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Abdala Abdulai
A Popuclação Dos A Glomerados Urbanos
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2025
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Abdala Abdulai
A Popuclação Dos A Glomerados Urbanos
Curso de Licenciatura em ensino de Geografia com Habitação em Turismo
Trabalho para fins avaliativos a ser apresentado
no Departamento de Geociências, no âmbito da
Cadeira de Geografia de Moçambique sob
orientação do:
Dr. Halima Fernando Chitata
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2025
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Índice
Introdução ………………………………………………….………………………………….4
1.A Popuclação Dos A Glomerados Urbanos.............................................................................5
[Link] de Distribuição Espacial da População.................................................................5
[Link]ância rural.............................................................................................................5
[Link]ção crescente..........................................................................................................6
[Link]ção regional..........................................................................................................6
1.5.Área Metropolitana de Maputo............................................................................................7
[Link] de Concentração Populacional nos Aglomerados Urbanos em Moçambique..........7
[Link]ção rural–urbana.........................................................................................................7
[Link] da guerra civil e calamidades naturais.....................................................................7
[Link] socioespacial.......................................................................................................8
[Link] de Dispersão Populacional em Moçambique.......................................................8
[Link] informal de terra e urbanização dispersa...........................................................8
23.3 Segregação socioespacial e periferização..........................................................................8
[Link]ção dispersa........................................................................................................9
[Link] ao planejamento urbano.....................................................................................9
[Link] e falta de acesso à terra formal..................................................................9
[Link]áveis Demográficas em Moçambique..............................................................................9
[Link] populacional urbano......................................................................................10
[Link]..........................................................................................................................10
[Link] etária e juventude da população.........................................................................10
[Link]ção por nível socioeconómico...............................................................................10
Conclusão.................................................................................................................................12
Referências Bibliográficas...................................................................................................13
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Introdução
O presente trabalho tem como tema a população dos a glomerados urbanos, com isso a
população moçambicana apresenta uma distribuição desigual, marcada por contrastes entre
áreas rurais e urbanas e entre regiões densamente povoadas e outras mais dispersas. Ao longo
das últimas décadas, o país tem assistido a uma urbanização crescente, impulsionada pela
migração rural–urbana, pela expansão de centros urbanos estratégicos e pelos efeitos
históricos de conflitos e calamidades naturais. Este fenómeno não ocorre de forma
homogénea, sendo caracterizado por processos de concentração populacional em
determinados polos urbanos e, simultaneamente, por dispersão e crescimento desordenado
nas periferias. A análise das variáveis demográficas como crescimento populacional,
fertilidade, estrutura etária e segregação socioeconómica permite compreender as dinâmicas
que moldam os aglomerados urbanos moçambicanos e os desafios que estas apresentam para
o planeamento urbano e a política pública.
Objectivo Geral
Compreender as características da população e dos aglomerados urbanos em
Moçambique.
Objectivos Específicos
Analisar a distribuição espacial da população nas diferentes regiões do país;
Identificar os fatores de concentração e dispersão populacional nos centros urbanos;
Estudar as variáveis demográficas (crescimento urbano, fertilidade, estrutura etária e
segregação socioeconómica) e suas implicações para o planeamento urbano.
Metodologia
Pesquisa bibliográfica: será realizada uma revisão de literatura em livros, artigos acadêmicos,
relatórios oficiais do INE e publicações especializadas, com o objetivo de compreender os
padrões de distribuição populacional, os fatores que influenciam a urbanização e as
características socioeconómicas da população urbana em Moçambique.
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1. A Popuclação Dos A Glomerados Urbanos
1.1. Conceito de Distribuição Espacial da População
De com DE Araújo (1994) uma teoria da distribuição espacial da população deve satisfazer
certos requisitos: em primeiro lugar deve explicar, de forma coerente, os processos causas e
históricos que conduziram à distribuição existente da população; segundo, deve identificar as
relações estruturais pertinentes entre as variáveis sociais, económicas e políticas na
distribuição territorial da população (p.106).
De acordo com Maccio (1985:49) & INE (1996) a distribuição territorial da população é a
forma como ela está distribuída num território ou como se distribui entre as possíveis
unidades espaciais que o subdividem. Esta distribuição num determinado território obedece a
certa lógica e é determinada por uma variedade de factores (p.2).
A distribuição e redistribuição da população é um assunto que inquieta os governos de
numerosos países, muito particularmente nos países subdesenvolvidos, para diversos dos
quais este fenómeno tem sido uma das preocupações do domínio dos estudos
populacionais"`(Araújo, 1988, p.138).
Claval (1987), citado por Mangue et al. (2011) A distribuição da população na superfície
terrestre não têm sido ao acaso pois, ela obedece a uma certa lógica e é determinada por uma
variedade de factores. De entre vários autores que se debruçam sobre esta problemática,
destaca-se Claval (1987) que refere que a repartição dos homens sobre a terra traz ao mesmo
tempo a marca dos condicionamentos ecológicos e dos caracteres originais das civilizações.
Ainda de acordo com este autor, a maneira como os grupos humanos se inserem no espaço
varia, ao mesmo tempo, com o seu domínio do meio ecológico e com as suas técnicas de
transporte e de comunicações (Claval, 1987, p.119).
A população moçambicana apresenta uma distribuição desigual no território, marcada por
contrastes entre áreas rurais e urbanas, bem como entre regiões mais povoadas e outras com
densidade muito baixa. Essa desigualdade é resultado da interação entre fatores históricos,
socioeconômicos e naturais (Zelinsky, 1969, p.59-83).
1.2. Predominância rural
Durante grande parte da sua história recente, Moçambique foi caracterizado como um país
essencialmente rural. Em 1980, aproximadamente 73 % da população vivia em áreas rurais,
valor que, apesar de ter diminuído, ainda representava cerca de 69,5 % em 2003.
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Essa predominância rural está ligada à dependência da agricultura de subsistência, à escassa
industrialização e ao facto de muitas famílias permanecerem ligadas às suas terras de origem.
Mesmo atualmente, embora as cidades cresçam, as zonas rurais continuam a concentrar a
maioria da população (Ine/Dne. 1996).
1.3. Urbanização crescente
Apesar da forte presença rural, verifica-se uma tendência clara de crescimento urbano. A taxa
de urbanização era de apenas 13 % em 1980, mas aumentou para 27,6 % em 1997.
Esse aumento resulta de vários fatores, entre os quais se destacam:
a migração rural–urbana em busca de emprego, educação e serviços;
os efeitos da guerra civil (1977–1992), que deslocaram milhões de pessoas das zonas
rurais para cidades mais seguras;
a instalação de infraestruturas e serviços básicos em centros urbanos.
Assim, o processo de urbanização moçambicano, embora ainda limitado em
comparação com outros países africanos, mostra um ritmo acelerado nas últimas
décadas. (Ine/Dne. 1996).
1.4. Concentração regional
A população não está distribuída de forma homogénea. As províncias da Zambézia e de
Nampula, localizadas no centro-norte do país, concentram juntas cerca de 38–39 % da
população total.
Essa concentração explica-se por factores como:
a fertilidade dos solos agrícolas, que sustenta grandes comunidades camponesas;
a presença de importantes cidades, como Nampula e Quelimane;
a localização estratégica junto ao litoral, facilitando atividades comerciais e de
transporte.
Em contraste, províncias do interior, como Niassa e Tete, apresentam baixas densidades
populacionais devido à dificuldade de acesso, à dispersão das aldeias e à menor
disponibilidade de serviços. (Ine/Dne. 1996).
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1.5. Área Metropolitana de Maputo
No sul do país, a Área Metropolitana de Maputo é o espaço urbano mais dinâmico e
populoso. Segundo o Censo de 2017, a população era distribuída da seguinte forma: Matola
(1 616 267 habitantes), Maputo Cidade (1 101 170), Marracuene (230 530) e Boane (210
498).
Esse aglomerado urbano funciona como o maior polo político, económico e social de
Moçambique, atraindo fluxos migratórios internos e externos. Maputo e Matola destacam-se
como centros industriais e de serviços, mas também enfrentam desafios relacionados com a
expansão desordenada, o crescimento de bairros informais e a pressão sobre infraestruturas.
(Ine/Dne. 1996).
2. Factores de Concentração Populacional nos Aglomerados Urbanos em Moçambique
O crescimento dos aglomerados urbanos em Moçambique não é um fenómeno espontâneo,
mas sim resultado de diversos fatores históricos, sociais, políticos e económicos. Entre eles
destacam-se a migração rural–urbana, os efeitos da guerra civil e calamidades naturais, a
dualidade socioespacial, o mercado informal de terra e a urbanização dispersa, e a segregação
socioespacial e periferização.
2.1. Migração rural–urbana
A busca por melhores condições de vida tem sido o principal motor da concentração urbana.
Muitos moçambicanos migram das zonas rurais para as cidades em procura de trabalho,
educação, saúde e acesso a serviços básicos. Como sublinha Trindade (2017), “as cidades
moçambicanas, sobretudo Maputo, Nampula e Beira, exercem forte atração devido à sua
centralidade económica e política”.
De forma indireta, Mosca (2003) citado em Redalyc (2017), explica que esse processo é
agravado pela falta de oportunidades no campo, tornando a urbanização “um fenómeno
inevitável no contexto das transformações socioeconómicas de Moçambique”. (p.69.
2.2. Efeitos da guerra civil e calamidades naturais
O período da guerra civil (1977–1992) e as sucessivas calamidades naturais (cheias, secas e
ciclones) provocaram deslocamentos forçados de milhares de pessoas. Muitas destas
populações, impossibilitadas de regressar às suas terras de origem, fixaram-se em bairros
periféricos das grandes cidades, criando novos aglomerados informais. Segundo Mendes e
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Araújo (2003), “as guerras e desastres ambientais intensificaram fluxos migratórios internos,
acelerando o crescimento de periferias urbanas precárias” (OpenEdition Journals).
Trindade (2017) acrescenta que esse processo gerou “uma urbanização marcada pela
vulnerabilidade social e pela ausência de planejamento adequado” . (p.98).
2.3. Dualidade socioespacial
Mesmo após a independência, as cidades moçambicanas mantiveram uma estrutura dual,
marcada pela dicotomia entre a “cidade de cimento” (infraestruturada, habitada pelas elites) e
a “cidade de caniço” (periférica, com habitações precárias). Para Mendes (2003), “essa
herança histórica do colonialismo perpetua desigualdades sociais e territoriais, revelando uma
urbanização excludente. (p.12).
Esse fenómeno mostra que a urbanização em Moçambique não ocorre de forma homogénea,
mas sim marcada por segregação social e espacial.
2.3.1. Fatores de Dispersão Populacional em Moçambique
Embora as cidades moçambicanas sejam marcadas pela concentração de população em
determinados centros, verifica-se também um movimento de dispersão, que leva ao
crescimento desordenado e periférico. Essa dispersão resulta de fatores estruturais ligados à
urbanização, ao mercado de terras e às desigualdades sociais históricas
2.3.2. Mercado informal de terra e urbanização dispersa
A fragilidade institucional, a pobreza e a corrupção contribuíram para a expansão
desordenada das cidades. O acesso à terra urbana tornou-se cada vez mais regulado pelo
mercado informal, onde lotes são vendidos ou ocupados sem legalização. Como destacam
Nascimento Júnior e Maloa (2017), “a informalidade no acesso à terra tornou-se o principal
mecanismo de produção de espaço urbano em Moçambique, diante da ineficácia do Estado
em responder à procura”.
O mesmo autor aponta que essa urbanização dispersa compromete a infraestrutura urbana e
amplia desigualdades sociais.
23.3 . Segregação socioespacial e periferização
O crescimento disperso e informal da urbanização levou à periferização da pobreza. Bairros
informais crescem em torno das cidades sem acesso adequado a transporte, saneamento,
energia e habitação digna. De acordo com Maloa e Júnior (2019), “a cidade dispersa reforça
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processos históricos de segregação e limita o acesso das populações pobres à cidade formal.
(p.45).
2.3.3. Urbanização dispersa
A urbanização dispersa caracteriza-se pela ocupação periférica de baixa densidade,
geralmente distante do centro urbano, o que aumenta o uso de transporte individual e
sobrecarrega as infraestruturas urbanas.
Segundo Maloa (2019), “a cidade dispersa em Moçambique expressa uma forma de
urbanização precária, marcada pela segregação e pela baixa eficiência na distribuição de
serviços urbanos” .
Esse fenómeno compromete o meio ambiente, aumenta custos de transporte e reduz a
qualidade de vida das populações mais pobres, que se instalam longe dos centros de emprego.
2.3.4. Desafios ao planejamento urbano
A dispersão urbana representa um grande desafio ao planeamento territorial. Como observa
Mosca (2003), “a urbanização acelerada e desordenada em Moçambique não tem sido
acompanhada de políticas públicas adequadas, resultando numa cidade excludente e
desigual” .
Essa realidade impede a universalização de serviços como transporte, saneamento, energia e
habitação, reforçando a segregação social já existente desde o período colonial. Em Maputo,
por exemplo, a cidade formal contrasta fortemente com a cidade informal de bairros
periféricos, onde a presença do Estado é limitada (Serra, 2014, p.34).
2.3.5. Informalidade e falta de acesso à terra formal
O acesso à terra urbana é um dos principais elementos que alimentam a dispersão
populacional. De acordo com José Marcos Maloa (2019), “a produção do espaço urbano em
Moçambique é dominada pela informalidade, sendo este o único meio de acesso à habitação
para a maioria da população de baixa renda”.
Mosca acrescenta que a exclusão das famílias pobres do mercado formal de solo urbano é
consequência da pobreza estrutural e da falta de regulação eficaz por parte do Estado
(Redalyc, 2003). Como resultado, crescem assentamentos precários em zonas periféricas,
muitas vezes sem serviços básicos, o que reforça desigualdades socioespaciais. (p.121).
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3. Variáveis Demográficas em Moçambique
As variáveis demográficas constituem elementos centrais para compreender a dinâmica da
população moçambicana e os seus impactos nos processos de urbanização, planeamento e
desenvolvimento socioeconómico. Entre as mais relevantes destacam-se o crescimento
urbano, a fecundidade, a estrutura etária e a segregação socioespacial.
3.1. Crescimento populacional urbano
O crescimento urbano em Moçambique tem sido acelerado nas últimas décadas. Segundo
Mosca (2003), “entre 1980 e 1990, a população urbana cresceu cerca de 15 %, atingindo
29,2 % em 1997” .
Dados mais recentes projetam que a urbanização continuará em ritmo intenso: de 13,2 % em
1960 para cerca de 25 % em 1990, 30,8 % em 2010 e podendo atingir 42,9 % em 2030 e 55,3
% em 2050 (Maloa & Nascimento Júnior, 2017.
Este aumento é resultado da combinação de migração rural–urbana, crescimento natural e
deslocamentos forçados por guerras e calamidades naturais.
3.2. Fertilidade
A fecundidade apresenta variações importantes entre áreas urbanas e rurais. De acordo com o
Inquérito Demográfico e de Saúde (IDS 2022–23), “a Taxa Global de Fecundidade (TGF)
em Maputo Cidade atingiu 2,1 filhos por mulher, em contraste com médias nacionais
superiores a 4” (INE, 2023).
Essa redução reflete maior acesso à educação feminina, serviços de saúde reprodutiva e
métodos contraceptivos nas zonas urbanas. Por outro lado, nas áreas rurais a taxa continua
mais elevada, reforçando desigualdades territoriais.
3.3. Estrutura etária e juventude da população
Moçambique é caracterizado por uma população extremamente jovem. Como observa
Urbanet (2021), “a idade média é de apenas 16 anos, com mais de 40 % da população
abaixo dos 15 anos”.
Essa juventude demográfica representa um potencial de dividendo demográfico, mas também
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um enorme desafio para a criação de emprego, expansão do sistema educativo e serviços de
saúde. Serra (2014) ressalta que, sem investimentos consistentes em capital humano, “a
pressão da juventude urbana pode ampliar desigualdades e tensões sociais”. (p.67).
3.4. Segregação por nível socioeconómico
A urbanização moçambicana é marcada por forte segregação socioespacial. Estudos de Melo,
Maloa e Jenkins (2018) em bairros informais de Maputo indicam que “famílias com maior
status socioeconómico tendem a ocupar terrenos maiores e menos densos, enquanto
populações de baixo rendimento concentram-se em zonas centrais densamente povoadas e
carentes de serviços urbanos” (p.133).
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Conclusão
Para concluir a população urbana em Moçambique reflete tanto o crescimento e dinamismo
dos aglomerados urbanos como as desigualdades sociais e territoriais herdadas
historicamente. Enquanto cidades como Maputo, Matola e Nampula se tornam polos de
atração migratória e económica, observase simultaneamente a expansão de áreas periféricas
informais, marcada por urbanização dispersa, informalidade no acesso à terra e segregação
socioespacial. As variáveis demográficas juventude, fertilidade e distribuição populacional
reforçam a complexidade deste processo. Compreender essas dinâmicas é essencial para a
formulação de políticas que promovam cidades mais inclusivas, sustentáveis e capazes de
responder às necessidades da população crescente.
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Referências Bibliográficas
De Araújo, Manuel Garrido Mendes. (1994) As Aldeias Comunais e o seu Papel na
Distribuição Territorial da População Rural na República Popular de Moçambique. UEM,
Maputo. p.106.
Mangue, João et all. (2011) Aspectos Sociais, Económicos, Demográficos e de Saúde em
Moçambique 1997 á 2007, Maputo NE/DNE. Contribuição para a definição do conceito
"Urbano" para o censo de população de Moçambique, Maputo, 1996.
INE (2023). Inquérito Demográfico e de Saúde 2022–23. Maputo: Instituto Nacional de
Estatística. p.2.
Ine/Dne. 1996, Contribuição para a definição do conceito "Urbano" para o censo de
população de Moçambique, Maputo.
Maloa, J. M. (2019). A dispersão urbana em Moçambique: reflexos da produção desigual do
espaço urbano. Revista RAEGA, UFPR. P.113.
Melo, V., Maloa, J., & Jenkins, P. (2018). Socio-spatial segregation in informal settlements of
Maputo. Sage Journals.
Mendes, M. C., & Araújo, M. G. M. (2003). Dinâmicas sociais e urbanas em Moçambique.
OpenEdition Journals. p.12.
Mosca, J. (2003). A urbanização moçambicana contemporânea: entre a informalidade e a
exclusão. Redalyc. p.60.
Nascimento Júnior, L., & Maloa, J. M. (2017). Urbanização e cidade dispersa: implicações
da produção do espaço urbano em Moçambique. ResearchGate.
Serra, C. (2014). A cidade dual: Maputo entre o cimento e o caniço. Maputo: Escolar
Editora.p.67.
Trindade, C. (2017). Crescimento urbano em Moçambique: migrações e transformações
sociais. Revistas UFRJ.
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Urbanet. (2021). Mozambique’s demographic dynamics and urban challenges. [Link].
Zelinsky, W. (1969). Introdução à geografia da população. Rio de Janeiro: Zahar Editores.