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Informe de Prácticas en iPromac

Este documento presenta un informe de prácticas profesionales realizadas en una empresa. Contiene una dedicatoria, índice, descripción de la empresa, marco teórico sobre mantenimiento de maquinaria pesada, características técnicas de los equipos, y detalles de los trabajos de mantenimiento realizados en un tractor oruga, retroexcavadora y excavadora. Finaliza con conclusiones, recomendaciones y referencias bibliográficas.
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Informe de Prácticas en iPromac

Este documento presenta un informe de prácticas profesionales realizadas en una empresa. Contiene una dedicatoria, índice, descripción de la empresa, marco teórico sobre mantenimiento de maquinaria pesada, características técnicas de los equipos, y detalles de los trabajos de mantenimiento realizados en un tractor oruga, retroexcavadora y excavadora. Finaliza con conclusiones, recomendaciones y referencias bibliográficas.
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DEDICATORIA

A dios por ser la guía en mi vida, a mis padres por apoyarme en cada
momento, y a mis hermanos que siempre me sostienen con sus consejos.

i
ÍNDICE
INFORME DEL SUPERVISOR DE PRÁCTICAS Página
CERTIFICADO DE PRÁCTICAS PRE PROFESIONALES
INFORME DEL ASESOR
RÚBRICA DE CALIFICACIÓN
DEDICATORIA.......................................................................................................i
ÍNDICE..................................................................................................................ii
ÍNDICE DE FIGURAS..........................................................................................vi
ÍNDICE DE CUADROS........................................................................................vi
INTRODUCCIÓN................................................................................................vii
CAPÍTULO I DESCRIPCIÓN DE LA EMPRESA.................................................1
1.1. REFERENCIA HISTÓRICA DE LA EMPRESA.........................................1
1.2. ASPECTOS GEOGRÁFICOS....................................................................2
1.2.1. UBICACIÓN............................................................................................2
1.2.2. RELIEVE Y CLIMA.................................................................................2
1.3. DIRECCIONAMIENTO ESTRATÉGICO...................................................3
1.3.1. MISIÓN...................................................................................................3
1.3.2. VISIÓN...................................................................................................3
1.4. ESTRUCTURA ORGANIZACIONAL Y FUNCIONES DE LA EMPRESA. 3
1.4.1. ORGANIZACIÓN DE LA EMPRESA.....................................................3
1.4.2. FUNCIONES DE LA EMPRESA............................................................3
1.4.3. ORGANIZACIÓN DEL ÁREA DE TRABAJO.........................................4
1.4.4. FUNCIONES DEL ÁREA DE TRABAJO................................................5
CAPÍTULO II MARCO TEÓRICO.........................................................................6
2.1 BASES TEÓRICAS.....................................................................................6
2.1.1. MANTENIMIENTO.................................................................................6
2.1.2. TIPOS DE MANTENIMIENTOS.............................................................7
[Link]. MANTENIMIENTO CORRECTIVO...................................................7

ii
[Link]. MANTENIMIENTO PREVENTIVO....................................................7
[Link]. MANTENIMIENTO PREDICTIVO.....................................................8
[Link]. MANTENIMIENTO PROACTIVO......................................................9
2.1.3. MAQUINARIA PESADA.........................................................................9
2.1.4. TIPOS DE MAQUINARIAS PESADAS..................................................9
[Link]. TRACTOR ORUGA CATERPILLAR D7G........................................9
[Link]. RETROEXCAVADORA CATERPILLAR 420E...............................10
[Link]. EXCAVADORA CATERPILLAR 329D............................................10
2.1.5. ELEMENTOS MECÁNICOS................................................................11
a) MOTOR...................................................................................................11
b) INYECTORES.........................................................................................11
c) CULATA..................................................................................................12
d) RETÉN....................................................................................................12
e) JUNTA TEÓRICA U ORING...................................................................12
f) CONVERTIDOR DE PAR HIDRODINÁMICO.........................................12
g) VOLANTE DE MOTOR...........................................................................12
h) BOMBA HIDRÁULICA............................................................................13
i) BOTELLA HIDRÁULICA..........................................................................13
j) SELLOS HIDRÁULICOS..........................................................................13
k) MANGUERAS HIDRÁULICAS................................................................13
l) VÁLVULAS DE ASIENTO........................................................................14
m) BALANCINES........................................................................................14
2.1.6. DISPOSITIVOS MECÁNICOS.............................................................14
a) FILTRO DE AIRE....................................................................................14
b) FILTRO DE ACEITE...............................................................................14
c) RADIADOR.............................................................................................14
d) TURBOCOOLER....................................................................................15
2.1.7. HERRAMIENTAS.................................................................................15
a) JUEGO DE LLAVES...............................................................................15
b) JUEGO DE DADOS................................................................................15
c) LLAVE FRANCESA.................................................................................15
d) LLAVE STILSON.....................................................................................16
e) DESTORNILLADORES..........................................................................16

iii
f) GATO HIDRÁULICO................................................................................16
2.1.8. INSTRUMENTOS DE MEDICIÓN.......................................................16
a) CALIBRADOR VERNIER........................................................................16
b) MANÓMETRO........................................................................................16
c) GAUGE O CALIBRADOR DE VÁLVULA................................................17
d) TERMÓMETRO......................................................................................17
2.2 BASES CONCEPTUALES........................................................................17
2.2.1. FIABILIDAD..........................................................................................17
2.2.2. MANTENIBILIDAD...............................................................................18
2.2.3. DISPONIBILIDAD.................................................................................18
2.2.4. CALIBRACIÓN.....................................................................................18
2.2.5. INSPECCIÓN.......................................................................................18
2.2.6. CONSERVACIÓN................................................................................18
2.2.7. REPARACIÓN......................................................................................19
CAPÍTULO III CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE TRABAJOS REALIZADOS
............................................................................................................................20
3.1 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS............................................................20
3.1.1. ESPECIFICACIONES TÉCNICAS CAT D7G......................................20
3.1.2. ESPECIFICACIONES TÉCNICAS CAT 420E.....................................22
3.1.3. ESPECIFICACIONES TÉCNICAS CAT 320D.....................................24
CAPÍTULO IV TRABAJOS REALIZADOS EN LA PRÁCTICAS........................26
4.1 MANTENIMIENTO DEL TRACTOR ORUGA CAT D7G...........................26
4.1.1. DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO............................................26
4.1.2. OBJETIVOS.........................................................................................26
4.1.3. DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN.....................................................26
4.2 MANTENIMIENTO DE LA RETROEXCAVADORA CAT 420E................27
4.2.1. DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO............................................27
4.2.2. OBJETIVOS.........................................................................................27
4.2.3. DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN.....................................................28
4.3 MANTENIMIENTO DE LA EXCAVADORA CAT 329D.............................29
4.3.1. DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO............................................29
4.3.2. OBJETIVOS.........................................................................................29
4.3.3. DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN.....................................................29

iv
CONCLUSIONES...............................................................................................32
RECOMENDACIONES.......................................................................................33
REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA........................................................................34
ANEXO...............................................................................................................35

v
ÍNDICE DE FIGURAS
FIGURA 1.1: UBICACIÓN DEL LUGAR DE LAS PRÁCTICAS...........................2
FIGURA 1.2: ORGANIGRAMA DE LA EMPRESA..............................................4
FIGURA 2.1: CLASIFICACIÓN DEL MANTENIMIENTO.....................................6
FIGURA 2.2: TRACTOR ORUGA CATERPILLAR D7G......................................9
FIGURA 2.3: RETROEXCAVADORA CATERPILLAR 420E.............................10
FIGURA 2.4: EXCAVADORA CATERPILLAR 329D..........................................11
FIGURA 2.5: DIAGRAMA DE LA BAÑERA.......................................................17
FIGURA 3.1: TRACTOR ORUGA CAT D7G......................................................21
FIGURA 3.2: RETROEXCAVADORA CAT 420E...............................................23
FIGURA 3.3: EXCAVADORA CAT 329D...........................................................25
FIGURA 4.1: PROCEDIMIENTO DE MANTENIMIENTO PREVENTIVO..........31

ÍNDICE DE CUADROS
CUADRO 1.1 LUGAR DE OPERACIÓN ............................................................1
CUADRO 3.1 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS DE CAT D7G.......................20
CUADRO 3.2 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS DE CAT 420E......................22
CUADRO 3.3 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS DE CAT 329D.....................24
CUADRO 4.1 FICHA DE HISTORIAL DE LA MÁQUINA..................................30

vi
INTRODUCCIÓN

El presente informe de Prácticas Pre profesionales titulado “DISEÑO Y


CONSTRUCCION DE UN PROTOTIPO DE INVERNADERO CON SISTEMA
DE RIEGO EN LA EMPRESA IPROMAC S.A.C.”, tiene como objetivo verificar
el comportamiento térmico de manera práctica, así como también los
microclimas que se pueden obtener con la variación de algunos parámetros
como la humedad y un eficiente sistema de riego en la empresa IPROMAC
S.A.C. Las prácticas hechas en la empresa IPROMAC S.A.C. fueron en un
periodo de 03 meses de tiempo de enero hasta abril del 2020.
Primer capítulo se realiza la descripción de la empresa y cuál es su actividad
principal y cuál es su visión y misión del mismo y cómo está estructurado.
Segundo capítulo se presenta el marco teórico donde se relacionan la
información de acuerdo a las variables de trabajo para lograr un mayor
entendimiento y desarrollo del presente informe.

Tercer capítulo se presenta el tipo de sistema de riego que será empleado con
todas sus características y cálculos que resultan del experimento.

Cuarto capítulo se presenta el desarrollo de los trabajos realizados y los


resultados del buen trabajo realizado durante las prácticas pre-profesionales.

Finalmente se presenta las conclusiones, recomendaciones y bibliografía


utilizada.

El autor

vii
CAPÍTULO I

DESCRIPCIÓN DE LA EMPRESA

1.1. REFERENCIA HISTÓRICA DE LA EMPRESA


La Empresa IPROMAC S.A.C., se encuentra operando en la ciudad de
Huancayo, en ingeniería, producción, mantenimiento general y
comercialización.

IPROMAC S.A.C., empresa dedicada al diseño la construcción de


equipos para la minería con fecha de inicio de actividades el día 13 de julio
del 2000 con ficha de RUC: N°20444732084, con domicilio fiscal en Jr.
Huayna Capac N°112 San Agustín - El Tambo - Huancayo. Siendo el
gerente general Ing. Edwin Rivas Huamán.

Cuadro 1.1 Lugar de operación

SEDE PRODUCTIVA
HUANCAYO

ZONA CENTRO
Psje. Minorus N° 115 El Tambo
Fuente: Documento e información de IPROMAC S.A.C

1.2. ASPECTOS GEOGRÁFICOS

1.2.1. UBICACIÓN
La empresa IPROMAC S.A.C. está ubicado en los Andes central del
Perú, en el distrito de El Tambo, Provincia de Huancayo, Departamento de

1
Junín, con domicilio fiscal en Jr. Huayna Capac N°112 San Agustín El
Tambo Huancayo

1.2.2. RELIEVE Y CLIMA


El relieve donde se encuentra la empresa es muy urbanizado con
centros comerciales muy cercanos, a los 3259 m.s.n.m. el clima por ser
parte de la región quechua es seco y templado con altos niveles de
radiación durante todo el año y una temperatura promedio de 14°C a 18°C.
Con una mínima de 7°C y una máxima de 22°C

Figura 1.1: Ubicación del lugar de las prácticas pre profesionales

Fuente: Documento e información de IPROMAC S.A.C.

1.3. DIRECCIONAMIENTO ESTRATÉGICO

1.3.1. MISIÓN
“Proporcionar un servicio eficiente oportuno y personalizado que
satisfaga las necesidades y expectativas de nuestros clientes en el campo
de la metal mecánica e hidráulica, a través de tecnologías modernas.”

2
1.3.2. VISIÓN
“Ser reconocidos como una empresa flexible que da respuestas rápidas
a los cambios de diseño del producto y de los procesos productivos sin
alterar los niveles de precisión, fiabilidad y calidad.”

1.4. ESTRUCTURA ORGANIZACIONAL Y FUNCIONES DE LA EMPRESA

1.4.1. ORGANIZACIÓN DE LA EMPRESA


IPROMAC S.A.C., está bajo la gerencia de la Sr. Edwin Rivas Huamán,
gracias a ello la empresa es una de las trascendentales, en la región,
cuenta con una oficina de administración, ingeniería con área de diseño,
producción, mantenimiento y por último la oficina de comercialización con
el área de ventas.

1.4.2. FUNCIONES DE LA EMPRESA


IPROMAC S.A.C. se dedica al diseño de módulos y módulos prácticos
de acuerdo al requerimiento del cliente o lo que el mercado requiera y
también se dedica al mantenimiento de sistemas de bombeo, electrificación
y equipos relacionados, cumpliendo con responsabilidad en cada trabajo
que se realiza, así como, especialista en venta, distribución e importación
de accesorios en general para maquinaria y equipos de construcción,
minería e ingeniería, producción, mantenimiento general y
comercialización.

3
1.4.3. ORGANIZACIÓN DEL ÁREA DE TRABAJO

Figura 1.2: Organigrama de la empresa

Fuente: Documento e información de IPROMAC S.A.C.

4
1.4.4. FUNCIONES DEL ÁREA DE TRABAJO
La principal función del área de diseño es de crear nuevas tecnologías
prácticas para el eficiente manejo en el trabajo que al hombre le resulte
pesado, facilitando, aliviando y minimizando el esfuerzo y desgaste físico
Además de reparar y solucionar los inconvenientes de maquinarias y
sistemas; también vela por la seguridad de los trabajadores y atender
cualquier emergencia que se presente ya sea en el taller o en campo.

5
CAPÍTULO II

MARCO TEÓRICO

2.1 BASES TEÓRICAS

2.1.1 DISEÑO
En ingeniería el diseño mecánico es el proceso de dar forma,
dimensiones, materiales, tecnología de fabricación y funcionamiento de una
máquina para que cumpla unas determinadas funciones o necesidades.
“Diseñar es formular un plan para satisfacer una necesidad específica o
resolver un problema. Si el plan resulta en la creación de algo físicamente
real, entonces el producto debe ser funcional, seguro, confiable,
competitivo, útil, que pueda fabricarse y comercializarse.” (Shigley, 2008,
p.4)

6
2.1.2 INVERNADEROS

¿Que son los invernaderos?

Es un espacio con el microclima apropiado para el desarrollo de una


plantación en específico, es decir, es un conjunto de las condiciones
climáticas particulares de un lugar determinado, resultado de una
modificación del clima de la zona en el que se encuentra influido, por
los diferentes factores ecológicos y medio ambientales.

Así mismo el invernadero, es una construcción de vidrio o plástico en la


que se cultivan plantas, a mayor temperatura que en el exterior.
Aprovecha el efecto producido por la radiación solar que, al atravesar un
cristal u otro material traslúcido, calienta los objetos que hay dentro;
estos a su vez emiten radiación infrarroja, con una longitud de onda
mayor que la solar, por lo cual no pueden traspasar los vidrios a su
regreso quedando atrapados y produciendo el calentamiento, algunos
cuentan con un control de temperatura e intercambio de CO2 por medio
de ventanas.

[Link] TIPOS DE INVERNADEROS

Invernadero Túnel:

Es difícil establecer una línea divisoria entre lo que es un invernadero y


un macrotúnel, por no existir un parámetro definido. No obstante, se ha
optado como medida de clasificación el volumen de aire encerrado por
cada metro cuadrado de suelo. En general, de acuerdo a diferentes
opiniones al respecto, podemos definir como invernadero aquella
estructura que supera los 2.75-3 m3/m2.

Se trata de invernaderos que tienen una altura y anchura variables.


Importados con las siguientes dimensiones.

7
Figura 2.1 Invernadero tipo túnel
Fuente: Decorexpro

Invernadero Capilla:

Se trata de una de las estructuras más antiguas, empleadas en el


forzado de cultivos. La pendiente del techo (cabio) es variable según la
radiación y pluviometría (variando normalmente entre 15 y 35º). Las
dimensiones del ancho varían entre 6 y 12m (incluso mayores), por largo
variable. Las alturas de los laterales varían entre 2,0-2,5m y la de
cumbrera 3,0-3,5m (también se construyen más bajos que los
señalados, pero no son recomendables).

Figura 2.2 Invernadero tipo capilla


Fuente: Decorexpro

8
Invernadero dientes de sierra:

Una variación de los invernaderos capilla, que se comenzó a utilizar en


zonas con muy baja precipitación y altos niveles de radiación, fueron los

invernaderos a una vertiente. Estos invernaderos contaban con una


techumbre única inclinada en ángulos que variaban entre 5º y 15º
(orientados en sentido este-oeste y con presentación del techo hacia la
posición del sol - norte para el hemisferio sur-). El acoplamiento lateral
de este tipo de invernaderos dio origen a los conocidos como dientes de
sierra. La necesidad de evacuar el agua de precipitación, determinó una
inclinación en las zonas de recogida desde la mitad hacia ambos
extremos.

Figura 2.3 Invernadero tipo sierra


Fuente: Decorexpro

[Link] MANTENIMIENTO PREVENTIVO


Según (Fedemetal, 1991, p.85) “Conjunto de actividades
programadas y planificadas de antemano encaminadas a reducir la
frecuencia y el impacto de las fallas.”
 Planificación:
 Definir los elementos objeto de mantenimiento.
 Establecer su vida útil.
 Determinar los trabajos a realizar en cada caso.

9
 Agrupar temporalmente los trabajos.
 Inconvenientes:

 Cambios innecesarios (del propio elemento o de otros)

 Problemas iniciales de operación.

 Coste de inventarios medio.

 Mano de obra.

 Caso de mantenimiento no efectuado.

[Link] MANTENIMIENTO PREDICTIVO


Según (Fedemetal, 1991, p.86) “Conjunto de actividades de
seguimiento y diagnóstico continúo que permiten una intervención
correctora inmediata como consecuencia de la detección de algún
síntoma de falla.”
 Monitorización de parámetros:

 Presión.

 Temperatura.

 Vibraciones.

 Ruido.

 Etc.

 Ventajas:

 Registro de la historia de los análisis.

 Programación del mantenimiento en el momento más adecuado.

10
[Link] MANTENIMIENTO PROACTIVO
Según (Fedemetal, 1991, p.86) “Es el mantenimiento planificado y
programado llevado a cabo con el fin de que la administración del
mantenimiento sea más eficiente, dentro del mismo se encuentran los
mantenimientos preventivo, predictivo y productivo).”

2.1.3 MAQUINARIA PESADA


Según (Caterpillar, 2008) “Vehículo automotor destinado
exclusivamente a obras industriales incluidas las de minería, construcción y
conservación de obras, que sus características técnicas y físicas no
pueden transitar por las vías de uso público o privadas abiertas al público”
(p.37)

2.1.4 TIPOS DE MAQUINARIAS PESADAS

[Link] TRACTOR ORUGA CATERPILLAR D7G


Según (Caterpillar, 2008) “Máquina autopropulsada sobre orugas,
diseñadas para ejercer una fuerza de empuje o tracción. La norma no
entra en detalles de los implementos (hoja, ripper, winches, etc.) ni de
sus funciones o tipos de trabajo.”(p.103)

Figura 2.2: Tractor Oruga Caterpillar D7G

Fuente: Manual de mantenimiento/maquinarias (Caterpillar, 2008)

[Link] RETROEXCAVADORA CATERPILLAR 420E


Según (Caterpillar, 2008) “Máquina autopropulsada sobre ruedas
con un bastidor especialmente diseñado que monta a la vez un equipo

11
de carga frontal y otro de excavación trasero de forma que puedan ser
utilizados alternativamente.” (p.106)
Cuando se emplea como excavadora, la máquina excava
normalmente por debajo del nivel del suelo mediante un movimiento de
la cuchara hacia la máquina y eleva, recoge, transporta y descarga
materiales mientras la máquina permanece inmóvil.

Figura 2.3: Retroexcavadora Caterpillar 420E

Fuente: Manual de mantenimiento/maquinarias (Caterpillar, 2008)

[Link] EXCAVADORA CATERPILLAR 329D


Según (Caterpillar, 2008) “Máquina autopropulsada sobre ruedas o
cadenas con una superestructura capaz de girar 360º que excava o
carga, eleva, gira y descarga materiales por la acción de una cuchara
fijada a un conjunto de pluma y balancín o brazo, sin que el chasís o la
estructura portante se desplace.”(p.126)

12
Figura 2.4: Excavadora Caterpillar 329D

Fuente: Manual de mantenimiento/maquinarias (Caterpillar, 2008)

2.1.5 ELEMENTOS MECÁNICOS


Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Son todos aquellos elementos
o piezas de metal u otro material quienes correctamente ensamblados
constituyen una máquina completa y en funcionamiento de la misma.”(p.64)

a) MOTOR
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es la parte sistemática de
una máquina capaz de hacer funcionar al sistema, transformando algún
tipo de energía, convierte energía en movimiento mecánico.” (p.68)

b) INYECTORES
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) Estos son los encargados de
suministrar el combustible al conducto de admisión o a la cámara de
combustión, siempre que hablamos de motores diésel. (p.68)

c) CULATA
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es la parte superior de un
motor de combustión interna que permite el cierre de las cámaras de
combustión.” (p.67)

13
d) RETÉN
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Llamado también sello, es
una pieza fabricada habitualmente de un compuesto de gaucho
sintético que se utiliza para evitar fugas o el intercambio no deseados
de fluidos, gases o solidos desde un elemento que lo contiene hacia el
adyacente.”(p.64)

e) JUNTA TEÓRICA U O-RING


Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es la junta de forma toroidal,
habitualmente de goma, cuya función es la de asegurar la
estanqueidad de fluidos.” (p.64)

f) CONVERTIDOR DE PAR HIDRODINAMICO


Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es una transmisión
hidrodinámica adicional al cambio automático, conectado al cigüeñal o
árbol de motor.” (p.65)

g) VOLANTE DE MOTOR
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Llamado también volante de
inercia, es un elemento totalmente pasivo que únicamente aporta al
sistema una inercia adicional de modo que permita almacenar energía
cinética. Este volante continua su movimiento por inercia cundo cesa el
par motor que lo propulsa.” (p.65)

h) BOMBA HIDRÁULICA
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es una máquina que
absorbe energía mecánica y restituye al líquido que la atraviesa en
energía hidráulica. Se emplean para impulsar toda clase de líquidos
(agua, aceites, combustibles, ácidos, cerveza, leche, etc.).” (p.65)

i) BOTELLA HIDRÁULICA
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Son mecanismos que
constan de un cilindro dentro del cual se desplaza un émbolo o pistón y
que transforma la presión de un líquido mayormente aceite en energía
mecánica en un recorrido lineal.” (p.66)

14
j) SELLOS HIDRÁULICOS
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Son aros o anillos de hule u
otros materiales que hacen que un cilindro pueda trabajar de manera
eficiente, no dejando fugar el fluido de trabajo.” (p.66)

k) MANGUERAS HIDRÁULICAS
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es un tubo hueco diseñado
para transportar fluidos de un lugar a otro, éstas generalmente son
cilíndricas y para poder unirlas se utilizan distintos tipos de acoples.”
(p.67)

l) VÁLVULAS DE ASIENTO
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Consiste en una varilla de
distintos elementos con una forma de disco en un extremo de ellas
también llamado vástago de válvula. “ (p.67)

m) BALANCINES
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Elemento de la distribución
que transmite el movimiento de la leva o de la varilla a la válvula,
aprovechando el principio de la palanca.” (p.67)

2.1.6 DISPOSITIVOS MECÁNICOS

a) FILTRO DE AIRE
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es un dispositivo que
elimina partículas sólidas como por ejemplo polvo, polen y bacterias de
aire.” (p.76)

b) FILTRO DE ACEITE
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Es un dispositivo que
elimina partículas sólidas de los aceites que circulan por los conductos
y ayudan al buen funcionamiento de la máquina.” (p.76)

c) RADIADOR
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Dispositivo que permite
intercambiar calor entre dos medios, siendo uno de ellos en aire

15
ambiente. Sirve para disipar calor de un objeto o aparto para evitar su
sobrecalentamiento, así como también refrigerar el fluido con el cual
enfría la máquina.” (p.76)

d) TURBOCOOLER
Según (Espinoza Solano Miguel, 2011) “Aftercooler o post-enfriador
es un intercambiador de calor construido dentro del múltiple del sistema
de admisión. Utiliza refrigerante para enfriar la temperatura de la
mezcla de combustible-aire.” (p.77)

2.1.7 HERRAMIENTAS

a) JUEGO DE LLAVES
Son herramientas manuales (Knova, 2012). Que se utilizan para
apretar elementos atornillados mediante tornillos y tuercas con cabezas
hexagonales principalmente, en algunos casos éstas son sustituidas
por pistolas neumáticas.

b) JUEGO DE DADOS
Son herramientas hechas en su mayoría de cromo-vanadio (Knova,
2012). Los cuales también hacen la misma función que la llaves pero
con una mejor facilidad mediante el rache y las palancas respectivas
según sea necesario.

c) LLAVE FRANCESA
“Llamada también llave inglesa o regulable, es una herramienta
manual para aflojar o ajustar tuercas y tornillos.” (Knova, 2012)

d) LLAVE STILSON
Según (Knova, 2012) “Es una llave ajustable usada para apretar,
aflojar o ajustar piezas que la llave inglesa no sería capaz de ello.”
(p.55)

16
e) DESTORNILLADORES
Según (Knova, 2012) “Herramienta que se utiliza para apretar o
aflojar tornillos y otros elementos de máquinas que requieran poca
fuerza de apriete.” (p.55)

f) GATO HIDRÁULICO
Es una máquina (Knova, 2012). Empleada para la elevación de
cargas pesadas mediante el accionamiento manual de una manivela o
una palanca.

2.1.8 INSTRUMENTOS DE MEDICIÓN

a) CALIBRADOR VERNIER
Es un instrumento (Knova, 2012). Que sirve para calibrar los
distintos elementos mecánicos con una precisión el cual figura en el
nonio. Llamado también pie de rey

b) MANÓMETRO
Según (Knova, 2012) “Instrumento que sirve para medir la presión
que tiene el fluido al pasar por los conductos en los distintos sistemas
de la máquina.” (p.57)

c) GAUGE O CALIBRADOR DE VÁLVULA


Según (Knova, 2012) “Se usa para calibrar los balancines tanto de
admisión como de escape para que la máquina trabaje eficientemente,
su uso es de acuerdo a cada manual de las distintas máquinas que
existen.” (p.61)

d) TERMÓMETRO
Según (Knova, 2012) “Instrumentos que se utilizan para medir la
temperatura tanto del agua como la atmosférica así como también de
los fluidos en trabajo.” (p.63)

17
2.2 BASES CONCEPTUALES

2.2.1 FIABILIDAD
Según (Muñoz, 2003) “Probabilidad de que un bien funcione
adecuadamente durante un periodo determinado bajo condiciones
operativas específicas.” (p.36)

Figura 2.5: Diagrama de la bañera

Fuente: Mantenimiento industrial (Muñoz, 2003)

2.2.2 MANTENIBILIDAD
Por ello (Muñoz, 2003) “Característica inherente al elemento, asociada a
su capacidad de ser recuperado para el servicio cuando se realiza la tarea
de mantenimiento necesaria.” (p.38)

2.2.3 DISPONIBILIDAD
Por ello (Muñoz, 2003) “Probabilidad de un sistema de estar en
funcionamiento o listo para funcionar en el momento requerido” (p.39)
 El sistema no debe tener fallos.
 En caso de haber sufrido fallos, han sido reparados en un tiempo
menor que el permitido para su mantenimiento.

18
2.2.4 CALIBRACIÓN
Según (Muñoz, 2003) “Es el proceso de comparar los valores obtenidos
por un instrumento de medición con la medida correspondiente de un
patrón de referencia.” (p.39)

2.2.5 INSPECCIÓN
Es una de las medidas preventivas propias del mantenimiento. Su
carácter preventivo se manifiesta en el hecho que las inspecciones se
realizan a intervalos prefijados. Se puede repetir la inspección después de
dos semanas o después de una cantidad de días. (Muñoz, 2003, p.40)

2.2.6 CONSERVACIÓN
Según (Muñoz, 2003) “Abarca todas las actividades que contribuyen a
mantener el estado teórico de los recursos físicos. Los objetivos de los
trabajos de conservación” (p.40)
 Mantener la capacidad de funcionamiento de las instalaciones evitando
que sufran fallas.
 Disminuir la frecuencia de las fallas, aminorando el desgaste.

2.2.7 REPARACIÓN
Según (Muñoz, 2003) “Por trabajos de reparación se entienden todas las
medidas que contribuyan a restaurar de un equipo.” (p.41) Se subdivide en
dos:
 Reparación planificada.
 Reparación no planificada.

19
CAPÍTULO III

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE TRABAJOS REALIZADOS

3.1 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS

3.1.1 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS CAT D7G

Cuadro 3.1 Especificaciones técnicas de CAT D7G

MAQUINARIA DE CONSTRUCCION TRACTOR ORUGA CATERPILLAR D7G


Número de identificación del producto *65V08662* Fabricado en Japón
Motor
Número de serie *10738670*
Fabricante Caterpillar
Modelo 3306T
Número de cilindros 6
cilindrada 10.5l
Potencia total 149.1 kW
Potencia efectiva 134.2 kW
Potencia media en RPM 2000 RPM
Transmisión
Número de serie *7KA08381*
Tipo de transmisión Cambio de fuerza de velocidades
Número de marchas adelante 3
Número de marchas atrás 3
Velocidad máxima hacia adelante 9.9 km/h

20
Velocidad máxima hacia atrás 11.9 km/h
Hidráulica
Tipo de bomba Bomba de émbolo axial de cilindrada variable
Capacidad de la bomba 198 l/min
Presión de la válvula de regulación 19300 kPa
Tren de rodaje
Presión específica sobre el suelo 71 kPa
Área de contacto sobre el suelo 2.8 m2
Tamaño de una zapata estándar 508 mm
Número de cojinetes de cada lado 6
Ancho de vía 1980 mm
Explotación
Peso útil 20230 kg
Volumen de combustible 435.3 l
Dimensiones
Longitud sin cuchilla 4190 mm
Longitud con cuchilla 5280 mm
Distancia entre las cadenas de la oruga 2620 mm
Altura hasta la parte superior de la cabina 3250 mm
Longitud de la cadena oruga a nivel del suelo 2700 mm
Despeje sobre el suelo 347 mm
Cuchilla de serie
Ancho 3660 mm
Fuente : Manual de mantenimiento/maquinarias(Caterpillar, 2008)

21
Figura 3.2: Tractor oruga CAT D7G

Fuente: Datos técnicos [Link]

3.1.2 ESPECIFICACIONES TÉCNICAS CAT 420E

Tabla 3.2 Especificaciones técnicas de CAT 420E

MAQUINARIA DE CONSTRUCCION RETROEXCAVADORA CATERPILLAR 420E


Número de identificación del producto *CAT0420EVPRA00718* Fabricado en USA
Motor
Número de serie *C4E06255*
Fabricante Caterpillar
Modelo C4.4 DIT
Número de cilindros 4
cilindrada 4.4l
Potencia total 75.3 kW
Potencia efectiva 69.4 kW
Potencia media en RPM 2200 RPM
Momento de fuerza tomado en RPM 1400 RPM
Aumento de momento de fuerza neto 36%
Transmisión
Número de serie *DC812073*
Tipo de transmisión Cambio de fuerza de velocidades
Número de marchas adelante 4

22
Número de marchas atrás 4
Velocidad máxima hacia adelante 40.1 km/h
Velocidad máxima hacia atrás 40.1 km/h
Hidráulica
Tipo de bomba Bomba de émbolo axial de cilindrada variable
Capacidad de la bomba 163 l/min
Presión de la válvula de regulación 24898 kPa
Retroexcavadora
Alcance con la carga elevada en estado plegado 1768 mm
Alcance con la carga elevada en estado desplegado 2771 mm
Profundidad de excavación en estado plegado 4360 mm
Profundidad de excavación en estado desplegado 5456 mm
Alcance desde el codo articulado en estado plegado 5618 mm
Alcance desde el codo articulado en estado desplegado 6666 mm
Fuerza de la pala en estado plegado 6293.6 kg
Fuerza de la pala en estado desplegado 6288.2 kg
Carga con la elevación máxima en estado plegado 1596 kg
Carga con la elevación máxima en estado desplegado 1040 kg
Altura de cargas en estado plegado 3636 mm
Altura de cargas en estado desplegado 4145 mm
Explotación
Peso útil 4wd 7310 kg
Peso máximo 110000 kg
Volumen de combustible 144 l
Volumen del fluido del sistema hidráulico 79 l
Volumen del fluido del sistema lubricante 7.6 l
Volumen del fluido del sistema refrigerante 16.7 l
Volumen del fluido del sistema transmisión 19 l
Volumen del fluido del eje delantero 11 l
Volumen del fluido del eje trasero 16.5 l
Radio de giro 5420 mm
Tamaño de neumáticos delanteros 2wd/4wd 11L-16F-3/12.5/80-18(10 capas)1-3
Tamaño de neumáticos traseros 2wd/4wd 19.5L-24(12 capas)R4 ATU/IT 525
Tensión de funcionamiento 12 v
Dimensiones
Altura del transporte 3577 mm
Altura hasta la parte superior de la cabina 2819 mm
Eje de ruedas 2200 mm
Despeje sobre el suelo 320 mm
Longitud del transporte 7343 mm
Ancho del transporte 2438 mm
Cargador
Volumen de la pala 0.96 m3
Ancho de la pala 2262 mm

23
Fuerza de arranque de la pala 45.6 kN
Capacidad de carga a plena altura 2929 kg
Despeje sobre el suelo a máxima elevación de cargas 2573 mm
Alcance en máxima elevación de descarga 853 mm
Profundidad de excavación 106 mm
Fuente : Manual de mantenimiento/maquinarias(Caterpillar, 2008)

Figura 3.2: Retroexcavadora CAT 420E

Fuente: Datos técnicos [Link]

3.1.3 ESPECIFICACIONES TÉCNICASCAT 329D

Tabla 3.3 Especificaciones técnicas CAT 329D

MAQUINARIA DE CONSTRUCCION EXCAVADORA CATERPILLAR 329D


Número de identificación del producto *CAT0329DEMNB00601* Fabricado en Japón
Motor
Número de serie *IL61629*
Fabricante Caterpillar
Modelo C7 ACERT
Número de cilindros 6
cilindrada 7.2l
Potencia total 152.1 kW
Potencia efectiva 150.6 kW
Potencia media en RPM 2200 RPM
Momento de fuerza tomado en RPM 1200 RPM
Tren de rodaje
Número de zapatas de un lado 50

24
Tamaño dela zapata 800 mm
Número de rodillos de apoyo a cada lado 2
Número de cojinetes a cada lado 9
Velocidad máxima de transporte 5.3 km/h
Fuerza de tracción del gancho 249 kN
Ancho de vía 5290 mm
Pala
Volumen inicial de la pala 1.1 m3
Volumen mínimo de la pala 0.94 m3
Volumen máximo de la pala 2.6 m3
Pluma sección 1
Altura para el transporte 3632 mm
Longitud para el transporte 10410 mm
Profundidad máxima de excavación 7833 mm
Alcance máximo a largo del nivel del suelo 11153 mm
Altura máximo de corte 10297 mm
Altura máxima de carga 7102 mm
Profundidad máxima de excavación de pared vertical 6590 mm
Explotación
Peso útil 29240 kg
Volumen de combustible 520 l
Volumen de aceite de motor 30 l
Volumen del fluido del sistema hidráulico 310 l
Volumen del fluido del sistema refrigerante 30 l
Volumen del fluido del mecanismo de cambio de longitud de la pluma 10 l
Presión de la válvula de regulación del sistema hidráulico 35000 kPa
Capacidad de la bomba hidráulica 235 l/min
Dimensiones
Ancho hasta el lado exterior de la cadena de oruga 3390 mm
Altura hasta la parte superior de la cabina 3040 mm
Despeje sobre el suelo 490 mm
Despeje del contrapeso sobre el suelo 1110 mm
Radio de giro de la parte trasera dela plataforma 3080 mm
Longitud de la cadena de la oruga a nivel del suelo 3990 mm
Mecanismo de giro
Velocidad de giro 10.2 RPM
Momento de fuerza de giro 82200.5 Nm
Fuente : Manual de mantenimiento/maquinarias(Caterpillar, 2008)

25
Figura 3.3: Excavadora CAT 329D

Fuente: Datos técnicos [Link]

CAPÍTULO IV

26
TRABAJOS REALIZADOS EN LA PRÁCTICAS

4.1 MANTENIMIENTO DEL TRACTOR ORUGA CAT D7G

4.1.1 DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO


En la localidad de Huancayo, se presenta dicha máquina en la que nos
informaron que el inconveniente que se presentaba es que pasaba aceite
del motor al convertidor el cual ocasionaba que en motor perdiera el aceite
que lo lubrica constantemente y con ello generar desgaste entre los
elementos mecánicos que se encuentran dentro del mismo.

4.1.2 OBJETIVOS
 Encontrar el causante del inconveniente.
 Realizar el mantenimiento adecuado.

4.1.3 DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN


 El estado en que encontramos dicha máquina ya lo mencionamos
anteriormente, para ello seguimos los siguientes pasos:

 Ubicar la máquina en un lugar despejado para trabajar tranquilamente y


eficientemente. El área técnica se encarga de realizar el desmontaje
necesario para verificar que componentes y/o elementos mecánicos
hacen falta reparar o sustituir por uno nuevo para que la reparación sea
eficiente. En el avance del trabajo nos dimos cuenta que se necesita
una rectificación de culata, válvulas, inyectores, filtros, etc. Una vez
rectificado la culata, asentamos las válvulas (16 en total); para realizar
el montaje de la culata y demás elementos, realizamos el aseo de la
maquinaria minuciosamente para no generar malestar en lo posterior.

 Nuevamente el área técnica realiza el montaje cuidadosamente de


cada elemento mecánico, anotando el número de serie de cada
inyector para poder ingresar los datos correctos al sistema electrónico
de la máquina con ayuda del software respectivo, realizando la
actualización de los datos necesarios en la memoria de la misma. Una

27
vez terminada la actualización el personal indicado alimenta los
distintos sistemas para luego encender y verificar si el mantenimiento
fue el correcto. Logrando una aceptable respuesta de la máquina.

4.2 MANTENIMIENTO DE LA RETROEXCAVADORA CAT 420E

4.2.1 DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO


Esta máquina la cual se encontraba con dificultades en el sistema
automotriz; ya que por motivos de inversión no le hicieron su respectiva
reparación durante casi un año, necesitando un mantenimiento correctivo-
preventivo (rectificación de culata, nuevos componentes y/o elementos que
van montados en la misma, inyectores cada uno con su respectiva serie,
etc.) para finalmente hacer el montaje respectivo de todo el sistema dado,
con su procedimiento del mantenimiento correcto.

4.2.2 OBJETIVOS
 Realizar el mantenimiento adecuado.
 Solucionar el inconveniente y satisfacer las necesidades del cliente.

4.2.3 DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN


Para dar con la solución del problema que se mencionó en el punto 4.1.1
se realiza el mantenimiento respectivo:
 Ubicar la máquina en un lugar despejado para trabajar tranquila y
eficientemente, el área técnica se encarga de realizar el desmontaje
respectivo para llegar hasta el convertidor.
Para continuar tenemos que tener las ideas claras y deducir con ayuda
del software que Caterpillar nos proporciona donde figura el manual de
la maquinaria, continuando con lo siguiente:
 Desmontar el convertidor y verificar la falla que se presenta,
comparando con el manual que tenemos, Entonces encontramos que
al sacar el retén del cigüeñal situado en el convertidor, éste no contaba
con él o-ring respectivo tal como el manual indica; ahí nos dimos
cuenta que eso sería el causante por lo que el motor se estaba
quedando sin lubricante, el cual pasaba hacia el convertidor

28
ocasionando desgaste y en el sistema automotriz. Seguidamente se
hizo el cambio de retén con uno nuevo el cual contaba con él o-ring,
que se hizo el pedido desde fábrica.
 Nuevamente el área técnica comenzó con el montaje respectivo de
cada elemento que se desmontó anteriormente, (bien limpio cada uno
para no ocasionar fallas posteriormente). El personal encargado
alimentó los diferentes sistemas de la máquina. (Aceite hidráulico,
aceite de lubricación, agua, etc.). para realizar las pruebas respectivas
y verificar si el mantenimiento se realizó correctamente.
 Encender la máquina, como se encuentra en un lugar no tan amplio
para poder deslizarse se hace el proceso del calado que consiste en
acelerar pisando el freno y poner en tercera para adelante con el motor
a 2200 rpm y al poner en marcha el motor no debe bajar de los 1600
rpm, eso quiere decir que la transmisión y el motor esta óptimos; si
sucede que la velocidad angular baja a 1000 rpm se concluye que el
motor está mal y si sube más de lo mencionado quiere decir que el
sistema de transmisión está fallando; en nuestro caso la velocidad
angular permanece en el intervalo recomendado por lo que se puede
asegurar que esta óptimo para seguir trabajando en bien de la
localidad.

4.3 MANTENIMIENTO DE LA EXCAVADORA CAT 329D

4.3.1 DESCRIPCIÓN BÁSICA DEL TRABAJO


Esta máquina y las restantes pertenecen a la empresa CIA. Minera
Santa Luisa; para ser reparadas y aplicar el mantenimiento respectivo, en
dicha maquinaria se requiere atender el sistema de refrigeración (radiador-
enfriador) ya que al trabajar sufrió daños considerables en el sistema
automotriz e hidráulico ocasionando una pérdida de potencia en el motor
(recalentamiento).

4.3.2 OBJETIVOS
 Analizar y reparar el sistema de refrigeración.

29
4.3.3 DESCRIPCIÓN DE LA SOLUCIÓN
Después de trabajar por unos meses esta máquina presenta daños en
su sistema de refrigeración por lo que genera pérdida de potencia en el
motor ocasionando desgaste en el mismo ya que no se refrigera
normalmente, para lo cual solucionamos haciendo lo siguiente:
 Ubicar la máquina en un lugar despejado para trabajar tranquila y
eficientemente; seguidamente realizamos las mediciones de presión y
temperatura respectivamente, el de presión está en el rango
establecido (60 psi) pero la temperatura interna del motor llega a 80 ºC,
excediendo la temperatura permisible y ocasionando recalentamiento
en el motor. Una vez ubicado el problema verificamos el causante de
ello, el área técnica comienza con el desmontaje del sistema de
refrigeración en el cual observamos que tanto el radiador como el
enfriador de aceite hidráulico presentaban fugas mojando el panal y
obstruyéndolo con el polvo, obstaculizando el paso del fluido
refrigerante y produciendo recalentamiento en el motor.
 Una vez ubicada la casa pasamos a realizar el manteniendo respectivo
al radiador y enfriador, realizadas por el técnico (Soldar con mucho
cuidado y probar a cada instante si aún siguen dichas fallas, utilizando
el equipo de soldadura autógena). Dejar por un rato actuar la unión
realizada y probar nuevamente con la ayuda de un compresor de aire y
espuma. Para continuar Desmontamos los componentes de
refrigeración que actúan mediante aire (filtros) y cambiarlos de acuerdo
a su tiempo de uso en horas de trabajo (500 horas). Realizar el montaje
de los filtros, radiador, enfriador y turbocooler para luego verificar si se
hizo bien el mantenimiento, suministrar agua en el radiador y encender
la máquina y verificar si persiste alguna falla. Quedando todo conforme
se da el visto bueno para que la máquina siga trabajando
eficientemente.

30
4.3.4 FICHA PARA EL HISTORIAL DE LA MÁQUINA.

Tabla 4.1 Ficha de historial de la maquina

FICHA HISTORIAL DE LA MÁQUINA :


FECH INICIO FECH ENTREGA
MODELO N°SERIE MOTOR
N°SERIE HORÓMETRO
[Link]
JEFE MECÁNICO
TEC MECÁNICO 1
TEC MECÁNICO 2
PROCESO DE TRABAJO
DESCRIPCIÓN
REPUESTOS
Fuente: Documento e información de IPROMAC S.A.C

Este documento servirá para poder tener un control adecuado de los


datos técnicos de la motoniveladora, así como se almacenará todas las
actividades de mantenimiento que se realicen. En este documento se
pretende almacenar información que luego será de gran utilidad porque va
a ser empleada para poder llevar un mejor control de la máquina
mencionada

4.3.5 PROCEDIMIENTO PARA EL MANTENIMIENTO PREVENTIVO .


El procedimiento a seguir se detalla en el siguiente diagrama de flujo en
el cual empieza en el jefe y termina con la salida de la máquina en buen
estado.

31
Figura 4.1: Procedimiento de mantenimiento preventivo

Fuente: Documento e información de IPROMAC S.A.C.

32
CONCLUSIONES
1. El aceite se usa en el motor y equipos de trabajo bajo condiciones
extremadamente severas (alta temperatura, alta presión) deteriorándose con el
uso. Siempre use aceite que coincida con el grado y temperatura para uso que
se indica en el Manual de operación y Mantenimiento. Aunque el aceite no esté
sucio, siempre sustituya el aceite después del intervalo especificado
2. El o-ring o junta teórica es primordial en los sistemas donde trabajan con
fluidos incompresibles (retén), ya que sin ellos están expuestos a mezclarse
entre lubricantes adyacentes y provocar fallas mayores en la máquina.
3. Si los inyectores son colocados verificando y anotando su respectiva
serie alfanumérica, emparejando el software y la máquina para alimentar el
sistema electrónico de la misma; si se coloca una serie distinta del orden en
que se puso, se alterará el sistema y la máquina no reconocerá los inyectores y
por ende no funcionará.
4. Al realizar una inspección o mantenimiento en los circuitos hidráulicos,
como el de la transmisión, siempre se debe purgar el aire de sus tanques o
depósitos hidráulico para aliviar las presiones internas y así evitar daños al
personal.
5. Debe de respetarse lo indicado en los manuales de cada máquina que el
proveedor entrega, para que el mantenimiento y la seguridad no se
distorsionen y vayan en unión, previo a eso siempre es importante dedicar
algunos minutos antes de comenzar las labores a indicar los trabajos del día
con su respectiva seguridad.

33
RECOMENDACIONES
1. Utilizar en todo momento los implementos de seguridad (EEP),
respetando las señalizaciones que figuran dentro y fuera del área de
mantenimiento, cumpliendo así con la política de la empresa y las normas de
seguridad dispuestas por ley.
2. Siempre conserve limpia la máquina. Esto facilita localizar aquellas
piezas que provocan problemas. En particular, mantenga limpios los
engrasadores, respiradores y sondas de nivel de aceite y evite que el polvo y la
suciedad penetren en el sistema.
3. Realizar el montaje de la máquina en mantenimiento concentradamente
y enfocados en el trabajo, ya que los elementos o dispositivos que se reparan o
sustituyen por otro nuevo, deben cumplir con los requisitos tal como indica el
respectivo manual de la máquina, para evitar fallas posteriores en la misma.
4. Fijarse bien y anotar cada serie de los inyectores sustitutorios con su
respectivo cilindro donde va a trabajar, para que la serie sea ingresado a la
memoria de la máquina correctamente y así evitar inconvenientes posteriores.
5. Si el elemento del filtro hidráulico o el colador han sido reemplazados, se
han limpiado, se ha reparado, reemplazado el equipo hidráulico o si se han
desmontado las tuberías, hay que purgar el aire del circuito después de
terminar la operación porque existen residuos de aire que dificulta y alteran el
paso del fluido.

REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA

34
1. Espinoza Solano, M., (2011). Motores Diesel (Segunda edición). México:

Mc Graw Hill / Interamericana Editores S.A. de C:V.

2. Vásquez Ramos, L., (2012). Seguridad en Maquinaria Pesada (Primera edición). México:

Mc Graw Hill / Interamericana Editores S.A. de C.V.

3. Muñoz Belen, (2003). Mantenimiento Industrial (Segunda edición). Lima Perú:

Editorial Moshera S.R.L.

4. Kenova. (2012). Herramientas para Siempre (Cuarta edición). México:

Prentice Hall Hispanoamericana S.A.

5. Fedmetal. (1991). Manual de Mantenimiento (Segunda edición). Bogota:

Editorial San Marcos.

6. Caterpillar. (2008). Manual de Mantenimiento/Maquinaria (Segunda edición). México:


Prentice Hall Hispanoamericana S.A.

DIRECCIÓN ELECTRÓNICA

1. [Link],org/mantenimientoydiagnosticodefallas

2. [Link]/repuestosmaquinarias

3. [Link]/herramientasmecanicas

4. [Link]

5. [Link]/[Link]

6. [Link]

35
ANEXO

Inspección del tractor oruga CAT D7G

36
Número de serie del tractor oruga CAT D7G

Número de serie de la retroexcavadora CAT 420E

37
Número de serie de la excavadora CAT 329D

38

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