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Boris

Boris, nascido em Kil’mer, a capital dos Reinos de Moreania, cresceu em um ambiente de disputas e combates, o que moldou sua busca por autonomia e sobrevivência. Ele se juntou à guilda A Dúzia Moreau, onde foi treinado por Felix, um Moreau Gato, até que a ausência deste o forçou a assumir um papel de liderança sob pressão. Após anos vagando por reinos, Boris chegou a Valkaria, em Deheon, pronto para recomeçar sua jornada com as lições aprendidas.

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Boris

Boris, nascido em Kil’mer, a capital dos Reinos de Moreania, cresceu em um ambiente de disputas e combates, o que moldou sua busca por autonomia e sobrevivência. Ele se juntou à guilda A Dúzia Moreau, onde foi treinado por Felix, um Moreau Gato, até que a ausência deste o forçou a assumir um papel de liderança sob pressão. Após anos vagando por reinos, Boris chegou a Valkaria, em Deheon, pronto para recomeçar sua jornada com as lições aprendidas.

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Boris

Boris nasceu nos Reinos de Moreania, na região de Brando — o chamado País dos Campeões. Sua capital,
Kil’mer, foi fundada pelos vencedores de um antigo torneio tribal que determinava o homem e a mulher
mais fortes entre os povos da região. Desde então, a herança dessas disputas moldou profundamente a
cultura local, tornando jogos, combates e provas de força elementos centrais da identidade de Brando.
Kil’mer, conhecida como a Cidade Arena, abriga o maior palco de batalhas de Moreania, reunindo
ginásios monumentais, estádios colossais, vastas praças esportivas e imponentes torres de magos.

Tudo em Kil’mer é grandioso. As torres arcanas se elevam sobre a cidade como marcos de poder,
enquanto os ginásios e arenas refletem a obsessão coletiva pela superação e pela vitória. Foi nesse
ambiente que Boris cresceu, aprendendo desde cedo a buscar autonomia. Criado por seus pais até o fim
da infância, foi então deixado à própria sorte, tendo de sobreviver em uma cidade onde disputas de
poder eram constantes e a força definia status. Para conseguir algumas poucas dúzias de tibares, Boris
se colocou em perigo inúmeras vezes, sempre escapando por pouco de consequências mais graves.

Essa busca incessante por sobrevivência e ascensão o levou, certo dia, a investigar rumores sobre ruínas
isoladas a oeste de Moreania, em meio às grandes florestas de Luncaster. Após estudar livros de magos
nobres que mencionavam possíveis tesouros e vestígios de civilizações antigas, Boris partiu em busca de
ouro e conhecimento. A expedição quase lhe custou a vida: ao ativar magias arcanas que desconhecia,
acabou preso em calabouços cujas paredes se fechavam lentamente. Sua salvação veio de um grupo
inesperado — uma guilda composta por doze Moreaus, que exploravam o local pelo mesmo motivo.

Assim, Boris conheceu A Dúzia Moreau, uma guilda que, à primeira vista, parecia fechada a novos
membros. Ainda assim, um Moreau Gato do grupo se dispôs a treiná-lo, aceitando Boris como discípulo.

A Dúzia Moreau
Nala, a Cavaleira: Uma carismática Moreau Leoa, que luta sempre com um florete em mãos. Dizem que foi ela
quem fundou o bando, juntando todos os 12 Moreaus que existem para formar uma guilda para servir como
uma alternativa direta do Conselho Druida para resolver situações que ficam fora do tempo de resposta da
aprovação dos conselheiros, sendo uma das diversas camadas criadas pelos membros.

Felix, o Guerreiro: Um sério Moreau Gato, com feições ainda ligeiramente humanas mas com uma grande barba
branca em sua pelagem clara. Felix sempre se mostrou sério e com ambições futuras, ativamente indo atrás de
oportunidade que apareciam em navegações vindas de fora de Moreania que beneficiaria o grupo, nunca
deixando a linha de frente destacando uma liderança e perseverança inabalável nos seus preceitos, sempre
empunhando na frente de todos uma enorme espada bastarda — a maior e mais pesada das espadas longas.

Alvorrrais, o Duelista: Um ágil Moreau Coelho com uma pelagem branca como a neve, que acabava com um
combate em um piscar de olhos, evitando sangue de cair desnecessariamente no chão. Alvorrrais é de longe o
mais receptivo do grupo, virando um verdadeiro símbolo a ser seguido ajudando vítimas de ataques que
poderiam vir das costas dos reinos de Moreania, afinal Alvorrrais cresceu em um ambiente de violência,
sabendo a ameaça que lhe esperava quando se trata de ataque de embarcações. Se o Moreau Coelho duela com
um inimigo, é quase certeiro que vai acabar com uma rendição do outro lado — são poucos os que não têm mais
salvação no caminho que trilham.

Jayle, a Bucaneira: Uma Moreau Raposa sempre bebum, repleta de garrafas de álcool, sacos de pólvora e uma
grande pistola-punhal em sua mão possível de disparar um tiro estrondoso para quem fique perto — talvez seja
isso ou a bebida que fazia ela não entender direito as palavras. Ela e o Alvorrrais representam quase o oposto
um do outro. Enquanto o Moreau Coelho lutava em frente do inimigo sempre oferecendo possibilidade de
rendição, a Moreau Raposa ataca de longe não dando chance para seu alvo sequer reagir após um tiro certeiro,
sempre dividindo (errado) os ganhos em Tibares que recebia.

Bukhellf, o Paladino de Tauron: Um enorme Moreau Búfalo de pelagem negra e uma armadura dourada
reluzente com ornamentos de Tauron, montado em um Búfalo-de-guerra com o dobro de sua altura, com uma
armadura semelhante a dele. Definitivamente se não é a figura mais imponente que Boris já viu, em uma lista
seria um dos primeiros, empunhando um enorme montante com mais de 2 metros de altura como se fosse uma
arma qualquer, desferindo ataques explosivos quando não está atropelando um inimigo com seu leal Búfalo-de-
guerra ou com seus próprios chifres. Se existe alguém que representa o Deus da Força, essa pessoa é Bukhellf.

Glauca, a Druida de Allihanna: Uma doce Moreau Coruja com penas em azul claro e vestes de tecidos simples
com amuletos de Allihanna. Até onde se sabe, Glauca nunca desferiu uma sequer palavra, se comunicando com
o bando por outros animais no ambiente majestoso de fauna e flora de Moreania. Glauca parece a mais
inofensiva do grupo por início, porém é talvez de longe a mais poderosa entre os 12 Moreaus, utilizando da
benção da natureza para auxiliar o grupo, invocando alucinações que entram na mente de inimigos como
fagulhas e ouvir literalmente qualquer ser independente da distância se conhecer uma árvore no local onde o
ser está. Pouco se sabe sobre Glauca, mas ela definitivamente já explorou toda terra conhecida, civilizada ou
não.

Jambavan, o Nobre: Dizem que comer te faz crescer, e talvez seja isso o segredo que Jambavan guarda —
literalmente escondendo comida do bando. Jambavan é um Moreau Urso pardo, com mais de 3 metros de
altura, vestindo as roupas mais finas que se pode encontrar em Moreania (a maioria roubado de embarcações
naufragadas). Jambavan diz ter contato com todos os reinos de Arton, sendo uma importante chave para o
Conselho Druida de Moreania quando se trata de alianças com outros reinos afora, frequentemente liderando
como capitão navegações do bando, mesmo que hibernando semanas na cabine do capitão enquanto a
navegação continua, alegando que isso “fortalece seu espírito” — mas apenas um gato como Boris reconheceria
um medo tão grande da água e do Oceano.

Sobek, o Clérigo: Um Moreau Crocodilo — não confunda com um Trog, é o Clérigo de alguma divindade, mesmo
que Sobek deixe em segredo qual é — com todos sabendo que ele cultua o Panteão como um todo. Contrapondo
sua aparência robusta, envolta de mantos escuros, tiras de couro e anéis de metal, Sobek é extremamente dócil
mesmo que tente se esconder atrás de uma figura misteriosa, afinal agradar o Panteão como um todo não é uma
tarefa simples, sendo muito mais velho do que aparenta — ou como Sobek diz, “sábio o suficiente”.

Upuaut, o Alquimista: Um regrado Moreau Lobo de pelagem cinzenta, adornado por jóias alquímicas, roupas
soltas e um óculos de grau sempre segurando seu livro. Upuaut junto a Liliac são uma dupla extremamente
unida — talvez além do normal, com Upuaut dominando qualquer substância alquímica que seja, trabalhando
constantemente para chegar ao seu Magnum Opus, desde transmutação de materiais e seres até replicar
magias completas armazenadas em um único frasco de vidro, extremamente metódico, organizado e com uma
paciência além da compreensão.

Liliac, a Inventora: Uma pequena e agitada Moreau Morcego, inquieta e impaciente procurando a perfeição de
seus maquinários. Dizem que os opostos se atraem, e é exatamente o que ocorreu com Upuaut e Liliac, com os
dois entocados em um laboratório 24 horas por dia, saindo apenas quando são chamados para alguma ventura
— e ainda assim fazendo suas criações no meio do caminho. Liliac é inquieta, impaciente, com uma mente que
opera fora do padrão, sempre usando algum mecanismo novo em seu corpo, também buscando sua ascensão ao
inovar a tecnologia do mundo com sua grande obra, mesmo que não saiba ainda qual é.

Mannasszzaakth, a Ventanista: Uma surrupiadora Moreau Serpente, com um manto negro sempre carregando
uma bolsa de Tibares diferentes — na maioria das vezes da Jayle. Mannasszzaakth é uma verdadeira mestra do
crime, quase tão bebum quanto Jayle, entrando para o bando justamente em uma tentativa de roubar eles por
serem conhecidos em Kil’mer ainda bem jovem, da mesma forma que Boris, treinada pelo grupo e tendo a
oportunidade de usar suas habilidades em prol do bem.

Seth, a Bárbara: Uma esquentada Moreau Hiena, vestindo roupas simples vermelhas e sempre carregando uma
marreta dourada quase maior que ela — o que não é ligeiramente difícil. Não se engane pelo tamanho, Seth
mesmo sendo uma das menores do bando, possuí uma força verdadeira esmagadora, entrando em fúria até
mesmo pelo simples incômodo de uma mosca rodeando ela, sempre buscando competição até mesmo dentro do
grupo apenas para provar que não se deve julgar o livro pela capa — se é que Seth sabe ao certo o que é um livro.

Um Novo Começo
A entrada de Boris na Dúzia Moreau foi inicialmente rejeitada, mas a insistência de Felix acabou
convencendo o grupo. Sob sua tutela, Boris passou por missões que serviram como intenso campo de
treinamento. Ainda assim, a cobrança por resultados era constante, como um zumbido que nunca
acabava. Ser o único Moreau Gato em um grupo já completo fazia Boris viver à sombra de seu mentor,
algo que o incomodava profundamente.

Após cerca de um ano de treinamentos exaustivos, Boris percebeu que Felix se tornava cada vez mais
ansioso e. Treinos eram encerrados antes do previsto, cartas eram enviadas e recebidas em segredo, até
que, repentinamente, Felix partiu em uma longa viagem marítima, dizendo apenas que seria um reino
exterior contatou ele, e que em breve retornaria — viagem essa qual Felix nunca retornou.

Com sua ausência, as exigências sobre Boris aumentaram. Ele passou a ocupar, mesmo sem intenção, o
papel de substituto do líder, transformando a guilda que antes era um refúgio das cobranças intensas —
em mais uma fonte de pressão. Compreendendo sua decisão, Jambavan e Glauca o ajudaram a deixar
Moreania, acompanhando-o até as terras de Arton em um último contato com todos os 12 Moreaus.

Boris vagou de reino em reino por anos, até finalmente chegar a cidade de Valkaria, em Deheon, onde
teve a chance de recomeçar, carregando consigo tudo o que aprendeu com Felix — não apenas sobre
combate, mas sobre esforço, identidade e escolha.

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