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ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
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Formulário
Nº 01
A UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia- foi criada pela Lei Federal nº.
11.151 de 29 de julho de 2005. O processo de criação da UFRB foi marcado pela participação de
vários setores da sociedade por intermédio de audiências públicas na região do Recôncavo da Bahia.
Assim, a UFRB nasce fortemente comprometida com demandas regionais e ao mesmo tempo é
percebida, num contexto mais amplo da Educação Superior Federal no Estado da Bahia, como o
primeiro passo para diminuir o descompasso do Estado da Bahia em relação à situação vivenciada em
outras regiões do Brasil, em termos de oferta e acesso ao Ensino Superior Federal.
A discussão foi suscitada pelo Reitor da UFBA, Prof. Naomar Monteiro de Almeida Filho
numa reunião com bancada de deputados federais e senadores baianos. No ano seguinte, o Conselho
Universitário da UFBA participando da posse do novo diretor da Escola de Agronomia, Prof. Paulo
Gabriel Soledade Nacif, convocou uma reunião extraordinária na qual se discutiu a proposta de
desmembramento da Escola de Agronomia da UFBA para a constituição do núcleo inicial da UFRB,
deliberando-se, nesta ocasião, pela criação de uma comissão.
Entre o período de outubro de 2005 a março de 2006 foram realizadas várias audiências com
os Ministros da Educação Tarso Genro e Fernando Haddad. Neste mesmo tempo acontecia
mobilização regional com a realização de reuniões, seminários e audiências públicas em municípios
do Recôncavo e Litoral Sul.
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Entretanto, essa realidade social, própria da sociedade açucareira, marcada por riqueza e
ostentação esvaeceu a partir do momento da descoberta e exportação do petróleo, marco de ruptura
dos antigos padrões de comportamento prestígio, poder e relações na sociedade baiana. Porém, as
limitações dos espaços onde se produz petróleo e onde foram construídas refinarias e outras estruturas
ligadas a sua exploração, transformação e armazenamento definiram desequilíbrios socioeconômicos,
pois nem todos os municípios do Recôncavo se beneficiaram dessas atividades econômicas. Assim,
podemos identificar uma gama bastante diversificada de atividades econômicas e de inserções no
mercado: municípios que vivem basicamente do turismo, outros de pesca, uns que se beneficiam dos
royaltes do petróleo, mais alguns que se constituem em centros produtores agrícolas de açúcar,
tabaco, dendê, mandioca e alimentos, núcleos de pecuária, centros com vocação comercial, e alguns
com incursões em termos industriais.
Neste cenário regional tão densamente povoado, rico em tradições culturais, bens patrimoniais
inestimáveis e que busca renovar-se e reencontrar seu antigo poder, brilho e prestigio é que nasce a
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
Engenharia de Computação
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação da
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) .
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Formulário
Nº 02
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Formulário
Nº 03
Segundo dados de pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), até 2012,
o Brasil terá uma carência de 150 milengenheiros nas diversas especialidades. Na era da Informação e
da Comunicação, a demanda por profissionais da área de Computação (Tecnologia da Informação) é
enorme, no Brasil e no Mundo, em particular, os Engenheiros de Computação.
No Brasil, a maioria dos cursos de Engenharia de Computação (EC) surgiu como uma ênfase
do curso de Engenharia Elétrica, adicionando-se disciplinas provenientes do curso de Ciência da
Computação. Enquanto em Ciência da Computação há um foco maior no desenvolvimento de
software, a Engenharia de Computação concentra a formação em sistemas que integram Hardware e
Software. A graduação em Ciência da Computaçãosurgiu no Brasil no final dos anos Sessenta,
destacando que os primeiros cursos de Bacharelado em Ciência da Computação foram criados na
Unicamp e na UFBA, em 1969. A instauração dos cursos de Engenharia de Computação no Brasil
seguiu o modelo do Massachusetts Institute of Technology (MIT), unindo os Institutos de Engenharia
Elétrica e Ciências da Computação para dar origem ao bacharelado em Engenharia de Computação. O
modelo do MIT foi seguidopor diversas instituições no Brasil, tais como a Universidade Estadual de
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No que diz respeito ao curso de Engenharia de Computação, em 2006, existiam apenas cinco
(5) cursos, dos quais apenas dois eram ministrados em Instituições de Ensino Superior (IES)públicas.
Em 2008, a UFBA também criou seu curso de Engenharia de Computação. A partir desses dados
conclui-se que há uma carência de cursos na área de Computação em instituições públicas no Estado
da Bahia e sugere-se que esse cenário é ainda mais grave no interior do Estado.
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Formulário
Nº 04
Apresentam-se neste item os principais horizontes que delinearam o projeto pedagógico do Curso de
Engenharia de Computação da UFRB. O curso de Engenharia de Computação da UFRB visa
proporcionar ao graduado do curso a capacidade de lidar com as frequentes mudanças no cenário
profissional e de produção do conhecimento, permitindo variados perfis de formação em um mesmo
curso. Além disso, objetivando assegurar a qualidade da formação oferecida aos discentes, procura-se
observar também os seguintes princípios:
A Integração Ensino-Pesquisa-Extensão
• As três dimensões (Ensino, Pesquisa e Extensão) devem formar um mesmo corpo relacional,
reforçando a sua indissociabilidade;
• A integração Ensino-Pesquisa-Extensão deve abranger igualmenteo Corpo Docente e o Corpo
Discente do curso;
• Os resultados desta integração devem ser continuamente avaliados e disponibilizados para a
comunidade de forma a garantira atualidade e a qualidade do Ensino.
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No ciclo contínuo do conhecimento, a partir do Ensino, o aluno deve ser estimulado para a
Pesquisa onde vislumbrará novos horizontes. A Extensão o permite divulgar suas descobertas e
aprendizados que assim alimentam o Ensino das gerações futuras; fechando-se desta forma o ciclo. A
Extensão visa também traduzir em benefícios diretos à comunidade, os conhecimentos adquiridos tanto
no nível do Ensino, quanto no da Pesquisa.
Ensino/Pesquisa
B. Alunos deverão ser incentivados a atuar em projetos de pesquisa, orientados por pesquisadores
qualificados, desde o início do curso;
Ensino/Extensão
• Alunos deverão ser incentivados a participar, desde o início do curso, de atividades de pesquisa
que estimulem a consolidação da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a
extensão,inclusive com participação de alunos do ensino médio;
• Realização de atividades como: Feira de Cursos, Feiras Científicas, Semana do Curso, Palestras
em escolas públicas, seminários PIBIC e outros, abertos ao público e em parceria com a
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comunidade;
Integração Curricular
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Formulário
Nº 05
• Resolução CONAC-UFRBNº003/2007;
Essas Resoluções e os pareceres orientam sobre a organização curricular, distribuindo o conteúdo total
do curso emum núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo
de conteúdos específicos, possibilitando assim, que o perfil do egresso do curso de Engenharia de
Computação venha atender às demandas da área e aos aspectos técnicos, éticos e sociais presentes no
cotidiano da profissão.
Registra-se, entretanto, que encontra-se em construção pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC)
um documento com as Diretrizes Curriculares para os cursos da área de Computação.
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Formulário
Nº 06
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digital;
• Busca de parcerias com demais instituições de ensino, pesquisa e extensão da região para
desenvolvimento e implantação de novos recursos tecnológicos;
• Agir como catalisadorno processo de desenvolvimento econômico, social e tecnológico da
região de uma maneira geral.
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Formulário
Nº 07
Art. 4ºA formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
Além disso, os referenciais para os cursos de Engenharia instituídos pelo MEC definem o
Engenheiro de Computação como sendo um profissional:
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• Automação;
• Redes de Computadores;
• Desenvolvimento de Sistemas;
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objetivos comuns. Para isso ele deverá agir com empatia, reconhecendo as diferenças e buscando
a sinergia da equipe com foco nos resultados organizacionais. A habilidade de trabalhar em
grupo é fundamental para o profissional da computação e é estimulada e desenvolvida durante o
curso durante a realização de projetos de pesquisa, trabalhos em diferentes Componentes
Curriculares e durante o Estágio Supervisionado;
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ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Quadro Curricular
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Processo nº Fls.
Rubrica:
Formulário
Componentes Curriculares Obrigatórios por Centro Nº 10A
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Processo nº Fls.
Rubrica:
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Processo nº Fls.
Rubrica:
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Processo nº Fls.
Rubrica:
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Processo nº Fls.
Rubrica:
Formulário
Componentes Curriculares Optativos por Centro Nº 10B
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Processo nº Fls.
Rubrica:
14/03/2014
Processo nº Fls.
Rubrica:
14/03/2014
Processo nº Fls.
Rubrica:
Formulário
Integralização por Semestres Nº 10C
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Processo nº Fls.
Rubrica:
Total 442 26
2º SEMESTRE
Cálculo Diferencial e Integral II 85h 5 Obrigatória Cálculo Diferencial e Integral I
Física Geral e Experimental II 85h 5 Obrigatória Física Geral e Experimental I
Álgebra Linear 68h 4 Obrigatória Geometria Analítica
Processamento de Dados II 68h 4 Obrigatória Processamento de Dados I
Ética e Sustentabilidade 34h 2 Obrigatória Nenhum
Fundamentos da Filosofia 68h 4 Obrigatória Nenhum
Total 408 24
4º SEMESTRE
Cálculo Diferencial e Integral IV 85h 5 Obrigatória Cálculo Dif. E Int. III
Física Geral e Experimental IV 85h 5 Obrigatória Física Geral e Experimental
III
Mecânica dos Sólidos I 85h 5 Obrigatória Cálculo Dif. E Int. II;
Física Geral e Experimental I
Fenômeno de Transporte 68h 4 Obrigatória Cálculo Dif. E Ix’nt. II;
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Processo nº Fls.
Rubrica:
5ºSEMESTRE
Eletromagnetismo I 68h 4 Obrigatória Física Geral e Experimental
IV
Eletricidade 68h 4 Obrigatória Física Geral e Experimental
III
Mecânica dos Sólidos II 85h 5 Obrigatória Mecânica dos Sólidos I
Lógica para Computação 68h 4 Obrigatória Processamento de Dados II
Circuitos Digitais II 68h 4 Obrigatória Circuitos Digitais I
Organização e Arquitetura de Computadores I 68h 4 Obrigatória Circuitos Digitais I
Total 425h 25
6º SEMESTRE
Termodinâmica 68h 4 Obrigatória Fenômenos de Transporte
Dinâmica dos Sólidos 85h 5 Obrigatória Física Geral e Experimental I
Transferência de Calor e Massa 68h 4 Obrigatória Fenômenos de Transporte
TCC 51h 3 Obrigatória Nenhum
Sinais e Sistemas 68h 4 Obrigatória Cálculo Dif. E Int. III
Circuitos Elétricos I 85h 5 Obrigatória Física Geral e Experimental
III
Total 425h 25
7ºSEMESTRE
Engenharia de Software I 85h 5 Obrigatória Princípios de Orientação a
Objetos; co-requisito: Análise
de Sistemas
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Processo nº Fls.
Rubrica:
8º SEMESTRE
Sistemas Operacionais 68h 4 Obrigatória Org. E Arq. De
Computadores I
Sistemas de Controle 102h 6 Obrigatória Sinais e Sistemas
Teoria da Computação 68h 4 Obrigatória Linguagens Formais e
Autômatos
Redes de Computadores I 68h 4 Obrigatória Processamento de Dados II
9º SEMESTRE
Sistemas Distribuídos 68h 4 Obrigatória Redes de Computadores I
Compiladores 68h 4 Obrigatória LFA; Estruturas de Dados
Matemática Discreta 68h 4 Obrigatória Teoria da Computação
Inteligência Artificial 68h 4 Obrigatória Lógica para Computação;
Estruturas de Dados
Sistemas Embarcados 68h 4 Obrigatória Sistemas Microcontrolados
Optativa II 68h 4 Optativa
Total 408h 24
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Processo nº Fls.
Rubrica:
10º SEMESTRE
Sistemas Tempo-Real 68h 4 Obrigatória Sistemas Operacionais
Empreendedorismo 34h 2 Obrigatória Nenhum
Aspectos Legais p/ Computação 34h 2 Obrigatória Nenhum
Interação Humano-Computador 68h 4 Obrigatória Engenharia de Software I
Optativa III 68h 4 Optativa
Optativa IV 68h 4 Optativa
Projeto de TCC 17h 1 Obrigatória 75% da carga horária
obrigatória do curso
Total 357h 21
11º SEMESTRE
Estágio 160h Obrigatória 50% da carga horária
obrigatória do curso
TCC de Engenharia de Computação 17h 1 Obrigatória Projeto de TCC
Total 177h 11
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Formulário
Nº 11
• Ingresso: Processo seletivo
• O curso de Engenharia de Computação tem duração mínima de cinco anos e meio (11
semestres letivos) podendo ser integralizado em um tempo máximo de 11 anos, ou seja, 22 semestres
letivos. O período de duração do curso está de acordo com a Resolução nº 2, de 18 de Junho de 2007
do Conselho Nacional de Educação e Câmara de Educação Superior CNE/CES;
• Não deverá ser excedido o máximo de 510 horas em componentes curriculares (disciplinas ou
atividades) em cada semestre letivo, o que corresponde a um máximo de 30 horas semanais.
• Estágio:O Estágio Curricular Supervisionado tem natureza obrigatória e a sua carga horária
mínima é de 160h, sendo regulamentado pela Lei de Estágio, Regulamento de Estágio do Curso
e regimentos desta Universidade. O estudante deverá integralizar pelo menos 50% da carga
horária de disciplinas obrigatórias para se tornar apto a cursar o Estágio Curricular;
• TCC:O Trabalho de Conclusão de Curso é atividade curricular obrigatória, sem o qual o
discente não será diplomado. O TCC será desenvolvido em duas etapas: “Projeto de TCC” e
“TCC de Engenharia de Computação”, obedecendo ao disposto no Regulamento de TCC do
Curso e Resolução CONAC Nº 016/2008. O estudante deverá integralizar pelo menos 75% da
carga horária de disciplinas obrigatórias para se tornar apto a cursar a disciplina “Projeto de
TCC”;
Básica
1. FLEMMING, D.& BUSS, M. Cálculo A, Editora DAUFSC.
2. STEWART, J. Cálculo, Vol. I. 6ª ed. Cengage Learning, São Paulo, 2009.
3. LEITHOLD. O Cálculo com Geometria Analítica, volume I. Editora Harbra.
Complementar
1. ÁVILA, Geraldo Severo de Souza (2003). Cálculo das funções de uma variável. LTC- Livros
técnicos e científicos Editora.
2. GUIDORIZZI, H. Um curso de cálculo, Livros Téc. e científicos Ed. S.A.
3. HOFFMANN, L. Cálculo. Livros Técnicos e científicos Ed. S.A.
4. IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, volume VIII. Atual Editora.
5. MUNEM, M. Cálculo, volume I. Editora Guanabara.
6. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral, Vol. I. 8ª ed. Editora: Lopes da Silva. Porto.
Portugal.
7. SIMMONS, George. Cálculo com Geometria, volume I. Editora McGraw-Hill.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física, vols. 1 e 2.
2. SEARS, Francis W.; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física, vols. 1 e 2.
3. NUSSENZVEIG, H. Moises. Física Básica, vols. 1 e 2.
Complementar:
1. OLDEMBERG, José. Física Geral e Experimental, vols. 1 e 2.
2. TIPLER, Paul A. Física, vol. 1.
3. ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física, vol. 1.
4. FURTADO, Nelson. Teoria dos Erros.
5. TIMONER, Abrahão; MAJORANA, Felix S.; LEIDERMAN, Geny B. Práticas deFísica, vols. 1, 2
e 3.
6. BEERS, Yardley. Introduction to the Theory of Error.
7. WALL, Clifford N.; LEVINE, Raphael B.; CHRISTENSEN, Fritjo E. PhysicsLaboratory Manual.
8. MEINERS, Harry F.; EPOENSTEIN, Walater; MOORE, Kenneth H. LaboratoryPhysics.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
GEOMETRIA ANALÍTICA CETEC 68
Ementa:
Álgebra vetorial. A translação e a rotação de eixos. A reta e o plano no espaço R³. As cônicas.
As superfícies de revolução.
Bibliografia
Básica:
1. STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. Ed. Makron Books
2. BOULOS, Paulo. Geometria Analítica. Editora Edgard Blucher Ltda
3. WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. Ed. Makron Books
Complementar:
1. CABRAL; CARDOSO; COSTA; FERREIRA; SOUZA. Vetores, Retas e Planos. Publicação
Interna do Departamento de Matemática da UFBA.
2. CASTRUCCI, Benedito. Cálculo Vetorial. Livraria Nobel S.A.
3. FEITOSA, Miguel O. Vetores e Geometria Analítica. Livraria Nobel S.A.
4. LEHMAN, Charles H. 1991. Geometria Analítica. Editora Globo.
5. LIMA, Elon Lages (2001). Geometria Analítica e Álgebra Linear. Rio de Janeiro, IMPA
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PROCESSAMENTO DE DADOS I CETEC 68
Ementa:
Conceitos básicos de computação. Fundamentos da organização de computadores digitais.
Técnicas de programação. Algoritmos: itens fundamentais, Estruturas de Dados e Modularização.
Noções de Engenharia de Software.
Bibliografia
Básica:
1. VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999.
2. FEDELI, R.D l Introdução à Ciência da Computação, Ed. Thomson, 2003
3. MANZANO. Algoritmos:Lógica de Programação de Computadores. Ed. Érica, 2000.
Complementar:
1. Souza,Marco Antonio Furlan; Soares, Marcio Vieira. Algoritmos e Lógica de Programação. 2º
Edição. Editora Cengage Learning. 2005.
2. CUNHA, R.D. Introdução à Linguagem de Programação Fortran 90.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
QUÍMICA GERAL CETEC 68
Ementa:
Estrutura e propriedades dos elementos e compostos químicos: Matéria, Conceitos Gerais; Teoria
Atômica, Estrutura Atômica, Configuração Eletrônica, Orbital Atômico; Ligações Químicas:
Iônicas, Covalentes e Metálicas; Conceito de Mol; Funções Químicas; Misturas, Soluções
Concentração de Soluções; Equações Químicas, Reações Redox; Introdução ao Equilíbrio
Químico, Ácidos e Bases, pH; Calor de reação, Introdução à Termoquímica. Tópicos básicos da
físico-química.
Bibliografia
Básica:
1. RUSSELL, JOHN B. Química Geral, volume 1. Editora: Makron Books, 1994.
2. RUSSELL, JOHN B. Química Geral, volume. 2. Editora: Makron Books, 1994.
3. HUMISTON, G. E.; BRADY, J. Química: a Matéria e Suas Transformações, volumeLTC, 2002
Complementar:
1. HUMISTON, Gerard E.; BRADY, James. Química: a Matéria e SuasTransformações, volume 2.
LTC, 2002.
2. LEE, John David. Química Inorgânica: Não Tão Concisa. Edgard Blucher, 2003.
3. BROWN, THEODORE L.; LEMAY, H. Eugene; BURSTEN, Bruce E. Química:Ciência Central.
LTC, 1999.
4. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de Química - Questionando a VidaModerna e o Meio
Ambiente, 2006.
5. SIENKO, M. J.; PLANE, R. Química. São Paulo: Companhia Ed. Nacional, 1977.
6. QUAGLIANO, J. V.; VALLARINO, L. M. Química. Rio de Janeiro: Ed. GuanabaraDois Ltda,
1979.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
METODOLOGIA DA PESQUISA CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas,
2001.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas, 1991.
3. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica: Teoria e prática. Rio de Janeiro: Ed. Axcel
Books, 2003.
Bibliografia Complementar:
1. CERVO, A. L., BERVIAN, P. A. Metodologia científica, 5ª edição. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2002.
2. DEMO, P. Introdução a metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1995.
3. FIGUEIREDO, A. M.; SOUZA, S. R. G. Projetos, monografias, dissertações e teses: da
redação científica à apresentação do texto final. São Paulo: Lumen Júris, 2005.
4. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São
Paulo: Atlas, 2007.
5. OLIVEIRA, J. L. Texto acadêmico: técnicas de redação e de pesquisa científica. Rio de
Janeiro: Vozes, 2005.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ÁLGEBRA LINEAR CETEC 68
Bibliografia
Básica:
1. BOLDRINI, Costa .Álgebra [Link].
2. ANTON / RORRES. Álgebra Linear com Aplicações. Ed. Bookman
3. LIPSCHUTZ, S.Álgebra Linear. Coleção Schaum. Ed. Mc Graw Hill do Brasil.
Complementar:
1. GONÇALVES, Adilson. Introdução a Álgebra Linear. Ed. Edgard Blucher – Ltda.
2. HOFFMAN, K. & KUNZE. Álgebra Linear
3. LANG, S.Álgebra Linear
4. STEINBRUCH, A; WINTERLE, P. Álgebra Linear. Ed Makron Books
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. FLEMMING, Diva. M & BUSS, Mírian. Cálculo B, 6ª Edição. São Paulo, Prentice Hall, 2008.
2. STEWART, J.Cálculo, Vol. I. 6ª ed. Cengage Learning, São Paulo, 2009.
3. STEWART, J. Cálculo, Vol. II. 6ª ed. Cengage Learning, São Paulo, 2009.
Complementar:
1. FLEMMING, Diva M. & BUSS, Mírian. Cálculo A, 6ª Edição. São Paulo, Prentice Hall, 2008.
2. MACHADO, N. J. Cálculo – Funções de mais de uma variável.
3. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. 1. Editora Lopes e Silva. Porto. Portugal.
4. PISKOUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. Vol. 2. Editora Lopes e Silva. Porto. Portugal.
5. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. Editora Harbra.
6. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2. Editora Harbra.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
FÍSICA GERAL e EXPERIMENTAL II CETEC 85
Básica:
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, volume 2. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996.
2. TIPLER, P. A. Física, volume 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995.
3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica, volume 2. Edgard Blucher, 1996.
Complementar:
1. SEARS F.; ZEMANSKY. M. W.; YOUNG, K. D. FÍSICA.
2. GOLDEMBERAG. J. FÍSICA – Geral e Experimental.
3. EISBER, R. M.; LERNER, L. S. Física – Fundamentos e Aplicações.
4. ALONSO, J.; FINN, E. J. M. Física.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PROCESSAMENTO DE DADOS II CETEC 68
Ementa:
A filosofia a partir de seus problemas nos âmbitos da filosofia teórica e prática. A emergência dos
problemas filosóficos nos textos clássicos e sua forma contemporânea na literatura atual. Realidade
e aparência. O problema da consciência. O problema mente-corpo. Determinismo e liberdade.
Estado e política. Juízo de gosto e experiência estética.
Bibliografia
Básica:
1. COTRIM, Gilberto. Fundamentos de Filosofia. 6ª ed. São Paulo: Saraiva, 1991
2. NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada da filosofia: das origens à idade moderna. São Paulo:
Editora Globo, 2002.
3. CHAUI, Marilena. Introdução à história da filosofia - Dos pré-socráticos a Aristóteles - vol. 1.
São Paulo. Companhia das Letras, 2005.
Complementar:
1. DELEUZE, Gilles. O que é a filosofia ?. [Link]. Rio de Janeiro: Editora 34, 2010. 271 p
2. NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Além do bem e do mal: prelúdio de uma filosofia do futuro
. São Paulo: Companhia de Bolso, 2005. 263p.
3. PINTO, Álvaro Vieira. O conceito de tecnologia. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. 794 p.
4. DESCARTES, René. Discurso do método. Lisboa, PO: Edições 70, 2008. 106p.
5. NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. 7. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2009. 544 p.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ÉTICA E SUSTENTATIBILIDADE CETEC 34
Ementa:
Ética e moral. Principais teorias sobre a ética. Ética profissional e o Código de Ética. Relação entre
ética, ciência e tecnologia. Desenvolvimento sustentável. Tecnologia social. Avaliação de impactos
socioambientais de tecnologias e projetos de desenvolvimento.
Bibliografia
Básica:
1. ACSELRAD, H. As práticas espaciais e o campo dos conflitos ambientais. In:ACSELRAD
(org.). Conflitos ambientais no Brasil, 2004. p.13-36.
2. BARTHOLO, R.A mais moderna das esfinges: notas sobre ética edesenvolvimento. In:
3. BURSZTYN, M. A difícil sustentabilidade: política energética e conflitosambientais. Rio de
Janeiro: Garamond, 2001.
Complementar:
1. BURSZTYN, M. A.; BURSZTYN, M. Desenvolvimento sustentável: biografia de umconceito. In:
2. PINHEIRO, E. P.; VIANA, J. N. S. (orgs.). Economia, meio ambiente ecomunicação. Rio de
Janeiro: Garamond, 2006.
3. Código de ética profissional da engenharia, da arquitetura, da agronomia, dageologia, da geografia e
da meteorologia, 2002. Disponível na internet.
4. COSTA, C. F. Razões para o utilitarismo: uma avaliação comparativa de pontos devista éticos.
Ethic@ 1, p.155-174, 2002.
5. DAGNINO, R.A tecnologia social e seus desafios. In: DE PAULO, A. Tecnologiasocial: uma
estratégia para o desenvolvimento. Fundação Banco do Brasil: Rio deJaneiro, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRALIII CETEC 85
Complementar:
1 . SOTOMAYOR, Jorge. Lições de Equações Diferenciais Ordinárias. IMPA,
R io de Janeiro, 1979.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, volume 3. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996.
2. GOLDEMBERG. José. Física Geral e Experimental, volume 2.
3. TIPLER, P. A. Física, volume 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995.
Complementar:
1. MACKELVEY. John; GROTCH, Howard. Física, volume 3.
2. EISBER, R. M.; LERNER, L. S. Física – Fundamentos e Aplicações.
3. PONPIGNAC, François; LOUREIRO, Silvio; NASCIMENTO. E. M. Textos deLaboratório –
Física Geral e Experimental III.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CÁLCULO NUMÉRICO I CETEC 68
Básica:
1. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V.L.R. Cálculo Numérico – Aspectos Teóricos e
Computacionais. [Link]., Makron Books, 1997.
2. CLAUDIO, D. M.; MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. 2. ed., Atlas, 1994.
3. BARROSO, L. C. et al Cálculo Numérico – Com Aplicações. Editora Harbra, 1987.
Complementar:
1. CUNHA, CRISTINA. Métodos Numéricos. 2ª Ed. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2000.
2. ARENALES, Selma Helena de Vasconcelos; DAREZZO, Artur (Autor). Cálculo
numérico: aprendizagem com apoio de software. São Paulo: Thomson Learning, 2008. x,
364 p.
3. MILNE, William Edmund. Cálculo numérico: aproximações, interpolação, diferenças
finitas, integração numérica e ajustamento de curvas. São Paulo: Poligono, 1968. 346 p.
4. BURDEN, R. L; FAIRES, J. D. Análise Numérica, Editora Pioneira, 2003.
5. Quarteroni, Alfio; Saleri, Fausto. Cálculo Científico com Matlab e Octave, Springer -Verlag,
2007.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
MÉTODOS ESTATÍSTICOS CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. TOLEDO, Geraldo L.; OVALLE, Ivo I. Estatística básica. São Paulo: Editora Atlas
S.A.
2. TRIOLA, Mário F. Introdução à Estatística, 9ª edição. Rio de Janeiro: LTC S/A.
3. BUSSAB, Wilton O.; MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica, 5ª edição. Ed.
Saraiva.
Complementar:
1. MARTINS, Gilberto de A,.Estatística Geral e Aplicada, 3ª edição. Ed Atlas.
2. MEYER, Paul L. Probabilidades: Aplicações à Estatística.
3. SPIEGEL, Murray R. Estatística.
4. WERKEMA, Maria C. C. Ferramentas de Qualidade, Volumes 2, 4, 7 e 8.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
DESENHO TÉCNICO I CETEC 68
Básica:
1. ESTEPHANO, Carlos. Desenho Técnico Básico 2º e 3º Graus. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico S. A 1987.
2. FRENCH, Thomas. Desenho Técnico. Porto Alegre: Editora Globo. 1974.
3. HOELSCHER, Rodolfo; et alii. Expressão Gráfica, Desenho.
Complementar:
1. OBERG, Lamartine. Desenho Arquitetônico, 20ª edição. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico S. A. 1974.
2. PERERIA, Aldemar D’Abreu. Desenho Técnico Básico. Livraria Francisco Alves
Editora, 1975.
3. ABNT, Associação Brasileira de Normas e Técnicas – Capítulo 1 a 8
4. ABNT, Coletânea de Normas Técnicas.
5. PIANCA, João Baptista, Manual do construtor.
6. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico, São Paulo, Edgard Blücher.
7. NEISEL, Ernest. Desenho Técnico para Construção Civil.
8. PROTEC, Cadernos de Desenho Arquitetônico.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PRINCÍPIOS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. BUDD, T. An Introduction to Object-Oriented Programming. 3 ed. Boston: AddisonWesley, 2001.
2. DEITEL H.M. & DEITEL P.J. JAVA: Como Programar, Pearson Prentice Hall. 8a ed. SP: 2010.
3. SANTOS, Rafael. Introdução à Programação Orientada a Objetos Usando Java. Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
Complementar:
1. BOOCH, G., RUMBAUGH, J., JACOBSON, I. UML: Guia do Usuário. [Link]. Rio deJaneiro:
Campus/Elsevier, 2005.
2. DEITEL H.M. & DEITEL P.J. C++: Como Programar, Pearson Prentice Hall. 3a ed. SP: 2001.
3. HORSTMANN, C. S., CORNELL, C..Core Java 2: Fundamentos- vol. 1. Rio de Janeiro:Alta
Books, 2005.
4. LARMAN, Craig. Utilizando UML e Padrões – Uma Introdução à Análise e ao Projeto
Orientados a Objetos. 3ª. Ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2007.
5. STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. -. Porto Alegre: Bookman,
2000.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV CETEC 85
Integral de Linha: Integral de Linha de Campo Escalar e de Campo Vetorial, Teorema de Green,
Campos Conservativos no Plano. Integral de Superfície: Integral de Superfície de Campo Escalar e
de Campo Vetorial, Teorema de Stokes, Teorema de Gauss, Campos Conservativos em R3.
Álgebra de Operadores.
Bibliografia
Básica:
1. GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: funções de váriasvariáveis,
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície, 2ª edição, rev. eampl. São Paulo: Prentice
Hall, 2007. 435 p. ISBN 978-85-7605-116-9.
2. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica, volume 2, 3ª edição. SãoPaulo: HARBRA,
1994.
3. SIMMONS, George Finlay. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: PearsonMakron Books,
2009. (tradução Seiji Hariki; revisão técnica Rodney CarlosBassanezi, Silvio de Alencastro
Pregnolatto) v. ISBN 9788534614689. (v.2)
Complementar:
1. LARSON, R. E.; HOSTELER, R. P; EDWARDS. Cálculo com Geometria Analítica,volume 2 (ou
volume único), 5ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
2. MUNEM, Mustafá A. Cálculo, volume 2. Rio de Janeiro: Guanabara, 1978 - 1982.
3. HOFFMANN, D. Laurence; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno esuas aplicações,
7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL IV CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. HALLIDAY. David & Resnik. Robert. Fundamentos de Física. vol 4
2. GOLDEMBERG. José. Física Geral e Experimental. vol 2
3. TIPLER. Paul. Física. vol 2
4. MCKELVEY. John P. Física. vol 3
5. EISBERG. Robert M. & Lener. Lowrence S. Física – Fundamentos e Aplicaçõ[Link]. 3
6. ALONSO. Marcelo. Finn. Edward J. Física
Complemetar:
1. PONPIGNAC. François. Loureiro. Silvio & Nascimento E. M. Textos de Laboratório – Física
Geral e Experimental IV.
2. CAMPOS, Agostinho Aurélio Garcia; ALVES, Elmo Salomão; SPEZIALI, Nivaldo Lúcio. Física
experimental básica na universidade. 2. ed. rev. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2008. 210, [1] p.
3. CAVALCANTE, Marisa Almeida; TAVOLARO, Cristiane R. C. Física moderna experimental. 2.
ed. Barueri: Manole, 2007. 132 p.
4. MARQUES, Gil da Costa; SILVA, Antonio José Roque da Silva (Org.). Física: tendência e
perspectivas. São Paulo: Livraria da Física, 2005. 342 p.
5. CHESMAN, Carlos; ANDRÉ, Carlos; MACÊDO, Augusto. Física moderna: experimental e
aplicada . 1. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004 291 p.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I CETEC 85
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. BEER, F.P. & Johnston Jr. E.R. Resistências dos Materiais
2. RILEY, Willian F.; STURGES Leroy D; MOURIS Don H. Mecânica dos Materiais. LTCE 5a ed.
2003
3. HIBBELER, R.C., RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS, 3.º ED., EDITORA LIVROS TÉCNICOS
ECIENTÍFICOS, 2000.
Complementar:
1. PORTELA, Arthur e Silva, Arlindo – Mecânica dos materiais – UNB, 2006
2. GERE, J.M. (2003). “MECÂNICA DOS MATERIAIS”, 5A. ED., PIONEIRA THOMSON
3. LEARNING LTDA., SÃO PAULO, BRASIL.
4. NASH, W.,RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS. EDITORA Mc GRAW HILL BRASIL, 3.ª
EDIÇÃO,1990, SÃO PAULO.
5. TIMOSHENKO, S.P., RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS, ED. LIVROS TÉCNICOS
ECIENTÍFICOS, 1982.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
FENÔMENO DE TRANSPORTE CETEC 68
Ementa:
Propriedade dos fluidos. Hidrostática. Cinemática e dinâmica dos fluidos. Conceitos fundamentais
de fluidos. Pressões na hidrostática. Forças sobre superfícies submersas. Equação da continuidade e
de Bernoulli. Análise dimensional. Perdas de carga. Escoamento laminar e turbulento.
Desenvolvimento da camada limite
Bibliografia
Básica:
1. FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J. MCDONALD, Alan T., Introdução à Mecânica dos
Fluidos. 6ª Ed. LTC.
2. MUNSON, Bruce R.; Young, Donald F.; OKISHI, Teodore H. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos, 5ª edição Edgard Blucher.
3. WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos – McGraw-Hill.
Complementar:
1. SCHULZ, Harry Edmar. O essencial em fenômenos de transporte. São Carlos: EESC-USP, 2003.
398 p.
2. INCROPERA, Frank P; DEWITT, David P. Fundamentos de transferência de calor e de massa. Rio
de Janeiro: LTC, 2008. 643p
3. SCHMIDT, Frank W.; HENDERSON, Robert E; WOLGEMUTH, Carl H. Introdução às ciências
térmicas: termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor . São Paulo: Edgard
Blücher, 2004. xvii, 466 p.
4. VAN WYLEN Fundamentos da Termodinâmica Clássica Ed. Edgard Blucher.
5. KREITH, F. Princípios de Transmissão de Calor Ed. Edgard Blucher.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CIRCUITOS DIGITAIS I CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. TOCCI, R. J.; Widmer, N. S. Sistemas Digitais - princípios e aplicações. 8a edição. Rio de Janeiro:
LTC - Livros técnicos e científicos, 2003.
2. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de eletrônica digital. 34a edição. São Paulo: Ed
Érica, 2002.
3. J. P. Uyemura; Circuitos Digitais: Uma abordagem integrada; ed. Thomson
Complementar:
1. ERCEGOVAC, Milos, Lang, Tomas, Moreno. Introducao aos Sistemas Digitais, Bookman
2. WAKERLY, J.F. Digital design. 4th ed., Prentice-Hall, 2006.
3. FREGNI, E. & SARAIVA, A.M. Engenharia do projeto lógico digital. Ed. Edgard Blücher, 1995.
4. KIME,C.R. & MANO, M.M. Logic and computer design fundamentals. 3rd ed., Prentice-Hall,
2003.
5. GAJSKI, D.D. Principles of digital design. New Jersey, Prentice Hall, 1997.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ESTRUTURAS DE DADOS CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. GOODRICH,Michael T.; TAMASSIA, Roberto. Estrutura de Dados e Algoritmos em Java. 4ª.
[Link], 2003.
2. LAFORE, Robert. Estruturas de dados e algoritmos em [Link]. Ciência Moderna, 2005.
3. PREISS, Bruno. Estruturas de Dados em Algoritmos em Java. 2 ed. Elsevier, 2007.
Complementar:
1. ANDERSEN, Sandra. Data structures in Java: a laboratory course. Jones and Bartlett Publishers,
2007
2. GOLDMAN, Kenneth; GOLDMAN, J. A practical guide to data structures and algorithms using
java. Taylor & Francis Group, 2008.
3. PUGA, Sandra &RISSETTI, Gerson - Lógica de Programação e Estrutura de dados - Com
Aplicações em Java. 2ª Edição. Pearson: 2009.
4. STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. -. Porto Alegre: Bookman,
2000.
5. TENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah Langsam; AUGENSTEIN, Moshe J.
Estruturas de dados usando C.São Paulo: Makron Books, 1995.-
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ELETROMAGNETISMO I CETEC 68
Básica:
1. BUCK, JOHN A.; HAYT JR, WILLIAM H., Eletromagnetismo; São Paulo; 8ªEd.; Editora: Mcgraw-Hill
Interamericana.
2. QUEVEDO, CARLOS PERES & QUEVEDO-LODI, CLÁUDIA; Ondas Eletromagnéticas.
Eletromagnetismo, Aterramento, Antenas, Guias, Radar, Ionosfera; Ed. Pearson / Prentice Hall
3. WENTWORTH; STUART M.; Fundamentos de Eletromagnetismo: com Aplicações Em
Engenharia; Ed LTC, 253 pag, 2006
Complementar:
1. WENTWORTH; STUART M.; Eletromagnetismo: Aplicações; Ed Bookman, 253 pag, 2006
2. HALLIDAY, D.; RESNICK,R.; WALKER, J. Fundamentos de Física, [Link]. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2002. Vol. III.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ELETRICIDADE CETEC 68
Ementa:
Conceitos fundamentais da eletricidade; Circuitos elétricos de corrente contínua; Tensão alternada;
Gerador de funções; Operação do osciloscópio; Tensão e corrente alternadas senoidais;
Capacitores; Indutores; Circuitos RLC em CA; Transformadores monofásicos; Rede trifásica;
Transformador trifásico; Máquinas de corrente contínua; Máquinas de corrente alternada;
Comandos elétricos; Fontes alternativas de energia.
Bibliografia
Básica:
1 CREDER, H. Instalações Elétricas. [Link]. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2000.
2. DORF, R.C.; SVOBODA, J.A. Introdução aos Circuitos Elétricos. [Link]. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2003.
[Link], Joseph A. Eletromagnetismo. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981.
Complementar:
1. NESKIER, J., MACINTYRE, A., Instalações Elétricas, Ed. Guanabara 2.
2. MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. [Link]. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2001
3. COTRIM, A. Instalações Elétricas. [Link]. Rio de Janeiro: Makron Books, 2003.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II CETEC 85
Ementa:
Solicitações internas. Reações. Diagramas. Tensões e deformações. Estados de tensão. Lei de
Hooke. Trabalho de deformação. Solicitações axiais. Flexão simples. Cisalhamento em vigas
longas. Torção. Solicitações compostas. Análise de tensões no plano. Flambagem. Deformações
em vigas.
Bibliografia
Básica:
1. BEER, F.P. & Johnston Jr. E.R. Resistências dos Materiais
2. RILEY, Willian F.; STURGES Leroy D; MOURIS Don H. Mecânica dos Materiais. LTCE 5a ed.
2003
3. HIBBELER, R.C., RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS, 3.º ED., EDITORA LIVROS TÉCNICOS
E CIENTÍFICOS, 2000.
Complementar:
1. PORTELA, Arthur e Silva, Arlindo. Mecânica dos materiais . UNB, 2006
2. GERE, J.M. (2003). “MECÂNICA DOS MATERIAIS”, 5A. ED., PIONEIRA THOMSON
LEARNING LTDA., SÃO PAULO, BRASIL.
3. NASH, W.,RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS. EDITORA Mc GRAW HILL BRASIL, 3.ª
EDIÇÃO, 1990, SÃO PAULO.
4. TIMOSHENKO, S.P., RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS, ED. LIVROS TÉCNICOS E
CIENTÍFICOS, 1982.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SINAIS E SISTEMAS CETEC 68
Ementa:
Sinais contínuos e discretos no tempo. Operações com sinais. Tipos e propriedades de sinais.
Sistemas contínuos e discretos no tempo. Sistemas lineares invariantes no tempo. Sistemas
representados por equações diferenciais e de diferença. Série e transformada de Fourier. Análise de
Fourier para sinais e sistemas contínuos. Amostragem de sinais contínuos no tempo. Convolução
contínua. Resposta de sistemas lineares. Aplicações de sistemas lineares. Transformada de Laplace.
Bibliografia
Básica:
1. OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; HAMID, S.; NAWAB, S. H. Signals and Systems. 2nd.
Prentice Hall, 2005;
2. Haykin, S.; Veen,B. V. Sinais e Sistemas, Bookman, 2001;
3. LATHI, B.P. Sinais e sistemas lineares, segunda edição, Bookman, 2004.
Complementar:
1. DINIZ, P. S. R.; SILVA, E. A. B.; LIMA NETO, S. Processamento digital de Sinais, Bookman, 2004
ISBN 9788536304182.
2. HAYES, M. H. Schaum's outline of theory and problems of digital signal processing. New York:
McGraw-Hill, c1999.
3. HSU, Hwei P. Teoria e problemas de sinais e sistemas. Belo Horizonte, Bookman, 2004.
4. INGLE, Vinay K.; PROAKIS, John G. Digital signal processin g using Matlab. Pacific Grove, Albany,
Brooks/Cole, c2000.
5. Ronald W.; SCHUESSLER, Hans W. Computer-based exercises for signal processing using Matlab
5. New Jersey, Prentice-Hall, c1998.
6. MITRA, Sanjit K. Digital signal processing laboratory using Matlab®. New York, McGraw-Hill, 1999.
7. MITRA, Sanjit K. Digital signal processing: a computer-based approach. 2nd ed. Boston: McGraw-
Hill, c2001.
8. OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Discrete-time signal processing. 2nd. ed. New
Jersey: Prentice-Hall, c1999.
9. PROAKIS, John G.; MANOLAKIS, Dimitris G. Digital signal processing: principles, algorithms, and
applications. 3rd. ed. New Jersey: Prentice-Hall, c1996.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CIRCUITOS DIGITAIS II CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. D´amore, R, VHDL: Descrição e Síntese de Hardware, LTC
2. TOCCI, R. J.; Widmer, N. S. Sistemas Digitais - princípios e aplicações. 8a edição. Rio de Janeiro:
LTC - Livros técnicos e científicos, 2003.
3. J. P. Uyemura; Circuitos Digitais: Uma abordagem integrada; ed. Thomson
Complementar:
1. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de eletrônica digital. 34a edição. São Paulo: Ed
Érica, 2002.
2. Ercegovac, Milos, Lang, Tomas, Moreno. Introducao aos Sistemas Digitais, Bookman
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
MATEMÁTICA DISCRETA CETEC 68
Ementa:
Técnicas de demonstração de teoremas, indução matemática, teoria dos números e teoria dos
grafos.
Bibliografia
Básica:
Kenneth H. Rosen. Matemática Discreta e suas Aplicações. Editora Mc-Graw Hill Brasil,
Tradução da 6º edição em inglês. 2009.
Gersting, Judith L.. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. EditoraLTC , 5º
edição, 2004.
Laira Vieira Toscani, Paulo [Link]. Complexidade de Algoritmos. Editora Bookman.
2º edição. 2008.
Complementar:
1. R. Graham, D. Knuth & O. Patashnik.,Matemática Concreta - Fundamentos para a Ciência da
Computação. LTC Editora, 2º edição, 1995. (Tradução de Concrete Mathematics - A Foundation
for Computer Science, Addison-Wesley, 1994.)
2. L. Lovász, J. Pelikán & K. Vesztergombi. Discrete Mathematics: Elementary and Beyond. 1º
edição. Editora Springer. 2003.
3. BOAVENTURA NETTO, Paulo Oswaldo. Grafos: teoria, modelos, algoritmos. 4a ed., São Paulo,
Edgard Blücher, 2006.
NICOLETTI, Maria do Carmo; HRUSCHKA JUNIOR, Estevam Rafael. Fundamentos da Teoria
dos Grafos para Computação. São Carlos, Ed. Universidade Federal de São Carlos, 2006.
Edward [Link], Matemática Discreta, editora Cengage Learning, 2º edição, 2010.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TERMODINÂMICA CETEC 68
Ementa:
Conceitos e definições. Propriedades de uma substância pura. Energia e a 1ª lei da termodinâmica.
Segunda lei da termodinâmica. Entropia. Exergia Ciclos termodinâmicos (Rankine, Otto, Diesel,
Brayton, Stirling e de refrigeração por compressão de vapor). Relações termodinâmicas. Mistura de
gases sem afinidade química e psicrometria. Reações químicas e combustão. Escoamento
compressível unidimensional.
Bibliografia
Básica:
1. WYLEN, Gordon; SONNTAG, Richard; BORGNAKKE, Claus. Fundamentos da
Termodinâmica clássica, 4ª edição. São Paulo: Edgard Blücher, 1994.
2. MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N. Princípios de termodinâmica para engenharia, 6ª
edição. LTC, 2009.
3. GARCIA, Carlos A. Problemas de termodinâmica técnica. Alsina, 2009.
Complementar:
1. GAYE, Jesus Biel. Formalismo y métodos de la termodinâmica. Editorial, 2009.
2. PRIGOGINE, I; KONDEPUDI,Dilip. Termodinâmica: dos motores térmicos às estruturas
dissipativas . Lisboa, PO: Instituto Piaget, 1999. 418 p. (Ciência e técnica. 13)
3. CALLEN, Herbert B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. 2. ed. New
York: John Wiley & Sons (Asia), 1985. 493p.
4. PÁDUA, Antonio Braz de; PÁDUA, Cléia Guiotti de. Termodinâmica: uma coletânea de
problemas . São Paulo: Livraria da Física, 2006. 268 p.
5. OLIVEIRA, Mário José de. Termodinâmica. São Paulo: Livraria da Física, 2005. xi, 365 p.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
DINÂMICA DOS SÓLIDOS CETEC 85
Ementa:
Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica do movimento plano de
corpos rígidos. Energia cinética dos corpos rígidos no movimento plano. Noções de dinâmica em
três dimensões.
Bibliografia
Básica:
1. TENEBAUM, Roberto A. Dinâmica Aplicada, 3ª edição. Brasil: Editora Manole,2006.
2. BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR., E. Russell. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica, 7a
edição. Brasil: MCGraw-Hill, 2006.
3. HIBBLER, R. C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia, 10ª edição. Brasil: Prentice-Hall, 2004.
Complementar:
1. SANTOS, Ilmar Ferreira. Dinâmica de Sistemas Mecânicos, 1ª edição. Brasil:Makron Books, 2000.
2. SHEPPARD etall, Dinâmica -Análise e projeto de sistemas em movimento, 1ªed., LTCE, 2007.
3. SHAMES, I. H. Mecânica para engenharia : Estática, 4ªed., Pearson/PrenticeHall, 2003.
4. MERIAM, J., KRAIGE, L. G. Mecânica para engenharia : Dinâmica, 6ªed., LTC, Rio de Janeiro,
2009.
5. KAMINSKI, P.C. Mecânica geral para engenheiros. Edgar Blucher, 2000.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TRANSFERÊNCIA DE CALOR E MASSA CETEC 68
Ementa:
Condução. Método das diferenças finitas e elementos finitos para problemas de condução de calor.
Convecção. Radiação. Isolamento térmico. Transferência de massa. Projeto de trocadores de calor.
Bibliografia
Básica:
1. INCROPERA, Frank K.; DE WITT. Fundamentos de transferência de calor e massa. LTC,
2009.
2. KERN, Donald Q. Processos de Transferência de calor, LTC, 2009.
3. KREITH, Frank; MAGLIK Raj M.; BOHN, Mark S. Princípios de transferência de calor. LTC,
2009.
Complementar:
1. YUNUS, Cengel. Princípios de transferência de calor. McGraw Hill, 2007.
2. BRAGA FILHO, Washington. Transmissão de calor. Rio de Janeiro: Thomson, 2004. 614 p
3. PRIGOGINE, I; KONDEPUDI,Dilip. Termodinâmica: dos motores térmicos às estruturas
dissipativas . Lisboa, PO: Instituto Piaget, 1999. 418 p.
4. MORAN, Michael J; SHAPIRO, Howard N. Princípios de termodinâmica para
engenharia. [Link] Rio de Janeiro: LTC, 2009. xi, 800
5. SERWAY, Raymond A; JEWETT, John W. Princípios de física: eletromagnetismo. São Paulo:
Cengage Learning, 2004. 4 v.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO CETEC 51
Bibliografia
Básica:
1. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas,
2001.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas, 1991.
3. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica: Teoria e prática. Rio de Janeiro: Ed. Axcel
Books, 2003.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CIRCUITOS ELÉTRICOS I CETEC 85
Básica:
1. BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos,
Prentice Hall
2. IRWIN, J. DAVID. Análise de circuitos em engenharia, 4ª edição, Pearson, 2000.
3. BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos, 12ª edição, Pearson, 2012.
Complementar:
1. NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Teoria e problemas de circuitos elétricos. 4. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2005. 478 p.
2. DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008.
3. BURIAN JÚNIOR, Yaro; LYRA, Ana Cristina Cavalcanti. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
4. ASSIS, André Koch Torres; HERNANDES, Júlio Akashi. A força elétrica de uma
corrente: Weber e as cargas superficiais de condutores resistivos com correntes
constantes. São Paulo: EDUSP, 2009. 248 p.
5. ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC: técnicas de software e hardware para
projetos de circuitos eletrônicos : com base no PIC 16F877A . 2. ed. São Paulo: Érica, 2012. 390
p.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SINAIS E SISTEMAS II CETEC 68h
Ementa:
Sinais em Tempo discretos; Conceitos de modulação digital; teoria da amostragem; interpolação
e dizimação; Soluções de equações de diferença no tempo discreto. Transformada Discreta de
Fourier: propriedades e aplicações; Transformada Z: propriedades, regiões de convergência e
aplicações; Mapeamento s-Z. Funções de Transferência pulsadas; Diagrama de blocos e fluxo de
sinais; Soluções de equações discretas; Conceitos e métodos de verificação de controlabilidade e
observabilidade de sistemas lineares. Estabilidade de sistemas lineares
Bibliografia Básica:
1. OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; HAMID, S.; NAWAB, S. H. Signals and Systems. 2nd.
Prentice Hall, 2005;
2. Haykin, S.; Veen,B. V. Sinais e Sistemas, Bookman, 2001;
3. LATHI, B.P. Sinais e sistemas lineares, segunda edição, Bookman, 2004.
Bibliografia Complementar:
10. DINIZ, P. S. R.; SILVA, E. A. B.; LIMA NETO, S. Processamento digital de Sinais, Bookman,
2004 ISBN 9788536304182.
11. HAYES, M. H. Schaum's outline of theory and problems of digital signal processing. New York:
McGraw-Hill, c1999.
12. HSU, Hwei P. Teoria e problemas de sinais e sistemas. Belo Horizonte, Bookman, 2004.
13. INGLE, Vinay K.; PROAKIS, John G. Digital signal processin g using Matlab. Pacific Grove,
Albany, Brooks/Cole, c2000.
14. Ronald W.; SCHUESSLER, Hans W. Computer-based exercises for signal processing using
Matlab 5. New Jersey, Prentice-Hall, c1998.
15. MITRA, Sanjit K. Digital signal processing laboratory using Matlab®. New York, McGraw-Hill,
1999.
16. MITRA, Sanjit K. Digital signal processing: a computer-based approach. 2nd ed. Boston: McGraw-
Hill, c2001.
17. OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Discrete-time signal processing. 2nd. ed. New
Jersey: Prentice-Hall, c1999.
18. PROAKIS, John G.; MANOLAKIS, Dimitris G. Digital signal processing: principles, algorithms, and
applications. 3rd. ed. New Jersey: Prentice-Hall, c1996.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE CETEC 68
COMPUTADORES I
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA PROFISSIONAL OBRIGATÓRIA
Ementa:
Básica:
1. William Stalings. Arquitetura e Organização de Computadores. 5a edição. Ed. Pearson.2008.
2. Hennessy J. L., Patterson D. ª, Organização e Projeto de Computadores. 3a edição. Ed.
Campus.2005.
3. Andrew S. Tanenbaum .Organização Estruturada de Computadores, 5ºEdição. Editora
Prentice Hall. 2006.
Complementar:
1. Hennessy J. L., Patterson D. ª. Arquitetura de Computadores – Uma abordagem quantitativa.
3a edição. Ed. Campus.2003.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ENGENHARIA DE SOFTWARE I CETEC 85
Ementa:
Básica:
1. PAULA FILHO, Wilson De Pádua. Engenharia de Software: Fundamentos, Métodos e Padrões.
São Paulo: LTC, 2009.
2. SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. 9a. Ed. SãoPaulo: Pearson, 2011.
3. PFLEEGER, S.L. Software Engineering: theory and practice.2º edição. Editora Prentice Hall,
2001.
Complementar:
1. HUMPHREY, Watts S., A discipline for software engineering. 6th ed. -. Reading, Mass: Addison
- Wesley, 1995
2. PRESSMAN, Roger S..Engenharia de software. 6ª Ed. SãoPaulo: Makron Books, 2006
3. JACOBSON, I.; BOOCH, G.; RUMBAUGH, J. The Unified Software Development Process,
Addison-Wesley, 1999.
4. LARMAN, Craig. Utilizando UML e Padrões – Uma Introdução à Análise e ao Projeto
Orientados a Objetos. 3ª. Ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2007.
5. ROYCE, W. Software Project Management: a unified framework. Reading: Addison-Wesley,
1998.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ANÁLISE DE SISTEMAS CETEC 51
Ementa:
Bibliografia
Básica:
4. BEZERRA, Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de sistemas com UML. Ed. Campus. 2ª.
edição. Rio de Janeiro: 2007.
5. BLAHA, Michael; RUMBAUGH, James. Modelagem e Projetos baseados em objetos com UML
[Link]. Campus. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: 2006.
6. WAZLAWICK, Raul S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. Ed.
Campus. 2ª. Edição. Rio de Janeiro: 2010.
Complementar:
6. BOOCH, G., RUMBAUGH, J., JACOBSON, I. UML: Guia do Usuário. [Link]. Rio deJaneiro:
Campus/Elsevier, 2005
7. BUDD, T. An Introduction to Object-Oriented Programming. 3 ed. Boston: AddisonWesley,
2001.
8. DEITEL H.M. & DEITEL P.J. JAVA: Como Programar, Pearson Prentice Hall. 8a ed. SP: 2010.
9. LARMAN, Craig. Utilizando UML e Padrões – Uma Introdução à Análise e ao Projeto
Orientados a Objetos. 3ª. Ed. Porto Alegre: Editora Bookman, 2007.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO CETEC 68
Básica:
1. Chin-Lian Chang; Richard Char-Tung Lee. Symbolic Logic and Mechanical Theorem Proving.
Editora Academic Press. 1973.
2. Jon Barwise and John Etchemendy. Language, Proof, and Logic. Ed. Seven Bridges Press.2000.
3. Souza, João Nunes. Lógica para Ciência da Computação. 1º edição. Editora Campus
Elsevier.2008.
Complementar:
1. Finger,Marcelo; Soares, Flávia; Vieira, Ana Cristina. Lógica para Computação.1º edição. Editora
Thomson Learning. 2006.
2. Marco A. Casanova, Fernando A. C. Giorno, and Antonio L. Furtado. Programação em Lógica e
a Linguagem PROLOG. E. Blucher. 1987.
3. GALLIER, Jean H. Logic for Computer Science: Foundations of Automatic Theorem Proving.
2003.
4. John Harrison. Handbook of Practical Logic and Automated Reasoning. Cambridge University
Press, 2009.
5. REEVES, Steve; CLARK, Mike. Logic for Computer Science. Addison-Wesley, 1990.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
BANCO DE DADOS I CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
2. ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Sham. Sistemas de Banco de Dados. 6 Ed. São Paulo: Pearson,
2010.
3. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados.
Ed. Campus, 5ª edição, 2006.
Complementar:
1. COUGO, Paulo. Modelagem conceitual e projeto de banco de dados. 2ª ed. Editora Campus, Rio
de Janeiro, 1997.
2. KROENKE, David. Banco de Dados: fundamentos, projeto e implementação. Rio de Janeiro:
LTC, 6ª edição, 1999.
3. RAMAKRISHNAN, R., Gehrke, J., Database Management Systems, McGraw Hill, NY, 2000
4. ROB, P.; CORONEL, C. Sistemas de Bancos de Dados. 8ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
5. ULMAN, Jeffrey D.; WIDOM, Jennifer. First Course in Database System. Addison-Wesley, 2º
edition, 2001.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
BANCO DE DADOS II CETEC 68
Bibliografia
Básica:
4. DATE, C.J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
5. ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Sham. Sistemas de Banco de Dados. 6 Ed. São Paulo: Pearson,
2010.
6. SILBERSCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados.
Ed. Campus, 5ª edição, 2006.
Complementar:
6. COUGO, Paulo. Modelagem conceitual e projeto de banco de dados. 2ª ed. Editora Campus, Rio
de Janeiro, 1997.
7. KROENKE, David. Banco de Dados: fundamentos, projeto e implementação. Rio de Janeiro:
LTC, 6ª edição, 1999.
8. RAMAKRISHNAN, R., Gehrke, J., Database Management Systems, McGraw Hill, NY, 2000
9. ROB, P.; CORONEL, C. Sistemas de Bancos de Dados. 8ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
10. ULMAN, Jeffrey D.; WIDOM, Jennifer. First Course in Database System. Addison-Wesley, 2º
edition, 2001.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ELETRÔNICA ANALÓGICA I CETEC 102
Ementa:
Semicondutores e propriedades. Junção PN. Diodos (retificador, Zener, emissor de luz). Conceito
de reta (curva) de carga e ponto de operação. Transistores Características, Polarização e
Estabilização Térmica. (Bipolar de Junção, JFET, MOSFET, Fototransistor). Noções sobre
tiristores. Amplificadores de pequenos sinais a TBJ e FET: configurações básicas, determinação de
propriedades (ganho de tensão, corrente, impedâncias de entrada e saída). Amplificadores
Operacionais. Cascata de amplificadores.
Bibliografia
Básica:
1. SEDRA, S. & SMITH, K.C. Microeletrônica. 5. Ed. – São Paulo; Pearson Prentice Hall, 2007
2. BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. Rio
de Janeiro: Prentice Hall, 1998
3. Malvino, Albert Paul. Eletrônica, Ed. Makron Books, 4º edição.1997.
Complementar:
1. MILLMAN,A. & GRABEL. Microelectronics. Mc Graw Hill, 1987
2. RODEN, S. & CARPENTER, G.L. Electronic Design:From Concept to Reality. Discovery Press,
1997.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
EMPREENDEDORISMO CETEC 34
Básica:
1. DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. São Paulo: GMT, 2008.
2. HARVARD BUSINESS REVIEW. Rumo à liderança. Rio de Janeiro: Campus, 2008.
3. HASHIMOTO, Marcos. Espírito empreendedor nas organizações. São Paulo: Saraiva, 2005.
Complementar:
1. AHLSTRAND, Bruce; MINTZBERG, Henry; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia. Porto
Alegre: Bookman, 1999.
2. DOLABELA, Fernando. Oficina do empreendedor: a metodologia de ensino que ajuda a
transformar. São Paulo: Cultura, 1999.
3. MINTZBERG, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. 2. ed.
São Paulo: Atlas, 2003.
4. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
5. WOOD JR., Thomaz. Gestão empresarial: comportamento organizacional. São Paulo: Atlas, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMAS OPERACIONAIS CETEC 68
Básica:
1. Deitel, H.M.; Deitel, J.M.; Choffnes, D.R. Sistemas Operacionais. 3ª ed. Pearson Education, 2005.
2. Tanenbaum, A.S. Sistemas Operacionais Modernos. 2ª ed. Pearson Education, 2003.
[Link], A. Galvin, P.B.; Gagne, G. Sistemas Operacionais com Java. 7ª ed. Elsevier, 2008.
Complementar:
1. Tanenbaum, A.S.; Woodhull, A.S. Sistemas Operacionais: Projeto e Implementação. 3ª ed.
Bookman, 2008.
2. Silberschatz, A.; Galvin, P.B.; Gagne, G. Fundamentos de Sistemas Operacionais. 6ª ed. LTC,
2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
LINGUAGENS FORMAIS E AUTOMATOS CETEC 68
Ementa:
Complementar:
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. Ogata, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Pearson, 5ª edição, 2011
2. Maya, P. Álvaro. Leonardi, Fabrizio. Pearson, 2011.
3. Nise, N.S. Control Systems Engineering. 4ª ed. John Wiley, 2008.
Complementar
1. Dorff, R.C.; Bishop, R.H. Sistemas de Controle Moderno. 8ª ed. LTC, 2001.
2. Franklin, G.F.; Powell, J.D.; Emami-Naeini, A. Feedback Control of Dynamic System. 5a ed.
Pearson Education, 2006.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA CETEC 68
Ementa:
Básica:
1. Balbinot, A.; Brusamarello, V.J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. LTC, 2006, vols 1 e
2.;
2. Wilson, J.S.; Sensor Technology Handbook. Elsevier, 2005
3. SEDRA, S. & SMITH, K.C. Microeletrônica.5. Ed. – São Paulo; Pearson Prentice Hall, 2007
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TEORIA DA COMPUTAÇÃO CETEC 68
Complementar
1. Menezes, Paulo Blauth. Linguagens Formais e Autômatos. 5º edição. Editora Bookman, 2008.
2. Sudkamp, Thomas. Languages and Machines: An Introduction to the Theory of Computer
Science, 3º edição. Editora Addison-Wesley. 2006.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
COMPILADORES CETEC 68
Básica:
1. Watt D.A; Brown, D. F. Programming Language Processors in Java – Compilers and
Interpreters. Pearson Education, 2000.
2. Aho, A. V. et al, Compiladores – Princípios, Técnicas e Ferramentas. 2ª ed. Pearson Education,
2007.
3. Louden, K.C. Compiladores – Princípios e Práticas. Cengage Learning, 2004.
Complementar:
Ementa:
Básica:
1. James F. Kurose e Keith W. [Link] de Computadores e a Internet: Uma abordagem top-down.
2. Andrew S. Tanenbaum. Redes de Computadores.
3. Douglas E. Comer. Interconexão de Redes de Computadores com TCP/IP –.
Complementar:
Ementa:
Complementar:
1. Akerkar R., Sajja P. Knowledge-Based Systems. Jones & Bartlett. 2009.
2. Costa E., Simões A. Inteligência Artificial - Fundamentos e Aplicações. editora FCA. 2008.
3. Michael J. Wooldridge. An Introduction to Multi-Agent Systems. John Wiley and Sons Limited:
Chichester, 2002.
4. Negnevitsky M., Artificial Intelligence: A guide to Intelligent Systems. Addison Wesley.2004.
5. R. Brachman e Hector Levesque. Knowledge Representation and Reasoning. Morgan Kaufmann
Publishers, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMAS MICROCONTROLADOS CETEC 68
Básica:
1. Silva, [Link] Microcontroladores PIC: Linguagem C. Pearson Education, 2008.
2. Zanco, W.S. Microcontroladores PIC: Técnicas de Software e Hardware para Projetos de
Circuitos Eletrônicos. 2ª ed. Érica, 2008.
3. Ordonez, E. D. M.; Penteado C.G; Da Silva, A. C. R. Microcontroladores e FPGAs:
Aplicações em Automação.1ª ed. Novatec, 2005.
Complementar:
Básica:
[Link] R. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design,
Measurement, Simulation and Modeling. Wiley-Interscience, 1991.
[Link] W. W. et al. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. LTC, 2003.
.3Prado D, Teoria das Filas e da Simulação. 2ª ed. IDNG, 2004.
Complementar:
[Link] A. M. Simulation Modeling and Analysis. Pearson Education, 2006.
[Link] D. A. ; Almeida V. A. F. ; Dowdy L. W.; Performance by Design: Computer Capacity
Planning by Example. Pearson Ed, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMAS EMBARCADOS CETEC 68
Ementa:
Complementar:
1. Berger, A.S. Embedded Systems Design: An Introduction to Process, Tools and Techniques. CMP
Books, 2011.
2. Sloss, A.N.; Symes, D.; Writght, C. Arm System Developer´s Guide: Designing and Optimizing
Software. Elsevier, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
COMPUTAÇÃO GRÁFICA CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. AZEVEDO, Eduardo; CONCI, Aura. Computação Gráfica - Teoria e Prática. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003. 353 p.
2. Gomes, J.; Velho, L. Computação Gráfica: Imagem. 2ª ed. Rio de Janeiro, IMPA, 2002.
3. SHREINER, Dave, et al. OpenGL Programming Guide. 4 ed. Boston: Addison-Wesley, 2004
Complementar:
1. BALLARD, D.; Brown, C. Computer Vision. Prentice Hall, [Link], Al. Handbook of Image
and Video Processing. Academic Press, San Diego, 2000.
2. CASTLEMAN, Kenneth R. Digital Image Processing. Prentice-Hall, 1995
3. GONZALEZ, Rafael C.; Woods, Richard E. Processamento de Imagens Digitais. Edgard Blücher
Ltda, 2000.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ASPECTOS LEGAIS PARA COMPUTAÇÃO CETEC 34
Ementa:
Noções gerais de direito. Sistema constitucional brasileiro. Noções de direito civil, direito
comercial, direito administrativo, direito do trabalho e direito tributário. Direito usual para
engenheiros. Relação de trabalho e relação de emprego. Contrato individual e coletivo de trabalho.
Legislação profissional: conceitos básicos e fundamentos da ética. Ética profissional na área da
ciência e tecnologia. Ética em computação. Lei de software. Tratamento e sigilo de dados.
Propriedade imaterial. Propriedade intelectual. Propriedade industrial, patentes e direitos.
Responsabilidade civil e penal sobre a tutela da informação. Legislação sobre o uso de
computadores, software e tecnologia. Computadores no Brasil e política nacional de informática.
Bibliografia
Básica:
1. Nascimento, A. Iniciação ao Direito do Trabalho. 29ª ed. LTr, 2003;
2. Nogueira R. Curso de Introdução ao Estudo do Direito;
3. Poli, L.M. Direito de Autor e Software. Del Rey, 2003;
Complementar:
1. Canotilho, J.J.G. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. 7ª [Link],
2009;
2. Barbosa, D.B. Propriedade Intelectual: Direitos Autorais, conexos e software. Lúmen
Júris, 2003;
3. Kanthack, E.D. Proteção Jurídica do Software no Brasil. Juruá, 2001;
4. Silva Júnior, R.L. Comércio Eletrônico. RT, 2001.
5. Reinaldo Filho, D.R. Direito da Informática: Temas Polêmicos. Edipro, 2002.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ENG. ECONÔMICA CETEC 68
Juros simples. Valor presente e valor futuro em regime de juros simples. Juros compostos. Valor
presente e valor futuro em regime de juros compostos. Valor presente e valor futuro utilizando
séries uniformes. Amortização. Métodos de Amortização (PRICE E SAC). Descontos. Processo de
elaboração do Orçamento de Capital (Fluxos de caixa relevantes), Técnicas de análise de
investimentos (Payback descontado, VPL, TIR,e custo benefício).
Bibliografia
Básica:
1. Lapponi, J.C. Matemática Financeira: Redesenho organizacional para o crescimento e
desempenho máximos. Elsevier, 2005.
2. Pilão, N.E.; Hummel, P.R.V. Matemática Financeira e Engenharia Econômica: A teoria e a
prática da análise de projetos de investimento. Cengage Learning, 2004.
3. Casarotto Filho, N.; Kopittke, B.H. Análise de investimentos. 11ª ed. Atlas, 2010.
Complementar:
1. Samanez, C.P. Matemática Financeira: Aplicações à análise de investimentos. 3ª ed. Pearson
Education, 2002.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CETEC 17
CURSO
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA PROFISSIONAL OBRIGATÓRIA
Ementa:
Planejamento e especificação do tema do trabalho final de curso, revisão bibliográfica e
determinação do cronograma de trabalho do aluno.
Bibliografia
Básica:
4. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas,
2001.
5. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas, 1991.
6. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica: Teoria e prática. Rio de Janeiro: Ed. Axcel
Books, 2003.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE CETEC 17
ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA PROFISSIONAL OBRIGATÓRIA
Ementa:
Básica:
7. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas,
2001.
8. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. Metodologia Científica. São Paulo; Ed. Atlas, 1991.
9. CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia científica: Teoria e prática. Rio de Janeiro: Ed. Axcel
Books, 2003.
Ementa:
Não se aplica.
Bibliografia
Não se aplica
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TOLERANCIA A FALHAS CETEC 68
Ementa:
Falta, falha, erro e defeito. Tipos de falhas. Redundância (estática e dinâmica); Detecção.
Avaliação de danos; Recuperação de erros. Testes de falhas. Noções de projeto de sistemas
tolerantes à falhas.
Bibliografia
Básica:
1. Levi, S.; Agrawala, A.K. Fault Tolerant System Design. 2a ed. Pearson Education, 1994;
2. Pradhan, D.K. Fault-Tolerant Computer System Design. Pearson Educatio, 1996.
3. Koren, L; Krishna, C.M. Fault-Tolerant Systes. Elsevier, 2007.
Complementar:
1. Jalote, P. Fault-Tolerant in distributed systems. Pearson Education, 1994.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMA DE TEMPO REAL CETEC 68
Ementa:
Básica:
1. Shaw, A.C. Sistemas e Software de Tempo Real. Bookman, 2003;
2. Liu, J.S.W. Real-Time Systems. Pearson Education, 2000.
3. Cheng, A. Real-Time Systems: Scheduling, Analysis and Verification. John Wiley & Sons,
2002.
Complementar:
1. Bruno, E.J.; Bollella, G. Real-Time Java Programming: With Java RTS. Pearson Education, 2009.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TÓPICOS AVANÇADOS EM SISTEMAS CETEC 68
EMBARCADOS
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA ESPECÍFICA OPTATIVA
Não se aplica
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
LIBRAS CFP 68
Ementa:
3. ______. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Diário Oficial da União, Brasília, 25 de abril de 2002.
4. BUENO,J.G.S.. Educação Inclusiva e escolarização dos surdos. Integração. Brasília, .23, p.37-42,
2001.
Complementar:
6. GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação.2. ed. Campinas: Autores
Associados,1999.
8. GOTTI, Marlene de Oliveira. Português para Deficiente Auditivo. Brasília: Universidade de Brasília,
1998.
9. GUARINELLO, Ana Cristina. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo, Plexus,
2007.
10. MAZZOTA, Marcos José Silveira. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São
Paulo: Cortez, 1996.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
ENGENHARIA DE SOFTWARE II CETEC 68
Complementar:
1. BARTIÉ, Alexandre. Garantia da qualidade de software: adquirindo maturidade organizacional.
Rio de Janeiro: Campus, 2002. 291 p.
2. NBR ISO/IEC 14598-1: Tecnologia de informação - Avaliação de produto de software. Rio de
Janeiro: ABNT (Editora), 2001. 14 p.
3. NBR ISO/IEC 12119: Tecnologia de informação - Pacotes de software - Teste e requisitos de
[Link] de Janeiro: ABNT (Editora), 1998. 13 p.
4. NBR ISO/IEC 14598-3: Engenharia de software - Avaliação de produto - Parte 3: Processo para
desenvolvedores. Rio de Janeiro: ABNT (Editora), 2003. 12 p.
5. NBR ISO/IEC 9126-1: Engenharia de software - Qualidade de produto - parte 1: modelo de
qualidade. Rio de Janeiro: ABNT (Editora), 2003. 21 p.
6. PRESSMAN, R.S. Engenharia de software. McGraw-Hill, 2006.
7. SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. Pearson, 2007.
8. ROYCE, W. Software Project Management: a unified framework. Reading: Addison-Wesley,
1998.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMAS MULTIMÍDIA E HIPERMÍDIA CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. Vaughan, T., Multimedia Making it Work, McGraw-Hill, 2001.
2. England, E., Finney, A., Finney, A. Managing Multimedia, Addison Wesley, 1996.
3. Gibson, J. D., Berger, T., Lindbergh, D., Digital Compression for Multimedia: Principles and
Standards, Morgan Koufman, 1998.
Complementar:
1. Kristof, R., Satran, A. Interactivity by Design : Creating & Communicating With New Media,
Hayden Books, 1995.
2. Paula Filho, W. de P., Multimídia: Conceitos e Aplicações, LTC Editora, 2000.
3. Buford, J. F. K., Multimedia Systems, Addison- Wesley, 1994.
4. Dan, A., Sitara, D., Multimedia Servers: Applications, Environments, and Design (Multimedia
Information and Systems). Morgan Kaufmman, 1999.
5. Vaughan, T., Multimídia na Prática, Makron Books, 1994.
6. Stolfi, G., Compressão de Imagens, JPEG, PEE647 – Princípios de Televisão Digital, 2002.
7. Visgraf, Fundamentos de Cor, IMPA.
8. Roesler, V., Perspectivas em Transmissão Multimídia e TV Digital, Instituto de Informática,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 2007.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR CETEC 68
Ementa:
Complementar:
1. LAUSEN, S. User Interface Design: A Software Engineering Perspective. New York: Addison-
Wesley, 2005.
2. LOVE, Steve. Understanding mobile human-computer interaction. Oxford: Elsevier, 2005
3. NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na Web: projetando websites com qualidade.
Rio de Janeiro: Campus, 2007.
4. RASKIN, Jef. The Human Interface: New Directions for Designing Interactive Systems. Upper
Saddle River: ACM, 2000.
5. STONE, Deborah L.; JARRETT, Caroline; WOODROFFE, Mark; MINOCHA, Shailey. User
interface design and evaluation. Boston: Morgan Kaufmann, 2005.
* Artigos dos periódicos Interactions e Communications of the ACM.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARA CETEC 68
DISPOSITIVOS MÓVEIS
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA ESPECÍFICA OPTATIVA
Complementar:
Bibliografia
Básica:
Complementar:
1. Colyer, Adrian; Clement, Andy; Harley, George; Webster, Matthew; Eclipse
AspectJ: Aspect-Oriented Programming with AspectJ and the Eclipse
AspectJ Development Tools Addison-Wesley Professional, 2004
2. Gradecki, Joseph D.; Lesiecki, Nicholas. Mastering AspectJ: Aspect-
Oriented. Programming in Java. Wiley, 2003
3. Laddad, Ramnivas. AspectJ in Action: Practical Aspect-Oriented
Programming. Manning Publications, 2003
4. Laddad, Ramnivas. AspectJ in Action: Enterprise AOP with Spring
Applications. Manning Publications, 2009
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TÓPICOS ESPECIAIS EM DESENVOLVIMENTO DE CETEC 68
SISTEMAS
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA BÁSICA OPTATIVA
Bibliografia
Não se aplica.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
REDES DE COMPUTADORES II CETEC 68
Ementa:
Básica:
Complementar:
Ementa:
Introdução; Redes sem fio; Sistemas e Padrões sem fio; Redes Móveis; Redes Ad-Hoc; Redes de
Sensores.
Bibliografia
Básica:
Complementar:
1. James F. Kurose e Keith W. Ross. Redes de Computadores e a Internet: Uma abordagem top-
down, - Pearson Ed.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PROJETO E ADM. DE REDES DE CETEC 68
COMPUTADORES
Modalidade Função: Natureza:
DISCIPLINA ESPECÍFICA OPTATIVA
Ementa:
Projeto Redes: Dimensionamento, topologia, cabeamento, configuração da rede.
Configuração de Servidores Linux contendo os serviços: Network Information Server, Network
File System, Domain Name System, Dynamic Host Configuration Protocol, Security Shell,
Apache, Squid e WuFTPD.
Configuração de Servidores Windows 2003 Server contendo os serviços: Dynamic Host
Configuration Protocol, Windows Internet Name Server, Domain Name System, Active Directory,
File Transport Protocol e Internet Information Server.
Bibliografia
Básica:
1. PINHEIRO, José Maurício dos S. Guia Completo de Cabeamento de Rede. CAMPUS, 2003
2. MINASI, Mark. Dominando O Windows Server 2003 - A Bíblia. São Paulo: Prentice Hall,
2003.
3. Morimoto, C.E. Servidores Linux, Guia Prático; GDH Press e Sul Editores, 2008.
Complementar:
1. Ricci, Bruno / Mendonça, Nelson. Squid: Solução Definitiva. São Paulo: Ciência Moderna,
2006
2. LIU, Cricket; ALBITS, Paul. DNS and BIND. 5th Edition. O'Reilly, 2006.
3. VEIGA, Roberto G. A. Apache - Guia de Consulta Rápida. São Paulo: Novatec, 2006.
4. STERN, Hal; EISLER, Mike; LABIAGA, Ricardo. Managing NFS and NIS. 2nd Edition. O'
Reilly, 2001.
5. LEMON, Ted; DROMS, Ralph. The DHCP Handbook: Understanding, Deploying, and
Managing Automated Configuration Services. São Paulo: Pearson, 1999.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CETEC 68
Ementa:
Conceitos e características de sistemas distribuídos; processos em sistemas distribuídos;
comunicação entre processos distribuídos: sockets, RPC e RMI; comunicação em grupo,
comunicação par-a-par; concorrência e sincronização de processos em sistemas disdribuídos;
transação distribuída; sistemas de arquivos distribuídos; suporte de software para computação
distribuída; estudos de caso de sistemas distribuídos.
Bibliografia
Básica:
1. Tanenbaum A.S.; Van Steen, Maarten. Sistemas Distribuídos: Princípios e Paradigmas. 2ª ed.
Pearson Education, 2008;
2. Coulours, G. Dollimore, J.; Kindberg, T. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projetos. 4ª ed.
Bookman, 2007
3. Stevens, W.R.; Fenner, B.; Rudoff, A.M. Programação de Rede UNIX. API para Sockets de
Rede. 3ª ed. Artmed, 2005.
Complementar:
1. Silberschatz, A.; Galvin, P.B.; Gagne, G. Sistemas Operacionais com Java. 7ª ed. Elsevier,
2008;
2. Tanenbaum, A.S. Redes de Computadores. Elsevier, 2003.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
SEGURANÇA EM REDES DE COMPUTADORES CETEC 68
Bibliografia
Básica:
1. William [Link] e Segurança de Redes: Princípios e práticas.4ª Edição. Pearson
Ed.
2. Zwick, E.D.; Cooper, S.; Chapman, D.B. Building Internet Firewalls. O' Reilly Media; 2nd
edition 2000
3. James F. Kurose e Keith W. [Link] de Computadores e a Internet: Uma abordagem top-
down.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PRINCIPIOS DE TELECOMUNICAÇÕES CETEC 68
Básica:
1. Haykin, S.; Moher, M. Introdução aos Sistemas de Comunicação. 2ª ed. Bookman, 2008;
2. Lathi, B.P. Modern Digital and Analog Communication. 2a ed. Oxford, 2009.
3. Alencar, M.S. Telefonia Celular Digital. Érica 2004.
Complementar:
Ementa:
Disciplina com assunto livre abordando tópicos variáveis relevantes: Tendências atuais e futuras,
desenvolvimentos e técnicas modernas em Redes de Computadores. O programa é divulgado por
ocasião da oferta da disciplina.
Bibliografia
Não se aplica.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
CONTROLE DIGITAL CETEC 68
Básica:
1. Phillips, C.L.; Nagle, H.T.; Digital Control System Analysis and Design. 3a ed. Pearson Education,
1995;
2. Franklin, G.F. Powell, J.D.; Workman, M. Digital Control of Dynamic Systems. 3a ed. Pearson
Education, 1997;
3. Hemerly, E.M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. 2ª ed. Edgard Blucher, 2000.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CETEC 68
Ementa:
Introdução a Automação Industrial. Controladores Lógicos Programáveis. Sensoreamento.
Atuadores (hidráulicos e pneumáticos). Linguagens de Programação de Controladores Lógicos
Programáveis. Sistemas Supervisórios. Redes de Comunicação. Projeto de Automação. Redes de
Petri. Análise das Redes de Petri. Processos de Modelagem por Redes de Petri. Projeto de
Controladores.
Bibliografia
Básica:
1. Moraes C.C.; Castrucci P.L. Engenharia de Automação Industrial. LTC, 2007;
2. Groover M.P. Automation, production systems, and computer-integrated manufacturing. Pearson
Education, 2008.
3. Steneroson, J. Fundamentals of programmable logic controllers, sensors, and communications.
Pearson Education, 2004.
Complementar:
1. Cassandras C.G.; Lafortunes S. Introduction to Discret Event Systems. Kluwer Academic, 1999;
2. Rosário J.M. Princípios de Mecatrônica. Pearson Education, 2005.
3. Parr A.; Butterworth H. Hydraulics and Pneumatics – a technician´s and engineer´s guide. Jaico,
2006.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
INTELIGENCIA ARTIFICIAL II CETEC 68
Ementa:
Bibliografia
Básica:
1. Coppin,Ben. Inteligência Artificial. 1º edição. Editora Paullus. 2010.
2. Luger, G. F., Inteligência Artificial - Estruturas e Estratégias para a Solução de Problemas
Complexos, 4º Edição, Bookman, 2004;
3. Russel, Stuart ; Norvig,Peter. Inteligência Artificial. 2º edição. Editora Campus. 2003.
Complementar:
6. Akerkar R., Sajja P. Knowledge-Based Systems. Jones & Bartlett. 2009.
7. Costa E., Simões A. Inteligência Artificial - Fundamentos e Aplicações. editora FCA. 2008.
8. Michael J. Wooldridge. An Introduction to Multi-Agent Systems. John Wiley and Sons Limited:
Chichester, 2002.
9. Negnevitsky M., Artificial Intelligence: A guide to Intelligent Systems. Addison Wesley.2004.
10. R. Brachman e Hector Levesque. Knowledge Representation and Reasoning. Morgan Kaufmann
Publishers, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
INTRODUÇÃO A ROBÓTICA CETEC 68
Ementa:
Introdução aos manipuladores robóticos. Terminologia e definições gerais. Transformações
espaciais. Cinemática direta. Cinemática inversa. Modelo cinemático diferencial. Modelagem
dinâmica. Geração de trajetória. Controle do movimento e força. Programação de robôs
manipuladores. Estudo de caso em robótica móvel.
Bibliografia
Básica:
1. Craig, J.J.; Introduction to Robotics – Mechanical and Control. 3a ed, Pearson Education, 2005.
2. Spon, M.W.; Hutchinson, S.; Vidyasagar, M. Robot Modeling and Control. John Wiley & Sons,
2006.
3. Khalil, W.; Dombre, E. Modeling, Identification and Control of Robots. Butterworth-heinemann,
2004
Complementar:
1. Colestock, H.; Industrial Robotics: Selection, Design, and Maintenance. Pearson Education, 2008;
2. Kachroo, P.; Mellodge p. Mobile Robotic Car Design. McGraw-Hill/TAB Electronics, 2004.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
REDES INDUSTRIAIS CETEC 68
Ementa:
Introdução à Tecnologia de Redes Industriais, Networks de Sensores, Fieldbus Networks,
Networks de Controle Interfaces AS, CAN, ControlNet, DeviceNet, Ethernet e TCP / IP, EtherNet
/ IP, Fieldbus, HART, iDA, Interbus, Networks Lon, Modbus, Profibus – FMC / DP / IA,
PROFINet, Seriplex, SDS, World Fieldbus
Bibliografia
Básica:
1. Groover M.P. Automation, production systems, and computer-integrated manufacturing. Pearson
Education, 2008.
2. Steneroson, J. Fundamentals of programmable logic controllers, sensors, and communications.
Pearson Education, 2004.
3. Lugli, A.B. e Santos, M. M. D; Redes Industriais para Automação Industrial: AS-I, PROFIBUS e
PROFINET. Érica, 2010 ;
Complementar:
1. Albuquerque, P. U. B.e Albuquerque, A. R.; Redes Industriais: Aplicações em Sistemas Digitais
de Controle Distribuído. Ensino Profissional, 2009;
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
TÓPICOS ESPECIAIS EM AUTOMAÇÃO CETEC 68
Ementa:
Disciplina com assunto livre abordando tópicos variáveis relevantes: Tendências atuais e futuras,
desenvolvimentos e técnicas modernas em Automação. O programa é divulgado por ocasião da
oferta da disciplina.
Bibliografia
Não se aplica.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
MODELAGEM E SIMULAÇÃO CETEC 68
Ementa:
Introduçao à simulação. Propriedades e classificação dos modelos de simulação. Geração de
números aleatórios. Noções básicas em teoria dos números. Geração e teste. Distribuições clássicas
contínuas e discretas. Simulação de sistemas discretos e de sistemas contínuos. Verificação e
validação de modelos. Técnicas estatísticas para análise de dados e de resultados de modelos de
simulação. Simulação de sistemas simples de filas. Simulação de sistemas de computação.
Bibliografia
Básica:
1- Averill, M.L. Simulation Modeling and Analysis. Pearson Education, 2006;
2- Hines W.W. et al. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. LTC, 2003;
3- Prado, D. Teoria das Filas e da Simulação. 2ª ed. IDNG. 2004
Complementar:
4- Jain, R. The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental
Design, Measurement, Simulation and Modeling. Wiley-Interscience, 1991.
5- Knuth, D.E. The Art of Computer Programming: Seminumerical Algorithms. Pearson Education,
1997
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
PROCESSAMENTO PARALELO CETEC 68
Ementa:
Computadores paralelos (Beowulf, MIMD, SIMD, SMP). Paradigma de troca de mensagens. Introdução a
MPI e exemplos. Algoritmos paralelos de granularidade grossa. Técnicas de Divisão e conquista. Técnicas
de pipeling. Ordenação. Multiplicação de Matrizes. Algoritmos numéricos. Programação dinâmica e outras
aplicações paralelas. Programação para memória compartilhada.
Bibliografia
Básica
Complementar
4. KIRK, David B.; HWU, Wen-mei W. Programando para Processadores Paralelos: Uma
Abordagem Prática à Programação de GPU. Rio de Janeiro: Campus, 2007.
Ementa:
Máquinas Paralelas: processadores vetoriais, sistemas multiprocessados e multicomputadores.
Sistemas multiprogramados. Programação, comunicação e sincronização em máquinas paralelas e
sistemas multiprogramados. Superpipeline. Arquiteturas superescalares. Arquiteturas VLIW.
Bibliografia
Básica:
1. Navaux P.O.A.; De Rose C.A.F. Arquiteturas Paralelas. Bookman, 2008.
2. William Stalings. Arquitetura e Organização de Computadores. 5a edição. Ed. Pearson.2008.
3. Hennessy J. L., Patterson D. ª, Organização e Projeto de Computadores. 3a edição. Ed.
Campus.2005.
Complementar:
1. Hennessy J. L., Patterson D. ª. Arquitetura de Computadores – Uma abordagem quantitativa. 3a
edição. Ed. Campus.2003.
2. Andrew S. Tanenbaum . Organização Estruturada de Computadores, 5º Edição. Editora Prentice
Hall. 2006.
Nome e código do componente curricular: Centro: Carga horária:
GERÊNCIA DE PROJETOS CETEC 68
Ementa:
Ciclo de Vida de Projetos. Fases de um Projeto. Modelo de Processos de Planejamento e Gestão de
Projetos. Artefatos da Gerência de Projetos. Gerenciamento de Custos, Riscos, Prazos, Qualidade,
Recursos Humanos, Integração,Escopo, Aquisição e Comunicação.
Bibliografia
Básica:
1. Heldman, Kim Gerência de Projetos: Fundamentos. Rio de Janeiro: Campus, 2005
2. MARTINS, José Carlos [Link] PROJETOS DE SOFTWARE COM PMI RUP E
UML Rio de Janeiro: BRASPORT, 2007.
3. Keeling, Ralph. Gestão de Projetos: uma abordagem global. São Paulo: Saraiva, 2006.
Complementar:
1. FERNANDES, Aguinaldo A., KUGLER, José L.C. Gerência de projeto de sistemas : uma
abordagem prática. Rio de Janeiro : LTC, 1989.
2. MENEZES, LUIZ CESAR DE MOURA. Gestão de Projetos. Atlas, 2003
3. DUFFY, MARY. Gestão de Projetos. Campus, 2006
4. LUCENA, G. F. T. Sistemática de Qualidade Total. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007.
5. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Guia de Conhecimentos em Gerenciamento de
Projetos PMBOK. Project Management Institute, 2005.
Formulário
Nº13
O CETEC, com o apoio do CCAAB, já possui um corpo docente habilitado para ministrar a maior parte dos
componentes curriculares do Curso de Engenharia de Computação. O perfil do corpo docente do curso de
Engenharia de Computação é composto por professores com diferentes formações: Eng°. Elétrico/Eletrônico,
Cientista da Computação, Engenharia de Computação, Bacharel em Sistemas de Informação, ou mesmo,
Matemáticos, Físicos ou Engenheiros com pós-graduação stricto-sensu na área de Computação.
Atuamente o Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC) está em fase de composição do seu quadro
docente para os cursos de Engenharia de Computação e Engenharia Elétrica. O curso de Engenharia de
Computação contará com um número de 16 docentes. Estão relacionados abaixo os docentes já integrantes do
quadro do CETEC/UFRB:
Docentes do CETEC:
Nº NOME Formação Classe/Nível Titulação Situação
Ciência da
1 João Soares de Oliveira Neto Assistente I Mestrado Doutorando
Computação
Cientista da
2 Camila Bezerra da Silva Assistente I Mestrado
Computação
Cientista da
3 Tiago Palma Pagano Assistente I Mestrado
Computação
4 Acbal Rucas Andrade Achy Engenheiro Elétrico
5 José Valentim dos Santos Filho Engº Eletricista Adjunto I Doutorado
6 Nilton Cardoso da Silva Engº Eletricista Adjunto I Doutorado
7 Gildeberto de Souza Cardoso Engº Eletricista Assistente I Mestrado
8 Karolinne Brito de Brito Engº Eletricista Assistente I Mestrado Doutorando
9 Adson Mota Rocha Matemático Assistente II Mestrado Doutorando
10 Alex Santana dos Santos Matemático Assistente I Mestrado
11 Eleazar Gerardo Madriz Lozada Matemático Adjunto I Doutorado
12 Gilberto da Silva Pita Matemático Assistente I Mestrado
13 Antonio Andrade do Espírito Santo Matemático (Lic.) Assistente II Mestrado
14 Erikson Alexandre Fonseca dos Santos Matemático (Lic.) Assistente I Mestrado
15 Jarbas Alves Fernandes Matemático (Lic.) Assistente I Mestrado
16 Juarez dos Santos Azevedo Matemático (Lic.) Adjunto I Doutorado
17 Paulo Henrique Ribeiro do Nascimento Matemático (Lic.) Assistente I Mestrado
18 Renê Medeiros de Souza Engº Agrícola Assistente I Mestrado
19 Joanito de Andrade Oliveira Engº Agrimensor Assistente II Mestrado Doutorando
20 José Raymundo de Araújo Engº Agrimensor Assistente IV Mestrado
21 Francisco de Souza Fadigas Engº Agrônomo Adjunto IV Doutorado
Engº
22 João Albany Costa Adjunto IV Graduação
Agrônomo/Estatístico
Engº
23 Antonio Augusto Oliveira Fonseca Assistente IV Mestrado
Agrônomo/Químico
24 Carlos Frederico Macêdo Côrtes Engº Civil Adjunto I Doutorado Doutorando
25 Denis Rinaldi Petrucci Engº Civil Adjunto I Doutorado
26 Fernanda Nepomuceno Costa Engº Civil Assistente I Mestrado
27 Francis Valter Pepe França Engº Civil Assistente I Doutorado
28 Francisco Gabriel Santos Silva Engº Civil Assistente I Mestrado Doutorando
29 Hélio Guimarães Aragão Engº Civil Assistente I Mestrado
30 Abdon Tapia Tadeo Engº Mecânico Adjunto I Doutorado
31 Jacson Machado Nunes Engº Mecânico Assistente I Doutor
32 Marcus Vinicius Ivo da Silva Engº Mecânico Assistente I Mestrado Doutorando
33 Vitor Pinheiro Ferreira Engº Mecânico Assistente I Mestrado Doutorando
34 Lívia Menezes da Paz Estatístico Assistente I Mestrado
35 Sandra Maria Conceição Pinheiro Estatístico Assistente I Mestrado
36 Silvia Patrícia Barreto Santana Estatístico Assistente I Mestrado
37 Ana Carla Peixoto Bitencourt Ragni Físico Adjunto I Doutorado
38 Ariston de Lima Cardoso Físico Assistente I Doutor
39 Francisco Assis Gois de Almeida Físico Adjunto Doutorado
40 Genilson Ribeiro de Melo Físico Adjunto I Doutorado
41 Jacira Cristina de Freitas Lucas Físico Adjunto I Doutorado
42 Jorge Luiz Rabelo Físico Adjunto I Doutorado
43 Kilder Leite Ribeiro Físico Adjunto I Doutorado
44 Micael Dias de Andrade Físico Adjunto I Doutorado
Físico/Engº
45 Milena Ventura Castro Meira Assistente I Mestrado Doutorando
Mecatrônico
46 Thomas Vincent Gloaguen Geólogo Adjunto I Doutorado
47 Andréia da Silva Magaton Químico Adjunto I Doutorado
48 Fábio de Souza Dias Químico Adjunto I Doutorado
49 Jacira Teixeira Castro Químico Adjunto I Doutorado
50 Pedro Rocha Barbosa Químico Adjunto I Doutorado
51 Sérgio Anunciação Rocha Químico Adjunto II Doutorado
52 Sivanildo da Silva Borges Químico (Lic.) Adjunto II Doutorado
INFRAESTRUTURA Formulário
Nº14
O curso de Engenharia de Computação tem à sua disposição a Biblioteca central cuja estrutura atual está
descrita na Tabela I e suporta 6459 títulos diferentes entre livros, folhetos, artigos, dissertações, TCCs, teses,
Vídeos, periódicos, DVDs, Capítulos de livros, e CD-ROMs, tendo um total de 28139 exemplares. Uma nova
biblioteca com prédio exclusivo está em fase de construção onde são previstos 3946,57m2 de área construída,
em três pavilhões com os setores indicados na tabela II.
ÁREA: 65,37m2
OBJETIVO: Auxiliar no desenvolvimento das disciplinas constantes na grade curricular; familiarizar o aluno
no manuseio de equipamentos atualmente utilizados em empresas proporcionando a interdisciplinaridade e
adequação às novas tendências tecnológicas; otimização da qualidade ensino-aprendizagem nas aulas práticas
laboratoriais através do melhor aproveitamento da potencialidade dos novos equipamentos despertando
motivação e interesse de alunos e professores para explorar o conteúdo das disciplinas ministradas.
ÁREA: 64,07m2
ÁREA: 64,07m2
ÁREA: 52,65 m2
EQUIPAMENTOS: Oito microcomputadores com monitor LCD de 15”, duas UNIDADEs DIDÁTICA de
sistema de automação industrial; oito osciloscópio digitais de dois canais: 60mhz; oito painéis didáticos para
estudo de CLPs; oito kits didáticos de robótica, oito kit de programação DSPIC; dois robôs manipuladores
tipo articulados; três armário com duas portas para guardar equipamentos, oito geradores de função 2mhz;
Um escaninho ou armário para colocar pastas dos alunos; oito bancadas para eletroeletrônica, uma tela para
projeção, retrátil, um quadro branco para pincel; um suporte de teto para projetor multimídia; um projetor
multimídia; oito multímetros digitais: 3½ d/200 mh ; uma tela para projeção retrátil; quadro branco para
pincel; um suporte de teto para projetor multimídia; um cesto de lixo; uma mesa para professor; uma cadeiras
para 25 alunos e o professor; um quadro para aviso.
ÁREA: 66,39 m2
ÁREA: 64,07 m2
ÁREA: 64,24 m2
ÁREA: 55,77 m2
ÁREA: 52,70 m2
OBJETIVO: O Laboratório de Projeto de Instalações por Computador oferecerá meios para o ensino de
processamentos de dados I e II, juntamente com os softwares compiladores e aplicativos. Este Laboratório,
também tem a finalidade de ser um ambiente para proporcionar ao aluno de engenharia, de uma forma geral,
acesso a computadores e programas (softwares de engenharia e científicos) para realizar suas atividades
complementares, praticar projetos das diversas instalações por computadores, projeto de instalação elétrica,
projeto de instalações hidráulicas, projeto de instalações de vapor, de ar, gás e óleo, e proteção contra
incêndio etc, utilizando softwares de projetos auxiliados por computadores.
III - Avaliação das disciplinas por parte dos docentes responsáveis pelas mesmas;
IV - Avaliação com docentes, que responderão a perguntas formuladas pela Comissão Própria de
Avaliação (CPA), orientada pelas diretrizes da autoavaliação institucional da Comissão Nacional de
Avaliação da Educação Superior (CONAES);
VII - Avaliação externa, realizada por comissões externas designadas pelo Instituto Nacional
de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
VIII - Uma avaliação plena do Projeto Pedagógico do Cursos de Eng. de Computação deve ser
realizada a cada 4 anos.
Todas as informações provenientes destas avaliações serão então tabuladas e comentadas pelo
Colegiado e disponibilizadas para os professores e alunos. Os resultados de tais avaliações servirão
também como base para eventuais mudanças no curso, refletindo no seu projeto pedagógico. Além
disso, o curso contará com um Núcleo Docente Estruturante (NDE) com o objetivo principal de
trabalhar no acompanhamento contínuo das ações propostas necessárias para a efetivação do Projeto
Pedagógico do Curso.
A prova final do componente curricular consistirá de uma prova teórica e/ou prática com a
finalidade de aferir o conhecimento alcançado pelo aluno de todos os conteúdos relacionados aos
objetivos específicos do componente. O resultado da prova final será avaliado com nota que varia de 0
(zero) a 10 (dez). A média ponderada entre a nota obtida na Prova Final (PF), com peso 4 (quatro), e a
média a obtida nas avaliações durante o semestre (M), com peso 6 (seis), será denominada Média Final
(MF) que sendo igual ou superior a 5,0 (seis) aprovará o aluno no componente curricular.
MF = (PFx4 + Mx6)/10
Ao término do semestre letivo, após a realização do prova final, o discente que não tiver
alcançado a média final 5,0 (cinco), necessária à aprovação, será considerado reprovado.
Nos dois últimos semestres do curso, os discentes deverão elaborar e apresentar o Trabalho ou Projeto
de Conclusão de Curso sobre um dos temas definidos pelo Coordenador do Curso, conforme
regulamentação a ser aprovada pelo Colegiado de Curso. Ao docente do componente curricular caberá
decidir o número mínimo de provas e trabalhos e suas peculiaridades, além de elaborar provas e
determinar a elaboração de trabalhos, bem como avaliá-los. O discente, ao iniciar um componente
curricular, deverá será informado sobre as normas e critérios de avaliação que serão considerados.
Nº 16
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Instituto Euvaldo Lodi. Núcleo Nacional. Inova engenharia propostas para a modernização da educação em
engenharia no Brasil / [Link], [Link]. Brasília: [Link]/[Link], 2006.
UFBA, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação da UFBA. Salvador, 2009. Disponível em:
[Link] Acesso em: 10 de Dezembro de 2010.
UFES, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação da UFES. Vitória, 2007. Disponível em:
[Link] Acesso em: 10 de Dezembro de 2010.
UFPE, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação da UFPE. Recife, 2002. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 de Fevereiro de 2011.
UFRGS, Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação da UFRGS. Porto Alegre, 2007. Disponível em:
[Link] Acesso em: 12 de Fevereiro de 2011.
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