PCAEFLEX
PCAEFLEX
MARINGÁ
OUTUBRO/2025
Engebrax
Saneamento e Tecnologia Ambiental
MARINGÁ
JULHO/2023
Engebrax
Saneamento e Tecnologia Ambiental
MARINGÁ
OUTUBRO/2025
CONTRATANTE
Engebrax
Saneamento e Tecnologia Ambiental
Responsável Técnico:
Beatriz A. Cavagnini Artero Engenheira Química – CREA-PR 227898/D
Equipe de Apoio
Rogério Penteado de Souza Engenheiro Ambiental – CREA-SP 5069684274/D
Giovanna Cavagnini Acadêmica de Engenharia Civil
ENGEBRAX – Saneamento e Tecnologia Ambiental i
LISTA DE FIGURAS
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Endereço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Tabela 2 – Natureza jurídica do estabelecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Tabela 3 – Indicação do caso específico do estabelecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Tabela 4 – Quadro de áreas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Tabela 5 – Período de funcionamento do estabelecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Tabela 6 – Fontes de abastecimento de água do empreendimento . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Tabela 7 – Fontes de abastecimento de água do empreendimento . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Tabela 8 – Destinação do esgoto sanitário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Tabela 9 – Classificação dos resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS i
I MEMORIAL DESCRITIVO 10
1 INFORMAÇÕES CADASTRAIS 11
1.1 Nome e Razão Social Completo da Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.2 Endereço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.3 Tipo (Natureza) do Estabelecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.4 Situação do Empreendimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
1.5 Área do Estabelecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
1.6 Caracterização da Área . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
1.6.1 Zoneamentos de acordo com as diretrizes municipais . . . . . . . . . . . . . . . 13
1.6.2 Tipo e característica do solo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
1.6.3 Topografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
1.6.4 Recursos hídricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
1.6.5 Cobertura vegetal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
1.6.6 Acesso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
1.6.7 Características do entorno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
1.7 Número de Funcionários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
1.8 Período de Funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
1.9 Diversificações e Ampliações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
9 OUTRAS INFORMAÇÕES 27
II MEMORIAL TÉCNICO 29
10 ESGOTO SANITÁRIO 31
10.1 Dimensionamento do Sistema de Tratamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
12 EMISSÕES ATMOSFÉRICAS 33
12.1 Descrição do(s) Sistema(s) Tratamento(s) Adotado(s) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
12.2 Dimensionamento do(s) Sistema(s) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
12.3 Características Prováveis das Emissões Atmosféricas Emitidas Após Tratamento . . . . 33
12.4 Garantia da Eficiência do Equipamento Instalado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
13 RESÍDUOS SÓLIDOS 34
13.1 Tratamento Adotado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
13.2 Memorial de Cálculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
15 OPERAÇÃO 36
III DESENHOS 38
ANEXOS
chapter
ANEXO A – ART 46
PARTE I
MEMORIAL DESCRITIVO
CONTEÚDO
Capítulo 1
INFORMAÇÕES CADASTRAIS
1.2 Endereço
Tabela 1 – Endereço
Código Descrição
206-2 Sociedade Empresária Limitada
13.59-6-00 Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anterior-
mente
Situação Sim/Não
Atividade: 2
Ampliação: 2
Reforma: 2
Segundo o plano Diretor do município, por seu mapa de zoneamento, o empreendimento se localiza na
zona industrial ZI2, dentro da zona urbana. A Zona Industrial 2 do município de Mandaguari é destinada
a atividades industriais classificadas como incômodas, porém compatíveis com o entorno urbano. Nessa
zona, são permitidas atividades produtivas de baixo impacto ambiental, que geram níveis controlados de
ruído, vibração e poluição, não interferindo de forma significativa na qualidade ambiental da área.
As indústrias enquadradas nessa categoria não produzem intenso fluxo de pessoas ou veículos,
mantendo-se em consonância com os parâmetros construtivos e de ocupação previstos na legislação
municipal.
• Terra Roxa Estruturada Distrófica: São solos minerais, não-hidromórficos, de cor vermelho ten-
dendo à arroxeada, comumente apresentam risco de erosão. Ainda que distrófica, responde bem à
aplicação de fertilizantes e corretivos.
1.6.3 Topografia
essenciais, como a proteção dos solos, da biodiversidade local e das nascentes hídricas. A manutenção,
recuperação e o monitoramento dessas áreas são fundamentais para o desenvolvimento sustentável do
município e devem ser considerados nas estratégias de gestão ambiental e uso do solo.
1.6.6 Acesso
Partindo do Contorno Sul de Mandaguari/ Rod. do Café Gov. Ney Braga - BR 376, no sentido sul,
vire à direita ao avistar o empreendimento, em estrada Kelly.
Nas proximidades do lote encontram-se outras empresas do setor industrial e de serviços, como fábri-
cas de pneus e borrachas, fábricas de produtos elétricos, mineradoras, fábricas de cachaça e agropecuárias.
Não há ocorrência de instituições de ensino, unidades de saúde ou áreas residenciais no raio imediato, o
que reduz potenciais conflitos de vizinhança e impactos urbanos diretos.
A região conta com infraestrutura urbana consolidada, incluindo via pavimentada de grande porte
(Contorno de Mandaguari), rede de abastecimento de água, energia elétrica e drenagem urbana. A
acessibilidade é facilitada pela conexão com vias arteriais que ligam o distrito industrial a outras áreas da
cidade.
Capítulo 2
Setor de Fabricação: nesse setor ocorre a o processo de fiar a borracha e fio de polipropileno e formar
fitas elásticas; Emaranhar os fios elásticos em bobinas ou rolos, formando um produto intermediário;
Embalamento a vácuo dos rolos e bobinas, que garante maior durabilidade; Conferência dos itens
para despacho ao cliente. A empresa recebe de fornecedores as matérias, borracha, fio PP e
poliéster, estes são armazenados em local apropriado e utilizados na medida da necessidade.
A Eflex Industria de Fitas fabrica fios, fitas e percintas. A empresa atua com os seguintes produtos:
• Fios elásticos;
• Fitilho de PP e Poliéster;
• Fitas rígidas;
• Percinta encosto;
• Percinta acento.
A fabricação de fitas, fitilhos e fios exige borracha, fio de polipropileno e poliéster, que passam por
processos de fiação, emaranhamento, e embalagem e, posteriormente, venda.
Capítulo 3
Fonte Utilizada
Rio 2
Ribeirão 2
Lagoa 2
Poços freáticos 2
Poços produzidos 2
Rede pública de abastecimento 2
O poço tubular, presente na área da indústria, possui um protocolo junto ao Instituto das Águas. Vide
3.2 Usos
Capítulo 4
Os estoques de matéria-prima, produto final e as maquinas são todos cobertos e sobre piso impermeá-
vel. Desta forma, não há riscos de contaminação da água pluvial. É importante ressaltar também que a
área onde ocorre o recebimento e carregamento de materiais é também coberta e com piso impermeável,
evitando a exposição desta área à água pluvial.
Toda a área externa do empreendimento contém grelhas ou solo permeável para o escoamento da
água pluvial, garantindo seu correto escoamento e encaminhamento às galerias ou infiltração no solo. O
empreendimento possuí projeto de drenagem de águas pluviais, segue ao fim do documento em anexo
(Anexo ).
Capítulo 5
O empreendimento está localizado em uma área não atendida pela rede coletora de esgoto, desta
forma, considerando que é gerado apenas esgoto doméstico, optou-se pela adoção do sistema de fossa
séptica e sumidouro para o tratamento deste esgoto.
Destinação Utilizado
Infiltração 2
Rede pública 2
Corpo hídrico 2
Capítulo 6
Capítulo 7
O empreendimento não realiza atividades que geram emissões de gases, vapores ou material particu-
lado para a atmosfera.
7.4 Chaminés
7.5 Combustíveis
7.6 Enquadramento
Capítulo 8
A disposição final segue de acordo com a característica do resíduo: Resíduos sanitários e orgânicos são
encaminhados para o aterro sanitário. Papéis e plásticos são destinados à reciclagem externa. Os resíduos
da produção são encaminhados o aterro industrial terceirizado, pois não é possível o reaproveitamento
após a mistura das matérias-primas. Resíduos de lâmpadas fluorescentes sofrem processo de logística
reversa.
Capítulo 9
OUTRAS INFORMAÇÕES
Até o momento do estudo em questão, não houve indícios de contaminação na área do empreendi-
mento até o início de suas atividades.
PARTE II
MEMORIAL TÉCNICO
CONTEÚDO
Capítulo 10
ESGOTO SANITÁRIO
Capítulo 11
11.3 Dimensionamento
11.4 Monitoramento
Capítulo 12
EMISSÕES ATMOSFÉRICAS
Capítulo 13
RESÍDUOS SÓLIDOS
Capítulo 14
14.2 Infiltração
Capítulo 15
OPERAÇÃO
PARTE III
DESENHOS
CONTEÚDO
Capítulo 16
Capítulo 17
TAMPA TAMPA
INSPEÇÃO INSPEÇÃO Tampa hermética
VAR
VAR
SU1
20
ø100
20
Nível d'água
ENTRADA SAÍDA Entrada
Nível máximo
60
60
5
150
var
200
Brita
30
DET. FOSSA
15 125 15
DET. SUMIDOURO
150
268,5
ESPECIFICAÇÕES:
PROJETO:
SUMIDOURO SANITÁRIO
CLIENTE:
EFLEX
ENDEREÇO:
BARRACÃO EM PRÉ-MOLDADO E METÁLICA
ESTRADA KELLER
Folha Nº
CONTEÚDO: 01
- REDE DE ESGOTO
150 125
Nº de folhas
- DETALHES ESGOTO
01
RESP. TÉCNICO: Desenho: Revisão Nº
Capítulo 18
Não aplicável.
Capítulo 19
Não aplicável.
Capítulo 20
Não se aplica.
ANEXOS
chapter
ANEXO A – ART 46
ANEXO B – PROJETO DE DRENAGEM PLUVIAL 49
ANEXO A
ART
1. Responsável Técnico
BEATRIZ APARECIDA CAVAGNINI ARTERO
Título profissional: RNP: 1723086436
ENGENHEIRA QUIMICA Carteira: PR-227898/D
2. Dados do Contrato
Contratante: EFLEX INDUSTRIA DE FITAS LTDA CNPJ: 47.481.276/0001-00
3. Dados da Obra/Serviço
ESTRADA KELLER, 1283
GLEBA KELLER - MANDAGUARI/PR 86975-000
Data de Início: 01/10/2025 Previsão de término: 30/11/2025
Finalidade: Ambiental
Proprietário: EFLEX INDUSTRIA DE FITAS LTDA CNPJ: 47.481.276/0001-00
4. Atividade Técnica
Quantidade Unidade
[Estudo] de Plano de Controle Ambiental - PCA 1,00 UNID
Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deverá proceder a baixa desta ART
7. Assinaturas 8. Informações
Declaro serem verdadeiras as informações registradas nesta Anotação de - A ART é válida somente quando quitada, conforme informações no
rodapé deste formulário ou conferência no site [Link].
Responsabilidade Técnica.
- A autenticidade deste documento pode ser verificada no site
[Link] ou [Link]
Documento assinado eletronicamente por BEATRIZ APARECIDA CAVAGNINI
ARTERO, registro Crea-PR PR-227898/D, na área restrita do profissional com uso - A guarda da via assinada da ART será de responsabilidade do profissional
e do contratante com o objetivo de documentar o vínculo contratual.
de login e senha, na data 13/11/2025 e hora 10h03.
[Link]
ENGEBRAX – Saneamento e Tecnologia Ambiental
ANEXO B
L0TE Nº 43 – C REM
Mandaguari - Pr
1
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
Responsável Técnico
2
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
Índice
1. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO ......................................................................................... 5
1.1 LOCALIZAÇÃO ........................................................................................................................................................ 5
1.2 JUSTIFICATIVA DO EMPREENDIMENTO.......................................................................................................................... 5
2. DADOS E PARÂMETROS BÁSICOS PARA O PROJETO ................................................................................. 6
2.1 FÓRMULAS PARA INTENSIDADE .................................................................................................................................... 6
2.2 TOPOGRAFIA .................................................................................................................................................................. 6
2.3 CÁLCULOS DAS VAZÕES A ESCOAR NAS GALERIAS ........................................................................................................ 6
2.4 DISPOSIÇÃO E DIMENSIONAMENTO DOS ORGÃOS CONSTITUTIVOS ............................................................................ 7
DO SISTEMA ......................................................................................................................................................................... 7
2.5 COLETORES ..................................................................................................................................................................... 7
2.6 BACIA DE DISSIPAÇÃO .................................................................................................................................................... 7
3. MATERIAIS ................................................................................................................................................ 8
4. SERVIÇOS ................................................................................................................................................... 8
4.1 LOCAÇÃO ........................................................................................................................................................................ 8
4.2 ESCAVAÇÃO .................................................................................................................................................................... 8
4.3 REATERRO ...................................................................................................................................................................... 8
4.4 SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS ............................................................................................................................................. 9
4.5 CARGA E DESCARGA DOS TUBOS ................................................................................................................................... 9
4.6 ASSENTAMENTOS DOS TUBOS ....................................................................................................................................... 9
4.8 BOCA DE LOBO ............................................................................................................................................................... 9
4.9 CAIXAS DE LIGAÇÃO ....................................................................................................................................................... 9
5. MEMORIAL DE CÁLCULO ......................................................................................................................... 10
5.1 DADOS BÁSICOS .................................................................................................................................................. 10
5.1.1 Parâmetros pluviométricos ............................................................................................................................ 10
5.1.2 Cálculo das vazões .......................................................................................................................................... 10
5.1.3 Tempo de recorrência ........................................................................................................................................... 10
5.1.4 Caixa de ligação .................................................................................................................................................... 10
5.1.5 Sarjetas ................................................................................................................................................................. 11
5.2 METODOLOGIA DE CÁLCULO .............................................................................................................................. 11
5.2.1 Tempo de concentração ....................................................................................................................................... 11
5.2.2 Coeficiente de escoramento superficial ............................................................................................................... 12
5.2.3 Dimensionamento dos coletores .......................................................................................................................... 12
5.2.4 Área drenada ........................................................................................................................................................ 13
5.2.5 Suficiência das sarjetas ......................................................................................................................................... 13
5.2.6 Capacidade de engolimento das bocas de lobo ................................................................................................... 13
6. ANEXO PLANILHA DE CÁLCULO ............................................................................................................... 13
3
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
APRESENTAÇÃO
4
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
1.1 LOCALIZAÇÃO
2.2 TOPOGRAFIA
Para o desenvolvimento do projeto em questão, foram utilizados mapas planialtimétricos com
curvas de níveis espaçadas de metro em metro.
6
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
2.5 COLETORES
• Material: deverão ser empregados tubos de concreto de seção circular com diâmetros de
0,40 m. As canalizações que ligam as bocas de lobo devem ter diâmetro mínimo de 0,40 m e
declividade mínima de 1,50%. Para os tubos de 0,40 e 0,60 m de diâmetro, a declividade
mínima deverá ser de 1%.
• Dimensionamento: para o dimensionamento dos coletores será empregada
a fórmula Manning:
7
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
3. MATERIAIS
Todos os materiais a serem empregados na obra serão de primeira qualidade, conforme
NORMAS BRASILEIRAS.
4. SERVIÇOS
O projeto deverá ser respeitado em todas as suas determinações e as modificações que se
fizerem necessário deverão ser previamente aprovadas pelo responsável técnico pelo projeto.
4.1 LOCAÇÃO
De posse das plantas integrantes do projeto das obras, deve-se inicialmente, proceder à
locação dos eixos dos coletores, partindo em cada trecho, de jusante para montante e
utilizando-se aparelhagem apropriada. Os serviços de referência serão assinalados no terreno
por meio de marcos adequados que serão assentados de 20 em 20 metros e devidamente
amarrados a testemunhas permanentes, de modo a ficarem bem definidos e fixados.
4.2 ESCAVAÇÃO
Os trabalhos de escavação por meios manuais ou mecânicos serão sempre operados de
conformidade com as declividades e cotas contidas nos perfis dos respectivos coletores ou
ramais. As valas para as ligações das bocas de lobo com os poços de visita terão seus taludes
na vertical. As escavações deverão permanecer abertas durante o menor tempo possível. O
sentido das escavações deverá ser adotado de jusante para montante.
4.3 REATERRO
Para o emprego de tubulação sem estrutura especial, o recobrimento mínimo será de 0,60 m
para a rede coletora e 0,40 m para as ligações. Quando, por imposição da topografia, este
limite não puder ser atendido, haverá a necessidade do emprego de tubulações especialmente
dimensionadas do ponto de vista estrutural. Trinta por cento da vala deverá ser preenchida
com material cuidadosamente selecionado, aplicado manualmente em camadas de vinte
centímetros de espessura. Especial cuidado deverá ser tomado para o preenchimento dos
espaços sob os tubos, principalmente quando estes forem do tipo ponta e bolsa. O restante
do reaterro deverá ser executado sem apiloamento manual, mas de forma a que resulte
densidade aproximadamente igual à do solo das paredes da vala.
8
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
9
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
5. MEMORIAL DE CÁLCULO
Q = . C . i .A
onde:
Q = deflúvio no ponto considerado.
g = coeficiente de dispersão da precipitação.
C = coeficiente de escoamento superficial.
i = intensidade média de precipitação.
A = área da bacia contribuinte.
Como as bacias são relativamente pequenas, pode ser desprezado o efeito da dispersão das
chuvas. Por esta razão adotou-se:
g=1
10
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
5.1.5 Sarjetas
11
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
Onde:
V = velocidade de escoamento em m/s
R = raio hidráulico da seção de vazão em m.
i = declividade superficial da linha da água em m/s.
n = coeficiente de rugosidade.
Para tubulação de concreto, foi adotado:
n = 0.015 s / m
As velocidades adotadas para os coletores com Resistência de 15 Mpa foram:
Vmáx. = 7.00 m/s
Vmín. = 0,60 m/s
Para tubos de 0.40 metros e 0.60 metros, procurou-se, sempre que possível, adotar como
declividade mínima 1%, para evitar um possível assoreamento, o que eleva o limite mínimo
de velocidade para estes diâmetros.
Os coletores foram dimensionados a dois terços de secção (2D/3).
12
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
Onde:
Q = vazão admissível na sarjeta em m³/s
Y = altura da lâmina sobre a sarjeta em m.
Z = inverso da declividade transversal da rua.
i = inclinação longitudinal da rua
n = coeficiente de rugosidade:
0,015 para i 1%
0,017 para i 1%
13
PROJETO DE GALERIA DE ÁGUAS PLUVIAIS – EFLEX- INDUSTIA DE FITAS LTDA
14
Página 1/1
Anotação de Responsabilidade Técnica - ART ART de Obra ou Serviço
Lei nº 6.496, de 7 de dezembro de 1977 CREA-PR 1720243038546
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná Substituição sem Custo à 1720241929753
1. Responsável Técnico
VALDINEI OTTOBONI
Título profissional: RNP: 1711746622
ENGENHEIRO CIVIL Carteira: PR-129964/D
2. Dados do Contrato
Contratante: EFLEX INDUSTRIA DE FITAS LTDA CNPJ: 47.481.276/0001-00
3. Dados da Obra/Serviço
ESTRADA KELLER - ESTRDA MESTRE, SN
LOTE 43-C - REMANESCENTE PQ INDUSTRIAL - MANDAGUARI/PR 86975-000
Data de Início: 05/03/2024 Previsão de término: 10/04/2024 Coordenadas Geográficas: -23,516615 x -51,718392
Finalidade: Cadastral
Proprietário: EFLEX INDUSTRIA DE FITAS LTDA CNPJ: 47.481.276/0001-00
4. Atividade Técnica
Quantidade Unidade
[Projeto arquitetônico] de edificação em sistema pré-fabricado 3636,00 M2
[Projeto] de prevenção e combate a incêndio e pânico 3636,00 M2
[Execução de obra] de edificação em sistema pré-fabricado 3636,00 M2
[Projeto] de tubulação para instalações elétricas em baixa tensão para fins industriais 3636,00 M2
[Projeto] de instalações telefônicas internas 3636,00 M2
[Projeto] de Relatório de Impacto de Vizinhança Ambiental - RIVA 1,00 UNID
[Projeto] de estrutura de concreto armado 3636,00 M2
[Projeto] de estrutura metálica para edificação 3636,00 M2
[Projeto] de instalações elétricas em baixa tensão para fins industriais 3636,00 M2
[Projeto] de instalação de sistema de esgoto sanitário 3636,00 M2
[Projeto] de ligação individual de rede de água 3636,00 M2
[Projeto] de sistema de redes de águas pluviais 3636,00 M2
Após a conclusão das atividades técnicas o profissional deverá proceder a baixa desta ART
6. Declarações
Acessibilidade: Declara a aplicabilidade das regras de acessibilidade previstas nas normas técnicas da ABNT, na legislação específica e no Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de
2004, às atividades profissionais acima relacionadas.
7. Assinaturas 8. Informações
- A ART é válida somente quando quitada, conforme informações no
Documento assinado eletronicamente por VALDINEI OTTOBONI, registro Crea-PR rodapé deste formulário ou conferência no site [Link].
PR-129964/D, na área restrita do profissional com uso de login e senha, na data - A autenticidade deste documento pode ser verificada no site
29/05/2024 e hora 14h29. [Link] ou [Link]
- A guarda da via assinada da ART será de responsabilidade do profissional
e do contratante com o objetivo de documentar o vínculo contratual.
Lagoa de contenção
Vol.: 3.200 m³
- 106m
Re
de
E
lé
tri
Canal de Retenção
ca
0°39'59''NE - 267m
Nascente
C.P
0,80X0,80
C.P
0,80X0,80
50
DISSIPADOR
Curva de contenção C.P
°6
Lagoa de contenção
'13
vol.: 220 m³
''N
62°
15.01'0''SO
E
Curva de contenção
-6
2
7m
0m
Curva de contenção
Curva de contenção
Canal de Retenção
Caixa de contenção
Curva de contenção
Canal de Retenção
B.L
50
9°17'52''S
°2
O - 375m
0'5
B.L
4''
NE
B.L
B.L
-7
0m
B.L
B.L
CONTO R: 2260
- 87m
RNO SU
L DE M
ANDAG
U ARI
PROJETO
DRENAGEM DE
ÁGUAS PLUVIAIS
CLIENTE CLIENTE
EFLEX INDUSTRIA DE FITAS LTDA
OBRA
UNIDADE INDUSTRIAL
LOCAL
MANDAGUARI - PARANÁ
COORDENAÇÃO CONTEÚDO
01/02
0°39'59''NE - 267m
C.P
0,80X0,80
C.P
0,80X0,80
50
DISSIPADOR
C.P
°6
Lagoa de contenção
'13
vol.: 220 m³
''N
E
-6
7m
Curva de contenção
Caixa de contenção
B.L
°17'52''S
O - 375m B.L
B.L
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B.L
PROJETO
CONTO
DRENAGEM DE
ÁGUAS PLUVIAIS
L DE M
OBRA
UNIDADE INDUSTRIAL
ANDAG
LOCAL
MANDAGUARI - PARANÁ
COORDENAÇÃO CONTEÚDO
00
UARI
DETALHES DA REDE COLETORA
PRANCHA
02/02