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Abigail Silva Martins Eduardo Chaves Dos Santos Emanoel Braga Leite Jeciane Araújo Silva Lendengue Natália Esbell Tavares

O documento analisa o papel do enfermeiro em campanhas de vacinação na primeira infância entre 2020 e 2025, destacando a importância da imunização para a saúde pública e os desafios enfrentados, como a hesitação vacinal e a desinformação. A pesquisa propõe uma revisão sistemática da literatura e busca contribuir para políticas públicas que revertam a queda nas coberturas vacinais, visando proteger crianças contra doenças preveníveis. O estudo é fundamentado em autores renomados na área e enfatiza a vacinação como um direito fundamental e dever social.

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O documento analisa o papel do enfermeiro em campanhas de vacinação na primeira infância entre 2020 e 2025, destacando a importância da imunização para a saúde pública e os desafios enfrentados, como a hesitação vacinal e a desinformação. A pesquisa propõe uma revisão sistemática da literatura e busca contribuir para políticas públicas que revertam a queda nas coberturas vacinais, visando proteger crianças contra doenças preveníveis. O estudo é fundamentado em autores renomados na área e enfatiza a vacinação como um direito fundamental e dever social.

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1

ABIGAIL SILVA MARTINS


EDUARDO CHAVES DOS SANTOS
EMANOEL BRAGA LEITE
JECIANE ARAÚJO SILVA LENDENGUE
NATÁLIA ESBELL TAVARES

O PAPEL DO ENFERMEIRO EM CAMPANHAS DE VACINAÇÃO NA


PRIMEIRA INFÂNCIA ENTRE OS ANOS DE 2020 A 2025.

BOA VISTA – RR
2025.1
2

ABIGAIL SILVA MARTINS


EDUARDO CHAVES DOS SANTOS
EMANOEL BRAGA LEITE
JECIANE ARAÚJO SILVA LENDENGUE
NATÁLIA ESBELL TAVARES

O PAPEL DO ENFERMEIRO EM CAMPANHAS DE VACINAÇÃO NA PRIMEIRA


INFÂNCIA ENTRE OS ANOS DE 2020 A 2025

Projeto de TCC apresentado à Universidade


de Paulista, núcleo Boa Vista– RR, como
requisito obrigatório para o título de Bacharel
em Enfermagem.
Prof. Welington Roque da Conceição

BOA VISTA – RR
2025.1
3

SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO……………………………………….....………......………….… 05
2. OBJETIVOS………………………………………….…………….…………....... 07

2.1 OBJETIVO GERAL………………………………….....……..........……..... 07

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS…………………………………….………..... 07

3. JUSTIFICATIVA…………………………………………………..…………….... 07

4. METODOLOGIA………………………………………………………………...... 08

5. REFERENCIAL TEÓRICO…………………………….…...……………...…..... 09

5.1 A PERSPECTIVA EPIDEMIOLÓGICA E DE SAÚDE PÚBLICA ........... 10

5.2 SEGURANÇA E EFICÁCIA DAS VACINAS........................................... 10

5.3 DETERMINANTES SOCIAIS E BARREIRAS À VACINAÇÃO.............. 11

5.4 SINTESE TEORICA................................................................................ 11

6. RECURSOS ................................................................................................. 11

7. CRONOGRAMA……………………………………...........................…….…... 12

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS…………………………………….……...13
5

1. INTRODUÇÃO
A vacinação na primeira infância (0 a 6 anos) constitui um dos pilares mais
sólidos da saúde pública contemporânea, sendo responsável pela prevenção de
milhões de casos de doenças imunopreveníveis em todo o mundo. Desde a introdução
da primeira vacina contra a varíola no século XVIII, os avanços na imunologia
permitiram o desenvolvimento de um robusto calendário vacinal, capaz de proteger
crianças contra enfermidades potencialmente graves, como meningite, difteria, tétano,
coqueluche, sarampo e poliomielite. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações
(PNI), criado em 1973, é reconhecido internacionalmente por sua eficácia, tendo
contribuído significativamente para a eliminação de diversas doenças que antes
representavam graves problemas de saúde pública.
Contudo, nas últimas décadas, observa-se um preocupante declínio nas
coberturas vacinais, fenômeno impulsionado por fatores como a disseminação de
informações falsas (fake news), a falsa percepção de baixo risco de doenças já
controladas, barreiras logísticas no acesso aos serviços de saúde e, em alguns casos,
questões ideológicas e religiosas. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2022,
nenhuma das vacinas do calendário infantil atingiu a meta de 95% de cobertura
recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentando o risco de
surtos e da reintrodução de patógenos já eliminados. Esse cenário é particularmente
alarmante quando consideramos que muitas dessas doenças podem levar a
complicações graves, hospitalizações prolongadas e até mesmo à morte em crianças
pequenas.
Diante desse contexto, este trabalho se propõe a analisar a importância da
vacinação na primeira infância sob múltiplas perspectivas, organizando-se em três
eixos principais de discussão como o impacto biológico e epidemiológico da vacinação
infantil - Nesta seção, serão abordados os mecanismos imunológicos das vacinas e
seu papel na prevenção de doenças, com base em evidências científicas consolidadas.
Serão apresentados dados epidemiológicos que demonstram a redução da incidência
de doenças imunopreveníveis após a implementação de programas de vacinação em
massa, destacando casos de sucesso como a erradicação da varíola e a eliminação da
poliomielite nas Américas. A sessão seguinte explica sobre os desafios
contemporâneos para a manutenção de altas coberturas vacinais no qual serão
analisados os fatores que contribuem para a hesitação vacinal na atualidade, incluindo
a disseminação de informações equivocadas, a complacência vacinal (percepção
6

diminuída do risco de doenças) e as barreiras de acesso aos serviços de saúde. Será


dada atenção especial ao fenômeno da desinformação nas redes sociais e seu
impacto nas decisões parentais sobre vacinação e quais estratégias para
fortalecimento das políticas de imunização que discutirá propostas concretas para
aumentar as taxas de vacinação, incluindo iniciativas de educação em saúde,
aprimoramento da logística de distribuição de vacinas, parcerias intersetoriais e o uso
de tecnologias digitais para monitoramento e alerta sobre o calendário vacinal.
Este estudo justifica-se não apenas pela urgência em reverter o quadro de
queda nas coberturas vacinais, mas também pela necessidade de produzir
conhecimento que possa subsidiar políticas públicas eficazes. A metodologia adotada
consistirá em uma revisão sistemática da literatura científica recente, complementada
pela análise de dados oficiais sobre cobertura vacinal e incidência de doenças
imunopreveníveis no Brasil.
Ao longo do trabalho, serão utilizados como referencial teórico autores
consagrados na área de imunização e saúde pública, como Carla Domingues, Guido
Levi e Naomar de Almeida Filho, cujas contribuições permitem uma compreensão
abrangente do tema em suas dimensões biológica, social e política. A expectativa é
que esta pesquisa possa contribuir para o debate público sobre a importância da
vacinação infantil, oferecendo subsídios para ações que garantam a proteção das
crianças brasileiras contra doenças preveníveis e o fortalecimento do sistema único de
saúde como um todo.
Deste modo, este estudo será elaborado sob o formato de revisão biliográfica
para garantir clareza, rigor científico e relevância prática, sempre com o objetivo final
de reforçar a vacinação como direito fundamental na primeira infância e dever da
sociedade para com as gerações futuras e como são operacionalizadas as ações no
município de Boa Vista.
7

2. OBJETIVOS
2.1 Objetivo Geral

• Analisar o papel do enfermeiro em campanhas de vacinação na primeira


infância como estratégia essencial para a prevenção de doenças e promoção da
saúde pública.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Discutir os principais benefícios da vacinação para crianças de 0 a 06 anos,
traçando o perfil das famílias atendidas.
• Compreender os impactos da baixa cobertura vacinal na saúde infantil, no
município de Boa Vista/RR entre os anos de 2020 a 2025.
• Elucidar os fatores que influenciam a hesitação vacinal entre pais e cuidadores.

3. JUSTIFICATIVA
Este trabalho aborda a vacinação em massa que é considerada uma das
maiores conquistas da medicina moderna, responsável por salvar milhões de vidas
anualmente. Na primeira infância, período marcado pela vulnerabilidade do sistema
imunológico, a imunização desempenha um papel crucial na prevenção de doenças
que podem levar a complicações graves, hospitalizações e até mesmo à morte.
Estudos demonstram que crianças não vacinadas apresentam um risco
significativamente maior de desenvolver formas severas de enfermidades como
sarampo, coqueluche e rotavírus, além de contribuírem para a cadeia de transmissão
comunitária.
Além dos benefícios individuais, a vacinação garante a imunidade coletiva (herd
immunity), proteção indireta que ocorre quando uma parcela significativa da população
está imunizada, dificultando a circulação de agentes infecciosos. Esse fenômeno é
essencial para proteger indivíduos que não podem ser vacinados, como recém-
nascidos, pacientes imunossuprimidos e alérgicos a componentes das vacinas. A
queda nas taxas de cobertura vacinal, no entanto, tem comprometido esse equilíbrio,
como evidenciado pelo ressurgimento do sarampo em regiões onde a doença já havia
sido eliminada.
Outro aspecto relevante é o impacto econômico da não vacinação. Doenças
evitáveis por imunização geram custos elevados para o sistema de saúde, incluindo
hospitalizações, tratamentos de complicações e afastamentos laborais dos cuidadores.
Diante desses fatores, justifica-se a realização deste estudo, que visa não apenas
8

consolidar evidências científicas sobre a importância da vacinação, mas também


propor ações educativas e políticas públicas que combatam a desinformação e
ampliem o acesso às vacinas. Em um contexto de crescente hesitação vacinal,
pesquisas como esta são fundamentais para embasar decisões em saúde pública e
garantir a proteção das gerações futuras.

4. METODOLOGIA
Este parágrafo discorre acerca da metodologia da pesquisa, para que se tenha
clareza acerca dos procedimentos adotados ao longo deste estudo. De acordo com
Minayo (2012, p. 27) a metodologia configura-se pelo “caminho do pensamento e a
prática exercida na abordagem da realidade”. Isto é, a maneira como se executa o
método e os instrumentos para construir a abordagem a ser empregada no estudo.
Em definição ao conceito de pesquisa, a autora citada afirma que é “atividade
básica da ciência na sua indagação e construção da realidade”. Com o intuito de
proporcionar respostas aos problemas propostos, sendo necessário construir um
roteiro bem elaborado em etapas que devem ser seguidas para atingir o êxito dentro
de uma linha de pesquisa “Nessa parte, descrevem-se os procedimentos a serem
seguidos na realização da pesquisa. Sua organização varia de acordo com as
peculiaridades de cada pesquisa. Requer-se, no entanto, a apresentação de
informações acerca de alguns aspectos [...]” (GIL, 2002, p.162)
Sendo assim, a metodologia desta pesquisa subdivide-se em etapas, para que
se torne mais compreensível a sua abordagem e exposição, os próximos tópicos
trazem os procedimentos adotados para construção deste estudo. A natureza deste
estudo caracteriza-se como pura ou básica, pois trata de uma pesquisa inovadora que
tem por objetivo apenas produzir um novo conhecimento e não intervir na realidade.
De acordo com Gil (2012), p.26) “[...] busca o progresso da ciência, procura
desenvolver os conhecimentos sem a preocupação direta com as suas aplicações e
consequências práticas”. Por conseguinte, visa apenas a construção de conhecimento
científico. O objetivo desta pesquisa foi a realização de um estudo descritivo para
contribuir de forma teórica com o debate existente acercada importância da vacinação
infantil.
Para isso foi realizado um levantamento bibliográfico, por meio da seleção de
literatura atual, configurando assim uma pesquisa bibliográfica. Para Gil (2012), os
estudos descritivos contribuem para uma reflexão mais detalhada do objeto de estudo
a ser investigado. Quanto aos procedimentos técnicos, a pesquisa adotada neste
9

estudo foi a bibliográfica para tecer análises sobre esta temática. Sobre essa
modalidade de pesquisa Gil (2002, p.44) esclarece que essa pesquisa:

[...] é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído


principalmente de livros e artigos científicos. Embora em quase todos os
estudos seja exigido algum tipo de trabalho dessa natureza, há pesquisas
desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliográficas. Boa parte dos
estudos exploratórios pode ser definidos como pesquisas bibliográficas [...]
(GIL, 2002, p.44)

Ainda sobre os procedimentos técnicos temos Marconi e Lakatos (2003),


contribuindo que “a característica da pesquisa documental é que a fonte de coleta de
dados está restrita a documentos escritos ou não [...]”. Sendo assim, as legislações
inerentes à prática profissional enfermagem como o Código de Ética e a lei de
regulamentação foram necessárias para enriquecer este estudo e compreender os
aspectos do que deveria ser a sua efetivação.
A abordagem escolhida para este estudo é de cunho qualitativo que de acordo
com Minayo (2012) “se preocupa com um nível de realidade que não pode ser
quantificado”, ou seja, está relacionado à subjetividade humana, pois “ela trabalha com
o universo dos significados, dos motivos, das aspirações, das crenças, dos valores e
das atitudes. Esse conjunto de fenômenos é entendido aqui como parte da realidade
social.
Para a sistematização dos dados foi empregada a análise de conteúdo
bibliográfico. De acordo com Chizzotti (2006, p. 98), “o objetivo da análise de conteúdo
é compreender criticamente o sentido das comunicações, seu conteúdo manifesto ou
latente, as significações explícitas ou ocultas”. Neste estudo, será realizada uma
revisão bibliográfica, utilizando dados secundários de caráter público sobre a as
métricas de vacinação infantil no município de Boa Vista, trazendo as contribuições do
enfermagem.

5. REFERENCIAL TEÓRICO
A importância da vacinação na primeira infância é amplamente discutida na
literatura científica, com diversos autores destacando seus benefícios individuais e
coletivos, assim como os desafios relacionados à hesitação vacinal. Neste referencial,
serão abordadas as contribuições de três autores fundamentais que exploram
diferentes aspectos dessa temática: Carla Domingues (epidemiologia e saúde pública),
Guido Levi (imunologia e segurança vacinal) e Naomar de Almeida Filho
10

(determinantes sociais da saúde).

5.1. A PERSPECTIVA EPIDEMIOLÓGICA E DE SAÚDE PÚBLICA (CARLA


DOMINGUES)
Carla Domingues, ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações
(PNI) do Brasil, é uma das principais referências em estudos sobre o impacto da
vacinação na redução de doenças imunopreveníveis. Em seus trabalhos, ela destaca
que a imunização em massa na primeira infância foi responsável pela eliminação de
doenças como a poliomielite e a rubéola congênita no Brasil (DOMINGUES et al.,
2020). Segundo a autora, o sucesso das campanhas de vacinação depende não
apenas da disponibilidade de vacinas, mas também de estratégias eficazes de
comunicação e logística em saúde pública.
Domingues também alerta para os riscos da queda nas coberturas vacinais,
fenômeno que tem permitido o ressurgimento de doenças como o sarampo em regiões
onde ele já estava controlado. Em um estudo publicado na Revista de Saúde
Pública (2020), ela argumenta que a desinformação e a complacência (percepção de
que algumas doenças não representam mais risco) são os principais fatores que
contribuem para a hesitação vacinal. Sua pesquisa reforça a necessidade de políticas
públicas baseadas em evidências para manter altas taxas de imunização.

5.2. SEGURANÇA E EFICÁCIA DAS VACINAS (GUIDO LEVI)


Guido Levi, médico infectologista e membro da Sociedade Brasileira de
Imunizações (SBIm), dedica-se a estudos sobre a segurança e a eficácia das vacinas,
especialmente na primeira infância. Em sua obra Vacinas: Mitos e Fatos (2021), ele
desmistifica argumentos antivacina, apresentando dados científicos que comprovam a
baixa incidência de efeitos adversos graves e a alta efetividade das vacinas na
prevenção de doenças.
Levi ressalta que o sistema imunológico das crianças é plenamente capaz de
responder à imunização sem sobrecarga, rebatendo o mito de que "muitas vacinas
podem enfraquecer a imunidade natural". Ele também discute o papel dos eventos
adversos pós-vacinação (EAPV), destacando que a maioria das reações é leve e
temporária, enquanto os benefícios da vacinação superam amplamente os riscos. Sua
abordagem é essencial para combater a desinformação e fortalecer a confiança da
população nas campanhas de imunização.
11

5.3. DETERMINANTES SOCIAIS E BARREIRAS À VACINAÇÃO (NAOMAR DE


ALMEIDA FILHO)
Naomar de Almeida Filho, epidemiologista e pesquisador em saúde coletiva,
aborda a vacinação infantil sob a ótica dos determinantes sociais da saúde. Em seu
livro Epidemiologia & Saúde (2019), ele argumenta que o acesso à imunização não é
igualitário, sendo influenciado por fatores como renda, escolaridade, localização
geográfica e qualidade dos serviços de saúde.
Almeida Filho demonstra que populações em situação de vulnerabilidade social
apresentam menores taxas de cobertura vacinal, não necessariamente por hesitação,
mas por dificuldades estruturais (ex.: falta de unidades de saúde próximas, horários
incompatíveis com o trabalho dos pais). Ele propõe que estratégias de vacinação
devem ser intersetoriais, envolvendo não apenas a saúde, mas também a educação e
a assistência social, para garantir que todas as crianças sejam imunizadas no período
adequado.

5.4 SÍNTESE TEÓRICA

A convergência entre as perspectivas desses três autores permite uma compreensão


abrangente da importância da vacinação na primeira infância:
12

6. RECURSOS

Nesta pesquisa, utilizou-se dos recursos descritos no quadro 1:

Recursos Quantidade Valor


Computador 01 R$ 2.800
Impressora 01 R$ 380,00
Folha de papel A4 01 R$ 20,00
Internet _ R$ 4,00
Caneta 02 R$ 180,00
Caderno 01 R$ 120,00
TOTAL R$ 3.504,00

Fonte: autoria própria, (2025)

Todos os recursos serão custeados com recursos próprios

7. CRONOGRAMA
(MARÇO A JUNHO)

ETAPAS MAR ABR MAI JUN


Revisão Bibliográfica
Seleção de artigos/livros
Análise e fichamento
Elaboração do Projeto
Definição de objetivos/métodos
Aprovação do orientador
Análise dos Dados
Entrega e Defesa
Fonte: autoria própria, (2025)
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia & Saúde. Editora Rubio, 2019.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação.

Brasília, 2021.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. São Paulo:

Editora Vozes, 2006.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,

2002

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012

MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde.

São Paulo: Hucitec, 2012

DOMINGUES, C. M. A. S. et al. Impacto da vacinação no controle de doenças no

Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2020.

DOMINGUES, C. M. A. S. et al. Impacto da vacinação no controle de doenças no

Brasil. Revista de Saúde Pública, 2020.

LEVI, G. Vacinas: Mitos e Fatos. Editora SBIm, 2021.

LOPES, M. H. Desafios da hesitação vacinal no século XXI. Revista de Saúde Pública,

2021.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Immunization Coverage. 2023.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA (SBP). Calendário Vacinal da Criança.

2022.

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