1.
A REGIÃO INTEGRADA DE DESENVOLVIMENTO
(RIDE)
A possibilidade de criação de uma Região Integrada de Desenvolvimento decorre do próprio te
xto da Constituição Federal, que apresenta, na parte destinada à organização dos entes federa
tivos, a faculdade de união para fins de aceleração do desenvolvimento econômico e redução
das desigualdades regionais.
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e
Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei Complementar nº 94/1998 e
regulamentada pelo Decreto nº 2.710/1998, alterado pelo Decreto nº
3.445/2000. Em relação à RIDE/DF, o objetivo comum dos municípios
participantes da RIDE/DF é a construção de infraestruturas de interesse
comum, visando a reduzir as desigualdades sociais.
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e
Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei Complementar nº 94/1998 e
regulamentada pelo Decreto nº 2.710/1998, alterado pelo Decreto nº
3.445/2000. Em relação à RIDE/DF, além do Distrito Federal, NÃO
participam da RIDE/DF os estados da Bahia, MAS ALGUNS de Goiás e de
Minas Gerais.
É INCORRETO DIZER QUE, a Região Integrada de Desenvolvimento
do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei
Complementar nº 94/1998 e regulamentada pelo Decreto nº
2.710/1998, alterado pelo Decreto nº 3.445/2000. Em relação à RIDE/DF,
segundo os preceitos que orientam a RIDE/DF, os municípios limítrofes
devem promover política de saúde pública independentemente dos
respectivos vizinhos, POIS A RIDE TEM COMO OBJETIVO ARTICULAR E
HARMONIZAR AS AÇÕES ADMINISTRATIVAS DA UNIÃO, DOS ESTADOS E
DOS MUNICÍPIOS PARA A PROMOÇÃO DE PROJETOS QUE VISEM À
DINAMIZAÇÃO ECONÔMICA E PROVISÃO DE INFRAESTRUTURAS
NECESSÁRIAS AO DESENVOLVIMENTO EM ESCALA REGIONAL.
É INCORRETO DIZER QUE, a Região Integrada de Desenvolvimento
do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei
Complementar nº 94/1998 e regulamentada pelo Decreto nº
2.710/1998, alterado pelo Decreto nº 3.445/2000. Em relação à RIDE/DF,
dentro da RIDE/DF, o município só poderá utilizar-se dos recursos
hídricos cujas nascentes estejam dentro do próprio território, POIS VISTO
QUE O OBJETIVO COMUM DOS MUNICÍPIOS PARTICIPANTES DA RIDE/DF É
A CONSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE INTERESSE COMUM,
VISANDO A REDUZIR AS DESIGUALDADES SOCIAIS.
É ERRADO DIZER QUE, a Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei Complementar
nº 94/1998 e regulamentada pelo Decreto nº 2.710/1998, alterado pelo
Decreto nº 3.445/2000. Em relação à RIDE/DF, a equidade econômica
entre os diversos municípios goianos e mineiros e o Distrito Federal
facilitou o processo de integração da RIDE/DF, POIS VISTO QUE A
RIDE/DF, FOI CRIADA EM 1998 PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 94, DE 19
DE FEVEREIRO DE 1998, COM O OBJETIVO DE PROMOVER A
ARTICULAÇÃO DA AÇÃO ADMINISTRATIVA DA UNIÃO, DOS ESTADOS DE
GOIÁS E DE MINAS GERAIS E DO DISTRITO FEDERAL, PARA REDUZIR AS
DESIGUALDADES REGIONAIS CAUSADAS PELA ALTA CONCENTRAÇÃO
URBANA DECORRENTE DO FLUXO MIGRATÓRIO ENTRE O DISTRITO
FEDERAL E OS MUNICÍPIOS VIZINHOS.
[IADES 2016 / Polícia Civil do Distrito Federal PCDF - DF / Perito Criminal
- Área Ciências Biológicas / Questão: 17]
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e
Entorno (RIDE/DF) foi criada pela Lei Complementar nº 94/1998 e
regulamentada pelo Decreto nº 2.710/1998, alterado pelo Decreto nº
3.445/2000. Em relação à RIDE/DF, o objetivo comum dos municípios
participantes da RIDE/DF é a construção de infraestruturas de interesse
comum, visando a reduzir as desigualdades sociais.
O processo de ocupação do território do Distrito Federal (DF) traz, em
sua origem, elementos histórico-geográficos que envolvem a
transferência da capital federal para Brasília e as relações com os
municípios ao seu entorno. A Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE DF) foi instituída pela Lei Complementar
no 94/1998. A criação da Ride DF NÃO tinha por objetivo definir os
limites territoriais do DF e os municípios vizinhos, bem como instituir as
obrigações de cada ente federativo envolvido na oferta de serviços
públicos de âmbito local, MAS SIM ACELERAR O DESEVOLVIMENTO
ECONOMICO E REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES REGIONAIS.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 19]
Nesse sentido, dois artigos, mais precisamente, merecem destaque do texto da Constituição F
ederal.
Art. 21. Compete à União:
IX – elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolv
imento econômico e social;
Art. 43. Para efeitos administrativos, a União poderá articular sua ação em um mesmo complex
o geoeconômico e social, visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades region
ais.
§ 1º Lei complementar disporá sobre:
I – as condições para integração de regiões em desenvolvimento;
II – a composição dos organismos regionais que executarão, na forma da lei, os planos regionai
s, integrantes dos planos nacionais de desenvolvimento econômico e social, aprovados juntam
ente com estes.
§ 2º Os incentivos regionais compreenderão, além de outros, na forma da lei:
I – igualdade de tarifas, fretes, seguros e outros itens de custos e preços de responsabilidade d
o poder público;
II – juros favorecidos para financiamento de atividades prioritárias;
III – isenções, reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por pessoas físi
cas ou jurídicas;
IV – prioridade para o aproveitamento econômico e social dos rios e das massas de água repre
sadas ou represáveis nas regiões de baixa renda, sujeitas a secas periódicas.
Assim, podemos conceituar as regiões integradas de desenvolvimento como uma forma de ass
ociação entre diversos entes federativos que possui, basicamente, dois objetivos principais:
a) acelerar o desenvolvimento econômico da região;
b) reduzir as desigualdades sociais.
Com base nestas premissas, a Lei Complementar n. 94, de 1998, institui a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE). Fazem parte da RIDE o Distrito Federal
e alguns municípios pertencentes aos
Estados de Goiás e Minas Gerais.
No ano de 2018, por meio da edição da Lei Complementar n. 163, a lista dos municípios que fa
zem parte da RIDE foi alterada, passando a contar, além do Distrito Federal, com uma série de
novos municípios, sendo eles:
a) do Estado de Goiás: Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Alto Par
aíso de Goiás, Alvorada do Norte, Barro Alto, Cabeceiras, Cavalcante, Cidade Ocidental, Cocalzi
nho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Flores de Goiás, Formosa, Goianésia, Luziânia, Mi
moso de Goiás, Niquelândia, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antôn
io do Descoberto, São João d’Aliança, Simolândia, Valparaíso de Goiás, Vila Boa e Vila Propício;
b) do Estado de Minas Gerais: Arinos, Buritis, Cabeceira Grande e Unaí.
E será que a lista de municípios que fazem parte da RIDE pode ser modificada?
Certamente que sim! Prova disso é que tivemos, como já informado, a inclusão de diversos
outros entes no ano de 2018.
Além disso, deve ser salientado que, em caso de desmembramento de algum dos municípios q
ue já fazem parte da RIDE, os novos entes constituídos irão, de forma automática, passar a faz
er parte da mencionada região.
Nesse sentido, por exemplo, é a previsão do § 2º do artigo 1º da Lei Complementar n. 94:
Art. 1º, § 2º Os Municípios que vierem a ser constituídos a partir de desmembramento de terri
tório de Município citado no § 1º deste artigo passarão a compor, automaticamente, a Região I
ntegrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno.
A norma determina, ainda, que o Poder Executivo deverá constituir um Conselho Administrativ
o. Este órgão, por sua vez, será composto por representantes dos Estados e Municípios integra
ntes da RIDE, de acordo com as regras previstas em regulamento.
Regulamentando tal previsão, o Decreto n. 7.469 estabelece, em seu artigo 2º, que:
O Conselho Administrativo da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Ento
rno – COARIDE, vinculado à Superintendência do Desenvolvimento do Centro
Oeste – SUDECO, tem a finalidade de coordenar as atividades a serem desenvolvidas
na RIDE.
No que se refere à composição e substituição dos membros do mencionado Conselho de Admi
nistração, temos que fazer uso das disposições do artigo 4º do Decreto n. 7.469, de seguinte re
dação:
Art. 4º O COARIDE é composto por:
I – Secretário-Executivo do Ministério do Desenvolvimento Regional, que o presidirá; II – Secre
tário-Executivo da Casa Civil da Presidência da República;
III – Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública IV – Secretário-Executivo
do Ministério da Infraestrutura;
V – Secretário-Executivo do Ministério da Educação; VI – Secretário-Executivo do Ministério da
Cidadania; VII – Secretário-Executivo do Ministério da Saúde;
VIII – Secretário-Executivo da Secretaria de Governo da Presidência da República;
IX – Diretor-Superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste – SUD
ECO;
X – três representantes do Distrito Federal, um do Estado de Goiás e um do Estado de Minas G
erais, indicados pelos respectivos Governadores;
XI – dois representantes dos Municípios do Estado de Goiás que integram a RIDE, indicados, e
m comum acordo, pelos Prefeitos dos Municípios que integram a RIDE; e
XII – dois representantes dos Municípios do Estado de Minas Gerais que integram a RIDE, indic
ados, em comum acordo, pelos Prefeitos dos Municípios que integram a RIDE.
§ 1º Os membros de que tratam os incisos I a IX do caput serão substituídos, em suas ausência
s e seus impedimentos, por seus substitutos.
§ 2º Cada membro de que tratam os incisos X a XII do caput terá um suplente, que o substituir
á em suas ausências e seus impedimentos.
§ 3º Os membros de que tratam os incisos X a XII do caput terão mandato de dois anos, permi
tida a recondução.
§ 4º Os membros do COARIDE de que tratam os incisos X a XII do caput, e respectivos suplente
s, serão designados pelo Secretário-Executivo do Ministério do Desenvolvimento Regional.
O COARIDE terá as seguintes competências:
a) coordenar as ações dos entes federados que compõem a RIDE, visando ao desenvolvimento
e à redução das desigualdades regionais;
b) aprovar e supervisionar planos, programas e projetos para o desenvolvimento integrado da
RIDE;
c) programar a integração e a unificação dos serviços públicos que lhes são comuns;
d) indicar providências para compatibilizar as ações desenvolvidas na RIDE com as demais açõe
s e instituições de desenvolvimento regional;
e) harmonizar os programas e projetos de interesse da RIDE com os planos regionais de desenv
olvimento;
f) coordenar a execução de programas e projetos de interesse da RIDE; e
g) aprovar seu regimento interno.
Tais competências, ressalta-se, deverão ser exercidas no âmbito das atividades de interesse do
respectivo conselho. Neste sentido, consideram-se de interesse da RIDE os serviços públicos co
muns ao Distrito Federal, aos Estados de Goiás e de Minas Gerais e aos Municípios que a integr
am, relacionados com as seguintes áreas:
I – infraestrutura;
II – geração de empregos e capacitação profissional;
III – saneamento básico, em especial o abastecimento de água, a coleta e o tratamento de esg
oto e o serviço de limpeza pública;
IV – uso, parcelamento e ocupação do solo; V – transportes e sistema viário;
VI – proteção ao meio ambiente e controle da poluição ambiental;
VII – aproveitamento de recursos hídricos e minerais; VIII – saúde e assistência social;
IX – educação e cultura;
X – produção agropecuária e abastecimento alimentar; XI – habitação popular;
XII – serviços de telecomunicação; XIII – turismo; e
XIV – segurança pública.
O COARIDE poderá reunir-se em caráter ordinário ou extraordinário. Ordinariamente, as reuni
ões serão realizadas a cada período de três meses. Já em caráter extraordinário, a reunião ocor
rerá:
a) sempre que convocado por seu Presidente;
b) por solicitação de um terço dos membros;
c) no prazo de até trinta dias após a reunião em que tenha havido concessão de vista de matér
ia constante da pauta.
O quórum de reunião do COARIDE é de maioria absoluta e o quórum de aprovação é de maiori
a simples. Além do voto ordinário, o Presidente do COARIDE terá o voto de qualidade em caso
de empate.
As demais informações relacionadas com o COARIDE podem ser mais bem visualizadas com ba
se na leitura dos artigos 4º-B a 4º-D, de seguinte redação:
Art. 4º-B O COARIDE poderá instituir subcolegiados para matérias específicas.
Parágrafo único. Os subcolegiados do COARIDE:
I – serão instituídos em atendimento ao disposto em suas Resoluções; II – não poderão ter mai
s de cinco membros;
III – terão caráter temporário e duração não superior a um ano; IV – estão limitados a três oper
ando simultaneamente.
Art. 4º-C A Secretaria-Executiva do COARIDE será exercida pela Diretoria de Planejamento e Av
aliação da SUDECO.
Art. 4º-D A participação no COARIDE será considerada prestação de serviço público relevante,
não remunerada.
Como informado, um dos principais objetivos, com a instituição da RIDE, é promover o desenv
olvimento econômico da região. Neste sentido, a própria lei complementar autoriza o Poder Ex
ecutivo a instituir um Programa Especial de Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal.
O programa, ouvidos os órgãos competentes, estabelecerá, mediante convênio, normas e crité
rios para unificação de procedimentos relativos aos serviços públicos, abrangidos tanto os proc
edimentos federais e de responsabilidade de entes federais, quanto aqueles de responsabilida
de dos entes federativos que compõem a RIDE, especialmente em relação a:
a) tarifas, fretes e seguros, ouvido o Ministério da Fazenda;
b) linhas de crédito especiais para atividades prioritárias;
c) isenções e incentivos fiscais, em caráter temporário, de fomento a atividades produtivas em
programas de geração de empregos e fixação de mão de obra.
Faz todo o sentido, não é mesmo? Na medida em que estamos diante de uma região integrada
, nada mais natural que os procedimentos relacionados com os serviços públicos seja, na medi
da do possível, unificados.
Regulamentando das previsões da lei complementar, o Decreto n. 7.469/2011 apresenta, em s
eus artigos 8º e 9º, a seguinte previsão:
Art. 8º O Programa Especial de Desenvolvimento do Entorno do Distrito Federal, ouvidos os ór
gãos competentes, estabelecerá, mediante convênio, normas e critérios para a unificação de p
rocedimentos relativos aos serviços públicos de responsabilidade Distrital, Estadual e Municipa
l de entes que integram a RIDE, especialmente em relação a:
I – tarifas, fretes e seguro, ouvido o Ministério da Fazenda;
II – linhas de crédito especiais para atividades prioritárias;
III – isenções e incentivos fiscais, em caráter temporário, de fomento a atividades produtivas e
m programas de geração de empregos e de fixação de mão de obra.
Art. 9º Os programas e projetos prioritários para a RIDE, principalmente no que se refere e à in
fraestrutura básica e geração de empregos, serão financiados com recursos: I – do orçamento
da União;
II – dos orçamentos do Distrito Federal, dos Estados de Goiás e de Minas Gerais e dos Municípi
os abrangidos pela RIDE; e
III – de operações de crédito externas e internas.
Consideram-se de interesse da RIDE os serviços públicos comuns ao Distrito Federal e aos Mun
icípios que a integram, especialmente aqueles relacionados às áreas de infraestrutura e de ger
ação de empregos.
Neste mesmo sentido é a previsão do Decreto n. 7.469/2011, que estabelece, logo em seu arti
go 1º, que:
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno – RIDE destina-
-se à articulação da ação administrativa da União, dos Estados de Goiás e de Minas Gerais e do
Distrito Federal.
Por fim, precisamos saber a forma como os programas e projetos prioritários da RIDE (om espe
cial ênfase para os relativos à infraestrutura básica e geração de empregos) serão financiados.
De acordo com a lei, o financiamento destes programas e projetos será feito
com base em três diferentes fontes, a saber:
a) recursos de natureza orçamentária, que lhe forem destinados pela União, na forma da lei;
b) recursos de natureza orçamentária que lhe forem destinados pelo Distrito Federal, pelos Est
ados de Goiás e de Minas Gerais, e pelos Municípios abrangidos pela Região Integrada de que t
rata esta Lei Complementar;
c) recursos de operações de crédito externas e internas.
2. ASPECTOS HISTÓRICOS
Para compreendermos os aspectos históricos do Distrito Federal e dos entes que fazem parte
da RIDE, temos que recorrer a diversos acontecimentos da própria história do nosso país.
Sendo assim, iremos “passear” por diversos acontecimentos que, ao longo dos tempos, influen
ciaram na formação do Distrito Federal (e, por consequência, da RIDE).
Ressalto, desde já, que é muito provável que as questões de prova sobre o assunto se refiram
ao Distrito Federal, ainda que a RIDE seja formada, como anteriormente analisado, por entes d
e outros dois Estados (Minas Gerais e Goiás).
2.1. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL
No século XV, mais precisamente no ano de 1500, o militar português Pedro Alvares Cabral dec
idiu refazer a rota de Vasco da Gama, percorrendo os caminhos da Índia.
No entanto, a embarcação tomou outros rumos e acabou chegando em território brasileiro. Ex
istem historiadores que afirmam que a chegada de Cabral ao Brasil foi proposital, haja vista qu
e, antes dele, outros europeus já tinham chegado em nosso território.
Inicialmente, a embarcação acreditava que o território se tratava, apenas, de uma ilha, motivo
pelo qual ela recebeu o nome de “Ilha de Vera Cruz”.
Posteriormente, o território foi intitulado de “Terra de Santa Cruz”, sendo, hoje, a cidade de Po
rto Seguro, na Bahia. O nome Brasil apenas surgiu em momento mais tarde, sendo oriundo do
amplo fluxo de exportação da madeira Pau-
-Brasil.
Conforme se espalhava a notícia do “Novo Mundo”, o território descoberto ia
ficando cada vez mais povoado.
No início, a mão de obra era feita pelos nativos que aqui habitavam, que, ainda que enfrentass
em uma forte resistência, acabavam trabalhando em troca do recebimento de objetos.
2.2. O TRATADO DE TORDESILHAS
Disputas e guerras. Este era o cenário que se encontrava o Brasil em meados do século XVI, ou
seja, em um constante embate entre a monarquia espanhola e a monarquia portuguesa.
A notícia do “novo mundo” proliferava por todos os cantos. As maravilhas e riquezas naturais q
ue havia em abundância, dessa forma, despertaram a curiosidade de diversas outras nações, q
ue não aceitavam que Portugal e Espanha ficassem com todos estes bens e recursos.
Além disso, deve ser salientado que Portugal e Espanha disputavam, interna-
mente, para ver quem ficava com a maior parte território.
Neste cenário, ambas as nações, por meio de seus comandantes, assinaram, em 7 de julho de
1494, na cidade de Tordesilhas, na Espanha, o Tratado de Tordesilhas.
A assinatura do tratado em questão teve uma importante participação do Papa Alexandre VI, q
ue, após ser procurado por ambos os países, se envolveu na questão e demarcou as terras que
ficariam como cada uma das nações.
Seria um tratado que traria uma trégua para os conflitos entre os dois
países, certo?
De forma alguma! Portugal, por ter “descoberto” o território, se sentiu no di-
reito de ficar com, pelo menos, uma maior parte da extensão territorial.
Além disso, nações como a Inglaterra, França e Países Baixos não aceitaram o acordo. Nem o p
róprio D. João II, Rei de Portugal, ficou satisfeito com a decisão do Papa.
Após a demarcação do Papa, os governadores de Portugal e Espanha se reuniram novamente e
mudaram o resultado do tratado. Espanha ficou com a parte Oeste do Cabo Verde e Portugal c
om a parte Leste (ficando com a maior parte do Centro Oeste localizado em Goiás).
Nesse meio tempo, e considerando que, conforme informado, a notícia das maravilhas naturai
s se espalhava pelo mundo, chegaram ao Brasil imigrantes de toda parte com a intenção de col
onizar e sobreviver nas terras brasileiras.
2.3. ENFRAQUECIMENTO DA COROA PORTUGUESA
No período de 1580 a 1640, a Coroa Portuguesa, por diversos motivos (principalmente econô
micos) enfraqueceu, passando a se submeter ao domínio dos espanhóis.
Esse período ficou conhecido como União Ibérica (unidade política entre monarquia e dinastia)
. No âmbito da União Ibérica, algumas normas e leis foram estabelecidas, incluindo a que resul
tava nas divisões das colônias brasileiras.
Como resultado, tivemos, em 1621, a divisão do território brasileiro, pela Coroa Espanhola, em
duas diferentes unidades administrativas, sendo elas:
a) Maranhão, cuja capital era São Luís.
b) Brasil, cuja capital era Salvador.
Entre 1590 a 1593, as tropas de Domingos Luís Grau e Antônio Macedo ergueram suas bandeir
as em Goiás.
Posteriormente, os portugueses trouxeram os padres Jesuítas, que teriam a missão de catequi
zar os índios brasileiros e domesticá-los para o trabalho escravo. A missão coordenada pelo pa
dre Cristóvão de Lisboa, em 1625, se concentrou numa aldeia na Amazônia.
Dessa época, três importantes termos merecem destaque, sendo eles: entradas, bandeiradas e
descidas.
Entradas: organização feita pelo governo, com o dinheiro público, para controlar as exportaçõe
s e importações de escravos, minérios e produtos extraídos do Brasil. Respeitavam, na maioria
das vezes, o Tratado de Tordesilhas.
Bandeiradas: movimentos particulares que impunham a escravidão dos índios nativos para a e
xtração de metais preciosos. Tais movimentos não respeitavam o Tratado de Tordesilhas.
Descidas: expedições feitas pelos Jesuítas com o objetivo de recrutar os índios do interior para
o serviço escravo. As principais bandeiradas estavam concentravam nas regiões Norte e Sul do
país.
No período de crise, o rei de Portugal precisava de bons aliados. Foi nesse período que surgiu
Marques de Pombal, que, além de administrar as finanças da cora portuguesa, ficou responsáv
el pelas extrações e exportações no Brasil.
Mais à frente, cogitou-se, pela primeira vez, a ideia de que a capital brasileira teria que ser loca
lizada, por questões de segurança, no interior do país.
2.4. TRATADO DE MADRI
Devido às constantes expedições, e tendo como objetivo extrair o abundante ouro localizado n
o território de Goiás, Portugal, cada vez mais, não respeitava as demarcações do Tratado de To
rdesilhas.
Após uma série de conflitos, fez-se necessário que um novo tratado fosse assinado.
Foi assim que, em 1750, o rei de Portugal (D. João V) e o rei da Espanha (Fernando VI), assinara
m o Tratado de Madri.
Com o tratado, novas regras e divisões foram estabelecidas, sendo uma das características do
acordo a existência de uma administração e supervisão mais rigorosa.
A principal medida do tratado foi a decretação de que cada uma das nações
ficaria com que já possuísse (conceito denominado de uti possidetis).
Além disso, todo o território goiano e a maior parte do Centro Oeste dei-
xariam de ser da Espanha e passariam a ser oficialmente do Brasil.
Deve ser salientado que, com a demarcação, ficou mais fácil a localização geográfica. No entan
to, as demarcações foram, em partes, meramente simbólicas, haja vista que as guerras e dispu
tas pelos tesouros naturais (principalmente o ouro) continuaram.
Com o declínio nas explorações do ouro (até mesmo pela escassez de recursos naturais), Portu
gal e Espanha tomaram conhecimento de que outro tipo de atividade estava sendo bastante lu
crativa.
Tratava-se da agropecuária, que estava sendo realizada, com maior intensidade, no Estado da
Bahia.
2.5. A PRIMEIRA CAPITAL BRASILEIRA
Em meados do século XVI, Salvador (BA) estava em alta com a plantação e cultivo da cana de a
çúcar.
Assim como acontecia com os primeiros anos da exploração ao ouro, as exportações eram bast
ante lucrativas. No entanto, ao contrário do que ocorria com a atividade anterior, a cana de aç
úcar existia em extrema abundância, não tratando-se, pelo menos em um primeiro momento,
de um recurso com possibilidade de escassez.
O fluxo de exportação era ótimo e muito lucrativo, tendo atraído os interesses
das principais nações exploradoras da época (Portugal e Espanha).
O interesse foi tanto que resolveram fazer de Salvador a 1º capital brasileira, tendo sido gover
nada pelo conselheiro do rei de Portugal Tomé de Souza.
O monarca português queria ter certeza que os lucros e impostos seriam enviados a ele, então,
ninguém melhor que Tomé, seu conselheiro, para garantir a transição.
No entanto, assim como aconteceu com o ouro (só que com um período maior), a exploração,
após alguns anos, começou a ficar prejudicada, principalmente se levarmos em conta a má pre
paração do solo da época.
Com a baixa produção, poucos recursos eram enviados para a monarquia portuguesa, fazendo
surgir a necessidade de encontrar uma nova “fonte de recursos”.
2.6. A SEGUNDA CAPITAL BRASILEIRA
Por volta de 1763, foram descobertos novos pontos de extração de minério pelo Brasil. Destes,
o que ganhou destaque foi o Rio de Janeiro, que, além das extrações, possuía o porto, ensejan
do a possibilidade de uma minuciosa fiscalização. Como resultado, o Rio de Janeiro passou a se
r, a partir de 1763, a segun-
da capital brasileira, fato que perdurou até o ano de 1960.
No século XIX, o Rio de Janeiro foi tão almejado com suas maravilhas naturais e recursos econô
micos que chamou atenção até mesmo da Família Real Portuguesa.
O próprio Rei de Portugal resolveu se instalar no Rio de Janeiro. Com a chegada, uma série de r
eformas foram realizadas, dentre as quais merecem destaque:
a) novos pontos da organização da Administração Pública;
b) construção de igrejas, hospitais e quarteis;
c) a fundação do primeiro Banco do Brasil;
d) a criação da Imprensa Régia, com o primeiro jornal do país (o Jornal Gazeta);
e) o surgimento do Jardim Botânico;
Ainda nesse período, e até meados de 1889, o Brasil foi palco de grandes acontecimentos polí
ticos, sendo eles:
a) Abolição da escravidão;
b) Independência do Brasil;
c) Proclamação da República;
d) Mobilização militar / Regime Republicano.
Entre 1902 a 1906, o Brasil voltou a ser governado por um conselheiro do império português, R
odrigues Alves. Foi um período próspero, momento de estabilidade econômica como resultado
das exportações regidas pelos coronéis de São Paulo e Minas Gerais.
Rodrigues Alves fez muitos reparos na área urbana do Rio de Janeiro, sendo que ruas e bairros
ganharam formas inspiradas nos centros urbanos europeus.
No entanto, a aglomeração de pessoas vivendo em condições precárias se espalhava pelas rua
s do Rio. Nesse cenário, antigos escravos e colonizadores (que não tinham como se manter e vi
viam em casas sem as mínimas condições básicas) foram expulsos de seus cortiços, originando
o crescimento das periferias nos morros. O Rio de Janeiro, aos poucos, foi se revelando um lug
ar que já não era ideal para acumular riquezas. O risco era grande demais, ainda mais se consid
erarmos
que estávamos diante de uma cidade litorânea.
Nada mais natural, como já acontecera em outras oportunidades, do que transferir a capital d
o Brasil para um local mais seguro.
Sendo assim, a questão da segurança foi um dos principais motivos que levaram, muito tempo
depois, à transferência da capital para a região Centro-Oeste.
2.7. A TERCEIRA E ATUAL CAPITAL BRASILEIRA
Ainda no mandato de Floriano Peixoto, as chamadas “Metas Mudancistas” foram criadas para
garantir a construção da atual capital brasileira. Essa missão foi confiada a Luiz Cruls, que dem
arcou o território do Planalto Central.
Além disso, Lúcio Costa foi o responsável por desenvolver o projeto urbanístico de Brasília e Os
car Niemeyer desenvolveu o projeto arquitetônico.
Por se tratar de uma cidade projetada, Brasília teve o seu Plano Piloto tombado como patrimô
nio histórico nacional. Além disso, a Unesco inscreveu o plano na lista do Patrimônio Mundial.
Ambas as medidas foram adotadas com o objetivo de preservar as características primordiais d
o excelente projeto urbanístico realizado.
A construção de Brasília seria o ápice de um grande projeto de
interiorização do desenvolvimento do Brasil. Sendo assim, as avaliações
feitas ao longo do tempo tinham um caráter físico, econômico,
político, social e, com menor intensidade naquela época, ambiental.
Mais ampla territorialmente, a área do Distrito Federal também seguiu
os mesmos princípios, mas sem a verve do planejamento. O
desenvolvimento e o crescimento de Brasília e do Distrito Federal (DF)
eram inevitáveis, e os graves problemas apareceram e não pouparam,
de forma geral, a população. Considerando essas informações, em
relação aos processos de estruturação e desenvolvimento, bem como
aos problemas atuais de Brasília e do DF, É INCORRETO DIZER QUE, o
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ao tombar
a cidade de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade,
promoveu um elevado crescimento econômico para todo o DF, fazendo
com que essa unidade da federação detenha o título de pior índice de
Gini do País POR QUE BRASILIA FOI TOMABADA PELA UNESCO, APESAR
DE TER UM DOS PIORES ÍDICES GINI.
[IADES 2017 / Fundação Hemocentro de Brasília FHB - DF / Técnico
Administrativo / Questão: 23]
Apenas 3,4% da população do Distrito Federal (DF) residem na área
rural. Desde a década de 1999, o produto interno bruto (PIB) de Brasília
está entre os primeiros no ranking e atualmente é o terceiro do País, se
comparado aos municípios brasileiros (o primeiro é São Paulo, seguido
do Rio de Janeiro), e o oitavo se comparado aos estados, fato que
mostra a potencialidade econômica e, ao mesmo tempo, a necessidade
de inovação e de mudanças de políticas e gestão para que esse
potencial seja refletido em desenvolvimento e redução das
desigualdades sociais. Em relação aos aspectos políticos, econômicos e
sociais relativos ao DF, o crescimento demográfico no DF NÃO recuou
logo após o tombamento de Brasília como Patrimônio Cultural da
Humanidade pela Unesco, em 7 de dezembro de 1987, e foi um fator
importante para a preservação da vegetação do cerrado, principalmente
nas regiões administrativas.
[IADES 2021 / Conselho Federal de Química CFQ - BR / Advogado /
Questão: 19]
Em 1823, esta proposta havia sido sugerida por José Bonifácio de Andrada e Silva, em uma épo
ca em que se cogitava, ainda que remotamente, a ideia de que a capital deveria ser no centro
do país.
A construção de uma nova capital constou, inclusive, no texto da Constituição Federal de 1891,
que apresentava, em seu artigo 3º, a seguinte redação:
Art. 3º Fica pertencendo à União, no planalto central da República, uma zona de 14.400 quilôm
etros quadrados, que será oportunamente demarcada para nela estabelecer-se a futura Capita
l federal.
Parágrafo único. Efetuada a mudança da Capital, o atual Distrito Federal passará a constituir u
m Estado.
A mudança da capital federal para o interior ganhou força constitucional
pela primeira vez na Constituição republicana de 1891.
[IADES 2019 / Banco de Brasília BRB - DF / Advogado / Questão: 10]
Posteriormente, com a entrada em vigor da Constituição de 1934, passamos a contar, conform
e estabelecia o artigo 4º das Disposições Transitórias, com a previsão de transferência da capit
al para um ponto central do Brasil.
Além disso, a Constituição estabelecia procedimentos a serem executados pelo Presidente da
República com o objetivo de realizar a mudança.
Art. 4º Será transferida a Capital da União para um ponto central do Brasil. O Presidente da Re
pública, logo que esta Constituição entrar em vigor, nomeará uma comissão, que, sob instruçõ
es do Governo, procederá a estudos de várias localidades adequadas à instalação da Capital. C
oncluídos tais estudos, serão presentes à Câmara dos Deputados, que escolherá o local e toma
rá sem perda de tempo, as providencias necessárias à mudança. Efetuada esta, o atual Distrito
Federal passará a constituir um Estado.
Parágrafo único. O atual Distrito Federal será administrado por um Prefeito, cabendo as funçõ
es legislativas a uma Câmara Municipal, ambos eleitos por sufrágio direto sem prejuízo da repr
esentação profissional, na forma que for estabelecida pelo Poder Legislativo Federal na Lei Org
ânica. Estendem-se lhe, no que lhes forem aplicáveis, as disposições do art. 12. A primeira eleiç
ão para Presidente será feita pela Câmara Municipal em escrutínio secreto.
Em 1946, tivemos a entrada em vigor de mais uma Constituição. Nela, tínhamos a previsão, no
vamente no artigo 4º das Disposições Transitórias, de que a capital da União seria transferida p
ara o planalto central do país.
Ainda que a norma estabelecesse um prazo para que o Presidente da República nomeasse uma
comissão com o objetivo de realizar estudos, poucos avanços foram feitos neste sentido.
Art. 4º A Capital da União será transferida para o planalto central do País.
§ 1º Promulgado este Ato, o Presidente da República, dentro em sessenta dias, nomeará uma
Comissão de técnicos de reconhecido valor para proceder ao estudo da localização da nova Ca
pital.
§ 2º O estudo previsto no parágrafo antecedente será encaminhado ao Congresso Nacional, qu
e deliberará a respeito, em lei especial, e estabelecerá o prazo para o início da delimitação da á
rea a ser incorporada ao domínio da União.
§ 3º Findos os trabalhos demarcatórios, o Congresso Nacional resolverá sobre a data da muda
nça da Capital.
§ 4º Efetuada a transferência, o atual Distrito Federal passará a constituir o Estado da Guanaba
ra.
Porém, só no mandato de Juscelino Kubitschek de Oliveira é que esse projeto foi posto em prá
tica.
Antes disso, durante seu mandato como governador do estado de Minas Gerais, Juscelino inve
stiu nos setores de transporte e energia, além de considerar a industrialização fundamental pa
ra o crescimento do país. No final de 1954, as lideranças do partido PSD lançaram JK à vaga de
presidente do Brasil.
Como anteriormente informado, dois foram os projetistas da atual capital brasileira. Vamos co
nhecer um pouco mais sobre eles?
Lúcio Costa foi, sem dúvidas, o grande inventor de Brasília, tendo sido reconhecido, inclusive, p
elo próprio Oscar Niemeyer.
Filho de pais brasileiros, Lúcio nasceu na França em 1902. No governo de Getúlio Vargas, foi no
meado Diretor da Faculdade de Belas Artes com o objetivo principal de reformar a grade curric
ular da instituição.
Dirigiu, dentre outros, o projeto arquitetônico que abriga o antigo e o novo Ministério da Educ
ação e Saúde.
Foi o responsável por apresentar o esboço do projeto piloto da nova capital, ex-
plicando geograficamente como o processo seria feito.
Oscar Niemeyer, arquiteto reconhecido em vários países, nasceu no Rio de Janeiro em 1907.
Sua obra é considerada genial. Nas linhas que parecem flutuar no céu de Brasília, sua arquitetu
ra se assemelha a uma pomba quando pousa lentamente ao chão. Seus projetos arquitetônico
s despertaram a curiosidade de outros arquitetos ao redor do mundo, tendo sido convidado, in
clusive, para uma organização que proje-
tava os pavimentos da Organização das Nações Unidas em Nova York.
Niemeyer ficou responsável pelos prédios dos Palácios da Alvorada, do Planalto, do Itamaraty,
do Ministério da Justiça, do Congresso Nacional, da Catedral Metropolitana e do Cine Brasília.
Não podemos falar de Brasília sem mencionar a importância de João Bosco.
Por volta de 1883, o bispo italiano, sonhando que estava viajando para a América do Sul, teve
uma visão profética: segundo ele, um anjo lhe apareceu em sonho e revelou onde seria a futur
a capital brasileira.
Neste local, ainda de acordo com João, seria erguida uma cidade, que teria um lago bem no ce
ntro. Além disso, a capital seria um dos centros urbanos mais movimentados e almejados pelo
mundo.
O relato ficou popularmente conhecido como “o sonho de Dom Bosco”.
Em 1956, Juscelino Kubitschek de Oliveira e seu vice, João Goulart, foram eleitos. Nos primeiro
s anos de mandato, Juscelino, com medo da repressão de seus oponentes políticos e com a am
eaça dos militares, resolveu rapidamente colocar em prática os planos de metas para a constru
ção de Brasília, que seria a Nova Capital.
Um dos principais fatos relacionados com a construção de Brasília foi a criação da NOVACAP (C
ompanhia Urbanizadora da Nova Capital), projeto encaminhado ao Congresso Nacional, em 19
56, por Juscelino Kubitschek.
O objetivo, com a criação da companhia, era fomentar e impulsionar a construção da nova capi
tal.
A construção perdurou cerca de 5 anos, e aconteceu durante o mandato do então presidente J
uscelino Kubitschek de Oliveira. Ele fez questão de apurar as obras, repassando aos projetistas
a responsabilidade de consolidar o plano de metas.
No dia 21 de abril 1960, Brasília foi inaugurada como a terceira e atual capital brasileira.
A notícia da construção da nova capital se espalhou pelo Brasil, sendo que uma grande quantid
ade de imigrantes do Norte e Nordeste do país saíram em busca de trabalho.
Em 1957, os “candangos”, como ficaram conhecidos (por serem os pioneiros a chegar às terras
da nova capital, que ainda não estava habitada), eram, uma sua grande maioria, nordestinos.
Muitos trouxeram apenas a roupa do corpo, pegavam carona com os caminhoneiros e enfrent
avam estradas em péssimas condições para chegarem à “Terra da Esperança”.
Instalaram-se em alojamentos organizados por órgãos públicos. Seus registros ocorriam na Ins
tituição de Imigração e Colonização.
Para Juscelino Kubitschek, era impossível regularizar a economia brasileira sem fazer acordo co
m outros países. Como principal medida, Juscelino abriu novamente as portas do Brasil para in
vestidores estrangeiros, começando pela indústria automobilística e resultando no aumento d
as dívidas externas.
Além da Petrobras, que já gerava lucros, Juscelino investiu nas Hidrelétricas de Paulo Afonso, n
o rio São Francisco, e nas barragens de Furnas e Três Marias.
Tais mudanças e investimentos ocasionaram o aumento do PIB (Produto Interno Bruto) anual e
m 7%, mas o crescimento já não superava a dívida. A industrialização intensificou-se na região
Sudeste, influenciando a migração nordestina para esta região.
Capital Fatores
Salvador (1549) Foi instituída em razão da queda na exploração do ouro e da abundância
de plantação e cultivo da cana de açúcar na região.
Foi governada pelo conselheiro do rei de Portugal Tomé de
Souza.
Rio de Janeiro (1763) Foi instituída em razão da queda na exploração da cana de açúcar, além d
a descoberta, na região, de novos pontos de extração de minerais.
No entanto, revelou-se, com o tempo, uma cidade que não
tinha segurança.
Brasília (1960) Inaugurada em 21/04/1960, ainda que sem estar totalmente concluída.
Inúmeros foram os fatores que levaram à construção da atual capital, dent
re os quais merecem destaque:
a)desenvolvimento econômico e populacional das regiões centrais e interio
ranas, afastadas das cidades litorâneas;
b)segurança nacional, que, segundo estudos da época, seria melhor desenvol
vida em uma cidade não litorânea.
c) modernização: ainda que a possibilidade de construção de Brasília fosse alg
o que já encontrava previsão, o momento histórico, econômico e político e
stava intimamente ligado à modernização. Logo, nada mais natural do qu
e a construção
de uma nova (e moderna) cidade.
Vamos aproveitar para sistematizar os fatos relacionados com aquelas que foram, ao longo da
história, as três capitais do Brasil.
Polli Coelho teve efetiva participação na escolha de Brasília como nova capital do país. Em
1946, com a Revisão Constitucional, a mudança da capital do país para o Planalto Central foi
incluída nas Disposições Transitórias da Constituição. Assim, em novembro do mesmo ano, o
Presidente Eurico Gaspar Dutra nomeou a "Comissão de Estudos para a Localização da Nova
Capital do Brasil" sob a presidência do General Djalma Polli Coelho, então chefe do Serviço
Geográfico do Exército, com a finalidade de ratificar os levantamentos efetuados no final do
século XIX, pela Missão Cruls. Dedicou-se ao serviço do Exército por mais de 43 anos, tendo
sido responsável pela primeira edição do "Anuário da Diretoria do Serviço Geográfico do
Exército", em 1948.
Considerando que o texto apresentado se refere a um importante
momento para a criação da Nova Capital, é correto afirmar que a
mencionada comissão denominava-se Missão Polli Coelho.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Enfermeiro - Área Comunidade / Questão: 24]
3. ASPECTOS GEOGRÁFICOS
Brasília é a capital da República Federativa do Brasil e a sede do governo do Distrito Federal.
De acordo com o site oficial do Distrito Federal ([Link]), encontramos as
informações gerais acerca da mencionada cidade.
Brasília faz parte do Planalto Central, Centro-Oeste do Brasil, onde se encontram
as cabeceiras de afluentes de três dos maiores rios brasileiros – o Rio Maranhão
(afluente do Rio Tocantins), o Rio Preto (afluente do São Francisco) e os rios São Bartolomeu e
Descoberto (tributários do Rio Paraná).
A cidade está localizada a 15º47’ de latitude sul e a 47º56′ de longitude oeste e ocupa uma áre
a de 5.779 km². A cidade fica a cerca de 1.000 metros do nível do mar e tem relevo predomina
ntemente plano. O ponto mais alto é o Pico do Roncador, com 1.341 metros, localizado na Serr
a do Sobradinho.
É importante salientar que o Distrito Federal, ainda que seja uma das unidades federativas bra
sileiras, possui uma série de peculiaridades. E isso ocorre na medida em que o nosso ordenam
ento jurídico é formado por quatro diferentes espécies de entes, sendo eles:
a) União
b) Estados
c) Municípios
d) Distrito Federal
Assim, o Distrito Federal não é um Estado, tampouco um Município, mas sim um ente federati
vo sui generis.
De acordo com a Constituição Federal, o Distrito Federal desempenha tanto as competências e
lencadas para os Estados quanto aquelas previstas para os Municípios.
Ao contrário do que ocorre com os Estados, o Distrito Federal não pode ser dividido em municí
pios.
No entanto, o Distrito Federal é dividido, para fins administrativos, em 33 diferentes regiões, s
endo elas:
O Distrito Federal (DF) é uma unidade federativa que possui
competência legislativa de estado e de município. Brasília, a capital
federal, é também sede do governo do DF. A Constituição Federal de
1988, em seu art. 32, trata da organização política do DF. A esse
respeito, a organização territorial do DF é organizada atualmente por 33
regiões administrativas.
O Distrito Federal (DF) é uma unidade federativa que possui
competência legislativa de estado e de município. Brasília, a capital
federal, é também sede do governo do DF. A Constituição Federal de
1988, em seu art. 32, trata da organização política do DF. A esse
respeito, o DF NÃO tem o seu território organizado em cidades-satélites,
MAS SIM EM REGIÕES ADMINISTRATIVAS as quais NÃO têm status de
município.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 20]
O processo de ocupação do território do Distrito Federal (DF) traz, em
sua origem, elementos histórico-geográficos que envolvem a
transferência da capital federal para Brasília e as relações com os
municípios ao seu entorno. A Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE DF) foi instituída pela Lei Complementar
no 94/1998. É ERRADO DIZER QUE a Ride DF integra municípios de duas
unidades da federação: DF e Goiás, POIS A RIDE/DF É COMPOSTA DE
REGIÕES ADMINISTRATIVAS (RA), NÃO TENDO PORTANTO RELAÇÃO
METROPOLITANA COM A METRÓPOLE NACIONAL.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 19]
O processo de ocupação do território do Distrito Federal (DF) traz, em
sua origem, elementos histórico-geográficos que envolvem a
transferência da capital federal para Brasília e as relações com os
municípios ao seu entorno. A Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE DF) foi instituída pela Lei Complementar
no 94/1998. É ERRADO DIZER QUE, todos os municípios que integram a
Ride DF possuem relações metropolitanas com Brasília, o que configura
a área metropolitana de Brasília, POIS A RIDE/DF É COMPOSTA DE
REGIÕES ADMINISTRATIVAS (RA), NÃO TENDO PORTANTO RELAÇÃO
METROPOLITANA COM A METRÓPOLE NACIONAL.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 19]
O mapa apresentado permite que se reconheça a complexidade da
movimentação populacional dentro da Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF). São vários
municípios com uma população total de aproximadamente 3,8 milhões
de pessoas e que apresentam especificidades, como problemas de
mobilidade urbana. Acerca desse tema e considerando a disposição do
mapa, É ERRADO DIZER QUE Unaí é o município mais urbanizado da
RIDE/DF, mesmo estando localizado no centro geográfico da região,
POIS UNAÍ É UM MUNICÍPIO EM MINAS GERAIS, NÃO É REGIÃO
ADMINISTRATIVA DO DF.
O mapa apresentado permite que se reconheça a complexidade da
movimentação populacional dentro da Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF). São vários
municípios com uma população total de aproximadamente 3,8 milhões
de pessoas e que apresentam especificidades, como problemas de
mobilidade urbana. Acerca desse tema e considerando a disposição do
mapa, Planaltina e Planaltina de Goiás NÃO são as mesmas cidades; E a
diferença no nome NÃO é apenas um costume local, MAS UMA
SEPARAÇÃO GEOGRÁFICA.
O mapa apresentado permite que se reconheça a complexidade da
movimentação populacional dentro da Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF). São vários
municípios com uma população total de aproximadamente 3,8 milhões
de pessoas e que apresentam especificidades, como problemas de
mobilidade urbana. Acerca desse tema e considerando a disposição do
mapa, O rápido crescimento físico da RIDE/DF permitiu a divisão política
NÃO em 30 município, MAS EM 33 REGIÕES ADMINISTRATIVAS.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 35]
Ao determinar a construção da capital no interior do Brasil, Juscelino
Kubitschek tinha como objetivo integrar o País regionalmente,
principalmente a partir da construção de rodovias que cumprissem esse
papel. Parte da ideia foi colocada em prática e gerou um complexo
conjunto rodoviário, que atravessa a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) e todo o País.
A respeito desse tema e com base no mapa apresentado, as novas
áreas de assentamento nas cidades do Entorno do Distrito Federal NÃO
trouxeram uma maior ordem social à região, POIS PELA CONSTITUIÇÃO
O DF NÃO DIVIDIR-SE EM MUNICÍPIOS E NÃO SE INCLUI reduzindo
drasticamente a escassez de moradia e os níveis de violência urbana.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 36]
Região Administrativa I: Plano Piloto Região Administrativa II: Gama Região Administrativa III: T
aguatinga Região Administrativa IV: Brazlândia Região Administrativa V: Sobradinho Região Ad
ministrativa VI: Planaltina Região Administrativa VII: Paranoá Região Administrativa VIII: Núcle
o Bandeirante Região Administrativa IX: Ceilândia Região Administrativa X: Guará Região Admi
nistrativa XI: Cruzeiro Região Administrativa XII: Samambaia Região Administrativa XIII: Santa
Maria Região Administrativa XIV: São Sebastião Região Administrativa XV: Recanto das Emas R
egião Administrativa XVI: Lago Sul Região Administrativa XVII: Riacho Fundo Região Administra
tiva XVIII: Lago Norte Região Administrativa XIX: Candangolândia Região Administrativa XX: Ág
uas Claras Região Administrativa XXI: Riacho Fundo II Região Administrativa XXII: Sudoeste/
Octogonal Região Administrativa XXIII: Varjão Região Administrativa XXIV: Park Way Região Ad
ministrativa XXV: SCIA Região Administrativa XXVI: Sobradinho II Região Administrativa XXVII: J
ardim Botânico Região Administrativa XXVIII: Itapoã
Região Administrativa XXIX: SAI Região Administrativa XXX: Vicente Pires Região Administrativa
XXXI: Fercal Região Administrativa XXXII: Sol Nascente/Pôr do Sol Região Administrativa XXXIII:
Arniqueira
De acordo com a CODEPLAN (Companhia de Planejamento do Distrito Federal), Ceilândia, Sam
ambaia, Taguatinga, Brasília e Planaltina são, atualmente, as regiões administrativas mais popu
losas.
Frisa que o Distrito Federal possui uma área de aproximadamente 5.780 km², sendo esta a me
nor entre as 27 unidades da Federação.
Cidades vizinhas
A economia de Pirenópolis esta baseada na extração do quartzito conhecido como Quartzito
Goiás ou Pedras Pirenópolis. A agropecuária, e o turismo também figuram como atividades de
grande importância para a cidade.
O mapa apresentado permite que se reconheça a complexidade da
movimentação populacional dentro da Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF). São vários
municípios com uma população total de aproximadamente 3,8 milhões
de pessoas e que apresentam especificidades, como problemas de
mobilidade urbana. Acerca desse tema e considerando a disposição do
mapa, Pirenópolis é uma cidade com viés turístico e representa uma
parte importante do deslocamento da população do Distrito Federal nos
finais de semana e feriados prolongados.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 35]
A Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno, totaliza 798.350
pessoas, apresentando uma grande concentração populacional. Os municípios mais populosos
são respectivamente: Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Valparaíso de Goiás, Novo Gama e
Planaltina.
A concentração populacional nesses municípios é explicada pela proximidade de Brasília, pois
das cidades citadas acima, a mais distante de capital federal é Luziânia, com apenas 58 km de
distância. Essas são consideradas cidades dormitórios para uma parcela da população, que
trabalham em Brasília e vão para suas residências apenas para dormir.
O mapa apresentado permite que se reconheça a complexidade da
movimentação populacional dentro da Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF). São vários
municípios com uma população total de aproximadamente 3,8 milhões
de pessoas e que apresentam especificidades, como problemas de
mobilidade urbana. Acerca desse tema e considerando a disposição do
mapa, Luziânia, Formosa e Padre Bernardo são fronteiriças ao Distrito
Federal e possuem estrutura rodoviária MAS NÃO ferroviária que
atendem, com organização, o deslocamento para atividades trabalhistas
diárias POR QUE A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE FAZEM
DESLOCAMENTO DESSAS REGIÕES PARA O DF É BAIXA.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 35]
A RIDE é constituída pelo Distrito Federal, pelos municípios de Abadiânia, Água Fria de Goiás,
Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá
de Goiás, Cristalina, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo,
Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso de Goiás e Vila Boa, no
Estado de Goiás, e de Unaí, Buritis, Arinos e Cabeceira Grande, no Estado de Minas Gerais.
A cidade goiana que não faz parte da chamada região do entorno do
Distrito Federal é Anápolis.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Auxiliar Operacional de Serviços Diversos - Área:
Farmácia / Questão: 25]
A construção de Brasília seria o ápice de um grande projeto de
interiorização do desenvolvimento do Brasil. Sendo assim, as avaliações
feitas ao longo do tempo tinham um caráter físico, econômico,
político, social e, com menor intensidade naquela época, ambiental.
Mais ampla territorialmente, a área do Distrito Federal também seguiu
os mesmos princípios, mas sem a verve do planejamento. O
desenvolvimento e o crescimento de Brasília e do Distrito Federal (DF)
eram inevitáveis, e os graves problemas apareceram e não pouparam,
de forma geral, a população. Considerando essas informações, em
relação aos processos de estruturação e desenvolvimento, bem como
aos problemas atuais de Brasília e do DF, a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE) é composta pelo
Distrito Federal, NÃO por municípios de Goiás, MAS POR 19 MUNICIPIOS
DE GOIAS e por três cidades de Minas Gerais, NÃO sendo essas
fronteiriças com o DF, MAS APENAS CABECEIRAS QUE FAZ FROTEIRA.
[IADES 2017 / Fundação Hemocentro de Brasília FHB - DF / Técnico
Administrativo / Questão: 23]
O processo de ocupação do território do Distrito Federal (DF) traz, em
sua origem, elementos histórico-geográficos que envolvem a
transferência da capital federal para Brasília e as relações com os
municípios ao seu entorno. A Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE DF) foi instituída pela Lei Complementar
no 94/1998. A Ride DF NÃO é formada por 18 municípios e o DF, POR
QUE TEMOS MAIS DE 30 MUNICÍPIOS QUE FAZEM PARTE.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 19]
As rodovias que cortam o Distrito Federal ajudam a estabelecer uma área de desenvolvimento
e um avanço no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), pois, de certa forma,
geram empregos e infraestrutura.
Ao determinar a construção da capital no interior do Brasil, Juscelino
Kubitschek tinha como objetivo integrar o País regionalmente,
principalmente a partir da construção de rodovias que cumprissem esse
papel. Parte da ideia foi colocada em prática e gerou um complexo
conjunto rodoviário, que atravessa a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) e todo o País. A
respeito desse tema e com base no mapa apresentado, as rodovias que
cortam o Distrito Federal ajudam a estabelecer uma área de
desenvolvimento e um avanço no Índice de Desenvolvimento Humano
Municipal (IDHM), pois, de certa forma, geram empregos e
infraestrutura.
Ao determinar a construção da capital no interior do Brasil, Juscelino
Kubitschek tinha como objetivo integrar o País regionalmente,
principalmente a partir da construção de rodovias que cumprissem esse
papel. Parte da ideia foi colocada em prática e gerou um complexo
conjunto rodoviário, que atravessa a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) e todo o País.
A respeito desse tema e com base no mapa apresentado, as rodovias
são radiais e partem do extremo para o centro do País, passando por
todas as unidades da Federação. NÃO PODENDO SER um exemplo a BR-
070 POR QUE ESSA PASSA AO MEIO DO GO, MT E UM PEDAÇO DO SUL.
Ao determinar a construção da capital no interior do Brasil, Juscelino
Kubitschek tinha como objetivo integrar o País regionalmente,
principalmente a partir da construção de rodovias que cumprissem esse
papel. Parte da ideia foi colocada em prática e gerou um complexo
conjunto rodoviário, que atravessa a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) e todo o País.
A respeito desse tema e com base no mapa apresentado, Brasília e
Goiânia são metrópoles nacionais QUE NÃO unidas pela BR-020 E SIM
BR-060 e que estabelecem grande área de desenvolvimento econômico.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 36]
3.1. CLIMA E VEGETAÇÃO
O clima pode ser definido como o conjunto de condições atmosféricas que caracterizam, após
as diversas influências recebidas, uma determinada região.
No Distrito Federal, o clima é tropical ou tropical semiúmido, sendo que a temperatura do terri
tório varia muito a depender da época do ano em que estamos.
Basicamente, o Distrito Federal é dividido por duas diferentes estações, sendo elas o verão (qu
ente e chuvoso) e o inverno (frio e seco).
Doenças respiratórias como gripe, sinusite, rinite, resfriados e até pneumonia se tornam mais
comuns durante o outono e inverno, especialmente quando a umidade relativa do ar começa a
cair e chega, de vez, o período da seca em Brasília.
No que se refere aos aspectos físicos do Distrito Federal, as precipitações
pluviométricas no Distrito Federal, em geral, NÃO são bem distribuídas ao
longo do ano, NÃO alcançando o maior índice no mês de julho, POIS O
PERÍODO DE ESTIAGEM É DE MAIO A AGOSTO.
No que se refere aos aspectos físicos do Distrito Federal, É INCORRETO
DIZER QUE quanto ao clima do Distrito Federal, a latitude elevada
compensa a baixa altitude, contribuindo para que predominem
temperaturas sempre baixas, mesmo no verão, POIS O DISTRITO FEDERAL
POSSUI ELEVADA ALTITUDE, QUE VARIA ENTRE 600 A 1100 METROS ACIMA
DO NÍVEL DO MAR.(O QUE PROVOCA UMA REDUÇÃO NA TEMPERATURA)
SÃO IDENTIFICADAS DUAS ESTAÇÕES BEM DIFERENTES: QUENTE E ÚMIDA -
DE OUTUBRO A ABRIL, E SECA - DE MAIO A SETEMBRO. O MÊS MAIS FRIO
DO ANO É JULHO.
No que se refere aos aspectos físicos do Distrito Federal, É INCORRETO
DIZER QUE, durante o período de inverno, no Distrito Federal, verifica-se
maior concentração de chuvas, o que garante o suprimento de água no
período de estiagem, POIS O CLIMA DO DF É TROPICAL SEMIÚMIDO, COM
DUAS ESTAÇÕES BEM DEFINIDAS VERÃO (CHUVAS) DE OUTUBRO A ABRIL E
INVERNO (SECO) DE MAIO A SETEMBRO.
[IADES 2019 / Banco de Brasília BRB - DF / Escriturário / Questão: 30]
Nos últimos anos, as doenças respiratórias têm ocupado posição de
destaque no ranking das enfermidades mais comuns no Distrito Federal
(DF), juntamente com os problemas cardiovasculares e o câncer. Além
dos maus hábitos e do envelhecimento da população, essas
enfermidades estão relacionadas à poluição do ar. A esse respeito, a
pneumonia, a asma e a bronquite estão entre as doenças respiratórias
mais comuns no DF, influenciadas pelo clima seco do meio do ano, pelo
tabagismo e pela baixa qualidade do ar em algumas regiões.
Nos últimos anos, as doenças respiratórias têm ocupado posição de
destaque no ranking das enfermidades mais comuns no Distrito Federal
(DF), juntamente com os problemas cardiovasculares e o câncer. Além
dos maus hábitos e do envelhecimento da população, essas
enfermidades estão relacionadas à poluição do ar. A esse respeito, a
ocorrência de doenças respiratórias NÃO tem sido rara no DF, E NÃO
TEM RELAÇÃO DIRETA COM uma consequência direta da Lei Antifumo,
sancionada em 2012, que proíbe o uso de cigarros em locais públicos,
POIS O CLIMA DF APESAR DE SER TROPICAL EM ÉPOCA DE VERÃO SE
TORNA SECO O QUE INFLUENCIA EM DOENÇAS RESPIRATÓRIAS.
Nos últimos anos, as doenças respiratórias têm ocupado posição de
destaque no ranking das enfermidades mais comuns no Distrito Federal
(DF), juntamente com os problemas cardiovasculares e o câncer. Além
dos maus hábitos e do envelhecimento da população, essas
enfermidades estão relacionadas à poluição do ar. A esse respeito, o
excesso de árvores no ambiente urbano central de Brasília NÃO reduz a
oferta de oxigênio no ar, especialmente nos períodos de seca, e
TAMPOUCO agrava a situação de quem tem doença respiratória, POIS
AJUDA A MELHORAR ESSE QUADRO.
Nos últimos anos, as doenças respiratórias têm ocupado posição de
destaque no ranking das enfermidades mais comuns no Distrito Federal
(DF), juntamente com os problemas cardiovasculares e o câncer. Além
dos maus hábitos e do envelhecimento da população, essas
enfermidades estão relacionadas à poluição do ar. A esse respeito, a
utilização intensiva de transporte individual, em detrimento do
transporte coletivo, NÃO melhora sensivelmente a qualidade do ar nas
cidades. Os ônibus NÃO são mais poluentes que os carros, portanto,
NÃO devem ser evitados POR QUE A FROTA DE CARROS EM BRASÍLIA
ESTÁ EM TORNO DE 1,9 MILHÕES O QUE PREJUDICA A QUALIDADE DO
AR QUANDO ESSE TIPO DE TRANSPORTE É MAIS UTILIZADO.
Nos últimos anos, as doenças respiratórias têm ocupado posição de
destaque no ranking das enfermidades mais comuns no Distrito Federal
(DF), juntamente com os problemas cardiovasculares e o câncer. Além
dos maus hábitos e do envelhecimento da população, essas
enfermidades estão relacionadas à poluição do ar. A esse respeito, É
ERRADO DIZER QUE a implantação do sistema de rodízios de veículos no
DF, que começou no início deste ano, tem propiciado uma melhoria da
qualidade do ar nas regiões do Plano Piloto e no centro de Taguatinga,
POIS NO DF NÃO CONSTA RODÍZIO DE VEÍCULOS.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Biólogo/ Questão: 24]
Assinale a alternativa correta quanto ao clima no Distrito Federal. É
caracterizado por verão úmido e inverno seco.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 14]
Ainda que a temperatura varie a depender do local em que estejamos, pode-se
afirmar que a média da temperatura do Distrito Federal é de 20ºC.
A vegetação pode ser conceituada como o conjunto de plantas de um determinado território.
A vegetação é diretamente influenciada por fatores como o clima e o solo do local.
No Distrito Federal, a vegetação que predomina é o cerrado. Juntamente com a caatinga, o cer
rado é considerado uma espécie de savana brasileira.
Nas regiões em que o cerrado predomina, a temperatura tende a ser quente, sendo frequente,
também, a divisão dos períodos do ano em seca e chuva.
O Distrito Federal destaca-se, principalmente, pela produção de grãos (feijão, milho e soja) e
de hortifrutigranjeiros que abastecem o mercado consumidor local (pimentão, tomate, batata
etc.).
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que as
commodities em destaque na produção agrícola da região
geoeconômica do DF e Entorno são milho e soja.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / MédicoÁrea Biometria / Questão: 25]
Ao determinar a construção da capital no interior do Brasil, Juscelino
Kubitschek tinha como objetivo integrar o País regionalmente,
principalmente a partir da construção de rodovias que cumprissem esse
papel. Parte da ideia foi colocada em prática e gerou um complexo
conjunto rodoviário, que atravessa a Região Integrada de
Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) e todo o País.
A respeito desse tema, a grande área agricultável da RIDE/DF tornou a
região a mais importante NÃO SENDO, NESTE CASO, O DF A MAIOR
produtora de soja do Brasil, POIS SUA REPRESENTAÇÃO CHEGA A 22%
EM AGRICULTURA DIVERSAS sendo o seu escoamento feito apenas pelas
rodovias radiais.
[IADES 2017 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Policial
Militar PM / Oficial - Área: Administrativo (CHO/CSTGSP) / Questão: 36]
A produtividade da safra de soja no Distrito Federal chegou a 3,3 mil quilos por hectare (kg/ha)
neste ano, cerca de 15% a mais do que a safra passada. É a maior produtividade do Brasil,
considerando a área plantada de 70 mil hectares. O cultivo esse ano atingiu 215 mil toneladas,
número que demonstra a pujança da cultura no DF. A maior parte da colheita ; 115 mil
toneladas ; destinou-se ao mercado externo. Foi exportada para China, Japão e Europa.
Entre as atividades agrícolas existentes no DF, uma se destaca por ser
extremamente produtiva e compor pauta de exportação do DF para
outras Unidades Federativas e para o exterior. Essa atividade é o cultivo
de soja. E NÃO [FRUTAS CÍTRICAS; CANA-DE-AÇUCAR; HORTALIÇAS; e,
SORGO]
[IADES 2018 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Soldado
Policial Militar - Área Combatente / Questão: 18]
Estudos realizados desde as décadas de 1980 e 1990 pela Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária (Embrapa) com o intuito de trazer mais produtividade e qualidade para o cereal
apresentam bons resultados. A expectativa é de que, em poucos anos, o Distrito Federal seja
autossuficiente na produção de trigo.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado no(a) O DF NÃO CONTA COM
autossuficiência agrícola estabelecida na região metropolitana, E AINDA
NÃO exportando o excedente para outras Unidades da Federação.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Analista de Sistemas / Questão: 24]
PRODUTOR DE MORANGO
Segundo a Emater-DF, somente no ano passado, foram produzidas 6,6 mil toneladas de
morango no DF. Brazlândia é responsável por 34% da produção no DF, o que injeta
aproximadamente R$ 21 milhões na economia da cidade.
É a maior região administrativa de produção de morangos. Mas outras cidades também
cultivam, como Ceilândia, São Sebastião, Núcleo Rural Taquara, que fica em Planaltina (DF),
observou o engenheiro agrônomo, extensionista rural e gerente da Emater Brazlândia, Rodrigo
Teixeira Alves.
A marca de Brazlândia ainda é a vida pacata. O asfalto tomou conta das
ruas, o comércio se expandiu, os setores residenciais também, só que basta
uma circulada pelas quadras para respirar tranquilidade. A Região
Administrativa de Brazlândia ficou regionalmente conhecida por ser a maior
produtora de morango do Distrito Federal. E NÃO [POLO INDUSTRIAL DE
ROUPAS; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO; PRODUTORA PECUÁRIA LEITEIRA;
e, PRODUÇÃO DE SOJA]
[IADES 2019 / Banco de Brasília BRB - DF / Escriturário / Questão: 28]
No caso específico do estudo da estrutura fundiária, esse índice mede a concentração da posse
da terra, ou seja, grandes extensões de terra nas mãos de um número reduzido de
proprietários.
Estrutura Fundiária é o modo como as propriedades agrárias estão distribuídas e organizadas
em um determinado país ou espaço. Para se conhecer a estrutura fundiária de um país, leva-se
em consideração a quantidade, o tamanho e a distribuição social das propriedades rurais na
área analisada.
A regularização da ocupação do solo no Distrito Federal é um processo
multidisciplinar que envolve diferentes órgãos da administração pública
e é formado por várias etapas/estágios. No processo de regularização de
determinada área, a etapa que deve vir em primeiro lugar é a análise da
situação fundiária.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Enfermeiro - Área Comunidade / Questão: 25]
3.2. HIDROGRAFIA
A combinação de chuvas abaixo da média histórica e altas temperaturas com ocupação
desordenada no solo, captações clandestinas, aumento da população – em média 60 mil por
ano, segundo o IBGE – e ausência de obras estruturantes por mais de 16 anos impactaram
diretamente o sistema de abastecimento de Brasília, atingindo principalmente os reservatórios
de Descoberto e de Santa Maria. Estes, fornecem o equivalente a 89,3% do total de água
tratada, representando 81,7% da população atendida pela Companhia de Saneamento
Ambiental do Distrito Federal (Caesb).
No que se refere aos aspectos físicos do Distrito Federal, a dispersão de
águas no Distrito Federal é muito acentuada, dada a composição dos solos,
a formação de cangas e o relevo planáltico.
No que se refere aos aspectos físicos do Distrito Federal, no Distrito Federal,
localiza-se o ponto de união entre duas grandes bacias hidrográficas
brasileiras: NÃO SENDO a Bacia Amazônica e a Bacia do Atlântico Leste,
MAS SIM RIO PRETO, SÃO BARTOLOMEU, RIO DESCOBERTO E RIO
MARANHÃO.
[IADES 2019 / Banco de Brasília BRB - DF / Escriturário / Questão: 30]
A construção de Brasília seria o ápice de um grande projeto de
interiorização do desenvolvimento do Brasil. Sendo assim, as avaliações
feitas ao longo do tempo tinham um caráter físico, econômico,
político, social e, com menor intensidade naquela época, ambiental.
Mais ampla territorialmente, a área do Distrito Federal também seguiu
os mesmos princípios, mas sem a verve do planejamento. O
desenvolvimento e o crescimento de Brasília e do Distrito Federal (DF)
eram inevitáveis, e os graves problemas apareceram e não pouparam,
de forma geral, a população. Considerando essas informações, em
relação aos processos de estruturação e desenvolvimento, bem como
aos problemas atuais de Brasília e do DF, a crise hídrica é resultante de
um processo de expansão realizado com políticas habitacionais
inadequadas ou inexistentes, por grilagem de terras, por crescimento
populacional desordenado e pelo uso irresponsável da água, inclusive
em setores produtivos, como a agricultura.
[IADES 2017 / Fundação Hemocentro de Brasília FHB - DF / Técnico
Administrativo / Questão: 23]
A hidrografia do Distrito Federal (DF) é importante na organização das
cidades, e vários aspectos são levados em consideração para a
respectiva utilização. Com relação aos aspectos hidrográficos do DF,
algumas das principais bacias hidrográficas que cortam o DF são vitais
para abastecer importantes bacias hidrográficas brasileiras, como a do
São Francisco, a do Paraná e a do Tocantins-Araguaia.
A hidrografia do Distrito Federal (DF) é importante na organização das
cidades, e vários aspectos são levados em consideração para a
respectiva utilização. Com relação aos aspectos hidrográficos do DF, o
DF NÃO é rico em rios caudalosos e com grande potencial hidroelétrico.
A hidrografia do Distrito Federal (DF) é importante na organização das
cidades, e vários aspectos são levados em consideração para a
respectiva utilização. Com relação aos aspectos hidrográficos do DF, a
área do DF NÃO possui a lagoa Joaquim Medeiros, rica em volume
d’água e que ocupa a área de Brazlândia, POIS NÃO FICA LOCALIZADA
EM BRAZLANDIA, MAS SIM EM PLANALTINA.
A hidrografia do Distrito Federal (DF) é importante na organização das
cidades, e vários aspectos são levados em consideração para a
respectiva utilização. Com relação aos aspectos hidrográficos do DF, o
lago Paranoá NÃO foi construído originalmente com o objetivo de
atender ao abastecimento de água para a população, NEM MESMO
sendo responsável pelo atendimento de Brasília integralmente, POIS A
SUA CONCEPÇÃO FOI PARA SERVIR DE LAZER E PAISAGISMO.
A hidrografia do Distrito Federal (DF) é importante na organização das
cidades, e vários aspectos são levados em consideração para a
respectiva utilização. Com relação aos aspectos hidrográficos do DF, o
fenômeno hidrográfico de Águas Emendadas NÃO localiza-se na Região
Administrativa do Gama, área com maior extensão em preservação do
DF, MAS SIM EM PLANALTINA.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico de Contabilidade / Questão: 25]
A hidrografia trata-se do ramo da geografia que se preocupa com o estudo das
águas, sejam elas correntes, paradas, oceânicas ou subterrâneas.
A bacia hídrica do distrito federal é composta, dentre outros, por sete principais reservatórios,
sendo eles:
• Bacia do Descoberto: trata-se do maior reservatório de abastecimento público da região.
• Bacia do São Bartolomeu: devido ao crescimento populacional, parte dessa bacia já está com
prometida. Ao longo do tempo, a bacia perdeu boa parte das matas ciliares, nascentes e vered
as.
• Bacia do Rio Preto: trata-se do rio que é utilizado, de forma intensiva, pelas atividades agrop
ecuárias. Isso ocorre com maior frequência durante o período de estiagem.
• Bacia do Rio Maranhão: o desmatamento de áreas de preservação, a poluição do solo, a extr
ação irregular de areia, os resíduos de animais jogados no rio são as principais causas dos probl
emas encontrados nesta bacia.
• Bacia do Rio Corumbá: a baixa existência de mata ciliar, declividade e pouca fertilidade no sol
o facilitam o processo de erosão. Importante afirmar que esta bacia está sendo estudada para
ser o próximo reservatório de água do Distrito Federal.
• Bacia do Paranoá: trata-se de um lago planejado, juntamente com os “Planos de Metas”, em
meados do século XIX.
• Bacia do Rio São Marcos: trata-se de uma bacia que apresenta problemas relacionados com
a poluição. Todavia, já existem comitês trabalhando em programas de concretização e bom us
o da água.
Ainda com relação à hidrografia, merece destaque o teor dos artigos 282 a 284 da Lei Orgânica
do Distrito Federal, uma vez que estabelece uma série de regras destinadas à proteção de tais
recursos.
Art. 282. Cabe ao poder público estabelecer diretrizes específicas para proteção
de mananciais hídricos, por meio de planos de gerenciamento, uso e ocupação
de áreas de drenagem de bacias e sub-bacias hidrográficas, que deverão dar prioridade à soluç
ão de maior alcance ambiental, social e sanitário, além de respeitar a participação dos usuários
.
Parágrafo único. Cabe ao órgão ambiental do Distrito Federal a gestão do sistema de gerencia
mento de recursos hídricos.
Art. 283. O órgão ambiental do Distrito Federal deverá divulgar, a cada semestre, relatório de
qualidade da água distribuída à população.
Art. 284. Os recursos hídricos do Distrito Federal constituem patrimônio público.
§ 1º É dever do Governo do Distrito Federal, do cidadão e da sociedade zelar pelo regime jurídi
co das águas, devendo o poder público disciplinar:
I – o uso racional dos recursos hídricos para toda a coletividade;
II – a proteção das águas contra ações ou eventos que comprometam a utilização atual e futur
a, bem como a integridade e renovação física, química e biológica do ciclo hidrológico;
III – seu controle, de modo a evitar ou minimizar os impactos danosos causados por eventos m
eteorológicos;
IV – a utilização das águas para abastecimento público, piscicultura, pesca e turismo;
V – a exploração racional dos depósitos naturais de água, águas subterrâneas
e afluentes.
§ 2º Compete ao Distrito Federal para assegurar o disposto neste artigo:
I – instituir normas de gerência e monitoramento dos recursos hídricos no seu território;
II – adotar a bacia hidrográfica como base unitária de gerenciamento, considerado o ciclo hidro
lógico em todas as suas fases;
III – cadastrar, registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de atividades de pesquisa ou ex
ploração de recursos hídricos concedidas ou efetuadas pela União.
§ 3º A exploração de recursos hídricos no Distrito Federal não poderá comprometer a preserva
ção do patrimônio natural e cultural do seu território.
O Bioma Cerrado abrange 13 estados brasileiros, em uma área de cerca de 200 milhões de
hectares, sendo a savana mais rica em diversidade do mundo e o segundo maior Bioma do
país. Posicionado na região central no país, faz limite com a Mata Atlântica, a Floresta
Amazônica, a Caatinga e o Pantanal.
Em sentido fisionômico, floresta representa áreas com predominância de espécies arbóreas,
onde há a formação de dossel, contínuo ou descontínuo. No Cerrado, existem as seguintes
formações florestais: Mata Seca, Mata de Galeria, Mata Ciliar e Cerradão.
O cerrado é a vegetação típica do Distrito Federal (DF), no entanto,
existem outras formações que merecem destaque porque ajudam a
compor todo um quadro natural, que é parte de uma paisagem
exuberante. Quanto a esse assunto, a vegetação que integra parte da
paisagem do DF é a mata de galeria e mata ciliar. E NÃO [FLORESTA
EQUATORIAL; RESTINGA; ARAUCÁRIA; e, FLORESTA DE CONÍFERAS]
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Enfermeiro - Área Comunidade / Questão: 23]
4. ASPECTOS POLÍTICOS
Em nosso ordenamento jurídico, quatro são as diferentes espécies de entes federativos, sendo
eles:
a) a União;
b) os Estados;
c) os Municípios;
d) o Distrito Federal.
Podemos afirmar, em linha gerais, que a União é a responsável pela elaboração e execução de
serviços e políticas públicas relacionadas com todo o País.
Aos Estados, por sua vez, compete a efetivação das políticas públicas regionais. Os Municípios,
enquanto divisões dos Estados, elaboram as políticas locais. O Distrito Federal, no entanto, trat
a-se de um ente federativo repleto de peculiaridades. A primeira delas, e que o diferencia dos
Estados, é o fato de não poder ser dividido em municípios.
E o que seria o Distrito Federal? Um Estado ou um Município?
A “melhor” resposta é a de que o DF se trata de um ente federativo “sui generis”, desempenha
ndo, ao mesmo tempo, as competências atribuídas pela Constituição Federal aos Estados e aos
Municípios.
Com base nisso, podemos afirmar que o Distrito Federal se trata de um ente da Federação híbr
ido, que ora executa competências municipais, ora desempenha funções estaduais.
Além disso, deve ser mencionado que Brasília, que é a capital federal do Brasil, está localizada
no Distrito Federal, sendo, inclusive, a sede do governo do respectivo ente.
Competências gerais e relacionadas com toda a Federação
União
Estados Competências regionais
Municípios Competências locais
Competências regionais (dos Estados) e locais (dos Municípios)
Impossibilidade de divisão em municípios
Distrito Federal É onde está localizada Brasília, sede do governo e capital do Paí
s.
De acordo com a Constituição Federal, o Distrito Federal será regido com base em uma Lei Org
ânica, que é, assim como ocorre com os Municípios, uma espécie de “constituição”, contendo t
odas as informações relacionadas com a organização do ente federativo.
Assim como acontece com os demais entes (União, Estados e Municípios), o Distrito Federal go
za de autonomia.
Como decorrência desta autonomia, possui o Distrito Federal a capacidade de
auto-organização, autolegislação, autogoverno e autoadministração.
Por meio da auto-organização, pode o DF elaborar suas próprias normas fundamentais, que de
vem ser observadas quando da edição dos demais diplomas legais.
No âmbito da União, tal norma é a Constituição Federal. Nos Estados, cabe tal função às Consti
tuições Estaduais. Nos Municípios e no Distrito Federal, como já informado, a norma máxima s
erá expressa por meio de uma Lei Orgânica.
13. A criação ou extinção de Regiões Administrativas ocorrerá mediante lei aprovada pela
maioria absoluta dos Deputados Distritais. acrescentado o parágrafo único ao art. 13 pela
emenda à lei orgânica do df nº 83, de 20/08/14 – dodf de 25/08/14.
O Distrito Federal (DF) é uma unidade federativa que possui
competência legislativa de estado e de município. Brasília, a capital
federal, é também sede do governo do DF. A Constituição Federal de
1988, em seu art. 32, trata da organização política do DF. A esse
respeito, a criação, a divisão ou a mudança de nome e os limites das
regiões administrativas NÃO é de responsabilidade do governador do DF
por meio de medida provisória, MAS SIM OCORRERÁ MEDIANTE LEI
APROVADA PELA MAIORIA ABSOLUTA DOS DEPUTADOS DISTRITAIS.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 20]
Poder Legislativo
No âmbito federal, o poder legislativo é exercido pelo Congresso Nacional - composto pela
Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Na Câmara, ficam os deputados federais e no
Senado, os senadores. No plano estadual, este poder é exercido pelas Assembleias Legislativas
por meio dos deputados estaduais.
O Distrito Federal (DF) é uma unidade federativa que possui
competência legislativa de estado e de município. Brasília, a capital
federal, é também sede do governo do DF. A Constituição Federal de
1988, em seu art. 32, trata da organização política do DF. A esse
respeito, É ERRADO DIZER QUE, o DF é uma unidade política diferente
dos demais estados e municípios brasileiros; possui status legislativo
diferenciado em razão de ser a capital federal, POIS NÃO É STATUS
LEGISLATIVO QUE DIFERENCIA O DF DOS ESTADOS, POIS ENQUANTO OS
ESTADOS TEM ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS, O DF TEM A CÂMARA
LEGISLATIVA, PARA A QUAL SÃO ELEITOS DEPUTADOS AO INVÉS DE
VEREADORES, POIS O DF SE EQUIPARA A ESTADOS.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 20]
Art. 32. O Distrito Federal, vedada sua divisão em Municípios, reger-se-á por lei orgânica, vota
da em dois turnos com interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços da Câmara L
egislativa, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição.
E fio justamente com base na capacidade de auto-organização que o Distrito
Federal promulgou, em 08/06/1993, sua Lei Orgânica.
A autolegislação confere aos entes federativos a possibilidade de editarem suas próprias norm
as jurídicas, tal como as leis ordinárias, as leis complementares e as resoluções.
Quando da sua edição, não devem tais entes sofrer influência das disposições
emanadas pelas demais pessoas jurídicas. Devem, contudo, observar as normas
expressas pela Constituição Federal (que possui alcance nacional), e pela norma fundamental d
o respectivo ente federativo (no caso, a Lei Orgânica).
A prerrogativa de autogoverno refere-se à possibilidade de cada um dos entes federativos esco
lher seus próprios representantes e organizar os membros que irão atuar nos demais Poderes.
No âmbito dos cargos eletivos, a escolha será feita de forma direta pela população, oportunida
de em que os eleitores serão convocados a, por meio do voto direto, obrigatório e secreto, ma
nifestar suas vontades em eleições realizadas periodicamente.
No Distrito Federal, o Poder Executivo é exercido pelo Governador, que é auxiliado pelos Secre
tários de Governo.
O Poder Legislativo, por sua vez, é desempenhado pela Câmara Legislativa, que é composta, pa
ra tal, de 24 Deputados Distritais.
Ambas as previsões constam no texto da Lei Orgânica, que possui a seguinte redação:
Art. 54. O Poder Legislativo é exercido pela Câmara Legislativa, composta de Deputados Distrit
ais, representantes do povo, eleitos e investidos na forma da legislação federal.
Art. 87. O Poder Executivo é exercido pelo Governador do Distrito Federal, auxiliado pelos Secr
etários de Governo.
A lei deve dispor sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da
administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas.
acrescentado o §13 ao art. 19 pela emenda à lei orgânica do df nº 80, de 31/07/14 – dodf de
12/08/14.
O Distrito Federal (DF) é uma unidade federativa que possui
competência legislativa de estado e de município. Brasília, a capital
federal, é também sede do governo do DF. A Constituição Federal de
1988, em seu art. 32, trata da organização política do DF. A esse
respeito, os administradores regionais NÃO exercem o papel político e
constitucional de prefeitos nas regiões administrativas do DF, POR QUE
NO DF OS ADMINISTRADORES DA RA’S SÃO CONTRATADOS E NÃO
ELEITOS CONFORME §13 AO ART. 19
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 20]
Além disso, deve ser salientado que o Distrito Federal elege três Senadores e
oito Deputados Federais.
Com relação ao Poder Judiciário, a Constituição Federal determina, em seu artigo 21, XIII, que
compete à União:
organizar e manter o Poder Judiciário, o Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios
e a Defensoria Pública dos Territórios.
A autoadministração, por fim, refere-se às competências administrativas próprias que são esta
belecidas, pela Constituição Federal, a cada um dos entes federativos. Assim, ainda que cada u
m dos entes se organize internamente e possuam a capacidade de criar normas destinadas ao
correto funcionamento interno, certas competências são atribuídas diretamente pela Constitui
ção Federal.
Importante frisar que, ao passo que certas competências são atribuídas aos entes em caráter e
xclusivo (não podendo ser exercidas por outro ente que não o previsto na Constituição), inúme
ras outras, ainda conforme as disposições da Constituição Federal, devem ser exercidas cumul
ativamente, ou seja, por todos os entes da federação.
No âmbito do Distrito Federal, como já mencionado, são atribuídas tanto as competências mu
nicipais quanto estaduais.
• Auto-organização • Os entes podem elaborar suas próprias Constitui-
ções (Federal ou Estadual) ou Leis Orgânicas
• Autolegislação • Os entes podem elaborar suas próprias normas, dev
endo observar as regras da Constituição Federal e d
a respectiva norma fundamental de
cada ente
• Autogoverno • Os entes podem organizar seus próprios poderes. N
os cargos eletivos, a escolha será feita pela populaçã
o. Nos demais Poderes, será feita confor-
me previsão de cada um dos entes
• Autoadministração • Cada ente possui competências administrativas pr
óprias, estabelecidas pela Constituição de for-
ma exclusiva ou cumulativa
5. DESENVOLVIMENTO URBANO
Para falarmos do desenvolvimento urbano, temos que mencionar, inicialmente, a Revolução In
dustrial.
Em linhas gerais, a Revolução Industrial foi um processo ocorrido na Europa nos séculos XVIII e
XIX. Com o processo, as atividades deixavam de ser executadas de forma manual e passam, em
sua maior parte, a ser desempenhadas por máquinas. E como as exigências, com a utilização d
as máquinas, apenas aumentava por parte dos empregadores, os empregados, que eram subm
etidos a péssimas condições de trabalho, chegavam a ter que trabalhar mais de 15 horas por di
[Link] a Revolução Industrial, tivemos o início do processo de urbanização, que foi materializa
do, principalmente, por meio das diversas formas de migração.
A migração trata-se do processo de trocar de território. A migração pode acontecer tanto com
relação a países diversos quanto no âmbito de um mesmo país, estado ou município.
No processo de urbanização, tivemos a migração mediante a transferência de pessoas das ativi
dades do campo (rurais) para as atividades urbanas (da cidade).
Não podemos confundir os conceitos de migração, emigração e imigração.
A migração trata-se de um gênero, caracterizado pela locomoção de um indivíduo de um territ
ório para outro.
A imigração trata-se da entrada de um indivíduo em determinado território. Logo, a imigração
é um conceito adotado sob a perspectiva do território que “recebe” o indivíduo.
A emigração, diversamente, é a forma de locomoção na qual um indivíduo deixa um território.
Ao sair, o indivíduo está emigrando para outro território. A emigração, assim, é um conceito ad
otado sob a ótima do território do qual o indivíduo está “saindo”.
No Distrito Federal (principalmente quando da construção de Brasília), a imigração ocorreu, pr
eponderantemente, por nordestinos.
Ao contrário do que ocorre com diversos outros conceitos, a urbanização não se trata de uma
definição estática ao longo do tempo, mas sim de um conceito mutável, que se modifica com o
passar dos anos.
Ainda assim, conseguimos extrair que a urbanização, para ser possível, deve contar com uma c
aracterística importante: a passagem de porcentagem significativa da população da área rural
para a área urbana.
Com exceção do Distrito Federal, todos os demais entes estaduais são divididos em municípios
. Dentro dos municípios, poderemos ter a área urbana e a área rural. A área urbana é denomin
ada de cidade.
Assim, as cidades podem ser conceituadas como a parte do município onde estão localizadas a
s atividades urbanas (indústrias, comércios e a maior parte das demais atividades).
As cidades podem ser classificadas de acordo com quatro diferentes critérios,
sendo eles:
a) quanto à situação: nesta classificação, são levados em conta os aspectos que a cidade ocupa
em relação aos fatores geográficos. Poderemos ter, dentre outras, cidades fluviais, cidades lito
râneas e cidades marítimas.
b) Quanto à origem: a origem da cidade pode ser tanto planejada quanto espontânea.
Uma cidade planejada é aquela que, antes da sua construção, foi idealizada e pensada pelas au
toridades competentes. Uma cidade espontânea é aquela que foi construída sem planejament
o, mas sim com a aglomeração, ao longo dos anos, de seus habitantes.
c) Quanto ao sítio: aqui, o que é levado em conta é a posição topográfica, ou
seja, a locação em que a cidade foi construída.
Sendo assim, poderemos ter, dentre outras, cidades em que a posição topográ-
fica é uma planície, uma montanha ou até mesmo um aterro.
d) Quanto à função: a função refere-se à atividade que é desenvolvida, de maneira prepondera
nte, na cidade. Como exemplos, temos as cidades industriais e as cidades turísticas.
Importante salientar que os municípios podem, ainda, se organizar, dentre outras formas, por
meio de aglomerações urbanas, microrregiões ou regiões metropolitanas.
A aglomeração urbana, de acordo com a Lei n. 13.089/2015, possui a seguin-
te definição:
Aglomeração urbana: unidade territorial urbana constituída pelo agrupamento de 2 (dois) ou
mais Municípios limítrofes, caracterizada por complementaridade funcional e integração das di
nâmicas geográficas, ambientais, políticas e socioeconômicas (Art. 2º, I)
A região metropolitana, ainda de acordo com a Lei n. 13.089/2015, trata-se de uma “aglomera
ção urbana que configure uma metrópole”.
As microrregiões, por fim, são regiões especiais assim definidas para fins tipicamente administr
ativos. As microrregiões são formadas por municípios limítrofes que apresentam certa homoge
neidade e problemas administrativos comuns.
Todas as formas de associação apresentadas possuem um objetivo primordial: o planejamento
, a organização e a execução de funções públicas de interesse comum.
Esta função pública de interesse comum, por sua vez, pode ser definida como a atividade ou o
serviço cuja realização por parte de um município, isoladamente, seja inviável ou cause impact
o nos outros municípios integrantes da região metropolitana.
Nessas situações, o mais sensato e eficaz é a agregação com outros entes federativos.
E foi justamente com base nas disposições constitucionais, bem como nos conceitos apresenta
dos, que a RIDE foi instituída pela Lei Complementar n. 94.
Apenas para lembrarmos, a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorn
o é composta pelo Distrito Federal e por alguns municípios dos Estados de Minas Gerais e Goiá
s.
Não podemos falar em desenvolvimento urbano do Distrito Federal sem mencionar as diretriz
es estabelecidas na Constituição Federal de 1988. Estas diretrizes, salienta-se, são de observân
cia obrigatória por todos os entes federativos.
Em seu artigo 182, encontramos as seguintes regras gerais:
Art. 182. A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder público municipal, conf
orme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das fu
nções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.
§ 1º O plano diretor, aprovado pela Câmara Municipal, obrigatório para cidades com mais de vi
nte mil habitantes, é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urba
na.
§ 2º A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamenta
is de ordenação da cidade expressas no plano diretor.
§ 3º As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em din
heiro.
§ 4º É facultado ao poder público municipal, mediante lei específica para área incluída no plan
o diretor, exigir, nos termos da lei federal, do proprietário do solo urbano não edificado, subuti
lizado ou não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivament
e, de:
I – parcelamento ou edificação compulsórios;
II – imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo;
III – desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previament
e aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de até dez anos, em parcelas anuais, ig
uais e sucessivas, assegurados o valor real da indenização e os juros legais.
A mais importante das regras, sem dúvidas, é a que determina que a política de desenvolvime
nto urbano será executada pelo Poder Executivo Municipal (no caso do DF, pelo Governador d
o Estado, haja vista a impossibilidade de divisão em municípios).
Logo, o Distrito Federal possui autonomia para, desde que observados os requisitos da Constit
uição, editar a lei que irá determinar como o planejamento e o desenvolvimento urbano serão
realizados.
O instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana é o Plano Diretor.
No entanto, o documento em questão apenas será obrigatório nas cidades que contem com m
ais de 20 mil habitantes.
A propriedade urbana deverá cumprir, obrigatoriamente, a sua função social. Esta função socia
l é atendida quando a propriedade atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade
expressas no Plano Diretor.
E o que será que acontece quando a propriedade urbana não cumpre com a sua função social?
Diversas são as medidas que podem ser adotadas. Para fins de prova, devemos
conhecer, por se tratar de previsão constitucional, a desapropriação.
A desapropriação pode ser entendida como o procedimento regido pelo direito público atravé
s do qual o poder público transfere para si a propriedade que até então pertencia a terceiros, s
ejam eles particulares ou até mesmo entes federativos.
Celso Antônio Bandeira de Mello apresenta o seguinte conceito de Desapropriação:
Procedimento através do qual o poder público, fundado em necessidade pública, utilidade púb
lica ou interesse social, compulsoriamente despoja alguém de um bem certo, normalmente ad
quirindo-o para si, em caráter originário, mediante indenização prévia, justa e pagável em dinh
eiro, salvo no caso de certos imóveis urbanos ou rurais, em que, por estarem em desacordo co
m a função social legalmente caracterizada para eles, a indenização far-se-á em títulos da dívid
a pública, resgatáveis em parcelas anuais e sucessivas, preservado seu valor real.
Diversas são as possibilidades e hipóteses de desapropriação. No âmbito das propriedades urb
anas, a desapropriação é utilizada com o objetivo de fazer valer a função social da propriedade
.
Nesse sentido, é facultado ao poder público do Distrito Federal, mediante lei específica para ár
ea incluída no plano diretor, exigir do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado o
u não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento (atendendo com isso à função soc
ial da propriedade).
Caso o proprietário não atenda à solicitação do poder público, deve este, inicialmente, promov
er o parcelamento ou edificação compulsórios.
Não havendo êxito, parte-se para a cobrança do imposto sobre a propriedade predial e territor
ial urbana (IPTU) progressivo no tempo.
Quando as duas medidas se revelarem insuficientes, parte-se, aí sim, para a desapropriação. N
esta hipótese, o proprietário será indenizado com títulos da dívida pública de competência mu
nicipal, resgatáveis no prazo de 10 anos.
Vejamos agora algumas peculiaridades sobre os aspectos populacionais do Distrito Federal...
No DF, os moradores foram atraídos pela promessa de novas oportunidades de emprego e pel
a geração de lucros, pois, com a chegada da “Cidade Livre” ou “Cidade da Esperança” uma gra
nde leva de imigrantes se instalaram na nova capital.
Atualmente, o Distrito Federal conta com uma população de aproximadamente
três milhões de habitantes.
É importante que você saiba, neste sentido, que a maioria da população atual do DF não é mai
s imigrante, mas sim natural da própria capital.
Deve ser destacado que a Lei Orgânica do Distrito Federal apresenta, em seus artigos 163 e 16
4, importantes informações relacionadas com as políticas de desenvolvimento urbano.
Art. 163. O Plano Diretor de Ordenamento Territorial é o instrumento básico da política de exp
ansão e desenvolvimento urbanos, de longo prazo e natureza permanente.
Art. 164. As ações de integração com a região do entorno do Distrito Federal são constituídas p
elo conjunto de políticas para o desenvolvimento das áreas do entorno, com vistas a integraçã
o e harmonia com o Distrito Federal, em regime de corresponsabilidade com as unidades da Fe
deração às quais pertencem, preservada a autonomia administrativa e financeira das unidades
envolvidas.
O primeiro conflito social/espacial da cidade de Brasília aparece com
a necessidade de abrigar os pioneiros que construíram a cidade – os
“candangos” –, para os quais não havia lugar no plano urbanístico de
Brasília. As cidades-satélites, que não estavam incluídas,
inicialmente, nas premissas do Plano Piloto, foram, posteriormente,
acrescentadas e serviram de acomodação para candangos –
pioneiros/operários – de Brasília. O governo inaugurou a primeira delas
quase dois anos antes da própria capital e fundou outras três em fins de
1961. Em relação à organização do espaço geográfico do Distrito
Federal, Núcleo Bandeirante e BRAZLÂNDIA E NÃO Ceilândia foram as
duas primeiras cidades-satélites construídas no Distrito Federal.
[IADES 2016 / Polícia Civil do Distrito Federal PCDF - DF / Perito Criminal
- Área Ciências Biológicas / Questão: 18]
RA VI – Planaltina e RA IV – Brazlândia.
[IADES 2014 / Companhia do Metropolitano do Distrito Federal Metro DF - DF
/ Técnico em Contabilidade / Questão: 24]
Nascida de um acampamento, Candangolândia completa 60 anos
A grande quantidade de barracas de lona deram o apelido de Lonalândia aos acampamentos.
Em seguida, o lugar passou a ser chamado de Sacolândia, devidos às barracas feitas de sacos
vazios de cimentos
O Núcleo Bandeirante, conhecido anteriormente como "Cidade Livre", foi a primeira ocupação
dos candangos, sendo posteriormente urbanizada e tornando-se uma região administrativa do
Distrito Federal.
Como parte das obras de infraestrutura necessárias à construção de
Brasília, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) abriu, no fim
de 1956, as principais avenidas do Núcleo Bandeirante. Por outro lado, nas
proximidades do que se chama, na atualidade, de RA VII, com mais de meio
século de história, tem-se a Candangolândia RA XIX. Essa região surgiu do
acampamento para funcionários e familiares da Novacap, em 1956 e foi
moradia dos primeiros habitantes da capital, que chegavam de todas as
partes do País, principalmente do nordeste brasileiro, em busca de emprego
e de um futuro melhor para seus familiares. Em relação ao assunto
apresentado no texto, como eram historicamente conhecidas,
respectivamente, as referidas Regiões Administrativas do Núcleo
Bandeirante e da Candangolândia. Cidade Livre e Lonalândia.
[IADES 2014 / Companhia do Metropolitano do Distrito Federal Metro DF - DF
/ Engenheiro Ambiental / Questão: 23]
Apesar de a previsão de gastos com o transporte público do Distrito Federal para 2022
ultrapassar R$ 1 bilhão (em 2020, os valores ficaram em R$ 615,5 milhões e, no ano passado,
em R$ 977,5 milhões), a realidade para os usuários não é fácil. Os transtornos que as pessoas
passam com o serviço ofertado pelo Governo do DF, em parceria com cinco empresas de
ônibus e a Companhia do Metropolitano do DF (Metrô), são muitos. Incluem carros
insuficientes, poucas linhas, falta de informações sobre horários e itinerários, superlotação,
viagens demoradas, engarrafamentos, alto preço das passagens, infraestrutura precária de
pontos e terminais, veículos sem manutenção e carência de integração entre os modais metrô-
ônibus.
A construção de Brasília seria o ápice de um grande projeto de
interiorização do desenvolvimento do Brasil. Sendo assim, as avaliações
feitas ao longo do tempo tinham um caráter físico, econômico,
político, social e, com menor intensidade naquela época, ambiental.
Mais ampla territorialmente, a área do Distrito Federal também seguiu
os mesmos princípios, mas sem a verve do planejamento. O
desenvolvimento e o crescimento de Brasília e do Distrito Federal (DF)
eram inevitáveis, e os graves problemas apareceram e não pouparam,
de forma geral, a população. Considerando essas informações, em
relação aos processos de estruturação e desenvolvimento, bem como
aos problemas atuais de Brasília e do DF, a mobilidade urbana AINDA
NÃO é um dos grandes avanços da organização socioespacial do DF.
Graves problemas (como o deslocamento e a falta de estacionamentos)
TAMBÉM NÃO foram resolvidos com a construção do sistema metroviário
e a ampliação de rodovias internas, que evitam extensos
congestionamentos, POIS COM A GRANDE QUANTIDADE DE IMIGRANTES
QUE O DF RECEBE ESTÁ CADA VEZ PIOR.
[IADES 2017 / Fundação Hemocentro de Brasília FHB - DF / Técnico
Administrativo / Questão: 23]
Lista de regiões administrativas do Distrito Federal por população
O Distrito Federal (DF) ultrapassou os 3 milhões de habitantes e já é
uma das unidades mais populosas do País. Isso reflete na formação e na
organização da sociedade em diversos seguimentos, inclusive na
distribuição populacional das regiões administrativas e nas cidades do
entorno. No que se refere a esse tema e a assuntos correlatos, a Região
Integrada de Desenvolvimento do DF e do Entorno NÃO é a região
metropolitana mais populosa do País, TAMPOUCO superando as
metrópoles históricas, como São Paulo e Rio de Janeiro, POIS A RIDE-DF
OCUPA O 4º LUGAR NACIONAL.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico de Contabilidade / Questão: 24]
Apenas 3,4% da população do Distrito Federal (DF) residem na área
rural. Desde a década de 1999, o produto interno bruto (PIB) de Brasília
está entre os primeiros no ranking e atualmente é o terceiro do País, se
comparado aos municípios brasileiros (o primeiro é São Paulo, seguido
do Rio de Janeiro), e o oitavo se comparado aos estados, fato que
mostra a potencialidade econômica e, ao mesmo tempo, a necessidade
de inovação e de mudanças de políticas e gestão para que esse
potencial seja refletido em desenvolvimento e redução das
desigualdades sociais. Em relação aos aspectos políticos, econômicos e
sociais relativos ao DF, a Estrutural NÂO tornou-se, em 2020, a região
administrativa (RA) do DF com o maior número de habitantes,
superando a RA do Plano Piloto, POIS ESSE MÉRITO É DE CEILANDIA.
[IADES 2021 / Conselho Federal de Química CFQ - BR / Advogado /
Questão: 19]
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal, cujos
limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a jurisdição da
ação governamental para fins de descentralização administrativa e
coordenação dos serviços públicos de natureza local. Em relação ao
tema, a Cidade Estrutural e a “Cidade do Automóvel” integram a Região
Administrativa Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (RA
XXV).
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, o Distrito Federal NÃO possui hoje 30 regiões
administrativas, MAS SIM 33 E NÃO sendo a de Vicente Pires (RA XXX) a
mais recente E SIM ARNIQUEIRAS RA XXXIII 01/10/2019. O crescente
número de RAs é fruto da expansão territorial do Distrito Federal nos
últimos 10 anos.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, a Região Administrativa do Jardim Botânico (RA
XXVII) NÃO faz fronteira com as Regiões Administrativas do Lago Norte
(RA XVIII) e Sobradinho II (RA XXVI), MAS SIM LAGO SUL E PARANOÁ.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, NÃO em 1958, MAS SIM EM 1957 a Região
Administrativa de Planaltina (RA VI) NÃO foi a primeira a ser criada, pois
NÃO a cidade de Planaltina, MAS BRAZLÂNDIA já existia antes da
transferência da capital federal para o Centro-Oeste brasileiro.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, É INCORRETO DIZER QUE as Regiões
Administrativas do Lago Norte (RA XVIII) e do Lago Sul (RA XVI) são as
de maior densidade populacional do Distrito Federal POR QUE ESSE
TÍTULO É DE CEILANDIA SEGUIDO POR CEILANDIA.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Técnico
Jurídico - Área Apoio Administrativo / Questão: 13]
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal, cujos
limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a jurisdição da
ação governamental para fins de descentralização administrativa e
coordenação dos serviços públicos de natureza local. Em relação ao
tema, a Cidade Estrutural e a “Cidade do Automóvel” integram a Região
Administrativa Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (RA
XXV).
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, o Distrito Federal NÃO possui hoje 30 regiões
administrativas, MAS SIM 33 E NÃO sendo a de Vicente Pires (RA XXX) a
mais recente E SIM ARNIQUEIRAS RA XXXIII 01/10/2019. O crescente
número de RAs é fruto da expansão territorial do Distrito Federal nos
últimos 10 anos.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, a Região Administrativa do Jardim Botânico (RA
XXVII) NÃO faz fronteira com as Regiões Administrativas do Lago Norte
(RA XVIII) e Sobradinho II (RA XXVI), MAS SIM LAGO SUL E PARANOÁ.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, NÃO em 1958, MAS SIM EM 1957 a Região
Administrativa de Planaltina (RA VI) NÃO foi a primeira a ser criada, pois
NÃO a cidade de Planaltina, MAS BRAZLÂNDIA já existia antes da
transferência da capital federal para o Centro-Oeste brasileiro.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, É INCORRETO DIZER QUE as Regiões
Administrativas do Lago Norte (RA XVIII) e do Lago Sul (RA XVI) são as
de maior densidade populacional do Distrito Federal POR QUE ESSE
TÍTULO É DE CEILANDIA SEGUIDO POR CEILANDIA.
[IADES 2010 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Técnico
Jurídico - Área Apoio Administrativo / Questão: 13]
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal, cujos
limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a jurisdição da
ação governamental para fins de descentralização administrativa e
coordenação dos serviços públicos de natureza local. Em relação ao
tema, a Cidade Estrutural e a “Cidade do Automóvel” integram a Região
Administrativa Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (RA
XXV).
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, o Distrito Federal NÃO possui hoje 30 regiões
administrativas, MAS SIM 33 E NÃO sendo a de Vicente Pires (RA XXX) a
mais recente E SIM ARNIQUEIRAS RA XXXIII 01/10/2019. O crescente
número de RAs é fruto da expansão territorial do Distrito Federal nos
últimos 10 anos.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, a Região Administrativa do Jardim Botânico (RA
XXVII) NÃO faz fronteira com as Regiões Administrativas do Lago Norte
(RA XVIII) e Sobradinho II (RA XXVI), MAS SIM LAGO SUL E PARANOÁ.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, NÃO em 1958, MAS SIM EM 1957 a Região
Administrativa de Planaltina (RA VI) NÃO foi a primeira a ser criada, pois
NÃO a cidade de Planaltina, MAS BRAZLÂNDIA já existia antes da
transferência da capital federal para o Centro-Oeste brasileiro.
As regiões administrativas são áreas territoriais do Distrito Federal,
cujos limites físicos, estabelecidos pelo poder público, definem a
jurisdição da ação governamental para fins de descentralização
administrativa e coordenação dos serviços públicos de natureza local.
Em relação ao tema, É INCORRETO DIZER QUE as Regiões
Administrativas do Lago Norte (RA XVIII) e do Lago Sul (RA XVI) são as
de maior densidade populacional do Distrito Federal POR QUE ESSE
TÍTULO É DE CEILANDIA SEGUIDO POR CEILANDIA.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Estado PGE DF - DF / Técnico Judiciário
- Área: Administrativa / Questão: 13]
Contrário ao Plano Piloto, que foi projetado, as cidades-satélites crescem desordenadamente
no entorno, excluindo a maior parte da população de um espaço idealizado, teoricamente,
para permitir a participação democrática.
As causas do fenômeno descrito no texto o surgimento de loteamentos
clandestinos e a ocupação desordenada do solo.
[IADES 2018 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Soldado
Policial Militar - Área Combatente / Questão: 20]
O primeiro conflito social/espacial da cidade de Brasília aparece com
a necessidade de abrigar os pioneiros que construíram a cidade – os
“candangos” –, para os quais não havia lugar no plano urbanístico de
Brasília. As cidades-satélites, que não estavam incluídas,
inicialmente, nas premissas do Plano Piloto, foram, posteriormente,
acrescentadas e serviram de acomodação para candangos –
pioneiros/operários – de Brasília. O governo inaugurou a primeira delas
quase dois anos antes da própria capital e fundou outras três em fins de
1961. Em relação à organização do espaço geográfico do Distrito
Federal, as cidades-satélites foram construídas para abrigar os primeiros
imigrantes envolvidos na construção da nova capital.
O primeiro conflito social/espacial da cidade de Brasília aparece com
a necessidade de abrigar os pioneiros que construíram a cidade – os
“candangos” –, para os quais não havia lugar no plano urbanístico de
Brasília. As cidades-satélites, que não estavam incluídas,
inicialmente, nas premissas do Plano Piloto, foram, posteriormente,
acrescentadas e serviram de acomodação para candangos –
pioneiros/operários – de Brasília. O governo inaugurou a primeira delas
quase dois anos antes da própria capital e fundou outras três em fins de
1961. Em relação à organização do espaço geográfico do Distrito
Federal, como Plano Piloto é considerado o território que engloba Asa
Sul, Asa Norte, MAS NÃO Cruzeiro, Candangolândia e Guará.
[IADES 2016 / Polícia Civil do Distrito Federal PCDF - DF / Perito Criminal
- Área Ciências Biológicas / Questão: 18]
O primeiro conflito social/espacial da cidade de Brasília aparece com
a necessidade de abrigar os pioneiros que construíram a cidade – os
“candangos” –, para os quais não havia lugar no plano urbanístico de
Brasília. As cidades-satélites, que não estavam incluídas,
inicialmente, nas premissas do Plano Piloto, foram, posteriormente,
acrescentadas e serviram de acomodação para candangos –
pioneiros/operários – de Brasília. O governo inaugurou a primeira delas
quase dois anos antes da própria capital e fundou outras três em fins de
1961. Em relação à organização do espaço geográfico do Distrito
Federal, as cidades-satélites constituíram-se, originalmente, em núcleos
rurais, formados pelo setor público MAS NÃO para abrigar,
exclusivamente, atividades agropecuárias.
[IADES 2016 / Polícia Civil do Distrito Federal PCDF - DF / Perito Criminal
- Área Ciências Biológicas / Questão: 18]
A cidade foi batizada em 1932, quando passou de povoado a distrito de Santa Luzia (atual
Luziânia). Como a família Braz de Lima era a mais numerosa e influente do lugar, sugeriu-se
Brazlândia para homenageá-los. A construção da nova capital mudou completamente a
história daquela pequena cidade.
O primeiro conflito social/espacial da cidade de Brasília aparece com
a necessidade de abrigar os pioneiros que construíram a cidade – os
“candangos” –, para os quais não havia lugar no plano urbanístico de
Brasília. As cidades-satélites, que não estavam incluídas,
inicialmente, nas premissas do Plano Piloto, foram, posteriormente,
acrescentadas e serviram de acomodação para candangos –
pioneiros/operários – de Brasília. O governo inaugurou a primeira delas
quase dois anos antes da própria capital e fundou outras três em fins de
1961. Em relação à organização do espaço geográfico do Distrito
Federal, Planaltina e Brazlândia – cidades-satélites de Brasília – eram
cidades goianas, preexistentes à instalação da capital da República.
[IADES 2016 / Polícia Civil do Distrito Federal PCDF - DF / Perito Criminal
- Área Ciências Biológicas / Questão: 18]
6. ASPECTOS ECONÔMICOS
Não há como falarmos em economia sem uma prévia compreensão do conceito de globalizaçã
o e suas consequências.
Em linhas gerais, a globalização pode ser conceituada como o fenômeno por meio do qual ocor
re a integração política, econômica, social e cultural em nível mundial.
A origem exata do início da globalização é desconhecida. No entanto, pode-se afirmar que o pr
ocesso está intimamente ligado à necessidade dos povos de realizar transações comerciais. Ne
ste cenário, o mercantilismo foi uma importante etapa do processo de globalização.
Inicialmente, vivíamos uma época em que imperava o absolutismo, teoria que afirmava que nã
o a sociedade como um todo, mas sim uma única pessoa (normalmente o rei) era quem deveri
a ter a posse de todas as riquezas.
Consequentemente, as transações comerciais eram realizadas quase que totalmente pelo mon
arca, que exigia da população, ainda, o pagamento de taxas e impostos.
O surgimento do mercantilismo foi o primeiro passo no sentido de acabar com este monopólio
do rei. No mercantilismo, as relações comerciais eram caracterizadas pela intervenção do Esta
do, que defendia e estimulava a acumulação de riquezas (principalmente ouro e prata) e, com i
sso, impulsionava o processo de nacionalização.
De acordo com o mercantilismo, para que uma nação alcance o bem-estar, é preciso que haja
uma grande acumulação de riquezas.
Como decorrência do mercantilismo, tivemos o incentivo à realização de diversas expedições a
o redor do mundo com o objetivo de localizar novas riquezas.
Quando essas riquezas eram encontradas, as principais economias da época (aquelas que esta
vam em busca de novas riquezas) tentavam estabelecer, com os demais países, um mecanismo
de troca.
No entanto, apenas após o término da Guerra Fria, que ocorreu em 1991, e que teve como um
a das consequências a extinção da União Soviética, é que o termo “globalização” efetivamente
surgiu.
Um dos principais recursos no processo de disseminação da globalização foi a
internet.
A origem da internet remonta a década de 1960, mais precisamente no período em que, no au
ge da Guerra Fria, potências como Estados Unidos e União Soviética disputavam quem era a m
aior economia do planeta.
Neste sentido, a internet surgiu como uma estratégia de defesa americana. Por meio de comp
utadores interligados a distância, os Estados Unidos tinham como objetivo evitar que todo o si
stema de informação até então armazenado fosse perdido em virtude de um eventual ataque
soviético.
Ainda assim, levou um longo tempo até que a internet se consolidasse como uma tecnologia a
cessível à população. No início, os computadores por meio dos quais era possível transmitir inf
ormações eram de custo elevado.
No início da década de 1990, começaram a surgir, nos Estados Unidos, as primeiras empresas q
ue tinham como atividade a comercialização da internet para a população.
Paralelo ao desenvolvimento da internet, bem como ao término da Guerra Fria, a globalização
começava, cada vez mais, a integrar os povos em nível mundial.
Ao contrário do que se pode imaginar, a globalização não se trata de um fenômeno ou process
o que é estanque no tempo, mas sim de um ciclo contínuo e que é constantemente alvo de ap
erfeiçoamento.
Em outros termos, pode-se afirmar que a globalização não está finalizada, mas sim que é objet
o de incrementos (normalmente, pela utilização de novos recursos) ao longo dos anos.
No âmbito do Distrito Federal, a economia é baseada em três setores, sendo eles o primário, o
secundário e o terciário.
O setor primário é composto pela agricultura, pela pecuária e pelo extrativismo. No setor secu
ndário, encontramos as indústrias. Por fim, temos o setor terciário, que é onde está localizado
o comércio e a prestação de serviços.
A maior parte das atividades desempenhadas no Distrito Federal é decorrente da prestação de
serviços. Isso ocorre na medida em que a capital conta com uma grande quantidade de reparti
ções públicas.
É importante mencionarmos que o PIB per capta do Distrito Federal é, atualmente, o maior do
Brasil, sendo, inclusive, o triplo da média nacional.
Além disso, o PIB do Distrito Federal corresponde a aproximadamente 4% do PIB nacional.
Segundo dados da CODEPLAN, o Distrito Federal apresenta uma população com renda média s
uperior em 3 vezes ao restante do país.
Ainda sob o aspecto econômico, o Distrito Federal se destaca em relação à intitulada “economi
a criativa”.
Em linhas gerais, a economia criativa pode ser conceituada como o conjunto de atividades em
que o fator essencial de desenvolvimento é a criatividade das pessoas. Como exemplos, pode
m ser citados a música, o teatro, a dança, a televisão e as novas mídias.
Estima-se que, atualmente, aproximadamente 30 mil pessoas já façam parte da economia cria
tiva do Distrito Federal, algo que representa 1,5% do mercado local.
Por fim, elenco algumas disposições da Lei Orgânica do Distrito Federal
relacionadas com o desenvolvimento econômico.
Aqui, basta uma leitura atenta para acertar uma eventual questão de prova sobre o tema.
Art. 176. A política industrial, respeitados os preceitos do plano de desenvolvimento econômic
o e social, será planejada e executada pelo poder público conforme diretrizes gerais fixadas em
lei, tendo por objetivo, entre outros:
I – preservar o meio ambiente e os níveis de qualidade de vida da população do Distrito Federa
l, mediante definição de critérios e padrões para implantação e operação de indústrias e media
nte estímulo principalmente a instalação de indústrias com menor impacto ambiental;
II – promover e estimular empreendimentos industriais que se proponham a utilizar, racional e
prioritariamente, recursos e matérias-primas disponíveis no Distrito Federal ou áreas adjacent
es;
III – propiciar a implantação de indústrias, particularmente as de tecnologia de ponta, compatí
veis com o meio ambiente e com os recursos disponíveis no Distrito Federal e áreas adjacentes
;
IV – promover a integração econômica do Distrito Federal com a região do entorno, mediante
apoio e incentivo a projetos industriais que estimulem maior concentração de atividades existe
ntes e complementariedade na economia regional;
V – estimular a implantação de indústrias que permitam adequada absorção de mão de obra n
o Distrito Federal e geração de novos empregos.
Parágrafo único. O poder público adotará mecanismos de participação da sociedade civil
na definição, execução e acompanhamento da política industrial.
Art. 177. O poder público estimulará:
I – a criação de polos industriais de alta tecnologia, privilegiados os projetos que promovam a
desconcentração espacial da atividade industrial e da renda, respeitadas as vocações culturais
e as vantagens comparativas de cada região;
II – a criação de polos agroindustriais, respeitadas as diretrizes do planejamento agrícola.
Parágrafo único. Todo projeto industrial com potencial poluidor, a critério do órgão ambiental
do Distrito Federal, será objeto de licenciamento ambiental.
Art. 179. O Distrito Federal propiciará a criação de cooperativa e associação que objetivem:
I – integração e coordenação entre produção e comercialização;
II – redução dos custos de produção e comercialização;
III – integração social.
Art. 180. O poder público direcionará esforços para fortalecer especialmente os segmentos do
setor industrial de micro, pequeno e médio porte, por meio de ação concentrada nas áreas de
capacitação empresarial, gerencial e tecnológica e na de organização da produção.
Art. 181. O poder público estimulará a formação do perfil industrial das empresas localizadas e
m cada região.
Art. 184. O poder público regulará as atividades comerciais e de serviços no Distrito Federal, na
forma da lei.
Art. 185. O Poder Executivo organizará o sistema de abastecimento do Distrito Federal, de for
ma coordenada com a União.
Art. 186. Cabe ao poder público do Distrito Federal, na forma da lei, a prestação dos serviços p
úblicos, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, e sempre por meio de licitaçã
o, observado o seguinte:
I – a delegação de prestação de serviços a pessoa física ou jurídica de direito privado far-se-á m
ediante comprovação técnica e econômica de sua necessidade, e de lei autorizativa;
II – os serviços concedidos ou permitidos ficam sujeitos a fiscalização do poder público, sendo s
uspensos quando não atendam, satisfatoriamente, às finalidades ou às condições do contrato;
III – é vedado ao poder público subsidiar os serviços prestados por pessoas físicas e jurídicas de
direito privado;
IV – depende de autorização legislativa a prestação de serviços da atividade permanente da ad
ministração pública por terceiros;
V – a obrigatoriedade do cumprimento dos encargos e normas trabalhistas, bem como das de
higiene e segurança de trabalho, deve figurar em cláusulas de contratos a ser executados pelas
prestadoras de serviços públicos.
Art. 187. A política de comércio e serviços terá por objetivo promover o desenvolvimento e a i
ntegração do Distrito Federal com a região do entorno e estimular empreendimentos comercia
is e de serviços que permitam a geração de novos empregos.
A partir dos anos 90, a construção civil perdeu força e não era mais a grande propulsora da
economia local. Foi aí que entrou o setor de serviços, que já em 1995 empregava 75% da
população economicamente ativa do Distrito Federal. Atualmente ele é responsável por 71%
de toda a atividade econômica. O principal destaque vai para o segmento de informação
(telefonia móvel, acesso à internet e TV por assinatura), que cresce a cada ano. O setor de
Serviços (terceiro setor) representa 95,3% da economia local, sendo o maior responsável pelo
desempenho econômico do Distrito Federal.
O Distrito Federal (DF) ultrapassou os 3 milhões de habitantes e já é
uma das unidades mais populosas do País. Isso reflete na formação e na
organização da sociedade em diversos seguimentos, inclusive na
distribuição populacional das regiões administrativas e nas cidades do
entorno. No que se refere a esse tema e a assuntos correlatos, a
vocação industrial do DF NÃO está evidente em razão do forte
desenvolvimento do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), que
produz praticamente todos os produtos industriais de necessidade
básica da população local, MAS APESAR DISSO O SEGUNDO SETOR ESTÁ
EM DESENVOLVIMENTO.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico de Contabilidade / Questão: 24]
O Distrito Federal (DF) ultrapassou os 3 milhões de habitantes e já é
uma das unidades mais populosas do País. Isso reflete na formação e na
organização da sociedade em diversos seguimentos, inclusive na
distribuição populacional das regiões administrativas e nas cidades do
entorno. No que se refere a esse tema e a assuntos correlatos, a
população economicamente ativa (PEA) do DF está concentrada no setor
terciário da economia, no qual se estrutura o setor público e as
atividades comerciais.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico de Contabilidade / Questão: 24]
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado na respectiva vocação política e na
predominância das atividades do setor terciário.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado NÃO AO respectivo papel econômico
centralizado nas atividades industriais, POIS EM BRASÍLIA É
CENTRALIZADO NO COMERCIO E SERVIÇO.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado NÃO NA autossuficiência agrícola
estabelecida na região metropolitana, exportando o excedente para
outras Unidades da Federação, MAS EXISTE A EXPECTATIVA DE QUE, EM
POUCOS ANOS, O DF SEJA AUTOSSUFICIENTE NA PRODUÇÃO DE TRIGO.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado NÃO NA priorização das atividades
manufatureiras, atraídas pela abundância de matérias-primas, POIS
BRASÍLIA É CENTRALIZADA NO COMERCIO E SERVIÇO.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado NÃO NA ênfase dada ao setor de
atividades econômicas primárias, especialmente a mineração, POIS
BRASÍLIA É CENTRALIZADA NO COMERCIO E SERVIÇO.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Farmacêutico - Área: Bioquímico/Farmácia / Questão: 24]
A construção de Brasília seria o ápice de um grande projeto de
interiorização do desenvolvimento do Brasil. Sendo assim, as avaliações
feitas ao longo do tempo tinham um caráter físico, econômico,
político, social e, com menor intensidade naquela época, ambiental.
Mais ampla territorialmente, a área do Distrito Federal também seguiu
os mesmos princípios, mas sem a verve do planejamento. O
desenvolvimento e o crescimento de Brasília e do Distrito Federal (DF)
eram inevitáveis, e os graves problemas apareceram e não pouparam,
de forma geral, a população. Considerando essas informações, em
relação aos processos de estruturação e desenvolvimento, bem como
aos problemas atuais de Brasília e do DF, as atividades produtivas do DF
estão concentradas no setor terciário da economia, não DEIXANDO DE
haver grandes empresas no setor secundário, além de um setor
primário QUE NÃO É de baixa produtividade, principalmente a
agricultura, em razão da não utilização de recursos tecnológicos
adequados.
[IADES 2017 / Fundação Hemocentro de Brasília FHB - DF / Técnico
Administrativo / Questão: 23]
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado no(a) respectiva vocação política e na
predominância das atividades do setor terciário[ COMÉRCIO E
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS].
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado no(a) O DF NÃO TEM priorização das
atividades manufatureiras, atraídas pela abundância de matérias-
primas.
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado no(a)O DF NÃO TEM ênfase dada ao
setor de atividades econômicas primárias [MANUFATUREIRAS],
especialmente a mineração.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Analista de Sistemas / Questão: 24]
Uma das mais importantes características de Brasília é o fato de que a
capital brasileira não é apenas uma cidade com uma proposta
urbanística moderna, mas possui também um papel geoeconômico e
ideológico facilmente identificado E É ERRADO DIZER QUE, respectivo
papel econômico centralizado nas atividades industriais, POR QUE A
PRINCIPAL ATIVIDADE ESTÁ NO SEGMENTO DE INFORMAÇÃO.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Analista de Sistemas / Questão: 24]
A qualidade de vida dos moradores do Plano Piloto, é assegurada por índices elevados de
urbanismo, áreas verdes, serviços e renda....Arquivo/Agência Brasil
A cidade de Brasília registra um dos maiores índices de desigualdade econômica e social do
Brasil. É o que mostra o Mapa das Desigualdades, divulgado neste sábado (3) pelo Instituto de
Estudos Socioeconômicos (Inesc), pelo Movimento Nossa Brasília e pela ONG Oxfam Brasil. A
partir de um medidor inédito, chamado “desigualtômetro”, termo criado pela Rede Social
Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, o mapa mostra diferenças significativas no acesso
a determinados bens e serviços entre os moradores da região central e das áreas periféricas no
Distrito Federal.
O Distrito Federal (DF) ultrapassou os 3 milhões de habitantes e já é
uma das unidades mais populosas do País. Isso reflete na formação e na
organização da sociedade em diversos seguimentos, inclusive na
distribuição populacional das regiões administrativas e nas cidades do
entorno. No que se refere a esse tema e a assuntos correlatos, a
população do Entorno NÃO superou numericamente a população do DF,
pois NÃO houve uma oferta maior de empregos relacionados com o
setor industrial, TANTO QUE AS CIDADES INTEGRANTES DA RIDE
FRONTEIRIÇAS DO DF TRABALHAM AQUI.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico de Contabilidade / Questão: 24]
Apenas 3,4% da população do Distrito Federal (DF) residem na área
rural. Desde a década de 1999, o produto interno bruto (PIB) de Brasília
está entre os primeiros no ranking e atualmente é o terceiro do País, se
comparado aos municípios brasileiros (o primeiro é São Paulo, seguido
do Rio de Janeiro), e o oitavo se comparado aos estados, fato que
mostra a potencialidade econômica e, ao mesmo tempo, a necessidade
de inovação e de mudanças de políticas e gestão para que esse
potencial seja refletido em desenvolvimento e redução das
desigualdades sociais. Em relação aos aspectos políticos, econômicos e
sociais relativos ao DF, a concentração de investimentos, ao longo do
tempo, na região conhecida como Plano Piloto, reforçou as
desigualdades sociais atualmente existentes entre a região
administrativa I (RA I) e as demais RAs do DF.
Apenas 3,4% da população do Distrito Federal (DF) residem na área
rural. Desde a década de 1999, o produto interno bruto (PIB) de Brasília
está entre os primeiros no ranking e atualmente é o terceiro do País, se
comparado aos municípios brasileiros (o primeiro é São Paulo, seguido
do Rio de Janeiro), e o oitavo se comparado aos estados, fato que
mostra a potencialidade econômica e, ao mesmo tempo, a necessidade
de inovação e de mudanças de políticas e gestão para que esse
potencial seja refletido em desenvolvimento e redução das
desigualdades sociais. Em relação aos aspectos políticos, econômicos e
sociais relativos ao DF, quando se sai dos limites do DF e abarca-se o
conjunto da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e
Entorno (RIDE), as desigualdades sociais NÃO são imperceptíveis,
quando comparadas com a região do Plano Piloto, POIS SÃO
TOTALMENTE PERCEPTÍVEIS E A JUSTIFICATIVA MAIOR DESSE POVO
PROCURAR O DF.
[IADES 2021 / Conselho Federal de Química CFQ - BR / Advogado /
Questão: 19]
Pelo rendimento médio mensal real domiciliar per capita, ano de 2019, o pior Índice de Gini é
o de Sergipe (0,580), seguido de Pernambuco (0,573), Ceará (0,561), Paraíba (0,559), Bahia
(0,556), Rio Grande do Norte (0,555) e Distrito Federal (0,553).
Apenas 3,4% da população do Distrito Federal (DF) residem na área
rural. Desde a década de 1999, o produto interno bruto (PIB) de Brasília
está entre os primeiros no ranking e atualmente é o terceiro do País, se
comparado aos municípios brasileiros (o primeiro é São Paulo, seguido
do Rio de Janeiro), e o oitavo se comparado aos estados, fato que
mostra a potencialidade econômica e, ao mesmo tempo, a necessidade
de inovação e de mudanças de políticas e gestão para que esse
potencial seja refletido em desenvolvimento e redução das
desigualdades sociais. Em relação aos aspectos políticos, econômicos e
sociais relativos ao DF, É ERRADO DIZER QUE entre as unidades da
federação brasileira, o DF é a que apresenta o menor coeficiente Gini,
quando se trata de desigualdade de distribuição de renda, POIS
ATUALMENTE SERGIPE É O 1º E O DF FICA EM 7º COLOCAÇÃO.
[IADES 2021 / Conselho Federal de Química CFQ - BR / Advogado /
Questão: 19]
Taxa de Fecundidade
Essa queda da taxa de fecundidade é consequência de vários fatores, tais como projetos de
educação sexual, planejamento familiar, utilização de métodos contraceptivos, maior
participação da mulher no mercado de trabalho, expansão da urbanização, entre outros.
O Distrito Federal registrou, de 2000 a 2010, uma das menores taxas de
fecundidade do País. A principal queda está entre as mulheres de 15 a 24
anos de idade. As brasilienses passaram a dar à luz mais velhas. Com base
no exposto, o fator que justifica a baixa taxa de fecundidade no Distrito
Federal é a maior participação da mulher no mercado de trabalho. E NÃO
[BAIXO NÍVEL DE INSTRUÇÃO; AUMENTO GRADUAL POR PREFERÊNCIA DE
PARTO NORMAL; PRIORIZAÇÃO DA VIDA DOMÉSTICA; e, POLÍTICAS
RESTRITIVAS DO ESTADO]
[IADES 2019 / Banco de Brasília BRB - DF / Escriturário / Questão: 29]
7. CURIOSIDADES
PISTÃO DO LAZER
O Departamento de Estradas de Rodagem do DF informa que, a partir do próximo domingo
(22), dará apoio operacional ao projeto Rua do Lazer, promovido pela Administração Regional
de Taguatinga.
Parte da via do Pistão Sul, sentido norte-sul, será fechada para o trânsito de veículos e aberta à
população para a realização de atividades livres. O fechamento se dará sempre aos domingos e
feriados, das 8h às 17h e o fluxo dos veículos será desviado para a marginal e vias adjacentes.
É ERRADO DIZER QUE, em relação a esse tema, o Eixo Monumental é
bloqueado para o trânsito de carros aos domingos e feriados e torna-se um
grande palco de lazer e manifestações cívicas e culturais, POIS O BLOQUEIO
ACONTECE NO EIXO RODOVIÁRIO
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Técnico de Enfermagem / Questão: 25]
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, com inspiração na mesma ideia,
em Taguatinga, foi criado o Pistão do Lazer em 2018 . Aos domingos e
feriados, a via Pistão Sul fica bloqueado para o trânsito de veículos, e
com o uso liberado apenas para pedestres e ciclistas.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Área Nutrição / Questão: 25]
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, com inspiração na mesma ideia,
em Taguatinga, foi criado o Pistão do Lazer em 2018 . Aos domingos e
feriados, a via Pistão Sul fica bloqueado para o trânsito de veículos, e
com o uso liberado apenas para pedestres e ciclistas.
[IADES 2014 / Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito
Federal SEAPE DF/ Técnico em Enfermagem / Questão: 25]
EIXÃO DO LAZER
Catorze quilômetros separam a Asa Sul e a Asa Norte do Plano Piloto de Brasília e, ao longo
deste percurso, aos domingos e feriados, não faltam oportunidades de lazer e diversão com a
família, amigos ou sozinho. Não à toa, esse trecho é conhecido como o Eixão do Lazer de
Brasília.
Uma das principais vias da capital, geralmente repleta de carros, dá espaço para bikes,
carrinhos de bebê, patins, corredores, cachorros, eventos e até vendedores de água de coco.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, o Eixo Rodoviário de Brasília tem
forma de arco e é bloqueado para o trânsito de carros aos domingos e
feriados, tornando-se um grande centro de lazer e de encontro da
população local.
É ERRADO DIZER QUE, perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer
muda a rotina dos brasilienses. Em relação a esse tema, o Eixo
Monumental é bloqueado para o trânsito de carros aos domingos e
feriados e torna-se um grande palco de lazer e manifestações cívicas e
culturais, POIS ISSO ACONTECE NO EIXO RODOVIÁRIO.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, durante o período da Copa do
Mundo, o Eixão do Lazer NÂO foi transferido temporariamente para a Via
Estrutural, MAS SIM AUTORIZADOS A SEREM TRANSFERIDOS PARA A
PARTE NORTE para que não houvesse impedimento ao trânsito de
seleções estrangeiras e turistas.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, com a inauguração do primeiro
trecho do Expresso DF Sul, os ônibus que percorrem corredores
exclusivos NÃO poderão transitar aos domingos pelo Eixão Sul rumo à
rodoviária do Plano Piloto em intervalos de duas em duas horas, POIS
DURANTE O DOMINGO FICA BLOQUEADA A VIA.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Área Nutrição / Questão: 25]
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, o Eixo Monumental é bloqueado
para o trânsito de carros aos domingos e feriados e torna-se um grande
palco de lazer e manifestações cívicas e culturais.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, o Eixo Rodoviário de Brasília tem
forma de arco e é bloqueado para o trânsito de carros aos domingos e
feriados, tornando-se um grande centro de lazer e de encontro da
população local.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, durante o período da Copa do
Mundo, o Eixão do Lazer NÂO foi transferido temporariamente para a Via
Estrutural, MAS SIM AUTORIZADOS A SEREM TRANSFERIDOS PARA A
PARTE NORTE para que não houvesse impedimento ao trânsito de
seleções estrangeiras e turistas.
Perto de completar 20 anos, Eixão do Lazer muda a rotina dos
brasilienses. Em relação a esse tema, com a inauguração do primeiro
trecho do Expresso DF Sul, os ônibus que percorrem corredores
exclusivos NÃO poderão transitar aos domingos pelo Eixão Sul rumo à
rodoviária do Plano Piloto em intervalos de duas em duas horas, POIS
DURANTE O DOMINGO FICA BLOQUEADA A VIA.
[IADES 2014 / Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito
Federal SEAPE DF/ Técnico em Enfermagem / Questão: 25]
Em relação a esse tema, o Eixo Rodoviário de Brasília tem forma de arco e é
bloqueado para o trânsito de carros aos domingos e feriados, tornando-se
um grande centro de lazer e de encontro da população local.
É ERRADO DIZER QUE em relação a esse tema, com inspiração na mesma
ideia, em Taguatinga, foi criado o Pistão do Lazer há quatro anos. Aos
sábados, as vias Pistão Sul e Pistão Norte ficam bloqueadas para o trânsito
de veículos, e com o uso liberado apenas para pedestres e ciclistas. POIS A
CRIAÇÃO DO PISTÃO DO LAZER FOI CRIADO EM 2018 E COMPREENDE
APENAS UMA UNICA VIA DO PISTÃO SUL.
Em relação a esse tema, durante o período da Copa do Mundo, o Eixão do
Lazer NÃO foi transferido temporariamente para a Via Estrutural, para que
não houvesse impedimento ao trânsito de seleções estrangeiras e turistas
MAS SIM AUTORIZADOS A SEREM TRANSFERIDOS PARA A PARTE NORTE
para que não houvesse impedimento ao trânsito de seleções estrangeiras e
turistas.
Em relação a esse tema, MESMO com a inauguração do primeiro trecho do
Expresso DF Sul, NÃO HÁ AUTORIZAÇÃO PARA os ônibus que percorrem
corredores exclusivos poderão transitar aos domingos pelo Eixão Sul rumo à
rodoviária do Plano Piloto em intervalos de duas em duas horas.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Técnico de Enfermagem / Questão: 25]
BRASÍLIA METRÓPOLE
A mais recente versão do estudo "Regiões de Influência das Cidades" do IBGE - REGIC 2007,
publicada em 2008, alçou Brasília à condição de metrópole nacional, equiparada somente à
São Paulo, destacada como grande metrópole nacional, e a Rio de Janeiro, a outra metrópole
nacional.
O processo de ocupação do território do Distrito Federal (DF) traz, em
sua origem, elementos histórico-geográficos que envolvem a
transferência da capital federal para Brasília e as relações com os
municípios ao seu entorno. A Região Integrada de Desenvolvimento do
Distrito Federal e Entorno (RIDE DF) foi instituída pela Lei Complementar
no 94/1998. Brasília, a capital federal, é um importante centro urbano
polarizador de influência regional em diferentes escalas, uma
metropolitana e outra regional, sendo classificada como metrópole
nacional.
[IADES 2021 / Banco de Brasília BRB - DF / Analista de Tecnologia da
Informação / Questão: 19]
TEATRO NACIONAL
Do traçado original de Niemeyer, o projeto adaptou-se às dificuldades e necessidades que
surgiram ao longo dos seus mais de 20 anos de obra. A estrutura foi calculada pelo engenheiro
Bruno Contarini. Em sua construção, foram utilizados 16.000m³de concreto e cerca de 1.600
toneladas de aço.
Nos primeiros dez anos de Brasília, o espaço vazio da pirâmide serviu para diversas funções,
como campeonato de vôlei, missa do galo, espaço para alistamento militar, bailes de carnaval
e concurso de beleza.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Em relação ao tema, o Teatro Nacional tem a forma
de uma pirâmide, MAS NÃO com uma esfinge no ápice, característica da
cultura egípcia.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Estado PGE DF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Com relação ao tema, o Teatro Nacional tem a forma
de uma pirâmide IRREGULAS, MAS NÃO CONTA com uma esfinge no
ápice, característica da cultura egípcia.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
Com a forma de pirâmide irregular e fachada lateral composta por cubos
e retângulos de Athos Bulcão, essas fotos mostram o conjunto
arquitetônico, em Brasília, dedicado inteiramente às artes. Esse conjunto
arquitetônico é o Teatro Nacional Cláudio Santoro.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Técnico de Atividades Culturais - Área: Agente
Administrativo / Questão: 23]
Com a forma de pirâmide irregular e fachada lateral composta por cubos e
retângulos de Athos Bulcão, essas fotos mostram o conjunto arquitetônico,
em Brasília, dedicado inteiramente às artes. Esse conjunto arquitetônico é a
(o) Teatro Nacional Cláudio Santoro.
[IADES 2014 / Secretaria de Cultura do Distrito Federal SECULT - DF / Agente
Administrativo / Questão: 23]
O Teatro Nacional Cláudio Santoro é um teatro localizado na capital do Brasil, Brasília. Localiza-
se na Via N2 do Eixo Monumental, no Setor Cultural Norte, na Asa Norte do Plano Piloto.
Possui estrutura com forma de pirâmide irregular.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Em relação ao tema, hoje é chamado de Teatro
Nacional Cláudio Santoro, em homenagem ao já falecido maestro e
compositor, grande incentivador da educação e da cultura em Brasília.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Em relação ao tema, NÃO ESTÁ Localizado na
Esplanada dos Ministérios, MAS SIM NA VIA N2 DO EIXO MONUMENTAL,
NÂO ESTANDO próximo ao Palácio do Itamaraty, o Teatro Nacional tem
vista privilegiada para a Praça dos Três Poderes.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Estado PGE DF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Com relação ao tema, hoje é chamado de Teatro
Nacional Cláudio Santoro, em homenagem ao já falecido maestro e
compositor, grande incentivador da educação e da cultura em Brasília.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Com relação ao tema, É ERRADO DIZER QYE,
localizado na Esplanada dos Ministérios, próximo ao Palácio do
Itamaraty, o Teatro Nacional tem vista privilegiada para a Praça dos
Três Poderes, POIS ESTÁ NA VIA N2 DO EIXO MONUMENTAL, NÂO
ESTANDO próximo ao Palácio do Itamaraty, o Teatro Nacional tem vista
privilegiada para a Praça dos Três Poderes.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
Luís Carlos Martins Pena foi dramaturgo, diplomata e introdutor da comédia de costumes no
Brasil, tendo sido considerado o Molière brasileiro. Sua obra caracterizou pioneiramente, com
ironia e humor, as graças e desventuras da sociedade brasileira e de suas instituições.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Em relação ao tema, a sala principal de espetáculos
chama-se Martins Pena, NÃO em homenagem ao presidente da Novacap
na época da inauguração de Brasília, Emílio Martins Pena, responsável
pelas obras de construção do conjunto arquitetônico da Esplanada dos
Ministérios, MAS SIM EM HOMENAGEM AO DRAMATURGO E DIPLOMATA
LUIS CARLOS MARTINS PENA, QUE NÃO FOI RESPONSÁVEL PELAS OBRAS
DE CONSTRUÇÃO DA ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS JÁ QUE ELE
MORREU EM 1848
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Estado PGE DF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Com relação ao tema, a sala principal de
espetáculos chama-se Martins Pena, NÃO em homenagem ao presidente
da Novacap na época da inauguração de Brasília, Emílio Martins Pena,
responsável pelas obras de construção do conjunto arquitetônico da
Esplanada dos Ministérios, MAS SIM EM HOMENAGEM AO DRAMATURGO
E DIPLOMATA LUIS CARLOS MARTINS PENA, QUE NÃO FOI RESPONSÁVEL
PELAS OBRAS DE CONSTRUÇÃO DA ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS JÁ
QUE ELE MORREU EM 1848.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
São 3.608 vidros nas fachadas leste e oeste e os cubos brancos nas paredes norte e sul, de
dimensões diversas, foram desenhados por Athos Bulcão.
Esses relevos representam a maior obra de intervenção urbana de Athos Bulcão. Na
elaboração do projeto, Oscar Niemeyer teve a colaboração do pintor, cenógrafo e técnico de
teatro, o italiano Aldo Calvo.
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Em relação ao tema, É ERRADO DIZER QUE, os
cubos brancos nas paredes norte e sul possuem insígnias e desenhos
em relevo que contam a história da ocupação do cerrado brasileiro, POIS
OS CUBOS NÃO POSSUEM NENHUMA INSÍGNIA.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Estado PGE DF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
O Teatro Nacional é um dos pontos centrais de interesse turístico e
cultural de Brasília. Com relação ao tema, os cubos brancos nas paredes
norte e sul possuem NÃO insígnias e desenhos em relevo que contam a
história da ocupação do cerrado brasileiro.
[IADES 2011 / Procuradoria Geral do Distrito Federal PGDF - DF / Analista
Jurídico - Área Administração / Questão: 13]
Terremotos ou sismos são vibrações na crosta terrestre provocadas pela movimentação de
placas tectônicas presentes na litosfera, logo abaixo da superfície da Terra. Essas placas
deslizam lenta e constantemente sobre uma camada de magma chamada astenosfera.
A região central de Brasília registrou, no dia 2 de abril de 2018,
significativos tremores de terra, sentidos em vários prédios da região.
Esse fenômeno natural causou certo pânico e a imediata desocupação,
por parte de trabalhadores e residentes de Brasília, dos principais
prédios localizados na capital federal. A esse respeito, o que indica a
causa do fenômeno sentido em Brasília: Movimentação de placas
tectônicas.
A região central de Brasília registrou, no dia 2 de abril de 2018,
significativos tremores de terra, sentidos em vários prédios da região.
Esse fenômeno natural causou certo pânico e a imediata desocupação,
por parte de trabalhadores e residentes de Brasília, dos principais
prédios localizados na capital federal. A esse respeito, o que indica a
causa do fenômeno sentido em Brasília: NÃO EXISTE atividade vulcânica
na região circunvizinha de Brasília.
A região central de Brasília registrou, no dia 2 de abril de 2018,
significativos tremores de terra, sentidos em vários prédios da região.
Esse fenômeno natural causou certo pânico e a imediata desocupação,
por parte de trabalhadores e residentes de Brasília, dos principais
prédios localizados na capital federal. A esse respeito, o que indica a
causa do fenômeno sentido em Brasília: NÃO HOUVE tempestade de
meteoritos.
A região central de Brasília registrou, no dia 2 de abril de 2018,
significativos tremores de terra, sentidos em vários prédios da região.
Esse fenômeno natural causou certo pânico e a imediata desocupação,
por parte de trabalhadores e residentes de Brasília, dos principais
prédios localizados na capital federal. A esse respeito, o que indica a
causa do fenômeno sentido em Brasília: É ERRADO DIZER QUE
movimentação da massa de ar continental equatorial, POR QUE A
MOVIMENTAÇÃO DE MASSA DE AR NÃO CAUSARIA TREMORES.
A região central de Brasília registrou, no dia 2 de abril de 2018,
significativos tremores de terra, sentidos em vários prédios da região.
Esse fenômeno natural causou certo pânico e a imediata desocupação,
por parte de trabalhadores e residentes de Brasília, dos principais
prédios localizados na capital federal. A esse respeito, o que indica a
causa do fenômeno sentido em Brasília: É ERRADO DIZER QUE
terremoto cujo epicentro foi localizado no continente africano, POIS
CAUSO HOUVESSE NÃO CHEGARIA AQUI NO DF.
[IADES 2018 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Analista de Sistemas / Questão: 25]
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Surgiu por iniciativa do professor de cinema da Universidade de Brasília, Paulo Emílio Sales
Gomes, em 1965, e é promovido pelo governo do Distrito Federal anualmente. Em suas duas
primeiras edições o evento se chamou Semana do Cinema Brasileiro. O troféu do Festival de
Brasília do Cinema Brasileiro é o Troféu Candango.
Xica da Silva, de Cacá Diegues, filme de 1976, foi premiado neste festival em 3 categorias:
melhor filme / melhor diretor / melhor atriz para Zezé Motta.
Cacá Diegues foi empossado na ABL em 2019.
Tenda dos Milagres, de Nelson Pereira dos Santos, filme de 1977, ganhou o Candango de
Melhor Longa-metragem.
Tenda dos Milagres baseia-se na obra homônima de Jorge Amado.
Baile Perfumado é mais recente. De 1996, o filme de Paulo Caldas e Lírio Ferreira foi premiado
nas categorias: melhor filme / melhor cenografia / melhor ator coadjuvante para Aramis
Trindade. Também foi premiado em Havana como melhor cartaz e na APCA (Associação
Paulista de Críticos de Arte) em 1998 como melhor trilha sonora e melhor ator coadjuvante
para Luiz Carlos Vasconcelos.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes do
País, tem, entre os premiados na categoria de melhor filme, as
produções Xica da Silva (de Cacá Diegues), Tenda dos Milagres (de
Nelson Pereira dos Santos) e Baile Perfumado (de Paulo Caldas e Lírio
Ferreira).
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes do
País, NÃO é focado na apresentação de documentários que contam a
história da Capital Federal, desde os aspectos históricos da sua
construção até os aspectos atuais da sociedade brasiliense.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes do
País, NÃO foi criado pelo então Ministro da Educação e Cultura do
Governo JK, o Sr. Clóvis Salgado da Gama, MAS SIM POR PAULO EMÍLIO
SALES, PROFESSOR DE CINEMA DA UNB EM 1965 E NÃO durante todo o
período do regime militar, o festival foi interrompido e só voltou
novamente a acontecer após a democratização do País.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes do
País, É ERRADO DIZER QUE ocorre a cada dois anos, intercalando com o
Festival de Gramado do Cinema Brasileiro, que acontece no Rio Grande
do Sul, POIS OCORRE ANUALMENTE NO DF SEM INTERCALAR COM
OUTRO ESTADO.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, um dos mais importantes do
País, NÃO tem como símbolo e prêmio máximo concedido, o Kikito, uma
estátua risonha, fabricada em bronze e folheada em ouro, POIS ESSE
PRÊMIO PERTENCE A CIDADE DE GRAMDO.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Técnico de Atividades Culturais - Área: Agente
Administrativo / Questão: 25]
O Museu Vivo da Memória Candanga ocupa as instalações do já extinto Hospital Juscelino
Kubitschek de Oliveira, o primeiro construído no novo Distrito Federal. Está situado às margens
da BR-040, próximo ao Núcleo Bandeirante e à Candangolândia.
O Museu Vivo da Memória Candanga, instalado próximo ao Núcleo
Bandeirante, em ambiente que outrora foi o Hospital Juscelino
Kubitschek de Oliveira (HJKO), narra a história de Brasília desde os
primórdios de sua construção até a sua inauguração em 1960 e é
composto por edificações históricas, peças, objetos e fotos da época da
construção da nova capital. E NÃO [RESIDENCIA OFICIAL DO PRESIDENTE
JK; MUSEU MAIS ANTIGO; e,TEATRO]
[IADES 2014 / Secretaria de Estado de Administração Pública do Distrito
Federal SEAP DF - DF / Analista de Atividades Culturais - Área:
Administração / Questão: 23]
O Palácio Itamaraty, também conhecido como Palácio dos Arcos, é a sede do Ministério das
Relações Exteriores do Brasil, situado em Brasília, capital do Brasil. É considerado uma obra-
prima do arquiteto Oscar Niemeyer e do engenheiro estrutural Joaquim Cardozo.
O turismo cívico, cultural e arquitetônico é uma das vocações
econômicas de Brasília. Ainda incipiente, essa atividade pode
impulsionar o comércio, o nível de ocupação da rede hoteleira, o
consumo em restaurantes e demais componentes da cadeia de serviços
ao turismo. A respeito das atrações turísticas de Brasília, o Palácio do
Itamaraty é a sede do Ministério das Relações Exteriores. À sua frente,
sobre a água, está o “Meteoro” de mármore que representa os cinco
continentes, obra de Bruno Giorgi.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 24]
O Centro Cultural Três Poderes é uma unidade administrativa da Secretaria de Estado de
Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, subordinada à Subsecretaria do Patrimônio
Cultural – SUPAC.
O turismo cívico, cultural e arquitetônico é uma das vocações
econômicas de Brasília. Ainda incipiente, essa atividade pode
impulsionar o comércio, o nível de ocupação da rede hoteleira, o
consumo em restaurantes e demais componentes da cadeia de serviços
ao turismo. A respeito das atrações turísticas de Brasília, o Centro
Cultural Três Poderes abriga o Espaço Lúcio Costa, o Panteão da Pátria e
o Museu da Cidade. O Panteão da Pátria representa um memorial
erguido para homenagear aqueles que se destacaram em prol da pátria
brasileira.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 24]
O Congresso Nacional é o órgão constitucional que exerce, no âmbito federal, as funções do
poder legislativo, quais sejam, elaborar/aprovar leis e fiscalizar o Estado brasileiro, bem como
administrar e julgar. O Congresso é bicameral, logo composto por duas Casas: o Senado
Federal
O turismo cívico, cultural e arquitetônico é uma das vocações
econômicas de Brasília. Ainda incipiente, essa atividade pode
impulsionar o comércio, o nível de ocupação da rede hoteleira, o
consumo em restaurantes e demais componentes da cadeia de serviços
ao turismo. A respeito das atrações turísticas de Brasília, o Congresso
Nacional é a sede do Poder Legislativo e consiste em um edifício
principal, na horizontal, que serve de plataforma para as cúpulas do
Senado Federal e da Câmara dos Deputados. A cúpula menor, voltada
para baixo, abriga o Plenário do Senado Federal. A cúpula maior, voltada
para cima, abriga o Plenário da Câmara dos Deputados. Atrás do edifício
principal e entre as duas cúpulas, encontram-se duas torres de 28
andares: uma delas pertence à Câmara e a outra ao Senado.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 24]
Palácio do Planalto é o local de trabalho da Presidência do Brasil. É onde está situado o
Gabinete do Presidente da República. O prédio também abriga a Casa Civil, a Secretaria-Geral
e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.
O turismo cívico, cultural e arquitetônico é uma das vocações
econômicas de Brasília. Ainda incipiente, essa atividade pode
impulsionar o comércio, o nível de ocupação da rede hoteleira, o
consumo em restaurantes e demais componentes da cadeia de serviços
ao turismo. A respeito das atrações turísticas de Brasília, o Palácio do
Planalto NÃO é uma das residências oficiais da Presidência do País e
uma das mais importantes edificações do modernismo arquitetônico,
projetado por Oscar Niemeyer. O formato das colunas presentes na
fachada do prédio deu origem ao símbolo e emblema da cidade de
Brasília. O PALÁCIO DO PLANALTO É O LOCAL DE TRABALHO DO
PRESIDENTE ENQUANTO O PALÁCIO DO ALVORADA É A RESIDÊNCIA DO
PRESIDENTE.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 24]
A Praça dos Três Poderes abriga as sedes dos três poderes do Estado: o Palácio do Planalto
(poder Executivo), o Congresso Nacional (poder Legislativo) e o Supremo Tribunal Federal
(poder Judiciário). A Praça e os edifícios que a cercam são obra de Oscar Niemeyer e Lúcio
Costa.
O turismo cívico, cultural e arquitetônico é uma das vocações
econômicas de Brasília. Ainda incipiente, essa atividade pode
impulsionar o comércio, o nível de ocupação da rede hoteleira, o
consumo em restaurantes e demais componentes da cadeia de serviços
ao turismo. A respeito das atrações turísticas de Brasília, a Praça dos
Três Poderes é um dos pontos mais importantes do turismo cívico de
Brasília. A Praça abriga as sedes dos três Poderes da República e nela há
um grande número de monumentos, esculturas e marcos que lhe dão a
característica de um museu a céu aberto.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 24]
O Memorial JK é um museu, mausoléu e centro cultural brasileiro construído para homenagear
o 21º presidente do Brasil, Juscelino Kubistchek de Oliveira. Ele está localizado no canteiro
central do Eixo Monumental, em Brasília, na Zona Cívico-Administrativa, na Praça do Cruzeiro,
a região mais alta do Plano Piloto.
O memorial JK, localizado no Eixo Monumental Oeste, foi projetado por
Oscar Niemeyer e apresenta a história do Presidente Juscelino
Kubitschek, bem como abriga os restos mortais do ex-presidente e
fundador de Brasília.
[IADES 2014 / Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal SES DF
- DF / Técnico Administrativo / Questão: 25]
Entre as funções iniciais do Lago Paranoá, estava a de suprir necessidades paisagísticas de
Brasília e de lazer da população; mais recentemente, a pavimentação de parte da orla
incrementou o turismo local, auxiliando a questão econômica.
Acerca das funções do Lago Paranoá, entre as funções iniciais do Lago
Paranoá, estava a de suprir necessidades paisagísticas de Brasília e de
lazer da população; mais recentemente, a pavimentação de parte da
orla incrementou o turismo local, auxiliando a questão econômica.
[IADES 2018 / Policia Militar do Distrito Federal PMDF - DF / Soldado
Policial Militar - Área Combatente / Questão: 19]
O Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves é um memorial cívico destinado a
homenagear heróis e heroínas nacionais que, de algum modo, serviram para o
engrandecimento da nação brasileira.