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Outubro Rosa Ubs

O documento aborda a reposição hormonal durante o climatério e menopausa, destacando a importância de exames de rastreio e a individualização do tratamento. Apresenta sintomas comuns, abordagens gerais, opções de tratamento não-hormonal e hormonal, além de contraindicações e monitoramento. A terapia hormonal é considerada a opção mais eficaz para alívio de sintomas, devendo ser avaliada com base em riscos e benefícios.

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O documento aborda a reposição hormonal durante o climatério e menopausa, destacando a importância de exames de rastreio e a individualização do tratamento. Apresenta sintomas comuns, abordagens gerais, opções de tratamento não-hormonal e hormonal, além de contraindicações e monitoramento. A terapia hormonal é considerada a opção mais eficaz para alívio de sintomas, devendo ser avaliada com base em riscos e benefícios.

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Reposição

Hormonal
Estágio Regional 2026.1
Natan Rodrigues Frederico
EXAMES DE RASTREIO
Preventivo de cólo de útero:
Mulheres de 25 a 64 anos que já tiveram atividade sexual.

Mamografia:
Mulheres de 50 a 69 anos.
CLIMATÉRIO
MENOPAUSA
REPOSIÇÃO HORMONAL
Definições essenciais
Climatério: período de transição da vida reprodutiva para a
não reprodutiva

Menopausa: é definido como a última menstruação da


mulher, caracterizada pela ausência de menstruação por 12
meses consecutivos sem outra causa. Geralmente ocorre
entre 45 e 55 anos.
Fisiologia
Queda gradual dos níveis de hormônios sexuais e irregularidade
dos eixos hormonais
Fisiologia
Principais sintomas
Ondas de calor (fogachos);
Suores noturnos;
Irregularidade menstrual até cessar;
Secura vaginal e atrofia geniturinária;
Alterações do humor (irritabilidade, ansiedade, depressão, Insônia e fadiga);
Diminuição da libido;
Aumento de peso e alterações metabólicas;
Incontinência urinária e sintomas urinários;
Dores de cabeça e palpitações.
Principais sintomas
Abordagem geral
Individualizar: sintomas, gravidade, preferências, riscos e comorbidades.

Priorizar: qualidade de vida e alívio de sintomas incapacitantes.

Reavaliar periodicamente e ajustar tratamento.


Tratamentos não-hormonais
Medidas gerais: higiene do sono, evitar gatilhos (álcool, cafeína, calor),
roupas leves, técnicas de resfriamento.

Terapias comportamentais: terapia cognitivo-comportamental pode ajudar


em sintomas somáticos/sono.

Exercício e perda de peso quando indicado.


Maneiras de Aliviar
os Sintomas
Mudanças no estilo de vida: alimentação equilibrada, prática regular de
exercícios, controle do estresse, evitar álcool e tabaco.
Terapias não hormonais: antidepressivos (ex. paroxetina), fitoterápicos (com
cautela), técnicas de relaxamento.
Cuidados locais: lubrificantes e hidratantes vaginais para secura e atrofia.
Tratamentos locais para secura,
atrofia e dor genital
Terapia tópica estrogênica vaginal (cremes, anéis, comprimidos): melhora
secura, dor e atrofia local

Lubrificantes e hidratantes vaginais como medidas adjuntas.


Terapia Hormonal: Indicação
THM é o tratamento mais eficaz para sintomas. Deve ser considerada para
mulheres com sintomas e cujo benefício supere os riscos

“Janela de oportunidade”: idealmente iniciar <10 anos desde a menopausa


ou <60 anos para relação benefício/risco mais favorável.
Terapia Hormonal: Benefícios
Formas de THM:
esquema básico
Estrogênio sistêmico: indica-se quando sintomas generalizados; se útero
presente, associar progestógeno para proteção endometrial.
Estrogênio vaginal local: para sintomas vaginais isolados.
Progestógenos: mini-pílula, DIU hormonal ou outros; escolha influencia
perfil de risco.
THM: Riscos e contraindicações
Contraindicações absolutas / geralmente evitar:
câncer de mama em atividade ou história recente de estrogênio-dependente,
tromboembolismo venoso ativo ou história recente sem avaliação, doença
hepática grave.
THM: Riscos e contraindicações
Riscos relativos:
aumento do risco de trombose venosa (especialmente com estrogênio oral e em
primeiro ano), possível pequeno aumento no risco de câncer de mama associado
à combinação estrogênio-progestógeno
Duração e monitoramento
Iniciar com objetivo de alívio; reavaliar sintomas, riscos cardiovasculares,
mamografia e rastreios conforme idade.

Não existe limite rígido de duração para todas as pacientes; recomenda-se


usar a menor dose eficaz e reavaliar anualmente. Considerar desmame
gradual dependendo de resposta e preferências.
Situações especiais
Mulheres com história de câncer de mama: geralmente evitar THM;
discutir alternativas locais e não hormonais, trabalhar com oncologia.

Risco cardiovascular ou AVC: considerar idade, tempo desde menopausa


e forma/rota da THM; prefira transdérmico se risco VTE.
Mensagem final
Tratar sintomas do climatério melhora qualidade de vida;
decisão deve ser individualizada, baseada em sintomas, idade, tempo desde a
menopausa e riscos pessoais.

THM continua sendo a opção mais eficaz para VMS e GSM quando indicada.
Mensagem final
OBRIGADO
PELA ATENÇÃO

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