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Apostila - ROLAMENTOS

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PRINCIPIOS DE SELEO DE ROLAMENTOS E SUAS REAIS APLICAES Seleo do tamanho do rolamento

fl.8

O tamanho do rolamento a ser utilizado para uma aplicao pode ser inicialmente selecionado com base nas suas capacidades de carga em relao s cargas aplicadas e aos requisitos de vida til e de confiabilidade. Valores para a capacidade normal de carga dinmica C e para a capacidade normal de carga esttica C0 so citados nas tabelas de produtos. Tanto as condies de carga dinmica como de carga esttica do rolamento tm que ser verificadas independentemente. Cargas estticas no so somente aquelas que so aplicadas com o rolamento em repouso ou em velocidades rotacionais muito baixas (n < 10 r/min), mas devem incluir a verificao da segurana esttica de cargas de choque altas (cargas de durao muito curta). As cargas dinmicas tambm devem ser verificadas utilizando um espectro representativo das condies de carga no rolamento. O espectro da carga dever incluir qualquer carga de pico (alta) que possa ocorrer em raras ocasies. Abordagem do sistema e confiabilidade do rolamento Na equao de classificao de vida da SKF, a tenso resultante das cargas externas considerada juntamente com as tenses originadas pela topografia da superfcie, pela lubrificao e pela cinemtica das superfcies de contato rolantes. A influncia na vida do rolamento desse sistema combinado de tenso proporciona uma previso melhor do desempenho real do rolamento em uma aplicao especfica. Devido sua complexidade, uma descrio detalhada da teoria est alm do escopo deste catlogo. Portanto, uma abordagem simplificada de "catlogo" apresentada no ttulo "Vida nominal da SKF". Isso permite aos usurios explorar o potencial de vida do rolamento, realizar diminuio controlada e reconhecer a influncia da lubrificao e da contaminao na vida til do rolamento. A fadiga do metal das superfcies de contato rolante geralmente a causa predominante de falhas em rolamentos. Portanto, um critrio baseado em fadiga da pista geralmente suficiente para a seleo e dimensionamento de um rolamento para uma determinada aplicao. Normas internacionais, como ISO 281 so baseadas em fadiga do metal das superfcies de contato rolantes. No entanto, importante lembrar que o rolamento completo pode ser visto como um sistema no qual a vida de cada componente, como por exemplo gaiola, lubrificante e vedante (fig. 1), quando presente, contribui igualmente e, em alguns casos, predomina na durabilidade efetiva do rolamento. Na teoria, a vida til ideal obtida quando todos os componentes atingem a mesma vida. Em outras palavras, a vida calculada corresponder vida til real do rolamento quando a vida til de outros mecanismos contribuintes tiver pelo menos a mesma durao que a vida calculada do rolamento. Os mecanismos contribuintes podem

incluir a gaiola, o vedante e o lubrificante. Na prtica, a fadiga do metal geralmente o fator predominante. Capacidade de carga e vida - Cargas dinmicas e vida do rolamento A capacidade normal de carga dinmica C usada para clculos que envolvem rolamentos tensionados dinamicamente, ou seja, que giram com a carga. Ela expressa a carga do rolamento que proporcionar uma vida nominal bsica ISO 281:1990 de 1 000 000 de revolues. Supe-se que a carga seja constante em magnitude e direo e seja radial para rolamentos radiais e axial, agindo centralmente, para rolamentos axiais. As capacidades normais de carga dinmica para rolamentos da SKF so determinadas de acordo com os procedimentos descritos em ISO 281:1990. As capacidades de carga fornecidas neste catlogo aplicam-se a rolamentos de ao cromo tratados com calor, para uma dureza mnima de 58 HRC, e que funcionam em condies normais. Os rolamentos da SKF da classe Explorer so responsveis, entre outras coisas, pelas melhorias nas tcnicas de material e fabricao aplicadas pela SKF e aplicam fatores de atualizao para calcular as capacidades normais de carga dinmica de acordo com a ISO 281:1990. A vida de um rolamento definida como o nmero de revolues ou o nmero de horas de funcionamento a uma determinada velocidade que o rolamento pode suportar, antes do primeiro sinal de fadiga de metal (descascamento, lascamento) aparecer em um dos seus anis ou corpos rolantes. Experincias prticas mostram que rolamentos aparentemente idnticos que funcionam em condies idnticas tm diferentes vidas teis individuais. Uma definio mais clara do termo "vida" , portanto, essencial para o clculo do tamanho do rolamento. Todas as informaes apresentadas pela SKF sobre capacidades de cargas dinmicas so baseadas na vida esperada que 90 % de um grupo suficientemente grande de rolamentos aparentemente idnticos pode atingir ou exceder. Existem vrios outros tipos de vida de rolamento. Um desses tipos "vida til", que representa a vida real de um rolamento em condies de funcionamento reais, antes que ele falhe. Observe que a vida de um rolamento individual pode ser prevista somente de maneira estatstica. Os clculos de vida referem-se somente a uma populao de rolamentos e a um determinado grau de confiabilidade, como por exemplo, 90 %. Alm disso, falhas de campo no so geralmente provocadas por fadiga, mas so mais freqentemente provocadas por contaminao, desgaste, desalinhamento, corroso, ou como um resultado de falha da gaiola, da lubrificao ou do vedante. Fl.9 Uma outra "vida" a "vida de especificao". Essa a vida especificada por uma autoridade, por exemplo, baseada em dados hipotticos de carga e velocidade pela

mesma autoridade. geralmente uma vida nominal bsica L10 requerida e baseada em experincia adquirida em aplicaes semelhantes.

TERMINOLOGIA DO ROLAMENTO A terminologia seguinte usada para um arranjo de rolamentos. Arranjo de rolamentos (fig. 1) 1 Rolamentos de rolos cilndricos 2 Rolamento de esferas de quatro pontos de contato 3 Caixa 4 Eixo 5 Ressalto de encosto do eixo 6 Dimetro do eixo 7 Chapa de fixao 8 Vedante de eixo radial 9 Anel espaador 10 Dimetro do furo da caixa 11 Furo da caixa 12 Tampa da caixa 13 Anel de reteno A terminologia seguinte usada para as diversas partes de um rolamento. Rolamentos radiais (fig. 2 e fig. 3) 1 Anel interno 2 Anel externo 3 Corpo rolante: esfera, rolo cilndrico, agulha, rolo cnico, rolo autocompensador 4 Gaiola 5 Placa de vedao Vedao feita de elastmero, com contato (mostrado na figura) ou sem contato Placa de proteo feita de ao laminado, sem contato 6 Dimetro externo do anel externo 7 Furo do anel interno 8 Dimetro do ressalto do anel interno 9 Dimetro do ressalto do anel externo 10 Ranhura do anel de reteno 11 Anel de reteno 12 Face lateral do anel externo 13 Ranhura de ancoragem do vedante 14 Pista do anel externo 15 Pista do anel interno 16 Ranhura de vedao 17 Face lateral do anel interno 18 Chanfro fl.10 19 Dimetro mdio do rolamento fl.11 20 Largura total do rolamento

21 Flange-guia 22 Flange de reteno 23 ngulo de contato Rolamentos axiais (fig. 4) 24 Arruela de eixo 25 Conjunto de gaiola e corpos rolantes 26 Arruela de caixa 27 Arruela de caixa com superfcie de assento esfrica 28 Arruela de assento esfrica

FIGURA 1

FIGURA 2 ESQUEMA DO ROLAMENTO DE CONTATO ANGULAR SIMPLES

FIGURA 3 VER A TERMINOLOGIA DO ROLAMENTO NA PAGINA ANTERIOR

Fl.12

FIGURA 4 VER A TERMINOLOGIA DO ROLAMENTO NA PAGINA ANTERIOR

fl.13

FIGURA 5 ROLAMENTO DE ANEIS DE CONTATO ANGULAR

FIGURA 6

fl.14

FIGURA 7 ESQUEMA DE CORTE DAS VARIAS CAMADAS DE ROLOS CILINDRICOS

FIGURA 8

fl.15

ESQUEMA DE ROLAMENTO DE VARIAS CAMAS DE ESFERAS TIPO ABERTAS

FIGURA 9

FIGURA 10

fl.16

Rolamentos com varias camadas de rolos cilindricos FIGURA 11 Rolamentos convencionais de rolos cilndricos simples

FIGURA 12 ROLAMENTO DE UMA CAMADA DE ESFERAS DE CONTATO ANGULAR

fl.17

ROLAMENTOS EM MECATRONICA

fl.18

[Link] / Produtos / Catlogo de Engenharia Interativo / Rolamentos /

MECATRONICA

fl.19

As unidades de rolamentos mecatrnicas "plug and play" da SKF podem ser usadas para monitorizar ou controlar seqncias de operao, movimento ou sistemas de direo. As informaes deste catlogo oferecem uma breve viso geral dos componentes e desenvolvimentos mecatrnicos executados pela SKF, que j foram comprovados em uma variedade de aplicaes industriais e automotivas. Informaes mais detalhadas sobre capacidades e produtos mecatrnicos da SKF podem ser obtidas atravs do seu representante SKF.

Unidades de rolamentos sensorizados Informaes exatas sobre as condies de movimento dos componentes rotativos ou de deslocamento axial so decisivas em vrios campos da engenharia. O controle exato do movimento torna-se da maior importncia com a crescente necessidade de automao de todos os tipos de processos (fig. 1). Alm disso, a demanda pelo desenvolvimento de construes mais simples e mais leves requer solues de sistemas integrados, por exemplo, que as unidades de rolamentos sensorizados registrem 1. o nmero de revolues 2. a velocidade 3. a direo de rotao 4. a contagem/posio relativa 5. a acelerao ou desacelerao As unidades de rolamentos sensorizados da SKF (fig. 2) so componentes de mquinas mecatrnicos que abrangem os campos da engenharia de sensores e de rolamentos. Elas so praticamente uma combinao ideal de um rolamento de esferas verstil com uma unidade sensora blindada contra interferncias externas. O corpo sensor, o anel de impulso e o rolamento so presos mecanicamente entre si, formando uma unidade integrada pronta para montar. As unidades de rolamentos sensorizados patenteadas e desenvolvidas pela SKF so simples, robustas e consistem em um rolamento rgido de esferas da classe SKF Explorer e uma unidade sensora ativa da SKF. As unidades de rolamentos sensorizados da SKF so desenvolvidas especialmente para funcionar como codificadores incrementais para controle de mquinas e/ou motores. Elas so especialmente adaptadas para motores assncronos, proporcionando uma codificao confivel e compacta para os controles mais exigentes. Elas so indicadas para aplicaes com anel interno rotativo e anel externo estacionrio. Unidades de rolamentos sensorizados da SKF para aplicaes com anel interno estacionrio e anel externo rotativo, por exemplo, para uso em sistemas transportadores, podem ser fabricadas sob solicitao (entre em contato com o servio de engenharia de aplicao da SKF).

RELAO DOS ROLAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL Tabelas de produtos Rolamentos Rolamentos rgidos de esferas uma carreira uma carreira, com ranhura para o anel de reteno unidades de rolamentos vedados com leo ICOS uma carreira, com rasgos de entrada uma carreira, com rasgos de entrada e ranhura para o anel de reteno uma carreira, com rasgos de entrada e sem gaiola uma carreira, ao inoxidvel uma careira, ao inoxidvel e com flange uma carreira, rolamentos hbridos uma carreira, INSOCOAT uma carreira, para altas temperaturas uma carreira, com Solid Oil duas carreiras Unidades de rolamentos sensorizados Rolamentos y com fixao para cavilha roscada com colar de fixao excntrico com bucha de fixao com anel interno padro para altas temperaturas com Solid Oil com um furo hexagonal ou quadrad anis de assento em borracha Rolamentos de esferas de contato angular uma carreira uma carreira, com Solid Oil uma carreira, para montagem em pares duas carreiras duas carreiras, com Solid Oil Rolalmentos de esfera de quatro pontos de contato Rolamentos autocompensadores de esferas furo cilndrico e cnico com buchas de fixao com Solid Oil Rolamentos de rolos cilndricos uma carreira uma carreira, sem anl interno

fl.20

fl.21

uma carreira, com Solid Oil duas carreiras Quatro carreiras seis carreiras nmero mximo de elementos rolantes para um carreira nmero mximo de elementos rolantes em duas carreiras nmero mximo de elementos rolantes para vrias carreiras bipartido de uma carreira bipartido de duas carreiras duas carreiras, alta preciso uma carreira, alta preciso Rolamentos de rolos de agulhas conjuntos de gaiola e rolos de agulhas com capa retirada com flanges, sem anl interno com flanges, com anl interno com flanges, com anel interno, com Solid Oil sem flanges, sem anl interno sem flanges, com anl interno Alinhamento sem anl interno Alinhamento com anl interno anis internos rolos de agulhas Rolamentos de rolos de agulhas combinados rolamentos de esferas de contato angular/rolos de agulhas rolamentos axial de esfera com conjunto completo de rolos/rolos de agulhas rolamentos axiais de esferas/rolos de agulhas rolamentos axiais de rolos cilndricos/rolos de agulhas Rolamentos de rolos cnicos/rolos cilndricos combinados Rolamentos de rolos cnicos uma carreira uma carreira, em pares e dispostos em X uma carreira, em pares e dispostos em O uma careira, em pares e dispostos em tandem uma carreira, com Solid Oil duas carreiras, configurao TDO duas carreiras, configurao TDI Quatro carreiras, configurao TQO Quatro carreiras, configurao TQI

Rolamentos autocompensadores de rolos furo cilndrico e cnico furo cilndrico, com Solid Oil com buchas de fixao com buchas de desmontagem divididos Rolamentos de rolos toroidais CARB Furo cilndrico e cnico furo cilndrico, rolamentos vedados com buchas de fixao com buchas de desmontagem Rolamentos axiais de esferas escora simples Escora simples, com arruela de caixa esfrica Rolamentos axiais de esferas, escora simples, com Solid Oil escora dupla escora dupla, com arruelas de caixa esfricas Rolamentos axiais de esferas de contato angular escora simples escora dupla escora dupla, alta preciso

fl.22

Rolamentos axiais de rolos cilndricos rolamento completo / conjunto de rolos axiais cilndricos e gaiolas Arruelas de rolamento - rolamentos axiais de rolos de agulhas e de rolos cilndricos Rolamentos axiais de rolos de agulhas conjuntos axiais de gaiolas e rolos de agulhas e rolamentos com gola de centragem Arruelas de rolamento - rolamentos axiais de rolos de agulhas e de rolos cilndricos Rolamentos axiais de rolos cnicos escora simples escora dupla Rolamentos com parafuso de ajustagem Rolamentos axiais autocompensadores de rolos Roldanas Rolos de leva Rolos de suporte sem orientao axial, sem anl interno Rolos de suporte sem orientao axial, com anl interno Rolos de suporte com orientao axial fl.23

Rolos conduzidos pelo came Rolamentos de suporte para laminadores Unidades de rolos indexados Produtos de engenharia Rolamentos hbridos Rolamentos rgidos de esferas, uma carreira, rolamentos hbridos Rolamentos INSOCOAT Rolamentos rgidos de esferas, uma carreira, INSOCOAT Rolamentos de rolos cilndricos, uma carreira, INSOCOAT Rolamentos e unidades de rolamento para altas temperaturas Rolamentos rgidos de esferas, uma carreira, para altas temperaturas Rolamentos Y, para altas temperaturas Unidades de rolamento Y para altas temperaturas, unidades de mancal reto Unidades de rolamento Y para altas temperaturas, unidades flangeadas, com caixa quadrada Unidades de rolamento Y para altas temperaturas, unidades flangeadas, com caixa oval Rolamentos com Solid Oil Rolamentos rgidos de esferas, uma carreira, com Solid Oil Rolamentos Y, com Solid Oil Rolamentos de esferas de contato angular, uma carreira, com Solid Oil Rolamentos de esferas de contato angular, duas carreiras, com Solid Oil Rolamentos autocompensadores de esferas, com Solid Oil Rolamentos de rolos cilndricos, uma carreira, com Solid Oil Rolamentos de rolos de agulhas, com flanges, com anel interno, com Solid Oil Rolamentos de rolos cnicos, uma carreira, com Solid Oil Rolamentos autocompensadores de rolos, furo cilndrico, com Solid Oil Rolamentos axiais de esferas, escora simples, com Solid Oil Rolamentos de esferas de polmero Rolamentos de uma carreira de esferas de polmero Rolamentos axiais de esferas de polmero Mecatrnica Unidades de rolamentos sensorizados Acessrios para rolamentos Buchas de fixao para eixos mtricos Buchas de fixao para eixos com dimenses em polegadas Buchas de fixao com dimenses em polegadas Buchas de desmontagem Porcas de segurana KM(L) com arruela de segurana Porcas de segurana HM(E) com presilha Porcas de fixao N e AN com dimenses em polegadas Arruelas de segurana MB(L) Arruelas de segurana W com dimenses em polegadas Presilhas MS Porcas de segurana KMFE com parafuso de segurana

fl.24

Porcas de segurana KMK com dispositivo de trava Porcas de segurana de preciso KMT com pinos de segurana Porcas de segurana de preciso KMTA com pinos de segurana

Esquemas de rolamento de uma camada de esferas com contato angular

Esquemas de rolamento de uma camada de esferas fl.25 com contato angular

ROLAMENTOS AUTO COMPENSADOR DE ESFERAS

ROLAMENTOS AUTO COMPENSADORES DE DUAS ESFERAS fl.26

POSIO JUSTA POSTAS

ROLAMENTOS DE ROLOS CILINDRICOS PADRO UNIVERSAL

ROLAMENTOS DE ROLOS CILINDRICOS ESPECIAIS

fl.27

Rolamentos de rolos cilndricos especiais

ROLAMENTOS DE ROLOS CILINDRICOS ESPECIAIS

Rolamento de rolos de agulhas com capa retirada e extremidades abertas

Fl.28

CONJUNTO DE GAIOLAS E ROLOS DE AGULAS

fl.29

ROLAMENTOS DE ROLOS CONICOS

CORTE DE ROLAMENTO ANGULAR DE ROLOS CILINDRICOS

fl.30

ROLAMENTOS DE ESFERAS

Rolamento de esfera com capa interna de preyeno

Os rolamentos rgidos de esfera so multi-funcionais, auto sustentveis com anis externos macios, anis internos e coroas de agulhas. Este produto de simples montagem, insensvel e de fcil manuteno so fornecidos com uma ou duas carreias assim como abertos ou vedados. Os rolamentos abertos podem ter, no anel externo, ranhura na junta para vedao ou discos. Devido ao seu baixo momento de atrito, os rolamentos rgidos de esfera so adequados para altas rotaes.

Fl.31

Rolamento de eixos so rolamentos de esfera de contato angular compostos por anis externos e internos e coroas de esferas com gaiolas janela macia. Eles so desmontveis Os rolamentos esto disponvies nas verses aberto e vedado. Os rolamentos de eixo tem tolerncias pequenas. Eles so adequados principalmente para mancais com altas exigncias quanto a tolerncia e rotao. Eles se mostram muito teis como mancais de eixos em mquinas de ferramentas.

ACIMA ROLAMENTOS DE ROLOS CILINDRICOS

Rolamento de rolos cilindricos de uma carreira com gaiol e componentes que so compostos por anis externos e internos macios e coroa de rolos cilindricos. Os anis externos tem bordas fixas de ambos os lados ou sem borda, os anis internos tem duas bordas fixas ou sem borda. A gaiola impede que os rolos cilindricos toquem uns nos outros durante o funcionamento. Os rolamentos de rolos cilindricos so rgidos, podem absorver altas cargas radiais e, atravs de sua gaiola, so adequados para altas rotaes na verso macia de rolos. Os rolamentos com a marca E possuem um conjunto de rolos reforados e so adequados para suportar altas cargas. Fl.32

Os rolamentos so modulares e podem ser facilmente desmontados. Ambos anis podem ter uma combinao fixa. Os rolamentos de rolos cilindricos de uma carreira com gaiola esto disponveis como rolamento livre, rolamento de apoio e rolamento fixo. X-life Diversos tamanhos so fornecidos na verso X-life. Os rolamentos com a qualidade X-life tem uma rugosidade Ra baixa e a melhor preciso das pistas do que as verses que no tenham a qualidade X-life. A resistncia e a durabilidade destes rolamentos so maiores devido as dimenses idnticas. Em determinadas aplicaes, o mancal tambm pode ser menor.

Rolamento de rolos cilindricos macios possuem anis externos e internos e rolos cilindricos guiados para a borda. Atravs da maior quantidade possvel de corpos rolantes, estes rolamentos suportam cargas radiais, so rgidos e especialmente adequados para construes que necessitam de pouco espao. Contudo eles no alcanam rotaes elevadas devido s relaes cinemticas, o que possvel com os rolamentos de rolos cilindricos com gaiola. Os rolamentos de rolso cilindricos macios podem ser adquiridos como rolamento livre, rolamento de apoio e rolamento com um ou duas carreiras. X-life Diversos tamanhos so fornecidos na verso X-life. Estes rolamentos esto especificados nas tabelas de medidas. Os rolamentos com a qualidade X-life tem uma rugosidade Ra baixa e a melhor preciso das pistas do que as verses que no tenham a qualidade X-life. A resistncia e a durabilidade destes rolamentos so maiores devido as dimenses idnticas. Em determinadas aplicaes, o mancal tambm pode ser menor. Fl.33

Rolamentos de rolos cnicos so compostos por anis externos e internos macios com pistas esfricas e rolos cnicos com gaiolas. Os rolamentos no so auto sustentveis. Atravs disto, o anel interno com os rolos e com a gaiola pode ser montado separado do anel externo. Os rolamentos de rolos cnicos absorvem cargas radiais e cargas axiais de um lado. Para o movimento axial contrrio necessrio, normalmente, um segundo rolamento que montado face a face.

Rolamentos auto compensadores so componentes de duas carreiras, auto sustentveis, compostos por anis externos macios com pista oca, anis internos macios assim como rolamento de rolos com gaiolas. Os anis internos tem perfuraes cilindricas ou cnicas. Os rolamentos de rolos simtricos se encaixam sem esforo na pista oca do anel externo. Assim, a flexo do eixo e o desvio do apoio do rolamento so compensados. X-life Os rolamentos auto compensadores existem em vrios tamanhos na verso X-life. Estes rolamentos no tem nenhuma borda mdia no anel interno e por isto possuem uma cinemtica melhor, superfcies optimizadas e materiais mais resistentes. A carga dinmica e o tempo de vida til, sob as mesmas condies de funcionamento, claramente maior. Em determinadas aplicaes, o mancal tambm pode ser menor. Fl.34

Os rolamentos de esferas de contato angular so compostos por discos de eixo, anilha plana e coroas de esferas. Os rolamentos no so auto fixantes; as carreias de esferas e os discos podem ser montados independentes uns dos outros. Alm das sries com discos planos, h tambm as sries com desvio angular esttico. Estas verses so aplicadas na maioria das vezes em conjunto com anel plano. Os rolamentos rgidos de esferas axial h nas verses com atuao de um nico lado ou dos dois lados. As duas verses absorvem foras axiais altas, contudo no podem ser sobrecarregados na posio radial.

Os rolamentos de esfera de contato angular axial que atuam dos dois lados no so rolamentos com tolerncias limitadas do tipo da classe SP. Eles so compostos por discos macios, anel de distanciamento, anilha plana assim como coroas de esferas com gaiolas macias de Messing. Os componentes do rolamento esto ordenados uns em cima dos outros e podem ser montados separadamente, porm eles no podem ser trocados com os rolamentos do mesmo tamanho. Fl.35

Rolamento de rolos cilindricos axial Os rolamentos de rolos cilindricos axiais so uma combinao de carreiras de rolos cilindricos axiais, anilha plana e discos de eixo. Os rolamentos tem uma altura axial mnima, so altamente resistentes, muito rgidos e absorvem foras axiais em uma direo. Coroas de rolos cilindricos axial As coroas de rolos cilindricos axiais so compostas por gaiolas axiais com uma ou duas carreiras. Estas coroas tem uma altura axial mnima, so altamente resistentes e muito rgidas. Elas absorvem foras axiais de uma direo e atuam na direo radial como eixo livre. As coroas axiais so combinadas com discos de eixos e anilha plana ou integrada diretamente na construo. Se utilizarmos rolamentos axiais de esferas cilindricas, deve-se utilizar ento pistas de rolamentos. Anilha plana As anilhas planas so pr-tensionadas, a superfcie do manto retificada, e as superfcies de movimento passam pela usinagem fina. Elas so centralizadas no lado externo e podem ser combinadas com coroas axiais quando a superfcie no pode ser utilizada como pista . Discos de eixo Os discos de eixo so pr-tensionados, a perfurao retificada, e as superfcies de movimento passam pela usinagem fina. Eles so centralizados no lado interno e podem ser combinados com coroas axiais quando a superfcie no pode ser utilizada como pista. Discos de rolamento Os discos de rolamento so utilizados como discos de eixo e plano. A perfurao e a superfcie do manto so torneadas, a superfcie de rolamento retificada.

Fl.36

ROLAMENTOS DE ROLOS

fl.37

Rolamento de rolos so componentes auto sustentveis, com uma ou duas carreiras e com anis com espessura especialmente grossas. Estes rolamentos de rolos absorvem foras radiais elevados como tambm as axiais em ambas direes. A superfcie do manto do anel externo abaulada ou cilindrica. As verses com superfcie abaulada so utilizadas quando h inclinaes em frente da pista ou quando necessrio evitar tenses nos cantos. H rolamento de rolos com anel interno, com munho e com manto de plstico no anel externo.

Os rolamentos lineares so elementos para movimentos de translao. Como nos rolamentos rotatrios, ns diferenciamos aqui, se o elemento rolante ou deslizante suportam as foras que atuam. As exigncias impostas ao componentes lineares so diferenciadas como suas aplicaes nas quais eles so utilizados Ento eixigo preciso e velocidade nos sistemas de transporte e alimentao enquanto que as exigncias impostas as mquinas esto mais ligadas preciso e rigidez. Para encontramos aqui o guia linear ideal para uma aplicao importante termos um palete grande de protudos e tambm uma assistncia. INA oferece ambos: Um programa diversificado de guias lineares, combinado com uma assistncia competente. E atravs de um programa de acessrios, em combinao com as aplicaes, as verses padronizadas de guias pode ser ainda optmizada ainda mais. Cada tipo de guia possui suas caracterscias prprias, as quais os tornam ideais para cada tipo de aplicao. A regra geral que para a escolha do tipo de guia depende dos diversos fatores que devem ser levados em considerao. Alm da carga, da acelerao, da velocidade e do avano, tambm deve-se considerar outros fatores como temperatura, lubrificao, vibraes, montagem, manuteno, etc. Corpos rolantes lineares Corpos rolantes lineares esto disponveis como guias perfilados, guias de rolos, guias de eixo com rolamento de esferas, guias de gaiolas planas, guias com rolamentos de rolos ou esferas assim como unidades lineares acionveis (mdulos e mesas). A INA tambm produz guias miniaturas para pequenos espaos de montagem como ocorre por exemplo na mecatrnica. Estes elementos com pequeno espao de montagem, altamente resistentes, com baixa emisso de rudos e rgidos podem ser adquiridos com guia de rolos ou gaiolas. Eles substituem frequentemente as solues compactas, as quais necessitam claramente um espao de montagem maior. Os guias so compostos por uma unidade formada por carro e trilho, um rolamento linear - sistema de eixos ou eles so unidades trilho-trilho com gaiolas planas de rolos ou esferas entrepostas. Os guias lineares acionveis so sistemas completos de eixos mltiplos ou de um eixo com sistema guia mecnico, motor e um sistema de controle. Os guias lineares so rolamentos fixos prontos para utilizao com avanos ilimitados. Os guias de gaiolas planas e os sets de guias lineares so utilizados para avanos limitados, com poucas excees, devido a cinemtica da gaiola. Estes guias absorvem foras em todas as direes - exceto na direo de movimentao - e momentos em todos os eixos. Os guias de eixos com rolamentos de esferas lineares so adequados para cargas nas duas direes e compensam os desvios de alinhamento do eixo. Para a tolerncia e rigidez necessrias, a maioria das unidades j so fornecidos prtensionados a partir da fbrica ou podem ser tensionados na montagem. As aplicaes que exigem movimentos e posicionamento precisos podem ser realizadas sem problemas pois existem vrias classes de pr-tensionamento e tolerncia. Para a determinao do tamanho do guia, em primeira linha consideramos a valor e o tipo da carga, assim como o tempo de funcionamento e a segurana. No geral os rolamentos de rolos podem ser mais sobrecarregados do que os guias com base em esferas. No caso de uma carga pequena ou mdia e movimentos altamente dinmicos so utilizados preferencialmente guias de esferas e, no caso de cargas elevadas, os guias de rolos. Caso seja necessrio absorver cargas elevadas, os guias de gaiolas planas e rolos so especialmente adequados.

Rolamento deslizante linear Dependendo do tipo do guia aplica-se o revestimento deslizante na parte fixa ou mvel do componente. A lubrificao feita atravs de graxas contidas no revestimento. Dependendo do tipo do guia, o revestimento deslizante aplicado no componente fixou ou mvel. A lubrificao feita com graxas que se encontram na camada deslizante. Os rolamentos deslizantes lineares so rolamentos fixos para avanos ilimitados. Estes guias esto disponveis como guias deslizantes miniatura, rolamentos deslizante linear Permaglide e unidade deslizante assim como guia plano. Os guias deslizantes miniatura so compostos por um sistema carro-trilho com uma camada deslizante que no precisa de manuteno, guias deslizantes lineares permaglide de uma bucha Permaglide que tambm no precisa de muita manuteno, a qual se encontra em um anel de metal leve. Os guias planos so sistemas de trilhos, nos quais a superfcie deslizante provida de um revestimento deslizante que no precisa de muita manuteno. Os guias deslizantes tem pouco desgaste, podem ser sobrecarregados estaticamente, so insensveis batidas e seujeira, emitem pouco rudo e trabalham livremente. Os guias que no necessitam de manuteno tem que ser lubrificados; os materiais que no necessitam de muita manuteno possuem uma boa caracterstica de movimentos de emergncia. Atravs de caractersticas especficas e diversificadas, os guias deslizantes so utilizados em vrias reas, especialmente quando no possvel fazer manuteno ou quando a necessidade minima, ou quando h perigo de lubrificao mnima ou quando no se deseja utilizar lubrificantes, ou quando no permitido. O tempo de vida til de um guia deslizante linear depende essencialmente da carga, da velocidade, da temperatura e do tempo de funcionamento. Alm disto deve-se considerar tambm os fatores como impurezas, corroso no funcionamento a seco ou envelhecimento do lubrificante no caso da falta de lubrificao suficiente. O tempo de vida til nominal sempre um valor de referncia. Muitos outros fatores externos no podem ser calculados. Testes sob condies de funcionamento mostram dados seguros sobre a utilizao e sobre o tempo de vida til na respectiva aplicao.

Fl.39 Os guias de rolos so guias modulares ajustveis para diversas aplicaes. Eles so adequados para a aplicao em sistemas de manuteno devido a sua montagem simples. Eles se caracterizam principalmente atravs da baixa emisso de rudo, altas velocidades, deslocamento longo e do sistema modular

. Carros Os guias de rolos so compostos por um carro feito de alumnio ou mais, rolos perfilados e por um trilho reto ou circular. Os carros esto disponveis na verses como carros de cmara oca, carros abertos, carros compactos e carros para movimentos curvos, oval e circular. Trilhos de suporte Os trilhos de suporte so feitos de alumnio com eixo feito de ao para rolamento. Os trilhos esto disponveis em vrias verses, como por exemplo: trilhos com perfil cheio, trilhos ocos, trilhos planos, etc. Sua escolha depende do tipo de aplicao e do tipo de guia de rolos

Os guias de eixo so guias com rolamentos de esferas e rolamentos deslizantes para diversas aplicaes. Os rolamentos de esferas lineares existem nas sries simples, compacta e macia. So utilizados juntamente com veio tubular cheio, oco ou trilhos de suporte. O programa ainda oferece uma grande possibilidade de escolha de guias lineares de esfera e de rolamentos deslizantes. Aqui esto montados os rolamentos lineares de esfera, ou deslizantes nas carcaas. Uma grande quantidade de eixos (usinados ou no), trilhos de suporte e vrios acessrios oferem um espectro muito grande de aplicaes. Os rolamentos de rolos so adequados para ordenaes de rolamentos fixos/fixos ou fixos/livre em combinao com os trilhos guia e forma um sistema de mancal para os movimentos lineares com avano ilimitado. Eles absorvem foras, na ordenao fechada, de todas as direes e momentos em todos os eixos. Sua resistncia altssima e o espao de montagem necessrio muito pequeno. Os guias podem ser pr-tensionados atravs da chaveta e nesta condio so bem rgidos. Fl.40 Atravs destas possibilidades mtiplas na ordenao dos elementos eles so adequados para diversas aplicaes na ferramentaria, principalmente para guias lineares nas mquinas de ferramentas, quando necessrio ter alta preciso de posicionamento em movimentos contnuos e longos.

O programa oferece chavetas para o ajuste exato da pr-tens, aparelhos de ajsute para medir a deformao quando necessrio a absoro da pr-tenso e oferece tambm um adapatador para a montagem simples do rolamento de rolos num ngulo de ordenao de 45. ROLAMENTOS E ROLOS EXPLICAO TECNICA USUAL . Os rolamentos para movimentos giratrios existem nas verses como rolamentos ou mancal de frico. Ns diferenciamos se as foras so transmitidas entre as componentes rolantes atravs de elementos rolantes ou de frico. Rolamentos Os rolamentos so compostos em geral por dois anis com pistas integradas. Os rolamentos esto ordenados entre os anis. Os rolamentos giram nas pistas. Como corpos rolantes podem ser utilizadas esferas, rolos cilindricos, rolos de agulhas, rolos cnicos. Uma gaiola guia os corpos rolantes, os mantm em uma distncia uniforme e impede que eles se toquem. Nos rolamentos de agulhas e nos rolamentos auto compensadores sem bordas, a gaiola cuida para que o eixo esteja na posio correta. Se os rolamentos forem desmontveis, a gaiola mantm os corpos rolantes juntos e facilita assim a montagem do rolamento. No caso de aplicaes especiais tambm podem ser utilizados rolamentos de esferas, de rolos e de agulhas macios. O material padro par a fabricao das gaiolas de chapa o ao e para algumas aplicaes o messing tambm. H gaiolas macias de messing, ao, tecido laminado e outros materiais. Muito comum so tambm as gaiolas de termoplstico, principalmente aquelas de poliamida reforada com fibra de vidro. Os anis e os corpos rolantes so feitos sobre tudo de ao cromo temperado e tambm utiliza-se ao comum. Os rolamentos especiais para condies extremas - carga, rotao, temperatura, corroso - so feitos de ao inoxidvel, plstico e cermica resistentes a temperatura, e de outros materiais tambm. H rolamentos abertos e vedados dos dois lados. O tipo mais comum so as vedaes da junta e vedao labial.

Fl.41 Caractersticas e aplicao fl.42

Cada tipo de guia possui suas caracterscias prprias, as quais os tornam ideais para cada tipo de mancal. A regra geral que para a escolha do tipo de mancal depende dos

diversos fatores que devem ser levados em considerao. Alm da carga, da acelerao, da velocidade e do avano, tambm deve-se considerar outros fatores como temperatura, lubrificao, vibraes, montagem, manuteno, etc. Em muitos casos necessrio no mnimo um das medidas principais do rolamento - na maioria das vezes o dimetro da perfurao - que j so determinadas pela construo. Os rolamentos para cargas radiais so denominados como rolamentos radiais. A maioria dos rolamentos radiais absorvem cargas combinadas, por exemplo: os rolamentos rgidos de esfera, os rolamentos de esfera de contatoangular, os rolamentos de rolos cnicos ou os rolamentos auto compensadores. Os rolamentos de rolos cilindricos N, NU, a maioria dos rolamentos de agulhas, assim como as coroas de agulhas absorver unicamente cargas radiais. Os rolamentos que absorvem cargas axiais so denominados como rolamentos axiais. Os rolamentos auto compensadores axiais e os rolamentos de esfera de contato angular que atua de um nico lado absorvem cargas radiais axiais. Os outros rolamentos axiais so adequados para cargas axiais. Se houver pouco espao de montagem na direo radial, ento so utilizados os rolamentos com a menor altura do corte transversal, por exemplo: coroas de agulhas, rolamento de agulhas com ou sem anel interno, rolamento rgido de agulhas ou rolamento auto compensador de determinadas sries. Se o espao de montagem axial for limitado, ento os rolamentos de rolos cilindricos, rolamentos rgidos de esferas e rolamentos de esfera de contato angular so adequados quando h cargas combinadas. Para as cargas axiais so utilizadas as coroas de agulhas axiais, rolamento de agulhas axiais ou rolamento rgido de espefas axiais de determinadas sries. Uma outra caracterstica o tipo, como o rolamento guia o eixo. H rolamentos que permitem deslocamentos axiais, rolamentos que guiam o eixo em uma ou em outra direo axial e h aquels que permitem o movimento angular e assim a inclinao da construo. Para a determinao do tamanho do guia, em primeira linha consideramos a altura e o tipo da carga dinmica ou esttica , assim como o tempo de funcionamento e a segurana. Os rolamentos de rolos devem suportar movimentos dinmicos. Os rolamentos que devem suportar carga esttica so os rolamentos de movimentos relativamente lentos entre os anis, nos movimentos de oscilao ou cargas quando esto parados. No geral os rolamentos de rolos podem ser mais sobrecarregados do que os guias com base em esferas. Para cargas mdias ou pequenas so utilizados os rolamentos de esfera; para cargas elevadas so utilizados os rolamentos com dimetro maior, frequentemente os rolamentos de rolos. Rolamento de leva Os rolamentos de leva, como os mancais de rolamento, tem a tarefa de apoiar partes rolantes ou gui-las. Para isto, eles precisam absorver e transportar as foras atuantes. Contudo, se os mancais forem separados uns dos outros atravs de corpos rolantes, ento os mancais apoiam o componente em movimento - na maioria das vezes um eixo, um munho - na superfcie de uma bucha de rolamento fixa, uma bucha do mancal. O movimento ocorre diretamente entre a camada deslizante do rolamento e da pea. A lubrificao assegurada atravs de lubrificantes j armazenados ou como camada fixa em cima de um suporte montado. No caso de movimentos radiais, a folga entre o eixo e a camada assegura o movimento.

H rolamentos de leva como rolamentos radiais, axiais, meia bucha e muitas outras formas. Eles se movimentam com baixa emisso de rudo, so especialmente adequados quando eles tem que absorver cargas elevadas em movimentos e rotaes lentas assim como temperaturas altas ou baixas. Atravs de suas caractersticas especiais eles tambm so utilizados em todas as reas industriais, especialmente quando h apenas um pequeno espao de montagem disponvel. Materiais Permaglide Como material so utilizados os Permaglide P1 ou P2. Permaglide P1 livre de manuteno e utilizado no funcionamento a seco. Os produtos que so feitos com este material so adequados quando deve ser livre de manuteno, quando h perigo de baixa lubrificao ou quando no desejado o uso de lubrificantes. P1 podem ser utilizados nos movimentos rotativos e oscilantes e tambm para movimentos lineares. O material de baixo ndice de desgaste possui boas caractersticas deslizantes, um baixo coeficiente de atrito e quimicamente resistente. Permaglide no higroscpico e no tem a tendncia para desgaste. Tambm adequado para condies super dinmicas de funcionamento. Os materiais Permaglide livres de manuteno h nas variantes P10 e P11, assim como nas variantes P14 e P141 sem chumbo. Permaglide P2 um material de baixo desgaste e de baixa manuteno com boas caractersticas de amortizao e com longos intervalos de lubrificao. Pode ser utilizado para movimentos giratrios ou oscilantes, pouco sensvel na carga lateral e insensvel contra batidas. Os materiais Permaglide de baixa manuteno h nas variantes P20, P21, P22 e P23. Os produtos que usam Permaglide como buchas, bucha com flange, discos. Buchas, discos e lminas so produzidas com Permaglide P1 livres de manuteno ou com PS que necessita de pouca manuteno. H tambm em vrias formas O tempo de vida til de um guia deslizante linear depende essencialmente da carga, da velocidade, da temperatura e do tempo de funcionamento. Alm disto deve-se considerar tambm os fatores como impurezas, corroso no funcionamento a seco ou envelhecimento do lubrificante no caso da falta de lubrificao suficiente. O tempo de vida til nominal sempre um valor de referncia. Para a determinao do tamanho devemos calcular a carga, a resistncia assim como as exigncias de durabilidade e segurana. Devido a outros fatores externos que no podem ser calculados, os testes nos do as melhores informaes sobre a utilizao e tempo de vida til dependendo de cada aplicao.

Fl.43

Curso : ENGENHARIA MECATRONICA

Apostila n 06 MANCAIS E ROLAMENTOS Definies tcnicas clculos de dimensionamento

PROF. CLAUDIO ANTONIO GARCIA Projetos de Maquinas

INFORMAO IMPORTANTE:

fl.0

A MAIORIA DAS INFORMAES CONTIDAS NESTA APOSTILA PRINCIPALMENTE AS FIGURAS ANEXADAS AO MESMO VISANDO ILUSTRAR AS INFORMAES DESCRITIVAS DOS RESPECTIVOS ASSUNTOS FORAM AUTORIZADAS PELAS SEGUINTES EMPRESAS: - SKF

DO BRASIL LTDA

Fabrica , Supply Chain Rodovia Anhanguera, km 30, Cajamar - So Paulo

Contato: Departamento de Engenharia/ Imprensa Setorial Clientes e Fornecedores Site: [Link]

- SCHAEFFER DO BRASIL LTDA Diviso AMERICA DO SUL Fabrica unidade Fabril SOROCABA Av. Independncia, 3500 Bairro do Edem Sorocaba So Paulo Contato: Departamento de Engenharia/ Relacionamento Setorial- Fornecedores Produtos: FAG e INA
Site: [Link] Observao Funcional :

Para pesquisas futuras de estudantes na rea da engenharia se interessar se aprofundar com maiores detalhes, devero realizar o seu cadastramento pessoal junto as respectivas empresas para ter acesso a informaes comerciais e detalhes tcnicos especficos.

ROLAMENTOS E MANCAIS
1- TIPOS DE ROLAMENTOS De esferas, De rolos, De agulhas, Blindados , Semi- blindados, Outros ...

fl.1

DEFINIES TECNICAS 2- Capacidade de CARGA ESTATICA (FS) a carga que o rolamento suporta parado ou em movimento mesmo em baixa rotao sem se deformar. 3- Capacidade da CARGA DINAMICA ( FR ) a carga que o rolamento suporta em rotao para uma vida de 1 milh~]ao de rotaes Para outras vidas adotar a seguinte formula :

Onde: FR capacidade da carga dinmica, Y - vida em milhes de rotaes

CALCULO EM HORAS : Fl.2 ONDE: H = vida em horas de trabalho N = rotao em rotaes por minuto ( rpm )

CARGA EQUIVALENTE :

A CARGA EQUIVALENTE A RELAO DE OUTRAS TRS CARGAS, ou seja :: CARGA RADIAL, CARGA AXIAL, CARGA COM CHOQUES, CALCULA-SE A CARGA EQUIVALENTE ATRAVS DESTA FORMULA

Fe = FC x CR x FX

OU

Fe = FC x ( 0,37 x FX x CR + CT x FZ )

ONDE : FC = fator de choques, CR = fator de choques, CT = fator de choques, FX = carga radial aplicada, FZ = carga axial aplicada, FE = adotar a maior das duas CARGA EQUIVALENTE.

fl.3

VIDA DO ROLAMENTO ;

A VIDA DO ROLAMENTO CALCULADA LEVANDO-SE SUA DEPENDENCIA AOS SEGUINTES FATORES PRINCIPAIS : - TIPO DE SERVIO, - TIPO DE MAQUINAS A SER UTILIZADO O ROLAMENTO E OU MANCAL - CONDIES DE TRABALHO; tipo: Ambiente, seco ou mido, empoeirado. Lubrificado ou no, Blindado ou no, Altura de trabalho.

OBSERVAO :

Em relao ao dimensional de cada rolamento e ou mancal necessrio adentrar aos sites das empresas supra citadas anteriormente para a sua real verificao de seu dimensional fsico.

INFORMAES ADICIONAIS EXPLICATIVAS

fl.4

Tolerncias do eixo e da caixa do rolamento / SKF


Tolerncias do eixo e dos ajustes resultantes Tolerncias e7, f5, f6, g5, g6 Tolerncias h5, h6, h8, h9, j5 Tolerncias j6, js5, js6, js7, k4 Tolerncias k5, k6, m5, m6, n5 Tolerncias n6, p6, p7, r6, r7 Tolerncias de caixa e de ajustes resultantes Tolerncias F7, G6, G7, H5, H6 Tolerncias H7, H8, H9, H10, J6 Tolerncias J7, JS5, JS6, JS7, K5 Tolerncias K6, K7, M5, M6, M76 Tolerncias N6, N7, P6, P7 Ajustes para rolamentos com dimenses em polegadas Desvios do dimetro do eixo modificado g6, h6, j5, js5, k5 Desvios do dimetro do eixo modificado k6, m5, m6, n6, p6 Desvios do dimetro interno da caixa modificado H7, J7, J6, K6, K7 Desvios do dimetro interno da caixa modificado M6, M7, N7, P7

Tabelas de tolerncia
Classe de tolerncia
Rolamentos mtricos Normal P6 P5 P4 P4A SP UP

PA9A Rolamentos com dimenso em polegada Normal Observar: Favor checar se o rolamento especfico est disponvel na classe de tolerncia requerida. Ver tambm a seo de texto pertinente ao tipo de rolamento no prprio site da skf. Fl.8 EXERCICIOS DE APLICAO: 1- determinar o menor rolamento da serie 200, sendo dados : Fx = 300 lbs Fz = 300 lbs Fc = 1,3 n = 1000 rpm vida = 10000 horas de trabalho tipo de anel, interno girando. 2-= determinar o menor rolamento da serie 300, sendo dados : Fx = 300 kgf Fz = 125 kgf Fc = 1,7 n = 2300 rpm vida = 7000 horas tipo de anel, externo estatico 3determinar o menor rolamento da serie 300 Fx= 785 kgf Fz= 459 kgf

Fc = 1,35 n = 3000 rpm vida= 950 horas tipo de anel, externo parado.

Tabela VIDA EM HORAS INDICADAS PARA OS ROLAMENTOS TIPOS DE SERVIOS Instrumentos e aparelhos de pouco uso, Aparelhos de demonstrao, dispositivos Para manobra de portes corredios ....................................... Motores de aviao ................................................................ Maquinas de Servio Intermitente ou curto, Ferramentas manuais, aparelhos de elevao Para oficinas, maquinas agriculas, maquinas Domesticas ............................................................................. HORAS

fl.5

500 500 a 2000

4000 a 8000

Maquinas de Servios Intermitentes quando a Interrupo tem certa importncia, como Transportadores para fabricao continua, ele Cadores, guindastes de carga mida, maquinas, Ferramentas de pouco uso ...................................................... 8000 a 14000 Maquinas de 8 horas de servios dirios, nem Sempre inteiramente utilizadas, como deveria Transmisses por engrenagens, motores eletri Cs de ca e cc. ......................................................................... 14000 a 20000 Maquinas de 8 horas de servios dirios, comTinuos, como maquinas de oficinas mecnicas Em geral,ventiladores, guindastes para carga / Bruta, transmisses intermedirias ......................................... Maquinas para servios contnuos de 24 horas Como; separadores, compressores, bombas, / Transmisses principais, transportadores de / Rolos, pontes rolantes, elevadores de minas, / Motores eltricos, maquinas de servios conti Nuos em navios de guerra........................................................

20000 a 30000

50000 a 60000

Maquinas para servios contnuos de 24 horas De grande importncia, como,maquinas de / Produo continua (celulose e papel) de instaLao de bombas de guas, de minas, estaes De foras, de servio continuo em navios merCantes. .................................................................................... 100000 a 200000

TABELA ROLAMENTOS DE UMA CARREIRA DE ESFERAS E DE ROLOS CILINDRICOS, COM PISTAS PROFUNDAS Fl.6

TABELA DIMENSES DE MANCAIS DE ROLAMENTOS

Fl.7

MANCAIS E BUCHAS DE FRICO

fl.44

a- INTRODUO TECNICA Em relao aos mancais, podemos afirmar que eles so definidos a partir das definies de algumas situaes: - o tipo de rolamento escolhido e definido pelo projeto na maquina, - o tipo de servio e condies no local de trabalho. - a forma de lubrificao do mesmo, - o tipo de lubrificante usado, (leo ou graxa ) - situaes caso a caso.

b- BRUCHAS DE FRICO - O que so ??? - Para que servem ??? - Tipo de classificao ????

c- LUBRIFICAO SISTEMAS E CANAIS

- O que so ??? - Para que servem ???

- Quais so os tipos principais de lubrificao ???

[Link].

fl

AGRADECIMENTO ESPECIAL

A MAIORIA DAS INFORMAES CONTIDAS NESTA APOSTILA REFERENTE AS FIGURAS ANEXADAS NO ASSUNTO DE MANCAIS E BUCHAS DE FRICO FORAM GENTILMENTE CEDIDAS PELO DEPARTAMENTO TECNICO DE FORMULAO DE CONTEUDO DIRIGIDO.

SENAI Av. Paulista n 1300 Cerqueira Csar So Paulo - Capital

Estas folhas abaixo devero ser colocadas nas folhas no inico da apostila verifique o nome das paginas digitadas para achar corretamente.

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Apostila n 06 MANCAIS E ROLAMENTOS Definies tcnicas clculos de dimensionamento

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Common questions

Com tecnologia de IA

When selecting linear rolling bearings for high-precision applications, it is crucial to consider factors such as load value and type, operational time, and required tolerance and rigidity. Pre-tensioning levels and alignment compensation are also important, as most units come factory pre-tensioned but might require further adjustment during installation. The choice between rolling bearings and ball-based guides often depends on the expected load, with rolling guides typically used for higher loads and ball guides for smaller or dynamic loads. Additionally, factors like vibration, maintenance, temperature, and potential lubrication issues should be considered, as these can affect the performance and longevity of the bearings .

Guide miniatures in mechatronics serve as compact solutions for precision movement and positioning in restricted spaces. They differ from standard linear guide systems by offering higher resistance in a smaller form factor, which is advantageous in applications like robotics and small automation systems. Unlike larger guides, miniatures often feature low noise emission and are typically pre-tensioned or pre-established for precision control. They replace traditional compact solutions that require larger installation spaces, allowing for more efficient design in electronics and similar fields .

SKF sensorized bearing units integrate with machine and motor control systems by providing incremental encoders which are essential for precise machine or motor control. They are particularly useful for asynchronous motors, offering a reliable and compact coding solution for demanding controls. The advantages include accurate monitoring of rotation direction, revolution count, speed, acceleration or deceleration, and relative position, which are crucial for automating various processes. This integration allows for simpler and lighter construction designs, facilitating the need for automation across different engineering fields .

SKF Explorer class bearing balls in sensorized bearing units function as robust and versatile components that enhance the durability and reliability of these units. They provide compact and resistant paths for the sensorized actuation signals, ensuring precise data collection and transmission. This improvement in material and design excellently supports the integrated sensor core, resulting in enhanced load-carrying capacities and reduced friction . The Explorer class bearings maintain performance under varying operational conditions, which is crucial for automated environments that demand consistent and accurate measurements in real-time operations .

When choosing between sliding and rolling element guides in linear motion systems, considerations include the load type and size, required precision, maintenance capabilities, and environmental conditions. Sliding guides are typically chosen for environments where minimal maintenance is desired or possible due to the self-lubricating materials used, whereas rolling element guides are preferred for their ability to support higher dynamic loads and provide higher precision due to their lower rolling friction. Additionally, rolling guides are better suited for applications requiring long service life and low maintenance, whereas sliding guides are more effective in overcoming spatial constraints and in applications where noise reduction is a priority .

Polymer ball bearings are comprised primarily of a singular row of polymer balls, which offer multiple advantages. These bearings are multifunctional, self-supporting, and require minimal maintenance due to their solid construction. They are typically used in applications where lubrication is undesirable or where traditional bearings might suffer from corrosion or chemical damage. Their main benefits include being lightweight, resistant to corrosion, and capable of operating in environments where hygiene is critical, such as food processing or medical applications .

Active sensor units in SKF's sensorized bearings enhance the maintenance process by providing real-time data about various parameters of the bearing's operational status, including speed, rotational direction, and vibration levels. This information allows for predictive maintenance strategies, whereby potential failures can be anticipated and addressed before they result in unplanned downtime. The ability to monitor the condition of bearings precisely helps plan maintenance schedules, ultimately reducing machine downtime and maintenance costs, while increasing equipment reliability .

Ceramic bearings contribute to high performance in extreme conditions due to their inherent properties such as high hardness, resistance to wear, thermal stability, and corrosion resistance. These attributes allow ceramic bearings to operate efficiently and maintain integrity under high temperatures, corrosive environments, and high-speed conditions where metal bearings might fail. They reduce friction, leading to lower operating temperatures and speeds, enhancing the durability of the equipment they support. This makes them particularly suitable for aerospace, medical devices, and high-speed machining applications .

Needle roller bearings offer benefits over other roller types primarily due to their compact design, which makes them suitable for spaces with strict size constraints. These bearings provide high load-carrying capacities relative to their size because the rollers have smaller diameters compared to cylindrical or spherical rollers, allowing them to fit into smaller radial spaces. This makes them ideal for gearboxes, automotive components, and construction machinery, where space is limited yet high-performance is required. Additionally, needle bearings can support high dynamic loads and accommodate slight misalignments, further enhancing their application in compact environments .

Linear sliding bearings are designed to be maintenance-free primarily through the use of sliding layers that require minimal lubrication, often made from self-lubricating materials such as Permaglide. These bearings are suitable for applications where traditional lubrication is impractical or undesirable, such as in environments prone to contamination or where minimal maintenance is possible. However, their limitations include a potential reduction in lifespan if exposed to excessive dirt or misalignment issues. Additionally, while they can handle static overloads and emit low noise, the need for lubrication in certain conditions to sustain heavier loads may reduce their long-term maintenance-free advantage .

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