Mextilo
MEMORIA DE LA MODA MEXICANA
MEXTILO LA PELICULA
E n 2 0 1 4 d i a n e p e r n e t - l a g r a n d a m a d e l f a s h i o n f i l m m u n d i a l - , m e p r e g u n t ó :
-I want to know what it is to be a mexican designer...-
Y m e d i c u e n t a d e q u e n o e x i s t í a u n d o c u m e n t o a c c e s i b l e , q u e p u d i e r a d a r
c u e n t a d e l a h i s t o r i a d e l a m o d a e n M é x i c o .
A q u e l l o s q u e e x i s t í a n e r a n i n c o n s e g u i b l e s , o e r a n r e c u e n t o s a n t r o p ó l o g i c o s , o
v i s i o n e s p a r c i a l e s c o n d i c i o n a d a s p o r s e r u n a c r ó n i c a d e s o c i a l e s . E s u n
p r o b l e m a h i s t o r i o g r á f i c o : a q u e l l o s q u e h a b l a r o n d e l a i d e n t i d a d c o m o ‘ m é x i c o a
t r a v é s d e l o s s i g l o s ’ h i c i e r o n r e c u e n t o s p a t r i a r c a l e s , e n l o s q u e l a m o d a n o s e
v e í a c o m o a l g o d i g n o d e e x p l o r a r
El objetivo es reunir y presentar las fuentes que existen (y de las que tenemos
n o t i c i a ) d e l a h i s t o r i a d e l v e s t i d o e n M é x i c o , q u e r e s u l t a . . . n o e r a n t a n
escasas.
E s t e l i b r o b u s c a l o ú n i c o q u e y o s i e m p r e b u s q u é : e d u c a r , p r o v o c a r ,
conmover...!divirtiendo!
NINGUNA MODA DE NINGUN PAIS SE TRATA SOLO DE LA ROPA
, SON HISTORIAS ACERCA DE IMAGINARIOS E IDENTIDADES
c o s t u r e r a - r t i s t a : e l d i s e ñ a d o r q u e c r e e q u e l o i m p o r t a n t e e s e x p r e s a r s e / n o p u e d e p a s a r d e
l a p r o d u c c i ó n m í n i m a a l a e s c a l a d e p r o d u c c i ó n e n s e r i e / n o e n t i e n d e a l c o n s u m i d o r
• no hago marca, hago caprichos: no se entiende a la moda como parte de un sistema
aspiracional
• m i m a r c a e s p a r a s e g m e n t o A : m a r c a s q u e p r e t e n d e n s e r d e l u j o , e n u n a e c o n o m í a d o n d e
el consumidor prefiere por un lado la marca extranjera de ‘lujo masivo’
• estoy salvando a los artesanos: buscando una identidad inasible / confunde el folklorismo
c o n l a t r a d i c i ó n . Y o l v i d a q u e c u a t r o a ñ o s d e d i s e ñ o , n o a r t i c u l a n c o n o c i m i e n t o s m i l e n a r i o s
• l a m o d a n o e s a r t e s a n í a : e n e l l a b e r i n t o d e l o ‘ m e x i c a n o ’ , s e p i e r d e n r e s c a t a n d o u n p a s a d o
i n e x i s t e n t e - y a j e n o p a r a e l d i s e ñ a d o r u r b a n o e g r e s a d o d e u n i v e r s i d a d p r i v a d a , g e n t r i f i c a d o ,
h i p s t e r , c o s m o p o l i t a , c o m e - o r g á n i c o
• v e s t i d o s d e n o c h e : n o c i o n e s o b s o l e t a s d e l g é n e r o h a c e n q u e e l ‘ e n f o q u e c r e a t i v o ’ s e
p i e r d a e n v e s t i d o s d e n o c h e , a c a b a n d o d e m o d i s t a s , - q u e j a m á s s e r á n d i s e ñ a d o r e s
• ‘ e s q u e m a ’ d e n e g o c i o s p a r a m a r c a s q u e s e v e n d e n s ó l o o c a s i o n a l m e n t e e n t i a n g u i s d e
d i s e ñ o
• e l i m p e r i o d e l p a t r o n a j e b á s i c o : l o s s i s t e m a s e d u c a t i v o s f o r m a n c o s t u r e r a s , n o s e
e n t i e n d e l a m e r c a d o t e c n i a , n o s e e n t i e n d e e l d i s e ñ o y a d e m á s ¡ n o h a y c o n c e p t o s !
• l a i g n o r a n c i a a c e r c a d e q u é h a p a s a d o e n l a h i s t o r i a d e l a m o d a m e x i c a n a .
MAZAHUACHOLOSKATOPUNKS
Quienes son
inmigrantes de la Sierra Oaxaqueña que emigraron a la capital.
Tradicionalmente el dinero que ganaban como albañiles lo mandaban a sus
comunidades, pero a partes iguales, adoptaron una identidad tomando
elementos de aquellas cosas que les parecieran útiles de las imágenes de la
contracultura humana, convirtiéndose en una especie de punks.
¿QUE ES LO MEXICANO?
L a c o l e c c i ó n s i n s e r o b v i a m e n t e m e x i c a n a , e s i d e n t i f i c a b l e . A n t o n i o M a r r a s e l
d i s e ñ a d o r , e n t i e n d e e l ‘ w o r l d c u l t u r e ’ c o n s e r v a n d o l a t r a d i c i ó n
y d e j a n d o d e l a d o e l f o l k l o r e , l o q u e a d e m á s e s u n a c a r a c t e r í s t i c a d e l a m a r c a
K e n z o . Y e s u n g r a n p r o b l e m a d e l a m o d a m e x i c a n a : n o t e n e m o s i d e a d e c ó m o
h a c e r d i s e ñ o m e x i c a n o s i n d e j a r d e s e r f o l k l ó r i c o s .
la moda mexicana evita temas controversiales. En la imposibilidad de articular
conceptos propios mira espejismos lejanos.
INSPIRATION OR PLAGIARISMO
MEXICANS SEEKS REPARATIONS FOR FRENCH DESIGNERS LOOK ALIKE BLOUSE
Inspiración
Marcas mexicanas serias como lydia lavin han
tomado la idea de la tradición para replantear un
diseño contemporáneo, pero con raíces. Hecho con
seriedad y compromiso social uniendo producción,
conocimiento de técnicas artesanales y comercio
justo.
Plagio
Y en el caso del plagio
‘México profundo’ vs. Isabel Marant, el conflicto
está en función de la idea del plagio. Ya desde lo
que se enseña en las escuelas, la moda mexicana
está acostumbrada a la ‘apropiación’ como
estrategia creativa.
INDUMENTARIA ANTIGUA MEXICANO
Calderón de la Barca o la estancia de Alexander Von Humboldt
Dejaron registro narrativo y provocaron compendios cartográfIcos
que contenían, además, descripciones y grabados que buscaban
clasifcar taxonómicamente todos los órdenes desde los animales
hasta las vestimentas. ‘Voyage pittoresque et archéologique dans
la partie la plus intéressante du Méxique’, prologado por Humboldt.
Discusiones
Un joven diseñador, Rodrigo de Noriega Colmenero, en una Marcha del Orgullo,
porta un vestido tradicional triqui, que se ve moderno, contemporáneo y en lo
absoluto fuera de lugar. ¿Reivindica el género o la etnia? ¿la modernidad o una
nueva tradición?
CALZADO MEXICANO
CACTLIZ Y HUARACHES
El calzado mexicano es de suma importancia si se comprende el
significado social; denotaba rango, una jerarquía inaccesible a
quienes no tenian los meritos suficientes entre los caballeros o los
personajes.
Los macehuales, andaban descalzos y no tenían el privilegio de
utilizar cactlis si no los conquistaban por actos de nobleza o
heroísmo en la guerra “El uso de las mantas y los cacles,
establecía una inmensa separación entre los personajes y
macehuales, entre la nobleza y el pueblo.
CALZADO MEXICANO: 3 PERSPECTIVAS
Gabriel Fernández
Gabriel Fernández Ledesma en su calzado mexicano cactlis y huaraches de 1930,
editado por la Secretaría de Educación Pública hace contrastes con otras culturas,
toma palabras del imaginario popular en un colofón de refranes acerca del zapato,
interpreta las piezas prehispánicas en dibujos y grabados, volviéndolo un documento
ameno y hasta simpático.
Carla Fernández
Carla Fernández es una diseñadora de moda que viene de un caldo de cultivo
diferente al de los demás diseñadores: su padre estaba a cargo de los museos del
Inah y viajando juntos, desde niña fue reconociendo la vestimenta indígena de cada
zona, para después adquirirla y mezclarla con su ropa contemporánea. ‘De estas
dos modas, la indígena y la occidental, yo creaba mi propio estilo’ nos comenta en
‘el manual de la diseñadora descalza’ , su libro de 2013.
José Vasconcelos
José Vasconcelos a la SEP en 1924, es partícipe de una revisión del pasado de
México al grito de ‘por mi raza hablará el espíritu’. En la que por supuesto el vestido
tradicional también estaba siendo revalorado.
Indumentaria Indígena Indumentaria Sastreada
SASTREADO VS
GEOMETRICO
Se mide en: Se mide en:
dedos y cuartas centímetros, pulgadas o yardas
La silueta es geométrica, se mide con hilos y las costuras son La silueta es pegada al cuerpo y normalmente se mide con reglas,
hechas a mano. las costuras son hechas en maquina.
Los cortes son rectos, se cierra con nudos y estos no se cortan Los cortes son curvos y se cierran con botones y cierres, para
porque se rasga la tela. estos se utilizan las tijeras.
SASTREADO VS
GEOMETRICO
En el mundo prehispánico se partía de una ‘raíz cuadrada’. No aplican ni siquiera las
palabras actuales. Falda, pantalón, camisa y zapato no tienen equivalentes ni eco en
quexquemetl, amarre o cactli.
Además no existía el concepto de moda: ‘Entre los antiguos mexicanos, todos vestían
en apariencia las mismas prendas. La indumentaria no era un fenómeno transitorio y
desempeñaba una única función: fijar la identidad del individuo y por lo mismo declarar
su pertenencia étnica’.
Sin moda, tenían vestimenta.
El pionero de la moda en México, en el diseño y la investigación fue:
En la década de los 40’s fue el primero en plantearse una moda
mexicana hecha con materiales mexicanos: para articular un lenguaje
propio en el vestido. Además realizó una veintena de libros. En 1992
publicó 3000 años de moda mexicana (43-45). Obra finalizada en
junio de 1969, pero por la que pasaron 23 años hasta que la Cámara
Nacional de la Industria del vestido tomara el proyecto con un tiraje
de 4000 ejemplares.
Para quién busque en sus páginas todas las respuestas, es una
monografía del maestro Valdiosera y su visión acerca del pasado de
México. Organiza la información de acuerdo al origen étnico:
teotihuacanos, zapotecas, mayas, toltecas, aztecas
Continúa por la historia de México, colonia, revolución, regresando a
la perspectiva del mundo indígena actual. Y focaliza mayormente en
RAMÓN su propia historia, en su propia promesa y en la contundencia de su
peso.
En este legado hay dibujos minuciosos que dan cuenta de la
VALDIOSERA profundidad de sus investigaciones -otros de sus libros son acerca
de Quetzalcóatl, de Bonampak- lo que le permite en el texto ser
BERMAN exhaustivo en su conocimiento antropológico, plásticamente
complejo y totalizador en el enfoque que habla desde el peinado, los
tocados y los usos de cada una de las regiones de México.
EN EL
OMBLIGO
DE LA LUNA
Es lo que quiere decir el nombre ‘México’.
En la tradición, la tela jamás debía cortarse
pues se cortaba el ‘hilo de la vida’.
Idea que compartían los griegos, que usaban la clámide
como prenda principal colgada de un hombro, y que
tenía en la tilma un equivalente
prehispánico. La base del vestido era sencilla, tanto
para hombres como para mujeres.
Pocas prendas, a veces muy adornadas.
El material era el algodón, la fibra del henequén
o del maguey. Sus ‘básicos’ eran:
EN EL OMBLIGO DE LA LUNA
Pieza rectangular que se arma para
El hombre usaba un taparrabo, y
colgarse desde los hombros colgando
Sinónimo ayatl, que pasó al español encima el tilmatli. Protegía sus partes,
sobre el pecho y que después de la
como tilma y ayate. Era una pieza de pero dando libertad a las
conquista se generalizó entre el
tela cuadrada hecha de algodón o ixtle extremidades. Era una tela que
vestuario de los pueblos indígenas.
de manta cruda. Tan grande como para pasaba entre las piernas y salía por el
Tiene un paralelo con la ‘stola’ que se
tapar el cuerpo del hombre pero frente dejando caer adelante y atrás
usaba en bizancio y que evolucionó
dejando bastante al desnudo los extremos, que se usaban
para convertirse en la pieza superior
bordados.
de la vestimenta occidental.
maxtlatl quechquemitl
tilmatli
EN EL OMBLIGO DE LA LUNA
El huipil, era igual, una pieza rectangular Falda de tela enrollada alrededor de la parte
abierta en el cuello a manera de blusa y de inferior del cuerpo y que caía por debajo de la
largo variable, que también puede pantorrilla, fijada a la cintura por un ceñidor
utilizarse con una falda de amarre. bordado.
huipil cueitl
tlapalli & xóchitl: teñidos
Tlapalli: del náhuatl, nombre del color en general, aunque
particularmente refería al rojo. Viene de ahí el término
actual Tlapalería, aludiendo a la “colorería” o lugar donde
venden los colores.
Las tintas de origen vegetal se teñía con la grana cochinilla
que se cultivaba sobre el nopal y era de un color rojo
intenso. El azul índigo se producía de la planta siuhquilitl y
de las flores matlalli, tezotli y oxoxouic de donde se hacía
toda la gama de azules. El anaranjado venía del achiyotl
que es una semilla; el rojo salía del palo del Brasil. El
amarillo se obtenía de un parásito de los árboles, el
zacatlaxcalli. El negro se producía del hollín del pino.
COLORES El negro se asociaba
Significado en México a la obscuridad, a lo
nocturno y al dios
Tezcatlipoca.
Azul significaba El rojo, con el fuego,
agua, era el color de con el sacrificio,
Tláloc y las deidades porque es el color de
de las aguas. la sangre, el líquido
El amarillo indicaba precioso que
la luz de las alimentaba a los
estrellas. dioses. Y con
xipetotec el señor de
los desollados.
Pintarse los dientes de negro-rojo oscuro
con grava era costumbre extendida entre
las huastecas, las otomíes y algunas
mujeres de Tenochtitlán que se habían
aficionado a ello.
A las mujeres de color natural moreno
bronceado les gustaba tener un tinte amarillo
claro, como se ve en los códices. Lo hacían con
una pasta llamado axin, una tierra amarilla el
tecozauitl que era tan codiciada que algunas
provincias la entregaban para pagar tributo.
covarrubias y tehuanas
El vestido mexicano evolucionó. Como ejemplo en el itsmo
de Tehuantepec aparece el traje de las tehuanas: una
versión adaptada del antiquísimo huipil, un rectángulo
cortado a la mitad, cosido a los lados, dejando sólo el
tamaño exacto para que pasen los brazos; con forro, y
hasta la primera mitad del siglo XX con un colorido
predeterminado: morado obscuro, rojo, escarlata,
bermellón. Pocas veces estampado, en algunos casos con
puntos, y en ocasiones con patrones de hojas y flores. Los
materiales provenían de Inglaterra, de textiles de
Manchester, hechos especialmente para venderse en el
itsmo. Luego tomado por manufactureras mexicanas, aún
cuando las tehuanas ancianas, aun buscan los buenos y
tradicionales algodones de Manchester.
Miguel
Covarrubias
publicó en 1946,
en inglés, el tomo
‘ méxico south,
the isthmus of
tehuantepec’.
Observando la evolución del traje de tehuana (54)
nos cuenta cómo desde las figuras prehispánicas
se observa el quixquemetl y el huipil ‘el eterno
femenino del México prehispánico’ (A) Y (B). En
grabados de ppos. del XIX se observa el busto al
aire, aunque con la cabeza velada (C), que se
transforma en el ‘huipil de tapar’ zoque (D) y de
este se convierte en (E) la versión comercial
hecha de encaje confeccionado a máquina. Y con
versiones variadas del tocado que va tomando la
forma clásica del billete de a $10 pesos de
mediados del XX (51) que en realidad refería a
una forma más primitiva del tocado.
El traje en la Nueva España
Era necesario un
milagro para
fundir ambas
culturas de una
manera armoniosa..
La creación del símbolo se
volvió sinónimo de México,
acompañando las gestas
heroicas, como estandarte y
blasón en todas las luchas
desde la independencia hasta
la revolución.
DE ESPAÑOL E
CONSUMADA LA CONQUISTA EN EL AÑO 1521, ESAS
MEZCLAS HABIAN CREADO UNA MULTITUD DE
POSIBILIDADES RACIALES, DE POSICINAMIENTO SOCIAL
INDIO:MESTIZO
¿COMO INICIO?
SEGUN HUMBOLLD Y SUS CALCULOS MÁS
DE 5 MILLONES DE PERSONAS, LA MITAD
ERAN INDIOS Y MEZCLADAS HABIA
APROXIMADAMENTE 1,231000 Y EL RESTO
POR DECIR UN MILLON DE BLANCOS LA
CUAL COMO 700000 HABIAN NACIDO EN
EUROPA Y ESO POR DECIR UN PEQUEÑO
PORCENTAJE
LOS INDIGENAS SIUIERON USANDO EL
QUEXQUEMIL, Y EL HUPIL, VESTIMENTA
CALZON BLANCO DE MANTA, LA TILMA
IXTLE Y UN PEINADO QUE GRACIAS A ESO
LOS LLAMARON PELADOS
Y PARA EL SIGLO XVII ESAS MEZCLAS YA
ERAN MULTITUD Y MUY CONTROVERSIAL
VESTIMENTA
LOS PELONES
QUEXQUEMIL HUPIL
CRIOLLOS Y
CONSUMADA LA CONQUISTA EN EL AÑO 1521, ESAS
MEZCLAS HABIAN CREADO UNA MULTITUD DE
POSIBILIDADES RACIALES, DE POSICINAMIENTO SOCIAL
VIRREYES
¿COMO INICIO?
LOS NACIDOS EN ESPAÑA ERAN DE PRIMERA LOS DUEÑOS ABSOLUTAMENTE TODO Y
LOS NACIDOS EN MEXICO ERAN CONSIDERADOS SEGUNDOS PERO SIN DEJAR DE SER
IMPORTANTES
A la izquierda, desde el primer Virrey Dn Antonio de Mendoza (F), destacan las gorgueras en
el cuello que van creciendo en tamaño hasta convertirse en 'lechuguillas'
cubriendo totalmente el cuello y enterrando la cara.
Tal cual se ve en el Marqués de Guadalcázar (c), Virrey en el siglo XVI.
En la parte inferior de la columna tres virreyes: el
Marqués de Mancera, Fray Payo de Rivera y el Marqués de la Laguna (H) coinciden siendo los
mecenas que ayudaron a
Sor Juana a establecerse como la décima musa. Ese tiempo coincide con Francia en el reinado
de Louis XIV, lo que se ve en los peinados y corbatas de influencia francesa -perruques y
cravates- que se vuelven aún más exagerados en la columna de la derecha, al tiempo de Louis
XV y XVI, hasta llegar al Conde de Revillagigedo (1), en el tiempo de la revolución francesa,
augurio de los cambios por venir.
¿COMO INICIO?
CLIO ES LA MUSA DE
LA HISTORIA
EL SIGLO DEL BARROCO
SE INSPIRA EN LE HISTORIADOR: LYDIA LAVIN CREAR UN APARTADO
DONDE ABARCA EL MUNDO PREHISPANICO HASTA LO ACTUAL ES DECIR EL
SIGLO XX
EN LOS SIGLOS XVI, XVII Y XVIII ABARCO EL VIRREINATO DE LA NUEVA
ESPAÑA Y EL MOVIMIENTO DEL BARROCO
BAROQUE’ EN LENGUAJE PORTUGUES JUGANDO DE FORMA IRREGULAR ESTE
NOMBRE SE LE DIO A LA ARQUITECTURA HASTA EL LENGUAJE (COMO LA
POESIA LLENA DE RETRUECONOS, ADORNOS Y FLORITUAS)
ERA UNA MANERA DE EXPRESARSE , DESCUBRIENDO UN MUNDO NUEVO,
PARA ADORNAR Y SERVIR A DIOS YA QUE ERA MUY IMPRTANTE LA
RELIGIÓN EN AQUELLA EPOCA, LAS CAPITALES SE CONVIRTIERON EN
CENTRO DE ACTIVIDADES , EREDUCIÓN, CEREMONIA, Y ARTIFICIALIDAD
AL TIEMPO FLORECEN LOS CUELLOS, PARA
VESTIMENTA
EL SIGLO XVII CAEN LOS TRAJES
ESPAÑOLES Y SE VUELVEN UN LUJO PARA
LA CORTE FRANCESA
PARA LAS DAMAS QUE LLEGABAN DE
FRANCIA USABAN EL ESTILO ‘FARTHINGALE
,
FALDA VOLUMEN MERCED A ESTRUCTURAS QUE
DABAN FIGURA LOS COSTADOS , TORSO
AJUSTADO, COSERT DECIMONÓNICO Y EN CASO
DE LOS HOMBRES ESTILO JUBON MEDIEVAL
(SACO ESTRUCTURADO PARA LA MONTA DE
CABALLOS Y BATALLA , LEVITAS EN LOS PUÑOS
DE GRAN CALADO Y LARGO HASTA LA RODILLA )
UN PUNTO DE VISTA LAS CLASES ALTAS EN ESA
EPOCA SE UTILIZABAN LOS BORADOS EN
ACCESORIOS PARA DISTINGUIRSE
EL VIRREY ANTONIOHABIA AUTORIZADO AL HIJO DE
HERNAN CORTEZ CULTIVAR MAS DE 100000
MORERAS, CON EL FINDE COMENZAR LA CRIA DE
GUSANODE SEDA, AUN ASI MANTENIA CONTACTO
CON ASIA Y CON ESTOS MATERALES CREARON
TELAS, ACCESORIOS , PIELES, Y GAMUZAS Y
COMENZO A COMERCIARSE EL PARIÓN
LA INDEPENDENCIA DE MÉXICO
La Independencia de México fue la consecuencia de un proceso politico y
social resuelto por la vía de las armas, que puso fin al dominio español en los
territorios de la Nueva España. La guerra por la Independencia mexicana tuvo su
antecedente en la invasión de Francia a España en 1808 y se extendió desde el
Grito de Dolores, el 16 de septiembre de 1810, hasta la entrada del Ejército
Trigarante a la Ciudad de México, el 27 de septiembre de 1821
HÉROES Y EMPERADORES
María Ignacia Rodríguez de Velasco aka 'la güera Rodríguez' era legendaria por sus
habilidades para la conversación y al parecer, las artes amatorias pues tuvo múltiples
maridos y se le atribuyen 'varios' amantes.
Leona Vicario, heroína independentista era un personaje opuesto al de la 'Güera',
pionera periodista, financió con su fortuna la insurgencia. Tanto a Leona como a la
Corregidora se les pinta con el vestido Imperio de talle alto. No sólo son protagonistas
del estilo sino también de las mentalidades y circunstancias.
Si de emperadores hablamos, ponemos de ejemplo a Agustín de Iturbide
Agregamos también a Morelos y el cura Hidalgo siendo estos los héroes con mayor
recuerdo de los mexicanos