London: Thames and Hudson, 1991).

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 176


HOWAT, A.P.R. A history of English language. Oxford: Oxford University Press, 1984.
OAKLAND, Jonh. British Civilization : An Introduction, London, Routledge, 6th edition, 2006.
RANDLE, J. Understanding Britain. A History of the British People and their Culture. Grange
Press, 1988.

Bibliografia Complementar

ASHTON, T. S.. The Industrial Revolution, London, Oxford University Press, 1967.
BRIGGS, Asa. A Social History of England. London: Penguin Books Ltd., 1991.
FORD, Boris. ed. The Cambridge Cultural History of Britain. Vol.1-9. Cambridge University
Press, 1992-1995.

FONETICA E FONOLOGIA DA LÍNGUA INGLESA


45ha

EMENTA

Descrição do sistema fonológico do inglês. Os fonemas da língua e seus critérios de classificação.


Os elementos suprassegmentais. Os agrupamentos de fonemas do inglês, estrutura das silabas, as
representações letras x sons; As transcrições fonéticas e fonológicas dos sons linguísticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKER, Ann. Tree or Three? Cambridge: CUP, 1982.


ROACH, Peter. English Phonetics and Phonology: a practical course. 2nd ed. Cambridge:Cup,
1991.
SELIGSON, Paul. Handbooks for Teachers Help Students to Speak. London: Richmond, 1999.
STEINBERG, Martha. Pronúncia do inglês: norte-americano. 2. ed. São Paulo: Ática, 1986.
UNDERHILL, A. Sound Foundation. Oxford: Heinemann, 1994

Bibliografia Complementar

BAUER, Laurie; TRUDGILL, Peter. Language myths. England: Penguin, 1998.


QUIRK, Randolph; GREENBAUM, Sidney; LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A
comprehensive grammar of the English language. London: Longman, 1985.
WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Tradução José Carlos P. de
Almeida Filho. Campinas, SP: Pontes.

LÍNGUA INGLESA I
90ha

EMENTAS

Estudo das estruturas linguístico-comunicativas de nível básico da língua Inglesa; Desenvolvimento


das 4 habilidades de expressão oral e escrita (produção elementar de atos de fala, recepção, produção
e compreensão escrita) em Língua Inglesa, através de fundamentação teórico-prática lexical,
fonético-fonológica, sintática, semântica e pragmática da língua; Introdução a tópicos socioculturais
e interculturais.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 177


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elizabeth e PASQUALIN, Ernesto. Challenge. São Paulo:


Moderna,2005.
Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA. Cambridge:
Cambridge University, 1999.
KRAMSCH, Claire. (1993). Context and Culture in Language Teaching. Oxford: Oxford
University Press.
MURPHY, R; SMALZER, William R. Basic Grammar in Use. 3. ed. Cambridge: Cambridge
University Press, 2007.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

CARTER, R. e NUNAN, D. The cambridge guide for teaching English to speakers of other
languages. Cambridge: CUP, 2001.
DUTRA, D; MELLO, H. A gramática e o vocabulário no ensino de Inglês: novas perspectivas.
Belo Horizonte: FALE/POSLIN/UFMG,2004.
SIQUEIRA, Valter Lellis. O verbo Inglês - Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 1987.
LEECH, LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A communicative grammar of English. London:
Longman, 1975.

LÍNGUA INGLESA II
90ha

EMENTAS

Estudo das estruturas linguístico-comunictivas de nível pré-intermediário que permitam estabelecer


relações de sentido em diferentes contextos linguísticos e socioculturais; aprofundamento lexical,
semântico-sintático da língua estrangeira em textos orais e escritos de situações cotidianas formais
ou informais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elizabeth e PASQUALIN, Ernesto. Challenge. São Paulo:


Moderna, 2005.
Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA.
Cambridge: Cambridge University, 1999.
KRAMSCH, Claire. Context and Culture in Language Teaching. Oxford: Oxford University
Press. 1993.
MURPHY, R; SMALZER, William R. Basic Grammar in Use. 3. ed. Cambridge: Cambridge
University Press, 2007.
RON, Martinez. Como dizer tudo em Inglês. Rio de Janeiro: Campus,2000.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 178


Bibliografia Complementar

CARTER, R. e NUNAN, D. The cambridge guide for teaching English to speakers of other
languages. Cambridge: CUP, 2001.
DUTRA, D; MELLO, H. A gramática e o vocabulário no ensino de Inglês: novas perspectivas.
Belo Horizonte: FALE/POSLIN/UFMG, 2004.
LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A communicative grammar of English. London: Longman,
1975.
OXENDEN, C. et al. New English File elementary, student’s book and workbook with Multi- CD
ROM. Oxford: Oxford University Press, 2004.
SIQUEIRA, Valter Lellis. O verbo Inglês - Teoria e Prática. São Paulo: Ática, 1987. Série
Princípios.

LÍNGUA INGLESA III


90ha

EMENTAS

Desenvolvimento das 4 habilidades de língua estrangeira em nível intermediário. Aprofundamento


das habilidades de expressão e compreensão oral e escrita em desenvolvimento, a partir do estudo
de textos e estruturas gramaticais de media complexidade que contemplem funções pragmáticas
(estratégias comunicativas e contextualização), linguísticas (aspectos gramaticais e lexicais) e
socioculturais, com vistas a realizar uma reflexão sobre a influência destes na língua.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elizabeth e PASQUALIN, Ernesto. Challenge. São Paulo:


Moderna, 2005.
BIBER, D.; CONRAD, S.; LEECH, G. Longman student grammar of written and spoken
English. London/New York: Longman, 2002.
Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA.
Cambridge: Cambridge University, 1999.
MURPHY, R. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for intermediate
students of English with answers. [Link]. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
SILVERSTEIN, Bernard. Perfecting the sounds of American English: includes a complete guide
to the IPA. Illinois, USA: NTC, 1997.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

CARTER, R. e NUNAN, D. The cambridge guide for teaching English to speakers of other
languages. Cambridge: CUP, 2001.
DUTRA, D; MELLO, H. A gramática e o vocabulário no ensino de Inglês: novas perspectivas.
Belo Horizonte: FALE/POSLIN/UFMG,2004.
LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A communicative grammar of English. London: Longman,
1975.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 179


LÍNGUA INGLESA IV
90ha

EMENTAS

Desenvolvimento de competências e habilidades de compreensão e expressão oral e escrita em


nível intermediário contextualizadas em ações do cotidiano e nas interações sociais e interculturais.
Introdução às estruturas linguístico-comunicativas que permitam o deslocamento temporal, intra e
intertextual a partir de diferentes gêneros textuais, tendo a semântica como elemento de base para a
produção de textos falados e escritos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBER, D.; CONRAD, S.; LEECH, G. Longman student grammar of written and spoken
English. London/New York: Longman, 2002.
Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.
FREEDMAN, Aviva & MEDWAY, Peter. Learning and teaching genre. Boynton/Cook
Publishers Heinemann, 1994.
LIBERATO, Antonio Wilson. Compact English Book. São Paulo: FTD, 1998.
MURPHY, R. English Grammar in Use: a self-study reference and practice book for intermediate
students of English with answers. [Link]. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
OSHIMA, A.; HOGUE, A. Writing academic English. London/New York: Longman, 1999.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

CARTER, R. e NUNAN, D. The cambridge guide for teaching English to speakers of other
languages. Cambridge: CUP, 2001.
DUTRA, D; MELLO, H. A gramática e o vocabulário no ensino de Inglês: novas perspectivas.
Belo Horizonte: FALE/POSLIN/UFMG,2004.
LIBERATO, Antonio Wilson. Compact English Book. São Paulo: FTD, 1998.

LÍNGUA INGLESA V
90ha

EMENTAS

Aprofundamento do estudo de aspectos léxico-gramaticais da língua estrangeira. Práticas de


compreensão e produção de textos orais e escritos em língua Inglesa de alta complexidade
baseados nos aspectos pragmáticos e discursivos da linguagem, visando à consolidação da
competência comunicativa em diferentes níveis, estilos e registros da língua.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIBER, D.; CONRAD, S.; LEECH, G. Longman student grammar of written and spoken
English. London/New York: Longman, 2002.
Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 180


Cambridge: Cambridge University, 1999.
HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use: a reference and practice book for advanced students
of English. [Link]. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
LIBERATO, Antonio Wilson. Compact English Book. São Paulo: FTD, 1998.
OSHIMA, A.; HOGUE, A. Writing academic English. London/New York: Longman, 1999.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

BAUER, Laurie; TRUDGILL, Peter. Language myths. England: Penguin, 1998.


LIBERATO, Antonio Wilson. Compact English Book. São Paulo: FTD, 1998.
QUIRK, Randolph; GREENBAUM, Sidney; LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A
comprehensive grammar of the English language. London: Longman, 1985.

LÍNGUA INGLESA VI
90ha

EMENTA

Consolidação da competência comunicativa através do aprimoramento das estruturas linguístico-


comunicativas de nível avançado em situações orais e escritas de comunicação. Elaboração e
construção do sentido; argumentação; correlação linguagem oral e linguagem falada; estilística;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Dicionários bilíngues Oxford, Longman, Password ou outros da mesma qualidade.


HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use: a reference and practice book for advanced students
of English. [Link]. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
HANDBOOK of the International Phonetic Association: a guide to the use of the IPA.
Cambridge: Cambridge University, 1999.
HUTCHINSON, T. Lifelines intermediate. Oxford: OUP, 1997.
LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A communicative grammar of English. London: Longman,
1975.
OSHIMA, A.; HOGUE, A. Writing academic English. London/New York: Longman, 1999.

Obs.: Os textos do método serão definidos pelos professores.

Bibliografia Complementar

BAUER, Laurie; TRUDGILL, Peter. Language myths. England: Penguin, 1998.


QUIRK, Randolph; GREENBAUM, Sidney; LEECH, Geoffrey; SVARTVIK, Jan. A
comprehensive grammar of the English language. London: Longman, 1985.
WIDDOWSON, H. G. O ensino de línguas para a comunicação. Tradução José Carlos P. de
Almeida Filho. Campinas, SP: Pontes.

LITERATURA ESTRANGEIRA I (LITERATURA INGLESA I)


60ha

EMENTA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 181


Introdução à história das literaturas em língua inglesa. Estudos de textos literários em língua
inglesa a partir do ano 700, com ênfase na formação das literaturas de língua inglesa, na literatura
medieval e no teatro elisabetano.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, Jorge Luiz. Curso de literatura Inglesa. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2003..
ROGERS, Pat. An Outline of English Literature. Oxford & New York: OUP, 1998.
SILVA, Alexander Meireles da. Literatura inglesa para brasileiros: curso completo de cultura e
literatura inglesa para estudantes brasileiros. Rio de Janeiro: Moderna, 2005.
TIBBLE, Anne. The Story of English Literature: A Critical Survey. London: Peter Owen, 1974.
VIZIOLI, Paulo. A literatura inglesa medieval. São Paulo: Nova Alexandria, 1992.

Bibliografia Complementar

BURGESS, Anthony. A literatura Inglesa. São Paulo. Ática, 2007.


SILVA, Alexander Meireles da. Literatura Inglesa para brasileiros. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2002.
TIBBLE, Anne. The Story of English Literature: A Critical Survey. London: Peter Owen, 1974.

LITERATURA ESTRANGEIRA II (LITERATURA INGLESA II)


60ha

EMENTA

Estudo de textos literários em língua inglesa a partir de temáticas e/ou movimentos específicos do
pós-renascimento até o século XIX. Reflexões sobre os gêneros literários e sobre questões da
crítica literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, Jorge Luiz. Curso de literatura Inglesa. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2003..
EVANS, Ifor. História da Literatura Inglesa. São Paulo: Edições 70, 1980.
ROGERS, Pat. An Outline of English Literature. Oxford & New York: OUP, 1998.
SILVA, Alexander Meireles da. Literatura inglesa para brasileiros: curso completo de cultura e
literatura inglesa para estudantes brasileiros. Rio de Janeiro: Moderna, 2005.
TIBBLE, Anne. The Story of English Literature: A Critical Survey. London: Peter Owen, 1974.

Bibliografia Complementar

ABRAMS, gen. editor. The Norton Anthology of English Literature, 5th edition, vol.s I & II, New
York and London: W. W & Company Ltd., 1986.
BURGESS, Anthony. A literatura Inglesa. São Paulo. Ática, 2007.
KENNEDY, X. J. and Gioia, D. Literature – An Introduction to Fiction, Poetry, and Drama.
Longman, 1999 – 7th edition.

LITERATURA ESTRANGEIRA III (LITERATURA INGLESA III)


60ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 182


EMENTA

Estudo de textos literários em língua inglesa a partir de temáticas e/ou movimentos específicos do
século XX até a contemporaneidade. Reflexões sobre os gêneros literários e sobre questões da
crítica literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORGES, Jorge Luiz. Curso de literatura Inglesa. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2003..
EVANS, Ifor. História da Literatura Inglesa. São Paulo: Edições 70, 1980.
ROGERS, Pat. An Outline of English Literature. Oxford & New York: OUP, 1998.
SILVA, Alexander Meireles da. Literatura inglesa para brasileiros: curso completo de cultura e
literatura inglesa para estudantes brasileiros. Rio de Janeiro: Moderna, 2005.
TIBBLE, Anne. The Story of English Literature: A Critical Survey. London: Peter Owen, 1974.

Bibliografia Complementar

ABRAMS, gen. editor. The Norton Anthology of English Literature, 5th edition, vol.s I & II, New
York and London: W. W & Company Ltd., 1986.
BURGESS, Anthony. A literatura Inglesa. São Paulo. Ática, 2007.
KENNEDY, X. J. and Gioia, D. Literature – An Introduction to Fiction, Poetry, and Drama.
Longman, 1999 – 7th edition.

LITERATURA ESTRANGEIRA IV (LITERATURA NORTE- AMERICANA)


60ha

EMENTA

Análise e interpretação de obras significativas do século XIX e XX da Literatura Norte-Americana,


entendidas em seu contexto sociocultural, das origens até o presente, incluindo a produção de
autores pertencentes a minorias étnicas e sociais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GRUENEWALD, José Lino. Grandes poetas da língua inglesa do séc. XIX. Rio de Janeiro: Ed.
Nova Fronteira, 1989.
HIGH, P.B. An Outline of American Literature. London: Longman, 1997.
KARNAL, L. A história dos Estados Unidos. São Paulo: Contexto, 2007. FITZGERALD, F.S.
The Great Gatsby. London: Penguin Books Ltd., 1994.
LEITE, Bernardete Pinto (tradução). História da Literatura dos Estados Unidos, Publicações
Europa-América, Portugal, 1986.
PERKINS, George et al. The American Tradition in Literature – Vols. I and II. New York:
Random House, 1985.

Bibliografia Complementar

ABRAMS, gen. editor. The Norton Anthology of English Literature, 5th edition, vol.s I & II, New
York and London: W. W & Company Ltd., 1986.
BURGESS, Anthony. A literatura Inglesa. São Paulo. Ática, 2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 183


KENNEDY, X. J. and Gioia, D. Literature – An Introduction to Fiction, Poetry, and Drama.
Longman, 1999 – 7th edition.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA I – LÍNGUA INGLESA – MORFOLOGIA


45ha

EMENTA

Conceito e classificação dos morfemas (lexicais, gramaticais); Estudo da estrutura interna dos
vocábulos da LE e os princípios de formação das palavras compostas (flexão, derivação,
composição ...).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elisabeth. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond
Publishing, 2005.
MARTINS, Antonio Carlos Soares; SOUZA, Mariléia de; SOUZA, Danielle Ferrreira de.
Morfologia da Língua Inglesa. Ed. Unimontes. Montes Claros, 2010.
STEIBERG, Martha. Inglês norte-americano pronúncia e morfologia. Nova Alexandria: São
Paulo. 2006.
VINCER, Michael. English Grammar in Context. Macmillan. Oxford, 2008.
WATKINS, Michael; PORTER, Timothy. Gramática da língua inglesa. São Paulo: Editora
Ática, 2002.

Bibliografia Complementar

LEECH, Geoffrey. A Communicative Grammar of English. Longman: London, 1990.


QUIRK, Randolph, Sidney Greenbaum, Geoffrey Leech, and Jan Svartvik. A Comprehensive
Grammar of the English Language. Longman 1985.
SCRIVENER, Jim. Teaching English Grammar, what to teach and how to teach it. Macmillan
2010.

TÓPICOS EM GRAMÁTICA II – LÍNGUA INGLESA – SINTAXE


45ha

EMENTA

Estudo da estrutura sintática da Língua INGLESA. Os componentes sintáticos no nível da frase. Os


componentes textuais. As características discursivas da comunidade linguística francófona.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMOS, Eduardo; PRESCHER, Elisabeth. The New Simplified Grammar. São Paulo: Richmond
Publishing, 2005.
MARTINS, Antonio Carlos Soares; SOUZA, Mariléia de; SOUZA, Danielle Ferrreira de.
Morfologia da Língua Inglesa. Ed. Unimontes. Montes Claros, 2010.
STEIBERG, Martha. Inglês norte-americano pronúncia e morfologia. Nova Alexandria: São
Paulo. 2006.
VINCER, Michael. English Grammar in Context. Macmillan. Oxford, 2008.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 184


WATKINS, Michael; PORTER, Timothy. Gramática da língua inglesa. São Paulo: Editora
Ática, 2002.

Bibliografia Complementar

LEECH, Geoffrey. A Communicative Grammar of English. Longman: London, 1990.


QUIRK, Randolph, Sidney Greenbaum, Geoffrey Leech, and Jan Svartvik. A Comprehensive
Grammar of the English Language. Longman 1985.
SCRIVENER, Jim. Teaching English Grammar, what to teach and how to teach it. Macmillan
2010.

7.5.3 Disciplinas práticas obrigatórias

P I - LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


INGLESA I
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas básicas da língua. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKER, A. Tree or Three?. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.


BOWLER, B.; PARMINTER, S. New headway pre-intermediate pronunciation. Oxford:
Oxford University Press, 2001.
HANCOCK, M. English Pronunciation in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
ROACH, P. English Phonetics and Phonology. Cambridge: CUP, 2001.
UNDERHILL, A. Sound Foundations. Oxford: Heinemann, 1994.

Bibliografia Complementar

CUNNINGHAM, S.; MOOR, P. Headway Elementary Pronunciation. Oxford: OUP, 1996.


CUNNINGHAM, S.; MOOR, P. Everyday Listening and Speaking. Pre-Intermediate. Oxford:
Oxford University Press, 1993.
GILBERT, J. B. Clear Speech: pronunciation and listening comprehension in North American
English. Cambridge/New York: CUP, 1993.

P II - LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ORAL EM LÍNGUA


INGLESA II
45ha

Desenvolvimento das estruturas da língua, em nível intermediário. Atividades, exercícios e


dinâmicas que visam desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção oral
em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 185


BASTOW, T.; JONES, C. Talking in Pairs. Pre-Intermediate. Oxford: Oxford University Press,
1994.
FOLSE, K. S; IVONE, J. More discussion starters: activities for building speaking fluency. Ann
Arbor: University of Michigan Press, 2002.
HANCOCK, M. English Pronunciation in Use. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
JONES, D. English Pronouncing Dictionary. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.
UNDERHILL, A. Sound Foundations. Oxford: Heinemann, 1994.

Bibliografia Complementar

GILBERT, J. B. Clear Speech: pronunciation and listening comprehension in North American


English. Cambridge/New York: CUP, 1993.
KELLY, G. How to Teach Pronunciation. London: Pearson Longman, 2000.
UNDERHILL, A. Sound foundations. Oxford: Heinemann, 2005.

P III - LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO E COMPREENSÃO ESCRITA EM LÍNGUA


INGLESA
45ha

EMENTA

Desenvolvimento das estruturas da língua escrita. Atividades, exercícios e dinâmicas que visam
desenvolver e potencializar as habilidades de compreensão e produção escrita em LE.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BLANCHARD, K.; ROOT, C. Get Ready to Write. A Beginning Writing Text. New York:
Longman, 1998.
FRANK, Marcela. Writing from experience. University of Michigan Press, 2004.
OSHIMA, A.; HOGUE, A. Writing Academic English. Reading, Mass.: AddisonWesley, 1998.
RUETTEN, M. K. Developing Composition Skills. Boston: Thomson Heinle, 2003.
SINGLETON, J. Writers at Work. A guide to basic writing. Cambridge: Cambridge University
Press, 1998.

Bibliografia Complementar

OLSHER, D. Words in Motion. An Interactive Approach to writing. New York: Oxford


University Press, 1996.
ROOKS, G. M. Paragraph Power. New Jersey: Prentice Hall Regents, 1999.
SMALLEY, R. L.,RUETTEN, M.K., KOZYREV, J.R. Refining Composition Skills. Boston:
Heinle & Heinle, 2001. REID, J. M. The Process of Composition. Englewood Cliffs: Prentice
Hall Regents, 1988.

P IV - OFICINA DE ANÁLISE E ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS


45ha

EMENTA

Evolução dos manuais de LE ao longo das metodologias de ensino; O papel dos manuais nas
classes de Inglês; O processo de análise de manuais de línguas estrangeiras; Critérios de avaliação

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 186


e parâmetros para elaboração de materiais didáticos de LE. Os suportes didáticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AEBERSOLD, J. A. & FIELD, M. L. From reader to reading teacher: Issues and strategies for
second language classrooms. Cambridge: Cambridge University Press. 1997.
HARMER, Jeremy; How to teach english: an introduction to the practice of english language
teaching. 2nd edition. Longman ELT, 2007.
LEFFA, J. V. Produção de Materiais de Ensino: teoria e prática. Pelotas: Educat, 2003.
MC DONOUGH, J.; SHAW, C. Materials and methods in ELT: a teacher’s guide. Oxford:
Blackwell, 2003.
TOMLINSON, B. – Materials Development in Language Teaching – Language and languages –
Study and teaching, Cambridge University Press, 1998.

Bibliografia Complementar

BROWN, H. D. Principles of language learning and teaching. New York: Logman, 2000.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Práticas de Ensino e Aprendizagem de Inglês. 2a
Edição. Pontes, 2007.
RICHARDS, J. Teachers as course Developers. edited by Kathleen Graves, Cambridge:
University Press, 1996.

P V - PRÁTICAS DE PESQUISA ORIENTADA EM LE


45ha

EMENTA

A natureza e as áreas de pesquisas no campo da linguagem. Desenvolvimento e princípios da


pesquisa científica no ensino de línguas estrangeiras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. 4. ed. São Paulo, Cortez,
2005.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. (Coord.). Formação Continuada de Professores. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
CAVALCANTI, M. do C. ; MOITA LOPES, L. P. Implementação de pesquisa em sala de aula
de língua estrangeira. Trabalhos em Lingüística Aplicada, Campinas,1991.
CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A. Metodologia Científica. 3. ed. São Paulo: McGraw-
Hill do Brasil, 1983.
MARCONI, M. A; LAKATOS, E. V.. Metodologia científica. São Paulo: Editora Atlas, 2004.

Bibliografia Complementar

DEMO, P. Introdução ao ensino da metodologia da ciência. [Link]. São Paulo: Atlas, 1987.
WATZLAWICK, Paul; BEAVIN, Janet Helmick; JACKSON, Don D. Pragmática da
Comunicação Humana: um estudo dos padrões, patologias e paradoxos da interação [Tradução de
Álvaro Cabral]. [Link]. São Paulo: Pensamento-Cultrix, 2001.
WILLIAMS, Marion; BURDEN, Robert L. Psychology for language teachers. A social
constructivist approach. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 187


7.5.4 Estágio Supervisionado

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS


– ENSINO FUNDAMENTAL E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120h

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no Ensino Fundamental e/ou em instituições
não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed,
2002.
ANDREOLA, B. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. 20ª. ed. Petrópolis: Vozes,
2001.
LUDKE, M.; ANDRE, M. E. D. A Pesquisa em educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: E.
P. U., 1986.
NUNAN, D. Research Methods in Language Learning. Cambridge: Cambridge University Press,
1997.
RICHARDS, J.; RODGERS, T. Approaches and Methods in Language Teaching. Cambridge:
Cambridge University Press, 1993.

Bibliografia Complementar

LIBÂNIO, J.C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São
Paulo: Loyola – 1990
MOTTA, Elias de Oliveira. Direito educacional e educação no século XXI. Brasília: UNESCO,
1997.
SERRANI, Silvana. Discurso e cultura na aula de língua: currículo, leitura, escrita. Campinas, SP:
Pontes, 2005.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS LITERATURAS


– ENSINO FUNDAMENTAL: EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120h

EMENTA
Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na
elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino fundamental de Jovens e Adultos –
EJA e/ou em instituições não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: currículo e práticas pedagógicas. Petrópolis,


RJ: Vozes, 2010.
BRASIL. Parecer nº 11/2000. Conselho Nacional de Educação. – Diretrizes Curriculares

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 188


Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, Brasília, DF , jul/2000.
NUNAN, D. Research Methods in Language Learning. Cambridge: Cambridge University
Press, 1997.
OLIVEIRA, I. B.; PAIVA, J. Educação de jovens e adultos: questões atuais em cenário de
mudanças. In: Educação de jovens e adultos. Rio de Janeiro: DP&A editora, 2004.
RICHARDS, J.; RODGERS, T. Approaches and Methods in Language Teaching. Cambridge:
Cambridge University Press, 1993.

Bibliografia Complementar

ANTUNES, Celso. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender. Porto Alegre: Artmed,
2002.
LIBÂNIO, J.C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São
Paulo: Loyola – 1990
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação . São Paulo: Cortez, 1994.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS


LITERATURAS – ENSINO MÉDIO E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120h

EMENTA

Orientação e reflexão sobre a prática pedagógica, avaliando e diagnosticando o processo ensino-


aprendizagem, elaborando formas de intervenção pedagógica através da regência no Ensino Médio
e/ou em instituições não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KRAWCZYK, N. O Ensino médio no Brasil. São Paulo: Ação Educativa, 2009. (Coleção Em
Questão, 6)
LUDKE, M.; ANDRE, M. E. D. A Pesquisa em educação: Abordagens qualitativas. São Paulo: E.
P. U., 1986. RICHARDS, J. C.; LOCKHART, C. Reflective Teaching in Second Language
Classrooms. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.
RICHARDS, J.; RODGERS, T. Approaches and Methods in Language Teaching. Cambridge:
Cambridge University Press, 1993.
RICHARDS, J. Methodology in Language Teaching: an Anthology of Current Practice.
Cambridge: CUP, 2002.
WALLACE, M. Training Foreign Language Teachers - A Reflective Approach. Cambridge:
Cambridge University Press, 1991.

Bibliografia Complementar

BROWN, H. D. Principles of language teaching and learning. Prentice-Hall: Englewood Cliffs,


1994.
HARMER, J. How to teach English. Essex: Longman, 1998.
NUNAN, D. Research Methods in Language Learning. Cambridge: Cambridge University
Press, 1997.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 189


ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: LÍNGUA INGLESA E RESPECTIVAS
LITERATURAS – ENSINO MÉDIO: EJA E/OU EM INSTITUIÇÕES NÃO-ESCOLARES
120h

EMENTA

Técnicas de observação, elaboração de instrumentos de observação e pesquisa culminando na


elaboração de intervenções no processo pedagógico no ensino médio – EJA e/ou em instituições
não-escolares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, Brasília, DF,
2000.
KRAWCZYK, N. O Ensino médio no Brasil. São Paulo: Ação Educativa, 2009. (Coleção Em
Questão, 6)
LIBÂNIO, J.C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São
Paulo: Loyola – 1990
OLIVEIRA, I. B.; PAIVA, J. Educação de jovens e adultos: questões atuais em cenário de
mudanças. In: Educação de jovens e adultos. Rio de Janeiro: DP&A editora, 2004.
RICHARDS, J. C.; LOCKHART, C. Reflective Teaching in Second Language Classrooms.
Cambridge: Cambridge University Press, 1996.

Bibliografia Complementar

BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos: currículo e práticas pedagógicas. Petrópolis,


RJ: Vozes, 2010.
HARMER, J. The Practice of English Language Teaching. Essex: Longman, 1991.
HARMER, J. How to teach English. Essex: Longman, 1998.

7.5.5 Disciplinas Optativas – Língua Inglesa

A POESIA EM LÍNGUA INGLESA


30ha

EMENTA

Analisa e interpreta poemas de autores da produção literária em língua inglesa. Desenvolve a


habilidade de leitura de poemas em língua inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMS, M. H. The Norton Anthology of English Literature. Sixth Edition. 2 vols. New York
& London: Norton, 1993.
BURGESS, Anthony. A Literatura Inglesa. São Paulo: Ática, 2005.
MACHADO, A. R. ; BEZERRA, M. A. Gêneros Textuais e Ensino. Rio de Janeiro: Lucerna,
2005.
POUND, Erza. Abc da Literatura. 3 ed. São Paulo: Editora Cultrix, 1977.
SILVA, Alexander Meireles da. Literatura Inglesa para Brasileiros. [Link]. Rio de Janeiro:
Editora Ciência Moderna Ltda, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 190


Bibliografia Complementar

JENKINS, Elizabeth. Os Mistérios do Rei Arthur. Trad. Luiz Carlos Rodrigues de Lima. São
Paulo: Melhoramentos, 1994.
MCDOWALL, David. An Illustrated History of Britain. London: Longman, 1989.
TIBBLE, Anne. The Story of English Literature: A Critical Survey. London: Peter Owen, 1974.

CULTURAS ANGLOFONAS
45ha

EMENTA

Estudo dos aspectos culturais, sociais, históricos e geográficos de países falantes de língua Inglesa,
como E.U.A e Inglaterra.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAUMAN, Zygmunt. Globalização: As conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar


Editor, 1999.
BELLOCCHIO, Luca. Anglosfera. Forma e forza del nuovo Pan-Anglismo, Il Nuovo Melangolo,
Genova, 2006.
CRYSTAL, David. The Cambridge Encyclopedia of the English Language. 2ª ed.
Cambridge: Cambridge University Press,1995
Departamento de Estado dos Estados Unidos Escritório de Assuntos Públicos. Um Esboço da
História Americana, 2012.
KRAMSCH, Claire. Context and Culture in Language Teaching - Oxford Applied Linguistics,
2000.

Bibliografia Complementar

BREIDLIT, Anders. American Culture. Routledge, 1998.


TOTIS, Verônica Pakrauskas, Língua Inglesa: Leitura. São Paulo. Cortez, 1991.
ULLMANN, Runholdo Aloysio. Antropologia Cultural. Escola Superior de Teologia. Porto
Alegre. São Lourenço de Brindes, 1980.

ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO INFANTIL


45ha

EMENTA

Estudo sobre o ensino e a aprendizagem da Língua Inglesa para crianças, bem como, métodos para
que o ensino seja efetivo, especificidades desse público, material didático adequado, relação
professor (a) e alunos (as) dentre outros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSIS-PETERSON, Ana Antônia de; e GONÇALVES, Margarida de O. C. Qual é a melhor

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 191


idade para aprender línguas? Mitos e fatos. Contexturas, n. 5, 2000/2001.
HOLDEN, Susan. O ensino da Língua Inglesa nos dias atuais. São Paulo: SBS Editora, 2009.
LIMA, Ana Paula de e Margonari, Denise Maria. Materiais didáticos para o ensino de língua
estrangeira: inglês para crianças. Disponível em: <
[Link] Acesso em: 29 de Setembro
de 2016.
LIMA, Ana Paula de. Ensino de Língua Estrangeira para crianças: O papel do professor. In.:
Cadernos da Pedagogia - Ano 2, Vol.2, No.3 jan./jul 2008.
PEIXOTO, Vânia Cezar e Jaeger, Aline. Ensino de Língua Inglesa para crianças: Sim ou não?
As crenças de uma família em relação às línguas adicionais. Artigo disponível em:
[Link] Acesso em: 28 de
Setembro de 2016.

Bibliografia Complementar

REILLY, V. & WARD S. M. Very Young learners. Oxford: Oxford University Press, 1997.
SANTOS, Leandra Ines Seganfredo. Crenças acerca da inclusão de Língua Inglesa nas séries
iniciais. Contexturas, n. 10, 2006, p. 119 – 134.
SCOTT, Wendy A. YTREBERG, Lisbeth. Teaching English to children. New York: Longman
Inc, 1990.

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM EM LÍNGUA INGLESA


30ha

EMENTA

Estudos relacionados à aprendizagem em Língua Inglesa, estratégias que os alunos podem usar
para uma melhor compreensão e um aprendizado mais eficiente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARAÚJO-SILVA, GISVALDO BEZERRA. Estratégias de aprendizagem na aula de língua


estrangeira: um estudo com formandos em letras. Disponível em: <
[Link] Acesso em:
29 de Setembro de 2016.
LEFFA, Vilson J. Metodologia do ensino de línguas. In BOHN, H. I.; VANDRESEN, P. Tópicos
em linguística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. p.
211-23. Disponível em: <
[Link] Acesso em: 29 Set.
2016.
MICOLLI, Laura. Autonomia na aprendizagem de língua estrangeira. In: PAIVA,Vera Lúcia
Menezes de Oliveira (Org.) Práticas de ensino e aprendizado de língua inglesa com foco na
autonomia. 3. ed. Campinas: Pontes, 2010.
PAIVA, V. L. M. de O. Estratégias individuais de aprendizagem de língua inglesa. In: Letras &
Letras, v.14, n.1. Uberlândia: Edufu, p. 73-88, 1998.
Rede São Paulo de Formação docente. Pesquisas do ensino e da aprendizagem de inglês como
língua estrangeira: Tendências e perspectivas. São Paulo, 2012.

Bibliografia Complementar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 192


FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
O’MALLEY, J. M.; CHAMOT, A. V. Learning strategies in second language
acquisition. Cambridge: Cambridge University, 1990.
WENDEN, A; RUBIN, Joan (Ed.). Learning strategies in language learning. London: Prentice
Hall, 1987. p. 145-156.

INTERPRETAÇÃO E DRAMATIZAÇÃO NA AULA DE INGLÊS


30ha

EMENTA

Estudos e atividades envolvendo a interpretação e a dramatização, visando oferecer oportunidades para


que os alunos possam explorar e se expressar através da Língua Inglesa, com atividades diferenciadas
e dinâmicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CELANI, Maria Antonieta Alba. Ensino das línguas estrangeiras: olhando para o futuro. In:
______, (org.). Ensino de segunda língua: redescobrindo as origens. São Paulo: EDUC, 1997.
DUARTE, Vera Lúcia Cabrera. Living Drama in the classroom: uma proposta de abertura à
Aprendizagem Significativa. Disponível em: < [Link]
[Link]/greenstone/collect/ecritos2/index/assoc/HASH0128/[Link]/[Link]>. Acesso às:
29 de Setembro de 2016.
Freitas, Eduardo de. Dramatização como instrumento de ensino. Disponível em: <
[Link]
Acesso em: 28 de Setembro de 2016.
HOLDEN, Susan. O ensino da Língua Inglesa nos dias atuais. São Paulo: SBS Editora, 2009.
Maley, Alan & Duff, Alan. Drama Techniques in Language Learning. Cambridge, Cambridge
University Press, 1998.

Bibliografia Complementar

SCARPATO, Marta. Os procedimentos de ensino fazem a aula acontecer. São Paulo: Avercamp,
2004.
SANTOS, Luiz Carlos dos. Dramatização: uma possível técnica no processo ensino-aprendizagem.
Revista Gestão Universitária - 10/07/2013 - Belo Horizonte, MG. Disponível em: <
[Link]
Acesso em: 28 de Setembro de 2016.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o Teatro. São Paulo, Perspectiva, 1963.

LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL ACADÊMICA


45ha

EMENTA

Estudo e produção de textos técnico-científicos relevantes para o desempenho das atividades


acadêmicas, tais como: resumo, resenha, artigo e seminário. Prática pedagógica. Paráfrase, citação
textual e sínteses. Planejamento da escrita. Organização e constituição das ideias do texto. Estrutura,
ordenação e desenvolvimento do parágrafo. Argumentação e ritmo nas escritas acadêmicas.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 193


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FIORIN, J. L. & SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: leitura e redação. [Link]. São Paulo:
Ática, 2004.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo
a pensar. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1996.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a Escrita: atividades de retextualização. [Link]., São
Paulo : Cortez, 2003.
____________ Nos oceanos da internet. São Paulo: Cortez, 2008.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e Interação. São Paulo: Cortez, 2000.

Bibliografia Complementar

FIORIN, J. L Lições de Texto. Leitura e redação. São Paulo: Ática, 2006.


KLEIMAN, Ângela. Oficina de Leitura. Aspectos Cognitivos da Leitura. São Paulo: Pontes, 2008.
KOCH, Ingedore. Coerência/Coesão textual. São Paulo: Contexto, 2007.
MARQUES, Mário Osório. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa.. Ijuí: Editora Unijuí, 2001.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. Porto Alegre: ARTMED/GRUPOA, 1999

LITERATURA DE LÍNGUA INGLESA E CINEMA


30ha

EMENTA

Estudos de cinema e de literatura a partir da narrativa, adaptação e/ou crítica de cinema, levando em
conta os propósitos da relação literatura versus cinema enquanto produção cinematográfica e as suas
influências na linguagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Madison, Wisconsin: University of


Wisconsin Press, 1985.
EISENSTEIN, Sergei. O sentido do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
LÍRIO, Gabriela;
COUTINHO, Angélica, Interseções - cinema e literatura. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2010.
MARTIN, Marcel. A Linguagem Cinematográfica. Trad. Lauro Antonio e Maria Eduarda
Colares. Lisboa: Dinalivro, 2005.
PALMA, Glória Maria. Literatura e cinema: a demanda do Santo Graal & Matrix, Eurico, o
presbítero & A máscara do Zorro. Bauru: EDUSC, 2004.

Bibliografia Complementar

BALOGH, Anna Maria. Conjunções Disjunções Trasmutações. Da literatura ao cinema e à TV. 2


ed. São Paulo: Annablume, 2005.
BENJAMIN, Walter. Magia e Técnica, Arte e Política. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
FITZGERALD, F. Scott. O Grande Gatsby. Trad. Roberto Muggiati. 2 ed. Rio de Janeiro:
BestBolso, 2010.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 194


OFICINA DE MÚSICA EM LÍNGUA INGLESA
30ha

EMENTA

Analisa e interpreta músicas em língua Inglesa. Desenvolve as quatro habilidades da língua


inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1999.


BREWER, C. Music and learning: Seven ways to use music in the classroom. Tequesta, FL:
LifeSounds, 1995.
CAMPBELL, D. G. The Mozart effect. New York: Avon Press, 1997.
________. 100 ways to improve teaching using your voice and music: Pathways to accelerate
learning. Tucson, AZ: Zaphyr Press, 1992.
DIA A DIA EDUCAÇÃO. [Link]. FERREIRA, M. Como usar a
música na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2001.

Bibliografia Complementar

FOUCAULT, M. A ordem do discurso, São Paulo: Loyola, 1996.


KRASHEN, S. D. Principles and practice in second language acquisition. Prentice-hall
International, 1987.
LEFFA, V. Aspectos políticos da formação do professor de línguas estrangeiras. In: LEFFA,
V. (ed.), O professor de línguas estrangeiras: construindo a profissão. Pelotas: EDUCAT, 2006.

OFICINA DE CORREÇÃO FONÉTICA


30ha

EMENTA

Estudo e prática dos diferentes métodos de correção fonética. O método articulatório, o método
comparatista ou contrativo, o método das oposições fonológicas, o método verbo-tonal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALLWRIGHT, Dick & BAILEY, Katherine. Focus on the language classroom. Cambridge,
Cambridge University Press, 1991.
RICHARDS, J. C., & RODGERS, T. Approaches and Methods in Language Teaching.
Cambridge: University Press, 1986.
ROACH,Peter. English Phonetics and Phonology. Cambridge, New York: Cambridge University
Press,1983.
WELLS, J. C. Longman pronunciation dictionary. Harlow: Longman,1990.
UNDERHILL, A. Sound Foundation. Oxford: Heinemann, 1994.

Bibliografia Complementar

AVERY, Peter & EHRLICH, Susan. Teaching American Pronunciation. New YorK: OUP,
1992.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 195


STEINBERG, Martha. Pronúncia do inglês: norte-americano. 2. ed. São Paulo: Ática, 1986.
SOUZA, Melissa Lima de. A Abordagem comunicativa: influências e reflexos no Ensino-
aprendizagem de Língua Inglesa. São Luís, [s.n], 2005.

TÓPICOS DE PRONÚNCIA EM LÍNGUA INGLESA


45ha

EMENTA

Estudos relacionados à pronúncia em Língua Inglesa, levando em consideração aspectos da fonética


e fonologia, variação linguística e alguns questionamentos ligados à produção oral.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AVERY, Peter and Susan Ehrlich. Teaching American Pronunciation. Oxford, 1995.
CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. 4 ed. Petrópolis:
Editora Vozes, 1977.
HOLDEN, Susan. O ensino da Língua Inglesa nos dias atuais. São Paulo: SBS Editora, 2009.
MARTINEZ, Ron. Como dizer tudo em Inglês: fale a coisa certa em qualquer situação. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2000.
PAIVA, Vera L.M.O. Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia.
Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2004.

Bibliografia Complementar

AVERY, P. & SUSAN, E. (1992). Teaching American English pronunciation. Oxford: Oxford
University Press.
LIMA, Diógenes Cândido de. Ensino e aprendizagem em língua inglesa: conversas com
especialistas. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
PAIVA, Vera L.M.O. Novo projeto: Tecnologias digitais para o desenvolvimento de habilidades
orais em inglês. Disponível em:< [Link]
[Link]>. Acesso em: 29 de Setembro de 2016.

TÓPICOS EM AVALIAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA


45ha

EMENTA

Estudo de diferentes tipos de avaliação em Língua Inglesa desde testes de múltipla escolha a formas
alternativas de avaliação como portfólio, auto avaliação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAXTER, Andy. Evaluating your students. London: Richmond publishing, 1997.


BROADFOOT, Patricia. Education, assessment and society: a sociological analysis.
Buckingham: Open University Press, 1996.
COPE, Bill & KALANTZI, Mary (eds.). Multiliteracies: literacy learning and the design of social
futures. London: Routledge, 2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 196


DUBOC, Ana Paula Martinez. A questão da avaliação da aprendizagem de língua inglesa
segundo as teorias de letramentos. Dissertação de Mestrado – Faculdade de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas, São Paulo: Universidade de São Paulo, 2007.
FIDALGO, Sueli Salles. A avaliação de Ensino-aprendizagem: ferramenta para a formação
de agentes críticos. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica -
PUCSP, 2002.

Bibliografia Complementar

LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem escolar. 15ª edição. São Paulo: Cortez,
2003.
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da aprendizagem: práticas de mudança por uma
práxis transformadora. 5 ed. São Paulo: Libertad, 2003.
VIANNA, Heraldo Marelim. “Avaliação educacional: uma perspectiva histórica”. In:
[Link] em Avaliação Educacional, nº. 12, jul/dez 1995.

TÓPICOS EM INGLÊS COLOQUIAL E GÍRIA CONTEMPORÂNEA.


30ha

EMENTA

Estudo da linguagem popular, embasadas em termos informais da língua inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BAUGH, Albert. A History of the English Language, Oxford: University Press, 1997.
CLAIRE, Kramsh. Language and Culture, Oxford Univ. Press, 4 edição, 2003.
CRYSTAL, David. The Cambridge Encyclopedic of the English Language. Cambridge
University Press, 2 edição, 2003.
MACMAHON, April. Understanding language change. Cambridge, 1994.
STURTEVANT, E.H. Linguistic change: an introduction to the historical study of language.
Chicago: University of Chicago Press, 1997.

Bibliografia Complementar

RODRIGUES, Daniel de Sá. O tratamento da variação linguística nos livros didáticos de


língua inglesa. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada). Fortaleza: Universidade Estadual
do Ceará, 2005.
KEZEN, Sandra. Identidade Cultural e Ensino de Língua
[Link]ívelem:[Link]
[Link].
OXFORD, Rebecca L. Language learning strategies: what every teacher should know. Boston:
Heinle & Heinle, 1990.

TÓPICOS ESPECIAIS EM EAD E LÍNGUA INGLESA


30ha

EMENTA

A modalidade de Educação a Distância: histórico, características, definições, regulamentações. A

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 197


Educação a Distância no Brasil. A Mediação pedagógica na modalidade Educação a Distância.
Organização de situações de aprendizagem. Ambientes virtuais de Ensino-aprendizagem em língua
inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CABRAL, L. G.; SOUZA, P. de; LOPES, R. E. V.; PAGOTTO, E. G. (Org.). Linguística e


ensino: novas tecnologias. Blumenau/SC: Nova Letra, 2001.
CHAPELLE, C. A.; JAMIESON, J. Tips for teaching with CALL : practice approaches to
computer-assisted language learning. New York: Pearson Longman, 2008.
ESTIVALET, G. L. Realidade e virtualidade: utilização e proposição de atividades no ensino
de língua estrangeira à distância. In: Anais do IX Encontro do CELSUL – Circulo de Estudos
Linguísticos do Sul. Palhoça/SC: UNISUL, 2010. 14p. Disponível em: . Acesso em novembro de
2010.
HACK, J. R.; NEGRI, F. Escola e tecnologia: a capacitação docente como referencial para a
mudança. Revista Ciências & Cognição. Rio de Janeiro: UFRJ. Vol. 15(1), mar. 2010, p.89-99.
Disponível em: . Acesso em abril de 2010.
LEFFA, V. J. (org.). Autonomy in language learning. Porto Alegre/RS: Editora da
Universidade UFRGS, 1994.

Bibliografia Complementar

LÉVY, P. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. Rio de Janeiro: Editora


34, 2001.
LITTO, F. M.; FORMIGA, M. M. M. (org.). Educação à distância: o estado da arte. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2009.
QUADROS, R. M. de; FINGER, I. Teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis/SC:
Editora da UFSC, 2008.

TÓPICOS ESPECIAIS EM LÍNGUA INGLESA I


30ha

EMENTA

Estudo dos princípios básicos para o desenvolvimento da habilidade de leitura em língua estrangeira
e aplicação prática no contexto de sala de aula

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GRABE, William. Reading in a Second Language, Moving from Theory to Practice.


Cambridge University Press. Cambridge 2010.
RICHARDS, Jack C.; ECKSTUT-DIDIER, Samuela. Stratetig Reading 1. Cambridge University
Press. Cambridge, 2003.
HARMER, Jeremy. Just Reading and Writing. Marshal Cavendish, New York, 2004.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Disal, 2005.
TORRES, N. Gramática prática da língua inglesa. São Paulo: Saraiva, 2007.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 198


Bibliografia Complementar

HARMER, Jeremy. How to Teach English “new edition”. Pearson Longman, Essex, 2012.
SWAN, Michael. WALTER, Catherine. How English Works. Oxford University Press. Oxford.
2009
VINCE, Michael. Advanced Language Practice, English Grammar and Vocabulary. Oxford,
Macmillan, 2009.

TÓPICOS ESPECIAIS EM LÍNGUA INGLESA II


30ha

EMENTA

Estudo dos princípios básicos para o desenvolvimento da habilidade da escrita em língua


estrangeira e aplicação prática no contexto de sala de aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HARMER, Jeremy. Just Reading and Writing. Marshal Cavendish, New York, 2004.
HAUGNES, Natasha. MAHER, Beth. NorthStar Readin and Writing. Longman, New York,
2004.
MUNHOZ, R. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Disal, 2005.
TORRES, N. Gramática prática da língua inglesa. São Paulo: Saraiva, 2007.
VINCE, Michael. Macmillan English Grammar in Context. Macmillan. Oxford, 2007.

Bibliografia Complementar

HARMER, Jeremy. How to Teach English “new edition”. Pearson Longman, Essex, 2012.
SWAN, Michael. WALTER, Catherine. How English Works. Oxford University Press. Oxford.
2009
VINCE, Michael. Advanced Language Practice, English Grammar and Vocabulary. Oxford,
Macmillan, 2009.

TRADUÇÃO
45ha

EMENTA

Estudo da conceituação, da tipologia, dos modelos e dos procedimentos técnicos de tradução. Análise
da viabilidade da tradução, de seu relacionamento com as demais disciplinas linguísticas e das etapas
do ato tradutório. O papel e a prática do tradutor. O contexto sociocultural no processo de tradução.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, O. B. Abordagens teóricas da tradução. Goiânia: Editora da UFG, 2000.


ARROJO, R. Oficina de Tradução. São Paulo: Ática, 1997.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 199


BARBOSA, H. G. Procedimentos Técnicos da Tradução: uma nova proposta. São Paulo: Pontes,
2004.
COULTHARD, M; CALDAS-COULTHARD, C. R. Tradução: teoria e prática. Florianópolis: Ed.
UFSC, 1991.
ROBINSON, D. Becoming a translator. London/New York: Routledge, 2003.
RÓNAI, Paulo. A tradução vivida. Rio de Janeiro: Educom, 1976.

Bibliografia Complementar

ALMEIDA FILHO, J. C.; SCHMITZ, J. R. Glossário de lingüística aplicada: português-


inglês/inglês-português. Campinas: Pontes, 1998.
ALVES, F.; MAGALHÃES, C.; PAGANO, A. Traduzir com Autonomia: estratégias para o
tradutor em formação. São Paulo: Editora Contexto, 2000.
BENEDETTI, I; SOBRAL, A. (Org.). Conversas com tradutores: balanços e perspectiva da
tradução. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.

TRADUÇÃO LITERÁRIA
45ha

EMENTA

Concepção de tradução literária. A prática de tradução de textos literários. O contexto cultural no


processo de tradução literária. A tradução como reescritura e manipulação. A tradução como
responsável pela formação de identidades culturais: da língua original e da língua do texto traduzido.
Estratégias para a prática de tradução literária: tradução às cegas versus tradução crítica; tradução
anotada, tradução comentada; noção de projeto de tradução e de crítica de tradução literária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CAMPOS, Geir. O que é tradução. São Paulo: Brasiliense, 1986. (Primeiros passos)
CARVALHAL, Tania Franco. A tradução literária. ORGANON. Porto Alegre, Instituto de
Letras, vol. 7, n. 20, 1993.
MOUNIN, Georges. Os problemas teóricos da tradução. São Paulo: Cultrix, 1965. Tradução de
Heloysa de Lima Dantas.
STEINER, George. Depois de Babel: questões de linguagem e tradução. Curitiba: Editora UFPR,
2005.

Bibliografia Complementar

CESAR, Ana Cristina. Crítica e tradução. Editora Ática. São Paulo, 1999
DESLILE, Jean & Woodsworth (org.). Os tradutores na história. São Paulo: Ática, 1998.
JAKOBSON, Roman. Linguística e Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1975.

8 MATRIZ EQUIVALENTE

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 200


A equivalência entre as disciplinas do PPC de 2010 e do PPC 2016 é apresentada na
tabela abaixo. Estão elencandas TODAS as disciplinas da matriz 2010 inclusive aquelas em que
não há alteração.
No que se refere às disciplinas de Literatura Portuguesa e Brasileira, deverá ser
observada a alteração concernente à distribuição de conteúdo apresentada nas ementas e,
consequente modificação de carga horária, conforme tabela abaixo.

DISCIPLINAS 2010 Sem CH Cre 2017 Sem CH Cre


Filosofia da Educação 1º 60 3 Filosofia da Educação 2º 60 4
História da Língua 1º 40 2 LP IV (História da LP) 7º 60 4
Portuguesa
Língua Espanhola I 1º 4 Língua Espanhola I 90 6
Língua Inglesa I 80 Língua Inglesa I 1º
Língua Francesa I Língua Francesa I
Língua Latina I 1º 60 3 Língua Latina 1º 60 4
Linguística Geral 1º 80 4 L I (Introdução aos Estudos 1º 60 4
da Linguagem )
Metodologia Científica 1º 60 3 Metodologia Científica 1º 45 3
Sociologia da Educação 1º 60 3 Sociologia da Educação 1º 60 4
Teoria Literária I 1º 60 3 Teoria Literária I 1º 60 4
Fonética e Fonologia da 2º 60 3 L II (Fonética e Fonologia 2º 30 2
Língua Portuguesa Geral) 3º 30 2
LP I (Fonética e Fonologia
em LP)
Fundamentos da 2º 60 3 7º 60 4
Educação Inclusiva
Educação Inclusiva
Informática Aplicada à 2º 60 3 Tecnologias de Informação e 2º 60 4
Educação Comunicação Aplicadas à
Educação
Língua Espanhola II 2º 4 Língua Espanhola II 2º 90 6
Língua Inglesa II 80 Língua Inglesa II
Língua Francesa II Língua Francesa II
Língua Latina II 2º 60 3 Língua Latina II (optativa) - 45 3
Organização da 2º 40 2 Organização da Educação 5º 60 4
Educação (optativa)
Teoria Literária II 2º 60 3 Teoria Literária II 2º 60 4
Tópicos sobre Gramática 2º 80 4 Tópicos sobre Gramática I opt. 30 2
I Tópicos sobre Gramática II opt. 30 2
Didática Geral 3º 60 3 Didática Geral 3º 60 4
Língua Brasileira de 3º 60 3 45
Língua Brasileira de Sinais 4º 3
Sinais
Língua Espanhola III 3º 4 Língua Espanhola III 3º 90 6
Língua Inglesa III 80 Língua Inglesa III
Língua Francesa III Língua Francesa III
Literatura Espanhola I 3º 3 Literatura Espanhola I 3º 60 4
Literatura Inglesa I 60 Literatura Inglesa I
Literatura Francesa I Literatura Francesa I

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 201


Literatura Portuguesa I 3º 60 3 Literatura Portuguesa I 3º 60 4
Literatura Portuguesa II 4º 60 4
Morfossintaxe 3º 60 3 LP II (Morfossintaxe da LP 4º 30 2
I) 5º 30 2
LP III (Morfossintaxe da LP
II)
Psicologia da Educação 3º 60 3 Psicologia da Educação 1º 60 4
Tópicos sobre Gramática 3º 60 3 Tópicos sobre Gramática III opt. 45 3
II
Fundamentos Teóricos e 4º 60 3 Fundamentos Teórico- 45
Metodológicos do Metodológicos da Língua 4º 3
Sistema Braille Brasileira de Sinais
Língua Espanhola IV 4º 4 Língua Espanhola IV
Língua Inglesa IV 80 Língua Inglesa IV 4º 90 6
Língua Francesa IV Língua Francesa IV
Literatura Brasileira I 4º 60 3 Literatura Brasileira I 3º 60 4
Literatura Espanhola II 4º 3 Literatura Espanhola II 60 4
Literatura Inglesa II 60 Literatura Inglesa II 4º
Literatura Francesa II Literatura Francesa II
Literatura Portuguesa II 4º 60 3 Literatura Portuguesa III 5º 60 4
Planejamento e 4º 60 3 Tópicos em Educação - 45 3
Avaliação
Semântica e Pragmática 4º 60 3 L VII (Semântica e 5º 60 4
Pragmática)
Texto e Gramática 4º 60 3 Texto e Gramática (optativa) - 45 3
Análise do Discurso 5º 60 3 L VIII (Análise do Discurso) 6º 45 3
Atividades 5º 50 3 Atividades Complementares 5º 60 4
Complementares I I
Língua Espanhola V 5º 4 5º 90 6
Língua Inglesa V 80 Língua Estrangeira V
Língua Francesa V
Literatura Brasileira II 5º 60 3 Literatura Brasileira II 4º 60 4
Literatura Hispano- 5º 3 Literatura Hispano- 5º 60 4
americana I 60 americana I
Literatura Norte- Literatura Norte Americana
americana I (optativa)
Literatura Francesa III Literatura Francesa III
Literatura Infanto- 5º 60 3 45
Literatura Infanto-Juvenil 6º 3
juvenil
Metodologia do Ensino 5º 3 5º 60 4
Metodologia do Ensino de
de Língua Portuguesa e 60
LLP I
Respectivas Literaturas
Atividades 6º 50 3 Atividades Complementares 6º 60 4
Complementares II II
Estágio Supervisionado 5º Estágio Supervisionado I: 5º 120 8
I: de Língua Portuguesa 100 Língua Portuguesa e
e Respectivas Literaturas Respectivas Literaturas para
– Ensino Fundamental o Ensino Fundamental e/ou
em instituições não-

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 202


escolares. (Para Língua
Portuguesa e Respectivas
Literaturas)
Prática Pedagógica I: de 5º - Disciplinas práticas em - 120 8
Língua Portuguesa e 100 10 LLP (até perfazer, no
Respectivas Literaturas mínimo, 120ha)
– Ensino Fundamental
Língua Espanhola VI 6º 4 Língua Espanhola VI 6º 90 6
Língua Inglesa VI 80 Língua Inglesa VI
Língua Francesa VI Língua Francesa VI
Literatura Brasileira III 6º 60 3 Literatura Brasileira III 5º 60 4
Literatura Brasileira IV 6º 60 4
Literatura Hispano- 6º 3 Literatura Hispano- 6º 60 4
americana II 60 americana II
Literatura Norte- Literatura Norte-americana
americana II Literatura Francófona
Literatura Francófona
Metodologia do Ensino 6º 3 Metodologia do Ensino de 6º 60 4
de Língua Espanhola e Língua Espanhola e
Respectivas Literaturas Respectivas Literaturas
60
Metodologia do Ensino Metodologia do Ensino de
de Língua Inglesa e Língua Inglesa e Respectivas
Respectivas Literaturas Literaturas

Metodologia do Ensino Metodologia do Ensino de


de Língua Francesa e Língua Francesa e
Respectivas Literaturas Respectivas Literaturas
Estágio Supervisionado 6º Estágio Supervisionado III: 7º 120 8
II: de Língua Portuguesa 100 10 Língua Portuguesa e
e Respectivas Literaturas Respectivas Literaturas para
– Ensino Médio o Ensino Médio e/ou em
instituições não-escolares.
Prática Pedagógica II: de 6º Disciplinas práticas em LLP - 120 8
Língua Portuguesa e 100 10 (até perfazer, no mínimo,
Respectivas Literaturas 120ha)
– Ensino Médio
Sociolinguística 6º 60 3 L VI (Sociolinguística) 4º 60 4
Atividades 7º 50 3 Atividades Complementares 7º 60 4
Complementares III III
Língua Estrangeira VII 7º 80 4 Tópicos de gramática I 7º 45 3
Tópico de Gramática II 8º 45 3
Literatura da Amazônia 7º 60 3 Literatura da Amazônia 6º 45 3
Estágio Supervisionado 7º 5º 120 8
Estágio Supervisionado I: LE
III: de Língua 100 10
e/ou Respectivas Literaturas
Estrangeira e
para o EF e/ou em
Respectivas Literaturas
instituições não-escolares.
– Ensino Fundamental
Prática Pedagógica III: 7º - Disciplinas práticas em - 120 8
de Língua Espanhola – 100 10 LEL (até perfazer, no

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 203


Ensino Fundamental mínimo, 120ha)

Prática Pedagógica III:


de Língua Inglesa –
Ensino Fundamental

Prática Pedagógica III:


de Língua Francesa –
Ensino Fundamental
Psicolinguística 7º 60 3 L IX (Psicolinguística) 8º 60 4
Trabalho de Conclusão 7º 60 3 Trabalho de Conclusão de 6º 2
30
de Curso I Curso I (Projeto)
Atividades 8º 50 3 Atividades Complementares 8º 60 4
Complementares IV IV
Estudos Culturais e 8º 60 3 Estudos Culturais e opt. 30 2
Linguísticos Afro- Linguísticos Afro-
descendentes e descendentes
Indígenas no Brasil Estudos Culturais e opt. 30 2
Linguísticos Indígenas no
Brasil
Fonética e Fonologia de 8º 40 2 Fonética e Fonologia de 3º 45
3
Língua Estrangeira Língua Estrangeira
Trabalho de Conclusão 8º 60 3 Trabalho de Conclusão de 8º 2
30
de Curso II Curso II
Estágio Supervisionado 8º Estágio Supervisionado III: 7º 120 8
IV: de Língua 100 10 LE e/ou Respectivas
Estrangeira e Literaturas para o EM e/ou
Respectivas Literaturas em instituições não-
– Ensino Médio escolares.
Prática Pedagógica IV: 8º - Disciplinas práticas em - 120 8
de Língua Espanhola – 100 10 LEL (até perfazer, no
Ensino Médio mínimo, 120ha)

Prática Pedagógica IV:


de Língua Inglesa –
Ensino Médio

Prática Pedagógica IV:


de Língua Francesa –
Ensino Médio
Literaturas Africanas de 8º 60 3 Literaturas Africanas de 7º 45 3
Língua Portuguesa Língua Portuguesa
(optativa)
História da Literatura 8º 60 3 Tópicos da Literatura 2º 45 3
Mundial (optativa) Ocidental
História da Arte 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Contemporânea ou 2 de 30ha
(optativa)
História das Artes no 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Brasil (optativa) ou 2 de 30ha

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 204


Letramento (optativa) 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
ou 2 de 30ha
Linguística Aplicada 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
(optativa) ou 2 de 30ha
Literatura Canadense em 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Inglês (optativa) ou 2 de 30ha
O Teatro Norte- 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Americano (optativa) ou 2 de 30ha
Tradução (optativa) 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
ou 2 de 30ha
História da Arte 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Moderna (optativa) ou 2 de 30ha
Literatura e Psicanálise 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
(optativa) ou 2 de 30ha
Tópicos Avançados de 8º 60 3 Qualquer optativa de 45ha - -
Literatura (optativa) ou 2 de 30ha

9 METODOLOGIA DE ENSINO

O mundo contemporâneo exige dos profissionais da atualidade o repensar das formas


tradicionais de vivenciar o ensinar e o aprender línguas, sobre as línguas e as literaturas. No
contexto em que vivemos, neste inicio de século, onde a comunicação mediada pelas novas
tecnologias ocupa papel fundamental, as possibilidades de trabalho estão deveras atreladas à
capacidade de operar com a linguageme as línguas, através dos mais diversos suportes. A
capacidade de circular por entre as tecnologias parece ser condição para o desenvolvimento do
pensar e do agir em sociedade e para a compreensão e transformação da sociedade em que
vivemos.
Nesse sentido, o uso de metodologias, que possibilitem a formação de um profissional
crítico e ético, capaz de identificar as determinantes estruturais e sociais mais amplas que
condicionam sua prática e as condições materiais de intervenção na realidade escolar, se revela
imperativo. Essa reflexão nos leva a propor uma alternativa metodológica que parte da
problemática da realidade com a finalidade de compreendê-la, de construir um conhecimento
capaz de modificá-la, de acentuar a capacidade da descoberta e do uso da imaginação, de formar
para a participação em grupo, de desenvolver a autonomia e a iniciativa.
Entre os eixos centralizadores desta proposta estão a interdisciplinaridade enquanto
estratégia de superação da vivência fragmentada do conhecimento e a flexibilidade curricular,
cujos pressupostos são a indissociabilidade do eixo ensino, pesquisa e extensão, ensino centrado
na criatividade, diversidade e heterogeneidade do conhecimento, de modo que possamos
superar metodologicamente, tanto a fragmentação do conhecimento sobre a linguagem, as
línguas e as literaturas, quanto a separação entre as teorias linguísticas e literárias e as práticas
de pesquisa e de ensino, conduzindo o trabalho cotidiano em direção a uma interdisciplinaridade
entendida como articulação de disciplinas, conteúdos e métodos em torno de um objeto de
estudo comum.
Essa perspectiva permitirá não apenas uma compreensão mais ampla e consistente das
línguas e das literaturas nacionais e estrangeiras, como também uma análise da formação de

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 205


uma textualidade que movimenta uma sociedade: as gramáticas, os dicionários, as obras
literárias, os manuais, os programas e métodos de ensino.
Esse proceder metodológico guarda um lugar central para a historicidade da língua e da
literatura, do sujeito, do sentido, dos textos e da produção do conhecimento, posto que restitui
à linguagem a sua espessura semântica e à interlocução, seu espaço de troca simbólica. Mudar
de terreno significa, neste sentido, rever conceitos e suas implicações teóricometodológicas,
mas também sociais e políticas, pois iremos formar multiplicadores de leituras e de escrituras e
atuar diretamente na divisão entre trabalho intelectual e trabalho manual.
Dentre as estratégias e técnicas de ensino estão as aulas expositivas (ou exposição
didática), estudos dirigidos, estudos em grupo, estudos de caso, exercícios práticos de natureza
investigativa, palestras, seminários, encontros para discussão de temas específicos, utilização
de recursos audiovisuais (vídeos, slides, fotografias, quadro), oficinas e uso de recursos das
redes sociais da internet, entre outros instrumentos e recursos pedagógicos que podem
promover centralidade a profissionalização.
Dar centralidade à descoberta da prática profissionalizante, aliando a teoria à prática a
partir da racionalização do fazer pedagógico e científico vem ao encontro de uma concepção de
graduação como espaço de desenvolvimento de práticas investigativas e de iniciação a prática
de ensino.
No que concerne a integração de disciplinas e componentes curriculares às disciplinas
do curso, previstos em lei, tais como Educação Ambiental, Relações Etnico-raciais e Direitos
Humanos, cabe esclarecer que a interdisciplinaridade permeia as multiplas relações sociais
espelhadas nas línguas e nas culturas, dessa forma, concebe-se e recomenda-se que tais temas
se façam presentes nas diversas disciplinas de modo transversal, contínuo e permanente, e
sejam, ainda explorados por meio de seminários, palestras, oficinas e outros, em atividades
complementares à formação do acadêmico. De igual modo, e seguindo as Diretrizes para os
cursos de bacharelado e licenciaturas, o curso de Letras assume as questões da relação ciência,
tecnologia e sociedade, pluralidade cultural e orientação sexual, sustentabilidade e outros temas
que dizem respeito à sociedade atual, contemplando-os em disciplinas especificas e/ou em
atividades complementares à formação do acadêmico.

10 A AVALIAÇÃO

10.1 SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM NO CURSO

O processo formal de avaliação no curso de Licenciatura em Letras estará em


consonância com o disposto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UEAP.
Dadas às especificidades do Curso de Letras e a concepção de que avaliação não deve
configurar-se como um processo meramente classificatório, mas principalmente como
instrumento de verificação do processo, podendo realinhar a prática tanto de professores quanto
de acadêmicos, a avaliação deve estar centrada nas práticas de leitura e escrita, na capacidade
e desenvolvimento do posicionamento crítico e nas habilidades de exposição oral inerentes a
profissão.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 206


A avaliação deve pautar-se pelo princípio metodológico de ação-reflexão-ação e pela
coerência das atividades avaliativas que devem inter-relacionar concepção de avaliação,
objetivos avaliativos e o perfil profissional almejado.
As avaliações serão realizadas em cada disciplina do currículo pleno do curso
individualmente ou em grupos, por meio de provas escritas ou orais, no decorrer de cada
semestre, utilizando-se um mínimo de dois instrumentos avaliativos no período, denominados
Avaliação Parcial (AP), e uma avaliação ao final do semestre, denominada Avaliação Final
(AF), cada uma com o valor entre 0 e 10,0 (zero a dez pontos), devendo, uma das avaliações
ser obrigatoriamente escrita.
As avaliações das disciplinas “Língua Estrangeira” de I a VI deverão abranger, em todas
as avaliações, as 4 habilidades (produção e compreensão oral e produção e compreensão
escrita), não podendo, em hipótese alguma, haver avaliação de uma única habilidade na
composição dos instrumentos avaliativos.
A média das AP’s (Média Parcial - MP) é dada pela soma destas dividida pelo número
de AP’s realizadas (observado o mínimo de duas). Para se obter a Nota Final (NF) do
acadêmico, soma-se a média das AP’s com a nota obtida na AF, conforme a fórmula abaixo:

NF= MP + NF
2
O acadêmico que obtiver média final igual ou superior a seis pontos e tiver frequentado
75% das aulas e de qualquer outra atividade diária oficial no período letivo será considerado
aprovado na disciplina. As aulas das disciplinas e demais atividades do currículo pleno são
presenciais e é obrigação do discente frequentá-las, não podendo ser atribuída nota a essa
frequência.
O acadêmico reprovado por nota ou frequência em disciplinas que sejam pré-requisitos
para outras disciplinas ficará em dependência, só podendo matricular-se para cursar a disciplina
seguinte quando lograr aprovação na disciplina pré-requisito (art. 36 do Regimento
Acadêmico). O acadêmico poderá cursar até cinco disciplinas em dependência por semestre
(art. 35, parágrafo único, do Regimento Acadêmico), contanto que não haja superposição nos
horários das disciplinas cursadas.
O diploma do curso de Licenciatura Plena em Letras será conferido ao acadêmico que
integralizar todas as disciplinas dos núcleos curriculares (currículo pleno), incluindo-se o
Estágio Curricular Supervisionado, as atividades Teórico-práticas obrigatórias, Atividades
Curriculares Complementares (ACC) e a entrega e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso
– TCC, com respectiva aprovação, perante banca em defesa pública.
Segundo o Regimento Interno da Instituição (art. 139), o estágio curricular é uma
atividade obrigatória integrante do currículo pleno dos cursos de graduação da UEAP. Assim,
a obtenção de grau implica que o acadêmico tenha cumprido todos os estágios curriculares
previstos no currículo, de acordo com as orientações e a supervisão da Coordenação Geral de
Estágio.
O professor terá autonomia para criar instrumentos e metodologias de avaliação de
acordo com os conteúdos da disciplina ministrada, bem como para avaliar o desempenho
acadêmico a partir da peculiaridade dos instrumentos acordados neste PPC. Tais instrumentos
deverão estar de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases em vigor, devendo ser apresentados ao

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 207


corpo discente, juntamente com o Plano de Curso da disciplina, na primeira aula do semestre,
dando-se ciência e esclarecimentos, aos acadêmicos, acerca dos seus critérios. Para tanto, o item
avaliação, nos planos de curso das disciplinas, deve indicar claramente os instrumentos,
requisitos e critérios utilizados.
Deve-se garantir, ainda, no término do semestre letivo, como forma de auto-avaliação
da eficácia das metodologias e dos mecanismos avaliativos utilizados, o debate entre o professor
e o acadêmico no que tange à avaliação e outros aspectos relevantes, estimulando a discussão e
a substituição de metodologias obsoletas, construindo-se práticas avaliativas que funcionem em
consonância com o tempo e o contexto atuais.
A preocupação com a produção de trabalhos de caráter científico – artigos, resumos,
resenhas, monografias, dissertações, seminários, papers, pesquisas de campo – deve ser
constante no processo avaliativo de todas as disciplinas. Deve-se ressaltar, nesse processo, o
papel central do acadêmico, que deve ser estimulado a buscar a construção do conhecimento,
sua relação com o contexto que o cerca e sua autonomia enquanto futuro profissional.

10.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO

O Projeto Pedagógico do Curso, por possuir caráter dinâmico, também deve ser
submetido a avaliações periódicas (de quatro em quatro anos) para que possa acompanhar o
desenvolvimento do Curso, da Universidade e do contexto regional, nacional e mundial.
Todavia, as reformulações deverão ser precedidas de amplas discussões do Colegiado
do Curso, e ser concretizadas somente quando, efetivamente, for detectada uma necessidade
real de mudança, devido às imposições de alguma legislação e/ou quando for verificada alguma
carência de conteúdo e/ou, ainda, quando for comprovado que a proposta esteja obsoleta em
função do tempo e espaço social de inserção do Curso.
A avaliação periódica do PPC estará a cargo do NDE, sendo respaldada pela aprovação
do colegiado e pelas instâncias superiores da Universidade. Quanto aos itens de avaliação, serão
considerados aqueles apontados pela Comissão própria de avaliação (CPA) da UEAP, os
índices de evasão, além dos parâmetros de avaliação apontados pelos resultados do ENADE.

10.3 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO CURSO

Além dos procedimentos acima elencados, cumpre ressaltar que o curso de Letras
também será avaliado no âmbito da auto-avaliação institucional, realizada pela Comissão
Própria de Avaliação (CPA), de acordo com a Lei nº 10861/2004, que trata do Sistema Nacional
de Avaliação do Ensino Superior (SINAES), o resultado do Exame Nacional de de Desempenho
de Estudante (ENADE), bem como os critérios de avaliação estabelecidos no Instrumento de
avaliação dos cursos de graduação presenciais e à distância definidos pelo Conselho Estadual
de Educação do Amapá (Resoluções 049/2011 e 050/2011). Esse processo tem seus
instrumentos, mecanismos e procedimentos estabelecidos pela CPA.

10.4 AVALIAÇÃO DO DOCENTE

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 208


A avaliação da atuação docente no curso deverá ser efetuada periodicamente pelos
acadêmicos a partir do momento de seu ingresso no quadro da Instituição, através de
questionário a ser aplicado ao final de cada semestre letivo.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 209


11 INTERDISCIPLINARIDADE E TRANSVERSALIDADE

A prática pedagógica do Curso de Letras apoia-se nos princípios de interdisciplinaridade


e transversalidade conforme preconiza o artigo 11, parágrafo III da Resolução CNE/CP 16,
quando trata de organização da matriz curricular e dos espaços curriculares visando eixo
articulador entre disciplinaridade e interdisciplinaridade.
Entende-se por interdisciplinaridade o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento.
Segundo entendimento de Fazenda7 (1993, p.22), “(...) a interdisciplinaridade pode ser vista
como sendo a troca, de reciprocidade entre as disciplinas ou ciências, ou melhor, áreas do
conhecimento”. Portanto, o trabalho interdisciplinar do CLLE pauta-se na integração dos
conhecimentos; na superação da dicotomia entre ensino e pesquisa a partir da contribuição das
diversas disciplinas e/ou áreas do conhecimento e, por fim, no processo de ensino aprendizagem
centrado em uma visão de constante aprendizado ao longo da vida do acadêmico pressupondo
a sua interligação.
O Curso entende a interdisciplinaridade não como simples associação das disciplinas
em torno de temas supostamente comuns, mas sim buscando unidade em termos de prática
docente. Tal prática deve estar centrada no trabalho permanentemente voltado para o
desenvolvimento de competências e habilidades dos estudantes enquanto futuros professores,
sem descaracterização das disciplinas, ou perda da autonomia por parte dos professores.
A Transversalidade nos currículos promove a prática que, necessariamente, deve
atender à realidade contemporânea, principalmente no contexto regional, onde gerará
capacidade técnica pedagógica adequada, para a atual necessidade educacional superando a
visão compartimentalizada do saber.
Segundo entendimento de Yus (1998, p. 17)8

(...) os temas transversais são um conjunto de conteúdos educativos e eixos condutores


da atividade escolar que, não estando ligados a nenhuma matéria em particular, pode-se
considerar que são comuns a todas, de forma que, mais do que criar disciplinas novas, acha-se
conveniente que seu tratamento seja transversal num currículo global.

Tratar sobre os Temas Transversais em sala de aula, não significa criar uma disciplina,
e sim fazer com que o acadêmico atribua sentido ao que ele está estudando e tenha a consciência
de que os conteúdos estudados em sala de aula serão, em algum momento, aplicados a sua
prática profissional.

6RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRODE2002. Institui Diretrizes


Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena.
7
FAZENDA, Ivani C. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993.
8
YUS, Rafael. Temas transversais: em busca de uma nova escola. Porto Alegre:
Artmed, 1998.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 210


Elencamos além das atividades que supõe uma postura individual e da busca de
conexões por parte de cada um dos professores em suas respectivas disciplinas, o curso
desenvolve diferentes atividades interdisciplinares assim descriminadas:
Nas atividades de campo, professores de diversas disciplinas podem se associar para
realizar cursos práticos que envolvem conhecimentos que demandam conceitos e métodos de
diferentes disciplinas do curso para sua compreensão. As atividades que acontecem em espaços
além da Universidade podem envolver professores de disciplinas diversas, estudantes de turmas
distintas permitindo a troca e complementaridade de conhecimentos. As visitas a espaços
culturais, escolas, museus, são exemplos destas atividades. Durante estes trabalhos os alunos
são estimulados à observação, discussão, experimentação e avaliação individual e coletiva que
caracterizam uma ação transversal e interdisciplinar.
Nesse contexto visando atender às demandas legais (Lei 10.639/2003, alterada pela Lei
11.465/2008 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais
e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana e Indígena), em todas as
habilitações oferecidas pelo curso de Letras há disciplinas opcionais ou obrigatórias como
Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Estudos Culturais e Linguísticos Afro-
descendentes e Educação Inclusiva . Além disso, este tópico é abordado por meio da oferta de
projetos das atividades de Prática como Componente Curricular.
Quanto às políticas de educação ambiental (Lei 9.795/1999 e Decreto no. 4.281/2002),
a conscientização dos alunos para esse assunto é proporcionada pela oferta de projetos das
atividades de Prática como Componente Curricular, propostos por professores do curso de
Letras ou de Engenharia Ambiental. Ademais, os alunos têm a possibilidade de fazer disciplinas
de Núcleo Livre sobre esse assunto em outras cursos, como em Engenharia Ambiental ou
Florestal.
Além disso, a partir de 2017 a disciplina Educação Inclusiva foi reformulada na
estrutura curricular como disciplina obrigatória, cujos temas como diversidade de gênero, meio
ambiente, gestão escolar, políticas públicas em educação passam a ser trabalhados de forma
transversal.

12 ESTÁGIOS CURRICULARES

A formação do professor é um processo que transpõe os limites das salas de aula das
universidades, ela não é composta apenas do arcabouço teórico adquirido durante a graduação,
mas fazem parte desse processo todas as experiências vivenciadas pelo profissional durante a
sua prática docente.
Com as mudanças que têm ocorrido no contexto social e escolar, o perfil das escolas e
do alunado tem sofrido alterações significativas. As práticas das universidades e dos cursos de
formação de professores precisam acompanhar essas mudanças para poder oferecer um ensino
de qualidade aos seus acadêmicos.
Nessa perspectiva, o Estágio Supervisionado de caráter obrigatório, regulamentado pela
Lei 11.788/2008, como uma das atividades que devem propiciar ao acadêmico a aquisição de
experiência profissional específica, precisa considerar o desenvolvimento de projetos e
alternativas de intervenção com o objetivo de aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem
a partir da relação feita entre teoria e prática e na reflexão diária de seu exercício. O estágio

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 211


supervisionado contribui diretamente para o processo de formação dos educadores, pois através
dele o futuro profissional tem a oportunidade de entrar em contato com diferentes campos de
sua área de atuação, refletindo sobre a sua prática.
O Estágio na Universidade do Estado do Amapá é compreendido como instrumento de
integração do acadêmico com a realidade social, econômica e do trabalho da área do curso,
devendo possibilitar a interlocução com os referenciais teóricos do currículo. Sendo
componente obrigatório do Curso de Licenciatura em Letras, em conformidade com a resolução
CNE/ CP - 02/2015, o Estagio tera duração de 480 (quatrocentos e oitenta) horas/aula, iniciando
a partir do quinto semestre letivo, acompanhado dos professores orientadores de estágio.
O Projeto de Estágio Supervisionado deverá ser construído em conformidade com as
orientações presentes neste Projeto Pedagógico de Curso, nas Normas Gerais para o
Desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da UEAP
e nos demais instrumentos legislativos vigentes.
Em conformidade com tais dispositivos legais, o Estágio Supervisionado concebido
como iniciação profissional, que deve ocorrer junto às escolas e unidades educacionais, nas
atividades de observação, regência ou participação em projetos (ver Art. 14 das Normas Gerais
para o Desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da
UEAP) pode ser realizado através de atividades de etnografia e observação do cotidiano escolar
e regência de classe articuladas à iniciação científica, construção de experimentos científicos,
seminários, mini-cursos, monitoria, tutoria e extensão universitária (ver Art. 12, op. cit.), poderá
ser realizado, também, através de atividades de extensão: seminários, mini-cursos, cursos e
demais atividades acadêmicas científicas e culturais (ver Art. 15, op. cit.). Destaca-se, ainda,
que poderá incluir práticas em espaços não-escolares como: indústrias, ONG's, centros de
pesquisa, empresas e outros espaços validados pela exigência do perfil do curso (ver Art. 16,
op. cit.).
Nessa perspectiva, considerando as diferentes possibilidades ofertadas pelas normas
legais direcionadoras do Estágio Supervisionado, o Centro de Línguas da UEAP, bem como os
Centros da mesma natureza, além de Instituições que se constituem como espaço de atuação do
profissional egresso do Curso de Letras, se configuram como espaços não-escolares validados
por este Projeto Pedagógico de Curso e normatizado pelo Projeto de Estagio do Curso, para a
execução das atividades de Estágio Supervisionado.
As atividades de estágio realizadas em instituições ou ambientes não-escolares poderão
ser computadas como parte de estágio supervisionado obrigatório (em até 50 %) desde que
acompanhadas por um docente e que obedeça às características do estágio em espaços e
modalidades contemplados no Projeto de Estágio do curso de Letras, conforme estabelecido no
Parágrafo Único do Art. IX das Normas Gerais para o Desenvolvimento do Estágio Curricular
Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da UEAP.
O Estágio Supervisionado está organizado para as Licenciaturas em Língua e Literatura
de Língua Materna e Língua e Literatura Estrangeira, para o ensino fundamental e médio, da
seguinte forma:

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 212


LÍNGUA PORTUGUESA E RESPECTIVAS LITERATURAS

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-Requisitos


Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado I: Língua 5º 8 120 100 Didática Geral
Portuguesa e Respectivas Literaturas para
o Ensino Fundamental e/ou em
instituições não-escolares.
Estágio Supervisionado II: Língua 6º 8 120 100 Metodologia
Portuguesa e Respectivas Literaturas para do Ensino da
Ensino Fundamental EJA e/ou em LP
instituições não-escolares.
Estágio Supervisionado III: Língua 7º 8 120 100 Metodologia
Portuguesa e Respectivas Literaturas para do Ensino da
o Ensino Médio e/ou em instituições não- LP
escolares.
Estágio Supervisionado IV: Língua 8º 8 120 100 Metodologia
Portuguesa e Respectivas Literaturas para do Ensino da
o Ensino Médio – EJA e/ou em LP
instituições não-escolares.
32 480 400

LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E RESPECTIVAS LITERATURAS

DISCIPLINAS Sem. Cre CH CH Pré-Requisitos


Aula Relog.
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado LE I: Língua 5º 8 120 100 Didática das
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas Línguas
para o Ensino Fundamental e/ou em
instituições não-escolares. (5º Semestre)
Estágio Supervisionado LE II: Língua 6º 8 120 100 Metodologia
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas do Ensino de
para Ensino Fundamental EJA e/ou em Língua
instituições não-escolares. (6º Semestre) Estrangeira
Estágio Supervisionado LE III: Língua 7º 8 120 100 Metodologia
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas do Ensino de
para o Ensino Médio e/ou em instituições Língua
não-escolares. (7º Semestre) Estrangeira
Estágio Supervisionado LE IV: Língua 8º 8 120 100 Metodologia
Estrangeira e/ou Respectivas Literaturas do Ensino de
para o Ensino Médio – EJA e/ou em Língua
instituições não-escolares. (8º Semestre). Estrangeira
32 480 400

As orientações gerais para o funcionamento da Disciplina Estágio Supervisionado no


Curso de Licenciatura Plenas em Letras estão preceituadas nas “Normas Gerais para o

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 213


Desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado nos Cursos de Licenciatura da
Universidade do Estado do Amapá”, aprovadas através da Resolução nº 006, de 04 de setembro
de 2009 e o Projeto de Estágio do Curso de Letras(ver Anexo).

13 PRÁTICA PEDAGÓGICA

Conforme proposto nas DCN para formação de professores da educação básica Parecer
CNE/CP No 09/2001 e reafirmado na Resolução do CNE n. 02/2015, em nível superior, curso
de licenciatura, de graduação plena, a prática se encontra na matriz curricular, como parte
inerente das diversas disciplinas, presente desde o início do curso e permeando toda a formação
do professor. Desta forma, nota-se a dimensão prática voltada para a formação de professores -
prática pedagógica - no interior das disciplinas que constituem os componentes curriculares de
formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas. Além disso, também a dimensão
metodológica e prática relativa às atividades específicas do profissional encontra-se no interior
das diversas disciplinas do curso.
Os professores em formação devem colocar em uso os conhecimentos que aprendem,
ao mesmo tempo em que mobilizam outros, de diferentes naturezas e experiências, em
diferentes tempos e espaços curriculares, como descrito a seguir:
a) No interior das áreas ou disciplinas. As disciplinas que constituem o currículo
têm sua dimensão prática. Essa dimensão prática deve ser permanentemente trabalhada
tanto na perspectiva da sua aplicação no mundo social e natural quanto na perspectiva
da sua didática.
b) Em tempo e espaço curricular específico que deve enfatizar procedimentos de
observação e reflexão para compreender e atuar em situações contextualizadas, tais
como o registro de observações realizadas e a resolução de situações-problema
características do cotidiano profissional. Esse contato com a prática profissional não
depende apenas da observação direta: a prática contextualizada pode “vir” até a escola
de formação por meio das tecnologias de informação – como computador e vídeo –, de
narrativas orais e escritas de professores, de situações simuladas e estudo de casos.
c) Nos estágios supervisionados a serem desenvolvidos nas escolas de educação
básica ao longo da segunda metade do curso.
d) Nas atividades complementares, que podem atender ao perfil individual,
desejado por cada estudante, conforme a área de atuação que o mesmo deseja atuar ou
experimentar.

14 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As Atividades Teorico-praticas (ATP), conforme determina a Resolução CNE/CP -


02/2015, são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento de habilidades,
conhecimentos e competências adquiridas fora do ambiente escolar, abrangendo a prática de
estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade,
especialmente nas relações com o mundo do trabalho, com as peculiaridades das organizações
e com as ações de extensão junto à comunidade.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 214


As Atividades Teorico-praticas impõem ao curso a necessidade de também gerar e
realizar ações, eventos, projetos e cursos que sejam aproveitados pelos acadêmicos a fim de
cumprir a carga horária exigida para integralização da matriz curricular. Os discentes do curso
de Letras devem, obrigatoriamente, cumprir 200 horas de atividades teorico-praticas, em pelo
menos 4 dos 7 eixos estabelecidos na Resolução 006/2009 CONSU-UEAP.
Dentre os eventos possíveis de serem realizados, as semanas acadêmicas serão
importantes espaços de integração com o ensino e a pesquisa, pois se constituem em momentos
nos quais também se fará a socialização dos conhecimentos produzidos em sala de aula e nos
grupos de pesquisa por meio dos projetos desenvolvidos por acadêmicos, técnicos e professores.
A formação em línguas estrangeiras potencializa, além dos cursos de idiomas e da
prática de revisão, tradução e interpretação, as ações de intercâmbio com universidades de
outros países, principalmente os localizados na zona de fronteira do arco norte (Guiana
Francesa, Suriname e Guiana), assim como do Mercosul, o que pode qualificar ainda mais as
competências necessárias aos egressos do curso.

15 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O Trabalho de Conclusão de Curso é parte integrante da matriz curricular do Curso de


Letras da UEAP e se estrutura em três etapas – Prática de Pesquisa Orientada, TCC I e TCC II,
cuja finalidade, expressa em suas ementas, é a elaboração, execução e defesa de um projeto na
área do ensino, da pesquisa ou da extensão, segundo referencial teórico metodológico
determinado.
O Trabalho de Conclusão de Curso deve mostrar que o formando é capaz de desenvolver
e apresentar um trabalho acadêmico, contendo uma reflexão articulada do assunto escolhido,
oferecendo à comunidade acadêmica o registro permanente de dados que poderão nortear
futuros projetos de estudo. Ele deve evidenciar seu crescimento e revelar os saberes, as
competências e as habilidades adquiridas no período de realização de sua formação básica em
língua materna ou estrangeira, constituindo-se, ao final do curso, em momento de síntese dos
saberes teóricos e/ou empíricos desenvolvidos ao longo do curso, oportunizando a
sistematização das aprendizagens e a reflexão crítica sobre os conhecimentos e saberes
construídos.
A proposta do TCC está articulada ao Projeto Pedagógico do Curso de
Licenciatura em Letras, que concebe o trabalho integrado de ensino-pesquisa-extensão como
um espaço institucional privilegiado para que o futuro profissional de línguas e linguagens
possa compreender o processo de produção e de circulação dos conhecimentos linguísticos e
literários em uma sociedade multilíngue como a brasileira, bem como as consequências sociais
e políticas do trabalho com a leitura e a escrita, face às mudanças nas políticas públicas de
educação e de ensino de línguas e de literatura.
O Trabalho de Conclusão de Curso em Letras consiste em uma monografia,
podendo, por deliberação do Colegiado, serem adotadas as modalidades artigo e ensaio.
São partes integrantes do Trabalho de Conclusão de Curso:
1) Elaboração de um Projeto de Pesquisa;
2) Qualificação do Projeto de Pesquisa;
3) Realização de uma pesquisa aplicada de cunho científico;

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 215


4) Elaboração de um documento escrito com os resultados obtidos;
5) Apresentação e defesa oral do documento perante uma banca examinadora;
6) Entrega formal da versão final impressa e da versão digital na coordenação
do curso.
Assim, o desenvolvimento da atividade monográfica consistirá em três etapas:
1ª etapa – TCC I (30h). Elaboração do Projeto de Pesquisa, no 6º semestre do Curso,
conduzida pelo Professor Sistematizador de TCC que cuidará de apresentar as normas da
Instituição e da ABNT; o Template; os documentos requeridos pelo Colegiado (formulários,
modelos, fichas, aceites, etc.) e a estrutura da elaboração do Projeto. Dará a nota da AP1,
avaliando a observância das normas do Template, da ABNT e da estrutura do Projeto.
O professor orientador dará a nota da AP2 em observância aos seguintes itens:
Introdução (Tema, Problema, Hipóteses, Objetivos, Justificativa), Fundamentação Teórica,
Procedimentos Metodológicos, Cronograma e Referências.
A Banca Avaliadora julgará o Projeto escrito e a sua apresentação oral para atribuição
da nota AF.
O acadêmico deverá escolher o orientador no 5º semestre apresentando o Termo de
Aceite ao Professor Sistematizador que, por sua vez, o apresentará ao Colegiado. O orientador
assumirá o orientando a partir do 6º semestre.
2ª etapa – No 7º semestre do Curso, sob a orientação do professor orientador, o
acadêmico deverá elaborar a primeira parte do trabalho monográfico, submetendo-o durante o
semestre a uma banca de qualificação que apreciará o andamento e a qualidade do trabalho.
A banca não atribuirá nota. Sua missão será a de contribuir para o desenvolvimento da
pesquisa em andamento.
3ª etapa – No 8º semestre ocorrerá a finalização da pesquisa, escritura da versão final
do trabalho a ser entregue à apreciação do Professor sistematizador de TCC II, que encaminhará
os trabalhos aos membros da Banca Examinadora, contendo os resultados finais obtidos através
da pesquisa; entrega da versão final do TCC para recebimento do diploma caso tenha obtido
aprovação.
O TCC deverá ser um trabalho de elaboração Individual que versará sobre algum tema
que envolva aspectos do curso do discente. O trabalho monográfico do curso deverá ter, no
mínimo, 30 páginas, excetuando-se nesse cômputo os elementos pré e pós-textuais.
O TCC deverá seguir rigorosamente as normas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT) e/ou as normas estabelecidas no Manual para apresentação de trabalhos
acadêmicos da Universidade do Estado do Amapá do Curso de Licenciatura em Letras. Dadas
às especificidades do curso, o trabalho monográfico deverá ser escrito e defendido na língua da
habilitação cursada.
As normas que regulamentam o trabalho de conclusão de Curso em Letras estão
detalhadas na Resolução 77/2014 – CONSU/UEAP.

16 INTEGRAÇÃO DO ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO

No contexto do ensino superior a indissociabilidade ensino, pesquisa e extensão é


exigência não apenas constitucional, mas constitutiva de qualquer projeto de formação.
Baseado nesse tripé o curso de Letras da Universidade do Estado do Amapá busca fundamentar

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 216


sua política de formação aliando as ações destes três eixos. Nessa perspectiva, vislumbra-se
colaborar de modo efetivo para a formação profissional e fortalecer uma nova cultura de
aprender, de ensinar e de formar profissionais.
Nas atividades de ensino próprias do funcionamento da instituição (aulas, debates,
palestras, mesas redondas etc.), a ação dos professores será, notadamente, a de interagir,
dialogar, propor questionamentos, socializar, examinar criticamente saberes, mostrar caminhos
possíveis aos acadêmicos e orientá-los na descoberta de seus próprios caminhos para a
aprendizagem do novo e para a reflexão.
A instância da pesquisa no nível da graduação e pós-graduação poderá se efetivar por
meio de projetos de iniciação científica ou de iniciação à pesquisa, financiados ou não, que
envolvam as áreas de conhecimento que compõem a matriz curricular do curso, a saber: língua
portuguesa, línguas estrangeiras (Espanhol, Francês e Inglês), linguística, literaturas de
expressão portuguesa e estrangeiras, formação de professores, metodologias do ensino de
língua portuguesa e estrangeiras. Buscar-se-á, ainda, parcerias entre universidades para que os
acadêmicos possam realizar intercâmbios com instituições de ensino superior localizadas em
países lusófonos, hispanofalantes, francófonos e anglófonos, afim de executar atividades de
pesquisa, de extensão ou de ensino, desde que sua saída seja aprovada pelo colegiado de curso
e por outras instâncias da universidade, conforme regulamentação específica de Mobilidade
Acadêmica.
Nas atividades de extensão universitária, efetivadas através de projetos e de programas
de extensão, almeja-se alcançar uma verdadeira inter-relação transformadora e integradora
entre universidade e sociedade que contribua concretamente para aproximar a extensão do
ensino e para modificar o cenário científico, profissional e cultural da nossa região;
No entendimento de que a Universidade, enquanto formadora de profissionais, precisa
oferecer possibilidades diversas aos acadêmicos de adquirir conhecimento para uma formação
mais ampla, defendemos que tal conhecimento não se restrinja à sala de aula, por meio do
ensino, mas advenha também da participação em projetos extensionistas e de iniciação
científica.
Assim, compreendendo que as atividades de extensão, por um lado, ampliam o espaço
da sala de aula, permitindo que a construção do saber ocorra dentro e fora da universidade, e
por outro, contribuem para a compreensão do processo pedagógico, o curso de Letras estimulará
uma constante inter-relação entre as ações de ensino, de pesquisa e de extensão.
Nas interfaces da construção do conhecimento, cada vez mais os projetos de extensão e
pesquisa precisam estar vinculados às disciplinas e atividades da graduação e estas com a
sociedade de modo que se possa estimular o desenvolvimento de projetos socialmente
responsáveis que aproximem a universidade da comunidade externa.

Nessa perspectiva o Centro de Línguas da Universidade do Estado do Amapá (CEL-


UEAP), cuja criação deve ocorrer em concomitäncia com a aprovação deste PPC, se apresenta
como um projeto de extensão universitária, realizado e coordenado por membros do Colegiado
de Letras, vinculado à PROEXT - Pró-Reitoria de Extensão. O centro objetiva prestar serviços
direcionados aos acadêmicos de graduação, de pós-graduação, aos funcionários, técnicos e
professores da Universidade, bem como à comunidade em geral.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 217


Desta forma, a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão no curso de
Letras da UEAP certificará que o processo de formação do profissional da área de Letras
vivencie a construção de uma educação cidadã e proativa, na qual se busque o equilíbrio entre
as demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico-cultural
da universidade.

17 CORPO DOCENTE

17.1 CORPO DOCENTE EFETIVO

Nome Titulação Formação acadêmica Regime Exercício


de magistério
Trabalho superior
Edna dos Santos Dra. Letras Linguistica 40h DE 10 anos
Oliveira
Francesco Marino Me. Letras Literatura Portuguesa 40h DE 09 anos
e Brasileira
Kelly Cristina Dra. Letras Português/Francês 40h DE 16 anos
Nascimento Day
Lílian Latties dos Esp. Letras Metodologia do 40h DE 06 anos
Santos Ensino de Língua Port e
Estrangeira
Martha Stella Melo Ma. Direito Ambiental e 40h DE 01 ano
da Silva Políticas Públicas - Linha:
Língua Portuguesa
Michelle Araújo de Esp. Letras Metodologia do 40h DE 05 anos
Oliveira ensino de Língua Espanhola

17.1.1 Quadro Titulação do Corpo Docente Efetivo

Titulação Numero de professores Percentual


Doutor 2 33,3%
Mestre 2 33,3%
Especialista 2 33,3%
Total 6 100%

17.2 CORPO DOCENTE TEMPORÁRIO

Nome Titulação Formação acadêmica Regime Exercício


de magistério
Trabalho superior
Aldo César Esp. Letras Ensino Aprendiz do 20h 06 anos
Ferreira de Sousa Francês L E.
Andrea Figueira Esp. Letras Língua Inglês 40h 02 anos
Monteiro

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Carla Patrícia Ma. Direito Ambiental e Políticas 20h 10 anos
Ribeiro Nobre Públicas – Linha: Literatura
Amazônica
Edielson de Esp. Letras Metodologia do Ensino 20h 08 anos
Souza Silva da Língua Inglesa
Helen Costa Ma. Desenvolvimento Regional – 20h 11 anos
Coelho Linha: Língua Portuguesa
Jorge Luis Esp. Letras Espanhol 40h 1 anos
Miranda Andrade
Mileny Távora de Ma. Letras Didáticas das Línguas 20h 12 anos
Mendonça
Rodolfo Meireles Me. Letras Portuguës 20h 02 anos
de Sousa
Sônia Maria da Ma. Letras Linguagem, 20h 18 anos
Silva Sacramento Comunicação e Cultura
Valdiney Valente Me. Letras Linguística e Teoria 20h 15 anos
Lobato de Castro Literária
Wanne Karolinne Esp. Letras Língua Inglês 40h 01 ano
Souza de Miranda

17.2.1 Quadro Titulação do Corpo Docente Temporário

Titulação Numero de professores Percentual


Doutor 0 0%
Mestre 06 55%
Especialista 05 45%
Total 11 100%
rever

17.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Em conformidade com a lei federal n. 10,861, de 14 de abril de 2004, que institui o


Sistema Nacional de Avaliação Superior (SINAES), e com a Resolução nº 1/2010, o CONAES
que tornou o NDE obrigatório em todos os cursos de graduação, o NDE de Letras da
Universidade do Estado do Amapá é um órgão consultivo da coordenação de curso, responsável
pelo processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do
curso composto por docentes que representam cada uma das áreas de conhecimento do curso
de Letras da UEAP e com experiência no ensino superior. O atual NDE, nomedo pela Portaria
081/2017 é composto dos seguintes membros:

Nome Área de atuação


Martha Stella Melo da Silva Linguística
Edna dos Santos Oliveira Linguística
Michelle Araujo de Oliveira Língua Portuguesa
Francesco Marino Literatura

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 219


Kelly Cristina Nascimento Day Língua Francesa
Lilian Latties dos Santos Língua Espanhola
Edielson de Souza Silva Língua Inglesa

17.4 COORDENAÇÃO DO CURSO9

Nome Titulação Formação acadêmica Regime de Tempo de Exercicio


Trabalho magistério superior
(em anos)
MARTHA Mestre Direito Ambiental e 40h DE 01 ano
STELLA Políticas Públicas -
MELO DA Linha: Língua
SILVA Portuguesa

Decreto nº 0501 de 16 de fevereiro de 2017, com validade a partir de 01 de janeiro de


2017.

17.5 FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO

A congregação de Letras da UEAP é composta por todos os professores lotados no


curso, pelos técnicos designados para atuar especialmente no curso de Letras e pelos
representantes de turma, oficialmente designados em eleição. Seu dirigente nato é o
coordenador do curso, eleito por todos os membros do colegiado.
De acordo com o Regimento Geral da UEAP, compete ao Colegiado:
I. Deliberar sobre as políticas e diretrizes de cada curso em consonância com o projeto
pedagógico e as políticas e orientações do CONSU e da administração superior da UEAP;
II. Deliberar sobre os projetos pedagógicos e científicos dos docentes;
III. Deliberar sobre as atribuições e encargos de ensino, pesquisa e extensão dos
docentes do curso;
IV. Deliberar sobre indicação de professor para ministrar disciplina diversa daquela para
a qual foi concursado;
V. Deliberar sobre afastamento de docente para cursos, treinamentos e participação em
eventos científicos;
VI. Deliberar sobre a definição do coordenador de curso;
VII. Deliberar sobre propostas de monitoria;
VIII. Propor ações sobre a melhoria da qualidade do curso;
IX. Estabelecer medidas de acompanhamento e avaliação da execução dos planos de
trabalho das coordenações de cursos;
X. Decidir recursos contra atos dos docentes interpostos por alunos, relacionados com
o ensino e trabalhos didáticos.

9
Regimento interno

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 220


As reuniões ordinárias ocorrem mensalmente, tendo seu calendário estabelecido
semestralmente, no início das atividades letivas, conforme regras estabelecidas no Regimento
Interno do Curso (ver Anexo).

18 INFRAESTRUTURA

Com relação à infraestrutura, o curso de Letras funciona no campus II da UEAP. O


CLLE partilha, com outros 5 cursos, um laboratório de informática, um auditório para cerca de
70 pessoas e 8 (oito) salas de aulas. Além disso, o curso dispõe de espaços específicos: sala
para coordenação e secretaria do curso, duas salas para Língua Estrangeira e 2 mesas de
pesquisa. Obviamente, o CLLE, em busca de um constante aprimoramento e melhoria do curso
demanda ampliação da infraestrutura necessária.

18.1 SALA DE PROFESSORES

No Campus II – Graziela não há sala de professores. Obviamente uma sala para


congregação de professores é extremamente necessária para as atividades inerentes a função de
professor.

18.2 SALA DE AULA

O curso dispõe de 05 (cinco) salas de aula, das quais duas são específicas para línguas
estrangeiras. A infraestrutura solicitada para a implementação ideal do curso é: 10 salas de aula
(graduação, pós-graduação e Centro de Línguas), 3 salas de pesquisa, 10 cabines de
atendimento individualizado, além da infraestrutura de Laboratórios abaixo relacionada.

18.3 SALA PARA GRUPO DE PESQUISAS

As salas de pesquisa são espaços destinados a atender grupos de acadêmicos (iniciação


científica), e de professores que estão desenvolvendo suas pesquisas. No momento atual, não
há salas de pesquisa destinadas ao curso, apenas duas mesas em uma sala destinada a vários
grupos.

18.4 LABORATÓRIOS

O curso necessita de espaços laboratoriais específicos para a área de letras, entre os


quais consideramos imprescindíveis:
a. 2 (dois) Laboratórios de línguas
O Laboratório de línguas é destinado ao trabalho especializado oral em línguas
estrangeiras. Visa desenvolver habilidades de compreensão e produção oral, bem como
aprimorar os conhecimentos e habilidades em fonética e fonologia das línguas.
b. 1(um) Laboratório de estudos Linguísticos

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 221


O Laboratório de estudos linguísticos é um espaço multidisciplinar que tem por
finalidade executar atividades voltadas à instrumentação do ensino e ao atendimento e
enriquecimento acadêmico de acadêmicos com vistas a subsidiar o desenvolvimento das
disciplinas de Linguística.
c. 1(um) Laboratório de informática.
O laboratório de informática deve atender aos acadêmicos de graduação, de pós-
graduação, do Centro de Línguas, e aos professores do Curso.
d. 1(um)Laboratório de práticas metodológicas.
O Laboratório de práticas metodológicas é um espaço destinado à elaboração e à
confecção de materiais pedagógicos que auxiliem no desenvolvimento metodológico das
disciplinas de língua e literatura e do Centro de Línguas.
e. 1 (uma) Mediateca.
Espaço cultural e de lazer que reune documentos em diferentes mídias e serve de espaço
de pesquisa e conhecimento. Espaço reunindo Cds, DVds, revistas, aberto para a realização de
ateliers, oficinas e exposições.

18.5 COORDENAÇÕES

O curso necessita de espaços específicos para as coordenações do Curso (graduação,


pós-graduação e Centro de Línguas).

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 222


19 REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Base da Educação


Básica. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 24. Dez. 1996. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 10 jan. 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. INEP. Avaliação dos Cursos de Graduação: instrumentos.
Disponível em: <http//[Link]/supeiror-condiçõesdeensinomanuais> Acesso em: 20
maio.2015.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno.
Resolução nº 2, de 1 de julho de 2015. Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de
professores da Educação Básica, em nível superior, de graduação plena. BRASÍLIA: MEC,
2015.
BRASIL. Resolução CNE/CP nº 1 de 2004 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana; BRASÍLIA: MEC, 2004.
BRASIL. ResoluçãoCNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012, que institui as Diretrizes Nacionais
para aEducação em Direitos Humanos, conforme o disposto no Parecer CNE/CP nº 8, de 06
de março de 2012. BRASÍLIA: MEC, 2012.
BRASIL. Lei nº10.861, de 14 de abril de 2004 que institui o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior –SINAES e dá outras providências; BRASÍLIA: MEC, 2004.
BRASIL. Parecer CNE/CES nº 492/2001;Parecer CNE/CES nº 1.363/2001;Parecer CNE/CP
nº 009/2001;Parecer CNE/28/2001; BRASÍLIA: MEC, 2001.
BRASIL. Resolução CNE/CP nº 18 de 13.03.2002 que estabelece as Diretrizes Curriculares
para os cursos de Letras. BRASÍLIA: MEC, 2002.
CHAVES, Eduardo. O.C. A Filosofia da Educação e a Análise de Conceitos Educacionais.
Disponível em: . Acesso em: 27 de ago. de 2014.
FAZENDA, Ivani C. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993.
HABERMAS, Jürgen. A filosofia como guardador de lugar e como intérprete. Stutgart, 1981.
GIROUX, Henry [Link] professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da
aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997
YUS, Rafael. Temas transversais: em busca de uma nova escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.
MORAIS, Ronaldo Queiroz de. Na prática docente a teoria se desmancha no ar: a resistência
à teoria no espaço escolar. Santa Maria, 2004.
RESOLUÇÃO CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos.
RESOLUÇÃO CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação Ambiental.
RESOLUÇÃO CNE/CP nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana. BRASÍLIA: MEC, 2004.
SAPIEnS. Instruções para Elaboração de Plano de Desenvolvimento Institucional. Disponível
em [Link]
SAVIANI. Dermeval Educação: do senso comum à consciência filosó- fica. São Paulo,
Autores Associados/Corlez, 1980.

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TREVISAN, Amarildo. Pedagogia das imagens culturais: Da formação cultural à formação da
opinião pública. Ijuí: Ed. Unijuí, 2002.
UFPA. Roteiro para elaboração de PPC, 2012.

Projeto Pedagógico do Curso de Letras – UEAP/ 2017 Página 224


APÊNDICES

1. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO


2. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO
3. TEMPLATE TCC
3. REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE LETRAS
4. PROJETO CENTRO DE LÍNGUAS- UEAP

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