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Plexos Study

O documento aborda a neuroanatomia, focando na estrutura e função dos plexos braquial, lombar e sacral, além de descrever a medula espinal e a inervação por nervos espinais. Explica a importância dos dermátomos e miótomos na avaliação clínica, bem como as implicações de lesões nervosas. Inclui detalhes sobre a formação dos nervos periféricos e suas áreas de inervação, além de exemplos clínicos relacionados a condições como herpes zoster e hanseníase.

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Plexos Study

O documento aborda a neuroanatomia, focando na estrutura e função dos plexos braquial, lombar e sacral, além de descrever a medula espinal e a inervação por nervos espinais. Explica a importância dos dermátomos e miótomos na avaliação clínica, bem como as implicações de lesões nervosas. Inclui detalhes sobre a formação dos nervos periféricos e suas áreas de inervação, além de exemplos clínicos relacionados a condições como herpes zoster e hanseníase.

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NEUROANATOMIA

Aula 1: Surgem entre as vértebras - no forame


PLEXOS BRAQUIAL LOMBAR E intervertebral;
SACRAL O nome do nervo espinal é de acordo com a
letra do segmento medular acompanhado de um
número que representa o forame vertebral por
Estrutura do nervo espinal
onde ele irá passar;
→ Medula espinal - compõe o SNC Funcionalmente é MISTO.
Função: Conecta o SNC ao SNP
●​ Atua na condução da informação Os nervos se ramificam e formam
nervosa; conglomerados, denominados plexos.
Para compreender acerca, é necessário guardar o
RAMO ANTERIOR ( letra D na figura).

A conexão entre raízes anterior e posterior


com a medula espinal delimita um segmento
medular.

DERMÁTOMO
Área de inervação cutânea suprida por um
determinado segmento medular ou seja por um
determinado nervo espinal.
OU
Na medula, há marcos anatomicos importantes: Área cutânea inervada pelas fibras sensitivas de
os sulcos, que são pontos de conexões de raízes um único segmento medular ou por det nervo
nervosas com a medula: espinal.

→ Sulco lateral anterior da medula → Raiz


anterior ou motora
Sulco lateral posterior da medula → Raiz
posterior ou sensitiva

TRAJETO
Da periferia. Os receptores captaram uma
sensibilidade que irá adentrar na medula espinal
pela raiz posterior, ascende até o centro
integrador ( córtex), descende levando uma
informação motora e deixa a medula pela raíz
anterior.

Ex:
Dermátomo T4: sensibilidade da pele na linha
do mamilo;
NERVOS Dermátomo T10: sensibilidade da pela na linha
do umbigo
Área de inervação periférica:
referência anatômica do nervo;
Aplicação clínica
O vírus da catapora não desaparece totalmente.
Ele permanece armazenado em nosso gânglio
Situação 1: Ferragem que atravessa a coxa;
espinal - em latência;
→ Avalia-se área de inervação do nervo
Se porventura a imunidade de um individuo que
periférico.
ja teve catapora cai muito, ele ativa e evolui para
POR QUE?
herpes zooster.
Porque uma lesão mecânica costuma atingir
nervos específicos e não a medula.
●​ Se o vírus fica alojado no gânglio -
Logo, o dano será na ramificação do nervo
acomete a raiz sensitiva.
Ex: dano no nervo femoral ou o cutâneo lateral
da coxa;

Situação 2: Paciente mergulhou e bateu a


cabeça;
→ Avalia-se dermátomos
POR QUE?
O dano é radicular - envolve medula e suas
raízes.
Nessa foto, observa-se a manifestação cutânea O paciente pode ter lesado a coluna cervical ou
desse vírus, onde: raízes cervicais, logo avalia-se quais
→ O local de manifestação é um dermátomo, dermátomos cervicais perderam sua
ou seja, auxilia a localização desse vírus, em qal sensibilidade;
gânglio está alojado.
Aplicação clínica
●​ Hanseníase
Bacilo que afeta principalmente os nervos
Aréa de inervação periférica: área da pele periféricos - que contém axônios de fibras de
suprida por um nervo formado APÓS a vários segmentos medulares.
constituição dos plexos. Essa infecção, como afeta o próprio nervo
Cada nervo periférico contém fibras periférico, não se limita a um dermátomo, mas
provenientes de vários segmentos medulares - compromete a área de inervação cutânea
ocorrendo sobreposição de suas áreas de daquele nervo específico.
inervação.
Logo, não há correspondência direta entre um
único segmento medular e uma área específica
da pele;

Dermátomo: referência segmentar ( C5;


T6; T10
Miótomos: Área de inervação muscular
suprida por um determinado segmento medular,
ou seja, nervo espinal

●​ Cada miótomo possui um


músculo-chave
Ou seja, possui um músculo cuja função motora
é mais representativa daquele segmento. Esse entrelaçamento formará os principais
plexos:
1.​ braquial,
2.​ lombar,
3.​ Sacral

PLEXO BRAQUIAL
É como fazer uma árvore de ponta cabeça;
FUNÇÃO:
●​ Inervar [Link]

●​ Ramo anterior → Raíz anterior


O plexo braquial é formado por 5 raízes:
Área de inervação motora de um nervo
●​ C5, C6. C7. C8, T1
periférico
Conjunto de músculos inervados pelas fibras
Após as raízes, formam-se os troncos:
motoras que passam por um mesmo nervo
→ Superior: raiz de C5 c/ C6
periférico - que contém diversos segmentos
→ Médio; raíz de C7
medulares;
→ Inferior: raíz de C8- T1

Até a formação dos troncos, tudo está ocorrendo


Como os nervos periféricos são formados?
na região de pescoço.
Qual a área por ele inervada para eu testar
quando houver lesões?
O objetivo da formação do plexo braquial é
inervar mm superiores.
Saberemos um pouco mais a seguir:
Logo, ele inicia uma divisão em:
●​ Anterior: para suprir a musculatura
PLEXO NERVOSO do compartimento anterior
Trata-se de uma rede formada pelo
entrelaçamento dos axônios dos ramos anteriores ●​ Posterior: para suprir a musculatura
dos nervos espinais adjacentes ( imediatamente do compartimento posterior;
ao lado;
A divisão posterior é formada pela:
→ união dos troncos superiores, médio e
inferior F: INERVAM COMPARTIMENTO
Que darão origem aos fascículos. POSTERIOR
Nesse caso, origina-se o fascículo posterior.
●​ Posterior a ártéria axilar;
DIVISÃO ANTERIOR

A nomenclatura dos fascículos ●​ Fascículo lateral → n. musculo-cutâneo


relaciona-se com a sua posição perante a
●​ Fascículo medial → n. Ulnar
artéria axilar.
Macete: nome do osso medial do antebraço;

Falta 1 nervo, de onde ele vem??


A divisão anterior é formada pela:
→ União dos troncos superior e médio Parte do fascículo lateral une-se com o
●​ Formando o fascículo lateral fascículo medial;
-​ Lateral à árteria axilar; Forma 1 letra → M
Logo → N. mediano
→ O tronco inferior apenas se continua
●​ Formando o fascículo medial
-​ Medial a àrtéria axilar

Lesões nos troncos → acesso


supraclavicular
Lesão nos fascículos → acesso
infraclavicular/ axila

Formados os fascículos, originaram agora os COMPARTIMENTO ANTERIOR


nervos dos mm superiores.
No total: 5 nervos - da divisao posterior e 1.​ Nervo músculo-cutâneo
anterior juntos. Provém da divisão anterior;
De quais troncos surgiu:
●​ Do tronco superior e médio ( divisão
DIVISÃO POSTERIOR anterior)
Macete dos nervos: De qual fascículo?
●​ PAR ●​ Fascículo lateral - união do tronco
P: vem do facísculo que origina → posterior superior com tronco médio;
É PAR, pois forma 2 nervos; Inerva: Músculos do compartimento anterior
●​ A: nervo axilar
●​ R: nervo radial
Lei do mínimo esforço: De qual fascículo?
Por onde o nervo atravessa, ele inerva; ●​ Fascículo medial - que se continua do
tronco originando o nervo ulnar.
Inerva: Músculos do compartimento anterior

TRAJETO
Atravessa todo o antebraço para chegar até a
No braço: mão;
Atravessa o músculo coracobraquial
Descende entre m. biceps braquial e braquial TRAJETO
Segue medial a a.a braquial, no braço
Função motora: Inerva os músculos do Passa posterior ao epicondilo medial do úmero
compartimento anterior do braço; No antebraço:
●​ São músculos flexores de cotovelo ou de Passa entre:
antebraço; → M. flexor profundo dos dedos
→ M flexor ulnar do carpo
Lesão do nervo musculo-cutâneo **Lei do mínimo esforço;
→ Incapacidade de fletir o cotovelo;
Direciona-se para a mão ( medialmente)
OBS: Bíceps braquial também é um potente Passa pelos:
supinador, a depender da posição do cotovelo; → M. região hipotenar ( IV e V dedo)
Ou seja, uma lesão pode dificultar a supinação,
mas não a impossibilita, pois o m. supinador é o
principal da supinação;

Função motora:
●​ Inerva m. flexor ulnar do carpo
Ação: adução ulnar ou desvio ulnar
●​ Inerva m. flexor profundo dos dedos -
parcialmente;
F.M principal**:
●​ Inerva m. intrínsecos da mão
→ IV e V dedo
→ M. interosseos
→ M. lumbricais
Ação: flete a articulação metacarpo-falangica e
extende as interfalangicas
***M. Adutor do polegar
Ação: aproximar o polegar do 3º dedo;

2.​ Nervo Ulnar


Provém da divisão anterior;
De quais troncos surge?
●​ Do tronco inferior
Teste para lesão do nervo ulnar
Colocar uma folha de papel entre o polegar e
indicador do paciente;
Se ao puxar o papel, a folha sair facilmente -
fraqueza no músculo;
3.​ Nervo mediano
Função: Inerva músculos intrínsecos da mão; Provém da divisão anterior
De qual tronco surge?
Lesão de m. lumbrical ●​ Tronco superior, médio e inferior
De qual fascículo?
L de lady Gaga
●​ Fascículo lateral e medial;
Ao invés de fletir totalmente, a mão fica em
Inerva: Músculos do compartimento anterior
garra;
Ocorre: extensão das articulações
TRAJETO
metacarpo-falangianas e flexão das
No braço,
interfalangicas
Passa lateralmente à a.a braquial
Adentra na fossa cubital
No antebraço:
Passa profundo ao flexor superficial dos dedos
Em direção a mão:
Atravessa o retináculo dos flexores
Atravessa o tunel do carpo
Chega na região tenar da mão;
***Lei do mínimo esforço
Pois a região tenar NÃO será inervada.

Função motora:
Inerva:
●​ m.m do compartimento anterior do
antebraço;
●​ M.m metade tenar da mão

Movimentos predominantes:
Flexão de punho;
Pronação - mov exclusivo do antebraço Lesões distais:Ocorre antes do nervo emitir
ramos para os músculos do antebraço;
Lesão à nível da fossa cubital Ex: Fossa cubital→ mão em prece; em bença
Lesão ocorre antes do nervo emitir seus Não ocorre flexão do 1, 2 3º dedo
ramos para o antebraço e para a mão;
→ Déficit de:
●​ flexão de punho; COMPARTIMENTO POSTERIOR
●​ movimento de pronação e
●​ dificuldade na flexão dos dedos; 1.​ Nervo axilar
Com movimentos de 4 e 5º dedo preservado - Provém da divisão posterior
pois dependem do nervo ulnar; De qual tronco surge?
●​ Tronco superior, médio e inferior
Sindrome do túnel do carpo De qual fascículo?
Como a informação ja desceu para o punho: ●​ Fascículo posterior
→ movimento de pronação preservado; Inerva: Músculos do compartimento posterior
→ Paciente apresenta dificuldade de realizar
movimento de oposição do polegar TRAJETO
Passa posterior ao m.m redondo menor
Contorna o colo cirúrgico do úmero
Direciona-se para região de deltóide

Função motora:
→ Abdução do braço - mantém essa abdução
Inerva: → Extensão de dedos
→ M.m redondo menor
→ M. Deltoide Inerva:
●​ M. do compartimento posterior de
braço e antebraço;
→ M.m tríceps braquial
→M.m braquiorradial
→ M.m extensor s e p de dedos;

É preciso saber o trajeto do nervo para


saber se já inervou ou não um
determinado local;

LESÃO DOS TRONCOS


**PROVA
Se fala de tronco → é supraclavicular ( pescoço)
2.​ Nervo radial Há 2 lesões importantes:
Provém da divisão posterior 1.​ Lesão de Erb Duchenne
De quais troncos: superior, médio e inferior 2.​ Lesão Klumpke
De qual fascículo: posterior
Inerva músculos do compartimento posterior Lesão de Erb Duchenne
de braço e antebraço É a mais comum;
●​ Não inerva m.m intrinsecos da mão!! Onde ocorre?
●​ Tronco superior do plexo braquial
TRAJETO Como esta lesão ocorre no tronco superior, há
Descende juntamente com a a.a braquial comprometimento das raízes C5 e C6
profunda
Atravessa o m.m tríceps braquial Clínica:
Aprofunda-se deixando uma impressão no Parto: Essa lesão costuma ocorrer durante
úmero - sulco do nervo radial; parto, onde pode ocorrer uma tração/
Direciona-se ao antebraço alongamento excessiva da cabeça do bebe e
No antebraço: para liberar o ombro.
Passa profundo ao m.m braquiorradial Acarretando um estiramento das raízes C5 e C6.
Onde aprofunda-se mais ainda e vai para o
compartimento posterior do antebraço - Mochileiros: Pode ocorrer esse estiramento de
ramificando; forma crônica;

Função motora: Característica da lesão:


→ Extensão de cotovelo; ●​ Braço de garçom
→ Extensão de punho
Movimentos comprometidos: 1.​ Nervo ileo-hipogástrico
**principalmente região proximal 2.​ Nervo íleo inguinal
→ Dificuldade de flexão de cotovelo Apresentam trajetos semelhantes;
→ Dificuldade de abdução de cotovelo; Originam-se das mesmas raízes nervosas;
Inervam: m.m da parede antero-lateral do
abdome
→ M.m transverso do abdome
→ M.m oblíquio interno do abdome

1.​ Nervo ileo-hipogástrico


Origem: Raiz de L1 - ramo do plexo lombar

Trajeto
Surge lateralmente ao m.m psoas maior;
Lesão de Klumpke Caminha em direção a parede abdominal
Mais rara de ocorrer; anterior
Onde ocorre? Perfura/ atravessa o m.m transverso do abdome
●​ Tronco inferior do plexo braquial e oblíquo interno do abdome
Como a lesão é no tronco inferior ocorre Direciona-se para a região de hipogástrio - na
comprometimento das raízes C8- T1 e também região suprapúbica;
do SN
Função motora:
Clínica: ●​ Inerva m.m da parede antero-lateral
Parto: Tração excessiva de membro superior do → M.m tranverso di abdome
bebê - principalmente quando o braço é puxado → M. obliquio interno do abdome
para fora enquanto a cabeça ainda está presa no
canal do parto; Função sensitiva
Quedas de grande altura: Quando a pessoa → Sensibilidade do ligamento inguinal
tenta se segurar com o braço estendido acima da → Sensibilidade de parte da região glútea
cabeça - ocasionando estiramento de C8-T1

PLEXO LOMBAR
Formado pelas raízes L1, L2, L3, L4 ( parte
dela)

→ Músculo psoas maior: é o músculo de


referência, onde o trajeto dos nervos
relacionam-se com ele;

Os principais nervos do plexo são:


A partir daqui, os nervos periféricos
2.​ Nervo ileo-inguinal não necessariamente precisam ser
Origem: L1 mistos;
Podem ser:
Trajeto
→ Puramente sensitivos
Surge lateralmente ao m.m psoas maior
Direciona-se para a parede anterior do abdome → Puramente motor
Atravessa o m.m transverso do abdome e m.m
obliquio interno do abdome
DIFERENÇA DE TRAJETO:
3.​ Nervo cutâneo femoral lateral
Trafega dentro do canal inguinal e direciona-se
Origem: Raíz L2 e L3 - formado apenas pelos
para região medial de coxa;
axônios sensitivos de L2 e L3 ( junção)

Função motora:
●​ Puramente sensitivo;
Inerva músculos da parede antero-lateral do
Função sensitiva:
abdome:
Inerva: Pele da região lateral da coxa;
→ M.m transverso do abdome
→ M.m obliquio interno
Trajeto:
Função sensitiva: Surge lateralmente ao m.m psoas maior
→Parte medial da coxa; Passa sobre o m.m ilíaco
Passa medialmente a espinha iliaca
antero-superior (EIAS)
Direciona-se para a região lateral da coxa;

Possivel visualizar a semelhança de trajeto;

Até esse momento, todos os nervos


espinhais vistos até agora eram
funcionalmente mistos.
4.​ Nervo genito-femoral Ação muscular:
Origem: Raiz de L2-L3 Extensão de joelho;
**Maior importância para homem; Flexão de quadril ( pelo iliopsoas**)

Trajeto:
●​ Único nervo que atravessa o músculo
psoas maior;

Possui componente:
➢​ MOTOR:
→ Genital: inerva músculo cremaster
Função: Elevar testículo - garante a
espermatogênese;

➢​ SENSITIVO
Sensibilidade da pele do trígono femoral ( m.
adutor longo; ligamento inguinal e sartório)
Sensibilidade:
→ Escroto Função sensitiva:
→ Labios maiores; Ao adentrar no trígono femoral, o nervo femoral
se ramifica:
5.​ NERVO FEMORAL
Importante para prova!!! ​ NERVO SAFENO
Origem: Raízes de L2, L3, L4 ​ É sensitivo!!!!!
Um dos ramos do n. Femoral
Trajeto Acompanha o trajeto da veia
safena magna
Surge lateralmente ao m. psoas maior
Confere sensibilidade ao
Passa no sulco entre m. psoas maior e
inervar:
m. ilíaco
→ Face medial de pé
Direciona-se anteriormente, passando
→ Face medial da perna
profundamente ao ligamento inguinal
→ Face medial da coxa
Adentra no trígono femoral;
-​ Ramificando e originando
ramos;
-​ Ex: NERVO SAFENO 6.​ NERVO OBTURATÓRIO
**FOCO
Origem: Raíz de L2, L3 E L4
Função motora:
Inerva os músculos do compartimento
anterior da coxa;
IRÁ PARA NOSSA QUERIDA PELVE 😀
Compõe: Reto femoral, Vasto lateral,
medial, intermédio, m. pectíneo, m.
iliopsoas, m. sartório;
Trajeto
Surge medialmente ao m. psoas maior
Adentra na pelve menor -
próximo a parede lateral;
PLEXO SACRAL
Atravessa o forame
obturatório Formado pelas raízes: L4, L5, S1, S2, S3, S4
Chega na na face medial da
coxa; ➢​ Responsável pela maior parte da
inervação de membros inferiores;
Função motora: Inerva os
músculos do compartimento Tronco lombossacral: Formado pela união das
medial da coxa. raízes L4 e L5, anterior a asa do sacro;
Compõe: M. adutor longo, NÃO CONFUNDIR;
curto e magno, m. grácil + m.
pectíneo ( inervação dupla do ➢​ Músculo de referência: M. piriforme
n. Femoral e n. oburatório). O plexo sacral é formando anterior ao músculo
Ação muscular: piriforme;
→ Adução de quadril
Principais nervos desse plexo:
Função sensitiva: → Nervo isquiatico + ramos
→ Pequena parte da face → N; gluteo superior
medial da coxa; → N. gluteo inferior
→ Nervo pudendo

1.​ NERVO ISQUIATICO


***FOCO
Origem: Raízes de L4,L5, S1,S2,S3

É um nervo bem calibroso; “tolete”

Lesão de plexo lombar:


→ Prejuízo no movimento da coxa
Extensão de joelho; flexão de quadril;
adução de quadril;

Trajeto
É formado dentro da pelve menor
Passa inferior ao [Link] → Flexão dos dedos
Descende no compartimento posterior da coxa → Inversão do pé;
Até a fossa poplítea.
-​ Onde ramifica originando os ramos:
1.​ Nervo tibial
2.​ Nervo fibular comum

1.1 NERVO TIBIAL


***prova
Ramo do nervo isquiático
Origem: Raíz de L4, L5, S1, S2, S3
➢​ Principal componente do nervo
isquiático;

Trajeto Função sensitiva:


Inicia à nível da fossa ​ Nervo Sural: N. tibial + N. fibular
poplítea comum
Descende profundamente Inerva: Pele da face lateral da perna e do pé;
aos m. sóleo e gastrocnêmios
- tríceps sural; Trajeto
Passa posterior ao maléolo Possui o trajeto da veia safena parva - lateral
medial
-​ No pé, ramifica-se:
​ Nervo plantar
medial
​ Nervo
plantar lateral

Função motora
Inerva:
1.2 NERVO FIBULAR COMUM
→ M.m do compartimento posterior da perna
(superficiais e profundos) ****prova
Compõe: M.m gastrocnêmios e sóleo; etc; Ramo do nervo isquiático;
→ M. da planta do pé; Origem: L4, L4, S1, S2
Ação múscular:
→ Flexão plantar ou plantiflexão
Quando o nervo isquiático se bifurcou:
→ medialmente: n. Tibial ( tibial é medial)
→ lateralmente: n. Fibular comum ( fíbula
é lateral;

Função motora:
Inerva músculos do compartimento lateral da
perna;
Ação muscular:
→ Eversão do pé;

1.2.2
Nervo fibular profundo
-​ Ramo do fibular comum
Trajeto
Direciona-se para a região anterior e
Na fossa poplite:
aprofunda-se;
Surge acompanhando a face medial do m. bíceps
Inervando os músculos;
femoral
Contorna a cabeça da fíbula e se ramifica:
-​ Nervo fibular superficial
-​ Nervo superficial profundo;

Situação: Ao ficar com a perna muito tempo


cruzada, ela fica dormente. Isso ocorre, pois
comprime a nivel do colo da fibula,
comprimindo o nervo fibular comum;

1.2.1
Nervo fibular superficial
-​ Ramo do nervo fibular comum

Descende na região lateral da perna, passando Função motora:


pelos músculos desse compartimento: Inerva músculos do compartimento anterior da
perna;
Constituem: m. tibial anterior; m. extensor
longo dos dedos; extensor longo do hálux;
Ação muscular: Avalia a função dos músculos glúteo minimo e
●​ Dorsiflexão - principal responsável é o máximo, responsáveis pela estabilização da
m. tibial anterior pelve.

Clínica:
●​ Marcha escarvante
O movimento de dorsiflexão é necessário para
que possamos caminhar; ter uma marcha normal.
O movimento inicia-se: calcanhar → ponta do
pé, realizando uma dorsiflexão, pela atuação do
m. tibial anterior;

O paciente não consegue realizar a dorsiflexão,


assume uma marcha de arrastar a ponta do pé e
compensar movimentando o quadril;
Nessa marcha, qual nervo está prejudicado:
→ Nervo fibular profundo;

Se o paciente não conseguisse realizar a Paciente fica em pé; Depois eleva uma perna. O
eversão. Qual nervo estaria prejudicado? examinador observa a posição da pelve:
→ Nervo fibular superficial ➢​ Trendelembug -
A pelve permanece nivelada ou se eleva do lado
da perna erguida;
➢​ Trendelenburg +
NERVO GLUTEO SUPERIOR A pelve abaixa do lado da perna erguida;
Origem: L4, L5, S1 Indica: Fraqueza desses músculos;

Trajeto
Caminha juntamente com a artéria de mesmo
NERVO GLUTERO INFERIOR
nome;
Origem: L5, S1, S2
Superior ao músculo piriforme;

Função motora: Trajeto


Inerva Caminha juntamente com a artéria de mesmo
→ M. Gluteo minimo nome;
→ M. Gluteo minimo Inferior ao músculo piriforme;
Ação muscular:
●​ Abdução de quadril Função motora
●​ Estabiliza pelve Inerva:
→ M. gluteo maximo
Clínica: → M. Isquiotibiais - m. semitendíneo. M.
●​ Teste de Trendelemburg semimembraceo, biceps femoral;
Ação muscular:
●​ Mov de extensão de quadril, durante DICA: Encontrar o nervo isquiátivo,
extensão máxima - m. gluteo maximo medialmente a ele surgirá o nervo cutaneo
●​ Mov de extensão de quadril, na femoral posterior;
marcha; no plano.

NERVO PUDENDO
Origem: S3, S3, S4

→ Relaciona-se com períneo;

Trajeto
Possui o mesmo trajeto da a.a pudenda interna
Surge inferior ao m. piriforme;
Sai da pelve pelo forame isquiático menor
Adentra na região de períneo através do canal do
pudendo
Caminha na parede lateral do períneo, onde se
Nervo gluteo superior: Superior ao m. piriforme
ramifica.
Nervo gluteo inferior: inferior ao m. piriforme

Função motora:
Inerva músculos do assoalho pelvico
Ação motora:
NERVO CUTANEO FEMORAL
→ Controle dos esfíncteres de defecação e
POSTERIOR micção;
-​ M. esfinceter externo do anus
●​ Puramente sensitivo! -​ M. esfinceter externo da uretra
Inerva: -​ Músculos perineais
→ Pele da face posterior da coxa e das nádegas;

Função sensitiva:
Inerva órgãos genitais externos

CLINICA:
●​ Bloqueio do nervo pudendo
Promove a anestesia da região perineal
Indicações:
Parto vaginal
Episiotomia

Indicado em amarelo;

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