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Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Este documento establece los criterios de diseño para las redes de gases clínicos en establecimientos de salud. Incluye requerimientos técnicos para las fuentes de suministro, regulación, distribución y consumo de oxígeno, aire medicinal, aire dental, vacío y otros gases. El objetivo es garantizar el suministro seguro y confiable de gases para uso médico, de acuerdo con normas nacionales e internacionales.

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Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Este documento establece los criterios de diseño para las redes de gases clínicos en establecimientos de salud. Incluye requerimientos técnicos para las fuentes de suministro, regulación, distribución y consumo de oxígeno, aire medicinal, aire dental, vacío y otros gases. El objetivo es garantizar el suministro seguro y confiable de gases para uso médico, de acuerdo con normas nacionales e internacionales.

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MINISTERIO DE SALUD

MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS

CRITERIOS DE DISEÑO
DE
GASES CLÍNICOS

SEGUNDO PROGRAMA DE CONCESIONES


DE ESTABLECIMIENTOS DE SALUD
Octubre de 2020, Versión 4

Firmado digitalmente
por MAURICIO
MARQUEZ GONZALEZ
Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

INDICE

1 ASPECTOS GENERALES DE DISEÑO ................................................................................................. 10

1.1 ALCANCES ..................................................................................................................................... 10

1.2 NORMATIVA ASOCIADA ................................................................................................................ 10

1.2.1 NORMAS ESPECÍFICAS ....................................................................................................... 11

1.2.2 NORMAS COMPLEMENTARIAS ........................................................................................... 11

1.2.3 NORMATIVA MATERIALES Y EQUIPAMIENTO ................................................................... 11

1.2.4 NORMAS INTERNACIONALES ............................................................................................. 12

2 CRITERIOS DE DISEÑO ........................................................................................................................ 14

2.1 METODOLOGÍA DE DISEÑO ......................................................................................................... 14

2.2 REQUERIMIENTO DE GASES CLÍNICOS ..................................................................................... 14

2.3 DIMENSIONAMIENTO DE LA RED .................................................................................................. 5

2.3.1 PÉRDIDAS PRIMARIAS ........................................................................................................... 5

2.3.2 PÉRDIDAS SECUNDARIAS..................................................................................................... 5

2.3.3 PRESIÓN ................................................................................................................................. 5

2.3.4 CAUDAL O FLUJO ................................................................................................................... 5

2.3.5 FUENTES DE SUMINISTRO:................................................................................................... 6

2.3.6 REGULACIÓN .......................................................................................................................... 6

2.3.7 DISTRIBUCIÓN ........................................................................................................................ 6

2.4 DISEÑO FUENTES DE SUMINISTRO.............................................................................................. 7

2.4.1 FUNCIONAMIENTO EN CASCADA: ........................................................................................ 9

2.5 FUENTES DE SUMINISTRO DE OXIGENO ................................................................................... 10

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 6


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.5.1 ESTACIÓN CRIOGÉNICA ...................................................................................................... 10

2.5.2 RESPALDO DE OXÍGENO..................................................................................................... 12

2.6 FUENTES DE SUMINISTRO PARA AIRE MEDICINAL .................................................................. 13

2.6.1 AIRE MEDICINAL ................................................................................................................... 13

2.6.2 RESPALDO DE AIRE MEDICINAL ........................................................................................ 15

2.7 FUENTES DE SUMINISTRO PARA AIRE DENTAL ....................................................................... 16

2.8 FUENTE DE SUMINISTRO PARA AIRE INDUSTRIAL .................................................................. 19

2.9 FUENTE DE SUMINISTRO PARA VACÍO ...................................................................................... 22

2.10 FUENTE DE SUMINISTRO PARA EVACUACIÓN GASES ANESTÉSICOS ............................. 24

2.11 FUENTE DE SUMINISTRO PARA ÓXIDO NITROSO ................................................................ 26

2.12 FUENTE DE SUMINISTRO PARA DIÓXIDO DE CARBONO .................................................... 27

2.13 REGULACIÓN ............................................................................................................................ 28

2.13.1 MANIFOLD ............................................................................................................................. 28

2.13.2 MANIFOLDS DE OXÍGENO (MANIFOLD DE RESPALDO) ................................................... 31

2.13.3 MANIFOLD DE AIRE MEDICINAL (MANIFOLD DE RESPALDO) ......................................... 32

2.13.4 MANIFOLD DE ÓXIDO NITROSO ......................................................................................... 32

2.13.5 MANIFOLD DE DIÓXIDO CARBONO .................................................................................... 33

2.13.6 CAJA EMERGENCIA DE OXIGENO ...................................................................................... 33

2.13.7 REGULADORES DE PRESIÓN ............................................................................................. 33

2.14 DISTRIBUCIÓN .......................................................................................................................... 34

2.14.1 LAVADO DE CAÑERÍAS ........................................................................................................ 35

2.14.2 REGULADORES DE DISTRIBUCIÓN .................................................................................... 35

2.14.3 CAÑERÍAS ............................................................................................................................. 36

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 7


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.14.4 FITTINGS ............................................................................................................................... 37

2.14.5 SOLDADURAS ....................................................................................................................... 38

2.14.6 LIMPIEZA DE FITTINGS Y CAÑERÍAS ................................................................................. 38

2.14.7 VÁLVULAS DE SECTORIZACIÓN ......................................................................................... 39

2.15 CONSUMO ................................................................................................................................. 39

2.15.1 SALIDAS MURALES .............................................................................................................. 40

2.15.2 CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL ............................................................... 41

2.15.3 INSTALACIÓN CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL ...................................... 42

2.15.4 MANTENIMIENTO CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL ................................ 43

2.15.5 COLUMNAS PARA GASES MEDICINALES .......................................................................... 44

2.15.6 COLUMNA RETRÁCTIL PARA SALA REANIMACIÓN .......................................................... 45

2.15.7 FLUJÓMETROS, FRASCOS HUMIDIFICADORES Y MANGUERAS .................................... 46

2.15.8 ACCESORIOS PARA SECADO DE INSTRUMENTOS ......................................................... 47

2.15.9 REGULADOR Y FRASCO DE VACÍO .................................................................................... 47

2.15.10 REMARCADOR DE OXÍGENO .......................................................................................... 48

2.15.11 VÁLVULAS DE CORTE GAS ............................................................................................. 49

2.16 SEÑALÉTICA DE REDES .......................................................................................................... 51

2.16.1 IDENTIFICACIÓN DE REDES................................................................................................ 51

2.16.2 ROTULADO ............................................................................................................................ 52

2.17 INSTALACIÓN ELÉCTRICA ....................................................................................................... 53

2.18 NIVELES DE RUIDO Y VIBRACIÓN .......................................................................................... 53

2.19 MONITOREO .............................................................................................................................. 54

2.19.1 CONTROL CENTRALIZADO.................................................................................................. 54

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 8


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.19.2 ALARMA LOCAL DE GASES ................................................................................................. 55

2.19.3 ALARMA REMOTA ................................................................................................................. 57

2.20 MITIGACIONES DE VULNERABILIDAD SÍSMICA ..................................................................... 61

2.20.1 AFIANZAMIENTO DE CAÑERÍAS ......................................................................................... 62

2.20.2 ARRIOSTRES ........................................................................................................................ 62

2.20.3 VULNERABILIDAD SÍSMICA ................................................................................................. 63

2.20.4 SOPORTACIÓN DE REDES .................................................................................................. 63

2.20.5 CRUCE JUNTAS DE DILATACIÓN:....................................................................................... 65

2.21 COORDINACIÓN DE ESPECIALIDADES .................................................................................. 65

3 MATERIALES Y EQUIPOS .................................................................................................................... 66

3.1 ASPECTOS GENERALES .............................................................................................................. 66

3.2 REQUERIMIENTOS DEL EQUIPAMIENTO ................................................................................... 67

4 PRUEBAS, OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO ..................................................................................... 70

4.1 PRUEBAS ....................................................................................................................................... 70

4.1.1 ASPECTOS GENERALES ..................................................................................................... 70

4.1.2 PRUEBA DE CAÑERÍAS SIN SALIDAS ................................................................................. 70

4.1.3 PRUEBA DE CAÑERÍAS CON SALIDAS DE GASES INSTALADAS .................................... 71

4.1.4 PRUEBAS DE CRUCE DE LÍNEAS ....................................................................................... 71

4.1.5 PRUEBAS DE ANÁLISIS DE GASES .................................................................................... 72

4.2 OPERACIÓN ................................................................................................................................... 75

4.3 MANTENIMIENTO .......................................................................................................................... 75

4.3.1 SERVICIOS DE MANTENIMIENTO: ...................................................................................... 76

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 9


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

1 ASPECTOS GENERALES DE DISEÑO

Para el desarrollo del Proyecto Definitivo del Establecimiento de Salud dispuesto en


el artículo 2.4.1 de las Bases de Licitación, la Sociedad Concesionaria deberá
considerar lo señalado en los siguientes Criterios de Diseño, los que forman parte
de los antecedentes referenciales dispuestos en el artículo 1.3.4 de las Bases de
Licitación.

1.1 ALCANCES

Los Criterios de Diseño contienen indicaciones, directrices, criterios o


lineamientos que el Concesionario deberá considerar en el diseño y en la
elaboración del Proyecto Definitivo, los que deberá completar, complementar
y/o perfeccionar, de acuerdo con lo dispuesto en el artículo 2.4.1 de las Bases
de Licitación. Con todo, en los casos que expresamente se señale la
obligatoriedad de cumplimiento, constituyendo de este modo exigencias,
definiciones y requisitos mínimos que el Concesionario necesariamente
deberá cumplir en el diseño y en la elaboración del Proyecto Definitivo.

Sin perjuicio de lo anterior, la Sociedad Concesionaria podrá proponer al


Inspector Fiscal soluciones técnicas alternativas, manteniendo los estándares
de calidad señalados en los presentes Criterios de Diseño.

1.2 NORMATIVA ASOCIADA

Los Criterios de Diseño considerarán toda la normativa técnica nacional


específica a la especialidad y las complementarias, relativas a materiales,
equipos, instalaciones, procedimientos, entre otros, así como aquella
normativa internacional que expresamente se señale al efecto.

A continuación, se mencionan las principales normativas asociadas a la


especialidad, debiéndose sumar toda otra norma nacional que la complemente.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 10


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

1.2.1 NORMAS ESPECÍFICAS

 [Link].2014: Gases comprimidos – Redes Centralizadas y Equipos


para Distribución de Gases No Inflamables de Uso Médico – Requisitos
generales para su construcción y funcionamiento.

1.2.2 NORMAS COMPLEMENTARIAS

 Ordenanza General de Urbanismo y Construcciones, Ministerio de


Vivienda y Urbanismo.

 [Link].2015: Diseño sísmico de componentes y sistemas no


estructurales.

 D.S. Nº 594 del MINSAL, que aprueba Reglamento sobre condiciones


sanitarias y ambientales básicas en los lugares de trabajo.

 D.S. Nº 50 de 2008 del MINSAL, que aprueba Normas Técnicas Básicas


para la obtención de autorización sanitaria de los establecimientos
asistenciales.

1.2.3 NORMATIVA MATERIALES Y EQUIPAMIENTO

 [Link].2010: Soldadura – Recomendaciones para soldadura fuerte


de tuberías y accesorios de cobre para sistemas o redes de distribución de
gases de uso médico.

 D.S N°78, que aprueba Reglamento Almacenamiento sustancias


químicas Peligrosas.

 [Link].2017: Mercancías peligrosas – Clasificación.

 NCh935/[Link].1997: Prevención de incendio en edificios – Ensayo de


resistencia al fuego- Parte 1: Elementos de construcción en general.

 NCh951/[Link].2008: Cobre y aleaciones de cobre – Tubos de cobre sin


costura para gas – Requisitos..

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 11


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 [Link].1990: Gases comprimidos – Cilindros de gas para uso


médico y para esterilización – marcas de identificación del contenido y de
los riesgos inherentes.

 [Link].1991: Gases comprimidos – Oxígeno – Clasificación,


requisitos de calidad y métodos de muestreo y análisis.

 [Link].1991: Gases comprimidos – Nitrógeno –Clasificación,


requisitos de calidad y métodos de muestreo y análisis.

 [Link].1991: Gases comprimidos – Dióxido de carbono Clasificación,


requisitos de calidad y métodos de muestreo y análisis.

 [Link].1992: Gases comprimidos – Óxido Nitroso de uso médico


Clasificación, requisitos de calidad y métodos de muestreo y análisis.

 [Link].1992: Gases comprimidos – Helio – Clasificación, requisitos


de calidad y métodos de muestreo y análisis.

 [Link].1992: Gases comprimidos – Aire – Clasificación, requisitos de


calidad y métodos de muestreo y análisis.

1.2.4 NORMAS INTERNACIONALES

Cuando la normativa chilena no aborde aspectos específicos del diseño de algún


elemento de la infraestructura, ni tampoco los presentes criterios de diseño, el
proyectista se podrá apoyar en criterios de normativas internacionales,
adaptándolos a la realidad nacional. En ese caso, primeramente se aplicará la
norma internacional NFPA 99.

 NFPA 99 Standard for Health Care Facilities – promueve la seguridad y la


protección al fuego con reglas para la aplicación segura de los sistemas
eléctricos, sistemas de gases y de vacío, y sistemas ambientales, a través
de los materiales y las prácticas de manejo de emergencias.

 NFPA 99C Standard on Gas and Vacuum Systems – presenta todas las
reglas aplicables a los sistemas de redes medicinales a partir de la norma
NFPA 99.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 12


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 ISO 65 Carbón steel tubes suitable for scewing in accordance with ISO 7/1.

 ISO 274 Copper tubes of circular section – Dimensions.

 ISO 407 Small medical gas cylinders – Yoke – type valve connections.

 ISO 5145 Cylinders valve outles for gases and mixtures – Selecction and
dimensioning.

 ISO 5359 Low-pressure flexible connecting assemblies (hose assemblies)


for use with medical gas systems.

 IEC 364 Electrical installations of buildings.

 CGA V.1 Compressed gas cylinder valve outlet and inlet connections.

 DIN 477/1 Gas cylinder valves, test pressures to 300 bar maximal; forms,
sizes, connections, threads.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 13


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2 CRITERIOS DE DISEÑO

Los presentes Criterios de Diseño se refieren a los elementos específicos y


componentes del Proyecto de Gases Clínicos.

2.1 METODOLOGÍA DE DISEÑO

El Sistema de Gases Clínicos evita el almacenamiento y operación de cilindros de


alta presión en cada sala o recinto clínico en que se requiera. El tenerlos
concentrados en un solo lugar nos asegura una operación eficiente y económica,
entregando un suministro constante e inmediato, a una presión relativamente baja,
que lo hace más seguro, evitando las molestias de transporte y almacenamiento de
cilindros de alta presión, con menor factor de riesgo.

Por lo tanto, obligatoriamente se diseñará la red centralizada, con bancos o equipos


de respaldo exteriores al edificio hospitalario principal y una red de distribución que
surta toda la toma requerida para el Establecimiento de Salud.

2.2 REQUERIMIENTO DE GASES CLÍNICOS

Los requerimientos de tomas que el Concesionario deberá considerar en el diseño


del Proyecto de Gases Clínicos del Establecimiento de Salud son los
establecidos en la siguiente tabla:

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 14


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Tabla 1. Requerimientos Generales de instalación de tomas de Gases Clínicos

Evac.
Aire aire aire
UNIDADES - RECINTOS EQUIPO O2 Vacío N2O CO2 gases
médico industrial dental
antes.

Salas de procedimientos TOMA MURAL 1 1 1

C/ camilla sala de recuperación


TOMA MURAL 1 1 1
(endoscopía)
Ambulatorio

MANGUERA
RETRÁCTIL/
Sala Desinfección de Alto Nivel (DAN) 1
PISTOLA DE
SECADO

C/ camilla Sala de terapia


CPI 2 2 2 1 1
electroconvulsiva

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 5


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

C/ camilla o sillón de recuperación


TOMA MURAL 1 1 1
(Sector Procedimientos)

VENTURI
Box dentales 1 1
SILLON

Triage TOMA MURAL 12 12 12


Unidad de Emergencia Hospitalaria

Sala espera secundaria (adulto) TOMA MURAL 4 4 4

C/ puesto sala de observación


CPI 1 1 1
(adulto/Infantil/Ginecológico)

C/ puesto Tratamiento respiratorio


TOMA MURAL 1 1 1
(adulto/Infantil)

Sala de procedimientos
TOMA MURAL 1 1 1
(Adulto/Infantil/Ginecológico)

Sala espera secundaria (infantil) TOMA MURAL 4 4 4

Monitoreo fetal TOMA MURAL 1 1 1

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 6


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Box urgencia
TOMA MURAL 1 1 1
(adulto/Infantil/Ginecológico)

VENTURI
Box dental 1 1
SILLÓN

C/ puesto sala de tratamientos


CPI 1 1 1
transitorios

Sala de reanimación CPI 2 2 2 1 1

Sala de ecotomografía TOMA MURAL 1 1 1

Sala de tratamiento cardiológico TOMA MURAL 1 1 1

Sala de yeso TOMA MURAL 1 1 1

Box atención de víctimas c/baño y ducha TOMA MURAL 1 1 1

C/ cama UTI (Adulto – Infantil) 2 CPI 1 1 1


UPC

COLUMNA
C/ cama UCI Adultos 2 2 2 1
BRAZO

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Bodega de equipos TOMA MURAL 1 1 1

Salas de Procedimientos TOMA MURAL 1 1 1

C/ cama o cuna de Hospitalización


CPI 1 1 1
(Adulto/Infantil/Neonatal)

C/ cama o cuna de aislamiento


2 CPI 1 1 1
(Adulto/Infantil/Neonatal)
Hospitalización

Área de Baño de recién nacido (dentro de


TOMA MURAL 1
neonatología)

Aula hospitalaria y recreación infantil TOMA MURAL 1

Bodega de equipos TOMA MURAL 1 1 1

Salas de Procedimientos TOMA MURAL 1 1 1


Imagen
ología

C/ puesto preparación paciente


TOMA MURAL 1 1 1
hospitalizado

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Sala Radiología Digital (RX) TOMA MURAL 1 1 1

Sala Ecotomógrafos TOMA MURAL 1 1 1

Sala Tomógrafo Computarizado TOMA MURAL 1 1 1 1 1

Box de ingreso y preparación del paciente TOMA MURAL 1 1 1

C/ puesto recuperación CPI 1 1 1

C/ puesto sala Preanestésica CPI 1 1 1 1 1


Pabellón Quirúrgico

BRAZO 1 2 2 2 2 2 2 1
Quirófano Cirugía Mayor (ambulatoria,
BRAZO 2 1 1 1
electiva, urgencia)
TOMA MURAL 2 2 2 1 1 1

ARRANQUE 1 1 1 1 1 1 1
Quirófano Cirugía Menor
TOMA MURAL 1 1 1 1 1 1

Bodega equipos de pabellón TOMA MURAL 1 1 1 1 1 1

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 9


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

TOMA MURAL 1 1 1
Sala Parto Integral
CPI 1 1 1 1 1

TOMA MURAL 1 1 1
Partos

Sala Multipropósito
CPI 1 1 1 1 1

Sala de reanimación neonatal TOMA MURAL 2 2 2

Sala de recuperación y apego CPI 1 1 1

Gimnasio Adulto rehabilitación TOMA MURAL 1 1 1


Rehabilitación

Box de evaluación TOMA MURAL 1

Sala Terapia Grupal TOMA MURAL 1

Sala Terapia Ocupacional adultos e


TOMA MURAL 1
infantil
Diáli
sis

C/sillón - Puestos de Dializados CPI 1 1 1

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 10


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Sala de procedimiento TOMA MURAL 1 1 1

Sala educación peritoneo diálisis TOMA MURAL 1 1 1

MANGUERA
RETRÁCTIL/
C/ pileta de sala de reutilización 1/2
PISTOLA DE
SECADO

TOMA MURAL 1 1 1 1 1

MANGUERA
Taller mantenimiento equipo médico
RETRÁCTIL/
Servicios de Apoyos

1
PISTOLA DE
SECADO

MANGUERA
RETRÁCTIL/
Descarga de lavadora descontaminadora 2
PISTOLA DE
SECADO

MANGUERA
Área de descontaminación en general (de 2
RETRÁCTIL/
Laboratorio, Esterilización, Farmacia,
PISTOLA DE

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 11


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Residuos, Sedile, Alimentación) SECADO

MANGUERA
C / puesto preparación material de RETRACTIL/
1
Esterilización PISTOLA DE
SECADO

NOTAS TABLA 1:
 [Link].= Evacuación gases anestésicos.
 Las cantidades indicadas de tomas de gases corresponden a cada recinto o unidad de administración del gas, como cama,
camilla, sillón, etc.
 Esta tabla es estándar para los hospitales, con la excepción de las particularidades de cada hospital.
 En Diálisis en la Sala de Reutilización se debe instalar una manguera retráctil con aire industrial cada dos puestos de piletas.
 Cuando se requieran Gases Clínicos en recintos no indicados, su instalación se debe homologar de algún recinto de
prestaciones similares.
 Eventualmente la cantidad de conjunto de tomas descrita puede aumentar de acuerdo con la cantidad de puestos/camas y
recintos cuya actividad y/o funcionamiento lo requiera, previamente aprobado por el Inspector Fiscal.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 12


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 13


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.3 DIMENSIONAMIENTO DE LA RED

2.3.1 PÉRDIDAS PRIMARIAS

Son las pérdidas de superficie en el contacto del fluido con la tubería (capa límite),
rozamiento de unas capas de fluido con otras (régimen laminar) o de las partículas
del fluido entre sí (régimen turbulento). Tienen lugar en flujo uniforme, por lo tanto,
ocurren principalmente en los tramos de tubería de sección constante.

2.3.2 PÉRDIDAS SECUNDARIAS

Son las pérdidas de forma, que tienen lugar en las transiciones (estrechamientos o
expansiones de la corriente), codos, válvulas, y toda clase de accesorios de
tubería.

Además, se debe considerar la velocidad del fluido, ya que a velocidades


superiores a 50 m/s los gases presentes en este proyecto tienden a pasar su
velocidad crítica, produciendo vibraciones y sonidos que afectarían en el bienestar
de los pacientes.

2.3.3 PRESIÓN

La presión de diseño se debe establecer por los requerimientos de los equipos


clínicos que requieren oxígeno medicinal (tomas de gases, flujómetros, máquinas
de anestesia, ventiladores, respiradores, etc.). Generalmente están diseñados
para trabajar a 50 psig (64,7 psia); por lo tanto, se debe calcular la presión de
diseño de acuerdo a los requerimientos de los equipos contenidos en el listado de
equipamiento de cada hospital más una holgura de diseño del 20%.

2.3.4 CAUDAL O FLUJO

El flujo requerido se establece por el consumo normal humano, que es de 3-4


litros/minuto, pero dependiendo del procedimiento médico podría llegar a 0-20
litros/minuto. Por lo tanto, el caudal de diseño será de 15 litros/minuto por cada
salida o toma de oxígeno y/o toma de aire medicinal.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 5


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.3.5 FUENTES DE SUMINISTRO:

Son los equipos o elementos generadores de los Gases Clínicos, los que se
concentran en salas especialmente diseñadas para ello (Central de Gases),
dispuestas fuera del edificio hospitalario. Éstas se componen por una estación
criogénica, una central de equipos que generan gases (Compresor y bomba de
vacío) y por gases a alta presión almacenados en cilindros.

Se deben considerar los espacios para el mantenimiento preventivo de los equipos


instalados en las Centrales de Gases Clínicos, tal es el caso de las bombas de
vacío y compresores de aire, además de su adecuada ventilación e
insonorización. La toma de aire de los equipos compresores no puede estar afecta
a polución, aire desechado de los sistemas de clima, motores, etc.

Los equipos y centrales de Gases Clínicos deben estar conectados al Sistema


interno de electricidad y grupos electrógenos, de manera de respaldar el
suministro de Gases Medicinales en el caso de una emergencia o catástrofe
natural.

2.3.6 REGULACIÓN

Son todos los elementos o equipos destinados a regular el paso de gases desde
las fuentes de suministro. En esta sección se deben considerar los Manifold de
cilindros, reguladores de presión, válvulas anti-retroceso y válvulas de corte.

2.3.7 DISTRIBUCIÓN

Para transportar los gases medicinales desde las fuentes de suministro, hasta el
consumo del paciente se utilizan redes de cañerías, las que trabajan a una cierta
presión de trabajo (50 psig) y que pueden ser instaladas en el edificio en forma
embutida, expuesta, aérea en el entre-cielo (soportes) o subterráneas (conexión
entre edificio y central de gases).

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 6


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.4 DISEÑO FUENTES DE SUMINISTRO

Se debe diseñar una central de Gases Clínicos, de manera que los sistemas
generadores de aire, generadoras de vacío y cilindros de gases queden separados.

Todos los trabajos incluidos en estos criterios de diseño deben realizarse


cumpliendo estrictamente con todas las Normas y disposiciones que los rigen, tanto
en calidad, seguridad y condiciones de instalación de materiales y equipos
empleados.

Se deben incluir los siguientes ítems principales:

 Requisitos generales.
 Bases de cálculo.
 Tabla de acuerdo a normas.
 Redes de distribución
 Especificaciones de equipos.
 Tomas o salidas, canaletas porta instalaciones (CPI).
 Columnas de pabellón.
 Retráctil de manguera.
 Cajas de válvulas.
 Alarmas de presión, alarmas remotas, etc.
 Compresores de aire medicinal.
 Bombas de vacío.
 Estanque criogénico y estación de respaldo de oxígeno.
 Manifold de óxido nitroso.
 Casetas de centrales.
 Puesta en marcha.
 Equipos secundarios.
 Otros.

Se debe diseñar las centrales de gases, de manera que los sistemas generadores
de aire, generadoras de vacío y cilindros de gases queden separados. Por lo tanto,
deben considerar salas que alberguen:

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 7


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Sistemas generadores de aire medicinal, dental e industrial.


 Sistema de Vacío y Bomba de extracción gases anestésicos.
 Cilindros de presión en uso y reserva (conectados).
 Bodega de almacenamiento de cilindros llenos y vacíos.

Estas salas deben cumplir con lo establecido en la Norma Chilena, tanto en


vulnerabilidad sísmica, Climatización, Seguridad contra incendio y almacenaje.

Los equipos y centrales de Gases Clínicos deben estar conectados al Sistema


interno de electricidad, Grupos electrógenos, de manera de respaldar el suministro
de Gases Medicinales en el caso de una emergencia o catástrofe natural.

Se debe diseñar sistemas de amortiguadores de vibración a los motores


generadores de aire medicinal, aire dental, aire industrial, bombas de vacío y
bombas extracción de gases anestésicos. Además, un sistema de aislación
acústica, sin que se vea afectado el requerimiento de ventilación que necesitan
estas centrales.

Para el caso de las dos primeras salas nombradas, se deber considerar:

 Suministro de Energía Eléctrica, 380 Volt, 50 Hz, conectada al circuito de


emergencia.
 Tablero eléctrico para los equipos de la sala.
 Alumbrado.
 Enchufes Eléctricos, 220 volt, 50 Hz.
 Pileta conectada a red de aguas lluvias.
 Ventilación.

Para la sala de cilindros de presión, se debe considerar:

 Suministro de Energía Eléctrica, 220 Volt, 50 Hz, conectada al circuito de


emergencia.
 Tablero eléctrico para los manifold de la sala.
 Alumbrado.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 8


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Enchufes Eléctricos, 220 volt, 50 Hz.


 Pileta conectada a red de aguas lluvias.
 Ventilación.

Se debe generar en coordinación con el Proyecto de Climatización e Instalaciones


Térmicas, un sistema de recirculación constante de aire dentro de las centrales de
Gases Clínicos, cuyas características tengan la condición de mantener los recintos a
temperaturas normales entre 17 °C a 27 °C.

Para todas las instalaciones y canalizaciones eléctricas, correspondiente a Gases


Clínicos, se debe considerar y coordinar con los Criterios de Diseño de Sistema
Eléctrico.

Para las centrales de aire medicinal y aspiración, se debe instalar un panel


controlador de equipos, tanto como para los compresores como para las bombas de
vacío, cuyo sistema debe tener la capacidad de suministrar y almacenar los tiempos
de operatividad de cada equipo, manipulación manual, automática y fuera de
servicio de cada uno, se debe considerar además un tipo de funcionamiento en
cascada, el cual debe considerar y evitar los posibles sobre consumos de corriente
(peak), al momento de algún corte de suministro eléctrico.

2.4.1 FUNCIONAMIENTO EN CASCADA:

En el control escalonado estándar, una unidad de frecuencia ajustable con la


tarjeta de opciones escalonada controla un motor de velocidad variable y se utiliza
para activar y desactivar por etapas otros motores de velocidad constante.
Variando la velocidad del motor inicial se aporta al sistema un control de la
velocidad variable. Esto mantiene una presión constante mientras se eliminan las
subidas de presión, lo que hace que el sistema funcione de una forma más suave.

Con la tarjeta de opciones del controlador escalonado, la unidad de frecuencia


ajustable del variador puede controlar automáticamente hasta cinco motores de
compresores o de bombas. La activación y desactivación por etapas de los
motores se puede realizar cíclicamente, según las horas de funcionamiento. Esta

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 9


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

función asegura un uso igual en el tiempo y elimina el problema de arrancar un


motor que se utiliza muy pocas veces

2.5 FUENTES DE SUMINISTRO DE OXIGENO

2.5.1 ESTACIÓN CRIOGÉNICA

Conjunto de equipos agrupados en torno al estanque criogénico y el espacio físico


que ocupa.

Comprende estanque criogénico, vaporizadores, accesorios (válvulas, cañerías,


reguladores, dispositivos de telemetría, etc.).

La estación criogénica siempre debe ir emplazada en el exterior del edificio,


alejada de toda fuente de ignición y/o combustibles, Se deben establecer
distancias mínimas para la instalación de acuerdo a las Normas NFPA y según los
requerimientos exigidos en decreto D.S N°78 “Almacenamiento de Sustancias
Peligrosas”.

Se debe considerar los espacios físicos para la entrada del tráiler o camión
criogénico para la carga y descarga del Estanque de tal forma que sea fácil y
expedita.

La fundación de estanque criogénico se debe construir de acuerdo a la zona


sísmica del lugar en que se emplaza, asumiendo criterio por el lado de la
seguridad, según [Link].96. Debe tener una losa de Hormigón, según cálculo
del especialista, no de asfalto, ya que este último es un material elaborado con
compuestos de hidrocarburo, lo que sería peligroso ante posibles derrames de
Oxígeno Líquido, en las recargas.

El área donde se instale la estación criogénica debe contar con:

 Toma corriente trifásica para camión de carga, de acuerdo a solicitud de


empresa proveedora del oxígeno.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 10


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Instalación de agua potable, con llave mariposa, para derretir el hielo que
se genera en los vaporizadores.

 Reja de estructura metálica con mallas de alambre o murallas sólidas.

La conexión del estanque al Edificio Hospitalario debe considerar la aislación


sísmica, se instalará con flexibles, cubiertos con mallas de acero inoxidable,
soldados en los extremos y depositados sueltos sobre una canaleta o puente con
juntas de dilatación en los extremos o bien la matriz embutida bajo tierra a un
metro de profundidad, cubierta con una tubería hidráulica clase 10, sobre una
cama de arena, cubierta con una hilera de ladrillos o cemento, una cinta señalética
y en la superficie pavimento.

Será responsabilidad del Concesionario la ejecución de las fundaciones y losa del


estanque criogénico, considerando diferentes cargas y solicitaciones, tales como:
peso propio, con carga, sismo, entre otras. El diseño de las fundaciones y losa
dependen del tipo de estanque y capacidad. Deben ser solicitados al proveedor
del estanque criogénico, de acuerdo a la capacidad diseñada.

El estanque criogénico debe tener una capacidad suficiente para alimentar las
tomas o salidas de oxígeno. Por lo tanto, el dimensionamiento de este estanque
debe responder a los siguientes criterios:

 El flujo promedio por toma o salida de oxígeno es de 20 m3/mes.

 Cantidad de tomas o salidas de oxígeno, en todos los recintos que lo


necesitan. Se exceptúan las salidas de apoyo, en los recintos de
Pabellones y Pacientes Críticos.

 Considerar estas capacidades de tanque.

También se debe proyectar un desagüe conectado al servicio de alcantarillado,


esto con el fin de eliminar el condensado que se produzca en el estanque
criogénico y en los alrededores de este, a la vez se debe considerar una toma de
tierra con una respectiva válvula de paso para el llenado del estanque criogénico.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 11


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.5.2 RESPALDO DE OXÍGENO

El oxígeno es el gas medicinal esencial para la vida, por ende, no puede


interrumpirse en muchos casos. El Concesionario deberá proyectar un conjunto de
cilindros de respaldo, que tenga la capacidad de abastecer 72 horas,
considerando tanto cilindros conectados, como cilindros llenos almacenados.

El estanque de oxígeno líquido debe poseer sistema de telemetría conectado con


el proveedor de gases y debe mantener como stock mínimo de carga el 30%,
además de cilindros de reserva en bodegas de almacenaje.

Los cilindros (llenos o vacíos) deben contar con elementos de protección de


manera que se asegure el correcto funcionamiento después de generado un
evento sísmico. Estas medidas deben impedir el volcamiento de cilindros. El
diseño de los elementos de protección sísmica debe realizarse de acuerdo a la
NTM 001 y según criterios de Protección Sísmica de Elementos no Estructurales.

Para el suministro de Oxígeno, se requiere un Manifold de emergencia, instalado a


la salida del estanque Criogénico, el Manifold de gases debe estar disponible en
caso de cualquier falla en la matriz principal de oxígeno, el sistema debe tener sus
respectivas válvulas de retención y un sistema de alarma conectado al sistema de
control centralizado del hospital. La matriz principal de Oxigeno, debe tener al
menos una línea paralela a la principal, la cual se dejará de respaldo para futuras
ampliaciones de algún servicio en particular. La línea debe tener su respectiva
válvula de corte, la cual debe estar cerrada y con un terminal o tapa gorro en la
punta, el cual impida la salida de oxígeno en caso de alguna manipulación fuera
de norma de dicha red.

En el caso de la matriz principal de oxígeno cuyo tramo crítico comprende entre el


estanque criogénico y el edificio principal, la cual será instalada bajo el nivel de
piso terminado, de acuerdo a la normativa vigente de la especialidad, se debe
proyectar un sistema de monitoreo continuo que pueda reconocer alguna baja de
presión en la red, producto de una falla en el flexible principal. Para evitar algún
corte en la matriz principal, se debe instalar un Manifold de emergencia posterior a
éste, cuya capacidad debe ser calculada para tener con suministro de oxígeno por

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 12


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

lo menos 24 horas continuas de funcionamiento, para los servicios principales del


hospital, hasta que se repare la falla antes mencionada, se debe agregar una
válvula de retención antes del Manifold de emergencia.

Cada flexible para la junta de dilatación, deberá estar unida en ambos extremos de
la tubería de gases con una unión americana y con un terminal HE de cobre a
soldar, de acuerdo a diámetro correspondiente.

2.6 FUENTES DE SUMINISTRO PARA AIRE MEDICINAL

2.6.1 AIRE MEDICINAL

El Concesionario deberá diseñar y ejecutar el sistema mediante equipos que


dispongan de representantes exclusivos nacionales con un sistema robusto de
atención post venta.

Deben garantizar y certificar que su fabricación esté bajo los estándares de la


NFPA 99 y [Link].2014. Se debe proyectar un sistema que tenga, al menos,
un respaldo que pueda, por sí solo, cumplir con los consumos requeridos.

Los compresores deben ser exentos de aceites, para garantizar la calidad del aire
generado. Por lo tanto, el Concesionario deberá resguardar que la entrada de Aire
al sistema sea tomada mediante el flujo circulante, caso contrario debe ser
canalizado desde el exterior de la sala; alejado de la descarga de las bombas de
vacío.

La presión de trabajo será de 55 psig.

La Central de Suministro de Aire Medicinal debe contar por lo menos con un


sistema Dúplex de generación, en el cual cada sistema debe ser capaz de
abastecer el 100% del consumo del Hospital; se debe considerar además un
crecimiento del 20% en la proyección del equipo.

De acuerdo a NFPA 99 2002 en Capitulo [Link] nivel 1 “Sistemas de central de


Aire medicinal” cita textualmente que: “Las Centrales de Aire medicinal, serán

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 13


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

conectadas al sistema de distribución de aire medicinal y se usarán sólo para


aplicación de respiración humana, y calibración de fuentes médicas para
aplicación respiratoria”. Por lo tanto, en el Proyecto Definitivo, y para futuras
instalaciones que pudiese realizar el Establecimiento de Salud, queda prohibida
la distribución y/o conexión de red de aire comprimido medicinal, para uso no
medicinal.

El sistema debe contar con un Manifold de cilindros de respaldo.

El sistema de aire medicinal deberá contar con tratamiento de aire disecante.

Este sistema de aire estará compuesto por:

 Compresores scroll con enfriadores.


 Motores eléctricos.
 Tanque de acumulación, bajo construcción ASME, debe tener válvula de
seguridad, drenaje automático y manómetro.
 Tablero eléctrico. Este tablero debe contar con lo siguiente:

- Interruptores de desconexión.
- Partidores con protección de sobre carga.
- Alternancia de las unidades motrices.
- Partida automática de la unidad de reserva, en caso de no
alcanzarse la presión requerida con el compresor en servicio.
- Luces pilotos.
- Cuenta horas (horómetros).
- Interruptores magnéticos.
- Contactos para control centralizado de monitoreo.

 Monitor de CO (Monóxido de carbono) y medidor de punto rocío. Este


sistema deberá estar incorporado a la central de aire, además deberá
considerar un higrómetro de punto de rocío y un monitor de CO, ambos
deberán estar precableados de fábrica, hasta incluir señales para la alarma
máster de gases clínicos.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 14


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Sistema de Tratamiento de Aire Disecante, integrado a la base del sistema.


 Válvulas de seguridad.
 Válvulas reguladoras de presión.
 Filtros de partículas.
 Filtros bacteriales.

El sistema debe proveer aire a un máximo punto de rocío que sea bajo el punto de
hielo de 0 ºC (32 ºF). Ambos puntos fijos serán ajustables. De manera tal que no
se pueda condensar el aire en la red.

Las condiciones de alto monóxido de carbono y alto punto de rocío deben ser
indicadas en la alarma remota de gases.

La sala donde se ubicará el compresor de Aire Medicinal, debe respetar los


requerimientos de las Normas NFPA 99, Edición 2012, sección [Link].12, de
acuerdo a ellas las entradas de aire.

La red debe disponer inmediatamente después de los reguladores, una tee con
válvula, que permita el muestreo de la calidad del aire generado.

El Concesionario debe considerar la red de evacuación del posible condensado


que se acumule en el tanque, para lo cual debe dejar un desagüe en el interior de
la Central de Gases y deberá ser instalado en una esquina del recinto.

La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de emergencia que posee el


Hospital, debe llegar a un Tablero Eléctrico General ubicado en el interior de la
Central de Gases. Además, debe considerar los componentes para el Tablero
Eléctrico General, que aseguren una eficiente protección a los equipos.

2.6.2 RESPALDO DE AIRE MEDICINAL

Se debe proyectar un conjunto de cilindros de respaldo, que tenga la capacidad de


abastecer 72 horas. Considerando tanto cilindros conectados, como cilindros
llenos almacenados. Este Manifold será de apoyo al Sistema Generador de Aire
Medicinal (Compresor).

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 15


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Los cilindros (llenos o vacíos) deben contar con elementos de protección de


manera que se asegure el correcto funcionamiento después de generado un
evento sísmico. Estas medidas deben impedir el volcamiento de cilindros. El
diseño de los elementos de protección sísmica debe realizarse de acuerdo con la
NTM 001 y según criterios de Elementos no Estructurales.

Se deberá regular la presión del manifold en base a la presión que esté regulado
el Sistema de aire medicinal.

2.7 FUENTES DE SUMINISTRO PARA AIRE DENTAL

El aire dental debe poseer las mismas características de calidad que el aire
medicinal, ya que éste se utiliza en procedimientos dentales donde entra en
contacto con el cuerpo del paciente. Por lo tanto, se considera otro sistema de aire
libre de aceite, con presión de trabajo de 100 psig.

Para el caso del aire comprimido dental se debe instalar una central de aire
comprimido, bajo los criterios requeridos del sistema de compresores dúplex, cuya
capacidad sea un 20% adicional a la sumatoria de los consumos de servicios como
sillón dental, esterilización, lavandería etc.

Dicho equipo debe disponer de representantes exclusivos nacionales con un


sistema robusto de atención post venta.

Deben garantizar y certificar que su fabricación esté bajo los estándares de la NFPA
99 y [Link].2014. Se debe proyectar un sistema que tenga al menos un
respaldo que pueda, por sí solo, cumplir con los consumos requeridos.

Los compresores deben ser exentos de aceites, para garantizar la calidad del aire
generado. Por lo tanto, el Concesionario debe resguardar que la entrada de aire al
sistema sea tomada mediante el flujo circulante, caso contrario debe ser canalizado
desde el exterior de la sala; alejado de la descarga de las bombas de vacío.

La Central de Suministro de Aire Dental debe contar por lo menos con un sistema
Duplex de generación, en el cual cada sistema debe ser capaz de abastecer el

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 16


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

100% del consumo del Establecimiento de Salud; se debe considerar además un


crecimiento del 20% en la proyección del equipo.

El sistema de aire dental deberá contar con tratamiento de aire disecante.

Este sistema de aire estará compuesto por:

 Compresores scroll con enfriadores.

 Motores eléctricos.

 Tanque de acumulación vertical, bajo construcción ASME. Debe tener


válvula de seguridad, drenaje automático y manómetro.

 Tablero eléctrico. Este tablero debe contar con lo siguiente:

- Interruptores de desconexión.

- Partidores con protección de sobre carga.

- Alternancia de las unidades motrices.

- Partida automática de la unidad de reserva, en caso de no alcanzarse la


presión requerida con el compresor en servicio.

- Luces pilotos.

- Cuenta horas (horómetros).

- Interruptores magnéticos.

- Contactos para control centralizado de monitoreo.

 Monitor de CO (Monóxido de carbono) y medidor de punto de rocío. Este


sistema deberá estar incorporado a la central de aire, además deberá
considerar un higrómetro de punto de rocío y un monitor de CO, ambos

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 17


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

deberán estar precableados de fábrica, hasta incluir señales para la alarma


máster de gases clínicos.

 Sistema de Tratamiento de Aire Disecante, integrado a la base del sistema.

 Válvulas de seguridad.

 Válvulas reguladoras de presión.

 Filtros de partículas.

 Filtros bacteriales.

El sistema debe proveer aire a un máximo punto de rocío que sea bajo el punto de
hielo de 0ºC (32º F). Ambos puntos fijos serán ajustables. De manera tal que no se
pueda condensar el aire en la red.

Las condiciones de alto monóxido de carbono y alto punto de rocío deben ser
indicadas en la alarma remota de gases.

El sistema de Aire Dental debe estar alojado en el mismo recinto que el Sistema de
Aire Medicinal. Por lo tanto, debe respetar los requerimientos de las Normas NFPA
99, Edición 2012, sección [Link].12, de acuerdo a las entradas de Aire.

La red debe disponer inmediatamente después de los reguladores, una tee con
válvula, que permita el muestreo de la calidad del aire generado.

El sistema de aire dental no necesita respaldo de cilindros.

El Concesionario debe considerar la red de evacuación del posible condensado que


se acumule en el tanque, para lo cual debe dejar un desagüe en el interior de la
Central de Gases y deberá ser instalado en una esquina del recinto.

La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de emergencia que posee el


Hospital, debe llegar a un Tablero Eléctrico General ubicado en el interior de la

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 18


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Central de Gases. Además, debe considerar los componentes para el Tablero


Eléctrico General, que aseguren una eficiente protección a los equipos.

2.8 FUENTE DE SUMINISTRO PARA AIRE INDUSTRIAL

Se denominará esta red como Aire Industrial, ya que se utiliza en salas de lavados
del servicio de esterilización, en los equipos de autoclaves y en aquellos servicios y
equipos que se requieran. También se utiliza para soplado y/o secado de utensilios
médicos esterilizados. Por lo tanto, se requiere una calidad de aire igual al
entregado por la fuente de suministro para el aire medicinal.

Se debe confirmar los flujos o consumos requeridos en los equipos involucrados


(lavadoras, autoclaves, pistolas de secado, óxido de etileno, lavadoras de SEDILE,
etc.), cuya presión de trabajo será entre 80-100 PSI, se debe considerar además
proyectar estas redes a los recintos de pabellones y salas de parto, cuyo fin será el
inyectar aire a una presión de 50-55 PSI, para levantar los gases anestésicos hasta
los cuatro vientos, se debe considerar reguladores de flujo para llegar a las
presiones requeridas en los equipos y servicios antes mencionados.

Se deben trazar dos redes paralelas las cuales deben alimentar por separado los
servicios de apoyo (lavadoras, autoclaves, pistolas de secado, etc), los pabellones y
salas de parto, esto para determinar el cálculo de la demanda de aire industrial y
así, proyectar la cantidad de compresores y sus características.

Los compresores deben ser exentos de aceites, para garantizar la calidad del aire
generado. Por lo tanto, el Concesionario debe resguardar que la entrada de aire al
sistema sea tomada mediante el flujo circulante, caso contrario debe ser canalizado
desde el exterior de la sala; alejado de la descarga de las bombas de vacío.

La presión de trabajo será entre 80 y 100 psig.

La Central de Suministro de Aire Industrial debe contar, al menos, con un sistema


Dúplex de generación, en el cual cada sistema debe ser capaz de abastecer el
100% del consumo del Hospital; se debe considerar además un crecimiento del 20%
en la proyección del equipo.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 19


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

El sistema de aire industrial deberá contar con tratamiento de aire disecante.

Este sistema de aire estará compuesto por:

 Compresores scroll con enfriadores.

 Motores eléctricos.

 Tanque de acumulación vertical, bajo construcción ASME. Debe tener


válvula de seguridad, drenaje automático y manómetro.

 Tablero eléctrico. Este tablero debe contar con lo siguiente:

- Interruptores de desconexión.

- Partidores con protección de sobre carga.

- Alternancia de las unidades motrices.

- Partida automática de la unidad de reserva, en caso de no alcanzarse la


presión requerida con el compresor en servicio.

- Luces pilotos.

- Cuenta horas (horómetros).

- Interruptores magnéticos.

- Contactos para control centralizado de monitoreo.

 Monitor de CO (Monóxido de carbono) /medidor de punto rocío. Este sistema


deberá estar incorporado a la central de aire, además, deberá considerar un
higrómetro de punto de rocío y un monitor de CO, ambos deberán estar
precableados de fábrica, hasta incluir señales para la alarma máster de
gases clínicos.

 Sistema de Tratamiento de Aire Disecante, integrado a la base del sistema.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 20


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Válvulas de seguridad.

 Válvulas reguladoras de presión.

 Filtros de partículas.

 Filtros bacteriales.

El sistema debe proveer aire a un máximo punto de rocío que sea bajo el punto de
hielo de 0ºC (32º F). Ambos puntos fijos serán ajustables. De manera tal que no se
pueda condensar el aire en la red.

Las condiciones de alto monóxido de carbono y alto punto de rocío deben ser
indicadas en la alarma remota de gases.

El sistema de Aire industrial debe estar alojado en el mismo recinto que el Sistema
de Aire Medicinal. Por lo tanto, debe respetar los requerimientos de las Normas
NFPA 99, Edición 2012, sección [Link].12, de acuerdo a las entradas de Aire.

La red debe disponer inmediatamente después de los reguladores, una tee con
válvula que permita el muestreo de la calidad del aire generado.

El sistema de aire industrial no necesita respaldo de cilindros.

El Concesionario debe considerar la red de evacuación del posible condensado que


se acumule en el tanque, para lo cual debe dejar un desagüe en el interior de la
Central de Gases y deberá ser instalado en una esquina del recinto.

La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de emergencia que posee el


Hospital, debe llegar a un Tablero Eléctrico General ubicado en el interior de la
Central de Gases. Además, debe considerar los componentes para el Tablero
Eléctrico General, que aseguren una eficiente protección a los equipos.

En caso de que algún equipo médico o no médico posea frenos neumáticos deben
alimentarse con red de aire industrial.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 21


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Para el secado de instrumental se deberá suministrar una pistola de acero


inoxidable para uso médico y una manguera no conductiva para gases medicinales.

2.9 FUENTE DE SUMINISTRO PARA VACÍO

Para las centrales de aire medicinal y aspiración, se debe instalar un panel


controlador de equipos, tanto para los compresores como para las bombas de vacío,
cuyo sistema debe tener la capacidad de suministrar y almacenar los tiempos de
operatividad de cada equipo, manipulación manual, automática y fuera de servicio
de cada uno, se debe considerar además un tipo de funcionamiento en cascada, el
cual debe considerar y evitar los posibles sobre consumos de corriente (peak), al
momento de algún corte de suministro eléctrico; Funcionamiento en cascada. En el
control escalonado estándar, una unidad de frecuencia ajustable con la tarjeta de
opciones escalonada controla un motor de velocidad variable, se utiliza para activar
y desactivar por etapas otros motores de velocidad constante. Variando la velocidad
del motor inicial se aporta al sistema un control de la velocidad variable. Esto
mantiene una presión constante mientras se eliminan las subidas de presión, lo que
hace que el sistema funcione de una forma más suave. Con la tarjeta de opciones
del controlador escalonado, la unidad de frecuencia ajustable del variador puede
controlar automáticamente hasta cinco motores de compresores o de bombas. La
activación y desactivación por etapas de los motores se puede realizar cíclicamente,
según las horas de funcionamiento. Esta funciona segura un uso igual en el tiempo
y elimina el problema de arrancar un motor que se utiliza muy pocas veces.

Dicho equipo debe disponer de representantes exclusivos nacionales con un


sistema robusto de atención post venta.

Deben garantizar y certificar que su fabricación esté bajo los estándares de la NFPA
99 y Norma Chilena 2196/2014. Se debe proyectar un sistema que tenga al menos
un respaldo que pueda, por sí solo, cumplir con los consumos requeridos.

Los equipos pueden ser de paletas rotatorias libres de aceite, paletas rotatorias
lubricadas o del tipo Claw (uña o diente o garra), siempre que las tecnologías
sean para uso medicinal, cumpliendo los estándares de la norma NFPA 99 y la
norma chile [Link].2014.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 22


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

El Concesionario debe entregar distintas alternativas, en un cuadro comparativo


para poder analizar y elegir esta fuente de suministro respecto a rendimiento, costo
operacional, costo mantención y eficiencia energética.

La Central de Suministro de Vacío debe contar al menos con un sistema Dúplex, en


el cual, cada sistema debe ser capaz de abastecer el 100% del consumo del
Establecimiento de Salud; se debe considerar además un crecimiento del 20% en
la proyección del equipo.

Este sistema de vacío estará compuesto por:

 Bombas de vacío.

 Motores eléctricos.

 Tanque de acumulación de capacidad, bajo construcción ASME. Debe tener


válvula de seguridad, válvula de drenaje y vacuómetro.

 Sistema de Filtros Bacteriales.

 Tablero eléctrico. Este tablero debe contar con lo siguiente:

- Interruptores de desconexión.

- Partidores con protección de sobre carga.

- Alternancia de las unidades motrices.

- Partida automática de la unidad de reserva, en caso de no alcanzarse el


vacío requerido con la bomba en servicio.

- Luces pilotos.

- Cuenta horas (horómetros).

- Interruptores magnéticos (no se aceptan fusibles).

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 23


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

- Contactos para control centralizado de monitoreo.

Los filtros bacteriales deben ir instalados en la red a la salida del estanque, dentro
de la central de gases, para su mantención.

El Concesionario deberá resguardar que la evacuación o descarga del sistema de


Vacío sea canalizada hasta la cubierta del edificio (cuatro vientos) alejada de las
tomas de inyección o extracción de los equipos de Climatización.

Esta fuente de suministro debe estar en un recinto independiente de los sistemas


generadores de Aire. Compartirá este recinto con la fuente de suministro de
evacuación de gases anestésicos.

La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de emergencia que posee el


Establecimietno de Salud, debe llegar a un Tablero Eléctrico General ubicado en
el interior de la Central de Gases. Además, debe considerar los componentes para
el Tablero Eléctrico General, que aseguren una eficiente protección a los equipos.

El respaldo para el sistema de vacío son las bombas de vacío portátiles.

2.10 FUENTE DE SUMINISTRO PARA EVACUACIÓN GASES ANESTÉSICOS

El equipo debe disponer de representantes exclusivos nacionales con un sistema


robusto de atención post venta.

Deben garantizar y certificar que su fabricación esté bajo los estándares de la NFPA
99 y [Link].2014. Se debe proyectar un sistema que tenga al menos un
respaldo que pueda, por sí solo, cumplir con los consumos requeridos.

Además, debe ser independiente del sistema de gases para uso médico.

Los equipos deben ser libres de aceite, debido a la presencia de óxido nitroso
(comburente) en los gases que se necesitan evacuar del recinto.

La Central de Suministro de Evacuación de gases anestésicos, debe contar por lo


menos con un sistema Dúplex con paletas rotatorias no lubricadas, en el cual cada

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 24


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

sistema debe ser capaz de abastecer el 100% del consumo del Establecimiento de
Salud; se debe considerar además un crecimiento del 20% en la proyección del
equipo.

Este sistema de evacuación de gases anestésicos estará compuesto por:

 Bombas de vacío de paletas no lubricadas (secas).

 Motores eléctricos

 Tanque de acumulación horizontal, bajo construcción ASME. Debe tener


válvula de seguridad, válvula de drenaje y vacuómetro.

 Sistema de Filtros Bacteriales.

 Tablero eléctrico. Este tablero debe contar con lo siguiente:

- Interruptores de desconexión

- Partidores con protección de sobre carga

- Alternancia de las unidades motrices

- Partida automática de la unidad de reserva, en caso de no alcanzarse el


vacío requerido con la bomba en servicio.

- Luces pilotos.

- Cuenta horas (horómetros).

- Interruptores magnéticos (no se aceptan fusibles).

- Contactos para control centralizado de monitoreo.

El Concesionario debe resguardar que la evacuación o descarga del sistema de


evacuación de gases anestésicos sea canalizada hasta la cubierta del edificio

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 25


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

(cuatro vientos), en cañería de Cu de ½” tipo L, la cual debe terminar en cuello cisne


y alejada de las tomas de inyección o extracción de los equipos de Climatización.

Esta fuente de suministro debe estar en un recinto independiente de los sistemas


generadores de Aire. Compartirá este recinto con la fuente de suministro de vacío.

Este sistema no necesita respaldo de bombas portátiles. Solamente el respaldo de


la(s) bomba(s) de reserva que se proyecte(n).

Los filtros bacteriales deben ir instalados en la red a la salida del tanque, dentro de
la central de gases, para su mantención.

La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de emergencia que posee el


Hospital, debe llegar al Tablero Eléctrico General ubicado en el interior de la Central
de Gases. Además, debe considerar los componentes para el Tablero Eléctrico
General, que aseguren una eficiente protección a los equipos.

2.11 FUENTE DE SUMINISTRO PARA ÓXIDO NITROSO

La fuente de suministro para este gas debe ser a través de cilindro de presión.

La capacidad y cantidad de cilindros dependen de los cálculos de demanda a través


de las salidas en los recintos que lo necesiten.

Debe proyectarse un banco de cilindros que estén en uso y la misma cantidad de


éstos en reserva.

Los cilindros de cada banco deben estar conectados, entre sí, a través de un
múltiple o barra de distribución de alta presión. Este múltiple debe contar con:

 Tubería de cobre para alta presión.


 Cabezal de bronce para cada cilindro (Header).
 Válvula de corte o aislamiento de banco.
 Válvula de purga.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 26


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Para conexión del cilindro al múltiple o barra de distribución de alta presión debe
utilizarse un pigtail de cobre. En un extremo debe traer integrado una válvula de
retención y filtro.

La barra de distribución de alta presión, tanto de cilindros de uso, como de reserva,


debe contar con una estructura metálica que soporte su peso por medio de
pedestales o patas de acero o soporte al muro de la central de gases. Esta
estructura metálica debe contar con elementos de protección de manera que se
asegure el correcto funcionamiento después de generado un evento. Estas medidas
deben impedir el volcamiento de cilindros.

El diseño de los elementos de protección sísmica debe realizarse de acuerdo a la


NTM 001 y según criterios de Protección Sísmica de Elementos no Estructurales.

El conjunto de cilindros en uso y reserva deben estar ubicados en la central de


cilindros, junto al respaldo de cilindros de oxígeno, respaldo de cilindros de aire
medicinal, fuente de suministro de dióxido de carbono.

Se deberá considerar un calentador de gas a fin de impedir el congelamiento del


regulador bajo condiciones de alto flujo. El calentador entibia el flujo de gas para
evitar que el regulador se congele.

2.12 FUENTE DE SUMINISTRO PARA DIÓXIDO DE CARBONO

La fuente de suministro para este gas debe ser a través de cilindro de presión.

Las características de la fuente de suministro son similares al descrito para el óxido


nitroso.

La capacidad y cantidad de cilindros dependen de los cálculos de demanda a través


de las salidas en los recintos que lo necesiten.

Se deberá considerar un calentador de gas a fin de impedir el congelamiento del


regulador bajo condiciones de alto flujo. El calentador entibia el flujo de gas para
evitar que el regulador se congele.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 27


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.13 REGULACIÓN

2.13.1 MANIFOLD

Es el sistema que regula los bancos de cilindros (uso y reserva). Una diferencia de
presión producida por reguladores de presión permite que un banco esté en
reserva, mientras el otro banco está siendo utilizado.

El cambio de banco se debe producir en forma automática a través de una válvula


de transferencia, que permite asegurar un flujo ininterrumpido de gas sin cambios
en la presión de distribución. Cuando la presión del banco en funcionamiento baja
a un nivel predeterminado, la diferencia en las presiones que actúan en ambos
lados de la válvula de transferencia produce un cambio al banco de los cilindros en
reserva.

La cantidad de cilindros estará dada de acuerdo a la estimación de consumos que


deben ser detallados en la memoria de cálculo y planos del Proyecto Definitivo.

Deberán incluir 1 regulador de presión para cada banco, y doble regulador


principal regulado en 50 psi, además deben incluir pigtails de cobre para 3000
psig de trabajo.

En cada pata de soporte del Manifolds, o en soporte en muro, deberá tener


conexión para cadenas de seguridad, para evitar caídas accidentales de los
cilindros en uso.

Cada manifold deberá incluir lo siguiente:

 Caja o panel metálico, fijada al muro o soportada con cuatro soportes de fierro
esmaltado. En la caja o panel debe incluir:

- Regulador con manómetro digital para control de la presión del banco


izquierdo de cilindros.

- Regulador con manómetro digital para control de la presión del banco


derecho de cilindros.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 28


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

- Reguladores con manómetros digital central, para control de presión de


salida para red rango 0-100 Lb/Pulg2.

 Indicación de tipo o nombre del gas.

 Indicación de estado uso o reserva.

 Led de aviso para vaciado de banco de cilindros, conectada a la canalización


de la alarma remota.

 Una barra simétrica Header, el cuál incluya por cada banco de cilindros.

 Una válvula check o retención.

 Una válvula corte de alta presión.

 Una tubería para cilindro de alta presión.

 Válvula de seguridad

 Soporte para la barra simétrica instalada para cada lado del banco de cilindros.

 Pigtail o flexible de conexión.

Presión válvula de seguridad primaria de 225 Lb/Pulg2-Presión válvula de


seguridad secundaria de 75 Lb/Pulg2.

En la salida de la red de distribución, se deberá conectar un Switch o presostato


de presión. Este presostato debe incorporar elementos de interrupción de polo
único y doble alcance de acción rápida. Este sistema debe estar en una carcasa
hermética bajo NEMA 4. El presostato debe estar cableado normal cerrado, con
conexión NPT de 1/4 pulgada, y se ajustará con una conexión rápida para facilitar
el mantenimiento.

Deben tener conexión para señales de control centralizado hacía la alarma


master.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 29


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Los manifolds suministraran los gases de presión positiva y/o apoyan a otros
equipos generadores o suministradores.

Estos manifolds deberán ser conectados a un tablero eléctrico general ubicado en


la central de cilindros. La energía eléctrica debe estar conectada al grupo de
emergencia (respaldo) que poseen los recintos Hospitalarios.

El manifold debe dar aviso cuando se ha producido el vaciado de cilindros de un


banco, como también el cambio de banco. Estas señales serán tomadas por
Sistema de Control Centralizado, a través de alarma remota para el control del
sistema.

El manifold debe tener señales digitales de presión y led de color que indiquen el
estado de operación de los bancos (banco en uso, banco en reserva, banco
vacío).

Se debe conectar a red de tablero dispuesto en la central de cilindros.

Los cilindros de Gases Medicinales dispuestos en Manifold (Llenos o vacíos)


deben contar con elementos de protección de manera que se asegure el correcto
funcionamiento de las Centrales de Suministro de Gases medicinales durante y
después de generado un evento sísmico. Estas medidas deben impedir el
volcamiento de Cilindros y del Manifold de Gases Clínicos y deben ser extensivas
a los Cilindros Almacenados llenos y vacíos. El diseño de los elementos de
Protección sísmica debe realizarse de acuerdo a la [Link].2015 y según
criterios de Protección Sísmica de Elementos no Estructurales.

Las centrales de aire comprimido, aspiración, Manifold de emergencias, gabinetes


de respaldo de oxígeno, monitor de punto de rocío y de monóxido de carbono,
deben ser supervisadas por una alarma master que indique las señales de falla de
algún equipo en particular, además se requiere que control centralizado tome esas
señales y las repita en la Central de Control Centralizado del Establecimiento
de Salud.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 30


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Los gases que poseen manifold, como sistema de regulación son:

 Oxígeno (manifold de respaldo)


 Aire Medicinal (manifold de respaldo)
 Óxido Nitroso
 Dióxido de Carbono

2.13.2 MANIFOLDS DE OXÍGENO (MANIFOLD DE RESPALDO)

Se considera el suministro e instalación de un manifold (cilindros en uso y cilindros


en reserva) que estará ubicado al costado del tanque criogénico. El sistema debe
tener sus respectivas válvulas de retención y un sistema de alarma conectado al
sistema de control centralizado del hospital.

La matriz principal de oxígeno, debe tener al menos una línea paralela a la


principal, la cual se dejará de respaldo para futuras ampliaciones de algún servicio
en particular, la línea debe tener su respectiva válvula de corte, la cual debe estar
cerrada y con un terminal o tapa gorro en la punta, el cual impida la salida de
oxígeno en caso de alguna manipulación fuera de norma de dicha red.

Este manifold será el que actuará inmediatamente en caso de que el tanque


criogénico presente una falla en el suministro de oxígeno.

Paralelo a este manifold existirá un segundo manifold de apoyo (cilindros en uso y


cilindros en reserva) que estará ubicado en la central de gases. Este manifold
actuará en caso de que se vacíen los cilindros del manifold ubicado al costado del
tanque criogénico.

Se deberá regular las presiones de los manifold en base a la presión que tenga el
tanque criogénico.

En el caso de la matriz principal de oxígeno cuyo tramo critico comprende entre el


estanque criogénico y el edificio principal, la cual será instalada bajo el nivel de
piso terminado, de acuerdo a la normativa vigente de la especialidad, se debe

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 31


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

proyectar un sistema de monitoreo continuo pueda reconocer alguna baja de


presión en la red, producto de una falla en el flexible principal.

Para evitar algún corte en la matriz principal, se instalará un Manifold de


emergencia posterior a este, cuya capacidad deberá ser calculada para tener con
suministro de oxígeno por lo menos 24 horas continuas de funcionamiento, para
los servicios principales del Establecimiento de Salud, hasta que se repare la
falla antes mencionada, se debe agregar una válvula de retención antes del
Manifold de emergencia.

Cada flexible para la junta de dilatación deberá estar unida en ambos extremos de
la tubería de gases con una unión americana y con un terminal HE de cobre a
soldar, de acuerdo a diámetro correspondiente.

2.13.3 MANIFOLD DE AIRE MEDICINAL (MANIFOLD DE RESPALDO)

Se debe considerar el suministro e instalación de un Manifold (cilindros en uso y


cilindros en reserva) que estará ubicado en la central de gases. Este Manifold será
de apoyo al Sistema Generador de Aire Medicinal (Compresor) y entrará en
servicio en caso de que el equipo tenga una falla que le impida generar la presión
necesaria del sistema.

Se deberá regular la presión del manifold en base a la presión que esté regulado
el Sistema de aire medicinal.

2.13.4 MANIFOLD DE ÓXIDO NITROSO

Se debe considerar el suministro e instalación de un Manifold (cilindros en uso y


cilindros en reserva) que estará ubicado en la central de gases. Este Manifold será
el equipo que suministrará Óxido Nitroso al recinto Hospitalario.

Se deberá considerar un calentador de gas a fin de impedir el congelamiento del


regulador bajo condiciones de alto flujo. El calentador entibia el flujo de gas para
evitar que el regulador se congele.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 32


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.13.5 MANIFOLD DE DIÓXIDO CARBONO

Se debe considerar el suministro e instalación de un Manifold (cilindros en uso y


cilindros en reserva) que estará ubicado en la central de gases. Este Manifold será
el equipo que suministrará de este gas a los pabellones de cirugía del
Establecimiento de Salud.

Se deberá considerar un calentador de gas a fin de impedir el congelamiento del


regulador bajo condiciones de alto flujo. El calentador entibia el flujo de gas para
evitar que el regulador se congele.

2.13.6 CAJA EMERGENCIA DE OXIGENO

Se debe considerar proyectar la instalación de cajas de emergencia para oxígeno


en sectores críticos (UPC, pabellones y Urgencia) para poder asegurar en este
sector el suministro de oxígeno, a través de cilindros o termos, en caso de
emergencia o catástrofe.

Estas cajas deben ser de alta presión, por lo tanto, deben incluir regulador de alta
presión, válvula de corte y flexible con terminal de conexión a cilindro de alta
presión. El Concesionario debe proveer todos los elementos necesarios para que
pueda conectarse un cilindro o termo a la caja de emergencia.

2.13.7 REGULADORES DE PRESIÓN

Los reguladores son equipos de control de flujo diseñados para mantener una
presión constante aguas abajo de ellos, independientemente de las variaciones de
presión a la entrada o los cambios de requerimientos de flujo. El cuerpo, la
carcasa y los mecanismos internos que componen un regulador, automáticamente
controlan o limitan las variaciones de presión a un valor previamente establecido.

Los sistemas de Aire medicinal, Dental e Industrial los traen integrados,


permitiendo que entreguen la presión requerida en la red.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 33


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

El sistema de oxígeno trae integrado los reguladores en la central criogénica,


como también en el manifold para respaldo de cilindros.

Para el óxido nitroso y dióxido de carbono, también regulan su presión de red a


través de sus correspondientes manifold.

Las centrales deben tener como requerimiento para la puesta en marcha de éstas,
sus respectivos certificados de instalación eléctrica interior (TE-1).

Los cilindros de Gases Medicinales dispuestos en Manifold (Llenos o vacíos)


deben contar con elementos de protección de manera que se asegure el correcto
funcionamiento de las Centrales de Suministro de Gases medicinales durante y
después de generado un evento sísmico. Estas medidas deben impedir el
volcamiento de Cilindros y del Manifold de Gases Clínicos y deben ser extensivas
a los Cilindros Almacenados llenos y vacíos. El diseño de los elementos de
Protección sísmica debe realizarse de acuerdo a la [Link].2015 y según
criterios de Protección Sísmica de Elementos no Estructurales.

Las centrales de aire comprimido, aspiración, Manifold de emergencias, gabinetes


de respaldo de oxígeno, monitor de punto de rocío y de monóxido de carbono,
deben ser supervisadas por una alarma master que indique las señales de falla de
algún equipo en particular, además se requiere que control centralizado tome esas
señales y las repita en la central de control centralizado del Establecimiento de
Salud.

2.14 DISTRIBUCIÓN

Los gases se distribuyen a través de redes de cañerías (matrices) desde las fuentes
de suministro. Éstas recorren el edificio hasta llegar a los puestos de consumo o
salidas de Gases Clínicos.

Se debe indicar la ubicación y considerar todos los refuerzos adicionales necesarios


en el trayecto de los Gases Clínicos, pasadas de muros o tabiques, losas, registros
de válvulas de corte, remarcadores de oxígeno, etc.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 34


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.14.1 LAVADO DE CAÑERÍAS

Las cañerías deben ser específicas para gases medicinales fabricadas bajo
estándares ASTM 88 y ASTM B819 y deben llegar lavadas a la obra y antes de la
instalación en la red, deben venir provistas, de fábrica con tapones que garanticen
su limpieza. El instalador debe acreditar mediante Certificados firmados y
timbrados, la limpieza de todas las tuberías, válvulas y otros componentes, de
forma de asegurar que se ha removido toda la grasa, aceite u otras sustancias
extrañas. Es importante que durante el proceso de instalación el personal
encargado esté libre de grasa y aceite en sus manos ropas y herramientas. La
limpieza de las tuberías, válvulas, conexiones, salidas de gas, fittings y todos los
componentes de los sistemas de gases medicinales que han sido limpiados para
servicio de oxígeno por el fabricante antes de la instalación, debe estar en
conformidad con CGA G-4.1, (Cleaning Equipment for Oxygen Service).

2.14.2 REGULADORES DE DISTRIBUCIÓN

Como principio de diseño se debe considerar que las redes de cañerías deben
salir de las fuentes de suministro y avanzar por el 1° subterráneo o nivel que
corresponda y, realizando derivaciones independientes, subir por shafts hasta los
pisos superiores. Esta subdivisión permite, en el caso en que en una de las alas
de un piso se necesite ampliar, remodelar, ejecutar reparaciones o mantención, se
pueda evitar el corte del suministro de gas en todo el edificio.

En el 1° subterráneo o nivel que corresponda, se procederá a formar un anillo


horizontal de equilibrio de compensación de presiones y flujos. Para los pisos
superiores y, dependiendo de la distribución de los recintos donde deben llegar
éstas, se debe formar anillos de presión. Esto mantendrá equilibrada las presiones
y flujos para todas las salidas.

En las subidas de los shafts y, en cada piso, se instalarán válvulas de corte en la


matriz, para independizar los sectores en caso de ser necesario para ampliaciones
y/o mantenciones, las válvulas deben quedar con sus respectivos registros ya
sean en cielos blandos (Cielo Americano) o en cielos duros (Cielo de Yeso
Cartón).

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 35


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Los shafts de la Especialidad de Gases Clínicos deben ser registrables por piso,
de fácil acceso e intervención en caso de alguna fuga de gas en la red.

La matriz de Oxígeno que procede del estanque criogénico debe tener un flexible
con malla metálica al momento de ingresar al edificio, ya que en ese punto existe
una junta de dilatación.

Las redes de aire dental, se disponen por el piso donde se encuentran los sillones
dentales, llegan a las cajas de válvulas dispuestas para emergencia y bajan al piso
inferior, por donde avanzan por cielo falso hasta el sillón dental. El ingreso al sillón
será, por ende, desde el piso inferior con una válvula tipo bola ¼ vuelta de
diámetro ½”.

Dependiendo de las características del equipamiento médico que se establezca,


las redes de aire industrial avanzarán por el entre cielo hacia los puestos de
consumo tales, finalizando con válvula tipo bola de ¼ vuelta, diámetro ½”.

En los pisos de hospitalización, las redes de Gases Clínicos que suben por
diferentes Shafts, deben quedar conectadas a través de cajas de válvulas, para
formar anillos verticales. De esta forma se garantiza el suministro por el otro shaft,
si falla la matriz del otro shaft.

El recorrido de las redes de Gases Clínicos en el edificio (exceptuando los shafts y


bajadas a salidas de gases) serán a través de los cielos falsos.

2.14.3 CAÑERÍAS

Se usará cañería de cobre sin costura, de acuerdo a ASTM B-88; ASTM B-819. El
tipo de cañería será:

TIPO K, Para gases de presión positiva

 Oxígeno.
 Aire Medicinal.
 Aire Dental y/o Industrial.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 36


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Óxido Nitroso.
 Dióxido de Carbono.

TIPO L, Para gases de presión negativa

 Vacío.
 Evacuación Gases Anestésicos.

Las cañerías deben estar limpias para ser usadas en redes de gases medicinales,
según norma ASTM B819 y deben venir provistas, de fábrica, con tapones que
garanticen esta limpieza.

2.14.4 FITTINGS

Se debe hacer uso de fitting de cobre estampado, los cuales deben cumplir el
mismo procedimiento de limpieza y certificación de la cañería. Además, deben
estar tratadas químicamente para el uso y contacto con oxígeno y óxido nitroso, al
menos.

Se aceptarán uniones atornilladas, las que serán sólo las estrictamente


indispensables y se usará cinta de teflón compatible con los gases medicinales
tales como oxígeno y óxido nitroso u otro sellante certificado apto para trabajar
con gases oxidantes.

Con lo descrito, y a modo de norma general, los elementos de unión, derivación,


cambios de dirección, etc., prefabricado, moldeados y/o estampados, deben reunir
las especificaciones de la cañería de cobre tipo K y tipo L, anteriormente señalado.

No se aceptará curvar la cañería mediante método de deformación por


temperatura, sólo se aceptarán codos o curvas de cobre estampado, los cuales
deben cumplir el mismo procedimiento de limpieza y certificación de la cañería
anteriormente señalada.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.14.5 SOLDADURAS

Se empleará soldadura de plata al 15%, según norma NFPA 99 (2005) y


[Link].2014.

AWS BCuP-5 (15% Ag, 80% Cu, 5% P). Se aceptará también soldadura de plata
igual o superior a 35% y libre de cadmio.

En el proceso de soldadura se utilizará solamente soplete oxiacetilénico.

La soldadura deberá ser realizada, utilizando una cámara de protección de Gas


Nitrógeno. Según [Link].2010.

El personal Técnico deberá ser soldador calificado en soldadura Plata (Brazing -


ASME IX).

El Inspector Fiscal podrá verificar en cualquier momento, mediante medición o


ensayo destructivo, si se está usando la soldadura adecuada y la penetración en
las piezas soldadas.

Fundente:

La soldadura de la serie BCuP no requiere fundente, siendo el componente fósforo


P el que actúa como tal.

Herramienta de Corte:

No se aceptarán hojas de sierra o esmeriles para cortar las cañerías, solamente


corta-tubos, esto es, herramientas especificadas para tal efecto.

2.14.6 LIMPIEZA DE FITTINGS Y CAÑERÍAS

Las cañerías deben estar limpias para ser usadas en redes de gases medicinales,
según norma ASTM B819 y deben venir provistas, de fábrica, con tapones que
garanticen esta limpieza. Se deberá entregar un certificado de limpieza de las

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 38


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

cañerías, para ser usadas en instalaciones de gases medicinales. Especificar


Calidad de Limpieza= 0,038 g/m2, según norma ASTM B819.

Es necesario que el personal encargado de procesar e instalar el material esté


libre de grasa y aceite en sus manos, ropa y herramientas.

Las bajadas de las cañerías a las tomas expuestas en muro, deberán ser tapadas
con una canaleta vertical o perfil de aluminio, del tipo registrable. En tanto las
bajadas de las cañerías a las tomas embutidas en tabique, deberán estar
escondidas y no podrán tener ninguna unión soldada en todo el tramo de su
bajada.

2.14.7 VÁLVULAS DE SECTORIZACIÓN

Las válvulas de sectorización deben ser del tipo esférico, con doble asiento y de
tres cuerpos, aptas para interrumpir el flujo de gas en ambas direcciones y cuya
apertura o cierre debe hacerse sólo con ¼ de vuelta. También deben estar
desengrasadas especialmente para uso con oxígeno.

Las válvulas de sectorización deben ser del tipo esférico, con doble asiento y de
tres cuerpos, aptas para interrumpir el flujo de gas en ambas direcciones y cuya
apertura o cierre debe hacerse sólo con Y de vuelta. También deben estar
desengrasadas especialmente para uso con oxígeno.

La válvula debe quedar identificada e indicar claramente los sectores donde corta
el suministro con una señalética metálica, es decir, serán enumeradas. Esta
identificación de cada una de las válvulas debe quedar establecida en el modelo
BIM.

Estas válvulas deben cumplir con NFPA-99 y CSA.

2.15 CONSUMO

Los equipos y accesorios que, por medio de ellos, entregarán el gas medicinal al
paciente, deben ser de marca conocida, certificados bajo las normas U.L. (U.S.A.),

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 39


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

y/o registro de calidad ISO y/o certificados C.E. (Comunidad Europea). Además,
deben entregar un certificado de origen.

En resumen, los equipos deben cumplir con:

 Los equipos de abastecimiento serán de procedencia original y deben venir


armados desde fábrica y contarán con servicio técnico establecido en el
país.

 Se emplearán componentes de calidad y marcas conocidas. Deben estar


certificados bajo las normas U.L. (U.S.A.), y/o registro de calidad ISO y/o
certificados C.E. (Comunidad Europea)

 Se entregará los manuales y capacitaciones en terreno necesarios para la


correcta operación y mantenimiento del equipo.

 La capacidad y eficiencia de los equipos serán garantizadas.

 Se debe embalar el equipo de manera tal que no sufra daños durante su


transporte resguardando su integridad y correcto funcionamiento.

2.15.1 SALIDAS MURALES

Tanto las Salidas como sus elementos de conexión secundarios serán de buena
calidad, que den confianza y seguridad en sus operaciones de trabajo. Deben
poseer empalmes de conexión rápida entre los Centros de Tomas y los Medidores
de flujo, de oxígeno, aire medicinal y de vacío.

Deben tener conexiones de acople rápido, tipo Diamond, distintas para cada gas:
Oxígeno, Óxido Nitroso, Aire Medicinal y Vacío. Tipo DISS para las Salidas de
Dióxido de Carbono.

Se debe considerar el Código Internacional de Colores en Chile, ISO, para adquirir


las Salidas, Mangueras y Conectores Macho Diamond.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 40


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Las Salidas de gases serán del tipo CONSOLA para ser instaladas en las C.P.I.
(Consola porta instalaciones), en las Salas de Hospitalización, Salidas murales
embutidas en Pabellones, Pacientes Críticos, Salidas murales embutidas en Sala
de Procedimientos, de Equipos y en todo el resto del Hospital.

Se deben instalar a 1,50 m desde su eje central hasta el nivel de piso terminado
(NPT) y en el costado derecho de la Cabeza del Paciente.

Siempre se debe tener cuidado, en la instalación de las tomas que no coincidan


con la instalación de enchufes eléctricos, debajo de ellas.

2.15.2 CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL

Deben estar desarrollados siguiendo un diseño constructivo basado en la


utilización de perfiles de aluminio extrudido, el cual dará forma a 3 (tres) o más
canales totalmente independientes, aptos para contener las prestaciones
requeridas para el servicio médico - hospitalario.

El cuerpo de la cabecera vertical deberá estar construida de aluminio de 3 mm


espesor, terminación con pintura epóxica y 2 barras de acero inoxidable 38 mm
diámetro AISI 316, en los cuales se podrán anexar accesorios para soportar
equipos.

Las canaletas porta instalaciones verticales deben contener conductos eléctricos


para encerrar el cableado eléctrico para cada tipo de energía (crítica, normal y
baja tensión / comunicación), las cuales estarán a ambos costados de la cabecera
vertical

Todas las tuberías de gas medicinal deben ser tuberías de cobre y soldadas a un
único punto de conexión.

El cable para circuitos de corriente de ramificación estándar y críticos # 10 o # 12


(según se especifica) tipo THHN alambre de cobre trenzado, 600 voltios, con
aislamiento termoplástico resistente al calor para energía o fase (negro) y neutro
(blanco). Las conexiones a tierra serán de alambre de cobre trenzado tipo # 10 R

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 41


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

THHN (verde). Todos los conductores de tierra deben instalarse en conductos.


Cada toma de corriente debe tener un conductor de tierra conectado a un tornillo
de conexión a tierra. Se deberá contar con un bus de tierra en cada caja de
barrera del dispositivo, y se instalará para asegurar la conexión a tierra de todo el
sistema de alimentación.

La canaleta vertical deberá traer los receptáculos para los enchufes eléctricos y
conexiones de voz y dato que se requieran según se determine en la etapa de
diseño.

El Concesionario, debe entregar las respectivas pruebas de cruces de línea.

Ensamble: La configuración completa debe armarse sin necesidad de tornillos ni


remaches. De esta manera todos los componentes deben ser ensamblados a
presión, en nervaduras especialmente diseñadas para ese fin.

Terminación: La pintura debe estar incorporada al material directamente en el


origen de la fábrica, confiriéndole extrema dureza y óptima terminación. La pintura
utilizada debe ser antibacteriana.

2.15.3 INSTALACIÓN CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL

El diseño debe estar concebido para facilitar las tareas generales de instalación
del panel, y reúne las siguientes características:

 Fijación rápida: con orificios predeterminados, ubicados en los lugares de


acceso menos comprometidos.

 Conexionado eléctrico rápido y seguro: Con bornes o borneras numeradas


previstas para todos los conductores a conectar por el instalador.
Adicionalmente, debe considerar la extracción de los frentes para facilitar
las tareas.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 42


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Conexionado de cañerías para gases: Con espacios libres reservados, que


permiten realizar maniobras cómodas de acometidas de caños y su
conexión.

2.15.4 MANTENIMIENTO CANALETA PORTA-INSTALACIONES VERTICAL

El diseño está concebido de modo de facilitar las tareas generales de


mantenimiento preventivo y correctivo.

Todos los frentes con prestaciones eléctricas, están conectados al cuerpo del
panel mediante borneras o conectores, permitiendo si fuese necesario, su
extracción completa.

Todos los circuitos impresos, están montados en la cara posterior del frente, en un
alojamiento especialmente diseñado para ello. En todos los casos, poseen
conectores que posibilitan su desconexión inmediata.

Cada boca para gas medicinal tendrá un frente propio, que permite mediante su
extracción, acceder al acople, realizar su cambio y/o reparación, sin desconectar
el resto de los gases medicinales o el corte en el suministro del Gas Medicinal al
que se está accediendo.

Las redes de gases medicinales al interior de las canaletas porta instalaciones,


deben ser pintadas antes de ser instaladas, indicando el sentido de flujo del gas
que transporta, se debe considerar que el proveedor de las bandejas, debe indicar
un mecanismo de fijación de las cañerías dentro de las CPI.

Se debe considerar para las CPI, cuyas redes interiores alimenten más de una
cama, un sistema de corte de gas individual, de manera de no afectar el normal
suministro a los pacientes adyacentes en dicha CPI, considerar este punto en
particular para el programa de mantenimiento preventivo y correctivo de toma de
Gases Clínicos.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 43


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.15.5 COLUMNAS PARA GASES MEDICINALES

El suministro e Instalación de las columnas de Pabellones (Brazos fijos o móviles,


tipo Pendant) son parte de la especialidad de Equipamiento. Sin embargo, lo
descrito a continuación debe ser tomado como complemento a las
especificaciones de los equipos.

El Concesionario deberá proporcionar documentos que acrediten su validación


frente a las certificaciones y normativas ya descritas. Además, deberá entregar
certificación de las pruebas de hermeticidad y estanquidad de dichas columnas.

Considerando que la instalación de Gases Clínicos se entregara certificada hasta


el punto de encuentro con las columnas. Por lo tanto, se deberá suministrar e
instalar en cada extremo de las cañerías que llegan a las columnas, un terminal de
bronce HI-SO y un tapa tornillo de bronce HE (Los hilos deben ser NPT) para la
posterior instalación de las columnas.

Para la instalación de las Columnas el Concesionario deberá suministrar e instalar


un conector HE - Macho Diss, con hilo NPT, de tal forma que se remueva el tapón
dejado previamente y se conecte al hilo NPT del terminal que quedó soldado.
Debe considerar que los conectores machos DISS, a suministrar, y el conector
hembra DISS que vienen en las mangueras de las columnas, sean de la misma
marca y que garantice su conexión hermética.

Se deberá chequear la hermeticidad de estas columnas, una vez que se hayan


montado y unido las columnas a las redes. Deberá considerar el análisis de los
gases al momento de unirlas con sus redes y deberá considerar la prueba de
presión y el análisis de los gases involucrados.

Las Columnas se instalarán en los Pabellones Quirúrgicos.

Se debe considerar para cada columna enchufes dobles de 220 Volt, 50 Hz, 16 A.
La cantidad de enchufes se establecerá en la tabla de artefactos eléctricos de los
Criterio de diseño de electricidad.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 44


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

El Concesionario deberá suministrar, por cada pabellón, un Set de Mangueras 3m


c/ conexión macho Diamond - Hembra Diss para cada gas de las Columnas de
Gases Clínicos. Estas mangueras son para conectar, desde la columna o desde
las salidas murales de apoyo, las máquinas o equipos de pabellón.

2.15.6 COLUMNA RETRÁCTIL PARA SALA REANIMACIÓN

La descripción técnica, cantidades y características de las columnas retráctiles


son propias del desarrollo de la etapa de diseño. Sin embargo, lo descrito a
continuación debe ser tomado como complemento a las especificaciones de los
equipos.

Se debe considerar para cada columna enchufes dobles de 220 Volt, 50 Hz, 16 A
La cantidad de enchufes se establecerá en la etapa de diseño.

La columna de techo retráctil manual consistirá en una sección superior para


montaje rígido en el nivel del techo y una sección inferior telescópica capaz de
extenderse hasta un máximo de 18" (457 mm).

La sección retráctil de la columna es activada por un mecanismo de muelle


helicoidal y puede bajarse o elevarse a cualquier posición por rotación del mango.
Con ayuda de un sistema de seguimiento interno, el movimiento de la parte
telescópica se deslizará libremente hacia arriba o hacia abajo.

Las cubiertas de las secciones superior e inferior están hechas de acero


inoxidable 304 con un acabado satinado # 4 y cuentan con:

• Panel de acceso extraíble

• Cuello de techo de acero inoxidable

• Una placa de montaje de acero de calibre pesado, equipada con enchufes de


gas de consola para todas las conexiones de gas médico por encima de la línea
de techo.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 45


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Para cada columna, se deberá entregar un Set de Mangueras 3 m c/ conexión


macho Diamond - Hembra Diss para cada Salida de gas de las Columnas de
Gases Clínicos.

2.15.7 FLUJÓMETROS, FRASCOS HUMIDIFICADORES Y MANGUERAS

Se debe instalar por cada salida de oxígeno y aire medicinal (excepto pabellón,
cirugía menor y box reanimación) un flujómetro respectivo.

Estos equipos deben tener conectores rápidos compatibles con la salida del gas
respectivo, con estándar tipo Ohmeda (Diamond). Se debe proveer de frascos
humidificadores para el oxígeno y el aire; en pediatría se deben considerar
humidificadores con sistema venturi incorporado.

Los flujómetros deben ser del tipo Tubo, de cuerpo aluminio o de latón cromado,
con conector rápido tipo Ohmeda (Diamond), tubo interno y etiqueta con código de
colores. Con perilla de fácil manejo. Bolita para lectura. Poseen filtro interno.

Escalas para Oxígeno:

 0-15 l/min

 0-8 l/min,

 0-3,5 l/min

Escalas para Aire Medicinal:

 0-15 l/min.

Existen humidificadores desechables y reusables, de material polipropileno, no


astillables, compacto y liviano, con capacidad de 300 cc, con una válvula de
seguridad a 2 psig.

Para cada pabellón, se debe contar con un set de mangueras con conexión
hembra diss y macho diamond; las conexiones de estas mangueras serán para las

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 46


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

máquinas de anestesia y otros equipos médicos (máquinas de circulación


extracorpórea o de asistencia ventricular mediante circulación extracorpórea);
Deben tener conexiones de acople rápido, tipo Diamond, distintas para cada gas
(ser específicas (exclusivas y excluyentes) para cada gas y que no puedan sufrir
una conexión anómala accidental). Las mangueras deben contar con el código de
color de acuerdo a la norma chilena, deben ser no conductivas, no colapsables y
tolerar presiones de trabajo 4 veces por sobre la presión normal.

2.15.8 ACCESORIOS PARA SECADO DE INSTRUMENTOS

En puntos que requiere red industrial para soplado y/o secado de instrumentos se
requiere el suministro e instalación de manguera tipo espiral inmediatamente
después de válvula de corte. Esta manguera debe ser de Poliamida atóxico y
fungicida. En sus extremos debe contar con terminales prensados para
conectarse desde la válvula de corte y por el otro extremo a la pistola de secado o
soplado con un acople rápido de ¼” npt.

2.15.9 REGULADOR Y FRASCO DE VACÍO

[Link] Regulador de Vacío

De material de plástico polímero flexible y durable. Utilizable en varios colores.

Con conexión Ohmeda (Diamond), succión continua de tres posiciones on-off-full,


rango entre 0-760 mm de Hg, para adultos y 0-300 mm de Hg para neonatología
y recién nacido.

Ambos con trampa de seguridad de sobre flujo y set de manguera; la utilización


de los frascos de aspiración es obligatoria, ya que sin éstos las substancias
aspiradas irían directamente al regulador para vacío, dañándolo
irremediablemente.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 47


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

[Link] Frascos de Aspiración

Los frascos de aspiración deben ser de 1/2 galón de capacidad o similares,


deben ser con contenedor de fluidos desechables, debe estar graduado y debe
indicar además cual es el límite máximo de llenado.

El frasco debe tener una tapa roscada con un acople para regulador de vacío,
además de un conector para manguera para conducir los fluidos succionados; la
tapa debe tener incorporada también una trampa que permita que se selle el
vacío cuando el nivel de los fluidos haya llegado a su máximo nivel. El frasco
debe contar con un soporte que ensamble con el slide y de esa forma pueda
suspenderse desde la pared.

Para Cirugía Menor y Box de Reanimación: se deben considerar dos frascos de


iguales características, pero de un (1) galón de capacidad, con su carro móvil al
piso, regulador de succión y set de mangueras.

Para Pabellón Mayor: se deben considerar cuatro frascos de iguales


características, pero de un (1) galón de capacidad, con su carro móvil al piso,
regulador de succión y set de mangueras. Idealmente deberá existir un sistema
de succión de respaldo.

2.15.10REMARCADOR DE OXÍGENO

Se debe especificar medidores o remarcadores de flujo de masa sólo para la red


de oxígeno, los que se instalarán en cada matriz principal de este gas, localizados
en los sectores de Pabellones, Urgencia, UTI, UCI, salas de hospitalización.

El objeto es la determinación del consumo de oxígeno por centros de costo en


litros por minuto, por lo tanto, estos medidores de flujo deben ser digitales, como
también, sus paneles convertidores, los cuales, deben leer y guardar los
consumos, su lectura instantánea como el consumo acumulado a la fecha deben
ser posteriormente leídos a través del control centralizado a través de contacto
seco. La especialidad eléctrica, debe dejar arranque de 220 volt, desde tablero
eléctrico más cercano, para alimentar de energía cada panel Convertidor. El

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 48


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Concesionario, debe considerar cable especial de conexión entre el remarcador y


el panel convertidor. (Ref: Remarcador de Oxígeno Marca TIV Modelo TF-1100 y
Panel Convertidor Marca TIV Modelo TM-1000, equivalente técnico o superior).

Se deben considerar cajas metálicas en cuyo interior se deben ubicar los paneles
del Remarcador de oxígeno, esto con el fin de proteger estos equipos de posibles
golpes y del contacto con personal no capacitado, la caja metálica debe tener
como puerta un material transparente para registrar los consumos que lea el
equipo.

Consumo: 220 Volts, 50Hz, 3 A, se debe indicar a los coordinadores la


especialidad de electricidad.

Se requiere instalar un gabinete metálico que proteja estos equipos.

2.15.11 VÁLVULAS DE CORTE GAS

Las cajas de válvulas serán embutidas en tabique, deberán incluir manómetros y


las válvulas de sectorización de áreas de consumo deberán ser del tipo esférico,
con doble asiento, aptas para interrumpir el flujo de gas en ambas direcciones y
cuya apertura o cierre debe hacerse sólo con ¼ de vuelta. También deberán estar
desengrasadas especialmente para uso con O2. Se instalarán en cajas de acero
esmaltado o aluminio, con marco de aluminio con acabado cromado y una tapa
removible de plástico transparente u opaco, con un impreso que diga:

Se aceptarán solamente cajas del mismo tipo de tapa para todas las cajas. Es
decir; todas transparentes o todas opacas.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 49


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Como existen diferentes alturas de cajas, dependiendo de la cantidad de válvulas,


se instalarán a una altura de 1,40 m sobre el nivel del piso terminado, medido
hasta la base de la caja.

El Oxígeno queda siempre en la parte superior de la caja y el Vacío en la parte


inferior de la misma.

Se instalarán embutidas en tabique.

Las cajas de válvulas serán instaladas para sectorizar servicios y por cada uno de
los pabellones.

Las cajas de válvulas deben incluir manómetros y vacuómetros.

Las válvulas deben incluir extensiones de cañería soldadas de tal forma que la
unión al resto de las cañerías sea exterior a la caja.

Las cajas de válvulas deben llevar identificación etiquetadas de los recintos que
corta suministro en caso de emergencia.

Las cañerías se pintarán, con el código de colores según [Link].2014.

La entrada de los gases es siempre por el costado izquierdo, adyacente a las


válvulas, los Manómetros verificarán las Presiones hacia las Salidas o Tomas.

Para hospitalización se instalarán dos Cajas de Válvulas una por cada Shaft por
las siguientes razones:

 En caso de algún peligro de siniestro para no cortar el suministro de Gases


Clínicos en todo el Servicio.

 En caso de Mantención de Salidas de Gases o Redes, para no cortar en


todo el Servicio.

 En caso de ampliación o modificación de las Redes de Gases Clínicos.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 50


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Para disminuir los diámetros de las cañerías.

2.16 SEÑALÉTICA DE REDES

2.16.1 IDENTIFICACIÓN DE REDES

Las Redes de Cañerías, una vez que se han recibido de fábrica, con el tratamiento
químico de limpiado, se deberá proceder a pintarlas de acuerdo a su código de
colores y una vez que estén secas se desarrollará el trabajo de instalación. Esto
es para asegurarse que todas las cañerías estén pintadas, ya sean expuestas,
embutidas, por cielo falso, CPI, entretechos, etc.

Todas las redes de cañerías se identificarán de acuerdo con el siguiente código de


colores:
Tabla 2. Colores de Identificación de cañerías.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 51


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Además de los colores, se deben rotular las redes mediante leyendas colocadas
sobre la tubería, las que deben señalar lo siguiente:

 Nombre Empresa Instaladora.


 Flecha que indique el sentido de flujo.
 Nombre del gas a transportar.

Las leyendas deben ser confeccionadas según la siguiente pauta:

 Papel autoadhesivo y durable en el tiempo, el cual no debe perder sus


características técnicas solicitadas en estas bases de licitación.
 Las letras deben ser igual o mayor que 6 mm.
 El color de las letras debe ser contrastante con el color de fondo de la
señal identificadora.

2.16.2 ROTULADO

Se deben rotular las redes mediante leyendas colocadas sobre la tubería, las que
deben señalar lo siguiente:

 Flecha que indique el sentido de flujo.


 Nombre del gas a transportar.

Las leyendas deben ser confeccionadas según la siguiente pauta:

 Papel autoadhesivo y durable en el tiempo.


 Las letras deben ser igual o mayor que 6 mm.
 El color de las letras deben ser contrastante con el color de fondo de la
señal identificadora.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 52


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Tabla 3. Colores de Identificación de adhesivos.

2.17 INSTALACIÓN ELÉCTRICA

El proyecto eléctrico contemplará dejar arranques eléctricos protegidos más tierra y


neutro para alimentar los tableros eléctricos que atenderán los equipos del sistema
de Gases Clínicos.

Se canalizará, alambrará y conectará eléctricamente los equipos que conformen el


sistema de Gases Clínicos.

La construcción de los Tableros Eléctricos respetará lo especificado en los Criterios


de Diseño de Sistema Eléctrico.

La ubicación de los tableros de Gases Clínicos se debe definir en planos,


ubicándose principalmente en la Central de Gases.

2.18 NIVELES DE RUIDO Y VIBRACIÓN

El Concesionario entregará todos los requerimientos y detalles de montaje de


equipos previstos y adicionales en el proyecto, de los equipos, que generen ruido
y/o vibración.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 53


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Los detalles incluirán, amortiguadores de su suministro y otras medidas tendientes a


minimizar el nivel de ruido y la transmisión de vibraciones. También se debe
informar la necesidad de aislaciones acústicas especiales.

2.19 MONITOREO

2.19.1 CONTROL CENTRALIZADO

El Proyecto de Control Centralizado para Gases Clínicos tiene como finalidad


monitorear las principales variables de servicio que presta la infraestructura,
información orientada a determinar caídas del nivel de servicio, anticipar y evitar
fallas, realizar mantenimiento oportuno, entre otras.

Por lo cual se debe proveer, los elementos y/o equipos necesarios para las
actuaciones y toma de señales en forma remota y local, para estos fines se podrán
utilizar PLC (programmable logic controller), controladores especializados u otros
equipos, que contengan un protocolo abierto como los indicados en los Criterios
de Diseño de Control Centralizado, Automatización y TICs.

Los elementos y/o equipos utilizados deben considerar que puedan actuar en
forma autónoma en ausencia o pedida de comunicaciones con el control
centralizado, así como también su fuente de alimentación debe considerar una
autonomía de, a lo menos, 1 hora, sea esta propia o suministrada a través de una
red respaldada, inmune a los transientes de voltaje, micro cortes y armónicos

El Proyecto de Control Centralizado para Gases Clínicos, tiene como finalidad


monitorear el estado de las alarmas locales de gases y la alarma remota. Se debe
proveer, al interior de cada alarma, una tarjeta o controlador PLC (mod-bus), que
permita tomar las señales a monitorear.

Es relevante que el sistema de comunicación sea compatible y abierto, como


también el disponer a nivel local de representantes de fábrica exclusivos que
permitan un eficiente servicio post venta.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 54


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Las variables que se monitorearán serán las que se definan a nivel de proyecto,
con aprobación de Inspector Fiscal.

2.19.2 ALARMA LOCAL DE GASES

El monitor de alarma debe ubicarse en las estaciones de enfermería o pasillos


donde circule personal en forma permanente que mantenga bajo observación el
sistema y pueda de esta forma resolver una emergencia cuando se produzca.
Estas se instalarán en pabellones y cada uno de los servicios, para el monitoreo
local de los gases.

Se deben instalar a una altura de 1,60 m sobre el nivel del piso terminado, medido
hasta su eje central, las que deben ser embutidas en tabique.

La alarma debe conectarse a la red eléctrica de uso normal, 220 V, 50 Hz, el


sistema debe estar normalmente energizado, por tal razón debe estar conectado
al sistema de emergencia del Hospital.

Los módulos de esta Alarma deben ser digitales y con pantallas de cristal líquido
(LCD) midiendo en forma constante y precisa la presión de la red con un margen
de error aproximado de 3% de la presión nominal. Además, el panel debe indicar
cuales son los recintos que este sistema monitorea.

Cada módulo de las alarmas de presión entregarán las señales de alta, baja,
presión anormal y falla de sistema, disponibles en contacto normal cerrado del tipo
electrónico para ser usados libremente en sistema de control centralizado.

Cada una de las alarmas instaladas en el sistema debe ser probada en todas las
condiciones de operación y de emergencia.

El estado anormal de un gas se mostrará con señal audiovisual. La señal audible


debe ser posible de apagar, pero la señal visual de baja o alta presión no se
cancelará hasta que el operador normalice la situación. Mediante lectura digital
LED, las señales audiovisuales de emergencia indicarán que los niveles de
presión del gas están fuera de rango 40 – 60 lb/in2, en su panel respectivo y para

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 55


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

cada gas por separado. Para el vacío y red de evacuación de gases anestésicos
se debe considerar el nivel de bajo vacío a -14” Hg.

Se describe a continuación las señales que debe supervisar cada alarma de área,
según los gases que controle:
Tabla 4. Alarma Oxigeno.

Oxígeno

Presión Normal (50-55 lb/in2) Led en luz verde

Baja Presión (Low) (40 lb/in2) Led en luz roja

Alta Presión (High) (60 lb/in2) Led en luz roja

Aire Medicinal

Presión Normal (50-55 lb/in2) Led en luz verde

Baja Presión (Low) (40 lb/in2) Led en luz roja

Alta Presión (High) (60 lb/in2) Led en luz roja

Tabla 5. Alarma Óxido Nitroso.

Óxido Nitroso

Presión Normal (50-55 lb/in2) Led en luz verde

Baja Presión (Low) (40 lb/in2) Led en luz roja

Alta Presión (High) (60 lb/in2) Led en luz roja

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Tabla 6. Alarma Vacío.

Vacío

Presión Normal (19” Hg) Led en luz verde

Baja Presión (Low) (14” Hg) Led en luz roja

Tabla 7. Evacuación gases Anestésicos.

Evacuación gases Anestésicos

Presión Normal (19” Hg) Led en luz verde

Baja Presión (Low) (14” Hg) Led en luz roja

La alarma debe traer integrada una tarjeta (protocolo de comunicación Modbus


RTU) para que Control Centralizado pueda sacar información del estado de la
alarma. La operación de interfaz de la tarjeta debe detectar el estado de los
contactos secos de entrada, generar un paquete de datos Modbus y transmitirlos
mediante RS485 o Ethernet.

2.19.3 ALARMA REMOTA

La finalidad de ésta es monitorear el funcionamiento de las fuentes de


abastecimiento en las centrales de gases medicinales, indicando altas y bajas
presiones de funcionamiento, además detectará el cambio de banco de los
manifold de gases.

Se instalan embutidas a una altura de 1,60 m sobre el nivel del piso terminado,
medido hasta su eje central. La alarma debe estar conectada al circuito eléctrico
de emergencia del hospital.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Consumo: 220 V, 50 Hz, 3 A, se debe indicar a los coordinadores de instalaciones,


las alimentaciones eléctricas que requieren sus equipos. Se instalará en área
donde exista personal permanente para que pueda observar las probables
anomalías de las Centrales de Gases.

La ubicación será en la Sala de Control Centralizado (repetidora de señal) y otra


en las Centrales de Gases Clínicos.

La alarma debe traer integrada una tarjeta protocolo de comunicación (Modbus


RTU) para que Control Centralizado pueda sacar información del estado de la
alarma. La operación de interfaz de la tarjeta debe detectar el estado de los
contactos secos de entrada, generar un paquete de datos Modbus y transmitirlos
mediante RS485 o Ethernet.

Se describe a continuación las señales que debe supervisar la alarma remota:

 Manifold de Oxígeno:

- Banco izquierdo en uso.


- Banco derecho en uso.
- Presión de línea alta.
- Presión de línea baja.
- Reserva en uso.

 Estanque de Oxígeno líquido:

-Nivel bajo oxígeno líquido. (30% capacidad) debe poseer sistema de


telemetría conectado al proveedor de gases.
- Presión de línea alta.
- Presión de línea baja.
- Reserva en uso emergencia
 Sistema de Aire Medicinal:

- Presión de línea alta.


- Presión de línea baja.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

- Falla de motor.
- Nivel alto de CO

 Sistema de Aire Dental:

- Presión de línea alta.


- Presión de línea baja.
- Falla de motor.
- Nivel alto de CO.

 Sistema de Aire Industrial:

- Presión de línea alta.


- Presión de línea baja.
- Falla de motor.
- Nivel alto de CO.

 Sistema de Vacío:

- Presión de línea baja.


- Falla de motor.
- Temperatura alta Bomba

 Sistema de Evacuación Gases Anestésicos:

- Presión de línea baja.


- Falla de motor.
- Temperatura alta Bomba.

 Óxido Nitroso:

- Banco izquierdo en uso.


- Banco derecho en uso.
- Presión de línea alta.
- Presión de línea baja.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

- Reserva en uso.

 Dióxido de Carbono:

- Banco izquierdo en uso.


- Banco derecho en uso.
- Presión de línea alta.
- Presión de línea baja.
- Reserva en uso.

La alarma debe tener señales audiovisuales para indicar las anomalías.

 Led verde: indica situación normal.


 Led rojo: indica situación anormal.

Posee Botones: Uno para silenciar el audio de la Alarma, pero el Led rojo continúa
encendido, hasta que se solucione el problema.

Otro Botón de Prueba, para verificar que los Led encienden, suena la Alarma y su
circuito eléctrico está en buenas condiciones.

Una de las características de la alarma, es que vuelva a sonar, después de 15


minutos, si no se ha solucionado el problema.

Se debe monitorear:

 Alarma local de gases: Monitoreará e indicará que existe una falla en esta
alarma, pudiendo ser de alta o baja presión de alguno de los gases que
está censando la alarma.

 Alarmas remotas: Monitoreará e indicará, al menos, que existe una falla en


la alarma remota, pudiendo además establecer el monitoreo de todas las
señales que entrega cada alarma.

Se deberá suministrar e instalar tuberías de PVC para la conducción del cable de


comunicación hacia la alarma remota y telemetría del tanque de oxígeno líquido,

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

además se deberá dejar puntos disponibles para monitoreo del tanque criogénico
desde control centralizado.

La alarma remota tomará las siguientes señales:

 Nivel de líquido bajo.


 Falla regulador de línea.
 Presión de línea alta.
 Presión de línea baja.

2.20 MITIGACIONES DE VULNERABILIDAD SÍSMICA

El diseño sísmico del equipamiento debe considerar todos sus componentes,


apoyos, estructuras de soporte e interacción con otros sistemas.

Los anclajes, fijaciones, soportes, abrazaderas, arriostres, colgadores y elementos


de sujeción de componentes o sistemas no estructurales, deben ser diseñados
considerando sistemas que resguarden al edificio de la vulnerabilidad sísmica,
debiendo ser detallados y su diseño respaldado mediante memoria de cálculo como
parte del Proyecto de Elementos No Estructurales.

Debe quedar claramente establecida y demostrada la seguridad sísmica del


equipamiento que contenga sustancias peligrosas.

Los equipos mecánicos deben protegerse sísmicamente para evitar el volcamiento,


deslizamiento y el choque con otros elementos.

Los sistemas deben ser provistos de arriostramientos que le permitan resistir las
solicitaciones sísmicas longitudinales y transversales. Además, deben existir
elementos para prevenir el movimiento vertical resultante de la acción de dichas
cargas. Los elementos estructurales de apoyo deben estar diseñados para resistir
las cargas transmitidas. No se permitirá el apoyo en elementos no estructurales.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 61


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Cuando el hospital cuente con aisladores sísmicos, los ductos, bandejas y cañerías
deben ubicarse a no menos de 1,5 metros de los aisladores, de modo de permitir el
acceso para su inspección.

2.20.1 AFIANZAMIENTO DE CAÑERÍAS

Las cañerías, individualmente o en paquete de cañerías, deberán disponerse con


soportes verticales y riostras longitudinales y transversales a la dirección que
tengan las cañerías.

En el caso de que los arriostramientos sean de cable acerado, este deberá ser pre
estirado de modo que tenga un comportamiento elástico.

Las riostras formarán ángulos máximos de 60º y mínimos de 30º.

2.20.2 ARRIOSTRES

Cada cierto tramo, los soportes de cañerías, deben ser apoyados con un fierro
ángulo 30 x 30 x 3 mm con un mínimo de 30° de inclinación. Este fierro se
conectará a la losa de hormigón con pernos de expansión de 3/8”. Este soporte se
denomina arriostre. Existen 2 tipos de arriostramiento de las redes.

[Link] Arriostres del tipo A

Este tipo de arriostre viene dado para soportar los movimientos transversales de
las cañerías. Se coloca 1 fierro ángulo a cada lado del soporte o trapecio. Este
arriostramiento debe ir cada 12 m de distancia en todas las acometidas
horizontales.

[Link] Arriostres tipo B

Este tipo de arriostre es igual a los del tipo A, a diferencia que debe agregarse a
cada lado un fierro ángulo paralelo a las cañerías. Esta disposición permite
soportar los movimientos longitudinales de las cañerías.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.20.3 VULNERABILIDAD SÍSMICA

Para las Redes de Gases Clínicos, se instalarán soportes que cumplen los
estándares de vulnerabilidad sísmica.

Cada Soporte es anclado a la losa por un tirante fierro esparrago de 3/8” en cada
extremo.

2.20.4 SOPORTACIÓN DE REDES

El Concesionario deberá coordinar todos los planos relacionados con la obra de


arquitectura y cálculo, como los de otras instalaciones que puedan interferir con la
instalación del sistema de Gases Clínicos, instalaciones eléctricas, calefacción,
etc. con las que no puede compartir ductos ni canaletas en matrices por razones
de protección y seguridad.

Las redes de Gases Clínicos se trasladarán preferentemente en forma horizontal


sobre cielo falso. El tipo de soporte que debe usarse para redes que vayan sobre
cielo falso será tipo Columpio.

Las abrazaderas y colgantes deben ser de fierro cincado (con recubrimiento de


zinc) y/o galvanizado con el fin de protegerlos de corrosión y oxidación. No se
permitirán elementos que tengan otro tratamiento, a menos que certifiquen o
demuestren con estudios realizados, que el material presentado tenga
propiedades similares o superiores, respecto al comportamiento que tendrá a los
esfuerzos y oxidaciones. Para ambos efectos, se solicita la documentación de
respaldo a ser aprobado por la Inspección Fiscal.

Se deberá considerar en las superficies de contacto con las tuberías de cobre, un


material aislante que, evite la corrosión electroquímica de ellos. Se recomienda el
uso de tubería de pvc sanitario o hidráulico como aislación.

La distancia máxima entre soportes estará dada por la siguiente normativa:

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 63


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Para las cañerías de cobre se utiliza nombrando el diámetro en pulgadas, por lo


tanto, para trazados de redes horizontales y verticales:
Tabla 8. Distancias entre soportes.

Para cañerías de distinto diámetro, prevalece la condición más desfavorable.

Para la disposición de las diferentes cañerías en sus avances horizontales, en lo


posible la instalación debe considerar el mismo orden, manteniendo la red de
oxígeno más cerca del muro.

Cada vez que se produzca un cambio de dirección se debe instalar, al menos un


soporte horizontal lo más cerca posible (a no más de 0,3 m del cambio). Esto es,
para mantener la red horizontal y proteger el codo que, producto de la unión, la
cañería en esos puntos se encuentra recocida.

Lo anterior es válido y se exigirá instalar un soporte a uno de los costados de una


válvula de sectorización.

Las redes que bajan hasta la salida o toma de gas irán embutidas en tabique. La
sujeción a la estructura del tabique será con grapas a presión o abrazaderas tipo
Fischer.

Si la tubería cruza zonas con cables eléctricos, deberá ser apoyada en la zona
adyacente a los cables antes y después del cruce. En el cruce, las cañerías deben
estar a un mínimo de 50 mm de los cables eléctricos. En caso de ir ambos
paralelos, esta distancia debe ser como mínimo 100 mm.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

2.20.5 CRUCE JUNTAS DE DILATACIÓN:

En el caso que el cruce de las cañerías a través de una junta de dilatación sea
inevitable, éste se realizará en el nivel más bajo posible del edificio, disponiendo
liras u otros dispositivos, acordes a los desplazamientos relativos esperados para
ese nivel.

En el caso de cruces de cañerías desde una zona aislada sísmicamente a otra


que no lo está, se deberá incorporar juntas flexibles en las cañerías. Estos
elementos deberán resistir adecuadamente los desplazamientos esperados en
caso de un sismo, conforme a lo previsto por el diseño estructural del hospital.

Los extremos de las liras u otros dispositivos de dilatación se afianzarán a puntos


fijos, uno en un elemento estructural no aislado y el otro en un elemento
estructural aislado, incorporando válvulas de corte en ambos extremos.

El Concesionario debe proporcionar el diseño de los dispositivos que permitan


cumplir con las condiciones señaladas en los puntos anteriores.

2.21 COORDINACIÓN DE ESPECIALIDADES

El Proyecto de Gases Clínicos se debe coordinar con los Proyectos de las


otras especialidades mediante el Sistema BIM según lo dispuesto en el
artículo 1.8.18 de las Bases de Licitación, de acuerdo a las exigencias,
definiciones y requisitos mínimos establecidos en el artículo 2.4.1 de las
mismas bases.

Se requiere que todos los dispositivos que conforman la instalación de la


infraestructura se identifiquen mediante códigos en los planos del Proyecto
Definitivo, para que posteriormente, en la ejecución de la obra, sean
adecuadamente rotulados.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

3 MATERIALES Y EQUIPOS

3.1 ASPECTOS GENERALES

La especificación de materiales y equipo que se realiza en los presentes criterios de


diseño son una referencia. El Concesionario podrá proponer otras materialidades,
siempre y cuando estas cumplan con equivalencia técnica o su calidad sea superior,
lo cual debe ser acreditado ante el Inspector Fiscal de la concesión de obra pública.

Todos los materiales que utilice el Concesionario deberán contar con las
certificaciones de organismos públicos competentes, que permiten su uso en Chile.

Los materiales y equipos deben ser de reconocida calidad, con suministro a nivel
nacional con adecuado stock y servicio post venta reconocido y establecido.

Cuando se indica una marca de referencia se refiere a los estándares de calidad de


los materiales y funcionalidad de los equipos asociados, pudiendo el Concesionario
optar siempre por equivalentes técnicos.

El Concesionario deberá suministrar los equipos de procedencia importada, desde


fábricas o de casas matrices de origen, de los cuales sea distribuidor y/o
representante reconocido formalmente, con el objeto de que se hagan extensivas
garantías y servicio técnico de cada equipo. Los materiales y nivel de trabajo
deberán ser especificados de primera calidad. No se permitirán materiales o
componentes reutilizados. Todos los equipos deberán ser de diseño probado, no se
aceptará prototipos, o sistemas, o equipos con menos de 2 años de operación en el
mercado nacional.

La importación de equipos debe hacerse obligatoriamente a través de


representantes autorizados en el país y deberán contar con todas las garantías y
condiciones del suministro.

Para el equipamiento al que se les solicite que incluyan un controlador para


administración de sus funciones, estos deberán ser de Protocolo abierto para ser
integrado al Sistema de Control centralizado.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

3.2 REQUERIMIENTOS DEL EQUIPAMIENTO

El requerimiento de los equipos y componentes de los sistemas de Gases Clínicos,


incluye: materialidad, eficiencia, montaje, soportes, certificación entre otras.

Los equipos involucrados en esta instalación deberán ser de marcas reconocidas y


que cumplan con criterios de certificación, según estándares de calidad: UL, NFPA,
FDA, CE. Dicha certificación deberá ser entregada y aprobada por la Inspección
Fiscal, con el fin de asegurar la calidad de dichos productos y su garantía.

 Válvulas de bola c/extensiones

- Certificados: UL.

- Construida de acuerdo a lo indicado en NFPA 99 C.

 Salidas de gases (oxígeno - aire - vacío - N2 - CO2 - N2)

- Certificados: UL.

- Construida de acuerdo a lo indicado en NFPA 99 C.

 Cajas de válvulas

- Certificados: UL.

- Aplica a la válvula de la caja de válvula.

 Alarmas de presión

- Certificados: UL.

- Debe estar configurada según NFPA 99 C.

 Alarma remota

- Certificados: UL.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 67


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

- Debe estar configurada según NFPA 99 C.

 Canaleta porta instalaciones vertical

- Certificados: UL.

 Columnas de pabellón y box reanimación

- Certificados: UL.

 Manifold automático

- Certificados: UL.

 Compresor aire medicinal

- Certificados: UL y ASME VIII.

- Debe ser configurado de acuerdo a NFPA 99 C.

- UL aplicable a tablero de control y ASME VIII aplicable al tanque.

 Compresor aire dental y/o industrial

- Certificados: UL y ASME VIII.

- Debe ser configurado de acuerdo a NFPA 99 C.

- UL aplicable a tablero de control y ASME VIII aplicable al tanque.

 Sistema de evacuación gases anestésicos

- Certificados: UL y ASME VIII.

- Debe ser configurado de acuerdo a NFPA 99 C.

- UL aplicable a tablero de control y ASME VIII aplicable al tanque.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Sistema de vacío

- Certificados: UL y ASME VIII.

- Debe ser configurado de acuerdo a NFPA 99 C.

- UL aplicable a tablero de control y ASME VIII aplicable al tanque.

 Flujómetros

- Certificados: CE Y FDA.

 Regulador de vacío

- Certificados: CE Y FDA.

 Trampa de vacío de policarbonato

- Certificados: CE Y FDA.

 Mangueras para pabellones

- Certificados: CE Y FDA.

- Construida de acuerdo a lo indicado en NFPA 99 C.

Glosario de abreviaciones:

 UL UL Listed (UL para América del Norte, USA y Canadá)

 FDA Food and Drug Administration

 CSA Canadian Standards Association

 CE Comunidad Europea

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

4 PRUEBAS, OPERACIÓN Y MANTENIMIENTO

4.1 PRUEBAS

4.1.1 ASPECTOS GENERALES

Se debe especificar las pruebas de la infraestructura de Gases Clínicos en


acuerdo a los requisitos de la normativa respectiva.

En el procedimiento de las pruebas de la infraestructura se debe aplicar un Plan


de Aseguramiento de la Calidad (PAC), el que contendrá Listas de Chequeo,
todos aprobados por el Inspector Fiscal.

Previo a la prueba formal de funcionamiento del sistema, el concesionario llevará a


cabo pruebas preliminares, verificando que todos los partes están en completa
condición operacional.

El concesionario solicitará al Inspector Fiscal la recepción de las obras, previa


realización sin objeciones de la revisión general y prueba formal de
funcionamiento del sistema.

4.1.2 PRUEBA DE CAÑERÍAS SIN SALIDAS

Una vez terminada la red de cañerías y previo a la conexión de equipos, tanques y


elementos de abastecimiento, se deberán probar todos los ramales y matrices de
la red con nitrógeno. Esta prueba se realizará de la siguiente manera:

 Sople la red con nitrógeno a una presión media de 30 psig durante 15


minutos y hasta que de su interior deje de salir humedad y partículas
extrañas.
 Sellar la red colocando tapones, flanges u otro elemento que pueda ser
retirado con facilidad.

Se deberán instalar avisos en cada punto de prueba, a fin de informar al personal


que la línea está sometida a presión.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 70


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Probar la red con nitrógeno a una presión de 150 psig. La prueba de


presión deberá mantenerse durante 24 horas. Se deberán utilizar
manómetros de prueba calibrados. Se exigirá certificación de al menos un
manómetro patrón.
 Se debe hacer una inspección visual de cada una de las uniones con el fin
de asegurarse de que la soldadura haya escurrido completamente en toda
la unión y de que el fundente no haya formado un sello temporal.
 La existencia de fugas se detectará por una caída de presión en el
manómetro conectado a la red; por lo tanto, se considerará hermética la
red si durante las 24 horas de prueba, las únicas variaciones de presión
son las derivadas de cambios de temperatura.
 En caso de comprobarse una caída de presión, habrá que revisar todas las
uniones con líquido detector de fugas u otro medio de detección de fugas,
adecuado para usarse con gases oxidantes
 Todas las filtraciones deben repararse y la prueba debe repetirse.
 Si la nueva prueba es satisfactoria, se realiza un protocolo de entrega,
acompañado de una copia del plano, destacando el sector involucrado.

4.1.3 PRUEBA DE CAÑERÍAS CON SALIDAS DE GASES INSTALADAS

Una vez conectadas las salidas de gases, alarma y manómetros de válvulas se


deberá repetir el procedimiento anteriormente señalado, pero a una presión de 90
psig, durante un mínimo de 24 horas.

Si la nueva prueba es satisfactoria, se realiza un protocolo de entrega,


acompañado de una copia del plano, destacando el sector involucrado.

4.1.4 PRUEBAS DE CRUCE DE LÍNEAS

Esta prueba se realiza para eliminar la posibilidad de cruzamiento de las matrices.

Antes de ejecutar la conexión a las redes existentes se procederá de la siguiente


forma:

 Abrir todas las válvulas existentes en las líneas.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 71


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

 Presurizar una sola red con nitrógeno y verificar que solamente salga gas
por las salidas correspondientes a esa red.
 Verificar que las otras salidas no estén presurizadas.
 Si una salida de gas se encuentra presurizada y no corresponde a esa red,
se está en presencia de un cruce de línea, debiéndose revisar toda la
instalación hasta encontrar la conexión errónea. Repetir el procedimiento.
 Realizar para todas las redes los pasos anteriores.

4.1.5 PRUEBAS DE ANÁLISIS DE GASES

Una vez terminada las pruebas señaladas anteriormente, se ejecuta la conexión


de las redes a las respectivas centrales de gases. De esta forma se llenan las
líneas con el gas correspondiente. Se debe purgar para arrastrar y eliminar el
nitrógeno en interior de las cañerías.

El llenado de las cañerías con los gases correspondientes es de Responsabilidad


del Concesionario. Por lo tanto, deberá proveer el suministro de gases para el
llenado de las redes y el consumo de gases producto de limpieza y/o pruebas de
equipos.

Utilizando un equipo analizador de gases, se probará salida por salida y en


presencia de la Inspección Fiscal, verificando que sale el gas respectivo para la
línea probada.

Se debe usar un equipo analizador de gases para la revisión de cada una de las
salidas instaladas, sin excepción, equipos que deberán ser específicos para los
gases correspondientes. Dichos monitores deberán cumplir con trazabilidad y
calibración para los gases que medirán.

Se aceptará el uso de oxímetro solamente para comprobar las redes de oxígeno y


aire. No se aceptará método de descarte para los otros gases. Se debe dejar
constancia de esta prueba en un protocolo de entrega.

Se deberá chequear el funcionamiento de la alarma de gases:

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

• Chequear conexión eléctrica.


• Chequear conexión de Alarma a la red de gases.
• Chequear elementos básicos de Alarma (manómetros, luces pilotos,
silenciador de audio, sirenas, válvula de sectorización).
• Simular altas y bajas de presión.
• Verificar que Alarma corresponde a Gas involucrado.
• Señales remotas de manifold de oxígeno y aire medicinal.
• Simular cambio de banco de manifold de oxígeno y aire medicinal.
• Señales remotas de Compresor de Aire.

Se deberá chequear el funcionamiento de las alarmas remotas:

• Chequear conexión eléctrica.


• Chequear conexión de Alarma a central de gases.
• Chequear elementos básicos de Alarma (luces pilotos, silenciador
de audio, sirenas).
• Simular altas y bajas de presión para verificar señales de alarma.
• Simular cambios de banco en manifold para verificar señales de
alarma.
• Chequear señales remotas de Compresores.
• Chequear señales remotas de Bombas de vacío y Evacuación
Gases Anestésicos.

Se deberá chequear el funcionamiento de las salidas de gases:

• Chequear correcta instalación (paralela a pared, altura de acuerdo a


especificaciones 1.5 m NPT desde centro de la Toma).
• Chequear tipo conexión (conector Diamond).
• Chequear color de identificación y leyendas en español).
• Verificar que la Toma corresponde a Gas involucrado.
• Verificar que flujómetros se conectan.
• Verificar fugas.
• Verificar que no salga suciedad o partículas de la red, al momento
de purgar.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Se deberá chequear el funcionamiento de los Manifold:

• Chequear anclajes, cadenas de sujeción de cilindros.


• Verificar conexión de pig-tails.
• Verificar fugas.
• Verificar regulación para presión de trabajo.
• Verificar conexión eléctrica y corrientes débiles.
• Simular cambios de banco.

Se deberá chequear el funcionamiento de los Compresores:

• Chequear anclajes, aisladores de vibración.


• Verificar luces del panel de control.
• Verificar fugas.
• Verificar regulación para presión de trabajo.
• Verificar conexión eléctrica y corrientes débiles.
• Simular consumos para verificar alternancia de bombas y parada
automática.
• Chequear presión de partida y detención de equipo.

Se deberá chequear el funcionamiento de las Bombas de Vacío y Evacuación de


Gases Anestésicos:

• Chequear anclajes, aisladores de vibración.


• Verificar luces del panel de control.
• Verificar fugas.
• Verificar regulación para presión de trabajo.
• Verificar conexión eléctrica y corrientes débiles.
• Simular consumos para verificar alternancia de motores y parada
automática.
• Chequear presión de partida y detención de equipo.
• Chequear presión de partida y tiempo de detención de equipo.

Todos los chequeos y procedimientos señalados anteriormente deben ser


formalizados, ante la Inspección Fiscal a través de protocolos de entrega.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

4.2 OPERACIÓN

La infraestructura de Gases Clínicos del establecimiento hospitalario deberá operar


en forma continua, segura y en los estándares previstos en el diseño.

El concesionario deberá incorporar la especialidad a los Manuales de Operación de


la infraestructura del hospital, considerando la operación normal y operación de
emergencia.

El Manual de Operación deberá incluir al menos lo siguiente:

 Esquema general de la infraestructura.


 Planos As-Built de la infraestructura, señalando ubicación y características
de sus elementos.
 Fichas de los equipos del sistema e instrucciones de operación.
 Uso y operación de cada uno de los elementos de los sistemas, incluyendo
dispositivos de monitoreo y tableros de fuerza y control.
 Resolución de fallas más comunes del sistema.
 Instrucciones sobre la operación en situaciones de emergencia.
 Recomendaciones de mantenimiento preventivo de equipamiento e
infraestructura, incluyendo listado de repuestos que deben estar en stock y
proveedores de los que se deben solicitar a pedido.

El concesionario deberá colocar en los recintos de infraestructura que lo requieran,


fichas rápidas de operación termolaminadas, en contenedor afianzado a la pared en
lugar visible y accesible.

4.3 MANTENIMIENTO

La infraestructura de Gases Clínicos del establecimiento hospitalario deberá permitir


el servicio continuo y seguro de las instalaciones del edificio, tanto en la operación
normal, durante una emergencia, y posterior a esta.

Segundo Programa de Concesiones de Establecimientos de Salud 75


Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Esta condición requiere de ser incorporado al Plan de Mantenimiento Preventivo


Programado del hospital, incluyendo todos los elementos de la infraestructura,
equipamiento eléctrico y mecánico, y elementos de control, entre otros.

4.3.1 SERVICIOS DE MANTENIMIENTO:

El Concesionario debe garantizar el servicio de mantenimiento y operación de las


Instalaciones y equipamiento del sistema de Gases Clínicos, asegurando en forma
continua, las 24 horas, durante todos los días del año, el funcionamiento
permanente y eficaz de las instalaciones y equipos, minimizando las posibles
paradas o fallos, y por lo tanto las alteraciones a las operaciones del
establecimiento de Salud o las pérdidas de funcionalidad de áreas y recintos del
mismo.

El Concesionario debe considerar la realización de mantenimiento preventivo y


correctivo de los equipos y sistema de Gases Clínicos, la que deberá ser
efectuada por personal del Concesionario y/o el servicio técnico autorizado de la
marca del respectivo equipo.

Mensualmente el concesionario realizará el mantenimiento y entregará un informe


que incluya: Equipos intervenidos, indicando su código, falla y acción tomada, y su
estado a la fecha del informe.

El mantenimiento preventivo y correctivo del total de la instalación cubrirá todo el


equipamiento e instalaciones y se considerará el suministro de repuestos y
accesorios "consumibles", como filtros de aire, correas de transmisión, aceites
lubricantes, etc.

Eventualmente si el sistema de Gases Clínicos considera la instalación de


equipamiento con una vida útil menor al periodo de la etapa de explotación, se
debe considerar el recambio del equipo por otro de iguales características
técnicas, las veces que sea necesario siempre garantizando la continuidad del
servicio.

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Capítulo 15: Criterios de Diseño de Gases Clínicos

Para cada equipo el Concesionario mantendrá una Ficha Técnica con Hoja de
Vida del equipo, en el cual se registren todos los servicios realizados a cada
equipo. El informe técnico mensual antes citado recogerá la información antes
citada de la Hoja de Vida de cada equipo. La citada información estará siempre
disponible en el edificio, para consultar trabajos a ejecutar.

Las Hojas de Vida de los equipos se incorporarán en planilla de control de


mantenimientos insertos en computador que opera el sistema de control. Luego, el
software de control puede incorporar esta opción, o en su defecto se administrará
en forma separada.

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Common questions

Con tecnología de IA

Las centrales deben tener tableros eléctricos con interruptores de desconexión, partidores, alternancia de unidades, y partidas automáticas de unidades de reserva para mantener la presión requerida. Además, están conectadas al grupo de emergencia del hospital para asegurar un suministro eléctrico continuo .

Las centrales de suministro de gases medicinales deben contar con elementos de protección sísmica que impidan el volcamiento de cilindros y manifold, tanto llenos como vacíos, durante y después de un evento sísmico. El diseño de estos elementos se realiza de acuerdo con la norma NCh3357.Of.2015 y los criterios de protección sísmica para elementos no estructurales .

Las cajas de emergencia son cruciales para asegurar el suministro de oxígeno en sectores críticos como UPC, pabellones y urgencias durante emergencias. Deben ser de alta presión, con reguladores adecuados, válvulas de corte y conexiones flexibles para garantizar una rápida conexión con cilindros o termos de oxígeno .

Las válvulas reguladoras garantizan una presión constante a pesar de las fluctuaciones en la entrada o cambios en el flujo requerido. Las válvulas de corte permiten independizar sectores, esencialmente para realizar ampliaciones o mantenimientos sin interrumpir el suministro de gas en todo el edificio. Estas se instalan en el inicio de la red y en cada piso para permitir un control específico, cumpliendo con los estándares de diseño de redes .

Es importante tener un sistema de aire medicinal exento de aceites para garantizar la calidad del aire generado, que se utiliza exclusivamente para la respiración humana y calibración de fuentes médicas. Esta característica se asegura utilizando compresores exentos de aceites y diseñando la entrada de aire mediante un flujo bien planificado, alejado de cualquier descarga que pueda contamine .

El sistema de aire industrial, al igual que el medicinal, requiere un sistema de tratamiento de aire disecante para garantizar un punto de rocío bajo 0 ºC y evitar la condensación del aire. Sin embargo, el aire industrial no necesita respaldo de cilindros como el medicinal y se ha proyectado para funcionar con una presión de trabajo más alta, entre 80 y 100 psig, a diferencia de los 55 psig del aire medicinal .

El embalaje adecuado es crucial para proteger la integridad y correcto funcionamiento de los equipos durante el transporte. Los equipos deben llegar armados desde fábrica, cumpliendo con normas de calidad U.L., ISO, y C.E. y deben contar con servicio técnico en el país, garantizando su operatividad una vez instalados .

Las tuberías utilizadas en sistemas de gases medicinales deben ser fabricadas bajo los estándares ASTM 88 y ASTM B819. Deben llegar lavadas a la obra y antes de su instalación en la red, deben venir provistas de tapones garantizando su limpieza. El instalador debe acreditar, mediante Certificados firmados y timbrados, que se ha removido toda grasa, aceite u otras sustancias, de acuerdo con CGA G-4.1, para asegurar su uso en servicio de oxígeno .

Ambos sistemas deben incluir un monitor de CO y un medidor de punto de rocío, precableados de fábrica para inclusión en la alarma máster de gases clínicos. También deben tener un sistema de tratamiento de aire disecante. Los compresores deben tener tableros eléctricos con controles automáticos, luces piloto, y deben estar incorporados en la central de control centralizado del Establecimiento de Salud para asegurar un monitoreo constante .

Un sistema Dúplex permite que cada sistema pueda abastecer el 100% del consumo del hospital, proporcionando un respaldo eficaz. Este diseño considera además un crecimiento del 20% del equipo, asegurando que las necesidades futuras también puedan ser satisfechas sin comprometer la operatividad .

MINISTERIO DE SALUD 
     MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS 
 
 
 
 
 
 
CRITERIOS DE DISEÑO 
DE  
GASES CLÍNICOS
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