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Procedimentos de Compra e Armazenamento Farmacêutico

9 Este documento descreve os procedimentos de uma farmácia para solicitação de compra, recebimento de mercadorias, armazenamento de produtos e dispensação de medicamentos. Ele define os passos para levantamento de necessidades de reposição de estoque, pedidos de compra, recebimento e verificação de produtos, armazenamento correto e atendimento ao cliente.

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Procedimentos de Compra e Armazenamento Farmacêutico

9 Este documento descreve os procedimentos de uma farmácia para solicitação de compra, recebimento de mercadorias, armazenamento de produtos e dispensação de medicamentos. Ele define os passos para levantamento de necessidades de reposição de estoque, pedidos de compra, recebimento e verificação de produtos, armazenamento correto e atendimento ao cliente.

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POP 01/15

Drogaria Italina
Pgina 1 de 29
SOLICITAO DE COMPRA

OBJETIVOS
Determinar os cuidados e aes a serem observados para a
aquisio de produtos e reposio de estoque. O principal objetivo de
uma compra bem elaborada e correta fornecer ao paciente o
medicamento de qualidade e de modo contnuo.
PROCEDIMENTO
Diariamente o farmacutico e/ou responsvel, ao final da tarde,
deve realizar um levantamento de estoque e faltas.
O levantamento realizado de forma manual, pelo responsvel
que relata as faltas do dia. Com base no consumo do dia, elabora-se
uma relao de itens a serem adquiridos junto aos fornecedores
qualificados.
Por meio de pedido eletrnico, solicitar os produtos junto aos
fornecedores cadastrados que possuam o melhor preo e condies
de pagamento.
Elaborar a relao de faltas no repostas devido
indisponibilidade ou problemas de fornecimento junto ao fornecedor.
Avisar aos atendentes os medicamentos que no foi possvel a
reposio.
Orientar, quando possvel e autorizado pela legislao vigente
qual a substituio que pode ser realizada para suprir as faltas.
LIMITAOES DO PROCEDIMENTO
Devido a grande facilidade de aquisio de produtos e rapidez
na entrega dos mesmos, este procedimento deve ser realizado para
aquisio de pequenos estoques. Tal conduta deve ser utilizada para
evitar estoques excessivos que gerem perdas por vencimento. A
farmcia se compromete a adquirir apenas produtos com registro
para venda.
Responsvel Tcnico pelo Treinamento: Dra. Thais de Lima
Arruda Vigiano
Funcionrio
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Aprovado por:

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Dra. Thais Vigiano


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05/05/2015

Douglas Rogrio
Ferreira

Data: 05/05/2020
(5 anos)

POP 02/15
Drogaria Italina
Pgina 2 de 29
RECEBIMENTO DE MERCADORIAS
OBJETIVOS
O recebimento correto de mercadorias visa garantir a
dispensao de medicamentos com padro de qualidade adequado. A
mercadoria deve estar devidamente acompanhada de documentos
fiscais e sanitrios. Este procedimento determina os aspectos e
critrios fsicos e fiscais de inspeo primria dos produtos recebidos.
Determinar o encaminhamento correto aos produtos adquiridos.
PROCEDIMENTO
As mercadorias so entregues diariamente.
Atender ao entregador com educao e observando a forma de
transporte.
Verificar se a mercadoria esta acompanhada de nota fiscal.
As caixas devem estar secas, invioladas e integras sem rasgos e
danos. Assinar o canhoto da nota.
As mercadorias so distribudas sobre o balco para verificao
das condies das mesmas.
Com o auxilio da nota fiscal, verificar a quantidade, numero de
lote dos medicamentos.
Encaminhar as notas fiscais para o setor de contabilidade.
LIMITAES DO PROCEDIMENTO
Nenhuma mercadoria pode ser recebida sem nota fiscal. Caixas
danificadas e ou molhadas, devem ser devolvidas e o numero da nota
fiscal deve ser anotado para comunicao ao setor de contabilidade
para as devidas providencias.

Responsvel Tcnico pelo Treinamento: Dra. Thais de Lima


Arruda Vigiano
Funcionrio
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Data: 05/05/2020
CRF: 78433
Ferreira
(5 anos)
05/05/2015
POP 03/15
Drogaria Italina
Pgina 3 de 29
ARMAZENAMENTO EM GERAL
OBJETIVOS
Todo medicamento e correlatos devem ser adequadamente
armazenados a fim de garantir suas caractersticas durante o
processo de armazenagem. Este procedimento vem descrever e
determinar as condies ideais de armazenagem e orientar quanto ao
armazenamento e distribuio nos diversos setores da farmcia.
PROCEDIMENTO
Os medicamentos devem ser armazenados nas prateleiras, em
local que no receba luz solar direta. No pode ser armazenados
diretamente no cho.
O armazenamento dividido entre comprimidos e lquidos, e os
medicamentos so ordenados em ordem alfabtica.
As prateleiras devem estar afastadas da parede e ser de
material de fcil limpeza. Os produtos que necessitam de
armazenamento especial devem ser encaminhados aos setores
corretos.
O controle da validade dos produtos obedece distribuio da
ordem de vencimento e sistema informatizado para controle.
A separao dos produtos devolvidos, rejeitados ou vencidos,
ficam em rea separada e de acesso restrito e segue procedimento
prprio. O controle de estoque realizado manualmente, atravs do
responsvel e realizado um relatrio dirio.
LIMITAES DO PROCEDIMENTO
Medicamentos violados ou suspeitos de qualquer contaminao
devem ser retirados dos estoques comerciveis, identificados e
segregados em rea totalmente separados de forma a no serem
vendidos, por engano e nem contaminarem outras mercadorias.
Responsvel Tcnico pelo Treinamento: Dra. Thais de Lima
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4

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Data: 05/05/2020
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POP 04/15
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Pgina 4 de 29
ARMAZENAMENTO E DISPENSAO DE MEDICAMENTOS SOB
CONTROLE ESPECIAL
OBJETIVOS
Definir normas para aviamento de receitas que contenham
substncia de controle especial da portaria 344 e suas atualizaes.
Determinar as exigncias para o armazenamento dos medicamentos
sujeitos a controle espacial.
PROCEDIMENTO
Os medicamentos controlados assim que recebidos, so
encaminhados ao farmacutico juntamente com a nota fiscal para
conferncia e guarda.
Ao receber os medicamentos o farmacutico verifica a entrada
da nota fiscal e o arquivo XML para a entrada no SNGPC e guarda os
medicamentos em armrios trancados por ordem alfabtica.
A entrada realizada, sendo um medicamento por vez, com
apresentao comercial identificada pelo nome comercial, lote e
quantidade do produto. As substncias de controle especial s sero
dispensadas mediante apresentao de receita mdica de acordo
com o tipo de receita, validade e quantidade.
As receitas mdicas devem conter identificao completa do
emissor (nome, CRM, CRV ou CRO, endereo), identificao do
usurio, do comprador, substncia, modo de uso, quantidade,
dosagem, data e identificao de registro.
A receita de controle especial referente s listas C1 e C3 e
adendos das listas A2 e B1, fica retida na farmcia e a segunda via
devolvida ao paciente.
A prescrio, o aviamento ou a dispensao de medicamentos
que contenham substncias psicotrpicas ou anorexgenas ficam
sujeitas notificao de receita B2.
Os documentos, receitas, notificaes de receitas e notas fiscais
devem ser arquivados pelo prazo de dois anos. As anotaes so
realizadas em ordem cronolgica e sem rasuras por funcionrios
autorizados e conferidas pelo farmacutico responsvel.
LIMITAES DO PROCEDIMENTO
6

As receitas de mdicos veterinrios e cirurgies dentistas s


sero aceitas para fins de tratamento por eles realizados.
No sero vendidos medicamentos sem receita medica ou
notificao de receita. De acordo com RDC 27, a transmisso dos
dados de movimentao dever ser realizada em intervalos de no
mnimo um e no mximo sete dias consecutivos.
Lista das substancias de controle especial
Grupo
Tipo de
Validade
Lista
Farmacolgi
Receita
da receita
co
Controle
Entorpecent
A2
especial em
30 dias
es
duas vias
Duas vias
acompanhad
B1 e B2
Psicotrpicas
a de
30 dias
notificao
azul
Controle
especial em
duas vias
C1
Psicoativos
pode conter
30 dias
ate 3
substancias
psicoativas
Simples em
duas vias
acompanhad
o de
C2
Retinides
30 dias
notificao
de receita
especial e
laudo
Controle
especial em
duas vias
Anabolizante
C5
pode conter
30 dias
s
ate 3
anabolizante
s
Simples em
D1
Precursores
duas vias
Antimicrobia
Simples em
10 dias

Quantidade
por receita
30 dias de
tratamento

60 dias de
tratamento

60 dias de
tratamento

60 dias de
tratamento

60 dias de
tratamento

Quantidade
7

nos
duas vias
necessria
Devem-se observar os adendos de cada lista, pois a substncia pode
pertencer a uma determinada lista e exigir receitas de acordo com
outra lista, exemplo, fenobarbital. Os medicamentos
antiparkinsonianos e anticonvulsivantes podem ser prescritos para
06 meses de tratamento.
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(5 anos)

POP 05/15
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DISPENSAO DE MEDICAMENTOS
OBJETIVOS
O atendimento ao cliente a oportunidade de orientar
corretamente o paciente. Para garantir e promover o uso racional de
medicamentos, cuidados e parmetros devem ser observados no
atendimento ao cliente. Este procedimento vem definir o treinamento
realizado com o funcionrio destinado ao atendimento inicial ao
cliente.
PROCEDIMENTO
O funcionrio ser treinado sobre conhecimento das rotinas
especificas da recepo.
Estabelecer sobre suas atribuies e responsabilidades com
base no organograma.
Maneiras de lidar com o cliente em todas as situaes possveis,
tais como falta de medicamento, atraso na entrega, nomenclatura
genrica entre outras situaes.
Cortesia ao lidar com o cliente, pois a farmcia julgada pelo
atendimento ao balco.
Falar pausadamente, evitar o uso de grias e de termos
tcnicos, pois constrangem o cliente.
Ouvir o cliente com cuidado e ateno sem interromp-lo no o
deixando falar sozinho.
Esclarecer todas as dvidas do cliente, chamando o
farmacutico sempre que necessrio.
Certificar-se que o cliente entendeu todas as explicaes sobre
o medicamento.
Informaes sobre as indicaes dos medicamentos e posologia
devem ser fornecidos pelo medico prescritor.
Atender o cliente por ordem de chegada.
Efetivar a dispensao seguindo a rotina abaixo descrita:
- Dirigir-se ao cliente;
- Ler a receita certificando-se que compreendeu corretamente a
prescrio medica;
- Realizar o oramento;
- Entregar o medicamento e orientar ao paciente, lembrando-se de
sempre que necessrio chamar o farmacutico.
LIMITAES DO PROCEDIMENTO
Todo incidente deve ser relatado aos proprietrios a fim de
garantir o nvel de qualidade dos servios.
9

Reclamaes ou dvidas devem ser encaminhadas diretamente


ao farmacutico para que o registro seja realizado.
No questionar a conduta mdica, evitar comentrios que
possam levar o cliente a interpretao que o mdico possa ter
cometido um erro.
No realizar trocas de medicamentos, salvo genricos sem
restrio determinada pelo mdico prescritor.

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05/05/2015
POP 06/15
Drogaria Italina
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GUARDA, SEGREGAO E DESTINOS DE PRODUTOS
IMPRPRIOS PARA CONSUMO
OBJETIVOS
de responsabilidade da farmcia garantir que nenhum produto
imprprio para consumo seja dispensado ao cliente. Este
procedimento tem como objetivo principal determinar parmetros a
serem observados a fim de impedir que estes produtos sejam
dispensados.
PROCEDIMENTO
Ao pegar uma embalagem de qualquer medicamento,
cosmtico e/ou correlatos, verificar as condies de embalagem
quanto integridade e estado geral.
Verificar a validade do produto.
Caso seja detectado algum problema, notificar imediatamente o
responsvel tcnico. Encaminhar o produto para recipiente destinado
ao recolhimento de resduos de acordo com as caractersticas do
produto.
Notificar o responsvel pelo PGRSS a gerao de resduos que
necessitem de cuidado especial. Descartar o produto assim que
detectar qualquer problema.
Os produtos com prazo de validade vencido ou com avarias
podero seguir dois destinos: devolvidos ao fornecedor (fabricante ou
laboratrio), atravs de nota fiscal de devoluo; no havendo
condies para execuo do procedimento citado acima, o produto
ser descartado conforme normas do PGRSS.
LIMITAES DO PROCEDIMENTO
Os produtos que tiverem interdio cautelar pela ANVISA e que
ainda no foi determinada a interdio e inutilizao sero
armazenados em armrios com chave. O destino final ser

11

determinado conforme resoluo da ANVISA. Os resduos devem


obedecer rigorosamente s normas estabelecidas no PGRSS.
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POP 07/15
Drogaria Italina
Pgina 9 de 29
LIMPEZA E HIGIENIZAO DA FARMCIA
OBJETIVOS
Determinar as condutas e materiais corretos para limpeza das
dependncias da farmcia.
PROCEDIMENTO
Limpeza dos pisos: A limpeza dos pisos visa evitar a propagao de
infeco, dar boa aparncia e preservar a integridade do mobilirio.
Ela deve ser realizada todos os dias de funcionamento da farmcia. O
piso primeiramente varrido com pano mido, para evitar
disseminao de partculas de poeira para os mveis e equipamentos
do ambiente. Aps a varredura, lavado com soluo detergente,
enxaguado com gua limpa, e enxugado. Aps secagem, passado
um pano limpo com soluo sanitizante, deixando secar
naturalmente.
Limpeza das paredes, teto, mveis e equipamentos: As paredes da
sala de injetveis so lavadas com gua e sabo, e aps, com
Hipoclorito de Sdio diludo. Este procedimento realizado
diariamente. As superfcies dos mveis e equipamentos so limpas
diariamente com pano umedecido com gua e sabo antes das
atividades; aps, seca-se as mesmas com um pano limpo, e em
seguida, fricciona-se com lcool 70%, deixando secar
naturalmente. OBS.: Quando estas superfcies so atingidas com
sangue e/ou secrees, este procedimento realizado
imediatamente.
Limpeza das pias: O interior das pias esfregado diariamente com
saponceos. Lavam-se por dentro da pia, as torneiras, e em seguida,
em volta das mesmas. Aps a lavagem, secam-se as pias com um
pano limpo, e em seguida, friccionam-se as mesmas com lcool 70%,
ou com Hipoclorito de Sdio 1%, deixando secar naturalmente. As
pias so mantidas sempre secas. OBS.: As pias tm uso especfico
para lavagem das mos. Todas as superfcies so submetidas
limpeza diria. imprescindvel o uso de luvas para limpeza e
desinfeco de materiais e ambientes.
Limpeza do sanitrio: Os utenslios (torneiras, porta-sabonete, etc.)
so desinfetados com lcool 70% diariamente. Os papis utilizados e
descartados so retirados do lixo diariamente e o lixeiro lavado e
desinfetado com lcool 70% ou Hipoclorito de Sdio 1%. As paredes
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do sanitrio so lavadas uma vez ao ms com soluo sanitizante, e o


piso diariamente com gua e soluo detergente, e aps secagem,
passa-se um pano limpo com soluo sanitizante, deixando secar
naturalmente. feito uso de desinfetante no vaso sanitrio
diariamente; feita manuteno de sabonete lquido e de toalhas
descartveis.
Manuseio do lixo:
a. Material perfuro-cortante (agulhas, lminas, ampolas):
descartado em recipiente de paredes rgidas (DescarPack ou similar);
As agulhas no so reencapadas ou entortadas e devem ser
descartadas juntamente com a seringa; Os demais materiais no
perfuro-cortantes (luvas, capa de seringa e algodo) so descartados
na lixeira prpria (protegido com saco plstico para lixo infectante).
b. Lixo de expediente e do banheiro: so acondicionados em sacos de
lixo comum, e depositados na lixeira de coleta normal.
c. Medicamentos vencidos: Os medicamentos que no so aceitos
pelas distribuidoras so separados dos demais, armazenados em local
identificado, fora da rea de dispensao, para segregao, sendo
identificados na embalagem externa com a expresso VENCIDO
escrita em vermelho, para que seja dado o devido fim. OBS.: Para o
manuseio e recolhimento do lixo feito uso de luvas de borracha.
Prateleiras: As prateleiras so limpas diariamente. Tira-se o p das
caixas dos medicamentos com um pano seco, e em seguida, limpa-se
a prateleira com um pano mido embebido em gua com sabo ou
com lcool 70%, secando logo aps com um pano limpo. Este
procedimento feito sempre antes da limpeza do cho.
Sempre que necessrio limpeza deve ser realizada mesmo
no estando no dia ou horrio previsto.
LIMITAOES DO PROCEDIMENTO
O funcionrio deve estar bem orientado quanto importncia
da higiene na farmcia para evitar contaminaes cruzadas e
microbiolgicas. O auxiliar de servio de apoio deve estar bem
orientado quanto aos cuidados que devem ser observados ao limpar
reas prximas rede eltrica. Definir reas crticas onde limpeza
deve ser cautelosa e minuciosa.

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POP 08/15
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VERIFICAO E ACEITAO DA RECEITA
OBJETIVOS
Estabelecer os critrios que devem ser observados na receita
para aceitao da mesma. Garantir o atendimento correto e dentro da
legislao vigente ao paciente.
PROCEDIMENTO
A receita deve estar legvel;
Verificar se a receita possui as quantidades e dosagens;
A receita est devidamente assinada, carimbadas e se contem a
identificao clara do emissor e assinatura do mesmo;
Verificar os medicamentos que constam na receita;
Os medicamentos de controle especial devem possuir receita
mdica para aceitao do pedido e seguir todas as normas da
portaria 344;
No caso de medicamento de controle especial, anotar os dados
do paciente, comprador, dados do medicamento, como lote,
quantidade de caixas aviadas, conforme especificado na portaria 344.
Cadastrar o paciente no sistema informatizado;
LIMITAOES DO PROCEDIMENTO
Se o comprador no souber o endereo completo, anotar um
telefone de contato ou referncia, para localizar o paciente. As
15

dvidas referentes portaria 344 sero consultadas atravs da


instruo normativa da mesma portaria e a prpria portaria pelo
farmacutico responsvel.

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POP 09/15
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AFERIO DA PRESSO ARTERIAL

OBJETIVO
Padronizar o procedimento de aferio da presso arterial.
RESPONSABILIDADES
de responsabilidade do profissional farmacutico a monitorizao
da presso arterial.
MATERIAL NECESSRIO
Esfigmomanometro manual e estetoscpio.
PROCEDIMENTOS
Realizar a assepsia das mos conforme POP 10.
Explicar o procedimento ao cliente. Certificar-se de que o cliente
no est com a bexiga cheia, no praticou exerccios fsicos e no
ingeriu bebidas alcolicas, caf, alimentos ou fumou at 30 minutos
antes da medida.
Deixar o cliente descansar por 5 a 10 minutos em ambiente
calmo, com temperatura agradvel.
Retirar qualquer roupa que aperte o brao do cliente.
Fechar a vlvula da pra do manguito e insuflar o manguito. O
manguito dever ser inflado pressionando continuamente a pera at
16

uma presso de pelo menos 40 mmHg acima da presso sistlica


esperada. (Se voc no souber o valor dessa presso, inflar at um
valor aproximado de 200 220 mmHg, at sentir cessar os
batimentos da artria)
Soltar lentamente a vlvula da pra at auscultar o primeiro
batimento, (que equivale presso sistlica), observando a
equivalncia no manmetro.
Continuar a descompresso considerando a presso diastlica
quando houver um abafamento do som, ou seu desaparecimento,
observar sua equivalncia no manmetro.
Anotar a presso obtida na carteirinha de controle da presso
do cliente.
OBS:
1- A presso arterial medida com o cliente sentado, com o brao
repousado sobre uma superfcie firme. Se a braadeira ficar
consideravelmente abaixo ou acima da altura do corao, ser
medida uma presso arterial erroneamente alta ou baixa. Uma
variao de 15 cm entre a braadeira e a altura do corao pode
resultar num erro de leitura de 10 mmHg.
2- Braadeiras que no se ajustam adequadamente produzem
medies incorretas. A seleo do tamanho, que de extrema
importncia, ir depender da circunferncia do brao a qual se
destina. As braadeiras possuem impressa a faixa de variao de
circunferncias de brao a qual se destinam.
3- Uma braadeira frouxa, apertada demais ou mal posicionada
produz medies incorretas.
4- Medies repetidas sem intervalos de descanso fazem com que o
sangue acumule no brao. Isso pode levar a resultados incorretos.
5- As medies devem ser feitas depois de um repouso de cinco
minutos para assegurar a sua exatido.
6- Tomar as medies sempre no mesmo horrio do dia, j que a
presso sangunea muda com o decorrer do dia, e sempre no mesmo
brao. Colocar a braadeira sobre o brao de modo que o tubo fique
prximo ao antebrao.
7- Certificar-se de que a extremidade inferior da braadeira fique
aproximadamente entre 2 e 3 cm acima do cotovelo e de que o tubo
est mais prximo da parte interna do brao.

17

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ROTINA DE LAVAGEM E ASSEPSIA DAS MOS
OBJETIVO
Padronizar a sistemtica para a rotina de assepsia das mos.
RESPONSABILIDADES
de responsabilidade do profissional farmacutico e de todos os
funcionrios realizarem a correta assepsia das mos, para garantir a
biossegurana do procedimento a ser realizado.
MATERIAL NECESSRIO
-

gua corrente
lcool 70%
Lixeira com pedal
Sabo lquido
Toalha de papel
18

PROCEDIMENTOS
Abrir a torneira, regulando a gua para um jato constante e com
temperatura agradvel (sem tocar a pia com o corpo, jaleco ou mos)
Molhar as mos
Colocar quantidade suficiente de sabo lquido nas mos.
Ensaboar as mos friccionando as palmas e os espaos
interdigitais
Esfregar a palma da mo direita sobre o dorso da mo esquerda
e vice-versa
Dar ateno aos espaos interdigitais
Esfregar o polegar direito com a mo esquerda, e vice-versa
Fazer movimentos circulares com as pontas dos dedos da mo
direita unidos sobre a palma da mo esquerda fechada em concha, e
vice-versa
Esfregar com a palma da mo esquerda em concha sobre a mo
direita fechada, em movimentos de vai-e-vem e vice-versa
Esfregar o punho com movimentos circulares.
Enxaguar as mos retirando totalmente os resduos de sabo
Secar cuidadosamente, iniciando pelas mos e seguindo pelos
punhos com papel-toalha descartvel branco
Utilizar torneira que dispense o contato das mos, quando do
fechamento da gua, ou, utilizar a toalha de papel para fechar a
torneira
Desprezar o papel na lixeira utilizando pedal ou outro sistema
que evite contaminao.
Antissepsia das mos: realizada aps a lavagem das mesmas.
Borrifando-se lcool 70% e deixando secar naturalmente.

19

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AFERIO DA GLICEMIA CAPILAR
OBJETIVO
Padronizar o procedimento de monitorizao da glicemia capilar.
RESPONSABILIDADE
de responsabilidade do profissional farmacutico fazer a
monitorizao da glicemia capilar, bem como orientar seu cliente em
relao ao Diabetes, seus cuidados e controle.
MATERIAL NECESSRIO
lcool 70%
- Descartex
- Glicosmetro
20

Lanceta
Lancetador
Luvas de procedimento
Tira-teste

PROCEDIMENTOS
Preparar o glicosmetro e o lancetador.
Explicar o procedimento ao cliente.
Realizar a assepsia das mos, conforme POP 10.
Calar as luvas de procedimento
Retirar a tira teste da embalagem e introduzi-la no aparelho,
evitando tocar na parte reagente.
OBS.: Para garantir a obteno de resultados precisos, certificar-se de
que o nmero de cdigo exibido no sensor o mesmo do quadro azul
localizado na lateral do frasco de tiras-teste
Escolher o local para a puno, o melhor a ponta dos dedos,
evitando a polpa digital.
Desinfetar o dedo do cliente com algodo embebido em lcool
70 e aguardar tempo suficiente para evaporao deste.
Ajustar a configurao de profundidade do lancetador no Nvel 2
Tocar levemente o lancetador (com a tampa escura) na lateral
da ponta do dedo;
Pressionar o boto de liberao
Se necessrio, apertar suavemente o dedo at que uma gota de
sangue do tamanho da cabea de um alfinete se forme
Encostar a tira-teste levemente inclinada na amostra de
sangue.
OBS.: No retirar a tira-teste at ouvir um bipe ou visualizar uma
pequena linha se movendo em sentido horrio na tela do sensor. Isso
significa que foi aplicado sangue suficiente e que o sensor est lendo
o nvel de glicose. Se a linha no for exibida se movimentando pela
tela do sensor aps cinco segundos, isso poder significar que a
amostra foi pequena demais. Acrescentar mais sangue mesma rea
de amostra anterior em at 60 segundos contados a partir da
primeira aplicao.
O resultado do teste de glicose no sangue estar completo
quando for mostrado na tela do visor. Dois bipes sero emitidos, se o
aviso sonoro estiver ativado.
O tempo que o sensor leva para realizar o teste depende do
nvel de glicose. Quanto mais alto estiver o nvel de glicose, mais o
resultado ir demorar.
OBS.: No pressionar a tira-teste contra o local do teste. No esfregar
o sangue na tira-teste. No aplicar sangue na parte plana da tirateste. No aplicar sangue em uma tira-teste que estiver fora do
sensor. No colocar sangue ou objetos estranhos na porta da tirateste.
Fazer a leitura do resultado
21

O glicosmetro desligar automaticamente aps o trmino do


exame.
Fazer presso no local da puno por alguns instantes com
algodo embebido em lcool 70.
Descartar a lanceta no descartex retirando a tampa do
lancetador pressionando o clipe branco que segura lanceta at que
a mesma se solte
Depois de concluir o teste, descartar a tira-teste e as luvas
usadas em recipiente adequado com smbolo e inscrio de resduo
biolgico.
Realizar uma lavagem completa das mos.
Anotar o resultado do exame na carteirinha de medio de
glicemia do cliente e registrar o valor em livro especfico.
Entregar ao cliente a declarao de servio farmacutico
realizado, de acordo com ANEXO II .
ORIENTAO
- Orientar o cliente sobre o resultado do exame. Se apresentar por
seguidas vezes valores fora da normalidade (abaixo de 70mg/dL e
acima de 100mg/dL), deve ser orientado a consultar um mdico,
seguir a prescrio mdica, fazer dieta adequada e/ou fazer atividade
fsica moderada.
OBS.: Resultados elevados ou baixos de glicose no sangue podem
indicar problemas mdicos potencialmente graves.
-O sensor exibe resultados de 20 mg/dL a 500 mg/dL.
RESULTADOS
- Se o resultado do teste for inferior a 20 mg/dL, a mensagem LO
(Baixo) ser exibida na tela do visor. Esse resultado indica
hipoglicemia grave (nvel baixo de glicose no sangue). Se obtiver
resultado LO (Baixo) e apresentar sintomas como fraqueza, sudorese,
nervosismo, dor de cabea ou confuso, seguir as recomendaes do
mdico para o tratamento de hipoglicemia. Se obtiver resultado LO
(Baixo), porm no apresentar sintomas de nvel baixo de glicose,
repetir o teste com uma nova tira-teste. Se obtiver um resultado LO
(Baixo) na repetio do teste, seguir as recomendaes do mdico
para o tratamento de hipoglicemia.
- Se o resultado do teste for superior a 500 mg/dL, a mensagem Hl
(Elevado) ser exibida na tela do visor. Esse resultado indica
hiperglicemia grave (nvel elevado de glicose no sangue). Se obtiver
resultado Hl (Elevado) e apresentar sintomas como fadiga, sede,
excesso de urina ou viso turva, seguir as recomendaes do mdico
para o tratamento de hiperglicemia. Se obtiver resultado Hl (Elevado),
porm no apresentar sintomas de nveis elevados de glicose no
sangue, repetir o teste com uma nova tira-teste. Se obtiver um
22

resultado Hl (Elevado) na repetio do teste, seguir as


recomendaes do mdico para o tratamento de hiperglicemia.
Usar lcool isoproplico ou lcool 70% para limpar a parte
externa do lancetador. Se desejar, remover a tampa, lavar com gua
morna e enxaguar bem. OBS.: No mergulhar o lancetador em gua
ou em qualquer outro tipo de lquido.

Responsvel Tcnico pelo Treinamento: Dra. Thais de Lima


Arruda Vigiano
Funcionrio
Data e Assinatura

Elaborado por:

Conferido e
Aprovado por:

Prxima Reviso:

Dra. Thais Vigiano


Douglas Rogrio
Data: 05/05/2020
CRF: 78433
Ferreira
(5 anos)
05/05/2015
POP 12/15
Drogaria Italina
Pgina 19 de 29
APLICAO DE INJETVEIS
OBJETIVO

Padronizar a aplicao de medicamentos injetveis

23

RESPONSABILIDADES
de responsabilidade do profissional farmacutico a aplicao de
medicamentos injetveis
MATERIAL NECESSRIO
-

Absorvente adesivo hipoalrgico


Agulha descartvel
Algodo
lcool 70
Descartex
Luvas de procedimento
Medicamento
Seringa descartvel

PROCEDIMENTOS
Registrar a aplicao em Livro de Registro de Aplicao de
Injetveis.
Via intradrmica: face ventral do antebrao.
Fazer a assepsia das mos conforme POP 10, colocar as luvas
cirrgicas, preparar o medicamento (Anexo 01), espalmar o antebrao
em sua face dorsal, fazer a degermao do local da aplicao com
gua e sabo neutro e distender a pele do local de aplicao, segurar
a seringa com a agulha tipo insulina (13 x 4,5 ou 10 x 2) introduzindo
a agulha paralelamente a pele ou numa angulao mxima de 15,
numa extenso de 2 mm e com o bisel da agulha voltado para cima,
injetar lentamente a dose de medicamento indicada, observar se
houve a formao de ppula, retirar a agulha e passar suavemente
algodo seco no local da aplicao sem fazer compresso, descartar a
seringa com a agulha em recipiente com smbolo de resduo biolgico
com a inscrio perfuro cortante (Descartex) e o algodo e as luvas
no recipiente com smbolo e inscrio de resduo biolgico. Entregar
ao cliente a declarao de servio farmacutico realizado, de acordo
com ANEXO II.
Via intramuscular: os locais de aplicao, de acordo com a ordem
de prioridade, so:
Regio ventro-gltea (VG) ou local de Hoschtetter: Fazer a assepsia
das mos conforme POP 10, colocar as luvas cirrgicas, preparar o
medicamento, determinar a regio de aplicao colocando a mo
esquerda no quadril direito e vice-versa, apoiando a extremidade do
dedo indicador sobre a espinha ilaca anterossuperior, espalmando a
mo sobre a base do grande trocnter do fmur e afastando o dedo
mdio do indicador, fazer a antissepsia do local da aplicao com
24

lcool a 70%, introduzir a agulha, com angulao ligeiramente


dirigida crista ilaca, no centro da rea delimitada pelos dois dedos
abertos em V, aspirar puxando o mbolo para verificar se algum vaso
foi atingido, injetar o medicamento, retirar a agulha, comprimir o local
com algodo seco, descartar a seringa com a agulha em recipiente
com smbolo de resduo biolgico com a inscrio perfuro cortante
(Descartex) e o algodo e as luvas no recipiente com smbolo e
inscrio de resduo biolgico. Entregar ao cliente a declarao de
servio farmacutico realizado, de acordo com ANEXO II .
Face anterolateral da coxa (FALC): Fazer a assepsia das mos
conforme POP 10, colocar as luvas cirrgicas, preparar o
medicamento, determinar a regio de aplicao traando um
retngulo delimitado pela linha mdia anterior da coxa na frente da
perna e uma linha mdia lateral da coxa do lado da perna,
respeitando superiormente a distncia de 12-15 cm abaixo do
trocnter maior do fmur e inferiormente 9-12 cm acima do joelho
numa faixa de 7-10 cm de largura, fazer a antissepsia do local da
aplicao com lcool a 70%, introduzir a agulha com uma angulao
de 90, aspirar puxando o mbolo para verificar se algum vaso foi
atingido, injetar o medicamento, retirar a agulha, comprimir o local
com algodo seco, descartar a seringa com a agulha em recipiente
com smbolo de resduo biolgico com a inscrio perfuro cortante
(Descartex) e o algodo e as luvas no recipiente com smbolo e
inscrio de resduo biolgico. Entregar ao cliente a declarao de
servio farmacutico realizado, de acordo com ANEXO II.
Regio dorso-gltea (DG): Fazer a assepsia das mos conforme POP
10, colocar as luvas cirrgicas, preparar o medicamento (Anexo 01),
determinar a regio de aplicao traando uma linha que parte da
espinha ilaca pstero-superior e finalizando no grande trocnter do
fmur, neste caso aplica-se a injeo na regio central da rea, ou,
traando dois eixos, um horizontal, com origem na salincia mais
proeminente da regio sacra e outro vertical, originando-se na
tuberosidade isquitica, na crista ilaca, das quatro reas parciais
delimitadas, a utilizvel a superior externa, 2,5-3,0 cm de distncia
do eixo vertical, fazer a antissepsia do local da aplicao com lcool a
70%, introduzir a agulha com uma angulao de 90, aspirar puxando
o mbolo para verificar se algum vaso foi atingido, injetar o
medicamento, retirar a agulha, comprimir o local com algodo seco,
descartar a seringa com a agulha em recipiente com smbolo de
resduo biolgico com a inscrio perfuro cortante (Descartex) e o
algodo e as luvas no recipiente com smbolo e inscrio de resduo
biolgico. Entregar ao cliente a declarao de servio farmacutico
realizado, de acordo com ANEXO II.
Regio deltoidea: Fazer a assepsia das mos conforme POP 10,
colocar as luvas cirrgicas, preparar o medicamento (Anexo 01),
determinar a regio de aplicao traando um retngulo na regio
lateral do brao, iniciando com a extremidade mais inferior do
acrmio, respeitando a distncia de 3-5 cm abaixo do acrmio, e
terminando no ponto oposto axila, 3,0-3,5 cm acima da margem
25

inferior do deltoide, fazer a antissepsia do local da aplicao com


lcool a 70%, introduzir a agulha com uma angulao de 90, aspirar
puxando o mbolo para verificar se algum vaso foi atingido, injetar o
medicamento, retirar a agulha, comprimir o local com algodo seco,
descartar a seringa com a agulha em recipiente com smbolo de
resduo biolgico com a inscrio perfuro cortante (Descartex) e o
algodo e as luvas no recipiente com smbolo e inscrio de resduo
biolgico. Entregar ao cliente a declarao de servio farmacutico
realizado, de acordo com ANEXO II .
Mtodo em Z: Fazer a assepsia das mos conforme POP 10, colocar as
luvas cirrgicas, preparar o medicamento (Anexo 01), depois de
aspirado o volume correto do medicamento na seringa, aspirar uma
bolha de ar de 0,3-0,5 mL e trocar a agulha utilizada por outra
esterilizada, fazer a antissepsia do local da aplicao (regio dorsogltea) com lcool a 70%, retrair a pele lateralmente, cerca de 2,5-5,0
cm, introduzir a agulha com uma angulao de 90, injetar
lentamente o medicamento, aps a inoculao, com a agulha ainda
no local, manter a retrao por 10 s a fim de impedir que a
medicao escoe para dentro do tecido, aps, retirar a agulha e
liberar a pele, comprimir o local com algodo seco, descartar a
seringa com a agulha em recipiente com smbolo de resduo biolgico
com a inscrio perfuro cortante (Descartex) e o algodo e as luvas
no recipiente com smbolo e inscrio de resduo biolgico. Entregar
ao cliente a declarao de servio farmacutico realizado, de acordo
com ANEXO II.
Via subcutnea: locais de injeo intramuscular, face lateral
externa dos braos, face anterior das coxas, regio gltea e regio
abdominal.
Fazer a assepsia das mos conforme POP 10, colocar as luvas
cirrgicas, preparar o medicamento (Anexo 01), expor a rea de
aplicao, fazer a antissepsia do local com lcool a 70%, distender a
pele do local de aplicao com os dedos indicador e polegar
mantendo a regio firme, introduzir a agulha (10 x 6) com rapidez e
firmeza, em um ngulo de 90, soltar a pele, aspirar puxando o
mbolo para verificar se algum vaso foi atingido, injetar o lquido
lentamente, retirar a agulha, comprimir o local com algodo seco,
descartar a seringa com a agulha em recipiente com smbolo de
resduo biolgico com a inscrio perfuro cortante (Descartex) e o
algodo e as luvas no recipiente com smbolo e inscrio de resduo
biolgico. Entregar ao cliente a declarao de servio farmacutico
realizado, de acordo com ANEXO II.

26

Responsvel Tcnico pelo Treinamento: Dra. Thais de Lima


Arruda Vigiano
Funcionrio
Data e Assinatura

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Conferido e
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Dra. Thais Vigiano


Douglas Rogrio
Data: 05/05/2020
CRF: 78433
Ferreira
(5 anos)
05/05/2015
POP 13/15
Drogaria Italina
Pgina 22 de 29
PERFURAO DO LBULO AURICULAR PARA COLOCAO DE
BRINCOS

OBJETIVO
Padronizar o procedimento de perfurao do lbulo auricular
para a colocao de brincos.
REAS ENVOLVIDAS
rea de ateno farmacutica.
RESPONSABILIDADES
de responsabilidade do profissional farmacutico a perfurao
do lbulo auricular.
MATERIAL NECESSRIO
-

lcool 70%
Aparelhos para perfurao e colocao de brincos
Brinco esterilizado
Caneta
Cotonetes
Luvas de procedimento
Termo de autorizao

PROCEDIMENTOS:
Averiguar se o cliente no se enquadra na categoria dos que
tem que aguardar a melhora de seus lbulos: havendo sinais de
quistos, feridas, espinhas, acne, etc, perfurar somente quando os
27

mesmos desapaream ou com autorizao por escrito do mdico


(documento ser retido).
Desaconselha-se totalmente perfurar o lbulo das orelhas de
pessoas com diabetes, hemofilia e demais problemas de coagulao
sangunea e/ou cicatrizao, como quando h predisposio gentica
na formao de queloide, que uma leso tumoral, de superfcie lisa
e consistncia endurecida.
Logo aps, proceder leitura do Termo de Autorizao para
Perfurao, de Cincia e de Obrigao e das Instrues Padro Ps
Perfurao dos Lbulos das Orelhas, sua devida compreenso,
fornecendo explicaes adicionais, caso sejam pedidas e colher sua
assinatura, ou a do responsvel, no caso de ser um menor.
Constata-se melhor cumprimento das instrues, quando o
menor assina conjuntamente, formalizando seu compromisso,
independentemente de sua firma no possuir valor legal. Atentar no
preenchimento do Termo, em relacionar cuidadosamente, o nmero
do lote do brinco, sua data de vencimento e a data da perfurao
do(s) lbulo (s), alm dos dados do cliente.
Detalhar antes da perfurao, o procedimento de aplicao e
cuidados essenciais ps perfurao a serem tomados pelo adulto ou
menor autorizado pelo responsvel legal e permitir ao cliente,
acompanhar visualmente a desinfeco do aparelho, das mos e das
orelhas (com ajuda de espelho).
Durante e aps o procedimento, realizar a desinfeco do
aparelho com cotonetes embebidos em lcool 70%, secando-o em
seguida, dando ateno especial s partes que tocaro os brincos e
os lbulos.
Proceder assepsia das mos conforme POP 10 e calar as
luvas de procedimento. Realizar a desinfeco dos dois lados dos
lbulos das orelhas do cliente, com lcool 70, no mais tocando-os.
Aguardar a secagem para marcar simetricamente com a caneta
de tintura a base de violeta genciana, o local no lbulo a ser
perfurado, ou seja, os dois lados mesma altura e distncia do rosto
e pea ao cliente que, com auxlio do espelho, sem toc-lo, autorize o
procedimento, evitando, assim, que o mesmo fique contrariado aps
a perfurao. Caso haja diferena, limpe a marca e corrija a posio,
at a sua satisfao. OBS.: Faa um ponto pequeno, pois o grande
sempre parece fora do centro.
Os brincos sero aplicados pelo aparelho preto, selecionando-se
o adaptador adequado (regular, mini ou grande) para os brincos que
sero usados. Abra a embalagem dos Brincos para Perfurao, rompa
a sua parte traseira e retire cuidadosamente o suporte plstico dos
brincos sem toc-los. A embalagem dos brincos s dever ser
rompida no momento da perfurao, para preservar a esterilidade do
produto.
Segurar o suporte plstico, pelas laterais, num angulo de 45
para baixo e retirar a tarraxa do mesmo, encaixando a parte em
cunha do alojamento de tarraxa do aparelho, acomodando-a
suavemente no fundo. Continue segurando o suporte plstico e o
aparelho.
28

Logo a seguir, virar o suporte plstico dos brincos no mesmo


ngulo de 45 para baixo e com o aparelho tendo o porta pino
apontado para cima a 45, encaixar o pino e puxar o suporte plstico
para o lado, alavancando o cilindro de baixo como ponto de apoio,
sempre com suavidade.
OBS.: Em caso de queda do brinco ou da tarraxa, em qualquer
momento da perfurao, voc dever abrir outra embalagem, pois a
esterilizao foi perdida. Lembre-se de ter cuidado, para evitar tal
ocorrncia.
Mantendo o aparelho num ngulo de 45, com a tarraxa e o
pino colocados nos seus respectivos lugares, puxar o puxador
localizado na parte anterior do aparelho at ouvir um "clique" de
trava, o que significa que o dispositivo est pronto para a aplicao.
Ainda mantendo o aparelho em ngulo inclinado entre 30 e
45, posicionar o aparelho de forma que o lbulo a ser perfurado fique
na regio de ajuste e perfurao, existente entre a ponta do pino e a
tarraxa.
Alinhar a ponta do pino de acordo com a marcao feita no
lbulo acionando levemente o gatilho de ajuste at o primeiro
estgio. Aps os ajustes, apertar o gatilho at o devido disparo. O
porta pino solta o pino, que se fixa automaticamente na tarraxa a ser
solta, perfurando o lbulo da orelha. OBS.: Neste momento, o cliente
pode manifestar desejo de apalpar o local do furo, tocando o brinco,
oriente-o a no faz-lo.
Para remover o aparelho da orelha, soltar o dedo do gatilho e
mover cuidadosamente o aparelho para baixo, para desencaixar e
soltar a tarraxa. Repetir a operao no outro lbulo.
Repetir e explicar as instrues j recebidas pelo cliente, a
respeito das 4 primeiras semanas aps aplicao, de seguir as
instrues contidas no rtulo da embalagem dos brincos, reforando a
sua importncia e de que sua inobservncia, poder acarretar
infeco no local da aplicao, ocasionando eventualmente
inflamao, e em consequncia, necessidade de consultar o mdico.
A rara, porm possvel ocorrncia de alergia individual, reao
do organismo a um corpo estranho, mesmo que hipoalrgico,
implicar na necessidade de retirar os brincos. Descartar o algodo e
as luvas no recipiente com smbolo e inscrio de resduo biolgico.
Registrar o procedimento em livro especfico.
Entregar ao cliente a declarao de servio farmacutico
realizado, de acordo com ANEXO II.
MANUTENO DO APARELHO
Para manter o Aparelho para Perfurao e Colocao de Brincos
em boas condies de uso, observe o seguinte:
Limpar as partes do aparelho, antes e depois de cada cliente
atendido. Esse procedimento limpa e ao mesmo tempo esteriliza. O
aparelho no necessita de lubrificao;
29

Nunca mergulhar o aparelho em lcool, antisspticos e/ou


outros, pois seu funcionamento ser comprometido;
No utilizar autoclave para esterilizao. O aparelho feito em
poliestireno de alto impacto injetado, e esse procedimento o
deformar, comprometendo seu funcionamento;
Deixar o aparelho destravado, para conservar a presso do
mesmo.
REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS
Manual do Usurio Medi-System.
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LIMPEZA DA CAIXA DGUA
OBJETIVOS
Limpar a caixa dgua a cada seis meses conforme legislao
vigente e garantir a qualidade da gua que chega atravs dos
sistemas de abastecimento, mantendo as condies higinicas.
REAS ENVOLVIDAS
rea de limpeza.
RESPONSABILIDADES
de responsabilidade da Dedetizadora contratada realizar a limpeza
da caixa dgua, como comprova certificado
MATERIAL NECESSRIO
30

Balde
Escova de limpeza
Hipoclorito de sdio
Luvas
Pano
Rolha

PROCEDIMENTO
Feche o registro geral.
Esvazie a caixa dgua abrindo as torneiras, apertando a
descarga ou abrindo o expurgo.
Quando o volume da gua estiver a 15 cm do fundo da caixa,
utilizando luvas de borracha, feche o expurgo do reservatrio e as
torneiras e tampe a sada da gua com uma rolha.
Comece a limpeza com a prpria gua que sobrou, usando
somente escova. No use sabo, detergentes ou produtos qumicos.
Remova a gua suja atravs do expurgo ou com auxlio de
baldes e panos limpos.
Com o expurgo aberto, abra a entrada da gua na boia ou
registro geral para lavar com gua corrente as paredes j escovadas.
Com a caixa cheia, adicione 2 litros de HCl para cada 1000 litros
de gua e deixe descansar por 2 horas.
Feche novamente o registro ou tranque a boia, impedindo que a
gua entre na caixa dgua.
Abra as torneiras e d descarga at esvaziar totalmente o
reservatrio. Esta gua tambm servir para desinfetar os canos.
Feche as torneiras, abra a entrada da gua e deixe encher a
caixa dgua.
Lave a tampa e feche totalmente a caixa, anotando a data em
que a limpeza foi realizada em livro de registro especfico.
REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS
Portaria MS n. 518, de 25 de maro de 2004.

31

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05/05/2015
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Pgina 27 de 29
ENTREGA DE MEDICAMENTOS CONTROLADOS VENCIDOS PARA
DEVIDO DESCARTE
OBJETIVOS
Padronizar o descarte de medicamentos vencidos
REAS ENVOLVIDAS
rea de dispensao e armrio de controlados
RESPONSABILIDADES
de responsabilidade do profissional farmacutico o descarte dos
medicamentos vencidos
PROCEDIMENTO
Fazer uma relao em 2 vias dos medicamentos vencidos
anotando nome do medicamento, lote, data de fabricao e data de
validade. OBS.: Para os medicamentos controlados fazer tambm um
comunicado para a vigilncia sanitria municipal - VISA (Conforme
ANEXO I) e dar baixa no Sistema Nacional de Gerenciamento de
32

Produtos Controlados (SNGPC).


Os medicamentos, tanto slidos
como lquidos, devero ser descartados com sua embalagem primria
em caixa de papelo apropriada e armazenados em local especfico
at entrega Vigilncia Sanitria Municipal. O recebedor da VISA,
responsvel pelo recolhimento, dever carimbar e assinar uma via da
relao de medicamentos vencidos e devolver para arquivo. A
disposio final dos medicamentos, aps ensaios e tratamento prvio
para cada tipo de substncia se dar de acordo com as normas da
Vigilncia Municipal e da empresa responsvel.
LIMITAOES DO PROCEDIMENTO
Material necessrio: computador, impressora, medicamentos
descartados no armrio de controlados, papel A4 e caixa de papelo
para descarte.
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CRF: 78433
Ferreira
(5 anos)
05/05/2015
POP 15/15
Drogaria Italina
Pgina 28 de 29
MONITORAMENTO DE TEMPERATURA E UMIDADE RELATIVA
OBJETIVOS
Verificar a temperatura e a umidade relativa do ambiente
interno da Drogaria
DEFINIO
A temperatura e a umidade so diariamente monitoradas e
registradas. Os registros so regularmente analisados. E o controle
ser adequado para manter todas as partes da rea de
armazenamento dentro do intervalo de temperatura especificas
PROCEDIMENTO
1. Verificar duas vezes a temperatura e a umidade interna da
farmcia, de manh e a tarde. Realizar a leitura no termo higrmetro,
33

onde na parte superior do visor mostrara a temperatura do ambiente


e na parte inferior a umidade.
2. Para lhe mostrar a temperatura e umidade mxima, aperte o boto
Max/Min uma vez e o aparelho lhe fornecer a temperatura e a
umidade mxima.
3. Para lhe mostrar a temperatura e umidade mnima, aperte o boto
Max/Min duas vezes e o aparelho lhe fornecer a temperatura e a
umidade mnima.
4. Como parmetro de controle, vamos anotar a temperatura e a
umidade do ambiente. Transfira esses dados para a ficha de controle,
onde se anota a data, temperatura, umidade e assinatura do
responsvel pela leitura.
5. Em seguida pressione o boto Max/Min uma vez e observe os
valores e em seguida reset os valores, novamente pressione o boto
Max/Min duas vezes e observe os valores e para finalizar aperte reset,
desta forma o aparelho estar apto a realizar nova leitura
6. O valor mximo para umidade tolervel at 80%, j a
temperatura tem que estar na faixa de 15 a 30 graus Celsius.
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05/05/2015

Douglas Rogrio
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(5 anos)

ANEXO I

DROGARIA ITALINA
RUA ITALINA, 450 - VILA CARMOSINA ITAQUERA SO PAULO/SP
CNPJ: 13.029.570/0001-56

IE:
34

FARMACUTICA RESPONSVEL: THAIS DE LIMA ARRUDA VIGIANO

Drogaria Italina, CNPJ 13.029.570/0001-56, estabelecida Rua Italina,


450, vem pela presente solicitar a V.S. conforme determinao da ANVISA, o
laudo de incinerao dos medicamentos relacionados:

- X CXS do medicamento X VAL XX/XX LOTE XXXXXX


- X CXS do medicamento X VAL XX/XX LOTE XXXXXX
- X CXS do medicamento X VAL XX/XX LOTE XXXXXX
- X CXS do medicamento X VAL XX/XX LOTE XXXXXX

Certo de contar com vossa compreenso assinamos a presente em 2


vias.
Atenciosamente,

______________________________
Drogaria Italina

Com cpia para:


Drogaria Italina
Posto de Sade

ANEXO II

35

DECLARAO DE SERVIOS FARMACUTICOS


Nome:
Sexo:

Masculino (

Feminino

Idade:

Endereo:
Telefone:
Nome do responsvel (em caso de menor):

CUIDADOS FARMACUTICOS
Sim

No

Glicemia capilar:

Valor normal: 80 a 110mg/dl

Sim

No

Presso arterial:

Valor normal: 120 x 80mm/Hg

Sim

No

Temperatura corporal axilar:

Valor normal: 36,8 C

Obs.: Estes procedimentos no tem finalidade de diagnstico e no substituem a consulta mdica ou a realizao de
exames laboratoriais.

Sim

No

Aplicao de injetveis

Medicamento/concentrao

Lote

Validade

Posologia

Via de administrao

Nome do Prescritor:

Sim

CRM/CRO

No

Colocao de brincos

Pistola (Fabricante)

Lote

Brinco (Fabricante)

Lote

CNPJ

CNPJ

Lado D
Sim

Sim

No

Assistncia farmacutica domiciliar

Sim

No

Acompanhamento Farmacoteraputico

No

Lado E
Sim

No

Nmero Ficha:

Observaes: anote no verso


Data:
Assinatura do Usurio/ Responsvel

Assinatura do Farmacutico

36

POP 01/15
Drogaria Italina
Página 1 de 29
SOLICITAÇÃO DE COMPRA
OBJETIVOS
Determinar os cuidados e ações a serem observados p
Elaborado por:
Conferido e
Aprovado por:
Próxima Revisão:
Dra. Thais Vigiano
CRF: 78433 –
05/05/2015
Douglas Rogério
Ferreira
POP 02/15
Drogaria Italina
Página 2 de 29
RECEBIMENTO DE MERCADORIAS
OBJETIVOS
O recebimento correto de mercadorias visa gara
Elaborado por:
Conferido e
Aprovado por:
Próxima Revisão:
Dra. Thais Vigiano
CRF: 78433 –
05/05/2015
Douglas Rogério
Ferreira
Funcionário
Data e Assinatura
Elaborado por:
Conferido e
Aprovado por:
Próxima Revisão:
Dra. Thais Vigiano
CRF: 78433 –
05/05
POP 04/15
Drogaria Italina
Página 4 de 29
ARMAZENAMENTO E DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS SOB
CONTROLE ESPECIAL
OBJETIVOS
Definir
As receitas de médicos veterinários e cirurgiões dentistas só 
serão aceitas para fins de tratamento por eles realizados. 
Nã
nos
duas vias
necessária
Devem-se observar os adendos de cada lista, pois a substância pode 
pertencer a uma determinada list
POP 05/15
Drogaria Italina
Página 6 de 29
DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
OBJETIVOS
O atendimento ao cliente é a oportunidade de
Reclamações ou dúvidas devem ser encaminhadas diretamente 
ao farmacêutico para que o registro seja realizado. 
Não questiona

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