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Caroline

O documento aborda conceitos fundamentais de informática básica, incluindo hardware, software, sistemas operacionais e aplicativos. Ele detalha a função de componentes físicos como CPU, memória e periféricos, além de discutir a importância de softwares de sistema, aplicativos e utilitários. Também menciona práticas de segurança da informação e uso de tecnologias na internet.

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O documento aborda conceitos fundamentais de informática básica, incluindo hardware, software, sistemas operacionais e aplicativos. Ele detalha a função de componentes físicos como CPU, memória e periféricos, além de discutir a importância de softwares de sistema, aplicativos e utilitários. Também menciona práticas de segurança da informação e uso de tecnologias na internet.

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sumário

SEDUC-RO

Informática Básica

Conceitos de informática básica; hardware e software................................................... 1


Sistemas operacionais: conceitos................................................................................... 8

Informática Básica
Uso básico do Windows. noções elementares de outros sistemas operacionais (como
Linux); área de trabalho, janelas, arquivos, pastas e dispositivos de armazenamento;
organização e gerenciamento de arquivos e pastas; procedimentos básicos de
instalação e desinstalação de programas....................................................................... 9
Conceitos e modos de utilização de aplicativos de edição de texto, planilhas
eletrônicas e apresentações (como Microsoft Office e similares); formatação de
documentos, planilhas e slides; uso de funções simples em planilhas; organização de
dados e gráficos.............................................................................................................. 41
Conceitos e modos de uso de tecnologias, ferramentas e aplicativos associados à
Internet e à Intranet; navegação segura na web; pesquisa de informações................... 97
E-mail: envio, recebimento e anexos.............................................................................. 105
Noções de segurança da informação e boas práticas de uso........................................ 111
Conceitos de nuvem........................................................................................................ 119
Armazenamento online e compartilhamento de arquivos............................................... 123
Questões......................................................................................................................... 124
Gabarito........................................................................................................................... 131

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Conceitos de informática básica; hardware e software

Hardware
O hardware são as partes físicas de um computador. Isso inclui a Unidade Central de Processamento (CPU),
unidades de armazenamento, placas mãe, placas de vídeo, memória, etc.. Outras partes extras chamados
componentes ou dispositivos periféricos incluem o mouse, impressoras, modems, scanners, câmeras, etc.
Para que todos esses componentes sejam usados apropriadamente dentro de um computador, é necessário
que a funcionalidade de cada um dos componentes seja traduzida para algo prático. Surge então a função
do sistema operacional, que faz o intermédio desses componentes até sua função final, como, por exemplo,
processar os cálculos na CPU que resultam em uma imagem no monitor, processar os sons de um arquivo
MP3 e mandar para a placa de som do seu computador, etc. Dentro do sistema operacional você ainda terá os
programas, que dão funcionalidades diferentes ao computador.

▸ Gabinete
Também conhecido como torre ou caixa, é a estrutura que abriga os componentes principais de um
computador, como a placa-mãe, processador, memória RAM, e outros dispositivos internos. Serve para proteger
e organizar esses componentes, além de facilitar a ventilação.

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Gabinete

▸ Processador ou CPU (Unidade de Processamento Central)


É o cérebro de um computador. É a base sobre a qual é construída a estrutura de um computador. Uma
CPU funciona, basicamente, como uma calculadora. Os programas enviam cálculos para o CPU, que tem um
sistema próprio de “fila” para fazer os cálculos mais importantes primeiro, e separar também os cálculos entre
os núcleos de um computador. O resultado desses cálculos é traduzido em uma ação concreta, como por
exemplo, aplicar uma edição em uma imagem, escrever um texto e as letras aparecerem no monitor do PC, etc.
A velocidade de um processador está relacionada à velocidade com que a CPU é capaz de fazer os cálculos.

CPU

1
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▸ Cooler
Quando cada parte de um computador realiza uma tarefa, elas usam eletricidade. Essa eletricidade usada
tem como uma consequência a geração de calor, que deve ser dissipado para que o computador continue
funcionando sem problemas e sem engasgos no desempenho. Os coolers e ventoinhas são responsáveis por
promover uma circulação de ar dentro da case do CPU. Essa circulação de ar provoca uma troca de temperatura
entre o processador e o ar que ali está passando. Essa troca de temperatura provoca o resfriamento dos
componentes do computador, mantendo seu funcionamento intacto e prolongando a vida útil das peças.

Cooler

▸ Placa-mãe
Se o CPU é o cérebro de um computador, a placa-mãe é o esqueleto. A placa mãe é responsável por
organizar a distribuição dos cálculos para o CPU, conectando todos os outros componentes externos e internos
ao processador. Ela também é responsável por enviar os resultados dos cálculos para seus devidos destinos.
Uma placa mãe pode ser on-board, ou seja, com componentes como placas de som e placas de vídeo fazendo
parte da própria placa mãe, ou off-board, com todos os componentes sendo conectados a ela.

Placa-mãe

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▸ Fonte
A fonte de alimentação é o componente que fornece energia elétrica para o computador. Ela converte a
corrente alternada (AC) da tomada em corrente contínua (DC) que pode ser usada pelos componentes internos
do computador.

Fonte

▸ Placas de vídeo
São dispositivos responsáveis por renderizar as imagens para serem exibidas no monitor. Elas processam
dados gráficos e os convertem em sinais visuais, sendo essenciais para jogos, edição de vídeo e outras
aplicações gráficas intensivas.

Placa de vídeo

Memória RAM
Random Access Memory ou Memória de Acesso Randômico é uma memória volátil e rápida que armazena
temporariamente os dados dos programas que estão em execução no computador. Ela perde o conteúdo
quando o computador é desligado.

Memória RAM

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Memória ROM
Read Only Memory ou Memória Somente de Leitura é uma memória não volátil que armazena
permanentemente as instruções básicas para o funcionamento do computador, como o BIOS (Basic Input/Output
System ou Sistema Básico de Entrada/Saída). Ela não perde o conteúdo quando o computador é desligado.

Memória cache
Esta é uma memória muito rápida e pequena que armazena temporariamente os dados mais usados pelo
processador, para acelerar o seu desempenho. Ela pode ser interna (dentro do processador) ou externa (entre
o processador e a memória RAM).

Barramentos
Os barramentos são componentes críticos em computadores que facilitam a comunicação entre diferentes
partes do sistema, como a CPU, a memória e os dispositivos periféricos. Eles são canais de comunicação que
suportam a transferência de dados. Existem vários tipos de barramentos, incluindo:
▪ Barramento de Dados: Transmite dados entre a CPU, a memória e outros componentes.
▪ Barramento de Endereço: Determina o local de memória a partir do qual os dados devem ser lidos ou
para o qual devem ser escritos.
▪ Barramento de Controle: Carrega sinais de controle que dirigem as operações de outros componentes.

▸ Periféricos de entrada, saída e armazenamento


São dispositivos externos que se conectam ao computador para adicionar funcionalidades ou capacidades.
São classificados em:
▪ Periféricos de entrada: Dispositivos que permitem ao usuário inserir dados no computador, como
teclados, mouses, scanners e microfones.

Periféricos de entrada

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▪ Periféricos de saída: Dispositivos que permitem ao computador transmitir dados para o usuário, como
monitores, impressoras e alto-falantes.

Periféricos de saída
▪ Periféricos de entrada e saída: Dispositivos que podem receber dados do computador e enviar dados
para ele, como drives de disco, monitores touchscreen e modems.

Periféricos de entrada e saída


▪ Periféricos de armazenamento: dispositivos usados para armazenar dados de forma permanente ou
temporária, como discos rígidos, SSDs, CDs, DVDs e pen drives.

Periféricos de armazenamento

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Conexões e Conectores
Conexões e conectores são os meios físicos pelos quais os componentes internos e periféricos externos se
comunicam com o computador. Cada conector tem uma função específica e é projetado para permitir a troca de
dados ou energia entre dispositivos. Principais tipos de conectores:
▪ USB (Universal Serial Bus): É um dos conectores mais utilizados atualmente. Serve para conectar uma
grande variedade de dispositivos como teclados, mouses, impressoras, pendrives, HDs externos, câmeras,
entre outros. Existem várias versões, como USB 2.0, 3.0, 3.1 e USB-C, que oferecem diferentes velocidades
de transferência de dados.
▪ HDMI (High-Definition Multimedia Interface): É usado para transmitir áudio e vídeo em alta definição.
É comum em monitores, TVs, projetores e placas de vídeo. Permite a conexão com qualidade digital,
substituindo os antigos conectores analógicos como VGA e RCA.
▪ VGA (Video Graphics Array): É um conector analógico tradicional, utilizado para conectar monitores a
computadores. Apesar de estar em desuso em muitos equipamentos modernos, ainda pode ser encontrado
em dispositivos mais antigos.
▪ DisplayPort: Semelhante ao HDMI, é usado principalmente em computadores e monitores para transmitir
áudio e vídeo com alta qualidade. Suporta resoluções e taxas de atualização elevadas, sendo muito usado
por profissionais de imagem e gamers.
▪ SATA (Serial ATA): É usado para conectar unidades de armazenamento internas, como HDs, SSDs e
drives ópticos, à placa-mãe. É mais moderno e rápido que o antigo conector IDE, permitindo transferências
de dados mais eficientes.
▪ PCIe (Peripheral Component Interconnect Express): Não é um conector visível externamente, mas
sim uma interface de conexão interna da placa-mãe. É utilizada para conectar componentes como placas
de vídeo, placas de som, SSDs NVMe e placas de rede. Possui diferentes tamanhos e velocidades (x1, x4,
x8, x16).
▪ Áudio (P2 ou Jack 3.5mm): Conector utilizado para fones de ouvido, microfones e caixas de som. Pode
ser estéreo (áudio em dois canais) ou P3 (que inclui microfone junto ao áudio).
▪ Ethernet (RJ-45): É o conector utilizado para rede cabeada, permitindo conectar o computador a um
roteador, modem ou switch para acesso à internet ou redes locais com alta estabilidade e velocidade.
▪ Conectores de energia: Conectores vindos da fonte de alimentação, como Molex, SATA power e 24 pinos
ATX, servem para distribuir energia elétrica para os diferentes componentes internos do gabinete.

Software
O termo software se refere a um conjunto de instruções ou programas escritos em uma linguagem de
programação, que orientam o funcionamento de um dispositivo eletrônico, como computadores e smartphones.
Diferente do hardware, que é a parte física do equipamento, o software é a parte lógica e imaterial, sendo
responsável por executar tarefas específicas e permitir a interação do usuário com o sistema. Um software
pode incluir não apenas o código de programação, mas também interfaces gráficas, bancos de dados, arquivos
de mídia e documentação. Além disso, cada software está sujeito a uma licença de uso, que define os direitos
e restrições sobre sua utilização, distribuição e modificação.
Os softwares podem ser classificados de diversas formas, dependendo de sua finalidade e funcionamento.
As principais categorias são:

Software de Sistema
Os softwares de sistema são responsáveis pelo gerenciamento do hardware e pela execução de outros
programas no computador. Eles atuam como uma interface entre o usuário e a máquina, garantindo que os
recursos sejam utilizados de forma eficiente. O principal exemplo desse tipo de software são os sistemas
operacionais (SO), como:
▪ Windows (Microsoft)

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
▪ Linux (Diversas distribuições, como Ubuntu e Debian)
▪ macOS (Apple)
▪ Android (Google)
▪ iOS (Apple)
Além dos sistemas operacionais, o software de sistema inclui outros componentes fundamentais, como:
▪ Drivers – Permitem a comunicação entre o sistema operacional e os dispositivos de hardware (impressoras,
placas de vídeo, etc.).
▪ Firmware – Software embutido no hardware, como BIOS e UEFI, essenciais para o funcionamento de
placas-mãe e dispositivos embarcados.

Software Aplicativo
O software aplicativo é aquele desenvolvido para a realização de tarefas específicas, como edição de textos,
planilhas, apresentações e navegação na internet. São programas utilizados diretamente pelo usuário para
desempenhar atividades diversas. Esse tipo de software não é essencial para o funcionamento do sistema, mas
facilita diversas atividades diárias. Exemplos incluem:
▪ Pacote Office (Word, Excel, PowerPoint, etc.)
▪ Google Workspace (Docs, Sheets, Slides)
▪ Adobe Photoshop (Edição de imagens)
▪ Google Chrome, Mozilla Firefox, Microsoft Edge (Navegadores de internet)
▪ Media Player, VLC (Reprodução de mídia)

Software Utilitário
Os softwares utilitários são programas que auxiliam na manutenção, segurança e otimização do sistema,
garantindo seu bom funcionamento. Entre os principais utilitários, destacam-se:
▪ Antivírus e Antimalware (Windows Defender, Avast, Kaspersky)
▪ Compactadores de Arquivos (WinRAR, 7-Zip)
▪ Gerenciadores de Disco e Partições (EaseUS Partition Master, GParted)
▪ Ferramentas de Backup (Acronis, Google Drive, OneDrive)
▪ Limpadores de Sistema (CCleaner)

Software de Jogos
Os softwares de jogos são programas voltados para o entretenimento. Eles podem variar desde jogos
simples até complexos simuladores. Exemplos incluem:
▪ Jogos para PC e consoles (GTA, FIFA, The Sims)
▪ Plataformas de distribuição de jogos (Steam, Epic Games, PlayStation Store)
▪ Emuladores (PCSX2, Dolphin, RetroArch)

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Classificação quanto ao Código-fonte
Os softwares também podem ser classificados de acordo com a disponibilidade de seu código-fonte e o
modelo de distribuição:
▪ Software Proprietário: O código-fonte não é disponibilizado ao público, e o uso é restrito a licenças
específicas. Exemplos: Windows, Microsoft Office, Adobe Photoshop.
▪ Software Livre: Pode ser usado, modificado e distribuído livremente, respeitando certas condições.
Exemplos: Linux, LibreOffice, GIMP.
▪ Software de Código Aberto (Open Source): O código-fonte é disponibilizado ao público, permitindo
modificações. Nem todo software de código aberto é livre, pois pode haver restrições de licenciamento.
Exemplos: Mozilla Firefox, MySQL, WordPress.

Sistemas operacionais: conceitos

sistemas operacionais
O sistema operacional (SO) é um software essencial que atua como intermediário entre o hardware do
computador e os programas executados pelos usuários. Sua principal função é gerenciar os recursos do
sistema, garantindo que esses elementos sejam utilizados de maneira eficiente, segura e organizada. Além
disso, o sistema operacional oferece uma interface que facilita a interação entre o usuário e a máquina. Dentre
as funções de um Sistema Operacional estão:

Gerenciamento de Processos
O SO controla a execução de processos (programas em execução), realizando a alocação adequada dos
recursos e coordenando a execução simultânea de múltiplos processos, o que permite a multitarefa. Para isso,
utiliza algoritmos de escalonamento que definem a ordem e o tempo de uso do processador por cada processo.
Entre os principais algoritmos, destacam-se:
▪ First-Come, First-Served (FCFS): atende os processos por ordem de chegada.
▪ Round Robin: distribui o tempo de CPU igualmente entre os processos.
▪ Escalonamento por Prioridade: seleciona processos com base em níveis de prioridade.
Esses mecanismos evitam que processos fiquem bloqueados indefinidamente e otimizam o desempenho
do sistema.

Gerenciamento de Memória
O SO é responsável por controlar o uso da memória principal (RAM), assegurando que cada programa
receba o espaço necessário sem conflitos. Além da alocação física, o sistema pode utilizar memória virtual, que
simula memória adicional usando parte do disco rígido. Essa técnica permite que múltiplos programas sejam
executados mesmo em sistemas com pouca RAM. Duas abordagens comuns na memória virtual são:
▪ Paginação: divide a memória em blocos de tamanho fixo (páginas).
▪ Segmentação: organiza a memória com base nas estruturas lógicas dos programas.

Gerenciamento de Dispositivos de Entrada e Saída


O sistema operacional controla o acesso e a comunicação entre os programas e os periféricos do computador,
como teclados, mouses, impressoras e discos rígidos. Um exemplo importante é o spooler de impressão, que
armazena temporariamente os trabalhos de impressão em uma fila, permitindo que sejam processados de
forma ordenada e sem conflitos, mesmo quando múltiplos usuários enviam documentos simultaneamente.

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Gerenciamento de Arquivos
O SO organiza os dados armazenados em dispositivos como discos rígidos e unidades externas. Ele
permite criar, acessar, modificar e excluir arquivos e diretórios de maneira eficiente. Para isso, utiliza sistemas
de arquivos que definem como os dados são estruturados no armazenamento. Alguns formatos comuns de
sistemas de arquivos incluem:
▪ FAT32: amplamente compatível, mas limitado no tamanho máximo de arquivos.
▪ NTFS: padrão do Windows, oferece recursos como permissões, compressão e criptografia.
▪ EXT4: utilizado em sistemas Linux, oferece alta confiabilidade e desempenho.
Além disso, o sistema operacional fornece interfaces que permitem ao usuário organizar arquivos em pastas
e subpastas, renomear, copiar, mover ou excluir itens. Também é possível instalar e gerenciar programas,
acessando-os por meio de menus, atalhos ou ferramentas de pesquisa.

Segurança e Proteção
O sistema operacional implementa mecanismos de segurança para proteger os dados e recursos contra
acessos não autorizados e falhas. Isso inclui:
▪ Autenticação de usuários (por senha, biometria etc.);
▪ Controle de permissões de acesso a arquivos e programas;
▪ Isolamento entre processos, evitando que ações maliciosas prejudiquem o sistema como um todo.

Exemplos de Sistemas Operacionais


Diversos sistemas operacionais são utilizados em diferentes plataformas. Entre os principais, destacam-se:
▪ Windows: Desenvolvido pela Microsoft, é um dos mais populares em computadores pessoais e
corporativos.
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▪ macOS: Sistema da Apple, exclusivo para os computadores da linha Mac.


▪ Linux: Sistema de código aberto, altamente personalizável, muito usado em servidores, computadores
pessoais e sistemas embarcados.
▪ Android: Sistema operacional móvel baseado em Linux, utilizado em grande parte dos smartphones e
tablets no mercado.
▪ iOS: Desenvolvido pela Apple, é o sistema dos dispositivos móveis como iPhones e iPads.

Uso básico do Windows. noções elementares de outros sistemas operacionais (como


Linux); área de trabalho, janelas, arquivos, pastas e dispositivos de armazenamento;
organização e gerenciamento de arquivos e pastas; procedimentos básicos de
instalação e desinstalação de programas

Windows 10
O Windows 10 é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft, parte da família de sistemas
operacionais Windows NT. Lançado em julho de 2015, ele sucedeu o Windows 8.1 e trouxe uma série de
melhorias e novidades, como o retorno do Menu Iniciar, a assistente virtual Cortana, o navegador Microsoft
Edge e a funcionalidade de múltiplas áreas de trabalho. Projetado para ser rápido e seguro, o Windows 10 é
compatível com uma ampla gama de dispositivos, desde PCs e tablets até o Xbox e dispositivos IoT.

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Principais Características e Novidades
▪ Menu Iniciar: O Menu Iniciar, ausente no Windows 8, retorna com melhorias no Windows 10. Ele combina
os blocos dinâmicos (tiles) do Windows 8 com o design tradicional do Windows 7, permitindo fácil acesso a
programas, configurações e documentos recentes.
▪ Assistente Virtual Cortana: A Cortana é uma assistente digital que permite realizar tarefas por comandos
de voz, como enviar e-mails, configurar alarmes e pesquisar na web. Este recurso é similar ao Siri da Apple
e ao Google Assistant.
▪ Microsoft Edge: O navegador Edge substituiu o Internet Explorer no Windows 10. Ele é mais rápido e
seguro, oferecendo recursos como anotações em páginas web e integração com a Cortana para pesquisas
rápidas.
▪ Múltiplas Áreas de Trabalho: Esse recurso permite criar várias áreas de trabalho para organizar melhor
as tarefas e aplicativos abertos, sendo útil para multitarefas ou organização de projetos.

Instalação do Windows
▪ Baixe a ferramenta de criação de mídia no site da Microsoft.
▪ Use-a para criar um pendrive bootável com a ISO do Windows.
▪ Reinicie o PC e entre na BIOS/UEFI para priorizar o boot pelo pendrive.
▪ Na instalação, selecione idioma e versão, depois a partição (formate se necessário).
▪ Crie um usuário e siga os passos da configuração inicial.
▪ Após finalizar, o Windows estará pronto para uso.

Operações de iniciar, reiniciar, desligar, login, logoff, bloquear e desbloquear

Botão Iniciar
O Botão Iniciar dá acesso aos programas instalados no computador, abrindo o Menu Iniciar que funciona
como um centro de comando do PC.

Menu Iniciar

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Expandir: botão utilizado para expandir os itens do menu.

Botão Expandir
Conta: apresenta opções para configurar a conta do usuário logado, bloquear ou deslogar. Em Alterar
configurações da conta é possível modificar as informações do usuário, cadastrar contas de e-mail associadas,
definir opções de entrada como senha, PIN ou Windows Hello, além de outras configurações.

Configurações de conta
Ligar/Desligar: a opção “Desligar” serve para desligar o computador completamente. Caso existam
programas abertos, o sistema não os salvará automaticamente, mas perguntará ao usuário se deseja salvá-los.

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Outras opções são:
a) Reiniciar: reinicia o computador. É útil para finalizar a instalação de aplicativos e atualizações do sistema
operacional, mas, com frequência, não é um processo necessário.
b) Suspender: leva o computador para um estado de economia de energia que permite que o computador
volte a funcionar normalmente após alguns segundos. Todas as tarefas são mantidas, podendo o usuário
continuar o trabalho.
Em portáteis, o Windows salva automaticamente todo o trabalho e desliga o computador se a bateria está
com muito pouca carga. Muitos portáteis entram em suspensão quando você fecha a tampa ou pressiona o
botão de energia.
c) Hibernar: opção criada para notebooks e pode não está disponível em todos os computadores. É um
sistema de economia de energia que coloca no disco rígido os documentos e programas abertos e desliga o
computador. Hibernar usa menos energia do que Suspender e, quando você reinicializa o computador, mas
não volta tão rapidamente quanto a Suspensão ao ponto em que estava.
Além dessas opções, acessando Conta, temos:

d) Sair: o usuário desconecta de sua conta, e todas as suas tarefas são encerradas.
e) Bloquear: bloqueia a conta do usuário, mantendo todas as tarefas em funcionamento.
Para trocar o usuário, basta apertar CTRL + ALT + DEL:

f) Trocar usuário: simplesmente dá a opção de trocar de usuário, sem que o usuário atual faça o logoff.
Assim, todas as tarefas são mantidas em funcionamento, e quando o usuário quiser, basta acessar sua
conta para continuar de onde parou.
Esquematizando essas opções:

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Ligar/Desligar e outras opções.

Área de trabalho, ícones e atalhos

Área de Trabalho
A Área de trabalho (ou desktop) é a principal área exibida na tela quando você liga o computador e faz logon
no Windows. É o lugar que exibe tudo o que é aberto (programas, pastas, arquivos) e que também organiza
suas atividades.

Área de Trabalho do Windows 10.

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Ícones
Um ícone é um pequeno símbolo gráfico, usado geralmente para representar um software ou um atalho para
um arquivo específico, aplicação (software) ou diretório (pasta). Dito de outra forma, é o elemento gráfico que,
em sistemas operacionais ou em programas com interfaces gráficas, representa determinado objeto, operação
ou link, sendo geralmente acionável por um clique de mouse.

Atalhos
Um atalho é um link que pode ser criado para um item (como um arquivo, uma pasta ou um programa)
no computador. Permite a execução de uma determinada ação para chamar um programa sem passar pelo
caminho original. No Windows, os ícones de atalho possuem como característica uma seta no canto inferior
esquerdo.

Menu iniciar e barra de tarefas

Botão e Menu Iniciar


Depois de ter sido excluído do Windows 8, o recurso faz um retorno glorioso. É o ponto central da experiência
com o Windows 10.
Os apps estilo metro ficam abrigados ali. O acesso a qualquer outro programa ou às configurações também
tem acesso rápido e fácil. O seu tamanho (ocupando mais ou menos espaço na tela) é ajustável.

Menu Iniciar.

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Pastas e subpastas
Pastas são como gavetas virtuais onde guardamos nossos arquivos. Elas servem para dividir e organizar
o espaço de armazenamento do computador, ajudando a manter os dados arrumados e fáceis de encontrar.
▪ Uma pasta pode conter arquivos e outras pastas (chamadas de subpastas).
▪ É possível criar pastas para diferentes temas, como Trabalho, Escola, Imagens, entre outras.

Arquivos
Arquivos são os documentos digitais que armazenam diferentes tipos de conteúdo: textos, imagens, músicas,
vídeos e muito mais.
Cada arquivo possui um nome e uma extensão, que define o tipo de conteúdo que ele representa e qual
programa é necessário para sua abertura.

Tipos e extensões de arquivos

Extensão Tipo de Arquivo Descrição


.jpg, .png, .gif Imagem Fotos e gráficos
.doc, .docx, .odt Texto formatado Criados por editores como Word ou LibreOffice
.txt Texto simples Sem formatação
.xls, .xlsx, .ods Planilhas Usadas em Excel ou LibreOffice Calc
.ppt, .pptx, .odp Apresentações PowerPoint ou LibreOffice Impress
.mp3, .wav, .aac Áudio Músicas, gravações
.mp4, .avi, .mov Vídeo Filmes, clipes
.zip, .rar, .7z Arquivos compactados Contêm outros arquivos em formato comprimido
.exe, .msi Programas/Instaladores Executam ou instalam aplicativos
.pdf Documento portátil Arquivos de leitura fixa que preservam formatação

A extensão aparece no fim do nome do arquivo e indica seu tipo.


Exemplo: “musica.mp3” é um arquivo de áudio.

Nomenclatura de Arquivos e Pastas


Os nomes de arquivos e pastas devem ser definidos no momento da sua criação e devem seguir algumas
regras do sistema operacional:
▪ Podem conter letras, números e espaços.
▪ Não podem conter os seguintes caracteres: / \ : * ? “ < > |.
▪ O limite máximo de caracteres costuma ser de 255, incluindo a extensão.

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Bibliotecas
As bibliotecas são estruturas virtuais criadas para facilitar o gerenciamento de arquivos e pastas no sistema
operacional Windows. Elas agrupam conteúdos semelhantes, mesmo que estejam armazenados em locais
diferentes.
As bibliotecas padrão são:
▪ Documentos
▪ Imagens
▪ Músicas
▪ Vídeos
Elas não duplicam os arquivos, apenas centralizam o acesso em uma visualização única.

Windows Explorer
O Explorador de Arquivos é o aplicativo responsável por gerenciar e visualizar arquivos e pastas no sistema
operacional Windows. Ele permite ao usuário:
▪ Criar, mover, copiar, excluir e renomear arquivos e pastas;
▪ Visualizar a estrutura de armazenamento do computador;
▪ Acessar rapidamente locais como Downloads, Documentos e Imagens;
▪ Utilizar a barra de pesquisa para localizar arquivos e pastas.

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Criação de pastas
▪ Clique com o botão direito no local desejado;
▪ Selecione “Novo” > “Pasta”;
▪ Digite o nome desejado e pressione Enter.

Cópia de arquivos
▪ Com o arquivo selecionado, pressione Ctrl + C;
▪ Navegue até o local de destino e pressione Ctrl + V.
▪ Também é possível utilizar o menu de contexto (botão direito do mouse) para copiar e colar.

Movimentação (recorte) de arquivos


▪ Com o arquivo selecionado, pressione Ctrl + X;
▪ Vá até a nova localização e pressione Ctrl + V.

Exclusão de arquivos
▪ Selecione o arquivo e pressione a tecla Delete;
▪ Ou utilize o botão direito do mouse > “Excluir”.

Organização visual
No menu “Exibir” do Explorador de Arquivos, o usuário pode escolher entre diferentes modos de visualização:
ícones grandes, pequenos, lista, detalhes, entre outros.

Localização de Arquivos e Pastas


O sistema possui uma barra de pesquisa no canto superior direito do Explorador de Arquivos. Através dela,
é possível localizar arquivos e pastas digitando parte de seus nomes ou aplicando filtros como:
▪ Data de modificação;
▪ Tipo de arquivo;
▪ Tamanho.

Arquivos Ocultos
Alguns arquivos do sistema operacional são ocultos por padrão, pois são essenciais para o funcionamento
do sistema e não devem ser alterados ou removidos pelo usuário comum.
▪ Arquivos ocultos não são exibidos na visualização padrão.
▪ É possível ativar a opção “Mostrar arquivos ocultos” na aba “Exibir” do Explorador de Arquivos.
Alterações em arquivos ocultos podem causar falhas no funcionamento do sistema, por isso devem ser
acessados com cautela.
Configurações: é possível configurar o Menu Iniciar como um todo. Para isso, basta acessar a opção
“Configurações” e, na janela que se abre, procurar por “Personalização”. Depois, selecionar “Iniciar”. É possível
selecionar o que será exibido no Menu Iniciar como os blocos, as listas de recentes ou de aplicativos mais
usados, além de outras configurações. Além da personalização, diversas outras configurações podem ser
acessadas por aqui como Sistema, Dispositivos, Rede e Internet e muito mais.

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Configurações do Windows.
Programas: a lista mostra programas instalados no computador. Esse menu apresenta os programas em
ordem alfabética, além dos programas mais usados.
Para manter um atalho permanente nesta área do Menu, clique com o botão direito sobre ele e em “Fixar
em Iniciar”.
Dependendo do aplicativo ao qual o atalho é relacionado, é possível abrir diretamente um arquivo. Por
exemplo, o Word lista os últimos documentos abertos; o Excel lista as planilhas; e o Media Player, as mídias.
Basta utilizar também o botão direito para acessar essa lista.

Arquivos recentes para um programa.

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Grupos: é possível agrupar aplicativos em grupos. Você pode criar vários grupos e adicionar aplicativos a
eles. Por exemplo, um grupo para Trabalho, um para Estudos e outro para Lazer.

Barra de Tarefas
A Barra de Tarefas é um dos itens mais utilizados no dia-a-dia. O papel da barra de tarefas é dar acesso
aos programas instalados no computador, permitindo alternar entre janelas abertas e abrir outras ou acessar
rapidamente certas configurações do Windows. Esta barra também ajuda na organização das tarefas, já que
pode deixar visível os programas que estão em execução naquele momento, permitindo alternar entre eles
rapidamente, ou que podem ser executados com um simples clique.
No Windows 10, a barra de tarefas fica, por padrão, na parte inferior da tela e normalmente visível, mas é
possível movê-la para os lados ou para a parte superior da área de trabalho, desde que ela esteja desbloqueada.
Vejamos a anatomia básica da barra de ferramentas do Windows 10.

Barra de Tarefas.

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Execução de programas

Super Barra
A Super Barra contém uma série de ícones para, principalmente, executar softwares, incluindo arquivos
mais usados ou pastas favoritas.

Super barra na barra de tarefas.


Visão de tarefas: a visão de tarefas é uma espécie de visualização panorâmica do sistema na qual é
possível pré-visualizar todas as janelas abertas naquele momento.
Ao acessar este menu, você pode adicionar novas áreas de trabalho virtuais ao sistema. Ou seja, é possível
ter diversas áreas de trabalho funcionando simultaneamente dentro do Windows 10, ideal para organizar melhor
o seu conteúdo quando muitas coisas precisam ficar abertas ao mesmo tempo.

O atalho Windows ( ) + TAB abre a visão de tarefas.

Visão de Tarefas.

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Programas e pastas afixadas: ícones que permanecem na barra de tarefas mesmo sem estar em uso.
Funcionam como atalhos para as pastas e programas.
Para fixar o atalho de algum programa, execute-o, clique sobre o atalho e marque a opção “Fixar na Barra de
tarefas”. É possível mudar a ordem dos ícones fixados como você preferir, bastando clicar e arrastar os ícones
para os lados. O procedimento para desafixar é o mesmo, apenas o texto da opção muda para “Desafixar da
Barra de tarefas”. A fixação pode ocorrer também clicando com o botão direito nele e escolhendo a opção
“Fixar na barra de tarefas”. Uma possibilidade interessante do Windows 10 é a fixação de atalhos para sites da
internet na Barra de tarefas. Com o Internet Explorer, arraste a guia à Barra de tarefas até que o ícone mude
para “Fixar em Barra de tarefas”.

Fixação de ícones na barra de tarefas.


Programas em execução: os programas em execução os as pastas abertas também ficam dispostos na
barra de tarefas.
Quando um programa está em execução ele fica sublinhado na barra de tarefas. O Windows 10 trabalha
com o agrupamento de janelas de um mesmo programa no mesmo botão da barra de tarefas, assim, todos os
arquivos ou instâncias sendo executadas referentes a um mesmo programa ficarão organizados sob ícones
sobrepostos do programa que os executa ou pasta que os contém.
Ao passar o mouse sobre o ícone de um programa aberto na Barra de Tarefas, poderá ver uma Miniatura do
Programa Aberto, sem ter que clicar em mais nada. E se passar o mouse em cima dessa miniatura, verá uma
prévia da janela aberta em tamanho maior. Se desejar alternar entre essas janelas, basta clicar na desejada.

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Gerenciador de tarefas do windows

Gerenciador de Tarefas (Ctrl+Shift+Esc)


Gerenciador de tarefas é a ferramenta do Windows 10 que monitora em tempo real o desempenho de vários
recursos do computador; como memória, uso do espaço de armazenamento, processamento entre outras
opções de hardware. Além de informações detalhadas sobre o sistema operacional, o Gerenciador de Tarefas
oferece a possibilidade de encerrar algum software que, porventura, vier a travar ou o usuário deseja por assim
encerrar.

Para iniciar o Gerenciador de tarefas, tome qualquer uma das seguintes ações:
1. Pressione CTRL+ALT+DELETE e clique em Gerenciador de tarefas.
2. Pressione CTRL+SHIFT+ESC.
3. Clique com o botão direito em uma área vazia da barra de tarefas e clique em Gerenciador de tarefas.

Janelas; menus, faixa de opções e barras de comandos e de ferramentas; barra de estado


Barras de ferramentas: é possível adicionar ferramentas à Barra de tarefas, ou seja, atalhos para recursos
simples e práticos para o uso do Windows. Clique com o botão direito sobre a Barra e explore o menu “Barra
de ferramentas”.
“Endereço” adiciona uma barra para digitar um caminho e abri-lo no Windows Explorer; “Links” exibe links
de páginas da internet; “Área de trabalho” oferece atalhos para diferentes áreas do Windows; A opção “Nova
barra de ferramentas” permite a escolha de uma pasta personalizada;
Opções para a organização de janelas: essas opções permitem organizar as janelas abertas de várias
maneiras.

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Opções de organização de janelas.

Prompt de Comando ou cmd


O Prompt de Comando ([Link]) é um interpretador de linha de comando nos sistemas baseados no
Windows NT (incluindo Windows 2000, XP, Server 2003 e adiante até o mais recente Windows 10), isto é, ele
é um shell para esses sistemas operacionais. Ele é um comando análogo ao [Link] do MS-DOS e de
sistemas Windows 9x ou de shells utilizados nos sistemas Unix.
Na realidade, o [Link] é um programa do Windows que atua como interpretador de linha de comando.
O [Link] é mais utilizado por usuários avançados e possui uma série de comandos para realizar diversas
funções. Por causa de alguns comandos de sistema, é preciso executá-lo com privilégios de administrador.
Para fazer isso, clique na caixa de pesquisa do Windows 10 e digite “cmd” (sem as aspas). Depois, clique
com o botão direito em “cmd” e escolha a opção “Executar como administrador. Se for solicitada a senha do
administrador, digite-a ou apenas confirme a autorização.

Os principais comandos e suas funções são apresentadas no esquema a seguir:

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Principais comandos [Link].

Barras de Status
Uma barra de status é uma área na parte inferior de uma janela primária que exibe informações sobre o
estado da janela atual (como o que está sendo exibido e como), tarefas em segundo plano (como impressão,
verificação e formatação) ou outras informações contextuais (como seleção e estado do teclado)1.
As barras de status normalmente indicam status por meio de texto e ícones, mas também podem ter
indicadores de progresso, bem como menus para comandos e opções relacionados ao status.

1 [Link]

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Menus de contexto e atalhos de teclado

Menu de Contexto
O “Menu de contexto” exibe opções quando o usuário clica com o botão direito do mouse em sistemas
operacionais como o Windows, Mac OS e Linux. A implementação desse recurso varia em cada sistema, mas é
no Windows que essa ferramenta têm um maior nível de customização2. No sistema operacional da Microsoft,
é possível que o usuário coloque aplicativos no acesso ao menu de contexto e criar atalhos para recursos e
comandos específicos: compactadores de arquivos, reprodutores de mídia (players) e antivírus.
O menu de contexto condensa comandos e atalhos que podem ser facilmente acessados via botão direito
do mouse. A lista de atalhos e comando disponíveis no menu podem variar conforme o local do sistema ou
aplicativo em que o usuário está: o menu de contexto no desktop do Windows será diferente daquele exibido
em uma pasta ou quando um arquivo é selecionado.

Atalhos de Teclado
CTRL+A: seleciona todos os itens da Área de Trabalho (Desktop).
CTRL+C: copia os itens selecionados.
CTRL+X: recorta os itens selecionados.
CTRL+V: cola os itens selecionados.
CTRL+Z: desfaz a última ação.
CTRL+Y: refaz a última ação desfeita por meio do CTRL+Z.
CTRL+ESC: aciona o Menu Iniciar.
CTRL+SHIFT+ESC: abre o Gerenciador de Tarefas do Windows.
ALT+TAB: alterna entre as janelas abertas, exibindo uma bandeja com miniaturas das janelas.
CTRL+ALT+DEL: exibe a tela de segurança do Windows, que dá as opções para bloquear o computador,
trocar de usuário, fazer logoff, alterar senha e iniciar o Gerenciador de Tarefas.
2 [Link]

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ALT+F4: fecha a janela atual.
ALT+I: aciona o Menu Iniciar.
DELETE: envia o item selecionado para a Lixeira do Windows.
SHIFT+DELETE: exclui o item selecionado definitivamente.

Tecla WINDOWS (também conhecida como tecla WIN ou Logotipo do Windows)


WIN (sozinha): aciona o Menu Iniciar (não sei se você percebeu, mas esta é a terceira forma de acionar
este menu).
WIN+D: exibe a Desktop.
WIN+E: abre o Windows Explorer.
WIN+F: abre a Pesquisa do Windows, para localizar arquivos e pastas.
WIN+G: exibe os Gadgets do Windows, que são mini aplicativos do Desktop.
WIN+L: bloqueia o computador.
WIN+M: minimiza todas as janelas.
WIN+SHIFT+M: exibe todas as janelas minimizadas pelas teclas WIN+M.
WIN+R: inicia o caixa de diálogo Executar, que permite executar um arquivo ou programa.
WIN+T: exibe o Flip da Barra de Tarefas, que é a miniatura das janelas abertas, dos botões da Barra de
Tarefas.
WIN+TAB: exibe o Flip 3D, que permite alternar entre as janelas abertas por meio de um visual em forma
de cascata tridimensional.
WIN+ESPAÇO: exibe a Desktop através das janelas abertas, deixando-as transparentes, como se fosse
uma visão de Raio-X. Este recurso se chama Aero Peek, já comentado em artigos anteriores.
WIN+HOME: minimiza todas as janelas, exceto a que está ativa no momento, ou seja, aquela que está
sendo acessada pelo usuário. Esse recurso se chama Aero Shake.
WIN+PAUSE/BREAK: abre a janela de Propriedades do Sistema.
WIN+ →: redimensiona a janela ativa, fazendo-a ocupar a metade direita da tela.
WIN+ ←: redimensiona a janela ativa, fazendo-a ocupar a metade esquerda da tela.
WIN+ ↑: redimensiona a janela ativa, maximizando-a.
WIN+ ↓: redimensiona a janela ativa, restaurando-a, caso esteja maximizada ou minimizando-a, caso esteja
restaurada.

Windows Explorer

Teclas de Função
F1: abre a ajuda do Windows.
F2: renomeia o item selecionado (pasta ou arquivo).
F3: abre o campo de pesquisa na própria janela ativa.
F4: abre o campo histórico de endereços, da barra de endereços.
F5: atualiza os itens exibidos.
F6: muda o foco do cursor entre os frames da janela.
F10: ativa o Menu Arquivo.
F11: alterna para exibição em tela cheia.

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Operações de mouse, apontar, mover, arrastar
Arrastar e soltar é um método de mover ou copiar um arquivo ou vários arquivos usando o mouse ou o
touchpad3.
Por padrão, ao clicar com o botão esquerdo e segurar o botão esquerdo do mouse ou do touchpad enquanto
move o ponteiro do mouse para um local de pasta diferente na mesma unidade, quando soltar o botão esquerdo
do mouse, o arquivo será movido para o novo local onde liberou o botão do mouse.
Se estiver movendo o arquivo para uma unidade diferente ou pela rede para uma unidade mapeada ou outro
sistema, o arquivo será copiado para o local de destino e o arquivo original permanecerá no local original.

Resolução de tela e configuração de múltiplos monitores de vídeo

Resolução de Tela
Na configuração padrão, o Windows utiliza a resolução nativa por ser a maior opção que o monitor permite4.
Caso tenha alterado essa definição ou precise usar um segundo monitor, basta fazer a alteração no painel de
controle.
1. Abra as configurações do Windows pelo menu iniciar;
2. No painel de controle, selecione a opção “Sistema”;

3 [Link]
windows#:~:text=Por%20padr%C3%A3o%2C%20se%20voc%C3%AA%20clicar,liberou%20o%20bot%C3%A3o%20do%20
mouse.
4 [Link]

27
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3. Vá para a aba “Vídeo”. Caso esteja utilizando dois monitores, é possível clicar em cada um dos números
para acessar as opções individuais;

4. Desça a tela até o item “Resolução da tela” e clique para abrir a lista. A resolução marcada como
“Recomendável” é a opção nativa do seu computador.

O modo de resolução não depende apenas do tamanho do monitor: a placa de vídeo e os drivers instalados
também influenciam na configuração do Windows para obter a melhor qualidade de imagem. Ao alterar para
uma resolução mais baixa do que a recomendada, os textos podem ficar menos nítidos e com iluminação
diferente.
Caso o computador não consiga reconhecer a resolução nativa do monitor, a recomendação é atualizar
drivers de vídeo. Para isso, abra as configurações, vá para a seção “Atualizações e Segurança” e procure
por atualizações pendentes na tela “Windows Update”. Se o problema persistir, talvez seja necessário instalar
drivers específicos da fabricante.

28
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Configuração de Múltiplos Monitores de Vídeo
Se você usa um notebook Windows, poderá conectar um monitor adicional através da porta HDMI,
DisplayPort ou as legadas DVI e VGA, dependendo do modelo do hardware5. Se você possui um desktop, é
preciso verificar se a placa de vídeo ou a placa-mãe (no caso de vídeo integrado) possuem mais de uma saída
de vídeo, o que nem sempre é o caso.
De qualquer forma, o procedimento é bastante simples:

Conecte o monitor
Conecte o monitor adicional à saída de vídeo extra de seu computador e ligue-o. Por padrão, o Windows
irá clonar a Área de Trabalho no segundo monitor, e você terá a mesma imagem nas duas telas. Não é o que
queremos, e sim utilizar uma das telas como uma extensão;

Acesse as configurações de tela


Dê um clique direito na Área de Trabalho, e depois em Configurações de tela.

Organize suas telas


Na nova janela, o Windows irá exibir os monitores conectados, cada um identificado com um número. Para
saber qual monitor é qual, clique no botão Identificar. Os números atribuídos serão exibidos em cada um dos
monitores.
É possível trocar a identificação dos monitores, mudando o segundo monitor para ser o principal, de “2” para
“1”. Isso é útil para melhor organizar sua Área de Trabalho. Para isso, selecione o monitor que deseja usar como
“1” e marque a caixa Tornar este meu vídeo principal.

5 GOGONI, R. Como usar dois monitores no mesmo computador (Windows)

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Conclua a configuração
Por fim, escolha a opção Estender estes vídeos, clique em Aplicar e depois em Manter alterações.

Feito isso, tem-se uma Área de Trabalho única, mas estendida para os dois monitores. Entretanto, é preciso
lembrar que todos os apps e programas que abrir serão exibidos no monitor principal, que foi definido como
“1”, e eles só ocuparão ambos monitores quando em tela cheia, ou se arrastados manualmente com o mouse.

30
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Unidades locais e mapeamentos de rede

Mapeamentos de Rede
Mapeie uma unidade de rede para acessá-la no Explorador de Arquivos do Windows sem precisar procurá-
la ou digitar seu endereço de rede toda vez6.

1. Abra o Explorador de Arquivos na barra de tarefas ou no menu Iniciar, ou pressione a tecla de logotipo do
Windows + E.
2. Selecione Este computador no painel esquerdo. Em seguida, na guia Computador, selecione Mapear
unidade de rede.

3. Na lista Unidade, selecione uma letra da unidade. (Qualquer letra disponível serve).
4. Na caixa Pasta, digite o caminho da pasta ou do computador ou selecione Procurar para localizar a pasta
ou o computador. Para se conectar sempre que você entrar no computador, selecione Conecte-se em entrar.
5. Selecione Concluir.
Observação: Se você não conseguir se conectar a uma unidade de rede ou pasta, o computador ao qual
você está tentando se conectar pode estar desligado ou talvez você não tenha as permissões corretas. Tente
contatar o administrador de rede.

Rede e compartilhamento

Rede e Internet
A opção Rede e Internet é possível verificar o status da rede e alterar suas configurações, definir preferências
para compartilhar arquivos e computadores e configurar a conexão com a Internet.

Rede e Internet.

6 [Link]
131475f9557d#ID0EBD=Windows_10

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1. A Central de Rede e Compartilhamento exibe as informações básicas de rede e configurações de
conexões. É possível conectar ou desconectar de uma rede ou configurar nova conexão ou rede (sem fio, de
banda larga, etc.).
2. Em Propriedades da Internet, é possível definir as configurações de conexão e exibição da Internet.
Podem ser definidas as páginas padrão a serem abertas, alterar o modo de exibição das guias dos navegadores
e configurar ou excluir o histórico de navegação, entre outras configurações.
3. Infravermelho permite configurar a transferência de arquivos por infravermelho.

Compartilhamento
Para compartilhar um arquivo ou pasta no Explorador de Arquivos, siga um destes procedimentos7:
Clique com o botão direito do mouse ou pressione um arquivo e selecione Dar acesso a > Pessoas
específicas.

Selecione um arquivo, selecione a guia Compartilhar na parte superior do Explorador de Arquivos e, na


seção Compartilhar com, selecione Pessoas específicas.

Selecione um usuário na rede com o qual compartilhar o arquivo ou selecione Todos para dar a todos os
usuários da rede acesso ao arquivo.
Se selecionar vários arquivos de uma vez, você poderá compartilhar todos eles da mesma forma. Isso
também é válido para pastas; compartilhe uma pasta e todos os arquivos nela serão compartilhados.
Linux Ubuntu
7 [Link]
f53a-4b82-7bc1-80f9994725bf#ID0EBD=Windows_10

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O Linux é um sistema operacional livre baseado no antigo UNIX, desenvolvido nos anos 60.
Ele é uma cópia do Unix feito por Linus Torvalds, junto com um grupo de hackers pela Internet. Seguiu o
padrão POSIX (família de normas definidas para a manutenção de compatibilidade entre sistemas operacionais),
padrão usado pelas estações UNIX e desenvolvido na linguagem de programação, C8.
Linus Torvalds, em 1991, criou um clone do sistema Minix (sistema operacional desenvolvido por Andrew
Tannenbaun que era semelhante ao UNIX) e o chamou de Linux9.
LINUS + UNIX = LINUX.

Instalação do Linux
▪ Baixe a ISO no site oficial (ex: [Link]).
▪ Crie um pendrive bootável com ferramentas como Rufus ou BalenaEtcher.
▪ Reinicie o computador e acesse a BIOS/UEFI para definir o pendrive como primeiro boot.
▪ No menu de instalação, escolha “Instalar Ubuntu”.
▪ Siga os passos: idioma, partição (pode apagar tudo ou dual boot), usuário e senha.
▪ Aguarde o fim da instalação e reinicie.

Composição do Linux
Por ser um Sistema Operacional, o Linux tem a função de gerenciar todo o funcionamento de um computador,
tanto a parte de hardware (parte física) como a parte de software (parte Lógica).
O Sistema Operacional Linux é composto pelos seguintes componentes.
▪ Kernel (núcleo): é um software responsável por controlar as interações entre o hardware e outros
programas da máquina. O kernel traduz as informações que recebe ao processador e aos demais elementos
eletrônicos do computador. É, portanto, uma série de arquivos escritos em linguagem C e Assembly, que
formam o núcleo responsável por todas as atividades executadas pelo sistema operacional. No caso do
Linux, o código-fonte (receita do programa) é aberto, disponível para qualquer pessoa ter acesso, assim
podendo modificá-lo.
▪ Shell (concha): o intérprete de comandos é a interface entre o usuário e o sistema operacional. A interface
Shell funciona como o intermediário entre o sistema operacional e o usuário graças às linhas de comando
escritas por ele. A sua função é ler a linha de comando, interpretar seu significado, executar o comando e
devolver o resultado pelas saídas.
▪ Prompt de comando: é a forma mais arcaica de o usuário interagir com o Kernel por meio do Shell.

Prompt de comando.10
8 MELO, F. M. Sistema Operacional Linux. Livro Eletrônico.
9 [Link]
10 [Link]
[Link]

33
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▪ Interface gráfica (GUI): conhecida também como gerenciador de desktop/área de trabalho, é a forma
mais recente de o usuário interagir com o sistema operacional. A interação é feita por meio de janelas,
ícones, botões, menus e utilizando o famoso mouse. O Linux possui inúmeras interfaces gráficas, sendo as
mais usadas: Unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate etc.

Ubuntu com a interface Unity.11

Principais Características do Linux


▪ Software livre: é considerado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, modificado e
redistribuído de acordo com as necessidades de cada usuário. Em outras palavras, o software é considerado
livre quando atende a esses quatro tipos de liberdades definidas pela fundação.
▪ Multiusuário: permite que vários usuários acessem o sistema ao mesmo tempo. Geralmente o conceito
se aplica a uma rede, na qual podemos ter um servidor e várias pessoas acessando simultaneamente.
▪ Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao código-fonte (receita) do programa.
▪ Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo tempo, ou seja, você pode estar digitando
um texto no Libre Office Writer e ao mesmo tempo trabalhar na planilha de vendas do Calc, por exemplo.
Sem contar os inúmeros serviços disponibilizados pelo Sistema que estão rodando em background (segundo
plano) e você nem percebe.
▪ Multiplataforma: o Linux roda em diversos tipos de plataformas de computadores, sejam eles x86 (32bits)
ou x64 (64bits). As distribuições mais recentes do Ubuntu estão abolindo as arquiteturas de 32 bits.
▪ Multiprocessador: permite o uso de mais de um processador no mesmo computador.
▪ Protocolos: pode trabalhar com diversos protocolos de rede (TCP/IP).
▪ Case Sensitive: diferenciar letras maiúsculas (caixa alta) de letras minúsculas (caixa baixa). Exemplo:
ARQUIVO1ºdt é diferente de arquivo1ºdt.
O caractere ponto “.”, antes de um nome, renomeia o arquivo para arquivo oculto.
O caractere não aceito em nomes de arquivos e diretórios no Linux é a barra normal “/”.
▪ Preemptivo: é a capacidade de tirar de execução um processo em detrimento de outro. O Linux interrompe
um processo que está executando para dar prioridade a outro.

11 Fonte: [Link]

34
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▪ Licença de uso (GPL): GPL (licença pública geral) permite que os programas sejam distribuídos e
reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do autor por forma a não permitir que essa informação seja
usada de uma maneira que limite as liberdades originais. A licença não permite, por exemplo, que o código
seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam impostas sobre ele restrições que impeçam que seja
distribuído da mesma maneira que foi adquirido.
▪ Memória Virtual (paginada/paginação): a memória virtual é uma área criada pelo Linux no disco rígido
(HD) do computador de troca de dados que serve como uma extensão da memória principal (RAM).
▪ Bibliotecas compartilhadas: são arquivos que possuem módulos que podem ser reutilizáveis por outras
aplicações. Em vez de o software necessitar de ter um módulo próprio, poderá recorrer a um já desenvolvido
e mantido pelo sistema ([Link]).
▪ Administrador (Super usuário/Root): é o usuário que tem todos os privilégios do sistema. Esse usuário
pode alterar tudo que há no sistema, excluir e criar partições na raiz (/) manipular arquivos e configurações
especiais do sistema, coisa que o usuário comum não pode fazer. Representado pelo símbolo: #.
▪ Usuário comum (padrão): é o usuário que possui restrições a qualquer alteração no sistema. Esse usuário
não consegue causar danos ao sistema devido a todas essas restrições. Representado pelo símbolo: $.

Distribuições do Linux
O termo “distro” é uma abreviação de distribuição e se refere às diferentes versões do sistema operacional
Linux, desenvolvidas por diferentes grupos e empresas. Como o Linux é um software livre e de código aberto,
diversas comunidades criaram suas próprias variações do sistema, adaptando-o para diferentes usos, como
servidores, desktops e dispositivos móveis.
Cada distribuição Linux inclui o kernel Linux, ferramentas essenciais do sistema, um gerenciador de pacotes
e, muitas vezes, uma interface gráfica específica. Algumas distros são voltadas para usuários iniciantes,
enquanto outras são mais técnicas e voltadas para especialistas em sistemas. Principais distribuições Linux e
suas características:
▪ Ubuntu: Fácil de usar, ideal para iniciantes e utilizado em desktops e servidores.
▪ Debian: Estável e confiável, muito utilizado em servidores.
▪ Fedora: Voltado para inovações, utilizado por desenvolvedores.
▪ Arch Linux: Para usuários avançados, altamente personalizável.
▪ Kali Linux: Focado em segurança e testes de invasão.
▪ CentOS (agora substituído pelo Rocky Linux e AlmaLinux): Muito usado em servidores empresariais.
▪ Slackware: Uma das distribuições mais antigas, voltada para usuários experientes.
▪ Linux Mint: Baseado no Ubuntu, com uma interface amigável para quem vem do Windows.
▪ OpenSUSE: Oferece estabilidade e ferramentas avançadas para administração de sistemas.

Os Comandos Básicos do Linux


O Linux entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, mas também, é possível inserir comandos no
sistema por meio de uma aplicação de terminal. Esse recurso é localizável em qualquer distribuição. Se o
computador não estiver com o modo gráfico ativado, será possível digitar comandos diretamente, bastando se
logar. Quando o comando é inserido, cabe ao interpretador de comandos executá-lo. O Linux conta com mais
de um, sendo os mais conhecidos o bash e o sh.
Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter do teclado. É importante frisar que, dependendo
de sua distribuição Linux, um ou outro comando pode estar indisponível. Além disso, alguns comandos só
podem ser executados por usuários com privilégios de administrador.
O Linux é case sensitive, ou seja, seus comandos têm que ser digitados em letras minúsculas, salvo algumas
letras de comandos opcionais, que podem ter tanto em maiúscula como em minúscula, mas terá diferença de
resposta de uma para a outra.

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A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição.
bg: colocar a tarefa em background (segundo plano).
cal: exibe um calendário.
cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. Por exemplo, para ver o arquivo concurso. txt, basta digitar
cat [Link]. É utilizado também para concatenar arquivos exibindo o resultado na tela. Basta digitar: $ cat
arquivo1 > arquivo2.
cd diretório: abre um diretório. Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. Para ir ao
diretório raiz a partir de qualquer outro, digite apenas cd.
Cd–: volta para o último diretório acessado (funciona como a função “desfazer”).
Cd~: funciona como o “home”, ou seja, vai para o diretório do usuário.
Cd..: “volta uma pasta”.
chattr: modifica atributos de arquivos e diretórios.
chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
chown: executado pelo root permite alterar o proprietário ou grupo do arquivo ou diretório, alterando o dono
do arquivo ou grupo.
# chown usuário arquivo
# chown usuário diretório
Para saber quem é o dono e qual o grupo que é o proprietário da pasta, basta dar o comando:
# ls -l /
Dessa forma, pode-se ver os proprietários das pastas e dos arquivos.
clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, como se o sistema acabasse
de ter sido acessado.
cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local. Por exemplo, para copiar o arquivo
[Link] com o nome [Link] para /home, basta digitar cp concurso. txt /home/ concurso [Link].
cut: o comando cut é um delimitador de arquivos, o qual pode ser utilizado para delimitar um arquivo em
colunas, número de caracteres ou por posição de campo.
Sintaxe: # cut <opções> <arquivo>
date: mostra a data e a hora atual.
df: mostra as partições usadas, espaço livre em disco.
diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos, por exemplo: diff calc.c calc2.c.
dir: lista os arquivos e diretórios da pasta atual; comando “ls” é o mais usado e conhecido para Linux. dir
é comando típico do Windows.
du diretório: mostra o tamanho de um diretório.
emacs: abre o editor de textos emacs.
fg: colocar a tarefa em foreground (primeiro plano).
file arquivo: mostra informações de um arquivo.
find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar informações. Para isso, deve-se
digitar o comando seguido do diretório da pesquisa mais um parâmetro (ver lista abaixo) e o termo da busca.
Parâmetros:
name – busca por nome
type – busca por tipo
size – busca pelo tamanho do arquivo

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mtime – busca por data de modificação
Exemplo: find /home name tristania
finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado.
free: mostra a quantidade de memória RAM disponível.
grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
gzip: compactar um arquivo.
Entre os parâmetros disponíveis, tem-se:
▪ c – extrai um arquivo para a saída padrão;
▪ d – descompacta um arquivo comprimido;
▪ l – lista o conteúdo de um arquivo compactado;
▪ v – exibe detalhes sobre o procedimento;
▪ r – compacta pastas;
▪ t – testa a integridade de um arquivo compactado.
halt: desliga o computador.
help: ajuda.
history: mostra os últimos comandos inseridos.
id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado no sistema.
ifconfig: é utilizado para atribuir um endereço a uma interface de rede ou configurar parâmetros de interface
de rede.
▪ a – aplicado aos comandos para todas as interfaces do sistema.
▪ ad – aplicado aos comandos para todos “down” as interfaces do sistema.
▪ au – aplicado aos comandos para todos “up” as interfaces do sistema.

Permissões no Linux
As permissões são usadas para vários fins, mas servem principalmente para proteger o sistema e os
arquivos dos usuários.
Somente o superusuário (root) tem ações irrestritas no sistema, justamente por ser o usuário responsável
pela configuração, administração e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada
usuário pode executar, criar, modificar etc. A forma usada para determinar o que o usuário pode fazer é a
determinação de permissões.
Observe:

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Observe que a figura acima exibe uma listagem dos arquivos presentes no Linux. No lado esquerdo, são
exibidas as permissões dos arquivos.

▪ Detalhando as Permissões
Tipos de arquivos (observe a primeira letra à esquerda):
“d” Arquivo do tipo diretório (pasta)
“-” Arquivo comum (arquivo de texto, planilha, imagens…)
“l” Link (atalho)
Tipos de permissões (o que os usuários poderão fazer com os arquivos):
r: read (ler)
w: writer (gravar)
x: execute (executar)
“-”: não permitido
Tipos de usuários (serão três categorias de usuários):
Proprietário (u)
Grupos de usuários (g)
Usuário comum (o)
Tabela de permissões (a tabela é composta de oito combinações):
0: sem permissão
1: executar
2: gravar
3: gravar/executar
4: ler
5: ler/executar
6: ler/gravar
7: ler/gravar/executar

Comando para alterar uma permissão:


chmod

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Estrutura de Diretórios e Arquivos
O Linux, assim como o Windows, possui seu sistema de gerenciamento de arquivos, que pode variar de
acordo com a distribuição. Os mais conhecidos são: Konqueror, Gnome, Dolphin, Krusader, Pcman, XFE.

Gerenciador de arquivos Dolphin.12


Enquanto no Windows a partição raiz geralmente é “C:\”, os programas são instalados em “C:\Arquivos de
Programas” e os arquivos do sistema em C:\WINDOWS, no GNU/Linux, é basicamente o contrário: o diretório
raiz é representado pela barra “/”, que pode ficar armazenado no disco físico ou em uma unidade de rede, e
todos os arquivos e pastas do sistema ficam dentro dele. Vejamos:
/ – diretório raiz, armazena todos os outros.
/bin – armazena os executáveis dos comandos básicos do sistema.
/boot – é onde ficam o kernel e os arquivos de boot (inicialização) do sistema.
/cdrom – o diretório /cdrom não faz parte do padrão FHS, mas você pode encontrá-lo no Ubuntu e em outras
versões do sistema operacional. É um local temporário para CD-ROMs inseridos no sistema. No entanto, o local
padrão para a mídia temporária está dentro do diretório /media.
/dev – dispositivos de entrada/saída (disquete, disco rígido, paca de som etc.). Todos os arquivos contidos
nesse diretório (/dev/hda, /dev/dsp, /dev/fd0 etc) são ponteiros para dispositivos de hardware.
/etc – armazena os arquivos de configuração do sistema, como se fossem o arquivo de registro do Windows.
/home – aqui ficam as pastas e os arquivos dos usuários. O root tem acesso a todas elas, mas cada usuário
só tem acesso às suas próprias pastas.
/lib – bibliotecas do sistema, como se fosse o diretório System32 do Windows.
/lib64 – bibliotecas do sistema, arquitetura 64 bits.
/media – o diretório /media contém subdiretórios em que os dispositivos de mídia removível inseridos no
computador são montados. Por exemplo, quando você insere um CD, DVD, pen drive em seu sistema Linux,
um diretório será criado automaticamente dentro do diretório /media. Você pode acessar o conteúdo do CD
dentro desse diretório.
/mnt – ponto de montagem para dispositivos de hardware que estão em /dev. O leitor de CD encontrado em
/dev/fd0, por exemplo, será montado em /mnt/cdrom. Ao contrário do Windows, no qual os discos e partições
aparecem como C:, D:, E:, no GNU/Linux, eles aparecem como hda1, hda2, hdb, sdb, CD-ROM etc.
/opt – possui os softwares que não fazem parte da instalação padrão do GNU/Linux.
/proc – é criado na memória (portanto, não ocupa espaço em disco) pelo kernel e fornece informações
sobre ele e os processos ativos.
12 [Link]

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/root – diretório local do superusuário (root).
/run – o diretório /run é relativamente novo e oferece aos aplicativos um local padrão para armazenar arquivos
temporários, como soquetes e identificações de processos. Esses arquivos não podem ser armazenados em /
tmp, pois os arquivos localizados em /tmp podem ser apagados.
/sbin – contém arquivos referentes à administração e manutenção de hardware e software.
/snap – arquivos de implantação e um sistema de gerenciamento de pacotes que foi projetado e construído
pela Canonical para o sistema operacional Ubuntu phone. Com o suporte a Snap instalado em sua distribuição,
já é possível instalar aplicativos diversos para o Linux.
/srv – o diretório /srv contém “dados para serviços prestados pelo sistema”. Se você usa o servidor Apache
em um site, provavelmente armazena os arquivos do seu site em um diretório dentro do /srv.
/sys – a pasta sys tem basicamente a mesma finalidade atribuída ao diretório proc.
/tmp – arquivos temporários.
/usr – é o diretório com o maior número de arquivos, incluindo bibliotecas (/usr/lib) e executáveis (/usr/bin)
dos principais programas.
/usr/X11 – arquivos do sistema do gerenciador de janelas.
/usr/man – manuais on-line.
/var – arquivos variáveis, que mudam com frequência.

Teclas de Atalhos
Ctrl + Q: fechar o aplicativo ativo.
Ctrl + A: selecionar tudo.
Ctrl + S: salvar o documento ou alterações feitas.
Ctrl + P: imprimir o documento.
Ctrl + C: copiar o conteúdo selecionado.
Ctrl + V: colar o conteúdo da área de transferência.
Ctrl + X: cortar o conteúdo selecionado.

Atalhos de Teclado com o Gnome


Ctrl + Alt + Barra de espaço: reiniciar o Gnome.
Alt + F2: abrir a caixa “Executar comando”.
Alt + F4: fechar a janela atual.
Alt + Tab: alternar entre janelas.
Ctrl + Alt + F1: mudar para o primeiro terminal ou tty1 (sem modo gráfico).
Alt + Print: tirar uma captura de tela da tela ativa.

Atalhos de Terminal
Seta para cima ou para baixo: pesquisar entre o histórico de comandos usados.
Ctrl + C: matar o processo atual ou em execução.
Ctrl + U: excluir a linha atual.

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Conceitos e modos de utilização de aplicativos de edição de texto, planilhas eletrônicas
e apresentações (como Microsoft Office e similares); formatação de documentos,
planilhas e slides; uso de funções simples em planilhas; organização de dados e
gráficos

Microsoft Office 2019


O Microsoft Office 2019 é uma das versões mais completas e estáveis do conjunto de aplicativos de
produtividade da Microsoft. Lançado como uma versão independente e sem necessidade de assinatura
(diferente do Microsoft 365), ele oferece ferramentas poderosas para empresas, estudantes e profissionais que
precisam de soluções eficientes para edição de documentos, criação de apresentações e análise de dados.
Com um conjunto de programas que incluem Word, Excel, PowerPoint, Outlook e outros aplicativos
essenciais, o Office 2019 traz melhorias significativas em relação às versões anteriores, como novos recursos
de edição, gráficos aprimorados, suporte a caneta digital e integração com serviços na nuvem.
Dentre os aplicativos mais utilizados do pacote, destacam-se:
▪ Microsoft Word 2019: Processador de texto com novos recursos de edição e colaboração.
▪ Microsoft Excel 2019: Planilhas eletrônicas com novas funções e ferramentas de análise de dados.
▪ Microsoft PowerPoint 2019: Apresentações mais dinâmicas com transições avançadas e suporte a
modelos 3D.
A seguir, abordaremos em detalhes esses aplicativos e suas principais novidades:
WordO Microsoft Word 2019 é uma versão avançada do popular editor de texto parte do Microsoft Office.
Este programa é amplamente utilizado tanto em ambientes corporativos quanto pessoais para a criação e
edição de documentos [Link] do UsuárioA interface do Word 2019 é intuitiva e amigável, projetada
para facilitar a navegação e o acesso às suas numerosas ferramentas. A faixa de opções no topo contém abas
como ‘Home’, ‘Insert’, ‘Design’, ‘Layout’, ‘References’, ‘Mailings’, ‘Review’ e ‘View’. Cada aba possui grupos
que organizam os comandos relacionados, facilitando o acesso à funções especí[Link]ção e Formatação
de Documentos Textos: O Word permite digitar e formatar textos facilmente, com opções para ajustar fontes,
tamanho, cor, estilo e alinhamento. Parágrafos: Ferramentas de formatação de parágrafo incluem alinhamento,
espaçamento de linha, bordas e sombreamento. Listas: Você pode criar listas numeradas ou com marcadores,
e até personalizar o estilo dos marcadores.

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O Microsoft Word é um software de processamento de texto desenvolvido para ajudar você a criar documentos
com qualidade profissional. O Word facilita a organização e a escrita de documentos de maneira eficiente.
Ao iniciar um documento no Word, você pode optar por começar com um documento em branco ou utilizar
um modelo que automatiza parte do processo de criação. Independentemente da escolha, os passos básicos
para criar e compartilhar documentos são similares. As ferramentas de edição e revisão avançadas do Word
permitem colaborar com outros usuários para refinar o documento.

Escolher um Modelo
Frequentemente, iniciar um novo documento a partir de um modelo é mais prático do que começar com uma
página em branco. Os modelos no Word vêm pré-configurados com temas e estilos, necessitando apenas que
você adicione seu próprio conteúdo.
Quando você abre o Word, pode escolher um modelo diretamente da galeria, selecionar uma categoria para
explorar modelos específicos ou buscar mais modelos online. Se preferir começar do zero, basta selecionar
“Documento em Branco”.

Para criar um novo documento no Microsoft Word usando um modelo, siga estes passos simples:
▪ Iniciar o Word: Ao abrir o Word pela primeira vez, você será automaticamente apresentado a uma lista de
modelos disponíveis.
▪ Acessar Modelos: Se o Word já estiver aberto, clique em Arquivo > Novo para ver a lista de modelos.
▪ Usar um Modelo: Você pode começar um novo documento selecionando um modelo da lista. Isso permite
que você utilize uma estrutura pré-definida, evitando a necessidade de criar repetidamente o mesmo
conteúdo.
▪ Documento em Branco: Se preferir começar do zero, clique em Documento em Branco ou pressione ESC.
▪ Pesquisar Modelos Online: Para mais opções, use a função Pesquisar modelos online. Abaixo da caixa de
pesquisa, clique em palavras-chave populares para acessar rapidamente modelos relevantes.

Abrir um Documento no Word


Quando você inicia o Word, é apresentada uma lista dos documentos recentes no lado esquerdo. Caso
o documento desejado não esteja visível, você pode acessá-lo clicando em “Computador”, “OneDrive” ou
“SharePoint”.

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Para abrir outros documentos enquanto já estiver usando o Word, vá em “Arquivo” > “Abrir” e navegue até o
local do arquivo. Documentos de versões anteriores do Word abrem em “Modo de Compatibilidade”, permitindo
que você escolha entre trabalhar nesse modo ou atualizar o documento para acessar funcionalidades mais
recentes.

Salvar um Documento
Para salvar um novo documento:
Acesse a guia “Arquivo” > Clique em “Salvar Como” > Escolha o local de salvamento > Selecione “Salvar”.
Para salvar em seu computador, escolha uma pasta local ou clique em “Procurar”. Para salvar online,
selecione uma opção em “Locais” ou “Adicionar uma Localização”, facilitando o compartilhamento e colaboração
em tempo real. O Word usa por padrão o formato .docx, mas você pode escolher outro formato na lista de tipos
de arquivo. Para salvar automaticamente enquanto trabalha, use o botão “Salvar” na Barra de Ferramentas de
Acesso Rápido.

Para imprimir um documento no Word


Siga estes passos:
1. Acesso à Impressão: Clique na guia “Arquivo” e selecione “Imprimir”.
2. Definir Opções: No campo “Cópias”, insira o número de cópias desejadas.
Na seção “Impressora”, certifique-se de que a impressora correta está selecionada.
Em “Configurações”, as opções padrão de impressão são selecionadas automaticamente, mas podem ser
alteradas conforme necessário.
3. Configurações Específicas: Escolha se deseja imprimir todos os documentos, páginas específicas,
páginas pares ou ímpares, e configure a orientação da página (paisagem ou retrato).
Defina o tamanho do papel e ajuste as margens conforme necessário.
Selecione se deseja uma impressão frente e verso e como as páginas devem ser agrupadas (agrupado ou
desagrupado).
4. Finalização: Após ajustar todas as configurações, clique em “Imprimir” para iniciar a impressão.

A Barra de Ferramentas de Acesso Rápido no Word


Oferece um acesso rápido e conveniente às funções mais usadas. Localizada na parte superior da interface,
esta barra pode ser personalizada ao clicar na seta ao lado direito, permitindo adicionar atalhos de acordo com
suas preferências.
Por padrão, inclui opções básicas como:
▪ Salvar: Grava alterações no documento. Se for a primeira gravação, abrirá a tela “Salvar Como” para
nomear e escolher a localização do arquivo. Utiliza o atalho CTRL + B.
▪ Desfazer: Reverte a última ação realizada. Se algo foi removido acidentalmente, esta função pode
restaurá-lo usando CTRL + Z.

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
▪ Refazer: Restaura uma ação que foi desfeita. Após usar o “Desfazer”, esta opção pode reverter o
documento ao estado anterior, ativada com CTRL + R.

▪ A Barra de Rolagem Vertical no Word permite a navegação entre as páginas do documento usando as
setas ou arrastando a própria barra.
▪ Zoom é uma ferramenta que ajusta a visualização do documento, ampliando ou reduzindo o conteúdo
exibido na tela, sem alterar o tamanho da fonte para efeitos de impressão. Para aumentar o tamanho da
fonte, é necessário ajustar diretamente nas configurações de fonte.

▪ Modo de Exibição de Texto oferece várias opções de visualização do documento para adaptar à preferência
do usuário ou à necessidade da tarefa.

▪ Idioma configura o idioma padrão para o documento, influenciando o funcionamento do corretor ortográfico.

▪ Revisão destaca erros no texto e facilita a correção ortográfica ao navegar pelas sugestões.
▪ Contador de Palavras fornece uma contagem rápida das palavras em todo o documento ou em uma
seleção especificada.
▪ Número de Página do Documento mostra o total de páginas do documento e a página atual em que o
usuário está, com opções para “Ir para” uma página específica.
▪ Barra de Rolagem Horizontal se torna visível quando o documento é ampliado além da capacidade de
visualização da tela ou quando a janela é redimensionada, permitindo o deslocamento horizontal para
visualizar todo o conteúdo da página.

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Inserção de Elementos Gráficos
▪ Imagens e Formas: Inserir imagens, formas, caixas de texto e SmartArt para enriquecer visualmente os
documentos.
▪ Tabelas: Facilidade para inserir e formatar tabelas, incluindo a escolha de estilos predefinidos ou
personalizados.
▪ Links: Possibilidade de adicionar hiperlinks para documentos ou sites externos.

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Ferramentas de Revisão
▪ Verificação Ortográfica e Gramatical: Ferramentas integradas para verificar ortografia e gramática para
diferentes idiomas.

▪ Controle de Alterações: Permite acompanhar as modificações feitas no documento, útil para trabalho
colaborativo.

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▪ Comentários: Adicionar comentários ao texto para notas ou sugestões, facilitando a revisão por outros
usuários.

Colaboração
▪ Coautoria em Tempo Real: Permite que múltiplos usuários trabalhem no mesmo documento
simultaneamente, visível através da integração com o OneDrive ou SharePoint.

Observação: Se for a primeira vez que salva um documento online, selecione “Adicionar um Local” e
escolha entre serviços como OneDrive ou SharePoint para adicioná-lo.
No menu “Compartilhar”, você pode realizar as seguintes ações:
Para enviar um link do documento por email, insira o endereço de e-mail dos destinatários na seção “Convidar
Pessoas”. Configure as permissões, por exemplo, “Pode editar”, e se desejar, adicione uma mensagem.
Certifique-se de que a opção “Compartilhar automaticamente as alterações” esteja configurada para “Perguntar”
ou “Sempre”. Em seguida, clique em “Compartilhar”.

▪ Compartilhamento: Facilidade para compartilhar documentos diretamente do Word via email ou através
de links.
Para enviar o convite por conta própria, clique em “Obter um link de compartilhamento” localizado na parte
inferior do painel “Compartilhar” e cole o link em um e-mail ou mensagem instantânea.
Note que a opção “Obter um link de compartilhamento” pode não estar disponível se você estiver utilizando
o SharePoint Online e o administrador do site tiver desativado essa funcionalidade.

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Salvamento e Exportação
▪ Formatos de Arquivo: Salva documentos em uma variedade de formatos, incluindo o padrão DOCX, PDF
e outros formatos compatíveis.
▪ AutoRecuperação: Recurso de autosalvamento para prevenir a perda de dados em caso de falha do
software ou do sistema.

Personalização
▪ Personalização da Faixa de Opções: Possibilidade de personalizar a faixa de opções para acessar
rapidamente as ferramentas mais usadas.
▪ Macros: Automatizar tarefas repetitivas através da criação de macros.

Principais diferenças do Word 2016 para a versão 2019


A transição do Microsoft Word 2016 para o Word 2019 trouxe várias melhorias e adições de recursos.
Embora a interface de usuário e a experiência geral de uso permaneçam consistentes, para garantir facilidade
de uso e familiaridade, algumas atualizações notáveis foram implementadas para aumentar a eficiência, a
acessibilidade e as funcionalidades avançadas. Aqui estão algumas das principais diferenças entre o Word
2016 e o Word 2019:

1. Melhorias de Desempenho
Word 2019 oferece melhor desempenho geral em termos de velocidade e estabilidade, aproveitando melhor
os recursos de hardware modernos.

2. Recursos Avançados de Colaboração


Word 2016 já suportava coautoria em documentos compartilhados, mas o Word 2019 aprimora essas
capacidades, integrando mais profundamente com o OneDrive e o SharePoint, e oferecendo melhor controle
sobre os status de versões e histórico de revisões.

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O Word notifica quando outros usuários entram ou saem do documento. Se alguém que optou por não
ativar a Coautoria em Tempo Real estiver trabalhando no mesmo arquivo, sua presença será indicada, mas as
alterações só serão visíveis após ela salvar o documento.
As opções disponíveis para compartilhar alterações automaticamente são: Sempre, Perguntar e Nunca.
Veja o significado de cada uma:
▪ Sempre: Se selecionada, permite que outros vejam suas alterações continuamente.
▪ Perguntar: Se nunca utilizou a Coautoria em Tempo Real, será questionado se deseja compartilhar
alterações automaticamente enquanto edita. Se optar por “Sim”, o compartilhamento automático será
ativado para sessões futuras. Se não quiser ser perguntado novamente, desmarque a opção “Não perguntar
novamente”.
▪ Nunca: Esta escolha desativa a Coautoria em Tempo Real para este e outros documentos, impedindo que
outros vejam suas alterações até que o documento seja salvo novamente online. Você também não verá
as alterações de outros enquanto estiver editando, mas poderá saber quem mais está com o documento
aberto.
Essas configurações são aplicáveis ao Word como um todo, além do documento específico em que você
está trabalhando. Para alterar essas configurações, vá até Arquivo > Opções > Geral e ajuste as “Opções de
colaboração em tempo real” conforme sua preferência.

3. Ferramentas de Aprendizagem e Acessibilidade


Word 2019 adiciona novas ferramentas de aprendizagem, como o Leitor Imersivo, que melhora a compreensão
de texto e design para usuários com dificuldades de aprendizagem. Também há novos recursos de voz, como
Texto para Fala e melhor suporte para tecnologias assistivas.

4. Melhorias de Interface e Ferramentas de Desenho


Word 2019 inclui uma faixa de opções personalizável, uma experiência de usuário mais limpa e funcionalidades
aprimoradas para dispositivos sensíveis ao toque e canetas digitais. As funcionalidades do Ink Editor permitem
que os usuários façam anotações manuscritas e desenhem diretamente nos documentos.

5. Recursos de Visualização e Gráficos


Word 2019 introduz novos tipos de gráficos, como gráficos de funil, gráficos 2D, mapas e cronogramas,
proporcionando mais maneiras de representar dados visualmente em um documento.

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6. Segurança e Privacidade
Word 2019 vem com melhorias significativas em segurança e privacidade, incluindo suporte aprimorado
para padrões de segurança de dados e conformidade.

7. Funções de Pesquisa
O recurso “Pesquisar” no Word 2019 é mais inteligente, oferecendo opções de pesquisa e comandos mais
contextuais, ajudando os usuários a encontrar funcionalidades específicas mais rapidamente.

8. Suporte a Formatos de Arquivo


Word 2019 possui suporte expandido para formatos de arquivo mais recentes, garantindo compatibilidade
com as versões mais recentes de outros softwares.

9. Tradutor Integrado
Uma nova ferramenta de tradução está disponível diretamente na faixa de opções do Word 2019, permitindo
traduções rápidas de textos sem necessidade de plugins ou ferramentas externas.

Atalhos do MS Word
▪ Com a tecla CTRL
CTRL+A: abrir um documento.
CTRL+B: salvar um documento.
CTRL+C: copiar um elemento.
CTRL+D: abrir a caixa Fonte.
CTRL+E: centralizar o texto.
CTRL+G: alinhar à direita.
CTRL+H: substituir texto e formatação especial.
CTRL+I: aplicar itálico ao texto selecionado.
CTRL+K: inserir hyperlink.
CTRL+L: abra a caixa de pesquisa.
CTRL+N: aplicar negrito ao texto selecionado.
CTRL+O: criar um novo documento.
CTRL+P: imprimir documento.
CTRL+Q: alinhar à esquerda.
CTRL+R: refazer ação.
CTRL+S: aplicar sublinhar ao texto selecionado.
CTRL+T: selecionar tudo.
CTRL+U: substituir texto, formatação e itens especiais.
CTRL+V: colar um elemento.
CTRL+W: fechar documento.
CTRL+X: recortar um elemento.
CTRL+Z: desfazer ação.
CTRL+[: diminuir o tamanho da fonte em 1 ponto.
CTRL+]: aumentar o tamanho da fonte em 1 ponto.

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CTRL+F1: expandir ou ocultar a faixa.
Ctrl+Barra de espaços: remove a formatação manual dos caracteres.
CTRL+seta para a esquerda: mover o cursor uma palavra à esquerda.
CTRL+seta para a direita: mover o cursor uma palavra à direita.
CTRL+seta para cima: mover o cursor um parágrafo para cima.
CTRL+seta para baixo: mover o cursor um parágrafo para baixo.
CTRL+PgDown: mover para o topo da próxima página.
CTRL+PgUP: mover o cursor para o topo da página anterior.
Ctrl+Shift+W: sublinhar as palavras, mas não os espaços.
Ctrl+Shift+A: formatar todas as letras como maiúsculas.
Ctrl+Shift+D: aplicar sublinhado duplo ao texto.
Ctrl+Shift+H: aplicar formatação de texto oculto.
Ctrl+Shift+K: formatar as letras com versalete.
Ctrl+=: formatar com subscrito (espaçamento automático).
Ctrl+Shift+Sinal de mais: aplicar sobrescrito (espaçamento automático).
Ctrl+Shift+Q: alterar a seleção para a fonte Symbol.
Ctrl+Shift+F e Ctrl + D: abrir a caixa de diálogo Fonte para alterar a fonte.
Ctrl+Shift+>: aumentar o tamanho da fonte.
Ctrl+Shift+: ir para a próxima nota de rodapé.

Modos de exibição
ALT+K, T: alternar para o modo leitura.
ALT+CTRL+P: alternar para o modo de exibição layout de impressão.
ALT+CTRL+O: alternar para o modo de exibição de estrutura de tópicos.
ALT+CTRL+N: alternar para o modo de rascunho.

Trabalhar com títulos no modo de exibição de estrutura de tópicos


Alt+Shift+Seta para a esquerda: Promover um parágrafo.
Alt+Shift+Seta para a direita: rebaixar um parágrafo.
Ctrl+Shift+Y: rebaixar para corpo do texto.
Alt+Shift+Seta para cima: mover os parágrafos selecionados para cima.
Alt+Shift+Seta para baixo: mover para baixo os parágrafos selecionados.
Alt+Shift+Sinal de mais: expandir o texto embaixo de um título.
Alt+Shift+Sinal de menos: recolher o texto embaixo de um título.
Alt+Shift+A: expandir ou recolher todos os textos ou títulos.
Tecla de barra (/) no teclado numérico: ocultar ou exibir a formatação dos caracteres.
Alt+Shift+L: mostrar a primeira linha do texto ou todo o texto.
Alt+Shift+1: mostrar todos os títulos com o estilo Título 1.
Alt+Shift+n: mostrar todos os títulos até o Título n.
Ctrl+Tab: inserir um caractere de tabulação.

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Editar elementos gráficos
F8: ativar o modo de extensão.
F8+setas: selecionar o caractere mais próximo.
Shift+F8: reduzir o tamanho de uma seleção.
Esc: desativar o modo de extensão.
Shift+seta para a direita: ampliar uma seleção com um caractere à direita.
Shift+seta para a esquerda: ampliar uma seleção com um caractere à esquerda.
CTRL+Shift+seta para a direita: ampliar uma seleção até o final de uma palavra.
CTRL+Shift+seta para a esquerda: ampliar uma seleção até o início de uma palavra.
Shift+End: ampliar uma seleção até o final de uma linha.
Shift+Home: ampliar uma seleção até o início de uma linha.
Shift+seta para baixo: ampliar uma seleção até uma linha abaixo.
Shift+seta para cima: ampliar seleção uma linha para cima.
CTRL+Shift+seta para baixo: ampliar seleção até o fim do parágrafo abaixo.
CTRL+Shift+seta para cima: ampliar seleção até o começo do parágrafo acima.
Shift+Page Down: ampliar uma seleção uma tela para baixo.
Shift+Page Up: ampliar uma seleção uma tela para cima.
Ctrl+Shift+Home: ampliar uma seleção até o início de um documento.
Ctrl+Shift+End: ampliar uma seleção até o final de um documento.
Alt+Ctrl+Shift+Page Down: ampliar uma seleção até o final de uma janela.
Ctrl+Shift+F8 e, em seguida, utilize as teclas de setas; pressione Esc para cancelar o modo de seleção:
selecionar um bloco vertical de texto.
F8+Teclas de setas; pressione Esc para cancelar o modo de seleção: ampliar uma seleção até um local
específico em um documento.

Editando tabelas
Tab: selecionar o conteúdo da próxima célula.
Shift+Tab: selecionar o conteúdo da célula anterior.
Shift+Alt+Page Down: para selecionar a coluna da parte superior para a inferior.
Shift+Alt+Page Up: para selecionar a coluna da parte inferior para a superior.
Alt+Shift+End: para selecionar a linha da esquerda para a direita.
Shift+Alt+Home: para selecionar a linha da direita para a esquerda.
Ctrl+Shift+F8 e, em seguida, utilize as teclas de setas; pressione Esc para cancelar o modo de seleção:
estender uma seleção (ou um bloco).
Alt+5 no teclado numérico (com Num Lock desativado): selecionar uma tabela inteira.

Teclas de função
F1: acessar a Ajuda.
F2: mover texto ou elementos gráficos.
F4: repetir a última ação.
F5: comando Ir Para.

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F6: ir para o próximo painel ou quadro.
F7: escolher o comando Ortografia.
F8: estender uma seleção.
F9: atualizar campos selecionados.
F10: mostrar dicas de teclas.
F11: ir para o próximo campo.
F12: comando Salvar Como.
Shift+F1: iniciar a ajuda contextual ou revelar a formatação.
Shift+F2: copiar texto.
Shift+F3: alternar as letras entre maiúsculas e minúsculas.
Shift+F4: repetir a ação Localizar ou Ir para.
Shift+F5: ir para a última alteração.
Shift+F6: ir para o painel ou estrutura anterior (após pressionar F6).
Shift+F7: escolher o comando Dicionário de Sinônimos (guia Revisão, grupo Revisão de Texto).
Shift+F8: reduzir o tamanho de uma seleção.
Shift+F9: alternar entre o código de campo e seu resultado.
Shift+F10: exibir um menu de atalho.
Shift+F11: ir para o campo anterior.
Shift+F12: escolher o comando Salvar.
Ctrl+F1: expandir ou recolher a faixa de opções.
Ctrl+F2: escolher o comando Visualizar Impressão.
Ctrl+F3: recortar para o AutoTexto Especial.
Ctrl+F4: fechar a janela.
Ctrl+F6: ir para a próxima janela.
Ctrl+F9: inserir um campo vazio.
Ctrl+F10: maximizar a janela do documento.
Ctrl+F11: proteger um campo.
Ctrl+F12: escolher o comando Abrir.
Ctrl+Shift+F3: inserir o conteúdo do AutoTexto Especial.
Ctrl+Shift+F5: editar um indicador.
Ctrl+Shift+F6: ir para a janela anterior.
Ctrl+Shift+F7: atualizar informações vinculadas em um documento de origem do Word.
Ctrl+Shift+F8 e pressione uma tecla de setas: estender uma seleção ou um bloco.
Ctrl+Shift+F9: desvincular um campo.
Ctrl+Shift+F11: desproteger um campo.
Ctrl+Shift+F12: escolher o comando Imprimir.
ALT+F5: restaurar a janela.
ALT+F6: sair de uma caixa de diálogo aberta.
ALT+F7: localizar o próximo erro gramatical ou ortográfico.

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ALT+F8: executar uma macro.
ALT+F9: alternar entre todos os códigos de campo e seus resultados.
Alt+F10: exibir o painel de tarefas de Seleção.
ALT+F11: exibir código do Visual Basic.

▸ Excel
O Microsoft Excel 2019 é um dos softwares de planilha eletrônica mais robustos e utilizados no mundo,
integrante do pacote Microsoft Office. Excel é amplamente reconhecido por sua capacidade de ajudar usuários
a organizar dados, realizar cálculos complexos, analisar informações e visualizar dados em gráficos e tabelas.

A tela do Excel é organizada em várias partes para facilitar o acesso a suas funcionalidades. Abaixo estão
os componentes principais:
▪ Barra de Ferramentas de Acesso Rápido: Localizada no canto superior esquerdo, inclui ícones para salvar
documentos, desfazer e refazer ações, e personalizar a barra para adicionar ou remover ícones.
▪ Barra de Título: Exibe o nome da pasta de trabalho aberta e o nome do programa. O nome padrão de uma
nova pasta de trabalho é “Pasta”, que pode ser alterado ao salvar o arquivo.
▪ Faixa de Opções: Contém guias, grupos e comandos que organizam as funcionalidades do Excel. As
guias incluem várias categorias como “Página Inicial”, que possui grupos para funções como área de
transferência, fontes, alinhamento, entre outros.
▪ Ajuda do Microsoft Excel (F1): Acesso ao suporte do Excel, que pode ser offline ou online.
▪ Opções de Exibição da Faixa de Opções: Permite configurar a visibilidade da Faixa de Opções, com
opções para ocultar automaticamente, mostrar apenas as guias, ou mostrar guias e comandos.
▪ Botões de Controle da Janela: Incluem Minimizar, Maximizar/Restaurar e Fechar, que controlam o tamanho
e a visibilidade da janela do Excel.
▪ Caixa de Nomes e Barra de Fórmulas: Localizadas abaixo da Faixa de Comandos. A Caixa de Nomes
mostra a célula ativa e a Barra de Fórmulas permite inserir e editar fórmulas. A Caixa de Nomes no Excel
não só exibe a referência da célula ativa mas também permite navegar rapidamente para qualquer célula
digitando sua referência e pressionando ENTER. Além disso, essa ferramenta é útil para nomear células ou
grupos de células, facilitando o trabalho em planilhas extensas ao permitir referenciar células sem precisar
lembrar suas posições exatas.

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Para renomear uma célula, siga estes passos:
Selecione a célula que deseja renomear > Digite o novo nome na Caixa de Nomes e pressione ENTER >
Este nome agora está associado à célula selecionada. O mesmo processo pode ser aplicado para nomear um
conjunto de células > Ao clicar no menu suspenso da Caixa de Nomes, você pode visualizar todos os nomes
definidos na planilha e acessar rapidamente as células correspondentes com um simples clique.

A Barra de Fórmulas é essencial para interagir com o conteúdo das células em uma planilha do Excel.
Quando uma célula é selecionada, seu conteúdo pode ser inserido ou editado diretamente na Barra de Fórmulas,
proporcionando uma visualização clara e facilitada do que está sendo digitado.
Esta barra é particularmente útil para exibir o conteúdo exato de uma célula, especialmente se o conteúdo
for uma fórmula. Enquanto a célula mostra o resultado da fórmula, a Barra de Fórmulas revela a fórmula em si,
permitindo ao usuário ver e editar o código que gera o resultado.
Além disso, a estrutura visual da planilha inclui o cabeçalho das colunas e linhas, culminando nas células
onde os dados são inseridos. Na interface do Excel, um clique no canto onde as linhas e colunas se encontram
(frequentemente indicado por uma seta na descrição) permite a seleção de toda a planilha de uma só vez.

Gerenciamento de Guias de Planilhas no Excel


Cada planilha dentro de um arquivo do Excel é representada por uma guia, localizada na parte inferior da
janela do programa. As guias permitem uma organização eficiente de diversas planilhas dentro de uma única
pasta de trabalho.

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▪ Inserir: Cria uma nova planilha ou insere objetos como gráficos e macros.

▪ Excluir: Remove a planilha selecionada.


▪ Renomear: Modifica o nome da planilha ativa.
▪ Mover ou Copiar: Altera a posição da planilha dentro da pasta de trabalho ou cria uma cópia da planilha.
▪ Exibir Código: Abre o editor do Visual Basic for Applications para edição de código.
▪ Proteger Planilha: Restringe as edições na planilha mediante senha.
▪ Cor da Guia: Modifica a cor da guia para facilitar a organização visual.
▪ Ocultar: Esconde a planilha, tornando-a não visível até que seja reexibida.
▪ Reexibir: Torna visível uma planilha anteriormente ocultada.
▪ Selecionar Todas: Seleciona todas as planilhas da pasta de trabalho para aplicar formatações ou ações
em massa.

Para acessar estas opções, clique com o botão direito do mouse sobre a guia da planilha desejada. Se
houver muitas planilhas e algumas estiverem fora de visualização, você encontrará setas com reticências (“...”)
no início ou no final da barra de guias, indicando a existência de mais guias. Clique nessas setas para visualizar
as guias ocultas.

Grupo Área de Transferência


Este grupo inclui comandos para manipular e transferir conteúdo dentro de um documento:
▪ Colar (Ctrl + V): Insere conteúdo previamente copiado ou recortado.
▪ Recortar (Ctrl + X): Remove e armazena temporariamente o conteúdo selecionado.
▪ Copiar (Ctrl + C): Duplica e armazena o conteúdo selecionado.
▪ Pincel de Formatação (Ctrl + Shift + C): Copia a formatação de um texto para aplicar em outro.

Grupo Edição
Este grupo oferece ferramentas para manipulação e análise de dados:
▪ Soma: Calcula rapidamente a soma dos valores nas células selecionadas.
▪ Classificar e Filtrar: Ajuda na organização e análise dos dados através de ordenação ou aplicação de
filtros.

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▪ Localizar e Selecionar: Encontra texto, formatações ou tipos específicos de dados.
▪ Preencher: Estende um padrão de dados a células adjacentes.
▪ Limpar: Remove conteúdos, formatações ou comentários de células específicas.

Tamanho da Planilha
O Excel possui um total de 1.048.576 linhas e 16.384 colunas. Para verificar isso, clique em uma célula em
branco e pressione Ctrl + seta para a direita para ir até a última coluna. Repita o processo com Ctrl + seta para
baixo para chegar à última linha.

Extensões de Arquivo
Você pode alterar a extensão de sua planilha conforme necessário. O Excel suporta várias extensões de
arquivo, incluindo: .xlsx, .xls, .xlsm, .csv, entre outras. Para modificar a extensão, clique em “Arquivo” > “Salvar
Como” >“Procurar”.

Interface do Usuário
A interface do Excel 2019 continua a ser orientada pela faixa de opções, que é dividida em abas como ‘Home’,
‘Insert’, ‘Page Layout’, ‘Formulas’, ‘Data’, ‘Review’, e ‘View’. Cada aba organiza as ferramentas relacionadas em
grupos, facilitando o acesso às funcionalidades necessárias.

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Criação e Manipulação de Planilhas
▪ Células: As informações são inseridas em células organizadas em linhas e colunas. Cada célula pode
conter dados, fórmulas ou comandos.
▪ Fórmulas e Funções: O Excel oferece uma vasta biblioteca de funções pré-definidas para cálculos
matemáticos, estatísticos, financeiros, entre outros.
▪ Formatação de Células: Inclui ajustes de fonte, cor de fundo, bordas, alinhamento e número (como moeda,
data, porcentagem).

Funções

▪ Somar
Para somar uma série de dados numéricos no Excel, você pode utilizar diferentes métodos de soma.
Uma abordagem é a soma simples, que consiste em adicionar células individualmente utilizando a fórmula
=B2+B3+B4. Comece clicando em uma célula, insira o sinal de “+” após cada célula selecionada e continue até
incluir todos os valores desejados.

Outro método é usar o ícone de soma ou as teclas de atalho Alt+= para concluir rapidamente a soma após
selecionar as células.
Alternativamente, você pode empregar a função =SOMA(B2:B4), que simplifica o processo ao somar
automaticamente todos os valores dentro do intervalo especificado. Ao digitar esta fórmula, o Excel exibe um
pequeno lembrete sobre a função. É possível clicar neste lembrete para obter ajuda adicional sobre a função,
incluindo informações sobre a sintaxe e exemplos de uso.

Quando estiver digitando os argumentos da função, um ponto e vírgula (“;”) é usado para separar referências
de célula individuais que não são contínuas. Para seleções contínuas de células, utilize dois pontos (“:”) para
indicar um intervalo de valores ou células. Por fim, clicar no termo “SOMA” no lembrete abrirá uma janela de
ajuda, oferecendo informações detalhadas sobre a utilização da função, útil para todas as funções do Excel,
não apenas para a soma.

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▪ Subtração
Para realizar uma subtração no Excel entre dois valores situados em células diferentes, simplesmente
selecione a primeira célula, digite o sinal de “-” (menos), e então clique na segunda célula para completar a
operação. Por exemplo, utilizando a fórmula =B2-B3, o Excel subtrai o valor na célula B3 do valor na célula B2.
Esse método direto e simples não requer o uso de uma função específica para subtração, facilitando o cálculo
entre dois números específicos.

▪ Multiplicação
Para efetuar uma multiplicação no Excel, o procedimento é similar ao usado na subtração. Inicie clicando na
célula que contém o primeiro número, em seguida, digite o sinal de multiplicação, que é o asterisco “*”, e clique
na célula com o segundo valor. Por exemplo, você pode usar a fórmula =B2*B3 para multiplicar os valores nas
células B2 e B3.

Alternativamente, você pode usar a função =MULT(B2;C2), que multiplica o valor na célula B2 pelo valor
na célula C2. Esta função facilita a realização de multiplicações entre células especificadas diretamente na
fórmula.

▪ Divisão
Para realizar uma divisão no Excel, siga um procedimento semelhante ao usado para subtração e
multiplicação. Primeiro, clique na célula que contém o divisor, em seguida, insira o sinal de divisão, que no Excel
é representado pela barra “/”, e clique na célula contendo o dividendo. Por exemplo, você pode usar a fórmula
=B3/B2 para dividir o valor na célula B3 pelo valor na célula B2.

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▪ Porcentagem
Para calcular uma porcentagem, considere o seguinte cenário: um cliente faz uma compra de R$1.500,00 e
você deseja oferecer um desconto de 5% sobre essa compra. A fórmula aplicável na célula C2 seria:

=B2 * 5/100
Neste caso:
B2 refere-se ao valor da compra.
O sinal * indica multiplicação.
5/100 representa o desconto de 5%, convertido em decimal.
Alternativamente, você pode usar uma forma mais direta para calcular o desconto:
=B2 * 5%
Aqui:
B2 é o endereço do valor da compra.
O sinal * continua representando a multiplicação.
5% é diretamente interpretado como 5 por cento pelo Excel.
Para calcular o valor final a pagar após o desconto, simplesmente subtraia o valor do desconto do valor
original da compra utilizando a fórmula:
=B2 - C2
Onde C2 conteria a fórmula do desconto calculado.

▪ Média
A função de média aritmética é usada no Excel para calcular o valor central de um conjunto de números,
representando a média desses valores. Para utilizá-la, você deve primeiro colocar o cursor na célula onde
deseja exibir o resultado.
Por exemplo, para calcular a média das vendas do vendedor Cláudio nos meses de janeiro a março,
posicione o cursor na célula E3 e digite a seguinte fórmula: =MÉDIA(B3:D3). Em seguida, pressione ENTER.

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▪ SE
A função SE no Excel é utilizada para fazer comparações lógicas entre valores, exibindo diferentes resultados
com base no critério estabelecido. Essa função trabalha com a lógica de verificar se uma condição é verdadeira
ou falsa e retorna um resultado correspondente a cada cenário.
Para aplicar a função SE, você deve definir um teste lógico, e então especificar o que deve ser retornado
caso o teste seja verdadeiro e o que deve ser retornado caso seja falso. Por exemplo, se quisermos analisar se
a soma dos valores em uma célula é considerada alta ou baixa, utilizamos a seguinte estrutura:
SE(teste lógico; valor_se_verdadeiro; valor_se_falso)
Na prática, imagine que queremos determinar se a soma das cotações em diferentes mercados, calculada
na célula B9, está “Cara” ou “Barata”. O critério é que se o valor for maior ou igual a 50, será considerado
“Caro”; caso contrário, “Barato”.
Na célula B10, você digitaria:
=SE(B9>=50; “Caro”; “Barato”)
Após inserir esta fórmula e pressionar ENTER, o Excel exibirá “Caro” se o valor em B9 for maior ou igual a
50, e “Barato” se for menor.
Além disso, você pode combinar a função SE com outras funções para realizar análises mais complexas.
Por exemplo:
=SE(MÉDIA(C3:C4)>=10; “CORRETO”; “ERRADO”) — Este exemplo utiliza a função MÉDIA para determinar
se a média dos valores nas células C3 a C4 é maior ou igual a 10, retornando “CORRETO” ou “ERRADO”
baseado no resultado.
=SE(BA>=10; A1; A2) — Aqui, se o valor na célula BA for maior ou igual a 10, o Excel retorna o valor da
célula A1; se não, retorna o valor da célula A2.

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▪ [Link]
A função [Link] no Excel é utilizada para contar o número de vezes que um determinado critério é
atendido dentro de um conjunto de células. Esta função é muito útil para quantificar registros específicos em
uma planilha, contando-os apenas quando correspondem ao critério estabelecido.
Para usar essa função, a sintaxe é a seguinte:
=[Link](intervalo_de_células; “critério_de_busca”)
Por exemplo, para contar quantas vezes o nome de um vendedor específico aparece no intervalo de células
de A3 a C8, você deve digitar na célula F4:
=[Link](A3:C8; F2)

Neste caso:
[Link] é a função utilizada para contar os registros.
A3:C8 é o intervalo de células onde os dados são verificados.
F2 é a célula que contém o critério de busca, ou seja, o nome do vendedor que estamos interessados em
contar.
Suponhamos que o nome “Pedro” esteja digitado na célula F2. Se “Pedro” aparece três vezes no intervalo
A3:C8, o resultado exibido será 3. Se o conteúdo da célula F2 for alterado para “Luis”, e Luis fez apenas uma
venda que está registrada nesse intervalo, o resultado exibido será 1.
▪ SOMASE
A função SOMASE no Excel é uma combinação das funções de soma e condicional “SE”, utilizada para
somar valores em um intervalo que atendam a um critério específico.
A sintaxe básica da função é:
=SOMASE(intervalo_de_teste; “critério”; intervalo_de_soma)
No exemplo fornecido, para aplicar esta função, você deve digitar na célula C11:
=SOMASE(C3:C10; “PG”; B3:B10)
e pressionar ENTER.
Vamos detalhar cada parte da função:
=SOMASE( indica o início da função.
C3:C10 é o intervalo onde o Excel irá verificar o critério estabelecido.
“PG” é o critério que o Excel deve procurar dentro do intervalo de teste. Neste caso, estamos procurando
as células que contêm “PG”.
B3:B10 é o intervalo de onde os valores serão somados. O Excel irá somar os valores desse intervalo
somente das células que, no intervalo C3:C10, satisfazem o critério “PG”.

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No contexto do exemplo, se “PG” aparece nas células C3 e C5, então o Excel somará os valores
correspondentes em B3 e B5. Se os valores nessas células forem, respectivamente, R$2.000,00 e R$1.100,00,
o resultado apresentado será R$3.100,00.

Análise de Dados
▪ Tabelas Dinâmicas: Facilitam a análise e agregação de grandes volumes de dados, permitindo uma visão
resumida por meio de arrasto e solta de campos.
▪ Ferramentas de Análise de Dados: O Excel inclui ferramentas como Solver e Análise de Cenário, que
ajudam na análise de dados para tomada de decisão.
▪ Filtro e Classificação: Recursos poderosos para filtrar e ordenar dados, ajudando a visualizar apenas as
informações necessárias.

Tabelas Dinâmicas
As Tabelas Dinâmicas são ferramentas poderosas para a síntese e análise de grandes conjuntos de dados,
facilitando a tomada de decisões informadas. São especialmente úteis para resumir, analisar, explorar e
apresentar dados de maneira condensada. O processo de criação de uma Tabela Dinâmica é simples e direto,
permitindo ajustes rápidos para atender às necessidades específicas de visualização dos dados.

Funcionalidades das Tabelas Dinâmicas


▪ Flexibilidade: As Tabelas Dinâmicas permitem alterações rápidas na forma como os dados são agrupados
e apresentados.
▪ Interação com Gráficos Dinâmicos: É possível criar gráficos que interagem e se atualizam automaticamente
com base nas modificações realizadas nas Tabelas Dinâmicas, proporcionando uma ferramenta visual
dinâmica para análise de dados.

Exemplo Prático
Imagine uma planilha de despesas domésticas. A Tabela Dinâmica pode ser usada para agrupar e sumarizar
essas despesas por categoria, período ou qualquer outro critério relevante, ajudando a visualizar onde e como
os recursos estão sendo alocados. Adicionalmente, um Gráfico Dinâmico pode ser criado para representar
visualmente essas informações, oferecendo insights claros e imediatos sobre os dados.
Essa capacidade de manipulação e visualização de dados faz das Tabelas Dinâmicas uma escolha excelente
para quem precisa extrair significado de grandes volumes de informação de forma rápida e eficaz.

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Este guia é aplicável para usuários do Excel 2016, embora a funcionalidade seja similar em outras versões.
Antes de criar uma Tabela Dinâmica, organize seus dados em formato tabular sem linhas ou colunas vazias.
Utilizar tabelas é vantajoso pois as atualizações na Tabela Dinâmica são automáticas quando novas linhas ou
colunas são adicionadas. Garanta que cada coluna contenha um único tipo de dado.
As Tabelas Dinâmicas operam com um cache de seus dados, preservando a integridade dos dados originais.

Para criar uma Tabela Dinâmica


Tabelas Dinâmicas Recomendadas (disponível a partir do Excel 2013): Ideal para quem tem pouca
experiência. O Excel sugere layouts baseados na análise dos seus dados.
▪ Selecione uma célula nos dados de origem.
▪ Vá para Inserir > Tabelas > Tabela Dinâmica Recomendada.
▪ Escolha a opção recomendada que melhor se adequa aos seus dados e clique em OK > O Excel criará a
Tabela Dinâmica em uma nova aba.

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Criação Manual de Tabelas Dinâmicas
▪ Selecione uma célula nos dados de origem.
▪ Vá para Inserir > Tabelas > Tabela Dinâmica.
▪ No diálogo Criar Tabela Dinâmica, confirme o intervalo de dados e escolha onde deseja colocar a Tabela
Dinâmica (nova planilha ou planilha existente).
▪ Para análises mais complexas, marque a opção para adicionar dados ao Modelo de Dados.
▪ Clique em OK para iniciar a Tabela Dinâmica vazia e ajustar conforme necessário usando a lista Campos
da Tabela Dinâmica.

No Excel, você pode adicionar campos a uma Tabela Dinâmica marcando a caixa de seleção dos campos
desejados na área Nome do Campo.
Por padrão, campos não numéricos são adicionados às linhas, campos de data e hora às colunas, e campos
numéricos aos valores. É possível arrastar e soltar campos para reorganizá-los manualmente.

Além disso, você pode alterar o cálculo de resumo (como soma ou contagem) nas configurações de campo
de valor e modificar a exibição dos valores como porcentagens de um total geral.

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Para atualizar a Tabela Dinâmica com novos dados, use a opção “Atualizar” e, se necessário, “Atualizar
Tudo” para múltiplas tabelas. Tabelas Dinâmicas podem ser excluídas com a tecla Delete ou eliminando a
planilha onde estão inseridas, se aplicável.

Visualização de Dados
▪ Gráficos: Criação de uma variedade de gráficos, incluindo colunas, linhas, pizza, dispersão, entre outros,
para uma representação visual dos dados.
▪ Condicionais Gráficas: Como formatação condicional e barras de dados, que permitem visualizar variações
e tendências diretamente nas células.

Grupo Gráficos
Permite a visualização de dados numéricos em formatos gráficos, tornando a interpretação dos dados mais
acessível. Esse recurso está disponível na aba “Inserir” da Barra de Ferramentas, e oferece várias opções de
gráficos:

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Seleção de Dados: Antes de criar um gráfico, é necessário selecionar as células que contêm dados
numéricos. Sem dados numéricos, não é possível gerar um gráfico.
Escolha do Tipo de Gráfico: O tipo de gráfico deve ser escolhido com base no que melhor representa
os dados. As descrições disponíveis ajudam a escolher o tipo mais apropriado. Os principais tipos de gráficos
incluem:
▪ Colunas: Ideal para comparações entre diferentes categorias.
▪ Linhas: Utilizado para mostrar tendências ao longo do tempo.
▪ Pizza: Bom para exibir proporções em relação a um total.
▪ Barras: Comparativo entre vários valores.
▪ Área: Útil para destacar diferenças entre conjuntos de dados ao longo do tempo.
▪ Dispersão: Compara pares de valores.
▪ Outros Gráficos: Inclui tipos especializados como Ações, Superfície, Rosca, Bolhas, entre outros.

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Colaboração
▪ Coautoria: Similar ao Word, o Excel permite que múltiplos usuários trabalhem na mesma planilha
simultaneamente quando salvo em serviços como OneDrive ou SharePoint.
▪ Compartilhamento: Facilita o compartilhamento de planilhas com outros usuários diretamente a partir do
aplicativo.
Utilizando o Excel Online, você pode colaborar com outras pessoas em tempo real, o que é ideal para
compilar dados de um grupo ou trabalhar em projetos coletivos sem a necessidade de enviar constantemente
atualizações por email. Quando você e outros usuários estão editando a pasta de trabalho simultaneamente, o
Excel Online exibe quem mais está trabalhando no documento.

Pontos importantes
É necessário que todos os colaboradores utilizem o Excel Online para a edição simultânea. Se alguém abrir
o documento no aplicativo de desktop do Excel, a edição em tempo real no Excel Online ficará indisponível até
que o arquivo seja fechado no aplicativo de desktop.
As alterações são salvas automaticamente pelo Excel Online. Por isso, os comandos Desfazer e Refazer
podem não funcionar como esperado, já que as edições de todos os usuários são contínuas e simultâneas.
Alterações como reordenação e filtragem de dados afetam a visualização de todos os colaboradores.
Portanto, é importante ser cauteloso ao aplicar filtros ou reordenar dados durante uma sessão colaborativa
para evitar confusões ou perda de contexto entre os usuários.

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Funcionalidades Avançadas
▪ Macros: Automatização de tarefas repetitivas através da gravação ou escrita de scripts em VBA (Visual
Basic for Applications).
▪ Add-ins: O Excel suporta add-ins que podem estender suas funcionalidades, como a análise de dados
avançada e integrações com outros softwares.

VBA
O Visual Basic for Applications (VBA) é uma linguagem de programação integrada ao Microsoft Excel que
enriquece a capacidade de automação e controle das planilhas.
VBA facilita a criação de macros e automatiza processos repetitivos, tornando o gerenciamento de dados
mais eficiente e personalizado. Para ativar o VBA, é necessário habilitar o menu “Desenvolvedor” nas opções
do Excel.
A partir daí, os usuários podem inserir módulos de código e criar botões que automatizam funções
específicas, como o preenchimento automático de planilhas. Este recurso é especialmente útil em pastas de
trabalho extensas, permitindo cálculos automáticos e manipulações de dados complexos com simplicidade.

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Macros
No Microsoft Excel, as macros são ferramentas poderosas usadas para automatizar tarefas repetitivas.
Uma macro é essencialmente uma ação ou um conjunto de ações que você pode configurar para executar
automaticamente. Elas são criadas utilizando a linguagem de programação Visual Basic for Applications (VBA).

Criando e Utilizando Macros


Para criar uma macro, você pode usar o recurso de gravação rápida disponível no Excel ou escrever seu
próprio script de macro utilizando o Editor do Visual Basic. Este editor é um ambiente dedicado onde você pode
desenvolver, editar e depurar o código VBA. Além disso, oferece ferramentas completas de depuração para
ajudar a identificar e resolver erros lógicos, de sintaxe ou de execução.

Atribuindo Macros a Objetos


Depois de criar uma macro, você pode vinculá-la a um objeto, como um botão na barra de ferramentas, um
elemento gráfico ou um controle. Isso permite que a macro seja executada com um simples clique no objeto. Se
a macro tornar-se desnecessária, você também tem a opção de excluí-la.

Gravando uma Macro


Para gravar uma macro, é importante que a guia Desenvolvedor esteja visível em sua interface do Excel.
Caso não esteja, você pode ativá-la seguindo estes passos:

Clique no Botão do Microsoft Office, depois em Opções do Excel


Na categoria Popular, sob “Opções principais para o trabalho com Excel”, marque a opção “Mostrar guia
Desenvolvedor na Faixa de Opções” e clique em OK.
Configurando a Segurança da Macro
Para ajustar o nível de segurança e permitir a execução de todas as macros temporariamente, faça o
seguinte:
Na guia Desenvolvedor, no grupo Código, clique em Segurança de Macro.

Na seção Configurações de Macro, selecione a opção “Habilitar todas as macros” (esta opção não é
recomendada, pois pode permitir a execução de códigos potencialmente perigosos) e clique em OK. Para
adicionar uma descrição à sua macro, preencha o campo Descrição com o texto apropriado. Depois, clique em
OK para começar a gravação da macro.
Prossiga realizando as tarefas que deseja automatizar com a macro. Quando terminar, vá até a guia
Desenvolvedor, localize o grupo Código e clique em “Parar Gravação” para finalizar o processo de gravação da
macro.

Proteção e Segurança
▪ Proteção de Planilha: Opções para bloquear células específicas ou a planilha inteira para evitar alterações
indesejadas.
▪ Recuperação de Arquivos: Recursos como AutoRecuperação e Recuperação de Documentos para
prevenir perda de dados.

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Diferença do excel 2016 para o excel 2019
O Microsoft Excel 2019 trouxe diversas atualizações e melhorias em relação ao Excel 2016, visando
aprimorar a experiência do usuário e expandir as funcionalidades. Aqui estão algumas das principais diferenças
entre as duas versões:

1. Funções Avançadas de Excel


Novas Funções: O Excel 2019 introduziu novas funções como CONCAT, TEXTJOIN, IFS, e SWITCH, que
não estão disponíveis no Excel 2016. Essas funções foram projetadas para simplificar as fórmulas e torná-las
mais flexíveis.
Melhorias de Função: Além de novas funções, houve melhorias em funções existentes para aumentar a
precisão e a usabilidade.

2. Recursos de Visualização de Dados


Funções de Gráfico Avançadas: O Excel 2019 adicionou novos tipos de gráficos como gráficos de funil,
mapa 2D, e gráficos de dispersão com linhas suaves, que não estão presentes no Excel 2016.
Inserção de Imagens SVG e Ícones: O Excel 2019 permite a inserção de imagens SVG e ícones diretamente
em células, oferecendo opções gráficas mais versáteis e profissionais.

3. Melhorias de Interface e Usabilidade


Barra de Ferramentas Customizável: O Excel 2019 melhorou a customização da Faixa de Opções (Ribbon),
tornando mais fácil adicionar, remover ou reorganizar as abas e ferramentas conforme a necessidade do usuário.
Atualizações de Interface: A interface do usuário no Excel 2019 é mais limpa e alinhada com outros produtos
do Office 365, oferecendo uma experiência mais integrada e moderna.

4. Colaboração em Tempo Real


Co-autoria: O Excel 2019 possui capacidades aprimoradas de co-autoria, permitindo que múltiplos usuários
trabalhem no mesmo arquivo simultaneamente, uma funcionalidade que é mais limitada no Excel 2016.

5. Tecnologia e Performance
Desempenho Aperfeiçoado: O Excel 2019 oferece um desempenho melhorado, especialmente em máquinas
mais modernas, com tempos de carregamento mais rápidos e melhor manipulação de grandes volumes de
dados.
Melhorias de Segurança: Atualizações de segurança são mais frequentes e abrangentes no Excel 2019,
refletindo o foco contínuo da Microsoft na proteção contra ameaças recentes.

6. Ferramentas de Acessibilidade
Suporte Aumentado para Leitores de Tela: O Excel 2019 possui melhor integração com ferramentas de
acessibilidade como leitores de tela, ajudando usuários com deficiência a navegarem mais facilmente pelo
software.

7. Power Query e Power Pivot


Enhancements in Power Pivot: Excel 2019 inclui melhorias em Power Pivot como a capacidade de publicar
diretamente em Power BI, além de melhor suporte para cálculos avançados e modelos de dados grandes.
Atualizações de Power Query: Melhorias no editor de Power Query oferecem mais opções para manipulação
e transformação de dados.

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Powerpoint
O Microsoft PowerPoint 2019 é uma ferramenta poderosa e amplamente utilizada para criação de
apresentações dinâmicas, parte do pacote Microsoft Office. É especialmente valorizado em ambientes
corporativos, educacionais e de treinamento, onde apresentações visuais são essenciais para a comunicação
e compartilhamento de informações.

Interface do Usuário
A interface do PowerPoint 2019 é organizada em torno da faixa de opções, que é dividida em várias abas,
como ‘Home’, ‘Insert’, ‘Design’, ‘Transitions’, ‘Animations’, ‘Slide Show’, ‘Review’ e ‘View’. Cada aba contém
grupos de ferramentas relacionadas que facilitam a criação, formatação e revisão das apresentações.

Criação de Slides
▪ Slides: O PowerPoint permite a criação de slides usando uma variedade de layouts pré-definidos, que
podem incluir títulos, listas de pontos, imagens, gráficos, tabelas e mais.
▪ Temas e Layouts: Oferece uma ampla gama de temas e layouts de slide para garantir uma apresentação
coesa e esteticamente agradável.
▪ Personalização: Os usuários podem personalizar slides adicionando seu próprio texto, imagens, formas,
e multimídia, como vídeos e áudios.

Para formatar com precisão uma forma, objeto ou imagem selecionados


Utilize as ferramentas detalhadas encontradas no painel “Formatar Forma”. Para acessar este painel, clique
na guia “Página Inicial”. Em seguida, localize o grupo “Desenho” na faixa de opções e clique na pequena seta
no canto superior direito deste grupo.

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Transformar Imagens e Objetos
O PowerPoint 2016 apresenta o “Transformar”, um efeito cinematográfico inovador que possibilita transições
animadas e fluidas, manipulando o movimento de imagens e outros objetos entre diversos slides de sua
apresentação.
Inicie criando um novo slide e adicione os textos, imagens ou objetos que deseja incluir. Este slide inicial
servirá como ponto de partida para a transição. Após configurar seu slide, clique com o botão direito do mouse
na miniatura do slide e selecione “Duplicar Slide”.
No slide duplicado, ajuste a posição e o tamanho dos textos, imagens e objetos conforme necessário. Por
exemplo, você pode ampliar um objeto para destacá-lo ou rearranjar e adicionar descrições para maior clareza.
Este segundo slide representa o estado final dos objetos após a transição.
Para aplicar o efeito “Transformar”, selecione as miniaturas dos dois slides, vá até a guia “Transições”
na faixa de opções e clique em “Transformar”. O PowerPoint irá animar automaticamente as mudanças de
tamanho e posição dos objetos durante a transição.
Para visualizar o efeito aplicado, clique em “Visualizar” na mesma guia “Transições”. Se quiser personalizar
ainda mais o efeito, utilize o botão “Opções de Efeito” disponível na guia “Transições”.

Criar uma apresentação


Para criar uma nova apresentação no PowerPoint, siga estes passos:
▪ Inicie o PowerPoint.
Selecione uma das seguintes opções para começar:
Opte por “Apresentação em Branco” se desejar montar sua apresentação a partir do zero > Escolha um dos
modelos pré-definidos para começar com um design estruturado > Selecione “Fazer um Tour” e depois clique
em “Criar” para obter orientações e dicas sobre como utilizar o PowerPoint eficientemente.

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Adicionar uma Imagem, Forma ou Gráfico
Para adicionar uma imagem, forma ou gráfico em sua apresentação, siga estes passos:
1. Vá até a guia “Inserir” no menu superior.
2. Para inserir uma imagem:
▪ Clique em “Imagem”.
▪ Navegue até a localização da imagem que deseja usar e selecione “Inserir”.
3. Para inserir uma forma, SmartArt ou gráfico:
▪ Clique em “Formas”, “SmartArt” ou “Gráfico”, conforme a necessidade.
▪ Escolha o elemento que deseja adicionar à sua apresentação.

Temas
Esses temas internos são ideais tanto para apresentações em widescreen (16:9) quanto para telas padrão
(4:3). Para modificar o tamanho do slide, consulte as instruções em “alterar o tamanho dos seus slides”. Após
escolher uma variação de cor, clique em “Criar”.

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Alterar o Tema ou Variação da sua Apresentação
Se decidir fazer ajustes, você pode alterar o tema ou a variação a qualquer momento na guia “Design”.
▪ Na guia “Design”, selecione um tema que corresponda às cores, fontes e efeitos que você deseja. Dica:
Para ver como o slide atual ficará com um tema aplicado, passe o mouse sobre a miniatura de cada tema.
▪ Para escolher uma variação de cor diferente para um tema específico, vá ao grupo “Variantes” e selecione
uma opção.
Este grupo “Variantes” fica à direita do grupo “Temas”, e as opções disponíveis variam de acordo com o
tema escolhido. Se não aparecerem variantes, pode ser devido ao uso de um tema personalizado, a um tema
antigo criado para versões anteriores do PowerPoint, ou porque você importou slides de outra apresentação
que já utilizava um tema personalizado ou mais antigo.

Layout de Slide
Os layouts de slide no PowerPoint incluem formatação, posicionamento e espaços reservados para todos
os tipos de conteúdo que um slide pode apresentar.
Esses espaços reservados são áreas designadas nos layouts que podem conter diversos tipos de conteúdo,
como texto (corpo do texto, listas com marcadores e títulos), tabelas, gráficos, SmartArt, vídeos, áudios, imagens
e clip-arts. Além disso, os layouts de slide também incorporam o tema do slide, que abrange cores, fontes,
efeitos e o plano de fundo.
O PowerPoint vem equipado com vários layouts de slide prontos para uso, mas você tem a opção de
modificar esses layouts para se adequar às suas necessidades específicas. Também é possível criar layouts
personalizados e compartilhá-los com outras pessoas que utilizam o PowerPoint para desenvolver suas
apresentações.

Você pode modificar os layouts de slide no PowerPoint acessando o modo de exibição de Slide Mestre. Este
modo permite visualizar e ajustar o slide mestre e os layouts associados a um tema específico.

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Aplicar ou Alterar um Layout de Slide
Todos os temas no PowerPoint contêm um slide mestre e diversos layouts de slide. A escolha de um layout
específico depende da cor, do tipo de fonte e da organização desejada para o texto e outros conteúdos nos
slides. Caso os layouts padrão não atendam às suas necessidades, é possível modificá-los.

Para Aplicar um Layout de Slide no Modo de Exibição Normal


▪ Acesse a guia “Exibir” e selecione “Normal”.
▪ No painel de miniaturas à esquerda, clique no slide ao qual deseja aplicar o layout.
▪ Na guia “Página Inicial”, clique em “Layout” e escolha o layout apropriado.

Para Alterar um Layout de Slide no Modo de Exibição de Slide Mestre


▪ Na guia “Exibir”, selecione “Slide Mestre”.
▪ No painel de miniaturas à esquerda, clique no layout de slide que deseja alterar.
Esses passos permitem que você personalize os layouts de slide para melhor se adequar ao conteúdo e
estilo da sua apresentação.

Slide mestre
O Slide Mestre é uma ferramenta no PowerPoint que permite definir um padrão de formatação unificado
para todos os slides de uma apresentação. Isso inclui fontes, imagens (como logotipos) e outros elementos de
design.
Ao fazer alterações no Slide Mestre, essas modificações são automaticamente aplicadas a todos os slides
da apresentação, garantindo consistência visual. Para acessar o Slide Mestre, vá até a guia “Exibir” e selecione
“Slide Mestre”.

O Slide Mestre é o slide principal encontrado no topo do painel de miniaturas à esquerda da janela no
PowerPoint. Abaixo dele, você encontrará diversos layouts de slide que estão vinculados ao Slide Mestre.
Quando você realiza alterações no Slide Mestre, essas modificações são automaticamente refletidas em
todos os slides derivados dele. Essas mudanças geralmente afetam também os layouts de slide associados.

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Ao editar os layouts e o Slide Mestre no modo de exibição de Slide Mestre, você garante que outras pessoas
trabalhando na apresentação no modo de exibição Normal não possam excluir ou alterar essas configurações
por engano.
Por outro lado, se você estiver no modo de exibição Normal e descobrir que não consegue editar certos
elementos de um slide (como remover uma imagem), é provável que esses elementos estejam configurados
no Slide Mestre. Para fazer alterações nesses itens, você precisará mudar para o modo de exibição de Slide
Mestre.
Dica: É aconselhável editar o Slide Mestre e os layouts relacionados antes de começar a criar os slides
individuais. Assim, todos os slides adicionados posteriormente refletirão as personalizações feitas. Se você
editar o Slide Mestre ou os layouts depois de criar os slides individuais, será necessário aplicar novamente os
layouts modificados aos slides existentes através do modo de exibição Normal.

Ferramentas de Design
▪ Design Ideais: Uma ferramenta automática que sugere opções de layout com base no conteúdo do slide.
▪ Formatação de Fundo: Inclui opções para modificar o fundo dos slides com cores sólidas, gradientes ou
imagens.

Usar o Designer do PowerPoint


1. Se você é assinante do Office 365, pode utilizar o recurso Designer do PowerPoint para criar slides
profissionais em apenas dois passos simples:
Adicione uma imagem: Vá em “Inserir” > “Imagem”, encontre a imagem que deseja usar e clique em “Inserir”.
Após inserir a imagem, o painel “Ideias de Design” aparecerá automaticamente, apresentando diversas
opções de layout e design.
2. Escolha o design: Selecione o layout de design que mais lhe agrada dentre as opções oferecidas pelo
painel “Ideias de Design”.

Transições e Animações
▪ Transições entre Slides: O PowerPoint permite adicionar efeitos visuais quando você muda de um slide
para outro, melhorando a dinâmica da apresentação.
▪ Animações: Animações podem ser aplicadas a objetos individuais para entrada, ênfase, saída ou
movimento nos slides, tornando a apresentação mais interativa e engajadora.

Transições
Para aplicar um efeito especial ao realizar a transição entre slides, siga estes passos:
1. Selecione o slide ao qual deseja adicionar o efeito de transição.
2. Acesse a guia “Transições” e selecione o efeito de transição que deseja usar.

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3. Utilize “Opções de Efeito” para personalizar como a transição será executada, por exemplo, “Da Direita”
ou “Da Esquerda”.
Caso queira remover uma transição aplicada, simplesmente escolha a opção “Nenhuma” na guia “Transições”.

Animações
Para adicionar animações a textos ou objetos em um slide, siga estes passos:
1. Selecione o texto ou o objeto que você deseja animar.
▪ Acesse a guia “Animações”. Clique em “Adicionar Animação” e selecione a animação que prefere a partir
do menu suspenso.
2. Para animar linhas de texto individualmente:
▪ Escolha uma linha de texto, selecione uma animação, em seguida escolha a próxima linha de texto e
aplique outra animação, e assim por diante.
3. Na seção “Iniciar”, defina como a animação deve começar:
▪ Escolha “Quando Clicado” para iniciar a animação com um clique.
▪ Escolha “Com o Anterior” para que a animação comece simultaneamente com a ação anterior.
▪ Escolha “Após o Anterior” para que a animação inicie logo após a conclusão da ação anterior.
Você também pode ajustar a “Duração” da animação ou definir um “Atraso” para controlar quando a animação
começa após ser acionada.

Apresentação de Slides
▪ Modo de Apresentação: Oferece diversas ferramentas como caneta e marcador, que podem ser utilizadas
durante a apresentação ao vivo.
▪ Configuração do Slide Show: Permite definir configurações específicas para a apresentação, como
intervalos de tempo, uso de múltiplos monitores e loop contínuo.
Para iniciar uma apresentação de slides no PowerPoint, você pode utilizar o ícone “Apresentação de Slides”
localizado na parte inferior da tela ou acessar a guia “Apresentação de Slides” e selecionar uma das seguintes
opções:

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▪ Para começar a apresentação a partir do primeiro slide, selecione “Do Começo”.
▪ Para iniciar a apresentação a partir do slide atual, escolha “Do Slide Atual”.
▪ Para apresentar a pessoas que estão em locais diferentes do seu, selecione “Apresentar Online” e escolha
entre “Skype for Business” ou “Office Presentation Service” para realizar a apresentação.
Para encerrar a exibição da Apresentação de Slides a qualquer momento, pressione a tecla “Esc”.

Um modelo do PowerPoint é essencialmente um projeto predefinido de slide ou conjunto de slides salvos


como um arquivo .potx. Os modelos incluem especificações para layouts, paletas de cores, tipos de fonte,
efeitos visuais, estilos de plano de fundo e, em alguns casos, conteúdo pré-inserido.
Você pode criar seus próprios modelos personalizados para economizar tempo, garantir consistência nas
apresentações e facilitar a reutilização de formatos específicos.
Esses modelos personalizados podem ser salvos para uso futuro, reutilizados e compartilhados com outras
pessoas. Além disso, existe uma vasta seleção de modelos gratuitos disponíveis no [Link] e em outros
sites parceiros, oferecendo uma variedade de opções que podem ser adaptadas às suas necessidades de
apresentação.
Um modelo pode incluir o seguinte:

1. Conteúdo Temático Específico: Inclui elementos como um certificado de conclusão e itens relacionados
ao tema, por exemplo, uma imagem de uma bola de futebol para uma apresentação sobre futebol.
2. Plano de Fundo e Formatação: Engloba opções como imagens, texturas, cores de preenchimento
(gradiente ou sólido) e transparência. Um exemplo seria um plano de fundo com preenchimento sólido em azul
claro.
3. Elementos Visuais do Tema: Abrange as cores, fontes e efeitos visuais como 3D, linhas, preenchimentos
e sombras. Também inclui elementos de design temáticos, como efeitos de cor e gradientes utilizados em
termos específicos como a palavra “futebol”.
4. Texto em Espaços Reservados: Espaços designados para inserção de informações personalizadas,
como o nome do jogador, nome do treinador, data da apresentação e outras variáveis específicas, como o ano
solicitado.

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Colaboração e Compartilhamento
▪ Comentários: Adicione, revise e responda a comentários em slides específicos, facilitando a colaboração
entre múltiplos usuários.
▪ Coautoria em Tempo Real: Permite que vários usuários trabalhem simultaneamente na mesma
apresentação quando salva em serviços compatíveis como OneDrive ou SharePoint.

Segurança e Acessibilidade
▪ Proteção de Arquivos: Possibilidade de adicionar proteções por senha e restrições de edição aos arquivos
de apresentação.
▪ Verificação de Acessibilidade: Ferramentas integradas para garantir que as apresentações sejam
acessíveis a usuários com deficiências.

Diferença do PowerPoint de 2016 para 2019


A atualização do PowerPoint de 2016 para 2019 trouxe várias novidades e melhorias para ajudar os usuários
a criar apresentações mais dinâmicas e visualmente atraentes. Aqui estão algumas das principais diferenças e
melhorias entre o PowerPoint 2016 e o PowerPoint 2019:

1. Recursos Avançados de Design


Função de Ideias de Design: O PowerPoint 2019 inclui a função “Ideias de Design”, que oferece sugestões
automáticas de layout quando você insere conteúdo em um slide. Este recurso usa inteligência artificial para
recomendar opções de design baseadas no conteúdo do slide.
Mais Opções de Ícones e SVG: O PowerPoint 2019 oferece um conjunto ampliado de ícones e permite a
inserção e edição de imagens SVG diretamente nos slides.

2. Funcionalidades de Transição
Transição de Transformação (Morph): Embora a transição Morph já existisse em versões anteriores,
o PowerPoint 2019 aprimorou esse recurso, facilitando a criação de transições suaves entre slides sem a
necessidade de complexas animações manuais.
Transições Aprimoradas: Novas opções de transições foram adicionadas para tornar as apresentações mais
dinâmicas.

3. Ferramentas de Colaboração Aprimoradas


Inserção e Gerenciamento de Comentários: Melhorias significativas no sistema de comentários, permitindo
uma colaboração mais eficaz entre os usuários, especialmente útil em ambientes de trabalho compartilhados.

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4. Melhorias de Usabilidade
Suporte Aprimorado para Caneta Digital: O PowerPoint 2019 aumentou o suporte para o uso de canetas
digitais, permitindo aos usuários navegar pelos slides, desenhar e anotar diretamente durante as apresentações.
Funções de Zoom para Slides: Introdução de uma função de zoom para slides, que permite aos apresentadores
saltar para determinados slides, seções e partes da apresentação de maneira fluida.

5. Desempenho e Suporte
Desempenho Melhorado: Melhorias gerais no desempenho do software, com maior rapidez e eficiência ao
processar apresentações grandes.
Suporte Extendido para 3D: Inclusão de mais opções e suporte para modelos e objetos 3D, permitindo
integrar esses elementos de forma mais fácil e eficaz nas apresentações.

6. Segurança e Conformidade
Atualizações de Segurança: O PowerPoint 2019 inclui as mais recentes medidas de segurança para proteger
os dados dos usuários contra ameaças externas e internas.
LibreOffice
O LibreOffice é uma suíte de escritório livre compatível com os principais pacotes de escritório do mercado. O
pacote oferece todas as funções esperadas de uma suíte profissional: editor de textos, planilha, apresentação,
editor de desenhos e banco de dados13. Ele é uma das mais populares suítes de escritório multiplataforma e de
código aberto.

O LibreOffice é um pacote de escritório assim como o MS Office14. Embora seja um software livre, pode ser
instalado em vários sistemas operacionais, como o MS Windows, Mac OS X, Linux e Unix. Ao longo dos anos,
passou por várias modificações em seu projeto, mudando até mesmo de nome, mas mantendo os mesmos
aplicativos.

▸ Aplicativos do LibreOffice
Writer: editor de textos.
Exatensão: .odt
Calc: planilhas eletrônicas.
Extensão: .ods
Impress: apresentação de slides.
Extensão: .odp
Draw: edição gráfica de imagens e figuras.
Extensão: .odg
Base: Banco de dados.

13 [Link]
14 FRANCESCHINI, M. LibreOffice – Parte I.

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Extensão: .odb
Math: fórmulas matemáticas.
Extensão: .odf

▸ ODF (Open Document Format)


Os arquivos do LibreOffice são arquivos de formato aberto e, por isso, pertencem à família de documentos
abertos ODF, ou seja, ODF não é uma extensão, mas sim, uma família de documentos estruturada internamente
pela linguagem XML.

▸ Writer
Writer é o editor de textos do LibreOffice. Além dos recursos usuais de um processador de textos (verificação
ortográfica, dicionário de sinônimos, hifenização, autocorreção, localizar e substituir, geração automática de
sumários e índices, mala direta e outros), o Writer fornece importantes características:
▪ Modelos e estilos;
▪ Métodos de layout de página, incluindo quadros, colunas e tabelas;
▪ Incorporação ou vinculação de gráficos, planilhas e outros objetos;
▪ Ferramentas de desenho incluídas;
▪ Documentos mestre para agrupar uma coleção de documentos em um único documento;
▪ Controle de alterações durante as revisões;
▪ Integração de banco de dados, incluindo bancos de dados bibliográficos;
▪ Exportação para PDF, incluindo marcadores.

▸ Principais Barras de Ferramentas

▪ Barra de Títulos: exibe o nome do documento. Se o usuário não fornecer nome algum, o Writer sugere
o nome Sem título 1.
▪ Barra de Menu: dá acesso a todas as funcionalidades do Writer, categorizando por temas de funcionalidades.
▪ Barra de ferramentas padrão: está presente em todos os aplicativos do LibreOffice e é igual para todos
eles, por isso tem esse nome “padrão”.

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
▪ Barra de ferramentas de formatação: essa barra apresenta as principais funcionalidades de formatação
de fonte e parágrafo.
▪ Barra de Status: oferece informações sobre o documento e atalhos convenientes para rapidamente
alterar alguns recursos.

▸ Principais Menus
Os menus organizam o acesso às funcionalidades do aplicativo. Eles são praticamente os mesmos em
todos os aplicativos, mas suas funcionalidades variam de um para outro.

▪ Arquivo
Esse menu trabalha com as funcionalidades de arquivo, tais como:
▪ Novo: essa funcionalidade cria um novo arquivo do Writer ou de qualquer outro dos aplicativos do
LibreOffice;
▪ Abrir: abre um arquivo do disco local ou removível ou da rede local existente do Writer;
▪ Abrir Arquivo Remoto: abre um arquivo existente da nuvem, sincronizando todas as alterações
remotamente;
▪ Salvar: salva as alterações do arquivo local desde o último salvamento;
▪ Salvar Arquivo Remoto: sincroniza as últimas alterações não salvas no arquivo lá na nuvem;
▪ Salvar como: cria uma cópia do arquivo atual com as alterações realizadas desde o último salvamento;
Para salvar um documento como um arquivo Microsoft Word15:
1. Primeiro salve o documento no formato de arquivo usado pelo LibreOffice (.odt).
Sem isso, qualquer mudança que se tenha feito desde a última vez em que se salvou o documento, somente
aparecerá na versão Microsoft Word do documento.
2. Então escolha Arquivo → Salvar como. No menu Salvar como.
3. No menu da lista suspensa Tipo de arquivo (ou Salvar como tipo), selecione o tipo de formato Word que
se precisa. Clique em Salvar.
A partir deste ponto, todas as alterações realizadas se aplicarão somente ao documento Microsoft Word.
Desde feito, a alterado o nome do documento. Se desejar voltar a trabalhar com a versão LibreOffice do
documento, deverá voltar a abri-lo.

Salvando um arquivo no formato Microsoft Word.

15 [Link]

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▪ Exportar como PDF: exporta o arquivo atual no formato PDF. Permite definir restrições de edição,
inclusive com senha;
▪ Enviar: permite enviar o arquivo atual por e-mail no [Link],.docx,.pdf. Também permite compartilhar
o arquivo por bluetooth;
▪ Imprimir: permite imprimir o documento em uma impressora local ou da rede;
▪ Assinaturas digitais: assina digitalmente o documento, garantindo sua integridade e autenticidade.
Qualquer alteração no documento assinado viola a assinatura, sendo necessário assinar novamente.

▸ Editar
Esse menu possui funcionalidades de edição de conteúdo, tais como:
▪ Desfazer: desfaz a(s) última(s) ação(ões);
▪ Refazer: refaz a última ação desfeita;
▪ Repetir: repete a última ação;
▪ Copiar: copia o item selecionado para a área de transferência;
▪ Recortar: recorta ou move o item selecionado para a área de transferência;
▪ Colar: cola o item da área de transferência;
▪ Colar Especial: cola o item da área de transferência permitindo escolher o formado de destino do conteúdo
colado;
▪ Selecionar Tudo: seleciona todo o documento;
▪ Localizar: localiza um termo no documento;
▪ Localizar e Substituir: localiza e substitui um termo do documento por outro fornecido;
▪ Ir para a página: permite navegar para uma página do documento.

▸ Exibir
Esse outro menu define as várias formas que o documento é exibido na tela do computador. Principais
funcionalidades:
▪ Normal: modo de exibição padrão como o documento será exibido em uma página;
▪ Web: exibe o documento como se fosse uma página web num navegador;
▪ Marcas de Formatação: exibe os caracteres não imprimíveis, como os de quebra de linha, de parágrafo,
de seção, tabulação e espaço. Tais caracteres são exibidos apenas na tela, não são impressas no papel
(CTRL+F10);
▪ Navegador: permite navegar nos vários objetos existentes no documento, como tabelas, links, notas de
rodapé, imagens etc.
▪ Galeria: exibe imagens e figuras que podem ser inseridas no documento;
▪ Tela Inteira: suprime as barras de ferramenta e menus (CTRL+SHIFT+J).

▸ Inserir
Nesse menu, é possível inserir inúmeros objetos ao texto, tais como:
▪ Quebra de página: insere uma quebra de página e o cursor é posicionado no início da próxima página a
partir daquele ponto em que a quebra foi inserida;
▪ Quebra manual: permite inserir uma quebra de linha, de coluna e de página;
▪ Figura: insere uma imagem de um arquivo;
▪ Multimídia: insere uma imagem da galeria LibreOffice, uma imagem digitalizada de um scanner ou vídeo;

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▪ Gráfico: cria um gráfico do Calc, com planilha de dados embutida no Writer;
▪ Objeto: insere vários tipos de arquivos, como do Impress e do Calc dentre outros;
▪ Forma: cria uma forma geométrica, tipo círculo, retângulo, losango etc.;
▪ Caixa de Texto: insere uma caixa de texto ao documento;
▪ Anotação: insere comentários em balões laterais;
▪ Hiperlink: insere hiperlink ou link para um endereço da internet ou um servidor FTP, para um endereço de
e-mail, para um documento existente ou para um novo documento (CTRL+K);
▪ Indicador: insere um marcador ao documento para rápida localização posteriormente;
▪ Seção: insere uma quebra de seção, dividindo o documento em partes separadas com formatações
independentes;
▪ Referências: insere referência a indicadores, capítulos, títulos, parágrafos numerados do documento
atual;
▪ Caractere Especial: insere aqueles caracteres que você não encontra no teclado do computador, tais
como ©, ≥, ∞;
▪ Número de Página: insere numeração nas páginas na posição atual do cursor;
▪ Campo: insere campos de numeração de página, data, hora, título, autor, assunto;
▪ Cabeçalho e Rodapé: insere cabeçalho e rodapé ao documento;

▸ Formatar
Esse menu trabalha com a formatação de fonte, parágrafo, página, formas e figuras;
▪ Texto: formata a fonte do texto;
Pode-se aplicar vários formatos de caracteres usando os botões da barra de ferramentas Formatação.

Barra de Formatação, mostrando ícones para formatação de caracteres.


▪ Espaçamento: formata o espaçamento entre as linhas, entre os parágrafos e também o recuo do
parágrafo. A
▪ Alinhar: alinha o parágrafo uniformemente em relação às margens.
Pode-se aplicar vários formatos para parágrafos usando os botões na barra de ferramentas Formatação.

Ícones para formatação de parágrafos.

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▪ Listas: transforma os parágrafos em estrutura de tópicos com marcadores ou numeração.

▪ Clonar Formatação: essa ferramenta é chamada de “pincel de formatação” no MS Word e faz a mesma
função, ou seja, clona a formatação de um item selecionado e a aplica a outro ;
▪ Limpar Formatação Direta: limpa a formatação do texto selecionado, deixando a formatação original do
modelo do documento;
Nessa janela, é possível formatar o tipo de fonte, o estilo de formatação (negrito, itálico, regular), o efeito de
formatação (tachado, sublinhado, sombra etc.), a posição do texto (sobrescrito, subscrito, rotação, espaçamento
entre as letras do texto), inserir hiperlink, aplicar realce (cor de fundo do texto) e bordas;
▪ Caractere...: diferentemente do MS Word, o Write chama a fonte de caractere.
Nessa janela, é possível formatar o tipo de fonte, o estilo de formatação (negrito, itálico, regular), o efeito de
formatação (tachado, sublinhado, sombra etc.), a posição do texto (sobrescrito, subscrito, rotação, espaçamento
entre as letras do texto), inserir hiperlink, aplicar realce (cor de fundo do texto) e bordas;
▪ Parágrafo...: abre a caixa de diálogo de formatação de parágrafo.
▪ Marcadores e Numeração: abre a caixa de diálogo de formatação de marcadores e de numeração numa
mesma janela. Perceba que a mesma função de formatação já foi vista por meio dos botões de formatação.
Essa mesma formatação é encontrada aqui na caixa de diálogo de marcadores e numeração;
▪ Página...: abre a caixa de diálogo de formatação de páginas. Aqui, encontramos a orientação do papel,
que é se o papel é horizontal (paisagem) ou vertical (retrato);
▪ Figura: formata figuras inseridas ao texto;
▪ Caixa de Texto e Forma: formata caixas de texto e formas inseridas no documento;
▪ Disposição do Texto: define a disposição que os objetos como imagens, formas e figuras ficarão em
relação ao texto.
▪ Estilos: esse menu trabalha com estilos do texto. Estilos são o conjunto de formatação de fonte, parágrafo,
bordas, alinhamento, numeração e marcadores aplicados em conjunto. Existem estilos predefinidos, mas é
possível também criar estilos e nomeá-los. Também é possível editar os estilos existentes. Os estilos são
usados na criação dos sumários automáticos.

▸ Tabelas
Esse menu trabalha com tabelas. As tabelas são inseridas por aqui, no menu Tabelas. As seguintes
funcionalidades são encontradas nesse menu:
▪ Inserir Tabela: insere uma tabela ao texto;
▪ Inserir: insere linha, coluna e célula à tabela existente;
▪ Excluir: exclui linha, coluna e tabela;
▪ Selecionar: seleciona célula, linha, coluna e tabela;
▪ Mesclar: mescla as células adjacentes de uma tabela, transformando-as em uma única tabela. Atenção!
O conteúdo de todas as células é preservado;
▪ Converter: converte texto em tabela ou tabela em texto;
▪ Fórmulas: insere fórmulas matemáticas na célula da tabela, tais como soma, multiplicação, média,
contagem etc.

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▸ Ferramentas
Esse menu trabalha com diversas ferramentas, tais como:

▪ Ortografia e Gramática: essa ferramenta aciona o corretor ortográfico para fazer a verificação de
ocorrências de erros em todo o documento. Ela corrige por alguma sugestão do dicionário, permite inserir
novos termos ao dicionário ou apenas ignora as ocorrências daquele erro (F7);

▪ Verificação Ortográfica Automática: marca automaticamente com um sublinhado ondulado vermelho as


palavras que possuem erros ortográficos ou que não pertencem ao dicionário (SHIFT+F7);
▪ Dicionário de Sinônimos: apresenta sinônimos e antônimos da palavra selecionada;
▪ Idioma: define o idioma do corretor ortográfico;
▪ Contagem de palavras: faz uma estatística do documento, contando a quantidade de caracteres,
palavras, linhas, parágrafos e páginas;
▪ Autocorreção: substitui automaticamente uma palavra ou termo do texto por outra. O usuário define
quais termos serão substituídos;
▪ Autotexto: insere automaticamente um texto por meio de atalhos, por exemplo, um tipo de saudação ou
finalização do documento;
▪ Mala Direta: cria uma mala direta, que é uma correspondência endereçada a vários destinatários. É
formada por uma correspondência (carta, mensagem de e-mail, envelope ou etiqueta) e por uma lista
de destinatários (tabela, planilha, banco de dados ou catálogo de endereços contendo os dados dos
destinatários).

▸ Principais teclas de atalho


CTRL+A: selecionar todo o documento (all).
CTR+B: negritar (bold).
CTRL+C: copiar.
CTRL+D: sublinhar.
CTRL+E: centralizar alinhamento.
CTRL+F: localizar texto (find).
CTRL+G: sem ação.
CTRL+H: localizar e substituir.
CTRL+I: itálico.
CTRL+J: justificar.
CTRL+K: adicionar hiperlink.
CTRL+L: alinhar à esquerda (left).
CTRL+M: limpar formatação.

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CTRL+N: novo documento (new).
CTRL+ O: abrir documento existente (open).
CTRL+P: imprimir (print).
CTRL+Q: fechar o aplicativo Writer.
CTRL+R: alinhar à direita (right).
CTRL+S: salvar o documento (save).
CTRL+T: sem ação.
CTRL+U: sublinhar.
CTRL+V: colar.
CTRL+X: recortar.
CTRL+W: fechar o arquivo.
CTRL+Y: refazer última ação.
CTRL+Z: desfazer última ação.

▸ Calc
O Calc é o aplicativo de planilhas eletrônicas do LibreOffice. Assim como o MS Excel, ele trabalha com
células e fórmulas.
Outras funcionalidades oferecidas pelo Calc incluem16:
▪ Funções, que podem ser utilizadas para criar fórmulas para executar cálculos complexos;
▪ Funções de banco de dados, para organizar, armazenas e filtrar dados;
▪ Gráficos dinâmicos; um grande número de opções de gráficos em 2D e 3D;
▪ Macros, para a gravação e execução de tarefas repetitivas; as linguagens de script suportadas incluem
LibreOffice Basic, Python, BeanShell, e JavaScript;
▪ Capacidade de abrir, editar e salvar planilhas no formato Microsoft Excel;
▪ Importação e exportação de planilhas em vários formatos, incluindo HTML, CSV, PDF e PostScript.

▸ Planilhas e células
O Calc trabalha como elementos chamados de planilhas. Um arquivo de planilha consiste em várias planilhas
individuais, cada uma delas contendo células em linhas e colunas. Uma célula particular é identificada pela letra
da sua coluna e pelo número da sua linha.
As células guardam elementos individuais – texto, números, fórmulas, e assim por diante – que mascaram
os dados que exibem e manipulam.
Cada arquivo de planilha pode ter muitas planilhas, e cada uma delas pode conter muitas células individuais.
No Calc, cada planilha pode conter um máximo de 1.048.576 linhas e 1024 colunas.

16 WEBER, J. H., SCHOFIELD, P., MICHEL, D., RUSSMAN, H., JR, R. F., SAFFRON, M., SMITH, J. A. Introdução ao Calc.
Planilhas de Cálculo no LibreOffice

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▸ Janela principal
Quando o Calc é aberto, a janela principal abre. As partes dessa janela estão descritas a seguir.

Janela principal do Calc e suas partes, sem a Barra lateral.

▪ Principais Botões de Comandos

Assistente de Função: auxilia o usuário na criação de uma função. Organiza as funções por
categoria.

Autossoma: insere a função soma automaticamente na célula.

Formatação de porcentagem: multiplica o número por 100 e coloca o sinal de porcentagem ao


final dele.

Formatação de número: separa os milhares e acrescenta casas decimais (CTRL+SHIFT+1).

Formatação de data: formata a célula em formato de data (CTRL+SHIFT+3).

Adiciona casas decimais.

Diminui casas decimais.

Filtro: exibe apenas as linhas que satisfazem o critério do filtro da coluna.

Insere gráfico para ilustrar o comportamento dos dados tabulados.

Ordena as linhas em ordem crescente ou decrescente. Pode ser aplicada em várias colunas.

Mesclar e centralizar células: transforma duas ou mais células adjacentes em uma única célula.

Alinhar em cima: alinha o conteúdo da célula na parte superior dela.

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Centralizar verticalmente: alinha o conteúdo da célula ao centro verticalmente.

Alinhar embaixo: alinha o conteúdo da célula na parte inferior dela.

Congelar linhas e colunas: fixa a exibição da primeira linha ou da primeira coluna ou ainda
permite congelar as linhas acima e as colunas à esquerda da célula selecionada. Não é proteção
de células, pois o conteúdo das mesmas ainda pode ser alterado.
Insere linha acima da linha atual.

Insere linha abaixo da linha atual.

Exclui linhas selecionadas.

Insere coluna à esquerda.

Insere coluna à direita.

Exclui colunas selecionadas.

▸ Barra de título
A barra de título, localizada no alto da tela, mostra o nome da planilha atual. Quando a planilha for recém-
criada, seu nome é Sem título X, onde X é um número. Quando a planilha é salva pela primeira vez, você é
solicitado a dar um nome de sua escolha.

▸ Barra de Menu
A Barra de menu é onde você seleciona um dos menus e aparecem vários submenus com mais opções.
▪ Arquivo: contém os comandos que se aplicam a todo o documento, como Abrir, Salvar, Assistentes,
Exportar como PDF, Imprimir, Assinaturas Digitais e assim por diante.
▪ Editar: contém os comandos para a edição do documento, tais como Desfazer, Copiar, Registrar alterações,
Preencher, Plug-in e assim por diante.
▪ Exibir: contém comandos para modificar a aparência da interface do usuário no Calc, por exemplo Barra
de ferramentas, Cabeçalhos de linhas e colunas, Tela Inteira, Zoom e assim por diante.
▪ Inserir: contém comandos para inserção de elementos em uma planilha; por exemplo, Células, Linhas,
Colunas, Planilha, Figuras e assim por diante.

▸ Inserir novas planilhas


Clique no ícone Adicionar planilha para inserir uma nova planilha após a última sem abrir a caixa de diálogo
Inserir planilha. Os seguintes métodos abrem a caixa de diálogo Inserir planilha onde é possível posicionar
a nova planilha, criar mais que uma planilha, definir o nome da nova planilha, ou selecionar a planilha de um
arquivo.
▪ Selecione a planilha onde deseja inserir uma nova e vá no menu Inserir > Planilha; ou
▪ Clique com o botão direito do mouse na aba da planilha onde você deseja inserir uma nova e selecione
Inserir planilha no menu de contexto; ou
▪ Clique no espaço vazio no final das abas das planilhas; ou
▪ Clique com o botão direito do mouse no espaço vazio no final das abas das planilhas e selecione Inserir
planilha no menu de contexto.

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Caixa de diálogo Inserir planilha.
▪ Formatar: contém comandos para modificar o leiaute de uma planilha; por exemplo,
Células, Página, Estilos e formatação, Alinhamento e assim por diante.
▪ Ferramentas: contém várias funções que auxiliam a verificar e personalizar a planilha, por exemplo,
Ortografia, Compartilhar documento, Macros e assim por diante.
▪ Dados: contém comandos para manipulação de dados em sua planilha; por exemplo, Definir intervalo,
Selecionar intervalo, Classificar, Consolidar e assim por diante.
▪ Janela: contém comandos para exibição da janela; por exemplo, Nova janela, Dividir e assim por diante.
▪ Ajuda: contém links para o sistema de ajuda incluído com o software e outras funções; por exemplo, Ajuda
do LibreOffice, Informações da licença, Verificar por atualizações e assim por diante.

▸ Barra de ferramentas
A configuração padrão, ao abrir o Calc, exibe as barras de ferramentas Padrão e Formatação encaixadas
no topo do espaço de trabalho.
Barras de ferramentas do Calc também podem ser encaixadas e fixadas no lugar, ou flutuante, permitindo
que você mova para a posição mais conveniente em seu espaço de trabalho.

▸ Barra de fórmulas
A Barra de fórmulas está localizada no topo da planilha no Calc. A Barra de fórmulas está encaixada
permanentemente nesta posição e não pode ser usada como uma barra flutuante. Se a Barra de fórmulas não
estiver visível, vá para Exibir no Menu e selecione Barra de fórmulas.

Barra de fórmulas.
Indo da esquerda para a direita, a Barra de Fórmulas consiste do seguinte:
▪ Caixa de Nome: mostra a célula ativa através de uma referência formada pela combinação de letras e
números, por exemplo, A1. A letra indica a coluna e o número indica a linha da célula selecionada.

▪ Assistente de funções : abre uma caixa de diálogo, na qual você pode realizar uma busca através da
lista de funções disponíveis. Isto pode ser muito útil porque também mostra como as funções são formadas.

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▪ Soma : clicando no ícone Soma, totaliza os números nas células acima da célula e então coloca o
total na célula selecionada. Se não houver números acima da célula selecionada, a soma será feita pelos
valores das células à esquerda.

▪ Função : clicar no ícone Função insere um sinal de (=) na célula selecionada, de maneira que seja
inserida uma fórmula na Linha de entrada.

▪ Linha de entrada: exibe o conteúdo da célula selecionada (dados, fórmula, ou função) e permite que
você edite o conteúdo da célula. Você pode editar o conteúdo da célula diretamente, clicando duas vezes
nela. Quando você digita novos dados numa célula, os ícones de Soma e de Função mudam para os botões
Cancelar e Aceitar .

▸ Operadores aritméticos

Operadores aritméticos.

Operadores aritméticos.

▸ Operadores comparativos

Operadores comparativos.

▸ Principais fórmulas
=HOJE(): insere a data atual do sistema operacional na célula. Essa data sempre será atualizada toda vez
que o arquivo for aberto. Existe uma tecla de atalho que também insere a data atual do sistema, mas não como
função, apenas a data como se fosse digitada pelo usuário. Essa tecla de atalho é CTRL+;.
=AGORA(): insere a data e a hora atuais do sistema operacional. Veja como é seu resultado após digitada
na célula.

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=SOMA(): apenas soma os argumentos que estão dentro dos parênteses.
=POTÊNCIA(): essa função é uma potência, que eleva o primeiro argumento, que é a base, ao segundo
argumento, que é o expoente.
=MÁXIMO(): essa função escolhe o maior valor do argumento.
=MÍNIMO(): essa função faz exatamente o contrário da anterior, ou seja, escolhe o menor valor do argumento.
=MÉDIA(): essa função calcula a média aritmética ou média simples do argumento, que é a soma dos
valores dividida pela sua quantidade.
Atenção! Essa função será sempre a média aritmética. Essa função considera apenas valores numéricos e
não vazios.
=[Link](): essa função é formada por dois argumentos: o primeiro é o intervalo de células que serão
consideradas na operação; o segundo é o critério.
=SE(): essa função testa valores, permitindo escolher um dentre dois valores possíveis. A sua estrutura é a
seguinte:

A condição é uma expressão lógica e dá como resultado VERDADEIRO ou FALSO. O resultado1 é escolhido
se a condição for verdadeira; o resultado2 é escolhido se a condição for falsa. Os resultados podem ser: “texto”
(entre aspas sempre), número, célula (não pode intervalo, apenas uma única célula), fórmula.
A melhor forma de ler essa função é a seguinte: substitua o primeiro “;” por “Então” e o segundo “;” por
“Senão”. Fica assim: se a condição for VERDADEIRA, ENTÃO escolha resultado1; SENÃO escolha resultado2.
=PROCV(): a função PROCV serve para procurar valores em um intervalo vertical de uma matriz e devolve
para o usuário um valor de outra coluna dessa mesma matriz, mas da mesma linha do valor encontrado.

Essa é a estrutura do PROCV, na qual “valor” é o valor usado na pesquisa; “matriz” é todo o conjunto de
células envolvidas; “coluna_resultado” é o número da coluna dessa matriz onde o resultado se encontra; “valor_
aproximado” diz se a comparação do valor da pesquisa será apenas aproximada ou terá que ser exatamente
igual ao procurado. O valor usado na pesquisa tem que estar na primeira coluna da matriz, sempre! Ou seja,
ela procurará o valor pesquisado na primeira coluna da matriz.

▸ Entendendo funções
Calc inclui mais de 350 funções para analisar e referenciar dados17. Muitas destas funções são para usar
com números, mas muitos outros são usados com datas e hora, ou até mesmo texto.
Uma função pode ser tão simples quanto adicionar dois números, ou encontrar a média de uma lista de
números. Alternativamente, pode ser tão complexo como o cálculo do desvio-padrão de uma amostra, ou a
tangente hiperbólica de um número.
Algumas funções básicas são semelhantes aos operadores. Exemplos:
+ Este operador adiciona dois números juntos para um resultado. SOMA(), por outro lado adiciona grupos
de intervalos contíguos de números juntos.
* Este operador multiplica dois números juntos para um resultado. MULT() faz o mesmo para multiplicar que
SOMA() faz para adicionar

17 Duprey, B.; Silva, R. P.; Parker, H.; Vigliazzi, D. Douglas. Guia do Calc, Capítulo 7. Usando Formulas e Funções.

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▸ Estrutura de funções
Todas as funções têm uma estrutura similar.
A estrutura de uma função para encontrar células que correspondam a entrada de critérios é:
=BDCONTAR(Base_de_dados;Campo_de_Base_de_dados;CritériosdeProcura)
Uma vez que uma função não pode existir por conta própria, deve sempre fazer parte de uma fórmula.
Consequentemente, mesmo que a função represente a fórmula inteira, deve haver um sinal = no começo da
fórmula. Independentemente de onde na fórmula está a função, a função começará com seu nome, como
BDCONTAR no exemplo acima. Após o nome da função vem os seus argumentos. Todos os argumentos são
necessários, a menos que especificados como opcional. Argumentos são adicionados dentro de parênteses e
são separados por ponto e vírgula, sem espaço entre os argumentos e o ponto e vírgula.

▸ Impress
O Impress é o aplicativo de apresentação de slides do LibreOffice. Com ele é possível criar slides que
contenham vários elementos diferentes, incluindo texto, listas com marcadores e numeração, tabelas, gráficos
e uma vasta gama de objetos gráficos tais como clipart, desenhos e fotografias18.
O Impress também é compatível com o MS PowerPoint, permitindo criar, abrir, editar e salvar arquivos no
[Link].

▸ Janela principal do Impress


A janela principal do Impress tem três partes: o Painel de slides, Área de trabalho, e Painel lateral. Além
disso, várias barras de ferramentas podem ser exibidas ou ocultas durante a criação de uma apresentação.

▪ Área de trabalho
A Área de trabalho (normalmente no centro da janela principal) tem cinco abas: Normal, Estrutura de tópicos,
Notas, Folheto e Classificador de slides. Estas cinco abas são chamadas de botões de visualização A área de
trabalho abaixo da visualização de botões muda dependendo da visualização escolhida. Os pontos de vista de
espaço de trabalho são descritos em “Visualização da Área de trabalho”’.

Janela principal do Impress; ovais indicam os marcadores Ocultar/Exibir.


18 SCHOFIELD, P.; WEBER, J. H.; RUSSMAN, H.; O’BRIEN, K.; JR, R. F. Introdução ao Impress. Apresentação no
LibreOffice

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▸ Painel de slides
O Painel de slides contém imagens em miniaturas dos slides em sua apresentação, na ordem em que serão
mostradas, a menos que você altere a ordem de apresentação de slides. Clicando em um slide neste painel,
este é selecionado e colocado na Área e trabalho. Quando um slide está na Área de trabalho, você pode fazer
alterações nele.
Várias operações adicionais podem ser realizadas em um ou mais slides simultaneamente no Painel de
slides:
▪ Adicionar novos slides para a apresentação.
▪ Marcar um slide como oculto para que ele não seja exibido como parte da apresentação.
▪ Excluir um slide da apresentação se ele não for mais necessário.
▪ Renomear um slide.
▪ Duplicar um slide (copiar e colar)
Também é possível realizar as seguintes operações, embora existam métodos mais eficientes do que usar
o Painel de slides:
▪ Alterar a transição de slides seguindo o slide selecionado ou após cada slide em um grupo de slides.
▪ Alterar o design de slide.

▸ Barra lateral
O Barra lateral tem cinco seções. Para expandir uma seção que você deseja usar, clique no ícone ou clique
no pequeno triângulo na parte superior dos ícones e selecione uma seção da lista suspensa. Somente uma
seção de cada vez pode ser aberta.

PROPRIEDADES
Mostra os layouts incluídos no Impress. Você pode escolher o que você quer e usá-lo como ele
é, ou modificá-lo para atender às suas necessidades. No entanto, não é possível salvar layouts
personalizados.
PÁGINAS MESTRE
Aqui você define o estilo de página (slide) para sua apresentação. O Impress inclui vários modelos de
páginas mestras (slide mestre). Um deles – Padrão – é branco, e o restante tem um plano de fundo e
estilo de texto.
ANIMAÇÃO PERSONALIZADA
Uma variedade de animações podem ser usadas para realçar ou melhorar diferentes elementos de cada
slide. A seção Animação personalizada fornece uma maneira fácil para adicionar, alterar, ou remover
animações.

TRANSIÇÃO DE SLIDES

Fornece acesso a um número de opções de transição de slides. O padrão é definido como Sem
transição, em que o slide seguinte substitui o existente. No entanto, muitas transições adicionais estão
disponíveis. Você também pode especificar a velocidade de transição (Lenta, Média, Rápida), escolher
entre uma transição automática ou manual, e escolher quanto tempo o slide selecionado será mostrado
(somente transição automática).

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
ESTILOS E FORMATAÇÃO

Aqui você pode editar e aplicar estilos gráficos e criar estilos novos, mas você só pode editar os estilos
de apresentação existentes. Quando você edita um estilo, as alterações são aplicadas automaticamente
a todos os elementos formatados com este estilo em sua apresentação. Se você quiser garantir que os
estilos em um slide específico não sejam atualizados, crie uma nova página mestra para o slide.

GALERIA

Abre a galeria Impress, onde você pode inserir um objeto em sua apresentação, quer seja como uma
cópia ou como um link. Uma cópia de um objeto é independente do objeto original. Alterações para o
objeto original não têm efeito sobre a cópia. Uma ligação permanece dependente do objeto original.
Alterações no objeto original também são refletidas no link.

NAVEGADOR

Abre o navegador Impress, no qual você pode mover rapidamente para outro slide ou selecionar um
objeto em um slide. Recomenda-se dar nomes significativos aos slides e objetos em sua apresentação
para que você possa identificá-los facilmente quando utilizar a navegação.

▸ Principais Funcionalidades e Comandos

Inicia a apresentação do primeiro slide (F5).

Inicia a apresentação do slide atual (SHIFT+F5).

Insere áudio e vídeo ao slide.

Insere caixa de texto ao slide.

Insere novo slide, permitindo escolher o leiaute do slide que será inserido.

Exclui o slide selecionado.

Altera o leiaute do slide atual.

Cria um slide mestre.

Oculta o slide no modo de apresentação.


Cronometra o tempo das animações e transições dos slides no modo de apresentação para
posterior exibição automática usando o tempo cronometrado.

Configura as transições dos slides, ou seja, o efeito de passagem de um para o outro.

Configura a animação dos conteúdos dos slides, colocando efeitos de entrada, ênfase, saída e
trajetória.

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Conceitos e modos de uso de tecnologias, ferramentas e aplicativos associados à
Internet e à Intranet; navegação segura na web; pesquisa de informações

INTERNET
A internet transformou radicalmente a maneira como nos comunicamos, trabalhamos e acessamos
informações. Trata-se de uma rede global de computadores interconectados que permite a troca de dados e
serviços entre dispositivos em todo o mundo. Essa interconexão é possível graças a protocolos padronizados
que garantem a comunicação eficiente entre diferentes sistemas, independentemente de sua localização
geográfica.

World Wide Web (WWW)


Dentro desse vasto universo digital, a World Wide Web, ou simplesmente Web, destaca-se como uma das
partes mais acessíveis e utilizadas da internet. A Web é um sistema de documentos hipermídia interligados que
podem ser acessados através da internet usando um navegador.
Funciona a partir do protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol), que permite a transferência de informações
entre servidores e clientes. A interface gráfica proporcionada pelos navegadores torna a navegação intuitiva,
permitindo que usuários interajam com textos, imagens, vídeos e outros recursos multimídia de forma integrada.

Navegadores de Internet
Um navegador de internet é um programa essencial para acessar e interagir com o conteúdo da web.
Conhecidos também como web browsers, eles exibem qualquer tipo de conteúdo disponível na internet, como
textos, imagens, vídeos, jogos, animações, aplicativos e até servidores.

Funcionalidades de um Navegador de Internet


A principal funcionalidade de um navegador é interpretar e exibir conteúdos digitais, como páginas da web
escritas em HTML, imagens, vídeos e outros tipos de arquivos. Além disso, os navegadores modernos oferecem
uma série de ferramentas úteis, que melhoram a experiência de navegação:
▪ Barra de Endereço: Localizada no topo da janela do navegador, permite ao usuário digitar a URL
(endereço eletrônico) para acessar um site.
▪ Botões de Navegação: Botões de “Voltar”, “Avançar” e “Início” facilitam o movimento entre páginas já
acessadas.
▪ Favoritos/Marcadores: Permitem salvar URLs de páginas frequentemente visitadas para rápido acesso.
▪ Atualizar: Recarrega a página para mostrar atualizações ou mudanças no conteúdo.
▪ Histórico de Navegação: Exibe as páginas visitadas anteriormente e pode ser gerenciado ou apagado.
▪ Gerenciador de Downloads: Administra os arquivos baixados pelo usuário, permitindo pausar ou
cancelar downloads.
▪ Extensões e Complementos: Ferramentas adicionais que podem ser instaladas para aumentar as
funcionalidades do navegador, como bloqueadores de anúncios, gerenciadores de senhas e plugins de
produtividade.
▪ Modo de Navegação Anônima/Privada: Oferece privacidade ao usuário, impedindo o armazenamento
de histórico de navegação e cookies.
Navegadores como Google Chrome, Firefox, Microsoft Edge, Opera e Safari são alguns dos mais populares:

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Google Chorme
O Google Chrome é o navegador mais utilizado no mundo, conhecido por seu desempenho rápido e interface
limpa. Ele oferece uma vasta biblioteca de extensões que podem personalizar a experiência do usuário e
suporta uma ampla gama de dispositivos e sistemas operacionais.

Principais recursos:
▪ Alta velocidade de navegação e desempenho otimizado.
▪ Suporte para milhares de extensões.
▪ Sincronização de dados entre dispositivos com uma conta Google.
▪ Segurança avançada com suporte a HTTPS e proteção contra sites maliciosos.
▪ Disponível em desktop e mobile (Android, iOS).

▸ Firefox
O Mozilla Firefox é conhecido por seu compromisso com a privacidade e personalização. Ele é amplamente
utilizado por desenvolvedores e usuários que buscam uma experiência de navegação rápida, com extensões
poderosas e uma interface que pode ser adaptada.

Principais recursos:
▪ Foco em privacidade, com ferramentas de proteção contra rastreamento.
▪ Leve e acessível em sistemas mais antigos.
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▪ Atualizações frequentes para segurança e performance.


▪ Disponível em desktop e mobile.

Microsoft Edge
O Microsoft Edge, sucessor do Internet Explorer, é agora baseado no mesmo motor do Chrome, o Chromium,
oferecendo um navegador moderno com integração total ao ecossistema Windows. Ele é otimizado para o
Windows 10/11 e oferece suporte para extensões.

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Principais recursos:
▪ Integração com a assistente virtual Cortana e sincronização de dados no Windows.
▪ Modo de leitura para transformar sites em páginas mais legíveis.
▪ Desempenho rápido e uso eficiente de recursos.
▪ Navegação segura com bloqueio de rastreadores.

▸ Opera
O Opera é um navegador focado em oferecer uma experiência otimizada em velocidade e eficiência. Com
seu recurso de Turbo Opera, o navegador comprime dados, acelerando a navegação em redes lentas.

Principais recursos:
▪ Consumo baixo de recursos e otimizado para dispositivos móveis.
▪ Bloqueador de anúncios embutido.
▪ Modo Turbo que comprime dados para acelerar a navegação.
▪ VPN integrada gratuita para maior privacidade.

▸ Safari
O Safari, navegador nativo da Apple, é altamente otimizado para dispositivos da marca, oferecendo um
desempenho superior em termos de velocidade e segurança em iPhones, iPads e Macs. Ele também suporta
uma ampla gama de funcionalidades focadas na privacidade.

Principais recursos:
▪ Sincronização total com o ecossistema Apple.
▪ Modo de navegação privada e proteção avançada contra rastreamento.
▪ Suporte a tecnologias modernas como HTML5 e CSS3.
▪ Disponível para macOS, iOS, e Windows.

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URLs (Uniform Resource Locators)
Ao utilizar um navegador para acessar a internet, interagimos constantemente com as URLs (Localizadores
Uniformes de Recursos). A URL é o endereço específico de um recurso na internet, como uma página web,
imagem ou documento. Ela indica ao navegador onde encontrar e como acessar esse recurso. A estrutura
básica de uma URL inclui:
▪ Protocolo: Define o método de transferência de dados (por exemplo, http ou https).
▪ Domínio: O domínio substitui o que seria um endereço IP numérico por um nome fácil de lembrar, graças
ao Sistema de Nomes de Domínio (DNS). Assim, os usuários não precisam memorizar sequências de
números para acessar sites, pois o DNS traduz esses nomes em endereços IP (por exemplo, [Link].
com).
▪ Caminho: Especifica a localização exata do recurso no servidor (por exemplo, /pastas/[Link]).
▪ Parâmetros de Consulta: Fornecem informações adicionais ao servidor (por exemplo,
?id=123&categoria=livros).
▪ Fragmento: Aponta para uma seção específica dentro do recurso (por exemplo, #secao2).

Cache
O cache é um espaço onde o navegador guarda temporariamente conteúdos de sites visitados, como
imagens, vídeos, textos e arquivos. Isso serve para que, ao acessar o mesmo site outra vez, ele carregue mais
rápido, já que parte dos dados já está salva no computador. O cache ajuda a economizar tempo e internet,
mas pode causar problemas quando guarda versões antigas das páginas. Nesses casos, o site pode não abrir
corretamente ou não mostrar atualizações. Por isso, às vezes é necessário limpar o cache nas configurações
do navegador.

Cookies
Durante a navegação, os sites podem armazenar pequenos arquivos de dados nos dispositivos dos usuários,
conhecidos como cookies. Esses arquivos permitem que os sites “lembrem” de informações importantes,
personalizando a experiência de navegação. Por exemplo, cookies podem manter o usuário logado, guardar
itens adicionados a um carrinho de compras ou salvar preferências de idioma. No entanto, também são
utilizados para rastrear o comportamento online, o que levanta preocupações relativas à privacidade. Muitos
sites solicitam consentimento para o uso de cookies, em conformidade com legislações como o GDPR na
Europa, ressaltando a importância de estar atento às políticas de privacidade ao navegar.

Links e Hiperlinks
A navegação fluida entre diferentes recursos na internet é possibilitada pelos links ou hiperlinks. Um link é uma
referência que conecta uma página ou documento a outro, permitindo que os usuários transitem facilmente entre
conteúdos relacionados. Os hiperlinks são elementos fundamentais da Web, pois criam uma rede interligada de
informações, facilitando o acesso e a descoberta de novos conteúdos. Eles podem ser incorporados em textos,
imagens ou outros elementos interativos, tornando a experiência de navegação dinâmica e rica em conexões.

Websites
Um website, site ou sítio na internet, é um conjunto de páginas interligadas que podem ser acessadas
por meio de um navegador. Esses sites podem servir a diversos propósitos, desde fornecer informações até
permitir compras online ou interação social.
Existem diferentes tipos de sites:
▪ Estáticos: Exibem o mesmo conteúdo para todos os usuários e não possuem interação dinâmica.
▪ Dinâmicos: Permitem interação e conteúdo personalizado, como redes sociais ou plataformas de
e-commerce.

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▪ Redes sociais: Como o Facebook ou Twitter, onde os usuários podem compartilhar informações, imagens
e se conectar com outras pessoas.
▪ Portais: Oferecem uma grande quantidade de informações e serviços em um único lugar, como notícias,
e-mail e previsão do tempo.
▪ Sites institucionais: Mantidos por empresas ou órgãos públicos para divulgar informações sobre sua
atuação e serviços.

Provedor de Acesso à Internet


O provedor de acesso à internet (ISP – Internet Service Provider) é a empresa responsável por fornecer a
conexão da internet ao usuário final. Exemplos incluem empresas como Claro, Vivo, Oi, entre outras. O ISP
oferece diferentes planos de velocidade, tecnologia de acesso e serviços adicionais como suporte técnico,
e-mails e segurança online. Para acessar a internet, o usuário precisa contratar um provedor, que será o
intermediário entre seu dispositivo e a rede global.

Tipos de Conexão à Internet


Existem diversos tipos de conexão à internet, cada um com características distintas de velocidade e
tecnologia. Os mais comuns incluem:
▪ Fibra Óptica: Alta velocidade e estabilidade, ideal para streaming, jogos e uso intenso.
▪ Banda Larga via Cabo: Usa a infraestrutura da TV a cabo; bastante comum em áreas urbanas.
▪ ADSL: Conexão via linha telefônica; mais lenta que a fibra, mas ainda utilizada.
▪ Internet Móvel (3G, 4G, 5G): Utiliza redes celulares, ideal para smartphones e locais sem rede fixa.
▪ Satélite: Utilizada em áreas remotas, mas com maior latência e custo.

Sites de busca
Os mecanismos de busca são ferramentas fundamentais que nos permitem encontrar informações de
maneira rápida e eficiente na vastidão de conteúdos da internet. Esses sistemas funcionam ao rastrear, indexar
e organizar bilhões de páginas web para, em segundos, fornecer uma lista de resultados relevantes para a
pesquisa realizada pelo usuário. Entre os buscadores mais conhecidos estão:
▪ Google: O mais popular e amplamente utilizado mecanismo de busca no mundo, com algoritmos
avançados que retornam resultados precisos e relevantes.
▪ Yahoo: Ainda bastante utilizado, especialmente nos Estados Unidos, combina resultados de busca com
notícias e serviços de e-mail.
▪ Bing: Desenvolvido pela Microsoft, Bing é uma alternativa ao Google, com foco em integração com o
Windows e resultados visuais aprimorados.
Esses mecanismos são acessíveis de forma bastante simples. Basta digitar o endereço do buscador
desejado na barra de URLs do navegador. Por exemplo:
[Link]
[Link]
[Link]
Ao acessar essas páginas, basta inserir palavras-chave relacionadas ao que se deseja pesquisar e
pressionar Enter.

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Dicas para Otimizar Suas Pesquisas
Aqui estão algumas dicas que podem ajudar a encontrar informações de forma mais rápida e precisa:
▪ Uso de Aspas: Ao colocar termos entre aspas (“ “), o Google mostrará apenas resultados que contenham
exatamente a frase buscada, na mesma ordem. Isso é útil para encontrar citações ou trechos exatos de
textos.
▪ Uso do Operador “site:”: Se você deseja pesquisar algo em um site específico, utilize o operador site:
seguido do domínio desejado. Isso é útil quando você sabe que as informações que procura estão em um
site específico.
▪ Uso do Operador “intitle:”: O operador intitle: permite que você encontre páginas que tenham uma
determinada palavra ou frase no título da página. Isso pode ajudar a localizar conteúdos focados no tema
que você está pesquisando.
▪ Uso do Operador “filetype:”: Quando você precisa de arquivos de um tipo específico (PDF, DOC, PPT,
etc.), o operador filetype: pode ser muito útil. Ele restringe os resultados a arquivos no formato desejado.
▪ Uso do hífen “-”: Se você quer evitar certos termos nos resultados de busca, o operador - ajuda a excluir
páginas que contenham uma palavra indesejada.
▪ Uso de “Asterisco” (*): O asterisco (*) funciona como um curinga que substitui uma ou mais palavras
em sua pesquisa. Isso é útil quando você sabe parte de uma frase, mas não tem certeza de um termo ou
palavra exata.

Como Utilizar o Buscador do Google


O Google é o mecanismo de busca mais utilizado globalmente devido à sua rapidez e precisão.

Para realizar uma pesquisa no Google, siga estes passos:


Passo 1. Digite [Link] na barra de endereços do navegador e pressione Enter. O Google também
está integrado na barra de pesquisa da maioria dos navegadores modernos, permitindo o uso direto sem
precisar acessar o site.
Passo 2. Na página inicial do Google, você verá uma barra de pesquisa centralizada. Nela, você pode
digitar as palavras-chave relacionadas ao tema de seu interesse.
O Google organiza os resultados com base na relevância, mostrando no topo as páginas mais confiáveis ou
populares. Dependendo da pesquisa, os primeiros resultados podem ser anúncios pagos, seguidos por links de
sites, imagens, vídeos e perguntas frequentes sobre o tema.

Tipos de Pesquisas no Google


Se você deseja saber sobre “carros elétricos”, por exemplo, digite esses termos e pressione Enter. O Google
apresentará uma lista de sites, imagens, notícias e outros recursos relacionados ao tema, conforme mostrado
na figura abaixo.

▪ Google Shopping: Para aqueles que estão em busca de produtos, o Google Shopping é uma plataforma
integrada que permite pesquisar itens para compra. Ao clicar na aba Shopping, você verá ofertas de
diferentes lojas online.

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▪ Google Imagens: Para buscar imagens relacionadas a uma palavra-chave, clique em Imagens ou acesse
[Link]. Insira o termo desejado e o Google exibirá imagens associadas à pesquisa.
▪ Google Notícias: Acesse [Link] ou clique na aba Notícias. Essa opção organiza os resultados
de busca com foco em artigos recentes e relevantes publicados em sites de notícias, oferecendo uma visão
atualizada sobre os acontecimentos mais recentes.
▪ Google Mapas: O Google Mapas ([Link]) é a ferramenta de pesquisa para encontrar
localizações. Você pode digitar o nome de uma cidade, restaurante, ponto turístico ou endereço e visualizar
o local no mapa, além de obter rotas.
▪ Google Acadêmico: O Google também possui uma ferramenta voltada para pesquisas acadêmicas,
acessível em [Link]. O Google Acadêmico oferece artigos científicos, teses, livros e outros
conteúdos acadêmicos relevantes.

Intranet e Extranet
A Intranet é uma rede privada usada dentro de uma organização, criada para facilitar a comunicação e o
compartilhamento de informações entre seus funcionários. Funciona de forma semelhante à internet, mas é
fechada para uso exclusivo da empresa. Nela, os colaboradores podem acessar documentos internos, participar
de treinamentos e utilizar sistemas de gestão. A principal vantagem da Intranet é a segurança, pois os dados
ficam protegidos e disponíveis apenas para quem trabalha na organização.
A Extranet, por outro lado, é uma extensão da Intranet, que permite que pessoas externas, como clientes
e fornecedores, tenham acesso controlado a certas informações da rede privada da empresa. Por exemplo,
fornecedores podem acessar pedidos ou enviar faturas. A Extranet facilita a colaboração entre a empresa e
seus parceiros, garantindo ao mesmo tempo a segurança dos dados, pois só pessoas autorizadas conseguem
acessar as informações.

Comparativo entre as tecnologias


A tabela a seguir apresenta um comparativo entre as características da Internet, Intranet e Extranet,
destacando suas principais diferenças e funcionalidades:

Característica Internet Intranet Extranet


Acessível ao público
Segurança alta
Escopo interno
Escopo global
Comunicação interna
Autenticação necessária
Controle de acesso
Colaboração com partes externas

SEGURANÇA NA INTERNET
A internet oferece inúmeras facilidades, como acesso rápido à informação, comunicação global e serviços
online. No entanto, seu uso também envolve riscos que exigem atenção e cuidados. A proteção de dados, a
escolha de senhas seguras e o comportamento consciente são fundamentais para garantir a segurança digital.

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Riscos Comuns ao Navegar na Internet
Ao utilizar a internet, os usuários ficam expostos a ameaças que podem comprometer dados pessoais,
privacidade e até a integridade de dispositivos. Os principais riscos incluem:
▪ Malwares: programas maliciosos que podem invadir, corromper ou roubar informações dos dispositivos.
▪ Phishing: tentativas de enganar o usuário por e-mail, SMS ou sites falsos para roubar dados como
senhas e números de cartão.
▪ Engenharia social: manipulação psicológica que explora a confiança do usuário para obter informações
confidenciais.
▪ Ataques cibernéticos: incluem invasões, sequestro de dados (ransomware), controle remoto de sistemas
ou interrupção de serviços.
▪ Spam: mensagens indesejadas que podem conter links perigosos ou golpes.
▪ Vazamento de dados: exposição de informações pessoais, bancárias ou corporativas.
▪ Roubo de identidade: uso indevido de dados de uma pessoa para cometer fraudes ou se passar por ela.
▪ Conteúdos impróprios ou perigosos: como sites que promovem ódio, violência ou pornografia.
▪ Contatos suspeitos: risco de aliciamento, extorsão ou golpes em redes sociais e aplicativos de mensagem.

Privacidade e Proteção de Dados Pessoais


Boa parte das informações compartilhadas online (como localização, hábitos de navegação e dados
cadastrais) pode ser usada de forma indevida. Para preservar a privacidade, recomenda-se:
▪ Evitar divulgar dados sensíveis em sites públicos ou redes sociais.
▪ Usar navegadores com ferramentas de privacidade, como bloqueadores de rastreamento.
▪ Conferir se o site usa HTTPS (cadeado na barra de endereço).
▪ Analisar os termos de uso e políticas de privacidade antes de aceitar.
▪ Desativar permissões desnecessárias em aplicativos, como acesso à câmera ou localização.

Senhas
Senhas seguras são essenciais para proteger contas e sistemas. Uma senha fraca como 123456 ou senha
é fácil de ser descoberta. Já uma senha forte deve:
▪ Ter pelo menos 8 caracteres.
▪ Combinar letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos.
▪ Evitar nomes próprios, datas de nascimento ou palavras comuns.
▪ Ser única para cada serviço utilizado.
▪ Trocar senhas com regularidade e não reutilizá-las em diferentes contas é uma prática recomendada.

Autenticação Multifator (MFA)


A autenticação multifator adiciona uma camada extra de segurança ao exigir dois ou mais métodos de
verificação. Além da senha, pode ser solicitado:
▪ Um código enviado por SMS ou gerado por aplicativo autenticador (ex.: Google Authenticator, Authy).
▪ Um token físico, como aqueles usados em bancos.
▪ Um dispositivo biométrico, como impressão digital ou reconhecimento facial.
Esse método dificulta acessos não autorizados mesmo que a senha tenha sido descoberta.

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Criptografia
A criptografia transforma os dados em códigos indecifráveis para terceiros. Ela protege:
▪ Informações enviadas pela internet (ex.: em sites com HTTPS).
▪ Arquivos armazenados em serviços de nuvem.
▪ Mensagens em aplicativos de comunicação que usam criptografia de ponta a ponta (ex.: WhatsApp,
Signal).
Essa técnica é essencial para garantir que dados pessoais e profissionais não sejam interceptados ou
acessados sem permissão.

Outros Recursos de Segurança


Além de senhas fortes e criptografia, outros mecanismos ajudam a manter a segurança digital:
▪ VPN (Rede Privada Virtual): oculta o endereço IP e cria uma conexão segura, ideal para uso em redes
Wi-Fi públicas.
▪ Backup: manter cópias dos arquivos mais importantes em locais seguros (como HDs externos ou nuvem)
previne perdas causadas por falhas ou ataques.
▪ Antivírus e firewall: protegem contra vírus, spywares e outras ameaças. Devem estar sempre atualizados.
▪ Navegação anônima: impede o registro do histórico e cookies no dispositivo, aumentando a privacidade.
▪ Gerenciadores de senhas: armazenam senhas com segurança e ajudam a gerar combinações fortes e
únicas.

Comportamento Seguro e Consciente


Mais importante do que qualquer ferramenta é o comportamento do usuário. Algumas atitudes fundamentais
incluem:
▪ Não clicar em links suspeitos nem abrir anexos de e-mails desconhecidos.
▪ Verificar a autenticidade dos sites acessados (certificados e URLs confiáveis).
▪ Desconfiar de ofertas muito vantajosas, sorteios ou prêmios “gratuitos”.
▪ Evitar expor informações pessoais desnecessariamente em redes sociais.
▪ Utilizar softwares originais e sempre atualizados.

E-mail: envio, recebimento e anexos

E-mail
O e-mail é uma ferramenta essencial de comunicação eletrônica, usada para enviar e receber mensagens
de forma rápida e acessível entre dispositivos conectados à internet. Sua importância é evidente tanto no
âmbito pessoal quanto profissional, facilitando a troca de informações, a gestão de projetos e a formalização
de acordos.
Além de ser econômico e eficiente, o e-mail permite o armazenamento e organização de mensagens, sendo
amplamente utilizado no ambiente corporativo como um registro oficial de comunicações e negociações.

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Endereços de Correio Eletrônico
Para que o sistema de e-mail funcione, cada usuário precisa ter um endereço de e-mail, que serve como sua
identidade dentro da rede de comunicação.

Estrutura de um Endereço de E-mail


A estrutura de um endereço de e-mail é composta por três elementos principais:
▪ Nome de usuário: Geralmente, é o nome escolhido pelo usuário ou pela empresa para identificar a conta.
▪ Domínio: Representa o provedor de e-mail, como “gmail”, “yahoo” ou “[Link]”.
▪ Extensão: Indica o tipo de domínio, como “.com”, “.org”, “.gov”, entre outros.
A seguir, um exemplo da estrutura típica de um endereço de e-mail:

Funcionamento dos Endereços


Os endereços de e-mail são fundamentais para o roteamento das mensagens. Quando alguém envia um
e-mail, o servidor usa o domínio para localizar o servidor que hospeda o e-mail do destinatário. Em seguida, a
mensagem é encaminhada para o endereço correspondente. Assim, o endereço de e-mail não é apenas um
identificador do usuário, mas também a chave para garantir que a mensagem chegue ao destino correto.

Atividades e Funções do Correio Eletrônico


A principal função do e-mail é permitir a comunicação entre pessoas e empresas por meio de mensagens
escritas. No entanto, existem outras funções que tornam o uso do e-mail mais eficiente e produtivo.

Envio e Recebimento de Mensagens


O processo de envio e recebimento de e-mails envolve uma série de etapas. Quando você envia uma
mensagem, o cliente de e-mail (ou webmail) envia o e-mail para um servidor de envio, que utiliza protocolos
de comunicação para transferir a mensagem até o servidor do destinatário. Este, por sua vez, armazena a
mensagem até que o destinatário a acesse.

Anexos
Uma das grandes vantagens do e-mail é a capacidade de enviar anexos, como documentos, imagens,
apresentações e outros tipos de arquivos. É importante notar que o tamanho dos anexos pode ser limitado,
dependendo do provedor de e-mail, e que é necessário cuidado ao abrir anexos de fontes desconhecidas, pois
eles podem conter vírus ou malware.

Agendamento e Respostas Automáticas


Alguns clientes de e-mail e webmails permitem agendar o envio de mensagens para um horário específico, o
que pode ser útil para garantir que um e-mail chegue no momento mais oportuno. Além disso, há a possibilidade
de configurar respostas automáticas, que são mensagens enviadas automaticamente para informar que você
está temporariamente indisponível ou para confirmar o recebimento de solicitações.

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Estrutura e Funcionalidades do E-mail
A estrutura de um sistema de e-mail é organizada de forma a facilitar o gerenciamento de mensagens.

Componentes de uma Caixa de Correio


▪ Caixa de Entrada: Armazena as mensagens recebidas.
▪ Caixa de Saída: Contém mensagens que estão em processo de envio.
▪ Itens Enviados: Mantém o histórico de mensagens enviadas.
▪ Lixeira: Armazena temporariamente as mensagens excluídas.
▪ Rascunhos: Guarda as mensagens que ainda não foram enviadas, permitindo que sejam finalizadas
posteriormente.

Filtros e Regras de E-mail


Os filtros e regras de e-mail são ferramentas que ajudam a organizar automaticamente as mensagens
recebidas. Eles permitem criar condições específicas para que o sistema realize ações pré-definidas, facilitando
o gerenciamento da caixa de entrada.
Entre as ações mais comuns estão:
▪ Mover automaticamente mensagens de certos remetentes para pastas específicas.
▪ Marcar mensagens como lidas, importantes ou adicionar rótulos.
▪ Encaminhar cópias automáticas de e-mails para outros endereços.
▪ Excluir ou bloquear mensagens indesejadas.
▪ Separar automaticamente e-mails pessoais, profissionais e promocionais.
Esses recursos tornam o uso mais eficiente, especialmente em ambientes de trabalho com grande volume
de mensagens.

Campos de uma Mensagem de E-mail


Ao redigir um e-mail, é importante preencher corretamente os seguintes campos:
▪ Para: Destinatários principais do e-mail.
▪ Cc (Cópia Carbonada): Inclui outros destinatários que devem receber a mensagem.
▪ Cco (Cópia Carbonada Oculta): Envia a mensagem a destinatários sem que os outros saibam.
▪ Assunto: O título ou tema da mensagem.
▪ Corpo da Mensagem: O conteúdo principal da mensagem.
▪ Anexos: Arquivos adicionais que acompanham o e-mail.
Abaixo, apresentamos uma captura de tela da área de composição de um e-mail no Gmail, com os principais
campos indicados:

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Protocolos de Comunicação de E-mail
Os e-mails são enviados e recebidos por meio de protocolos de comunicação, que garantem que as
mensagens cheguem ao destino de forma eficiente.

POP (Post Office Protocol)


O POP permite baixar as mensagens de e-mail do servidor para o dispositivo local. Esse protocolo é útil para
usuários que preferem armazenar suas mensagens no próprio dispositivo e acessá-las offline. No entanto, o
POP não sincroniza as alterações feitas em outros dispositivos, o que pode ser um inconveniente.

IMAP (Internet Message Access Protocol)


O IMAP, por sua vez, permite que as mensagens fiquem armazenadas no servidor e sejam acessadas e
sincronizadas entre vários dispositivos. Isso garante que as ações realizadas em um dispositivo, como mover
ou excluir mensagens, sejam refletidas em todos os outros dispositivos conectados à mesma conta.

SMTP (Simple Mail Transfer Protocol)


O SMTP é o protocolo responsável pelo envio de e-mails. Ele garante que a mensagem seja transmitida do
cliente de e-mail do remetente até o servidor de e-mail do destinatário. Esse protocolo trabalha em conjunto
com o POP e o IMAP para garantir o funcionamento completo do sistema de e-mails.

Segurança nos Protocolos: SSL/TLS


Para proteger os dados em trânsito, é comum o uso de tecnologias como SSL (Secure Sockets Layer) e
TLS (Transport Layer Security). Esses mecanismos de criptografia protegem as informações enquanto elas
trafegam pela internet, garantindo que não sejam interceptadas por terceiros.

Clientes de E-mail
Existem diferentes tipos de clientes de e-mail, que são aplicativos ou programas usados para gerenciar
contas de e-mail.

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Principais Clientes de E-mail
▪ Microsoft Outlook: Muito utilizado em ambientes corporativos, com integração de calendário e tarefas.

▪ Mozilla Thunderbird: Um cliente de e-mail gratuito, amplamente usado por usuários domésticos e pequenas
empresas.

▪ Clientes móveis: Aplicativos nativos como o iOS Mail e Android Mail, presentes em dispositivos móveis,
são bastante populares para quem precisa acessar e-mails em trânsito.

Funcionamento dos Clientes de E-mail


Clientes de e-mail diferem de webmails, pois requerem a configuração manual de protocolos como POP,
IMAP e SMTP para funcionar. Isso permite o gerenciamento de múltiplas contas de e-mail em um só lugar,
enquanto os webmails são acessados diretamente pelo navegador e não exigem configuração.

Webmails
Os webmails são serviços de e-mail acessíveis pela internet, sem a necessidade de instalar software.
Alguns dos webmails mais populares incluem:
▪ Gmail: O Gmail, lançado pelo Google em 2004, é um dos serviços de webmail mais populares do mundo.
Ele se destaca pela integração completa com o ecossistema do Google, além de oferecer 15 GB de
armazenamento gratuito, compartilhado com outros serviços.

▪ Outlook: O Outlook, anteriormente conhecido como Hotmail, foi um dos primeiros serviços de webmail,
lançado em 1996. O serviço é muito utilizado em ambientes corporativos devido à integração com o Microsoft
365, incluindo Word, Excel e PowerPoint, além de ferramentas de calendário e contatos.

▪ Yahoo Mail: O Yahoo Mail, que começou em 1997, é outro serviço de webmail bem estabelecido. Ele
oferece 1 TB (1.000 GB) de armazenamento, um diferencial significativo em relação a outros serviços de
e-mail.

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Esses serviços são amplamente utilizados por sua praticidade e pela integração com outras ferramentas.

Integração com Serviços


Tanto o Gmail quanto o [Link] podem ser integrados a serviços corporativos como o Google Workspace
e o Microsoft 365, permitindo que as empresas utilizem as mesmas plataformas de e-mail com ferramentas de
colaboração e armazenamento em nuvem.

Diferença entre webmail e correio eletrônico


Essa tabela mostra as principais diferenças entre webmail e clientes de e-mail:

Aspecto Webmail Cliente de E-mail

Acesso via navegador

Necessita de software

Uso offline

Configuração necessária

Acessível nos dispositivos

Sincronização em tempo real

Armazenamento local

Armazenamento em servidor online

Necessita conexão à internet

Integração com serviços como Google Drive

Atualizações automáticas

Maior personalização

Necessita configurar servidor

Segurança dependente do provedor

Funciona em dispositivos móveis

Fácil para iniciantes

Spam, Phishing e Segurança


A segurança no uso do e-mail é um dos aspectos mais importantes. Como o e-mail é uma ferramenta
amplamente utilizada tanto por indivíduos quanto por empresas, ele se torna um alvo atraente para fraudes,
ataques cibernéticos e propagação de softwares maliciosos. Proteger sua caixa de entrada e suas informações
pessoais requer conhecimento sobre as principais ameaças e as melhores práticas de prevenção.
Dentre os problemas mais comuns associados ao uso do e-mail estão o spam, o phishing e o malware:

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Spam (Lixo Eletrônico)
Spam são e-mails indesejados, geralmente de caráter publicitário, que podem sobrecarregar a caixa de
entrada e reduzir a eficiência do sistema de e-mail.

Phishing
O phishing é uma técnica de fraude eletrônica em que criminosos tentam obter informações pessoais dos
usuários, como senhas e dados financeiros, por meio de e-mails falsos que imitam empresas legítimas.

Malware via E-mail


Muitos ataques de malware são realizados via e-mail, geralmente por meio de anexos infectados ou links
maliciosos. Para evitar problemas, é essencial verificar a procedência das mensagens e não abrir anexos de
fontes desconhecidas.

Noções de segurança da informação e boas práticas de uso

Segurança da informação
Segurança da informação é o conjunto de ações para proteção de um grupo de dados, protegendo o valor
que ele possui, seja para um indivíduo específico no âmbito pessoal, seja para uma organização19.
É essencial para a proteção do conjunto de dados de uma corporação, sendo também fundamentais para
as atividades do negócio.
Quando bem aplicada, é capaz de blindar a empresa de ataques digitais, desastres tecnológicos ou falhas
humanas. Porém, qualquer tipo de falha, por menor que seja, abre brecha para problemas.
A segurança da informação se baseia nos seguintes pilares20:
▪ Confidencialidade: o conteúdo protegido deve estar disponível somente a pessoas autorizadas.
▪ Disponibilidade: é preciso garantir que os dados estejam acessíveis para uso por tais pessoas quando
for necessário, ou seja, de modo permanente a elas.
▪ Integridade: a informação protegida deve ser íntegra, ou seja, sem sofrer qualquer alteração indevida,
não importa por quem e nem em qual etapa, se no processamento ou no envio.
▪ Autenticidade: a ideia aqui é assegurar que a origem e autoria do conteúdo seja mesmo a anunciada.
Existem outros termos importantes com os quais um profissional da área trabalha no dia a dia.
Podemos citar a legalidade, que diz respeito à adequação do conteúdo protegido à legislação vigente; a
privacidade, que se refere ao controle sobre quem acessa as informações; e a auditoria, que permite examinar
o histórico de um evento de segurança da informação, rastreando as suas etapas e os responsáveis por cada
uma delas.

Alguns conceitos relacionados à aplicação dos pilares


▪ Vulnerabilidade: pontos fracos existentes no conteúdo protegido, com potencial de prejudicar alguns dos
pilares de segurança da informação, ainda que sem intenção
▪ Ameaça: elemento externo que pode se aproveitar da vulnerabilidade existente para atacar a informação
sensível ao negócio.
▪ Probabilidade: se refere à chance de uma vulnerabilidade ser explorada por uma ameaça.
▪ Impacto: diz respeito às consequências esperadas caso o conteúdo protegido seja exposto de forma não
autorizada.
19 [Link]
20 [Link]

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▪ Risco: estabelece a relação entre probabilidade e impacto, ajudando a determinar onde concentrar
investimentos em segurança da informação.

Tipos de ataques
Cada tipo de ataque tem um objetivo específico, que são eles21:
▪ Passivo: envolve ouvir as trocas de comunicações ou gravar de forma passiva as atividades do
computador. Por si só, o ataque passivo não é prejudicial, mas a informação coletada durante a sessão
pode ser extremamente prejudicial quando utilizada (adulteração, fraude, reprodução, bloqueio).
▪ Ativos: neste momento, faz-se a utilização dos dados coletados no ataque passivo para, por exemplo,
derrubar um sistema, infectar o sistema com malwares, realizar novos ataques a partir da máquina-alvo ou
até mesmo destruir o equipamento (Ex.: interceptação, monitoramento, análise de pacotes).

Política de Segurança da Informação


Este documento irá auxiliar no gerenciamento da segurança da organização através de regras de alto nível
que representam os princípios básicos que a entidade resolveu adotar de acordo com a visão estratégica da
mesma, assim como normas (no nível tático) e procedimentos (nível operacional). Seu objetivo será manter a
segurança da informação. Todos os detalhes definidos nelas serão para informar sobre o que pode e o que é
proibido, incluindo:
▪ Política de senhas: define as regras sobre o uso de senhas nos recursos computacionais, como tamanho
mínimo e máximo, regra de formação e periodicidade de troca.
▪ Política de backup: define as regras sobre a realização de cópias de segurança, como tipo de mídia
utilizada, período de retenção e frequência de execução.
▪ Política de privacidade: define como são tratadas as informações pessoais, sejam elas de clientes,
usuários ou funcionários.
▪ Política de confidencialidade: define como são tratadas as informações institucionais, ou seja, se elas
podem ser repassadas a terceiros.

Mecanismos de segurança
Um mecanismo de segurança da informação é uma ação, técnica, método ou ferramenta estabelecida com
o objetivo de preservar o conteúdo sigiloso e crítico para uma empresa.
Ele pode ser aplicado de duas formas:
▪ Controle físico: é a tradicional fechadura, tranca, porta e qualquer outro meio que impeça o contato ou
acesso direto à informação ou infraestrutura que dá suporte a ela
▪ Controle lógico: nesse caso, estamos falando de barreiras eletrônicas, nos mais variados formatos
existentes, desde um antivírus, firewall ou filtro anti-spam, o que é de grande valia para evitar infecções por
e-mail ou ao navegar na internet, passa por métodos de encriptação, que transformam as informações em
códigos que terceiros sem autorização não conseguem decifrar e, há ainda, a certificação e assinatura digital,
sobre as quais falamos rapidamente no exemplo antes apresentado da emissão da nota fiscal eletrônica.
Todos são tipos de mecanismos de segurança, escolhidos por profissional habilitado conforme o plano de
segurança da informação da empresa e de acordo com a natureza do conteúdo sigiloso.

21 [Link]

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Gerenciadores e Políticas de Senhas
A gestão adequada de senhas é uma das principais práticas para garantir a integridade e confidencialidade
das informações.
Os gerenciadores de senhas são ferramentas ou aplicativos desenvolvidos para armazenar e gerenciar
senhas de forma segura. Eles criptografam e organizam senhas para diversos serviços e sistemas, de modo
que o usuário não precise lembrar de todas as senhas, mas possa acessá-las facilmente e de maneira segura.
Alguns dos principais benefícios incluem:
▪ Armazenamento Seguro: As senhas são criptografadas, garantindo que mesmo que o arquivo ou o banco
de dados do gerenciador seja comprometido, as senhas não sejam acessíveis sem a chave de criptografia.
▪ Geração de Senhas Fortes: Muitos gerenciadores de senhas oferecem a funcionalidade de gerar
senhas complexas automaticamente, com combinações de caracteres aleatórios, evitando senhas fáceis
de adivinhar.
▪ Sincronização entre Dispositivos: Alguns gerenciadores permitem que as senhas sejam sincronizadas
entre dispositivos diferentes, permitindo que o usuário acesse suas credenciais de qualquer lugar sem
comprometer a segurança.
▪ Facilidade de Uso: Com a armazenagem centralizada de senhas, o usuário não precisa memorizar cada
senha individualmente, facilitando o uso de senhas fortes sem a preocupação de esquecê-las.
▪ Exemplos populares de gerenciadores de senhas: LastPass, 1Password, Bitwarden e Dashlane.
As políticas de senhas são um conjunto de regras e diretrizes estabelecidas para assegurar que as senhas
utilizadas em um sistema ou organização sejam fortes e seguras. Essas políticas são essenciais para proteger
as contas de acessos não autorizados. Algumas práticas recomendadas incluem:
▪ Complexidade da Senha: A senha deve incluir uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas,
números e caracteres especiais. Isso aumenta a dificuldade de um ataque de força bruta, onde um atacante
tenta adivinhar a senha por meio de tentativas automáticas.
▪ Comprimento Mínimo: As políticas devem definir um comprimento mínimo de senha (geralmente entre 8
e 12 caracteres). Quanto maior for a senha, mais difícil será para os atacantes quebrá-la.
▪ Expiração de Senhas: Definir um período máximo para a validade de uma senha é uma prática comum,
obrigando os usuários a alterarem suas senhas periodicamente (por exemplo, a cada 90 dias).
▪ Proibição de Senhas Reutilizadas: Usuários devem ser impedidos de reutilizar senhas antigas, o que
pode reduzir o risco de exploração de credenciais comprometidas em diferentes sistemas.
▪ Autenticação de Dois Fatores (2FA): Embora não seja uma parte direta da política de senhas, a
implementação de 2FA complementa as senhas, exigindo uma segunda forma de verificação (como um
código enviado por SMS ou um aplicativo de autenticação), aumentando significativamente a segurança da
conta.
▪ Bloqueio de Conta Após Tentativas Falhas: Para evitar ataques de força bruta, as contas devem ser
bloqueadas após um número determinado de tentativas de login malsucedidas, reduzindo as chances de
um atacante adivinhar a senha.

Criptografia
É uma maneira de codificar uma informação para que somente o emissor e receptor da informação possa
decifrá-la através de uma chave que é usada tanto para criptografar e descriptografar a informação22.

22 [Link]

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Tem duas maneiras de criptografar informações:
▪ Criptografia simétrica (chave secreta): utiliza-se uma chave secreta, que pode ser um número, uma
palavra ou apenas uma sequência de letras aleatórias, é aplicada ao texto de uma mensagem para alterar
o conteúdo de uma determinada maneira. Tanto o emissor quanto o receptor da mensagem devem saber
qual é a chave secreta para poder ler a mensagem.
▪ Criptografia assimétrica (chave pública): tem duas chaves relacionadas. Uma chave pública é
disponibilizada para qualquer pessoa que queira enviar uma mensagem. Uma segunda chave privada é
mantida em segredo, para que somente você saiba.
Qualquer mensagem que foi usada a chave púbica só poderá ser descriptografada pela chave privada.
Se a mensagem foi criptografada com a chave privada, ela só poderá ser descriptografada pela chave
pública correspondente.
A criptografia assimétrica é mais lenta o processamento para criptografar e descriptografar o conteúdo da
mensagem.
Um exemplo de criptografia assimétrica é a assinatura digital.
▪ Assinatura Digital: é muito usado com chaves públicas e permitem ao destinatário verificar a autenticidade
e a integridade da informação recebida. Além disso, uma assinatura digital não permite o repúdio, isto é, o
emitente não pode alegar que não realizou a ação. A chave é integrada ao documento, com isso se houver
alguma alteração de informação invalida o documento.
▪ Sistemas biométricos: utilizam características físicas da pessoa como os olhos, retina, dedos, digitais,
palma da mão ou voz.

Firewall
Firewall ou “parede de fogo” é uma solução de segurança baseada em hardware ou software (mais comum)
que, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analisa o tráfego de rede para determinar quais operações
de transmissão ou recepção de dados podem ser executadas. O firewall se enquadra em uma espécie de barreira
de defesa. A sua missão, por assim dizer, consiste basicamente em bloquear tráfego de dados indesejado e
liberar acessos bem-vindos.

▸ Representação de um firewall.23

Formas de segurança e proteção


▪ Controles de acesso através de senhas para quem acessa, com autenticação, ou seja, é a comprovação
de que uma pessoa que está acessando o sistema é quem ela diz ser24.
▪ Se for empresa e os dados a serem protegidos são extremamente importantes, pode-se colocar uma
identificação biométrica como os olhos ou digital.
▪ Evitar colocar senhas com dados conhecidos como data de nascimento ou placa do seu carro.

23 Fonte: [Link]
solu%C3%A7%C3%A3o%20de,de%20dados%20podem%20ser%20executadas.
24 [Link]

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▪ As senhas ideais devem conter letras minúsculas e maiúsculas, números e caracteres especiais como @
# $ % & *.
▪ Instalação de antivírus com atualizações constantes.
▪ Todos os softwares do computador devem sempre estar atualizados, principalmente os softwares
de segurança e sistema operacional. No Windows, a opção recomendada é instalar atualizações
automaticamente.
▪ Dentre as opções disponíveis de configuração qual opção é a recomendada.
▪ Sempre estar com o firewall ativo.
▪ Anti-spam instalados.
▪ Manter um backup para caso de pane ou ataque.
▪ Evite sites duvidosos.
▪ Não abrir e-mails de desconhecidos e principalmente se tiver anexos (link).
▪ Evite ofertas tentadoras por e-mail ou em publicidades.
▪ Tenha cuidado quando solicitado dados pessoais. Caso seja necessário, fornecer somente em sites
seguros.
▪ Cuidado com informações em redes sociais.
▪ Instalar um anti-spyware.
▪ Para se manter bem protegido, além dos procedimentos anteriores, deve-se ter um antivírus instalado e
sempre atualizado.

Códigos maliciosos (Malware)


Códigos maliciosos (malware) são programas especificamente desenvolvidos para executar ações danosas
e atividades maliciosas em um computador25. Algumas das diversas formas como os códigos maliciosos podem
infectar ou comprometer um computador são:
▪ Pela exploração de vulnerabilidades existentes nos programas instalados;
▪ Pela autoexecução de mídias removíveis infectadas, como pen-drives;
▪ Pelo acesso a páginas Web maliciosas, utilizando navegadores vulneráveis;
▪ Pela ação direta de atacantes que, após invadirem o computador, incluem arquivos contendo códigos
maliciosos;
▪ Pela execução de arquivos previamente infectados, obtidos em anexos de mensagens eletrônicas, via
mídias removíveis, em páginas Web ou diretamente de outros computadores (através do compartilhamento
de recursos).
Uma vez instalados, os códigos maliciosos passam a ter acesso aos dados armazenados no computador e
podem executar ações em nome dos usuários, de acordo com as permissões de cada usuário.
Os principais motivos que levam um atacante a desenvolver e a propagar códigos maliciosos são a obtenção
de vantagens financeiras, a coleta de informações confidenciais, o desejo de autopromoção e o vandalismo.
Além disto, os códigos maliciosos são muitas vezes usados como intermediários e possibilitam a prática de
golpes, a realização de ataques e a disseminação de spam (mais detalhes nos Capítulos Golpes na Internet,
Ataques na Internet e Spam, respectivamente).

25 [Link]

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A seguir, serão apresentados os principais tipos de códigos maliciosos existentes.

▸ Vírus
Vírus é um programa ou parte de um programa de computador, normalmente malicioso, que se propaga
inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
Para que possa se tornar ativo e dar continuidade ao processo de infecção, o vírus depende da execução
do programa ou arquivo hospedeiro, ou seja, para que o seu computador seja infectado é preciso que um
programa já infectado seja executado.
O principal meio de propagação de vírus costumava ser os disquetes. Com o tempo, porém, estas
mídias caíram em desuso e começaram a surgir novas maneiras, como o envio de e-mail. Atualmente, as
mídias removíveis tornaram-se novamente o principal meio de propagação, não mais por disquetes, mas,
principalmente, pelo uso de pen-drives.
Há diferentes tipos de vírus. Alguns procuram permanecer ocultos, infectando arquivos do disco e executando
uma série de atividades sem o conhecimento do usuário. Há outros que permanecem inativos durante certos
períodos, entrando em atividade apenas em datas específicas. Alguns dos tipos de vírus mais comuns são:
▪ Vírus propagado por e-mail: recebido como um arquivo anexo a um e-mail cujo conteúdo tenta induzir o
usuário a clicar sobre este arquivo, fazendo com que seja executado.
▪ Vírus de script: escrito em linguagem de script, como VBScript e JavaScript, e recebido ao acessar uma
página Web ou por e-mail, como um arquivo anexo ou como parte do próprio e-mail escrito em formato
HTML.
▪ Vírus de macro: tipo específico de vírus de script, escrito em linguagem de macro, que tenta infectar
arquivos manipulados por aplicativos que utilizam esta linguagem como, por exemplo, os que compõe o
Microsoft Office (Excel, Word e PowerPoint, entre outros).
▪ Vírus de telefone celular: vírus que se propaga de celular para celular por meio da tecnologia bluetooth
ou de mensagens MMS (Multimedia Message Service). A infecção ocorre quando um usuário permite o
recebimento de um arquivo infectado e o executa.

▸ Worm
Worm é um programa capaz de se propagar automaticamente pelas redes, enviando cópias de si mesmo
de computador para computador.
Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas
ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas cópias ou pela exploração automática de vulnerabilidades
existentes em programas instalados em computadores.
Worms são notadamente responsáveis por consumir muitos recursos, devido à grande quantidade de
cópias de si mesmo que costumam propagar e, como consequência, podem afetar o desempenho de redes e
a utilização de computadores.

▸ Bot e botnet
Bot é um programa que dispõe de mecanismos de comunicação com o invasor que permitem que ele seja
controlado remotamente. Possui processo de infecção e propagação similar ao do worm, ou seja, é capaz de se
propagar automaticamente, explorando vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores.
A comunicação entre o invasor e o computador infectado pelo bot pode ocorrer via canais de IRC, servidores
Web e redes do tipo P2P, entre outros meios. Ao se comunicar, o invasor pode enviar instruções para que ações
maliciosas sejam executadas, como desferir ataques, furtar dados do computador infectado e enviar spam.
Um computador infectado por um bot costuma ser chamado de zumbi (zombie computer), pois pode ser
controlado remotamente, sem o conhecimento do seu dono. Também pode ser chamado de spam zombie
quando o bot instalado o transforma em um servidor de e-mails e o utiliza para o envio de spam.

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Botnet é uma rede formada por centenas ou milhares de computadores zumbis e que permite potencializar
as ações danosas executadas pelos bots.
Quanto mais zumbis participarem da botnet mais potente ela será. O atacante que a controlar, além de
usá-la para seus próprios ataques, também pode alugá-la para outras pessoas ou grupos que desejem que
uma ação maliciosa específica seja executada.
Algumas das ações maliciosas que costumam ser executadas por intermédio de botnets são: ataques de
negação de serviço, propagação de códigos maliciosos (inclusive do próprio bot), coleta de informações de
um grande número de computadores, envio de spam e camuflagem da identidade do atacante (com o uso de
proxies instalados nos zumbis).

▸ Spyware
Spyware é um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações
coletadas para terceiros.
Pode ser usado tanto de forma legítima quanto maliciosa, dependendo de como é instalado, das ações
realizadas, do tipo de informação monitorada e do uso que é feito por quem recebe as informações coletadas.
Pode ser considerado de uso:
▪ Legítimo: quando instalado em um computador pessoal, pelo próprio dono ou com consentimento deste,
com o objetivo de verificar se outras pessoas o estão utilizando de modo abusivo ou não autorizado.
▪ Malicioso: quando executa ações que podem comprometer a privacidade do usuário e a segurança do
computador, como monitorar e capturar informações referentes à navegação do usuário ou inseridas em
outros programas (por exemplo, conta de usuário e senha).
Alguns tipos específicos de programas spyware são:
▪ Keylogger: capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado do computador.
▪ Screenlogger: similar ao keylogger, capaz de armazenar a posição do cursor e a tela apresentada no
monitor, nos momentos em que o mouse é clicado, ou a região que circunda a posição onde o mouse é
clicado.
▪ Adware: projetado especificamente para apresentar propagandas.

▸ Backdoor
Backdoor é um programa que permite o retorno de um invasor a um computador comprometido, por meio
da inclusão de serviços criados ou modificados para este fim.
Pode ser incluído pela ação de outros códigos maliciosos, que tenham previamente infectado o computador,
ou por atacantes, que exploram vulnerabilidades existentes nos programas instalados no computador para
invadi-lo.
Após incluído, o backdoor é usado para assegurar o acesso futuro ao computador comprometido, permitindo
que ele seja acessado remotamente, sem que haja necessidade de recorrer novamente aos métodos utilizados
na realização da invasão ou infecção e, na maioria dos casos, sem que seja notado.

▸ Cavalo de troia (Trojan)


Cavalo de troia, trojan ou trojan-horse, é um programa que, além de executar as funções para as quais foi
aparentemente projetado, também executa outras funções, normalmente maliciosas, e sem o conhecimento do
usuário.
Exemplos de trojans são programas que você recebe ou obtém de sites na Internet e que parecem ser
apenas cartões virtuais animados, álbuns de fotos, jogos e protetores de tela, entre outros. Estes programas,
geralmente, consistem de um único arquivo e necessitam ser explicitamente executados para que sejam
instalados no computador.

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Trojans também podem ser instalados por atacantes que, após invadirem um computador, alteram programas
já existentes para que, além de continuarem a desempenhar as funções originais, também executem ações
maliciosas.

▸ Rootkit
Rootkit é um conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a presença de um invasor
ou de outro código malicioso em um computador comprometido.
Rootkits inicialmente eram usados por atacantes que, após invadirem um computador, os instalavam para
manter o acesso privilegiado, sem precisar recorrer novamente aos métodos utilizados na invasão, e para
esconder suas atividades do responsável e/ou dos usuários do computador. Apesar de ainda serem bastante
usados por atacantes, os rootkits atualmente têm sido também utilizados e incorporados por outros códigos
maliciosos para ficarem ocultos e não serem detectados pelo usuário e nem por mecanismos de proteção.

▸ Ransomware
Ransomware é um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados armazenados em um
equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige pagamento de resgate (ransom) para restabelecer
o acesso ao usuário26.
O pagamento do resgate geralmente é feito via bitcoins.
Pode se propagar de diversas formas, embora as mais comuns sejam através de e-mails com o código
malicioso em anexo ou que induzam o usuário a seguir um link e explorando vulnerabilidades em sistemas que
não tenham recebido as devidas atualizações de segurança.

Engenharia Social
Engenharia social é uma técnica de manipulação psicológica utilizada para obter informações confidenciais.
Ela explora a tendência natural das pessoas em confiar e pode envolver vários métodos, como pretexting,
baiting e tailgating, para enganar indivíduos e acessar informações privilegiadas ou sistemas protegidos.

Phishing
É um tipo de fraude onde o atacante se disfarça como uma entidade confiável em comunicações eletrônicas
para enganar as vítimas e fazê-las revelar informações pessoais, como senhas e números de cartão de crédito.
Geralmente, isso é feito por meio de e-mails ou mensagens que parecem ser de bancos, redes sociais ou
outros serviços online legítimos.

Smishing
Smishing é uma variante do phishing que utiliza mensagens de texto (SMS) como meio para enganar as
vítimas e induzi-las a fornecer informações pessoais ou clicar em links maliciosos. Os atacantes costumam se
passar por instituições financeiras ou outras organizações confiáveis para ganhar a confiança das vítimas.

Vishing
Vishing é uma forma de phishing realizada por meio de chamadas telefônicas ou mensagens de voz. Os
criminosos se passam por representantes de instituições legítimas e tentam persuadir as vítimas a fornecer
informações pessoais ou financeiras.

Antivírus
O antivírus é um software de proteção do computador que elimina programas maliciosos que foram
desenvolvidos para prejudicar o computador.
O vírus infecta o computador através da multiplicação dele (cópias) com intenção de causar danos na
máquina ou roubar dados.
26 [Link]

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O antivírus analisa os arquivos do computador buscando padrões de comportamento e códigos que não
seriam comuns em algum tipo de arquivo e compara com seu banco de dados. Com isto ele avisa o usuário que
tem algo suspeito para ele tomar providência.
O banco de dados do antivírus é muito importante neste processo, por isso, ele deve ser constantemente
atualizado, pois todos os dias são criados vírus novos.
Uma grande parte das infecções de vírus tem participação do usuário. Os mais comuns são através de links
recebidos por e-mail ou download de arquivos na internet de sites desconhecidos ou mesmo só de acessar
alguns sites duvidosos pode acontecer uma contaminação.
Outro jeito de contaminar é através de dispositivos de armazenamentos móveis como HD externo e pen
drive. Nestes casos devem acionar o antivírus para fazer uma verificação antes.
Existem diversas opções confiáveis, tanto gratuitas quanto pagas. Entre as principais estão:
▪ Avast;
▪ AVG;
▪ Norton;
▪ Avira;
▪ Kaspersky;
▪ McAffe.

Filtro anti-spam
Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um
grande número de pessoas.
Spam zombies são computadores de usuários finais que foram comprometidos por códigos maliciosos em
geral, como worms, bots, vírus e cavalos de tróia. Estes códigos maliciosos, uma vez instalados, permitem
que spammers utilizem a máquina para o envio de spam, sem o conhecimento do usuário. Enquanto utilizam
máquinas comprometidas para executar suas atividades, dificultam a identificação da origem do spam e dos
autores também. Os spam zombies são muito explorados pelos spammers, por proporcionar o anonimato que
tanto os protege.
Estes filtros são responsáveis por evitar que mensagens indesejadas cheguem até a sua caixa de entrada
no e-mail.

Anti-malwares
Ferramentas anti-malware são aquelas que procuram detectar e, então, anular ou remover os códigos
maliciosos de um computador. Antivírus, anti-spyware, anti-rootkit e anti-trojan são exemplos de ferramentas
deste tipo.

Conceitos de nuvem

COMPUTAÇÃO NAS NUVENS


A computação em nuvem permite o acesso a arquivos e a execução de tarefas pela internet, sem a
necessidade de instalar aplicativos no seu computador. Em vez de armazenar dados em um computador
específico, tudo é mantido em servidores remotos, acessíveis de qualquer lugar com conexão à internet. Isso
torna possível usar serviços online, como editores de texto, jogos ou programas de edição, independentemente
da capacidade do seu dispositivo local.

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título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.
Provedores de serviços
Os provedores de serviços de nuvem, como AWS (Amazon Web Services), Azure (Microsoft) e Google
Cloud, desempenham um papel crucial na disponibilização dessa infraestrutura que possibilita a computação
em nuvem. Eles não só oferecem armazenamento e computação, mas também uma vasta gama de serviços
que abrangem desde a infraestrutura básica até plataformas avançadas de desenvolvimento e soluções de
software.
▪ Amazon Web Services (AWS): A AWS oferece uma gama completa de serviços, incluindo armazenamento
(S3), poder de processamento (EC2), banco de dados (RDS), e ferramentas de aprendizado de máquina.
Empresas de todos os tamanhos utilizam a AWS por sua escalabilidade, confiabilidade e vasto ecossistema.
▪ Microsoft Azure: O Azure é conhecido por sua forte integração com produtos Microsoft, como Windows
Server, SQL Server, e o pacote Office 365. Ele oferece soluções híbridas que combinam nuvem pública e
privada, facilitando a transição para a nuvem.
▪ Google Cloud: O Google Cloud destaca-se por suas capacidades de análise de dados e aprendizado de
máquina, como o BigQuery e TensorFlow. Além disso, oferece serviços de computação e armazenamento
robustos e é popular entre startups e grandes corporações que necessitam de análise de dados em grande
escala.

▸ Vantagens
▪ Não necessidade de ter uma máquina potente, uma vez que tudo é executado em servidores remotos.
▪ Possibilidade de acessar dados, arquivos e aplicativos a partir de qualquer lugar, bastando uma conexão
com a internet para tal — ou seja, não é necessário manter conteúdos importantes em um único computador.

▸ Desvantagens
▪ Gera desconfiança, principalmente no que se refere à segurança. Afinal, a proposta é manter informações
importantes em um ambiente virtual, e não são todas as pessoas que se sentem à vontade com isso.
▪ Como há a necessidade de acessar servidores remotos, é primordial que a conexão com a internet seja
estável e rápida, principalmente quando se trata de streaming e jogos.

Exemplos de Serviços de Armazenamento em Nuvem


Os serviços de armazenamento em nuvem oferecem soluções práticas e acessíveis para armazenar e
acessar arquivos a partir de qualquer dispositivo conectado à internet. Abaixo estão alguns dos serviços mais
populares, que permitem guardar, sincronizar e compartilhar dados de forma segura e eficiente.
▪ Dropbox: O Dropbox é um serviço de hospedagem de arquivos em nuvem que pode ser usado de
forma gratuita, desde que respeitado o limite de 2 GB de conteúdo. Assim, o usuário poderá guardar com
segurança suas fotos, documentos, vídeos, e outros formatos, liberando espaço no PC ou smartphone.

Além de servir como ferramenta de backup, o Dropbox também é uma forma eficiente de ter os arquivos
importantes sempre acessíveis. Deste modo, o usuário consegue abrir suas mídias e documentos onde quer
que esteja, desde que tenha acesso à Internet.

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▪ OneDrive: O OneDrive, que já foi chamado de SkyDrive, é o serviço de armazenamento na nuvem da
Microsoft e oferece inicialmente 15 GB de espaço para os usuários27. Mas é possível conseguir ainda
mais espaço gratuitamente indicando amigos e aproveitando diversas promoções que a empresa lança
regularmente.
Para conseguir espaço ainda maior, o aplicativo oferece planos pagos com capacidades variadas também.

Para quem gosta de editar documentos como Word, Excel e PowerPoint diretamente do gerenciador de
arquivos do serviço, o OneDrive disponibiliza esse recurso na nuvem para que seja dispensada a necessidade
de realizar o download para só então poder modificar o conteúdo do arquivo.
▪ iCloud: O iCloud, serviço de armazenamento da Apple, possuía em um passado recente a ideia principal
de sincronizar contatos, e-mails, dados e informações de dispositivos iOS. No entanto, recentemente a
empresa também adotou para o iCloud a estratégia de utilizá-lo como um serviço de armazenamento na
nuvem para usuários iOS. De início, o usuário recebe 5 GB de espaço de maneira gratuita.
Existem planos pagos para maior capacidade de armazenamento também.

No entanto, a grande vantagem do iCloud é que ele possui um sistema muito bem integrado aos seus
aparelhos, como o iPhone. A ferramenta “buscar meu iPhone”, por exemplo, possibilita que o usuário encontre
e bloqueie o aparelho remotamente, além de poder contar com os contatos e outras informações do dispositivo
caso você o tenha perdido.
▪ Google Drive: Apesar de não disponibilizar gratuitamente o aumento da capacidade de armazenamento,
o Google Drive fornece para os usuários mais espaço do que os concorrentes ao lado do OneDrive. São 15
GB de espaço para fazer upload de arquivos, documentos, imagens, etc.

Uma funcionalidade interessante do Google Drive é o seu serviço de pesquisa e busca de arquivos que
promete até mesmo reconhecer objetos dentro de imagens e textos escaneados. Mesmo que o arquivo seja
um bloco de notas ou um texto e você queira encontrar algo que esteja dentro dele, é possível utilizar a busca
para procurar palavras e expressões.
Além disso, o serviço do Google disponibiliza que sejam feitas edições de documentos diretamente do
browser, sem precisar fazer o download do documento e abri-lo em outro aplicativo.

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▪ Amazon S3: O Amazon S3, que significa Simple Storage Service, é o serviço de armazenamento na nuvem
da Amazon e oferece inicialmente 5 GB de espaço gratuito para os usuários. Mas é possível conseguir mais
espaço gratuitamente usando o nível gratuito da AWS, que oferece até 25 GB de armazenamento por 12
[Link] conseguir espaço ainda maior, o serviço oferece planos pagos com capacidades e preços
variados, de acordo com o uso e a região.

Para quem gosta de gerenciar e analisar dados como imagens, vídeos, documentos, arquivos de áudio e
outros tipos de objetos, o Amazon S3 disponibiliza esse recurso na nuvem, com alta durabilidade, disponibilidade
e escalabilidade. O serviço também permite integrar os dados com outros serviços da AWS, como o Amazon
EC2, o Amazon Lambda, o Amazon Glacier, etc.

Tipos de implantação de nuvem


Primeiramente, é preciso determinar o tipo de implantação de nuvem, ou a arquitetura de computação em
nuvem, na qual os serviços cloud contratados serão implementados pela sua gestão de TI28. Há três diferentes
maneiras de implantar serviços de nuvem:
▪ Nuvem pública: pertence a um provedor de serviços cloud terceirizado pelo qual é administrada. Esse
provedor fornece recursos de computação em nuvem, como servidores e armazenamento via web, ou seja,
todo o hardware, software e infraestruturas de suporte utilizados são de propriedade e gerenciamento do
provedor de nuvem contratado pela organização.
▪ Nuvem privada: se refere aos recursos de computação em nuvem usados exclusivamente por uma
única empresa, podendo estar localizada fisicamente no datacenter local da empresa, ou seja, uma nuvem
privada é aquela em que os serviços e a infraestrutura de computação em nuvem utilizados pela empresa
são mantidos em uma rede privada.
▪ Nuvem híbrida: trata-se da combinação entre a nuvem pública e a privada, que estão ligadas por uma
tecnologia que permite o compartilhamento de dados e aplicativos entre elas. O uso de nuvens híbridas
na computação em nuvem ajuda também a otimizar a infraestrutura, segurança e conformidade existentes
dentro da empresa.

Tipos de serviços de nuvem


A maioria dos serviços de computação em nuvem se enquadra em quatro categorias amplas:
▪ IaaS (Infraestrutura como Serviço): A IaaS é a categoria mais básica de computação em nuvem. Com
ela, você aluga a infraestrutura de TI de um provedor de serviços em nuvem, pagando apenas pelo uso.
A contratação dos serviços de computação em nuvem IaaS envolve a aquisição de servidores, máquinas
virtuais (VMs), armazenamento, redes e sistemas operacionais.
▪ PaaS (Plataforma como Serviço): A PaaS refere-se aos serviços de computação em nuvem que
fornecem um ambiente sob demanda para o desenvolvimento, teste, fornecimento e gerenciamento de
aplicativos de software. A plataforma como serviço foi criada para facilitar a criação de aplicativos móveis ou
web, tornando o processo muito mais rápido. Além disso, ela elimina a preocupação com a configuração ou
o gerenciamento da infraestrutura subjacente, como servidores, armazenamento, redes e bancos de dados
necessários para o desenvolvimento.
▪ SaaS (Software como Serviço): O SaaS é um método de distribuição de aplicativos de software pela
internet, sob demanda e, geralmente, baseado em assinaturas. Com o SaaS, os provedores de computação
em nuvem hospedam e gerenciam o aplicativo de software e a infraestrutura subjacente, além de realizarem

28 [Link]

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manutenções, como atualizações de software e aplicação de patches de segurança. Com o software como
serviço, os usuários podem acessar o aplicativo pela internet, normalmente por meio de um navegador da
web em seu telefone, tablet ou PC.
▪ Computação Sem Servidor: A computação sem servidor, assim como a PaaS, foca na criação de
aplicativos sem a necessidade de gerenciar continuamente servidores e a infraestrutura necessária para
isso. O provedor de nuvem cuida de toda a configuração, planejamento de capacidade e gerenciamento dos
servidores para você e sua equipe. As arquiteturas sem servidor são altamente escaláveis e controladas por
eventos, utilizando recursos apenas quando ocorre uma função ou evento que desencadeia tal necessidade.

Armazenamento online e compartilhamento de arquivos

armazenamento e compartilhamento na nuvem


O armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem é um serviço que permite guardar e acessar
informações na internet através de provedores especializados. Esses provedores gerenciam a infraestrutura
necessária, eliminando a necessidade de investir em hardware físico. Além disso, esses serviços facilitam
o compartilhamento de arquivos de forma segura e prática, permitindo a colaboração em tempo real entre
usuários.
O acesso a dados na nuvem pode ser feito por meio de protocolos como SOAP (Simple Object Access
Protocol) e APIs (Interfaces de Programação de Aplicações), que garantem integração segura entre sistemas.

Softwares e Aplicativos
▪ Google Drive: Permite armazenamento, edição colaborativa e compartilhamento integrado com
ferramentas do Google.
▪ OneDrive: Oferece integração com o Microsoft Office para edição e compartilhamento de documentos.
▪ Dropbox: Facilita o compartilhamento e sincronização de arquivos entre dispositivos, com foco na
simplicidade.

Diferenciais no Compartilhamento na Nuvem


▪ Permissões de acesso: Controle sobre quem pode visualizar, editar ou compartilhar os arquivos.
▪ Histórico de alterações: Acompanhamento de edições feitas nos documentos, com possibilidade de
restauração de versões anteriores.
▪ Links compartilháveis: Geração de URLs para envio de arquivos sem necessidade de cadastro.
▪ Integração com outras plataformas: Conexão com softwares de produtividade para facilitar o trabalho
em equipe.

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Questões

1. IBADE - 2024

No Windows 10, um usuário deseja acessar rapidamente a área de trabalho sem fechar ou minimizar
manualmente cada uma das janelas abertas.
Considerando os atalhos de teclado disponíveis, assinale a alternativa que descreve corretamente a ação
necessária para ocultar todas as janelas abertas e exibir a área de trabalho.
(A) Pressionar as teclas Windows + D.
(B) Clicar com o botão direito na barra de tarefas e selecionar “Mostrar janelas lado a lado”.
(C) Pressionar as teclas Ctrl + Alt + D.
(D) Pressionar as teclas Alt + Tab.
(E) Pressionar as teclas Ctrl + Shift + Esc.

2. IBADE - 2024

Com o lançamento do Windows 10, a Microsoft introduziu diversas funcionalidades para aprimorar a
experiência do usuário e aumentar a produtividade no ambiente de trabalho. Uma dessas funcionalidades é
especialmente útil para usuários que precisam organizar e separar diferentes áreas de trabalho em um único
monitor, permitindo que várias tarefas e projetos sejam gerenciados de forma mais eficiente. Qual das seguintes
opções é esse recurso, que permite a criação de múltiplos desktops virtuais no Windows 10?
(A) Cortana.
(B) File Explorer.
(C) Task View.
(D) Action Center.
(E) Snap Assist.

3. IBADE - 2024

Victor está usando a interface do Windows 10 e quer um recurso que permita de modo direto e imediato
um rápido acesso às diversas configurações e alertas enviados pelo sistema operacional. Nesse caso, ele deve
acessar a(o) :
(A) barra de tarefas;
(B) microsoft edge;
(C) central de notificações;
(D) microsoft defender firewall;
(E) editor de registro.

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4. IBADE - 2023

Até quantos caracteres pode ter o nome de um arquivo no sistema operacional Windows 10?
(A) 150.
(B) 260.
(C) 128.
(D) 236.

5. IBADE - 2024

Os sistemas operacionais desempenham um papel crucial na gestão dos recursos de um computador


e na interface entre o usuário e o hardware. Analisando as características dos sistemas operacionais mais
populares, como Windows e Linux, é correto afirmar que:
(A) o Linux não possui uma linha de comando para a execução de tarefas, diferentemente do Windows.
(B) o Windows é conhecido por sua interface gráfica amigável, mas não oferece suporte a scripts para
automação.
(C) o Windows é um sistema operacional exclusivamente utilizado em ambientes domésticos, enquanto o
Linux é usado apenas em empresas.
(D) o Linux é amplamente utilizado em servidores devido à sua robustez e flexibilidade, permitindo
personalizações extensivas.
(E) ambos os sistemas operacionais possuem o mesmo gerenciamento de arquivos e pastas, sendo
indiferentes ao usuário.

6. IBADE - 2024

O comando rm é usado no Linux para excluir arquivos em um diretório. Para solicitar a confirmação do
sistema antes de excluir um arquivo, deve-se utilizar a opção:
(A) -r;
(B) -i;
(C) -f;
(D) -m;
(E) -d.

7. IBADE - 2023

Das opções abaixo, qual corresponde ao comando do sistema Linux responsável por criar um diretório?
(A) Ls
(B) Mv
(C) Sort
(D) Tail
(E) Mkdir

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8. IBADE - 2022

A tecla Tab, na linha de comando do Linux, permite que o usuário:


(A) saia de um comando, ou processo em um terminal.
(B) ative um programa que está em execução em segundo plano.
(C) economize tempo, uma vez que ele completará, automaticamente, o que está sendo digitado ou mostrará
todos os resultados possíveis.
(D) desconecte-se do terminal em que se encontra atualmente.
(E) limpe o terminal.

9. IBADE - 2025

Em um computador, os programas (como jogos, o Windows ou o Word) são chamados de Software, e as


peças físicas que podemos tocar (como o mouse e o monitor) como são chamadas?
(A) Drivers.
(B) Gadgets.
(C) Firmware.
(D) Hardware.
(E) Internet.

10. IBADE - 2025

Em informática, os dispositivos de um computador podem ser classificados como de entrada, saída ou


armazenamento, conforme sua função no fluxo de dados. Dispositivos de saída têm a função de apresentar ou
disponibilizar informações processadas pelo computador ao usuário.
Considerando essa classificação, assinale a alternativa que representa corretamente um dispositivo de
saída.
(A) Teclado.
(B) Mouse.
(C) Impressora.
(D) Scanner.
(E) Microfone.

11. IBADE - 2025

Ao montar uma estação de trabalho para edição gráfica, um técnico escolhe um monitor 4K, um mouse de
alta precisão e um SSD de 1TB.
Esses componentes são classificados respectivamente como:
(A) dispositivos de saída, entrada e armazenamento.
(B) dispositivos de processamento, entrada e saída.
(C) dispositivos de rede, memória e disco.
(D) interfaces de software, periféricos e drivers.
(E) entradas binárias, portas lógicas e slots.

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12. IBADE - 2025

Qual das alternativas apresenta um exemplo de memória volátil?


(A) RAM.
(B) Disco de estado sólido (SSD) .
(C) Memória flash.
(D) Memória FRAM.
(E) Discos óticos.

13. IBADE - 2024

Entre as seguintes alternativas sobre os conceitos de hardware e software, escolha a que corretamente
descreve a principal diferença entre o funcionamento de software de sistema e software aplicativo, considerando
sua interação com o hardware e a execução de tarefas específicas no ambiente computacional moderno.
(A) O software aplicativo é executado exclusivamente por dispositivos móveis, enquanto o software de
sistema só pode ser usado em computadores de mesa.
(B) O software de sistema e o software aplicativo desempenham funções idênticas, sendo apenas
categorizados por motivos comerciais.
(C) O software de sistema inclui componentes que gerenciam o hardware do computador e fornecem uma
plataforma para que os aplicativos funcionem, enquanto o software aplicativo é responsável por realizar
tarefas específicas para o usuário final.
(D) O software de sistema é responsável por tarefas que o usuário final diretamente solicita, enquanto o
software aplicativo gerencia as interações entre hardware e periféricos.
(E) O software de sistema é utilizado exclusivamente em servidores, e o software aplicativo, em estações
de trabalho de usuários finais.

14. IBADE - 2022

No MS-Excel 2019, o atalho “Ctrl + Shift + U”, é utilizado para:


(A) cancelar uma entrada na célula ou na barra de fórmulas.
(B) calcular todas as planilhas em todas as pastas de trabalho abertas.
(C) inserir uma função.
(D) expandir ou recolher a barra de fórmulas.
(E) criar, executar, editar ou excluir uma macro.

15. IBADE - 2025

Durante a elaboração de um relatório no Word 2019 em português, a professora optou por utilizar o recurso
“Estilos”.
Qual é a vantagem prática dessa escolha?
(A) Garante a inserção automática de macros VBA em cada título.
(B) Permite alterar a formatação de todos os títulos de forma centralizada.
(C) Converte automaticamente o documento em PDF com hiperlinks ativos.
(D) Cria tabelas de dados vinculadas ao Excel sem configuração adicional.
(E) Ativa a proteção de edição por senha em seções específicas do documento.

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16. IBADE - 2025

Um professor utiliza o Excel 2019 para consolidar os resultados de atividades realizadas por seus alunos
ao longo de um mês. Em uma das células da planilha, ele inseriu a fórmula =SOMA(B2:B31) , aplicada a uma
coluna de valores.
Considerando esse cenário, qual será o resultado produzido por essa fórmula?
(A) A multiplicação do primeiro valor do intervalo pelo último.
(B) A contagem do número de células preenchidas no intervalo B2 até B31.
(C) O total acumulado de todos os valores numéricos entre B2 e B31.
(D) A média aritmética simples dos valores do intervalo B2 até B31.
(E) O maior valor encontrado no intervalo de B2 até B31.

17. IBADE - 2024

O Writer é o editor do pacote LibreOffice que possui vários recursos que podem ser utilizados na edição
de textos, figuras, fórmulas, cartas modelos, formulários, etiquetas e endereçamentos, entre outras facilidades.
A opção Estilo é utilizada para a mudança de estilo de página, podendo também alterar a numeração da(s)
nova(s) página(s) . A paleta Estilista pode ser acionada através da tecla:
(A) F3;
(B) F5;
(C) F7;
(D) F9;
(E) F11.

18. IBADE - 2024

Estão presentes na barra de ferramentas do LibreOffice Writer 7, EXCETO:


(A) Editar.
(B) Formatar.
(C) Formulário.
(D) Design.

19. IBADE - 2024

O atalho Ctrl + E, quando utilizado no LibreOffice Writer 7, tem a função de:


(A) sublinhar o texto.
(B) centralizar o texto.
(C) verificar a ortografia.
(D) inserir tabela.

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20. IBADE - 2022

Para que o usuário consiga inserir uma tabela no LibreOffice Writer, é preciso que ele vá ao Menu:
(A) Inserir.
(B) Estilos.
(C) Formatar.
(D) Tabela.
(E) Ferramentas.

21. IBADE - 2022

No programa LibreOffice Writer, qual função é designada a opção “Colar Especial”, que se encontra no
Menu Editar?
(A) Inserir o conteúdo da área de transferência num arquivo, permitindo, ao usuário, especificar um formato
para os dados inseridos. Esse comando é muito útil quando se quer copiar apenas um texto da Internet e
não a sua formatação.
(B) Copiar um conteúdo, ou seja, a parte do texto copiada é enviada para área de transferência e pode ser
copiada em outro local do texto ou até mesmo num arquivo trabalhado em um outro programa.
(C) Selecionar palavra ou texto desejado, eliminando-o.
(D) Reverter o último comando ou a última entrada digitada.
(E) Procurar textos ou formatos no documento atual.

22. IBADE - 2025

A Internet é uma rede de comunicação de milhões de computadores conectados, que oferece inúmeros
serviços. São bilhões de páginas publicadas sobre os mais variados temas. E para utilizá-la, é fundamental
conhecer alguns conceitos. Relacione os nomes às suas respectivas definições:
1. Página ou site;

2. Endereço ou URL;

3. Link.

( ) É uma palavra, texto ou imagem que quando é clicada pelo usuário, o encaminha para outra página na
internet, que pode conter outros textos ou imagens;
( ) É o local de um recurso (um arquivo, etc.) , disponível em uma rede, seja a Internet ou uma rede
corporativa, composta, em geral, pela seguinte estrutura [Link];
( ) É a representação do conteúdo da Internet. Acessar ou visitar este local é o mesmo que acessar
o conteúdo de determinada página, cada qual com seu próprio conteúdo e informações, nas quais se pode
encontrar, recursos diversos como, texto, imagem, som e vídeo, etc.
A correta relação entre as colunas acima está contida em:
(A) 1, 2 e 3
(B) 2, 1 e 3
(C) 3, 2 e 1
(D) 3, 1 e 2
(E) 1, 3 e 2

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23. IBADE - 2025

Sobre o conceito e as características da “intranet” analise as afirmativas abaixo.


I - É uma rede pública utilizada por organizações para compartilhar informações, recursos e sistemas
internos de forma segura entre seus colaboradores;
II - Ela é restrita aos membros da organização, funcionando de maneira semelhante à internet, mas com
acesso limitado apenas a pessoas autorizadas, como funcionários e colaboradores;
III - Impossibilita um funcionário (colaborador) que estando em outro país, acesse, através os dados
corporativos da empresa.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta:
(A) apenas a alternativa I está correta.
(B) apenas as alternativas I e II estão corretas.
(C) apenas a alternativa II está correta.
(D) apenas a alternativa III está correta.
(E) as alternativas II e III estão corretas.

24. IBADE - 2024

A Internet tornou-se uma ferramenta essencial para a comunicação, trabalho, estudo e entretenimento em
escala global. No entanto, devido à sua vasta abrangência e acessibilidade, ela apresenta riscos significativos
em termos de segurança da informação. Muitas vezes, é propagada a ideia de que o simples uso de firewalls e
antivírus é suficiente para garantir a total segurança dos dados e da privacidade online. Considerando os perigos
potenciais e as boas práticas de segurança na navegação pela Internet, analise as seguintes afirmações sobre
a segurança da rede mundial e assinale a alternativa correta.
(A) firewalls sozinhos são suficientes para proteger sistemas conectados à Internet, eliminando a necessidade
de outras camadas de segurança, como a criptografia de dados.
(B) a Internet é totalmente segura e não requer medidas adicionais de proteção, pois todos os sistemas já
possuem mecanismos automáticos de defesa.
(C) é seguro fornecer informações pessoais e bancárias em qualquer site, desde que o site esteja acessível
a partir de uma pesquisa no navegador.
(D) o uso de senhas fortes, autenticação de dois fatores e atualizações regulares de software são medidas
essenciais para aumentar a segurança ao utilizar a Internet.
(E) as redes Wi-Fi públicas são sempre seguras, e o uso de uma VPN em tais redes é desnecessário, pois
a criptografia já está integrada ao sinal de Internet.

25. IBADE - 2024


A tecnologia de computação em nuvem transformou significativamente a maneira como os serviços de TI
são disponibilizados e utilizados, proporcionando maior flexibilidade e capacidade de expansão. Ao analisar os
princípios da computação em nuvem e os tipos de serviços oferecidos, leve em conta as afirmações a seguir e
indique a relacionada ao assunto proposto.
(A) A computação em nuvem não oferece segurança, e todas as informações são suscetíveis a vazamentos.
(B) O Azure é um exemplo de serviço de computação em nuvem que não oferece soluções de IaaS.
(C) O armazenamento em nuvem permite que os usuários acessem dados de qualquer lugar, desde que
tenham uma conexão à Internet.
(D) IaaS, PaaS e SaaS são tipos de serviços oferecidos exclusivamente por provedores de nuvem privada.
(E) Os serviços de nuvem são sempre gratuitos e não exigem investimento financeiro.

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Gabarito

1 A
2 C
3 C
4 B
5 D
6 B
7 E
8 C
9 D
10 C
11 A
12 A
13 C
14 D
15 B
16 C
17 E
18 D
19 B
20 D
21 A
22 C
23 C
24 D
25 C

131
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