Ministério da Saúde
Secretaria de Atenção Primária à Saúde
Departamento de Estratégias e Políticas de Saúde Comunitária
Coordenação-Geral de Saúde da Família e Comunidade
NOTA METODOLÓGICA C2 - CUIDADO NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
1. INDICADOR
1.1. Cuidado no desenvolvimento infantil na Atenção Primária à Saúde.
2. OBJETIVO
2.1. Tem como objetivo avaliar o acesso e monitoramento efetivo das crianças até dois anos de idade em relação
aos episódios de cuidados necessários, com incentivo a captação precoce e acompanhamento coordenado e contínuo na
APS.
3. FICHA DE QUALIFICAÇÃO
Nº Título Descrição
Contextualização do indicador
1 Título resumido Cuidado no desenvolvimento infantil.
2 Título completo Cuidado no desenvolvimento infantil na Atenção Primária à Saúde.
Saúde da criança; Lactente; Desenvolvimento infantil; cuidado da criança; Crescimento
3 Palavras-chave
infantil.
Monitoramento da atenção integral e do cuidado longitudinal no desenvolvimento
Contextualização
4 infantil. Conjunto de boas práticas relacionadas à promoção da saúde e do
do indicador
desenvolvimento infantil nos 02 (dois) primeiros anos de vida.
Conceitos Puericultura: conjunto de ações voltadas à vigilância do crescimento e desenvolvimento
5
importantes para promoção da atenção integral à saúde da criança.
Avaliar o acesso e acompanhamento efetivo das crianças com até 2 (dois) anos de idade
6 Objetivo em relação aos episódios de cuidados necessários, com incentivo a captação precoce,
acompanhamento coordenado e contínuo na APS.
Permitir que profissionais de saúde e gestores acompanhem a evolução das boas práticas,
com o intuito de monitorar as ações de promoção da saúde, prevenção de agravos, o
7 Uso/aplicabilidade
manejo, a captação, o acesso, o acolhimento e o acompanhamento das crianças nos dois
primeiros anos de vida na APS.
Regularidade do Indicador
Periodicidade da
8 Mensal.
atualização
Periodicidade do
9 Mensal.
monitoramento
Periodicidade da
10 Quadrimestral.
avaliação
Dia de extração dos SIAPS: 20º dia útil de cada mês.
11
dados SCNES: A última competência válida.
Escopo da base de dados de acompanhamento
· Consulta por profissional médica(o) ou enfermeira(o).
· Registro de peso e altura para avaliação antropométrica.
· Visita domiciliar de ACS/TACS.
12 Evento
· Vacinação contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, infecções causadas por
Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola e pneumocócica,
com todas as doses recomendadas.
Período de
13 Mensal.
acompanhamento
14 Entrada no Criança vinculada às equipes de Saúde da Família (eSF) ou Atenção Primária (eAP),
acompanhamento conforme regras da Portaria SAPS/MS nº 161/2024, com até 02 (dois) anos de vida no
Nº Título Descrição
período.
· Usuárias(os) que a atualização mais recente do cadastro individual possua a opção “Saída
do cidadão do cadastro” com a opção “Mudança de território” marcada.
Interrupção do
15 · Mudança de equipe, considerando os critérios de desempate previstos na Portaria
acompanhamento
SAPS/MS nº 161/2024.
· Óbito no CADSUS.
(A) Ter a 1ª consulta presencial realizada por médica(o) ou enfermeira(o), até o 30º dia de
vida.
(B) Ter pelo menos 09 (nove) consultas presenciais ou remotas realizadas por médica(o) ou
enfermeira(o) até dois anos de vida.
(C) Ter pelo menos 09 (nove) registros simultâneos de peso e altura até os dois anos de
16 Boas práticas vida.
(D) Ter pelo menos 02 (duas) visitas domiciliares realizadas por ACS/TACS, sendo a primeira
até os primeiros 30 (trinta) dias de vida e a segunda até os 06 (seis) meses de vida.
(E) Ter vacinas contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, infecções causadas por
Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola, pneumocócica,
registradas com todas as doses recomendadas.
17 Datas relevantes · 30° dia de vida.
Procedimentos para o desenvolvimento do indicador
18 Unidade de medida Percentual.
Descritivo da
19 %
Unidade de Medida
20 Status do indicador Acumulativo: Não.
21 Granularidade Identificador Nacional de Equipe (INE).
22 Polaridade Maior-melhor.
Numerador:
Somatório das boas práticas pontuadas para cada criança com até 02 (dois) anos de vida
23 Fórmula de Cálculo durante o acompanhamento do desenvolvimento infantil.
Denominador:
Nº total de crianças com até 02 (dois) anos de vida vinculadas à equipe no período.
24 Método de cálculo I. Regras gerais:
a) Identificação da pessoa assistida:
· Nome, data de nascimento, Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou Cadastro de Pessoa Física
(CPF) válido por pessoa, em conformidade com o Cadastro Nacional de Saúde (CadSUS).
b) Validação das equipes:
· Serão consideradas equipes de Saúde da Família (eSF), e equipes de Atenção Primária
(eAP), tipo 70 e 76, respectivamente, atendendo as condições previstas na Portaria GM/MS
nº 3.493/2024.
· A boa prática (D) não será condicionante de pontuação para eAP, tipo 76, atendendo as
condições previstas na PRC GM/MS nº 02/2017.
c) Grupos de CBO utilizados para todas as consultas de atendimento individual, presencial
ou remoto:
· 2235 - Enfermeiros
· 2231 / 2251 / 2252 / 2253 - Médicos
d) Grupos de CBO utilizados para todos os procedimentos listados, com exceção de
[Link]-9 (avaliação do crescimento na puericultura), [Link]-7 (avaliação do
desenvolvimento da criança na puericultura) e [Link]-0 (teleconsulta na atenção
primária):
· 2235 - Enfermeiros
· 2231 / 2251 / 2252 / 2253 - Médicos
· 2232 - Cirurgiões-dentistas
· 2234 - Farmacêuticos
· 2236 - Fisioterapeutas
· 2238 - Fonoaudiólogos
· 2237 - Nutricionistas
· 2241 - Profissionais de Educação Física
· 3222 - Técnico de enfermagem e auxiliar de enfermagem
· 2239 - Terapeutas ocupacionais, ortopedistas e psicomotricistas
· 5151-05 - Agente Comunitário de Saúde
· 3222-55 - Técnico em Agente Comunitário de Saúde
Nº Título Descrição
e) Modelos de Informação da Estratégia e-SUS APS e Rede Nacional de Dados em Saúde:
Serão considerados os seguintes modelos de informação:
· Modelo de Informação de Atendimento Individual (MIAI): considera o Atendimento
Individual (presencial, domiciliar e remoto) com identificação do tipo de demanda, desde
que registrado por profissionais de saúde dos CBO supracitados, com CNS profissional
identificado.
· Modelo de Informação de Procedimentos (MIP): considera os procedimentos realizados
conforme a tabela do Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos,
Medicamentos e OPM do SUS (SIGTAP), desde que registrado por profissionais de saúde
dos CBO supracitados, com CNS profissional identificado.
· Modelo de informação de Visita Domiciliar e Territorial (MIVDT): considera o registro de
visitas domiciliares realizadas por ACS/TACS, devidamente identificados pelo CNS do
profissional, com preenchimento do campo ‘‘motivo da visita’’ selecionando as opções
‘‘recém-nascido’’ ou “criança”. A avaliação será feita considerando o período estabelecido
na boa prática: primeira visita até 30 (trinta) dias de vida e segunda até 6 (seis) meses de
vida.
· Modelo de informação de Vacinação (MIV): considera o registro da aplicação dos
imunizantes, com identificação do imunobiológico e dados da estratégia, dose, lote e
fabricante, desde que registrado por profissionais de saúde dos CBO supracitados, com CNS
profissional identificado.
· Registro de Imunobiológico Administrado (RIA): considera as informações sobre a
aplicação de imunobiológicos, como vacinas, e faz parte da Rede Nacional de Dados em
Saúde (RNDS) que tem como objetivo padronizar o registro e compartilhamento dessas
informações, tanto em campanhas de vacinação quanto na rotina de imunização.
f) Código do procedimento (o procedimento só é válido respeitando-se as habilitações de
CBO previstos na tabela SIGTAP):
· [Link]-4 - Avaliação antropométrica
· [Link]-3 - Medição de peso
· [Link]-5 - Medição de altura
· [Link]-9 - Avaliação do crescimento na puericultura
· [Link]-7 - Avaliação do desenvolvimento da criança na puericultura
· [Link]-0 - Teleconsulta na atenção primária
g) Esquema de doses:
Esquema Primário:
1) Vacina pentavalente: 3 doses de vacina(s) com os componentes difteria, tétano,
pertussis (coqueluche), hepatite B e haemophilus influenzae tipo b (com intervalo
mínimo de 30 dias entre as doses).
Códigos de vacinas que devem ser considerados:
09 – Vacina hepatite B (HepB)
17 – Vacina Haemophilus influenzae (Hib)
29 – Vacina penta acelular (DTPa/VIP/Hib)
39 – Vacina tetra (DTP/Hib)
42 – Vacina penta (DTP/ HepB/Hib)
43 – Vacina hexa (DTPa/ HepB/VIP/Hib)
46 – Vacina DTP (DTP)
47 – Vacina DTPa infantil (DTPa)
58 – Vacina tetra acelular (DTPa/VIP)
2) Vacina pólio injetável (VIP): 3 doses de vacina(s) com os componentes da
poliomielite na forma inativada (com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses):
Códigos de vacinas que devem ser considerados:
22 – Vacina polio injetável (VIP)
29 – Vacina penta acelular (DTPa/VIP/Hib)
43 – Vacina hexa (DTPa/ HepB/VIP/Hib)
58 – Vacina tetra acelular (DTPa/VIP)
3) Vacina sarampo, caxumba, rubéola (SCR) e Vacina sarampo, caxumba, rubéola e
varicela (SCRV): Duas doses de vacinas com os componentes sarampo, caxumba e
rubéola (não devem ser consideradas doses registradas antes dos 12 meses de vida da
criança).
Códigos de vacinas que devem ser considerados:
24 - Vacina sarampo, caxumba, rubéola (SCR)
56 - Vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCRV)
Nº Título Descrição
4) Vacina pneumocócica 10-valente (VPC10): 2 doses de vacina(s) com o componente
da pneumocócica 10 valente conjugada (com intervalo mínimo de 30 dias entre as
doses).
Códigos de vacinas que devem ser considerados:
26 – Vacina pneumo 10 (VPC10)
59 – Vacina pneumo 13 (VPC13)
106 – Vacina adsorvida pneumocócica 15-valente (conjugada, polissacarídica) (VPC15)
107 – Vacina pneumo 20 (VPC20)
Categorias de
25 Brasil, regiões, unidade federativa, municípios, CNES e equipe.
análise
· Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde (SIAPS).
26 Fonte de dados · Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).
· Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
Análise do indicador
Os dois primeiros anos de vida são uma janela de oportunidade para promover a saúde e o
desenvolvimento integral das crianças, contribuindo para que tenham uma vida saudável e
Interpretação em atinjam seu pleno potencial, tendo diversas repercussões nos outros ciclos da vida. Os dados
27
saúde apresentados pelo indicador serão essenciais para a compreensão de como se dá o cuidado
integral à criança na APS, e para subsidiar a tomada de decisões visando induzir o avanço da
implementação de boas práticas fundamentais para garantir o melhor começo de vida.
28 Ano de referência 2024.
Indicadores
29 Não se aplica.
relacionados
Ótimo: > 75 e ≤ 100
Bom: > 50 e ≤ 75
30 Parâmetro
Suficiente: > 25 e ≤ 50
Regular: ≤ 25
Classificação
31 Indicador de resultado.
gerencial
Classificação de
32 Indicador de efetividade.
desempenho
Limitações
· Considerando que há necessidade de registro qualificado da informação em campo
específico, é possível que os resultados sejam limitados por dificuldades de registro pelos
33 Limitações profissionais de saúde no prontuário eletrônico, assim como o envio tardio da informação
pela gestão local.
· Há possibilidade de lapso temporal na identificação da ocorrência de óbitos no CadSUS.
Responsabilidades
Coordenação-Geral de Inovação e Aceleração Digital na APS (CGIAD)
e-mail: [Link]
34 Gerencial
Setor: SAPS/MS
Telefone: (61) 3315- 9018
Coordenação-Geral de Atenção à Saúde das Crianças, Adolescentes e Jovens (CGCRIAJ)
e-mail: dgci@[Link]
Setor: DGCI/SAPS
Telefone: (61) 3315-9135
Telefone: (61) 3315-8847
35 Técnica
Departamento de Gestão do Cuidado Integral (DGCI)
e-mail: dgci@[Link]
Setor: SAPS/MS
Telefone: (61) 3315-9135
Telefone: (61) 3315-8847
4. CADERNO DE CÁCULO
4.1. Definição de criança: são consideradas no denominador todas as crianças vinculadas à equipe com até dois
anos de vida no período.
4.2. Para garantir que todos os municípios possam fazer o monitoramento da sua situação em relação a esses
indicadores, acompanhar o progresso e fazer um cálculo preliminar dos seus resultados, serão considerados os modelos de
informação publicados previamente pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde, do Ministério da Saúde, no âmbito do e-
SUS APS, através do sítio eletrônico: [Link] .
4.3. O numerador é constituído pela soma das boas práticas pontuadas durante o acompanhamento de criança
com até dois anos de idade. A pontuação pode alcançar um valor máximo de 100 pontos, para cada criança no período,
conforme Quadro 01.
4.4. Atenção: é importante destacar que para as boas práticas, serão considerados os registros de qualquer
profissional habilitado em estabelecimento de saúde da APS, no país.
Quadro 01. Boas práticas de cuidado no Desenvolvimento Infantil
Boas Práticas Pontos
(A) Ter a 1ª consulta presencial realizada por médica(o) ou enfermeira(o), até o 30º dia de vida. 20
Ter pelo menos 09 (nove) consultas presenciais ou remotas realizadas por médica(o) ou enfermeira(o) até
(B) 20
dois anos de vida.
(C) Ter pelo menos 09 (nove) registros simultâneos de peso e altura até os dois anos de vida. 20
Ter pelo menos 02 (duas) visitas domiciliares realizadas por ACS/TACS, sendo a primeira até os primeiros 30
(D) 20
(trinta) dias de vida e a segunda até os 06 (seis) meses de vida.
Ter vacinas contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, infecções causadas por Haemophilus influenzae
(E) tipo b, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola, pneumocócica, registradas com todas as doses 20
recomendadas.
Somatório em pontos 100
Quadro 02. Detalhamento para composição das boas práticas (A) 1ª consulta presencial realizada por
médica(o) ou enfermeira(o), até o 30º dia de vida e (B) pelo menos 09 (nove) consultas presenciais ou remotas realizadas
por médica(o) ou enfermeira(o) até dois anos de vida
Condicionante Código/Campo Descrição Observação
2251, 2252, 2253, 2231 Médicos -
CBO
2235 Enfermeiros -
Modelo de Informação de Atendimento Individual, desde que
Registro de
Modelo de registrado por profissionais de saúde dos CBO supracitados, com
atendimento da -
informação CNS profissional identificado, alocado conforme os códigos das
Estratégia e-SUS APS
equipes descritos.
Quadro 03. Detalhamento para composição da boa prática (C) pelo menos 09 (nove) registros simultâneos de
peso e altura até os dois anos de vida.
Condicionante Código/Campo Descrição Observação
2251, 2252, 2253, 2231 Médicos -
2235 Enfermeiros -
CBO Técnico de Enfermagem; ou Auxiliar de Enfermagem;
3222 -
ou Técnico em Agente Comunitário de Saúde
5151-05 Agente Comunitário de Saúde -
Modelo de Informação de Serão considerados os registros de Peso e Altura do
Atendimento Individual campo específico do PEC.
Serão considerados os registros com os códigos
Modelo de Informação de
SIGTAP especificados, com exceção do registro de
Procedimento
Modelo de procedimento consolidado. Registros realizados
informação Serão considerados os registros no campo no mesmo dia.
Modelo de Informação de
“Antropometria” ou o registro de Peso e Altura do
Atividade Coletiva
campo específico do PEC.
Modelo de Informação de Serão considerados os registros de peso e altura no
Visita Domiciliar e Territorial campo específico.
[Link]-4 Avaliação antropométrica -
SIGTAP [Link]-9 Avaliação do crescimento na puericultura -
[Link]-3 Medição de peso -
[Link]-5 Medição de altura -
Quadro 04. Detalhamento para composição da boa prática (D) pelo menos 02 (duas) visitas domiciliares
realizadas por ACS/TACS, sendo a primeira até os primeiros 30 (trinta) dias de vida e a segunda até os 06 (seis) meses de
vida.
Condicionante Código/Campo Descrição Observação
Técnico em Agente Comunitário de
3222-55 -
CBO Saúde
5151-05 Agente Comunitário de Saúde -
Modelo de Modelo de Informação de Visita Domiciliar e Serão considerados os registros de visita
-
informação Territorial domiciliar.
Quadro 05. Detalhamento para composição da boa prática (E) ter vacinas contra difteria, tétano, coqueluche,
hepatite B, infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola,
pneumocócica, registradas com todas as doses recomendadas.
Condicionante Código/Campo Descrição Observação
Todos que submeterem o registro ao SIAPS ou à RNDS. Será considerado qualquer
CBO -
registro de profissional habilitado em estabelecimento de saúde da APS, no país.
Registro do código da vacina no campo específico do
Modelo de Informação de
PEC e correta identificação da criança, com data de -
Modelo de Vacinação
nascimento e CPF ou CNS.
informação
Registro de Imunobiológico
Registro da vacina ou transcrição. -
Administrado (RIA)
09 Vacina hepatite B -
17 Vacina Hib -
22 Vacina polio injetável -
29 Vacina penta acelular (DTPa/VIP/Hib) -
26 Vacina pneumo 10 (VPC10) -
43 Vacina hexa (DTPa/ HepB/VIP/Hib) -
58 Vacina tetra acelular (DTPa/VIP) -
24 Vacina sarampo, caxumba, rubéola -
56 Vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCRV) -
Códigos Vacinas 39 Vacina tetra (DTP/Hib) -
42 Vacina penta (DTP/ HepB/Hib) -
43 Vacina hexa (DTPa/ HepB/VIP/Hib) -
46 Vacina DTP -
47 Vacina DTPa infantil -
58 Vacina tetra acelular (DTPa/VIP) -
59 Vacina pneumo 13 (VPC13) -
Vacina adsorvida pneumocócica 15-valente
106 -
(conjugada, polissacarídica) (VPC15)
107 Vacina pneumo 20 (VPC20) -
5. REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança:
crescimento e desenvolvimento. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Bucal. Caderno de Atenção Básica, n° 17. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.130, de 05 de agosto de 2015. Institui a a Política Nacional de Atenção Integral à
Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). 2015.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Gestão do Cuidado Integral Coordenação-
Geral de Articulação do Cuidado Integral Coordenação de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente. Caderneta da
Criança. Passaporte da Cidadania. 7ª edição. Brasília: Ministério da Saúde, 2024a.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento do Programa Nacional De
Imunizações. Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação: 2024. 2024b.
BRASIL. Ministério da Saúde. Nota técnica conjunta nº 52/2023 - CACRIAD/CGACI/DGCI/SAPS/MS e
CGSB/DESCO/SAPS/MS. Definição de anquiloglossia. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria de Consolidação N° 2, de 28 de setembro de 2017.
Consolidação das normas sobre as políticas nacionais de saúde do Sistema Único de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde,
2017.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primaria à Saúde. Departamento de Promoção da Saúde. Guia alimentar
para crianças brasileiras menores de 2 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2019.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia para a organização da Vigilância Alimentar e Nutricional na Atenção Primária à Saúde
[recurso eletrônico] / Ministério da Saúde. Universidade Federal de Sergipe. – Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. A saúde bucal no Sistema
Único de Saúde [recurso eletrônico]. Brasília: Ministério da Saúde, 2018a.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política
Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança: orientações para implementação/Ministério da Saúde. Secretaria de
Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília: Ministério da Saúde, 2018b.
DINIZ, Lílian Martins Oliveira; FIGUEIREDO, Bruna de Campos Guimarães. O sistema imunológico do recém-nascido. 2014.
Rev Med Minas Gerais 2014; v. 24, n. 2, pag. 227-233.
Documento assinado eletronicamente por Ana Cláudia Cardozo Chaves, Coordenador(a)-Geral de Saúde da Família e
Comunidade, em 12/08/2025, às 20:49, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no § 3º, do art. 4º, do
Decreto nº 10.543, de 13 de novembro de 2020; e art. 8º, da Portaria nº 900 de 31 de Março de 2017.
Documento assinado eletronicamente por José Eudes Barroso Vieira, Diretor(a) do Departamento Estratégias e Políticas
de Saúde Comunitária, em 13/08/2025, às 08:05, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no § 3º, do art. 4º,
do Decreto nº 10.543, de 13 de novembro de 2020; e art. 8º, da Portaria nº 900 de 31 de Março de 2017.
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