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Proyecto Kilpatrick en Educación Primaria

Este documento describe una experiencia educativa desarrollada en un colegio de primaria en España basada en la metodología de proyectos de John Dewey. La experiencia se centró en desarrollar las competencias básicas a través de proyectos que involucraban las TIC y herramientas como las WEB 2.0. El autor explica que la metodología de proyectos facilita el aprendizaje autónomo y la adquisición de habilidades transversales. Finalmente, resume los tipos y fases de los proyectos según la propuesta

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Proyecto Kilpatrick en Educación Primaria

Este documento describe una experiencia educativa desarrollada en un colegio de primaria en España basada en la metodología de proyectos de John Dewey. La experiencia se centró en desarrollar las competencias básicas a través de proyectos que involucraban las TIC y herramientas como las WEB 2.0. El autor explica que la metodología de proyectos facilita el aprendizaje autónomo y la adquisición de habilidades transversales. Finalmente, resume los tipos y fases de los proyectos según la propuesta

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net/publication/257364550

El PROYECTO KILPATRICK: METODOLOGÍA PARA EL DESARROLLO DE


COMPETENCIAS.

Article · March 2010

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1 author:

Antonio J. Orellana Ríos


Consejería de Educación
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1
Reflexione s y Experiencias e n Educación
revistaclave21@g m [Link] m
CEP de Villa m artín. ISSN: 1 9 8 9 - 9 5 6 4
""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""""

El PROYECTO KILPATRICK: METODOLOGÍA PARA


EL DESARROLLO DE COMPETENCIAS.
Autoría: Antonio Orellana Río s

Te m á tica: Didáctica, TIC, Co m pete ncias

Etap a: Educación Pri m aria

Res u m e n:

La ex pe rie ncia q u e s e relat a a co n ti n u ació n es u n eje m plo d e có m o s e


p u e d e n t r a b aja r las co m p e te ncias b á sicas u s a n d o la m e t o d ología d e p r oyecto s,
b ajo el p ris m a d e la n u eva legislación vige n te. La m etod ología d e pro y ect o s
facilita el u s o d e h e r r a mie n t a s cog nitivas b á sicas p a r a el t ra b ajo co n t o d a s las
co m p e te ncias; e n e s pecial, co n las d e a u t o n o mía e iniciativa p e r s o n al, a sí co m o, la
d e a p r e n d e r a a p re n d e r. Y co n és t a s, t o d a s las d e m á s. Las WEB 2.0 s o n el tít ulo
q u e se le h a p u e s t o a la e s t r a tegia d e u s o d e las TIC y, evide n te m e n t e, el
d e s a r r ollo d e las d o s co m p e te ncias cita d a s n o tie ne s e n ti d o si n la d e co m p e t e ncia
digital, f u n d a m e n t al e n cualq uier finalida d e d ucativa act u al.
Si a n t e s era n eces a rio s a be r u s a r la pl u m a, m á s t a r d e el bolígrafo, los
co m p a s e s, el tiralínea s, la pi z a r r a... Hoy es n eces ario u n or de n a d o r, u n a cá m a r a o
u n a pi z a r r a digital. Do mina r e s t a s t re s co m p e t e ncias, la digital, a p re n d e r a
a p r e n d e r y la a u t o n o mía p e r s o n al, es d o mi n a r el m u n d o d el co noci mie n to.
Co n q uis té m o slo.

Palabras cla v e:

Méto d o d e Proyecto s, Kilpa trick, WEB 2.0, Pri m aria, Conoci mie n to d el Medio,
Educació n Artís tica, co m p e te ncias.

Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
AUTORÍA
claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
CEP de Villamartín. ISSN: 1989­9564. Depósito Legal: CA­463­2010
2

1. INTRODUCCIÓN

Du r a n t e los cur s o s 2 0 0 7 / 2 0 0 8 y 2 0 0 8 / 2 0 0 9 s e d e s a rr olló u n a ex pe rie ncia


e n el te rcer ciclo d e Pri m a ria e n el CEIP Santiago Guillén d e Alcalá d el Valle
(Cádi z). Esta se b a s ó e n los p ri nci pios bá sicos q u e p re se n t a r a ya e n 1 9 2 1
Kilpa t rick, u n m a e s t r o es ta d o u ni de n se, discíp ulo d e Joh n Dewey, p a d re filos ófico
d e la lla m a d a esc uela d e Chicago. La experie ncia, ba s a d a e n el lla m a d o Méto d o d e
Proyecto s, se pla s m ó e n el Dise ño Curricular d e Aula d el a u t o r d e es te texto, q u e
s e a dj u n t ó al Plan An ual d e Cen t ro. En línea s ge ne rales, el d e s a r r ollo cu rricular
t r a n sitó p o r varias fase s n a d a có m o d a s p a r a el t r a bajo d oce n te, p e r o m u y
p o sitivas d e s d e el p u n t o d e vista d el a p re n di z aje y la m o tivación d e los
es t u dia n te s, q ue es, e n d efinitiva, el o bjetivo úl ti m o d e t o d o cur ricul u m.

2. FUNDAMENTACIÓN TEÓRICA

La Meto d ología d e Proyecto s s e ins t a u r a e n las te oría s crítica s d el d e s a r r ollo


d el cu r riculu m 1 , e n las q ue t o d a pla nificación n ecesita d e la re t roali me n t ació n d e
la p r ác ticas p a ra ir ref u n d á n d o s e e n u n dise ñ o co n ti n u o. Y es ta for m a d e t ra b ajar
tie ne la dificulta d d e las p r e scri pcione s p r evias: ta n t o d e las cur rículos ba se, co m o
d e las exige ncias b u r ocrá ticas d e los Cen t ro s d e Educació n Pública. Dificulta d n o
exe n ta d e crítica p e r o q ue n o s u p o n e u n im p e di m e n t o q ui mé rico p a r a el éxito y
valide z d e es te ti po d e dise ñ o.
Así p u e s, lo q ue se p r e s e n t ó, e n s u m o m e n t o, ven d rá a s er u n p r oyecto
(Diseñ o cu r ricular d e Aula) co n la e s t r uct u r ación q u e p r o p o nía Kilpa t rick, q u e
p r e se n t a b a u n a e s t r uct u r a m uy p a recida a cualq uier ot ro p r oyecto cu rric ular o d e
inves tigació n. Y es o es lo q u e s e p re te n dió: q u e el d e s a r r ollo e n el a ula s e
co nvir tiera e n u n a inves tigación bá sica Y co n la ay u d a d e la re d virt u al, s u p u siera
u n a o p o r t u ni d a d co m o a ula a biert a p a r a la co m u ni d a d e d uca tiva e n la q u e s e
p u dier a acce der d e s d e cualq uier p a r t e, y d e s de d o n d e, s e t uviera la p o sibilida d d e
o b s ervar las h a bilida de s, ca pacida de s y co m p e t e ncias q ue d e s a r rollan los
es t u dia n te s co n es te ti po d e m e t o d ología.
El es q u e m a bá sico, p r o p u e s t o p o r Kilpa t rick, se p re se n t a co m o sigue:

Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
AUTORÍA
claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
CEP de Villamartín. ISSN: 1989­9564. Depósito Legal: CA­463­2010
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PROPOSITO

PLANIFICACIÓN

EJECUCIÓN JUICIO

Es im p o r t a n te re s alta r q ue la Meto d ología d e Proyect o s h u n d e s u s raíces e n


difere n t e s t ra dicione s p e d agógicas, a d e m á s d e la q u e u s a ba el m a e s t r o
es t a d o u ni d e n s e. Freinet, e n s u e d ucación p o r el t r a bajo, o Sten h o u s e, e n s u
inves tigación co m o b a s e d el t ra b ajo p re s e n t a es t r uct u r a s y for m a s d e h acer q u e
sig ue n los p ri ncipios d el m é t o d o p o r p r oyect os d e inves tigació n:

“Así mi s m o, las t r a dicio ne s p e d agógicas cuya a p o r t ación h a


si d o clave e n el d e s a rr ollo d el t ra b ajo p o r p r oyecto s, a boga n
p o r u n ca m bio e n la m a n e ra d e e n s e ñ a r y d e a p re n d e r e n la
esc uela. Critica n el a p re n di z aje verbal y la m eca ni z ación d el
s a be r , el u s o d e m e t o d ologías p oc o re s p e t u o s a s co n los
in te re se s d e los alu m n o s, la se p a ración ra dical e n t re los r oles
d e d oce n te y disce n te, la a u se ncia d e activida d reflexiva, el
es tilo m a rca d a m e n te in divid u alis ta d e la t a rea escolar y la
evaluación ce n t ra d a e n los re s ulta d o s si n te ne r e n cue n t a los
p r oce so s. A p a r tir d e es t o s a rg u m e n t o s, se reivin dica n
in te rve ncio ne s escolares ate n t a s a la n a t u r ale z a d el al u m n o,
q u e p o t e ncie n s u ca p aci da d e s p o n t á ne a p a r a a p re n d e r, q u e
a p r oveche n la relación e n t re iguales co m o m o t o r d e
a p re n di z aje y q ue incor p o re n p r o ble m a s reales q ue se a n
a b o r d a d o s a p a r tir d e la o b s ervació n, la experi me n t ació n y la
reflexió n. En sí n te sis, p o d e m o s d ecir q u e la intr o d ucción d el
t r a bajo p o r p r oyecto s a p u n t a directa m e n t e a la fu nció n d e la

Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
AUTORÍA
claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
CEP de Villamartín. ISSN: 1989­9564. Depósito Legal: CA­463­2010
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esc uela y b u sca u n a m e t o d ología co he re n t e co n la n u eva
m a n e ra d e e n te n de r el a p re n di z aje.”̏ (Puig Rovira, J.M. Y Martín
García, X.: 2 0 0 7)

2. 1. Tip o s y fa s e s d e la m etod ología d e pro y e cto s

Des d e la ex pe rie ncia co m o m a e s t r o e n u n tie m p o y es p acio d e t e r mi na d o, el


a u t o r d el m é t o d o d e p r oyecto s, o b se rvó cua t r o ti po s d e p r oyecto s q u e p o día n
s u rgir e n el d e s a r rollo d e los acto s e d uca tivos:

“1. - Las experiencias cuyo p r o p ó sito d o mi na n te es h acer o efect u a r


algo, d a r cuer p o a u n a idea o a s piració n e n u n a for m a m a t e rial (p.e.
u n disc u r s o, u n p oe m a, u n a sinfo nía, u n a esc ult u r a, e tc.).

2. El p r oyecto co n sis te e n la a p r o piació n p r o p o sitiva y place n te ra d e


u n a ex pe rie ncia (por eje m plo ver y disfr u t a r u n a o b ra d e
Shakes p ea re).

3. - El p r o p ó sito d o mi n a n t e e n la ex perie ncia es res olver u n p r o ble m a,


d e se n t r a ñ a r u n acer tijo o dificulta d intelect ual.

4. Incluye ex pe rie ncias e n q ue el p r o p ó sit o es a d q uirir u n d e t e r mi n a d o


gra d o d e co noci mie n t o o h a bilida d al cual la p e r s o n a q ue a p re n d e
a s pir a e n u n p u n t o es pecífico d e s u e d ucació n.” (Kilpa t rick: 1 9 2 1) 2

Así p u e s, es t a tip ología p u e d e d e s a r r ollarse e n el a ula siguie n d o el siguie n te


p r oce so, p r o p u e s t o y d e s a r rolla d o p o r u n a a u t o ra cat ala na (Martín, X., 2 0 0 6):

FASES DE UN PROYECTO DE INVESTIGACIÓN


Detectar te m as q ue interesen al gr u po •Pro p o ne r te m a s d e inte rés.
•Buscar a rg u m e n t o s p a r a d efe n d e r las
p r o p u e s t a s.
•Elegir u n t e m a m e dia n t e co n se n s o o
votación.
For m ular interroga ntes •Elabora r hi p ó te sis d e t ra b ajo.
•Plantea r p reg u n t a s s o b re el t e m a p a r a
d efinir los á m bito s d e e s t u dio.
•For m a r gr u p o s d e t r a bajo.

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Elaborar infor m ación •Orga ni z a r la t a rea d e los gr u p o s y
dis trib uir se re s p o n s a bilida de s.
•Buscar y s eleccio na r infor m ació n d e
fue n te s diver sa s.
•Co me n z a r a elabora r la infor m ació n
s elecciona d a co n el fin d e re s p o n d e r los
inte rroga n t es pla n t ea d o s.
Sintetiz ar la infor m ación •Elabora r la sí n te sis d el t ra b ajo h ec h o e n
gr u p o.
•Pre p a ra r ac tivida d e s p a r a d a r a co n ocer
los co n oci mie n t o s a d q uirido s.
Evalu ar y co m u nicar los a pre n di z ajes •Co m u nicar a los demás los
a p re n di z aje s h ec h o s e n ca d a gr u p o.
•Discu tir las co nclusio ne s d el p r oyecto.
•Evaluar los a p re n di zajes y las vivencias
q u e h a ge ne ra d o el p r oyecto.

3. LA EXPERIENCIA DE ALCALÁ DEL VALLE

Se p u e de p r e se n t a r e n varios ca pít ulos:

3. 1. Prim ero

La elección d el Méto d o d e p r oyecto s t uvo lugar te nien d o e n cue n t a,


p ri ncip al me n t e, los n u evos pla n te a mie n t o s d e la refor m a e d uca tiva b a s a d a, co m o
p ri ncip al eje, e n las co m p e te ncias bá sica s. Co m o s e p u e d e ob se rvar e n las t r e s
gra n d e s categoría s q ue la OCDE e s t a bleció d e las co m p e t e ncias bá sica s:

“1. - Utilizar ins t r u m e n t o s d e for m a interactiva.


2. - Interac t ua r e n gr u p o h e te rogé neo s.
3. - Act u a r d e for m a a u t ó n o m a.” (OCDE, 2 0 0 7)

Al m a rge n d e las oc h o co m p e t e ncias b á sicas es t a blecida s p o r el curricul u m


m a rco e n la LOE, d e 2 0 0 7, cuyo d e s a r r ollo e n ca p aci da de s s e ven im p reg na d a s p o r
es t a s t re s gra n de s categoría s; d e bía elegir u n m é t o d o q ue p u diera d e s a r rollar
a p r e n di z aje s q ue se viera n im p reg n a d o s p o r es t o s p ri ncipios y q ue d e s a rr ollara n,
p o r t a n t o, las co m p e te ncia s p r o p u e s t a s d e for m a h olística.
Au n q u e n o s e h a bía t ra b aja d o n u nca el m é t o d o d e p r oyecto s (se h a bía

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ex pe ri me n t a d o e n u n a oca sió n) p a rece q u e t o d o co n d ucía al u s o d e dich a
m e t o d ología. De h ec h o, e n la p r o pia colección e nco n t r a d a e s t a s n avida de s (por
ca s u alida d), s o b re co m p e te ncias b á sicas, s e d e s a r rolla co m o eje m plo el m é t o d o d e
p r oyecto s co m o b ue n hilo co n d uc t or d el d e s a rr ollo d e co m p e t e ncias bá sicas. Sin
olvid ar q u e e n el a nexo 1 d e la p r o pia ley d e Educació n s e h ace u n a m e nció n
ex plícita d el mi s m o 3 :

“El d oc u m e n t o d e t alla algu n a s d e las ca p aci da de s q u e s e re q uiere n p a ra


im p ulsa r p r oyectos. Se d e s t aca n la facilida d p a ra p r o p o ne r n u evo s
o bje tivos t ra s u n a co n sideració n d e los p r o ble m a s y p o sibilida de s q ue
pla n tea la realida d, la crea tivida d p a r a imagina r p r oyecto s q ue col me n
u n a n ece si da d, la dis p o sició n p a r a llevar a cabo los pla nes p r evis to s, el
es pírit u crítico p a ra evalua r los re s ulta d o s e int ro d ucir las correcciones
q u e se es ti m e n o p o r t u n a s, a sí co m o u n a alta m o tivació n y u n a s a n a
a m bición d u r a n t e t o d o el p r oce s o q u e facilite el cu m pli mie n t o d e los
o bje tivos p r evis to s. Un p r oce so d e e s t a n a t u r ale z a s u p o ne ta m bié n u n a
ac tit u d p o sitiva h acia el ca m bio y la in novació n, a sí co m o u n co nj u n t o
d e h a bilida de s s ociales q ue p re dis p o nga n a la relación efectiva, la
co o p e ració n, el t r a b ajo e n eq ui p o y el ejercicio d el lidera zgo. Esta m o s
a n te u n a s p ecto, e n t re o t r o s, d e u niver so d e se n ti d o s d e la
a u t o n o mía.” (Puig, J.M.; Martín, X., 2 0 0 7, pg.42 - 4 3)

3. 2 Segund o

Había q ue di se ñ a r u n p r oyecto cu r ricular d e a ula q ue p u diera seg uir los


criterio s q u e es t a blece la a d mi nis t ració n e d uca tiva y q u e a s u ve z fuer a lo
s uficien te m e n t e a biert o y flexible co m o p a r a q ue p u diera t r a b aja r p o r p r oyecto s.
Ya h e m o s visto m á s a rriba q u e la filosofía d e e s te m é t o d o se b a s a e n el
in te rca m bio d e roles e n t re d oce n te y disce n te, e n la reflexivida d y, p o r t a n t o, e n el
co n ti n u o ca m bio d e lo q u e p revia m e n t e s e h a pla ne a d o. Así q ue, ya n o s p o d e m o s
imagin a r la dificulta d d el mi s m o. No ob s t a n te, creo q u e s e p u d o co n seg uir cier t a
a r m o nía e n t re lo p r e scrito y lo q ue s e es t a blece co m o p ri m o r dial e n el m é t o d o d e
p r oyecto s, s alva n d o t o d a a n títesis: ob sé rvese, q u e a la ve z q u e, p r ác tica me n t e, e s
lógico u s a r e s te m é t o d o, la p r o pia p r e scri pción, (la b u r ocracia a d mi nis t ra tiva) te
im pi d e t r a b ajar con él.

3. 3. Tercero

Se t uvo q u e co n s t r uir u n a h e r ra mie n ta b á sica d e Conoci mie n t o d el Medio

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claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
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p a r a los es t u dia n te s d e q uin t o, p o r la cual s e p u diera n guiar y ba s a r s u s p r o pio s
a p r e n di z aje s. Esta e s m uy p a recida y sigue las fase s q ue a n te s s e h a n p r o p u e s t o, y
n o es m á s q u e u n a a d a p t ació n a la p ri m a ria d e u n p r oyecto d e inves tigació n
cien tífica 4 . Esta h e r r a mie n ta se p u blicó e n u n blog (no h ay q u e olvida r q u e s o m o s
u n ce n t r o TIC). Y sigue los p a s o s siguie n te s:

 1.­INTRODUCCIÓN
 2.­ OBJETIVO
  “Debo escribir la idea general de lo que voy a construir. Y debe llevar la siguiente estructura:
 
  a)
  b) Diseñar y construir mi propio tema de Conocimiento del Medio de quinto
  c)
  d)
  e)
  ....”
  El objetivo B debe ser obligatoriamente lo que está escrito arriba. Los demás son invención individual.
 3.­ CONTENIDOS
“Debo dotar de contenidos los objetivos que quiero construir. Es decir, debo buscar una serie de preguntas (más de 20), que el maestro debe supervisar y que llevará la 
misma estructura que en los objetivos pero con viñetas:    
 ¿..?
  ¿..?
  ¿..?
  ¿..?
 ¿..? 
 
  Las preguntas deben dar respuesta a lo que quiero expresar con mis objetivos principales. Es decir, si quiero hacer una panel visual con datos y 
fotografías las respuestas de las preguntas antes realizadas deben explicar lo que se ve en el panel; si hago la maqueta de un castillo mediaval las respuestas de las 
preguntas deben responder todas las dudas que puedan surgir sobre los castillos mediavales, etc...
 4.­ METODOLOGÍA
  En este apartado contestaré a la pregunta de cómo voy a realizar el trabajo y se dividirá en los siguientes subapartados: 
  4.1.­ TEMPORALIZACIÓN
  Secuencialmente, iré contando cómo lo voy a hacer...Por ejemplo:
 
  PRIMER PASO: Pensaré sobre el proyecto que voy a realizar y lo consultaré con el maestro o con quien considere necesario para variarlo según su 
criterio
  SEGUNDO PASO: Leeré el tema del libro de texto de la editorial correspondiente y haré un resumen. Sacaré tres preguntas de cada apartado con 
cuestiones interesantes para mi y para el profesor. También puedo usar internet o los recursos de la biblioteca escolar.
 
  TERCER PASO: Desarrollaré el proyecto escrito tal y como viene aquí presentado...
  CUARTO PASO: Lo presentaré por escrito al maestro, editaré un resumen en el blog de quinto.
 
  4.2.­ HERRAMIENTAS Y RECURSOS USADOS
  Haré un listado de recursos que he usado: barro, papel, encuestas, blog, internet, paneles...
 5.­ BILIOGRAFIA Y REDGRAFÍA
  Tengo que hacer un listado de libros y páginas web que he usado para realizar el trabajo. Este punto es muy importante para que el maestro pueda analizar 
y evaluar los contenidos que he usado para realizar el trabajo.

3. 4 Cuarto

Evide n te m e n t e, es t a for m a d e t r a bajar, n u nca la h a bía n experi m e n t a d o. El


m a e s t r o p r eg u n t a: ¿Qué q u e réis h acer? ¿Qué q ue réis a p re n de r? La p ri m e r a

Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
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reacció n es d e incre d ulida d, luego sigue la incerti d u m b r e: < < s i t ú ere s el
m a e s t r o > > < < t ú d e be s d ecir y d ecidir lo q u e n o s o t r o s a p re n d e m o s > > . El p ri m e r
t ri m e s t re d e a d a p t ació n cos t ó e nco n t ra r la for m a a d ec u a d a d e t ra bajar: d e bía n
escribir, re s u mir, leer, in d agar, u s a r la biblioteca y la re d. Nu nca lo h a bía n h ec h o
d e for m a a u t ó n o m a, s ólo co m o se lo im p o nía u n a e s t r uct u r a (la d el libro d e tex to).
A la a n te rior dificulta d s e u n e o t ra seg u n d a: la im p o sició n. No s e p u e d e
im p o n e r n a d a p o r m á s re n ova d o r y efica z q ue sea. Y el q ue escribe es ta s p alab r a s
n o se pla n te ó ni ng u n a e s t r a tegia d e p re se n t ació n y explicación a p a d re s y m a d r e s,
p o r lo q u e és ta s reaccio na ro n d e la for m a q u e s e d e bió e s pe ra r, co n
inco m p r e n sió n, incerti d u m b re e inclu s o, mie d o: < < l o s ni ño s n o va n a p re n d e r > >
< < l o s ni ñ o s d e be n u s a r el libro d e text o, si n él n o s e a p re n d e > > ...
Una te rcer h a n dica p, t uvo q ue ver co n la dificulta d d e t r a bajar e n gr u p o,
a d e m á s er a difícil es t a blecer criterios d e t ra b ajo e n gr u p o cua n d o n u nc a s e h a bía
h ec h o d e es t a for m a. No olvide m o s q ue ellos s o n los q ue eligen los gr u p o s.
Nor m al m e n t e, n o s e h acía n gr u p o s mixto s, y cua n d o alguie n te nía dificulta d e n
t r a b ajar co n co m p a ñe r o s d eci día t ra bajar s olo. Estas dificulta de s exigía n t éc nicas
d e ges tió n d e co nflictos a las cuales n o les veía eficacia, h a s t a el cur s o siguie n t e
(200 8 - 2 0 0 9). To da s es ta s dificulta de s s e viniero n a r ra s t r a n d o a lo largo d e los
d o s cu r s o s aca dé micos y, a veces, s e d e bía n im p o n e r algu n o s p rincipio s
f u n d a m e n t ales d el t r a b ajo e n gr u p o, co m o los d e d e m ocracia, o esc uc ha activa.
Pese a t o d o es t o, gracias al a p oyo d e algu n o s
co m p a ñ e r o s y, s o b re t o d o, d e la direcció n d el
ce n t r o, el p r oyecto Kilpa trick e n Alcalá d el Valle
p u d o s eg uir s u cur s o, a u n q u e co n algu n o s
ca m bio s, h ec h o s a raí z d e las exigencias d e las
m a d r e s. Usé el libro d e t exto a la m a n e r a q u e
Kilpa t rick p re s e n t a b a s u cuar t o ti p o d e p r oyecto.
Ellos d e bía p r e s e n t a r m e u n t ra bajo b a s a d o e n el
los q uince te m a s d e libro d e text o, p e r o co n la
s alve d a d q u e p o día n elegir el có m o y el cua n d o. Y
si h a bía p r o ble m a s co n la linealida d d e las di sciplinas, ellos s e ría n los q u e se
p e rca t aría n d e los mi s m o s. Pero n o oc u r rió e so ¿Por q u é?

3. 5 Quinto

Se sig uió co n el d e s a r rollo cur ric ular seg ú n el m é t o d o d e p r oyectos, y al


fin aliz ar el p ri m er t ri m e s t re t uvi m o s la o p o r t u ni d a d d e d e m o s t r a r la eficacia d el
m é t o d o, a sí co m o s u s err ore s.
En la p r e se n t ació n y ex po sició n d e los p r oyecto s d e ciencias y a r tes q u e

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t uvo luga r d e for m a a bier ta al colegio y a p a d r e s,
los chicos y chicas, m uy m o tiva d o s, orga ni z a r o n
y p re se n t a r o n los t ra b ajos.
El seg u n d o y te rcer t ri me s t re, fue m u c h o m á s
có m o d o e n cua n t o al d e s a rr ollo d e los p r oyect o s,
a sí q u e, s e p u d o t ra baja r, d e for m a es pecífica,
algu n o s a s pect o s d el m é t o d o cien tífico. Ade m á s
s e p r of u n di z ó e n algu n o s p u n t o s y co n te ni d o s
d e las fase s a s eg uir.
Las idea s q ue iba n s u rgie n d o era n ca d a ve z
m á s co m plejas y los t ra bajo s p re se n t a d o s ca d a ve z m á s co m pleto s.

3. 6. Sexto

La ex po sició n final dio m uc h o d e sí, y p u di m o s gra ba rla e n vídeo, e n es te


p u n t o ya se h a bía n co n s t r ui d o s u s p r o pios blogs e n la re d d o n d e p re se n t a r s u s
t r a b ajo s, és t o s t a m bié n se incluyero n e n u n a s ala co n ca ñ ó n e n la p r o pia
ex p o sició n d e cie ncias y a r te s d e los es t u dia n te s d e q ui n t o d e p ri m a ria d el cu r s o
2 0 0 7 - 2 0 0 8. Hubo p e rf u m e s, cajas n egra s, micro sco pios d o n d e vim o s células,
car teles co n biografías d e científicos, p olea s, u n volcá n h ec h o co n bicarb o n a t o,
h a ri n a y vinagre; telare s, pi n t u r a s, etc.
Al finaliz ar es te día, u n o s cua n t o s m a e s t r o s y m a e s t ra s p r o p u siero n h acer
u n Gr u p o d e Trabajo s o b re la m e t o d ología d el Proyecto Kilpa trick, Y e n cu r s o
2 0 0 8 / 2 0 0 9, s e hi z o realida d es a p r o p u e s t a y, d u r a n te ese a ñ o, Silvia, Nieves, Lola,
Jua n Fran y Anto nio in daga ro n n u eva s for m a s d e a p re n di z aje q u e ay u d a ra t a n t o,
a ellos mi s m o s, co m o a los es t u dia n te s a d e s a r rollar se.

4. LAS COMPETENCIAS BÁSICAS EN EL MÉTODO DE PROYECTOS

Para h acer u n a nálisis m á s o m e n o s rigu ro s o d e co m o co n t rib uye el u s o d e


u n m é t o d o u o t r o al d e s a rr ollo d e co m p e te ncias bá sica s, es n eces a rio s a be r cuál
es el o rige n d el co nce p t o, a sí co m o s u p r o pio a n álisis. El u s o d e co m p e te ncia
b á sica e n la Ley Orgá nica 2 / 2 0 0 6, d e 3 d e m ayo, d e Educación y s u d e s a r r ollo
legislativo corre s p o n die n te; Real d ecre to 1 5 1 3 / 2 0 0 6 p o r el q ue se es t a blece n las
e n se ñ a n z a s mí ni m a s e n Educación Pri ma ria, tie ne s u o rigen e n u n a s erie d e
directrices e u r o pea s (Artículo 1 4 9 y 1 5 0 d el t ra t a d o e u r o pe o y el p r ogr a m a
ET201 0) d e q u e d e rivaro n e n u n a s e rie d e p r oyect o s: p r oyect o Euro dyce y e n s u s
co n sec ue n te s es t u dios: Infor m e Pisa y el p r oyecto DeSeCo. El p r oyecto DeSeCo o

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d e Definició n y Selecció n d e Co m pe te ncias tie ne co m o finalida d ge neral:

Analiza r los fu n d a m e n t o s teó ricos, la racio nalida d d e la d efinición


y el p r oces o d e s elección d e co m p e te ncias clave, a sí co m o s u
relación co n el e n t o r n o s ocial y eco nó mico (OCDE, 2 0 0 1; p.2)

To d o es t o tie ne se n ti d o p o r la lla m a d a co nverge ncia e u ro p e a q ue d e rivó e n


la Ley Orgá nica d e Educación. Si es ta s directrices se co nocía n ya e n el a ñ o 2 0 0 1,
¿q u é s e n ti d o te nía dise ña r u n a Ley d e Calida d q u e n o t e nía n a d a e n cue n t a n a d a
d e es t o?. ¿Qui zá, h acer o p o sición d el te m a d e la Educació n?. ¿Por q ué existe n
m ovilizacio ne s e n co n t ra d e u n a d e las co m p e te ncias e n co ncret o: la co m p e te ncia
s ocial y ciu d a d a n a? Co m o acaba m o s d e ver la d efinición d e co m p e te ncia s u rge e n
el m a rco d e la OCDE y d el t ra t a d o d e la Unión Euro pea. Si n o se e s t á d e ac uer d o s e
p u e d e d ecir y d efe n d e r co n arg u m e n t o s, p o r s u p u e s t o, p e r o ¿q ué se n ti do tie ne
d ecir se e u r o p eís t a si n o s e cu m ple co n s u s t ra ta d o s?. ¿Tiene se n ti d o s eg uir
ven di d o a la axio m á tica u nivers al d e n u e s t ra cult u ra ju d e o - cris tia n a y s acrificar
el d e s a r r ollo intelect u al, cien tífico y ar tís tico d e n u e s t r o es t a d o, ot ra ve z?

4. 1 Definición d e c o m p etencia

En la p ri m e ra in d agación q u e realicé p o r u n m o t o r d e b ú s q u e d a e n la r e d
a p a r eció Noa m Cho m s ky, y co n él s u te r mi no s o b re Co m p e te ncia Lingüís tica q u e
u s o e n 1 9 6 5 p a r a s u s es t u dios s o b re los u nivers ales si n tácticos. Tra s los es t u dio s
a n te s co m e n t a d o s s o n infinid a d las d efinicione s q ue h a n s u rgid o; cuyas ideas
clave p r e s e n t a Luis Rico y José Luis Lupia ñe z e n el siguie n t e rec ua d r o:

autor /año Co m p o ne n te s Finalida d Con text o


CEE / 2 0 0 5 Conoci mie n t o s; Act ua r. Situación
ca p acida de s; d e t er mi na d a
ac tit u d e s
Perre n o u d / 1 9 9 7 Capaci da de s; Act ua r Situacione s
co n oci mie n t o s. d efinida s.
Weiner t / 2 0 0 1 Capaci da de s, Alca n z a r u n No ex plícito
co n oci mie n t o s; objetivo
d e s t re z a s.
Coola h a n / 1 9 9 6 Conoci mie n t o s; Des arr ollo Práctica e d uca tiva.
ex pe rie ncias; p e r s o n al.
valores;
dis p o sicio ne s.

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Worl d Educatio n Con te ni d o s bá sicos Vivir / t r a b ajar; Social.
Cong res s / 1 9 9 0 a p re n di z aje; d e s a r rollar
Conoci mie n t o s; ca pacida de s;
d e s t re z a s; valore s; m ejo ra r calida d d e
ac tit u d e s. vida; t o m a r
d ecisio ne s.
DeSeCo / 2 0 0 5 Conoci mie n t o s; Enfre n ta r Con text o p a r ticular
d e s t re z a s; demandas
ac tit u d e s. co m plejas.
PISA / 2 0 0 5 Capaci da d p a ra Inter p re t a r y Varie da d d e á rea s.
a n ali za r, ra z o n a r y re s olver
co m u nicar. p r o ble m a s.
Tu ning / 2 0 0 3 Capaci da de s; Act ua r; a plicar Ciert a s sit u acio ne s
co n oci mie n t o; co noci mien t o s a la
co m p r e n sió n; p r áctica.
valores; a p tit u d e s;
d e s t re z a s;
re s p o n s a bilida de s.
MEC / 2 0 0 5 Conoci mie n t o s; Afro n ta r res olució n Aca dé mico;
h a bilida de s; d e p r o ble m a s; p r ofe sio nal; s ocial.
ac tit u d e s; valores. interve nir e n
a s u n t o s.

(Rico y Lupiá ñe z: 2 0 0 8, p ag. 1 3 9)

Para acaba r, e s s olícito u s a r la d efinición q ue realiz a n d o s d e los


re s p o n s a bles d el infor m e DeSeCo, Ryche n y Salganick (2006):

“Una co m p e t e ncia s e d efine co m o la h a bilida d p a r a s a tisfacer co n éxito


exigencias co m plejas e n u n co n t exto d e te r mi na d o, m e dia n t e la
m ovilizació n d e p r e rre q uisitos p sicosociales q u e incluye n as p ec to s
t a n t o cognitivos co m o n o cog nitivos (& ) es to re p re s e n t a u n e nfo q u e
o rie n t a d o h acia la d e m a n d a n o fu ncio nal (& ) El ce n t ro d e a te nció n
p ri ncipal s e p o n e e n los re s ulta d o s ob t e ni do s p o r el in divid u o m e dia n te
u n a acción, d ecisió n o for m a d e co m p o r t a r s e co n res p ect o a las
d e m a n d a s q ue se le pla n t ea n.”

¿Pero co m o co n t rib uye el Méto d o d e Proyectos a e s t o s p ri ncipios b á sico s? Y


p a r a re s p o n d e r a la p reg u n t a, a p a r te d el a rg u m e n t o p re se n t a d o m á s a rriba, s e

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p r e se n t a u n a se rie d e m a ti z acio ne s a p o r t a d a s p o r Le Boterf (2002) u ni d a s a las
car ac terísticas o b se rva da s e n el d e s a rr ollo d el m é t o d o:
Dice Le Boterf: < < p a r a h acer fre n te a u n aco n t eci mie n t o, p a r a res olver u n
p r o ble m a, t o m a r u n a iniciativa > > , j us to lo q u e s e pla n tea cua n d o se b u sca la idea
p ri ncip al q u e s e va a u s a r co m o finalida d p a ra u n p r oyecto: voy a h acer u n
p e rf u m e, u n telar o d e s a r r ollar el te m a d e las pla n t a s. Contin ú a Le Boterf : < < n o
es s uficien te co n q u e u n a p e r s o n a s eleccione o m ovilice rec u r s o s (conoci mie n t o s,
ca p acid a d e s, actit u d e s, ca p aci da de s cognitivas), t a m bié n d e be s a b er
o rga ni za rlo s. > > , y p recisa m e n te es es o lo q u e s e h ace cua n d o s e pla n tea n
o bje tivos y s e d e s a rr olla n p reg u n t a s n eces a rias p a r a llevar a b ue n p u e r t o e so s
o bje tivos, p reg u n t a s q u e s o n d u d a s q u e d e b o res olver p a r a llegar a ello: Necesito
s a be r cu áles s o n las téc nicas q u e s e n ece sita n p a r a h acer u n p e rf u m e: m a ceració n,
co n d e n s ació n, etc, y q u é h e r r a mie n t a s (una d e s tila d o ra, u n m o r te ro, t u b o s d e
e n s ayo, etc). Plantea el a u t o r co m e n t a d o: < < D e s a r rollar co m p e te ncias im plica n o
s ólo q u e s e alca n z a n cierto s d o mi nios (conoci mie n to s, h a bilida de s...), si no q u e, a
p a r tir d e ellos, s e p u e d e n co n s t r uir las co m bi nacio ne s a p r o pia d a s. > > , p a r a llevar
a b u e n p u e r t o, m i p r oyecto d e b o ex peri m e n t a r, erra r, y llegar al p e rf u m e d e se a d o.
En o t ra di m e n sió n, Le Boterf a ñ a d e: < <La s co m p e te ncias se refiere n
sie m p r e a p e r s o n a s, n o existe n co m p e te ncia s si n in divid u o s(...) la re s p u e s t a
co m p e te n te d e be rá s er, ca d a día m á s, u n a re s p u e s t a e n re d y n o u n a re s p u e s t a
exclu siva m e n te in divid u al (& ) Act ua r co m p e te n t e m e n te i m plica, p u e s, interact u a r
co n o t r o s. > >Y es p o r ello q u e el m é t o d o d e p r oyecto s n o tiene s e n ti do si n o s e
pla n tea co m o t r a bajo e n gr u p o, b a s a d o, e n la a p o r t ació n d e di s tin ta s ca pacida d e s
q u e d e b e n co n t rib uir a q u e s e d e s a r rolle e n el o t r o.
Y p a r a finaliza r, Le Boterf a p o r t a u n a te rce ra idea: < < T e n e r éxito n o
sig nifica n eces a ria m e n te s er co m p e t e n t e. Una p e r s o n a n o p o d r á s e r reco n ocid a
co m o co m p e te n t e m á s q u e si re s ulta ca pa z n o s ólo d e s acar a dela n te u n a cue s tió n
si n o t a m bié n d e co m p r e n d e r p o r q ué y có m o s e h a p re p a ra d o el act u a r > > , y p o r
t a n t o, s e co nvierte e n u n a cue s tió n clave d el Méto d o d e Proyecto s: s u es q ueleto.
En u n co n te ni do ta n im p o r t a n te d e s er co m p re n di d o co m o t o d o lo d e m á s. Es
f u n d a m e n t al q ue las p r eg u n t a s q ue s e realicen p a r a inves tigar los co n t e ni do s s ea n
cer te r a s, q u e los o bje tivos s e ex pre se n co n clarida d y rigor, q ue la m e t o d ología y
la t e m p o r ali zació n se pie n s e n u n a y o t ra ve z; y q u e la p r e s e n t ació n d el los
t r a b ajo s s e evalué d e s d e t o d a s las p e r s pectivas y age n t es co n el fin d e m ej ora r s u
co m p e te ncia y la n u e s t r a co m o m a e s t r o s.

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NOTAS:

1. - Aun q u e p u e d a p a recer con t r a dictorio, los dis e ñ o s y d e s a r rollos cur ric ulare s
p r e s e n t a d o s d e es t a for m a p o s ee n t o d a s las caracterís ticas p r o pia s d e las t eo rías d e la
acción co m u nica tiva (Haber m a s y Apel) q ue co m o s a be m o s s o n la ba se filos ófica d e la
esc uela d e Fra nkf u r t (que curios a m e n t e s e con si de ra con t r a ria a la esc uela d e Chicago).
Co m o sie m p r e la p r áctica s u p e ra t o d o cor p o r a tivis m o s u p e rfl uo.
2. - KILPATRICK, W.H.: Danger s a n d difficulties of t h e p r oject m e t h o d a n d h ow t o
overco m e t h e m: Intr o d uc t o ry s t a te m e n t: Definitio n of t er m s. Te achers College Record.
22(4), p. p. 2 8 3 - 28 8.
3. - En Puig Rovira, J. M. y Martí n García,X. (2007): Co m p e t e ncia e n a u t o n o mía e iniciativa
p e r s o n al. Madri d: Alian z a Editorial. Sobre el a nexo 1. Co m p e t e ncia s bá sicas e n el Real
Decre t o p o r el q u e s e e s t a blece n las e n s e ñ a n z a s mí ni m a s a la Educació n Pri m a ria Y a la
Enseñ a n z a Secu n d a ria Obligato ria.
4. - h t t p: / / p r oyec to s d e 5 d e p ri m a [Link] p o [Link] m /

BIBLIOGRAFÍA Y REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CHOMSKY, N.: La (des)educación. Barcelon a, crítica, 2 0 0 0

DEWEY, J.: De m ocracia y Educación. Madri d, Losa d a, 1 9 7 1

FREINET, C.: La Educación por el trabajo. México. Fon d o d e cult u r a eco n ó mica,
1 9 7 1.

HERCH, L; RYCHEN, D.; MOSER, U. Y KONSTANT, J.: Proyectos sobre co m petencias


e n el Contexto de la OCDE. A n álisis de base teórica y concept u al. Descarga d o d e
h t t p: / / w [Link] t als t a t.a d mi n.c h / d e seco / d e seco2 / Defincio n - y - selec - 2.p df.
(8 / 1 2 / 2 0 0 9)

KILPATRICK, W.H.: Da nger s a n d difficulties of t he p r oject m e t h o d a n d h ow t o


overco m e t h e m: Int ro d uc to ry s t a t e m e n t: Definitio n of te r m s. Teachers College
Record. 2 2(4), p. p. 2 8 3 - 2 8 8.

MARTÍN, X.: Investigar y a pre n der. Có m o orga ni z ar u n proyecto. Barcelo n a,


Hor s o ri, 2 0 0 6.

MINISTERIO DE EDUCACIÓN Y CIENCIA (MEC): “Ley Orgá nica 2 / 2 0 0 6, d e 3 d e


m ayo, d e Educación ”, BOE, 1 0 6, 1 7 1 5 8 - 1 7 2 0 7, 2 0 0 6 a
- Real d ecre t o 1 5 1 3 / 2 0 0 6, d e 7 d e dicie m b re, p o r el q u e se es t a blece n las
e n se ñ a n z a s mí ni m a s d e la Educación Pri m aria. BOE, 2 9 3, 4 3 0 5 3 - 4 3 1 0 2.

Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
AUTORÍA
claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
CEP de Villamartín. ISSN: 1989­9564. Depósito Legal: CA­463­2010
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h t t p: / / w [Link] m. mx / va / di de 2 / t ec nicas_di dacticas / a o p / hi s t o [Link] m


(8 / 1 2 / 2 0 0 9)

Anto nio J. Orellana Ríos


Coo r din a d o r d el Tercer Ciclo d e Pri m aria d el CEIP Al Zawiya. La Zubia (Gra na d a)
co r reo: a_orellan@hot m [Link] m
teléfo n o: 6 7 8 0 2 1 6 4 7

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Registo: 2009/A01. Publicado: 18 de 03 de 2010
AUTORÍA
claveXXI. Reflexiones y Experiencias en Educación. Nº 1
CEP de Villamartín. ISSN: 1989­9564. Depósito Legal: CA­463­2010

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