• Muitas vezes é normal.
• Pode haver sibilo/ronco expiratório.
• Doença respiratória crônica que afeta até 18% da Tórax silencioso é sinal de gravidade!
população.
• Caracteriza-se por inflamação crônica das vias aéreas,
com obstrução do fluxo aéreo e sintomas variáveis ao
longo dos dias:
− Aperto no peito; • VEF1/CVF reduzido.
− Dispneia; • Também devemos avaliar variabilidade da limitação
− Tosse; do fluxo aéreo, podemos fazer isso através de três
− Sibilância. maneiras:
• Há interação entre fatores genéticos do hospedeiro e ✓ Resposta à prova com broncodilatador:
fatores ambientais. Há dois tipos principais: Aumento do VEF1 de 12% e 200ml.
✓ Variação do PFE: Aumento de 10%.
− Asma eosinofílica: Inflamação tipo 2: Interleucinas
4,5 e 13. ✓ Resposta ao tratamento anti-inflamatório:
Aumento do VEF1 de 12% e 200ml.
− Asma não-eosinofílica: Inflamação tipo 1 e tipo
17.
• A importância prática de conhecer a existência desses
tipos está no fato de que a asma eosinofílica tem um
padrão mais inflamatório, respondendo melhor aos
corticoides.
− Controlada: Nenhum.
− - Parcialmente controlada: 1-2.
− - Não controlada: 3-4 ou exacerbação.
• Alto uso de SABA;
• Tabagismo;
✓ Tosse;
• Comorbidades;
✓ Dispneia;
✓ Aperto no peito. • VEF1 <60% ou alta variabilidade;
• Sintomas pioram à noite e no início da manhã, além • Baixo nível social e econômico;
de variarem em frequência e intensidade. • Histórico prévio de IOT ou UTI;
• Sintomas são deflagrados por fatores específicos, • Exacerbação grave no último ano.
como infecções virais, alérgenos e mudanças
climáticas.
• A seguir nós temos as doses dos principais corticoides
inalatórios usados no tratamento da asma. Vale a
pena conhecer essa tabela!
• O paciente deve ser reavaliado em 1 a 3 meses após
o início do tratamento. Os ajustes possíveis para
• Controle ambiental. intensificar o tratamento são o ajuste dia-a-dia, step
up de curto prazo (1 a 2 semanas) e step up
• Educação em saúde.
prolongado.
• Verificação de técnica inalatória e adesão.
• Também podemos fazer o step down, caracterizado
• Controle de comorbidades: Rinite, DRGE, obesidade, por achar a menor dose para controle da asma, e
SAOS, depressão, ansiedade, aspergilose assim diminuir custo e melhorar adesão. Ele pode ser
broncopulmonar alérgica. feito quando há bom controle de sintomas por 3
meses. Algumas orientações são:
✓ Diminuir 25-50% do CI;
Deve-se pensar em aspergilose ✓ Suspender LABA pode levar a piora do
broncopulmonar alérgica quando há o controle, o que deve ser explicado ao
paciente apresenta controle difícil da paciente;
asma.
✓ Evitar step down em momentos de infecção,
É uma reação de hipersensibilidade ao gestação e viagem;
aspergilus, e leva à sibilância recorrente, ✓ Assegurar um plano de ação e condições para
hemoptise e perda de peso retorno a dose anterior;
Tratamento é feito com prednisona ✓ Garantir reavaliação em 1-3 meses.
associado ou não à itraconazol.
• As medicações podem ser divididas em três • Imunoterapia: Opção em pacientes sintomáticos já
categorias: em step 2-4 e com VEF1 > 70%.
✓ Medicações de controle: Reduzem a • Vacinas: Fazer influenza em todos os pacientes com
inflamação, controlam sintomas e diminuem asma moderada/grave, COVID19.
risco de eventos – Corticoide inalatório. • Cessação do tabagismo.
✓ Medicações de resgate: Controle de sintomas • Atividade física: Estimular, porém, há pouca
agudos e prevenção de sintomas durante evidência para recomendação de alguma modalidade
exercícios. específica.
✓ Terapias complementares (“add-on”): Doença • Controle ambiental.
sintomática apesar de terapia de controle
otimizada.
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